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Dicas para "vender" o seu perfil no LinkedIn - SAPO Mulher

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Dicas para "vender" o seu perfil no LinkedIn
Saiba como tirar proveito da maior rede profissional na Internet Nos últimos anos, a rede profissional LinkedIn tem-se tornado um instrumento cada vez mais utilizado pelos portugueses. Não só na procura de emprego, mas também na interação entre as redes de contatos. O sucesso profissional passa cada vez mais pela forma como nos comportamos e interagimos no LinkedIn. Tal como tudo a que nos dedicamos verdadeiramente, o LinkedIn exige tempo. Tempo para otimizarmos o nosso perfil, conhecermos a nossa rede de contatos e interagir com ela. Ou mesmo para procurar emprego, se for o caso. Há pouco menos de um ano, depois de uma licença de maternidade, Maria José Barros foi convidada a sair da empresa onde trabalhava. Na altura, com um perfil criado no LinkedIn há já algum tempo, socorreu-se da sua rede de contatos e enviou dezenas de currículos. “Pedi a essas pessoas para reencaminharem o meu currículo”, conta ao SAPO Mulher. Pouco mais de dois meses passaram até que encontrou trabalho na atual empresa onde é responsável pelos recursos humanos de um grupo de medicina dentária. Apesar de não ter estado muito ativa como gostaria nos últimos tempos, acede duas vezes por dia ao seu perfil, faz atualizações e convida pessoas potencialmente interessantes para a sua rede de contactos. Como recrutadora aconselha os utilizadores a realçarem as competências-chave, “aquilo em que realmente se é bom”, de forma a tornar o perfil “vendável”. Deixamos algumas dicas: "Chapar" o currículo e esperar é um erro Uma das primeiras tentações de quem usa a rede é “chapar” o currículo no perfil. Jorge Sobreira, diretor de ativos imobiliários da Lucius e criador do primeiro evento de SLOW Networking em Portugal, diz que não há pior erro do que “colocar o currículo no perfil e esperar”. “O LinkedIn é uma plataforma acima de tudo de partilha profissional, mas é preciso fazer manutenção”, diz em entrevista ao SAPO Mulher. Trabalho relacional na rede Esta manutenção significa alimentarmos a nossa rede de contactos e interagirmos com ela. E é aí onde pode residir o sucesso. “Há grupos onde podemos ter uma atitude passiva e outros onde tentamos criar sinergias. Isto é trabalho relacional”, explica Rui Pedro Caramez, professor universitário e especialista do LinkedIn. Assim, é essencial pesquisarmos, vermos o que os nossos contatos andam a fazer, pertencermos a grupos e interagirmos neles, mediante os nossos objetivos e interesses. Palavras-chave no perfil Outra prática importante a ter em conta é o uso de palavras-chave nos perfis dos utilizadores. Devem ser orientadas para a área de especialização, para o que achamos interessante realçar no nosso perfil e não precisam de ser necessariamente as nossas hard skills (competências técnicas). “Cada vez mais a componente de comunicação e de interação são valorizadas pelas empresas, aquilo que está para lá das nossas competências técnicas”, explica Pedro Caramez. Empresas "andam à caça" de novos talentos Mesmo sem tencionarmos mudar de emprego, a verdade é que muitas empresas andam à caça de profissionais competentes na rede, e nunca se sabe se um dia seremos nós os escolhidos para fazer parte de um novo projeto. Para além das ofertas normais que podemos encontrar no LinkedIn (às quais submetemos o nosso currículo e aguardamos um contacto) há um conjunto de empresas ou agências de recrutamento que “andam à caça” de um determinado candidato, com skills muito específicas. Esta forma de recrutamento é muitas vezes virada para os cargos de topo ou executivos. Incide sobretudo nas suas soft skills ou seja, aquelas que vão para lá daquilo que tecnicamente sabemos fazer, como saber comunicar e interagir com as pessoas, por exemplo. “Uma empresa desenvolve um projeto de recrutamento com uma agência de emprego. Essa agência faz uma pesquisa e apresenta o top 5 dos melhores candidatos para o perfil. Com base nas skills (competências), a empresa faz uma busca através das bases de dados, contacta a pessoa e a partir daí o processo passa a pessoal, fora do âmbito da rede social”, exemplifica Pedro Caramez. Última dica: além das competências técnicas, mostre aquilo em que realmente é bom para lá do curso que frequentou na Faculdade: os seus hobbies, um talento artístico que nasceu consigo, ou mesmo um blog seu sobre moda. Links úteis: Guia do Emprego 2012 (por Pedro Caramez) Dicas para procurar emprego através do LinkedIn: 15 erros básicos a evitar no LinkedIn @Catarina Osório Leia também LinkedIn: o sucesso demora a construir

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21-10-2012 17:27

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