Está acontecendo no Museu Nacional de Belas Artes, na Cinelândia, ao lado do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a exposição de Modigliani, Imagens

de uma Vida, estão sendo exibidas 54 pinturas, 5(cinco) esculturas originais, 55 desenhos, 2 livros e 1 litografia, além de documentos, fotos, diários e manuscritos de Modigliani e de importantes artistas da sua época, num total de 230 peças dispostas em 5(cinco) salas. A exposição vai de 1º de fevereiro a 20 de maio de 2012. Na primeira sala, nos deparamos com uma “parede” cinza contendo sua história. Nas paredes ao lado da porta encontramos fotos e notas sobre sua vida. Ao darmos a volta nessa “parede” cinza, chegamos ao interior da sala com iluminação suave e paredes cinza onde estão as obras de Modigliani nas “costas” da “parede” cinza e na à frente a ela, e nas paredes laterais da sala, obras de amigos e pessoas que participaram da vida e do aprendizado do artista. Na segunda sala, encontramos o mesmo layout, porém, na parede à frente a primeira “parede” cinza, estão dispostos seus desenhos. Na terceira sala, a “parede” cinza se faz presente contando sua história, em frente a ela encontramos algumas obras e nas “costas” da mesma alguns desenhos e um quadro onde Modigliani estuda as cariátides, kourois e as esculturas egípcias, em especial as de Nefertiti. Em frente a elas encontramos um balcão cinza onde estão as 5(cinco) esculturas e na lateral esquerda uma parede onde estão dispostos desenhos, esboços, estudos das esculturas, e a da direita encontra-se vazia. A quarta sala, ao entrar, nos encontramos num corredor escuro, à direita a parede, à esquerda um pano negro, onde roda o filme de 17 minutos sobre Modigliani, e do outro lado da sala do filme uma parte com a “parede” cinza onde contém mais informações sobre a vida do artista e uma mesa na lateral, entre a “parede” e a parede da porta contendo alguns objetos e fotos. Na quinta sala estão as obras de Jeanne Hébuterne, esposa de Modigliani, e algumas de suas obras, obras solos e obras com Moise Kisling, inclusive dois autorretratos de ambos. Sua organização é parecida com a das outras, duas “paredes” cinzas, ao entrar na sala vemos uma de lado contendo uma foto de Jeanne e algumas obras e encostada a ela uma mesa de tampa de vidro com anotações e fotos do artista e de pessoas próximas a ele. Contornando a “parede” vemos obras, três paredes com obras de Jeanne e, exclusivamente na da esquerda, obras de Modigliani e Moise Kisling, a “parede” cinza à frente, apresenta nas suas “costas” informações finais sobre a vida de Modigliani e na parede esquerda os autorretratos e no lado esquerdo à porta, está disposta uma mesa com tampa de vidro contendo mais fotos do artista e de pessoas próximas a ele. Amedeo Modigliani nasceu em 12 de Julho 1884, em Livorno, na Toscana. Seu nome, Modigliani, vem de uma cidade ao sul de Roma de onde sua família judaica tirou seu nome. Seu pai era Flaminio, um homem de negócio às portas da ruína, e sua mãe, Eugénie Garsin, culta, inteligente e mente aberta, descendia de uma família de judeus sefarditas estabelecida em Marselha, na França. Amedeo era seu quarto filho, o último e mais frágil dos irmãos, pois tinha uma saúde muito fraca (contraiu pleurisia aos onze, febre tifoide com complicações pulmonares e tuberculose, causa de sua morte) e assim se mudava de vez em quando devido ao clima das cidades. Quando doente, ocupava o tempo de Amedeo com leituras de poesia clássica e moderna, ensaios ricos de máximas, aforismos e sentenças e textos de história da arte. Amedeo Modigliani começa a estudar pintura aos 14 anos com Guglielmo Micheli e mais tarde com Giovanni Fattori. Estudou na Escola de Belas-Artes de Florença e no Instituto de Artes de Veneza. Não ficava muito em sala de aula, mas circulava pela cidade para olhar os mosaicos da Igreja de São Marcos ou para as telas de Carpaccio. Morou em Montmartre, Paris, onde passa a maior parte de sua vida. Lá faz obras à maneira de Toulouse-Lautrec, entra para a Sociedade dos Artistas Independentes, conhece o doutor em medicina e revendedor de arte Dr. Paul Alexandre, que constitui uma coleção de "Modiglianis", frequenta exposições de Matisse e Cézanne, a galeria de Paul Guillaume e é no Museu de Etnografia que tem seu primeiro contato com a arte africana e expõe seus trabalhos no Salão dos Independentes. Quando volta a Livorno conhece o escultor Brancusi que o leva a esculpir. Expõe no Salão dos Independentes pela segunda vez, conhece Anna Achmatova, Max Jacob, Jacques Lipchitz, Jacob Epstein, Beatrice Hastings, Paul Guillaume, Léopold Zborowski, revendedor de arte, Jean Cocteau, que faz séries

pelo menos a mim. enfim. Jeanne Hébuterne. na mensagem. romanas e egípcias e tem influencias de Brancusi. sua esposa. mas para a novidade. o sublinhado das pinturas. Modigliani é original e usa seu conhecimento não para a perfeição. na expressão. devido aos seus estudos e influências. às vezes. para a inovação. Seus “quadros retratos” lembram os alongamentos de máscaras africanas e seus traços. Obras que me lembram Modigliani: Odaliscas – Matisse Nudo rosa – Matisse A risca verde (1905) – Matisse Nu azul – Matisse Auto-retrato – Picasso Antropofágico – Tarsila do Amaral Urutu – Tarsila do Amaral Boy in a Red Waistcoat – Cézanne Homem com boina vermelha – Carpaccio Mulher agachada de cabelo vermelho – Toulouse-Lautrec Fontes Sites: suapesquisa pitoresco secretmodiglian artistoria wikipédia ezicolor Blogs: aminhart amoesauwe jeffersonbessa2 . conhece também Jeanne Hébuterne. na origem da obra. irmã de Modigliani. Zborowski organiza diversas exibições e Modigliani volta a Paris. a Toulouse-Lautrec e. nos traços. Suas esculturas. comete suicídio deixando Jeanne Modigliani aos cuidados da tia. sua musa e amor para depois da morte e exibe suas obras na Galeria Weil. lembram Tarsila do Amaral. no objetivo que dá a obra. e suas sombras assemelham-se as de Carpaccio. ele é claro. Em 24 de Janeiro de 1920. Amedeo Modigliani usa o que já é e transforma em algo novo. a Picasso. transparente em suas obras. Na cidade de Nice nasce sua filha com Jeanne Hébuterne. mas num 360°. Em suas obras entendemos o que vemos e nos identificamos nela e percebemos que podemos vê-las não em uma só perspectiva ou ângulo. suas pinceladas e cores se assemelham a Matisse. ele difere no jeito. a Cézanne. me trazem a memória esculturas gregas. Margherita.de fotos com ele e amigos. o diferente das esculturas traz uma sensação divertida e uma sensação melancólica e quente. Jeanne Modigliani. grávida. morre Modigliani de tuberculose e no dia seguinte. O alongamento dos desenhos.

Relatório 1 Prof: Fernanda Gomes História das Artes Visuais I Aluna: Pauliny Barreto DRE: 112092886 Curso: História da Arte – 1°período Exposição escolhida: Modigliani Imagens de uma vida .

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