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Albedo

La Alquimia, Arte Iniciático
E n l os c ap ít u l os a nt er ior es , de d ic ad os a s e ña l ar qu é c os a NO es l a A l q u im ia, s e ap or tar o n ya s uf ic i en tes el em en tos p ar a s os te n er l a n at ur a l e za i n ic iá t ic a de l A r t e Her m ét ic o, c os a q u e p o r otr a p ar t e , s ur g e d e l nom br e c o n q ue le la des i gn a . E n ef ec t o , l a v o z AL Q U IM I A, a u nq u e d e or ige n ár ab e , de r i v a d e CHE M YA , CH E M E, y K EM E , ( d e d on d e v i e ne n u es tr a vo z q u em ad o, e n neg r ec id o p or e l f ue g o) , q u e s i gn if ic a “ s u e l o ne gr o” , y es e pí t et o de l E gi p to , q ue s e r í a la p a tr ia de l ar te H er m ét ic o. Es t a i d ea es , s i n d u da, p l aus i b le ; p or q u e a unq u e es i nn e ga b l e qu e m uc hos c on oc im ie nt os a lq uím ic os a nt i gu os pr o c ed e n de la Ch i na , t am bi én es v er d a d q ue el p a ís de los f ar a on es f u e un t er r e nos p or d em ás f a v or ab l e p ar a el des a r r o l lo d e l ar t e de lo as t r ans m ut ac i on es . Ha y q u i en es d ic en qu e K E M E n o s e r ef ier e s o l am e nt e a Eg i pt o, s in o q u e e n s en t id o f i gur ad o , a lu d e a l “ n egr o” f i los óf ic o , em bl em a d e l o “ I nf i n it o In c o g noc i b le” d e l q u e, p or a d ap t ac i o nes s uc es i v as , pr oc e de n to d as l as c os as . Y es ta o bs er v ac i ó n tam b ié n es f e l i z, ya qu e e n l as o per ac i on es a l quím ic as , e l m at er ia l d e be s er pr im er am en te l le va d o a d ic h o “ n e g r o” , a p ar t ir de lo q u e c om ie nz a n a des e n vo l v er s e l as dem ás et a p as o “ c o lo r es ” d e la O br a .

No f a lt a n l os qu e , s obr e la b as e d e q ue e n l as l e ng u as s em ít ic as Q U E M s i g n if ic a “ bol s a c er r ad a” y p or ex t ens ió n “ e s c r ot o” , y A L o El q u i er e d ec ir P od er os o y s e r ef ier e a D i os , tr a d uc e n A L- Q U E M A, c om o b o ls a c er r a d a q ue c on t ie n e e l P od er g en e r a d or D i vi n o, q u e o per a en la T eu r g i a. Es t a c i e nc ia ha br í a s id o c om un ic ad a a la h um an i da d a tr a v és d el m is t er ios o l i br o l l am ado CH E M A, q u e s e gú n e l m it o , e n e l pr inc i p io de los t i em pos f ue e n tr eg a d o a J A V A ( E v a) p or l o s án g e les r eb e ld es . T o do es t o ex pl ic ar ía , e n c ie r t o s e nt i do , e l p or q ué la A lq u im ia h a p os eído s i em pr e u n c i er t o m at iz s in i es tr o. P er o en h e br eo , CH EM ( S c h em ) tam b ié n s i g nif ic a Nom br e , y L l am ad o; y A L- SCH E M p ue d e i nt er p r e ta r s e c om o P od er os o Nom br e en e l s e n t id o d e q ue c on t ie n e o l l am a y h ac e a p ar ec er e l P od er d e D ios - y l a A l qu im ia c ons is te , bás ic am en te , e n h ac er apa r ec er o pr o voc ar l a c on d ic ió n d i v i na ( áur ea ) l at e nt e e n l os c u er po s d e t od as S us c r ia tur a s - au n q u e es m ás una c i enc i a d e f l u i dos ( es u n dec ir ) qu e u na de Nom br es . S eg ú n c u al q u ier a d e es tas ac e pc io n es , e n to nc es , l a Al q u im ia es tar ía em p ar en ta d a c o n to da s l as dem ás f o r m as ( s im b ól ic as ) d e tr ad ic i ón es o té r ic a . A un q ue dec ir l o s u en e a af ir m ac i ón d e Pe dr o G r u l l o, e l h ec ho d e q ue l a A l qu im ia es un a "c ie nc i a s ec r et a " s e ad v i er t e en el S ec r e to c o n q u e q u ie n es l a pr ac ti q u e n, d e be n g u ar d ar s us op er ac io n es . No s e tr a ta d e u n a s im pl e r es er v a p ar a qu e "l o s q ue es t án f u er a" no p u e da n e nt er ar s e de los de t al l es d e l tr a b aj o y p o n er - l o e n obr a ; p or q ue n o s e e nt er a r í an au nq u e s e los gr i t as e p or l as c a ll es y l as p la za s . Y a u n q ue lo s c om pr e nd i er an n o p o dr í a n pr ac t ic a r l os , p or no pos e er l a c on d ic ió n im p on d er a b le , p er o im pr es c i n di b l e, d e h ab er s id o i n ic ia d os . El "s ec r e t o" de q u e s e tr a ta es un o d e or d en " r e l i g ios o ", par a q u e na d a ex ter i or p ue d a v e n ir a i nt er r um pir e l p r oc e s o. Com o b ie n l o s a b en c u a nt os , a lg u na ve z, s e s i n ti er o n ah o ga d os p or u n "s ec r et o ", y bus c ar o n a lg u ie n c o n q u ie n c om par t ir lo , e l " C al l ar " es u n a ex tr a or di n ar ia f u er za i n t er ior . Y c u a nd o s e lo c om par t e ( c o n e l M a es tr o, el c of r a de , o l a S o r or ) , s e c on v i er te e n l az o d e u ni ó n. B ie n r e za , en t onc es , el v i ej o c a tec is m o: ¿Q u é n os un e ? Un Sec r e to .

E h l a pr ác t ic a a lq uím ic a, c om o e n l a d e c ua lq u i er o tr o es ot er is m o, e l "s ec r et o " es u na FU ERZ A O P ER AT I V A; y s o p e na d e m al ear o ab or tar el r es u l ta d o de s us o per ac i on es , e l A de pt o n o h a d e c om un ic ar a n ad i e l os d et a l les d e s u tr a baj o. D ic e e l Z oh a r qu e "T od a l a na t ur a l e za s e s os t i e ne e n e l Sec r e to " - y n o s e n ec es it a m uc h a im ag i n ac ió n p ar a ad v er t ir q u e

s i l a A u gus t a Ma dr e r ev e l ar a l a t ot a l id a d d e s u M is t er i o, e l m und o no t ar d ar ía en vo l ar a pe d a zos . Ro g er io Bac o n af ir m a, e n s u "o p us T er t ium " q u e : " R e ve l ad o e l s ec r e t o , l a o per ac i ón p i er de s u f uer za . " T an im p or t a nte es e l d et a l le e n la pr á c tic a , q ue e n e l l e ng ua j e or d i n ar i o , Her m et is m o, v i no a s er s i nó n im o de im p en e tr a b le s ec r e t i v id a d. La na tur a l e za in ic i át ic a d e l Her m et is m o s e de s t ac a s i s e o bs e r va q ue l a l e gí tim a p ar t ic i pac i ó n en el Ar t e s e lo gr a ú nic a- m en te a tr a v és d e lo s " a ux il i os " c l ás ic os : R e v e l ac ió n- Es c r i tur a, In ic i ad or - i nic i ac i ón- G r ac i a, T r ab aj o, y T i em po . Es t a af ir m ac i ón qu e s in d ud a r es u lt a c h oc an te par a l a m ent a l id a d c o r r i en te , s er á ac ep t ad a s i n d if ic ul t ad , p or ej em p lo, p or l os f r anc m as o n es , q u e s a be n p or ex p er ie n c ia qu e s u A r t e n o pu e de s er a pr e h en d i do e n l as b i b l io tec as , s i no q u e s e d es ar r o l l a gr a d u a lm ent e c om o es tr uc t ur a v i v i en t e a pa r t ir d e c i er tas f or m al id a d es y c om o f r ut o d e u n tr a b aj o p ec u l iar . Y l o m ism o oc ur r e e n e l c as o de la in ic i ac ió n a l quím i c a . E l r e qu is i to p r oc e de de l a n at ur a le za d e l a op e r ac i ó n he r m étic a, s eg ú n l a q ue n a d ie pu e de pr o d uc ir P er f ec c i ón en l a m ater i a q ue t r a b aj a a m e n os de ha b er a lc a n za d o la Per f ec c i ó n é l m ism o. S e nec es i ta , en t onc es , qu e u n M a es tr o d e l Ar te im pl an te s u p r op i a "s em il l a d e or o " en e l c an d i da to ; y s i n o, n o. Muc h os t ie n en de la I ni c iac i ó n un a i d ea t o ta lm en te eq u i v oc a- da . L a s u p on e n un apr e nd i za j e , c ua n do en r ea l i da d es u n c r ec im ie n to q u e pr o c e d e d e u n ger m e n. Cr e e n a lg u nos , p or ej em p l o, q u e l os M is t er ios de la an t ig ü ed a d f u er o n un a es p ec i e d e c l aus tr os de la C i e nc ia , un as u n i v er s i d a des "ú n ic am ent e p ar a s oc i os " a las q u e n ad i e p od ía i ngr es ar s i no des p ués d e h a be r s i do in v es t i ga d o y s om eti d o a u n a s e r ie de pr u e bas d e f or ta l e za q ue lo d em os tr as e n d i g no d e s er ins tr ui d o. Y c r e e n qu e h o y p or ho y e l S a ber es t á o p ued e l l eg ar a es t ar e n l as un i v er s i da d es , m ie ntr a s qu e l as i ns ti t uc i o n es in ic i át ic as m o der na s s on s im pl es c l u b s f r a t er na - les - ya f i l os óf ic os , ya de s er vic i o s oc i a l, e tc . - e n l os q ue s e in gr es a a tr a v és d e a l gu n a f or m a l id a d m ás o m en os em bl em átic a y tr a d ic ion a l . P er o s i as í f u er a , e nt on c es el s ab er d e l os an t i gu os in ic i ad os P O D RÍ A o bt e ner s e e n lo s l i br os y p o r e l es tu d i o or d i n ar io . P er o n o es as í . Y n o p or a us enc i a d e tex to s qu e l o r e g is tr e n qu e l os h a y, y e n a bu nd a nc i a - s in o p or q u e el pr of a no qu e l o i nt e nta s e c ar ec er í a de un c ier t o im po nd er ab l e q u e s o lo p u ed e lo gr ar s e en e l ac t o s o lem ne de la I n i c i ac i ó n, y s i n e l c u al t od o es t u di o n o p os e e ef ic ac i a. T r atem os de ex p l ic ar nos c o n u n ej em pl o. S i a lg u i en qu i er e l le g ar a s er m il i tar , b us c a in gr es ar en un a Ac a dem i a o e n u n c u er p o d e ej ér c i to . Q u i en s e v is t ie r a d e un if or m e r e h u ye n do la a dm is ió n e n f ilas r e g u lar es , s er í a u n d is f r a za d o; j am ás u n s o l d a do . Y s i c o n otr os am ig os i g ua l- m e nt e a nim a dos y at a v i ad os ,

s a li es e a d es f i l ar , e l gr u p o s er í a u n a c om par s a; n u nc a un ej ér c it o. Y a ú n pu d i er a ll e g ar a oc ur r ir qu e es te s uj e to y s us am ig os es tu v i er a m ás i ns tr u i d o e n e l ar te c u yos or n am en tos luc e qu e m uc hos ge n er a l es a ut é nt ic os . .. , s i n po r e l l o d ej a r de s er u n pa ya s o. Es q ue ha y u n a d if er en c i a e ntr e s a b er y S E R; y e n es tas m ate r i as no b as t a c o n p ar ec er . El es t u di o o to r g a e l S a ber ; p er o ún ic am en te la In i c iac i ón p r o p or c io n a e l S er . Y l a pr ác t ic a a lq uím ic a, p or s er c ien c i a ap l ic a da , ex ig e l a c o nj unc i ón de am b os ex tr em os . Los qu e p or S er y por S a b er s o n M aes tr os d el Ar t e , af ir m an un á nim em ent e q u e a dq u ir ier on s u Ci e nc ia p or "r e v e l ac i ón " , o s ea : p or d es c u br im ie nt o de l G e n io , y p or c r ec im i en to de a d e ntr o a af u er a : p or f lor ec im ie nt o . Ha y, s i n em bar go , d os c at e g or í as d e "r e v el ac i ón " : l a d ir ec t a p or e l é x t as is , y l a i n dir ec ta por e l s ím bol o . L a pr im er a pr od uc e m ís t ic os . L a s e gu n d a, A d ep t os . Es to ex pl ic a p or qu é l os pr im er os a par ec e n s i em pr e l i ga d os a u na r e li g i ón d e ter m i na d a ( a u n q ue los s ec t ar ios de l as m is m as l os c o ns i der e n, a m en ud o, c om o h er ej es ) ; y t am bi é n que l os Ad e pt os n o l o es té n . No es pos i b le h a b lar de "m ís tic os " a s ec as ; s i n o d e m ís tic os j ud í os , c r is t i an os , m us u lm an es , etc .; y l os s is tem as de u n os s o n im pr ac t ic a b le a l os o tr os p or q ue n o p u ed e n s e par ar s e d e l a r es p ec ti v a r e l i g ió n . La c on tr a r i a s e d a c o n l os a d ep tos de c u a l qu i er s im bo l is m o, c u yo s is tem a pu e de s er a pl ic a do in di s t i nt am en te a t o d as l as r e l ig i on es . Y es to s e no ta par t ic u la r m en te en la Al q u im ia q u e ha s id o pr ac tic a da c om o s is t em a d e per f ec c i o n am ie nt o m ís t ic o por hom br es de t od as las r el i g i on es , t i em po , y l u gar es . Y a ú n ha y otr a d if er e nc i a e nt r e la ví a d e l os m ís t ic os y la d e l os s im bo l is tas ( Al q u im is ta s Ca b a lis t as , etc .) - y es q u e m ie nt r as los p r im er os , e n g en er a l, b us c a n l a ac c es is "p or e l am or ", los s eg u nd os l o h ac en por l a G nos is . E l i ns tr um en to de la "'r e ve l ac ió n i n d ir ec t a ", es s ier r e u n ar t if ic io en igm á t ic o q u e l a pr o voc a c om o c o ns ec u e nc ia d el e s - f u er zo p or s u d e ve l ac i ón . P u ed e s er u n a E s c r i tur a d e d ob l e s en t id o , o c a ba l ís t ic a, o e tc . ; o un a l ám in a j er o gl íf ic a; o u na s er i e d e es tas ; o u n s is tem a s im bó l ic o ; e tc . A es ta h er r am ie nt a y s u us o - q u e e ntr e l os al q u im is t as s e pr es en t a ge n er alm e nt e baj o f or m a de " li br o " - al u de e l c on oc i do af or is m o: L EG E~ R EL EG E ; O R A, ET LA B O R A. No q u e e l as pi r a nt e a l M a g is t er io t u v i es e q u e l a n zar s e a l a lec tur a d e c u a nt o es c r it o her m ét ic o p ud i es e c o ns e g ui r . E n r e a l id a d u no s ol o er a s uf ic i e nt e, s iem pr e qu e f u es e au t én t ic o y a dec u ad o . L a c ues t ió n es q u e e l a s pir a nt e, an t es qu e n in g u n a otr a c os a, d e bí a bus c ar u n " l i br o" en qu e es tu d ia r , u n a " Es c r itu r a " q ue le s ir v ier a d e g u í a. La pos es ió n d e l " l i br o " o i ns tr um ent o d e l a r ev e l ac i ó n, n o er a, s in em bar go , s uf ic i en t e. P or q u e un a ve z e n p os es i ó n de l m is m o n a da lo gr ab an l os as p ir a n te es t a dar c on un "M a es tr o " q ue l o ex p l ic ar a y l o h ic i er a in t el i g ib l e .

De es t a ex ig e nc i a m uc hos de d uc e n q u e es t e M a e s tr o t ie n e e l c om eti d o d e pr o por c i o nar las c l a ves q u e f a l ta n e n l os l i br os , o , c om o dic e la j er g a de l of ic io , e ns e ñ ar e l or d en d e l as op er ac io n es . Per o h a y a l go m ás q u e es o. El M a es tr o n o es u n m er o i ns tr uc tor , s i n o un In ic i ad or c a p a z de im pl an t ar , c om o d ec í am os a n tes , l a "- s im ie n te de l or o " e n e l a lm a d e l d is c í pu l o, s in la c ua l el es tu d i o y l a s o l a ex pe r im e nt ac ió n v i e ne n a s er c om o e l c u l ti v o d e u n ter r e no s in s em il l a. .. qu e s o lo p u e de pr o d uc ir l os yu yo s de las q u e tr ae e l v ie nt o . P or q u e h a y un " po l v o d e pr o yec c i ón! " o "s im ie n te " ; u n g er m en f il os óf ic o s i n e l c u a l l a Ci e nc ia no es m ás qu e p a la br as o i n v es t i gac i ó n e n e l p la n o de l o de ns o y m a ter i a l. E l oc c id e nt a l m od er n o qu e s e s ie n te a tr aí d o h ac i a l as d is c ip l i n as del a lm a, n o a d v ie r t e, e n ge n er al , es ta n ec es id ad de un in ic i ad or d e- c a r ne y h ues o ; y c r e e q ue pu e de s us t it u ir l o por l a i ns tr uc c ió n or d in ar i a m ed i a nt e l ec t ur as , r eu n io n es , c o nf er e nc ias , m es as r ed o nd as , etc ., c on otr os q ue es t á n en s us m is m as c o n dic i o nes . P er o s e eq u i v oc a . L a ig n or a nc i a , s o li t ar ia o gr u p a l, n o c o nd uc e a l a C i enc i a; y d e ah í q ue e l s ab er pr of a n o es t é c on d e n ad o a i n v es t i g ar e l m un d o de los ef ec t os , l a i lus i ó n: M a ya y Avid ya . Y as í c om o p ar a q ue ha ya c o nc e pc i ón c or p or a l s on t a n i n út i l es l os l i b r os de em br i ol o gí a c om o l os tr at a dos de aj e dr e z, t am bi én p ar a la c o nc e pc i ón es p ir i tu a l. A est e r e sp ect o , H . P. B l av at s ky ( "L a Vo z d el Si len c io " ), a l t i emp o q u e e n s eñ ab a " a lo s p o co s " q u e d e l a Cám a r a d e l a Ig n o r an c ia s e s al e p o r l a d el E st u d io , l o s e xh o rt ab a a ab ando na r t a mbi én el f a ls o r es p l and o r d e e s e r e ci nt o y a bu s car " qui en t e d é na ci mi en t o en l a Cá ma r a d e l a Sa b id u ría " . No q u e e l es t u d io s ea i n út i l , en t onc es , pu es to q u e es p or é l ( s i es ve r d a de r o) q u e e l as p ir a n te ab a nd o na la I g n or a nc ia en qu e h a n ac i d o; p er o s í q ue es i ns uf ic ie nte p or s í s o l o p ar a pr o d uc ir l os d es e a dos f r u tos . A es e ef ec t o deb e c om bi n ar s e c on la In i c ia c i ó n. S in em bar go , as í c om o oc ur r e e n e l c as o de la g e n er ac i ó n f ís ic a, t am bi én en la es p ir it u a l n o s i em pr e e l c o nt ac t o c on e l M aes tr o pr od uc e la c or r es p o n di e nt e "c o nc e pc i ón " ; n i és t a , un a v e z pr o d uc id a , a lc a n za en t o dos l os c as os s u f e l iz c u lm in ac ió n en u n " nu e v o n ac im ie nt o ". E n l a pa r á b ol a e v a ng él i c a s e d ic e qu e l a s im ie n te in ic i át ic a a v ec es c a e e n l a p ie dr a, o es c om id a p or l os páj ar os , o ah o ga d a p or l os yu yo s , y qu e s o l am ent e c u a nd o c a e e n b ue n a tie r r a y e s d e b id am en te c u l t iv a d a, f r uc t if ic a . Y P a b lo d ec ía ac er c a d e l c im ie nt o i n ic iá t ic o q u e s o br e é l " a lg u nos s o br e- edi f i c a n p i ed r a , otr os m a der a , otr os h oj ar as c a ", y a d ver tí a: "v e a c a da c u a l c óm o s ob r e- edi f i c a" . T odas es t as c o ns i d er ac i o nes y a d ve r t enc i as s o n a pl ic a b les a la in ic i a c ió n a l qu ím ic a . P er o ad em ás de l es f ue r zo p or d e ve l ar u n a es c r it ur a en i gm át ic a ( Leg e , Rel e g e ) , y e l a ux il io d e un a I n ic i ac i ón r eg u la r , e l éx i to d e l as o p er ac ió n es a l qu ím ic as r e q u ier e, c om o, en c ua l qu i er otr o s is tem a, el tr a ns c u r s o d e l T iem po .

No u n m er o tr ans c ur r ir ; s i no un T iem po V i vo , d e c o nt i nu o es f u er zo d i n ám ic o dur a nt e e l c ua l e l as p ir a nt e a A d ep t o h a d e hac er g a la de u n a p e r s e v er a nc i a q u e no s e ar r edr a a nt e los r ep e ti d os f r ac as os , deb i e n d o "m an te n er l a o br a de c a l e nt am ie nt o s u a v e y r e g ul ar " d ur an t e to d o e l ti em po n ec es ar i o ; y v o l v er a em pe za r u n a y o tr a v e z h as t a qu e s e lo gr e e l b ue n éx it o . P or q u e c om o c ua l qu i er d is c i pl i n a i n ic i á tic a , la A l qu im ia no es par a tem p er am ent os o nd u l an t es n i im pac i en tes ; y " l a Ma ter i a " q ue i nic i a lm ente es e l p r o p io Ad e pt o , h a de s om et er s e a pr o l o ng a dos "c al e nt am ie nt os " A l pr i nc i pi o s ua v e s ; p er o l a tem p er a tu r a d e be e le v ar s e p oc o a poc o h as t a e l r oj o v i v o. Y l as o per ac i on es h an de r ep e ti r s e u n a y o tr a v e z. G e ber h a b la de s e t ec ie n t as r e d es t i lac i o nes .. . E l as pi r a nt e a l M a g is te r io no p u ed e d ar s e e l l u j o de c u l t i var el des an im o; y h a d e s ab er c on v er ti r l os f r ac as os e n es t ím ul os p ar a nu ev o s i nt en t os . Muc h as v ec es , e l "h ij o" c on t in ú a l a t ar e a c om en za d a p or s u " pa dr e " m uer to an tes de ha b er a lc a n za d o e l b u en éx i to . Com o en l a par á b ol a , t am bi é n a qu í "u n o es el qu e s i em br a y ot r o e l q u e r ec og e " - lo q u e t ie n e m ás de u n s i g n if ic ad o : e l de qu e l a a nt i g ua pe r s o na l i da d h a d e d es a p ar ec er p ar a q ue pu e da . ad v e n ir e l " hom br e n ue v o " f o r m ado alr e d ed or d e l n úc l e o i n ic iá t ic o o " s em i l la de o r o " , y e l q u e l e da b a Des c ar tes : " Ha c i e nd o " q u e l os ú lt im os c om ie nc e n a l lí d o nd e l os a n tec es or es dej ar o n , y j u nt a nd o as í l as v i das y l os tr ab aj os de t a nt os , l le g ar em os , t o dos j u n tos , m uc h o m ás l ej os de lo qu e c a da un o, " in d i v i du a lm ent e , hu b i er a po d id o a lc a n zar " . E n am bos c as os e l tr ans c ur r ir d e l T i em po - v iv i e n te y d i nám ic o - e s i n gr e di e nt e im pr es c i nd i b le . O tr o de los in d ic ios de q u e l a A l qu im i a es u n ar t e i n ic iá t ic o , es l a s im il it u d d e s u s im bo l is m o c on el de o tr os s is tem as r ec on oc id os u n i v er s a lm en te c om o s i é n do l o. Por ej em pl o , el par e nt es c o e ntr e e l He r m étic o y e l s im bo l is m o f r a nc m as ón ic o es i n ne g a bl e , a l pu n to qu e lo s ad e pt os d e u no y ot r o h a n l l am ado a m en u do a s us r es pec t i vas p r ác t i c as p or e l m is m o nom br e: A r t e Re g i o, o A r t e R ea l . No q u e s e an id é nt ic os , s in o p ar ie n tes . P or que a u n q u e qu i e n as í lo d es e e pu e de enc o ntr ar e n e l Ma g is t er i o f r anc m as ó n ic o l o m is m o q u e e l A d e p to ha l l ab a e n e l He r m étic o , la, v e r da d es qu e e l pr im er o no s e pr o p on e u n a tr a ns f or m ac ió n d e l s uj e t o ta n pr of u nd a c om o l a q ue b us c a e l s eg u nd o - y d e a hí la dif er en c i a en los pr oc e d im ie nt os p ar a "tr a baj ar l a Pi e dr a " : f ís ic os «m a zo y c inc e l) p ar a el pr im er o; qu ím ic os ( d is o luc i o nes , r e duc c i o nes , c a lc in am ie n to , l a vaj e s ác id os , etc .) en e l s egu n d o . De c u a l qu i er m an er a , e l pa r a l e lis m o es n ot a b le . EI pr oc es o a lq u ím ic o c om ie n za p or l a " bús q ue d a d e l a P i edr a F i los of a l "; y l a f ór m ul a pa r a ha l l ar la es t á e nc er r a da en la pa l ab r a VIT RI O L , q ue es t á f or m ad a c on l as i n ic ia l es d e l as qu e f ig ur a n e n l a f r as e V is i t a In t er ior a T er r a e R ec t if ic a nd o In v e n i es O c c u l t um La p i de . E qu i v a le n tem en t e, l a in i c iac i ó n f r a nc m as ó n ic a c om ie n za p or u n " v i aj e a l c en tr o d e l a T i er r a " .

E l o bj e ti v o q u e s e pr op o n e l a un a es la LUZ - q u e s e en t ie n de es l a d e l a Co nc ie nc i a; y e l pr oc e d im ie nt o q ue em pl ea es un a or d al í a gr ad u a l c u yas e t ap as s e en t i e nd e n e n tér m inos d e pr o gr es i va L i ber t ad ( d e C o nc i e nc ia) . E l d e l a s e gu n da , es el O RO , q ue es Lu z ( s ola r c o a gu l a da) ; y e l pr oc e d im ie nt o c o ns is t e en to d o gé n er o de ar t if ic io s t en d ie n tes a " ex tr aer l a Q u in t aes e nc ia d e la 'm ate r i a' , l i ber á nd o l a d e s up er f l u i da d es y s e d im en tos . Los gr a d os q ue m ar c an l as et a pas de l pr oc es o al q uím ic o l o de t er m in an los "c o l or es d e l a O br a " qu e va n d e l Ne gr o i n ic ia l , pas a nd o p or e l B l a nc o de la c a lc i na c i ó n y e l Am ar i l lo de la "t i nt ur a " a l r oj o r u bí de l M ag is ter i o. S im il ar es c o lor es ( N e gr o , Bla n c o , C itr i no , y R oj o) m ar c a n l as de la Ma es tr í a f r anc m as ó n ic a. E n e l es q u em a le g en da r io de los f r a nc m as one s , e l " pas o " q u e c on du c e a l Ma g is t er i o s e enc u en tr a b aj o l a a d vo c ac i ó n de T ub a l C aí n, e l pr im er ar tíf ic e e n m eta l es s e gú n l a B i b l ia . Y es ta n ta la j er ar qu í a qu e los c r e a d or es d e es t e s is t em a as i g n ar o n a l a M e ta l ur gi a , qu e p ar a r ep r es e nt ar d ic ho "p as o " e li g i er o n u n p er s ona j e c u yo nom br e he br eo s i gn if ic a l i te r a lm en te " e n pos es i ón d e l M u nd o “ . A dem ás , c u a nd o Sa l om ón d ec id i ó l e v an tar un T em pl o a l a g l or i a d e l A l tís im o, r ec ur r i ó a s u am ig o y a l i ad o H IR A M, e l R e y d e T ir o , p ar a qu e l e e n v ias e m at er i a l y a yu d a t éc nic a p ar a s u pr o ye c to ; y és t e e n vi ó " u n h om br e e nt e nd i do , q u e s ab e tr ab aj ar e n o r o y p l at a y m e t al y h ier r o , en pi e dr a y e n m a der a, en púr p ur a , c ár d e n o, l in o, y c ar m es í ", pa l a br as t o das és t as em bl em átic as d e o p er ac i o nes y e lem e nt os p er t en ec i en t es a l ar t e a lq u ím ic o . La id e a d e qu e l a M e ta l ur gi a o to r g a e l s e ño r ío s o br e la T i er r a, s i e nd o , ad em ás , e l ar te de l os qu e c r e a n l os or nam en t os de l as ha b it ac io n es d e l os D ios es , l o enc o n tr am os en otr as tr a d ic io n es , c om o p or e j em p lo en la le ye n d a d e P l ut ó n, e l Se ñ or d e l a s f r a g uas s ub te r r á n eas do n de , es te h á b il f or j ad or c o ns tr u yó e l tr on o d e or o d e J ú p it er , y tod o e l á ur e o a l h aj am ie n to de l O l im po. V ol v i e nd o a l p ar a le l is m o Mas o ner í a- A l q u im ia, c ab e o bs er var qu e a l u n i s in o, A lq u im is t as y Mas o nes r em ont a n em bl em át ic am en t e s u c i en c i a a AD A M. A dam - qu e e n h e br e o s i g n if ic a T i er r a Roj a, y t am b i én L e pr a - e s e l " l e pr os o " q u e d eb e s er l im pi ad o p or e l P er f ec to de la leye n d a e v a ngé l i c a ; o es e l m ir l o ( óx id o de pl om o) c u ya r ed uc c i ón pr o p or c io n a l a m at er ia pes a da in ic i a l qu e d e ber á s er lu e go l le v a da a s u n at ur al ez a áur e a; o e l c i na br i o ( s u lf ur o de Mer c ur i o) r e pr es e nt a ti v o d e l h om br e e n g en er a l, ya q u e s eg ú n d ic e Al b er t o e l G r an d e " l a na t ur a l e za de t o dos los m et al es "( h om br es ) es la de h a b er s i do en g en dr a dos p or e l a zu f r e ( ac c i ó n) y e l m er c ur i o ( p ens am ie n to) ". E n otr as p a la br as : ADA M es e l em b lem a d e la m at er ia bás ic a p os e ed or a d e l a d o bl e na t ur a l e za . Es el an dr ó g i n o A zuf r e- M e r c ur i o, o M at er ia- Es p í r i t u.

F u lc a n e l li s eñ a la qu e e l n om br e d e es te p er s o n aj e, e n gr i e go , es AD A M O S o A D AM A S , " pa l a br a q u e e n e l p lan o te r r e n al des i g na e l ac er o m ás d ur o , em pl ea d o p or AD A M A ST O S ". Y c i ta de l T im eo: ( los p ar é nt es is s o n nu es tr os ) : "D e t o d as l as a g uas qu e h em os " ll am ad o f us i b les ( m eta l es ; hom br es ) , l as q u e ti e n e l as pa r t es m ás te n ues y m ás i gu a l es , la m ás de ns a, es e g é ner o ú n ic o "c u yo c o l or es u n am ar il l o br i l l an te , l os m ás pr ec ios os b i en es , " en f in : e l O RO , s e ha f or m ad o f i ltr á nd os e a tr a vés d e l a Pi e dr a . E l 'n u do d e l or o' , c on ve r t id o e n 'm u y d ur o y ne g r o ' " a c a us a d e s u de ns id a d, s e l lam a ' AD A M A S' . O tr o c u er po pr óx im o a l O r o p or l a p e qu e ñe z d e s us par tes , p er o qu e t i en e m uc h as es p ec i es , c u ya d ens i da d es i nf er ior a l a d el O r o, qu e " e nc i er r a u n a d é b i l a le ac i ón de t i er r a m u y c oc i d a l o q ue lo "h ac e m ás d ur o qu e e l o r o, y q ue es a l m is m o t i em po m ás l i ger o gr ac i a s a l os p or os qu e a tr a v ie s an s u m as a, es u na d e es as " a gu as br i l l an tes c on d ens a das ( Me t ale s ; hom br es - d e- ac c ió n) qu e "s e l l am a 'b r o nc e'. Cu a nd o l a pr o por c i ó n d e t i er r a q ue c on- " t i e ne s e h al l a s e p ar a d a p or l a ac c ió n d e l t iem po , s e hac e " v is i b le por s í m is m a y s e l e da el nom br e de her r um br e . " T r adu zc am os . " D e to do s l os h om br es , e l m ás s u t i l y h om og én e o, e l m ás f ir m e, es e g én er o m ic o q u e es p ur o O r o , s e h a "f or m ad o 'f i lt r á nd os e a tr a v és de la P ied r a ( M e nt e F i l os óf ic a) '. "O tr o c u ya c a l i da d es a p e nas inf er i or p or qu e e nc ie r r a un a d éb i l . "c an t id a d d e e lem en t o ter r e na l m u y c oc i d o - lo q u e l o h ac e m ás "d ur o y a la v e z m ás l ig er o, es aqu e l c u ya s up er f ic i e m enta l c u a nd o es tá pul i d a , es c a p a z de r ef l ej ar la L u z. S i n em bar go, " e l t iem po s e enc ar ga de s ep ar ar d e é l s u d ur e za , q ue n o es "m ás q u e h er r um br e ". Com en ta F u lc a n e l li que " es t e p as aj e d e l gr a n In ic i ad o m u es tr a l a d is t i nc ió n d e l as dos per s o n al i d ad es d e l A DA M s im bó lic o , l as c ua le s s e d es c r i be n b aj o s u ex p r es i ón m in er a l pr o p i a de l ac er o y d e l br o nc e, ya q u e e l c ue r p o pr o pi o a las "s u bs ta nc ias A D A M A S - nu d o o a zuf r e de l or o , es e l s e gu n do A D A M , c ons i d er a d o en e l r e in o or g án ic o c om o pa dr e v e r d ad er o " de to d os l os hom br es , y en el r e in o m i ne r a l c om o a ge nt e y pr oc r e a dor d e los in d i v id u os m etál ic os o g e o ló g ic os qu e l o "c o ns t i tu ye n . As í , n os e nt er am os d e q ue el a zuf r e, y e l "m er c ur i o - p r i nc i p ios g e ne r a d or es de los m eta l es no f u er o n e n s u or i g en s in o u n a y l a m is m a m ater ia , ya q u e s o lo m ás t ar de ad q uir i er on s u i nd i v i du a l id a d es pec if ic a , y l a c o ns er va r o n en l os c om pu es t os n ac ido s d e s u u n ió n . Y a un q u e s ea m ant e n id a p or u n a po d er os a c o h es ió n, el ar t e p ue d e r om per l a y a is l ar e l A zu f r e de l M er c ur i o baj o l a f or m a q u e l e es pr o pi a . E l A zuf r e , pr inc i p io ac t iv o es d es ig n ad o c om o e l s eg u nd o AD A M' y e l Mer c ur i o, e l em en to p as iv o , p or e l d e s u m uj er E V A . Es t e ú l tim o e l em ent o r e c o noc i do c om o e l m ás im po r t an t e, es t am bi én m ás d if íc i l d e o bt e ne r en la pr ác t ic a de la O b r a . S u u ti l i da d es t a l qu e la c ie nc i a l e d eb e s u n om br e , ya q ue la f il os of ía h er m ét ic a es tá "f un d ad a e n e l c o noc im i en to per f ec t o d el Mer c ur i o - en gr i e go "H E R M ES . "

E l p er f ec c io n am ie nt o d e es t e AD A M es f ac t i bl e p or qu e l a c o n- ti e n e t i e ne de s u yo , au n qu e l at en t e. O c om o d ic e la l e ye n d a f r anc m as ó n ic a. " D i os pus o e n s u c or a zó n la G eom etr í a ". El em bl em a d e es ta Per f e c c ió n es e l O r o , o "l u z c o a gu l a da " , " S ol t er r en a l " , etc ., s ie n do los dem ás m et a les las r epr es e nt ac io n es de l os di s t i nt os ac er c am i ent o s a d ic h a Per f ec c i ó n. E l h om br e n o h al l ar á r e p os o h as t a h a ber l a a lc an za d o . O c om o d ic e Ec k h ar t r e f ir ié n dos e a es t e P er m an e nt e a nh el o de l a lm a: El c obr e no t ie n e p a z has t a qu e s e c on v i er t e e n or o ". Ha y m uc h as otr as s im il i t ud es e nt r e e l s is t em a d e l os Alq u im is tas y e l d e l os m as o n es q ue s er á n tr at a das m ás ade l a n te , c om o s er l a i den t i d ad en tr e e l AZ O T H d e l os pr im er os y e l BO H AZ d e l os s e gu n dos , l a b ús q u ed a d e l a "P i e d r a F i los of a l " y l a de l " Se p ulc r o d e l M ae s tr o ", etc . P er o bas ta n l as s e ñ a la d as has t a aho r a p ar a f u n dam en t ar , p or s u p ar e nt es c o c on e l s im bo l is m o f r a nc m as ón ic o, la í n do l e i n ic iá t ic a de la tr a d ic i ó n a lq u ím ic a - au n q u e ex is ta u na d if er e nc i a a bis m a l e ntr e e l gr ad o d e p er f ec c ió n qu e s e pr o po n e l a M a s o n er í a y e l qu e c ons t it u ye l a as p ir ac i ón d e l v er d ad er o a lq u im is t a m ís t ic o. La na tur a l e za in ic i át ic a y e l el e v o o bj e ti v o d el ar te H er m ét ic o, r es a lt a a l c o ns id er ar l a na t ur a l e za de es a m is te r i os a y t a n n om br ad a c om o d es c o n oc i d a F r at e r n i d ad ll am ad a " d e la Cr u z f l or ec i d a e n Ros a s " - qu e as í d eb e tr adu c ir s e e l n om br e d e Ros a Cr u z o Cr u z Ros a d a - y de los f i l ós of os i nic i a dos qu e, en los os c ur os t iem p os en qu e l a em pr es a , s i er a d es c u b i er ta , s e c as t i g ab a c o n l a h og u er a , pr ac t ic ar on un a r t e tr a ns m ut at i v o q ue n a d a te ní a q u e v er c o n l os m etal es or d i nar i os n i c o n l a q uím ic a ex p er im en ta l , s i no q u e s e r ef e r í a a l a c r i s o pe a de l a lm a. P ar a es t os f il ós of os , to d as las op er ac io n es y em b lem as a l qu ím ic os e s ta b an r ef er id os a la P er f ec c ió n d e l a H um an id a d, s ie n do e l H om br e m is m o l a " P i edr a " de l a O br a. A zuf r e, Mer c ur i o y S a l s o n, aq uí , a l eg ór ic os d e l a tr i p l e n at ur a l e za d e l s uj e to . E l O r o u obj e t o , es l a Cr is t if ic ac i ón d e l i n d i vi d uo - y e n c ons ec ue nc ia , l a c o n qu is ta de l a i nm or t a l id a d. Y el pr oc e d im ie nt o, la c op ia ar t if ic ia l y abr e v i ad a d e l q ue em p le a l a N atu r a le za p ar a l a tr a ns f or m ac i ó n d e s us es pec i es , " a f i n d e a lc a n za r l a Per f ec c i ó n ( l a m et a h um an a m ás e le v a da) s in nec es id ad d e s e gu ir e l lar g o c am in o d e l do l or ". P or d es c o nt a do qu e d ic ha "c o n q uis t a de la I nm or t a l id a d" no d e b e en t en d er s e c om o l o h ac e n c i er t os i n ge n uos , e n tér m i nos d e m er a pr o lo ng ac i ó n de la ex is t enc ia t er r e n a l. El la ps o d e la v i da f ís ic a d e u n M a es tr o d e l Ar te n o es m a yo r q ue el de los dem ás h om br es . M as es os a ño s qu e s o n p oc os s i s e m i de n e n t ér m in os d e r ev o l uc i on es d e l p la n et a, r epr es en t an s ig l os s i s e l o hac e e n l os d e l es pír it u - y d e a hí qu e s i n q u e s ea f i g ur a l it er a r i a, pu e da af ir m ar s e d e un A de pt o q u e " au n q ue f ís ic am en te no r epr es ent a b a m ás d e c u ar e n ta , h a b ía v i v id o m i l a ños o m ás ". P or l o d em ás , e l v er d ad e r o A lq u im is t a Mís t ic o , j am ás p er s i gu i ó l a r ique z a , l a f am a, e l p o de r , y d em ás b i e nes m un da n os . Al c on tr ar io . E n el s i l enc i o y l a s ol e d ad d e s u pr o p io T em pl o, i nt er ior , c om pac to y b ie n p r o v is to la b or a t or i o a l q u ím ic o - l o q u e b us c a es t e A d ep t o es l a

" P er f ec c ió n d e l a H um an id a d " i nd i v i du a l y c o le c ti v am en te c ons i de r ad a ; y en la m ed i da e n q u e l o l ogr a s e c o n v i er t e en u n ag e nt e d e d ic ho pe r f ec c i o nam i en to do n de q ui er a q ue s e enc u en tr e. E l pr oc es o im p l ic a la ac t ua l i za c ió n " e n l a c ar n e " d e l a n at ur a le za d iv i n a . 0 d ic ho c on o tr as pa l a br as : u n " nu e v o na c im ie nt o " c om o "Cr u z f lo r ec i da en r os as ", f r ut o d e es e " ar r e p e nt im ie nt o " o "c o n s tr ic c i ó n f i l os óf ic a " qu e , v o lc a n do 1 8 0° e l c am i n o d e s u v i da , r e v er s a l a de l le pr os o AD A M y l o c on v i er t e e n e l M AD A - th a n as : e l Ma es tr o P e r f ec t o. Co n v er t i do en " Sa l d e l M un d o ", s o l y f ar o q ue i l um in a, p u ed e d ec ir c o n P ar ac e ls o: "P or q ue an t es s eg u í, a h or a gu ío " - n o ya c om o Ma es tr o qu e e ns eñ a, s in o c om o S eñ or y Re y q u e l eg is l a y m a nd a . Na d a f ác i l r es u lt a ex p lic ar ( y c om pr e n der ) qué c os a es es te hom br e- Dio s f r u to de un a t éc ni c a g im nás t ic a d e pe ns am ie nt o y a c c i ó n p or l a qu e t o dos los in gr e di e nte s y t e nd e nc ias de l an t ig u o h ub i er on d e s er tr a ns m uta d as , r e- d ir ig i d as , y u n if ic ad as a lr e d e d or d e un a Vo l un t ad tr as c e nd e nt e ( y n o s im pl em ent e am aes tr a d as , r epr im id as , y c o nc en tr ad as e n t or n o a u n pr o p ós it o P er s on a l) ; m as ¡c ua n d is ti n ta es s u f i g ur a de la de l Al q u im is ta qu e im ag i n a e l v ul g o , en v ej ec i d o s o p la q u e s o pl a e l f ue g o d e s u h or ni l l o, e n tr e m atr ac es y r et or tas , e n p os de un a dor a d a qu im er a o un a im p os i b l e j u ve n tu d! T al l a n at ur al e za y o bj et i v o d e l a A l qu im ia c om o Ar t e In ic i át ic o.

M ANCO C AP AC

Cont inu a rá

LA EVOLUCIÓN DE LA HUMANIDAD
Con respecto a la división de la humanidad en dos grupos, diremos que este es un asunto demasiado largo para transmitirlo en un solo artículo, pero pueden consultar varias obras que tratan del asunto, como: "El Hombre, de dónde vino y adónde va", de Mrs. Besant y Leadbeater: "Concepto Rosacruz del Cosmos" de Max Heindel, especialmente en la parte que trata acerca de la Fraternidad de los Maniqueos. Finalmente encontrarán muchos detalles de este asunto, en "El Libro de las Leyes de Vayú, mezcla desconcertante de grandes verdades con grandes alucinaciones. Por otro lado, de esto tratan también los Evangelios y el Apocalipsis. Deben recordar que la Evolución sigue un sendero en espiral y que cada vez que se recapitula una etapa, o se pasa por una espira superior de algo ya pasado, vuelven a reproducirse acontecimientos similares, aunque en otro orden de cosas. L o s h o m b r e s d e l a s c a ve r n a s y l o s m o n o s n o s o n l o s a n t e c e s o r e s d e l h o m b r e , s i n o s u s degeneraciones. En otras palabras, el hombre no desciende del mono, sino que el mono desciende del hombre. La última etapa de esta espiral separatista, entre el grano y la paja, se realizó en la época del hundimiento de la Atlántida. La humanidad, que comenzando por el ateísmo, toma el camino regresivo de la brutalidad, la destructividad, la crueldad y la maldad, como está ocurriendo actualmente, va destruyendo el germen espiritual de los individuos que componen esos grupos, colectividades o pueblos, y esto los lanza por el camino o Sendero de la Destrucción. El Mal acumulado por millones de individuos, va tomando forma y adquiriendo tensión, y cuando los Hermanos Mayores consideran que es el momento oportuno, levantan el dique y dejan que se expresen, fuerzas que no pueden ser destruidas, pero que empleadas sabiamente unas contra otras, pueden trasmutarse de mal en bien. E n t o n c e s s o b r e vi e n e n l a s g r a n d e s c r i s i s e n l a h i s t o r i a d e l m u n d o . En toda escuela hay alumnos aventajados, otros corrientes o comunes y finalmente los rezagados. En la humanidad ocurre lo mismo, llega un momento en que aventajados y comunes no pueden continuar más en la misma clase con los rezagados: éstos necesitan un aleccionamiento especial.

Entonces sobrevienen estas crisis. Y la crisis misma tiene por objeto salvar a una gran parte de esa humanidad que, sea por la razón que fuere, se ha dejado arrastrar por esa oleada regresiva. No ignoráis que se han pronosticado muchos cataclismos y catástrofes diversas para el tiempo del fin, diciéndose que la Tierra convulsionada, provocará tremendos levantamientos y que habrá terremotos, inundaciones, hundimientos de tierras, y multitud de otros fenómenos telúricos, meteorológicos y de otras clases. En lo que no se suele reparar, es en que, como los Hermanos Blancos ni se defienden, ni hostilizan personalmente, ni oprimen, ni toman nunca jamás, pase lo que pase, la vida ni la libertad de nadie, cumpliendo estrictamente las máximas del Sermón de la Montaña. Hasta ahora siempre han sido los Señores de la Faz Sombría, quienes han ganado la batalla objetiva, y cuando el Mal se ha enseñoreado de la Tierra, rompiendo los diques que encauzan la Evolución, entonces, ésta desata las más terribles fuerzas elementales, bajo la dirección de la Gran Jerarquía Oculta, y se producen esos terribles cataclismos que lanzan simultáneamente al Mundo Astral —que es el Cuerpo Astral de la Tierra—millones de seres humanos que, por haber sufrido una muerte violenta, están dotados de una conciencia que no tendrían, de haber muerto normalmente, merced a la cual pueden darse cuenta, en una forma profunda e impresionante, de ciertas grandes verdades de la Vida. Como resultado de esta tremenda experiencia colectiva, que sacude hasta sus mismos cimientos, tanto a la entidad individual humana como a la que podríamos llamar planetaria, afectando igualmente a los demás Reinos Visibles e Invisibles de la Naturaleza, una gran parte de esas individualidades que se habían lanzado hacia el Sendero de la Destrucción, se salvan y reencarnan después en la parte progresiva. En otras palabras, estos cataclismos son como una gran lección o un adelanto forzado que pone a muchos rezagados a la par de los que van a la vanguardia. Aquellos que por haberse sumergido en el Mal y en la Destrucción, no reaccionan a pesar de esta experiencia, constituyen la parte regresiva que debe ser forzosamente separada del resto, aunque esto no significa que se pierda, sino que tendrá que seguir otra evolución más lenta en un ambiente distinto y más adecuado a su atraso. A pesar de todo, siempre quedan aquellos que, por haberse identificado en tal forma con el Mal y la Destrucción, han matado en sí mismos el germen espiritual, éstos son las llamadas "Almas Perdidas", cuyo sufrimiento es espantoso y del que no se puede hablar. Estos seres van a parar a lo que podríamos llamar una Esfera Tenebrosa, gemela de la Tierra, que no refleja luz alguna y que constituye un verdadero Infierno, muchísimo más terrible que todo lo que cuentan los relatos de las religiones del mundo. Entre las más tremendas experiencias que se permiten al discípulo en cierto estadio, está la de identificarse

p o r u n o s i n s t a n t e s c o n a l g u n a d e e s a s " A l m a s P e r d i d a s . . . ¡R a r a v e z s e p u e d e s o p o r t a r l a prueba! Ustedes comprenderán, que ciertas Almas como Atila, Nerón y otros que podríamos mencionar, pero que no queremos hacerlo para no herir sentimientos, han cometido tantos crímenes, han sido causa de tanto dolor, desesperación y maldad, que su Karma debe ser espantoso. Ciertamente, las fuerzas que provocan las revoluciones, las tiranías, las guerras y demás convulsiones, han sido generadas por las colectividades y los pueblos, y a su tiempo, buscan imperiosamente su expresión objetiva. A s í f u e t a m b i é n c o n e l D r a m a d e l G ó l g o t a : t e n í a q u e s u c e d e r , p e r o ¡a y d e a q u e l p o r c u y o intermedio ocurrió! Dirán que era una injusticia; no lo era. Cada individuo es dueño de consagrarse al servicio del bien, de la bondad y del amor, o por el contrario al mal, a la hostilidad y al odio. Quien se ha sintonizado una y otra vida con el Mal, se ha convertido a sí mismo en el instrumento ideal de ese Mal con el que se ha identificado. Quien traiciona a un amigo, es desleal con sus compañeros, traidor con su patria, se está a sí mismo convirtiendo en Judas, y un día el Mal Universal echará mano de él para convertirlo en su instrumento. ¡Q u é K a r m a e s p a n t o s o p u e d e t e n e r e l a s e s i n o d e l o s n i ñ o s d e G u e r n i c a , o l o s l í d e r e s d e l a s naciones totalitarias o extremistas y demás seres desalmados y brutales que forman la plana mayor del Mal en nuestros tiempos modernos! ¡C ó m o p o d r á n p a g a r l a s a n g r e , e l d o l o r , l a d e s e s p e r a c i ó n , l a b r u t a l i d a d , e l e s p í r i t u h o m i c i d a , cruel y malvado que han desencadenado sobre la tierra! Sus vidas mismas están cimentadas en la traición, la deslealtad, la mala fe, el deshonor, la crueldad, el egoísmo, la brutalidad, la tiranía, la aniquilación de toda libertad y de toda cultura.

La Educación en la Nueva Era
P o r e l M a e s t r o T i b e t a n o D j w h a l K h u l ( A l i c e A . B a i l e y)

EL PROCESO DEL DESENVOLVIMIENTO

Quisiera agregar otra analogía a las precedentes, que servirá para aclarar el proceso del desenvolvimiento desde el punto de vista racial, y explicar con mayor claridad todo el tema. Desarrollo racial general.................. Civilización...........Sendero de la purificación Entrenamiento de los intelectuales........Cultura ........... Sendero del discipulado Formación de los iluminados............ .Iluminación ..........Sendero de iniciación Por lo tanto es evidente que el objetivo del futuro y el esfuerzo del presente consisten en Ilevar a la humanidad a un punto en que -hablando en sentido esotérico- "entre en la luz". La tendencia actual hacia el progreso, que se observa nítidamente en la raza, le permite a d q u i r i r c o n o c i m i e n t o y t r a s m u t a r l o e n s a b i d u r í a c o n a yu d a d e l a c o m p r e n s i ó n , y l l e g a r así a adquirir la "plena iluminación". La iluminación es la principal finalidad de la educación. Precisamente en este nivel del pensamiento y del reconocimiento se halla la diferencia entre el trabajo del Budha y el del Cristo. El Budha alcanzó la "iluminación" y fue el primer hombre de la humanidad en adquirirla. Grados menores de iluminación fueron a menudo adquiridos por anteriores Hijos de Dios.

El Cristo, debido a lo realizado por el Budha y a Su propio grado de evolución, pudo inaugurar una nueva era e instituir una nueva meta, gracias a lo cual pudo manifestarse otro principio divino, y ser reconocido en forma general. Inauguró "la era del amor", dando así a los hombres la expresión del nuevo aspecto divino, el del amor. El Budha fue la culminación de la "era del conocimiento" El Cristo inició la "era del amor". Ambas épocas encierran y expresan los dos principios divinos mayores. De esta manera fue factible la nueva educación, gracias a la obra del Budha. Esto demuestra cuán lentamente marcha la evolución. La nueva religión ha sido posible por la obra y la vida del Cristo. Hablando esotéricamente, los pétalos del conocimiento del loto egoico humano se han abierto, y el Budha aceleró la acción de este acontecimiento. Actualmente, se están abriendo también los pétalos del amor del loto egoico de la familia humana -la rapidez con que este acontecimiento se está realizando es el resultado de la acción del Cristo. ¿Comprenden la significación de lo que trato de exponer? ¿Podrán captar el significado de lo que voy a decir? Los puntos que trataré son: Debido a que los tres pétalos del conocimiento del loto egoico humano se han abierto en forma racial (al emplear la palabra racial me refiero a la familia humana y no a la raza aria), es posible que se abran también ahora los pétalos del amor. La energía que fluye de la hilera exterior de pétalos ha causado un efecto triple: 1. Ha vitalizado a toda la humanidad y producido la civilización presente, activa e inteligente (o ¿debería decir intelectual?) y nuestra cultura moderna, dondequiera se halle. El cerebro de la humanidad está ahora abierto para ser vitalizado, de allí la educación en masa. 2. Ha abierto un canal para que los pétalos del amor puedan vitalizar el cuerpo astral de la humanidad y lograr así una colaboración general y expresar el amor grupal. El corazón de la humanidad está abierto para ser vitalizado, por eso han surgido en la actualidad movimientos filantrópicos de buena voluntad y de bienestar social. 3. Hará posible, con el tiempo, la vitalización del cuerpo mental por medio de los pétalos de la voluntad o sacrificio, y esto traerá la percepción del Plan, del propósito dirigido y de la síntesis grupal. El primero de estos tres pétalos del conocimiento se abrió en la época de Lemuria y proporcionó cierta medida de luz a la conciencia humana en el plano físico. El segundo pétalo se abrió en la época Atlante, y llevó la luz al plano astral. En nuestra raza aria, el tercer pétalo se abrió y proporcionó al hombre la luz del conocimiento mental. Así se completó (en las tres razas) la ardua tarea de la, vitalización del triple mundo manifestado (físico, astral y mental), y la energía de la inteligencia se trasformó en un

poderoso factor dominante. Actualmente se está efectuando la tarea de vitalizar al hombre con la energía del amor, obteniéndose grandes progresos en ese sentido, y los efectos (que emanan del segundo aspecto de la divinidad) se producirán con gran facilidad en los reinos de la percepción consciente. Expongo esto con el fin de alentarlos. Debido a la actividad de la energía del conocimiento tenemos: C i v i l i z a c i ó n . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . C u ltura..............................Ilumi n a c i ó n Col a b o r a c i ó n . . . . . . . . C o m p r e n s i ó n a m o r o s a . . . . . . . . . . . . . . . . . . A m o r G r u p a l Hay analogías superiores para las cuales no poseemos todavía las palabras adecuadas. La buena voluntad colaboradora es todo lo que puede esperarse de las masas en esta época, y constituye la sublimación de las fuerzas liberadas por la civilización. La comprensión amorosa debe ser la característica del grupo más culto e inteligente, mas la capacidad del correlacionar el mundo de significados con el mundo de los efectos externos. Reflexionen sobre esta frase. El amor grupal es y debe ser la característica más sobresaliente de los iluminados del mundo, siendo actualmente el poder motivador de los Maestros de Sabiduría, hasta que un número suficiente de discípulos exprese esta fuerza especial. Cuando se abran los pétalos de la voluntad o sacrificio del loto egoico humano, aparecerá una tríada superior de analogías que serán conocidas como: Participación............ Propósito............ Precipitación Por lo tanto, como resultado del proceso evolutivo de la humanidad, aparecerá esa categoría de fuerzas o energías, las cuales demostrarán, cada una de ellas, ciertas cualidades definidas que irán paralelas a la apertura de los pétalos del loto humano. En esta clasificación podrán observar que los pétalos del amor están dando señales de abrirse, lo cual dará una clara idea de la posibilidad de que se produzcan ciertos acontecimientos esperados. El mundo debe avanzar en forma regular y ordenada. Los acontecimientos prematuros son, por lo general, desastrosos. Todo esto concierne al desenvolvimiento cultural de la raza y se va efectuando aceleradamente. Cuando se comprendan mejor los factores condicionantes y se capten sus métodos y propósitos, veremos el esfuerzo que realizarán quienes se interesan por la educación, para que ésta se acelere aún más, lo cual acelerará también la cultura de las masas, y el grupo más intelectual alcanzará la iluminación.

Quisiera tratar aquí un punto importante. En el futuro, la iluminación se considerará, primero, desde el punto de vista intelectual, y todo el tema se encarará en forma más mental y no como ocurre ahora desde el ángulo religioso. La iluminación, el misticismo y la religión, han marchado de la mano. Una de las principales contribuciones de la era actual, para el desarrollo de la raza, ha sido el creciente reconocimiento de que la espiritualidad no debe ser confundida ni reducida a aceptar y seguir los preceptos contenidos en las Escrituras Mundiales; no puede estar sujeta a las interpretaciones que da a esas Escrituras la casta sacerdotal ortodoxa, ni pueden regir las tendencias de las antiguas teologías. Dios puede conocerse por Sus obras y éstas pueden apreciarse más fácilmente por las revelaciones de la ciencia que por los himnos, las oraciones y los sermones de las iglesias del mundo entero. Por lo tanto, ¿cuál será la tarea, de las iglesias en el futuro? ¿Cuál será el objetivo principal de la nueva y venidera religión? Será principalmente, abrir los pétalos del amor, inaugurando así una era de verdadera colaboración, comprensión amorosa y amor grupal. Esto se logra enseñando a los pueblos y a los individuos las reglas del Correcto Acercamiento. La tónica de la nueva educación es esencialmente la interpretación correcta de las vidas pasadas y presente y su relación con el futuro del género humano; la tónica de la nueva religión debe y tiene que ser el correcto acercamiento a Dios trascendente en la naturaleza e inmanente en el hombre, mientras que la nota clave de la nueva ciencia de la política y del gobierno será correctas relaciones humanas, y la nueva educación debe preparar al niño para ambas. Los que trabajan en estos tres grupos deben hacerlo en la más estrecha colaboración, y la nueva educación debe preparar al género humano para esta comprensión planificada y actividad inteligente. En el comentario anterior, sumado a los ya dados, hay algunas sugerencias respecto al desarrollo cultural de la raza. La verdadera historia de la humanidad, extensa, variada y perdida en las especulaciones de los esotéricos (que cuando son verdaderas, pocas veces pueden ser probadas), ha llevado a la humanidad a una etapa de su evolución en que la luz del conocimiento está penetrando definidamente en las regiones oscuras de la tierra. Existe abundante información para saber leer y escribir -su número aumenta cada día- y además los medios de transmisión y comunicación han suprimido prácticamente el tiempo y reunido al mundo entero en una unidad funcionante. En todos los países civilizados se está alcanzando un nivel de educación muy elevado. El ciudadano común posee una vasta cantidad de datos sobre todo tema imaginable. La mayoría son mal asimilados y resultan inútiles, sin embargo, tienden a elevar en forma general el proceso mental.

El pensamiento escrito y hablado de los hombres, incluyendo lo antiguo, lo nuevo y lo moderno, así como también lo superficial y lo intrascendente, es actualmente tan enorme, que no puede ser registrado, por eso la vida de un libro es muy breve. Y como corolario de todo esto existe un marcado esfuerzo para poner los recursos de la educación al alcance de todo hombre en el planeta. Esto se hará con el tiempo y, con el tipo de educación que se procura dar, se sentarán las bases para el futuro desenvolvimiento de una educación superior y mejor, que son: 1. Poner al alcance del ciudadano común lo que "vino a la luz" en el pasado. 2. Despertar el interés por las nuevas ciencias y el conocimiento, que surgen hoy a la luz. 3. Lograr el desarrollo de la memoria y el poder para reconocer lo que se le presenta a la mente. 4. Relacionar el pasado con el presente. 5. Instruir a los ciudadanos sobre los derechos que le otorgan las posesiones, el goce y el empleo correcto de los bienes materiales y los dones intelectuales de la vida y su relación con el grupo. 6. Establecer, después de un adecuado estudio, cuál es la verdadera vocación. 7. Enseñar los métodos por los cuales se puede obtener la coordinación de la personalidad. Todo esto llevará al hombre a enfrentar la vida con mejores conocimientos por lo descubierto en el pasado, lo cual constituye su herencia intelectual, más cierta actividad mental que puede ser desarrollada y entrenada por el hombre mismo si así lo desea, y esto lo logrará con el correcto manejo de sí mismo, en relación con su medio ambiente; con ciertos ideales mentales, sueños y elucubraciones, que pueden trasmutarse en valioso acervo si es perseverante, si su imaginación no ha sido embotada por un plan de estudios desequilibrado y forzado, y si tuvo la suerte de encontrar un educador inteligente y comprensivo por haber alternado con amistades más maduras que él. NATURALEZA DEL ESOTERISMO Los educadores de la nueva Era deben poner cada vez más el énfasis en el acercamiento e s o t é r i c o y s e r í a d e v a l o r q u e d e f i n i e r a n e l e s o te r i s m o e n t é r m i n o s q u e e s t é n a l a l c a n c e d e l a inteligencia media del estudiante esotérico y de acuerdo a su grado de evolución. Les recordaré que el verdadero esoterismo es algo más profundo (desde el punto de vista de la Jerarquía) de lo que se cree. Una de las más inadecuadas definiciones dadas sobre el esoterismo es la que concierne a lo que está oculto y velado, pero aunque se lo presiente, se desconoce. Con ello se quiere insinuar que ser esotérico es estar entre quienes tratan de penetrar en cierto reino secreto, en el cual no se le permite entrar al estudiante común. Si esto fuera todo, entonces el desarrollo de cada científico y místico representaría el acercamiento de tipo mental y de tipo emocional al mundo del esoterismo y de las realidades

ocultas, lo cual no sería exacto. El místico jamás es un verdadero esotérico, porque no se ocupa conscientemente de fuerzas ni de energías, sino de algo indefinido (llamado Dios, Cristo, Bienamado) y que es, por lo tanto, aquello que satisface el ansia de su alma. El científico que actualmente estudia y penetra con tanta rapidez en el mundo de las fuerzas y las energías es, en realidad, un verdadero esotérico -aunque en su esfuerzo por controlar las energías que busca, niega su fuente de origen. Esto no tiene importancia, porque más adelante reconocerá la fuente de donde emanan. El acercamiento fundamental de quienes tratan de captar el esoterismo o enseñarlo a los estudiantes, consiste en hacer hincapié en el mundo de las energías y reconocer que detrás de todo lo que acontece en el mundo de los fenómenos (quiero significar los tres mundos de la evolución humana), existe el mundo de las energías, las cuales son de la mayor diversidad y complejidad, pero todas se mueven y actúan bajo la ley de Causa y Efecto. Es innecesario señalar la naturaleza práctica de esta definición, como también indicar cómo puede ser aplicada a la vida del aspirante, a la de la comunidad y a la de los asuntos mundiales, o su aplicación en los condicionantes niveles inmediatos de las energías espirituales experimentales que constantemente tratan de hacer impacto o contacto, con el mundo de los fenómenos. Esto lo hacen bajo la dirección espiritual, a fin de complementar el Plan. L o a f i r m a d o a n t e r i o r m e n t e e s d e vit a l i m p o r t a n c i a ; l a s d e m á s a f i r m a c i o n e s e s t á n i m p l í c i t a s en ellas, y es la primera verdad importante que sobre el esoterismo debe conocer y aplicar cada aspirante a los misterios y a la universalidad de lo que mueve los mundos y fundamenta el proceso evolutivo. La primera tarea del esotérico consiste en captar la naturaleza de las energías que tratan de condicionarlo y que se expresan en el plano físico a través de su equipo o vehículo de manifestación. Por consiguiente, el estudiante esotérico debe comprender que: 1. Es un conjunto de fuerzas heredadas y condicionadas por lo que ha sido, además de una gran fuerza opositora que no es un principio y que llamamos cuerpo físico. 2. Es sensible a, y debería ser cada vez más consciente de ciertas energías, que aunque hoy las desconoce y no las puede utilizar; debe llegar a ser consciente eventualmente si quiere penetrar con más profundidad en el mundo de las fuerzas ocultas. Tales energías podrían ser malignas para él si trabaja con ellas y, por lo tanto, debe saber diferenciarlas y descartarlas; hay otras energías que deberá aprender a emplear por que son benéficas aumentarán su conocimiento, por lo tanto, deberán considerárselas como buenas. Tengan en cuenta que las energías en sí, no son buenas ni malas.

La Gran Logia Blanca, nuestra Jerarquía espiritual, y la Logia Negra emplean las mismas energías universales, pero con diferentes móviles y objetivos; ambas están formadas por esoteristas entrenados. Por lo tanto el esotérico en entrenamiento debe: Llegar a ser consciente de la naturaleza de las fuerzas que constituyen el equipo de su personalidad y que él mismo ha manifestado magnéticamente en los tres mundos, las cuales forman una combinación de fuerzas activas. Aprender a diferenciar entre la energía estrictamente física, que responde automáticamente a energías internas y a otras, y las que vienen de los niveles emocionales y mentales de la conciencia, las cuales se enfocan a través del cuerpo etérico; esto moviliza y energetiza a su vez, a su vehículo físico para ciertas actividades. Llegar a ser sensible a las energías impulsoras del alma que emanan de los niveles mentales superiores, las cuales tratan de controlar las fuerzas del triple hombre cuando ha alcanzado cierto grado definido de evolución. 3.Reconocer las energías que condicionan su medio ambiente, viéndolas no como hechos o circunstancias, sino como energías en acción; por ese medio aprende a abrirse camino detrás de la escena de los acontecimientos externos y llega al mundo de las energías, tratando de hacer contacto y capacitarse para Ilevar a cabo ciertas actividades. Así penetra en el mundo de significados. Los hechos y circunstancias, los acontecimientos y fenómenos físicos de todo tipo, son simplemente símbolos de lo que ocurre en los mundos internos, mundos que debe penetrar el esotérico, hasta donde se lo permita su percepción; por lo tanto descubrirá secuencialmente mundos que le exigirán su penetración científica. 4. Para la mayoría de los aspirantes, la Jerarquía es un reino esotérico que demanda ser descubierto y acepta ser penetrado. Elijo mis palabras cuidadosamente a fin de evocar una respuesta esotérica. No trato de ir más allá del objetivo destinado a la humanidad; para los iniciados y discípulos que aún no han pasado por la iniciación de la Transfiguración, los reinos superiores de la conciencia y el "Lugar Secreto del Altísimo" (la cámara del concilio de Sanat Kumara) siguen siendo profundamente esotéricos, porque constituyen un reino superior de energías planetarias, extraplanetarias e interplanetarias, que no concierne a los educadores; por lo tanto, el cuerpo docente de una escuela esotérica no está llamado a tratarlas. La tarea de tales educadores consiste en entrenar a los estudiantes para poder reconocer entre la energía y la fuerza, saber discriminar entre los diversos tipos de energía, tanto respecto a ellos mismos como a los asuntos mundiales, y comenzar a relacionar lo que se

ve y e x p e r i m e n t a , c o n l o i n vis i b l e , l o q u e c o n d i c i o n a y l o q u e d e t e r m i n a . E s t a e s l a t a r e a del esotérico. Existe la tendencia entre los estudiantes esotéricos, especialmente entre los que pertenecen a antiguos grupos piscianos, a considerar el interés puesto en las energías, que producen los acontecimientos universales o que conciernen al gobierno y a la política, como antagónico al esfuerzo esotérico y espiritual. Pero el nuevo esoterismo, patrocinado por los grupos modernos y los tipos más mentales, considera todos los acontecimientos, los movimientos mundiales y los gobiernos nacionales, y también todos los hechos políticos, como expresiones de las energías que se encuentran en el mundo interno de la investigación esotérica, en consecuencia no ven una razón valedera para excluir de razonamiento y pensamiento, un aspecto tan importante de los asuntos humanos, ni el descubrimiento de las nuevas verdades técnicas, que pueden establecer la nueva era de correctas relaciones humanas. Ellos se preguntan: ¿por qué excluir la investigación política del plan de estudios espirituales? Lo consideran de la misma o de mayor importancia, que las actividades de las i g l e s i a s ; l o s g o b i e r n o s c o n d i c i o n a n a l o s p u e b l o s y c o n t r i b u ye n a l a f o r m a c i ó n d e c u a l q u i e r c i vi l i z a c i ó n a c t u a l , o b l i g a n d o a l a s m a s a s a s e g u i r c i e r t a s y n e c e s a r i a s l í n e a s de pensamiento. Las iglesias y los hombres deben aprender que nada existe en el mundo de los fenómenos, de las fuerzas y de las energías, que no pueda ser controlado por lo espiritual. Todo lo que existe es, en realidad espíritu en manifestación. L o s p u e b l o s e s t á n a d q u i r i e n d o m e n t a l i d a d p o l í t i c a y e s t o l o s Ma e s t r o s l o v e n c o m o u n gran paso hacia adelante. Un gran progreso se habrá obtenido cuando las personas espiritualmente orientadas incluyan esta zona relativamente nueva del pensamiento humano y su actividad internacional, dentro del campo de su investigación esotérica. Permítanme darles una simple ilustración: La guerra es, de hecho, una gran explosión de energías y fuerzas -generadas en los planos internos, en los cuales debería estar trabajando el esotérico (y donde raras veces se lo encuentra)- que hallan horrenda y espantosa expresión en el plano físico. La pauta de esto la tenemos hoy en el hecho del empleo constante de las expresiones "Fuerzas de la Luz" y "Fuerzas del Mal". Cuando las causas internas y esotéricas, que inducen a la guerra, se descubran mediante la investigación esotérica, habrá Ilegado el momento en que la guerra y las guerras terminarán para siempre. Éste es el verdadero trabajo esotérico, pero los esotéricos hoy lo desprecian porque se consideran espiritualmente superiores a esos acontecimientos y (en su torre de marfil) se concentran en su propio desarrollo, al que agregan un poco de filosofía.

Aquí debe dejarse sentado un punto: el esoterismo no es, ningún modo, de naturaleza mística e indefinida. Es una ciencia -esencialmente la ciencia del alma de todas las cosas- y tiene su terminología, experimentos, deducciones y leyes propias. Cuando digo alma me refiero a la conciencia animadora que se halla en la naturaleza toda y en los niveles que están fuera de la zona que generalmente llamamos naturaleza. Los estudiantes suelen olvidar que todo nivel de conciencia, desde el superior al inferior, es un aspecto del plano físico cósmico y, en consecuencia -desde el punto de vista del proceso evolutivo-, es de naturaleza material y -desde el punto de vista de determinados Observadores divinos- es absolutamente tangible y está formado de sustancia creadora. El esotérico trabaja todo el tiempo con sustancia; tiene que ver con esa sustancia viviente y vibrante de que están hechos los mundos y que -heredada de un sistema solar anterior- está matizada por los hechos pasados y, como ya se ha dicho, "teñida por el karma". También debe observarse que así como el plano físico, tan familiar para nosotros, no es considerado por el estudiante esotérico como un principio, tampoco el plano físico cósmico (desde el punto de vista de las vidas cósmicas) tampoco es análogamente un principio. He aquí mucho material para reflexionar. Podría afirmarse que el esotérico se ocupa de descubrir y trabajar con esos principios que energetizan cada nivel del plano físico cósmico, pero que en realidad son aspectos de la energía vital calificada que actúa dentro de la sustancia sin principio y a través de ella. La tarea del estudiante consiste en no prestar atención a la sustancia forma de la existencia y llegar a ser consciente de lo que fue la fuente de producción de la forma, en cualquier nivel específico. Su tarea radica en desarrollar en sí mismo, la necesaria sensibilidad y respuesta a la cualidad de la vida que predomina en cada forma, hasta que llega, con el tiempo, a obtener la cualidad de la VIDA UNA que anima al planeta, dentro de Cuya actividad vivimos, nos movemos y tenemos nuestro ser. Para lograr esto debe, antes que nada, descubrirse la naturaleza de sus propias energías cualificadas (aquí tiene cabida la naturaleza de los rayos regentes), las cuales se expresan por medio de sus vehículos inferiores de manifestación, y después por medio de su personalidad integrada. Después de lograda una parte de este conocimiento y orientarse hacia el aspecto de la vida cualificada, el estudiante empieza a desarrollar el mecanismo interno y sutil, mediante el cual puede establecer contacto con aspectos más generales y universales. Aprende así a diferenciar entre la cualidad o las predisposiciones kármicas de las sustancias sin principio de la que está hecha su forma, y todas las forma y los principios cualificados que tratan de expresarse por medio de esas formas e, incidentalmente, redimirlas, salvarlas y purificarlas,

a fin de que la sustancia del próximo sistema solar sea de un orden superior a la del actual, y pueda, en consecuencia responder mejor al aspecto voluntad del Logos. Visto desde este ángulo, el esoterismo es la ciencia de la redención, y los Salvadores del Mundo constituyen Sus exponentes y el símbolo perdurable. Para redimir la sustancia y sus formas se manifestó el Logos planetario, y toda la Jerarquía con su gran Conductor, el Cristo (Símbolo del mundo actual), podría ser considerada como una Jerarquía de Redentores expertos en la ciencia de la redención. Una vez que Ellos hayan dominado esta ciencia, considerarán la Ciencia de la Vida y se ocuparán las energías, las cuales eventualmente retendrán y utilizarán sustancia y las formas redimidas y cualificadas, imbuidas de principio. Esto tiene como objetivo redimir la sustancia sin principio, restaurar su creatividad y lograr su integración espiritual. Los frutos de Su labor se verán en el tercero y último sistema solar. Debido a su actividad se producirá una gran fusión espiritual planetaria, cuyo símbolo es la fusión de la personalidad con el alma (en cierta etapa del sendero de evolución), en sentido microcósmico. Podrá verse así la estrecha relación que existe en el trabajo del aspirante o discípulo individual, cuando redimir salva y purifica su triple cuerpo de manifestación, y el trabajo del Logos planetario cuando realiza una tarea similar en conexión con los "tres vehículos periódicos", a través de los cuales trabaja: el vehículo de Su personalidad, la expresión de Su alma y Su aspecto monádico. Por lo expuesto se darán cuenta que trato de aclarar el significado de la palabra, "esoterismo" e indicar la naturaleza extremadamente práctica y científica de la empresa en que han embarcado todos los esotéricos. El estudio esotérico, unido a una forma de vivir esotérica, revela a su debido tiempo el mundo de los significados y conduce oportunamente al mundo de las significaciones. El esotérico procura descubrir la razón de los por qué; lucha con el problema de los hechos, acontecimientos, crisis y circunstancias, a fin de lograr el significado que éstos puedan tener para él; cuando descubre el significado de cualquier problema específico, lo utiliza como estímulo para penetrar más profundamente en el mundo de significados que le fue recientemente revelado; entonces aprende a incorporar sus pequeños problemas personales al Todo mayor, perdiendo así de vista el yo inferior y descubriendo al yo superior. El verdadero punto de vista esotérico es siempre el del Todo mayor. El estudiante ve el mundo de significados como una red intrincada y extendida sobre todas las actividades y los aspectos del mundo fenoménico. La trama etérica es el símbolo y el diseño de esta red, que se encuentra entre los centros situados a lo largo de la columna vertebral del individuo, su analogía microcósmica, como si fuera una serie de puertas de entrada al mundo más amplio de significados.

Esto en realidad concierne a la verdadera Ciencia de los Centros, a la cual me he referido con frecuencia. Son modos de entrar conscientemente (cuando se desarrollan y funcionan) en un mundo de realidades subjetivas y en ciertas fases hasta ahora desconocidas de la conciencia Divina. Sin embargo, el esoterismo no se preocupa de los centros como tales, puesto que no es un esfuerzo para despertar científicamente los centros, como creen muchos estudiantes. El esoterismo, en realidad, es el entrenamiento para obtener la capacidad de actuar libremente en el mundo de significados; no se ocupa de ningún aspecto de la forma mecánica, sino totalmente del aspecto alma el aspecto del Salvador, del Redentor y del Intérprete- y del principio mediador entre la vida y la sustancia. Este principio mediador es el alma del aspirante o discípulo individual (si se pueden emplear términos que inducen a engaño), y es también el "ánima mundi" de la totalidad del mundo. El esoterismo implica, por lo tanto, vivir una vida a tono con las realidades subjetivas internas, posible únicamente cuando eI estudiante está inteligentemente polarizado y mentalmente enfocado, siendo de utilidad sólo cuando él puede moverse entre estas realidades internas con destreza y comprensión. El esoterismo implica además comprender la relación que existe entre fuerzas y energías y el poder de utilizar la energía para reforzar y luego emplear en forma creadora las fuerzas con las cuales ha entrado en contacto, de allí su redención. El esoterismo usa las fuerzas del tercer aspecto (el de la sustancia inteligente) como receptoras de las energías de los dos aspectos superiores, y al hacerlo salva así a la sustancia. Es también el arte de hacer "descender a la tierra" esas energías que emanan de fuentes superiores, para "arraigarlas" o introducirlas. Un ejemplo ilustrativo lo tenemos en la actividad esotérica de un grupo mundial de e s t u d i a n t e s q u e d i o p o r r e s u l t a d o l a d i v u l g a c i ó n d e l a e n s e ñ a n z a s o b r e e l N u e vo G r u p o d e S e r vi d o r e s d e l M u n d o , * [ * T r a t a d o s o b r e M a g i a B L a n c a , p á g s . 2 9 1 - 3 1 6 . T r a t a d o s o b r e l o s S i e t e R a yo s , T . I I ( P s i c o l o g í a E s o t é r i c a ) , p á g s . 4 7 3 - 5 5 6 ] , i n t r o d u c i e n d o y f i j a n d o e n l a conciencia de la humanidad la realidad de la existencia del trabajo de este grupo fundamentalmente subjetivo; así centralizó el trabajo de este grupo y su actividad redentora se intensificó. Toda verdadera actividad esotérica produce luz e iluminación; trae como resultado la intensificación y cualificación de la luz heredada de la sustancia, mediante la luz superior del alma -en el caso de que la humanidad obrara conscientemente. Por consiguiente, podemos definir el esoterismo y su actividad en términos de luz, pero me abstengo de hacerlo debido a la vaguedad y aplicación mística realizada hasta ahora por los esotéricos de décadas pasadas.

Si los esotéricos aceptaran en su forma simple el pronunciamiento de la ciencia moderna, que sustancia y luz son términos sinónimos, y reconocieran que la luz que pueden arrojar sobre la sustancia (o sea la aplicación de la energía a la fuerza) es también de naturaleza sustancial, podría ser encarado el tema en forma mucho más inteligente. El esotérico se ocupa de la luz en sus tres aspectos, pero actualmente es preferible que se ocupe de un acercamiento diferente hasta que mediante desarrollos, ensayos y experimentosconozca esas triples diferenciaciones en un sentido práctico y no sólo teórico y místico. Debemos pagar algunos de los errores del pasado. He dado diferentes definiciones en otros libros, muchas de ellas sumamente sencillas, las cuales podrán tener hoy un significado, pero más adelante llegarán a tener significaciones más abstrusas. Quisiera lanzar un desafío a todos los esotéricos para que intenten hacer el práctico acercamiento que he delineado. Les pediría que vivan una vida redentora, desarrollen la sensibilidad mental innata y actúen continuamente de acuerdo al significado que hay detrás de los asuntos mundiales, nacionales, comunales e individuales. Si lo realizan, entonces la luz brillará repentina y acrecentadamente sobre el camino. Por lo tanto, podrán ser portadores de luz y saber que "en esa luz verán la Luz", y también la verán s u s s e m e j a n te s .

CONTINUARÁ

NOTICIAS DE LA CIENCIA Y LA TECNOLOGIA
-LA MAGNITUD DEL TSUNAMI -LA LEYENDA DE LAS GRANDES AGUILAS -ARMADURAS DE INSPIRACION MARINA -EL ORIGEN DE SEDNA -FIBRAS OPTICAS PARA TODO -UN CATALOGO ESTELAR PERDIDO, EN UNA ESTATUA ROMANA -PLASTICOS Y PIELES DE NARANJA -MEJOR AERODINAMICA PARA CAMIONES -PIEL ARTIFICIAL PARA VICTIMAS DEL FUEGO -COMO SE FORMAN LAS GALAXIAS ESPIRALES -UN "OJO ELECTRONICO" PARA INVIDENTES -BUENAS INTENCIONES VERSUS VIEJOS HABITOS NOCIVOS -CREAN MOLECULA METALICA SIN PRECEDENTES -LA CAPACIDAD DE REPARACION DE LAS CELULAS MADRE PUEDE TENER UN VINCULO CON EL CANCER -AUTO-ENSAMBLAJE DE FIBRA DE SEDA DE ARAÑA EN CELULAS DE INSECTO -SISTEMA PARA VIGILAR EL CURADO DEL CEMENTO -¿ESTAMOS IGNORANDO LA LECCION DE WATERLOO EN LOS PACIENTES DE RIESGO? -CAFE Y CULTIVO DE SETAS -JUEGO DE CONTRARIOS -SELECCION AUTOMATIZADA DE FRUTAS Y HORTALIZAS

-LA MAGNITUD DEL TSUNAMI: Pasadas más de dos semanas del terrible terremoto que dio lugar al tsunami que destrozó las costas de grandes áreas de Asia, la Tierra aún resuena como una campana. Además, los científicos, repasando imágenes tomadas desde satélites, han conseguido medir la altura exacta de las olas producidas por el seísmo. Según Herb McQueen, del observatorio del Mt. Stromlo, las mediciones gravimétricas aún están registrando las vibraciones generadas por el terremoto. La señal principal visible actualmente es una oscilación regular de unas pocas partes por cada 10.000 millones de la

gravedad normal, que corresponde a un movimiento vertical de la Tierra de aproximadamente un milímetro. Las señales que se produjeron tras el terremoto fueron mucho más intensas. La Tierra es deformada regularmente por el paso diario del Sol y la Luna, ocasionando una marea de unos 20 cm. Las vibraciones procedentes del terremoto fueron de una magnitud similar en los instrumentos (Superconducting Gravimeter) del Mt. Stromlo, en Australia. Los científicos creen que nuestro planeta podría reverberar aún un par de semanas más. Paralelamente, los expertos americanos de la NOAA están examinando las imágenes tomadas por cuatro satélites equipados con radar, y con ello han conseguido medir la altura del tsunami. La altura disminuye con el paso del tiempo, a medida que la ola se extiende por el océano y la energía se disipa en las costas. Unas 2 horas después del terremoto, tenía unos 60 cm de alto. Unas 3 horas y 15 minutos después del fenómeno, cayó hasta los 40 cm. A las 8 horas y 50 minutos, la ola se había extendido por casi todo el océano Índico y era ya bastante pequeña en la mayor parte de las áreas, entre 5 y 10 cm, en el límite de la resolución de los satélites (TOPEX/Poseidon, Jason, Envisat y Geosat Follow-On). Por desgracia, los datos no se reciben desde los vehículos hasta pasadas varias horas del suceso. Información adicional en: h t t p : //w w w .a ma z in g s .c o m/c ie n c ia /n o t ic ia s /2 1 0 1 0 5 a . h t m l

-LA LEYENDA DE LAS GRANDES AGUILAS: El rescate de Frodo y Sam en el último capítulo de la trilogía del Señor de los Anillos, protagonizado por enormes águilas, no es sólo material propio de leyendas y cuentos de hadas. Existió en Nueva Zelanda un águila extinguida cuya existencia ha sido ahora explicada por un antropólogo gracias al análisis de ADN antiguo. El estudio, publicado en la revista PloS Biology, ha sido realizado por Michael Bunce, de la McMaster University. La enorme águila de Haast pesaba entre 10 y 15 kg, y por tanto era entre un 30 y un 40 por ciento más pesada que el mayor pájaro de presa existente hoy en día (un águila que vive en América Central y del Sur). Bunce extrajo ADN de huesos fósiles de águila que datan de hace unos 2.000 años. El objetivo inicial del proyecto era analizar la relación entre la extinguida águila de Haast y otra águila grande que vive en Australia. Pero los resultados fueron sorprendentes: el gigante de Nueva Zelanda estaba en realidad relacionado genéticamente con una de las águilas más pequeñas del mundo, que habita en Australia y Nueva Guinea y que apenas pesa 1 kg. Según este estudio el ancestro común de ambos animales vivió hace apenas un millón de años. Esto quiere decir que un águila llegó a Nueva Zelanda e incrementó su peso de 10 a 15 veces a lo largo de este período, lo cual es muy rápido en términos evolutivos, y de hecho no tiene precedente en pájaros y mamíferos.

Antes de que el Hombre se estableciera en Nueva Zelanda, hace 700 años, la región carecía de mamíferos terrestres. Aparte de los murciélagos, los únicos habitantes eran aproximadamente 250 especies de pájaros. En lo alto de la cadena alimentaria estaba el águila de Haast, que cazaba grandes pájaros herbívoros incapaces de volar, de casi 200 kg. Dos siglos después de la llegada de los humanos, la última águila Haast desapareció. Información adicional en: h t t p : //w w w .a ma z in g s .c o m/c ie n c ia /n o t ic ia s /2 1 0 1 0 5 b . h t m l

ARMADURAS DE INSPIRACION MARINA: Usando como guía la concha de un caracol marino que come algas, investigadores de la University of California en San Diego están desarrollando una nueva generación de armadura anti-balas. Los científicos están impresionados con la capacidad de resistencia a los golpes fuertes de esta concha. La llamada oreja marina roja es una apreciada fuente de nácar para joyería, pero los investigadores han preferido explorar sus propiedades mecánicas. El autor principal del estudio, Mac A. Meyers, ha publicado un artículo en el que explica con detalle y por vez primera los pasos seguidos por el animal para producir su hogar con aspecto de casco, hecho en un 95 por ciento de ¿losetas? de carbonato de calcio y en un 5 por ciento de una proteína adhesiva. Los profesores que enseñan sobre pizarra en las escuelas, saben que el carbonato de calcio (la tiza) es débil y frágil. Sin embargo, Meyers y el estudiante Albert Lin han demostrado que la estructura altamente ordenada creada por el molusco es la más dura disposición de losetas teóricamente posible. Esto es interesante, puesto que la biomimética, o ciencia que trata de imitar a la naturaleza, encontraría rápidamente aplicaciones para este tipo de estructura, gracias a sus propiedades ventajosas. Por ejemplo, para construir mejores blindajes. Una concha de oreja marina no pararía una bala de AK47. Sin embargo, los laminados de aluminio y otros materiales han defraudado como blindaje avanzado. Meyers cree que examinando cuidadosamente los pasos seguidos por el molusco para hacer sus conchas, se ayudará a los expertos en materiales a desarrollar armaduras corporales efectivas y ligeras para soldados, policía y otros. Si en la búsqueda de una nueva generación de blindajes hemos agotado las posibilidades convencionales, es lícito, argumenta Meyers, acudir a las estructuras biomiméticas. La estructura laminada de la concha de la oreja marina ha estimulado al grupo de trabajo a desarrollar un nuevo material sintético que utiliza a este animal como modelo. Desde un punto de vista nanométrico, la citada concha está hecha de miles de capas de losetas de carbonato de calcio, de unos 10 micrómetros de ancho y 0,5 micrómetros de

grosor. La acumulación irregular de losetas delgadas refracta la luz de tal manera que produce el característico brillo de la madreperla. Según Meyers, la clave en la fortaleza de la concha se halla en una proteína adhesiva cargada positivamente que se une a las superficies superior e inferior, cargadas negativamente, de las losetas de carbonato de calcio. La ¿cola? es lo bastante fuerte como para mantener juntas las distintas capas, pero lo bastante débil como para permitir que éstas se deslicen, absorbiendo la energía de un golpe fuerte. Estos animales rellenan rápidamente las fisuras que se forman en sus conchas debido a los impactos. Información adicional en: h t t p : //w w w .a ma z in g s .c o m/c ie n c ia /n o t ic ia s /2 1 0 1 0 5 c . h t m l

-EL ORIGEN DE SEDNA: No hace mucho tiempo que la comunidad científica anunció el descubrimiento de un planetoide llamado Sedna, con un tamaño unos dos tercios el de Plutón y situado a unas 500 unidades astronómicas de distancia. Sedna podría haber sido un pequeño planeta perdido por una estrella que pasó cerca del Sol, pero nuevos estudios sugieren que podría haberse formado en nuestro propio Sistema Solar, más allá de Plutón. -FIBRAS OPTICAS PARA TODO: Un investigador americano ha encontrado maneras inteligentes de emplear fibras ópticas para detectar una serie de situaciones y problemas, como por ejemplo, el nivel de carga de una batería, fugas contaminantes en vertederos, o ayudar a las compañías petroleras a separar el petróleo del agua. -UN CATALOGO ESTELAR PERDIDO, EN UNA ESTATUA ROMANA: El científico griego Hiparco produjo en el año 129 antes de nuestra era un famoso catálogo de estrellas. Este catálogo, el primero del mundo, se perdió en la era cristiana, quizá en el incendio de la famosa biblioteca de Alejandría. Después de muchos siglos, Bradley E. Schaefer, de la Louisiana State University, cree haber descubierto una copia particular de este catálogo en la estatua romana Atlas Farnesio. -PLASTICOS Y PIELES DE NARANJA: Un grupo de investigación de la Cornell University ha realizado un descubrimiento dulce y a la vez amistoso con el medio ambiente: cómo hacer plásticos a partir de frutas cítricas, como las naranjas, y dióxido de carbono. -MEJOR AERODINAMICA PARA CAMIONES: Millones de litros de combustible al año podrían ahorrarse si se aplicaran en los camiones de gran tonelaje diversas mejoras desarrolladas por el Georgia Institute of Technology. Derivan de otras pensadas para las alas de los aviones a reacción. -PIEL ARTIFICIAL PARA VICTIMAS DEL FUEGO: Miles de personas sufren cada año quemaduras lo bastante graves como para que tengan que pasar un tiempo en el hospital. Aunque la terapia tradicional de emplear injertos de piel ha mejorado, aún persisten

problemas como la cicatrización, infecciones, etc. Los científicos trabajan para encontrar alternativas. -COMO SE FORMAN LAS GALAXIAS ESPIRALES: Un equipo internacional de astrónomos ha confirmado la teoría de que las galaxias espirales como la Galaxia de Andrómeda, son el resultado de uno o más acontecimientos de fusión galáctica, cuando los integrantes de una galaxia se mezclan con los de otra. -UN "OJO ELECTRONICO" PARA INVIDENTES: Un efectivo sistema de navegación podría mejorar la movilidad de millones de personas que padecen de ceguera en el mundo: un nuevo "ojo" desarrollado por científicos en Japón permitiría a los invidentes cruzar calles muy transitadas con total seguridad. -BUENAS INTENCIONES VERSUS VIEJOS HABITOS NOCIVOS: ¿Por qué los hábitos antiguos son tan difíciles de romper? Un nuevo estudio sugiere que con el paso del tiempo nuestras malas costumbres (como fumar o comer en exceso) se vuelven en parte automáticas, al ser comportamientos ya aprendidos. Aunque tuviéramos de manera consciente la intención de abandonarlos, esos hábitos previos se mantendrían en formas no conscientes de la memoria. -CREAN MOLECULA METALICA SIN PRECEDENTES: Por primera vez, investigadores de la Universidad Emory han penetrado a través de la llamada "pared oxo" para crear enlaces químicos múltiples estables entre oxígeno y platino, considerado algo imposible porque el oxígeno es muy inestable al combinarse con ciertos metales. El avance puede tener numerosas aplicaciones en celdas de combustible, convertidores catalíticos y la emergente química "verde". -LA CAPACIDAD DE REPARACION DE LAS CELULAS MADRE PUEDE TENER UN VINCULO CON EL CANCER: Investigadores de la Universidad Johns Hopkins creen que está aumentando la evidencia de que las células madre que fracasan en sus esfuerzos por reparar el tejido dañado, podrían ser una explicación al por qué la irritación prolongada, como la producida por el alcohol, o la pirosis (ardor de estómago), es un medio de cultivo para ciertos cánceres. -AUTO-ENSAMBLAJE DE FIBRA DE SEDA DE ARAÑA EN CELULAS DE INSECTO: Por primera vez, científicos de la Universidad Hebrea de Jerusalén y de Alemania han tenido éxito en producir fibras de tela de araña autoensambladas en condiciones de laboratorio, fuera de los cuerpos de arañas. Esta fibra de una milésima de milímetro, es significativamente más firme que la fibra hecha por los gusanos de seda. -SISTEMA PARA VIGILAR EL CURADO DEL CEMENTO: Un profesor de Física del Elizabethtown College ha desarrollado un sensor incrustado que funciona en el cemento suministrando datos desde el interior.

-¿ESTAMOS IGNORANDO LA LECCION DE WATERLOO EN LOS PACIENTES DE RIESGO?: La famosa batalla de Waterloo reactiva el debate sobre si la medicina moderna es en todos los casos más adecuada que la antigua para conservar la salud. Científicos del University College London (UCL) están impulsando un estudio sobre por qué algunos pacientes críticos se recuperan y otros mueren por fallo múltiple de órganos, primer motivo de muerte en pacientes sujetos a cuidados intensivos. -CAFE Y CULTIVO DE SETAS: Frente a la incineración de residuos biológicos tóxicos, surge una nueva alternativa menos contaminante y más barata: el cultivo de setas, que permite reciclar la borra de café. -JUEGO DE CONTRARIOS: Un equipo internacional de astrónomos, liderado por Tariq Shahbaz, del Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), y que incluye al también investigador del IAC Jorge Casares, ha descubierto lo que podría ser o bien la primera estrella de neutrones ¿masiva? o bien el primer agujero negro ¿de poca masa? observado. -SELECCION AUTOMATIZADA DE FRUTAS Y HORTALIZAS: Científicos españoles han dado un paso importante para que la industria hortofrutícola pueda controlar la calidad de sus productos con un sistema automático. Los nuevos dispositivos electrónicos, con capacidad de detectar sus propios errores, se aplican ya en la selección de hortalizas para la mejora genética, según revela una investigación publicada en el último número de la revista Spanish Journal of Agricultural Research.

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FUENTE: E d i t o r e s : M a n u e l M o n t e s ( m m o n t e s @ c t v.e s ) / J o r g e M u n j e C o l a b o r a d o r e s : J o s é L u i s S a n d o va l , J o r g e A l b e r t o F e r n á n d e z V a r g a s , L u c i a n o D a ya n , Adriana Casabella, Michel J. Aguilar, Carla Risso, Juan Carlos Marquez

LA ALQUIMIA DE LOS R & C.
Co mo s e d ice que en la R & C s e unifican las tradiciones de Or iente y Occ idente, el vulgo ha entendido que su filosofía es una espec ie de pot pourr i cr is tianizado, en el que se e n tre mezc la n las doc tr in as y los mé to dos de la yoga - ve dan ta , e l b udd his mo e n sus mil d eno minac io nes , e l g nos tic ismo cr is tian o en sus muc has var i eda des , la c ábala , e l hermetis mo, y c uantos "is mos " sec tar izaron por s iglos la voc ación filo-religiosa y metafís ica. Re pe timos q ue n o ha y n ada de eso ; y que la s ana ló gica in dic a qu e las "trad ic ion es de O r i e n te y O c c id e n te " q u e s e u n if i c a r o n e n la R & C ( rec uér dese su or igen en Pales tina cuando las Cr uzadas), son las del cr is tianismo europeo y las del Islam. Por supues to que no las or todoxas , s ino las heréticas de ambas denominac iones . Y n o s e u ne n po r s i mp le am al gam a d oc t r i na r i a , por un a esp ec i e d e s i ncr e t is m o ec léc t ico , s in o q ue s e r eún en e n e l H EC H O de q ue los in ic iad os is lám ic os y c r is t ian os c o inc id í an e n d oc tr ina y es taban interes ados en un mismo y únic o Ar te : el de las transmutaciones - que en su for ma super ior s e oc upa de la del Ho mbr e. Sin duda hubo interc ambio filos ófic o, de voc abulario y de s ímbolos ; pero eso no altera el hecho de fondo, que la c oincidenc ia s e cumplía en tor no a una mis ma pr ác tica. No deb er ía ser nec esa rio qu e rep i tiér amos a qu í q ue la re forma de que s e tra ta , no es n i individual ni colec tiva, ni en pr oc edimientos ni en r esultados , algo pur amente exter i or . No es l a c o n fo r m a c ió n d e l h o m b r e , p o r l a p e r s u a s i ó n , e l m ie d o o la v io le n c i a , a d e t e r m in a d o p a tr ó n s oc ia l , in tel ec tu al , r e lig ios o o mor al . Es a lgo más r ad ic a l y m ás h ond o . Es u na tr ans for mac ión de la es tr uc tur a íntima del individuo. Es to sugier e la Alquimia. Por que no se tr ata de fundir los soldaditos y hombr ec itos de plomo para volcar su metal en nuevos moldes doc trinario/ ambientales y obtener así nuevos c iudadanos ... ta mbién de plomo. S e tr a ta d e l a ú n ic a r e f o r m a v er d a d e r a , l a q u e va más allá de la cáscara, la que es algo más q u e u n s i mp le b a r n iz d e c i v i liz a c i ó n . U n a p o r l a q u e s e tr o c a e n á u r e a , l a p l ú mb e a ín d o le d e la natur aleza humana. Se tr ata de "llevar la Mater ia al es tado de canter a de Sol" - si s e nos p e r m i te e mp le a r la jer g a c l á s ic a . De ma nera q ue s i qu er emos forma rnos una me jor n oció n de l es o te ris mo R &C ( "es oter ismo" en el sentido estr ic to del término, porque se trat a de un Ar te cuyo proc eso se cumple a nivel sub-cor tical, aunque se provoca desde el exter i or por la combinada acc i ón de los s ímbolos y la ac tiva partic ipac ión en la obra del pr ogres o, liberac ión y per fecc ión de la humanidad) , ser á preciso que tr atemos de comprender por lo menos los fundamentos de la Alquimia que prac ticaron sus adeptos , y que nada tiene qu e ver c o n l a q u ím i c a n i c o n e l e s p a g i r i s m o m e tá l ic o .

N o v am os a r ep e tir aq u í l o qu e s o bre el t em a h emos esc r i t o en o tr as o br as . N os l im i ta r em os a s e ña lar breve me n te qu e : a ) La 'Mater ia" de la Obra es el hombre - entendido como entidad de conciencia; como co mp le jo se nso- in telec to- emocion al nuc lead o a lre dedo r de una 'id ea d e yo " q ue d er i va co mo m em or ia-pe nsa mi en to de l esp ac io c o r po / a mb ie n ta l) e n qu e ta l e n ti dad s e f or ma y desenvuelve. b ) Qu e da da la índo le imper man en t e de aque llo e n qu e se or ig ina , es te núc leo es "mor ta l" ( además de s er constituc ionalmente egoís ta). Tantas veces se nos ha dicho que el ser hu ma no es tá na tu ralmente dotado de un "a lma i n mor ta l " qu e l a m a yor ía t er m in ó p or c r e ér s e lo , y los qu e no , r ec haz an la idea m is ma de "alma" por consider arla absurda. El c onc ep to s in embar go , a parece c la ro e n la e xpres ió n "a lma de un cuc hillo " (o de un a s ierr a , lima, etc .) , qué no es ni la hoja ni el filo sino la blandura de s u metal in terior y sin la cual la herr amienta se quebrar ía. E s ta "b la nd ura " q ue a l p er m i t ir l a a dap t ac ió n a las d iv e r s as c ir c u ns tanc ias y c h oqu es d a permanencia, no es pr ecis amente l a i n d i v idu a l id ad d e l as c os as - q ue d er i va d e s u for ma exterior: la hoja y el filo. En r elación con el hombre, diríamos que no es su "pers onalidad" (q ue c ambia con cada a mb ie n te , p o r q u e e l h o mb r e n o e s e l m is mo e n s u c a s a , e n la o f ic ina , o e n e l c lu b : o c o n e l t i e m p o , y a q u e e l n iñ o n o e s e l m i s m o q u e e l a d u l t o ) , s in o "es o o tr o " q u e m a n t u v o l a " i n d i v idu a l id a d " a tr a vé s d e los c a mb ios . En l o s tér m in o s a r ist o té li c o s q u e u s a r o n los alquimis tas, es ta "individualidad" es la FORMA. La cues tión es : ¿trasciende es ta FORMA es e cambio que se llama Muer te? La contes tación unánime de todos los fundador es de las gr andes religiones - que s iempre hablaron de "conquis ta de la inmortal idad", de "s alvación del alma" - es N O . Pero dejaron la puer ta abier ta al refer ido logr o. Las ideas de los alquimis tas s on coinc identes . Para ellos la FORMA es lo que hac e que el p lo mo s ea p lo mo , y qu e e l or o s e a or o . D is t i ng uen muc h a s FOR M A S , ta n ta s c o mo met a les h a y , p e r o to d a s , e xc e p t o l a d e l O r o , s o n "co r r u p t ib les " . Entonces : c ) la transmutac ión alquímica se propone modificar tal condición mediante la sus t itución de d ich o núc le o ( la "forma cor rup tib le ") por o tr o de ín do le opu es ta (p ermane n te y constitucionalmente irradiante: Altruista; la "for ma inc orr uptible" o Per fec ta) .

d ) Que el proceso sigue el esquema aris totélico: la "mater ia" es libe rada de su "forma imper fec ta" (su núc leo imper manente y egoís ta) , llevada a su homogeneidad original, y en seguida re-ligada (re- formada) en tor no a una "forma perfec ta" que, por no derivar de lo se nso- ambien tal s in o d e un a es fe ra in te mpo ra l de l Ser , es "s emilla d e or o". L a pr imera p ar te d e es te proc eso , ( la de des -com pos ic ión ) la cump len los Alqu imis tas , ya por lo que llaman la “ vía húmeda” , ya por lo que denominan la “ vía sec a” , que es más violenta. La “Materia” es encerrada en un “vaso hermético”, esto es: TODO el hombre entra en él, sin que le sea permitido escindir ninguna par te de sí mismo. No hay, como creen algunos, “una v i d a p r o f a n a ” y o tr a “ in ic iá t ica ” , q u e p u e d e n l le va r s e p a r a le la m e n t e . O todo es “vida inic iática” , o toda,( incluso la que cr een que no lo es) ,profana. A l l í e n e l “ v a s o h e r m é t ic o ” , l a “ m a ter ia ” e s s o m e t id a a c o n t inu o s la va jes á c ido s , m o r ti f ic a d a , macer ada, etc .,has ta que “s uelta los es pír itus ”, lo que se demues tra c on la apar ic ión , primer o del color negro, y en seguida del blanco. L a “ m a ter ia ” h a p e r d id o s u a n ti g u a for ma ( e l Mer c u r i u s Se n e x – e l h o m b r e a n ti g u o , e l p r o fa n o ha “muer to”) , y ha s ido llevada a su alba homogeneid ad original, la que tuvo ante s de que hubier a comenz ado la formación de su “ yo” . El proc eso es lago, y el r esultado no se obtiene sino des pués de r epetidos intentos , por que la “ forma” ( el Mercurius Senex, el “p rofano”) se r es iste cuanto puede. Inc lus o lleg a a p ac tar, a acomoda r s u ac tivid ad a la de los in iciados , a as imilars e a e l los , a “ parec er” . Y muchos cr een hab er tr iu n fad o . Per o no se lleg a a l Blanc o (a la c ond ic ión de Ca nd id us) a n tes d e ha ber pasa do in tegr alme n te p or e l Ne gro , an tes de h aber "so lta do los esp ír i tus " o , como s e dice otra jerga, antes de haber "abandona do los metales ". Y por supues to, par ecer no es SER. Y d e ah í los frac asos . e ) Es t a "s e m i l la " e s tra í d a h a s ta e l p la n o e n q ue s e c u m p le s u "co n j u n c ió n " c o n l a "Ma te r i a " ( ahor a a lba ) por la ins tru me n ta lid ad d e ciertos s ímbo los . La "semilla de Oro" es lo que se llama "la Luz " --que da a c onoc er un or den de r ealidad que trasciende lo ordinario. A es ta luz , " t od o es to" ( e l a mb ien t e en que n os m o vemos ) c om ie nz a a ver s e d i fe r en t e . Y a no es un lug ar d e p lace r o un ter reno que c onqu is ta r , s i no u n Gra n Ob ra je e n e l q ue lab orar ; u na materia en proceso. Se ve el mundo "como lo ve el Sol" . El hombre viejo ha muerto, y comienza a formarse el nuevo - que es Madathanas , o R o s e n k r e u tz , o H e r m e s , o c o m o s e quiera llamar al Maestr o.

Algu nos , imbu id os de la id ea na tura lis ta y vita lis ta qu e conc ib en la C reac ió n co mo un mecanis mo de gener ac ión, y todo lo refieren a és ta y su aparato (el sexo), al oír decir que "el alquimista copia la Naturaleza" cayeron en un grosero error. No nos vamos a oc upar de él. S o la m e n t e d ir e m o s q u e " la N a tu r a le z a " e s u n t é r m in o q u e a b a r c a la t o ta li d a d d e l c ic lo v it a l , y n o ú n i c a me n te e l q u e s e c u mp l e e n l a s u p e r f i c i e . C o mp r e n d e l o q u e va d e l a m u e r t e a l nacimiento y no únicamente lo que va de és te a aquella. Y la Al-c hem-ia es la "c ienc ia de lo Negro", de "lo oscuro" ( y lo mis mo puede dec irs e de todos los es oter ismos) . L a N at ur a lez a n o efec t úa sus t r an sfo r mac i on es e n l a pa rte l um i n osa de s u c ic l o , s i no en la oscura, la interna, la que está "b ajo la Tierra". E n la tr ans- fo r m ac i ón a lq u ím ic a ( es t o es : e n e l p r oce s o i n ic i á tic o) h a y M uer te y R es ur r ec c ió n . Por eso se dice que el Iniciado es un "dos vec es nac ido" ( d vi-ja, en la ter minología IND A) . También Jes ús dec ía: "Os es neces ar io volver a nacer" expresión que no entendían los d oc tos d e e n tonc es . . . n i los d e ah ora . No hay ninguna alegor ía en es to de la muerte de l hombre viejo y el nacimiento del Maes tr o. f) Que en lo que an tece de co nsis te la lla ma da "O bra Men or " o Ma gis ter io po r e l qu e el ad ep to se c onvier te en un factor es timulante (c ataliz ador) del "pr ogr eso de la Luz " dondequiera que se encuentr e y por la s imple acc ión de s u pres enc ia - lo que c onstituye la base de la llamada O br a Ma yor . g ) Qu e un a y o tr a Ob ra no so n n i p ued en ser lle va das a de lan te de una ma ne ra sec uenc ia l s ino s i mu ltá nea . Es empleándose en la Obra Mayor c omo alguien puede esperar se produzcan en él las c o n d ici o n e s q u e fa v or ec en la Men or . Uno de los s ímbolos de que hablábamos en ( e) , por cuya instrumentalidad la "semilla del oro" es tr a ída has ta su con ju nción co n la "Ma ter ia " ( en es ta do d e a lbu ra) , es "e l Maes tr o". Y b ie n , oc upa dos to dos e l los co mo están en la Gr an Obra , neces ita dos co mo s e encu en tr an de brazos para la misma, no se avendrá ninguno a servi r d e s ím b o l o p a r a l a r e f e r i d a c o n j u n c i ó n a me nos qu e sea en fa vor d e a lgu ie n d ispues to a co lab orar en aq ue lla . Y d e n ad a va ldr ía que l o hi c ies e, por que e n e l c a s o , N I E L E STAR I A R EPRE S E N TAN D O AL M A E ST R O D E L A O BR A , N I SU I N IC I AD O S E R IA E M B L E M Á T ICO D E L A "V E R A M AT E R I A" en cons ecuencia, todo es taría viciado de falsedad. J e s ú s , c u ya p r é d ic a c o n s t it u ye e l fundamento de toda la doctrina R & C, l o d i jo claramente: Lo que hay que hacer es "buscar el reino de Dios y su justicia" - esto es: la felicid ad y progreso espirit ual de la huma nidad, el adelanto de sus luces y el

f l ore c i m ien t o de s us vi r t u de s d e l a l ma - y " t o d o lo d e más " - lo s d on es d e l es p ír i t u s er í a l og ra do po r a ña d id ur a . Y cuando aquel joven se le pres entó para inq uirir qué debía hacer para "s er salvo", él M a e s tr o n o l e r e c e tó o tr o "e jer c ic io e s p i r i t u a l " q u e e l s e n c i l lo d e s e g u ir lo e n s u p a s ión y l uc h a . Per o c om o d ij im os e n o tr a ocas ión , n o fa l tan los q ue c r een que s e pu ede n ob t en er los fru tos de la Inic iac ión s in par ticipa r en la la bor de los In ic iad os . Volviendo al te ma de la Alquimia y la R & C, q uiz á pu ed a a yu dar a c om pr end er , s i no e l p roces o mismo , muchos de los aspec tos d el mismo, qu e nos detengamos a consider ar una lá mina q ue se a tribu ye a Bas ilio Va le n tín en la que s e co mp ara la obr a a lquímic a c on la ges ta d e Jasó n . Por lo me nos eso es lo que s e pu ede ded uc ir d e la leye nda " La T o ys o n d'O r ". Una especie de Cruzada que apunta a la conquista del Sol (nótese el banderín y la Cruz co loc ada so bre la figu ra-d e aq ue l) .

L e yen do las figu ras qu e ap arec en en la lá mina , obsé r ves e a l pe qu eño Er os e n e l án gu lo super ior izquierdo, que c orre hacia una figur a femenina alada repr esentativa de la divina Sophía. Los alquimis tas s e daban el título de "filós ofos ". E l pe que ño n iñ o es e l m is mo R e y q ue a par ece en e l á ng ul o i n fer ior o pu es to , y a tr i un fa nt e en la e mpr esa d e su b oda alqu ímica . Al lado s e ve la repr esentac ión del "Blanc o" o p rimer o bjetivo de la Obra: la "cosa doble" o r es-b is , que es un o de los no mbr es de la "Ma ter ia ". En le ngu aje llano , es ta Ma ter ia es la Men te y s us d os func io nes : Rac io na l/cog nitiva o Sol, e Imag ina tivo /cr ea dora o Lu na .

E l ob je t i vo es llevar es ta dob le m a ter ia a s u más per fec t a exaltac ión. Sigue el proceso. El león ve rde que se tr aga al Sol, tiene múltiples significados. En primer lugar es el Vitriolo - la caparr osa verde, el sulfato de cobre que ser vía de s ímbolo del proc eso, por que cuando un obje to de hierro es pues to en un baño de caparros a se "tiñe" de cobre. "Se tr ansforma en cobre", se decía . Igualmente el Mercurio o el P lomo pues to en c ontac to con la "Vera Lapidem", el "ver dadero Vitriolo", se tr ocar ía en or o. Hoy sabemos que en la "vitrioliz ac ión del hierro" no hay transmutación, sino que el hierro desplaza al cobre en la s al, y que el c obr e as í liberado s e deposita so bre la super fic ie del objeto. Pero la alegoría no cambia por ello. El "verdadero Vitriolo", la "Vera Materia" es la "visita al inter ior de la Tierra" a que hac e referenc ia la leyenda que bor dea el círculo central d e l a l á m in a . El color verde alude al VITRIO L, y el "L eón" es emblema de Sol, de Luz. De manera que el León Verde es la "Luz Vitriólica" , la del "inter ior de la Tierra ", esto es : la que alumbra la cr ipta inic iática que "se tr aga" al otr o Sol, repres entativo de l Candidato, para someterlo al lar go pr oceso de la diges tión. Es a dic ho proceso y sus etapas a lo que hacen referenc ia los s ie te ma tr aces que s e ve n seg uid amen te . En el medio y hac ia la izquierda, se ve una corona sobre el suelo, de la que por un lado sale u n r ío q ue r ie ga la T ie r r a , y p or e l o t r o br o ta un á r bo l s o bre el que un p el íc an o - q ue ap arec e en ac titud de alimentar a sus pichones - ha hecho su nido. Un hombr e ha coloc ado una escalera contra el árbol y tr epa por ella. Numerosos pájaros vuelan alrededor o se posan en e l r a ma je . L a l e c tu r a e s s i mp le . L a c o r o n a s e ñ a la la ín d o le R e a l d e l Ar t e A lq u ím ic o - e n c o n tr a d is t inc ió n c o n e l "sa c e r d o t a l " . E l r ío e s e l d e l a C i e ncia que brota de aquel, y que fertiliza la Tierra haciéndola pr oducir "oro"; y el ár bol es la Tradic ión Inic iativa misma, que culmina en el Pelícano, ave que luego fue emblemática de la R &C . La Cienc ia es linfa nutr ic ia, y la t r a d ic i ó n d e l Mis t e r i o e s s a vi a q u e i mp u ls a e l d e s a r r o l l o d e las luc e s . En el ángulo infer ior izquierdo se ve un hombre que vis te la túnica del peregrino y el bonete iniciático y porta un frasco que podemos suponer contiene "tintura". El bonete es el mismo q ue la e mble má tica po ne so bre las c abez as d e los e l fos o gno mos q ue e n e l fo lk lor e de muchos pueblos son los encargados de hacer y gu ardar el oro y las piedras pr ec iosas en las entrañas de la Tierr a . Signific a, es te gorro, que su portador ha "visitado el inter ior de la Tierra" y allí ha logrado el secr eto de sus tr adicionales por tadores . 0 que se ha incorporado a las fuerzas subterr áneas q ue aur ifican la Tierra. E l f r as c o de t in t ura s e e xp lic a po r s i mis mo , y a qu e la pr inc ipa l t a r ea d e los In ic iad os es p ro yec tar la in flu enc ia ben e fic en te qu e han r ec ib ido .

Por que debe entenders e: el Inic iado no pr ed ica una doc tr ina, no "vende" ningún s ueño; s e limita a ejerc er su influenc ia y a apoyar el pr ogres o de las luces humanas . En el ángulo inferior derecho apar ece el Rey y la Reina de pie sobre el So l y la Luna r espec tivamente. Son la mis ma "cos a doble" que ar riba aparece como un objetivo, y que ahor a es tá Real-iz ado. Sol y Luna s on las fac ultades cognitivo/ rac ionales y las i m a g in a t i vo /c r e a d o r a s . Sob r e e ll a s s e le v a n t a e l s e ñ o r ío y m a jes t a d d e l R e y y l a G r a c i a d e l a R e in a . Sobre sus r espec tivas cabezas , dos ár boles , cada uno de los cuales por ta trec e frutos . Trece soles el del Rey; y otras tantas lunas el de la Reina. El númer o hac e referenc ia al de los c iclos creadores del año. Tr ece vec es en c ada a ño se ac erca la Luna al Sol para alejarse grávida. Trec e impr egnaciones y trec e par tos . 0 mejor dicho: trece opor tunidades . N o a p r o ve c h a r á d e e s tas ú l t i ma s , e l b u fó n c u y a Ima g in a c ió n e n lug a r d e g ir a r e n tor n o a l So l de la Razón, se comporta como una mu jer livia na que ac ep ta cualqu ie r requerimiento. Por supues to, un bufón no es ni jamás s erá un Inic iado. La "vera Materia", el Vitriolum capaz de provocar la crisopeya , responde a la fó rmula de la q ue s us le tr as s on s igl a : " Vis i ta I nteriora T errae R ec tific ando I nvenies 0 c c u l tu m L ap id em Ver a Materia " - q ue a lg unos en tie nde n co mo una s i mple in tr ospecc ión , un buc eo "h acia adentro". Así es, sin duda; pero tamb ién es OTRA COSA . P or que en la jer ga téc n ica, el " inter ior de la T ie r r a " a lu d e a " la M o n t a ñ a " o " la C r i p ta " o " l a Caverna" donde s e cump len los Mis terios Simbólic os , dond e se escenifica "el sueño" que p r o vo c a l a r é p lic a i n te r ior . E l q u e s a b e , e n te n d e r á . En ton ces, la fórm ul a al ude al i ngr es o tan t o fo r m a l c o mo real a las filas de los adeptos, o sea a l "c írc u lo d e l Mer c u r io " c o mo e l a u to r d e la l á mi n a p a r e c e l la ma r a la F r a t e r n id a d d e l o s Inic iados . C írc ulo que en el grabado aparece en su doble aspecto ( i deal y for mal) y sus diversas for mas , rec i biendo la bendic ión de "la mano derecha" y "la mano izquierda". El aspec to ideal del "círculo de l Mercurio" se deta lla hac ia la par te s uperior , donde los s ím bo los de los me t ales s e des pl i ega n en c í r c u l o a lr ed edo r de un c ál iz e n e l q ue s e es tá cumpliendo la "conjunc ión" de Sol y Luna. El aspec to for mal se des pliega en c uadrado (el cuadr ado es s igno de cuerpo) delimitado por una Cadena que circunda la Tierra y representa l a u n i ó n d e t o d o s los a d e p t o s .

En s u c orporalidad, el c írculo del Mercurio pr esenta varias par tes . En primer lugar , s e refleja dir ec tamente en la Estrella heptagonal que es s ímbolo de la "Estrella de la Mañana" que a nunc ia la a uror a de l n ue vo d ía , e l a d ven imien to de la L uz ; y ense gu ida s e es pe ja e n d os esc udos : un o qu e contien e la figu ra del le ón que tie nde s u ga rra , y o tr o la de l águ ila bicéfala... s ímbolos que los fundadores de la Francmasonería tomaron para repres entar las d os r a mas d e s u s is tem a in ic i á tic o , ' El c ír c u lo c on s iete pi edr eci ll as b la nc as a lu de a los có ncla ves in ic iá ticos ; y e l q ue con tie ne d os a nillos , a las bod as de l Ca nd id ato c on su Madr e l a T r ad ic ión S ec r e ta . En una pa la bra : la c or pora l ida d d el "C írc ulo de l Mercu rio" o Fr a te rn ida d de los In ic iados es una Cadena que, presidida por el León-que-tiende-s u-garra y el Águila bic éfala, c irc unda la Tierra . C ade na cu yos es la bon es es tán u nidos no so lamen te un os co n o tros, s ino místicamente c on la Es trella de la Mañana, la misteriosa Is tar, y con la "Logia" en que han nacido. B i en c omp r e nde mos qu e l o qu e aca ba mos de es c r ib ir es "d i f íci l " ; y n o es la p r i mer a vez q ue a lg ún lec tor cr itica ese aspec to d e nu es tros escr itos . "Pocos podr án e n ten de rlo", dic en . En nues tr o d escar go , d ir emos que c ap ítu los co mo és te n o son para "los much os "; y qu e s in d uda algunos "pocos " co mpr end er án s in mayo r d ific ulta d . Y s i la tu vie ran , sa brá n comp ren der q ue lo a rduo de l te ma e xig ió de nos o tros , p ar a s er e xpues to de una ma nera más o menos co her en te , p enas ma yo res . De c ua lqu ie r ma ner a y a unq ue no s e hu biera n co mpren dido d el to do n ues tras pa lab ras , e l lec to r ha brá pod id o po r lo me nos llega r a la c onc lus ión de q ue la d eno minac ión R & C a lu de a u n es ta do d el s er , a u n l ogr o i nic iá t ic o r ea l - y q ue e n c o nsecu enc ia r es u l ta a bus i va s u a plicac ió n ind iscr imina da a los ad her en tes d e las much as Fr a tern id ades y Or de nes qu e se a dor nan c on ella .

La confusión comienza a partir del momento mismo en que la Benemér ita Hermandad tomó es tado públic o. Desde entonc es , y al multiplicars e las Or denes que adop tan su N ombre par a con él pr estigiar s us res pec tivas prédicas y ac tividades, ha llegado a ocurrir que cualquier a dhe r en t e q ue s e encu en tr e a l día c on las c u o tas d e s u Fra t ern id ad s e s ien t e as is ti do de l d er ec ho a n om in ar s e R os ac r uz . Y sin embargo, nadie podrá negar que dic ho título perte nece c on exc lus ividad a los In iciados que han culminado el proceso de su iluminación dentro de la Tradición de Occidente . Y desde que quienes lo lograron, callaron el hec ho s is temáticamente... no es pos ible hacer a fir mac iones de fin i tivas . Podemos , s i nos place, r econocer la condic ión en algún personaje; pero la cos a no pasa de u n a s u p o s ic ión . Es c o m o o c u r r e c o n l o s "sa n t o s " d e c u a lq u i e r r e l ig ió n - c u y a c o n d ic i ó n n o depende de s u eventual reconoc imient o por una autoridad ecles iás tica. En r elación con los R & C , podemos suponer que los hubo y los hay; pe ro no podemos decir quienes lo fueron o son. Podemos , también - y desde que la filosofía R & C no es del todo desconocida - dec ir que sus adherentes son ROSACRUCIANOS. Es de imaginar as imismo que los R & C fundaron o inspir aron Ordenes , Frater nidades e Ins tituc iones - las c uales tendr ían, en f unción de su or igen, el derecho a llamars e RO SACRUC IAN AS. As í las denominaron algunos fundador es de es te género de Hermandades ; per o luego vinier on los tr aduc tor es que convir tieron el humilde per o veraz ROSICRUCIAN en un pompos o ROSACRUZ que de ninguna maner a s e jus tifica. Algunas de las Ins tituc iones as í fundadas NO H AN H ECHO U SO del refer ido der echo; y en nuestr a opinión obraron "rosacrucianamente" por q u e e s t á e n l a m é d u l a m i s m a d e l o R & C e l prefer ir s er rec onocido que el dars e a conocer. Y mejor s i se pasa desaperc ibido.. Como ejemplo de ins tituc iones de r econocido origen o inspirac ión R & C , es tá la Franc mas oner ía. E n r es u men : s er R os ac r uc ian o es una ac tit u d ; s er R os ac r uz es u n l ogr o . Y e n tr e u na y o tr a c o n dició n h ay la m i s m a distancia que entre un buddha y un buddhista, o entre Cris to y un c r is t ian o . En c uan to a la H erman dad Misma , deb e en te nde rse q ue en s í es u n hec ho de l a l ma , u na comunidad ideal (como la C om -Unión de los Santos) que no tiene ni puede tener Templo en la Tierra, en la que s o lamente demues tr a su pr esencia como ins pir ación y guía de los ac tos y es fuerzos de los que, en los círculos que cons tituyen la corpor alidad de aquella, sirven sus ideales y trabajan en su Obra.

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SUBTERRÁNEOS DEL PERÚ y del desierto de GOBI
En Cuzco, capital del Perú, se alzaba el templo del Sol, famoso en todo el país por su magnificencia. Techo, paredes y cornisas estaban revestidas de planchas de oro, y en el muro occidental habían practicado los arquitectos una abertura dispuesta de tal modo, que enfocaba los rayos solares hacia el interior del edificio, en donde se difundían como dorada c a d e n a a l r e d e d o r d e l a s p a r e d e s e i l u m i n a b a n l o s t o r vo s í d o l o s y d e s c u b r í a n c i e r t o s s i g n o s místicos (57), de ordinario invisibles, en que se cifraba el secreto de las entradas a la galería subterránea. Una de estas entradas se abre en las inmediaciones del Cuzco (actualmente es imposible descubrir), y da acceso a un larguísimo subterráneo que conduce a Lima, y de esta ciudad tuerce hacia el Sur hasta Bolivia. En cierto punto del túnel hay un sepulcro regio a cuya cámara dan acceso dos puertas ingeniosamente dispuestas, o mejor dicho, dos enormes losas, que al girar sobre sus goznes cierran con tan perfecto ajuste, que sólo por medio de ciertas señales secretas pueden descubrir la juntura los fieles guardianes. Una de estas losas intercepta la galería por la parte de Lima, y la otra por la de Bolivia. Esta última rama se dirige hacia el Sur y pasa por Trapaca y Cobijo, porque Arica no está muy lejos del riachuelo Payquina (58) que separa Perú de Bolivia. No lejos de allí se yerguen tres picachos andinos, distanciados en forma de triángulo. Según tradición, en uno de estos picos se abre la única entrada expedita de la galería que va al Norte; pero sin conocer los puntos de referencia que a la entrada encaminan, fuera en vano que un ejército de titanes apartara las rocas con intento de descubrirla. Y aun suponiendo que alguien diese con ella y llegara por la galería hasta la losa que cierra la cámara sepulcral, resuelto a derribarla, nada conseguiría, porque las rocas de la bóveda están asentadas de modo que, en tal caso, cegarían la tumba con todos sus tesoros (59). La cámara de Arica no tiene otra entrada que la abierta en la montaña inmediata al río Payquina. A lo largo de la galería que desde el Cuzco pasa por Lima hasta llegar a Bolivia, hay pequeños escondrijos, donde durante muchas generaciones acumularon los incas incalculables riquezas en oro y piedras preciosas (60). L o s t e s o r o s d e s c u b i e r t o s e n l a s e x c a v a c io n e s d e M i c e n a s p o r S c h l i e m a n n d e s p e r t a r o n la codicia de los aventureros, que desde entonces ponen la mira en las ruinas donde sospechan ha de haber criptas o cuevas subterráneas con escondidos tesoros. No hay paraje alguno, ni siquiera el Perú, del que se refieran tantas tradiciones como del desierto de Gobi, en la Tartaria independiente. Esta desolada extensión de movediza arena fue, si la voz popular no miente, uno de los más poderosos imperios del mundo. Se dice que el subsuelo esconde oro, joyas, estatuas, armas,

utensilios y cuanto supone civilización, lujo y arte en cantidad y calidad superior a lo que pueda hoy hallarse en cualquier capital de la cristiandad. Las arenas del desierto de Gobi se mueven regularmente de Este a Oeste, impelidas por el huracanado viento que de continuo sopla. De cuando en cuando, dejan las arenas al descubierto parte de los tesoros ocultos, pero ningún indígena se atreve a echarles mano porque le herirían de muerte los bahti, espantosos gnomos a cuya fidelidad está confiada la custodia de aquellas riquezas, en espera de que la sucesión de los períodos cíclicos permita revelar la existencia de aquel pueblo prehistórico para enseñanza de la humanidad. Según tradicional local, en las cercanías del lago Tabasun Nor está todavía la tumba del khan Ghengiz, donde el Alejandro mogol duerme para despertar dentro de tres siglos y conducir a su pueblo a nuevas victorias y más verdes laureles (61). El desierto de Gobi, así como toda la Tartaria independiente y el Tíbet, están celosamente guardados contra la intrusión de los extranjeros. Quienes obtienen licencia para atravesar dichos territorios, quedan sujetos a la vigilancia de los agentes de la suprema autoridad del país, con la restricción de no divulgar nada de lo referente a lugares y personas (62). -------------------------------------------------------------------------------------57. Estos “espejos mágicos”, generalmente negros, son otra prueba de la universalidad de unas mismas creencias, pues se preparan o fabrican en la provincia inda de Agra, en el Tíbet, en la China y también en Egipto, de donde, según el h i s t o r i a d o r i n d í g e n a c i t a d o p o r B r a s s e u r d e B o u r b o u r g , l o s i n t r o d u j e r o n e n Mé x i c o l o s antecesores de los quichés. Asimismo los empleaban los peruanos heliólatras. Dice el referido historiador, que al desembarcar los españoles ordenó el rey de los quichés a sus sacerdotes que consultaran el espejo para inquirir el destino del país, y que el demonio reflejó en él lo p r e s e n t e y l o f u t u r o . ( B o u r b o u r g : Mé x i c o , p á g . 1 8 4 ) . 58. Idénticos a los que aun hoy en día pueden verse en la tumba de los incas.

59. Payquina o Payaquina debe su nombre a que arrastra pepitas de oro. De un puñado de arena de este río que nos llevamos a Europa, recogimos unas cuantas pepitas. 60. El misterioso peruano nos decía que aunque se empeñasen en el intento mil soldados, quedarían envueltos en las ruinas del derrumbamiento.

61. Tenemos en nuestro poder un plano exacto de la galería con la situación de la cámara sepulcral. Nos lo entregó el viejo peruano al contarnos el relato. Si hubiéramos tratado de aprovecharnos del secreto, nos fuera indispensable la cooperación decidida de los gobiernos del Perú y Bolivia, pues aparte de los obstáculos materiales, sería preciso habérselas con los forajidos y contrabandistas que infestan aquella costa y están en connivencia con los habitantes. Por de pronto, costaría no poco trabajo renovar la mefítica atmósfera de la galería en que nadie ha entrado desde hace siglos. De todos modos, allí está el tesoro, y allí estará, según tradición, hasta que en ambas Américas se borre todo vestigio de la dominación española. 62. Aparte del concepto que pueda sugerir esta profética tradición, cabe afirmar que la tumba existe, y que no es exagerado cuanto se dice acerca de las maravillosas riquezas escondidas bajo el desierto de Gobi.

FUENTE: Isis sin Velo - Tomo II