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XVII Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais IV Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos de Plantas

Sociedade Brasileira de Floricultura e Plantas Ornamentais – SBFPO Associação Brasileira de Cultura de Tecidos de Plantas – ABCTP

Diferentes concentrações do bactericida agrimicina na desinfestação de explantes para micropropagação de bananeira.* Gustavo Alves Pereira1; Ednamar Gabriela Palú1; Enes Furlani Junior2; Carlos Luiz Milhomem de Abreu3; Marcílo Bobroff Santaella3
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Doutorando em Agronomia-UNESP, CEP 15385-000, Ilha Solteira, São Paulo, fone (18) 3743-1182, email: gustavo_apereira@yahoo.com.br; 2 Prof. Dr Agronomia-UNESP, CEP 15385-000, Ilha Solteira, São Paulo, 3 fone (18) 3743-1182, e-mail: enes@agr.feis.unesp.br; Pesquisadores da Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (EMPAER-MT), Várzea Grande, Mato Grosso, fone (65) 3648-9273 email: carlitomil@hotmail.com, marcilios19@hotmail.com

A micropropagação de bananeira é vantajosa visando obtenção de maior número de mudas em curto espaço de tempo. Um dos princípios básicos para o sucesso da cultura de tecidos depende, em parte, de medidas de controle e prevenção da contaminação microbiana, devido a esta técnica proporcionar um ambiente favorável para o crescimento de microrganismos como bactérias, leveduras e fungos filamentosos. As contaminações, na fase de estabelecimento são consideradas problemáticas em um laboratório de produção de mudas, pelo fato de que as contaminações fúngicas e bacterianas endógenas podem trazer conseqüências drásticas, como gastos com mão-de-obra, recursos financeiros para o produtor e perdas de material genético. Com o objetivo de reduzir essas contaminações bacterianas, este trabalho avaliou diferentes concentrações do bactericida agrimicina na desinfestação de explantes para micropropagação de bananeira IAC 2001. O trabalho foi realizado no Laboratório de Cultura de Tecidos localizado no Centro Regional de Pesquisa e Transferência de Tecnologia da EMPAER-MT, situado no município de Várzea Grande-MT. Os explantes com aproximadamente 1 cm foram imersos em diferentes concentrações (0g L-1, 1g L-1, 2g L-1, 3g L-1 e 4g L-1) de agrimicina durante vinte minutos e introduzidos em frascos de vidro contendo o meio de cultura MS sólido com pH 5,8. O estabelecimento foi realizado em sala de crescimento com temperatura 25 ± 2° e fotoperíodo de C 16 horas e intensidade luminosa de 30 µmol m-2 s-1. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado composto por cinco tratamentos e cinco repetições, sendo cada repetição composta por um explante. A maior eficiência dentre os tratamentos testados foi o de imersão dos explantes em 4g L-1 do bactericida agrimicina por vinte minutos e as doses testadas não foram tóxicas aos explantes, permitindo o desenvolvimento normal dos mesmos. Palavras-chave: Musa spp., contaminação, Erwinia sp.

__________________________ * Apoio Financeiro: EMBRAPA, EMPAER-MT, UNESP
Aracaju – Sergipe – Brasil 18 a 23 de outubro de 2009