LIÇÕES  DE  ORQUESTRAÇÃO    

por     Roberto  Alejandro  Pérez    

Edição do Autor Beja 2010

                                                     

Sumario  
  Sumario  ..............................................................................................................................................  3   INTRODUÇÃO  ..................................................................................................................................  5   INTRODUÇÃO  À  BIBLIOGRAFIA  ..............................................................................................  9   Bibliografia  básica  (clássica)  para  o  estudo  da  Instrumentação  ..........................  9   Bibliografia  básica  (clássica)  para  o  estudo  da  Orquestração  ............................  11   Bibliografia  complementar  ................................................................................................  12   LIÇÃO  Nº1,  Sinfonia  Nº3  de  F.  J.  Haydn  .............................................................................  14   Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos  ..........................................  15   Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  3ª  Sinfonia   de  Haydn  ...............................................................................................................................  17   LIÇÃO  Nº2,  Sinfonia  Nº7  de  F.  J.  Haydn  .............................................................................  19   Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos  ..........................................  20   Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  7ª  Sinfonia   de  Haydn  ...............................................................................................................................  22   LIÇÃO  Nº3,  Sinfonia  Nº8  de  F.  J.  Haydn  .............................................................................  23   Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos  ..........................................  24   Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  8ª  Sinfonia   de  Haydn  ...............................................................................................................................  25   LIÇÃO  Nº4,  Menuetto  Hob.  IX:20,11,  de  F.  J.  Haydn  .....................................................  26   Comentários  sobre  a  orquestração  do  Menuetto  Hob.  IX:20,  11  de  Haydn  ...................................................................................................................................................  26   LIÇÃO  Nº5,  Menuetto  Hob.  IX:20,  15  ..................................................................................  28   LIÇÃO  Nº6,  Sonata  para  piano  Nº16  em  Mib  de  F.  J.  Haydn  .....................................  30   LIÇÃO  Nº7,  Fantasia  em  Dó  Hob.  VII:4  de  F.  J.  Haydn  .................................................  31   LIÇÃO  Nº8,  Divertimento  em  Sol  Hob.  XVI:G1  de  F.  J.  Haydn  ..................................  32   LIÇÃO  Nº8,  Divertimento  em  Mi  Hob.  XVI:13  de  F.  J.  Haydn  ....................................  34   LIÇÃO  Nº10,  Divertimento  em  Ré  Hob.  XVI:19  de  F.  J.  Haydn  .................................  36   LIÇÃO  Nº11,  Divertimento  em  Lá  Hob.  XVI:23  de  F.  J.  Haydn  .................................  40   Índice  de  Figuras  .........................................................................................................................  43    

                                                     

 Great  Britain. Existem tratados de instrumentação editados desde mediados do século XIX até os últimos anos do século XX (talvez inícios do século XIX). já bem entrado o século XXI. .  Orchestration. um instrumento de arco e um instrumento de sopro.org). O passo seguinte é variável. ou acesso a gravações em lojas online que comercializam gravações em formato mp3 a preços razoáveis O estudo da orquestração começa com a adquisição de conhecimentos mais ou menos aprofundados das características técnicas e expressivas dos instrumentos utilizados com mais frequência nas orquestras dos séculos XVIII. madeiras e metais) para depois escolher trechos que não coloquem problemas de estilo para serem orquestrados pelo tutti standard da orquestra sinfónica. realizar pequenos exercícios de orquestração dedicados primeiramente às famílias separadas da orquestra (cordas.) e das características pessoais de cada professor (formação académica e profissional). Outra condição primordial para o estudo de qualquer disciplina relacionada com a formação de um músico. continuando com a realização de breves orquestrações para orquestra clássica a partir de peças originais escritos para piano pelos mesmos compositores das partituras que foram reduzidas. Não deixamos de recomendar que o estudante realize estudos de órgão. etc. dependendo este das características do curso onde se insere a disciplina de orquestração (composição. e a de tentar conhecer a maior quantidade de música possível.  London  Victor  Gollancz  ltd. de preferência dentro do enquadramento da instituição onde está-se a formar.  Os  sons   executados  pela  orquestra  são  a  última  manifestação   das  ideias  que  germinaram  na  mente  do  compositor. Nos dias que correm.  Walter. Pressupõe também que o aluno tenha desenvolvido capacidades na disciplina de análise musical e na prática instrumental. formação musical.imslp. como a International Music Score Library Project (www.”     Piston.INTRODUÇÃO     “A  verdadeira  arte  da  orquestração  é  inseparável  do   ato  criativo  da  composição  musical. Outra possibilidade é a de. depois do estudo dedicado aos instrumentos em particular. qualquer pessoa pode ter acesso a bibliotecas de partituras.  1978. XIX e XX. direção. e graças a recursos como a Internet.   O estudo da orquestração pressupõe que o aluno tenha completado estudos de harmonia e contraponto. ciências musicais. podendo passar pela redução para piano de partituras clássicas escritas originalmente para orquestra.

e quando as orquestrações seguintes aproveitam-se de algumas destas observações. Não pretendemos concorrer com os valiosos tratados escritos até a data realizando mais uma síntese de ditos tratados. Ravel. Um tipo de exercício proposto desde estas páginas será o de trabalhar o arranjo de materiais provenientes da música tradicional (do pais onde se aplique este método) condicionados a dificuldades que não ultrapassem os níveis de capacidades de execução de alunos de instrumento do ensino vocacional da música. pode continuar observando e trabalhando sobre partituras orquestrais e para piano de Beethoven. Stravinsky (neoclássico). Wagner. como por exemplo: tratamento de melodias a solo. se é que pode se chamar de esta maneira. e podem ser abordados com mais pormenor problemas de notação mais atuais. melodias acompanhadas. em diferentes naipes e tutti. e posteriormente a autocrítica do aluno. A continuação duas palavras sobre a prática corrente de acompanhar a audição . Tchaikovsky. etc. Uma lista de alguns livros de referência pode encontrarse algumas páginas mais afrente com alguns comentários úteis sobre cada tratado em particular. Um recurso didático bastante eficaz é o que recorre à deteção de erros intencionalmente escritos pelo professor em realizações próprias. Liszt. oitavas. texturas mais comuns. A orquestração não estilística pode desenvolver-se a traves da análise e realização de texturas. e ocasionalmente em partituras acabadas por algum que outro compositor profissional. destinadas a estimular a leitura crítica. etc. etc. Nas páginas que seguem. texturas. a utilização dos diferentes instrumentos segundo as suas características idiomáticas. os códigos de escrita.A primeira opção é útil quando a redução para piano é acompanhada por observações que podem ir desde o formato da partitura de orquestra. equilíbrios. A segunda opção dedica mais atenção a problemas mais específicos da escrita para as diferentes famílias da orquestra. Mendelssohn. A orquestração estilística. etc. acordes.. Debussy. uníssonos. texturas contrapontísticas. o leitor não encontrará os capítulos de rigor dedicados a apresentar cada família e cada instrumento em particular. Este tipo de erros é o que observa-se com muita frequência em trabalhos para orquestra de jovens compositores. registos. Berlioz.

Uma das finalidades do estudo da orquestração e desenvolver o ouvido tímbrico (interno) do estudante. Seguidamente. sem a partitura pela frente. tantas vezes seja necessário para continuar a audição o mais completa possível. quase gráfica. identificar esta passagem na partitura. 2) Tentar reconhecer na partitura impressa. ao seu efeito (subjectivo) e aos meios que. sem o auxilio da gravação. deve voltar atrás. gestos idiomáticos. Cabe agora para finalizar estas breves linhas introdutórias uma advertência para os perigos que vêm acompanhando o canto das sereias que encantam os ouvidos dos jovens inexperientes por meio dos sons artificiais (muito bem conseguidos) dos programas mais utilizados hoje em dia para a edição de partituras. relações entre registos e dinâmicas. e tentar encontrar uma justificação que explique como aquela combinação produz o efeito que cativou a contemplação estética do ouvinte. o compositor empregou para conseguir tal resultado. só recorrendo à memória auditiva. 4) Tornar a escutar com atenção. quando o aluno tenha que acompanhar com a vista e o ouvido as mesmas partes que agora foi capaz de reproduzir. Isto é. da estrutura do trecho ou secção. mas tentando seguir instrumentos individuais. Sou apologista de ordenar um processo que de esta maneira seria mais útil para o aluno. as secções identificadas anteriormente. 3) Ler mentalmente ou cantando as linhas individuais dos instrumentos que fazem parte da partitura. O aluno pode ter um caderno de apontamentos onde fará referência a dita passagem. a procura de passagens que chamem particularmente a atenção. ou das violas. ou pelo seu caráter ou por alguma razão de ordem particular. articulações. 3) Escutar com atenção e acompanhando a audição com a partitura. No caso de em algum momento o aluno perder o fio condutor. isto vai ajudar no passo seguinte. etc. agora sem partitura o mesmo fragmento. Esta audição serve para criar uma imagem mental. Particularmente não sugiro o procedimento quase desportivo de seguir com a vista (e as vezes com o ouvido) manchas impressas numa folha de papel. que o estudante adquira a capacidade de imaginar os sons . ou pela sua beleza tímbrica. etc. como por exemplo: 1) Escutar com atenção um fragmento estruturalmente coerente da obra a acompanhar. por exemplo a linha do primeiro fagote.de uma obra qualquer com a partitura correspondente. Este passo estaria incompleto se não vai acompanhado da observação crítica ou analítica de pormenores como: tessituras utilizadas.

já que estes tocam exatamente o que lá está escrito sem ter em conta a realidade com a que se enfrenta o músico de carne e osso. da mesma maneira que lembra o som da voz das pessoas a que está ligado afetivamente. e os equilíbrios ou desequilíbrios que são consequência da execução com instrumentos ao vivo.     . e a fantasia individual que permita “visualizar” instrumentistas reais (com nome e apelido conhecidos pelo aluno) no momento da recriação mental do som.individuais dos instrumentos e com o tempo algumas das combinações utilizadas com mais frequência (já que o ouvido interno funciona a base da memória). É por estas razões e por outras que não recomendamos aderir à fascinação da audição imediata do resultado oferecido pelo programa de edição de partituras. Para desenvolver este tipo de audição interna. a assistência a ensaios de orquestra. podem ser um caminho possível que leve ao estudante para alguns portos desejados. a recomendação de realizar o acompanhamento das gravações com partituras como foi indicado alguns parágrafos acima.

Treatise on Instrumentation. em notação musical... La técnica de la orquesta contemporanea. Buenos Aires. Virgilio. Publicado pela primeira vez em 1933. Excelente e muito claro nas referências sobre as possibilidades técnicas e expressivas dos instrumentos individuais. 1950. sopro e percussão com indicações valiosíssimas não só para o futuro maestro. triplas. London. New York.A. Durand). Charles-Marie. 1991. El Arte de Dirigir la Orquesta. S. foi o tratado que Ravel tinha sempre à mão enquanto trabalhava nas suas composições orquestrais. no prefácio sublinha a importância deste tratado pelo facto de apresentar uma “Lista completa de trilos e trémolos para as madeiras e duplas. Originalmente publicado em 1843. no que a conceitos clássicos se refere. A célebre passagem cromática em oitavas para o oboé que se encontra na página 33 do Concerto para piano em Sol (Ed. Richard. e quadruples notas para as cordas. Alfredo e Mortari. a manual of practical instrumentation. Publicado em 1904 na França (no mesmo ano em que Strauss assina o prefácio da sua atualização do tratado de Berlioz). 4) Casella. articulações. no que a golpes de arco. 1906. mas sim também para o aprendiz de composição. Único texto que trata com algum pormenor as trompas naturais. ataques se refere. Editorial Labor. Widor. 1988. The Technique of the Modern Orchestra.INTRODUÇÃO  À  BIBLIOGRAFIA     Bibliografia  básica  (clássica)  para  o  estudo  da  Instrumentação   1) Berlioz. Joseph Williams limited. 2) Widor. embora o prefácio de Strauss date de 1904. trilos comentando o seu grau de dificuldade. Hector e Strauss.” 3) Scherchen. parece ter sido copiada do exemplo dado por Widor na página 22 do seu tratado. Hermann.Dover Publications. Ricordi Americana. para os instrumentos de sopro. Inc. Barcelona. . Atual. este livro tem três capítulos centrais dedicados aos instrumentos de arco. Apresenta.

Instrumentation/Orchestration. A primeira edição é de 1950. pela carta de posições do instrumento.. London Victor Gollancz ltd. 7) Blatter. etc. seguramente idealizados a partir do livro de Heacox (mas não consta na bibliografia). Publicado pela primeira vez em 1955. Milhaud.). Prentice Hall. Shostacovich. Piston. cartas de trilos. Alfred. 1970. Faltam referências à matéria que caracterizou aos tratados anteriores. Walter. New Jersey. substitui as representações em notação musical para os trilos e trémolos dos instrumentos de madeira como aparecem nos tratados de Berlioz-Strauss (1844-1904). harmónicos e recorre a alguns exemplos de obras relativamente contemporâneas do autor (Bártok. Malipiero. Na página 172 do livro. etc. 5) Kennan. seja de algun compositores contemporâneos como: Tommasini. posições e harmónicos para os instrumentos de metal e acordes para os instrumentos de arco (ver Widor). seja dos autores. Widor (1904). Prokofieff. A parte dedicada à instrumentação propriamente dita é relativamente magra. embora ordenada e completa. Exaustivo nas tabelas de trilos e trémolos para os instrumentos de madeira. A Division of . 1978. Schirmer Books.). e acordes para os instrumentos de arco. trémolos. Na terceira parte introduz a questões de orquestração propriamente dita. Respighi. Varèse.Rico em exemplos musicais. Alfano. Casella-Mortari (1950). desde a qual podem deduzir-se a dificuldade de algumas passagens. 6) Piston. Kent Wheeler. The Technique of Orchestration. Inc. Pouco ordenado quando explica os golpes de arco. Antecipa-se a Walter Piston na divisão entre golpes de arco à corda e fora da corda. começa um capítulo dedicado à transcrição de música para piano. Schönberg. Orchestration. Os primeiros exercícios de orquestração são pedagogicamente muito bons. e no livro de exercícios aparecem (pela primeira vez?) trechos para realizar despiste de erros. este tratado de instrumentação trata de maneira clara e ordenada problemas como: golpes de arco. Great Britain. Honegger Previtali.

É uma atualização e ampliação dos livros de Keenan e Piston. Arthur E.. W. daí a sua clareza. clara e ÚTIL. Bibliografia  básica  (clássica)  para  o  estudo  da  Orquestração   10) Rimsky-Korsakov. Elizabeth A. Project Lessons in Orchestration. U. Samuel. United States of America.. 1989. The modern conductor. 8) Green. A terceira edição é de 2002. 1981. Buenos Aires. 1928. A primeira edição é de 1982. até o Capítulo VI (As Vozes). H. Nicolai.. A primeira edição data de 1891. A partir do Capítulo II (A Melodia). assistimos à exposição metódica. Considerando que o aprendiz já tem conhecimentos de instrumentação. Muitas das referencias dadas estão desatualizadas. 11) Heacox. United States of America. Prentice-Hall.S. Prudentemente Rimsky-Korsakov chama de revisão geral dos grupos orquestrais ao Capitulo I. não demora muito o texto desta primeira parte. Começa explicando como nenhum outro a preparação da partitura de orquestra. Parece escrito para um público jovem e pouco experiente. Philadelphia. The music Students Library. e as partes individuais.macmillan. Apresenta exemplos retirados da música contemporânea norte-americana e recursos instrumentais (como algumas notações) atuais. Principios de Orquestación. Manual claro. No fim apresenta cartas de dedilhações e posições para quase todos os instrumentos (semelhante a Piston). ..A. Inc. 9) Adler. bastante completo e objetivo no que se refere ao tratamento individual dos instrumentos. 1978. 1980. de fórmulas e receitas (sempre atuais) para ajudar a construir diferentes texturas orquestrais. United States of America. Nas páginas 212 e 213 encontram-se 15 regras de ouro para a colocação de arcadas (básicas). Ricordi Americana.W. Norton and Company. The Study of Orchestration. Talvez o primeiro tratado de Orquestração propriament dito.

Gardner. 13) Koechlin. Inc. 12) Wagner. é uma valiosa fonte de informação histórica e prática. a Practical Handbook. New York. parte da Orquestra Clássica e chega a comentar partituras de Stockhausen (Gruppen). The History of Orchestration. 16) Maunder. Joseph Wagner. 1979. São modelos semelhantes aos de Arthur Heacox mas tratados mais metodicamente. enciclopédico. Os textos dedicados a Schumann. A Practical Handbook. On Preparing a New Edition. Charles. Dover Publications. Orchestration. Também dedica secções referentes a cada instrumento em particular. Inc. mas bastante elementar. Adam. Richard. . New York. Read. publicou em 1959: Orchestration.Trinta e nove lições onde Heacox resolve pequenos trechos originais para piano de compositores clássicos desde Kuhlau até Mendelssohn. Style and Orchestration. Schirmer Books. United States. Richard Maunder explica como reconstruiu os andamentos do Requiem de Mozart que tinham sido completados por Franz Xaver Süssmayr. sem cartas de registos e/ou tessituras. Paris. 1988. está em dívida clara com Adam Carse. 1964. Mozart’s Requiem. Brahms e Tchaicovsky são realmente esclarecedores. com texturas diferentes. Exaustivo.. 1959. Durand. 15) Read. onde apresenta uma carta de referência de gestos idiomáticos e padrões para piano. Traité de la Orchestration. Oxford University Press. Publicado em 1925. New York. Um verdadeiro manancial de sugestões e fórmulas muito eficientes para orquestrar trechos de música do período clássico. Bibliografia  complementar   14) Carse. Um aluno do professor Heacox. 1954 (4 Volumes). Em alguns textos. Joseph. New York.. McGraw-Hill Book Company. Tem informações valiosíssimas ao respeito do estilo orquestral de Mozart.

mas não inclui exemplos de música da segunda metade do século XX. United States of America. mas não inclui exemplos de música da segunda metade do século XX. . Style and Funtion. Marvin. não deixa de ser atual e certamente inspirador. Alfred Publishing Co. 18) Gomes. Smith. USA.. Estratégias Orquestrais. Muito boa introdução técnico teórica para quem não teve nunca um instrumento de arco nas mãos. Material básico bastante completo. Orchestral Bowing. Inc. 19) Kjelland. Apesar de observar obras escritas por volta dos anos 70. 2002.Material fundamental para iniciar um estudo aprofundado sobre a orquestra clássica. 1992. 2003. Madison: University of Wisconsin.. 17) Rabin. Salvador-Bahia. Grupo de Compositores da Bahia. Trabalho descritivo de procedimentos que alternam entre o recurso composicional e a estratégia orquestral. Reisa 3. Wellington. Guide to Orchestral Bowings Through Musical Styles. James. Material básico bastante completo. Priscilla.

. ˙.. ˙. ˙. Œ Œ œ œ œ Œ œ œ œ œ œ Œ Œ . ˙ . & #˙. ! ˙ ˙ œ ˙ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ˙ .. ˙.. ˙.  Haydn   Redução  para  piano  de  um  trecho  de  partitura  originalmente  escrito  para   orquestra     SINFONIA Nº3 2 Oboi Joseph Haydn Corni in Sol # 3 ˙... œ ‰ œœœ œ Œ Œ œ ‰ œœœ œ Œ Œ œ œ œœ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ Œ Œ œ œ œ œœœ œœ œ #œ œ ˙ œœœœ œ œ œœœœ œ œ a2 1... ˙.  Sinfonia  Nº3  de  F.. ˙ œ Œ Œ œ œ ! Œ Œ 25 ˙ ˙ p œ 25 # # œ œ œ œ œœœ œ œœœ œœœ œœœ œœœ œœœ Œ Œ Œ œ. ˙. ˙ œ ˙ . ˙ œ œ Œ œ œ œ œ ˙ . œ Œ Œ œ œ œ Œ Œ ‰œ œ œœ œœ œœ œ Œ Œ ‰œ œ œ œ œœ œ # œ œ n œ œ œ . ‰ œœ œ œœ Œ Œ . œ Œ Œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ   Figura  1  -­‐  Haydn. ˙ . œœ œ #œ œ Œ œ œ #œ œ œ ! & & & & # Œ ˙ . œ Œ Œ œ œ œ œ œ œœ œœ œ œ œ œ œ # œ œ n œ œ . ˙.LIÇÃO  Nº1.  Sinfonia  Nº3. œ œ ‰Œ œœœœœ œ ˙ . œœ œ œ œ œ œ ˙. œ œ œ œj œ œ 4 œ œ œ œ œ Œ ˙. œ Œ œ œœœœ ˙.. œ ! ! œ œ œ # œ œ . ˙. œ œ Œ œ œœœœœœœ œ B# ‰œœœœœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œœ œœœœ ‰ œ œ œ œœ ‰ œ œ œ œ œ œ ˙ ?# ‰œœœœœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œœ œœœœ ‰ œ œ œ œœ ‰ œ œ œ œ œ œ Œ œ 25 ‰œœœœœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œœ˙ œœœœœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œœ œœœœ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ #œ œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ #œ ˙ ˙. ˙ œ Œ Œ Œ œ. œ œ œ Ÿ œ œ Œ ! œ Œ Œ œœ p œ œ œ œ œ œ ˙ . œ œ ‰Œ J Œ ˙ ˙ ! ! œ œœ˙ ˙. œœ œ Œ Œ œ œ Œ Œ Œ Œ ˙ œ#œ œ œ ˙ œ ˙ Œ ‰ œ œ œ # œ œœœœ œ J p Œ ‰ œ# œ œ œœœœœ œ J p j œ œ œ # œ œ .. ˙ œ ‰œœ œ œ ‰œ œ œ œ ‰œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ Œ Œ œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ ‰œ œ œ œ ‰œœ œ œ ‰œœ œ œ ‰œœœœ ! ! œ ‰œœ œ œ ! ! œ ‰œœ œ œ ! ! ‰ œ #œ œ œ œ #˙ ˙. œ ˙. ˙ œ Ÿ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. & ˙.. J œ œ œ œ œ f p f œ œœ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ 3 ‰ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œœœ œ Œ Œ œ ! œœœœœœ ‰œœœœ 4 œ p f f œ œ œ œ œ œœ œ œ œœ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ 3 ! œ œœœœœœ ‰œœœ 4 ‰œœœ œœœ œ Œ Œ p f f ˙. f 37 .  1º  andamento     . œ œ Œ Œ œ p f fœ Ÿ ˙. œ œ œ œ # Œ & #œ f # & œ# œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ B# p ?# œ œ œ œ œ œ f #œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ œ œœœ œœœ œœ œ œœœ œœœ œœ œ œ œœœ œœœ œ œ œ œ j #œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœ œ œœœ œ œœ œ œ œœœ œ œœœ œ œœ œ œ œœœ œ œœœ œjœ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ © œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ #œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ . œ Œ Œ œ # œ œ œ # f œ ‰œœ œ œ œœ œ f Ÿ Ÿ ˙.. ˙. ˙. ˙.. ˙ ˙ . # ˙ .. ˙ œ œ Œ Œ œ ! ˙. ˙. J ! ˙ ˙ ! ! Œ Œ Œ ˙. ˙. œ Œ Œ œœœ œ œ œ œ Œ Œ . ˙. ˙ Œ œ œ œ œ ˙ .. ˙. 3 ˙. œ Œ Œ ˙ . ˙. œœ œœœ œ ! ! œœœœ œœœœ œ œ Œ Œ œ œ œ œ Œ Œ œ 14 14 Ÿ œ œ. ˙. œ œ Œ œ œ Œ Œ ˙ .. œ œ œ œ œ œ œœœœœ œ œ œ œ œ œœœœœ œ œœ 2. œ œœœœ œ œ ! œœ˙ ˙. ˙ ˙ .. & 4 f 3 ! & 4 Allegro Violino I & & # # Violino II Viola B# ?# Violoncello e Basso 14 & & & & # ˙. ˙. œ œ œ œ B# ?# œ # ˙. ˙ ˙ .œ œ ‰ Œ .. 3 ˙. 37 37 œœœœ œ p j œœœ œœ # œ œ œœœœ œ p œœ œœ œœ œ Œ Œ œœ œœ ˙.  J. œ Œ Œ 4 œ œ œ œ œ Œ ‰œœœœœ œœœœœ ˙. #œ œ œ œ œ œ œ œ Ÿ œ œœœ œ œœœ œœœ œ œ œ œ j #œ ! œ œ œ œ # œ œ œj œ œ œ œ œ . œ Œ Œ œ .

no compasso 28. Haydn (como outros compositores clássicos) privilegia os intervalos de sexta e quinta entre as vozes. 29-30 e 33). a apogiatura está ligada à semicolcheia seguinte. 6) Observar como nos acordes. 7) Observar como quase todos os acordes contêm alguma corda solta. A posição dos segundos violinos no último acorde. 8) Não são escritas indicações de arcadas ou algumas articulações que resolvem problemas de direcionalidade do arco. onde esta aparece nos segundos violinos e nos . mesmo âmbito para os segundos violinos. coisa que não é muito frequente numa anacruse que conduz ao final de uma secção. sem necessidade de estar a mover desnecessariamente dedos e mão. como por exemplo. Poucas vezes realizam uma voz com caráter de protagonista. com exceção de dois acordes (compasso 12 e últimos dois compassos nos segundos violinos). com os primeiros violinos quando a relação entre ambos é homorritmica. o que levaria a que o terceiro tempo do compasso seja tocado com o arco para abaixo. mais dois pontos de staccato sobre estas duas notas. algumas vezes marcam a textura com um desenho rítmico melódico que supõe u com exceção de poucos compassos (20 a 24. é muito fácil de ser colocada. e pode ficar marcando a posição. 3) O registo dos primeiros violinos é semelhante ao do tutti de um concerto grosso. o que supõe que as semicolcheias 3 e 4 devam ser executadas com duas arcadas diferentes. 2) Os primeiros violinos conduzem a linha melódica oboés respetivamente.Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos     e  alguns  pormenores  de  orquestração   1) O material musical está dado basicamente ao quinteto de arcos. podem e devem ser executados não divisi. já que o fá sustenido já está sendo pisado com o primeiro dedo duas semicolcheias antes do ré semínima. 9) Os segundos violinos ou tocam em uníssono. e indica-se com uma ligadura sobre o fá sustenido e o mi. como assim também os dois compassos finais. ou em terceiras ou sextas. Isto resolve-se tocando para cima os últimos dois tempos do compasso. não ultrapassa o Ré da terceira posição. 5) Os acordes dos compassos 10 – 13. com trilo. coisa que dificultaria a execução da passagem. 4) Os desenhos melódicos dos violinos (sejam primeiros ou segundos) não contemplam passagens onde algum intervalo ligado por uma arcada só necessite ser executado existindo uma corda solta entre as notas extremas.

20. Observar como nos compassos 16 . o que teria sido feito por um compositor menos especulativo. página 247 da edição referida nos comentários à bibliografia básica. Por enquanto. Deve-se reparar também que na harmonia a quatro partes entre trompas e oboés não há paralelismos de consonâncias perfeitas (quintas ou oitavas). como posteriormente o farão as trompetas. que posteriormente será mais idiomático das trompetas (junto com tímpanos). chegando com uma semínima ao final do motivo. As duas vozes tocam homorritmicamente (salvo raras exceções). as trompas sublinham o fraseado das cordas. Para mais informações sobre esta matéria recomendamos consultar o Tratado de Orquestração de Berlioz. as trompas realizam um desenho rítmico. e não acompanhando as mínimas dos oboés.                 . tocam só as notas que correspondem aos harmónicos da série de Dó. 10) As violas estão associadas aos baixos. Não aproveita o registo grave. seja ritmicamente ou bem realizando o mesmo material musical na oitava superior. como vai acontecer até Brahms. realizar a harmonia junto com as trompas (evitando intervalos de quarta perfeita entre os dois oboés) e raramente tocando poucas notas a solo. 12) As duas trompas. 11) Os oboés têm basicamente três funções: dobrar em uníssono os violinos primeiros.17 e 18 . e as primeiras notas por cima do pentagrama. O registo mais utilizado é o central.ma aceleração no metabolismo (mecanismo que promove energia fundamenta a um ser vivo). as trompas tocam nos momentos em forte. Entre os compasso 10 e 13.

& 39 œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ # œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ # œ œ œ œ œ # œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ?# œ œ œ Œ Œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ # œ œ n œ œ œ .   Figura  2  -­‐  Haydn.  Sinfonia  Nº3. adaptando os desenhos melódicos idiomáticos dos instrumentos da orquestra (principalmente os instrumentos de arco) e as texturas próprias da malha orquestral para desenhos idiomáticos e texturas naturais para o teclado. ˙. Por exemplo: .œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœœ ‰J œ p œ Œ Œ ! 9 # & œœœ œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ ‰œœœœ Œ œ f œ œ Œ Œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ ‰œœœœ œ œ Œ Œ œ œ ‰œœœœ œ œ œ ?# œ 17 œ Ÿ # œ. f œ œœ œœœœœœ œ œœœœ œœ œœœ œœœœœœ œœœ ?# 3 ‰ œ 4 œœœ œœœ Allegro Piano Ÿ ˙ . ˙.     Ÿ # 3 ˙. œ œ ‰ Œ J ˙ œ œ œœœ ˙ œ # œ œ œ ˙ œœœœ œ ˙.  redução  para  piano     Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  3ª  Sinfonia  de  Haydn   A redução aqui apresentada está realizada para poder ser executada ao piano de maneira confortável. œ œ . œ œ Œ œ œ œœœœœœœ œ œ œœœœœœœ œ œœ œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ œ ?# œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ #œ 24 # œœ & ‰ œ#œ # œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ #œ œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ #œ ˙ œ Œ œ œœ˙ œ œ Œ œœ œ &˙ Œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ Ÿ ˙ œœ œ ˙ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ # œ ˙ Œ œ œ œ œ Œ œ œ œ œ Œ ˙ ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ f œ œ œ œ ? œ œ & œ œ#˙ œœ œœœ œ 31 # ˙ ˙ & #˙ p œœœœ œ œœœœ #œ œ œ .. œ #œ œ œ œœœ œ œ œ Œ œ ?# œ œœœ œ œ œœœœœ œ œ ‰ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ# œ œ œ# œ œ œ# œ œ œ# œ œ œ œ œ œ œ œ œœœ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ Œ Œ . œ œ œ & œ ‰œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœœœ œ œ œœœœ œ œ œ œ œœ œœœœœœ œœœœ œ œ œ œ œœ œ Ÿ œ. & 4 œ œ œ œ œ Œ ˙. J‰ Œ œ ‰œ œœ œ #œ œ J #œ Œ œ œ œ œ œ.

É útil ver a realização para quarteto de cordas da Sonata Nº 9 em Mi maior de Beethoven. 8) As figuras cadenciais nos baixos que utilizam notas repetidas como por exemplo no compassos 28 e 35 foram substituídas por semínimas já que a nota repetida neste caso é idiomática dos instrumentos de arco e não dos instrumentos de teclado. 4) Entre os compasso 20 . conservando assim a harmonia básica. 7) O “metabolismo” rítmico dos segundos violinos dos compassos 37 e 38 foi substituído por um desenho dado à mão esquerda que cumpre com o ritmo e a harmonia. 3) A formula acompanhante. 2) Os acordes dos violinos nos compassos 10 . 5) Entre os compassos 25 . acordes repetidos e distribuídos entre os violinos 2. impossíveis de executar ao teclado. 6) As décimas entre violas e baixos foram reduzidas para terceiras. violas. violoncelos e contrabaixos.19. feita pelo mesmo compositor. foi reduzido ao âmbito abrangido por uma mão invertendo algumas vozes.27 foi excluída a voz dos segundos violinos e adaptada a linha dos primeiros violinos para um desenho que substitui as notas repetidas (que podem-se encontrar com frequência na literatura pianística desde inícios do século XIX) por um gesto mais idiomático que conserva o impulso rítmico e a harmonia. foram escritos na disposição cerrada. entre os compassos 14 . mais confortável para a mão sobre o teclado. transcrevendo só a linha dos primeiros.24 foi baixada uma oitava a linha dos segundos violinos para poder manter o contraponto com os primeiros violinos com certo grau de perceção.1) As oitavas resultantes entre violoncelos e contrabaixos foi ignorada.13 que naturalmente tem uma disposição aberta como foi explicado anteriormente. Desenhos semelhantes em partituras originais para piano podem ser orquestrados seguindo os procedimentos escolhidos por Haydn neste trecho. .

œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ f j j œ ‰ œ. œ œ & œ œ a2 ? 6 Ÿ œ œ œ. œ œ. œ œ œ œ . œ œ. œ œ. œ œ œ. œ œ œ . œ œ. œ œ. œ œ ´ ´ œœ ´ ´ ´ ‰ J œœœ ´ œ ´ ´ ´ ´ ‰ Jœœœœ ´ ´ ´ ´ ´ ‰ œœœœœ J ´ ´ ´ ´ ´ ‰ œœœœœ J Œ Œ Œ Ó Ó Ó œ. œ œ. œ œ œ. #œ œ œ. œ œ œ. œ œ. œ œ. œ œ . œ œ. œn œ . œ œ œ j‰ œ. œ œ .. œ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ. œ œ. #œ œ œ J Œ Ó ˙ ˙ Ÿ Œ œ œ œ œ œ œ bœ J œ . œ. œ œj ‰ Ó œ. œ œ j j œ . œ œ œ œ œ œ œ œ bœ #œ œ œ œ nœ J nœ J œ J œ J œ œ bœ J bœ J p œ œ J p œ J p œ œ J œ J œ J œ J œ œ j œ ‰ œ œ nœ œ œ œ f œ. œ œ œ. œ p œ bœ. œ œ œ. œ œ ´ ´ ´ œœ ´ ´ œ œ œ ‰ J œœ œ œ ´ œ ´ ´ ´ ´ œ ‰ Jœœœœ œ œ œ ´ ´ ´ ´ ´ ‰ œœœœœ œ J œ œ ´ ´ ´ ´ ´ ‰ œœœœœ œ J œ œ Œ Œ Œ œ Ó Ó Ó œ nœ J œ . œ œ. œ œ. œ . œ œ. œ œ. œ. R Ô J œ œ. œ œ. œ œ j‰ Ó œ. œ nœ œ œ œ f #œ J #œ J œ f f f œ œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ Œ Œ Œ     . œ œ. Ÿ œ œ. œ œj ‰ Ó œ œ. œ Ô & œ !. œ.. œ œ œ . œ œ. œ. œ œ œ. œ œ ‰ œ. œ œ œ . Ô & œ !. œ œj ‰ Ó œ œ. Ô J 6 6 œ œ œ & œ œ œ. œ #œ. œ. j‰ Ó œ œœ f ?c œ j‰ Ó f a2 œ . œ œ. œ. œ œ. œ œ ‰ œ. œ œ .. œ œ . œ œ. œ œ J Ó œ œ. œ œ . œ œ. œ œ. œ œ. Ô & œ !. n œ œ œ . #œ œ ? œj ! . œ œ œ œ. R J œ Ÿ 6 œ œ. œ œ ‰ œ œ . œ œ œ. œ œ. œ œ. œ œ œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ œœ œ œœ œ. œ. œ œ . œ . œ œ œ œ . œ 6 œ. œ. œ. œ œ œ . œ. œ. œ œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ ‰ œ œ œ œ J J f j j œ ‰ œ. Ÿ œ œ. œ. R J Ÿ 6 j œ œ. œ œ œ œ œ. œ. p œ bœ. œ œ. . œ œ. œ œ œ œ. œ œœ œ œ œ. œ œ ‰ œ. œ. œ #œ. œ œ. œ œ. œ œ.. œ œ œ œ œ œ. # œ œ J p œ p œ œ. œ œ. R œ #œ J œ Ô Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ œ Ÿ. œ p œ bœ. œ œ. œ œ . œ œ. œ œ. œ œ œ . œ œ ‰ œ. œ œ . œ œ ‰ œ œ. .. œ œj ‰ Ó f ´ ‰ œj œ &c œ œ œ p f ´ ‰ œj œ &c œ œ œ p f ‰ œj œ &c œ œ œ p ÿ f ‰ œj œ &c œ œ œ p ÿ f Bc œ Œ Ó œ f ?c œ Œ Ó ?c œ f f Œ Ó ´ ´ ´ œ œ œœ œ œ œ ´ ´ ´ œ œ œœ œ œ œ œ œœ œ ÿ ÿ ÿ œ œ œ œœ œ ÿ ÿ ÿ œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ .  Sinfonia  Nº7  de  F. œ œ œ œ Œ Œ Œ œ œ œ œ. R œ œ œŸ B œ !. œ Ÿ œ œŸ œ œ . œ œ. œ œ. œ. œ œ œ œ œ œ. œ œ. œ œ œ œ. œ œ. œ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ. œ œ. œ ? œj ! . œ œ. œ œ. œ # œ # œ . œ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ. œ œ œ œ j‰ Ó œ. œ œ. œ œ ‰ œ j œ. œ . œ J ˙ ˙ œ œ œ œ œ œ . œ œ . œ œ œ J #œ J œ j œ. œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ f j j œ œ Œ Œ œ œ œ ‰ œ ÿ ÿ œ œ Œ Œ œ œ œ J Œ œ. œ œ. œ œ œ Œ Œ ´ œ ‰ J ´ œ ‰ J ´ œ ‰ J ´ œ J ‰ ´ œ ‰ J ´ œ ‰ J ´ œ ‰ J Basso Continuo 6 Ÿ Ÿ Ÿ œ œ . œ œ. œ œ. p œ bœ. œ œ. œ œ n œ . œ œ.  Haydn   Redução  para  piano  de  um  trecho  de  partitura  originalmente  escrito  para   orquestra     In Nomine Domini SINFONIA Nº7 "Le Midi" (1761) Adagio Joseph Haydn 2 Oboi (Flauti tacet) &c œ . œ œ œ œ.. œ œ J #œ œ œ œ œ ‰ œ. Ÿ œ œ. œ œ. œ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ œ œ œ J œ œ œ J j œ œ œ j œ œ œ ‰ ‰ ‰ ‰ œ œ ‰ œ J œ œ ‰ œ J j œ ‰ œ œ j œ ‰ œ œ j œ ‰ ÿ ´ œ ‰ J ´ œ ‰ J Fagotto 2 Corni in Do Violino I concertante Violino I ripieno Violino II concertante Violino II ripieno Viola Violoncello obligato & c œ œ . œ œ. œ œ. œ œ. œ œ œ œ œ. œ œ œ. œ œ. œ œ. œ œ œ j‰ Ó œ. œ œ œ œ. œ œ. œ nœ œ œ œ œ f œ. œ œ. œ. œ œ.  J. œ #œ. œ œ œ .. œ œ. œ nœ œ œ œ f œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ œ . œ . œ œ. œ œ œ œ œ œœ œ j‰ œ. œ œ œ œ. œ œ . œ œ. œ œ œ . . œ œ œ. œ œ œ . œ œ . œ œ. œ œ ‰ œ œ . œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ . œ œ. œ Ô & œ !.LIÇÃO  Nº2. œ #œ. R œ. œ œ ‰ œ œ œ œ J J f #œ œ œ œ œ ‰ œ. œ œ œ . R œ œ Ÿ 6 j œ œ.

œ #œ œ œ œ #œ œ œ ˙. œ œ.. œ œ œ œ 10 œ œ J ‰ œ œ ‰ Œ J Œ Œ 3 4 Allegro " œ œ œ œ " 3 4 œ œ 3 4 3 4 3 4 œœœœ œœœœ œ œ œ œ #œ œ " œ @ # œ@ œ @ # œ@ œ @ # œ@ œ @ # œ@ " " œœ " " " a2 œ & œ ‰ œ J 10 œ & œ ‰ œ J 10 j & œ ‰ œ œ 10 10 œ. ˙. ˙. œ œ œ ‰ Œ œ J œ œ ‰ Œ œ J j œ ‰ Œ œ œ j œ ‰ Œ œ œ Œ Œ Œ œœœœœœœœ œ @ œœœœœœœœ œ @ œ@ # œ@ œ@ œ@ # œ@ œ@ œ@ # œ@ œ@ œ@ # œ@ œ@ œœ œœ œœ œœœœ @ œœœœ @ œ@ œ@ œ @ œ @ œ@ œ@ 3 4 œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ @œ 3 4 œœœœ œœœœœœœœ œ @ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ. ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ a2 œ œ œ œ œ & œ Œ Œ œ 18 œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ @œ & & œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ @œ œ@ œ@ œ@ œ œ œ œ œ œ œ@ œ@ œ @ œ @ @ œ @ œ œœœœ œœœœœœœœœœ œœœœ œœœ œ œ œ œ œ bœ œ œ œ bœ œ œ œ œ œ œ œœœœ œ œœ œœœ œ œœœœ œœœœœœœœœœ œœœœ œœœ œ œ œ œ œ bœ œ œ œ bœ œ œ œ œ œ œ œœœœ œ œœ œœœ œ œ œ œ œ œ@ œ@ œœœœœœœœœ œœœœ œœœ œ bœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœ œ œ œ bœ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœœœ œœœ œœœœœœœœ œ œ œ œ œ œ œœ œœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ 18 18 & œ œ œ œ œ@ 18 & œ œ œ œ œ@ œ@ œ œ œ œ #œ œ B œ œ #œ œ ? œ œ ? œ œ œ œ #œ œ œ@ œ œ œ œ œ@ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ 18 18   Figura  3  -­‐  Haydn. & œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ ˙ . œ œ œ œ ‰ œ J œ œ ‰ œ J j œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœœœœœ œ œ " " œ@ @œ œ@ @œ œ@ @œ œ@ @œ œ@ œ@ œ@ œ@ " @ œ@ œ œ@ @ œ@ œ œ@ @ œ@ œ œ@ @ œ@ œ œ@ " œ œ@ @ œ œ@ @ œ œ@ @ œ œ@ @ œ@ œ@ œ@ œ@ ˙. ? œ. œ œ. œ œ. B œ œ œ. œ œ œ@ œ@ œ œ œ j & œ ‰ œ œ . œ œ œ œ. ? œ. œ œ. œ. œ 10 j œ ‰ œ œ œ. œ œ œ œ ? œ. œ œ. œ œ.   O   acorde   dos   primeiros   violinos   dos   compassos   dois   e   três   é   um   pouco   desconfortável   devido   a   que   o   dó   . œ.  Introdução  e  1º  andamento       Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos     e  alguns  pormenores  de  orquestração     Seja   os   violinos   concertantes   como   os   violinos   de   ripieno   realizam   acordes   idiomáticos   que   não   necessitam   ser   tocados   divisi. œ œ œ œ. œ.   10 œ & œ J ‰ œ. ˙. œ œ.  Sinfonia  Nº7. œ œ. œ. œ œ 3 4 œ œ 3 4 œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœœœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœœœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œœœœœœ œ œ œ ˙ œ œ œ œ œ a2 10 œ œ œ œ 3 4 œ œ œ œ 18 & œ œ œ #œ œ ? œ œ 18 #œ œ œ œ ˙.

  As   violas   nos   primeiros   quatro   compassos  realizam  duplas  cordas.       .  compasso  157).  criando   assim   uma   textura   mais   densa   e   intensa.agudo  está  numa  posição  por  trás  da  quinta  sol  –  dó.   não   executam  uma  voz  independente.   O  tratamento  dos  sopros  nos  primeiros  compassos  lembra  ao  tratamento  de  eco   ou  ricochete  dado  por  Beethoven  no  último  andamento  da  sua  Sétima  Sinfonia.   recurso  este  utilizado  por  Beethoven  e  alargado  a  duas  harmonia  por  Berlioz  na   sua  Sinfonia  Fantástica  (IV  movimento.  Observar  como  os  acordes   dos  segundos  violinos  não  são  iguais  aos  acordes  dos  primeiros  violinos.   Observar   como   este   eco   ou   ricochete   utiliza   notas   da   harmonia   do   acorde.  oitavas  e  quintas.   No   compasso   sete   as   violas.  mas  sim  um  desenho  simplificado  (sem  saltos)   dos  violinos.   Os  primeiros  cinco  compassos  do  Alegro  recorrem  a  uma  textura  de  uníssono  ou   oitavas   de   reforço   onde   as   violas   aliam-­‐se   aos   violinos   deixando   a   oitava   grave   para  os  violoncelos  e  contrabaixos  (e  fagote).   embora   pareça   o   contrario   a   simples   vista.

j j ‰ ? œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ œ.. œ œ. œ œ œ bœ œ œ œ J J 3 4 œ 3 4 œ Allegro & œ. œ œ œ. j œ œ œ œ œ œ œ .  por  ser  um  registo   algo  mais  intenso  no  piano. œ œ.  neste  caso. œ œ . œ œ. œ œ.  são  para   criar  tensão  e  acento  em  cada  tempo. œ œj J œ œ œ œ œ œ . œ œ n œ œ œ . œ œ œ œœ œœ œœ œ œœ œœ œ œ œ œ œ. œ œ œ œ œœ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ. œ œ. œ œ. ? œ #œ œ œ œ œ œ J J 8 .. ... œ œ œ œ #œ J J œ #œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ ‰ œ Œ œ œ œ œ œ J J œ.   no   início   do   Allegro   foram   reduzidas   para   ataques   de   semínimas   na   redução. œ œ. œ. œ œ œ .. œ œ. œ . œ œ . & c œ . œ œ œ œœœœœ œ œ œœœœœœœœ œ œ #œ ˙ &œ œ œ 19 ? œ œ #œ œœœœ œœœœœœœœœ œœœœ œœœ œ œ œ œ œ œ œ œ bœ œ œ œ bœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Figura  4  -­‐  Haydn. œ œ . œ œ.   No   compasso   cinco   foram   divididos   os   planos   da   textura   (ritmo   pontuado  e  acordes)  entre  as  duas  mãos. œ œ œ . œ J ‰ œ J ‰ f Œ œ œ j ‰ œ j ‰ œ. œ. œ # œ œ . œ œ œ . œ œ Adagio œ œ œ .   escolheu-­‐se   a   oitava  dos  contrabaixos  para  ser  realizada  pela  mão  esquerda. œ œ.  redução  para  piano       Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  7ª  Sinfonia  de  Haydn   Os  acordes  dos  violinos  foram  reduzidos  para  caber  dentro  da  extensão  da  mão   do   pianista. œ Ÿ. œ œ . œ œ œ. œ œ œ . œ œ œ . œ œ. œ œ ‰ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ œ œ . p œ bœ.. œ. œ œ œ.. œ œ. œ œ p f p staccato f p f f œ ?c œ œ œ j‰ Ó j‰ Ó j‰ Ó œ. œ œ n œ œ œ . œ œ . œ œ œ œ œ œ œ.         . œ œ œ . œ œ œ..  Sinfonia  Nº7. œ œ œ œ Œ œ œ œ œ &œ 12 œ œ ? œ #œ #œ œ œ œ œ ˙.. œ œ œ . œ œ.Piano jœ œ œ œ œ œ œ œ œ j œ œ œ œ œ œ œ œ œ.   violas   e   baixos. œ œ. œ œ J œ œ œ œ œ œ . œ #œ. œ ˙.. œ œ œ . œ œ.  seja  em  semicolcheias  ou  colcheias. #œ œ œ œ nœ œ œ œ œ œ J œ J J J 5 œ œ.   considerando   que  as  notas  repetidas. œ œ œ &œ œ œ œ œ œ. œ œ . œ œ . œ œ.   No   compasso   seis.   As   notas   repetidas   em   semicolcheias   nos   violinos.   para   dar   a   intensidade   do   tutti   das   cordas. œ œœ œ œœ œ œœ œ œ œ J œ J j œœ ‰ œ j œ.

œ ‰ ‰ . œ.  Sinfonia  Nº8  de  F. œ . œ . œ. œ. œ œ J œ œ j œ j œ j œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ. œ œ œ ‰ ‰ œ J p ‰ ‰ œ J p ! ! ! œ œ œ œ œ œ ! ! œ. œ f ‰ . œ. œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ‰ ! ! ! œ œ œ œ œ œ ! ! ‰ œ œ œ œ ! ! œ œ œ ! ! œ. f . œ. œ . œ œ œ f œ. œ œ œ . œ.  1º  andamento     . .  Sinfonia  Nº8. # p ! ! ! œ œ œ œ œ œ ! ! œ œ œ œ œ œ œ ! ! œ. ‰ ‰ œ œ œ œ œ J œ.. œ œ œ œ ‰ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ . œ œ œ ! œ a2 # œ. œ. œ œ. œ. . œ . œ. œ. œ œ . œ œ. œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ ‰ ‰ ‰ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ B# ?# j œ œ J œ J . œ . œ. œ. œ œ f . œ. œ œ f . . . œ. & 3 œ œ œ 8 p # . œ œ œ . œ œ œ œ œ J œ œ œ œ ! ! ! œ J œ J œ J œ œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! œ œ œ œ ! ! ! œ œ œ. .. œ. œ . œ . œ œ œ . œ. œ œ œ œ œ œ œ œ 27 & & & 27 # # j œ j œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ . ! ! œ œ œ œ œ œ ‰ ‰ œ J ‰ ‰ œ J œ ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ ‰ Violoncello. . œ. #œ œ œ œ œ œ œ ‰ ‰ ‰ œ œ #œ œ œ œ œ #œ œ œ & & & 39 # # œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ ‰ ‰ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ B # #œ ? # #œ #œ J j œ œ œ #œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ Figura  5  -­‐  Haydn. œ. œ œ œ J œ J œ J œ œ œ. .. œ ‰ œ J j œ 13 & & & 13 # # œ. œ œ. œ. œ. œ . . p œ. & 3 œ œ œ 8 p B# 3 ! 8 ?# 3 8 œ œ œ ! ! ! œ J ‰ ‰ ! ! œ J ‰ ‰ œ ‰ ‰ J ! ! . œ . œ œ œ œ œ œ . œ f œ œ . œ. œ. œ œ J œ J ! ! ! ‰ ‰ ‰ ‰ 39 & # œ. œ œ œ œ œ . œ 27 & & # # ! ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ. œ . 39 ‰ ‰ ‰ œ œ œ œ œ J œ. œ œ œ œ œ œ . . p œ p œ œ œ ‰ œ œ ! ! ! ‰ ‰ œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ œ j œ j œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! ‰ ‰ ‰ a2 ! œ œ œ f ! œ œ œ f œ œ œ f œ œ œ f œ œ œ f ! œ œ œ ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! j œ ! j œ j œ œ J œ J ! ! ! œ ! ‰ ! ‰ ‰ ‰ ‰ 2 Oboi 2 Corni in Sol Violino I Violino II Viola # . p œ œ œ œ œ œ ! ! œ. œ . œ. Basso e Fagotto œ œ œ œ œ œ 13 & & # œ. œ. œ œ œ œ ‰ ‰ œ œ œ œ œ œ œ J œ . œ œ œ œ œ œ œ œ œ . œ œ. œ.LIÇÃO  Nº3. œ œ œ .. œ . œ. œ . œ ‰ ‰ œ J œ J œ. œ ! ! œ œ œ œ ‰ ! ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ. œ .  Haydn   Redução  para  piano  de  um  trecho  de  partitura  originalmente  escrito  para   orquestra     SINFONIA Nº8 "Le Soir" (1761?) I Flauto Joseph Haydn # & 3 8 # & 3 8 & 3 8 Allegro molto ! ! ! ! ! ! ! ! ! . B# ?# œ œ œ. & œ.  J. œ œ œ . œ. f œ. .

 forte.  tocar  em  uníssono  com  os  violoncelos.  vista  na  segunda  lição.   duas   trompas   e   quinteto   de   cordas.   orgânico   regular   das   primeiras   sinfonias   soma-­‐se  uma  flauta.  num   registo   onde   uma   oitava   por   cima   seria   impraticável   e   onde   os   oboés   não   podem   chegar   devido   a   que   a   nota   extrema   aguda   na   altura   era   um   ré   duas   linhas   adicionais  por  cima  do  pentagrama.  Um   a   cargo   dos   violinos   basicamente   em   terceiras   e   outro   a   cargo   das   violas   e   os   baixos.   a   harmonia   básica   do   trecho.   forte.   Este   é   outra   possibilidade   de   utilização  dos  sopros  no  tratamento  da  orquestra  clássica.   com   notas   compridas.   Não  se  observa  um  tratamento  regular  entre  a  flauta  e  os  oboés  com  respeito  das   cordas.     No   primeiro   tutti.  Também  duas  interpolações  a  solo.   No  compasso  9  uma  interrupção  da  dinâmica  e  a  textura  é  feita  por  um  uníssono   onde   as   violas   associam-­‐se   aos   violinos   embora   possam.   Até  o  primeiro  tutti.  ora  toca  em  uníssono.  onde  as  violas  completam  por  meio  de  um  contraponto  subtil  a  harmonia.  embora   breves.  Este  tipo  de  uníssono  é  muito  caro   aos  clássicos.   No   tutti.   e   a   segunda   as   violas   e   os   baixos   em   oitavas  e  os  violinos  a  fazer  duas  vozes.   estando   a   primeira   com   os   violinos   primeiros   e   segundos   em   uníssono   e   violas   e   baixos   em   terceiras.   a   textura   das   cordas   passa   de   quatro   para   três   vozes   em   duas   frases   diferentes.           .   por   uma   questão   de   registo.  podem  ser  observadas.   um   o   de   reforçar   em   uníssono   no   compasso  9  a  textura  em  oitavas  das  cordas  (forte).  Aos  dois  oboés.Comentários  sobre  o  tratamento  dos  instrumentos     e  alguns  pormenores  de  orquestração     A   instrumentação   deste   andamento   já   é   mais   regular   que   a   instrumentação   do   primeiro  andamento  da  sétima  sinfonia.   Os   oboés   têm   também   um   tratamento   duplo.  a  textura  das  cordas  está  definida  em  dois  planos.  A  flauta  ora  toca  em  oitavas  com  os  violinos.   os   sopros   sustentam   a   maneira   de   ressonância.

  foram   deixadas   à   realização   do   pianista   que   emprega  o  pedal  direito  do  piano. œ œ.Comentários  sobre  a  redução  para  piano  do  1º  andamento  da  8ª  Sinfonia  de  Haydn   Por   questões   de   eufonia   pianística   foram   omitidas   as   notas   das   violas   na   primeira   parte   desta   redução. œ .. œ œ œ œœ œœœœ # . œ œ œ œ œ œ J œ œ J . œ œ œ œ œ œ . œ f œ œ œ ‰ œ œ . œ œ J . œ. . . . . œ œ .  de   Mozart. œ œ J œ J ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ ! j œ œ ?# œ ‰ œœœœ œ œ œ . œ œ œ œ œ œ ! j œ œ J œ œ œ œ œ œ (. .   por   exemplo   a   quinta   no   acorde   do   oitavo   compasso. . œ œ J œœœ œ œœœ œ œ œ œ œ œ ‰ œœœœ œ œ œ œ . œ 27 # œ œœ œ & œœœ œ ?# œ & 36 œ œ œ.. œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ œ œ œ œ œ œ J . œ œ ‰ .  redução  para  piano   . œ œ œ œ œ J œ. œ œ œ œ œ œ .. œ œ . .         .  Sinfonia  Nº8.     As   ressonâncias   harmónicas   dos   sopros   no   entre   o   segundo   forte   e   o   fim   não   foram   escritas   explicitamente. . œ . œ œ . œ ‰ œ œ œ œ œ #œ œ #œ J œ œ œ œ ‰ œ œ œœœœ œ ° œ ?# œ 44 œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ ‰ ‰ & # œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ #œ œ œ œ ? # œ #œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ œ   Figura  6  -­‐  Haydn. œ œ œ œ . ‰ ‰ œ J œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ ! œ œ œ œ œ œ ‰ ‰ œ J œ œ œ œ œ œ ! ‰ œ J œ œ œ œœœ œ œ œœœ œ œ œ ‰ Piano œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ 10 # & œ œ œ ?# œ œ œ 19 # œ & œ œ œ œ œ ‰ ‰ œ.   A   textura   deste   andamento   assim   apresentada   tem   muitos   pontos   em   comum   com  o  Presto  (terceiro  andamento)  da  quinta  sonata  para  piano.  em  Sol  maior. # œ œ œ & 3œ œ œ 8 p ?# 3 ! 8 œ œ Allegro molto . œ œ œ œ ‰ ‰ J p ! ! œ œ œ œ œ œ ! . .

 11       Flauto # 3 & # 4 2 Oboi # 3 œ œ & # 4 f a2 f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ ˙ ˙ ˙ Ÿ ˙ ˙ ˙ ˙ œ œ ˙ ˙ Œ Œ Œ Œ Œ œ œ p œ œ p p œ p œ œ œ ˙ ˙ œ œ ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ œ ˙ œ œ œ œ ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ ˙ œ œ ! ! ! ! ! œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ #œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Ÿ œ ˙ ˙ ˙ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Ÿ œ .  Menuetto  Hob. .LIÇÃO  Nº4. Figura  7  -­‐  Haydn.   pelas   semelhanças   de   textura.II Corni in Re III . .. ..  orquestração  do  Menuetto  Hob.  de  F.   A  orquestra  escolhida  para  realizar  a  orquestração  é  a  mesma  que  a  utilizada  por   Haydn  na  sua  décimo  terceira  sinfonia..  IX:20.  Menuetto  Hob... I .  IX:20..La Violino I Violino II Viola Violoncello e Basso 3 4 œ f 3 & 4 œ f ? 3 œ 4 f # 3 œ œ & # 4 f # 3 œ œ & # 4 f œ œ 3 B ## 4 f œ œ ? ## 4 3 f & ˙ ˙ ˙ ˙ f œ f œ f f œ #œ œ #œ Ÿ ˙ ˙ ˙ ˙ œ Ÿ œ #œ œ œ œ œ Figura  8  -­‐  Haydn. . 11.   © A   escolha   do   Menuetto   acima   transcrito   está   relacionada   com   o   terceiro   andamento   da   Sinfonia   Nº13   de   Haydn.. ...  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     # # 3 œœ œ œ œ ˙ & # 4 œ #œ œ Ÿ œ œ ˙ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œœ ˙ œ œ œ œ ˙ œ œ œ œ œ œ .   carácter   e   tonalidade.IV Timpani Re .   para   isso   as   primeiras   escolhas   dos   trechos   para   serem   orquestrados   deveram   corresponder-­‐se   com   trechos   originais  para  orquestra  de  um  compositor  ou  época  aproximados  ao  trecho  em   realização.  IX:20.. .   © .11.  11       Comentários  sobre  a  orquestração  do  Menuetto  Hob.. . œ .  J.  IX:20. ? ### 3 œ œ œ œ œ 4 œ œ œ œ œ œ .  11  de  Haydn     Um  recurso  muito  útil  seja  para  a  realização  de  orquestrações  ou  harmonizações   mais  ou  menos  estilísticas  é  o  de  imitar  algumas  “impressões  digitais”  ou  “ticks”     dos   compositores   do   período   estudado.

. f ! ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ r œ œ œœ œ œ œœ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ œ Œ œ r œ œ œœ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ r œ Œ Œ œ œ p œ œ p Œ r œ ! ! œ œ œ œ Œ Œ ! Œ Œ ! ! Œ Œ Œ Œ ! Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ r œ r œ Œ Œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ ! œœ œœ œ a2. . œ œ œ œ œ œ. œ œ œ . œ œ œ œœ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ . 3º andamento Oboi I .   A   voz   atribuída   às   violas   foi   elaborada   a   partir   das   observações   feitas   sobre  a  Sinfonia  Nº8  (terceira  destas  lições). .   por  tal  motivo  escolhemos  uma  textura  mais  magra. œ œ. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ . Haydn Composta em 1763 œ œ r œ r œ œœ œœ œ Œ Œ œ œ ! ! ! œ ˙ œ ˙ Œ œ œ œ œ Timpani Violino I Violino II # 3 & # 4 ˙ f # 3 & # 4 ˙ 3 B ## 4 ? ## 4 3 œ œ ! ! ! œ œ Œ Œ œ œ Œ Œ œ œ f ˙ f ˙ œ œ œ œ r œ œ œœ œ œ œ œ œ œ ˙ ˙ ˙.. œ. œ œ œ . œ œ.. . œ œ œ œ œ #œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ #œ #œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ r œ 8 & & 8 ? # & # #œ # & # #œ B ## # œ ? ## # œ 8 œ œ ˙ #˙ œ œ œ. œ. œ œ.   Os   compassos   três.Os   primeiros   compassos   não   apresentam   diferenças   de   textura   entre   o   Menuetto   para  piano  e  o  Menuetto  para  orquestra. œ œ œ œ ˙ #˙ œ œ œ. œ œ œ . œ œ .   quatro   e   cinco   podem   funcionar   como   secção   contrastante. œ œ. œ œ. œ œ . . œ œœ œ Œ Œ ! Œ Œ Œ Œ r œ œ œ œ œ .     Sinfonia Nº13 # 3 & # 4 Menuett Flauto ˙ em Ré maior. #œ f œ f œ œ œ œ œ .  neste  caso  a  três  vozes  nas   cordas.  Sinfonia  Nº13. œ œ #œ #œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ r œ r œ p .II Corni in D III .   A  última  frase  volta  ao  tutti  com  uma  distribuição  das  partes  semelhantes  (não   igual)  às  do  Menuetto  da  Sinfonia  Nº13. ! œ œ ˙ ˙ ˙ r œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ ! Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œœ œ p œ p Œ Œ œ œ œœ œ œ œœ œ Œ Œ ! ! Œ r œ f œœ œœ œ f œ œ .IV f ## 3 ˙ & 4 f 3 & 4 ˙ f 3 & 4 ˙ ? f 3 4 ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ f ˙... ..  por  tal  razão  a  cópia  é  quase  textual. œ œ. œ œœ œ .. .  III  andamento           .. . p Œ Œ r œ Figura  9  -­‐  Haydn.. . Viola Violoncello e Basso 8 # & # #œ # & # #œ œ. J.

 IX:20. 15. f œ Œ Œ œ œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ ˙ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ a2 œ œ œ .. œ . ˙ ... ˙.. 7 # & # œ ? ## œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ 3 œ œ œ ˙ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ . .. ˙ ˙..  orquestração  do  Menuetto  Hob.  IX:20.. ˙. . œ f œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ f œ œ Œ Œ Œ Œ ˙. œ . Œ ..  15   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     # 3 & # 4 œ ? ## 4 œ 3 ´ œ œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ Œ œ Œ ´ œ œ ´ œ œ œ œ œ ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ Œ Œ œ œ . ˙. Œ ... ˙ f 3 4 œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ f 3 Ÿ œ œ œ 4 ˙. ... Œ . f œ œ œ œœ œ œ œ œ œœ œ f Ÿ ˙. ˙ ˙ ˙ ˙ Œ .LIÇÃO  Nº5.  15       © . .. œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ œ œ Œ 13 # œ œ œ œ œ œ & # . Œ ..  15       2 Oboi 2 Fagotti # 3 & # 4 ˙ . . œ . ˙.. 3 4 ˙ . ˙ f a2 ? ## 3 œ Œ 4 & & ? Œ œ œ œ œ Œ œ œ œ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ ! p œ œ ! ! ! p œœœ œ œ œœœ œ œ p œ ˙ œ œ œ œ œ Œ ! œ ! ! ! œœœ œ œ œœœ œ œ ˙ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ Œ ! œ ! ! ! œœœ œ œ œœœ œ œ ˙ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ 2 Corni in Re 2 Trombe in Re Timpani Violino I Violino II Viola Violoncello # 3 & # 4 œ œ œ f # 3 & # 4 œ œ œ f 3 B ## 4 œ Œ f ? ## 3 œ Œ 4 f ? ## 3 œ Œ 4 f f ˙.  Menuetto  Hob. f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ œœœ œ œ œ œœœ œ œ œ ˙ ˙ ˙ œ œ œ f ˙ .. œœœœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœœœ 3 Ÿ ˙ ˙ ˙ œ œ œ œ #œ 3 p œ p œ p Basso f œ Œ f f œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Figura  11  -­‐  Haydn. ? ## ˙ . ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ œ œ œ œ 3 Ÿ œ œ œ œ Figura  10  -­‐  Haydn.. œ .  IX:20. .  Menuetto  Hob.

 Sinfonia  Nº35.. œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ Œ œ Œ œ œ Œ Œ Œ p ˙. ˙.  III  andamento                                                           . A... & # 4 ˙. & # 4 ˙. Mozart Oboi # 3 & # 4 ˙ . ˙ f MENUETTO Fagotti Corni in D Trombe in D Timpani in D. œ œ.. Œ ˙. Violino I Violin II Viola Violoncello e Basso ? ## 4 œ 3 f 3 & 4 œ f 3 & 4 œ fŸ ? 3 ˙. f # 3 ˙. Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ Œ œ œ Œ p œ œ œ .. ! ! ! œ Œ œ Œ Œ Œ Œ .. 4 f # 3 ˙. .Sinfonia Nº35 III... œ œ œ œ. . f 3 B ## 4 œ f ? ## 3 œ 4 f a2. œ œ. œ œ. œ œ. œ œ. .. œ œ. A.. . ! . œ œ. . œ œ. œ œ. ! œ ! ! ! Œ ! Œ ! ! ! œ œ ! œ ! ! ! œ œ œ . Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ j œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ œ Œ œ œ Œ œ œ œ Œ œ œ Œ p p ˙. Menuetto W. Figura  12  -­‐  Mozart.

.  J. œ ‰ J œ œ œ œ ˙ ˙ ˙ œ @ œ @ œ @ œ @ œ @ Œ œ œ œ œ œ œ f ˙˙ n˙ ˙ ! ! . ! ˙ ˙ œ œ nœ œ œ œ nœ œ ˙ ˙ Œ Œ œ œ b &bb @ @ b & b b @œ @œ œ œ B bbb @ @ ? bb œ b Œ œ @ œ @ œ œ @ @ œ @ œ @ œ @ œ @ œ @ œ @ œ @ œ œ @ @ œ Œ œ œ @ @ œ @ nœ œ @ Œ nœ @ œ œ @œ œ nœ @ œ J ‰ n œ ‰ œ ‰© œ ‰ œ ‰ œ ‰ œj ‰ œ J J J J J p ‰ œj œ œœœ œ p f ‰ œj œ œ œœ œ p f œ œ œ p f œ œ œ f Figura  14  -­‐  Haydn. . . œ .  Sonata  Nº16  em  Mib       2 Oboi b 2 &bb 4 & 2 4 (Presto) ! ! ! ! 2 Corni in Mib Violino I Violino II Viola Violoncello. . J . n˙ f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ .. œ . . . œ .. œ ‰ œ ‰ ˙ ˙ J J n˙ f j . J ‰ J ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ œ œ J œ J J J J œ @ œ @ Œ ! ! nœ @ n œ@ œ @ œ @ œ@ œ @ œ @ œ@ œ @ ! œ @ œ@ œ @ œ œ œ p f f ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ f . . . .  Sonata  para  piano  Nº16  em  Mib  de  F. .  orquestração  da  Sonata  Nº16  em  Mib             . œ œ œ œ œœœœ œœœœ œ œ ‰ œ ‰ œ ‰ ˙ œ œ nœ œ J J @ @ ˙ f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ nœ œ œ @ @ ! œ Œ ! Œ Œ Œ Œ ! ! œ nœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ . œ œ . œ ‰ œ J J p œ œ œ b ˙ &bb ˙ & ˙ ˙ ? bb 4 œ œ œ œ 2 b p ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ f p f f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ .. . œ 31 œ œ b œ œ œ œ œ œ ! œ œ ! œ œ œ ! nœ nœ œ ! œ ! œ ! œ œ Œ &bb œ œ œ œ œ œ œ œ ? bb œ b & œ nœ œ œ œ œ œ œ Œ? œ œ ‰ œj œ œ œœœ œ œ œ œ œ œ œ œ Figura  13  -­‐  Haydn.LIÇÃO  Nº6. . p b 2 & b b 4 œj ‰ . Basso e Fagotto b 2 j & b b 4 nœ ‰ . œ œ œ Œ . .... œ . œ ˙ nœ œ J ‰ J ‰ @ @ ‰ œ ‰ J ‰ ˙ J ‰ J ‰ J ˙ f ˙ . j ˙ œ ‰ nœ ‰ œ ‰ ˙ . nœ œ œ nœ œ . œ ‰ œ J J p .  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     j b 2 j & b b 4 nœ ‰ œ ‰ œ œ J J (Presto) ? bb 4 œ œ œ œ 2 b 25 j j œ ‰ œ ‰ œ œ J J œ œ œ œ ˙ n˙ ˙ ˙ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ j j œ ‰ œ ‰ œ œ J J j j œ ‰ œ ‰ œ œ J J œ œ œ œ ˙ ˙ ˙ ˙ œ œ œ œ nœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ b œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ nœ œ œ œ œ &bb ? bb œ b nœ œ Œ œ œ Œ œ œ Œ nœ nœ Œ œ œ Œ œ Œ .. p 2 B bbb 4 œ œ p f .. .

œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ J œ J œ œ œ œ œ œ œ œ œ J œ J œ œ œ œ œ œ œ œ œ J œ J Viola Violoncello.LIÇÃO  Nº7. œ œ œ œ œ ! ! ! ! ! ! ! œ œ œ Œ ! ! œ J p œ œ ! ! œ œ œ œ œ ! ! œ œ œ œ œ ! ! 2 Corni in Do Violino I œ. œ. œ œ œ œ œ R œ. œ.  VII:4   ! 3 &8 ‰ &3 ‰ 8 &3 ‰ 8 3 j &8 œ p &3 ‰ 8 B3 ‰ 8 ?3 ‰ 8 Presto   ! ! ! œ œ œ œ œ œ p p œ œ œ p œ œ œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ. œ. œ œ œ.  J...  VII:4  de  F. 12 & & œ. œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ 23   & ? Fluto 2 Oboi Figura  15  -­‐  Haydn.  Fantasia  em  Dó  Hob. f ? œ j œ ‰ œ œ œ œ #œ œ © œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ #œ œ ‰ œ œ f ‰ œ #œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ.  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     j &3 œ 8 ?3 ‰ 8 6 Presto ´ œ œ œ ´ œ œ œ ´ œ œ œ œœœ œ œ œ œ œ œ œ ´ œ ‰ œ œ ´ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ. œ . œ. œ.  VII:4         . œ œ j œ j œ œ J Violino II œ œ œ œ œ œ œ œ œ j œ ‰ ‰ œ œ œ j ‰ œj œ j ‰ ‰ œ j œ ‰ ‰ j œ ‰ ‰ œ œ. ! ! œ œ œ œ œ ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ j œ œ J œ J #œ œ œ œ nœ ! ! #œ œ œ œ nœ œ œ œ j œ œ J œ J œ œ œ œ œ œ J ! ! ‰ ! ! f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ . œ. œ œ œ œ œ R œ œ œ œ œ R œ. œ œ ÿ œ œ J œ œ œ œ œ j œ œ œ œ j œ œ J j œ ‰ ‰ œ J ‰ & ´ œ T œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ m œ j œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ. œ ?œ J œ œ œ œ œ œ œ J œ œ J ‰ ‰ 12 & ´ œ œ œ œ œ œ œ j œ œ œ œ . & B f 12 œ œ œ œ œ œ œ œ œ J œ J j ‰ œ œ J œ J ‰ ‰ j ‰ œ œ œ œ œ j œ j œ j œ j œ ‰ œ J ‰ œ #œ œ f œ. œ œ.  orquestração  da  Fantasia  em  Dó  Hob... œ. œ œ ÿ œ œ J &œ ÿ ?œ œ œ. œ. œ œ j œ j œ œ J œ #œ œ œ .. œ. œ. œ. œ. œ... œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ. œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! œ œ œ œ ! ! ! œ. œ. Basso e Fagotto œ œ œ 12 & & œ. œ. œ ´ #œ œ œ œ nœ œ œ j œ œ &œ œ œ œ œ œ 17 œ #œ œ #œ &œ ?œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ .  Fantasia  em  Dó  Hob. œ œ œ œ œ œ œ œ œ ÿ œ œ œ. œ œœ . Figura  16  -­‐  Haydn.

 XVI:G1       ..  Divertimento  em  Sol  Hob.. 3 œ œ œ œœœœ œ œ œ œ œ J œ œœ 3 œ œ œ œ j œ œœœœ œ j ‰ œ j œ œ J ?# 4 ‰ 2 # œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ ! ‰ œ . œ œ œ œ. ‰ .  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     œ œ œ # 2 œ œ œ œ & 4 œ œ œ œ Allegro Piano œ .LIÇÃO  Nº8..  XVI:G1  de  F. & j # œ œ ´ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ 3 3 3 ´ œœœœ 3 œœœ œ 3 Ÿ œ ´ œ ´ œœœœ 3 œœœ œ 3 ?# ‰ #œ J œ œ ‰ œ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ Figura  17  -­‐  Haydn. ‰ œ 6 & ?# œ 12 œ œ œ œ œ œ œœœœ ‰ œ œ œ œ ! j œ ‰ ‰ œ œ J j œ œ œ œ J œ œ œ œ #œ œ œ J ‰ #œ œ œ & ?# œ # œ œ # œ #œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ ‰ j œ ‰ œ œ œ œ j œ œ J œ œ œ œ ‰ œ œ ‰ ‰ j œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ #œ œ œ œ œ œ œ œ j œ œ J j œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ 3 3 3 œ j œ ‰ œ J 18 & œ ? # œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ 23 œ ‰ œ œ ‰ ‰ Ÿ œ œ #œ J ‰ . œ ‰ œ J œ œ œ œ œ.  Divertimento  em  Sol  Hob.  J..

‰ . Basso e Fagotto ‰ œ œ J p ‰ œ J œ p œ #œ Œ œ œ œ Œ p p œ œ œ ‰ œ œ œ p p œ œ œ œ œ œ Œ Œ ‰ œ œ J p ‰ œ J œ p Œ Œ œ œ3 p p 10 & & & & # ‰ œ #œ œ 1.  orquestração  do  Divertimento  em  Sol  Hob. B# ‰ œ œ œ ?# ‰ œ œ œ # œ œ œ œ Œ œ œ Œ œ œ # j ‰ œœœœ œ œ #œ œ f œ ‰ #œ œ œ œ ‰ œœœ œ @ fp f œ œ œ œ œ ‰ Œ ‰ œ œ œ œ œ œ f ‰ ‰ œ œ J œ œ œ œ œ #œ ‰ œ œ œœ œ f Œ Œ œ @ ‰ œœœ œ œ f ‰ œœœœ œ f œ ‰ J p œ œ œ ‰ œj œ œ ‰ J p œ@ œ@ Œ Œ Œ Œ œ@ œ œ œ œ œ œ@ Œ Œ œ œ œ œ #œ j ‰ œ œ œ Œ J œ œ œ ‰ œ J œ œ ‰ œj œ@ #œ #œ œ œ œ œ œ œ@ Œ Œ ‰ .. p Œ Œ Œ Œ œ œ J a2 ‰ ‰ 3 ‰ œ œ œ œ. œœœœ œ f œœœœ œ f f f œ œ Œ Œ œ œ Œ Œ j œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ. j ‰ œ J œ œ œ @ œ œ œ ‰ ‰ ‰ œ œ J œ œ œ œ œ @ fp ‰ œ œ œ œ @ #œ #œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ œ a2 20 & & & & 20 20 œ œ œ ‰ J œ@ Œ Œ œ ‰ œ J f j ‰ œ Œ J f œ œ œ ‰ J Œ œ@ #œ #œ œ@ Œ Œ œ œ œ œ #œ 3 3 œ œœ œ 3 œ œ #œ œ œ œ 3 3 œ œœ œ œ œ #œ œ œ œ j œ J 3 3 3 œ œ œ œ œ œ3 œ œ œ œ œ œ 3 œ œ #œ œ œ œ 3 3 œ œœ œ ‰ 3 œ œ #œ œ œ œ J j œ J 3 œ œ œ3 œ œ œ œ œ œ # @ œ B# œ ?# œ ‰ œj œ f ‰ œj œ f f 3 œ ‰ J œ œ œ œ ‰ J ‰ ‰ #œ J j œ œ œ ‰ ‰ #œ J j œ œ œ œ œ œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ œ ‰ J œ œ œ œ œ œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ Figura  18  -­‐  Haydn.. p ‰ œ œ œ œ. ‰ œ œ œ œ... Œ Œ Œ Œ Œ Œ ‰ ‰ œ ‰ œ 3 2 Corni in Sol Violino I # 2 & 4 œ œ œ œ œ f # 2 & 4 œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ 2 B# 4 ?# 4 2 ! ! f œ œ œ œ œ f œ ‰ œ Œ œ œ œ œ #œ œ J œœœœ j #œ œ Œ Œ Violino II p 3 ‰ œ œ œ œ. œ œ œ œ. œ œ œ œ... ‰ . œ œ œ œ. ‰ . # œ. œ œ œ œ. ! ! œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ.2 Oboi # 2 & 4 ‰ 2 & 4 ‰ Allegro œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ . p ‰ œ œ J ‰ œ J œ ‰ œœœœ œ f ‰ œœœœ œ f ‰ f f œ œ ‰ œœœœ œ f ‰ œœœœ œ fœ œœœ œ f œœœœ œ f œ œ ‰ Viola Violoncello.  XVI:G1                                     © . ‰ .. Œ Œ œ œ Œ Œ Œ ‰ œ œ œ œ ‰ œ œ œ œ . œ œ œ ‰ œ œœ œ œ ‰ ‰ œ #œ œ ! Œ Œ œ @ œ œ œ ‰ œ œœ œ ‰ œ Œ ! œ @ œ œ œ ‰ œ œ œ Œ J 10 œ œ œ J ! Œ Œ œ @ 10 # œ.. ‰ .

 XVI:13         28 ## & ## ? #### ! ! © .  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     # ## 2 & # 4 œj œ J ? #### 2 ‰ 4 Presto Finale Piano œ œ j ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œj œ œ œ J j ‰ œ œ œ œ j ‰ œ œ œ œ J j ‰ œ œ œ œ j ‰ œ œ œ œ J j ‰ œ œ œ œ j ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ J œ œ œ œ j œ œ œ ‰ œ œ œ ‰ J œ œ œ œ 7 # ## & # œ œ œ œ œ œ œ œ ? #### œ œ œ œ ‰ j œ œ nœ nœ J Œ j ‰ œ œ œ œ ‰ n œj n œ œ œ J j ‰ œ œ œ œ j ‰ nœ nœ œ œ J j ‰ œ œ œ œ Œ Œ j ‰ œ nœ œ œ J j ‰ œ œ œ œ j ‰ œ ‰ œj ‰ n œj œ ‰ œ ‰ œ J J J j j œ ‰ œ ‰ œ œ 14 ## & # # ‰ œj n œ œ œ œ J J ? #### œ œ Œ ‰ œj ‰ n œj ‰ œj n œ œ œ œ ‰ œ ‰ œ J J J J j j œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ Œ ‰ œj ‰ n œj œ œ œ œ J J j j œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ œ œ J œ œ ‰ œ œ J 21 ## œ œœœœ œœœœœœœœ œœœœœœœœ œœœœœœœœ œœœœœœœœ Ÿ ˙ & ## œœ œ œ ? #### œ ‰ œ œ J œ œ ‰ œ œ J œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Figura  19  -­‐  Haydn.  XVI:13  de  F.  Divertimento  em  Mi  Hob.  J.LIÇÃO  Nº8.  Divertimento  em  Mi  Hob.

bœ œ ‰ œ J . . œ œ œ ! ! . . œ œ œ œ . ‰ œ J ! œ ! ˙ ˙ œ œ œ ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! œ ‰ J ‰ œ J œ œ ! ! ! . bœ œ ‰ œ J œ œ œ ! ! œ œ œ œ Œ Œ . ‰ œ œ œ J f . œ œ ‰ bœ J . . p ‰ j œ œ bœ . . . . . . ‰ œ œ œ J œ œ œ œ ˙ œ œ j . ‰ œ J . œ œ ‰ bœ J ! ! 2 Corni in Sol Violino I Violino II Viola # 2 j & 4 œ p # 2 & 4 j œ p # 2 ‰ B 4 ?# 2 ‰ 4 ?# 4 ‰ 2 ! ˙ ˙ œ œ ! ! ‰ œj œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Violoncello œ p Basso f œ . . ‰ œ œ œ J œ œ Œ Œ ˙ f ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ ˙ .  orquestração  do  Divertimento  em  Mi  Hob. . œ œ ‰ œ J . . . œ œ œ œ œ œ j œ œ ‰ œ . . ‰ œ œ œ J p œ p œ ˙ ˙ œ œ . ‰ œ œ œ J œ œ Œ Œ ˙ œ œ œ œ œ œ . . œ œ ‰ bœ bœ œ ‰ œ œ J . . œ ‰ œ œ œ J f œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ f ! œ f ! ! . . ‰ œ œ œ J œ œ œ œ #˙ ˙ ˙˙ œ œ œ œ œ ‰ bœ J ?# ?# œ p œ œ 19 f 19 ˙ ˙ ˙ œ ˙ œ & ˙ ˙ ˙ œ œ ˙ f ´ œ ´ ´ ´ ´ œ œ ´ ´ ´ 19 ´ œ œ ´ œ J ´ œ œ ´ œ œ œ # œ œ œ J ‰ J ‰ J ‰ @ @ ‰ & f # œœœœ & œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ @œ f ´ ´ ´ ´ œ œ ´ ´ œ œ ´ ´ œ œ œ B# œ ‰ œ ‰ œ ‰ J ‰ J J J f 19 ´ ´ ´ ´ œ œ ´ ´ ´ ´ œ œ œ ?# œ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ J J J J f ´ ´ ´ ´ œ œ ´ ´ ´ ´ œ œ œ ?# œ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ J J J J f & # ˙ ˙ œ @ œ œ @ œ œ œ œ @ œ œ @ œ œ œ œ @ œ œ @ œ œ œ œ @ œ œ @ œ œ œ #˙ @ ˙ ˙ @ œ œ œ Figura  20  -­‐  Haydn. .XVI:13                             . œ œ œ ! ! . œ œ ‰ bœ J œ œ ‰ œj . . . p œ Œ œ œ Œ Œ ! ! œ Œ Œ Œ Œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ 9 & & # ˙ ˙ p 9 # & œ 9 & # ‰ bœ J bœ œ B# 9 bœ ‰ œj ! œ ! œ œ ‰ œ J œ ‰ J ‰ bœ bœ J ! ! œ ! ˙ ˙ œ œ œ ‰ œ bœ J b œ œ ‰ œj . œ œ ‰ œ J . .2 Oboi # 2 & 4 ‰ 2 & 4 ‰ Presto ! ! œ œ œ p ‰ œ J œ ! ! ‰ œ J ‰ œ J œ œ ! ! ˙ ˙ œ œ œ œ ! Œ . œ œ œ œ œ œ œ œ . .

. œj œ œ œ # œ œ ÿ ÿ ÿ ÿ œ bœ œ bœ œ œ œ bœ œ ÿ ÿ Ÿ Ÿ ´ ´ ´ ´ ? ..  Divertimento  em  Ré  Hob. œ œ œ œ # œ œ b œ œ œ bœ œ œ œ bœ œ Œ J ÿ ÿ 27 #œ ‰ œj œ ‰ jœ œ œ œ œ ‰ œj ‰ j bœ #œ œ œ œ œ œ œ œ j .. ‰ œj ‰ œ ‰ œj ‰ œj ‰ 17 œ Œ ˙ ˙ j j ‰ œ ‰ j ‰ œj ‰ œ œ œ ˙ ˙ œ œ ‰ ? .. J J # 2 j j œ œ œ & # 4 ‰ J ‰ J ‰ œ ‰ J ‰ œ ‰ #œ ‰ J r œ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ ‰ œ J J J J œ œ ‰ .. n n J J J J # j & # . J ‰ J ‰ J ‰ J ‰ J œ œ œ œr œ œ œ ´ œ œ ÿ r œ r œ œ œ œ œ œ ‰ œ ‰ J ‰ œ ‰ œ ‰ œ œ œ œ œ œ ‰ .  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     Finale Piano # 2 œ œ œ œ œ œ & # 4 J ‰ J ‰ J ‰ J ‰ J ‰ œ ‰ J J Allegro assai r œ œ œœœ œ Œ œ r œ œ œ ‰ J ‰ J ‰ œ ‰ J ‰ œ œ œ œ œ œ ‰ .  Divertimento  em  Ré  Hob..LIÇÃO  Nº10.  XVI:19  de  F..  J.  XVI:19   ! !   © . 9 # œ œ œ œ œ & # .... œ   & ? Figura  21  -­‐  Haydn. Ÿ Ÿ Œ & . n n ‰ .

œ . ! ! . . œ . 18 œ œ œ #œ œ œ Œ ! ! œ . ‰ œ J Viola Violoncello œ p œ . œ œ œ œ . œ . œ . œ . œ . ! ! œ ! ! œ . p ! ! ! ! œ Œ ! ! ! 18 & & # # œ . œ J ?# ?# ! ! ! ! . ! ! œ . œ . . œ œ ! ! j œ . . œ œ œ œ . . . . œ . œ j œ j œ ! ! œ œ ! ! œ œ œ œ j œ j œ ! ! Œ œ . œ . œ . . # B œ œ . . . . œ . œ œ . . ! ! œ œ ! ! œ . œ . œ . œ œ œ œj J ! ! . ! ! œ . œ œ œ #œ . . ! ! œ . œ . œ œ œ œ . œ . Œ 9 ?# ?# œ œ . . . œ . . œ . . œ                 . 18 ! ! œ . œ œ . œ . . œ . ! ! œ j œ œ . . . . œ . ! ! œ œ œ œ Œ . & B# ! ! œ . œ œ ! ! œ . œ . ! ! œ j œ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! . j œ 9 ?# & & # # 9 œ œ œ . œ . œ œ œ œ . œ œ œ œj J ! ! ! ! œ ! ! . œ . . œ . . . œ œ œ œ . œ . œ œ . œ œ ! ! ! ! ! ! ! œ Œ ! ! ! 9 & & # # ! ! ! ! ! œ . . & # œ œ œ œ œ œj œ œ œ œj œ œ œ œ œ œ œ . œ . ! ! œ . . œ . œ . œ . ! ! œ . œ . œ . œ .Flauto # 2 & 4 ‰ # 2 & 4 ‰ ?# 4 ‰ 2 2 & 4 ‰ 2 & 4 ‰ Allegro assai ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! œ œ œ œ . Basso ! ! ! ! ! ! œ . ! œ . . ! ! ! ! 18 18 # & œ . 9 9 & œ œ œ œ . œ ! ! œ œ œ œ nœ œ œ œ ‰ ‰ Œ ! ! . . œ . . œ œ œ œ . . . ! œ . œ œ ! ! ! ! ! ! Œ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! œ œ . œ œ ! Œ ! ! œ œ . œ . œ œ . œ . œ . ! ! ! ! ! œ œ œ #œ . œ . ! ! œ . . . œ . œ . . . œ . . œ . . p. œ œ . & 4 œ J p # 2 & 4 ‰ 2 B# 4 ‰ ?# 4 ‰ 2 ?# 4 ‰ 2 ! ! ! ! ! . . ! ! ! ! ! ! œ . ! ! œ . œ œ . j œ j œ 18 ?# & & œ . ! ! ! ! ! œ œ œ œ . ‰ œ J ! ‰ œj . ! ! ! ! ! j œ ! ! ! ! ! œ œ œ 2 Oboi Fagotto 2 Corni in Sib 2 Corni in Sol Violino I Violino II # 2 . ! ! œ . . . ! ! œ . œ . œ . ! ! œ . œ œ œ œ . œ . . œ . œ .

œ . .. j œ j œ ‰ ! ! ! ! 25 25 œ œ œ œ . œ . . œ . ‰ ˙ ˙ . f b b . . œ œ ! ! ! ! . œ œ J f œ œ J f ‰ ‰ ‰ a2 ‰ ‰ œ f œ f œ #œ J œ œ J ‰ ‰ œ J œ J œ J ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ . œ œ #œ . œ œ . ? b b . ! ! . œ . . . œ . . œ œ œ œ . . œ #œ . œ .25 & & . j œ œ œ œ œj œ ! œ œ j œ œ œ œ œ ! . .. œ œ œ œ ! .. œ Œ Œ Œ Œ Œ p p ˙ ˙ ! ! ! ! ! ˙ œ p. œ œ œ œ . œ œ œ . .. . . .. ? b b . . œ œ .. . . . œ .. . œ . œ J f 33 œ . . . œ . ‰ & & . œ . . œ . . . 25 ?# ! ?# 33 œ œ œ . . œ Ÿ œ œ Ÿ œ œ Ÿ œ œ Ÿ œ œ Ÿ œ œ ! ! ! ! ! œ œ œ œ .. . œ ! œ . œ .. . ‰ . . .. œ . .  orquestração  do  Divertimento  em  Ré  Hob. . . œ . œ œ . . œ . . ! œ . . b .. . . . œ . ... œ ! ! œ ! b & b . . . œ . œ #œ . .. œ œ . ‰ 33 ? b b . œ . œ . . œ œ . . œ .  XVI:19                                           . œ . œ . . œ . . ! ! œ . .. œ . ‰ 33 33 b j & b . œ #œ . œ œ . . . . . œ #œ œ . œ œ ! ! ! ! ! ! ! œ œ œ œ œ œj œ œ œ œj œ œ œ œ œ œ Œ œ #œ œ œ œ ! ! ! ! ! ! ! ! ! Ÿ œ œ Ÿ œ œ Ÿ œ œ ! ! ! ! ! œ . œ . œ œ . . œ . œ ... . œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ . . œ . Figura  22  -­‐  Haydn. œ # œ œ œ # ! œ œ œ . œ . œ œ œ œ . œ œ œ œ . œ . . ! ! ! ! ! Ÿ œ œ Ÿ œ œ f j œ ‰ # œj f j œ ‰ œj f œ ‰ œj J f j œ ‰ œ J f j ‰ œ œ J f œ . œ #œ . œ œ œ œ . œ J f . œ . œ . œ œ . . .. ‰ b & b . . . œ . . . œ œ œ œ nœ œ œ œ ‰ ‰ ‰ ! ! nb b nb b nbb nbb nbb ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ . . œ . œ ! ! j œ j œ œ œ ! ! œ œ œ œ j œ j œ Œ ! ! œ œ œ . # œ œ B . .. œ œ . . f . ! œ œ ! ! œ . œ j œ œ œ œ œ ! œ ‰ nbb nbb nbb 25 ?# & & & & # # 25 œ . . œ . . œ . œ Bb J f 33 . œj & . œ . . . œ . œ . ! ! ! ! ‰ a2 œ . ..

œ . ! œ . œ . œ . . ! œ . œ . œ . # 2 . . œ #œ œ #œ œ #œ nœ ! ! ! ! œ . . . ! œ . . œ .  Sinfonia  Nº92. . œ œ œ œ #œ ‰œ J p ! ! ? 2º Solo . . œ œ œ #œ ‰ œj œ # œ ! œ œ ! Œ Œ Figura  23  -­‐  Haydn. œ . œ . ‰ j œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ #œ œ . . ! ! œ . . . œ . . œ œœ . œ . . ! ! ! ! . . ! . œ œ . œ . œ . œ . . ! ! ! œ œ œ #œ . œ œ œ œœ œ œ .Re Violino I Violino II . œ ! ! œ . œœ œœ œ œœœœ . . . p . . œ œ œœ œœ œ œ œœ . œ . . œ . œ . Viola Violoncello obligato Basso œ œ ?# 2 ‰ . 4 œ œ . œ œ . ! ! . . . . . œ . . œ . œ . ! œ . . ! ! œ . . œ . . œ B# 12 ?# ?# œ . œ . œ #œ œ #œ œ #œ nœ œ . œ . œ . . ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ #œ . ! ! . . . œ . . . p œ . . . ! ! œ . œ . . . . ! œ . . œ . . . .  IV  andamento   ©                   . œ ! ! . œ œ nœ œ œ #œ œ ! ! œ . œ . œ œ œ œ œ œ ! . ! ! œ . œ . œ œ nœ œ œ #œ œ œ œ nœ #œ œ œ œ . ! ! œ . œ . œ ! ! . œ . ! œ . œ œ œ. œ . œ œ nœ œ œ #œ œ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! Œ ! ! ! ! ! . . œ . œ . . p # 2 ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! & 4 ‰ 2 B# 4 ‰ ! œ . & 4 œj œ œ œ œ # œ œ # œ # œ # œ n œ œ œ n œ œ œ # œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ # œ œ # œ # œ # œ . . . p ?# 2 ‰ ! 4 12 & & # # ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! . ! œ ! ! Œ œ . œ . œ œ . œ . ! œ . . . ! œ . œ . ! ! œ . .  "Oxford". . . . . ! ! œ . .   Sinfonia Nº92 IV Joseph Haydn Flauto # 2 & 4 ‰ # 2 & 4 ‰ ?# 4 ‰ 2 2 & 4 ‰ 2 & 4 ‰ ? 4 ‰ 2 Presto ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! 2 Oboi 2 Fagotti 2 Corni in Sol 2 Clarini in Do Timpani in Sol . . œ . . . . . . . . . ! ! 12 ? & & # nœ # 12 ! ! œ . œ Œ ! œ . . ‰ ! ! ! ! ! ! ! ! ?# 12 & & œ . . . œ . . . . ! ! œ ! œ ! Œ . œ . . . œ . œ . œ . . . ! œ . œ . œ œ œ œ œ œ Œ p ! ! ! ! ! ! . œ . . ! œ .

 XVI:23  de  F.  Divertimento  em  Lá  Hob. & # 4 Presto Finale Piano ? ### 4 ‰ 2 ! œ œ ‰ œ œ œj œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ & œ J œœ œ œ œ œ œ œ œ œ ! #œ œ œ œ œ œ ˙ œ œ ? Œ & œ œ. j œ ‰ ## & # œ. .. Figura  24  -­‐  Haydn. j ?œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ " œ œ œ œ œ œ œ œ j œ ‰ œ œ œ œ ‰ .  XVI:23         © .LIÇÃO  Nº11.....  J.. .  Divertimento  em  Lá  Hob. œ œ ? ### ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œœ œ œ œ œ œ œ œ œ ‰ . ‰ . ‰ # # œ œ œ œ #œ œ nœ œ œ œ œ œ #œ œ nœ œ œ & # ## & # œ ˙ ## & # Œ œ #œ " nœ œ œ ‰ œ ˙ j œ " œ J œ ‰ œ #œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ Œ ÿ j œ œ ´ ‰ ?œ " œ œ œ nœ œ œ œ œ J œ ‰ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. ! œœ ? ### œ n œ œ œ j #œ œ œ œ œ J " œ œ ‰ œ œj ‰ " œ œ œ œ ‰ J œ œ ‰ œ œ œj ## œ œ œ & # œ œ œ œ œ œ ? ### ! & œœ œ œ œ œ œ œ œ œ j œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ.  Haydn   Orquestração  para  pequena  orquestra  clássica  de  um  trecho  original  para   piano     ## 2 œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ. œ œ œ #œ œ œ œ nœ ‰ ˙ j œ œ œ œ ‰ .

. œ. œ œ œ œ " œ œ œ f " œ œ œ œ œ œ œ f " œ œ œ œ œ œ œ f ? ### ? ### p ! f f œ œ ‰ ‰ œ J œ J Figura  25  -­‐  Haydn..... . ‰ ‰ .. œ. œ œ p ‰ . .. ‰ ‰ . B ### 20 j œ œ œ f j œ œ œ f œ œ f ‰ f ‰ ! œ œ œ . ‰ ‰ . . .. ! ! ! ! ! ! ! ! ‰ ‰ ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! œ œ œ ! ! Œ Œ Œ œ œ œ. p Violoncello p Basso œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ ‰ œ œ f ‰ œ œ œ œ œ œ f Œ ‰ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ j œ f œ œ œ œ œ ‰ ..... . ‰ ‰ . œ " œ œ œ f œ œ f œ œ f œ œ œ œ œ œ œ œ a2 ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ ‰ . . œ œ ˙ ˙ œ œ #œ nœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ ‰ ‰ œ J f œ J f 10 B ### ˙ p ? ### ? ### ˙ p œ œ œ œ œ f œ œ #œ œ œ œ œ œ œ f œ œ #œ œ œ œ œ œ œ f œ #œ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ " " " nœ œ œ œœ œœ œœ œ œ œ " nœ œ œœ œ œ œ œœ œ œ œ " nœ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! œ œ œ œ œ œ œ Œ ‰ œ œ œ J f œ œ Œ Œ Œ "œœœœ "œœœœ ! ! Œ 20 ## œ œ œ œ œ œ œ œ & # & ### ! ! ! ### ### ! ! ! ! ! œ. . œ #œ ! ! . . ... p 2 Corni in La Violino I ## 2 & # 4 ‰ ## 2 & # 4 ‰ # 2 B ## 4 ‰ ? ### 2 ‰ 4 ? ### 2 ‰ 4 œ œ œ .. œ J p solo ! œ œ œ ! ! œ œ œ œ . œ .. .. œ . ‰ ‰ . ‰ ‰ . p œ œ œ .. œ œ œ ! ! Œ Œ Œ œ œ J ! f œ œ 20 ? ### & & & Œ ‰ ! 20 f œ œ 20 œ œ œ... œ œ ! œ #œ ! ! ‰ œ Œ ## & # ‰ 10 f œ #œ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ Œ ‰ ! œ J f a2 Œ Œ ! ! ! ! ! ! Œ ! ! ! ‰ ? ### & ! ! f œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ œ f œœ ‰ nœ œ œ œ œ œ #œ Œ Œ Œ Œ œœ œœ œ œœœ Œ Œ Œ ! ! ! 10 10 # # œ œ œ #œ œ œ œ nœ #œ œ œ œ œ & # & ### œ œ œ œ œ œ œ œ œ ˙ ˙ ! œ œ œ #œ nœ œ œ œ œ œ œ . ! ! ! ! ! ! ! ! Œ Œ Œ ‰ ‰ ‰ ‰ a2 ! œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ Fagotto ? ### 4 ‰ 2 & 2 4 ‰ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ ‰ œ œ f ‰ a2 ‰ . .. ..  orquestração  do  Divertimento  em  Lá  Hob.. ! ! ! ‰ ‰ ‰ œ p œ p œ p œ œ œ ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ ! ! ! œ . p ! ! j œ ‰ j œ ‰ ‰ ‰ ! Violino II Viola ‰ œ œ œ . œ . œ J ! ! ! œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ.. œ œ ˙ ˙ ! œ œ œ ! .. . . ‰ 10 ## & # ! . p œ œ œ œ œ œ œ œ œ œj p a2 œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ " œ œ œ f œ œ œ " f œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ .. . ..  XVI:23       .Flauto 2 Oboi ## 2 œ œ & # 4 f ## 2 & # 4 ‰ Presto œ œ œ œ œ œ œ œ œ..

Sinfonia Nº6 Flauto œ œ.  IV  andamento   ! ! ! ! ! ! ! ! ! !   10 & 10 # & # # & # # & # B ## 10 10 ? ## ? ## 10 © . œœœœœ œ œ œ œ œ œ œ J œ œ #œ œ œ œ œ œ œ œ f œ œ œ œ œ œ Œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ œ Œ Œ Œ Œ Œ Violoncello concertante Violoncello e Basso ‰ œ œ œ œ œ œ œ #œ œ . f œœœœ œœœœ œ ! ! ! ! ! ! f f œœœœ œœœœ œ f œœœœ œœœœ œ f solo œ œ œ œ.  Sinfonia  Nº6. Finale œ œ œ J œ œ œ ! ! ! ! ! ! ! ! a2 a2 Joseph Haydn Œ ! Œ Œ Œ ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! œ ‰ 2 Oboi # 2 & # 4 ? ## 2 4 & 2 4 ! ! ! ! Œ Œ ! ! ! Fagotto œœœ œœœœœ œ f œ œœœœœ œ œœ f œ f œ ! œ œ œ 2 Corni in Re Violino concertante # 2 & # 4 Violino I Violino II Viola # 2 & # 4 œ p ## 2 & 4 œ p 2 B ## 4 ? ## 2 4 ? ## 2 4 ‰ œ œ œ œ œ œ œœœ œ . œ œ œ œ œ p f ‰ œ œ œ œ œ œ #œ œ œ œ œ œ œ #œ p . f œ œ #œ ! ! œ œ œ œ f œ œ #œ ! ! œ œ œ œ f œ œ #œ ! ! œ œ œ œ f 10                                                           # & # # & # ? ## Figura  26  -­‐  Haydn. # 2 œœœœœœœ & # 4 Allegro solo Finale IV. œœœœœ œ f ‰ œœœ œ œ œ œ œ œ œ œœœœœ œ .

........................  26   Figura  8  -­‐  Haydn.  40   Figura  25  -­‐  Haydn...  III  andamento  ....................  32   Figura  18  -­‐  Haydn.............................  27   Figura  10  -­‐  Haydn....................  Sonata  Nº16  em  Mib  .  Divertimento  em  Sol  Hob...  Sinfonia  Nº92............................  Sinfonia  Nº6...  15  ........  23   Figura  6  -­‐  Haydn.......................................  Sinfonia  Nº7....  1º  andamento  ..............  XVI:G1  ....  orquestração  do  Divertimento  em  Lá  Hob..........  11   ...  XVI:13  ..........  Fantasia  em  Dó  Hob.....  1º  andamento  ............................  orquestração  da  Sonata  Nº16  em  Mib  .....................  Divertimento  em  Mi  Hob..................  20   Figura  4  -­‐  Haydn......  IX:20.....................................................................................  Sinfonia  Nº7..  Sinfonia  Nº13...............  XVI:G1  ...............................  III  andamento   .....  28   Figura  11  -­‐  Haydn....................................................  Sinfonia  Nº35............  Divertimento  em  Lá  Hob..  14   Figura  2  -­‐  Haydn.........  30   Figura  14  -­‐  Haydn..............................................  XVI:19  .......  39   Figura  24  -­‐  Haydn................................  Introdução  e  1º  andamento  .....  22   Figura  5  -­‐  Haydn............  34   Figura  20  -­‐  Haydn...............................................  IV  andamento  ..  15  .........................  IV  andamento  ...........  25   Figura  7  -­‐  Haydn....  "Oxford"..........................................................  IX:20...........  IX:20................  Menuetto  Hob.......................  Divertimento  em  Ré  Hob....................................................  41   Figura  26  -­‐  Haydn.......  35   Figura  21  -­‐  Haydn................  31   Figura  16  -­‐  Haydn............  orquestração  da  Fantasia  em  Dó  Hob...............  30   Figura  15  -­‐  Haydn.....................  Menuetto  Hob....................  VII:4   ......  11  ........  XVI:19  .....  IX:20........  orquestração  do  Divertimento  em  Sol  Hob...........  orquestração  do  Menuetto  Hob.  XVI:23  ...  Sinfonia  Nº8..........................  28   Figura  12  -­‐  Mozart.............Índice  de  Figuras     Figura  1  -­‐  Haydn..........  orquestração  do  Menuetto  Hob.................  redução  para  piano  ............  Sinfonia  Nº8.....................  XVI:23  ..................  29   Figura  13  -­‐  Haydn...................................  38   Figura  23  -­‐  Haydn............  36   Figura  22  -­‐  Haydn.........................................................................  orquestração  do  Divertimento  em  Mi  Hob.....  42     ...............XVI:13  ..........................  redução  para  piano  .  VII:4  .......  orquestração  do  Divertimento  em  Ré  Hob....  17   Figura  3  -­‐  Haydn.....  redução  para  piano  ..  Sinfonia  Nº3.  26   Figura  9  -­‐  Haydn.........................................................  Sinfonia  Nº3.......  33   Figura  19  -­‐  Haydn........  31   Figura  17  -­‐  Haydn.....