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Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Materiais Poliméricos

Prof. Carlos Eduardo

Materiais Poliméricos

O que é um polímero? Poli meros
muitos unidades / partes

Polímeros – cadeias de unidades repetidas, unidas umas as outras, por ligações covalentes. Monômeros – unidades que formam as cadeias que se repetem. Oligômeros – monômeros ligados na forma de cadeias

Materiais Poliméricos

Unidade estrutural – menor parte da cadeia que se repete.

Poliestireno

H H H H H H C C C C C C H H H H H H
Polietileno (PE)

H H H H H H C C C C C C H Cl H Cl H Cl
Cloreto de Polivinila (PVC)

Materiais Poliméricos

Grau de polimerização – número médio de unidades repetidas em uma cadeia. Estrutura da cadeia – cadeias de átomos formado por ligações covalente (carbono). Grupos laterais ou substituintes – átomos ligados a estrutura da cadeia (H, OH, Cl etc).

Polímeros consistem em grandes números de cadeias quem podem sofrer variações tridimensionais.Forma Molecular As ligações nas cadeias podem sofrer rotações e torções nas três dimensões. .

.Forma Molecular Podendo apresentar um grande entrelace aleatório de moléculas. mostrado ao lado. incluindo os grandes alongamentos elásticos exibidos pelas borrachas. Essas variações são responsáveis por uma grande quantidade de características importantes dos polímeros.

Estrutura Molecular As características físicas de um polímero também dependem da estrutura das cadeias moleculares. . As estruturas dos polímeros podem ser agrupadas em: Polímeros lineares Polímeros ramificados Polímeros com ligações cruzadas Polímeros em rede Em geral um polímero não tem um único tipo específico de estrutura. apresentando combinações destas.

PVC. poliestireno.Polímeros Lineares São aqueles nos quais as unidades repetidas estão unidas entre si pelas extremidades em uma única cadeia. poli(metil metacrilato). náilon e fluorcarbonos. Ex: polietileno. .

Ex: polietileno de baixa densidade.Polímeros Ramificados Polímeros sintetizados com cadeias laterais ligadas a cadeias principais. .

Ex: muitos materiais elásticos borrachosos e borrachas .Polímeros com Ligações Cruzadas Cadeias lineares adjacentes unidas umas as outras em várias posições por meio de ligações covalentes.

. Ex: epóxi.Polímeros em Rede Monômeros com três ou mais ligações covalentes ativas formando redes tridimensionais. poliuretano e fenol-formaldeído.

Cadeias ligadas por fracas forças de Van Der Waals.Terminologia dos Polímeros Termoplástico – polímero linear que ao ser aquecido sob pressão. . altera-se para mole e viscoso. Não ocorre reação química e podem ser reaquecidos.

As propriedades resultam da simetria: Maior simetria (isotático) maior resistência a tração. metacrilato de polimetila. . acetato de celulose. Menor simetria (ática) menor resistência. sem polímeros em rede. poliestireno.Terminologia dos Polímeros A base de nitrocelulose. PVC. polietileno e náilon.

Ligações transversais que causam diminuição da mobilidade dos cordões provocando solidificação. .Terminologia dos Polímeros Termorrígidos ou termoestáveis – polímeros em rede. cadeias laterais.

Proveniente de fenol e da ureia e formaldeído. Fenólicos . Ex: Epóxi. O aquecimento. Poliésteres. ocasiona reação mais rápida das cadeias e acelera a passagem de líquido para um sólido infusível.Terminologia dos Polímeros Exigem calor e pressão para moldagem. que pode converter em rede.

Copolímeros – compostas por duas ou mais unidades repetidas diferentes por ligações covalentes entre si.Terminologia dos Polímeros Homopolímeros – todas as unidades repetidas da cadeia são do mesmo tipo. Aleatórios Alternados Em bloco enxertados .

Monômero A Monômero B .Copolímeros Aleatórios Tem qualquer monômero em qualquer ordem. tal que a probabilidade de o próximo elo da cadeia ser o monômero A ou B não é afetada pela identidade do último.

Monômero A Monômero B . O comprimento da cadeia pode variar. mas sempre seguirá a sequência A-B-A-B.Copolímeros Alternados Sempre tem um monômero A seguido por um monômero B e vice-versa.

seguidas por longas sequências de monômeros B e assim por diante. Monômero A Monômero B .Copolímeros em Bloco Envolvem longas sequências de monômeros A.

Monômero A Monômero B .Copolímeros Enxertados Ocorrem quando a cadeia de um monômero B está ligada como um grupo lateral à cadeia do outro monômero A.

Poliuretano e borracha que formam superfícies artificias de pistas de corrida. .Misturas Físicas Formadas pela mistura mecânica de polímeros de sintetizados. Exibem uma combinação de propriedades: Tenacidade do poliestireno com qualidades de uma borracha. Apresentam dificuldades na reciclagem causados pela dificuldade da separação dos polímeros originais. que absorve impacto.

A complexidade na nomeação dos polímeros leva a divisão por classes básicas de polímeros comerciais. Existem também nomes comercias e ou abreviações dos nomes da IUPAC. Polímeros naturais dado pela fonte ou natureza. .Tipos de Polímeros O processo de dar nomes aos polímeros é complexo e algumas vezes confuso. A nomenclatura foi desenvolvida pela IUPAC. Polímeros sintético pelos seus monômeros ou de grupos presentes na cadeia.

Tipos de Polímeros Fibras acrílicas (85% poliacrilonitrina . por ser transparente e não estilhaça Adequado para lanterna de carro.PAN) Leves e duráveis ideiais para carpetes e roupas Orlon e Acrilan são nomes comerciais O polimetilmetacrilato é comercialmente o mais importante. barreiras de proteção plástica. lentes de contato O PMMA é vendido comercialmente como Lucite . implantes para reparar osso. usado para dentaduras. componente da tinta acrílica Biocompatível.

Fibras acrílicas PMMA PAN .

cordas e reforço de compósito .Tipos de Polímeros As poliamidas contém grupos amidas (CONH2) Ainda classificadas com base nas ligações dos átomos de N ao polímero Se mais de 85% estão ligados a dois anéis aromáticos o polímero é considerado aramida O poli-p-fenileno benzobisoxazola (PBO) como nome comercial Zylon Excepcional resistência à tração e à temperatura Ideal para materiais balísticos.

substituto da seda em paraquedas Vendido com vários nomes comerciais permite que cadeias adjacentes façam ligações de H umas com as outras melhorando a resistência e a cristalinidade da fibra .Tipos de Polímeros As fibras de náilon são poliamidas com < 85% de amidas ligados a anéis aromáticos Duráveis e muito resistentes < que as aramidas Facilmente tingidas e repuxadas Usado em cerdas de escovas. meias.

6 .Tipos de Polímeros PBO Náilon 6.

tingidas e fitas transparentes PET polietileno tereftalato usado em garrafas de bebidas e fibras pra tapetes É 5% de todos os polímeros comerciais O poliéster resistente ao tingimento e a contração é bastante empregado em roupas .Tipos de Polímeros Os poliésteres são polímeros de cadeias longas com 85% de um éster em ácido carboxílico aromático substituído Resistentes.

Tipos de Polímeros PET .

barato.Tipos de Polímeros As poliolefinas derivados do petróleo (H +C alifático) O polietileno (PE) e o polipropileno (PP) são os mais comuns O PE é o mais simples com cadeias de C saturado de H. O H pode ser arrancado e substituído por outras cadeias de polietileno . facilmente manufaturado e resistente a produtos químicos As propriedades variam em função da natureza da cadeia.

ponto de fusão. reduzindo à resistência à tração. a rigidez. a cristalinidade e a densidade do polímero O polietileno de baixa densidade contém mais ramificações com maior flexibilidade.Tipos de Polímeros As poliolefinas A ramificação interrompe as ligações entre as cadeias tornando-se ramificado. facilmente processado Usado em sacolas plásticas. sacos de produtos alimentícios e garrafas tipo squeeze . brinquedos.

mais duro e mais resistente à abrasão .Tipos de Polímeros As poliolefinas O polietileno de alta densidade (PEAD) é quimicamente idêntico ao PEBD. tem pouca ramificação sendo mais resistente e cristalino Usado em garrafas de leite. tanques de produtos químicos O polipropileno (PP) é semelhante ao polietileno com um dos átomos de H substituído po um grupo de metila (CH3) resultando em maior rigidez. sacos de lixo. copos plástico.

pratos e utensílios. capas de DVDs. canudos. que precisam ser esterilizados .Tipos de Polímeros As poliolefinas O PP funde em temperaturas mais altas. mas a produção ainda é de baixo custo Ideal para móveis. dispositivos de uso médico. cafeteiras.

Tipos de Polímeros PE PP .

absorve bem a água. cobertores.Tipos de Polímeros O raiom foi a primeira fibra sintética produzida Derivado da madeira ou algodão pelo processo viscose (tratado e extrudado) Denominado inicialmente de seda artificial e ainda de celulose regenerada Leve. útil para roupas. lençois etc .

Tipos de Polímeros Raiom .

Tipos de Polímeros Os polímeros de cloreto de polivinilideno (PVDC) Produzidos num filme fino. com moléculas fortemente ligadas criando uma barreira contra a humidade e o O2 formando embalagens ideais para alimentos .

usadas em embalagens e enchimentos de embalagens .Tipos de Polímeros Os poliestireno é um termoplástico de alto consumo Quimicamente similar ao polietileno tendo um átomo de H substituído por uma anel aromático Rígido. facilmente moldados numa variedade de formas. excelente isolamento térmico. muito empregado em copos descartáveis e estojos de CDs Mais comumente empregado em sua forma expandida (5% de PS e 95% ar). transparente ou colorido.

Tipos de Polímeros Inicialmente os CFCs eram usados no processo de sopro. foram substituídos por agentes de sopro benignos PS expandido . por causarem danos ao meio ambiente.

Excelente isolante elétrico e resistente ao tempo Semelhante ao polietileno. estofamentos para carros etc. sendo que um átomo de Cl substitui um de H na rede. sendo aplicados em pisos. tornando-o resistente a chama.Tipos de Polímeros O cloreto de polivinila (PVC) é um polímero rígido e extremamente inerte Emprego na construção civil. . Adição de plastificantes para reduzir a rigidez.

Promovem contaminação ambiental e um sério risco a saúde pública. são derivadas da combustão de compostos orgânicos contendo Cl.Tipos de Polímeros Dioxinas cloradas são formadas pela queima do PVC. .

Apesar da existência de muitos elastômeros.Tipos de Polímeros Os elastômeros são polímeros que podem se alongar cerca de 200% ou mais e retornam ao estado original quando a tensão é retirada. eles podem ser divididos entre: Poliuretanos Termorrígidos alifáticos .

Tipos de Polímeros Poliuretanos são polímeros com uretanas em sua estrutura resultando em uma larga variedade Muitos são usados para fazer espuma (assentos de espumas em cadeiras de sofás). usado como tinta ou selante contra água. Aplicação mais comum como o Spandex. No estado líquido. sendo alongada até 500%. Vendida sob nome comercial de Lycra e Dorlasten. uma fibra contendo 85% de poliuretano. .

Tipos de Polímeros Rodinha de Poliuretano Unidade estrutural do Spandex .

os átomos de S formam ligações primárias entre átomos de C e as cadeias adjacentes. A adição de S em temperaturas elevadas induzia a ligações químicas cruzadas entre as cadeias poliméricas adjacentes conhecido como processo de vulcanização. . O processo ocorre pela presença de ligações duplas na cadeia do polímero.Tipos de Polímeros A borracha natural derivada da seiva com grande aplicação. porém na presença de calor perde resistência chegando a fluir.

a rigidez e a resistência solventes. O polibutadieno é um elastômero sintético. o polímero se torna mais duro. . porém são mais baratos e aderem bem aos metais. Quando ocorre em lados opostos. sendo o grupo de metila substituído por átomos de H que reduz a resistência à tração.Tipos de Polímeros Quando a maioria das unidades estruturais tem grupo de metila do mesmo lado o material é muito elástico e facilmente amolecido (configuração cis). menos elástico (configuração trans).

Tipos de Polímeros

70% é utilizado pra fabricação de pneus e restante em misturas com outros polímeros; O policloropreno é uma borracha sintética, semelhante ao polibutadieno com a substituição do H pelo Cl aumentando a resistência mecânica, a óleos, à rigidez, à chama e a estabilidade térmica; Conhecido como Neoprene, usado em roupas de mergulho, luvas de látex, espumas moldadas, cabos e como matéria-prima para adesivos;

Tipos de Polímeros

Policloropreno

Polibutadieno

Tipos de Polímeros

Tipos de Polímeros

Temperatura de transição vítrea é uma propriedade física que confere aos polímeros em temperaturas baixas comportamento similar aos sólidos vítreos (movimentos devido à vibrações moleculares),

No aumento da temperatura os polímeros de baixo peso molecular tendem a fundir, com alto peso molecular desenvolvem movimento cooperativo, entre essa temperatura e a fusão, as cadeias se flexionam e se desenrolam se comportando como borracha;

tornando-se rígido e não vedando a saída dos gases levando a explosão. A explosão do ônibus espacial Challenger foi resultado de um anel de vedação de borracha que se tornou vítreo quando a temperatura do ar caiu abaixo da temperatura de transição vítrea. o polímero flete e se comporta como uma borracha. o único movimento ocorre no nível molecular e não é detectável. Acima da temperatura de transição vítrea.Tipos de Polímeros Abaixo da temperatura de transição vítrea. .

derivado da destilação do óleo cru. a soja e a madeira são fontes renováveis de precursores de polímeros. Compostos de alto peso molecular (hidrocarbonetos) aquecidos na presença de um catalisador são quebrados em moléculas menores (craqueamento). Qualquer que seja a fonte dos materiais precursores a maioria dos polímeros é obtida a partir de: Polimerização de adição Polimerização de condensação . a cevada.Formação das Cadeias Poliméricas O petróleo é principal matéria-prima para a maioria dos polímeros. O milho.

se for um átomo de Cl temos o cloreto de vinila. dois átomos de Cl será vinilideno. se o H for substituído por um anel benzeno temos o estireno.Formação das Cadeias Poliméricas Polimerização de adição começa com um monômero vinílico. Ocorrem por três etapas: iniciação. Átomos de H temos o etileno. . propagação e terminação.

Formação das Cadeias Poliméricas Iniciação pode ser induzida por calor. radiação ou produto químico. Formação de um radical livre que ataca a ligação dupla formando uma nova ligação e transfere o radical livre para a extremidade da cadeia. .

o radical livre ataca outra a ligação dupla de outra molécula. repetindo a etapa de iniciação adicionando uma molécula a mais na cadeia crescente. .Formação das Cadeias Poliméricas Na propagação.

Formação das Cadeias Poliméricas Na etapa de terminação. os radicais livres reagem entre si terminando a reação de polimerização. Quando uma cadeia polimérica em crescimento com M unidades monoméricas combina-se com um radical livre resulta na terminação primária. .

que resulta em uma cadeia M+N .Formação das Cadeias Poliméricas Quando uma cadeia polimérica em crescimento com M unidades monoméricas reage com outra cadeia com N unidades monoméricas ocorre a terminação por recombinação primária.

Formação das Cadeias Poliméricas Alguns pontos devem ser considerados: O novo monômero pode ser adicionado entre as unidades substituídas e não substituídas ou uma mistura. . Muitas cadeias diferentes reagem ao mesmo tempo e é probabilístico se elas reagem com outro monômero ou com um radical livre. existiram apenas dois substituintes nas extremidades de uma cadeia (grupos terminais). Independente da quantidade de unidades monoméricas.

. As polimerizações mais frequentes acontecem entre um ácido e um álcool. nas extremidades das moléculas.Formação das Cadeias Poliméricas Polimerização de condensação não requer etapas sequenciais ou qualquer iniciação. Grupos potencialmente reativos. reagem formando uma nova ligação covalente entre os grupos funcionais (arranjos específicos de átomos) e uma molécula pequena (geralmente água).

Grupos Funcionais .

.Formação das Cadeias Poliméricas Polimerização de condensação para formar PET e água O náilon 6.6 é formado pela reação do ácido adípico e do hexametileno diamina.

Formação das Cadeias Poliméricas O polímero continua a crescer até resultar em polímero com forma juntamente com 2(n-1) moléculas de água. em alguns casos. . a reação pode ser terminada adicionando apenas um grupo funcional (congelamento da reação). A reação de polimerização alcança um equilíbrio inibindo um crescimento maior.

Ligação secundária – está associada à ligação entre as cadeias adjacentes. Ligação primária – forma a estrutura do polímero. combinação de três fontes: Forças de Van Der Waals Atração dipolar Ligação de hidrogênio .Constituição Inclui todas as questões relacionadas às ligações. sempre é covalente.

Constituição .

Constituição As ligações secundárias são função aditiva da sobreposição das cadeias de modo a interferir diretamente nas propriedades mecânicas (maior ou menor peso molecular modifica o limite de resistência mecânica) .

.Constituição A ramificação reduz a probabilidade de ligações secundárias reduzindo emaranhamento das cadeias. mais susceptível a solventes e mais degradável. resultando num polímero menos resistente e tenazes. mas fácil de fundir.

Podendo ter configuração: Díade isotática Díade sindotática . C assimétrico Os C assimétricos adjacente que têm configurações relativas (taticidade). O C é capaz de ter múltiplas configurações.Configuração É o arranjo espacial dos substituintes em torno da cadeia.

a cristalinidade dos polímeros é formada pela regularidade. A taticidade afeta diretamente a cristalinidade do polímero.Configuração Se as díades isotáticas quanto as sindiotática estão presentes significativamente o polímero é atático. alinhamentos isotáticos e sindiotáticos regulares cristalizam. .

Configuração Grupos laterais volumosos restringem a formação de cristais. A cristalinidade de polímeros é muito complexa e em muitos casos. existem apenas pequenas regiões de ordem. Os polímeros não têm redes em larga escala. regiões cristalinas são como defeitos. . A cadeia atática não tem regularidade espacial como resultado não irão cristalizar.

É função do equilíbrio da energia moleculares atrativas e repulsivas. A questão da conformação se torna mais importante quando os substituintes são diferentes. . a qual pode variar por rotação ou movimentos flexionais. se as forças repulsivas são maiores a geometria mais estável terá substituintes mais afastados.Conformação A conformação diz respeito à geometria espacial da cadeia principal e dos substituintes.

Conformação Etano estável Estados de energia do etano .

Conformação Deslocada: quando os arranjos dos maiores constituintes estão defasados de 120°. tipicamente a mais favorável. Conformação Trans: quando maiores constituintes em uma molécula estão defasados de 180°. . conformação desfavorável. também conhecida por cis. Conformação Gauche: quando maiores constituintes em uma molécula estão defasados de 60°.Tipos de Conformação Conformação em Eclipse: substituinte diretamente alinhados causando substancial repulsão.

Propriedades dos Polímeros Características óticas (cor e transparência) Térmicas ou resistência ao calor Elétricas ou resistência dielétrica Mecânicas ou resistência mecânica Químicas ou resistência à ação de moléculas estranhas Temperatura de empenamento (38 a 260°C) Temperatura recomendada de serviço (50 a 315°C) .

Pigmentos: aditivos que não se dissolvem. reduz o custo final. reduzem rigidez tornando mais dúctil e dobrável (devem ser baratos. Anilinas: aditivos dissolvidos diretamente.Aditivos Plastificantes: aditivos que causam inchamento permitindo que as cadeias deslizem mais facilmente entre si. . atóxicos e não voláteis). Corantes: pigmentos ou anilinas que alteram o modo pelo qual a luz é absorvida ou refletida. Cargas: qualquer material que não provoque melhora das propriedades.

do Ca. derivados orgânicos do Zn e Zn tetravalente. do Cd. previnem a degradação dos plásticos por auto-envelhecimento. e do Ba). oxidação. e ação da atmosfera prolongada.Aditivos Estabilizantes: melhoram a resistência a luz e ao calor que causam ruptura de das ligações. fragilização. Sais metálicos são usados comumente como estabilizantes (sais de Pb. .

Processamento dos Polímeros Os processamentos dos polímeros são: Para termoplástico Extrusão Cobertura de arame Fusão escalonada Sopro de filmes Moldagem por injeção Para termoplástico Fiação em solução de termorígido .

Processo de Extrusão Alimentador com os Pellets Poliméricos Purga Corpo da Extrusora com parafuso aquecido .

Processo de Cobertura de Arame Alimentador Polímero fundido Arame sem cobertura Matriz Arame recoberto .

Processo de Fusão Escalonada Alimentador Extrusora Fieira Seção transversal da Fieira Fibras poliméricas Bobina .

Processo de Sopro de Filmes Dispositivo de colápso Bobina de enrolamento Alimentador Linha de congelamento Cilindros de tração Entrada de ar .

Processo de Moldagem por Injeção Alimentador Bico da injetora Motor Hidráulico e Engrenagens Aquecedores Molde Corpo da Injetora .

Fiação em Solução de Termorígido .

Processo de Reciclagem .

Processo de Reciclagem .