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NOTAS EXPLICATIVAS / SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Alterações ao Decreto– Lei n.

º 241/2007, de 21 de junho – Regime Jurídico novembro. aplicável aos Bombeiros Portugueses, no Território Continental, introduzidas pelo Decreto– Lei n.º 249/2012, de 21 de

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DL N.º 241/2007, DE 21 DE JUNHO

ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA

SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

Artigo 1.º Objeto O presente diploma altera o regime jurídico aplicável aos bombeiros portugueses no território continental, procedendo à segunda alteração ao Decreto– Lei n.º 241/2007, de 21 de junho. Artigo 2.º Alteração ao Decreto– Lei n.º 241/2007, de 21 de junho Os artigos 4.º, 5.º, 6.º, 21.º, 22.º, 23.º, 24.º, 26.º, 27.º, 29.º, 32.º, 33.º, 34.º, 35.º, 36.º, 37.º, 38.º, 40.º, 41.º, 42.º, 43.º e 46.º do Decreto-Lei n.º 241/2007, de 21 de junho, alterado pela Lei n.º 48/2009, de 4 de agosto, passam a ter a seguinte redação:
Artigo 4.º Deveres 1 – São deveres do bombeiro do quadro activo: a) Cumprir a lei, o Estatuto e os regulamentos; b) Defender o interesse público e exercer as funções que lhe forem confiadas com dedicação, competência, zelo, assiduidade, obediência e correcção; c) Zelar pela actualização dos seus conhecimentos técnicos e participar nas acções de formação que lhe forem facultadas; d) Cumprir as normas de higiene e segurança;

Artigo 4.º […] 1 – São deveres do bombeiro dos quadros de comando e ativo: a) […]; b) […];

Artigo 4º 1 – Clarifica a aplicação do artigo ao Quadro de Comando.

c) […]; d) […];
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DL N.º 241/2007, DE 21 DE JUNHO e) Cumprir as normas de natureza operacional, e) […]; com pontualidade e exercício efectivo das funções; f) Cumprir com prontidão as ordens relativas ao f) […]; serviço emanadas dos superiores hierárquicos; g) Usar o fardamento e equipamento adequado g) […]. às acções em que participe.

ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA

SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES

2 – […]. 2 – São deveres especiais dos elementos integrantes do quadro de comando: a) Garantir a unidade do corpo de bombeiros; b) Velar e garantir a prontidão operacional; c) Assegurar a articulação operacional permanente com as estruturas de comando operacionais de nível distrital; d) Assegurar, nos termos da lei, a articulação com o respectivo serviço municipal de protecção civil; e) Garantir a articulação operacional com os corpos de bombeiros limítrofes; f) Zelar pela segurança e saúde dos bombeiros; g) Planear e desenvolver as actividades formativas e operacionais; h) Elaborar as normas internas necessárias ao bom funcionamento do corpo de bombeiros, bem como as estatísticas operacionais; i) Garantir a articulação, com correcção e eficiência, entre o corpo de bombeiros e a respectiva entidade detentora, com respeito pelo regime jurídico do corpo de bombeiros e
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nos termos de regulamento próprio. Artigo 5. em caso de acidente de serviço ou doença contraída ou agravada em serviço. comando e activo: a) Usar uniforme e distintivos nos termos da regulamentação própria. c) Beneficiar de regime próprio de segurança social. 3 – São ainda deveres do bombeiro os que resultem de lei ou regulamento aplicáveis. Artigo 5. colóquios e seminários tendo em vista a sua educação e formação 4 . Artigo 5. considerada a natureza não operacional dos bombeiros destes quadros. subsídios e pensões. bem como outras regalias legalmente previstas.º 1 – São direitos dos bombeiros dos quadros de 1 – […]. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 3 – Os bombeiros que integram os quadros de reserva e honra estão sujeitos aos deveres referidos no n.º […] 3 – Estabelece a sujeição dos bombeiros que integram os Quadros de Reserva e Honra aos mesmos deveres dos bombeiros dos Quadros de Comando e Ativo.º Direitos 4 – [Anterior n. d) Receber indemnizações.º 1.º 241/2007. b) Receber condecorações pelo mérito e abnegação demonstrados no exercício das suas funções.º 3].DL N. e) Frequentar cursos. DE 21 DE JUNHO pelos fins da mesma entidade. à exceção da alínea e). à exceção do dever constante na alínea e do número anterior: “garantir a articulação operacional com os corpos de bombeiros limítrofes”.

para ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 5 . h) Ser integralmente ressarcido. DE 21 DE JUNHO pessoal. através de um fundo próprio. que abranja os riscos de morte e invalidez permanente. fisioterapia e recuperação funcional. internamentos hospitalares. ou por causa delas. e decorram de acidente de serviço ou doença contraída ou agravada em serviço ou por causa dele. estabelecida para os profissionais de risco.DL N. uniformizado e actualizado. próteses. desde que tais encargos não devam ser suportados por outras entidades. higiene e saúde no trabalho organizado nos termos da legislação vigente. g) Beneficiar de vigilância médica da saúde através de inspecções médico-sanitárias periódicas e ainda da vacinação adequada. tratamentos termais. por virtude de lei ou de contrato existente e válido. formação e aperfeiçoamento como bombeiro. por acidentes ocorridos no exercício das funções de bombeiro. f) Beneficiar de seguro de acidentes pessoais.º 241/2007. médicocirúrgica e dos elementos e exames auxiliares de diagnóstico. j) Beneficiar da bonificação em tempo. incapacidade temporária e despesas de tratamento. i) Ter acesso a um sistema de segurança. bem como a instrução. das comparticipações ou pagamentos a seu cargo das despesas com assistência médico-medicamentosa. com as necessárias adaptações.

3 – Os bombeiros do Quadro de Reserva e Quadro de Honra passam a beneficiar de alguns dos direitos até agora exclusivos dos bombeiros dos Quadros de Comando e Ativo. nomeadamente de esquemas de incentivos ao voluntariado.º 1. higiene e saúde no trabalho organizado nos termos da legislação vigente. 2 – São ainda direitos dos bombeiros os que resultem de outras leis ou regulamentos aplicáveis. b). “i) ter acesso a um sistema de segurança.º 1. d). f). DE 21 DE JUNHO efeitos de aposentação ou reforma. d). relativamente aos anos de serviço. e “j) Beneficiar da bonificação em tempo. à excepção dos direitos constantes nas alíneas “c) beneficiar de regime próprio de segurança social”. com as necessárias adaptações. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 2 – […]. b).º 241/2007.DL N.” 6 . para efeitos de aposentação ou reforma. relativamente aos anos de serviço prestado como bombeiro. g) e h) do n. 3 – Os bombeiros que integram os quadros de reserva e honra beneficiam dos direitos referidos nas alíneas a). f) e h) do n. e). 4 – Os elementos pertencentes à carreira de bombeiro especialista beneficiam dos direitos referidos nas alíneas a). 4 – Este número vem conferir aos bombeiros especialistas (carreira criada no artigo 35-A do presente diploma) os mesmos direitos dos bombeiros do Quadro de Comando e Ativo.

º Regalias no âmbito da educação 1 – Aos bombeiros dos corpos profissionais.º […] 2 – […]. b) Realizarem. quando requerida pelo comandante do corpo de bombeiros.º 241/2007. com pelo menos dois anos de serviço efetivo. com pelo menos dois anos de serviço efectivo é concedida ainda a faculdade de requererem em cada ano lectivo até cinco exames para além dos exames nas épocas normais e especiais. 3 – Os bombeiros voluntários do quadro de comando e das carreiras de oficial bombeiro e bombeiro do quadro ativo. DE 21 DE JUNHO Artigo 6. já consagradas na legislação em vigor. têm direito ao 3 – O reembolso de propinas e das taxas de inscrição da frequência do ensino secundário ou superior público passa a ser extensivo ao ensino privado. 2 – Aos bombeiros dos corpos profissionais.DL N. em data a combinar com o docente ou de acordo com as normas internas em vigor no estabelecimento de ensino. com um limite máximo de dois por disciplina. são concedidas as seguintes regalias: a) Relevação de faltas às aulas motivadas pela comparência em actividade operacional. mistos ou voluntários. 7 . os testes escritos a que não tenham podido comparecer comprovadamente por motivo do cumprimento de actividade operacional. 3 – Os bombeiros voluntários dos quadros de comando e activo com pelo menos dois anos de serviço efectivo têm direito ao reembolso das propinas e das taxas de inscrição da frequência ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 6. 1 – […]: mistos ou voluntários.

salvo se se tratar de início de curso.DL N. 6 – [Anterior proémio do n. no ingresso em jardins-escola. desde que. 5 – Quando o estabelecimento de ensino superior se situar fora do território nacional. b) Tenham tido aproveitamento no ano letivo anterior. estabelecimentos de ensino pré- a) [Anterior alínea a) do n. salvo tratando-se de início de curso. º 3 apenas será concedido se o curso for reconhecido pela entidade competente para o efeito. 4 – Vem estabelecer que a contagem de tempo efetivo é feita a partir da data de admissão no Corpo de Bombeiros. o benefício referido no n. desde que tenha sido efetuado o ingresso nas respetivas carreiras. cumulativamente: a) Não tenham beneficiado desta regalia para o mesmo grau académico. 4 – Os descendentes dos bombeiros falecidos. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES reembolso das propinas e das taxas de inscrição pagas pela frequência dos ensinos secundário ou superior.º 4]. o tempo de serviço é contado a partir da data de admissão no corpo de bombeiros. 8 . em caso de estabelecimento superior no estrangeiro.º 4]: acidentados em serviço ou vítimas de doença ou invalidez permanente contraída ou agravada em serviço ou por causa dele gozam das seguintes regalias: a) Prioridade. DE 21 DE JUNHO do ensino secundário ou do ensino superior público desde que tenham aproveitamento no ano lectivo anterior. 5– Vem limitar a concessão do benefício. 4 – Para efeitos do disposto no número anterior. em igualdade de condições e aptidões. infantários. ao reconhecimento do curso por entidade competente.º 241/2007. desde que exista ingresso nas respetivas carreiras.

bem como o aproveitamento no ano lectivo anterior. comprovar documentalmente a qualidade de bombeiro do progenitor. devendo. c) Ressarcimento de propinas e de taxas de inscrição pagas pela frequência dos ensinos secundário ou superior públicos. salvo quando se trate do início do curso respectivo. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES b) [Anterior alínea b) do n.º 4]. desde que tenham tido aproveitamento no ano letivo anterior. bem como o aproveitamento no ano letivo anterior. desde que tenham aproveitamento no ano lectivo anterior.DL N. para o efeito. sensoriais ou de fala. d) Preferência na atribuição de subsídios de estudo. salvo se se tratar de início de curso. 7 – Os descendentes de primeiro grau de bombeiros voluntários dos quadros de comando e ativo com pelo menos 15 anos de serviço têm direito ao reembolso das propinas e da taxa de inscrição paga pela frequência do ensino superior. c) Clarifica a redação anterior e torna o direito extensivo ao ensino particular.º 4]. b) Atribuição de um subsídio correspondente à taxa de inscrição em estabelecimento de ensino pré– escolar da rede pública ou da rede privada. d) [Anterior alínea d) do n. 7– Clarifica que o reembolso das propinas e da taxa de inscrição se destina aos descendentes de primeiro grau de bombeiros voluntários dos Quadros de Comando e Ativo. DE 21 DE JUNHO escolar e afins. salvo se se tratar de início de curso. para o efeito. a atribuir através do Fundo de Protecção Social do Bombeiro. mentais. e) Subsídios para custear as despesas de recuperação se forem deficientes motores.º 241/2007. salvo quando se trate do início do curso respetivo. e) [Anterior alínea e) do n. c) Reembolso de propinas e de taxas de inscrição pagas pela frequência dos ensinos secundário ou superior. 5 – Os descendentes de bombeiros com pelo menos 15 anos de serviço têm direito ao reembolso do valor da taxa de inscrição paga pela frequência do ensino superior público desde que tenham aproveitamento no ano lectivo anterior. comprovar documentalmente a qualidade de bombeiro do progenitor. 9 .º 4]. devendo. salvo se se tratar de início de curso.

no n. a atribuição dos benefícios referidos nos números anteriores. em vigor no início do ano letivo a que as propinas e taxas de inscrição se reportam. através do Fundo de Proteção Social do Bombeiro. 10 – Vem atribuir à LBP a competência de atribuição dos benefícios. dos processos de candidatura instruídos pela respetiva entidade detentora do corpo de bombeiros. 11 – A organização dos processos de candidatura referidos no número anterior é definida por regulamento aprovado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. 10 . após apreciação. 8 – O montante máximo a conceder. 9 – Passa a quantificar o limite máximo para pagamento dos benefícios. após apreciação por parte da ANPC dos processos de candidatura instruídos pela entidade detentora do CB. para pagamento dos benefícios referidos no n. 11 – Vem atribuir à ANPC a responsabilidade de aprovar um regulamento sobre a organização dos processos de candidatura com vista à atribuição dos benefícios.º 6 do presente artigo. para pagamento dos benefícios referidos no n.º 7 do presente artigo é o equivalente a 50% do valor referido no número anterior.DL N.º 5 e nas alíneas b) e c) do n. 9 – O montante máximo a conceder. é de um salário mínimo nacional.º 3. 10 – Compete à Liga dos Bombeiros Portugueses. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 8 – Vem estabelecer um limite máximo para pagamento dos benefícios. por parte da Autoridade Nacional de Proteção Civil.º 241/2007.

2 – As inspeções médico-sanitárias referidas no número anterior são asseguradas pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. quer em fase de admissão quer no decurso das várias fases de progressão na carreira. mediante protocolo a celebrar com a Liga dos Bombeiros Portugueses.º Isenção de taxas moderadoras 1 – Remete para o Decreto-Lei n.º […] 1 – [Anterior corpo do artigo].º Vigilância médica de saúde Artigo 21.º que os bombeiros beneficiam de isenção de pagamento de taxas moderadoras no âmbito do SNS. designadamente do disposto na alínea g) do artigo 4. . quando necessários em razão do exercício da sua actividade. designadamente nas prestações em cuidados de saúde primários e. em cuidados de 11 1 – Os bombeiros beneficiam de isenção de 1 – Os bombeiros beneficiam de isenção de pagamento de taxas moderadoras no âmbito do pagamento de taxas moderadoras no âmbito Serviço Nacional de Saúde. suportadas financeiramente pelo fundo de Proteção social do Bombeiro.º 113/2011. e suportadas pelo Fundo de Proteção Social do Bombeiro.º 241/2007. 2 – Confere à ANPC a faculdade de assegurar inspecções médico-sanitárias.º 113/2011. Resulta daquele regime jurídico.º 1 do artigo 5.º Isenção de taxas moderadoras ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 21. Artigo 22. através de um protocolo entre a ANPC e a LBP Artigo 22. do Serviço Nacional de Saúde. DE 21 DE JUNHO Artigo 21.º do presente decreto-lei.DL N. indispensáveis ao exercício da função de bombeiro.º Vigilância médica de saúde Sem prejuízo do apetrechamento das estruturas de bombeiros no que respeita à realização das inspecções médico-sanitárias.º […] Artigo 22.º do Decreto– Lei n. que regula o acesso às prestações do Serviço Nacional de Saúde por parte dos utentes no que concerne ao regime de taxas moderadoras e a aplicação de regimes especiais de benefícios. de 29 de novembro. devem ser realizadas as inspecções médico-sanitárias periódicas previstas na alínea g) do n. nos termos do disposto na alínea g) do artigo 4. de 29 de novembro.

previsto na alínea f) profissionais e voluntários.º […] As entidades detentoras de corpos de bombeiros devem manter. os limites de capital seguro e riscos cobertos. do n.º 1 do artigo 5.º […] Artigo 23. permanentemente Artigo 24. incluindo 2 – […]. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES saúde hospitalares. são fixadas por portaria conjunta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da administração interna e das finanças.º Informação As entidades detentoras de corpos de bombeiros prestam.º 241/2007. 2 – As condições mínimas do seguro. à Artigo 24. Artigo 23. por via informática.º do presente decreto-lei.º Seguro de acidentes pessoais Artigo 23.º Informação Clarifica a forma como a informação necessária dos beneficiários do seguro de 12 . 2 – […]. vindo restringir a isenção total originalmente prevista no DL 241/07 2 – Os bombeiros devem identificar-se mediante a apresentação de cartão de identificação de bombeiro ou outro que o substitua nos termos legais. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. Artigo 24.º Seguro de acidentes pessoais 1 – Clarifica a redação anterior.DL N. 1 – Os municípios suportam o encargo com o 1 – Os municípios suportam os encargos com o seguro de acidentes pessoais dos bombeiros seguro de acidentes pessoais dos bombeiros profissionais e voluntários.

três dias por mês. desde que o número de faltas não exceda. precedida de comunicação escrita e fundamentada do próprio. a informação necessária dos beneficiários do seguro de acidentes pessoais. em média. DE 21 DE JUNHO Autoridade Nacional de Protecção Civil os elementos de informação necessários à manutenção de relação permanentemente actualizada de beneficiários do seguro de acidentes pessoais.DL N. no Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses. designamente. nos termos dos números ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES acidentes pessoais deve ser assegurada. 2 – A falta referida no número anterior é 2 – […]. no prazo de três dias. 3 – A entidade patronal só pode opor-se à falta 3 – […].º Faltas para exercício de actividade operacional 1 – Os bombeiros voluntários dos quadros de 1 – […]. podendo a comunicação ser feita verbalmente em caso de extrema urgência.º […] 13 . do seu colaborador. atualizada. Artigo 26. comando e activo podem faltar ao trabalho para o cumprimento de missões atribuídas aos corpos de bombeiros a que pertençam. caso em que é posteriormente confirmada por escrito pelo comandante.º 241/2007. sem perda de remuneração ou quaisquer outros direitos e regalias. Artigo 26. confirmada pelo comandante do corpo de bombeiros. incluindo a frequência de acções de formação. através do RNBP.

compensa estes dos salários e outras remunerações perdidos. 6 – A Autoridade Nacional de Protecção Civil. 14 . em caso de manifesto e grave prejuízo para a empresa. sem perda de direitos. quando proceda à requisição de bombeiros voluntários.ºs 4 e 6 do presente artigo é definida por regulamento aprovado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.os 1. devidamente fundamentadas. os bombeiros voluntários têm a faculdade de faltar ao trabalho.DL N. 7 – A organização dos processos referidos nos n. 7 – Atribui à ANPC a responsabilidade de elaborar um regulamento que defina a organização dos processos referidos nos nº 4 e 6. 2 e 4 consideram-se justificadas. 6 – […]. em função de circunstâncias excepcionais e inopinadas. até ao máximo de 15 dias por ano. 4 – Para efeitos da frequência de cursos de 4 – […]. DE 21 DE JUNHO anteriores. formação na Escola Nacional de Bombeiros.º 241/2007. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 5 – […]. sendo as respectivas entidades patronais compensadas dos salários pagos pelos dias de trabalho perdidos. 5 – As faltas ao serviço dos bombeiros voluntários que ocorram nos termos dos n.

à Autoridade Nacional de Proteção Civil. b) […].DL N. 3 – Tem competência para conceder licenças: a) A entidade detentora do corpo de bombeiros. 3 – […]: a) A entidade detentora do corpo de bombeiros. doença e maternidade. DE 21 DE JUNHO Artigo 27. doença e parentalidade. devendo as dos comandantes ser comunicadas à Autoridade Nacional de Protecção Civil. 4 – As licenças por motivo de férias dos elementos da estrutura de Comando devem ser comunicadas. quando se trate de licenças requeridas pelos elementos da estrutura de comando. nomeadamente por motivo de férias. devendo de imediato. 2 – As licenças têm a duração máxima de um ano. nos restantes casos. um elemento do Comando. nomeadamente por motivo de férias.º […] 1 – Aos bombeiros voluntários que integram os quadros de comando e ativo podem ser concedidas licenças no âmbito da atividade do corpo de bombeiros. pelo menos. b) O comandante do corpo de bombeiros. 4 – Vem estabelecer um prazo para a comunicação das licenças dos elementos da estrutura de comando. devendo comunicar o facto à Autoridade Nacional de Protecção Civil e à câmara municipal respectiva. com a antecedência mínima de 15 dias. devendo a operacionalidade do corpo de bombeiros estar assegurada durante o período da licença com a presença de.º Licenças 1 – Vem conferir a licença de paternidade aos bombeiros voluntários dos Quadros de Comando e Ativo. 15 . 2 – […].º Licenças 1 – Aos bombeiros voluntários podem ser concedidas licenças. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 27. quando se trate de licenças requeridas pelo comandante do corpo de bombeiros. sujeita à operacionalidade do CB através da presença de pelo menos um elemento de Comando. a) Clarifica a redação anterior. no âmbito da actividade do corpo de bombeiros. Artigo 27. 4 – As licenças dos bombeiros profissionais são concedidas nos termos da legislação respectiva.º 241/2007. comunicar o facto à Autoridade Nacional de Proteção Civil e ao município respetivo.

DL N. desde que satisfeitas as seguintes condições: a) Existência de vaga no quadro do corpo de destino. 2 – O bombeiro transferido mantém a carreira. a categoria e os demais direitos adquiridos. 2 – Aos bombeiros do quadro de reserva é também permitida a transferência desde que: a) Seja para ocupar vaga no quadro ativo do corpo de bombeiro de destino. à Autoridade Nacional de Proteção Civil.º Mobilidade 1 – Aos bombeiros voluntários do quadro activo é permitida a transferência entre corpos de bombeiros. nos termos da legislação respetiva. ouvidos os comandantes dos corpos de bombeiros de origem e de destino.º 241/2007.º Mobilidade a) […]: b) [Revogada]. e b) O pedido não seja efetuado por motivos disciplinares. 2 – Vem possibilitar a transferência dos bombeiros do quadro de reserva condicionada às alíneas a) e b). c) O pedido não ser feito por motivos disciplinares.º […] 1 – […]: Artigo 29. 5 – As licenças dos bombeiros profissionais são concedidas nos termos da legislação respetiva. Artigo 29. c) […]. devendo as dos comandantes ser comunicadas. com a antecedência mínima de 15 dias. b) Autorização pela Autoridade Nacional de Protecção Civil. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 5 – Vem estabelecer um prazo para a comunicação das licenças dos bombeiros profissionais. a requerimento do interessado. Artigo 29. 16 .

3 – Os pedidos de transferência referidos nos números anteriores são efetuados a requerimento dos interessados. de entre bombeiros da categoria mais elevada. como de destino. Artigo 32. dirigido à Autoridade Nacional de Proteção Civil. pelo menos.º Estrutura de comando 1 – O provimento da estrutura de comando dos corpos de bombeiros voluntários ou mistos não pertencentes ao município é feito por nomeação de entre indivíduos com idades compreendidas entre os 25 e os 60 anos. cinco anos de atividade nos a) O comandante é nomeado pela entidade detentora do corpo de bombeiros.º ano ou equivalente com. a categoria. Artigo 32. pelo menos.DL N. preferencialmente de entre os oficiais bombeiros ou. de entre bombeiros da categoria mais elevada. na sua falta ou por razões devidamente fundamentadas. cinco anos de actividade nos a) Clarificação da redação.º ano ou equivalente com. tanto de origem.º […] 1 – O provimento da estrutura de comando dos corpos de bombeiros voluntários ou mistos não pertencentes ao município é feito por designação de entre indivíduos com idades compreendidas entre os 25 e os 60 anos.º 241/2007. nos termos seguintes: a) O comandante é designado pela entidade detentora do corpo de bombeiros. habilitados com o 12. acompanhado de parecer dos comandantes e das entidades detentoras. nos termos seguintes: 4 – Estabelece as condições nas quais o bombeiro do quadro de reserva é transferido. antiguidade e demais direitos adquiridos. Artigo 32. preferencialmente de entre os oficiais bombeiros ou. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 3 – Clarifica como são realizados os pedidos de transferência dos bombeiros do quadro de reserva. habilitados com o 12.º Estrutura de comando 1 – Clarificação da redação. na sua falta ou por razões devidamente fundamentadas. 17 . 4 – O bombeiro transferido mantém a carreira.

de entre os oficiais bombeiros ou. sob são nomeados pela entidade detentora. habilitados com o 12. c) Podem ainda ser nomeados para a estrutura de comando indivíduos de reconhecido mérito no desempenho de anteriores funções de liderança ou de comando. 2 – O limite máximo de idade para a permanência no quadro de comando é de 65 anos. de entre bombeiros da categoria mais elevada ou de bombeiros da categoria mais elevada ou de entre outros elementos que integram o entre outros elementos que integram o respectivo quadro activo. habilitados com o 12. b) O 2. DE 21 DE JUNHO quadros do corpo de bombeiros. sob proposta do comandante. de entre os oficiais proposta do comandante.º 241/2007. cinco anos de actividade. pelo menos. 3 – A nomeação dos elementos da estrutura de 3 – A designação dos elementos da estrutura 3) Clarificação da redação. pelo menos. d) As nomeações previstas nas alíneas d) Clarificação da redação. c) Podem ainda ser designados para a estrutura de comando indivíduos de reconhecido mérito no desempenho de anteriores funções de liderança ou de comando. 2 – O limite máximo de idade para a permanência no quadro de comando é de 65 anos. de entre devidamente fundamentadas. d) As designações previstas nas alíneas anteriores estão sujeitas a homologação pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. 18 . ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES quadros do corpo de bombeiros. em corpos de bombeiros ou fora destes. anos de atividade. na sua falta ou por razões bombeiros ou. b) Clarificação da redação.º respetivo quadro ativo. cinco ano ou equivalente com.º comandante e o adjunto de comando c) Clarificação da redação. b) O 2.DL N.º comandante e o adjunto de comando são designados pela entidade detentora.º ano ou equivalente com. na sua falta ou por razões devidamente fundamentadas. anteriores estão sujeitas a homologação pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.

com a antecedência mínima de 45 dias.DL N. cujos parâmetros são definidos por regulamento aprovado pela ANPC. contados de forma contínua. pelo período de cinco anos. a decisão devidamente fundamentada de não renovar a comissão. bem como a aprovação em curso de formação.º 241/2007 estabelecia 30 dias). cujos parâmetros são definidos por regulamento aprovado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. por parte do órgão de administração da Associação. 19 . 5 – Cria a responsabilidade da entidade detentora atribuir ao Comandante uma carta de missão. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES de comando não pertencentes à carreira de oficial bombeiro deve ser precedida de avaliação destinada a aferir as capacidades físicas e psicotécnicas dos candidatos. nos termos de regulamento da Autoridade Nacional de Proteção Civil. 4 – As designações para os cargos a exercer na estrutura de comando dos corpos de bombeiros voluntários ou mistos detidos por associações humanitárias de bombeiros são exercidas em regime de comissão de serviço. 4 – As nomeações para os cargos a exercer na estrutura de comando são feitas pelo período de cinco anos. renováveis por iguais períodos. para a não renovação da comissão de serviço (o nº 5 do DL n. a entidade detentora entrega ao Comandante uma carta de missão da qual constam os principais objetivos. 5 – No início de cada comissão de serviço.º 241/2007. automaticamente renováveis por iguais períodos se o órgão de administração da associação não notificar. nos termos de regulamento da Autoridade Nacional de Protecção Civil. bem como a aprovação em curso de formação. sobre a data de termo da comissão. 4 – Passa para 45 dias o prazo para a notificação. o interessado. por escrito. DE 21 DE JUNHO comando não pertencentes à carreira de oficial bombeiro deve ser precedida de avaliação destinada a aferir as capacidades físicas e psicotécnicas dos candidatos.

c) Em oficial bombeiro superior. com parecer favorável da entidade detentora. DE 21 DE JUNHO 5 – A nomeação para exercício de funções na estrutura de comando dos corpos de bombeiros voluntários ou mistos detidos por uma associação humanitária de bombeiros considera-se automaticamente renovada. de acordo com os critérios seguintes: a) Em oficial bombeiro de 1. com a antecedência mínima de 30 dias.º. passar ao quadro de reserva ou ao quadro de honra se estiverem verificados os respectivos pressupostos. excepto se a entidade detentora do corpo de bombeiros notificar por escrito. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 6 – Condiciona a renovação da comissão ao cumprimento da carta de missão. em alternativa. no final de duas comissões. no final de uma comissão. podendo.º 241/2007. 8 – Introduz os efeitos em caso da não renovação da comissão de serviço do titular do cargo de comando. 7 – Da decisão de não renovação da comissão de serviço cabe recurso para a comissão arbitral prevista no artigo 33.ª. 7 – Estabelece o procedimento de recurso em caso de decisão de não renovação da comissão de serviço. 7 – O titular de cargo de comando em corpo de bombeiros voluntário ou misto que pertença ao quadro activo de um corpo de bombeiros e cuja comissão não seja renovada é integrado na categoria mais elevada da carreira de oficial bombeiro na condição de supranumerário. 8 – O titular do cargo de comando do corpo de bombeiros voluntário ou misto detido por associação humanitária de bombeiros que pertença ao quadro ativo e cuja comissão não seja renovada é integrado na carreira de oficial bombeiro. a decisão devidamente fundamentada de não renovar a comissão. no final de três ou mais comissões. a interpor no prazo contínuo de 15 dias a contar da data de notificação da decisão de não renovar a comissão. 20 .DL N. 6 – Da decisão a que se refere o número anterior cabe recurso para a comissão arbitral prevista no artigo seguinte. na condição de supranumerário. b) Em oficial bombeiro principal. 6 – O incumprimento da carta de missão é motivo fundamentado para a não renovação da comissão.

depois de cumprir uma comissão. requeira a cessação de exercício de funções por razões profissionais ou de saúde é integrado na carreira de oficial bombeiro. 21 .º […] 1 – Para apreciação e decisão dos recursos interpostos das decisões de não renovação do exercício do cargo de comando a que se refere o n.DL N. à passagem ao quadro de reserva ou ao quadro de honra. em alternativa.º Comissões arbitrais 1 – Para apreciação e decisão dos recursos interpostos das decisões de não renovação do exercício do cargo de comando a que se refere o n. 10 – Os titulares do cargo de comando referidos nos n. à passagem ao quadro de reserva ou ao quadro de honra. 9 – O titular do cargo de comando do corpo de bombeiros voluntário ou misto detido por Associação Humanitária que pertença ao quadro ativo e que. 8 – O provimento na estrutura de comando dos 11 – [Anterior n.º Comissões arbitrais 1 – Clarificação da redação. Artigo 33. verificados os respetivos pressupostos. corpos de bombeiros profissionais ou mistos na dependência de municípios é feito de acordo com o regime a definir em decreto-lei. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 9 – Define os efeitos da cessação da comissão de serviço a pedido do titular do cargo.ºs 8 e 9 podem.º 241/2007.º 6 do artigo anterior são criadas comissões arbitrais compostas pelo presidente da 10 – Possibilita aos titulares do cargo de comando optarem por requerer o regresso ao Quadro Ativo na categoria respetiva.º 8].º 7 do artigo anterior são criadas comissões arbitrais compostas pelo presidente da Artigo 33. na condição de supranumerário. verificados os respetivos pressupostos. de acordo com os critérios referidos no número anterior. Artigo 33. requerer o regresso ao quadro ativo na categoria respetiva.

3 – Vem estabelecer que a comissão arbitral deverá apreciar e decidir sobre o recurso interposto no prazo de 60 dias contados a partir do dia seguinte ao da receção do recurso. bombeiros profissionais ou mistos na dependência dos municípios desenvolve-se de acordo com o regime a definir em decreto-lei.º Carreira de oficial bombeiro 1 – A carreira de oficial bombeiro é composta pelas seguintes categorias: a) Oficial bombeiro superior.ª. Artigo 34. e) Estagiário.º […] 1 – […]. Artigo 34. 2 – A carreira de oficial bombeiro dos corpos de 2 – […]. 2 – As deliberações da comissão arbitral são lavradas em acta e têm carácter vinculativo. por um representante designado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil e por um elemento indicado pela Liga de Bombeiros Portugueses. que preside. c) Oficial bombeiro de 1. b) Oficial bombeiro principal. DE 21 DE JUNHO assembleia geral da associação humanitária de bombeiros. 22 . 3 – A comissão arbitral deverá apreciar e decidir sobre o recurso interposto no prazo de 60 dias contados a partir do dia seguinte ao da receção do recurso.º 241/2007. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES assembleia geral da associação humanitária de bombeiros. por um representante designado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil e por um elemento indicado pela Liga de Bombeiros Portugueses.DL N. 2 – […]. que preside.º Carreira de oficial bombeiro Artigo 34. d) Oficial bombeiro de 2.ª.

5 – Vem estabelecer a idade de admissão a estágio na carreira de oficial bombeiro a indivíduos habilitados com licenciatura adequada.ª. devendo os candidatos estar habilitados com bacharelato ou licenciatura adequados. ouvida a Escola Nacional de Bombeiros e o Conselho Nacional de Bombeiros. ouvida a Liga dos Bombeiros Portugueses e o Conselho Nacional de Bombeiros. homologado pelo Ministro da Administração Interna.º 241/2007. 3 – A carreira de oficial bombeiro dos corpos de bombeiros mistos não dependentes do município ou voluntários desenvolve-se nos termos de regulamento a elaborar pela Autoridade Nacional da Proteção Civil. DE 21 DE JUNHO 3 – Nos corpos de bombeiros não pertencentes ao município. 6 – O provimento nas categorias de oficial bombeiro é da competência do comandante do corpo de bombeiros e sujeito a confirmação pela Autoridade Nacional de Protecção Civil. após aproveitamento em estágio. com a 4 – Vem estabelecer a duração mínima de 1 duração mínima de um ano. 6 – Vem clarificar que o tempo de frequência em estágio apenas releva para efeito de atribuição de regalias e antiguidade no Corpo de Bombeiros. três anos de serviço. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 3 – Clarificação da redação. Passa a prever-se que a LBP seja ouvida sobre o regulamento. e em obediência ao disposto nos números seguintes. homologado pelo Ministro da Administração Interna. o desenvolvimento da carreira de oficial bombeiro bem como a definição dos conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e promoção fazem-se nos termos de regulamento da Autoridade Nacional de Protecção Civil. 5 – Podem ser admitidos como estagiários na carreira de oficial bombeiro. 23 6 – O tempo de frequência em estágio apenas releva para efeito de atribuição de regalias e antiguidade no Corpo de Bombeiros. de acordo com o disposto nos números seguintes. 5 – O acesso às categorias da carreira de oficial bombeiro faz-se de entre candidatos com.DL N. 4 – A categoria de estagiário é atribuída durante a frequência do estágio de ingresso. os indivíduos habilitados com licenciatura adequada. 4 – O ingresso na carreira de oficial bombeiro é feito na categoria de oficial bombeiro de 2. com idades compreendidas entre 20 e 45 anos. pelo menos. desde que a sua duração não seja superior a dois anos e seja seguida de um ingresso. . com idades compreendidas entre 20 e 45 anos. desde que a sua duração não seja superior a dois anos e seja seguida de um ingresso. ano para a frequência de estágio de ingresso. com a classificação de Muito bom ou de cinco anos de serviço com a classificação de Bom na categoria anterior.

na categoria anterior. mediante concurso. o qual é válido para vagas abertas no prazo máximo de dois anos. de oficial bombeiro voluntário faz-se por promoção.º4). 8 – A lei passa a prever um mecanismo alternativo de ingresso na carreira. clarificando os procedimentos para determinar a ordem do preenchimento dessas vagas. com pelo menos três anos de serviço e que preencham as condições definidas no regulamento referido no n.º 241/2007. de entre os candidatos com. 24 . DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 7 – Clarificação da redação (ver anterior n. semelhante ao mecanismo da reclassificação previsto no actual regulamento de carreiras. por via de ingresso especial. 9 – O acesso às restantes categorias de carreira 9 – Clarificação da redação (ver anterior n.º 5). 10 – Vem condicionar os ingressos e acessos na carreira de oficial bombeiro voluntário à existência de vagas nas respetivas categorias.DL N. desde que sejam possuidores de licenciatura adequada.ª. sem prejuízo do previsto no número seguinte. 10 – Os ingressos e acessos na carreira de oficial bombeiro voluntário estão condicionados ao número de vagas existentes nas respetivas categorias e são preenchidos respetivamente pela ordem de classificação obtida pelos candidatos na formação inicial ou no concurso. após aproveitamento em estágio. candidatar– se à carreira de oficial bombeiro. pelo menos.º 3 do presente artigo. 7 – O ingresso na carreira de oficial bombeiro é feito na categoria de oficial bombeiro de 2. três anos de serviço com classificação de Muito Bom ou cinco anos de serviço com classificação de Bom. 8 – Os bombeiros pertencentes aos quadros de comando e ativo podem.

12 – Clarificação da redação (ver anterior n. define os conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e promoção da carreira de oficial bombeiro.º Carreira de bombeiro voluntário 1 – […]. 4 – Vem clarificar os efeitos do tempo de 25 .ª. 12 – A Autoridade Nacional de Proteção Civil. com a duração mínima de um ano. 11 – O limite de idade para permanência na carreira de oficial bombeiro é de 65 anos. 3 – Podem ser admitidos a estágio os indivíduos com idades compreendidas entre os 17 e os 45 anos. c) Bombeiro de 2. Artigo 35.º Carreira de bombeiro 1 – A carreira de bombeiro é composta pelas seguintes categorias: Chefe. a) Subchefe.DL N. d) Bombeiro de 3. 3 – Vem aumentar a idade de admissão a estágio para o intervalo de 17 e 45 anos. e) Estagiário.º 3). ouvida a Escola Nacional de Bombeiros e o Conselho Nacional de Bombeiros. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 11 – Vem estabelecer os 65 anos como o limite de idade para permanência na carreira de oficial bombeiro.º 241/2007. Artigo 35. 4 – O tempo de frequência em estágio apenas 2 – Vem estabelecer a duração mínima de 1 ano para a frequência do estágio para ingresso.ª.º Carreira de bombeiro voluntário 2 – A categoria de estagiário é atribuída durante a frequência do estágio para ingresso.ª. b) Bombeiro de 1. Artigo 35.

e em obediência ao disposto nos números seguintes. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES frequência no estágio.º 241/2007. após aproveitamento em estágio. ouvida a Liga dos Bombeiros Portugueses.ª. desde que a sua duração não seja superior a dois anos e seja seguida de um ingresso. de acordo com o disposto nos números seguintes. 5 – A carreira de bombeiro voluntário dos corpos de bombeiros mistos ou voluntários desenvolve-se nos termos de regulamento a elaborar pela Autoridade Nacional da Proteção Civil. 4 – A carreira de bombeiro voluntário desenvolve-se nos termos de regulamento a elaborar pela Autoridade Nacional de Protecção Civil. 5 – O ingresso na carreira de bombeiro voluntário é feito na categoria de bombeiro de 3. releva para efeito de atribuição de regalias e antiguidade no corpo de bombeiros. independentemente da existência de vaga na categoria. 3 – A carreira de bombeiro profissional dos corpos de bombeiros detidos por associações humanitárias desenvolve-se de acordo com portaria do Ministro da Administração Interna.º 4). 26 . homologado pelo Ministro da Administração Interna. 2 – A carreira de bombeiro dos corpos de bombeiros profissionais ou mistos na dependência dos municípios desenvolve-se de acordo com o regime a definir em decreto-lei. ouvida a Liga dos Bombeiros Portugueses e o Conselho Nacional de Bombeiros. 6 – O ingresso na carreira de bombeiro voluntário é feito na categoria de bombeiro de 3. 6 – Vem clarificar que o ingresso na carreira de bombeiro voluntário é independente da existência de vagas na categoria. de entre indivíduos com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos. homologado pelo Ministro da Administração Interna.DL N.ª de entre os estagiários aprovados no respetivo estágio. sendo as 5 – Clarificação da redação (ver antigo n.

9 – Os acessos na carreira de bombeiro voluntário estão condicionados ao número de vagas existentes nas respetivas categorias e são preenchidos pela ordem de classificação obtidas pelos candidatos na formação inicial ou no concurso. 9 – Clarifica como são preenchidos os acessos na carreira de bombeiro voluntário. caso o número de lugares preenchidos exceda a dotação global da carreira. a qual é válida para as vagas abertas no prazo de dois anos. de entre os candidatos com. mediante concurso de avaliação curricular e prestação de provas de conhecimento.º 6). se verifique que o número de lugares preenchidos excede a dotação global da carreira.º 241/2007. 7 – Sempre que. 7 – Cria a obrigatoriedade de alterar o quadro de pessoal no prazo de 6 meses. o quadro de pessoal é obrigatoriamente alterado no prazo de 6 meses. 6 – O acesso às restantes categorias da carreira de bombeiro voluntário faz-se mediante concurso com prestação de provas.DL N. pelo menos. de entre candidatos que possuam pelo menos três anos de serviço com a classificação de Muito bom ou cinco anos com a classificação de Bom na categoria anterior. 8 – O acesso às restantes categorias da carreira de bombeiro voluntário faz-se por promoção. 7 – As vagas de ingresso e de acesso na carreira de bombeiro voluntário são preenchidas respectivamente pela ordem de classificação obtida pelos candidatos na formação inicial ou no concurso. 27 . em resultado dos ingressos referidos no número anterior. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES vagas preenchidas pela ordem de classificação obtida pelos candidatos na formação inicial. 8 – Clarificação da redação (ver anterior n. o qual é valido para vagas abertas no prazo máximo de dois anos. 8 – O provimento nas categorias da carreira de bombeiro é da competência do comandante do corpo de bombeiros. três anos de serviço com a classificação de Muito Bom ou cinco anos de classificação de Bom na categoria anterior.

º 241/2007.º 9]. ouvida a Escola Nacional de Bombeiros enquanto Autoridade Pedagógica do Setor e o Conselho Nacional de Bombeiros. devido à sua especialização. em funções diretamente associadas a essa especialidade. Passa a prever a audição da ENB sobre esta matéria. homologado pelo Ministro da Administração Artigo 35. que vem criar uma nova carreira.º– A Carreira de bombeiro especialista 1 – A carreira de bombeiro especialista é constituída por elementos que. define os conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e promoção da carreira de bombeiro. ouvida a Liga dos Bombeiros Portugueses e o Conselho Nacional de Bombeiros. DE 21 DE JUNHO 9 – O limite de idade de permanência na carreira de bombeiro voluntário é de 65 anos. 28 . 11 – A Autoridade Nacional de Proteção Civil. ------------------------------ Artigo 35. 10 – A Autoridade Nacional de Protecção Civil.º– A Carreira de bombeiro especialista Novo artigo. integram o quadro ativo em apoio ao corpo de bombeiros. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. 2 – A carreira de bombeiro especialista dos corpos de bombeiros mistos ou voluntários desenvolve– se nos termos de regulamento a elaborar pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. vocacionada para áreas funcionais específicas. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 10 – [Anterior n. define os conteúdos programáticos dos cursos de ingresso e de promoção. 11 – Clarificação da redação.DL N. reportadas a uma área funcional nos termos previstos nos números seguintes.

mediante proposta do Comandante e parecer favorável da entidade detentora.DL N. os elementos que: a) Detenham habilitação académica ou profissional específica para o cumprimento das missões do corpo de bombeiros. pode a Autoridade Nacional de Proteção Civil aprovar outras áreas funcionais com justificado relevo para o corpo de bombeiros. de acordo com o disposto nos números seguintes. 3 – A carreira de bombeiro especialista prevê as seguintes áreas funcionais: a) Emergência pré hospitalar. f) Músicos e fanfarristas. b) Prevenção e segurança contra incêndios. 6 – Os oficiais bombeiros e os bombeiros voluntários do quadro ativo que detenham habilitação académica ou profissional definida 29 . 4 – Excecionalmente. 5 – Podem ingressar na carreira de bombeiro especialista. e) Condução e manutenção de veículos.º 241/2007. b) Tenham idade compreendida entre os 18 e os 55 anos. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Interna. c) Socorros a náufragos e buscas subaquáticas d) Busca e salvamento.

8 – A carreira de bombeiro especialista não possui qualquer progressão. define os conteúdos programáticos do curso de ingresso 30 . 10 – A dotação da carreira de bombeiro especialista não pode exceder os 30 % do quadro de pessoal homologado. 12 – A idade limite para permanência na carreira de especialista é de 65 anos. 13 – A Autoridade Nacional de Proteção Civil. ouvida a Escola Nacional de Bombeiros e o Conselho Nacional de Bombeiros. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES no número anterior podem requerer a integração na carreira de bombeiro especialista. 9 – O número de bombeiros na carreira de bombeiro especialista não conta para efeitos de dotação do quadro de pessoal. 11 – Os músicos e fanfarristas não contam para a dotação prevista no número anterior.DL N. 7 – Compete ao comandante do corpo de bombeiros apreciar e decidir sobre a mudança de carreira definida no número anterior.º 241/2007.

que vem possibilitar aos elementos do quadro ativo e de reserva que tenham solicitado a sua demissão. Artigo 35. na carreira e categoria que o elemento detinha à data da demissão. c) O elemento tenha uma idade inferior a 65 anos. Artigo 35. 3 – Nos casos em que seja requerida a readmissão num outro corpo de bombeiros que não o de origem. b) Exista vaga no quadro ativo. 2 – Os pedidos de readmissão são efetuados a requerimento dos interessados. dirigidos à Autoridade Nacional de Proteção Civil. acompanhados de parecer do comandante e da entidade detentora do corpo de bombeiros. desde que: a) O pedido de demissão não tenha sido originado por razões disciplinares. o pedido de readmissão referido no número anterior deve ser igualmente acompanhado do parecer do comandante do corpo de bombeiros do qual o elemento se tenha demitido. o requerimento da sua readmissão no corpo de bombeiros anterior ou num outro.º– B Readmissões Novo artigo.DL N. mediante o preenchimento de algumas condições. poderão requerer a sua readmissão no corpo de bombeiros anterior ou num outro. 31 .º– B Readmissões 1 – Os elementos do quadro ativo e de reserva que tenham solicitado a sua demissão. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES na carreira de bombeiro especialista.º 241/2007.

Artigo 36. exige-se prova de conhecimentos das matérias constantes dos cursos ou módulos de formação exigidos para a categoria e um período de estágio de três meses.º Avaliação 1 – Vem clarificar que. 2 – Clarificação da redação.º. 2 – A avaliação deve privilegiar o mérito e o cumprimento dos objectivos previamente fixados. 3– Vem interligar a avaliação de desempenho com a carta de missão prevista no n. para além dos bombeiros do Quadro Ativo. seu desempenho. exige-se um período de estágio de três meses. 1 – Os bombeiros do quadro activo são sujeitos a 1 – Os bombeiros dos quadros de comando e avaliação periódica do seu desempenho. distinguindo os elementos mais competentes. também os bombeiros do Quadro de Comando estão sujeitos a avaliação de desempenho. 32 .º 5 do artigo 32.º Avaliação Artigo 36. 3 – A avaliação dos bombeiros do quadro de comando deve privilegiar o cumprimento dos objetivos fixados na carta de missão referida no n. com ativo estão sujeitos a avaliação periódica do relevo para a progressão na carreira. sendo igualmente necessário o cumprimento dos seguintes requisitos: a) No caso de elementos com mais de três anos de ausência.DL N.º […] Artigo 36. 2 – A avaliação deve privilegiar o mérito e o cumprimento dos objetivos previamente fixados.º 5 do artigo 32º. DE 21 DE JUNHO ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 4 – A readmissão é sempre efetuada na categoria que o elemento detinha no momento da sua demissão.º 241/2007. a qual releva para efeitos de progressão na carreira dos bombeiros do quadro ativo. b) No caso de elementos com menos de três anos de ausência.

DE 21 DE JUNHO 3 – O sistema de avaliação dos bombeiros voluntários consta de regulamento elaborado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil.º Bombeiros voluntários 1 – Aos bombeiros voluntários aplica-se regula. a homologar pelo membro do Governo responsável pela administração interna.DL N. 4 – O sistema de avaliação dos bombeiros dos quadros de comando e ativo consta de regulamento elaborado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. 33 . Regional e Local aplica-se subsidiariamente aos bombeiros voluntários. Artigo 38. 2 – O Estatuto Disciplinar dos Funcionários e Agentes da Administração Central. Artigo 37.º […] 1 – […].1 – […].º […] Artigo 37.º Bombeiros voluntários 2 – O Estatuto Disciplinar dos trabalhadores que exercem funções públicas aplica-se subsidiariamente aos bombeiros voluntários.º Penas disciplinares 1 – Aos bombeiros voluntários podem ser aplicadas as seguintes penas: Artigo 37. aprovado por portaria do Ministro da Administração Interna. a homologar pelo membro do Governo responsável pela administração interna. mento disciplinar próprio. 2 – Clarificação da redação. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros.º 241/2007. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. salvaguardado o disposto nos artigos seguintes. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 4 – Vem clarificar a aplicação do sistema de avaliação aos bombeiros dos Quadros de Comando e Ativo. Artigo 38.

º Competência disciplinar 1 – A aplicação das penas de advertência e de repreensão escrita é da competência de todos os superiores hierárquicos em relação aos bombeiros que lhes estejam subordinados. sem prejuízo de anulação da pena. 2 – As penas de advertência e repreensão escrita são aplicadas por faltas leves de serviço. a impossibilidade de novo ingresso. d) Demissão. 3 – A aplicação de qualquer pena disciplinar ao 3 – […]. 3 – […]. DE 21 DE JUNHO a) Advertência. 2 – A aplicação das penas de suspensão e de demissão é da competência do comandante do corpo de bombeiros. 2 – A aplicação das penas de repreensão escrita.º 241/2007.º Competência disciplinar 1 – Os superiores hierárquicos passam a poder aplicar apenas a pena de advertência aos bombeiros subordinados. 4 – Vem impossibilitar que quem tenha sido alvo de pena de demissão possa reingressar em qualquer Corpo de Bombeiros. em qualquer corpo de bombeiros. b) Repreensão escrita.DL N. Artigo 40. Artigo 40. Artigo 40. c) Suspensão de 10 até 180 dias. sem dependência de processo escrito mas com audiência e defesa do arguido.º […] 1 – A aplicação da pena de advertência é da competência de todos os superiores hierárquicos em relação aos bombeiros que lhes estejam subordinados. 3 – As penas de suspensão e de demissão são aplicadas mediante processo disciplinar. 2 – O comandante do Corpo de Bombeiros passa a ter a competência exclusiva de aplicar a pena de repreensão escrita. 34 . para além das penas de suspensão e demissão. 4 – A pena de demissão determina. de suspensão e de demissão é da competência do comandante do corpo de bombeiros. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES 2 – […].

decide. cabe recurso hierárquico. cuja entidade detentora seja uma associação humanitária de bombeiros. em matéria disciplinar. constituído pelos presidentes da assembleia geral. da direcção e do conselho fiscal. da direção e do conselho fiscal. cabe recurso hierárquico para o conselho disciplinar desta.º Recursos ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 41. 35 .º 241/2007. 4 – […]. em matéria disciplinar. de cuja decisão não é admissível recurso gracioso. a interpor no prazo de 15 dias. no prazo de 60 dias. 2 – Vem estabelecer o prazo de 15 dias para se interpor recurso hierárquico de decisões em matéria disciplinar. cuja entidade detentora seja uma associação humanitária. do comandante do corpo de bombeiros misto ou voluntário. 4 – Das decisões proferidas nos termos dos números anteriores cabe recurso contencioso nos termos gerais. de cuja decisão não é admissível recurso gracioso. 2 – Das decisões. 1 – Das decisões em matéria disciplinar não aplicadas pelo comandante do corpo de bombeiros cabe recurso hierárquico para este. 3 – […].º […] 1 – (Revogado).DL N. Artigo 41. para o conselho disciplinar desta. e o prazo de 60 dias para a decisão do conselho disciplinar. 3 – Das decisões aplicadas nos termos do n. do comandante do corpo de bombeiros misto ou voluntário. que.º 3 do artigo anterior cabe recurso hierárquico facultativo para o presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil. 2 – Das decisões. DE 21 DE JUNHO comandante do corpo de bombeiros é da competência do comandante operacional distrital. constituído pelos presidentes da assembleia geral.

3 – O modelo do cartão de identificação de bombeiro é aprovado por despacho da Autoridade Nacional de Proteção Civil. através do registo no RNBP. Artigo 43.º Cartões de identificação 1 – Os bombeiros têm direito a cartão de identificação. registada no processo individual do arguido e comunicada à entidade detentora do corpo de bombeiros e à Autoridade Nacional de Protecção Civil. 3 – A ANPC aprova o modelo do cartão. 36 . ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. segundo modelo aprovado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil. ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 42.º 241/2007.DL N. registada no processo individual do arguido no Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses e comunicada à entidade detentora do corpo de bombeiros e à Autoridade Nacional de Proteção Civil. designadamente.º Cartões de identificação 2 – Passa a ser da competência da DNB a emissão de todos os cartões de identificação de bombeiro. 2 – Compete à Direção Nacional de Bombeiros assegurar a emissão do cartão de identificação de bombeiro. Artigo 42.º Comunicação. Artigo 43. a partir do Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses.º […] 1 – […]. 3 – Os cartões dos bombeiros dos demais corpos são emitidos pelo respectivo corpo de bombeiros. incluindo os dos Corpos de Bombeiros pertencentes aos municípios. publicação e registo das penas Clarifica o procedimento para o registo da informação relativa à aplicação da pena disciplinar. DE 21 DE JUNHO Artigo 42. 2 – Os cartões de identificação dos bombeiros dos corpos pertencentes aos municípios são emitidos pelas câmaras municipais. ouvido o Conselho Nacional de Bombeiros. Artigo 43.º […] A aplicação de pena disciplinar de repreensão escrita ou superior é publicada em ordem de serviço.º Comunicação. publicação e registo das penas A aplicação de pena disciplinar de repreensão escrita ou superior é publicada em ordem de serviço.

º– A Regime Transitório de Carreiras Os oficiais bombeiros e os bombeiros voluntários do atual quadro ativo. subsídios para despesas de recuperação e vigilância médica da saúde.º […] 1 – O Fundo de Proteção Social do Bombeiro.DL N. suporta os encargos previstos nos artigos 8.º 241/2007. DE 21 DE JUNHO Artigo 46. de 4 de Junho de 1932. de 28 de março. que vem possibilitar aos oficiais bombeiros e aos bombeiros voluntários do atual Quadro Ativo na condição de supranumerários. 19. 18. no âmbito da Liga dos Bombeiros Portugueses. 37 . criado pela portaria do Ministério do Interior. Artigo 46. Artigo 48.º.» ---------------------- Artigo 48. com as inovações da Portaria n.º Encargos financeiros 1 – Vem estabelecer que o Fundo de Proteção do Bombeiro deve assegurar também os encargos relativos às regalias no âmbito da educação. pensão de preço de sangue. cujas condições são definidas por regulamento aprovado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil. 8. de 28 de Março.º e 20.º Encargos financeiros O Fundo de Protecção Social do Bombeiro. 2 – Estabelece em 85% o limite máximo para os encargos referidos no número anterior.º. na condição de supranumerários. de 4 de junho de 1932. 2 – Os encargos previstos no número anterior não podem exceder 85% do montante anualmente transferido pelo Estado para o Fundo de Proteção Social do Bombeiro. 19. 20. obrigações contributivas.º. de serem integrados na carreira de bombeiro especialista.º.º e 21º. assistência médica e medicamentosa. suporta os encargos previstos nos artigos 6. podem ser integrados na carreira de bombeiro especialista. no âmbito da Liga dos Bombeiros Portugueses.º ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELO NOVO DIPLOMA SÚMULA DAS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Artigo 46. criado pela portaria do Ministério do Interior.º.º 233/87.º 233/87. com as inovações da Portaria n.º– A Regime Transitório de Carreiras Novo artigo.