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Departamento de Engenharia Civil

QUALIDADE, SEGURANÇA E AMBIENTE
Trabalho Prático

TURNO 2
Grupo 3

Ezequiel Antunes Nº53720

Micael Pereira Nº 54248

Pedro Mateus Nº 54215

Tiago Pereira Nº 54219

Guimarães, Dezembro de 2012

Qualidade, Segurança e Ambiente

2012/2013

ÍNDICE
Introdução .................................................................................................................... 4 1.Qualidade .................................................................................................................. 5 1.1. Caracterização dos sistemas organizacionais correntes de empresas de construção ......................................................................................................................... 5 1.2. Organograma de uma empresa de construção ...................................................... 7 1.3. Política de Qualidade para a empresa G3QSA tendo por base os requisitos da ISO 9001:2000 ................................................................................................................ 12 1.3.1 Transformar Política em Objetivos ............................................................... 12 1.3.2 Documentos da qualidade ............................................................................. 13 1.3.3. Índice de um Manual da Qualidade ............................................................. 16 1.4. Identificar os conteúdos de um Plano de qualidade de uma obra (empreendimento)........................................................................................................... 17 1.5. Identificar os conteúdos de um plano de inspeção e ensaio (PIE) de uma atividade ......................................................................................................................... 19 2. Segurança ............................................................................................................... 20 2.1. Análise interpretativa e comparativa da norma NP 4397 com a ISO 9001 ........ 20 2.2. Política de SST e conteúdos principais do manual de SST da empresa G3QSA 23 2.3. Comunicação prévia e procedimentos a adotar no caso de alterações ao conteúdo inicial .............................................................................................................................. 27 2.4. Definição fundamental do conteúdo do PSS ...................................................... 28 2.4.1. Conteúdo do PSS ......................................................................................... 30 2.4.2 Estrutura do plano de segurança e saúde ...................................................... 31 2.4.3 Elementos a juntar ao plano de segurança e saúde para a execução da obra 32 2.5. Ficha de Procedimento de Segurança ................................................................. 33 2.6. Exercício de Aplicação ....................................................................................... 34 3. Ambiente ................................................................................................................ 37 3.1. Análise interpretativa do referencial ISO 14001:2004 ....................................... 37 3.1.1. Aos requisitos gerais estabelecidos.............................................................. 37 3.1.2. Aplicabilidade do Ciclo de Deming (planear, executar, verificar e agir) .... 38 3.1.3. Às políticas e objetivos ................................................................................ 40 3.1.4. À estrutura documental ................................................................................ 40

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3.1.5. À obrigatoriedade da elaboração do Manual de gestão ambiental e respetiva estrutura ...................................................................................................................... 41 3.1.6. Interesse da Análise do ciclo de vida enquanto metodologia objetiva para a avaliação dos impactos ambientais ............................................................................. 41 3.2. Política ambiental e definir os respetivos objetivos para a empresa anteriormente descrita ............................................................................................................................ 41 3.3. Identificar o conteúdo, objetivo de estrutura de um plano de gestão ambiental da obra ................................................................................................................................. 44 3.4. Estruturar um PPG de RCD para uma obra ........................................................ 45 Conclusão................................................................................................................... 47 Referencias Bibliográficas ......................................................................................... 48 Anexos ....................................................................................................................... 49 Anexo I – Informação sobre SST .............................................................................. 50 Anexo II – Comunicação Prévia de Abertura de estaleiro......................................... 54 Anexo III – Mapa de Avaliação de Riscos do Exercício de Aplicação ..................... 59 Anexo IV – Equipamentos de Segurança Individual ................................................. 64 Anexo V - PPG .......................................................................................................... 68

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dado ao seu grande impacto. passando este pelos diversos organismos envolvidos nos processos de avaliação da conformidade.Qualidade. quais os cuidados a ter com o ambiente e com a segurança dos seus funcionários. No âmbito da unidade curricular de Qualidade. tendo este uma elevada importância a nível económico. Deste modo cada vez mais as empresas neste ramo estão a apostar na certificação de forma a reduzir os seus impactos e da mesma forma melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os documentos produzidos pelas empresas têm de ser acreditados por um subsistema de acreditação. Segurança e Ambiente foi-nos pedido que caracterizasse-mos uma empresa e que definisse-mos os seus planos de Qualidade. de maneira a perceber mos qual a estrutura ideal de uma empresa. o qual lhe confere um reconhecimento de competências técnicas para executarem as atividades para os quais foram gerados. 4 . social e ambiental. Segurança e Ambiente. Uma qualquer empresa pode adotar um Sistema de Gestão da Qualidade e este deve ser uma decisão estratégica e voluntária de cada empresa individual. Segurança e Ambiente 2012/2013 INTRODUÇÃO O sector da construção civil é cada vez mais um sector importante na sociedade. onde o sistema de normalização tem a seu cargo a aprovação dos diversos documentos gerados com o apoio das diversas normas existentes num subsistema de normalização.

ou seja. Quanto maior for o nível. entre outros fatores. promoção da saúde e segurança. Figura 1 – Exemplo de uma Organograma 5 . 1.QUALIDADE As empresas devem permanentemente melhorar a Qualidade nos seus postos de trabalho. ou seja. etc. promovendo ações para o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus empregados.Qualidade. Deve-se desenvolver e implantar programas específicos que envolvam o grau de satisfação do trabalhador com o ambiente de trabalho. o nível 1 é o mais importante.1. desenvolvimento das capacidades humanas. Este identifica também os órgãos de uma empresa. integração social. menos é a importância. Caracterização dos sistemas organizacionais correntes de empresas de construção A organização de uma empresa pode ser representada esquematicamente num Organograma. Segurança e Ambiente 2012/2013 1. Temos como exemplo destas funções o controlo financeiro. e o nível 3 apresenta menor importância. a contratação de subempreitadas. um subsector da organização. sendo que estes órgãos representam qualquer célula do organograma. Um dos aspetos mais importantes da organização de uma empresa é a sua hierarquia (figura 1). Esta é estruturada em vários níveis. onde se realizam determinadas funções específicas. que representam a sua importância para a mesma. Um organograma é um esquema representativo da organização de uma empresa onde se identificam as ligações horizontais de comunicação/informação e as verticais de chefia. melhoramento das condições ambientais gerais.

e é normalmente utilizada em pequenas empresas. ou mesmo. direção de obras Sul. planeamento e medição. No nível 3. • Estrutura por projeto. o nível 1 de uma empresa é ocupado pela Administração ou Gerência. O nível 2 é composto pela direção de uma empresa. direção de obras Norte. ou empresas em fase de crescimento. os investimentos imobiliários e a coordenação intersectorial. Gestores especializados em cada área funcional. recursos humanos. no caso de termos uma empresa de grande dimensão. como são os casos da tesouraria. • Estrutura matricial Na estrutura simples ou personalizada. As estruturas organizacionais usadas mais frequentemente são: • Estrutura simples ou personalizada. • Estrutura funcional. Tomada de decisões é centralizada.Qualidade. direção comercial e a direção técnica. Segurança e Ambiente 2012/2013 Normalmente. sendo organizada com base nas tarefas a desempenhar pela empresa. Esta apresenta vantagens: O diretor/dono controla o desenvolvimento inicial do novo negócio No entanto também tem desvantagens: O diretor/dono pode não ter conhecimento especializado em todas as áreas necessárias A estrutura torna-se impraticável quando a dimensão da empresa aumenta. como a direção financeira e administrativa. que são os órgãos que definem os objetivos gerais da empresa. Esta tem várias vantagens: Hierarquia estruturada de forma simples. As suas desvantagens são: Os gestores funcionais são sobrecarregados com tarefas operacionais. representam-se as divisões que compõem cada direção. Fluxos de informação curtos. a organização da mesma é centrada no diretor/dono. concurso de orçamentação. que tenha representantes em vários locais. sendo característica de pequenas e medias empresas que pretendem produzir uma quantidade reduzida de serviços. 6 . A estrutura funcional é centralizada.

Este organograma encontra-se dividido em vários níveis hierárquicos. o mercado da construção civil está organizado em grupos.2. enquanto as grandes empresas são compostas por estruturas mais elaboradas.Qualidade. Estas empresas são compostas pelas estruturas organizacionais descritas anteriormente. Segurança e Ambiente). de acordo com o projeto em que estas se encontram envolvidas naquele momento. na qual se reúnem equipas compostas por pessoas de diversas especialidades. média e grande dimensão. bem como os seus fornecedores de materiais. Quando existe um crescimento geográfico e um aumento da diversidade de produtos. sendo que as pequenas e médias empresas têm estruturas menos elaboradas. É difícil coordenar as diferentes áreas funcionais. temos a estrutura matricial. que se denomina de G3QSA (Grupo 3 Qualidade. A estrutura por projeto é um departamento no qual se agrupam as pessoas. que incluem as empresas de pequena. subempreiteiros. 1. etc. Em Portugal. cada um com responsabilidades e funções diferentes e que serão elucidados de seguida. Organograma de uma empresa de construção Na figura 2 apresentamos o organograma proposto para a nossa empresa fictícia de construção. Segurança e Ambiente 2012/2013 A longo prazo pode-se negligenciar o plano estratégico. Por fim. 7 . para estas realizarem tarefas com caraterísticas temporárias. a estrutura esgota-se.

Organograma empresa G3QSA 8 . Segurança e Ambiente 2012/2013 Empresa G3QSA Departamento Administrativo e Financeiro Gestão de Recursos Humanos Setor de Aprosionamento e Transporte Departamento Técnico Departamento Júridico Qualidade. Ambiente e Higiene Departamento Comercial Equipa Projeto e Desenho Produção Planeamento e Medição Tesouraria Diretor de Obras (Norte) Orçamentação Serviços Financeiros Diretor de Obras (Sul) Diretor de Obras (Ilhas) Sistemas de Informação e Marketing Assistencia pós Venda Serviços Contabilisticos e Administrativos Figura 2 .Qualidade. Segurança.

fluxo de caixa. contas a receber. Segurança e Ambiente 2012/2013 EMPRESA (G3QSA) DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO Este departamento realiza o planeamento de entradas e saídas de recursos financeiros da empresa. 9 . o SERVIÇOS CONTABILÍSTICOS E ADMINISTRATIVOS Neste setor são executadas várias tarefas tais como: faturação e a gestão de stocks. Este tem uma articulação importante e próxima com os serviços financeiros e com os serviços contabilísticos e administrativos. sendo fundamental para a sustentação da atividade laboral da empresa. controle de pagamentos e recebimentos. gerir e orientar o pessoal necessário para todos os departamentos que constituem a empresa. Este departamento está dividido em 3 níveis: o GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS O departamento de recursos humanos tem como objetivo de administrar os comportamentos internos e potencializar o capital humano. já que engloba essencialmente as atividades de banca e seguros. que engloba as atividades de contas a pagar. o SERVIÇOS FINANCEIROS É um dos setores mais importantes de toda a empresa. o TESOURARIA É responsável pelo fornecimento monetário direto aos vários departamentos. Está responsável por recrutar.Qualidade. incluindo as equipas de trabalho para acompanhamento das obras. Encarrega-se da documentação legal referente ao funcionamento da empresa. controle de orçamentos. uma vez que contacta diretamente com entidades bancárias responsáveis pelos financiamentos para os projetos e pagamentos dos clientes. captação e aplicação de recursos financeiros. e também é onde se elaboram os contratos e propostas preliminares de trabalho dos serviços a serem prestados. controle financeiro e bancário.

problemas com os trabalhadores. conflitos com vizinhos de obra. • DIRETOR DE OBRA (SUL) Responsável pelos empreendimentos em construção na zona sul do país. o EQUIPA DE PROJETO E DESENHO Este departamento está responsável pelo desenvolvimento dos projetos dos empreendimentos realizados pela empresa. fornecedores que não cumprem com o tratado. DEPARTAMENTO JURÍDICO Este setor é composto por advogados. Segurança e Ambiente 2012/2013 DEPARTAMENTO TÉCNICO Este cargo é responsável por 3 sectores importantes na atividade de projeto e construção que são definidos abaixo: o SECTOR DE APROVISIONAMENTO E TRANSPORTE Setor responsável pelo abastecimento de materiais e ferramentas que chegam à obra e pelo seu correto armazenamento e utilização. • DIRETOR DE OBRAS (ILHAS) Responsável pelos empreendimentos em construção nas ilhas (Madeira e Açores).Qualidade. que tentam resolver conflitos de ordem jurídica que possam surgir tais como. esta poderá ter atividade em todas as zonas do país sendo fundamental para uma melhor organização. 10 . a nomeação de um diretor de obras para cada zona de atividades. o EQUIPA DE PRODUÇÃO Como se trata de uma empresa de média dimensão. entre outros. • DIRETOR DE OBRA (NORTE) Responsável pelos empreendimentos em construção na zona norte do país.

Encarrega-se da publicidade da empresa. DEPARTAMENTO COMERCIAL Este departamento é responsável pelo planeamento de novos investimentos e intervenção com as entidades intervenientes. a proteção do meio ambiente e a qualidade acima do espectável. AMBIENTE E HIGIENE Este setor tem a função de obedecer às exigências das Normas e Decretos-Lei. coordenação. SEGURANÇA. e dos novos possíveis investimentos. o SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E MARKETING As novas tecnologias são cada vez mais utilizadas. através da apresentação do respetivo orçamento. 11 . um setor importante para a divulgação dos serviços da empresa. efetuando a avaliação com as entidades que têm poder de decisão.Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 QUALIDADE. a proteção da saúde. acompanhamento e avaliação de todos os projetos. analisa a concorrência. sendo por isso no nosso entender. o PLANEAMENTO E MEDIÇÃO Este departamento é responsável por delinear a estratégia da empresa necessária à execução do seu planeamento. a empresa tem requisitos e diretrizes internas orientadas para assegurar a prevenção de riscos laborais. faz pesquisas de mercado para conhecer o que realmente pretende o consumidor. Para além disto. verifica a necessidade ou não de publicidade. o ORÇAMENTAÇÃO Neste Setor efetuam-se as propostas aos concursos das obras para os quais a empresa se candidata. e as empresas tendem cada vez mais a modernizar. quer no âmbito nacional como no âmbito internacional. para cada um dos seus componentes. e recrutamento de potenciais novos clientes. Para isso. Cuida das vendas dos produtos ou serviços oferecidos pela empresa. preocupa-se com a qualidade e aprimoramento dos bens ou serviços.

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz os requisitos. Segurança e Ambiente 2012/2013 o ASSISTÊNCIA PÓS VENDA Tem como objetivo garantir assistência aos empreendimentos vendidos depois da sua construção. 1. A concretização dos objetivos de qualidade. 12 . A implantação do sistema de qualidade nas empresas da construção civil tem como objetivo: Regulamentar e documentar. 1.3. Política de Qualidade para a empresa G3QSA tendo por base os requisitos da ISO 9001:2000 A política de Qualidade é a orientação e os objetivos gerais de uma organização. Contudo procuramos também. consequentemente.Qualidade. promover um melhor ambiente de trabalho. ou seja é o conjunto das propriedades que diferenciam o produto e que satisfazem as necessidades e expectativas que devem constar de forma implícita. Os objetivos de qualidade devem ser consistentes com a política de qualidade e com o compromisso para com a melhoria contínua e o seu alcance deve ser comensurável. referentes à qualidade. sobre a eficácia operacional e o desempenho financeiro e. resultando assim. Controlar e planejar as atividades de construção.1 Transformar Política em Objetivos A nossa empresa tem como principal compromisso procurar a plena satisfação de seus clientes. sobre a satisfação e confiança das partes interessadas. na melhoria da qualidade de vida de todos os intervenientes. pode ter um impacto positivo sobre a qualidade do produto. para que os mesmos apresentem os padrões esperados ao longo do tempo de utilização. “Um bom desempenho Profissional é a chave para um enorme sucesso!” by Sociedade de Fundição Injetada Maceira. assegurando-lhes a qualidade das obras por nós executadas.3. Controlar e planejar as atividades do projeto. tais como expressos formalmente pela direção. valorizando e aperfeiçoando os recursos humanos de que dispomos para uma melhor relação interpessoal e intrapessoal.

Melhorar a imagem da empresa. por mais simples que seja. os funcionários desse sector. Ou seja. 13 . o cliente deseja ter mais confiança no seu fornecedor. é recomendável que os pontos mais importantes do sistema de gestão da qualidade permaneçam registrados em documentos. equipamentos entre outros. um sistema de gestão da qualidade. que incluem equipas. jogam no euro milhões e ganham uma fortuna. são eles quem mantém os padrões definidos e estabelecem a regularidade com que os processos são executados. deve conter os seguintes documentos da qualidade: Declarações documentadas quanto à política da qualidade e aos objetivos de qualidade.Qualidade. para ser bom. Segurança e Ambiente 2012/2013 Assegurar a apropriação dos recursos necessários à construção. Imagine que uma empresa tenha um processo altamente eficaz e num determinado momento. Ele não quer que a qualidade de uma empresa dependa de determinadas circunstancia. a operação e controlo eficazes dos seus processos. deve ter o máximo dos seus processos devidamente documentados. deve possuir diversos documentos. Otimizar as relações com os clientes. Melhorar a produtividade e a qualidade dos serviços. obtendo maiores e melhores participações no mercado. imagens ou sons em papel ou eletronicamente armazenados. A documentação do sistema de qualidade. 1. Para evitar esse tipo de problema. Manual de Qualidade. que podem ser por palavras. Procedimentos documentados e registo requeridos da norma ISO 9001-2000 Documentos e registos determinados pela organização como sendo necessários para assegurarem o planeamento. materiais. com procedimentos e registros. de acordo com a norma ISO 9001:2000.2 Documentos da qualidade Um sistema de gestão da qualidade. Obviamente. Reduzir os custos do empreendimento.3. A empresa simplesmente perderia todo o conhecimento acumulado durante anos. Os documentos possuem uma importante tarefa no sistema como um todo.

Para cumprir o planejado. Clausula 4. Para atingir as metas. o RD – Representante da Direção e o comité da qualidade. Clausula 4.3. 14 . a ISO 9001 nos induz a uma hierarquia de documentos como se pode ver na figura 3. a direção criou a Política da Qualidade. Os Formulários.Controlo dos registos da qualidade. ou seja.2.2. o documento foi criado para quê? Para responder a isso. definiram um plano expresso no Manual da Qualidade. Figura . Para coletar os dados e verificar se as metas estão sendo atendidas.Controlo dos documentos.Qualidade. Os Procedimentos requeridos pela ISO 9001:2000 são os seguintes: 1. Para atender a Política da Qualidade. depois de preenchidos são analisados e guardados como evidências do que foi feito.2. 2. os Procedimentos anexam Formulários para serem preenchidos.4. a direção definiu os Objetivos e Metas.Auditorias internas. Clausula 8.3 Hierarquia dos documentos na ISO 9001:2000 A figura acima nos diz que para atender ao SGQ – Sistema de Gestão da Qualidade. os departamentos escreveram os Procedimentos. Segurança e Ambiente 2012/2013 Outro fator importante é a hierarquia dos documentos.2. a seguir representada. 3.

sem serem editados ou para por exemplo. 5. A gestão responsável por esta área deve assegurar que são empreendidas ações para eliminar as não conformidades detetadas e as suas causas. para permitir a revisão e atualização de documentos quando forem necessários facilitando a reaprovação dos documentos editados. Estas devem ser planeadas. contendo um programa de auditorias que tenha em consideração o estado e a importância dos processos e das áreas a serem auditadas. proteção. bem como os resultados de auditorias anteriores. 15 . Os registos devem manter-se legíveis. prontamente identificáveis e recuperáveis. Controlo dos documentos O controlo da documentação é importante para manter a documentação necessária à implantação do sistema de qualidade organizada. 6.3.5.Ações preventivas.3. Os controlos e correspondentes responsabilidades e autoridades para o tratamento do produto não conforme devem ser definidos num procedimento documentado. Controlo dos registos da qualidade Os registos devem ser estabelecidos e mantidos para proporcionar evidências da conformidade com os requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade. Permitindo assim a aprovação de documentos quanto à sua adequação. 2. Clausula 8. armazenagem. Clausula 8. Auditorias internas As auditorias internas são um meio de fiscalização e controlo da aplicação do sistema de gestão de qualidade.Ações corretivas. 4. Controle de não conformidades A empresa deve assegurar que o produto que não está conforme com os requisitos exigidos é identificado e controlado. Deve ser estabelecido um procedimento documentado para definir os controlos necessários para a identificação. tempo de retenção e eliminação dos registos. acessível e devidamente atualizada.2.Controle de não conformidades. 3. Depois de corrigido o produto não conforme deve ser sujeito a nova verificação de conformidade com os requisitos exigidos. 1. para prevenir o seu uso indevido. Segurança e Ambiente 2012/2013 4. Clausula 8.Qualidade. recuperação.5.

Índice de um Manual da Qualidade Um manual de qualidade de uma empresa é um documento que estabelece a política de qualidade e descreve o sistema da qualidade de uma organização. Sistema e Planeamento da Qualidade 5. Ações corretivas A empresa deve inserir na sua política ações com vista a eliminar a causa das não conformidades. Sistema da Qualidade 5. tendo em vista prevenir a sua ocorrência. com o fim de evitar repetições.2.4.3.2.1.1.2. Objetivos do Manual 2. 6.2. Procedimentos Operacionais 5.Qualidade. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não conformidades encontradas.1. Ações preventivas A empresa deve determinar as ações para eliminar as causas de potenciais não conformidades. Política da Qualidade 5.2.1.1. Organização da função Qualidade 4.3. Este descreve o conjunto da estrutura organizacional dos procedimentos.1. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais. Organigramas 3. Responsabilidade da Administração 5. Requisitos do Sistema da Qualidade 5. Objetivos e Diretrizes 5.1. Com esse objetivo uma constituição de um índice para o manual da qualidade é: 1. Segurança e Ambiente 2012/2013 5. Planeamento da Qualidade 16 . 1. dos processos e dos recursos necessários pra garantir a adequada confiança (interna) à sua direção que atingirá os seus objetivos da qualidade e assegurar a necessária confiança (externa) aos clientes de que irá satisfazer as suas expectativas. Política de Qualidade 3. Indicadores de Qualidade 5. Apresentação da Empresa 3.2.

pois é importante que a documentação relativa à implementação do sistema de qualidade seja acessível e atualizada.6. b) Rever e atualizar os documentos quando necessário. Análise Crítica de Contrato 5. o nosso sistema de qualidade deve incluir um plano de qualidade em obra. c) Assegurar que as alterações e o estado atual de revisão dos documentos são identificados.5. relativas a um projeto. Recursos Humanos 7.3. Realização de Produto – Planeamento de Processos 8. Gestão de Recursos 6. sendo este elaborado a partir do manual de qualidade O plano de qualidade em obra é um conjunto de documentos. 17 . no nosso caso. Identificar os conteúdos de um Plano de qualidade de uma obra (empreendimento) Seguindo a norma ISO 9001:2008. Ambiente de Trabalho 6.7.4. Seguindo a norma. Requisitos da Documentação 6.3. Um procedimento documentado deve ser estabelecido para definir os controlos necessários: a) Aprovar os documentos quanto à sua adequação antes de serem editados.Qualidade. Planeamento de Recursos 6.4. devemos ter: Controlo dos documentos Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade devem ser controlados. Infraestruturas 6. Segurança e Ambiente 2012/2013 5. que representam as práticas e meios que estão relacionadas com a qualidade. Mapa de Interação de Processos 5. Revisão e Melhoria – PDCA 1.1. Controle de Projeto 5. Aquisição de materiais 5.4.2.

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d) Assegurar que as versões relevantes dos documentos aplicáveis estão disponíveis nos locais de utilização; e) Assegurar que os documentos se mantêm legíveis e identificáveis; f) Assegurar que os documentos de origem externa determinados pela organização como necessários para o planeamento e operação do sistema de gestão da qualidade são identificados e a sua distribuição controlada; g) Prevenir a utilização indevida de documentos obsoletos e identifica-los de forma apropriada se forem retidos para qualquer propósito.

Controlo dos registos
Os registos são estabelecidos para proporcionar evidência da conformidade com os requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade devem ser controlados. A organização deve estabelecer um procedimento documentado para definir os controlos necessários para identificação, armazenagem, proteção, recuperação, retenção e destino dos registos. Os registos devem manter-se legíveis, prontamente identificáveis e recuperáveis.

Auditoria
A auditoria é um mecanismo de controlo cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas por determinado setor ou empresa, para verificar que estes estejam de acordo com as disposições estabelecidas previamente, saber se estas foram aplicadas com eficácia e assegurar que são adequadas aos objetivos pretendidos.

Controlo do produto não conforme
Os mecanismos de controlo de produtos não conformes são mecanismos que permitem a identificação de falhas nos procedimentos executados, que comprometem os objetivos de qualidade estabelecidos previamente. Quando se detetam as não conformidades nos produtos, estas são devidamente assinalados, sendo depois propostas medidas de resolução. Programas que falham os objetivos propostos, são um de muitos exemplos de produto não conforme.

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Ações corretivas
As ações corretivas são medidas propostas para a correção dos elementos não conformes, que podem ser ter sido já contempladas no plano de qualidade da obra, sendo depois sujeitas a novas inspeções para averiguar se a não conformidade foi resolvida. Estas não conformidades, são normalmente identificadas através de auditorias de qualidade, observação por parte dos intervenientes na obra, etc.

Ações preventivas
As medidas de prevenção são importantes, uma vez que uma vez que sendo bem ponderadas, podem minimizar o impacte e o número de não conformidades detetadas nos produtos executados, sendo uma ferramenta extremamente importante na manutenção dos padrões de qualidade e diminuição de custos de reparações a realizar para manter os padrões de qualidade.

1.5. Identificar os conteúdos de um plano de inspeção e ensaio (PIE) de uma atividade
O PIE de uma atividade consiste num conjunto de procedimentos que verificam se a atividade desenvolvida está de acordo com os requisitos de qualidade e segurança que se pretendem para essa mesma atividade. Os procedimentos a seguir são os apresentados:

Análise do Projeto
Consiste em analisar o que se vai construir, para verificar se a solução que adotamos é a mais adequada para respeitar as exigências do projeto.

Ensaios de Materiais
Realizados para avaliar as características dos materiais, de modo a que estes correspondam aos requisitos pretendidos.

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Receção e armazenamento dos componentes
Neste procedimento faz-se a inspeção de todos os materiais utilizados, avaliando os mesmos, de maneira a confirmar que as suas caraterísticas são as que foram requisitadas ao fornecedor.

Execução do projeto
Aqui devemos avaliar as várias fases de execução da obra, para garantir que a mesma é realizada de forma correta.

Acabamentos finais e limpeza
Este tópico também é relevante, pois os acabamentos finais e a limpeza são avaliados, pois ambos têm que respeitar certos padrões, bem como respeitar as normas exigidas aquando da realização da inspeção.

2. SEGURANÇA
A segurança é uma atividade que está intimamente relacionada com o objetivo de garantir condições de trabalho capazes de manter um nível de saúde dos colaboradores e trabalhadores de uma Empresa. Segundo a O.M.S. - Organização Mundial de Saúde, a verificação de condições de Segurança, consiste "num estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidade ". A segurança do trabalho propõe-se combater, também dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, quer eliminando as condições inseguras do ambiente, quer educando os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas.

2.1. Análise interpretativa e comparativa da norma NP 4397 com a ISO 9001
Segundo a norma NP 4397, a organização deve estabelecer, documentar, manter e melhorar continuamente um sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SST), seguindo os requisitos presentes na mesma, determinando também a forma como esses requisitos serão cumpridos.

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assegurando que para o respetivo sistema de gestão da SST. Segurança e Ambiente 2012/2013 Seguindo este ponto. e melhorar continuamente estes processos. Esteja documentada. Seja revista de forma periódica. Inclua um compromisso de prevenção das lesões e afeções da saúde e de melhoria contínua da gestão e do desempenho da mesma. bem como requisitos que a organização subscreva. Determinar a sequência e interação destes mesmos processos. que estejam relacionados com os respetivos perigos da SST. Determinar os critérios e métodos necessários para assegurar que a operação e o controlo destes processos sejam eficazes.Qualidade. Esteja disponível às partes interessadas. Seja comunicada a todas as pessoas que trabalham sobre o controlo da organização. de forma a sensibilizar para as obrigações individuais no âmbito da SST. 21 . Relativamente à política da SST. a norma NP 4397 diz que a política da SST da organização deve ser definida e autorizada pela gestão de topo. documentar. prevê-se também que a organização defina e documente o respetivo sistema de gestão da SST. Assegurar que os recursos e a informação necessária estão disponíveis. implementada e seja mantida. esta: Seja adequada à natureza e à escala dos riscos da SST da organização. Monitorizar e analisar estes processos. A norma EN ISO 9001 defende que a organização deve estabelecer. implementar e manter um sistema de gestão de qualidade e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo com os requisitos da mesma. Esta organização deve também: Determinar os processos necessários para o sistema de gestão de qualidade e para a sua aplicação em toda a organização. Inclua um compromisso para que esta cumpra os requisitos legais aplicáveis. para assegurar que permanece relevante e adequada à organização. Implementar as ações consideradas necessárias para se obter os resultados pretendidos.

Ser revista. Assegurar que os objetivos da qualidade são estabelecidos. bem como a melhorar continuamente a eficácia do sistema de gestão de qualidade. Comprometer-se a cumprir os requisitos. de maneira a manter-se apropriada ao pretendido. incluindo registos. Documentos. bem como as respetivas interações e a referência a documentos relacionados com a mesma. Segurança e Ambiente 2012/2013 Quanto à estrutura documental do SST. Ser comunicada e entendida dentro da organização. que a organização defina como necessários para assegurar a operação e o controlo eficazes dos processos relativos à gestão dos riscos da SST. Estabelecer a política de qualidade. A descrição dos principais elementos de gestão da SST. Assegurar a disponibilidade dos recursos. Para isso é necessário: Comunicar à organização a importância de cumprir os requisitos do cliente. a política de qualidade deve também: Ser apropriada ao propósito da organização. Conduzir as revisões pela gestão. que sejam requeridos pela norma. A norma EN ISSO 9001 diz que a gestão de topo deve proporcionar evidências do seu comprometimento no desenvolvimento e implementação do sistema de gestão da qualidade e na melhoria contínua da sua eficácia. esta deve incluir: A política e objetivos da SST. 22 . Proporcionar um enquadramento para o estabelecimento e rever os objetivos da qualidade. bem como dos estatuários e regulamentares. Da mesma forma. incluindo registos.Qualidade. Documentos. A descrição do sistema de gestão da SST.

Segurança e Ambiente 2012/2013 Relativamente à estrutura documental. Os planos de segurança e saúde estabelecem e especificam as medidas de prevenção de riscos de forma a promover as condições de segurança e saúde no trabalho no estaleiro. incluindo registos. seja ao nível das próprias empresas. Uma das diferenças visíveis é a necessidade de uma melhoria constante no processo de gestão da qualidade. a operação e o controlo eficazes dos seus processos. a política SST da nossa empresa. Verificámos também que ambas as normas procuram que a organização responsável garanta sempre os requisitos legais aplicáveis. Documento. Política de SST e conteúdos principais do manual de SST da empresa G3QSA A segurança e saúde no trabalho (SST) são atualmente preocupações centrais de qualquer política de promoção da qualidade do emprego. seja ao nível das políticas públicas.Qualidade. passa por uma por uma política de 23 . esta norma diz que a documentação do sistema de gestão de qualidade deve incluir: Declarações documentadas relativamente à política da qualidade e aos objetivos da qualidade. bem como os requisitos referentes à organização. que sejam considerados pela organização como necessários para assegurar o planeamento. para garantir uma maior uniformidade de trabalhos. ambas as normas seguem processo detalhados e monitorizados. Como podemos verificar pela comparação feita anteriormente. Tem como objetivo melhorar as condições e o ambiente de trabalho. 2. bem como os registos requeridos pela norma. devem estar atualizados. é a gestão de riscos profissionais. trabalhadores e parceiros sociais. visando evitar a ocorrência de acidentes durante a execução dos trabalhos O objetivo essencial da SST. devendo a mesma ser comunicada e entendida por todos os intervenientes no processo. Os requisitos. como já foi referido.2. Neste contexto. Um manual de qualidade. Procedimentos documentados. nomeadamente a organização e as partes interessadas. enquanto a SST se preocupa apenas em manter a segurança dos intervenientes. e toda a informação. A saúde no trabalho abrange a promoção e a manutenção do mais alto grau de saúde física e mental e de bemestar social dos trabalhadores em todas as profissões.

que possam deteriorar a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 implementação que tem por objetivo a antecipação. a empresa propõe políticas de promoção da segurança e saúde no trabalho que permitam assegurar a saúde e a integridade física dos seus trabalhadores. em termos de obrigações gerais. Este método de avaliação de riscos. ou daí decorrentes. a aplicação de medidas que visam: Assegurar condições de segurança e saúde no trabalho. a organização do trabalho. Assegurar a vigilância adequada da saúde dos trabalhadores em função dos riscos a que se encontram expostos no local de trabalho. a avaliação e o controlo de riscos com origem no local de trabalho. a identificação. respeitando os princípios de prevenção de riscos profissionais. Assegurar as condições de trabalho que salvaguardem a segurança e a saúde física e mental dos trabalhadores. Figura 4 – Avaliação dos riscos da segurança e saúde no trabalho Para execução dos empreendimentos com a qualidade desejável. 24 . as relações sociais e os fatores materiais inerentes ao trabalho. de acordo com os princípios gerais de prevenção. que a nossa empresa pretende implementar. particularmente em aspetos relacionados com a planificação da prevenção num sistema coerente que tenha em conta a componente técnica. são os princípios fundamentais do processo de avaliação e de gestão de riscos profissionais. baseia-se em 5 etapas (figura 4). Aos empregadores da empresa compete. Evitar os riscos ou gerir os riscos que não possam ser evitados.

3. Especificações técnicas 4. as atividades de segurança e saúde no trabalho. os próprios trabalhadores. Aquisição. nomeadamente nos domínios das atividades de prevenção. as quais constituem. Segurança e Ambiente 2012/2013 Organizar os serviços adequados.3. Receção e Armazenamento 25 . Andaimes 4. bem como o equipamento de proteção que se torne necessário utilizar.4. privilegiando medidas de proteção coletiva. tendo em conta os princípios de prevenção de riscos profissionais. Equipamentos de proteção contra quedas em altura 3. Manual de instruções do Equipamento de Proteção Individual 4. Políticas de Segurança 3.2. um elemento determinante na prevenção de riscos profissionais e de promoção e vigilância da saúde dos trabalhadores. Introdução 4. Organizar.6. internos ou externos à empresa.4. Informar e consultar os representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no trabalho ou. 1. Relativamente ao Manuel de SST da nossa empresa. na empresa. Introdução 2. na sua falta. Instalação elétrica do estaleiro 3. Com a implantação destas politicas a empresa terá seguramente uma boa qualidade da prestação dos serviços de segurança e saúde no trabalho e o aumento das competências dos respetivos intervenientes.5.1. Equipamentos de proteção coletiva 3. Equipamentos de proteção individual 4.Qualidade. da formação e da informação. Obrigações do empregador e trabalhador 4. estão indicados em baixo os principais tópicos que pensamos ser de grande importância para o bom funcionamento das políticas de SST. Desenvolver as condições técnicas que assegurem a aplicação das medidas de prevenção que possibilitem o exercício da atividade profissional em condições de segurança e de saúde para o trabalhador. Equipamentos de proteção contra soterramento 3.1. ao nível da empresa. Seleção dos Equipamentos de Proteção Individual 4.2. mobilizando os meios necessários.

O tópico de avaliação e 26 . Relatório da auditoria 8. Avaliação dos Riscos 6.2. utilizados pelos trabalhadores que estão destinados à proteção contra riscos suscetíveis a ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Incidências e tipos 8.5. Aqui devem ser explanados todos equipamentos utilizados para proteção dos trabalhadores bem como a sua devida utilização. Plano de controlo de Riscos 7. Introdução 7. Introdução 6. Listagem de funções 8. Regulamentação 8.Qualidade.3. Fichas de Procedimentos de Segurança 7. Listas de Verificação De entre todos estes tópicos realçamos os equipamentos de proteção coletiva e individual. Periodicidade 8.4.2.1.3.6.4. bem como a sua utilização. Avaliação e controlo dos riscos 6. Auditorias 8.3.9.2. Listas de verificação 8.4. O mesmo sucede com o tópico de sinalização de segurança que deve ser identificada toda a sinalização. Organização do Estaleiro e Resposta a Emergências 7.2. Ferramentas e Equipamentos 7.5. Requisitos e responsabilidades dos auditores 8. Formas de acidentes (Riscos) 6.7.1. Contextos de trabalho 7.1. Objetivos 8.5.Quadros de atribuição de Equipamentos de Proteção Individual por função ou categoria profissional 5.8. Programa para utilização dos Equipamentos de Proteção Individual 4.5. Planeamento/Programação 8. Sinalização de segurança 6. Segurança e Ambiente 2012/2013 4.3.7.1. Classificação do Equipamento de Proteção Individual 4.5. Meios documentais 8.

correspondente ao somatório dos dias de trabalho prestado por cada um dos trabalhadores. assinada e indicar: a) Endereço completo do estaleiro.” E segundo o ponto n. para isso devemos elaborar plano de controlo de riscos. estas podem ser internas ou externas. este é um tópico importante porque através destes documentos vai permitir a empresa um melhor controlo da segurança e saúde através da elaboração de umas listagens com varias funções. a utilização simultânea de mais de 20 trabalhadores. c) Dono da obra. e são importantes porque. nas situações referidas no n. 2.º: “O dono da obra deve comunicar previamente a abertura do estaleiro à InspeçãoGeral do Trabalho quando for previsível que a execução da obra envolva uma das seguintes situações: a) Um prazo total superior a 30 dias e. “a comunicação prévia deve ser datada. g) Datas previsíveis de início e termo dos trabalhos no estaleiro.º 1 do artigo 15. em qualquer momento. autores do projeto e entidades executantes e respetivos endereços. coordenadores de segurança e saúde e respetivos endereços. Por último é obrigatório a inclusão no manual de SST as auditorias.º do decreto-lei referido anteriormente.Qualidade. f) Responsável pela direção técnica da empreitada (obras particulares). Comunicação prévia e procedimentos a adotar no caso de alterações ao conteúdo inicial Segundo o Decreto-lei 273/2003 de 29 de Outubro de 2003. Relativamente ao tópico de fichas de procedimentos de segurança (ver anexo I). 27 .º2 do artigo 15.3. d) Fiscal ou fiscais da obra. e) Diretor técnico da empreitada e representante da entidade executante e respetivos endereços. Segurança e Ambiente 2012/2013 controlo de riscos também deve ser destacado de modo a poder evitar os riscos que possam surgir ou gerir os riscos que não possam ser evitados. o Dono de Obra deve comunicar previamente a abertura do estaleiro à Autoridade para as Condições do Trabalho. b) Um total de mais de 500 dias de trabalho. b) Natureza e utilização previstas para a obra. são estas que controlam as politicas de SST adotadas pela empresa e podem obrigar a adoção de novas medidas ou à correção das atuais.

Em caso de alterações ao conteúdo inicial.” Depois de ter feito a comunicação prévia dos elementos alterados à Inspeção-Geral do trabalho. Esta divide-se em temas de modo a permitir a sua mais fácil interpretação e utilização. Regulamentação Geral do Trabalho Lei 91/2003 de 27 Agosto e Lei 35/2004 de 29 de Julho Regulamentação Geral de Segurança e Saúde no Trabalho O documento fundamental é o Decreto-lei 441/91 de 14 de Novembro que define a Lei-quadro de Segurança. Segurança e Ambiente 2012/2013 h) Estimativa do número máximo de trabalhadores por conta de outrem e independentes.” No anexo II é possível observar um exemplo de um documento de comunicação prévia de abertura de estaleiro. tendo em consideração os princípios gerais de prevenção legalmente estabelecidos. segundo o ponto n. 2. “o dono da obra deve comunicar à Inspeção-Geral do Trabalho qualquer alteração dos elementos da comunicação prévia referidos nas alíneas a) a i) nas quarenta e oito horas seguintes. Para esse efeito deve tomar todas as medidas necessárias com vista a zelar de forma.Qualidade.4. 28 . j) Identificação das empresas já selecionadas. i) Estimativa do número de empresas e de trabalhadores independentes no estaleiro. presentes em simultâneo no estaleiro. o empregador é obrigado também assegurar aos trabalhadores condições de segurança e saúde em todos os aspetos relacionados com o seu trabalho. Definição fundamental do conteúdo do PSS O Plano de Segurança e Saúde é fundamentado por legislação de segurança em vigor em Portugal que procurou ser a mais exaustiva possível à data da sua elaboração. e dar ao mesmo tempo conhecimento da mesma ao coordenador de segurança em obra e à entidade executante.º do decreto-lei referido anteriormente. Higiene e Saúde no Trabalho válida para as diversas atividades económicas.º4 do artigo 15.

são fundamentais. Portaria nº 1456-A/95 de 11/Dez. Exposição ao Ruído Decreto-lei nº 292/2000 de 14/Nov. 143/99 e 159/99). fabrico e modo de utilização pelos trabalhadores.. modo de colocação e utilização e garantia de segurança na circulação de veículos e pessoas em trabalhos realizados junto a vias públicas..... Portaria 101/96 define as prescrições mínimas de carácter técnico a implementar em locais e postos de trabalho dos estaleiros temporários ou móveis de modo a assegurar condições adequadas de segurança e saúde para os trabalhadores. Portaria nº 1131/93 de 4/Nov. Sinalização Decreto-lei nº 141/95 de 14/Jun.. Decreto-lei nº 348/93 de 1/Out.. Decreto-lei nº 72/92 e Decreto Regulamentar nº 9/92 de 28/Abr.. Decreto-lei nº 182/2006 de 6/Set. 29 . Portaria nº 988/93 de 6/Out.. Decreto-lei nº 76/2002 de 26/Mar. Regula e define as características a que devem obedecer os sinais de segurança em termos de desenho. é toda fundamental e não é completamente exaustiva. Segurança na Construção Civil O documento fundamental é o Decreto-lei 273/2003 de 29 de Outubro que regulamenta as condições de segurança e de saúde no trabalho em estaleiros temporários ou móveis. Decreto Regulamentar nº 22-A/98 de 1/Out.Qualidade. Equipamentos de proteção individual Decreto-lei nº 128/93 de 22/Abr. Equipamentos de estaleiro O documento fundamental é o Decreto-lei nº 82/99 de 16 de Março.. são fundamentais pois definem as características a que devem obedecer os equipamentos de proteção individual (EPI) no que respeita à conceção. Segurança e Ambiente 2012/2013 Acidentes de trabalho O documento fundamental é a Lei nº 100/97 de 13 de Setembro e respetivos documentos regulamentadores (Decretos-lei 142/99.

Decretolei nº 239/97 de 9/Set. Portaria nº 37/70 de 17/Jan. 30 ..S. são importantes e não é completamente exaustiva.1. Decreto-lei nº 84/97 de 16/Abr. Segurança e Ambiente 2012/2013 Exposição a Riscos Elétricos Decreto-lei nº 740/74 de 26/Dez. . O conteúdo do PSS deve incluir fundamentalmente os seguintes conteúdos: .Qualidade. Exposição a Agentes Perigosos Decreto-lei nº 236/2003 de 30/Set.. Decreto Regulamentar nº 1/92 de 18/02 é importante e não é completamente exaustiva.S. Decreto-lei nº 290/2001 de 16/Nov. Decreto-lei nº 139/2002 de 17/Mai.Documentos que avaliam os riscos associados a cada uma das tarefas elementares.. Decreto nº 42895 de 31/Mar.. Conteúdo do PSS O Plano de Segurança e Saúde (P.. Deve ter um carácter evolutivo e ser objeto de uma profunda revisão antes da abertura do estaleiro.4.Identificação de medidas preventivas dos riscos identificados.) elaborado pelo Coordenador de Segurança em Projeto (CSP) antes do início da obra é um documento geral que serve de bitola aos documentos a preparar pelas diversas entidades executantes durante a execução da empreitada com vista a garantir a segurança dos trabalhadores. Permite ao dono da obra avaliar as propostas dos concorrentes na vertente da segurança e saúde. Decreto Regulamentar nº 90/84 de 26/12. de 1960. O Plano de Segurança e Saúde (PSS) serve os seguintes objetivos principais: Transportar a informação sobre segurança e saúde da fase de conceção para a fase de execução do empreendimento. 2. Contem a informação relevante sobre prevenção de riscos profissionais a que as empresas de construção devem atender na elaboração das suas propostas na fase de concurso. Esclarece o conteúdo e como deve ser adaptado à obra pelas empresas intervenientes.

2 Estrutura do plano de segurança e saúde Estrutura do plano de segurança e saúde para a execução da obra deve corresponder à seguinte estrutura: 1. i) O sistema de emergência. 31 . a sinalização e as instalações sociais. a movimentação de cargas. Avaliação e hierarquização dos riscos reportados ao processo construtivo. d) Os equipamentos. as instalações fixas e demais apoios à produção. produtos e equipamentos. as circulações. f) As medidas específicas respeitantes a riscos especiais. h) A informação e formação dos trabalhadores. tendo nomeadamente em conta no seu conteúdo o seguinte: a) As definições do projeto e outros elementos resultantes do contrato com a entidade executante que sejam relevantes para a segurança e saúde dos trabalhadores durante a execução da obra. enquanto projetos de grande dimensão ou envolvendo riscos significativos requerem planos mais pormenorizados. a intervenção de subempreiteiros e trabalhadores independentes. a evacuação de resíduos. o armazenamento de materiais. incluindo as medidas de prevenção. de socorro e evacuação de trabalhadores. Segurança e Ambiente 2012/2013 O grau de pormenor do PSS deve ser estabelecido de acordo com a natureza. c) Os processos e métodos construtivos. controlo e combate a incêndios. 2. abordado operação a operação de acordo com o cronograma. e) A programação dos trabalhos. materiais e produtos a utilizar. Projetos com riscos mínimos requerem planos simples. e das adequadas técnicas de prevenção que devem ser objeto de representação gráfica sempre que se afigure necessário. incluindo os que exijam uma planificação detalhada das medidas de segurança. incluindo os acessos. incluindo os respetivos prazos de execução. A entidade executante deve desenvolver e especificar o plano de segurança e saúde em projeto de modo a complementar as medidas previstas. as redes técnicas provisórias. com a previsão dos riscos correspondentes a cada uma por referência à sua origem. b) As atividades simultâneas ou incompatíveis que decorram no estaleiro ou na sua proximidade. dimensão e severidade dos riscos para a segurança e saúde que o projeto envolve. g) O projeto de estaleiro.Qualidade.4.

2. utilização e controlo dos equipamentos. Diretrizes da entidade executante relativamente aos subempreiteiros e trabalhadores independentes com atividade no estaleiro em matéria de prevenção de riscos profissionais. fornecedores de materiais e equipamentos de trabalho. tais como fichas de controlo de equipamentos e instalações. Instalações sociais para o pessoal empregado na obra. balneários. Sistema de transmissão de informação ao coordenador de segurança em obra para a elaboração da compilação técnica da obra. Pormenor e especificação relativos a trabalhos que apresentem riscos especiais. 11. movimentação de cargas. 8. trabalhadores independentes. contendo informações sobre sinalização. Sistemas de informação e de formação de todos os trabalhadores presentes no estaleiro. Projeto do estaleiro e memória descritiva. Cronograma detalhado dos trabalhos. modelos de relatórios de avaliação das condições de segurança no estaleiro. apoios à produção.4. armazenagem e controlo de acesso ao estaleiro. 5. vestiários. Registo das atividades de coordenação. Sistema de comunicação da ocorrência de acidentes e incidentes no estaleiro. Condicionantes à seleção de subempreiteiros. 3. 12. Procedimentos de emergência. instalações sanitárias e refeitórios.Qualidade. de que constem: 32 . 10. 6. de acordo com as exigências legais.3 Elementos a juntar ao plano de segurança e saúde para a execução da obra Peças de projeto com relevância para a prevenção de riscos profissionais. Meios para assegurar a cooperação entre os vários intervenientes na obra. em matéria de prevenção de riscos profissionais. 9. Organograma do estaleiro com definição de funções. Segurança e Ambiente 2012/2013 2. tendo presentes os requisitos de segurança e saúde estabelecidos. incluindo medidas de socorro e evacuação. Sistema de gestão de informação e comunicação entre todos os intervenientes no estaleiro em matéria de prevenção de riscos profissionais. Requisitos de segurança e saúde segundo os quais devem decorrer os trabalhos. 7. circulação. 4. nomeadamente dormitórios. Registo das atividades inerentes à prevenção de riscos profissionais. fichas de inquérito de acidentes de trabalho e notificação de subempreiteiros e de trabalhadores independentes. 13. recolha e evacuação dos resíduos. tarefas e responsabilidades. redes técnicas.

de quem as efetuou. b) As atividades da entidade executante no que respeita a: i) Promover e verificar o cumprimento do plano de segurança e saúde. participantes e assuntos tratados. iv) Reuniões entre os intervenientes no estaleiro sobre a prevenção de riscos profissionais. nomeadamente as características geológicas. ii) Coordenar as atividades da entidade executante. Ficha de Procedimento de Segurança O dono de obra deve elaborar fichas de procedimentos de segurança para os trabalhos que comportem riscos especiais e assegurar que os trabalhadores intervenientes na obra tenham conhecimento das mesmas. 2. higiene e saúde que nele trabalhem. no estaleiro. dos riscos identificados e das medidas de prevenção preconizadas. ii) Assegurar que os subempreiteiros cumpram.Qualidade. dos subempreiteiros e dos trabalhadores independentes que intervêm no estaleiro. As fichas de procedimentos de segurança devem conter os seguintes elementos: A identificação. iii) Assegurar que os trabalhadores independentes cumpram as obrigações previstas nos artigos. bem como das obrigações dos empregadores e dos trabalhadores independentes. Segurança e Ambiente 2012/2013 a) As atividades do coordenador de segurança em obra no que respeita a: i) Promover e verificar o cumprimento do plano de segurança e saúde por parte da entidade executante. com indicação das datas.5. dos subempreiteiros e dos trabalhadores independentes. As fichas de procedimentos de segurança devem estar acessíveis. na qualidade de empregadores. iii) Promover a divulgação recíproca entre todos os intervenientes no estaleiro de informações sobre riscos profissionais e a sua prevenção. dos trabalhos sobre que incidiram. caracterização e duração da obra. As informações sobre as condicionantes existentes no estaleiro e na área envolvente. hidrológicas e 33 . tendo em vista a prevenção dos riscos profissionais. c) As auditorias de avaliação de riscos profissionais efetuadas no estaleiro. as obrigações previstas nos artigos. com indicação de datas. a todos os subempreiteiros e trabalhadores independentes e aos representantes dos trabalhadores para a segurança. A identificação dos intervenientes no estaleiro que sejam relevantes para os trabalhos em causa. As medidas de prevenção a adotar tendo em conta os trabalhos a realizar e os respetivos riscos.

tendo as seguintes atividades em conta: Desmantelamento do telhado.Qualidade. Exercício de Aplicação Ficha de procedimento de segurança de uma obra de substituição do telhado.6. Andar sobre objetos Principais causas: Falta de preparação do trabalho. Segurança e Ambiente 2012/2013 geotécnicas do terreno. Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas. as redes técnicas aéreas ou subterrâneas e as atividades que eventualmente decorram no local que possam ter implicações na prevenção de riscos profissionais associados à execução dos trabalhos. Data: 17/12/2012 Descrição: Substituição de um telhado de duas águas. Construção da nova armação em madeira. Projeção de fragmentos ou partículas. Exposição ao ruído e a vibrações. Choque contra objetos imóveis. O coordenador de segurança em obra deve analisar a adequabilidade das fichas de procedimentos de segurança e propor à entidade executante as alterações adequadas. Construção de beirais e algeroz Perigos mais frequentes: Queda de pessoas. 34 . Entaladela ou esmagamento por/entre objetos. 2. Descida dos entulhos. Choques ou pancadas contra objetos moveis. Colocação das telhas. Queda de objetos. Contactos elétricos. Os procedimentos a adotar em situações de emergência.

devemos ter 3 fatores em consideração: Analisar o estado de conservação da cobertura. escorando as asnas e barrotes que não apresentem a segurança necessária para a realização dos trabalhos.Qualidade. molhados ou de inclinação acentuada. O terceiro fator a ter em atenção é a proteção do perímetro da cobertura. materiais e equipamentos necessários para a realização do trabalho. Calçados inadequados. Não sendo possível. que também devem ser tidos em consideração: Não haver mais do que uma pessoa na mesma telha. Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados. para não por em causa os trabalhadores. condições climatéricas adversas. Deve ser planeada toda a intervenção. Desarrumação. Falta de acessos. Não utilização dos equipamentos de proteção individuais necessários. Condições atmosféricas adversas. Escorregamento em telhados húmidos. Iluminação inadequada. Ofuscamento por reflexo da luz solar. os trabalhadores devem usar um arnês com para-quedas auto. contra quedas em alturas. Trabalhadores sem conhecimento dos riscos. Utilização de meios mecânicos de forma inadequada. Utilização de andaimes improvisados ou indevidamente montados. barrotes e telhas. Não apoiar nenhum material sobre as telhas. através de plataformas de trabalho. tendo em conta fatores como o tipo de telha. Plataformas de trabalho inadequadas. Medidas de prevenção aconselhadas: Antes de se iniciarem os trabalhos.. nomeadamente. Inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado. etc. Nunca pisar diretamente as telhas. que devem estar amarrados a um elemento de construção com resistência suficiente. Rompimento de telhas. Segurança e Ambiente 2012/2013 Não verificação do estado de estabilidade e solidez das asnas. 35 . Trabalho desorganizado. Existem outros fatores importantes. nem pessoas que passam na rua. Trabalhadores sem formação.-retráctil. grau de inclinação do telhado. para não haver o risco de estas partirem.

sendo isto feito de forma progressiva. O material de cobertura deve ser retirado de ambos os lados. de modo a garantir as condições de segurança. Remover todo o material utilizado. O material para as asnas. evitando os beirados da cobertura. usando pranchas de alumínio. apenas se necessário. após a conclusão dos trabalhos.Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 É proibido trabalhar no telhado com chuva intensa ou vento forte. Deve-se circular pelos locais em que há maior resistência. para evitar deslizamento das mesmas. sendo calçadas com cunhas. Para evitar deslizamentos. A tela asfáltica deve ser repartida de forma uniforme pela placa. que estejam bem fixadas. O resto do entulho deve descer através de calhas. Nesses casos. Não se deve trabalhar em coberturas com linhas elétricas aéreas a menos de 5m. Na fase da cura do betão devem ser criados caminhos sobre o betão. para não por em risco a segurança dos intervenientes. sendo montadas em zonas que atenuem a pendente. pelos quais se possam circular. que contenham comportas para parar o material. A zona de trabalho deve ser limpa diariamente. apenas quando necessário. devendo a mesma estar sob vigília constante. É expressamente proibido andar diretamente sobre a cobertura. A betonagem deve ser feita com recurso a baldes. Usar uma rede anti-queda sempre que possível. sendo obrigatórias se o pé direito no interior do edifício for superior a 2 metros. devem ser desmontadas pelos trabalhadores. Não devem ser aplicadas cargas no beiral. Deve-se instalar uma escada de acesso adequada às necessidades. ou recorrendo às caleiras. sendo expressamente proibido o uso de uma grua. sendo expressamente proibido que os trabalhadores retirem o material das calhas com as mãos. as paletes devem ser descarregadas sobre plataformas horizontais. sendo montado de imediato. 36 . O equipamento deve ser verificado regularmente. Usar sinais de acesso proibido a pessoal não autorizado. estes devem descer com o auxílio de uma grua. barrote e ripado deve ser içado de forma sequencial. Uso de equipamento próprio. de forma segura. Aquando da desmontagem dos materiais de cobertura. O acabamento deve ser içado de forma sequencial. As peças que sejam necessárias retirar. para esse efeito. por parte de cada funcionário. Os acessos devem estar sempre desobstruídos. deve ser solicitado o corte da energia ou a proteção das linhas. para evitar desequilíbrios. para evitar que rolem.

Aos requisitos gerais estabelecidos Segundo a norma ISO 14001.1. ainda. reforça a necessidade da implementação de sistemas de gestão Ambiental. comporta-se.Qualidade. bem como do acervo legal nacional e comunitário aplicável à gestão ambiental. A intensificação da discussão pública destas matérias. quer seja pelo consumo de recursos naturais. mas por outro lado. sendo cada vez mais detalhadas e abrangentes. Análise interpretativa do referencial ISO 14001:2004 A NP EN ISO 14001:2004 tem como principal objetivo os sistemas de gestão ambiental. AMBIENTE A Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento económico e social.1. tanto a nível Europeu. pela gestão do impacte das suas atividades. No anexo III e IV segue um mapa de avaliação de riscos relativo ao exercício em questão e os respetivos equipamentos de proteção individual. como a nível Mundial. 3. pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. A integração das questões ambientais nos sistemas de gestão das organizações desempenha um papel inquestionável na satisfação das mais variadas necessidades socioeconómicas. ao assegurar a otimização na utilização dos recursos naturais. 3. No anexo A da presente norma são descritos os seguintes requisitos gerais: 37 . surgindo vários PAA (Planos de Ação Ambiental). manter e melhorar continuamente um sistema de gestão ambiental em conformidade com os requisitos desta norma e determinar como ela irá atender a esses requisitos. implementar. a empresa deve estabelecer. como grande geradora de impactos ambientais. Segurança e Ambiente 2012/2013 A zona por onde desce o entulho deve ser vedada e devidamente sinalizada. O ambiente tem sido um tema que tem ganho cada vez mais relevância. E por isso as políticas de ambiente têm vindo a crescer e a ter cada vez mais um peso considerável nas ações. 3.1. documentar. a proteção do meio ambiente e a redução da poluição. A proteção ambiental e a prevenção da poluição são preocupações atuais para qualquer organização.

Estrutura para implementação da política. abaixo apresentada. Capacidade de adaptação e alteração. O PDCA é aplicado para se atingir resultados dentro de um sistema de gestão e pode ser utilizado em qualquer empresa de forma a garantir o sucesso nos negócios. verificar e agir) O Ciclo de Deming é um modelo de gestão que propõe o controlo estatístico da qualidade para verificar os resultados do processo de melhoria continua. verifica-se se o que foi feito estava de acordo com o planejado. em seguida a ação ou conjunto de ações planejadas são executadas. produtos e serviços para obter os impactes ambientais.Qualidade. Isto pode ser visto de forma esquematizada na figura 5. Aplicabilidade do Ciclo de Deming (planear.2. Prioridades e objetivos. Identificar os aspetos ambientais decorrentes das suas atividades. Figura 5 . executar.Ciclo de Deming 38 . e toma-se uma ação para eliminar ou ao menos mitigar defeitos no produto ou na execução.1. Identificar os requisitos legais aplicáveis. constantemente e repetidamente (ciclicamente). Verificar que a política é cumprida. 3. independentemente de sua área de atuação. Segurança e Ambiente 2012/2013 Que a organização estabeleça uma política ambiental apropriada. O ciclo começa pelo planeamento.

Nesta fase devemos elaborar um plano de ação focado em estabelecer os objetivo a serem alcançados e estabelecer o caminho a ser traçado até que o objetivo seja atingido e definir o método que deve ser utilizado para consegui-los. Execução: realizar. o Ciclo de Deming pode ser aplicado. Planeamento Que aborda os aspetos ambientais (resultantes das atividades que desenvolve. executar as atividades conforme o plano de ação. temos a implementação e operação desenvolvidas. Por conseguinte. Implementação e operação A implementação bem-sucedida de um sistema de gestão ambiental pressupõe o compromisso de todas as pessoas que trabalham para a organização ou em seu nome. Para a fase executar. analisar o fenómeno (analisar os dados relacionados ao problema). consolidando as informações. Verificação: monitorar e avaliar periodicamente os resultados. as atribuições e responsabilidades ambientais não 39 . eventualmente determinar e confecionar novos planos de ação. eventualmente confecionando relatórios. eficiência e eficácia. metas e programa. avaliar processos e resultados. aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas. Ação: agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios. os requisitos legais (requisitos que podem ser aplicados aos aspetos ambientais) e os objetivos. os produtos e serviços). Atualizar ou implantar a gestão à vista.Qualidade. analisar o processo (descobrir as causas fundamentais dos problemas) e elaborar um plano de ação. Segurança e Ambiente 2012/2013 Os passos são os seguintes: Planeamento: estabelecer uma meta ou identificar o problema (um problema tem o sentido daquilo que impede o alcance dos resultados esperados. segue-se a verificação e agir. especificações e estado desejado. ou seja após a revisão pela gestão o sistema de gestão ambiental está pronto a ser aplicado aos casos de análise que possam surgir. Mediante a análise da norma. o alcance da meta). de forma a melhorar a qualidade. confrontando-os com o planejado por meio de KPIs ( Key Performance Indicador ) objetivos. ou seja. pois como visto acima para os requisitos gerais temos a realização do planeamento do sistema de gestão ambiental (planear).

fornecendo orientação sobre fontes de informação mais detalhadas sobre o funcionamento de partes específicas do sistema de gestão ambiental. 3. Segurança e Ambiente 2012/2013 deverão ser consideradas limitadas à função de gestão operacional ou outras funções não ambientais. A empresa deve garantir que os recursos a utilizar para um correto sistema de gestão ambiental. eficiência e eficácia.Qualidade. 3. devem ser feitas as atribuições. Nesta fase a gestão deve. 40 . as características das operações que possam ter impacte ambiental e confrontar estas com os resultados planeados.3. Avaliar a conformidade dos requisitos legais aplicáveis e os outros requisitos que tenham sido subscritos. com base na avaliação e os seus relatórios. À estrutura documental A presente norma recomenda que a documentação contenha um nível de detalhamento que seja o suficiente para descrever os elementos principais do sistema da gestão ambiental e sua iteração.4. Verificação Monitorizar e medir. os requisitos legais e os aspetos ambientais significativos que a empresa possa controlar ou influenciar. corrigindo eventuais falhas. considerando os requisitos subscritos por esta. Revisão pela gestão A gestão irá rever o sistema e gestão ambiental e validar o mesmo.1. formação e sensibilização para tal. apresentam competência. Em caso de não conformidade. determinar se necessário novo plano de ação. A organização deve garantir que as pessoas intervenientes no processo. a empresa deve apresentar um plano para correção da mesma e ações preventivas para evitar a sua ocorrência futuramente. Estas não contem por si só critérios específicos de desempenho ambiental. as responsabilidades e a autoridade. Às políticas e objetivos A presente norma especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão ambiental de maneira a permitir que a empresa em si implemente uma política e objetivos.1. Esta deve controlar os registos para demonstrar os resultados e realizar auditorias internas em intervalos de tempo planeados. de forma a melhorar a qualidade.

metas e instrumentos. no entanto a legislação nacional obriga a definição de plano de gestão de resíduos.2. Programas de gestão ambiental. deverá adotar os seguintes elementos essenciais: Planeamento: Aspetos ambientais. 3. Política ambiental e definir os respetivos objetivos para a empresa anteriormente descrita A política ambiental tem sido um tem muito frequente na atual conjuntura.Qualidade. Requisitos legais ou outros requisitos. esta também possui justificativa para sua existência. 3. em particular. sobre as relações de comércio internacional.1. dado que tem produzido efeitos sobre a atividade econômica. Para a adoção de uma política ambiental da organização/empresa segundo a Norma ISO 14 001. e prevê penalidades para quem não cumpre as normas pré-estabelecidas. Como em toda a política. Implementação e funcionamento: 41 . Segurança e Ambiente 2012/2013 3.6.5. Objetivos e metas. nos países industrializados. Interesse da Análise do ciclo de vida enquanto metodologia objetiva para a avaliação dos impactos ambientais Na norma ISO 14001 a análise do ciclo de vida enquanto metodologia objetiva na avaliação de impactos ambientais não é referida. em especial. À obrigatoriedade da elaboração do Manual de gestão ambiental e respetiva estrutura Segundo a presente norma o manual de gestão ambiental não é de aplicação obrigatória.1. A política ambiental constitui o conjunto de metas e instrumentos que visam reduzir os impactos negativos da ação humana sobre o meio ambiente. fundamentação teórica.

Registos. Ser documentada. Formação. Ser periodicamente revista. Controlo operacional. implementada e mantida. Segurança e Ambiente 2012/2013 Estrutura e responsabilidade. sensibilização e competência. Ser apropriada à sua natureza e à sua escala. Documentação. Controlo de documentos. Incluir um compromisso de melhoria contínua do seu desempenho ambiental e de prevenção da poluição. Verificação e ações corretivas: Monitorização e medição. Incluir um compromisso de cumprimento da legislação aplicável em matéria ambiental. Não conformidades e ações corretivas e preventivas. Revisão pela Direção Melhoria contínua. Comunicação. Prevenção e capacidade de resposta a emergências. 42 . Ser comunicada a todos os trabalhadores. Podemos então concluir que na elaboração de uma política ambiental de uma organização/empresa devemos seguir os seguintes aspetos: Refletir os aspetos significativos da sua atividade. Estar disponível para as partes interessadas.Qualidade. Auditorias.

Assegurar que os restantes são encaminhados para destino final adequado.Qualidade. produtos e o meio ambiente. principalmente as que tratam de geração de emissões atmosféricas. Segurança e Ambiente 2012/2013 Como a nossa empresa trata-se de uma empresa de construção. temos que definir uma política ambiental rigorosa. Aperfeiçoamento de projetos para maximização de eficiência energética. Prevenir a ocorrência de danos ambientais decorrentes de suas atividades buscando a utilização de tecnologias ambientalmente adequadas no gerenciamento dos processos e na conceção de novos produtos. Então para a empresa descrita anteriormente. assim como com a redução da utilização dos recursos naturais visando à preservação do meio ambiente e a prevenção dos danos ambientais. 43 . assume o compromisso com a melhoria contínua para alcançar a compatibilidade entre seus processos. produtos e serviços. essa redução dos resíduos será efetuada através de programas desenvolvidos pela empresa com o objetivo de melhorar o meio ambiente. assumindo a ecoeficiência como referencial de gestão. uso e descarte de água. Evitar o desperdício de água e energia. Todos os colaboradores da empresa estão informados e qualificados par a proteção ambiental de acordo com cada uma de suas tarefas. como estratégia para a racionalização do uso dos recursos naturais e redução dos impactos sócio ambientais. e com o cumprimento da legislação e demais normas ambientais aplicáveis. Eles estão comprometidos com a aplicação desses princípios. manipulação de materiais perigosos e disposição final de resíduos. Reduzir o uso e consumo de recursos naturais. tanto nas operações normais de trabalho quanto nas operações anormais e em casos de acidentes. que proteja ao máximo o ambiente e que reduza os impactos negativos sobre o mesmo. a empresa promove a melhoria contínua de nossas atividades. Evitar ao máximo possíveis fontes de poluição que possam causar transtornos à população local. e sendo o sector da construção um dos que apresenta maiores impactos no ambiente. dentro de suas respetivas áreas de trabalho. A política ambiental que adotada é a seguinte: Cumprimento da legislação e demais normas ambientais vigentes. Integrar a Gestão Ambiental na gestão global da Empresa. Apresentar e divulgar formas de conservação do meio ambiente.

objetivo de estrutura de um plano de gestão ambiental da obra Plano de Gestão Ambiental (PGA). Utilizar materiais de baixo impacto ambiental.Qualidade. As abordagens e os elementos para o desenvolvimento da PGA são os seguintes: 44 . e desenvolver. verificar e acompanhar. organizações não governamentais. Gestão do Ruído. Identificar o conteúdo. Melhorar continuamente o nosso desempenho ambiental. escolas) que igualmente visem a proteção do ambiente. 3. Cooperar e contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas ou privadas e de programas governamentais. fomentar ou participar em iniciativas envolvendo os clientes ou a comunidade exterior (autarquias. Comunicação e Relações com a Comunidade Envolvente. Gestão de Resíduos. Utilizar racional e eficientemente os recursos naturais e a energia. Fiscalização e Acompanhamento Ambiental. Gestão e Controlo de Águas Residuais. os objetivos e metas ambientais especificados pela empresa à luz de objetivos de gestão pré-estabelecidos. operacionaliza e assegura a correta implementação das medidas de minimização de impactes. anualmente. Procedimentos de gestão ambiental em obra: Armazenagem e Manuseamento de Substâncias Perigosas. Segurança e Ambiente 2012/2013 Integração do projeto construtivo à paisagem e às necessidades de aprimoramento das condições ambientais do entorno. Atender à integração dos valores ambientais na avaliação de novos projetos e na tomada de decisões relevantes para a evolução dos negócios. Resposta a Situações de Emergência Ambiental.3. Estabelecer.

transporte. por fim. Segurança e Ambiente 2012/2013 Abordagens: 1) Sistemas organizacionais. e.4. 3) Procedimento e métodos de trabalho. armazenagem. a produção de RCD. E os resíduos de construção e demolição (RCD) Na parte do RCD. 4) Linhas de orientação e códigos de boa prática na construção. devemos ter: Os dados gerais da entidade responsável pela obra. Os elementos essenciais: 1) Política ambiental. 4) Sistemas específicos param um departamento de organização. temos a caracterização da obra. como a seguinte: Tabela 1 – Produção de RCD 45 . A produção de RCD é representada numa tabela. o acondicionamento e triagem. 2) Sistemas específicos param um projeto. 5) Avaliação dos fornecedores. incluindo também a prevenção e possível reutilização destes resíduos. 2) Objetivos de negócio. Na estrutura de um PPD. 3.Qualidade. 3) Sistemas aplicáveis a um ou mais níveis de organização. Os dados gerais da obra. a incorporação de reciclados. Estruturar um PPG de RCD para uma obra O Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição é um plano que engloba a recolha. a prevenção de resíduos. tratamento e eliminação.

seguindo as normas técnicas nacionais e comunitárias aplicadas no respetivo âmbito. Como tal. desde que haja fundamento para tal alteração.˚178/2006. e só em ultima circunstância.Qualidade. sempre que possível deve-se dar prioridade à prevenção e reutilização. ou pelo adjudicatário com a permissão do dono de obra. sob proposta do produtor de RCD. Estes devem também ser entregues em instalações ou operadores de gestão de RDC. que estejam devidamente licenciados para tal efeito. por via da utilização de materiais reciclados e/ou recicláveis. ou utilizando materiais que não sejam suscetíveis de originar RCD. É de salientar que o PPG pode ser alterado pelo dono de obra na fase de execução. 46 . devendo este seguir os princípios de autossuficiência. à deposição em aterro. Segurança e Ambiente 2012/2013 É da responsabilidade do adjudicatário gerir o RCD. O PPG deve estar sempre disponível em obra. Promover a demolição orientada para a aplicação dos princípios da prevenção e redução. bem como para efeitos de fiscalização. e da hierarquia das operações de gestão de resíduos Estes RCD devem ser utilizados em obra pelo adjudicatário. reutilizando materiais. da hierarquia das operações de gestão de resíduos. de prevenção e redução. sendo necessário que todas as pessoas envolvidas na obra tenham conhecimento da gestão mais adequada dos RCD. Maximizar a valorização de resíduos. seguindo o Decreto-Lei n. Segue no anexo IV um modelo de PPG de RCD. de 5 de Setembro. Deve-se também procurar: Minimizar a produção e perigosidade dos RCD. seguida da reciclagem. para que todos os intervenientes na obra tenham conhecimento do mesmo.

a elaboração deste trabalho foi importante porque contribui para o desenvolvimento dos nossos conhecimentos ao nível da forma de organização de uma empresa. que se comporta. não sendo de caracter obrigatório. 47 . A nível da segurança este trabalho permitiu-nos ter algum contacto com a segurança no trabalho e os procedimentos de segurança a ter em conta. Este trabalho transmitiu-nos o quanto uma política de qualidade pode interferir ao nível de qualidade do produto que a empresa pode disponibilizar ao seu consumidor. da sua certificação e o quanto esta se torna importante num sector de mercado em crise e com uma grande concorrência.Qualidade. assim sendo a elaboração do manual de gestão ambiental fica a cargo de cada empresa. quer seja pelo consumo de recursos naturais. Manual este que é alterado através das não conformidades encontradas de modo a corrigir estas e a impedir a repetição das mesmas. esta permite em caso da existência de não conformidades a correção destas através de um manual que vai sendo melhorado ao longo das auditorias realizadas. Porém também nos permitiu identificar o sector da construção civil como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento económico e social. mas por outro lado. devido à enorme mortalidade nos trabalhos de engenharia civil. como grande geradora de impactos ambientais. ainda. Apesar disso é a própria empresa que deve assegurar a implementação de um sistema de gestão ambiental de maneira a minimizar os danos causados. Segurança e Ambiente 2012/2013 CONCLUSÃO Em suma. pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. no entanto a legislação nacional obriga a definição do plano de gestão de resíduos. Este ponto tem relativamente uma grande importância.

pdf http://makeawidget. Segurança e Ambiente.org/wcmsp5/groups/public/---ed_protect/---protrav/--safework/documents/publication/wcms_154878.com. J.br/bitstream/handle/10183/24120/000741854.doc&ei=jzrPUL2uDJC1hAep4GgCQ&usg=AFQjCNEJNLJDZUO9QWNmKLmRr4qpjpC1OQ&sig2 =ptpbmJm7nJXWIRWBAhqdag&bvm=bv.1355325884. Manuel.madeiraedu.pt/arq/fich/ManualQualidade. Segurança e Ambiente.pdf http://www02.pdf http://fcardoso.ufrgs.Qualidade.pt/portals/0/documentos/pdf/dwn_pdf_IRT_Ab ertura_de_Estaleiro. Diretiva.pt/ficheiros/artigos/PosGraduacaoAFA. • Norma ISO 14001:2000.br %2Fmanual_da_qualidade_lf_engenharia.d.lfuai. pdf http://cics.lume.pdf http://www.topinformatica.com. Qualidade. 2012. • DL 273_2003 de 29 Out Estaleiros • DL 441 91 de 14 Novembro. Universidade do Minho. • Plano de gestão ambiental 2011 do instituto da construção e do imobiliário. Slides das aulas teóricas de Qualidade.nbsevolution. • Norma OHSAS 18001: 2007.ilo.pdf?s equence=1 http://www.qualidademadeira.pcc.pdf http://www.portaldaempresa.superguianet.usp. • Norma ISO 9001:2000. Segurança e Ambiente 2012/2013 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Teixeira.com. Quadro HST.br/Disserta%C3%A7%C3%A3oAdrianoVivancos.pt/wp-content/uploads/2011/06/Jo%C3%A3o-AreosaTese-de-Doutoramento1. • Pesquisa Internet: http://www.ZG4 48 .com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1 &cad=rja&ved=0CDMQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.google.com/admin/documents/userid7_17_03_2 011_guia%20pratico.pt/CVE/pt/Gestao/Qualidade_Certificacao/ http://www.br/manual-de-orientacoes-tecnicas http://www.uminho. pdf https://www.

Segurança e Ambiente 2012/2013 ANEXOS Anexo I – Informação sobre SST Anexo II – Comunicação Prévia de Abertura de estaleiro Anexo III – Mapa de Avaliação de Riscos do Exercício de Aplicação Anexo IV .Equipamentos de Segurança Individual Anexo V – PPG 49 .Qualidade.

etc.º_______ ) e comprometendo-se esta. etc. pressupondo o seu teor abranger o contrato de utilização (n. má postura.) Riscos Ergonómicos (Movimentação de cargas. Segurança e Ambiente 2012/2013 Anexo I – Informação sobre SST Informação sobre SST Nos termos e para os efeitos da Lei 7/2009.) Riscos Biológicos (exposição a bactérias. substâncias químicas. no âmbito do recurso ao trabalho temporário por parte da empresa_________________________.) Lesões músculo-esqueléticas Dermatoses Projeção partículas Queda objetos Cortes e/ou perfurações Queda nível diferente/mesmo nível Eletrocussão/Choque elétrico Afogamento Riscos psicossociais (Trabalho repetitivo. vírus. é prestada a informação infra à _________________ (nome ETT). etc. a manter atualizada a informação constante na presente declaração. Selecione os Riscos que se aplicam: Riscos Químicos (exposição a fumos. parasitas. poeiras. etc. Situações de Emergência: Pessoas responsáveis pelas atuações em caso de emergência: Responsável Contacto Avaliação de Riscos para a SST do(s) posto(s) de trabalho/função(ões) do Trabalhador Temporário. gases. monótono.) Exposição a Ruído Exposição a Vibrações Ambiente térmico Iluminação Exposição a Radiações Lesões oculares Intoxicação Lesões cutâneas (Ex.Qualidade. fungos. Queimaduras) Colisão com máquinas e veículos Entalamento Soterramento Esmagamento Explosão Atropelamento 50 .

Selecione os que se aplicam: Capacete Capuz/touca Óculos protetores Protetor facial Máscara Protetor auditivo Protetor respiratório (respirador purificador do ar) Manga Luvas proteção mecânicas Luvas proteção químicas Calçado de Segurança Cinturão Dispositivo anti-queda Proteção do tronco Bata/uniforme Outro. Segurança e Ambiente 2012/2013 Outros.Qual(ais)?: ________________________ Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários ao desempenho da função. Qual(ais)?:_______________ ______________________________ _________________________________ Qualificação Profissional Exigida: Não exigível Exigível Qual? _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ É necessária Vigilância Médica Especial: Sim Não O trabalhador será afeto a posto de trabalho particularmente perigoso? SIM ____ NÃO ___ Necessita de qualificação profissional adequada? SIM ___ NÃO ___ Medidas implementadas para situações de perigo grave ou iminente.Qualidade. Se existirem identifique: Existem: Formação ao Trabalhador Temporário Entrega de Procedimentos Operacionais Afixação/Sinalização em local público na empresa Acesso na Intranet Não existem 51 .

Qualidade. Identifique as existentes: Sinalização de saídas de emergência Extintores Rede armada de incêndio Formação ao Trabalhador Temporário Existência de procedimentos operacionais Outras: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Medidas de Evacuação. Indique: Sem restrição/ a qualquer momento durante o período de funcionamento 52 . Identifique as existentes: Planta de emergência Sinalização de saídas de emergência Exercícios de simulacro Existência de procedimentos operacionais Outras: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Condições de acesso aos postos de trabalho pelo Médico do Trabalho e Técnico de Higiene e Segurança. Identifique as existentes: Caixa de primeiros socorros Socorristas Pessoal especializado Aparelhos mecânicos de intervenção Formação ao Trabalhador Temporário Existência de procedimentos operacionais Outras: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Medidas implementadas em caso de Incêndio. Segurança e Ambiente 2012/2013 Outras: _____________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Medidas de Primeiros Socorros.

Qualidade.carimbo e assinatura Recebido pela __________________ (nome da ETT) Recebido pelo Trabalhador Temporário _______________________________ (nome) _______________________________ (assinatura) _____________________________ (Carimbo e assinatura) 53 . ___ de_______ de 2011 ______________________________ O Responsável pela informação (empresa utilizadora) . Indique no caso de existirem: Manual de acolhimento Manual de integração Folhetos informativos sobre SHST Formação inicial Formação específica em função do posto de trabalho Outras: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Pessoa/Entidade a contactar:________________________________ Contacto ________________________________________________ _______________. Segurança e Ambiente 2012/2013 Mediante solicitação prévia. Outra: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Pessoa/Entidade a contactar:_________________________________________________ Contacto:_____________________________________________________________ Medidas voluntárias /complementares existentes no âmbito da SHST.

Natureza da obra: 3.º 273/2003 de 29/10) 1. do Dec.Qualidade. Endereço do estaleiro: Tel. Dono da obra: Endereço: NIF/NIPC: Tel. Autor ou autores do projeto: Nome: Endereço: Tel. n. Lei n.: ____________________________ Fax: ____________________________ Mail:______________________________________________ 6.º 2.: ____________________________ Fax: ____________________________ 2.º 15º. Segurança e Ambiente 2012/2013 Anexo II – Comunicação Prévia de Abertura de estaleiro COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE ABERTURA DE ESTALEIRO (art. Entidade executante: 54 .: ____________________________ Fax: ____________________________ Mail:______________________________________________ 5. Utilização prevista: 4.

Coordenação de Segurança em Projeto: Sede/Endereço: Tel.Qualidade. Coordenação de Segurança em Obra: Sede/Endereço: 55 . Fiscalização da Obra (designado pelo dono da obra): Sede/Endereço: Fax:____________________________ Tel.:__________________________________ 8.: ____________________________ Fax: ____________________________ Mail:______________________________________________ 7. Segurança e Ambiente 2012/2013 Nome: Sede/Endereço: NIF/NIPC: Tel.: __________________________________ 9.:____________________________ Mail:______________________________________________ Representado por (fiscal da obra): Endereço: Tel.: ____________________________ Fax: ____________________________ Mail: ______________________________________________ Representado por (Coordenador de Segurança em Projeto): Nome: Endereço: Tel.

Responsável pela Direção Técnica da Obra (designado pela entidade executante.: __________________________________ 10. em obra pública): Endereço: 11. Datas previsíveis de início e termo dos trabalhos no estaleiro: Data de início: Data de termo: 14. Representante da Entidade Executante (em obra pública): Endereço: 12.: ____________________________ Fax: ____________________________ Mail: ______________________________________________ Representado por (Coordenador de Segurança em Obra): Nome: Endereço: Tel. Estimativa do número de empresas a operar no estaleiro: ____ Empresas Estimativa do número de trabalhadores independentes a operar no estaleiro: 56 .Qualidade. Diretor Técnico da Empreitada (designado pelo adjudicatário / Entidade executante. Estimativa do número máximo de trabalhadores por conta de outrem e independentes. Segurança e Ambiente 2012/2013 Tel. em obra particular): Endereço: 13. presentes em simultâneo no estaleiro: (ou) Somatório dos dias de trabalho prestado por cada um dos trabalhadores: 15.

Qualidade.:__________________________Fax: __________________________ Mail: ________________________________________ 57 . Subempreiteiros já selecionados: a)_____________________________________________________________ _______________________________________________________ NIF/NIPC:___________________________________________________ _________________________________________________ Sede/Endereço:_______________________________________________ ______________________________________________ Tel.:__________________________Fax: __________________________ Mail: ________________________________________ d)_____________________________________________________________ ______________________________________________________ NIF/NIPC:___________________________________________________ _________________________________________________ Sede/Endereço:_______________________________________________ ______________________________________________ Tel.:__________________________ Fax:__________________________ Mail: ________________________________________ b)_____________________________________________________________ ______________________________________________________ NIF/NIPC:___________________________________________________ _________________________________________________ Sede/Endereço: ______________________________________________________________ _______________________________ Tel.:__________________________Fax: __________________________ Mail: ________________________________________ c)_____________________________________________________________ _______________________________________________________ NIF/NIPC:___________________________________________________ _________________________________________________ Sede/Endereço: ______________________________________________________________ _______________________________ Tel. Segurança e Ambiente 2012/2013 ____ Pessoas 16.

º 273/2003 de 29/10) Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo Anexo 123456Declaração Declaração Declaração Declaração Declaração Declaração do(s) autor(es) do projeto.Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 17. do coordenador de segurança em obra. O Dono da Obra _________________________ Data _________________________ 58 . n.º. do coordenador de segurança em projeto. do fiscal ou fiscais da obra. do responsável pela direção Técnica da Obra. da entidade Executante.º 3 do Dec.º 15. Lei n. Documentos (declarações) anexos: (art.

Classificação do risco A N/A X 1 Desmantelamento do telhado Queda de pessoas Queda de objetos Andar sobre objetos Projeção de fragmentos ou partículas -Falta de preparação do trabalho -Falta de acessos -Plataformas de trabalho inadequadas . contra quedas em 2 2 3 5 6 10 X X 5 5 25 X 2 4 3 4 1 3 2 2 2 12 6 8 X X X X 1 1 1 X 2 3 5 5 10 15 X X 59 .Qualidade. nomeadamente. Segurança e Ambiente 2012/2013 Anexo III – Mapa de Avaliação de Riscos do Exercício de Aplicação MAPA DE AVALIAÇÃO DE RISCOS ESTALEIRO: FOLHA: _ /_ DIRECTOR DE OBRA: DATA: _ / _ /_ Nº de trab.Desarrumação -Trabalho desorganizado -Condições atmosféricas adversas -Ofuscamento por reflexo da luz solar -Trabalhadores sem formação -Não utilizar os equipamentos de proteção individuais necessários. expostos 5 DONO DA OBRA: Avaliação de Risco Nº Atividade Forma de Acidente Causas Cálculo do Risco P 3 G 5 PxG 15 Filtro legis.Escorregamento em telhados húmidos molhados ou inclinação acentuada -Iluminação inadequada .

contra quedas em alturas -Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados -Calçado inadequado 3 4 12 X 1 3 3 X 3 3 5 4 15 12 X X 2 2 3 5 6 10 X X 2 4 3 3 1 3 2 3 2 12 6 9 X X X X 4 2 8 X 1 1 1 X X 2 3 5 5 10 X 15 X 3 4 12 1 3 3 X X 3 5 15 60 .Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 2 Descida dos entulhos 2 Queda de pessoas Queda de objetos Projeção de fragmentos ou partículas alturas -Rompimento de telhas -Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados -Calçado inadequado -Inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado -Falta de acessos -Plataformas de trabalho inadequadas -Iluminação inadequada -Desarrumação -Trabalho desorganizado -Utilização de meios mecânicos de forma inadequada -Condições atmosféricas adversas -Ofuscamento por reflexo da luz solar -Trabalhadores sem formação -Não utilizar os equipamentos de proteção individuais necessários. nomeadamente.

Inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado -Falta de preparação do trabalho -Falta de acessos -Plataformas de trabalho inadequadas -Iluminação inadequada -Desarrumação -Trabalho desorganizado -Condições atmosféricas adversas -Ofuscamento por reflexo da luz solar -Trabalhadores sem formação -Não utilizar os equipamentos de proteção individuais necessários. nomeadamente. contra quedas em alturas -Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados -Calçado inadequado 3 5 15 X 2 2 3 5 6 10 X X 2 1 2 X 4 3 4 3 2 2 12 6 8 X X X 1 1 1 X 2 3 5 5 10 15 X X 3 4 12 X 1 3 3 X 3 5 15 X 4 Colocação das telhas 4 Queda de pessoas Queda de objetos -Falta de preparação do trabalho -Falta de acessos 3 5 15 X 2 3 6 X 61 .Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 3 Construção da nova armação em madeira 6 Queda de pessoas Queda de objetos Choque contra objetos imóveis Choques ou pancadas contra objetos moveis .

nomeadamente.Escorregamento em telhados húmidos molhados ou inclinação acentuada -Iluminação inadequada -Desarrumação -Trabalho desorganizado -Condições atmosféricas adversas -Ofuscamento por reflexo da luz solar -Trabalhadores sem formação -Não utilizar os equipamentos de proteção individuais necessários. Segurança e Ambiente 2012/2013 Andar sobre objetos Projeção de fragmentos ou partículas Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas -Plataformas de trabalho inadequadas .Qualidade. contra quedas em alturas -Rompimento de telhas -Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados -Calçado inadequado 2 5 10 X 5 5 25 X 2 4 3 4 1 3 2 2 2 12 6 8 X X X X 1 1 1 X 2 3 5 5 10 15 X X 3 4 12 X 1 3 3 X 3 5 15 X 5 Construção de beirais e algeroz Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas Andar sobre objetos -Falta de preparação do trabalho -Falta de acessos -Plataformas de trabalho 3 5 15 X 2 2 3 5 6 10 X X 62 .

nomeadamente. contra quedas em alturas -Rompimento de telhas -Trabalhadores mal alimentos ou alcoolizados -Calçado inadequado 5 5 25 X 2 4 3 4 1 3 2 2 2 12 6 8 X X X X 1 1 1 X 2 3 5 5 10 15 X X 3 4 12 X 1 3 3 X 3 5 15 X 63 . Segurança e Ambiente 2012/2013 Queda de pessoas Queda de objetos inadequadas .Qualidade.Escorregamento em telhados húmidos molhados ou inclinação acentuada -Iluminação inadequada -Desarrumação -Trabalho desorganizado -Condições atmosféricas adversas -Ofuscamento por reflexo da luz solar -Trabalhadores sem formação -Não utilizar os equipamentos de proteção individuais necessários.

Luvas ambidestras (duplicação da 64 .2. Proteções superiores.4. Forro interior regulável em polietileno de baixa densidade.6. contra quedas em alturas -Trabalho organizado -Trabalhar em condições atmosféricas favoráveis -Utilização de andaimes devidamente montados -Usar rede antiqueda -Usar calçado adequado -Usar equipamentos para a descida de entulhos -Usar proteções nos equipamentos -Trabalho organizado. Luvas anti borboto para trabalhos com materiais abrasivos e cortantes.2.6.7) Forma de Acidente Queda de pessoas Queda de objetos Projeção de fragmentos ou partículas Formas de evitar os acidentes -Barreiras de proteção -Utilizar equipamentos de proteção individuais necessários. Lente em policarbonato anti riscos (índice 2S) e armação azul em poliamida (índice S) 2 Descida de entulho (1. nomeadamente.4. Hastes reguláveis. -Usar calçado adequado -Usar equipamentos para a descida de entulhos -Usar rede anti- Equipamentos de segurança individual 1. Capacete em polietileno de alta densidade.7) Queda de pessoas Queda de objetos Projeção de fragmentos ou partículas 3.Qualidade. 2. Segurança e Ambiente 2012/2013 Anexo IV – Equipamentos de Segurança Individual Nº Atividade e equipamentos de segurança necessários Desmantelamento do telhado (1. 1 Guarnição frontal em tecido esponjoso. Permitem manter uma excelente destreza e protegem o produto. Filtro UV 100 %.

durabilidade).7) Queda de pessoas Queda de objetos Pancadas e cortes por objetos e ferramentas 4 Colocação das telhas (1. nomeadamente.2. Máscara FFP3 com válvula de expiração. Fecho por laço. Revestimento de higiene completo amovível. contra quedas em alturas -Utilização de andaimes devidamente montados -Usar calçado adequado -Usar rede antiqueda -Usar equipamentos para a descida de entulhos -Barreiras de proteção -Atenção no manuseamento de ferramentas -Trabalho organizado -Trabalhar em condições atmosféricas favoráveis -Utilizar equipamentos de proteção individuais necessários. Segurança e Ambiente 2012/2013 3 Construção da nova armação em madeira (1.4.7) Queda de pessoas Queda de objetos Andar sobre objetos Projeção de fragmentos queda -Barreiras de proteção -Usar proteções nos equipamentos -Trabalho organizado -Trabalhar em condições atmosféricas favoráveis -Utilizar equipamentos de proteção individuais necessários. 4.3.6.3. 65 .6. e KN GRIP para a aderência.2. Base Poliuretano dupla densidade.4. 5.Qualidade. Dois modelos: KN para a flexibilidade e a proteção. Proteção contra poeiras e partículas tóxicas muito finas.5.

6. -Utilizar equipamentos para o auxílio na deslocação de objetos -Arrumação de objetos. Andaime nacional.Qualidade. Mangas para entulho 66 . contra quedas em alturas -Utilização de andaimes devidamente montados -Usar calçado adequado -Usar rede antiqueda -Usar equipamentos para a descida de entulhos -Usar proteções nos equipamentos.165m 5 Construção de beirais e algeroz (1. nomeadamente.2. Segurança e Ambiente 2012/2013 ou partículas Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas nomeadamente.4. aconselhado para trabalhos leves e simples. contra quedas em alturas -Utilização de andaimes devidamente montados 6. -Usar luvas de proteção e mascara -Trabalho organizado -Trabalhar em condições atmosféricas favoráveis -Utilizar equipamentos de proteção individuais necessários.3. -Barreiras de proteção. Dados técnicos: -Tubos verticais de diâmetro 40*1.5.5mm e diâmetro 42*2mm -Espaçamentos de 2.7) Queda de pessoas Queda de objetos Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas Andar sobre objetos 7.

Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 -Usar calçado adequado -Usar rede antiqueda -Usar equipamentos para a descida de entulhos -Usar proteções nos equipamentos -Utilizar equipamentos para o auxílio na deslocação de objetos -Barreiras de proteção -Usar luvas de proteção e mascara 67 .

Caracterização da obra a) Caracterização sumária da obra: 68 . Segurança e Ambiente 2012/2013 Anexo V .Qualidade.º de processo de AIA: Identificação do local de implantação: III – Resíduos de construção e demolição: 1.PPG Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição (PPG) I – Dados gerais da entidade responsável pela obra: Nome:______________________________________________________ Morada:____________________________________________________ Localidade:___________________________ Código Postal:________ Freguesia:____________________________ Concelho:______________________ Telefone:_____________________________ Fax:_________________ E-Mail:____________________________________ Numero identificação pessoa coletiva (NIPC):________________________ CAE principal Rev3: _________________________ II – Dados gerais da obra Tipo de obra: Código do CPV: N.

Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 b) Descrição dos métodos construtivos: 2 – Incorporação de reciclados a) Metodologia para incorporação de reciclados: b) Reciclados integrados na obra: Quantidade integrada na obra (t) Quantidade a integrar em relação ao total de materiais (%) Identificação dos reciclados Valor total 3 – Prevenção de resíduos a) Metodologia de prevenção de RCD: b) Materiais a reutilizar em obra: Quantidade a reutilizar em relação ao total de materiais (%) Identificação dos materiais Quantidade a reutilizar (t) Solos e rochas que não contenham substâncias perigosas. Valor total 4 – Acondicionamento e triagem a) Métodos de acondicionamento e triagem em obra: 69 .

Qualidade. Segurança e Ambiente 2012/2013 b) Justificação da impossibilidade de efetuar a triagem: 5 – Produção de RCD Código LER Quantidades Quantidades Quantidade Quantidade Operação Operação Operação produzidas para para para de de de (t) reciclagem valorização eliminação eliminação reciclagem valorização (t) (%) (%) 170107 170301 170407 170504 Total 70 .