TEORIA DO DELITO

ORGANOGRAMA
TORIA DO DELITO CRIME

FATO TÍPICO

ILÍCITO

CULPÁVEL

CONDUTA

LEGÍTIMA DEFESA

IMPUTABILIDADE

RESULTADO
NEXO CAUSAL

ESTADO DE NECESSIDADE
EST. CUMP. DO DEVER LEGAL

EXIG. DE CONDUTA DIVERSA
POTEN. CONS. DA ILICITUDE

TIPICIDADE

EXERC. REGULAR DE DIREITO
CONSENT. DO OFENDIDO

Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa

FATO TÍPICO
CONDUTA
RESULTADO NEXO CAUSAL TIPICIDADE
Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa

CONDUTA TEORIA CAUSALISTA TEORIA FINALISTA TEORIA SOCIAL DA AÇÃO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

a conduta é um comportamento humano voluntário no mundo exterior. muscular e voluntário. que consiste em fazer ou não fazer.TEORIA CAUSALISTA Segundo a teoria causalista. que prescinde do fim a que essa vontade se dirige. É um processo mecânico. TEORIA FINALISTA TEORIA SOCIAL DA AÇÃO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

a conduta é uma atividade final humana e não um comportamento simplesmente casual. dependendo dessa finalidade. o crime pode ser: DOLOSO ou CULPOSO TEORIA SOCIAL DA AÇÃO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .TEORIA FINALISTA Segundo a teoria finalista. E. implica necessariamente uma finalidade. Como ela é um fazer (ou não fazer) voluntário.

não o deseja. basta que o sujeito preveja o resultado para agir com dolo (o dolo é a representação do resultado). e para a última teoria age com dolo quem prevê o resultado.DOLO Existem três teorias para explicar o dolo. mas aceita se caso este venha ocorrer. para a segunda o dolo é mais amplo. adotamos a primeira e a terceira teoria (artigo 18. a teoria da vontade. age com dolo quem tem a intenção direta de praticar um fato contrário à lei. CULPA Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . da representação e do assentimento. do Código Penal). Para a primeira. Para o nosso ordenamento age dolosamente quem quis o resultado ou quem consentiu com o dano. I.

a culpa é INCONSCIENTE. ele se engana e acredita estar fazendo o certo. TEORIA SOCIAL DA AÇÃO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . a culpa é CONSCIENTE. ainda. não querido. mas sua vontade baseia-se em erro de tipo. A culpa pode ser por IMPRUDÊNCIA (agir perigosamente).CULPA Diz-se crime culposo quando o agente produz um resultado ilícito. E. II. e quando ele não prevê o resultado previsível. NEGLIGÊNCIA(falta de cuidado) ou IMPERÍCIA (pressupõe aptidão técnica). mas previsível. a culpa pode ser PRÓPRIA ou IMPRÓPRIA(quando o agente prevê e quer o resultado. que podia com a devida atenção ser evitado. do Código Penal. conforme artigo 18. Quando o agente prevê o resultado mas não o quer.

DOLO ou CULPA AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .TEORIA SOCIAL DA AÇÃO Para essa teoria. Nessa teoria a intenção da conduta também é importante. questionado pelos requisitos do Direito e não pelas leis naturais. a conduta é um comportamento humano socialmente relevante.

FATO TÍPICO CONDUTA RESULTADO NEXO CAUSAL TIPICIDADE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

os crimes podem ser: • Crime material – Conduta + Resultado • Crime formal – Conduta (é possível que haja Resultado) • Crime de mera conduta – Conduta NORMATIVISTA Para os normativistas. AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . independente de alteração do mundo exterior. o resultado é a modificação do mundo exterior. o resultado é a lesão ou ameaça de lesão a um bem jurídico.RESULTADO NATURALISTA Para os naturalistas. Com isso.

FATO TÍPICO CONDUTA RESULTADO NEXO CAUSAL TIPICIDADE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . conclui-se que tal conduta não é causa do dano. como ocorreu. a conduta deve ser causa do resultado (Art.NEXO CAUSAL Entre a conduta e o resultado é imprescindível que exista uma relação de causa e efeito. se o resultado continuar ocorrendo. 13) Para verificar se a conduta foi causa do resultado é necessário verificar a “conditio sine qua non” (a condição sem a qual não ocorreria o evento danoso). Podemos verificar isso através do procedimento hipotético de eliminação. excluí-se mentalmente a conduta.

FATO TÍPICO CONDUTA RESULTADO NEXO CAUSAL TIPICIDADE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

faltando algum elemento a conduta não é típica. Deve ocorrer a subsunção do fato a norma.TIPICIDADE Tipicidade é a exata correspondência entre o fato e a norma penal (reserva legal). CONTINUAÇÃO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . isto significa que para o fato ser considerado típico é preciso que exista uma lei descrevendo a conduta com todos seus elementos.

TIPICIDADE Ainda em relação a esse tema. 17) • ERRO DE TIPO (Art. 20) AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . 15) • ARREPENDIMENTO POSTERIOR (Art. 16) • CRIME IMPOSSÍVEL (Art. pode ocorrer: • CRIME CONSUMADO OU TENTADO (Art. 14) • DESISTÊNCIA VOLUNTÁRA OU ARREPENDIMENTO EFICAZ (Art.

ORGANOGRAMA TORIA DO DELITO CRIME FATO TÍPICO ILÍCITO CULPÁVEL CONDUTA LEGÍTIMA DEFESA IMPUTABILIDADE RESULTADO NEXO CAUSAL ESTADO DE NECESSIDADE EST. CUMP. REGULAR DE DIREITO CONSENT. DO OFENDIDO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . CONS. DE CONDUTA DIVERSA POTEN. DA ILICITUDE TIPICIDADE EXERC. DO DEVER LEGAL EXIG.

também. A ilicitude é a contradição entre a conduta e o ordenamento jurídico.ILÍCITO Para a existência do delito é necessário que a conduta típica seja. como: • LEGÍTIMA DEFESA • ESTADO DE NECESSIDADE • ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL • EXERCÍCIO REGULAR DE UM DIREITO • CONSENTIMENTO DO OFENDIDO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . Existem normas que excluem a ilicitude da conduta. ilícita.

a direito seu ou de outrem. ESTADO DE NECESSIDADE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .LEGÍTIMA DEFESA Nos termos do art. atual ou iminente. 25 do Código Penal. age em LEGÍTIMA DEFESA quem. usando moderadamente dos meios necessários. repele injusta agressão.

ESTRITO CUMP. cujo sacrifício não era razoável exigir-se.ESTADO DE NECESSIDADE Conforme o artigo 24 do Código Penal. nem podia de outro modo evitar) direito próprio ou alheio. Em uma situação de perigo. considera em ESTADO DE NECESSIDADE quem pratica o fato criminoso para salvar de perigo atual (que não provocou por sua vontade. DO DEVER LEGAL Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . para salvar um bem jurídico próprio ou de terceiro. pode-se sacrificar outro bem jurídico.

EXERCÍCIO REGULAR DE UM DIREITO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL Não há crime quando o agente atua no ESTRITO CUMPRIMENTO DE UM DEVER LEGAL. Esse dever deve constar em lei. Conforme o artigo 23. regulamentos ou atos administrativos fundados em lei e que sejam de caráter geral. decretos. III do Código Penal.

o agente não comete crime por estar exercitando uma prerrogativa a ele conferida pela lei. do Código Penal. A diferença desta excludente com a anterior é que no estrito cumprimento do dever legal se trata de um dever legal. e aqui um direito (uma faculdade).EXERCÍCIO REGULAR DE UM DIREITO Conforme o artigo 23. CONSENTIMENTO DO OFENDIDO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . III.

e a vítima capaz. AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . se o bem for disponível (patrimônio por exemplo). o consentimento atuará como causa supralegal de exclusão da ilicitude.CONSENTIMENTO DO OFENDIDO Segundo a doutrina.

CONS. DA ILICITUDE TIPICIDADE EXERC.ORGANOGRAMA TORIA DO DELITO CRIME FATO TÍPICO ILÍCITO CULPÁVEL CONDUTA LEGÍTIMA DEFESA IMPUTABILIDADE RESULTADO NEXO CAUSAL ESTADO DE NECESSIDADE EST. DO OFENDIDO Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . DE CONDUTA DIVERSA POTEN. REGULAR DE DIREITO CONSENT. DO DEVER LEGAL EXIG. CUMP.

ilícita e. CULPÁVEL. Para os adeptos da escola finalista (conduta). Três teorias explicam a culpabilidade: psicológica. a teoria normativa pura é a adotada. também. psicológica-normativa e a normativa pura. e a culpabilidade possui os seguintes elementos: • IMPUTABILIDADE • EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA • POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .CULPÁVEL Para a configuração do crime. é necessário a conduta típica.

Os critérios para definir quem é imputável são: biológico.IMPUTABILIDADE É a possibilidade de se atribuir a alguém a responsabilidade por algum fato. ou seja. EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . o conjunto de condições pessoais que dá ao agente a capacidade para lhe ser juridicamente imputada a prática de uma infração penal. Os inimputáveis estão enumerados nos artigos 26 e seguintes do Código Penal. psicológico e biopsicológico.

era inexigível conduta diversa por parte do agente. 22). POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . se. fica excluída a sua culpabilidade. Fica excluída a exigibilidade de conduta diversa por dois motivos: COAÇÃO MORAL IRRESITÍVEL E OBEDIÊNCIA HIERARQUICA (Art.EXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA Só devem ser punidas as condutas que poderiam ser evitadas. no caso concreto. Assim.

POTENCIAL CONSCIÊNCIA DA ILICITUDE Para que se possa reprovar o comportamento de alguém. a possibilidade de saber que sua conduta era proibida. Importante mencionar que o desconhecimento da lei é inescusável. AVANÇAR Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . quando atuou. pelo menos. por isso que aqui trata-se do POTENCIAL conhecimento. Pode ocorrer o ERRO DE PROIBIÇÃO. tivesse. 21). o agente equivoca-se sobre a ilicitude do fato (Art. é necessário e indispensável que ele.

ORGANOGRAMA TORIA DO DELITO CRIME FATO TÍPICO ILÍCITO CULPÁVEL CONDUTA LEGÍTIMA DEFESA IMPUTABILIDADE RESULTADO NEXO CAUSAL ESTADO DE NECESSIDADE EST. DO DEVER LEGAL EXIG. CONS. DE CONDUTA DIVERSA POTEN. REGULAR DE DIREITO CONSENT. DA ILICITUDE TIPICIDADE EXERC. DO OFENDIDO CLIQUE AQUI Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa . CUMP.

GRATO PELA ATENÇÃO TEORIA DO DELITO PROFESSOR: FABRIZIO ROSA Teoria do Delito Professor Fabrizio Rosa .

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