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Introdução à Engenharia

Tópicos Principais

1

1.2

Uma Nova Fase

Agente passivo Agente ativo Nova liberdade usufruída com maturidade. Mais orientador do que fiscalizador Saúde física Recursos explorados pelos alunos:
• • • • • •

áreas de lazer atividades desportivas bibliotecas cursos extra-curriculares diretórios acadêmicos Laboratórios
2

1.3

Por que Estudar

O que se sabe hoje representará 3% das informações dominadas daqui a 50 anos.
o o

25 anos 50 anos

conhecimento 4 vezes maior que o atual conhecimento 30 vezes maior que o atual

Futuro calcado no domínio e na manipulação da informação. Atualização profissional contínua (uso adequado dos recursos de aprendizagem)

3

Estudar => faculdade particular do ser humano Aprender => característica dos seres vivos Estudar é organizar na mente diversos tópicos formando uma postura crítica e coerente.1.4 Considerações sobre um Método de Estudo Transição exige alterações no comportamento do estudante Deixou de ser aluno (aquele que é ensinado) e passou a ser estudante (aquele que aprende e estuda porque quer). Atividades norteadas com as seguintes observações: Métodos de estudo (não há regras absolutas) Assunto visto sob diferentes ângulos. Não existe maneira de estudar pouco e aprender muito. 4 . compara-los e reflexão crítica sobre o tema.

1. 15 –livro texto) 5 .5 Condições para viabilizar o estudo Racionalização do tempo Programação realística dos tempos de sala de aula e períodos bem dosados de estudo extra classe para cada matéria. Turma deve preencher o quadro de horários (pág.

1. que lhe serve. mas não necessariamente como propósito 6 . sim. como base e fundamento. Adotar uma postura crítica e consciente para com a sociedade Método de estudo eficaz consiste de 3 etapas distintas: Preparação Captação Processamento O estudo da engenharia lidará mais com a tecnologia do que com o processo científico.6 Fases do Estudo O curso de engenharia tem por objetivos: Estimular a criatividade do indivíduo Fornecer ferramental básico para fazer frente aos problemas que se deparará.

1. arejado. silencioso e agradável. de preferência nos mesmos locais e horários de costume facilita a aprendizagem. A perseverança deve ser encarada como uma característica importantíssima para se alcançar um objetivo 7 . O hábito de estudar.7 Preparação A escolha de um bom ambiente.

8 Captação Confundida com o próprio estudo é também sentir-se apto a fixar conhecimentos e organiza-los na mente de forma sistemática e duradoura. Através da participação em experiências e observações Formas usuais de captação dos conhecimentos Leitura Audição Observação 8 .1. A captação ocorre usualmente (processo ensino-aprendizagem) Na apreensão de conhecimentos transmitidos em sala de aula Quando os conhecimentos são adquiridos através da leitura de livros didáticos.

consultas ao professor Captação pela leitura Livros didáticos – maiores fontes de leituras Seleção daquilo que se vai ler 9 .8 Captação (continuação) Captar e anotar idéias com as próprias palavras Captação em sala de aula Captação extra-classe Discussões com colegas.1.

o estudante deve se esmerar ao máximo para ter bom rendimento em avaliações (termômetro de aferição do aprendizado do aluno) 10 . etc) Uma prova nunca mede integralmente os conhecimentos de um estudante (fatores pessoais influem no seu rendimento) Apesar disto.9 Processamento Feita a captação de um conhecimento deve-se PROCESSA-LO para reter e integrar os assuntos São imprescindíveis alguns procedimentos posteriores para uma boa absorção dos conteúdos (ex. Revisão logo após as aulas ou leitura de textos. resumo de um texto.1.

ou seja. operações. É errado ao aluno pensar que ao engenheiro compete apenas o desenvolvimento tecnológico (pesquisa científica não). e etc. trabalhos intelectuais ou práticos.2 PESQUISA TECNOLÓGICA 2. o engenheiro deve desenvolver suas atividades. de preferência. Ao contrário. com o auxílio de ambas. A pesquisa é um conjunto de investigações. densenvolvimento tecnológico e pesquisa científica estão muito próximas. e acontece de 2 formas: Pesquisa fundamental (visa descobrir as leis da natureza) Pesquisa aplicada (visa inventar aplicações práticas para as leis fundamentais. que objetiva a descoberta de novos conhecimentos..1 Ciência e Tecnologia É comum aparecerem dívidas quando se trata de definir o que são ciência e tecnologia. 11 .

a tecnologia através de procedimentos técnicos que produzam algum bem ou serviço. através dos conhecimentos. chegando a um consenso. Pesquisa científica e tecnológica. 12 . reciprocamente. Errado em afirmar que pesquisa científica seja mais de carater teórico e tecnológico mais experimental Por exemplo.2. permite a ciência dar corpo as mais audaciosas idéias. Esta se dirige aos pares que a julgam e que. a transformam em verdade. existem pesquisas tecnológicas que durante o seu desenvolvimento não saem do papel (ou computador) A ciência também se diferencia da tecnologia pelo seu público.1 Ciência e Tecnologia (continuação) A ciência. diferentes finalidades. permite a evolução da tecnologia e.

2. Problemas tecnológicos são eminentemente práticos 13 .1 Ciência e Tecnologia (continuação) A tecnologia se dirige a clientes-pessoas físicas. e a sua verdade consiste nas viabilidades técnica e econômica de um estudo. empresas ou à própria comunidade científica.

Organização de ambas metodologias é análoga e o pesquisador é quem escolhe a mais apropriada de acordo com o tema e objetivos pretendidos. podendo se distinguir 2 tipos básicos de conhecimento a saber: Conhecimento Sensível (ex. onda luminosa ou de som percebidos através da sensibilização de órgãos apropriados) Conhecimento Intelectual (ocorre quando o sujeito cognoscente se apropria de conceitos.2.2 Método de Pesquisa Forte semelhança entre os procedimentos necessários para realizar um pesquisa científica ou um desenvolvimento tecnológico Método estabelecido para fazer ciência com pequenas adaptações também pode utilizado para fazer tecnologia (diferença esta nos objetivos finais. Defini-se o conhecer => Relação que se estabelece entre o sujeito da ação e o objetivo conhecido. princípios e leis 14 .

um conjunto ordenado de procedimentos que conduza os trabalhos de forma sistemática e criteriosa. deve vir germinado por um espírito crítico inovador e isento de preconceitos. O método é a lógica geral da investigação.2 Método de Pesquisa (cont. O espírito científico. isto é.2.) Os dois tipos de conhecimentos sempre estarão presentes em qualquer tipo de pesquisa: Conhecimento sensível para absorção num primeiro instante Conhecimento intelectual para processamento das informações e reflexões necessárias. é a estratégia de ação que deve ser estabelecido pelo investigador em função do assunto e dos objetivos da pesquisa. Para proceder uma pesquisa (investigação) deve-se adotar um “método”. que é uma atitude psicológica favorável a pesquisa. 15 .

16 .) Método é uma palavra derivada dos componentes gregos META que significa “ao longo de” ou “ao largo de” e ÓDOS que significa: caminho. por método entende-se: “caminho ao longo do qual” pode-se chegar a um ponto desejado.2. Assim. via.2 Método de Pesquisa (cont.

2. Os processos apresentados a seguir podem ser (algum ou todos) empregados numa pesquisa: 1) Pesquisa bibliográfica 2) Observação 3) Hipótese 4) Experimentação 5) Indução 6) Dedução 7) Análise e Síntese 8) Teoria 17 . tomando como base principalmente o tipo de tarifa e os resultados pretendidos. que são escolhidos por quem pesquisa.3 Processos do Método de Pesquisa Um método de trabalho é um conjunto ordenado de procedimentos ou “processos”.

2.4 Exemplo de um Trabalho de Engenharia 18 .

2.5 Exemplo de um Trabalho de Pesquisa (bancada de testes de uma pesquisa) 19 .

e em especial a tecnologia A organização de uma pesquisa começa pela escolha do tema (fruto de um processo de seleção e maturação). Esta definição pode ser resultado de sugestão de um orientador Um vez selecionado o assunto.6 Organização da Pesquisa O desenvolvimento da ciência e da tecnologia dependem fortemente de um método de trabalho. parte-se p/ sua plena compreensão onde o pesquisador deve ser capaz de explica-lo (clareza). desenvolver o tema e analisa-lo (c/ propriedade e fluidez) 20 .2. exemplificar (c/ casos particulares). apresentar possíveis aplicações dos resultados.

21 .2. Vencidas estas etapas iniciais parte-se para “a confecção do plano de pesquisa” que deverá admitir alterações de acordo com o andamento dos trabalhos De forma geral uma pesquisa segue os seguintes passos: a) Definição do tema.6 Organização da Pesquisa O domínio completo do assunto pode ser conseguido através de uma pesquisa bibliográfica (faz-se questionamentos e delimitações do trabalho). deve-se então converter o assunto em problema e formula-lo da melhor forma possível a fim de possibilitar a obtenção das soluções mais eficientes. Subseqüentemente a pesquisa bibliográfica.

d) Definição dos objetivos a serem alcançados. j) Execução do plano de trabalho que determine a forma da realização da pesquisa e a coleta e análise dos dados.2. com a definição do enfoque a ser adotado. c) Delimitação do assunto. indicando as contribuições que o trabalho poderá trazer. g) Formulação de hipóteses. para • Verificar quais estudos foram realizados sobre o assunto • Colher dados. e) Escolha do título da pesquisa. 22 . h) Enunciado de hipóteses. f) Justificativa da pesquisa. i) Definição dos instrumentos necessários aos trabalhos.6 Organização da Pesquisa b) Pesquisa bibliográfica.

23 .: Os itens j) e l) acima deverão ser feitos em um só documento (vide o cronograma da página 92 item 4. n) Discussão dos resultados obtidos o) Conclusão e observações sobre o projeto p) Confecção do relatório. materiais.2.6 Organização da Pesquisa l) Definição do cronograma de desenvolvimento dos trabalhos.5. Obs.7) m) Realização do trabalho propriamente dito. estabelecendo o orçamento necessário para a provisão de despesas com pessoal. serviços etc.

na comunicação é parte inerente ao seu trabalho (expedindo ordens p/ seus subordinados .. confeccionando relatórios p/ direção da empresa e etc. 24 • • . Só assim ele consegue desenvolver bem o seu trabalho e comunicar. Um bom trabalho preso na cabeça do seu criador é “completamente inútil” A escrita.3 • COMUNICAÇÃO 3. Deve este antes de mais nada saber se expressar. selecionar e armazenar informações garante ao profissional de área tecnológica o acompanhamento do estado da arte de sua profissão.) A capacidade de buscar. sabendo comunicar com eficácia o seu trabalho.1 O Engenheiro e a Comunicação Para ser um bom engenheiro não basta apenas saber usar corretamente os conhecimentos adquiridos na escola. para si e para outros tudo o que de importante acontece relativo a sua área de atuação.

2 Processo de Comunicação • É compreendido por 5 elementos que devem ser tratados com clareza por quem deseja se expressar bem e são eles: Emissor. emissor e receptor) 3. fazendo o uso escrupuloso das regras gramaticais vigentes.1 O Engenheiro e a Comunicação (continuação) Ser compreendido tecnicamente. 3. 25 . mensagem. receptor. canal de comunicação e o código (linguagem que deve ser entendido por ambos.3 Redação • Pressupõe o domínio do código a fim de garantir uma boa redação de um trabalho e assim transmitir seus conhecimentos.3 • COMUNICAÇÃO é tão importante quanto ser competente 3.

clara. além das já descritas anteriormente: 26 . planejar. vazada em frases curtas.3 • COMUNICAÇÃO Uma boa medida para facilitar a redação de um trabalho é a documentação de tudo o que é feito durante o seu desenvolvimento. observar. pensar.3. onde deve-se procurar num primeiro instante redigir rapidamente para depois revisar e perseguir um forma mais perfeita de redação. • 3.1 Linguagem técnica Deve ser simples. → Recomenda-se que uma redação técnica contenha as seguintes características. Escrever ajuda-nos a lembrar. organizar e comunicar. precisa e tanto quanto possível. Esclarecimentos colaterais podem confundir mais do que ajudar a entender.

“possivelmente” (pois podem ser traduzidas como pontos de dúvida do pesquisador) Modéstia e Cortesia => Não se deve afirmar que outro estudo no mesmo campo esteja crivado de erros. citações (idéias e frases) e notas de rodapé (quando frases ou citações não couber no texto) 27 . ilustrações. observativas.2 Artifícios Auxiliares de Redação Artifícios que auxiliam na comunicação tais como. c) 3.3.3 a) b) COMUNICAÇÃO Impersonalidade => trabalho técnico deve ter caráter impessoal Objetividade => a linguagem técnica deve ser objetiva e precisa devendo-se evitar o uso exagerado de expressões de ressalva ou reserva tais como “é provável que “.

São elas: → Sumário (ou índice) 28 . ficando a cargo do autor a sua inclusão.4 Estrutura do Trabalho Um relatório técnico deve conter. no mínimo.3 COMUNICAÇÃO 3. outras partes poderão compor a estrutura geral. com a seguinte relação aproximada de – 20% do conjunto para a introdução – 70% do conjunto para o desenvolvimento – 10% do conjunto para a conclusão 3. introdução. desenvolvimento.5 Outras Partes Componentes do Trabalho Em trabalhos de maior extensão. os seguintes itens: Título. conclusão e bibliografia.

informa sobre a origem do trabalho. no estudante. pelos seus níveis de complexidade: – Conhecimento e compreensão de um conceito 29 . não essencial a sua compreensão.3 COMUNICAÇÃO → Prefácio – tem alguma coisa em comum com a introdução.6 Estrutura Física do relatório Técnico A apresentação física de um trabalho técnico ou científico é semelhante a de um trabalho escolar. → Índice remissivo – em ordem alfabética. entretanto. suas características e finalidades → Apêndice – é um material ilustrativo complementar. uma ou mais capacidades que podem ser assim ordenadas. 3. onde procura-se desenvolver. mostra onde cada assunto aparece no texto.

teorias. pode-se classificar os trabalhos escolares conforme apresentado na figura abaixo. • RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS • PESQUISA BIBLIOGRÁFICA • EXPERIÊNCIA DE LABORATÓRIO • TRABALHO DE CAMPO • RELATÓRIO DE ESTÁGIO • PROJETO •DISSERTAÇÃO 30 . – Síntese de conceitos. leis. – Análise de um fenômeno ou de um processo.3 COMUNICAÇÃO – Conhecimento e compreensão de um conceito. experiências e normas para a elaboração de um projeto. Desta forma. – Aplicação de uma lei física a uma situação problematizada.

contém as principais divisões do trabalho. pág.6.1 Apresentação do Trabalho a) b) c) d) Capa – é a proteção do trabalho. para garantir uma boa apresentação: 3.3 COMUNICAÇÃO Pode-se obedecer a seguinte seqüência. que é uma das mais usuais. devendo ser de material resistente. índice ou tábua de matérias.é a primeira página do trabalho (ver fig.3. tais como: 31 e) . Sumário – chamado também de conteúdo. 65) Prefácio – ver item 3.5b (slide 29) Agradecimento – é comum o autor desejar agradecer formalmente aqueles que de alguma forma o ajudaram nos trabalhos. Folha de Rosto . deve ser um texto curto e objetivo. e este é o local mais adequado para isto. deve-se conter as mesmas informações da folha de rosto. 3.

a colocar o leitor a par do assunto que é tratado no decorrer do trabalho. a delimitação do assunto e a indicação do caminho seguido. Na introdução procura-se estabelecer. e indicando as respectivas páginas em que podem ser encontrados (ver sumário do livro texto desta disciplina) 3. tendo como objetivos básicos os seguintes: 32 .1 Apresentação do Trabalho (cont. 3.3 COMUNICAÇÃO títulos dos capítulos.) f) g) Lista de símbolos e notações Resumo – consiste de um texto curto – normalmente entre duzentas (200) e quinhentas (500) palavras – que descreve sucintamente o trabalho.6. principalmente. seqüenciados como aparecem no texto. itens e subitens.6.2 Núcleo do Trabalho a) Introdução – visa antes de tudo. a definição.

indicar a documentação e os dados utilizados. indicar a metodologia empregada na pesquisa. anunciar as idéias mestras do desenvolvimento do desenvolvimento do trabalho para se ter um visão global do assunto.3 – – – – – – – COMUNICAÇÃO anunciar a idéia geral. 33 . É importante ter em mente que uma redação clara e objetiva da introdução é um fator primordial para motivar o leitor. situá-lo no tempo e no espaço. acentuar a sua importância. Uma introdução que não motive à leitura pode ser a única parte lida do texto. delimitar o assunto.

É a apresentação das respostas aos temas levantados no início do trabalho. ela deve conter algumas qualidades fundamentais. dá um ponto final ao estudo.3 b) COMUNICAÇÃO Desenvolvimento – O desenvolvimento é o corpo do trabalho. devendo estar nele contemplado praticamente tudo o que foi realizado no desenrolar da pesquisa. arremata. Ela finaliza. Este desenvolvimento deve seguir critérios adequados ao assunto abordado. Pelas características que envolvem a conclusão. dentra as quais estão as seguintes: Essencialidade – a conclusão deve convencer os hesitantes. Conclusão – qualquer trabalho realizado sob a forma de uma pesquisa deve apresentar uma conclusão. 34 c) – . A explanação tem que ser lógica para que o leitor não se perca com explicações desnecessárias. que porventura ainda possam existir depois das explanações do desenvolvimento do assunto.

35 . A segurança. Outro aspecto fundamental é a bibliografia. exato e. principalmente.3 – – COMUNICAÇÃO Brevidade – O resumo conclusivo deve ser convincente. à segurança do autor. entretanto. enérgico. O autor também mostra personalidade. acima de tudo. seguro nas afirmações. não deve ser confundida com prepotência. pois é nela que se indicam as principais fontes de informação do tema desenvolvido. necessariamente. O autor deve expor seu ponto de vista fundamentado. Ele deve valorizar o próprio trabalho. na análise imparcial do seu trabalho. abrindo perspectivas de novas pesquisas relacionadas com o campo de seus estudos. apresentando as conclusões como fruto dos esforços despendidos. Personalidade – A personalidade diz respeito. alargando a idéia geral para além de seu próprio ponto de vista.

5 .3 a) b) c) d) COMUNICAÇÃO Apêndice .4. devendo.6.NBR-6023 ((livro texto). uma folha em branco para trabalhos escolares deve ser suficiente.é a proteção final do trabalho.3 Partes Acessórias 36 . 3. Índice Remissivo . tal qual a capa. Contracapa .5c (livro texto).5c (livro texto). Bibliografia – ver item 3. ser de material resistente.ver item 3.ver item 3.

plantas.6 Desenho na Comunicação Um instrumento de trabalho de muita utilidade para o engenheiro é o desenho.3 COMUNICAÇÃO 3. conseguindo interligar os diversos componentes. cortes. cotas. vistas em perspectiva ou explodidas. Isto não é por acaso pois basta verificar alguns trabalhos de engenharia para perceber que dificilmente deles não constarão esquemas. dimensões e etc. esboços. → Desenho é uma potente forma de comunicação que o engenheiro possui. 37 . → Deve-se aqui ratificar a importância de visualização especial dos sistemas. imaginando as suas compatibilidades. → Ao engenheiro cabe pelo menos a capacidade de ser clara na explanação de suas idéias através ao menos de um esboço.

→ O engenheiro soluciona os seus problemas projetando . O engenheiro interage com um conjunto de informações esparsas que precisam ser transformadas numa saída útil e bem organizada. ou seja. A ciência pode ser aprendida 38 . O resultado desta transformação é uma das principais atividades que distinguem o engenheiro.2 O Projeto → É uma atividade que envolve ciência e arte e que implica na experiência de quem o desenvolve.4 PROJETO 4. é através do projeto que o engenheiro aplica de forma mais significativa os seus conhecimentos técnicos e científico (o projeto é a essência da engenharia). 4.1 A Essência da Engenharia → O engenheiro é por excelência um resolvedor de problemas.

dedicação e força de vontade pessoais. se postos em prática. de forma geral. dois tipos de projeto: a) Projeto por Evolução => é aquele que surge da adaptação ou variação de um projeto anterior. é o estabelecimento de um conjunto de procedimentos e especificações que. b) Projeto por Inovação => é aquele que surge de aplicação de conhecimento anteriormente não experimentados. → Projeto é o conjunto de atividades que precede a execução de um produto. processo ou serviço.4 PROJETO através do exercício do uso de técnicas e cursos específicos. Normalmente é uma resposta a uma descoberta científica. Mas a arte só pode ser aprimorada com experiência. ou seja. sistema. resultam em algo concreto ou em um conjunto de informações. 39 . → Identifica-se.

esboços. Exemplos de processos de projeto são: Identificação de uma necessidade • Definição do problema 40 .3 Processo de Projeto → Cálculos. (daí a importância da tarefa de comunicação para a engenharia) → Não existe um padrão único e absoluto para o “processo de projeto” e nem uma seqüência de passos aceita universalmente.4 PROJETO 4. de forma clara. Da mesma forma. um projeto não se encerra quando a resposta final do problema é encontrada. tomadas de decisão e etc. são atividades em um projeto “decorrentes” de inúmeras outras tarefas já cumpridas anteriormente... A solução deve ser ainda comunicada. correta e concisa. devido a evolução contínua das técnicas de projeto. esquemas.

embora semelhante. ou seja.4 Ação Científica e Ação Tecnológica → A solução de problemas científico é aprendida na educação formal universitária. apresenta diferenças em relação aos problemas científicos a saber através da comparação a seguir: 41 .4 • • • • PROJETO Definição do problema Coleta de informações Concepção Avaliação Especificação da solução Comunicação 4. → A solução de problemas de engenharia. aprende-se o método científico através da progressão lógica de eventos que conduzem a solução de problemas científicos.

experimentação. HIPÓTESE – São submetidos a análise lógica. condições mercadológicas e econômicas. este passa a fazer parte do estado da arte da tecnologia atual. CONCEPÇÃO – A concepção do projeto deve ser submetida a uma análise de viabilidade até que um produto aceitável é conseguido. NECESSIDADE – Ao ser identificada a necessidade deve ser conceitualizada como um modelo de pensamento.4 PROJETO AÇÃO TECNOLÓGICA ESTADO DA ARTE – Iniciada com o conhecimento do estado da arte que inclui o conhecimento científico atual. conjunto de inventos. 42 AÇÃO CIENTÍFICA CONHECIMENTOS CURIOSIDADE – Causa arguição das leis da ciência e como resultado o cientísta formula Hipóteses. VIABILIDADE PRODUÇÃO – Inicia-se a competição no mercado tecnológico. que a confirma ou denega. ANÁLISE – Revelam a validade do não da hipótese formulada PROVA – Quando a nova idéia é confirmada e aceita como prova para futuros trabalhos . ou o projeto é abandonado. Qdo o produto é aceito como parte da tecnologia corrente.

→ Embora o resultado final de um processo selecionados seja normalmente um produto ou um sistema.4 PROJETO 4. e em algum momento poderá ocorrer o seu absolutismo.5 Fases do Projeto → Em seu trabalho o engenheiro deve transformar todas as informações disponíveis. e que a princípio não estão ordenadas ou selecionadas. numa saída útil para o processo do projeto. → Com relação as fases que compõem o processo do projeto apresenta no exemplo acima podem ser sumariamente descritas a seguir: 43 . muitos projetos podem objetivar a geração de novas informações. (projetos interrompidos por viabilidade técnica ou econômica geram muitas informações que poderão ser de grande valia no futuro) → O resultado de um projeto “não” tem vida infinita.

aumentar confiabilidade ou o desempenho de sistemas.4 1) → PROJETO Identificação de uma necessidade O passo inicial do processo de projeto é a identificação de uma necessidade que de forma comum surge com a situação presente. O problema é mais específico. uma vez que a necessidade. enquanto a necessidade é mais geral e abrangente. surge na ânsia de reduzir custos. ou com a solução atual. Essa tarefa pode ser de vital importância para a sociedade. Definição do Problema Há uma diferença sutil entre a identificação de uma necessidade e a formulação do problema. Ex: Necessidade => melhorar o escoamento do tráfego Problema => poderá ser a construção de um viaduto 44 → 2) → . usualmente.

todo o trabalho seguinte poderá ser inútil. pois o problema verdadeiro nem sempre é percebido numa primeira visada. sem perceber que inúmeras outras soluções poderiam.4 PROJETO → Provavelmente o passo mais crítico do processo solucionador é a definição do problema. Pior ainda. se o problema for inicialmente mal formulado. 45 . perfeitamente. cumprir os objetivos pretendidos. → Este fato pode ser melhor visualizado através de uma interpretação do esquema apresentado na figura a seguir. por se ter resolvido um problema que na realidade não existia. de início. → Não se deve cometer o erro de confundir a solução de um problema com o próprio problema. sugere-se que o projeto seja iniciado pela formulação mais clara possível do problema evitando assim a tendência de se emaranhar. Para isso. em tentativas de apresentar soluções que só deverão vir mais tarde. pois é comum ao tentar resolve-lo “surgir apenas a tendência de pensar em possíveis aperfeiçoamentos para a situação (ou solução) atual”. É comum cometer o equívoco de dar voltas ao redor da solução atual.

4 PROJETO 46 .

que seria o processo necessário de transformação do estado inicial no final seria desconsiderado preliminarmente e considerado mais tarde quando o problema já estiver suficientemente definido 47 . A caixa preta. → Na fase de formulação do problema é muito útil o uso do conceito da “caixa preta” onde apenas os estados inicial e final são importantes e identificados.4 PROJETO → É sempre vantajoso definir o problema da maneira mais ampla possível afim de aumentar a probabilidade de se encontrar soluções não convencionais ou não usuais.

não havendo regras rígidas para se ensinar o seu sucesso. Apesar disto. pouco 48 a) b) c) d) e) 4) → . coletar informações referentes a: Dados de entrada e saída Condicionantes de entrada e saída Critérios Utilização Volume de produção Concepção da Solução Um projeto é um procedimento muito individualizado.4 3) PROJETO Coleta de informações Nesta etapa o ideal é que a área de trabalho do projeto seja exatamente a do projeto. nesta fase. para que exista ou se tenha bastante material sobre o trabalho a ser desenvolvido – referências bibliográficas. modelos. Deve-se. formulações análogas.

Avaliação do Projeto O termo avaliação é aqui usado no sentido de julgamento. Num processo de projeto. A fase de concepção envolve formulação de um modelo.4 → → PROJETO se tem escrito sobre a fase de concepção. permitindo que se chegue a sistemas de desempenhos mais eficientes com mínimo custo. e envolve uma análise completa do projeto. cada vez mais realizados com o auxílio de computadores. por exemplo: 49 5) → → . que pode ser analítico ou experimental. que é o coração deste processo. Modelos analíticos baseados em princípios físicos tem sido preferencialmente desenvolvidos em cursos de engenharia em detrimento de importantes modelos experimentais e vice-versa. apesar de ambos terem seus méritos. cada etapa requer uma avaliação feita através de um procedimento repetido de tentativas ou iterações que conduzem a melhores resultados técnicos. Desta fase constam cálculos detalhados do desempenho do sistema.

4 PROJETO Fluxograma Representando o Processo Iterativo 6) → → Especificação da Solução Final Sendo o projeto aprovado na fase de avaliação. que objetiva estabelecer as especificações de engenharia da solução escolhida. definindo-a pormenorizadamente. Prepara-se nesta fase o “memorial descritivo do projeto” que é a descrição detalhada das suas partes constituintes 50 . e estando garantidos suas viabilidade e exeqüibilidade. deve-se partir para o projeto detalhado.

dentre outros os seguintes itens: 7) → Comunicação do Projeto O projeto uma vez pronto deve ser apropriadamente comunicado.4 → PROJETO O memorial costuma conter. ou ele pode perder muito do impacto ou significância. 51 . Especial atenção deve ser dada para o relatório final do projeto.

formando um modelo que é comum a todos os projetos.6 Informações Complementares Cada projeto tem uma história particular que é definida pelas suas características. Esta estrutura cronológica. que ocorre 52 . as seguintes informações fazem parte das comunicações dos trabalhos dos engenheiros: Memorial descritivo Memorial de cálculo Lista de materiais Cronogramas = Orçamento do projeto Informações gerais 4. quando um projeto é iniciado uma seqüência de eventos é desdobrada. Entretanto.4 → a) b) c) d) e) f) PROJETO Em linhas gerais.

Porém. Planejamento do consumo Planejamento da retirada do produto do mercado 4. gráfica e esquemática dos resultados.5. apesar de ser confundido por muitos como a apresentação escrita.7) Abordagem de Problemas em Engenharia → O projeto. e que sintetiza as etapas básicas que compõem o processo de trabalho dos engenheiros foi apresentada no item 4. o que depende de questões tais como: a) b) c) d) Planejamento do processo de produção Planejamento de distribuição do produto no mercado consumidor. isto não encerra o trabalho.4 PROJETO no dia-a-dia. Uma série de outras tarefas deve ser ainda cumprida. na realidade constitui a abordagem completa de um problema de engenharia 53 .

4 → → – – – – PROJETO Deve ser sempre evitado sobre maneira o costume bastante nocivo de abordar um problema pelo método imediatista de “ler-resolver”. Listar o que se deve ser determinado pela solução. 96) devem auxiliar este tipo de comportamento imediatista de abordagem de problemas 54 . elaborar esquemas que ajudem a visualização física da situação Outras (ver pág. Recomendações tais como: listar as informações do enunciado do problema.

1 Modelagem → É muito arriscado. um ponto comercial. Durante este planejamento. um transatlântico.5 MODELO 5. independentemente do tamanho do projeto em questão. → Projetos como o de uma hidrelétrica. além de difícil. ou seja. se fossem fabricados fundamentados apenas na confecção de alguma solução. a segurança. a solução direta de muitos problemas. 55 . os custos e a eficiência do sistema. acarretaria em pelo menos 3 grandes preocupações constantes na engenharia que estariam severamente comprometidos. e as vezes até impossível. → Existirá sempre uma necessidade de algum tipo de planejamento para que se alcance o sucesso pretendido. uma das principais tarefas do engenheiro é “modelar” adequadamente o problema.

convenientemente preparada para predizer ou descrever o seu comportamento.5 → MODELO Modelar nada mais é do que representar o sistema físico real (SFR). da forma mais fiel possível o SFR Diagramático – nesse tipo de modelo.2 Classificação dos Modelos 1) 2) Icônico – é aquele modelo que representa. 5. ou parte dele. em forma física ou simbólica. um conjunto de linhas e símbolos representa a estrutura ou comportamento do SFR. Exemplo 56 .

tempo. certamente. não necessariamente naturais e. o matemático é o de aplicação mais importante na engenharia. como temperatura. como o acréscimo populacional de uma cidade. não completas. (Fenômenos e as variáveis dos problemas são elementos idealizados e relacionados através de uma expressão matemática – exemplo a equação de Torricelli) V 2 = Vo2 + 2aS 4) Representação Gráfica – Segmentos ou cores representam uma propriedade. onde são usadas técnicas de construção lógica.5 3) MODELO Matemático – dentre os modelos simbólicos. ou um fato. velocidade. É uma idealização. pressão. Exemplo 1 2 S = S o + Vt + at 2 57 Posição de um móvel em MRUV em função da distância .

5

MODELO
Modelo é uma representação idealizada do SFR, onde sempre se estabelece uma correlação entre o modelo e a realidade correspondente. Os modelos são utilizados na engenharia porque: Muito dispendioso construir-se todas as alternativas possíveis do SFR. O processo direto de construção de alguns sistemas, além de impraticável pode ser destrutivo e perigoso. Através de um modelo simplificado tem-se condições de exercer um controle maior sobre seu comportamento aumentando a precisão do processo.
58

5.3 Valor dos Modelos

→ a) b) c)

5
d)

MODELO
Em menor espaço de tempo é possível fazer um exame da situação de muitas variáveis, determinando seus efeitos no desempenho do SFR. A abstração de um problema de seu equivalente real leva-o de um campo desconhecido para um campo familiar.

e)

5.4 O Modelo e o Sistema Físico Real (SFR)
→ → Muitas vezes, se o SFR não fosse imaginado de forma simplificada, seria impossível o emprego de um modelo para representa-lo. Sempre é possível introduzir algumas simplificações sem prejudicar a utilidade do modelo. Erros de precisão (previsto e real) de 5 a 10% são perfeitamente admissíveis na maioria dos problemas de engenharia.
59

5

MODELO
Necessidade de sua verificação especialmente através da experimentação torna-se imprescindível para saber a precisão do modelo na representação do SFR.

5.5) Validade das Hipóteses Simplificativas

5.6) Para que se Utilizam os Modelos
a) b) c) d) e) Pensar Comunicar Prever Controlar Ensinar e treinar
60

os seguintes: − Desenvolvimento de um coração artificial 61 . quer através de formulações matemáticas. Para observar como eles se comportam. Assim. quer por experimentação em laboratório ou em campo. 6.1) O que é Simular → A simulação pode envolver protótipos – primeiros exemplares de um produto construídos para testes – ou modelos submetidos a ambientes físicos reais → É conveniente lembrar que para simular um SFR em operação. é necessário que sejam adotadas hipóteses simplificativas desta realidade física. avalia-se a resposta que deve ser esperada do SFR. → Pode-se citar como exemplos em que o recurso da simulação é altamente desejado.6 SIMULAÇÃO Simular é submeter modelos e ensaios. sob diversas condições.

conforme mostrado na figura abaixo 62 .6 SIMULAÇÃO − Projeto de um avião comercial − Lançamento de um satélite − Construção de uma grande barragem − Construção de um complexo entroncamento rodoviário 6.2) O que é Simular De uma forma geral pode-se classificar a simulação – como recurso itilizado na engenharia -.

e a construção reduzida de uma hidrelétrica para melhor definir detalhes construtivos ou mesmo para verificar a sua influência no ambiente em que estará inserida. testes com protótipos ou modelos em condições controladas.6 a) → SIMULAÇÃO Simulação Icônica Entende-se por simulação icônica aquela que se assemelha à realidade. normalmente. Uma forma de simulação bastante usada pelo engenheiro é a experimentação. Podem ser citados como exemplos: os ensaios em túnel de vento para avaliar a influência da forma de um objeto no seu arraste aerodinâmico – muito usado no projeto de carros. Ela envolve . Acontece quando o SFR é representado através de modelos físicos – geralmente com dimensões diferentes das reais – com o propósito de verificar como ele funcionará. Geralmente são realizados em laboratórios onde pode-se analisar o comportamento esperado 63 → → . aviões e navios -.

6 → → SIMULAÇÃO De sistemas e subsistemas Nestes ensaios as características relevantes são controladas com mais rigor. pois são elas que influirão mais sensivelmente nos resultados finais. Simulação realizada em laboratório 64 .

Uma característica básica desta forma de simulação é a pouca semelhança existente entre os dois sistemas – o análogo e o real. eletromagnetismo. Ou seja.6 b) SIMULAÇÃO Simulação Analógica Na simulação analógica é feita a comparação de alguma coisa não familiar. Assim. o seu uso exige do engenheiro a aplicação da imaginação e bons conhecimentos dos fenômenos físicos básicos como: ótica. 65 . ou de difícil manipulação. é feito um sistema comportar-se de modo análogo a outro. → − − → Na simulação analógica. eletricidade e calor. por exemplo: a água pode representar o ar passando pelas pás de um turbina. ou de fácil manuseio. com outra familiar. Uma voltagem pode representar a pressão do vapor numa usina termelétrica.

Neste caso. onde as características essenciais dos elementos idealizados são descritas por símbolos matemáticos. o resultado final c) 66 . botânica. distúrbios nas variáveis envolvidas nas equações simulam o comportamento do sistema representado.6 → SIMULAÇÃO É necessário uma boa bagagem de conhecimentos nas mais diversas áreas (ex. zoologia). biologia. Isto fornece um modelo de previsão tipo entrada-saída. Simulação Matemática A simulação matemática do SFR usando a modelagem matemática é um instrumento de previsão muito útil. na saída. onde são introduzidos os dados iniciais e obtém-se. Isto é importante para que se tenha ciência do funcionamento de vários sistemas para poder formular as analogias apropriadas.

ocorrida na década de setenta. Em engenharia. → Uma grande vantagem do uso de computador é a possibilidade da modelagem de um SFR com poucas despesas e muita rapidez. fez com que várias tarefas do processo de projeto passassem a ser realizadas com o auxílio do computador. outro tipo de simulação tem-se revelado um excelente instrumento de trabalho para o engenheiro: a simulação computacional. e com a difusão do seu uso. → A utilização de computadores como ferramenta de trabalho para simular SFRs pode ser aplicada em vários ramos profissionais. 6. o computador pode ser usado para atividades como: 67 .3) O Computador na Engenharia → A evolução dos computadores.6 SIMULAÇÃO Com a evolução dos computadores. com a expansão dos periféricos cada vez mais eficientes.

6 SIMULAÇÃO − Projeto de circuitos integrados − projeto de transformadores e motores elétricos − projeto de sistemas elétricos − projeto de produtos e componentes − desenho técnico − simulação de sistemas físicos reais − automação industrial − cálculo de estruturas − arquitetura e urbanismo − mapeamento de minas − projeto de tubulações e instrumentação em plantas químicas. 68 .

pode-se citar: → aumento da produtividade de projeto → aumento da produtividade e da qualidade na confecção de desenhos → melhoria da qualidade do produto final → minimização do custo final do produto → melhoria na organização da documentação do projeto → minimização do número de revisões no projeto → otimização do gerenciamento 69 .6 SIMULAÇÃO Como vantagens do uso de computadores no processo de projeto. em relação ao processo convencional.