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Universidade Federal Rural do Semi-Árido Departamento de Ciências Animais Disciplina: Fisiopatologia da Reprodução

Patologias do Útero

Prof. Alexandre Rodrigues

• Útero
– Cornos – Corpo – Cérvix

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• Camadas do útero
– Endométrio – Miométrio – perimétrio

Alterações Congênitas

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Útero Duplo
• Ocorrência – Bovinos • Características – Septo que se estende do cérvix à bifurcação • Etiologia – Septo ? persistência da parede medial dos ductos de muller

Útero duplo em Vaca

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por parada do desenvolvimento ou por não fusão desses ductos – Hereditária • Shorthorn – gene recessivo ligado à pelagem 4 .Aplasia Segmentar • Sinonímia – Doença da Novilha Branca ( “Shorthorn”) – Ginatresia do canal útero vaginal • Ocorrência – Bovinos – Suínos • Etiologia – Desenvolvimento incompleto dos ductos de Muller.

• Classificação – Total ? útero unicorno – Parcial ? ausência de segmento • Área próxima do corpo • Área anterior à lesão ? mucometra Aplasia segmentar em égua 5 .

Aplasia segmentar do corno uterino em vaca • Sintomatologia – Pouco evidente – Corpo lúteo persistente e Anestro prolongado – Redução de fertilidade – Gestação ? corno oposto 6 .

raça. cor da pelagem – Palpação retal e inspeção vaginal • Acúmulo de líquidos no útero • Prognóstico – Mau ? Descarte Hipoplasia do Endométrio • Ocorrência – Em bovinos ? rara – Em éguas X0 • Características – Deficiência ou ausência do desenvolvimento das glândulas endometriais 7 .• Diagnóstico – Anamnese • Espécie.

• Sintomatologia – Incapacidade de produção de PGF2a ? Anestro – Subfertilidade • Diagnóstico – Biópsia uterina • Prognóstico – Mau ? Descarte Alterações Circulatórias 8 .

Hemorragias • Fisiológica – Cadelas no proestro e estro – Vacas no metaestro • Patológica – Neoplasias uterinas – Traumatismos decorrentes do parto – Erliquiose nas cadelas Subinvolução dos Sítios Placentários • Ocorrência – Cadelas jovens (< 3 anos) • Características – Atraso na involução natural do endométrio no pós parto 9 .

• Sintomatologia clínica – Hemorragia recorrente pela vagina após o parto – Duração de 7 a 12 semanas • Diagnóstico – Palpação abdominal • Massas eféricas no útero – Ultrassonografia SISP em cadelas 10 .

• Tratamento – Auto-cura na maioria dos casos – Metilergotamina (Methergin®) – OSH ? hemorragias graves Alterações Regressivas 11 .

delgado e coloração acinzentada – Destruição de glândulas endometriais Mucometra e Hidrometra • Acúmulo de líquido ou muco dentro do útero • Diferenças – Grau de hidratação da mucina • Evolução – Contaminação bacteriana ? Metrite 12 .Hipotrofia do Endométrio • Perda da função trófica do ovário • Etiologia – Castração – Hipopituitarismo – Inanição crônica – Doenças crônicas caquetizantes • Características – Endométrio liso.

• Etiologia – Obstrução de canal cervical ou vagina – Hiperestrogenismo • Cisto folicular – Persistência do hímen – Pseudogestação em cabra Mucometra em Égua 13 .

Mucometra + HEC em vaca Mucometra em cabra 14 .

palpação. gata e pequenos ruminantes • Diagnóstico – Histórico.Hidrometra em Gata • Sintomas – Anestro – Aumento de volume uterino – Aumento da cavidade abdominal • Cadela. ultrassonografia 15 .

• Prognóstico – Aplasia segmentar ? mau – Demais casos ? bom • Tratamento – Descarte – Resolução de cistos foliculares ? hCG – Pseudogestação na cabra ? luteolíticos Cistos Endometriais • Alterações estruturais do tecido de revestimento interno do útero • Ocorrência – Animais velhos ? Éguas – Animais jovens ? endometrite 16 .

Características – Dilatação de: • Vasos linfáticos ? obstrução • Glândulas endometriais ? hiperestrogenismo – Únicos ou múltiplos – Tamanho até 20cm Cistos endometriais em égua 17 .

Cistos endometriais em égua • Tipos de cistos – Glandulares • Processo inflamatório determina a diminuição da luz da glândula endometrial (3cm) – Linfangioectasia • Atinge toda a parede do útero • Cistos únicos 18 .

• Tipos de cistos – Linfáticos • Preenchimento da parede uterina com linfa • Mais comum – Flebectasias • Conteúdo sanguinolento • Pouco frequentes • Sintomas – Repetição de cio – Espessamento da parede uterina – Aumento do volume uterino circunscrito • Diagnóstico – Palpação retal – Ultrassonografia – Biópsia 19 .

• Prognóstico – Reservado – Éguas podem ser fecundadas • Gestação x aborto • Tratamento – Lavagem di ária do útero com solução fisiológica (42 a 45ºC) – Remoção cirúrgica – Descarte Alterações Progressivas 20 .

Hiperplasia Endometrial • Espessamento excessivo e irregular do endométrio. resultante de distúrbio hormonal • Sinonímia – Hiperplasia endometrial cística – Endometrite hiperpl ásica cística • Etiologia – Vacas e ovelhas • Estímulo estrogênico prolongado • Vacas ? Cisto folicular ou TCG • Ovelhas ? ingestão de plantas fitoestrogênicas – Éguas • Hiperestrogenismo ??? – Cadela • Complexo HEC/Piometra 21 .

HEC em vaca

Hiperplasia endometrial cística em cadela

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• Características – Espessamento do endométrio – Glândulas endometriais císticas – Edema de estroma – Acúmulo de muco no l úmen uterino – Sequela • Mucometra ou hidrometra ? Piometrite • Tratamento – Depende da etiologia

Adenomiose
• Presença de glândulas endometriais entre os feixes do miométrio • Etiologia – Anomalia congênita – Adquirida ? hiperplasia endometrial

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• Sinonímia – Endometriose • Ocorrência – Cadelas ? sequela da SISP – Vacas ? Aplasia parcial do corno uterino

Neoplasias Uterinas
• Pouco frequentes • Ocorrência – Cadelas e vacas ? leiomioma – Vacas e coelhas ? adenocarcinoma

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• Classificação – Epiteliais • Adenoma e adenocarcinoma – Mesenquimais • Lipoma • Fibroma / fibrossarcoma • Leiomioma / leiomiossarcoma • Vacas – Linfossarcoma • Leucose enzoótica bovina – Adenocarcinoma • 3º tumor mais comum nos bovinos • Sem sintomatologia • Alto grau de metástase 25 .

Adenocarcinoma em Tigresa Leiomioma uterino em Leoa 26 .

Leiomioma uterino em Vaca • Cadelas – Leiomioma • Tumor hormônio-dependente • Associado a cisto folicular e HEC 27 .

• Sintomas – Assintomático ? curso longo – Distúrbios da fertilidade • Diagnóstico – Palpação retal – Ultrassonografia • Prognóstico – Mau • Tratamento – GA ? descarte – PA ? OSH 28 .

Alterações de Posição Torção Uterina Cadela 29 .

Hérnia Cadela Ruptura Uterina Cadela 30 .

Prolapso Uterino Cadela Alterações Inflamatórias 31 .

Útero normal • Grande resistência a infecções • Susceptibilidade relacionada a fase do ciclo estral – Fase estrogênica • Atividade dos neutrófilos • Tônus uterino • Eliminação de microorganismos • Presença de imunoglobulinas – Fase progesterônica • Diminuição da contratilidade uterina e atividade leucocitária • Menor afluxo sanguíneo • Imunossupressão durante a gestação • Infecção uterina após o parto – Égua ? Streptococcus (1 a 3d) – Vaca ? Arcanobacter pyogenes e E. coli • Recuperação espontânea • Fatores predisponentes – Patogenicidade e n° de agentes – Retardamento da involução uterina 32 .

• Fatores relacionados a involução uterina – Tônus muscular uterino – Reconstituição epitelial • Período de involução uterina normal após o parto – Égua ? 9d – Cadela ? 9 a 12 semanas – Porca ? 20d – Vaca ? 50d Classificação das Infecções • Quanto à localização – Endometrite – Miometrite – Perimetrite – Metrite – Cervicite • Quanto ao curso – Agudo – Crônico 33 .

• Quanto ao exsudato – Seroso – Fibrinoso – Serofibrinoso – Purulento – Necrótico • Quanto a via de infecção – Ascendente – Hematógena • Quanto a etiologia (agentes): – Físicos (calor) – Químicos – Traumáticos – Infecciosos • Bactérias • Vírus • Protozoários • Fungos 34 .

Processos inflamatórios do útero de fêmeas ruminantes Classificação – CGI ? cervicite e endometrite pós-puerperal crônica – CGII ? cervicite e endometrite pós-puerperal mucopurulenta crônica – CGIII ?cervicite e endometrite pós-puerperal purulenta crônica – CGIV ? piometra – Metrite puerperal aguda – Metrite crônica 35 .

turvo com grumos purulentos • CGIII – Processo inflamatório generalizado – Comprometimento da regularidade dos ciclos estrais – Fluxo genital purulento • CGIV – Piometra – Exuberante produção de pus.• CGI – Cervicite e endometrite pós-puerperal crônica – Atinge a mucosa do trato genital da fêmea – Produção de secreção sero-mucosa • CGII – Cervicite e endometrite pós-puerperal crônica – Aumento do fluxo cervical • Caráter mucoso. com acúmulo no útero – Comprometimento da regularidade dos ciclos estrais – Palpação retal • Aumento do volume dos cornos uterinos • Flutuação • Presença de CL no ovário – Cérvix fechada x aberta 36 .

• Metrite puerperal aguda – Metrite séptica – Processo inflamatório grave – Grave sintomatologia de endotoxemia • Metrite crônica – Inflamações profundas que acometem o miométrio – Associada ou não a endometrite – Mau prognóstico quanto a função reprodutiva Etiologia • Origem infecciosa • Período pós-puerperal • Evolução crônica • Etiologia – Manejo inadequado • Fatores – Predisponentes x determinantes 37 .

• Fatores predisponentes – Fatores anatômicos e mecânicos • Aposição dos lábios vulvares. causando complicações secund árias 38 . ferimentos • Abertura permanente ou prolongada da cérvix • Motilidade do útero • Secreção das glândulas da mucosa uterina – Reações orgânicas – celulares e imunológicas inespecíficas • Leucocitose local – Reações orgânicas – celulares e imunológicas específicas • Imunoglobulinas • Atuação dos linfócitos e plasmócitos • Fatores predisponentes – Distúrbios da gestação e parturição • Abortamentos de origem infecciosa ou esporádicos • Distúrbios da gestação • Alterações uterinas durante a gestação – Retenção das membranas fetais – Manejo reprodutivo deficiente – Deficiências orgânicas nutricionais – Doenças associadas.

• Fatores determinantes – Infecções microbianas • Streptococcus a-hemolítico (26.0%) • Staphylococcus epidermis (13.4%) • Streptococcus hemolítico (5.6%) • Proteus (2.6%) • Arcanobacter pyogenes (8.4%) • Escherichia coli (18.6%) • Coliformes (2.6%) Manifestações Clínicas • CGI – – – – – Cervicite e endometrite Cios normais com períodos de repetição variados Fluxo vaginal mucoso com turva ção no cio (“muco sujo”) Palpação retal sem alterações evidentes Vaginoscopia • Cérvix ligeiramente aberta • Maior umidade vaginal • Cervicite ? coloração rosada intensa – Biópsia uterina ? infiltração de neutrófilos 39 .3%) • Bacillus subtilis (15. (2.5%) • Arcanobacter spp.

com ou sem prolapso do 1° anel cervical • CGIII – Inflamação generalizada do cérvix e endométrio – Aciclia ou irregularidade de ciclo – Fluxo vaginal abundante.• CGII – Associação com cervicite e vaginite – Maior volume do fluxo vaginal mucopurulento • Ressecamento e aderência aos pelos da vulva – Cios regulares • Repetição de cio ou persistência de CL – Palpação retal • Útero flácido e sem contratilidade • Processo catarral em um corno x gestação no outro – Vaginoscopia • Fluxo muco-purulento cervical • Aumento da umidade vaginal • Mucosa do fórnixhiperêmica (cervicite) • Óstio cervical aberto. com aspecto purulento – Acúmulo de pus no interior dos cornos – Palpação retal • Aumento da consistência do útero. com parede espessada • Persistência de CL – Inspeção vaginal • Aumento da umidade vaginal • Acúmulo de secreção purulenta na vagina ou fluxo cervical • Cervicite com prolapso de anéis 40 .

prostração e febre intensa • Taquicardia e taquipnéia • Paresia dos reservatórios gástricos • Risco de evolução mortal/ – Palpação vaginal • Atonia uterina • Secreção sanguinolenta. pouca viscosidade • Cérvix relaxada – Prognóstico ? reservado 41 .• CGIV – Acúmulo de pus na cavidade uterina ? piometra – Aciclia – Canal cervical fechado ou aberto ocasionalmente – Palpação retal • Aumento de volume dos cornos uterinos. aspecto achocolatado. flutuação. maior tensão • Simetria do aumento dos cornos uterinos • Presença de CL • Diagnóstico diferencial de gestação – Vaginoscopia • Piometra fechada ? assintomática • Metrite puerperal aguda – Inércia uterina e endotoxemia – Profusa contaminação das vias fetais – Comprometimento do estado geral da vaca ? endotoxemia • Apatia. com resquícios de anexos fetais e odor pútrido.

Endometrite Pós-Parto em Vaca Maceração Fetal em Bovino 42 .

Piometra em Vaca no Pós-Parto Piometra em Vaca 43 .

0 – 5. Ocitocina (10UI/ mL) ? 1. Ciosin (cloprostenol) ? 2mL IM 44 .0 mL IM – Ocitocina • Aumenta o tônus uterino e sua capacidade contráctil • Ativo no período imediato ao parto • Ex. ECP ? 1.5 – 5.0 mL IM – Prostaglandinas • • • • Tratamento coadjuvante Provoca a luteólise Aumento da contratilidade uterina Ex.Tratamento • Aspectos considerados – Eliminação dos agentes infecciosos – Não causar dano ao endométrio – Não inibir os mecanismos fisiológicos de defesa orgânica – Não deixar resíduos indesejáveis dos medicamentos utilizados no leite e carne de consumo humano • Processos – Estimulação uterina x combate aos agentes determinantes • Tratamentos hormonais – Estrógenos • • • • Doses maiores ? eliminação de secundinas Doses terapêuticas ? aumenta capacidade de defesa (leucocitose) Efeito colateral ? ocorrência de cistos foliculares Ex.

Salina – Substâncias • Gentamicina – IIU ? 1g – IM ? 6.2%) ? 50-150 mL • Clorados (Clorexidina 2-3%) ? 50-150 mL • DMSO 5% ? 30 a 50 mL diluídos em sol. Salina / 3dias – Antinflamatório e analgésico que modifica a permeabilidade dos epitélios • Iodo povidona 2-3% ? 50-150 mL • Tratamentos antibióticos – Via sistêmica (SC.6 mg/Kg PV • Amicacina – IIU ? 2g – IM ? 2g • Penicilina G – IIU ? 1 milhão de UI – IM ? 20 a 50. EV) – Infusão intra-uterina ? diluídos em 50mL de sol. IM.000 UI/Kg PV 45 .• Tratamentos antissépticos – Redução da infecção com inativação de bactérias – Redução do tamanho uterino e aumento do tônus – Substâncias para infusão uterina • Acridina (Rivanol 0.1 a 0.

Processos Inflamatórios do Útero de Éguas • Causas mais frequentes de infertilidade em éguas • Incidência ? 25 a 40% • Endometrite pós-coito ? transitória • Mecanismos de defesa – Fagocitose – Imunidade local mediada por anticorpos – Remoção física de bactérias e produtos 46 .

(2%) – Taylorella equigenitallis • Metrite contagiosa dos equinos (CEM) 47 . (11%) – Escherichia coli/coliformes (7%) – Peseudomonas aeruginosa (5%) – Staphilococcus a-hemolítico (5%) – Bordetella sp.Etiologia • Fatores predisponentes – Intervenções obstétricas – Partos distócicos – Problemas constitucionais da vulva/períneo – Diminuição imunológica – Cistos endometriais – Falta de higiene na cópula ou biotécnica – Maior patogenicidade de alguns germes • Fatores determinantes (agentes) – Streptococcus ß-hemolítico (70%) – Klebesiella sp.

Sintomatologia • Endometrites – Palpação retal • Distensão e turgidez uterina – Inspeção • Hiperemia cervical • Umidade vaginal aumentada • Metrites – Secreção sanguinolenta – Cervicite e vaginite • Piometra – Exsudato acumulado no útero ? 100mL a 35L • SC ? similaridade a ruminantes • Diagnóstico ? + US e biópsia uterina 48 .

– Antibióticos IIU ou sistêmica • Selecionados segundo sensibilidade de agentes isolados 49 .Metrite Infecciosa Equina Tratamento – Antissépticos por infusão intra-uterina • Iodo-povidona 2-3% ? 300 a 500 mL / 5d • Clorexidina 2-3% em água destilada ? 300 – 500mL • DMSO 5% ? 60mL / 3d • Obs. O endométrio das éguas é mais sens ível à ação irritante dos antissépticos.

Processos Inflamatórios do Útero de Porcas • Enfermidades frequentes ? período puerperal • Surtos enzoóticos • Metrite-Mastite-Agalaxia das porcas (MMA) • Etiopatogenia – Fatores predisponentes • Erros de manejo • Deficiência na higiene – Fatores determinantes (agentes) • Bacterioides melaninogenicus • Clostridium perfringes • Arcanobacter spp. • Escherichia coli 50 .

Manifestações Clínicas • Repetição de cio • Infertilidade temporária ou permanente • Síndrome MMA – Septicemia – Mamite – Agalaxia – Morte dos leitões por hopoglicemia • Palpação retal – – – – – Útero flácido e flutuante Diminuição da contratilidade e atonia Aumento da consistência em metrites crônicas Aumento do volume uterino nas piometras Retenção fetal • Inspeção vaginal – Fluxo de secreções – Hiperemia da mucosa 51 .

uterino – Hormonioterapia • Ocitocina ? 5UI/IM imediatamente após o parto • Prostaglandinas ? persistência de CL Processos Inflamatórios do Útero de Cadelas 52 .Tratamento • Medidas profiláticas • Medidas curativas – Antissépticos – Antibióticos • Sistêmico e intra.

com ou sem histórico reprodutivo • Etiologia – Prim ário ? Estrógenos + Progesterona » Precedida ou não de HEC – Secundário ? Contaminação bacteriana » Escherichia coli » Klebsiellas » Pseudomonas » Staphylococos » Streptococos 53 .• Complexo Hiperplasia Endometrial Cística / Piometra da cadela – CHEC/P – Afecção crônica – Origem hormonal – Período diestral – E2 ? HEC • Hidrometra • Mucometra • Piometra – Piometra na cadela • Reação inflamatória exsudativa e degenerativa do endométrio • Associada ou não ao miométrio • Presença de bactérias na luz uterina • Cadelas > 7 anos.

Bom estado geral .Secreção vaginal mucosa ou purulenta .Estado geral alterado .Distensão abdominal .Anorexia. poliúria e polidipsia Leucocitose neutrofílica Anemia normocrômica-normocítica não regenerativa Choque tóxico associado a insuficiência renal Desidratação severa e uremia CID e morte por hipotermia • Diagnóstico – Exames complementares » Radiografia abdominal de perfil » Ultrassonografia 54 .• Diagnóstico – Expressão clínica » Piometra aberta .Possíveis distúrbios digestivos » Piometra fechada .

Útero canino com piometra 55 .

Útero canino com piometra Útero canino com piometra 56 .

anemia e anorexia • Secreção vaginal escura e mal-cheirosa • Rejeição dos neonatos 57 .1µg/Kg/dia/5 – 7d » Antiprogestágenos . D15.• Tratamento – Cirúrgico » Rehidratação .Aglepristone *10mg/Kg/d ? D1. D8. D30 • Metrite Pós-Parto em Cadelas – Inflamação do endométrio e miométrio – Ocorrência: 1º e 7º dia no pós-parto – Causas • Partos distócicos e manobras obstétricas • Retenção placentária – Sinais clínicos • Depressão.2/3 de glicose 5%+ 1/3 de Ringer-lactato » Antibioticoterapia » Ovário-salpingo-histerectomia – Terapêutico » Prostaglandina F2a * Natural – 100 a 250µg/Kg/dia/5 – 7d * Cloprostenol . D2.

Metrite séptica pós-parto em cadela – Tratamento • Antibioticoterapia • Fluidoterapia • Prostaglandina • OSH 58 .

Endometrite.Processos Inflamatórios do Útero de Gatas • Metrite. Piometra – Ocorrência: estro e diestro – Etiologia • Elevações de P4 – Sinais clínicos • Secreção vaginal mucopurulenta ou hemorrágica • Anorexia e Pirexia • Letargia • Vômitos • Perda de peso • Distensão abdominal 59 .

Secreção vaginal em gata com piometra Distensão abdominal em gata com piometra 60 .

1mg/Kg por 5 – 7 dias 61 .Útero de gata com piometra – Tratamento • Eletivo ? OSH • Antibioticoterapia • Fluidoterapia • Terapêutico – Prostaglandinas naturais » 0.

Bye!!!!!!!!!! 62 .