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UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS

Profa. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 1

UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS
CONCEITOS BÁSICOS DE ANÁLISE MATRICIAL

Nós – sempre considerados rígidos, ou seja, o ângulo permanece o mesmo após o carregamento. Pontos de intersecção dos membros, assim como pontos de apoio e extremidades livres. Ação – pode ser força (forças concentradas, cargas distribuídas) ou binário. Apoios – Móvel (reações verticais), Fixo (reações verticais e horizontais) e Engastamento (reações verticais e horizontais, e momentos).

ANÁLISE DOS TIPOS DE ESTRUTURAS Isostáticas, Hiperestáticas e Hipostáticas. Imaginemos um vergalhão de ferro tão simplesmente apoiado em dois apoios e sujeito a uma carga distribuída P adicional ao seu próprio peso.

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ela continuaria estável. A Figura 1 tem mais vínculos que o necessário para sua estabilidade. Essa estrutura é chamada de hiperestática.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS O peso próprio e a carga distribuída dão ações verticais que são reagidas nos apoios A e B. Uma viga apoiada em mais de dois apoios é hiperestática. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 3 . pois se tirássemos alguns vínculos como a Figura 2. o vergalhão poderia sair do lugar. À estrutura 2 a seguir. pois poderíamos (em princípio) tirar um ou mais apoios e os outros poderiam continuar a resistir. ela seria hipostática (o vínculo B que sobraria seria necessário. Se o apoio A cedesse (desaparecesse). vê-se que. Nesse caso a estrutura é isostática (os vínculos são necessários e suficientes). Profa. pois os vínculos A e B não impedem a translação e nesse caso essa estrutura seria hipostática para esse esforço (andaria para a esquerda). mas não suficiente). Se nessa estrutura aparecesse uma força F inclinada. Essa estrutura tem vínculos estritamente necessários para os esforços atuantes. Se o apoio B quebrasse (perda de um vínculo) a estrutura ruiria.

Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 4 . θ z. Ângulos entre barras podem mudar. Dois deslocamentos por nó: ∆x. para serem resolvidas (conhecimentos dos esforços internos e externos) exigem a aplicação da teoria de deformações. ↑ Translação em y Ο →Translação em x (rótula → momento fletor = zero) Profa. Momentos fletores pequenos. ∆y. Treliça Plana → sistema de membros ligados entre si por rótulas. Uma estrutura hipostática em princípio é uma estrutura que vai andar. Deslocamento horizontal = 0. girar e cair! As estruturas isostáticas são calculáveis (conhecimento das suas tensões) com as condições já conhecidas: ∑H = 0 ∑V = 0 ∑M = 0 As estruturas hiperestáticas. Carregada apenas nos nós.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS Na construção civil as estruturas hipostáticas não são calculadas e sim evitadas. Admite: Deslocamento vertical e rotação. CARACTERÍSTICAS DE CADA TIPO DE ESTRUTURA APORTICADA Viga Contínua → membro reto que tem um ou mais pontos de apoio. Dois deslocamentos por nó: ∆y.

Três deslocamentos por nó: ∆x. θ x. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 5 . As forças e deslocamentos estão no mesmo plano da estrutura.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS Pórtico Plano → Tem suas barras (retas ou curvas) situadas em um mesmo plano (usualmente vertical). Ocorre quando uma estrutura está solicitada por forças. θ. E todos os binários têm seus vetores no plano. ∆y = 0. ∆y. sob ações externas que o solicitam neste plano. força Grelha Deslocamento pequeno. Todos os binários têm seus vetoresmomento normais ao plano. Forças na Estrutura ⇔ Deformações ⇔ Deslocamentos Profa. ∆x = 0. sofrerão deslocamentos. DEFORMAÇÕES E DESLOCAMENTOS Deformações → pequenas mudanças na forma. Podem ocorrer: ∆z. todos os pontos da estrutura. θ y. exceto os pontos de apoio imóveis. Cálculo dos Deslocamentos → uma parte essencial da análise estrutural. Em geral. internos resultantes: momento fletor. força cortante. Todas as forças são normais ao plano da estrutura. Esforços axial. Como conseqüência: pontos dentro da estrutura deslocam-se para novas posições. θ z = 0.

as deformações significativas do elemento sendo deformações normais à direção x.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS Tipos de Deformações Deformação Axial Força normal – a força atua no centróide da área da seção transversal. verificase que o elemento se alonga uniformemente. Deformação de Flexão Flexão – Binário Fletor Um binário fletor causa uma rotação relativa das duas seções transversais deixando de permanecer paralelas entre si. Deformação Cisalhante Força Cortante – Uma seção transversal da barra desloca-se lateralmente em relação à outra. Profa. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 6 .

br/peolpe/hlinde/Pef- 2200/animações-conceitos. Deformação de Torção Torção – O binário torsor causa uma rotação relativa das duas seções transversais em torno do eixo x. materiais que seguem a Lei de Hooke.htm • A avaliação das deformações depende da forma da seção transversal da barra e das propriedades mecânicas do material. O ponto A desloca-se para A’. dividiu P dividiu ε.ep. Trataremos somente de materiais que são elásticos. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 7 . Profa. isto é. Obs.lmc.usp.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS As deformações resultantes no elemento são na direção longitudinal da barra e consistem num encurtamento no lado da compressão e um alongamento no lado da tração. Relação Linear – Dobrou P dobrou ε.: • Veja animação no site: www.

Deve-se salientar. AÇÕES E DESLOCAMENTOS Ações – força concentrada. Em qualquer estrutura particular sob investigação nem todos os tipos de deformações serão significativos no cálculo dos deslocamentos. Deslocamento correspondente a uma força concentrada – translação Deslocamento correspondente a um binário – rotação. Flexão e Cisalhamento Grelha – Flexão. • • • • Viga – Flexão e Cisalhamento (comum ignorar as deformações axiais) Treliça – Normal Pórtico Plano – Normal. mesma direção. nem o deslocamento θ correspondente a M1 Profa. Convenção: AÇÕES E DESLOCAMENTOS CORRESPONDENTES Condições: Mesmo ponto.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS σ = constante (Relação Linear) = E = Módulo de Elasticidade ε Essa característica é conhecida como Lei de Hooke. contudo. força distribuída e binário. Deslocamentos → causados por efeitos acumulados das deformações de todos os elementos. mesma natureza. Cisalhamento e Torção. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 8 . que o deslocamento ∆ correspondente à carga P1 não é causado unicamente pela força P1.

Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 9 . enquanto que aqueles últimos são efeitos. Portanto. o material da estrutura segue a Lei de Hooke – significa que o material é perfeitamente elástico e tem uma relação linear entre esforço e deformação. Isto ocorre sempre que satisfaçam os três requisitos seguintes: 1. 3. de outras ações e deslocamentos. os deslocamentos da estrutura são pequenos – significa que todos os cálculos envolvendo as dimensões totais da estrutura podem ser baseados nas dimensões originais dela. as primeiras ações e deslocamentos têm natureza de causas.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS é causado somente por M1. Usando a superposição admite-se que certas ações e deslocamentos estão impostos na estrutura. na estrutura. Profa. neste exemplo tanto ∆ como θ são deslocamentos devidos à ação simultânea de P1 e M1. 2. Ações Externas Ações Internas (quando há um corte na seção) SUPERPOSIÇÃO DOS EFEITOS O princípio da superposição será válido sempre que existam relações lineares entre as ações e os deslocamentos da estrutura. Pelo contrário. Tais ações e deslocamentos provocam aparecimento. não existe interação entre efeitos axial e fletor nos membros – implica que o efeito das forças axiais na flexão das barras é desprezível. O princípio estabelece que os efeitos produzidos por várias causas podem ser obtidos combinando os efeitos devidos às causas individuais.

se o vetor-momento resultante é igual à zero. R =0 → ∑ Fx = 0 ∑ Fy = 0 ∑ Fz = 0 M =0 → ∑ Mx = 0 ∑ My = 0 ∑ Mz = 0 Profa. D3 = D31 + D32 + D33 EQUILÍBRIO Vetor-força resultante igual à zero. as equações de equilíbrio estático de momentos são iguais à zero. De modo idêntico. os deslocamentos da viga submetida à ação simultânea de todas as cargas são determinadas pelas somas: D1 = D11 + D12 + D13 D2 = D21 + D22 + D23 Ver tabela A3 Estas somas são expressões do Princípio da Superposição dos Efeitos. Então.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS A = Ação D = Deslocamento Dij i = correspondente a (identifica o deslocamento) j = devido à (causa do deslocamento) D11 correspondente a A1 causado por A1 D21 correspondente a A2 causado por A1 Para as vigas representadas não é difícil determinar os diferentes deslocamentos. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 10 . (Apêndice A). então suas componentes também devem ser iguais à zero.

como no método da flexibilidade. Num engaste não pode haver rotação do eixo do membro. As condições de compatibilidade devem ser satisfeitas em todos os pontos de apoio. 2.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS COMPATIBILIDADE Condições de compatibilidade – refere-se à continuidade dos deslocamentos ao longo da estrutura. INDETERMINAÇÃO ESTÁTICA E CINEMÁTICA Existem dois tipos de indeterminação que devem ser considerados na análise estrutural. Exemplos: Estaticamente Determinada – todas as reações e esforços resultantes podem ser encontrados utilizando apenas as equações de equilíbrio. então a estrutura é estaticamente determinada. deve ser considerada a indeterminação estática (GH). quando aplicadas a toda a estrutura e às suas diferentes partes. Exemplos: 1. Profa. GH = Grau de Hiperestaticidade. os deslocamentos (translações e rotações) devem ser os mesmos nos dois membros. Quando as ações são incógnitas na análise. Se há mais ações desconhecidas que equações. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 11 Estaticamente Indeterminada Estaticamente Determinada . Se estas equações são suficientes para encontrar todas as ações. tanto exteriores como interiores. a estrutura é estaticamente indeterminada. podem ser utilizadas para o cálculo de reações e esforços internos resultantes. Condições de compatibilidade nos nós da estrutura: em uma ligação rígida entre dois membros. onde é necessário que os deslocamentos da estrutura sejam coerentes com as condições de apoio. dependendo do interesse recair sobre as ações ou sobre os deslocamentos. As equações de equilíbrio.

Ponto O = Centro Instantâneo de Rotação.estrutura estaticamente determinada. Zero . zero. ou negativo. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 12 . Exemplo de estrutura móvel: (a) Situação de Instabilidade – moverá para a esquerda (b) não pode suportar uma carga tal como a força P. de equações de equilíbrio nodais) Esta expressão dará o grau de indeterminação estática que pode ser positivo. que não atua passando pelo ponto O. Positivo – estrutura estaticamente indeterminada.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS • Indeterminação Estática – GH GH = ( ∑ R + ações internas) – (nº. Negativo – implica uma estrutura móvel. Profa.

UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS Tipo de Estrutura Viga Treliça Plana Treliça Espacial Pórtico Plano Grelha Pórtico Espacial Ações desconhecidas por membro 2 1 1 3 3 6 Equações de Equilíbrio por nó 2 2 3 3 3 6 Deslocamentos por nó 2 2 3 3 3 6 No método de análise da rigidez. Fig.8 (b) Weaver e Gere Profa. 1.GL GL = nº de deslocamentos nodais – nº de restrições Exemplos: 1. 1. Fig. Por isso. os deslocamentos nodais da estrutura são as quantidades desconhecidas. GL – Grau de Liberdade • Indeterminação Cinemática .8 (a) Weaver e Gere GH = 4 – 3 = 1 GH = (3+2) – (2x2) = 1 (Omitido força e deformação axial) GL = (2x2) – 3 = 1 (Desprezando deformações axiais) Deslocamento desconhecido = 1 = Ө (Rotação) 2. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 13 . o segundo tipo de indeterminação é conhecido como indeterminação cinemática (GL).

8 (c) Weaver e Gere GH = (3+1x11) – (2x6) = 2 GL = (2x6) – 3 = 9 5. 1. GH = (4+2) – (2x2) = 2 (Desprezando deformações axiais) GL = (2x2) – 4 = 0 4. Fig. 1. Adriana Ano 2013 14 .UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS GH = 6 – 3 = 3 GH = (4+2) – (2X2) = 2 (Omitido força e deformação axial) GL = (2x2) – 4 = 0 (Desprezando deformações axiais) 3. Fig.9 Weaver e Gere GH = (4+1x10) – (2x7) = 0 GL = (2x7) – 4 = 10 de Oliveira Leite Coelho Profa.

Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 15 . a qual é definida como a ação necessária para produzir um deslocamento unitário.D Profa. S = Rigidez da mola. A relação entre A e D pode ser expressa por uma equação de deslocamento: D = F . sendo definida ação. como o deslocamento produzido por um valor unitário da A relação entre a ação e o deslocamento para a mola da figura pode também se expressa por uma equação de ação.A A = Ação D = Deslocamento F = Flexibilidade da mola.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS EQUAÇÕES DE AÇÃO E DESLOCAMENTO Um modo conveniente de exprimir a relação entre as ações atuantes numa estrutura e os seus deslocamentos é por meio de equações de ação e deslocamentos. A = S .

Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 16 . como segue: F= D A S= A A →D= D S Esta a relação estrutura inversa está somente é válida quando submetida a uma única carga. D1 = F11 A1 + F12 A2 + F13 A3 D2 = F21 A1 + F22 A2 + F23 A3 D3 = F31 A1 + F32 A2 + F33 A3 Profa. mais geral no qual a estrutura está submetida a três cargas. A 1 F = S = = S −1 A S F = S −1 Consideremos agora um exemplo. que a flexibilidade e a rigidez da mola são inversa uma da outra.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS Pode-se ver das equações.

Cada termo do segundo membro das equações anteriores é um deslocamento que está escrito na forma de um coeficiente multiplicado pela ação que produz o deslocamento. resolvendo simultaneamente as equações de deslocamento. As equações de ações resultantes têm a forma: Profa.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS D = F . F12 = representa o deslocamento correspondente à ação A1 e causado por um calor unitário A2. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 17 . Também é possível escrever equações de ação que exprimam as ações em função dos deslocamentos. F11 = representa o deslocamento correspondente à ação A1 e causado por um calor unitário A1.identifica o deslocamento denominando a ação a que corresponde. 2º índice – indica a causa do deslocamento. e assim sucessivamente. Tais equações podem ser obtidas. ou mais simplesmente coeficientes de flexibilidade. 1º índice . por exemplo.A Os coeficientes F são chamados coeficientes de influência de flexibilidade. Cada coeficiente de flexibilidade F representa um deslocamento causado por um valor unitário de uma carga.

o grau de indeterminação cinemática e o grau de indeterminação cinemática negligenciando as forças axiais.1d do livro texto. V. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 18 . 1º TRABALHO PRÁTICO Em sala 1. M e T? 2.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS A1 = S11 D1 + S12 D2 + S13 D3 A2 = S 21 D1 + S 22 D2 + S 23 D3 A3 = S31 D1 + S32 D2 + S33 D3 A = S . Explicar com suas palavras. Para o pórtico plano mostrado na figura 1. pede-se: o grau de indeterminação estática. o que são esforços solicitantes em uma seção transversal de uma barra. Eles são esforços concentrados ou distribuídos? Qual o efeito físico de cada uma de suas componentes: N. Profa.D Onde S é um coeficiente de rigidez.

Representar por meio de esquemas o significado físico dos coeficientes de flexibilidade e rigidez correspondentes a estas ações. 9. Quando ações e deslocamentos são ditos correspondentes? 5.UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE ESTRUTURAS HIPERESTÁTICAS 3. Representar por meio de esquemas o significado físico dos coeficientes de flexibilidade e rigidez correspondentes a estas ações. Para a grelha mostrada na figura 1. 7. Defina as ações correspondentes aos deslocamentos ∆c e θ c no pórtico plano mostrado na figura. Freqüentemente é necessário. 4.1e do livro texto. A treliça plana mostrada na figura está submetida a duas cargas A1 e A2. Quando uma estrutura é dita linearmente elástica? 8. encontrar: o grau de indeterminação estática e o grau de indeterminação cinemática. Adriana de Oliveira Leite Coelho Ano 2013 19 . tratar com ações e deslocamentos que se correspondem uns aos outros. A viga da figura está submetida às cargas A1 e A2 na extremidade livre. na análise estrutural. Profa.

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