Artes Gráficas Processos de A - W

Artes Gráficas Processos de A - W

até hoje utilizado.HISTÓRIA DAS ARTES GRÁFICAS A indústria de Artes Gráficas completa quase 550 anos nesse início de milénio . John Baskerville. se transformam. O norte-americano Richard Hoe criou a primeira rotativa tipográfica. Gianbattista Bodoni é eleito Diretor de Imprensa do Duque Ferdinando de Parma. Lá edita sua versão da Bíblia. Gutenberg imprime a Bíblia de 42 linhas.nasce a fotografia. livro de filigranas e letras iniciais em duas cores. para o tipógrafo Philippe Grandjean. 1800. a fotografia. a comunicação de massa. que inventou a caixa de tipos móveis. Christophe Plantin edita os oito volumes da Bíblia Polyglota. 1758-1768. a tecnologia de impressão. Azul e Verde (RGB). 1455. uma pequena cronologia da evolução das Artes Gráficas. 1457. sistema que foi melhorado e batizado de estereotipia pelo tipógrafo francês Firmin Didot. O inglês Lord Stanhope constrói uma prensa de ferro capaz de imprimir duas páginas de uma vez. foi um dos principais impressores europeus. 1464. O escocês William Ged inventa a composição de páginas inteiras numa só matriz. Nicolas Jenson desenha e manda fundir a primeira fonte no estilo Roman. O escocês James Clerk Maxwell mostra que todas as nuanças de cor derivam de três cores primárias — Vermelho. e se completam. desenha a fonte que leva seu nome. A evolução do design. E impresso na Alemanha o Psalt. 1734. considerada um dos melhores trabalhos tipográficos e de impressão do século XVIII. Aldus Manutius imprime o livro Hypnerotomachia Poliphili. 1470. mãe da impressão Offlset. onde é o responsável pela gráfica. Glande Garamond desenha sua primeira família de tipos. tipógrafo. 1822. e cessa a importação de fontes de outros países (principalmente da Itália) na Inglaterra. 1569-1572. 1725. Gutenberg inventa os tipos móveis.considerando seu início com a impressão da Bíblia de Gutemberg. 1520. Gutenberg é um dos artesãos responsáveis. Até sua morte em 1516. 1861. 1796. O inglês William Caslon desenha 38 fontes. O rei Luís da França solicita o desenho de uma fonte para uso exclusivo da coroa francesa. e a procura da humanidade pelo conhecimento se misturam. 1499. O alemão Móis Senefelder inventa a impressão química sobre pedras — a litografia. 1846. Os alemães Sweynheym e Pannartz abrem sua primeira gráfica em Roma. Abaixo. Joseph IVicephore Niépce obtém uma imagem permanente utilizando uma câmara escura . a criação de tipos. 1450. e leciona na Cambridge University. . 1768. patrocinado pelo rei Filipe II da Espanha. 1692. Essa migração germânica produziu uma revolução tipográfica na Europa.

que fundia os tipos na hora de compor o texto. 1924. 1991. sendo então gravado em fita perfurada de papel. Edwin Land produz um filme de revelação instantânea e funda a Polaroid. 1978. pela primeira vez. Surgem as primeiras máquinas fotográficas digitais. Essa fita era colocada em outro equipamento. textos e fotos podiam ser montados juntos em computadores pessoais — os PCs. da índigo e da Xeikon. a câmera Videodisk. O alemão naturalizado norte-americano Ottmar Mergenthaler inventa a linolipo. 1963. 1985. mecanicamente. que armazenava imagens por alguns minutos em um disco flexível de plástico.o Kodachrome. 1947. fotocomponedora na qual o texto era digitado. Comercializada a primeira câmera fotográfica portátil . Começa na Inglaterra a utilização de chapas metálicas curvas com letras fundidas e fotografias reticuladas. 1972. Foi patenteada a primeira máquina que viria a tornar-se a monotipo. Surgem as primeiras impressoras digitais para pequenas tiragens. 1869. Os irmãos franceses Auguste e Louis Lumière desenvolvem o primeiro sistema de fotografia açores. 1879. 1930. uma revolução para a época. É impresso nos EUA o livro The Wonderful World of Insects. 1997. Comercializados os primeiros scanners pela Hell. 1878. Compunha os textos em larguras de coluna préestabelecidas pelo operador. a primeira máquina de composição tipográfica a utilizar a luz e gravar as letras em papel fotossensível. George Eastman (fundador da Kodak) patenteia um sistema de emulsão sensível à luz para chapas de impressão. em 1886. publicação que teve os textos compostos no Photon. Lançada pela Compugraphic a CompuWriter. que dava saída na fotocomposição em papel fotográfico. primeiro equipamento a utilizar raio laser para saída de filmes . Surgem os CDs.uma Leica com lente Leitz 24X36 mm.a primeira imagesetter. 1990. do PDF e da transmissão remota de arquivos via FTP. 1910 (circa). 2000.1867. Surge o primeiro filme colorido que combina uma camada gelatinosa para cada cor na mesma película . Frederich Eugene Ives desenvolve o sistema de defracão da imagem em linhas de pontos . . componedora que fundia uma linha de tipos de uma só vez.a retícula. Lançada a linguagem PostScript pela Adobe. São enviados pela primeira vez arquivos gráficos pela Internet em PDF. Criada na Universidade de Stanford a primeira máquina fotográfica digital. 1971. Estabelecimento definitivo do CTP. 1907. 1953. 1993. E lançado pela Monotype o Lasercomp. As empresas Heidelberg e Presstek gravam as primeiras chapas de impressão direto do computador .surge a tecnologia CtP (Computer to Plate). 1980. pelo norte-americano James Clephane. Foi instalada a primeira máquina no jornal New York Tribune.

além de fortalecer sua relação com o cliente. graças a informações e necessidades de seu cliente. envelopes. prazo e quantidades adequadas. lhe concederá alguns minutos de seu precioso tempo para municiá-lo com toda a informação necessária. impactante. um projeto gráfico deve ser desenvolvido dentro de uma determinada verba. e não deve ser projetado para mais do que isso. tintas especiais. cintas de papel. Poderá ser preciso embalá-las individualmente. chamativo. você tem. uso de vernizes. por sua vez.CRIAÇÃO GRÁFICA Técnica e talento. sacos plásticos personalizados. Junto a ele. enviado pelo correio. . por exemplo. escolha do papel e número de cores de impressão. que após três semanas de manuseio já esteja “desmontando”. etc. só texto. Muitos projetos começam prevendo vários tipos de acabamento. Isso definirá quais processos poderão ser utilizados. uma ideia de como será seu produto. serão poupados algum tempo e muito dinheiro. Para atingir esse equilíbrio. selos. formato. agressivo. adesivos. são alguns exemplos de produtos secundários. lido por uma ou mais pessoas. Sem contar os envelopes. tem apenas alguns minutos de vida útil. Conhecer o objetivo da peça gráfica junto a seu cliente vai ajudar a definir níveis de qualidade e custo. trata-se de dinheiro jogado fora. Imagine um catálogo de produtos. jovens. Princípios básicos que devem ser questionados. da cor do papel. Mesmo um super-ocupado diretor de indústria. Como o produto será usado? Manuseado. da criação ao pós-venda. ensinar ou vender? Saber qual a intenção do impresso é parte importantíssima do processo de criação. Seu cliente. Qual a disponibilidade de verba para execução do impresso? Na maioria das vezes. será definido o caminho a ser tomado já no primeiro layout O impacto dessas questões será sentido em todas as fases do projeto gráfico. Revistas podem ser entregues porta a porta. em sua primeira visita ao cliente. Paralelamente. você estará iniciando o processo de criação e execução com maiores chances de acerto. Obter essa informação junto ao cliente pode evitar surpresas desagradáveis. Quem é seu público? Compradores. E necessário definir com precisão qual o melhor tipo de embalagem para estas revistas. Sobretudo se você demonstrar que. Assim. Esta é uma resposta a ser dada pelo cliente (sempre ele). Sóbrio. Não é você quem decide sobre a utilização final do impresso. O que deve conter seu projeto? Fotos e textos. número de dobras e e ajudará a medir custos adicionais. aspecto e função da mesma. partes da estrutura do produto vão se definindo. A escolha de fontes. a peça gráfica não é o produto final Rótulos. que ditará o tipo de acabamento a ser feito. E este tipo de informação é obtida junto ao cliente. Um encarte de supermercado. papel a ser usado. obtendo todas as informações possíveis. tabelas ou gráficos ilustrativos? E parte fundamental para a definição da estrutura. embalagens. Qual a intenção do impresso? Divertir. serviços ou ambos? Respondendo a questões como estas. A peça gráfica oferece produtos. profissionais ou leigos? Saber quem vai consumir o impresso é fator decisivo para caracterizar suas necessidades. fotos com legendas. informar. assim. Estes dois componentes básicos da criação e produção de impressos devem sempre andar juntos e em equilíbrio. Como outras empresas irão trabalhar com seu produto? Muitas vezes. pelos Correios. certas questões técnicas se apresentam. colado a outro produto ou encartado? Esse é mais um aspecto fundamental. Como as pessoas vão receber seu produto? Você pensou em colocar a palavra “IMPRESSO” em destaque nos fôlderes enviados pelo correio? As tarifas postais são tremendamente reduzidas com a simples aplicação dessa palavra. o designer e/ou o produtor gráfico deve ter em mente algumas questões importantes. Como o produto será apresentado? Desde a fase inicial. informal. Perceba que são adjetivos que podem muito bem ser atribuídos a uma pessoa. discreto. Conhecer o produto final no qual será aplicada sua obra também é fator determinante da estrutura. com certeza. vendidas em bancas ou distribuídas gratuitamente. talvez. do número de cores de impressão e do formato.

etc. Mas ao receber o orçamento da gráfica percebe-se que ultrapassou a verba prevista. Saber o quanto se tem para gastar determina quais processos poderão ser utilizados. .

Boxes de cor (benday): Nunca utilize 3 cores. não há problema. sendo pelo menos uma cor sólida (100%). no máximo 2 cores sendo pelo menos uma cor sólida (100%). no máximo 2 cores sem restrição de porcentagens. Para cada tipo de papel. que levam a um resultado de impressão também diferente. A lineatura de saída determina a resolução (L/ cm = linhas de retícula por centímetro quadrado). Se a diferença estiver dentro de uma faixa de 5% nos percentuais para mais ou para menos. utilizando para isso produtos semelhantes aos utilizados nas impressoras Offset planas. Mas lembrando que tonalidades pastel tendem a escurecer na impressão rotativa. Textos preferencialmente em l cor. Elas rodam mais rapidamente. nunca em mais de 2 cores. quando necessário. verifique se estes têm valores aproximados aos recomendados pela Posigraf. via de regra. RESOLUÇÃO DE IMAGENS A resolução das imagens deve ser. de 300 dpi. Esses perfis característicos devem ser aplicados nas imagens antes de gerar o PDF. O primeiro cuidado deve ser tomado no tratamento de imagens. .PREPARANDO PARA A IMPRESSÃO A impressão em rotativas offset tem certas peculiaridades que devem ser levadas em conta na fase de criação. OUTROS ELEMENTOS Fios: Nunca menos de 0. quando necessário.2 mm. Fontes: Nunca menor que corpo 6 sem serifa. Se vc já aplica perfis de imagem no Photoshop. sendo que no mínimo corpo 8 bold sem serifa quando vazada. deve ser aplicado um perfil característico. Se vc trabalha com outras gráficas. Black Generation deve ser Médium e UCA deve ser igual a 0%. Separação de gris deve ser GCR. Mas há certas diferenças. a aplicação desses perfis não prejudicará o trabalho.

A reprodução de fotos coloridas se igualam aos cromos.SUPERIOR — Tudo . relatórios anuais.BÁSICO — Impressos em uma cor. Pode haver reprodução de fotos. e as fotos P&B têm ótima definição.do design ao papel . Clientes que sabem exatamente qual o nível de qualidade precisam podem planejar orçamentos e prazos realistas. e selecionar gráficas que produzam o trabalho com eficácia.é de primeira classe. com uso de retícula. . em papéis não revestidos (tipo offset) ou em papéis revestidos (tipo Couchê). Qual o nível de qualidade que você precisa? Para escolher um nível de qualidade. Demanda prazos mais flexíveis e atenção redobrada das gráficas. sem uso de retícula. descrição dos quatro principais níveis de qualidade e suas características. Exemplos: livros de arte. Sem separação de cores (CMYK). brochuras de produtos mais caros (automóveis e jóias). com recursos de tratamento de imagem. A maioria limita-se a oferecer trabalhos com apenas um ou dois níveis de qualidade (ver quadro abaixo). livros e revistas. em gráficas pequenas ou em copiadoras. que substituem as copiadoras e pequenas gráficas. que imprimem desde livros de arte em quadricromia até tablóides em rotativa. custam mais caro. Exemplos: malas diretas. Abaixo.QUALIDADE O mercado de artes gráficas é composto por vários tipos de estabelecimento. atingindo todos os níveis de qualidade. mas geralmente em P&B e com baixa definição. deve-se saber o quão bom o produto final deve ficar. até os grandes estabelecimentos.ESPECIAL — Impressos em cores (policromia . NÍVEL l . em gráficas com máquinas offset de quatro cores ou mais. em papéis não revestidos (tipo offset). livros com reprodução de fotos. A reprodução de fotos pode ser colorida. NÍVEL 3 . Exemplos: impressão de catálogos de produtos onde a reprodução deve ser fiel ao produto. em papéis especiais. NÍVEL 2 . em gráficas médias ou grandes com máquinas offset de uma a quatro cores. com uso de retícula. NÍVEL 4 . Logo. Das gráficas rápidas. folders. no entanto. onde se pode imprimir folhetos a uma cor e impressos simples. formulários comerciais e jornais. oferecem todo tipo de serviço.NORMAL — Impressos em mais cores (de l a 4 ou mais). e as fotos P&B têm boa definição. Poucas gráficas.5 cores ou mais). Exemplos: fliers e folhetos de distribuição direta.

enrugamento do papel. Não compare as cores do monitor com a cor impressa. dobras. Existem ganhos diferentes nas mínimas (5 a 25%).e não foi. O acerto e manutenção de carga de tinta refere-se tanto a chapados quanto a reticulados. não deve obter 17% numa folha e 26% em outra. Ganho de ponto. As variações são inerentes aos processos e variam de acordo com o equipamento usado. Outro parâmetro que varia de gráfica a gráfica. que estabelecem os seus fazendo leitura com um densitômetro.Parâmetros dos níveis de qualidade Registro. a densidade da tinta e o ganho de ponto afetam a cor. Fotos devem ser tiradas pensando-se na reprodução. Retícula. Acerto de cores. Aqui refere-se à densidade da tinta. não termos subjetivos como “preciso”. A precisão do acabamento inclui corte e vinco. Pequenos defeitos. Após a obtenção da cor correta. geralmente chamados de “bloquinhos”. Use milímetros para especificar registro. as variações devem se manter dentro dos limites de cada um dos Níveis de Qualidade. médias (26 a 75%) e nas máximas (76 a 100%). em áreas nas folhas de impressão. serrilhas e perfurações (furos e picotes). Lembre-se que o registro. todo defeito que pode ser eliminado na máquina de impressão . dublagem (uma impressão nítida e outra “apagada” da mesma imagem). Acabamento. enfim. Os números da tabela são médios. refiles. Se você especifica 20% de Cyan. Níveis de densidade dos originais devem estar dentro das possibilidades de reprodução do sistema de impressão empregado. manchas. Compare as cores da prova às cores impressas. excesso ou falta de tinta. Os parâmetros variam de gráfica a gráfica. . Defeitos incluem: pequenos caroços de tinta sólida. Mínimas/ Máximas. Densidade de tinta.

temos que dar saída em filmes. as páginas devem ser montadas em uma imposição ou apenas posicionadas uma ao lado da outra para preencher o espaço da área de impressão. ou gravar esse arquivo direto na chapa de impressão (CtP). em mesas de luz. deve-se transportar a informação (arquivo) para o meio (fotolito). Para a saída final. bem como as mascaras das áreas que não devem ser expostas. as páginas devem ser expostas com os materiais de prova e depois laminadas. técnicos montam as separações. Depois do surgimento da computação gráfica. E ntrada Manipulação Mes a de Luz S aída P roces s adora de F ilme Montagem Queima chapa P roces s adora de chapa F uro e dobra T exto. por profissionais chamados montadores. as imposições são enviadas para a gravação de chapas e posterior impressão. P rova Laminação Heliográfica Em um fluxo de trabalho tradicional. Pré-impressão Convencional Convencional . que resultará na matriz (chapa) de impressão. Para a montagem de páginas. . Todos estes elementos devem ser fotografados com uma câmera utilizando-se filtros coloridos e reticulados para realizar as apropriadas separações e resoluções.PRÉ-IMPRESSÃO Toda ação aplicada depois da editoração e antes da impressão é chamada de pré-impressão. ilustração e imagens em original gráfico). As páginas em fotolito são então montadas em imposição manualmente. Após essa montagem manual. Após a editoração (que é a transformação de texto. O Trapping necessita o aumento ou redução das separações que fazem a sobreposição das outras para produzir o “estouro” ou “encaixe”. os textos e traços feitos pela câmera de meio ton. Para provas.Os originais gráficos também são feitos no computador. Mas. bem como as fotos e transparências. a pré-impressão foi subdividida em dois tipos distintos: Préimpressão digital e pré-impressão convencional. Arte e F otografia Um fluxo tradicional compreende mecanismos com textos e traços. A aplicação de reticula envolve processos químicos e fotográficos que aumentam ou reduzem o tamanho dos pontos de meio ton até chegar no resultado desejado. para poderem ser gravadas as chapas de impressão Offset. a saída envolve muitos passos.

E ntrada Manipulação S ervidor Layout P reflight S aída P lates etter F uro e dobra Digitalização P rova colorida com R IP P rova de impos ição com R IP Este fluxo de trabalho é muito similar ao de filme. páginas são renderizadas para filme ou para prova. Antes de dar seqüência no processo estas páginas precisam ser analisadas com softwares de “pre-flight” para se certificar de sus integridade. ou direto na chapa. vários processos ocorrem durante a renderização. InDesign. Quark. mas ao invés de gravar os filmes. incluindo trapping e imposição. no sistema CtP (Computer to Plate). Na gráfica (ou birô) os arquivos são processados (“ripados”). Gravação direta da chapa de impressão. são gravados diretamente nas chapas de impressão. FreeHand. traços e imagens escaneadas. então. Os arquivos das páginas separadas formam os arquivos de imposição. é montada em imposição. uma prova heliográfica é gerada antes da chapa ser exposta para se ter certeza do resultado antes da queima. então a prova de imposição é gerada e finalmente o arquivo é enviado para a platesetter. Depois da montagem. tomados dois caminhos: 1.Pré-impressão Digital Digital . 2. Será dada saída em filme. . Corel. No fluxo de trabalho direto ao filme. e depois de aprovada. etc são originais digitais. Os arquivos das páginas separadas formarão os arquivos de imposição (colocação das páginas no formato da impressora) para impressão em grande formato (ou formato de folha inteira). trapping e imposição. Usando “Job Tickets” e “Hot Folders” é possível automatizar várias tarefas. as páginas podem ser manipuladas e separadas enquanto a paginação é realizada separadamente. P rova colorida P rova Laminação Heliográfica Usando um computador e softwares de imagem. O trapping é feito neste estágio. separação de cores. As páginas são enviadas para uma prova colorida para aprovação. Saída em filmes. No fluxo direto à chapa. e esse filme (fotolito) serve para gravar as matrizes (chapas) de impressão. podendo ser.Os originais gráficos são feitos no computador. E ntrada Manipulação S ervidor Layout P reflight S aída Images etter Montagem Queima chapa P roces s adora de chapa F uro e dobra Digitalização Aplicativos de editoração são usados para compor as páginas com textos. porém se em algum trabalho for fornecido o filme ele antes deve ser escaneado em copydot. incluindo os processos de OPI. Arquivos de PageMaker. para se obter mais performance.

mais ou menos branco. monitores descalibrados e impressos em máquinas diferentes das quais será feita a impressão final. porém. que depende de habilidade e recursos disponíveis.Qualquer que seja o processo de pré-impressão (digital ou convencional). Alguns papéis têm tonalidades diferentes do branco. o que influencia na percepção de cor da impressão. PERCEPÇÃO E GERENCIAMENTO DE CORES A escolha das cores do arquivo é a primeira e uma das mais importantes partes do processo de produção gráfica. Não adianta querer imprimir uma tonalidade se ela não está no arquivo. as áreas escuras se transformam em borrões.: Apenas isso não garante qualidade de imagem. Não haverá nenhuma alteração em seu equipamento. determina-se um perfil de tratamento de imagens para cada tipo específico de papel. . Dessa escolha depende o sucesso da impressão ANTES mesmo de as chapas serem colocadas nas rotativas. deve haver a compensação desse ganho no perfil da imagem. causa perda de tempo e papel. As normas da boa imagem variam e são subjetivas. mais ou menos liso. é impressa a tonalidade de cor do papel utilizado na impressão. que por sua vez fornece esses dados ao software de gerenciamento de cor. (Obs. mas existem parâmetros para aplicação nas imagens que respeitam um padrão para Artes Gráficas. Depois de impressas nas máquinas Offset. Devido a isso. Na prova calibrada. as duas imagens abaixo são escaneadas e interpretadas por um aparelho chamado espectofotômetro (foto à esquerda). existe a necessidade de tratamento das imagens do impresso. MAS NÃO E 100% FIEL. Outro fator é o tipo de papel. que simulará. gerando uma prova calibrada. 110000 combinações entre as quatro cores básicas. e que contenha pelo menos. etc. A forma mais garantida de exigir um bom resultado de impressão é fornecer para a gráfica uma prova calibrada. A superfície do papel e certas características das impressoras offset (carga de tinta. além de pouca satisfação com o resultado final. Isso deve-se a fatores técnicos e físico-químicos. Outros efeitos podem alterar a maneira como percebemos as cores. o resultado da impressão Offset. O primeiro é que as imagens para impressão offset devem estar em canal de cor CMYK. de acordo com normas internacionais. O fracasso do resultado obtido pode estar ligado a erros na escolha das cores. dentro de um processo de gerenciamento de cores. Outro parâmetro é a limitação da soma das 4 cores. Teoricamente a soma em áreas escuras das imagens deveria resultar em 400% (100% de cada uma das 4 cores). na hora de imprimir. Ao analisar uma prova digital. então. presente em qualquer prova calibrada do mercado. pressão. A análise de provas deve ser feita sempre sob iluminação correta para que todos os envolvidos na aprovação de impressos estejam seguros de analisar a mesma cor. que podem ser impressoras laser ou jato-de-tinta de escritório (descalibradas). Tentar mudar a cor do arquivo na gráfica. na qual são impressas as combinações em padrões gráficos compatíveis ao mercado onde será impresso o trabalho. Para que isso não ocorra. Esses dados serão enviados à impressora jato-de-tinta. A escolha de cores deve ser feita numa escala de cores CMYK oficial. as imagens serão preparadas adequadamente para impressão Offset. bem como haver a limitação das porcentagens de preto (K) nas áreas de sombra. existe uma alteração na cor devido ao fenómeno chamado contraste simultâneo Diferentes tipos de lâmpadas têm diferentes temperaturas de cor. Se não houver uma compensação nas imagens. Essas são referências inaceitáveis. Um dos erros mais comuns ocorre quando a escolha da cor do impresso é feita em recursos inadequados. deve-se levar em consideração essa diferença. que determina um perfil de imagem adequado a cada tipo diferente de papel. Imagens em RGB ou outro canal de cor devem ser convertidas para CMYK.) fazem que haja ganho de ponto. Essa leitura é transformada em dados por um software de geração de perfis de cor. A prova digital apresenta um resultado muito próximo à impressão. Quando escolhemos a cor de fundo. mesmo calibrada. e deficiência de repetição das cores. Consulte o bureau Posigraf para o fornecimento desse perfil em seus computadores. Esse perfil deve ser aplicado no Photoshop (ou outro software de tratamento de imagens).

Em primeiro lugar. perfis ICC não devem ser embutidos nas imagens. E o mais importante em todo processo. Para isso. blends e transparências devem ser feitas no Photoshop. Formato Nativo . no mínimo. Arquivo PDF Arquivo PostScript Mas antes.NORMALIZAÇÃO DE ARQUIVOS PDF PARA CTP Os originais gráficos são os arquivos. as fontes devem estar embutidas. Quark. lentes. Nas próximas páginas. o arquivo nativo (Corel. Todos os elementos devem estar em CMYK. envia-se os arquivos transformados em PDF. InDesign etc) precisa estar normalizado. Pode-se enviá-los pela Internet. 3 mm. não devem haver spot colors. estas e mais dicas de arquivo serão demonstradas. o formato de página do arquivo deve ser o mesmo do orçamento. deve ter sangra de. sendo antes necessário compactálos e assegurar-se da integridade de seu conteúdo.

ter as imagens com resolução compatível para a lineatura que será aplicada na gráfica.Componentes que integram um arquivo (Página) Fontes Links .ter todos os elementos no modo de cor CMYK. utilização correta de cores (RGB ou CMYK) e se as fontes estão embutidas corretamente. porém. Esses arquivos podem ser transferidos ou transmitidos de um computador a outro tendo seu conteúdo totalmente preservado. todos devem seguir um padrão que garanta as condições básicas de processamento do PDF. Os quesitos fundamentais são: . . . Cada aplicativo gera PS de acordo com suas características estruturais. Os PDFs podem ser revisados por softwares de checagem. As características dos RIPs estão contidas em um arquivo conhecido como PPD (Printer Page Description).Imagens Medidas e sangria Trapping Vetores Cores O que é PDF? A sigla significa formato de documento portátil (Portable Document Format). Os documentos portáteis são arquivos que se mantém inalterados após serem abertos ou lidos. que apontam defeitos como baixa resolução de imagem. É possível criar um documento PS de todos os aplicativos utilizados em editoração eletrônica. .ter todas as fontes utilizadas embutidas no documento. sendo necessária apenas a instalação de uma impressora virtual com as características do software RIP (que fará posteriormente a rasterização e separação das cores do PDF).

Press Optmized — Para trabalhos que serão utilizados por impressoras de alta definição. diagramação em aplicativos de diagramação. copiadoras digitais. lentes e transparências. A regra é clara: o correto é tratarmos imagens em aplicativos de imagens. ou para serem enviadas para clientes utilizarem como uma prova. publicações em CD-ROM.Deve-se também tomar cuidado com alguns efeitos dos aplicativos de criação. de acordo com sua necessidade. finalmente. O Normalizador já vem configurado com três opções de geração de PDF: Screen Optmized — Para trabalhos que serão apenas visualizados em rede (Internet ou Intranet) ou distribuídos por e-mail apenas para visualização em tela. Print Optmized — Para trabalhos que serão impressos em impressoras desktop. como sombras. nos quais geramos os PSs e a partir dos quais destilamos os PDFs. ilustrações em aplicativos de ilustrações e. como gravadoras de fotolitos ou chapas offset. Workflow baseado em PDF . Você pode determinar uma série de opções.

Convém aplicar-se verniz sobre a impressão de tintas metálicas. prata e bronze. Outros processos de impressão funcionam melhor em situações específicas. a impressão em rotativas é mais brilhante. por exemplo. As fotografias coloridas de uma revista são impressas nas 4 cores básicas. Papel não revestido (tipo Offset) absorve a tinta mais rápida e profundamente. Densidade de tinta. O sistema mais utilizado na impressão de imagens coloridas e impressos de grande tiragem é o sistema Offset. juntamente com o branco do papel. mistura as porcentagens de cor impressa. Muita tinta resulta em imagens saturadas. TINTA Na impressão Offset plana. Tintas metálicas são obtidas através da mistura de vernizes e flocos de metais. pois elas tendem a arranhar e manchar mais facilmente que tintas comuns. porcentagens baixas (altas luzes. as fotos ficam apagadas. A imagem. mas não se obtém assim a fidelidade da cor escolhida. principalmente nas áreas de maior cobertura de tinta. Esse sistema de impressão é o método comercialmente mais popular pois com ele são obtidos impressos de qualidade. Cores. impressos com cor especial requerem uma impressão a mais. Pouca tinta resulta em imagens lavadas. fazendo com que ela seque na superfície e dando-lhe aparência brilhante. As cores especiais podem ser transformadas em cores de escala. As mais comuns apresentam tons de ouro. de 5% a 10% de retícula) tendem a desaparecer. Amarelo e Preto. pontos em áreas de sombra (de 76% a 95% de retícula) aumentam e há perda de detalhes. possibilitando impressão com tintas especiais e aplicação de vários tipos de vernizes. Existem milhares de possibilidades de combinação de cores com a mistura das 4 cores básicas. cores parecem fracas. que variam de acordo com o fabricante. A partir dessas 4 cores obtêm-se todas as cores do espectro visível. Tintas metálicas se destacam mais em papéis revestidos (tipo Couchê). por isso. tipos ficam mais finos e pálidos. dividida em linhas de pontos (retícula).IMPRESSÃO Existem vários sistemas de transferência de imagens para o papel (impressão). . Tintas metálicas. Imprimir com a quantidade certa de tinta significa controlar sua densidade. Impressoras rotativas HeatSet (com forno) secam a tinta mais rapidamente. O sistema de impressão Offset imprime 4 cores básicas: Cyan (azul). o papel influencia mais no brilho da tinta que a própria tinta. Tintas fluorescentes. mas certas cores são obtidas apenas com tintas especiais. São mais destacadas quando aplicadas sobre fundos brancos. dando-lhe aparência fosca. mas o sistema Offset reproduz originais muito bem na maioria dos tipos de impresso. Portanto. Podem ser encontradas em várias cores. A essas 4 cores damos o nome de tintas de escala. numa escala Pantone. em pouco tempo e relativamente baratos. O olho humano mistura as cores. grava-se uma chapa extra além das 4 chapas para as cores básicas. dando boa qualidade para textos e fotos. formando a imagem colorida. Magenta (rosa). Para essas cores especiais. Parecem brilhantes pois absorvem luz ultravioleta. ou de processo (Process). tipos ficam mais grossos e desfocados. Papéis revestidos (tipo Couchê) absorvem tinta mais lentamente.

O registro também afeta as cores no processo de quadricromia. Fatores. . nas chapas e nos fotolitos. O registro dá melhor definição à impressão de imagens. às vezes. Mede-se o registro observando-se as cruzes de registro (ver ilustr. podem-se controlar os fatores de ganho de ponto nas várias áreas do original. os impressores têm que alinhar as imagens umas em relação às outras. 12 e visualize abaixo). Se a falha de registro ocorrer na mesma direção em todos os cantos da folha. Registro. principalmente em cores com predominância de magenta ou cyan. Se a variação for em direções diferentes . diz-se que o impresso está “fora de registro”. Nesse caso. abaixando contraste. não uma falha. E a finalidade da peça impressa também: a reprodução de uma obra de arte. O registro em um impresso a uma cor requer a imagem corretamente posicionada na folha e alinhada em relação às margens do papel. Cada cor faz com que o papel passe por uma unidade de impressão diferente. você deve verificar o registro antes de checar a exatidão das cores em relação à prova. uma variação maior que 0. examine todos os cantos da folha impressa. alterando tonalidades de cor. como a qualidade do serviço de pré-impressão. Mesmo uma cor levemente fora de registro pode causar diferença de tonalidade. e a diferença é medida em milímetros (ver tabela na pág. uma mala-direta e um jornal têm exigências de registro completamente diferentes. a impressora e o papel utilizado definem se o registro está correto ou não. o registro é fundamental. Por essa razão. Para determinar se o problema de registro pode ser resolvido na impressão. Nas impressões em duas cores (bicromia). Toda impressão sofre algum ganho de ponto. Em impressos a quatro cores (quadricromia) ou mais (policromia). Na impressão Offset. que varia conforme o processo de impressão e o tipo de papel. o ganho pode ir de 5% para impressão em máquinas planas sobre papéis revestidos de qualidade até 40% em rotativas de jornal.Ganho de ponto.5 mm pode comprometer o encaixe das cores. reduzindo detalhes. e requer duas chapas de impressão. Quando não há o perfeito encaixe. o problema deverá ser corrigido na préimpressão. fazendo com que tipos pequenos apareçam mais “gordos” e. mas não aumenta a resolução destas imagens. quando da digitalização das imagens. Registro significa impressão das 4 cores básicas em perfeito encaixe umas em relação às outras. os birôs de pré-impressão e as gráficas devem poder estimar qual o ganho de ponto de determinada impressora e tipo de papel. Como o ganho de ponto é um fator previsível. além de mante-las alinhadas com a margem do papel. Pontos e linhas finas imprimem mais largas do que são no arquivo. o impressor pode ajustar o registro. ao lado) com lente. Então.

mas pode ocorrer uma variação na espessura dessa camada de tinta. Por isso.A aplicação da tinta nas impressoras Offset é feita pela aplicação de uma camada fina de tinta sobre a chapa. . uma variação de carga sempre existirá no decorrer da tiragem (quantidade de impressões). vibração da máquina e outros. Esse controle é feito eletronicamente. devido a fatores mecânicos como velocidade de giro dos cilindros.

Cada uma das 24 faixas abaixo representa um ponto de pressão sobre a lâmina do tinteiro. Mais ou menos pressão em cada ponto significa maior ou menor espessura da camada de tinta. deve ser levada em consideração a posição da imagem para controlar a carga de tinta. a carga de tinta segue sempre uma linha. no acerto de cores.Outro fator a ser levado em conta é a LINHA DE TINTAGEM. o que altera a tonalidade da impressão. com a consequente alteração na tonalidade de cor. Por isso. De acordo com a colocação da chapa na impressora Offset. .

poderão ser unidas para formar um livro. A essa série de operações damos o nome de acabamento. para melhor ajuste do registro. . na impressora. possam entrar na mesma posição nas unidades de impressão. Antes da impressão. e as provas devem ter marcas de corte. As especificações do impresso incluem o formato (tamanho) final do produto. REFILE Todas as impressoras rodam papéis um pouco maiores que o formato final. Os cortes executados nas folhas são chamados de refiles. muitos trabalhos requerem uma série de operações para convertê-los no produto final. ou pós-impressão. serrilhadas. Folhas inteiras serão cortadas em múltiplos pedaços ou dobradas para se transformarem nas partes de uma publicação. vincadas. as folhas inteiras são cortadas exatamente do mesmo tamanho para que. e a maioria roda várias unidades na mesma folha.ACABAMENTO Após a impressão. coladas. As sobras devem ser cortadas e as unidades separadas umas das outras. blocadas.

DOBRAS Nas ilustrações abaixo e na página seguinte. Confira com a gráfica a gramatura do papel a ser dobrado. alguns dos tipos de dobra não são possíveis para papéis de gramaturas superiores a 150 gr/m2.V. A quebra é mais aparente em impressos de cores escuras. Cuidado com dobras em impressos com verniz U. . pois o verniz quebra na dobra. algumas das principais possibilidades de dobras..

projeto. Brndav: Aplicação de retícula no fundo ou em partes de um trabalho gráfico para dar uma tonalidade cinza (nos casos das peças em preto-e-branco) ou colorida. M: Magenta. com compartilhamento virtual de diretórios entre diferentes usuários. que gravam as chapas. é o tamanho. chave=key). Artes Gráficas: Conjunto de ações visando à repetição. com uma ou mais dobras. etc. Alvura: O quanto um papel é branco. Formato: Válido para impressos e para arquivos. Magenta.Sistema de prova gráfica desenvolvido pela DuPont. Design: Desenho.: Computer to plate. Arte-fínal: Transformação de textos e fotos em originais. Escanear: Digitalizar (texto. protocolo de transporte de arquivos. imagem. Blend: Passagem suave entre duas ou mais cores. Também pode ser usada sobre letras ou ilustrações. C. Cromalin: (fem. criando eleito de graduação (degrade). Couchê: Papel revestido. Sistema de reticulagem de originais onde a trama de pontos é irregular e com maior concentração de pontos por área (frequência modulada).) por meio de scanner. que se cola ao miolo pela lombada. Pode ser lisa ou com desenhos. Cromos: Fotos para reprodução. Para impressos. Diz-se “a prova Cromalin”) . ou Ciano. Cyan: Azul para Artes Gráficas. para dar o mesmo efeito (de cinza ou colorido). FTP: File Transport Protocol. Chapado: Área extensa de cobertura de tinta na proporção de 100%. de originais e reprodução de informações e conhecimento. Pode ser aplicada em porcentagens de 5% a 95%. onde a prova é obtida pela adição de tinta em pó sobre as retículas. K: Key (Preto). Fotossensível: Sensível à luz. Escala: Relativo às cores básicas de impressão. DTP (Desk Top Publishing): Literalmente. Brochura: Sistema de encadernação que utiliza capa flexível. pasta. C: Azul Cyan. projetista. Fotolito: Filme usado para gravar a imagem para impressão.T.amarelo e K preto) usam-se filmes. Degrade: Ver Blend. diretório. do computador para a chapa. Birô (ou Bureau): Local onde são processados arquivos originais para reprodução. obtida por meios eletrônicos (computação). CMYK: As quatro cores básicas de impressão. de acordo com estrutura predeterminada. . Diagramação: Dispor. Boneco: Modelo do impresso acabado. que são as cores de escala (CMYK). e de alta alvura.G L O S S Á R I O Acabamento: Série de operações posteriores à impressão que convertem as folhas impressas no produto final. pois o preto é a cor-chave do processo (em inglês.P. Designer: Desenhista. o que vai ser impresso. Estocas tifa: Defração da imagem em pontos de frequência modulada. Cada cor (Cyan. Fôlder: Folheto publicitário constituído de uma única folha. Protocolo para transmissão de arquivos pela Internet. Editoração eletrônica: Editoração de publicações. “editoração de tampo de mesa”. no processo gráfico obtêm-se sempre quatro fotolitos e quatro chapas. Y: Yellow (Amarelo). Sistema de gravação de chapas que não utiliza íotolitos. anúncio de revista com uma ou mais dobras. Y . liso. com qualidade.

Médias: Porcentagens de retícula das imagens impressas entre 16% e 75%. Imposição: Montagem de páginas em folha inteira. ou cores de escala (CMYK). Processo: Modo por que se realiza ou executa uma coisa. para tratamento e preparação de originais para gravação de matrizes (chapas) de impressão. Mídias de envio (ou transporte): meios para arquivamento e envio de dados digitais (disquetes). reveladas por amoníaco. Paste up: Montagem manual de textos que era feita antes da informatização do processo gráfico. LWC: (Low Weight Coated . PDF: Portable document formai. Sangra (ou sangria): Área que extrapola um formato gráfico. Mockup: Modelo do impresso acabado. O RIP é um programa que traduz as informações de uma página em linguagem de descrição na forma de pontos. fotolitos) em papel. Pre-flight de arquivos: Conferência dos arquivos antes do envio para a gráfica ou bureau. UV: Ultravioleta. Original: Toda informação (textos e imagens) que será reproduzida. para que.Fundo: Área extensa de cobertura de tinta (retícula ou imagem).Revestido de baixo peso): Papel de pouca espessura e baixa alvura. Imagesetter: Equipamento que grava arquivos digitais em filmes fotossensíveis através de um laser. Algumas também sensibilizam filmes. Tablóide: Impresso comercial publicitário (ou jornal de ofertas). Paginação: Sequência de páginas numa publicação. Platesetter: Máquina que sensibiliza a chapa através de um laser. em ordem crescente. Mínimas: Porcentagens de retícula das imagens impressas entre 1% e 15%. Heliográfica: Cópia de transparências (p. Em Artes Gráficas. Serifa: Desenho no pé e na cabeça de tipos gráficos criados para facilitar a leitura de textos corridos. protocolo que mantém todas as características do arquivo. criando ilusão óptica de continuidade entre letras. Prelo: Máquina de provas que simula a impressão Offset. ex. Sistema de divisão da imagem em pontos onde a trama de pontos é regular. PCP: Planejamento e Controle de Produção. Retícula: Defração da imagem em pontos de amplitude modulada. Layout: Esboço do impresso.. Margem de sangra: Área que se deixa à mais na imagem para corte posterior. Workflow: Fluxo de trabalho. Offset: Sistema indireto de impressão. Magenta: Cor rósea utilizada na escala gráfica. interpretada pelo dispositivo de gravação de chapas (fotolito ou CTP). técnica. compactando-o para transmissão. vinculadas. relativo às cores básicas do processo de impressão. método. Tiragem: Quantidade de impressões. gráficos ou Link. mostrando a distribuição física e tamanhos de elementos como texto. após as dobras. Pós-Impressão: Acabamento. garantindo que não apareçam áreas do papel em branco. Mídia: Meio de comunicação. seu nome vem da batalha travada nas cercanias da cidade de Magenta (Itália). PostScript: Linguagem de representação de dados utilizada para descrever para o dispositivo de impressão ou para o monitor o layout final da página a ser impressa. Informações que estão gravadas junto ao arquivo. RIP: Raster Image Processor. Máximas: Porcentagens de retícula das imagens impressas entre 76% e 100%. Pré-impressão: Conjunto de ações gráficas posteriores ao design e anteriores à impressão. seja respeitada a paginação de um impresso. . processador de imagens raster (imagens que contêm a descrição de cada pixel). linkadas: Vínculo.

OBS: As imagens e informações foram tiradas de documentos da Agfa Gevaert. . Manual WorkShop da Posigraf e conhecimentos pessoais.

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