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NF-e / CT-e – SEFAZ

Ambiente Data da publicação Versões : Faturamento / Livros Fiscais : 01/07/2007 : 19/02/09 : Brasil

Data da revisão

Sistemas operacionais FNC/Plano

: Protheus 10 Países Build 7.00.080307A - Mar 10 2008 ou superior. : Windows/Linux Bancos de : Todos dados : 128302, 129485, 129498, 130508, 133945, 134551, 134995, 135453, 136094, 136309, 139754, 139812, 141887, 142830, 143592, 143668, 144010, 144368, 151652, 146994, 150791, 144440, 152698, 3807, 6922/6769, 9262/9100, 150508, 11080, 3310/3247, 6079/6004, 6079/6004, 2276/2251, 4082/4051, 4019/3988, 5872/5830, 11103/10987 : SM0 / SA1 / SA2 / SB1 / SF4 / CD2 / SF3 / SF1 / SF2

Tabelas utilizadas

Atenção: A funcionalidade CTe (Conhecimento de transporte eletrônico) esta em fase de homologação. Está disponível a emissão da Nota Fiscal Eletrônica de acordo com os padrões exigidos pela Secretaria de Fazenda (SEFAZ) nos leiautes e Estados discriminados abaixo:
Versão da NFe Estados

1.10
Ok Ok

1.11/1.12
Ok ** **

São Paulo Goiás Distrito Federal Bahia Rio Grande do Sul Maranhão Minas Gerais

Ok

Ok

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Ok Ok

** **

Ok Ok

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Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ - 1

Mato Grosso Mato Grosso do Sul Espírito Santo Amazonas Ceara Rondônia Pernambuco Paraná SEFAZ Virtual (via RS) Alagoas (SEFAZ Virtual) Paraíba (SEFAZ Virtual) Piauí (SEFAZ Virtual) Rio de Janeiro (SEFAZ Virtual) Santa Catarina (SEFAZ Virtual) Sergipe (SEFAZ Virtual) Paraíba (SEFAZ Virtual) Ambiente Nacional (RFB) Pará (SEFAZ Virtual RFB) Paraná (SEFAZ Virtual RFB) Rio Grande do Norte (SEFAZ Virtual RFB) Acre (SEFAZ Virtual RFB) Roraima (SEFAZ Virtual RFB) Tocantins (SEFAZ Virtual RFB)

OK Ok Ok

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Ok

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Ok --

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2 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ

(**) Versão superior a versão aceita pela SEFAZ. Observação: Retiramos o suporte das versões 1.08 e 1.09 devido a resolução do SPED NFe. Informamos que conforme nota técnica 004/2007, disponível no sítio do ambiente nacional da nota fiscal eletrônica a versão 1.07 não será mais autorizada a partir de 01/02/2008. Todos os clientes em produção deverão realizar testes com a versão 1.10 e realizar a troca do mesmo após o período de validação.

As informações e procedimentos para implementação da NF-e SEFAZ estão nos tópicos: NF-e – SEFAZ........................................................................................................................................... 1 Procedimentos para implementação da NF-e SEFAZ.............................................................................. 9 Processo de implantação.......................................................................................................................... 9 Processo de configuração e instalação do Totvs Services SPED.......................................................... 20 Procedimentos de utilização da NF-e SEFAZ no Protheus..................................................................... 26 Impressão da Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica)..................................................... 31 Observações sobre o cancelamento da NF-e SEFAZ ............................................................................ 32 Observações sobre a legenda ................................................................................................................ 33

As informações a seguir, sobre a Nota Fiscal Eletrônica, encontram-se no sítio do ambiente nacional http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/. Esse sítio traz informações importantes como, por exemplo, os endereços dos serviços de Web Services e a disponibilidade deste. Por esta razão, recomendamos a consulta a este sitio toda vez que o serviço tornar-se inoperante.

Objetivos da Nota Fiscal Eletrônica

O Projeto NF-e tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico que venha substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco. A implantação da NF-e constitui grande avanço para facilitar a vida do contribuinte e as atividades de fiscalização sobre operações e prestações tributadas pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Num momento inicial, a NF-e será emitida apenas por grandes contribuintes e substituirá os modelos, em papel, tipo 1 e 1A.

Justificativas para Execução do Projeto

Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ - 3

multiplicidade de rotinas de trabalho. o Distrito Federal e os Municípios são dotados de autonomia política. burocracia. na mesma proporção. como o Brasil. estando suas atribuições. auditoria interna e prestação de informações às diferentes esferas de governo que. há a necessidade de despender grandes somas de recursos para captar. tradicionalmente. Com o advento da sociedade da informação os agentes econômicos aumentaram a sua mobilidade. aumentam os custos inerentes à necessidade do Estado de detectar e prevenir a evasão tributária. há a necessidade de alocar recursos humanos e materiais vultosos para o registro. pois têm que lidar com procedimentos e normas diversos em cada unidade da federação ou município. o custo inerente ao grande volume de documentos em papel que circulam e são armazenados. As administrações tributárias enfrentam o grande desafio de adaptarem-se aos processos de globalização e de digitalização do comércio e das transações entre contribuintes. especialmente naqueles que. A integração e cooperação entre administrações tributárias têm sido temas muito debatidos em países federativos. Nesses países. é substancialmente elevado. o controle apresenta-se difícil porque falta à visão integrada das ações dos contribuintes. armazenamento. as demandam. além de fortalecer o controle e a fiscalização por meio de intercâmbio de informações entre as administrações tributárias. que concede a cada esfera de governo a competência de instituir e administrar os respectivos tributos. a Emenda Constitucional nº. 37 da Constituição Federal. de diversos governos. possuem forte grau de descentralização fiscal. que determina às administrações tributárias da União. Neste contexto. os Estados. facilitando o cumprimento das obrigações tributárias e o pagamento de impostos e contribuições. a União. o Estado mostra-se multifacetado. exercendo ações em todo o território nacional e deixando de estar restritos ao conceito de jurisdição territorial. administrativa e financeira. No que tange aos contribuintes. Indubitavelmente. dos Estados. limitações e competências previstas na Constituição Federal. ineficiente e moroso. estadual ou municipal. no cumprimento das suas atribuições legais. Para os cidadãos. Em decorrência. tratar. contabilidade. a autonomia tributária tem gerado. a integração e compartilhamento de informações têm o objetivo de racionalizar e modernizar a administração tributária brasileira. Para atender a estas necessidades. A conseqüência direta deste modelo é que os bons contribuintes acabam penalizados pela burocracia. simultaneamente. usualmente por intermédio de declarações e outras obrigações acessórias. Os volumes de transações efetuadas e os montantes de recursos movimentados crescem num ritmo intenso e. administrando um volume de obrigações acessórias que acompanha o surgimento de novas hipóteses de evasão. o custo público e privado do cumprimento das obrigações tributárias tornase alto. reduzindo custos e entraves burocráticos. Para o governo. 42 introduziu o Inciso XXII ao art. tanto pela administração tributária como pelos contribuintes. do Distrito 4 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .A busca pela integração e modernização da Administração Tributária relaciona-se à forma federativa adotada pelo estado brasileiro. é comum que empresas sejam contribuintes. Portanto. armazenar e disponibilizar informações sobre as operações realizadas pelos contribuintes. baixo grau de troca de informações e falta de compatibilidade entre os dados econômico-fiscais dos contribuintes. No que se refere às administrações tributárias. em nível federal. criando um claro empecilho ao investimento e geração de empregos. Para o País.

os Secretários de Fazenda dos Estados e DF. racionalização de custos e da carga de trabalho operacional no atendimento. nos dias 15 a 17 de julho de 2004.Federal e dos Municípios a atuar de forma integrada. da agora denominada. para a unificação dos diferentes projetos em andamento no âmbito das Administrações Tributárias. no evento do II ENAT – Encontro Nacional de Administradores Tributários. maior possibilidade de realização de ações fiscais coordenadas e integradas. Inciso XXII. cruzamento de dados em larga escala com dados padronizados e uniformização de procedimentos. em São Paulo-SP. Histórico do Projeto Para atender o disposto da Emenda Constitucional nº.5 . O projeto prevê ainda o investimento em tecnologia de forma a modernizar o parque tecnológico e os sistemas de informação. o projeto justifica-se pela necessidade de investimento público voltado para a redução da burocracia do comércio e dos entraves administrativos enfrentados pelos empresários do País. visando o desenvolvimento e a implantação da Nota Fiscal Eletrônica. Descrição da Nota Fiscal Eletrônica De maneira simplificada. o 1º Encontro Nacional de Administradores Tributários – ENAT. padronização e melhor qualidade das informações. o Secretário da Receita Federal e os representantes das Secretarias de Finanças dos municípios das Capitais assinaram o Protocolo ENAT 03/2005. De modo geral. maior possibilidade de intercâmbio de informações fiscais entre as diversas esferas governamentais. com o fórum de discussão dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT). Receita Federal do Brasil (RFB). a empresa emissora de NF-e gerará um arquivo eletrônico contendo as Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . iniciado pelo ENAT. ampliando a capacidade de atendimento das unidades administrativas. O encontro teve como objetivo buscar soluções conjuntas das três esferas de Governo que promovessem maior integração administrativa. maior eficácia da fiscalização. A partir de novembro de 2005 a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) passou a integrar o projeto. do Distrito Federal e dos municípios de capitais. em São Paulo. reunindo os titulares das administrações tributárias federal. em 27 de abril de 2005. em Salvador. 42. realizou-se uma Reunião Técnica do ENAT/ENCAT. Visando alinhar as diretrizes do projeto. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. exigindo a modernização das administrações tributária nas três esferas de governo. art. No ENAT foram aprovados dois protocolos de cooperação técnica nas áreas do cadastramento (Projeto do Cadastro Sincronizado) e Nota Fiscal Eletrônica. foi realizado. 37. No final de agosto/2005. consolidando de forma definitiva a coordenação técnica e o desenvolvimento do projeto sob a responsabilidade do Encat (Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais) com a participação. estaduais.

para a Secretaria de Fazenda de destino da operação e Suframa. O DANFE não é uma nota fiscal. no caso de mercadorias destinadas às áreas incentivadas. realizará a escrituração a partir das NF-e emitidas e recebidas. que corresponderá à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). servindo apenas como instrumento auxiliar para consulta da NF-e. • Redução de custos de envio do documento fiscal. Para acompanhar o trânsito da mercadoria será impressa uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica. As Secretarias de Fazenda e a RFB (Ambiente Nacional). trazendo grandes benefícios para os contribuintes e as administrações tributárias. que será repositório nacional de todas as NFe emitidas (Ambiente Nacional) e. através Internet. para o destinatário e outros legítimos interessados. que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. no caso de operação interestadual. A NF-e também será transmitida para a Receita Federal. • Simplificação de obrigações acessórias. comprovada através da emissão da Autorização de Uso. • Redução de custos de armazenagem de documentos fiscais. o qual deverá ser assinado digitalmente. nem substitui uma nota fiscal. em única via. que conterá impressa. em papel comum. 6 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . será então transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda de jurisdição do contribuinte que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá um protocolo de recebimento (Autorização de Uso). O contribuinte emitente da NF-e. poderá escriturar os dados contidos no DANFE para a escrituração da NF-e. intitulado DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica). a chave de acesso para consulta da NF-e na Internet e um código de barras bidimensional que facilitará a captura e a confirmação de informações da NF-e pelas unidades fiscais.informações fiscais da operação comercial. • Redução de tempo de parada de caminhões em Postos Fiscais de Fronteira. que permite ao detentor desse documento confirmar a efetiva existência da NF-e através do Ambiente Nacional (RFB) ou site da SEFAZ na Internet. sendo que sua validade ficará vinculada à efetiva existência da NF-e nos arquivos das administrações tributárias envolvidas no processo. Este arquivo eletrônico. sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. como dispensa de AIDF. em destaque. não emissor de NF-e. conforme descrito a seguir: Benefícios para o Contribuinte Vendedor (Emissor da NF-e) • Redução de custos de impressão. Benefícios da Nota Fiscal Eletrônica O Projeto NF-e instituirá mudanças significativas no processo de emissão e gestão das informações fiscais. • Redução de custos de aquisição de papel. O contribuinte destinatário. disponibilizarão consulta. de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. pois contém a chave de acesso da NF-e.

possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos. até a normalidade do ambiente operacional. • Planejamento de logística de entrega pela recepção antecipada da informação da NF-e. até o restabelecimento da conexão e envio dos arquivos das NF-e. Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação. • Surgimento de oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados à Nota Fiscal Eletrônica. • Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito. Tendo em vista a complexidade e a mudança cultural envolvidas no processo. que passará a ser a autorizadora da NF-e. o mesmo poderá emitir notas fiscais modelos 1 / 1A. • Redução de erros de escrituração devido a erros de digitação de notas fiscais. que substituirão. • Incentivo ao comércio eletrônico e ao uso de novas tecnologias. momentaneamente as NF-e. Receita Federal do Brasil.• Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes (B2B). • Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da RFB (Sistema Público de Escrituração Digital – SPED). • Melhoria no processo de controle fiscal.7 . • Incentivo ao uso de relacionamentos eletrônicos com fornecedores (B2B). Caso a indisponibilidade ocorra no ambiente operacional do contribuinte. • Padronização dos relacionamentos eletrônicos entre empresas. Estratégia de Contingência Fiscal Eletrônica Será disponibilizado um modelo de contingência entre as Secretarias de Fazenda e a Receita Federal do Brasil (RFB). com o objetivo de aprimorar o sistema. Benefícios para a Sociedade • Redução do consumo de papel. Suframa e empresas poderão alterar e redefinir ações. Benefícios para o Contribuinte Comprador (Receptor da NF-e) • Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Benefícios para as Administrações Tributárias • Aumento na confiabilidade da Nota Fiscal. o grupo de trabalho composto pelos Estados. de forma contingencial. com impacto positivo no meio ambiente. no decorrer dos testes e avaliação do piloto.

necessitando a posterior aquisição do certificado digital em uma AC. O certificado digital fornecido pela SEFAZ. Porém a comunicação poderá ser feita com o certificado da Matriz. 2.Procedimentos para implementação da NF-e SEFAZ Processo de implantação Para a implantação da NF-e SEFAZ. certifique-se que a biblioteca de assinatura Nfe. 8 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Caso seja solicitado o certificado digital para a filial.zip ou Nfe. Lembramos que é possível ter dois certificados digitais. portanto. consulte a SEFAZ do seu estado para mais detalhes. em que é obrigatória a apresentação dos documentos a seguir: Documentação da Empresa (Cópia autenticada ou original) • Prova de inscrição do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). antes de iniciar o serviço no ambiente Linux. 3.Obtenção do Certificado Digital Modelo A1 1. somente possibilita o uso da NFe em ambiente de homologação. denominadas ‘Autoridades Certificadoras . entretanto informe-se na Secretaria de Fazenda. Este certificado pode ser obtido em diversas empresas credenciadas pelo governo federal. Se a empresa-usuária possuir pontos de emissão de Nota Fiscal em mais de um estado. portanto. Como obter o Certificado Digital Para obter o Certificado Digital modelo A1. Normalmente. execute o comando 'export LD_LIBRARY_PATH=<diretório da lib completo. No ambiente Windows ela deve ser descompactada no mesmo diretório do Application Server e no Ambiente Linux um diretório abaixo. um para a comunicação com a SEFAZ e outro para a assinatura.AC’ ou em muitos casos por meio do credenciamento da empresa na SEFAZ de origem. conforme definido no “Manual de integração do contribuinte”.tar foi descompactada no diretório correspondente ao Aplication Server. Antes de instalar o serviço do Sped. Para completar a instalação da biblioteca. Os cinco passos foram extraídos do manual de homologação da NFe do Estado de São Paulo e do acompanhamento de todo o processo de implantação em nosso cliente-piloto. será necessária apenas a obtenção do certificado digital da Matriz. A NF-e SEFAZ requer assinatura digital. caso a SEFAZ de origem forneça um certificado digital para esta finalidade. Passo 1. todas as precauções possíveis devem ser tomadas para garantir sua segurança. esse somente poderá ser utilizado para assinar Notas Fiscais dessa filial. Esses certificados ainda podem ser gerados como teste durante as fases preliminares da implantação (homologação). solicite à SEFAZ de origem a habilitação da NF-e. dever-se-á seguir estes passos para cada um deles. basta realizar este cadastramento junto à Secretaria de Fazenda. desde o root>:$LD_LIBRARY_PATH' Atenção: O certificado digital utilizado na assinatura da NF-e é a sua identidade digital. Com o certificado digital em mãos. procure uma das empresas credenciadas (Autoridades Certificadoras). Cada SEFAZ adota um procedimento diferente para essa tarefa. é necessário que a empresa usuária siga os cinco passos para reduzir os riscos de interrupção no faturamento.

• PIS-Pasep (Opcional). desde que contenham foto e a elas seja atribuída fé pública em todo o território nacional. • Comprovante de endereço. compareçam também para validação presencial munidos de seus documentos. Carteira Nacional de Habilitação. Documentação do Responsável pelo Certificado . será necessário que os Representantes Legais. a cinco anos da data do seu comparecimento a um dos postos de atendimento. emitido. com foto colorida. Contrato Social ou documento equivalente de sua empresa estabeleça que o Representante Legal cadastrado na Receita Federal como responsável pelo CNPJ não possua poderes para representar a empresa isoladamente. carteira de identidade profissional. emitido há. Documentação dos Representantes Legais (Originais) • Foto (3X4) recente. suficientes para representá-la. *** • Cédula de identidade ou passaporte (se estrangeiro). no máximo. ** Entende-se por cédula de identidade as carteiras instituídas por lei. • Comprovante de endereço. no caso de sociedades por ações. • PIS-Pasep (Opcional).9 . carteira de identidade funcional. • Título de eleitor (Opcional). • Título de eleitor (Opcional). devidamente registrado e.• Tratando-se de Sociedades Comerciais ou Civis: Ato constitutivo. Estatuto ou Contrato Social em vigor. três meses. Atenção: Caso o Estatuto. tais como: carteira de identidade emitida pela Secretaria de Segurança Pública.Responsável pelo CNPJ perante SRF (Originais) • Foto (3X4) recente. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .** • Cadastro de Pessoa Física – CPF. no máximo. • Tratando-se de empresa individual: Requerimento de Empresário com a chancela da Junta Comercial do Estado deferindo o registro. *** Fica dispensada a entrega da foto se for apresentado documento de identidade emitido.** • Cadastro de Pessoa Física – CPF. no máximo.*** • Cédula de identidade ou passaporte (se estrangeiro). a três meses. acompanhado dos documentos de eleição dos atuais administradores.

leve também uma cópia simples (xerox).Atenção De acordo com as normas da ICP-Brasil. Na tela de ‘Arquivo a ser Importado’ selecione o arquivo que deseja importar. será necessário analisar alguns pontos importantes. que ficará em poder da Autoridade Certificadora. Conversão de certificados ‘PFX’ para ‘PEM’ Analisando a cadeia de certificação Ao receber um certificado digital do tipo A1. somente o responsável pelo CNPJ perante SRF poderá comparecer para a validação presencial para a retirada do certificado e assinatura do Termo de Responsabilidade. Cópias autenticadas serão aceitas apenas para a documentação da empresa. Para tanto. O primeiro passo é instalar o certificado para poder visualizá-lo. realize os seguintes passos: 1. Dê um duplo clique no arquivo pfx e a tela do Assistente de instalação apresentada. para que não haja problemas com a conexão SSL3 e com a Secretaria de Fazenda. Assinale as opções conforme a figura abaixo: 10 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . política que regulamenta a certificação digital no Brasil. 2. Clique em avançar. • Os documentos apresentados devem ser originais. • Para cada documento original. • O CNPJ da Autoridade Certificadora somente poderá ser emitido mediante a apresentação dos documentos dos representantes legais e do responsável pelo CNPJ e após o comparecimento a um dos Pontos de Atendimento. 3. não podendo esta validação ser realizada por meio de procuração ou preposto.

o sistema operacional armazenará o certificado automaticamente. Acesse a opção ‘Ferramentas – Opções da Internet – Conteúdo . Clique em avançar.11 .Certificados’ conforme abaixo: Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .4. Clique em Concluir para efetivar a instalação do certificado 5.

caso não tenha. Selecione o certificado digital instalado anteriormente.6. contate seu fornecedor de certificado digital para realizar a instalação. Verifique se você possui todos os certificados apresentado no ‘Caminho de Certificação’. Clique em ‘Exibir’ e logo em seguida em ‘Caminho de Certificação’ 8. se isto ocorrer siga os passos acima mencionado para corrigir o problema de conexão. 12 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . outras não. Algumas Secretarias de Fazenda exigem toda a cadeia da certificação para permitir a conexão SSL3. 7. Caso o certificado esteja instalado. Caso seu certificado seja instalado sem todos os certificados contidos na cadeia de certificação você poderá ter acesso a apenas algumas secretarias de fazenda. pressione o botão ‘Exibir Certificado’.

Após pressionar o botão. 3.13 . você deverá exportá-lo juntamente com a chave privada. 6. 4. Para tanto. Conclua a operação informando o arquivo de destino.Exportando o certificado digital Após concluir a análise do certificado digital. Esta tarefa é muito importante para a segurança do certificado digital. basta pressionar o botão ‘Exportar’. 1. um Wizard será apresentado. Informe a senha do certificado. Por último remova o certificado. Assinale a opção que permite exportar a chave privada ou particular. Assinale a opção que inclua todos os certificado no caminho de certificação e todas as propriedades estendidas. Siga os passos por ele apresentado. 5. pressionando o botão remover conforme abaixo. 2. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .

deve-se: 1.Trib. é importante verificar se o sistema terá condições de gerar todas as informações necessárias para o leiaute da NF-e escolhida. • Cadastro de Produto (SB1) – Verifique se campo “Código de Origem” (B1_ORIGEM) está preenchido corretamente para todos os produtos válidos e se o código de barras (B1_CODBAR) é valido para a codificação EAN – caso não seja. deve ser criado o parâmetro MV_LJTPNFE por meio do ambiente Configurador. • Para as vendas realizadas pela interface Venda Assistida do módulo SIGALOJA. Sit. bairro. lembre-se de revisar os seguintes cadastros: • Cadastro de Clientes e Fornecedores (SA1/SA2) – Verifique se todos os clientes/fornecedores válidos possuem preenchidos corretamente os campos: CNPJ/CPF. Inscrição Estadual. é importante assegurar que para os novos clientes esses campos sejam preenchidos. a NF-e SEFAZ pode ser recusada na transmissão para o Totvs Services SPED (falha de schema XML) ou na SEFAZ (IE e ou CNPJ/CPF inválidos).ICM (F4_SITTRIB). Identificar os tipos de títulos a receber (campo E1_TIPO) que serão considerados Fatura.PIS (F4_CSTPIS) e Sit. Inscrição Estadual. Cidade e UF). A segunda opção é alterar o script de geração do XML da NFe para não processar esse campo. • Cadastro de Empresas (SIGAMAT – SM0) – Verifique se estão preenchidas corretamente as informações de CNPJ. código de município do IBGE (neste cadastro é solicitado o código da UF). haverá a necessidade do preenchimento do campo A1_EMAIL e A2_EMAIL. código do município do IBGE (A1_COD_MUN e A2_COD_MUN) e endereço (logradouro. Para a distribuição da NFe. Antes de iniciar a transmissão da NF-e para a SEFAZ de origem.IPI (F4_CTIPI).Trib. • Cadastro de Tipos de Entrada e Saída (SF4) – Verifique o preenchimento correto das informações de Sit.Testes iniciais 1. Lembramos que os códigos de preenchimento estão contidos no manual de integração do contribuinte. CEP. data no registro de empresas e endereço (logradouro. Bairro.COF.Trib. CEP. Para tanto. A primeira opção e alterar todo o cadastro de produto informando um código EAN ou retirar o código de barras. Em caso de transmissão errada de uma dessas informações. haverá duas opções. NIRE. que tenham o mesmo conceito do tipo de título NF emitido pelo Faturamento (SIGAFAT). opção “Ambiente/Cadastros/Parâmetros”: 14 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . ou seja.Passo 2 . Em caso de transmissão errada de uma dessas informações. cidade e UF). (F4_CSTCOF). conforme padrões estabelecidos pela SEFAZ. Para isso. a NF-e poderá ser recusada na transmissão para o Totvs Services SPED (falha de schema XML) ou na SEFAZ (IE e ou CNPJ/CPF inválidos). Além da verificação.Trib. Cód.

opção “Base de Dados/Dicionário/Base de Dados”: Tabela SD2 – Itens da Nota Fiscal de Saída Itens/Pastas Campo Campo Tipo Tamanho Decimais Formato Informações Título Descrição Visual Validações Val. Bruto Valor bruto do item Visualizar D2_VALBRUT Numérico 14 2 @E 99.999. Cont. Para geração do Livro Fiscal On-line configure o parâmetro MV_LJLVFIS: Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Ing. Sistema MaFisRef(“IT_TOTAL”.”MT100”.CO 2. separados por vírgula> <tipos de título a receber com 3 caracteres. MV_LJTPNFE Caracter <tipos de título a receber com 3 caracteres. Por. separados por vírgula> <tipos de título a receber com 3 caracteres. Pasta “Descrição” Descrição Tipos de títulos a receber do SIGALOJA considerados Fatura.99 Descrição 3. Gravar o valor bruto do item através do campo D2_VALBRUT. Tipo Cont.M->D2_VALBRUT) Vlr. Cont.999. Esp.999. separados por vírgula> Exemplo de conteúdo deste parâmetro: MV_LJTPNFE = FI .Pasta “Informações” Nome da Var.15 . criado por meio do ambiente Configurador. Válido para NF-e SEFAZ.

Fiscais (Escrituração dos livros fiscais – SIGAFAT – Faturamento (Processamento de pedidos). ocorre pelo ambiente Fiscal. Por esta razão. • Dedique uma atenção especial às informações de situação tributária da TES. recomendamos a implantação dos seguintes módulos para uma maior segurança das informações remetidas ao governo: o SIGACOM – Compras (Recebimento de materiais). • A autorização de uma nota fiscal eletrônica pode ser obtida independentemente do correto envio das informações por ela requeridas. Descr. • Caso um dos campos citados não exista em sua base de dados. Observações importantes: • Especificamente para NF-e SEFAZ. elas indicam como o sistema realizou o cálculo e a escrituração dos impostos contidos na NF-e e precisam ser preenchidas mesmo quando a operação não possui cálculo ou a escrituração do imposto. Descr. os campos F4_CSTPIS e F4_CSTCOF não possuem validação. Cont. não criam os campos como “obrigatório”. Por enquanto. Observação: Para mais informações sobre o parâmetro MV_LJLVFIS consulte o Boletim Técnico: 00000131472 Escrituração do Livro Fiscal de Saída. sendo essa tabela atualizada juntamente com as tabelas SF3 e SFT. ou “2”.Itens/Pastas Informações Nome da Var. opção “Base de Dados/Dicionário/Base de Dados”. MV_LJLVFIS Numérico 2 Descrição Define a geração do Livro “On-line”. o processamento ocorre pelo LOJA300. Para a NF-e foi criada a tabela CD2 – Livro digital de impostos (SPED) que descreve a memória de cálculo do sistema para cada um dos impostos. Os compatibilizadores. os códigos utilizados pela sua empresa. rotina MATA930 e gera vendas no livro “On-line”. consulte sempre o manual do contribuinte de sua versão de leiaute da NF-e e inclua na validação do usuário. 16 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . execute os compatibilizadores “UPDFIS – Atualização da base fiscal” e “UPDSFT“. no entanto. sendo “1”. para que as alterações surtam efeito. Tipo Cont. Por. portanto. uma vez que o fisco ainda não publicou a tabela de códigos válidos. o o o SIGAFIS – Livros P1/P1A/P2/P2A/P8/P9). em caso de erro de preenchimento dessas informações a NF-e deverá ser cancelada e gerada novamente. Descrição Descrição Cont. Template DCL – somente para distribuidores de combustíveis. os campos citados devem ser alterados para “uso obrigatório” no ambiente Configurador. portanto.

• Caso não encontre uma vírgula. como premissa. aleatoriamente e veja o resultado. tente transmitir as notas fiscais eletrônicas no ambiente de homologação. revise os itens anteriores e certifique-se de garantir no processo de cadastramento das tabelas envolvidas que. Braz Leme”. O próximo passo é estudar criteriosamente o leiaute da sua versão de NFe e encontrar qual a melhor tag para inserir a sua informação. o número será “1671” e o complemento “1. uma vez que para a NF-e o fisco separou as informações complementares em duas modalidades: informações de interesse do cliente e do fisco. Em caso de inconsistências. em caso de novas inclusões. Exemplo: Endereço: Av. Braz Leme”. Exemplo: Endereço: Av.17 . o logradouro será “Av. Lembre-se que personalizações de impressão podem e devem ser desconsideradas. Observações Paralelamente a revisão dos cadastros. Postergue a alteração do Rdmake NfeSefaz para a próxima fase do projeto. Note que em algumas versões de leiaute da NF-e a inclusão de novas tags não é permitida e em outras existe um local adequado para serem inseridas. o logradouro será “Av. No módulo SIGALOJA (disponível na versão 8.AND”. essas informações sejam preenchidas. o número será “SN”. levante as informações de personalizações contidas na impressão da nota fiscal modelo 1/1A e análise quais delas necessitam ser transferidas para a NFe. considera como logradouro todo o texto anterior à vírgula.AND Para o endereço acima. Normalmente.• O campo endereço (logradouro) é tratado pelo sistema considerando-se os seguintes aspectos de digitação: • Caso o sistema encontre uma vírgula.Teste de transmissão de erros Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . deve ser aplicado previamente o procedimento descrito no BOPS 00000108982. Braz Leme SN Para o endereço acima. a primeira ocorrência após a vírgula e como complemento. para a NF-e SEFAZ são aplicadas apenas as Notas Fiscais emitidas pela interface Venda Assistida e. Seguidos esses passos. Passo 3 . 1671 1.11). Siga os procedimentos de instalação contidos neste boletim técnico. Braz Leme. Como número. o sistema considera a última ocorrência como número. a segunda ocorrência. foque somente nas personalizações de informações. somente as informações de mensagens da nota necessitarão de personalização.

Após um período mínimo confortável de testes. Passo 5 . 4. 2. Assegure-se de ter um procedimento para substituir todo o ambiente rapidamente. Testes de erro nos cadastros revisados no item anterior.prw’. monitorar o consumo do link de comunicação e a utilização do hardware.1. Analise o manual do contribuinte ou o manual de homologação de sua Secretaria de Fazenda para preparar um plano de testes com os códigos de mensagem de erro que poderão ser simulados. A configuração do documento é feita no parâmetro MV_ESPECIE. considerando hardware e software. analisar diariamente tantas notas no sítio do portal de homologação. • • • • Testes de perda do link com a SEFAZ. O intuito dessa fase é preparar os faturistas para todas as situações que poderão ocorrer no dia-a-dia da empresa. seguindo as instruções abaixo: 1. somente após realizar os seguintes testes: • Testes de SEFAZ inoperante. já foi alterado e disponibilizado para os testes. seja utilizado o certificado digital de produção para a assinatura da NF-e. Verifique junto à Secretaria de Fazenda os procedimentos que ela exige para formalizar esse passo e comunique a SEFAZ de origem sua decisão. Simule o plano de testes 4. Configure uma nova série de documentos. sugerimos que sejam simuladas situações reais de não-conformidade na NF-e. Todas as notas emitidas nos formulários 1/1A devem ser transmitidas para a SEFAZ de origem e aleatoriamente analisadas no ambiente da Secretaria de Fazenda (sítio do portal de homologação) a fim de validar as informações que foram entregues. opção “Ambiente/Cadastros/Parâmetros”. É recomendável que. nessa fase. 3. Convoque os usuários-chaves e treine-os para realizar o plano de testes. Verifique se o Rdmake ‘NfeSefaz. 5. Recomendamos um mínimo de 1 mês de testes. Departamento de TI. Considere essa fase concluída. Nesta fase. 2.Teste de emissão simultânea 1. Testes de expiração do Certificado Digital de comunicação e assinatura. Testes de perda do ambiente de comunicação com a SEFAZ – Totvs Services SPED. Exemplo: Departamento Fiscal. definindo as obrigações de cada um dos departamentos envolvidos. Passo 4 . Prepare um plano de testes. Configure o parâmetro conforme instruções a seguir: 18 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . por meio do ambiente Configurador. atentando-se para que a espécie do documento NF-e seja “SPED”. passe para a próxima fase. Nesta fase. 2. sugerimos que sejam simuladas situações reais de emissão de nota fiscal. 3. etc.Produção Após concluir as etapas anteriores você estará pronto para entrar em produção.

que responde e realiza serviços webservices e utiliza um banco de dados relacional. conforme manual de integração do contribuinte. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . O TOTVS Services SPED é um aplicativo desenvolvido na mesma plataforma Protheus. é provável que não foi atualizado o compatibilizador “UPDFIS”. Tipo Cont. deverá ser informada no campo Espécie Documento (F1_ESPECIE) a espécie “SPED”. 4. devido ao grande volume de dados. não há consumo de licença. faça a atualização do compatibilizador. Caso não haja mais formulários 1/1ª. opção “Ambiente/Cadastros/Tabelas”. antes de encerrar o projeto. utilize os formulários de segurança.1 =SPED. crie uma nova série de nota fiscal.1 =SPED. UNI=NF. Cont. Processo de configuração e instalação do Totvs Services SPED Observação Os procedimentos a seguir aplicam-se somente a clientes que não utilizarão o Totvs Services SPED hospedado no DataCenter da Totvs. Nossa escolha pela utilização de um SGBD deve-se porque todos os aplicativos do Projeto SPED utilizam um SGBD. consultar guia de plataformas homologadas. verifique se a Tabela 42 possui a espécie “SPED”. Atente-se para não inserir um código diferente do informado no item anterior. UNI=NF. Procure a “Tabela 01” e insira um novo código numérico. Para os clientes que não utilizam banco de dados relacional. Acompanhe o processo de emissão da NF-e por mais um mês. 3. Pasta “Descrição” Descrição Contém os tipos de documentos fiscais utilizados na emissão de notas fiscais MV_ESPECIE Caracter UNI=NF.Pasta “Informações” Nome da Var. Cont. Se não existir. Parametrize o sistema de homologação para produção e guarde os formulários de papel para as contingências.1 =SPED. Para notas fiscais de entrada. Por.19 . Na mesma opção de menu “Ambiente/Cadastros/Tabelas”. em formulário próprio. recomendamos a utilização de um SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados) gratuito. Esp. Apesar do TOTVS Services SPED utilizar o TOTVS DbAcess. Ing. Se for o caso. Ainda no ambiente Configurador.

Protheus. Para mais informações. para verificação dos procedimentos de instalação e configuração do aplicativo TotvsDbAcess. 20 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . não existe restrição de utilização no mesmo servidor e no mesmo DATABASE. tais como: http e web services. Este ambiente será utilizado para os demais serviços necessários para a operação da nota fiscal eletrônica.Protheus (TOTVS Wizard – Assistente de Configuração). Para mais detalhes. sugerimos verificar o help on-line do “Manual de Instalação do Protheus”. crie um ambiente conforme demonstrado nas figuras a seguir.INI do Totvs Aplication Server . Utilizando o Wizard de configuração do . Recomendamos a instalação em um ambiente separado.Configurações/processos a serem executados na instalação do Totvs Services SPED: 1. 2. consulte o manual de instalação do Totvs Aplication Server . por questões de segurança. porém.

21 .Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .

3.Protheus. conforme as figuras abaixo: 22 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Configure os serviços de Web Services e HTTP utilizando o Wizard de configuração do .INI do Totvs Aplication Server .

23 . Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . saia do Wizard e selecione o arquivo de configuração do INI do Totvs Aplication Server – Protheus e na seção JOB_SPED_XXYY ( XXYY = Empresa+Filial ) retire a informação PREPAREIN. Configure o serviço de Workflow da NF-e utilizando o Wizard de configuração do INI do Totvs Aplication Server – Protheus. execute o Wizard novamente. 4. Após essa alteração. conforme as figuras abaixo. Isso é imprescindível para o correto funcionamento do Totvs Services SPED e para não haver consumo de licenças.Observação: Antes de prosseguir. informando a função Advpl ‘SPEDWF’.

se um certificado digital for solicitado o acesso https foi realizado. 7.5. Encerre o Wizard. pois não haverá mais necessidade de utilizá-lo. baixe os pacotes de schema XML de seu leiaute da NF-e e coloque-os descompactados no diretório 24 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .br/portal/schemas. configure o arquivo extensão INI do Totvs Aplication Server . 6. 8. Acesse o portal da NF-e por meio do site http://www. remova-o. entre em contato com o seu administrador de rede.fazenda.gov. Caso a comunicação do browse com a Secretaria de Fazenda utilizar um proxy para comunicação.aspx. contido no manual de integração do contribuinte. Certifique-se que o hardware escolhido tenha comunicação https com a SEFAZ de origem e faça o teste utilizando um browse e o endereço do Webservices da SEFAZ. por questões de segurança.nfe. Evite instalar o certificado digital no browse. conforme abaixo: [PROXY] Enable=1 Server=<endereço ip> Port=<porta> User=<dominio\usuário> Password=<senha> Em caso de dúvidas. se o fizer.Protheus.

. abaixo do rootpath. informando a função “SPEDNFE”. utilizar o localhost. com uma senha de administrador do sistema e acesse a opção “Atualizações/Faturamento/NF-e SEFAZ” (SPEDNFE) e execute a rotina. Observação: 1.zip fornecido em nossos pacotes de atualização. Se tiver dúvidas quanto ao pacote correto. significa o Servidor do ERP e o Totvs Services SPED. Caso contrário. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .25 . Portanto. Certifique-se de que o compatibilizador UPDFIS foi executado recentemente.INI Exemplo: [ORACLE] (. Essa rotina busca acesso ao Totvs Services SPED e. Observe atentamente as mensagens de texto e responda todas as perguntas.. Observação: Informe a URL em que se encontra o servidor Totvs Services SPED. Nome do menu Submenu Nome da rotina Programa Atualizações Faturamento SPED NFe SPEDNFE 3. será apresentada a tela de assistente de configuração da nota fiscal eletrônica. caso não consiga. Para utilização de Banco de Dados Oracle deverá selecionar a opção “Usar BLOB para campos MEMO” no Top Connect. Acesse o ambiente Faturamento. encontram-se no mesmo hardware. A versão do Top Connect deve ser igual ou superior a 26/12/2007. 3. 9. opção “Ambiente/Cadastros/Menus” e crie um novo item de menu no faturamento (SIGAFAT) com o título “SPED NFe”. Inicialize o servidor Totvs Aplication Server que você acabou de configurar. Cabe salientar que o endereço deve ser especificado. Acesse o ambiente Configurador. efetue sua atualização conforme instruções do Boletim Técnico “UPDFIS – Atualização da Base Fiscal”. baixe todos ou utilize o arquivo schemas. 2. 2. considerando-se o hardware em que está o Totvs Aplication Server – Protheus do ERP. Para utilização dos campos do tipo BLOB é necessário configurar o OCIVersion 8 no TOPCONN.\schemas\.) OCIVERSION=8 Procedimentos de utilização da NF-e SEFAZ no Protheus 1. A nomenclatura da URL segue o padrão utilizado em browses de internet. 4.

Nessa pasta. ou p12). Se isto ocorrer. sendo obrigatório para emitentes com mais de 1000 notas/dia. Após a confirmação de aceite do certificado digital. O sistema está preparado também para o uso de HSM e é recomendado pela Secretária da Receita Federal. devido à segurança que o equipamento proporciona. Informe a senha do certificado digital Informe a senha do certificado digital ou o PIN de acesso ao HSM Observação: O Totvs Services SPED está preparado para trabalhar com certificados digitais do tipo Privacy Enhanced Mail (PEM) devido sua compatibilidade com os sistemas Windows e Linux.Informações sobre os novos campos: Slot do certificado digital Informe o Slot de armazenamento no HSM do certificado digital Label do certificado digital Informe o Label de armazenamento no HSM do certificado digital Informe o nome do arquivo do modulo HSM Informe o nome do arquivo da biblioteca de comunicação ( client ) do HSM. verifique a pasta ‘certs’ que está abaixo do RootPath do Totvs Services SPED. primeiro altere o tipo do certificado digital e depois informe o nome do certificado e a senha. você poderá receber de sua Autoridade Certificadora ou da Secretaria de Fazenda um certificado do tipo Personal Information Exchange (pfx. O TOTVS Application Server fornece integração com os HSMs da marca SAFENET. Essa biblioteca é fornecida pelo fabricante ( SAFENET ) e deve ser colocada abaixo do diretório Rootpath do Application Server do Protheus. Porém. você observará dois certificados digitais que poderá utilizar para preencher a chave SSL mencionada na instalação do Totvs Services SPED. sendo que os modelos homologados foram: • LUNA SA • LUNA SP • LUNA PCI • LUNA PCM • PROTECTSERVER Externo • PROTECTSERVER Gold • ProtectHost EFT Observação: Para o pleno funcionamento da NFe é necessário que o certificado digital no HSM seja importado com as seguintes diretivas: • CKA_PRIVATE 26 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .

6. Opção “6 Sefaz Virtual – RS”: Alguns contribuintes do Mato Grosso do Sul estão recebendo uma notificação da SEFAZ do Estado. Modalidade? Informe se a modalidade é 1 .Normal. reveja os passos citados anteriormente. 4 Ambiente Nacional. o sistema verificará a cada 20 minutos se a SEFAZ retornou e.Sefaz Virtual . Para os novos contribuintes que estão iniciando a transmissão da NF-e para a SEFAZ do Paraná estão sendo recebidos na própria SEFAZ do Paraná. Caso não consiga. o sistema está apto a realizar uma consulta à SEFAZ de origem. por meio do botão “Status SEFAZ”.DPEC ou 6 . Conclusão: Os contribuintes que realizavam a transmissão devem parametrizar o parâmetro “Modalidade?” como 4-Ambiente Nacional e para os novos contribuintes como 1-Normal. Se todos os passos foram seguidos corretamente.27 . A partir deste momento o contribuinte deve enviar suas notas à SEFAZ Virtual RS e deve utilizar esta opção no parâmetro Modalidade. Clique no botão “Parâmetros” e configure as perguntas de acordo com as instruções a seguir. 5 . Versão NFe? Informe a versão do layout da Nota Fiscal eletrônica da SEFAZ Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ .Contingência SCAN. 5. Opção “5 Contingência Eletrônica – DPEC”: Esta opção é utilizada para transmissão da Declaração Prévia de Emissão em Contingência(DPEC). 2 . Entrando em contingência. 3 . enviará o e-mail até que o cliente saia da contingência. Observação: Opção “4 – Ambiente Nacional”: Exemplo: SEFAZ do Paraná Os contribuintes que já realizavam a transmissão da NF-e para a SEFAZ do Paraná é feito um direcionamento para o ambiente nacional.Contingência Off-Line. Esta opção deve ser utilizada se a mesma situação acontecer com a SEFAZ de outros estados. em caso positivo. Ambiente? Informe se o ambiente é o de Produção ou Homologação.RS. Sugerimos fazer um teste.• • CKA_VERIFY CKA_SIGN Observação: O Campo “E-mail de notificação” serve para informar o e-mail do responsável que receberá a notificação das ocorrências de exceção da SEFAZ. Esse mecanismo aciona um e-mail a uma conta de notificação com os dados da mensagem que ocorreu o erro e retransmitirá esta mensagem a cada 20 minutos até que o cliente entre em contingência. 7. informando que serão descredenciados da SEFAZ RS e serão credenciados para o envio da NF-e para a SEFAZ Virtual do Rio Grande do Sul.

Nota Fiscal Inicial Informe a nota fiscal inicial a ser transferida. uma mensagem similar a demonstrada a seguir. Será apresentada a tela para que sejam definidas as faixas de notas fiscais que serão transferidas da mesma forma que se faria numa impressão. 11. Atenção: Nessa tela. Nesse momento. 9. clique no botão “Avançar”. Em seguida. Em seguida. será apresentada. Caso haja algum erro de configuração ou de preenchimento do cadastro de empresas (SM0) informados no item “implantação”. localizado no rodapé da tela. clique no botão “Transmissão”. 28 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Caso a resposta do SEFAZ seja superior a este valor. 10. para que o sistema sugira ao operador de faturamento entrar em contingência. Série da NF Informe a série da NF. Tempo de espera? Informe o tempo de espera tolerável. 8. a descrição de “Observação” somente é preenchida por algumas SEFAZs e seu objetivo é fornecer uma previsão de retorno do serviço em caso de paralisação. Configure os dados solicitados e confirme. em minutos. Será apresentada a tela descritiva referente à transmissão de Notas Fiscais para a SEFAZ.Versão CTe? Informe a versão do layout do Conhecimento de Transporte da SEFAZ Versão DPEC ? Informe a versão do layout da Declaração Prévia de Emissão em Contingência. o sistema já executou alguns serviços na SEFAZ de Origem (a SEFAZ é identificada pelo cadastro de empresas – SIGAMAT) e já mostrou para que o usuário decida se realiza a transferência para o SEFAZ de Origem ou entra em contingência. o sistema irá sugerir ao operador entrar em contingência. Os valores inferiores a 3 minutos serão desconsiderados. pois este é o tempo médio de processamento da SEFAZ.

Sendo o processamento realizado com sucesso. caso a personalização altere o XSD (XML Schema Definition). Tempo – Apresenta o intervalo em minutos de notas fiscais a serem monitoradas. Por este fato. 13. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . gerencia a fila de notas fiscais recebidas e faz a integração com a SEFAZ. Totvs Services SPED. o aplicativo de integração com a Nota Fiscal eletrônica. 12. o sistema irá executar o execblock ‘XmlNfeSef’ (NFESEFAZ. deve-se atentar que todas as personalizações de mensagens da Nota Fiscal devem ser replicadas para ele e nas TAGs permitidas pelo fisco. Esse botão apresenta cinco opções: • • • • Faixa – Apresenta o intervalo de notas fiscais a serem monitoradas. guardadas as devidas proporções. Consulta NFe – Apresenta um resumo da situação atual da NFe na base de dados da secretaria de Fazenda. Uma vez definida a faixa de transmissão. Esse execblock é similar ao ‘NfExamp’. O monitoramento dessa transação pode ser feito por meio do botão “Monitor”.Nota Fiscal Final Informe a nota fiscal final a ser transferida. Estatística – Apresenta um resumo das operações realizadas com a secretaria de fazenda. Clique no botão “Finalizar”.29 . a tela a seguir será exibida: 14. A nota fiscal será recusada e não será transmitida. localizado no rodapé da rotina. e é responsável pela implementação e geração do arquivo XML.PRW). Feita a transmissão. arquivo contendo definições na Linguagem XML Schema e definido pela Microsiga ou Fisco. Confira os dados e clique no botão “Avançar”.

conforme informado no tópico “Processo de implantação – Passo 2 – Testes iniciais”. o tempo de espera não foi superior a 30 segundos. utilize o botão “Danfe”. É utilizado para consultar qualquer NFe pela chave e apresenta o mesmo resultado da Consulta NFe. conforme figura anterior: • Botão “Recuperação XML”: Este botão permite ao usuário visualizar o XML que foi (ou será) transmitido para a SEFAZ. caso exista alguma informação incompleta no XML. a mesma será apresentada na mensagem de validação do Schema. • Botão “Schema”: Este botão permite validar o XML que foi (ou será) transmitido para a SEFAZ. 30 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Observação Nos testes realizados e no retorno obtido dos clientes participantes do projeto piloto. e a empresa-usuária deve estar preparada para todas as denegações da NF-e.• Consulta NFe pela Chave – Apresenta uma tela com um campo. • Botão “Mensagens”: Este botão permite visualizar todas as tentativas de transmissão para a SEFAZ e as ocorrências decorrentes de cada uma das transmissões. Como a impressão se trata de um rdmake. porém. monitoramento e impressão da Danfe (PRTNFESEF – DANFEII. Para imprimir a Danfe.PRW). sendo um botão “OK” para confirmar e outro “Cancelar”. Esse processo é útil durante a customização do Rdmake de geração de XML ou para verificar informações faltantes nos cadastros do sistema. No caso de não assinatura da NFe. existe a possibilidade de recusa. deve-se observar os parâmetros de operação da SEFAZ de origem. Este processo valida todos os esquemas. Observação O padrão de impressão da Danfe é realizado em modo “Retrato”. mesmo após sua transmissão para a SEFAZ de origem. ao lado direito da tela. o processo de impressão da nota fiscal é substituído pelas rotinas de transmissão. o mesmo poderá ser customizado pelo cliente. Impressão da Danfe (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) Com a implementação da NF-e. para que seja digitada a chave de qualquer NF-e. disponível no rodapé da tela da NF-e SEFAZ. será inserida uma mensagem da validação do Schema XML quando houver problemas na sua estrutura. serão apresentados os seguintes botões. Importante Conforme o manual de integração do contribuinte para a NF-e. e dois botões. Após a transmissão. esta mensagem sempre será em inglês. Porém.

sua numeração é gravada na SEFAZ. 83 . esse número não pode ser utilizado novamente. 30. Em contrapartida. porém algumas Secretárias de Fazenda credenciam gráficas para esta finalidade.07.164. a SEFAZ apresenta a mensagem “Corrija a nota”. Salto. 371 Distrito Industrial de Santa Cruz.31 • • • • • .943. pode-se utilizar a mesma numeração. o contribuinte deverá configurar a rotina SPEDNFe utilizando o botão parâmetros e em seguida alterando o parâmetro ‘Ambiente’ de ‘Normal’ para ‘Contingência off-line’. quando apresenta a mensagem “Uso denegado”. CNPJ: 45. CASA DA MOEDA DO BRASIL CNPJ: 34. Para retornar a emissão normal execute o procedimento inverso. A transmissão do DPEC é feita para os WebServices do Sistema de Contingência Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . CNPJ atual.370/0001-09 End: Rodovia Salto Itu. Esta modalidade de contingência é baseada no conceito de Declaração Prévia de Emissão em Contingência – DPEC. conforme as versões 2. em duas vias e utilizando o formulário de segurança. conforme alteração (DOU de 04.07 pág. RIO DE JANEIRO (RJ) • ARJO WIGGINS LTDA.319/0005-06 End: Rua René Bittencourt. bairro Porto Góes. • As Secretarias de Fazenda disponibilizaram aos contribuintes usuários da Nota Fiscal Eletrônica. outro método on-line. O SCAN somente estará disponível quando as Secretarias de Fazenda adotarem os novos leiautes da NFe. que é denominado SCAN (Sistema de Contingência do Ambiente Nacional) e mais um denominado Contingência Eletrônica DPEC(Declaração Prévia de Emissão em Contingência ). transmita as notas e imprima a DANFE.Observações sobre o cancelamento da NF-e SEFAZ • Quando a NF-e SEFAZ é transmitida. em que o contribuinte usuário deverá utilizar formulários de segurança para imprimir a DANFE. Os formulários de segurança podem ser obtidos nas empresas abaixo. a mesma numeração não pode ser utilizada. na transmissão das notas.03 e 2. ou seja. SP. Para utilizar a contingência off-line. três métodos para contingência. • Quando. Ao efetuar seu cancelamento. Um método de contingência off-line. A única diferença é que em modo de ‘Contingência off-line’ a DANFE será impressa com uma observação adicional.Seção 1).04 do manual do contribuinte. que contem as principais informações da NF-e que serão emitidas em contingência. Observações quanto à contingência. Em ‘Contingência off-line’ execute os mesmos procedimentos que como se estivesse em operação ‘Normal’. informe-se antes de adquirir o papel. • O modelo de Contingência Eletrônica foi idealizado como alternativa que permita a dispensa do uso do formulário de segurança para impressão do DANFE e a não alteração da série e numeração. que será prestada pelo emissor para SEFAZ.

nele será validado e autorizado.xml” com os dados da NFe.As datas inicial e final referem-se a emissão da Nota Fiscal. Nota Fiscal Inicial. Observações sobre a legenda As cores das legendas são trocadas a cada interação do sistema com o Totvs Services Sped e também quando: 1) Quando a NFe for transmitida para o Totvs Services Sped– ‘NF transmitida’.Toda implementação deste modelo de transmissão foi baseada no “Manual do Sistema de Contingência Eletrônica”.CNPJ inicial e CNPJ final referem-se aos CNPJs dos destinatários. É possível utilizar os parâmetros de filtro: Serie de Nota Fiscal.Eletrônica (SCE) . Observação Somente serão exportadas NFe’s autorizadas para emissão do Danfe. Para retornar a emissão normal execute o procedimento inverso. Diretório de destino. Nota Fiscal Final. e logo após alterar o parâmetro ’Versão DPEC’ para a versão desejada (versão vigente 1.‘NF autorizada’ ou ‘NF Uso Denegado’ Observações sobre alguns botões • Botão “Filtro”: Este botão permite o usuário alterar o filtro sem a necessidade de sair e entrar na rotina novamente.”: 32 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . 4) Após a consulta da NF-e . o contribuinte deverá configurar a rotina SPEDNFe utilizando o botão parâmetros e em seguida alterando o parâmetro ‘Ambiente’ de ‘Normal’ para ‘Contingência Eletrônica . Após o retorno da autorização é que se deve imprimir a DANFE. O contribuinte usuário da Nota Fiscal eletrônica pode entrar em contingência em decorrência de problemas técnicos que o impeça de transmitir a NF-e para a Secretaria de Fazenda. CNPJ Inicial e CNPJ Final. Data Inicial. 2) Quando a NFe transmitida tiver problemas de integridade de dados – ‘NF não autorizada’.01). • Exportação de NFe em formato XML Com esta opção é possível exportar os dados das NFe’s em formato XML para o disco local.DPEC’. • Para utilizar a Contingência Eletrônica.xml” com as informações da transmissão e um “nfe. É gerado no diretório de destino selecionado um arquivo com final “aut. Data Final. • Botão “Visualiza Doc. 3) Após a impressão da DANFE – ‘NF autorizada’.

Tipo Cont.Este botão permite visualizar a nota fiscal que estiver selecionada. (Default: 0 . Tipo Cont. Pasta “Descrição” Descrição Informar a quantidade de horas. Esp. Cont. conforme a SEFAZ de cada estado determina. Por. Pasta “Descrição” Descrição Define o número de dias que o sistema irá esperar para excluir a NFe da base de dados.não apaga) MV_SPEDEXP Numérico 0 0 0 O parâmetro MV_SPEDEXC é para informar o número de horas para o cancelamento da nota fiscal eletrônica. Cont. de acordo com a SEFAZ de cada estado. Cont. Ing. Esta opção visualiza nota fiscal de saída e entrada dependendo do filtro realizado. para possibilitar o cancelamento da nota fiscal eletrônica. para um determinado diretório com a finalidade de um backup das Nfe. Com isso o sistema verificará o parâmetro MV_SPEDEXP para apagar as NFe da base de dados. Cont. • Botão “Exportar”: Este botão permite ao usuário exportar notas fiscais em formato XML. Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . MV_SPEDEXC Numérico 72 72 72 O parâmetro MV_SPEDEND é utilizado para configurar qual endereço será considerado na geração das informações do XML e do DANFE. Ing.33 . Esp. Pasta “Informações” Nome da Var. Por. Configure os parâmetros conforme instruções a seguir: Pasta “Informações” Nome da Var.

MV_SPEDEND Lógico F F F Pasta “Descrição” Descrição Configurar a NF-e SEFAZ quanto ao endereço que deve ser considerado. Cont. Por. MV_SPEDNAT Lógico F F F Pasta “Descrição” Descrição Configurar a NF-e SEFAZ referente à descrição da Natureza da operação. Cont. Ing. Ing. Tipo Cont. Cont. T = Descrição da tabela 13 do SX5 ou F = Descrição do campo F4_TEXTO. Pasta “Informações” Nome da Var. Esp.Pasta “Informações” Nome da Var. Esp. Por. T = Endereço de entrega ou F = Endereço de cobrança. Cont. O parâmetro MV_SPEDNAT é utilizado para definir onde o sistema busca a descrição da natureza de operação. 34 – Boletim Técnico – SIGAFAT/SIGAFIS – NF-e SEFAZ . Tipo Cont.