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Colegas, a Carta Aberta que será enviada por mim ao MEC foi inicialmente pensada para representar o pensamento

do grupo que forma o Espaço Universitário de Estudos Surdos (UFBA), mas, algumas pessoas que tiveram conhecimento dela, pediram para assinar conosco, então, no dia de hoje, divulgaremos a Carta, com o objetivo de verificar quem mais gostaria de assiná-la, principalmente pessoas que podem assinar por Instituições. Se for o seu caso, envie e-mail para pranidia@gmail.com, dizendo seu nome e a entidade que você representa. Preferencialmente, use o e-mail de sua entidade. Agradeço. Nídia CARTA ABERTA AO MEC Espaço Universitário de Estudos Surdos - UFBA Grupo de Pesquisa do CNPq "Inclusão e Alteridade" – UFPB Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos - UFAM

A versão preliminar da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (SEESP/MEC, 2007) traz orientações que prejudicarão em muito os destinos da educação de surdos no Brasil, caso não sejam revistas. Traz a visão de que Educação Inclusiva é sinônimo de Educação Regular, de Educação realizada em escolas comuns. Esta compreensão é equivocada e traz preocupações imensas, principalmente por termos clareza da força definidora de um documento oficial. Se este conceito não for revisto, tememos pelo que pode acontecer com as escolas de surdos e as classes de surdos: tanto no sentido de fechar as existentes, como no sentido de impedir a abertura de classes especiais e novas escolas específicas para surdos no Brasil – o que não é o desejo da maioria das comunidades de surdos nem o de uma grande parcela de familiares, professores e de pesquisadores da área. Cremos que Educação Inclusiva não é sinônimo de "inclusão escolar"; em verdade, é muito mais que isto. O que é Educação Inclusiva? É um processo educacional que gera conhecimento e reconhecimento, que gera desenvolvimento pessoal e empoderamento, que gera bem-estar individual e inclusão social, que desenvolve auto-conhecimento e ampla visão de mundo. Ou seja, é um processo educacional que consegue o resultado de levar alguém a ser efetivamente incluído na sociedade, sendo capaz de fazer uma leitura de mundo e uma narração de si próprio, podendo contribuir para o desenvolvimento social. Isto é perfeitamente possível aos surdos numa escola própria para eles. A "inclusão escolar" em escola regular, no caso dos surdos, é necessária quando não há, na localidade, outra proposta mais adequada . No entanto, há que se lutar pelo que é melhor para os surdos, e o melhor é que tenham uma escola que seja um verdadeiro ambiente lingüístico natural para a aquisição precoce da Língua de Sinais e que seja iluminada pela Cultura Surda e pela Pedagogia Surda.

mas. sem discriminações de qualquer natureza". "a educação inclusiva constitui uma proposta educacional que reconhece e garante o direito de todos os alunos de compartilhar um mesmo espaço escolar. Impedir que se criem novas escolas específicas para surdos é desconsiderar os movimentos surdos e as pesquisas científicas que demonstram a clara superioridade desse tipo de escola bilíngüe em relação a escolas comuns. Com efeito. não. Não somos contra a criação de centros de atendimento educacional especializado. Segundo a nova Política. Como é comprovadamente ineficaz. não só em Libras como também em Português. da Lei de LIBRAS (2002) e da sua regulamentação por meio de Decreto 5626 (2005). da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996). Não podemos ser contra o paradigma que tenta garantir a presença de todas as pessoas no espaço da escola. a produção de materiais acessíveis e a formação docente". Propor a transformação das escolas de surdos existentes em centros de atendimento significa colaborar para a fragmentação do movimento surdo. A escola tem de se preparar para atender a todos. É desconsiderar que esta é uma opção plenamente legal. da Declaração de Salamanca (1994). que avaliou mais de 5 mil surdos de 15 estados durante mais de 10 horas por surdo (Fernando Capovilla e colaboradores. se o preço for a destruição dos já tão poucos espaços privilegiados para o desenvolvimento da cultura. Propor a transformação das escolas de surdos (antigamente chamadas "escolas especiais para surdos") em centros de atendimento educacional especializado significa efetivar uma estratégia ineficaz de tentar normalizar os surdos e apagar sua identidade cultural peculiar. O paradigma da "inclusão escolar de alunos com deficiência. transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação" é um avanço em direção à sociedade inclusiva – isto é fato. bem como significa negar gritantemente a perspectiva lingüística e sócio-cultural da surdez. em preparação) acaba de demonstrar que escolas especiais para surdos produzem competências significativamente superiores às produzidas por escolas comuns em termos de compreensão de leitura e produção de escrita em Português. a maior pesquisa nacional já conduzida em educação de surdos. se escolas para surdos que ministram ensino em Libras produzem competências significativamente superiores. "o direito de . com o menoscabo dessa significativa vertente cultural genuinamente brasileira. além de compreensão de sinais da Libras. considerandose os textos da Constituição da República (1988). No entanto. resultará apenas em embotamento do desempenho escolar da população surda. e no empobrecimento de todos nós. na coartação do desenvolvimento das competências cognitivas e sociais dessa população. do Plano Nacional de Educação (2001). Sim. indiscriminadamente. sem discriminação nem preconceitos. e precisa ser questionada por qualquer um que zele pelo futuro da criança brasileira. Ora. então só se pode concluir que a política que descontinuação dessas escolas está em franca discordância com a evidência científica do que é melhor para as crianças e jovens surdos.Em nome da "Educação Inclusiva" o MEC propõe: " Não criar novas escolas especiais e transformar as escolas existentes em centros de atendimento educacional especializado para o atendimento. das identidades e da língua dos surdos.

todos são beneficiados. social. então esse ensino só pode ser o mais inclusivo. numa mesma classe ou numa mesma escola. E é esse ensino que deve ser examinado criticamente. de fato. pois que os surdos têm amigos ouvintes. Os surdos têm o direito de estar num ambiente plenamente favorável e propício ao seu desenvolvimento lingüístico. pois que desconsidera a necessidade de fundamentar o processo educacional do surdo na sua língua quirovisual que constitui sua experiência de existir e perceber o mundo. nessa diversidade de relacionamentos e de experiências. A nova versão da Política enfatiza "a importância de ambientes heterogêneos para a aprendizagem de todos os alunos". Mais grave que uma sugestão de descontinuar a manutenção e a criação de escolas especiais é a proibição da criação de classes especiais. como ponto de partida de todo processo educacional". que o fato de serem criadas escolas específicas para surdos não as torna "homogêneas". a "maneira excludente de ensinar". Ora. Para enfrentar o mundo que é majoritariamente ouvinte. considerando que escolas específicas para surdos são difíceis de serem criadas em toda parte. cultural. a nova Política acaba com qualquer possibilidade de se educar surdos juntos. já que o fracasso escolar é o verdadeiro e mais importante fator de exclusão escolar e social no Brasil."estar" num lugar não faz desse "o melhor lugar para se estar". no caso dos surdos. seria a implantação de classes especiais. no entanto. até porque os surdos são diferentes entre si – o que é elementar. o fato de uma escola ser criada tendo uma língua específica como a língua de instrução. os surdos têm que se munir de uma língua natural e de uma segunda língua. sejam classes) que lhes possibilite adquirir conhecimentos e experiências do modo mais eficaz possível – isto é imensamente ampliado numa escola ou classe onde a maioria usa uma língua natural que ele entenda. numa escola regular. comunitário e pessoal. têm contatos sociais inúmeros com ouvintes: o que eles precisam é de um espaço (seja escola. Estar com colegas e professores surdos. Segundo a proposta de nova Política.. não faz desta uma escola "homogênea". como demonstrado pela pesquisa já citada. No entanto. Convém deixar claro. permite aos estudantes surdos compreender e atuar na sociedade de modo coerente com sua identidade. bem como da escrita da segunda língua. se para os surdos o ensino em Libras por professor sinalizador fluente e em meio a outros colegas surdos é o ensino mais eficaz. além de todos os conhecimentos característicos das diversas faixas etárias. o que vai contra o que está previsto nos documentos oficiais anteriores. numa escola específica de surdos. O adjetivo "heterogêneo" lá colocado certamente refere-se ao desejo de conseguir que todas as escolas sejam capazes de receber todos os tipos de pessoas. ao romper com paradigmas que sustentam a maneira excludente de ensinar e ao propor a emancipação. os surdos não têm necessariamente que estar apenas com ouvintes na escola. . um ensino ministrado sem Libras e em ambiente de exclusão dos “semelhantes” é o que constitui. uma solução para se ter um ambiente lingüístico natural. a Educação Inclusiva "compreende uma inovação educacional. Ora. pois que.. Ora. Assim. Para adquirir todos estes conhecimentos. Uma das orientações da nova versão da Política aos sistemas de ensino é: "a substituição das classes especiais por salas de recursos multifuncionais". Antes do "direito de estar em qualquer lugar" há o "direito de estar no melhor lugar". têm familiares ouvintes.

no máximo. nas classes onde haja surdos só se há de permitir a presença de. o maior absurdo que encontramos na preliminar versão da Política de Educação Especial é declarar. lingüísticas e acadêmicas. sem qualquer base científica. Pergunto: dois surdos numa classe é um número bom para os interesses dos ouvintes? Conclamamos as entidades representativas dos surdos.UFAM . Quero ressaltar aqui que o fato de defendermos escolas especiais/específicas e classes especiais/específicas não se deve a uma tentativa de fazer "agrupamentos com base na deficiência".Programa de PósGraduação em Letras e Lingüística – UFBA Profª Drª Alessandra Barros – EU-SURDO .escolas significativas. Segundo a Política. Ótimo que se veja desta forma.Faculdade de Educação .Centro de Educação . Mais importante que mera idade cronológica é a idade de desenvolvimento das diversas competências cognitivas. Ainda é tempo de corrigir os equívocos do texto desta importante política pública.Universidade Federal da Paraíba Profª Drª Elisabeth Reis Teixeira – EU-SURDO . para que sejam mais facilmente "assimilados" pela maioria. Educação Inclusiva na sociedade como um todo. A possibilidade e a necessidade de um atendimento específico aos surdos não agride o princípio da Educação para Todos nem o da Educação Inclusiva! Educação para Todos. Mas. que "o aluno surdo devido a diferença lingüística pode ser beneficiado com a participação de outro colega surdo em sua turma". manter e transformar escolas específicas para surdos não significa estar criando e mantendo "escolas especiais com cheiro de hospital". como dizia Vygotsky: está se criando e mantendo tão somente "escolas" . insistimos que criar. Os agrupamentos que desejamos fazer são com base lingüística. a se posicionarem contra os aspectos equivocados da referida versão preliminar de nova Política de Educação Especial. não apenas na escola! Profª Drª Nídia Regina Limeira de Sá – Espaço Universitário de Estudos Surdos . separar os surdos significa enfraquecê-los enquanto grupo. pois. do jeito que seja melhor para cada um.com Profª Drª Ana Dorziat . pedagógica e sócio-cultural.A nova versão da Política quer marcar a posição de que escolarização é uma coisa e atendimento educacional especializado é outra.Programa de Pós-Graduação em Educação – Universidade Federal da Bahia . e a cada surdo em particular.Grupo de Pesquisa do CNPq "Inclusão e Alteridade" . o atendimento educacional especializado "diferencia-se das atividades desenvolvidas na sala de aula comum. não sendo substitutivo à escolarização".pranidia@ gmail.Programa de Pós-Graduação em Educação . Seguindo-se esta Política.Programa de PósGraduação em Educação – UFBA Profº Drº Félix Diaz – EU-SURDO – Faculdade de Educação – UFBA Profº Drº Aristonildo das Chagas Nascimento – Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos . Não. Diz a Política que é desejável a "utilização do critério de idade/faixa etária para inclusão dos alunos com deficiência em turma comum do ensino regular para se suprimirem os agrupamentos com base na deficiência ". dois surdos: não mais que dois! Consideramos uma colocação extremamente infeliz.

Omar Barbosa Azevedo – Pesquisador associado ao EUSURDO/UFBA Profª Regina Helena Cabral Mattos – EU-SURDO – Professora .INES .Profª Dra. Pedreira – INES . do Centro Universitário Metodista IPA .Wilma Favorito . Coutinho – INES – RJ Profª Ms.UFBA Profº Msc.PUC-RJ Profª Msc.ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Profª Elaine da Rocha Baptista . da C. Drª Ligia Pereira dos Santos . Brasilena Pinto Trindade. Emeli Marques Costa Leite . Profª Msc. Vera Regina Loureiro – INES . Desirée Begrow – Instituto de Ciências da Saúde . Liliane Vieira Longman – Coordenadora do Curso de PósGraduação em Estudos Surdos: Diferenças e Culturas – Faculdade Santa helena – Centro SUVAG de Pernambuco Profª Denise Coutinho – especialista em educação de surdos e membro da Associação Cultural Édouard Huet/Recife-PE Profª Maria Cristina Pires – Profª.INES – RJ Profª Drª Maria Cecilia de Moura .Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos – UFAM Profª Myrna Salerno – Surda – Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro.RJ Profª Msc. Joab Grana Reis – Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos – UFAM Profª Msc. Maria Dolores M.Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos – UFAM Profª Msc. Especialista em Educação Especial – Coordenadora do Curso Licenciatura em Música da Faculdade Evangélica de Salvador .Universidade Estácio de Sá Coordenação do Curso Politécnico de Tradução e Interpretação da LIBRAS RJ Profª Msc.Mestranda em Educação pela UFBA Thalita das Chagas Araújo – Bolsista – EU-SURDO – UFBA Roberto César Costa – Bolsista – EU-SURDO – UFBA Profª Draª Arminda Rachel Botelho Mourão .Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos – UFAM Profª Msc.Faculdade de Fonoaudiologia PUC/SP.INES – RJ Profª Msc Silvia Maria Fangueiro Pedreira – INES .EUSURDO . Antonete Araújo Silva Xavier – Coordenadora do Curso de Pedagogia da Faculdade Evangélica de Salvador Profª Msc.Casa de Cuidados .Núcleo de PPNEES Profª Msc.Professora Titular da UEPB – PB Profª Msc. Silvia Maria F. Mariana Morais dos Santos .Mestranda em Educação pela UFBA Profª Emiliana Rosa Farias – Surda – EU-SURDO .Rede Metodista de Educação do Sul .RJ Profª Cláudia Maria Macambira Braga – Professora do INES . Profª. Rosejane Mota Farias .RJ Profª Vera Lúcia Emilião Pinto .UFBA Profª Larissa Rebouças – Surda – EU-SURDO .

UFSC/Gallaudet Profº Milton Guimarães Bezerra Filho – Surdo – Centro de Surdos da Bahia – CESBA Marcelo Barreto – Surdo – Presidente do Centro de Surdos da Bahia – CESBA Bel. José Tadeu Raynal Rocha – Surdo – Pós-graduado em Adm Pública. José Onofre de Souza – Presidente do Instituto de Educação e LIBRAS – ES Reinaldo Vieira Lima – Presidente do Instituto Mãos que Falam . Marcílio de Carvalho Vasconcelos .Diretora Adjunta do CAS/MA Profª Ana Rosa Rocha Gomes Silva .Coordenadora de Unidade .Professor da Sala de Apoio Pedagógico de Feira de Santana ao Surdo (CAP).ES Neivaldo Augusto Zovico .Coordenadora do Núcleo de Arte e Cultura do CAS/MA Janaina Kaline Farias .Presidente da ASMA (Associação dos Surdos do Maranhão).Estudante do Curso de Letras/LIBRAS – BA Joselito Mendes – Surdo – Ex-presidente do CESBA – BA .SP Profª Simone Andrade e equipe do CAS Wilson Lins – Bahia Profª Ana Rute Farias de Albuquerque . Ex-diretor da Feneis e Instituto Aleijadinho Profº.ES Ped.F.São Paulo Conselheiro do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa Portadora de Deficiência Profª Ana Regina e Souza Campello – Surda – Doutoranda em Educação e Mestranda em Lingüística . Simone Quirgo – Surda .Surdo .Especilaista em Educação Inclusiva e estudante do Curso Letras/ Libras. Ex-presidente do CESBA e da CBDS.Profª Msc. Coordenador dos Instrutores do CAS/MA Clevison Fernandes da Silva . Instrutora Surda do CAS/MA Cláudio Jorge Guimarães de Oliveira .UFSC .Instrutor de LIBRAS .RJ.Instrutor surdo .Intérprete do CAS Telasco Pereira Filho .E.Diretora Administrativa do CAS/MA Profª Svetlana Maria Farias da Silva .Surdo .Angra dos Reis – RJ Profª Esmeralda Stelling .Presidente da AESMA Associação Evangélica dos Surdos do Maranhão Sabine Antonialli Arena Vergamini .Diretor Geral do CAS/MA Lídia Maria Trinta Arouche .Diretor Regional da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos – FENEIS . Maurício Damasceno Sousa – Surdo .Membro da Diretoria da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Audição .Professora da U.Escola para Crianças Surdas Rio Branco – SP Profº Nelson Pereira de Sá – Diretor Administrativo da Faculdade Evangélica de Salvador – BA Profª Elaine Jaques Sotero e equipe da Escola Municipal de Educação de Surdos (EMES) .Coordenadora do Núcleo de Mercado do Trabalho para surdos / CAS/MA Profª Irene Santos Cabral .Surdo .Surda .M. Nice de Paula – Vila Velha .Presidente da ASISL (Associação de Surdos da Ilha de São Luís).APADA de Niterói . Núbia Virgínia d’Avila Araújo – Professora da Escola de Enfermagem da USP .

RJ Robson Bittencourt de Carvalho – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ .RJ Elisângela Maroto Souza – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Mychael Ângelo Vidal da Silva – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Luciana Pinto da Cruz – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos . Márcia Regina Mendes de Araújo – Centro Estadual de Reabilitação das Deficiências – CEPRED .RJ Vanessa Ferraz Mourão – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Marcos André Palmeira do Bonfim .BA Profº Frederick Moreira dos Santos – Mestrando em Filosofia pela UFBA – Conselheiro do Espaço Surdo Adventista de Salvador Psic. Ronise Conceição Oliveira – Surda – ASURJ . Raul Bochie da Costa Machado – Surdo – Bahia Nívia Carla Limeira de Sá – Surda – Estudante – Bahia Diana Sazano de Souza Kyosen . Neemias Santana – Intérprete de LIBRAS – Membro da Comissão Lingüística da Associação de Profissionais Intérpretes de LIBRAS do Estado da Bahia Raquel Ferreira Silvana – Intérprete de LIBRAS – BA Cíntia de Jesus Santos – Intérprete de LIBRAS .Aluna Letras/Libras – USP Profª Mariângela Estelita – Doutoranda em Lingüística – UFSC Profª Jaciete Barbosa dos Santos .Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .GO .RJ Alan José Fernandes Pereira – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .Vice-Presidente Associação dos Surdos de Itumbiara.Núcleo de Educação Especial da UNEB Profº.RJ Ana Paula Dias Tostis .Professora da Sala de Apoio Pedagógico ao Surdo (SAP) do Colégio Estadual Raphael Serravale – Bahia Karine Vieira da Rocha – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Márcia Simone da Silva – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .Estudante do Letras/LIBRAS/INES Eng.BA Daniela dos Santos Silva .Coordenadora do Curso de Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva UNEB .Marinaldo Reis Lessa – Surdo – Diretor de Esportes do Centro de Surdos da Bahia – CESBA Everaldo Pereira dos Santos – Surdo .Vice-Presidente do Centro de Surdos da Bahia – CESBA Antonio Alves – Ex-Tesoureiro do Centro de Surdos da Bahia – CESBA Andréa Giovanella – Presidente da Federação Desportiva de Surdos do EStado do Rio de Janeiro.Universidade do Estado da Bahia . Sub-coordenadora do Setor de informática da Feneis/RJ – Professora da EMES – SP.Membro do NEDE.Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .

Monteiro – Surda – Instrutora de LIBRAS . Manna – Parintins – AM Profª Maria de Nazaré S. Manna – Parintins – AM Profª Maria do Socorro S.AM Hamilton Pereira Rodrigues – Surdo .RJ Débora Cristina Teixeira dos Santos .Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos – RJ Dr.Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Maria Heloisa dos Santos Morais Gomes . Costa – Escola de Áudio-Comunicação Pe. Manna – Parintins – AM Profª Rosária dos Santos Steel – Escola de Áudio-Comunicação Pe.AM Profª Luiza Patrícia Ferreira – Surda – Doutoranda UFSC – Manaus AM Profª Cátia Maria – Surda – SEMED – Manaus .Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .AM Profª Maria Estelita Pereira Ferreira – Intérprete de LIBRAS – Aluna do curso Letras/LIBRAS – Manaus . Socorro dos Santos Simas – Escola de ÁudioComunicação Pe.RJ Jaildes de Amorim Lima – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .AM Profª Haydée dos Santos Carneiro – Gestora da Escola Estadual de Surdos Augusto Carneiro – Manaus .AM Profª Luci Barata – Professora da Escola Estadual de Surdos Augusto Carneiro – Manaus .AM Amarildo João Espíndola – Surdo – Instrutor de LIBRAS – SENAC – Brasília – DF Profª Diônice Fragata dos Santos – Escola de Áudio-Comunicação Pe.RJ Issac Gomes Moraes de Souza .Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos . Manna – Parintins – AM Profª Maria do P.Estudante de Pedagogia – Manaus .RJ Nívea de Sá Silva . Biglia – Escola de Áudio-Comunicação Pe.RJ Cristiane de Oliveira – Aluna do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .RJ Leonardo Simões de Souza Sabóia – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos . Manna – Parintins – AM Deputado Federal Gê Tenuta .Instrutor de LIBRAS – Estudante de Pedagogia – Manaus . Franklin Resende Ferreira– Surdo – Advogado – Manaus . Manna – Parintins – AM Profª Antonia Safira benitah Queiroz – Escola de Áudio-Comunicação Pe.RJ Ulrich Palhares Fernandes – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .Leandro de Araújo Silva – Aluno do ISBE – Instituto Nacional de Educação de Surdos .AM Tatyana S.