GESTAÇÕES CONSCIENCIAIS

Coletânea de Artigos G r i n v e x - Rio
Artefatos do S a b e r • Motivação Holopensene da Invéxis • Holografia Multimídia • Tema Livre

GESTAÇÕES CONSCIENCIAIS
Coletânea de Artigos Grinvex - Rio

Rio de Janeiro, RJ - Brasil Dezembro, 1994.
ORGANIZADORES Débora Machade Laêmo Loche Rodrigo Felismino Tânia Ferraro

INSTITUTO INTERNACIONAL DE PROJECIOLOGIA

I Edição - 1994 - Tiragem = 500 exemplares. Nota: Os direitos autorais desta edição foram graciosamente cedidos pelos autores, integrantes do Grinvex-Rio, ao Instituto Internacional de Projeciologia.

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Impressão: Gráfica Portinho Cavalcanti Digitação e Editoração Eletrônica: Grinvex-Rio

Ficha catalográfica preparada pelo Centro de Informação e Documentação do IIP - Instituto Internacional de Projeciologia

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GESTAÇÕES conscienciais: coletânea de artigos GPCGrinvex. 1 edição-Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia, 1994 / . v . l ; n . l ; 5 il.
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28 cm. 1. Conscienciologia. 2. Projeciologia. I. Instituto Internacional de Projeciologia. CDD: 133 CDU: 133

1/94

IIP - Instituto Internacional de Projeciologia R. Santo Amaro, 4/3° andar - Glória - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - CEP 22221-230 F o n e / F a x (021)221.8954 Caixa Postal 70.000 - CEP 22422-970

Reservados todos os direitos. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, mecânico, gravação, fotocópia ou outros), sem permição expressa da Editora.

Introdução

Carta de Apresentação

Grinvex é um grupo de pesquisa formado por inversores existenciais que visam otimizar sua evolução através da técnica da Invéxis. Sediado no Instituto Internacional de Projeciologia, sem o qual este o Grinvex não existiria, temos como um dos principais objetivos levar o esclarecimento às consciências através de artigos e trabalhos realizados pelos seus integrantes. Inicialmente o grupo chamava-se GPC, sendo o primeiro Grupo de Pesquisa da Consciência do IIP. Mais tarde, outras categorias de GPC foram criadas, surgindo então a necessidade de uma denominação que explicitasse mais a proposta do grupo. Este documento objetiva dar continuidade à tarefa do esclarecimento realizada pelo GPC-Grinvex. Como é um projeto piloto, nesta primeira coletânea temos apenas trabalhos do GPC-Grinvex-Rio, mas esperamos que as próximas edições tenham trabalhos de todos os Grinvexes do Brasil. Com isso pretendemos a propagação e o fortalecimento do Holopensene da Inversão Existencial alcançando os possíveis inversores, bem como fornecer mais subsídios àqueles que já praticam a Invéxis e cooperar com projetos dos demais Grinvexes, como por exemplo: O Jornal da Invéxis (GPC-GrinvexSP) e Preceitos Básicos de Redação Científica (GPC-Grinvex-MG), estimulando novas iniciativas. Esta coletânea engloba todos os artigos produzidos até hoje pelo GPC-Grinvex-Rio e que foram para o painel de exposições, divididos nos seguintes temas: Artefatos do Saber, Holografia, Motivação, Holopensene da Invéxis e Multimídia. A parte de Tema Livre está direcionada aos trabalhos realizados por inversores que foram apresentados em Simpósios, Palestras e trabalhos pessoais que passaram pela apreciação do Grinvex. Suas críticas cosmoéticas serão muito bem vindas. Atenciosamente, GPC-Grinvex.

DAD - Diretoria Administrativ!

Qlótta Zhlago
Gestações Consáenáais - GPC Grinvex • Ano I • N° I • Dezembro/94

Carta de Apresentação

Grinvex é um grupo de pesquisa formado por inversores existenciais que visam otimizar sua evolução através da técnica da Invéxis. Sediado no Instituto Internacional de Projeciologia, sem o qual este o Grinvex não existiria, temos como um dos principais objetivos levar o esclarecimento às consciências através de artigos e trabalhos realizados pelos seus integrantes. Inicialmente o grupo chamava-se GPC, sendo o primeiro Grupo de Pesquisa da Consciência do IIP. Mais tarde, outras categorias de GPC foram criadas, surgindo então a necessidade de uma denominação que explicitasse mais a proposta do grupo. Este documento objetiva dar continuidade à tarefa do esclarecimento realizada pelo GPC-Grinvex. Como é um projeto piloto, nesta primeira coletânea temos apenas trabalhos do GPC-Grin vex-Rio, mas esperamos que as próximas edições tenham trabalhos de todos os Grinvexes do Brasil. Com isso pretendemos a propagação e o fortalecimento do Holopensene da Inversão Existencial alcançando os possíveis inversores, bem como fornecer mais subsídios àqueles que já praticam a Invéxis e cooperar com projetos dos demais Grinvexes, como por exemplo: O Jornal da Invéxis (GPC-GrinvexSP) e Preceitos Básicos de Redação Científica (GPC-Grinvex-MG), estimulando novas iniciativas. Esta coletânea engloba todos os artigos produzidos até hoje pelo GPC-Grinvex-Rio e que foram para o painel de exposições, divididos nos seguintes temas: Artefatos do Saber, Holografia, Motivação, Holopensene da Invéxis e Multimídia. A parte de Tema Livre está direcionada aos trabalhos realizados por inversores que foram apresentados em Simpósios, Palestras e trabalhos pessoais que passaram pela apreciação do Grinvex. Suas críticas cosmoéticas serão muito bem vindas. Atenciosamente, GPC-Grinvex.

DAD - Diretoria Administrattoi âCemtto tonei

Qlótla Zhlago
Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano I • N° I • Dezembro/94

Introdução

EQUIPE GRINVEX
Debora Machado

rinvex é um grupo ou uma equipe? Grupos são formados por algumas pessoas trabalhando no mesmo local somando um número. Equipe é formada por amigos trabalhando juntos, somando conquistas. Como nossos objetivos, a princípio é demonstrar rapidez num trabalho em conjunto, desenvolver agilidade mental e capacidade de raciocínio rápidos e estudos sobre a consciência, o termo equipe é mais viável já que se trata de um grupo em equipe ajudando-se mutuamente com objetivos comuns visando a evolução conjunta. E isso é muito importante porque não só conquistamos pontos em comum como também ajudamos uns aos outros a conquistá-los pessoalmente. Um exemplo: se um de nós recupera um "Con" (unidade hipotética de medida do nível de lucidez) e passa adiante a experiência, o grupo pode conquistar outros "Cons" ou então nenhum, mas vai ter o estímulo de tentar recuperá-los. É nesta cooperação que a equipe funciona no trabalho e principalmente nos estudos, onde leva o esclarecimento a muitas consciências (Tares: tarefa do esclarecimento), através de seus artigos e do seu próprio convívio. Para haveçpssa coesão nem tudo sãoflores. Existe a discordância, "os vários pontos de vista", as opiniões divergentes. E é aí que entra a democracia e o questionamento existente no grupo, onde somos guiados pela opinião da maioria sempre levando em consideração e questionando a opinião da minoria, e contando com sua colaboração para o complemento da atividade. Não é porque um integrante da equipe, que funciona como minipeça no maximecanismo, não colabora, que o maximecanismo vai parar; outros poderão desempenhar o seu papel, mas o ideal é que todos participem. A harmonia entre os integrantes é essencial, como também a sinceridade. Esta ajuda muito e é um passo marcante para desembaraçar dúvidas, "cotovelomas", mágoas, ressentimentos, tudo que causa um entrave na harmonia da equipe. Não podemos ter competição e sim cooperação, as responsabilidades do grupo

não são apenas de um integrante e sim de todo o grupo, mesmo que seja realizada por apenas um deles. É por isso que o interesse e a cooperação nos leva a evolução enquanto a competição só vai gerar mesquinharias e desagregação do grupo. Sabermos conviver e produzir em grupo (em equipe), é tão importante que, se observarmos bem, não conseguimos viver sem ele. Fazemos parte de uma infinidade de grupos que vão da intimidade com nossos amparadores à policarmalidade/ multidimensionalidade, passando pelo Grinvex, que se soubermos tirar bom proveito, poderá ser o mais importante para a nossa evolução conjunta. Com base em tudo isso, podemos afirmar que o Grinvex é uma equipe, funcionando na multidimensionalidade.

Bibliografia
FERRY, Gilles; A Prática do Trabalho em Grupo: 256 p.; 8 caps.; Porto Alegre, RS; Brasil; editora Globo; 1974. FRITZEN, Silvino José; Exercícios Práticos de Dinânica de Grupo; 14 ed.; 2° vol.; editora Vozes Ltda; 1990. PICHON-RIVIÈRE, Enrique; O Processo Grupai; 182 p.; São Paulo. SP; Brasil; 1983; Livraria Martins Fontes Editora Ltda. ROGERS, Carl R.; Grupos de Encontro; 166 p.; 10 caps.; São Paulo, SP; Brasil; 1970; Livraria Martins Fontes Editora Ltda. VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 58 p.; Rio de Janeiro. RJ; Brasil; 1992; Instituto Internacional de Projeciologia. VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; 900 p.; XVII caps.; Rio de Janeiro, RJ; Brasil; 1986; Instituto Internacional de Projeciologia. VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1060 p.; XL caps.; Rio de Janeiro. RJ; Brasil; 1994; Instituto Internacional de Projeciologia; 1994. •
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Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano J • N° I • Dezembro/94

Introdução

Sumário
Eletrencefalógrafo Alexander Steiner - Tânia Ferraro Informática: Um Artefato do Saber André Rodrigues Artefatos do Saber Carla Vicente 2 2 3 4 4 5 6 6

Artefatos do Saber

Livro: Eternizador da História Carla Vicente Linguagem e Comunicação Cristiane Ferraro A Biblioteca Graça Razera Informação: Uma Fonte de Poder Laênio Loche Comunicação Ricardo Ferraro Paralelo entre Holografia e Projeciologia Fábio Ferrari Projeciologia: A Memória e a Holografia Graça Razera Os Pesquisadores e suas Pesquisas

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Holografia
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Leonel Tractenberg - Tânia Ferraro Crítica ao Modelo Holográfico Leonel Tractenberg - Wilson Vianna O Paradigma Mecanicista e o Modelo Holográfico Leonel Tractenberg - Wilson Vianna Histórico Tânia Ferraro A Automotivação e a Invéxis Carla Vicente Carta ao Leitor Cristiane Ferraro (colaboração Tânia Ferraro) Motivação, Autoconhecimento e a Evolução da Consciência Fábio Ferrari A Projeciologia e a Motivação Consciencial Graça Razera A Motivação é o Combustível da Evolução Consciencial Laênio Loche - Mariane Correia Automotivação

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Motivação
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Laênio Loche - Mariane Correia Automotivação: Sobre a Necessidade de Mais Estudos Leonel Tractenberg Motivação, Fisiologia e Comportamento Marcelo Costa Motivação Nilton Spinelli Automotivação e Paradigma Consciencial Régis Tractenberg Exigências Motivacionais da Invéxis Valdomiro Alves Motivação para o Universalismo Wilson Vianna

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WM Introdução

Holopensene da Invéxis como Mecanismo Evolutivo Fábio Ferrari O Holopensene da Invéxis e a Socin Patológica Fernanda Esteves Holopensene da Invéxis: Conjunto de Outros Holopensenes Laênio Loche

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Holopensene da Invéxis
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Sobre a Interação Consciência-Holopensene: Os Conceitos de Afinidade, Intrusão e Imersão Holopensênicas e sua Aplicação na Invéxis Leonel Tractenberg Holopensene da Invéxis: Entrada e Manutenção Marcelo Costa Valores Multiexistenciais e o Holopensene da Invéxis Ricardo Ferraro A Conexão Assistencial Extrafísica no Holopensene da Invéxis Rosiméri de Souza Sincronicidade e Multimídia Carlo Raiher Multimídia e Higiene Mental Cláudio Nogueira

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Multimídia
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Conscienciologia e Multimídia Fábio Ferrari O Córtex Cerebral e a Multimídia Rosiméri de Souza Memória e Multimídia Sônia Regina Notas Sobre o Domínio Holossomático Cláudio Nogueira

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Tema Livre
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Evolução Consciencial Débora Machado Consideração Positiva de Vida em Inversores e Não Inversores Leonel Tractenberg Glossário

Glossário
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Grinvex no Brasil
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Grinvex no Brasil

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IV

Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano I • N° I • Dezembro/94

ARTEFATOS DO SABER
Rio de Janeiro, abril de 1992. Leitor: Com o estudo da Conscienciologia e da Projeciologia tornou-se .necessário a obtenção de novas informações, ampliando os conhecimentos em diversas áreas do pensamento humano e, assim, acompanhar os avanços dessas ciências. Pensando nisso, o GRUPO DE PESQUISAS CONSCIENCIAIS do IIP - GPC * - expõe o tema de abril: Artefatos do Saber. Este é o primeiro de muitos trabalhos que serão expostos daqui para frente, a fim de que todos possamos crescer juntos neste novo ramo do saber: a Conscienciologia. Especificações: • Artefato: do latim "arte factu"; feito com arte. • Arte: do latim "arte"; capacidade de dominar a matéria. • Saber: do latim "sapere"; ter conhecimento, ciência, informação. • ARTEFATOS DO SABER* - Sentido restrito - Como recurso do saber na dimensão física, é o instrumento ou objeto criado pelo homem de forma manufaturada ou industrializada que promove o saber. Ex.: alfabeto, livros, materiais escolares, jogos educativos, utensílios de laboratórios, etc. - Sentido Amplo - É o recurso do saber abrangente em todas as dimensões possíveis. Portanto, trata-se de qualquer sistema ou conjunto de instrumentos, intrafísicos e extrafísicos, que promovam o saber evolutivo das consciências. Ex.: Universidades, Bibliotecas, Centros de Tecnologia, Psicologia Humana, Veículos de Manifestação da Consciência, Leis da Evolução dos Planetas, Intermissões, Ciclo de Renascimentos Intrafísicos, etc. Em última análise, os Artefatos do Saber servem como canais de comunicação entre o mentalsoma mais evoluído para mentalsoma menos evoluído, pois toda criação tem origem no plano das idéias, plano mental. A partir daí, a criação segue em direção a outros mentaissomas. Deste modo, um laço se estabelece entre as inteligências: o laço da responsabilidade da informação do aprendizado adquirido. Onde revela-se no nível de organização e disciplina da consciência perante a entropia natural do planeta. Porém, organizar-se nesta dimensão não é tarefa das mais fáceis. As consciências maduras afirmam que, sem 99% de transpiração, o "sapere" não se desenvolve. E acrescentam que o Artefato do Saber é apenas uma das muletas para o conhecimento real. O restante - emocionalidade, cosmoética, autenticidade, etc. - depende do ESFORÇO CONSCIENCIAL da individualidade, atribuição esta que exige paciência, motivação, perseverança e maturidade. Alicerçada na prioridade máxima fixada em um objetivo maior de vida: a Evolução. Como se não bastasse, outras consciências mais sábias, num tom de serenidade alertam dizendo: "não sofram, nem se lastimem. Se a Evolução fosse fácil, não a valorizaríamos..." Leitor, depois destas informações, desejamos que você aprenda algo de útil à sua trajetória evolutiva, aqui, neste Artefato do Saber: o PAINEL DE REFLEXÃO. Atenciosamente, GPC

* Este painel foi apresentado quando o grupo ainda se denominava GPC.

Artefatos do Saber

ELETRENCEFALÓGRAFO
Alexander Steiner Tânia Ferraro

letrencefalógrafo. Aparelho que registra a atividade elétrica do cérebro, proveniente das transmissões de informações que passam de neurônio a neurônio através das sinapses. Ao resultado desta medição chamamos de EEG (eletrencefalograma). A interpretação do EEG baseia-se na freqüência, na amplitude, na forma e na distribuição das ondas cerebrais, que na sua maioria são irregulares e não apresentam nenhum padrão geral. Entretanto, em outras ocasiões aparecem padrões característicos como: as ondas beta (14 - 30 Hz), alfa ( 8 - 1 3 Hz), teta (4 - 7 Hz) e delta (0,3 - 3,5 Hz), que acontecem com todas as pessoas, e outras, mostrando anormalidades como a epilepsia. As ondas beta aparecem durante a ativação do sistema nervoso central, vigília, e durante climas de tensão. As ondas alfa são encontradas em quase todas as pessoas adultas em estado de tranqüilidade, de repouso. Durante o sono as ondas alfa desaparecem, sendo substituídas pelas ondas beta quando a atenção da pessoa é dirigida para algo. As ondas teta ocorrem em crianças despertas e durante o stress emocional em alguns adultos (desapontamentos, frustrações). As ondas delta ocorrem no sono profundo, no início da infância e em patologias cerebrais orgânicas. O uso de EEG durante o sono divide-o em dois tipos básicos o sono REM, paradoxal ou dessincronizado e o não REM ou de ondas lentas.

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vigília. Por isso é chamado de dessincronizado, também é chamado de sono paradoxal por ser um paradoxo como a pessoa ainda possa dormir apesar da acentuada atividade cerebral. O sono não REM é o de maior duração, profundo, restaurador, e está associado à redução do tônus vascular, da freqüência respiratória e do metabolismo basal. Embora o sono de ondas lentas seja chamado de sono sem sonhos, isto não é verdade pois neste período temos diversos sonhos e pesadelos. O que ocorre nesta fase é que não existe o processo de consolidação de sonhos na memória. Clínica. Um dos mais importantes usos clínicos é no diagnóstico dos diferentes tipos de epilepsia e o foco que causa essa epilepsia, bem como a localização de tumores cerebrais e alguns distúrbios psicopáticos, outra utilização e crescente é para tirar dúvidas quanto a morte cerebral, através da linha 0, quando não existe nenhuma oscilação de EEG. Vigília. Hoje a profundidade do sono e da vigília são avaliados geralmente com o auxílio do EEG. Sobre a região occipital do cérebro (área destinada a visão) as ondas do EEG, com os olhos fechados, são sensivelmente mais acentuadas que sobre a região frontal e parietal. É detectado o desaparecimento abrupto de ondas alfa após a abertura dos olhos, dando lugar as ondas beta, e o reaparecimento de ondas alfa após o fechar dos olhos que demonstra a presença de ondas beta na vigília. Várias descobertas importantes para o conhecimento do corpo biológico têm sido realizadas com o uso do EEG. Ele é um importante medidor fisiológico, imprescindível para o desenvolvimento de uma pesquisa séria que pretenda trazer novos dados ao estudo da saída da consciência fora do corpo.

No sono REM , o EEG apresenta as seguintes características: alto nível de atividade cerebral, freqüência cardíaca, respiração e alguns movimentos musculares irregulares, tônus muscular deprimido, e a ocorrência de sonhos. O EEG apresenta padrão dessincronizado de ondas beta, semelhante ao que ocorre na

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' REM- do inglês "rapideye movements "— movimento rápido dos olhos - fase do sono em que obsei"va-se movimentos oculares e onde pesquisas a partir de 1953 mostraram ser a parte do sono mais favorável para o aparecimento de sonhos.

Bibliografia
GUYTON; " Tratado De Fisiologia Médica"; 6 ed.; LABERGE, Stephen; " Sonhos Lúcidos"; Eà. Siciliano; 1985.
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INFORMÁTICA: UM ARTEFATO DO SABER
André Rodrigues

informática pode ser entendida como artefato do saber, isto porque ela é uma ciência criada pelo homem para agilizar a organização de informações. Paramaiorproveito em estudos em geral. Esta ciência para chegar onde está, sofreu grandes processos de m u d a n ç a s de seus sistemas. Na pré-história o homem não sabia escrever, ler ou contar. Devido ao

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aumento das civilizações, através de estudos tentou-se sempre desenvolver técnicas melhores. O primeiro instrumento utilizado para auxiliar os cálculos foi o Ábaco, usado pelos chineses há 2.000 mil anos. O primeiro computador foi construído no final da década de 40, se chamava ENI AC, e possuía 18.000 válvulas. Com o avanço tecnológico o homem desenvolve melhor sua inteligência.

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Artefatos do Saber
Um exemplo de cooperação deste avanço é a introdução da informática nas áreas pedagógicas, trazendo muitos benefícios. Como já podemos ver, a questão principal, é formar uma metodologia de ensino visando esclarecer as noções básicas, suas utilidades e.avanços. Pois estes métodos penetram cada vez mais nos setores da atividade humana. Nas escolas, os computadores auxiliam os alunos a aprender, dando-os mais motivação. Outro ponto muito importante é a influência que a informática traz para o autodidatismo. Nos países de primeiro mundo as crianças estão passando a estudar em casa através de programas de computador que ensinam, ajudam nos deveres e tiram dúvidas de assuntos diversos. Em um futuro próximo, pequenos dispositivos que imitam vida inteligente, os neurônios de silício, que na verdade são chips de c o m p u t a d o r c a p a z e s de e n t e n d e r ordens verbais, reconhecimento de manuscritos ou de rostos das pessoas e em seguida tomar decisões mais rapidamente do que faz atualmente um super computador, serão amplamente usados. Outro talento básico que estes neurônios possuem- é a capacidade de separar estímulos que recebem, levando em conta apenas os que são importantes para uma determinada tarefa. É a lei do progresso. É a Evolução.

Bibliografia
DE BARROS, J. C. Dalledone; Informática e Educação; Ed. Scipione; ULLMO, Jean; PAGES, J.C.; A Revolução da Informática; Ed. Paz e Terra; 1970; REVISTA Ciência Hoje; Vol. 13; N° 77; outubro/ novembro, 1991; REVISTA Exame Informática; fevereiro, 1992; Ed. Abril; p. 60, 6 1 ; APOSTILA Curso Ltda.; Introdução à Informática; p. 4-7; 1992. •

ARTEFATOS DO SABER
Carla Vicente

oda área do conhecimento humano, conta com seus artefatos, ou seja, objetos desenvolvidos para obter e aperfeiçoar os avanços nestes campos. Assim, artefatos do saber são todas as criações que visam facilitar, ampliar, aperfeiçoar ou agilizar o processo do conhecimento científico e cultural-popular da humanidade. Dentro da concepção semântica, o vocábulo artefato ou artefacto, designa a ação humana no ato de fabricar ou construir com arte e/ou criatividade; já o saber se refere ao conhecimento, a ciência, a informação, a notícia, instrução e erudição. Algumas áreas do saber, não têm como artefato a tecnologia mecânica de objetos concretos, mas sim as sutilezas dos atributos da consciência como artefatos pioneiros do saber universal. Neste sentido podemos utilizar a expressão "artefatos do saber" de forma mais ampla: a arte do saber, onde vão estar presentes os aspectos fundamentais da inteligência humana. Os artefatos do saber podem ser classificados como: primários, quando se referem aos objetos mais gerais, utilizados por todas as áreas do saber, como por exemplo: jornal, livro, TV; educacionais quando se relacionam ao processo de ensinoaprendizagem (material didático, recursos audio-visuais e outros);

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tecnológicos, referentes à tecnologia científica(ex.: microscópio, microcomputadores); específicos, próprios de cada área do conhecimento (ex.: aparelhos de observação metereológica, astrológica); e históricos, reportando-se à inventosjá obsoletos (ex.: o ábaco, a pena utilizada para escrever); e na concepção mais ampla, os artefatos conscienciais, relativos aos atributos e aspectos da consciência humana (ex.: a memória, a percepção e outros). Compreender como funcionam os artefatos do saber para utilizá-los mais adequadamente na proéxis pessoal, pode ser um bom método de aprimorar os mecanismos evolutivos conscienciais.

Bibliografia
ENCICLOPÉDIA Século XX; Vol. 5; 3 ed.; Rio de Janeiro; Ed. José Olympio; 1977; DICIONÁRIO Prático Ilustrado; Vol. 1; I ed; Ed. Lelo E Imços; Porto; 1964; FERREIRA, Aurélio Buarque De Holanda; Novo Dicionário da Língua Portuguesa; 15 ed.; Rio de Janeiro; Ed. Nova Fronteira; 1986. •
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Artefatos do Saber

LIVRO: ETERNIZADOR DA HISTÓRIA
Carla Vicente

ivro é um conjunto de páginas de papel, retangulares, protegidas por uma capa de material durável e resistente. Na antigüidade porém, assírios, babilônios, caldeus, fenícios, egípcios, gregos, hebreus, romanos, astecas, entre outros, registraram em pedra, tijolo, madeira, tábuas, pergaminhos, rolos de papiro, seus grandes feitos, suas artes, crenças e costumes. Na índia, as escrituras foram feitas em "follium" de palmeira, o que deu origem as folhas para designar páginas. Os egípcios introduziram o "papyrus", utilizando fibra de bíblos, planta muito cultivada às margens do Nilo; os papiros depois de escritos eram enrolados formando cilindros, que os romanos chamavam de "volumen" que deu origem a volume, para designar livro; os "quarterniones", couro de animal seco, esticado e lixado em pedra pome, deram origem aos cadernos e assim do ponto de vista funcional, o livro foi se transformando no mais potente transmissor cultural de todas as épocas, motivo pelo qual foi tão temido e muitas vezes destruído por tantos incautos, haja visto, os quatros grandes incêndios que a história humana registra, onde foram assolados grandes acervos culturais, com intuito de extinguir qualquer comunicação gráfica, veículo utilitário do saber. Verificamos então que o processo de aprimoramento deste artefato desde a antigüidade até os nossos dias,

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está vinculado a própria evolução da humanidade e aos interesses político-sociais desta. Por isso o papel descoberto pelos chineses desde o século XI, só passou a ser fabricado mecanicamente no princípio do século XIX, o mesmo se dando com o processo de impressão, que só veio à luz para a civilização ocidental no século XV e a partir daí avanços diários se deram até chegarmos nos modernos métodos que essa área utiliza, que faz, hoje, do livro não só um complexo gráfico, mas um dos maiores catalisadores do aperfeiçoamento da consciência.

Bibliografia
ENCICLOPÉDIA Barsa; Vol. 8; 6 ed.; Rio de Janeiro; Ed. Encyclopédia Britannica; 1969; ENCICLOPÉDIA Século XX; Vol. 5; 3 ed.; Rio de Janeiro; Ed. José Olympio; 1977; BANDEIRA, Pedro; O mistério da fábrica de livros; 6 ed.; São Paulo; Ed. Gráfico Editora Hamburg; 1974; LIMA, Lauro de Oliveira; A importância da comunicação no mundo de hoje; I ed.; Rio de Janeiro; Ed. José Olympio; 1974; Anexo: filme: O nome da rosa. m
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LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO
Cristiane Ferraro

comunicação possui vários sentidos: ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, queratravés da linguagem falada ou escrita, ou de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual; capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar e de conversar, com vista ao bom entendimento entre as pessoas; e, exposição oral ou escrita sobre determinado assunto. Já a linguagem pode ser descrita como: o uso da palavra articulada ou escrita como meio de expressão e de comunicação entre pessoas; tudo quanto serve para expressar idéias, sentimentos, modos de comportamentos, e que exclui seu uso: a - . agem musical, a não verbal; e, essa também é todo o sistema de signos que serve de meio de comunicação entre indivíduos e pode ser percebido pelos diversos órgãos do sentido, o que leva a distinguir-se uma linguagem visual, auditiva, olfativa, entre outras.

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A comunicação se expressa pela linguagem verbal - que nem sempre é comunicativa - e pela não verbal (silêncio, olhar, gestos). O que se visa neste processo é um máximo de informações, juntamente a um máximo de fidelidade. Elas são fiéis quando produzem os efeitos previstos pelo emissor, coincidindo, ainda, emissor e receptor no concernente ao conteúdo da mensagem. Pela transmissão desta surgem duas questões no que diz respeito à expressão do sentido com maior clareza: o vocabulário (o uso da melhor palavra) e, a gramática (disposição destas palavras). Há cinco habilidades de comunicação: a escrita, a falada, de leitura, de ausculta, e de raciocínio. Ainda há outras, como: a pintura, o desenho e o gesto. Essas habilidades e a facilidade de manejar o código de linguagem afetam nossos pensamentos e até nossa capacidade de codificá-los. Provavelmente a linguagem humana se desenvolveu porque serviu a uma função. A linguagem está a serviço de duas principais: 1) um sistema de respostas através do qual os indivíduos

Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano I • N° I • Dezembro/94

H Artefatos do Saber
se comunicam (comunicação interindividual); 2) um sistema de respostas que facilita o pensamento e a ação do indivíduo (comunicação intraindividual). A comunicação aumenta a possibilidade de semelhança entre as pessoas, porque intensifica as trocas e, também, de colaborarem para a consecução de um objetivo. O pensamento auxiliado pela linguagem é chamado raciocínio. Esta capacidade de raciocinar depende em grande parte da formulação de passos numa seqüência de inferência, em termos de linguagem. O pensamento corrente apóia-se em nosso repositório dinâmico de ações passadas, a memória. Dinâmico, pois a cada instante reconstruímos uma representação interna de nossa exposição do mundo. Ao mesmo tempo, o pensamento vindouro resulta de uma restruturação da experiência, passando a fazer parte do registro mnemónico cumulativo. Eis algumas questões para você pensar: Você consegue comunicar exatamente o que você pensa? E a sua memória, ela atua como agente positivo no processo do raciocínio, ou ela anda falhando? Você procura aumentar o seu vocabulário e compreender bem a gramática para ser melhor entendido? Comunicar é transmitir pensenes. O que é relevante é a sinceridade da comunicação e não, se é agradável ou desagradável. Para isso o que você comunica tem que ser aquilo o que você pensa, com a energia, o sentimento e a intenção compatíveis com a informação que se pretende passar. Daí advém a importância da linguagem; ela verbaliza ou simplesmente, serve de meio para comunicar seus pensenes!

Bibliografia
BERLO, D. K.; O Processo da Comunicação Humana; Rio de Janeiro; Ed. Nova Fronteira; 1986; CARROLL, J. B.; Psicologia da Linguagem; Rio de Janeiro; Ed. Zahar; 1972; FERREIRA , Aurélio Buarque de Holanda; Novo Dicionário da Língua Portuguesa; Rio de Janeiro; Ed. Nova Fronteira; 1986; GREENE, J.; Pensamento e Linguagem; Rio de Janeiro; Ed. Zahar; 1976; PENNA, A. G.; Comunicação e Linguagem; Rio de Janeiro; Ed. Eldorado; 1976. .

A BIBLIOTECA
Graça Razera

conjunto de artefatos do saber mais intelectualizante que existe até os tempos atuais, a Biblioteca, foi na antigüidade um grande foco de conflitos sociais. Segundo a História, as primeiras bibliotecas surgiram na Caldeia e no Egito. As maiores vieram depois: Atenas, em Alexandria com 700 mil volumes, e a de Pérgamo, com 200 mil pergaminhos. Neste período antigo até a Idade Média, muitos volumes foram queimados em praças públicas. Salvaram-se as bibliotecas que permaneceram escondidas em locais como catacumbas. Devido a essas tragédias históricas, algumas culturas ficaram desconhecidas, pois todos os registros com inúmeros livros desapareceram nas fogueiras. Dentre os principais motivos desencadeadores deste tipo de atitude, destacam-se as ideologias bélicas e/ou religiosas, guiadas pela sonegação de informações, ou seja, ao povo eram negados os recursos do saber. Recursos estes acessíveis e reservados apenas aos nobres e sacerdotes. Em contraste com esta época, o mundo moderno teve progressos sócio-culturais significativos. O abertismo consciencial se instalou no pensamento da Humanidade e, como prova, surgiram as primeiras bibliotecas públicas. Esse movimento começou nos Estados Unidos da América em 1731.

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Hoje as bibliotecas dividem-se em nacionais, públicas, universitárias, escolares, infantis, especializadas e, mais recentes, as móveis que oferecem serviços a domicílio. No Brasil, a maior delas é a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, onde é a pioneira da América do Sul, estando entre as 20 m a i o r e s do m u n d o , com 8 . 0 0 0 . 0 0 0 de v o l u m e s aproximadamente. Antigamente a Biblioteca, como patrimônio cultural aplicada à preservação e evolução do pensamento humano, teve como adversária as fogueiras. Na atualidade tem como símbolo da anticultura, a mídia eletrônica, que na sua maioria, mais deforma do que informa às pessoas. Contudo a população tem maiores recursos para avaliar o mais sensato para todos. E tudo indica que a Biblioteca é o melhor meio para este despertamento coletivo, maduro e consciencial.

Bibliografia
FERRAZ; Wanda; A Biblioteca; São Paulo; Livraria; Freitas Barros S/A; 1957; UNESCO, Jornal O Cc.reio; Rio de Janeiro; Abril de 1985.

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•I Artefatos do Saber

INFORMAÇÃO: UMA FONTE DE PODER
Laênio Loche

oje em dia, mais do que nunca, vemos a grande necessidade de nos informarmos sobre tudo o que ocorre a nossa volta. A informação é um objeto do poder. Sempre foi e sempre será. Quem tem mais conhecimento, manipula quem tem menos, quando não há cosmoética. Isso é verificado através da História, e, hoje, pelo controle dos meios de comunicação exercido sobre grande parte das pessoas, especialmente a televisão. Essas pessoas fazem parte da massa impensante, em que grande parte de suas ações é guiada por outros. Elas recebem uma grande carga de informações, mas não param para refletir, e muitas vezes se arrependem de atos que cometeram inconscientemente. Fica claro, então, que, além de se obter informações, deve-se, também, ponderar sobre elas. Isso deve ser priorizado, procurando-se saber mais do que é útil, como melhorar a memória, o seu relacionamento com as pessoas, atualidades científicas, e t c , e não daquilo sem necessidade. É muito bom também obter essas informações de diversas fontes, pois isso permite ter uma visão de vários ângulos, impedindo de se vincular a apenas uma opinião. Um dos meios pelo qual podemos obter informações é o artefato do saber, que consiste em todo objeto que nos permite adquirir conhecimentos, como a Informática, livros, jornais, e inclusive o presente trabalho.

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Fazendo-se uma metáfora, deve-se lembrar que você também é um artefato do saber. Um professor, quando ensina, está passando conhecimentos a seus alunos. Você muitas vezes não passa conhecimentos a alguém e aprende coisas novas com outras pessoas? Pare agora para pensar no que você leu neste texto. Às seguintes perguntas lhe auxiliarão: • Você gasta a maior parte do seu tempo, vendo desenhos animados, novelas, e outras coisas, em vez de assistir a documentários, reportagens? • Você se preocupa em: ler somente coisas, como romances, em vez de saber sobre os últimos avanços científicos? • Você compra um produto qualquer, só porque o viu em um comercial? • Você adquire informações apenas de uma fonte, limitando sua visão sobre os fatos? • Você sabe a hora, o lugar e a quem passar determinadas informações, respeitando o seu nível evolutivo? • Você impõe a sua opiniãcTàs pessoas, em vez de apenas informá-las? Analise agora o valor das informações que tem adquirido e passado até este momento. •

COMUNICAÇÃO
Ricardo Ferraro

seguir temos seis instrumentos da telecomunicação atual que esclarecem alguns atributos da comunicação consciencial: 1. Satélites: A visão do cosmos nos cobra lucidez quanto a esta realidade. Alimente suas idéias com princípios continentais e vontade solar, seus sentimentos com o sensoriamento da biosfera e ausculta estelar, suas energias através da convivência harmônica entre camadas troposféricas e ionosféricas. Observe seu universo. 2. Antenas parabólicas: trazem para dentro do nosso núcleo visceral domiciliar outros universos de experiências. Sensações e sentimentos. Símbolos e pontos de vista: idéias novas. Fique em contato. 3. Rádio: A música sustenta o clima de comunicação. A entoação de sua voz mostra a sinfonia ou a dislalia de seus

sentimentos, o ritmo transparece seu psiquismo, a harmonia sua maturidade. Eduque-se. Saiba como, onde e quando ouvir, quando, onde e como falar. Se coloque na posição de seu interlocutor quando ouvinte, experimente ser o receptor enquanto fala. 4. Telex, telefone, televisão: Imagens e expressões chaves desencadeiam reações. Quem adota um lado não tem como conhecer o outro se estiver desligado. Vistorie e use toda a irradiação de sua comunicabilidade. 5. Discos óticos: Milhões de unidades de informação podem ser armazenadas. Dedique sua atenção e energia por inteiro enquanto dialoga. Não adianta receber informações se não consegue recuperá-las depois. 6. Aparelhagem audiovisual: Recursos didáticos para ensinar. Aprender a usar o máximo de nossos recursos de ensino

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Artefatos do Saber
conscienciais. Tente um novo paradigma. Recupere os cons. MULTID1MENSIONALIDADE. Todos vivemos isolamentos de segundos, meses, ou vidas. Usamos mecanismos de defesa a antipoluições conscienciais. Mesmo o escafandro explorador de águas abissais se comunica com a superfície. Lembre-se: a consciência não pára também de se comunicar. AUTOCONHECIMENTO. Escreva em um pedaço de papel oito artefatos de nossa tecnologia humana disponíveis para seu uso. Como eles, não é provável que tenhamos elaborado artefatos conscienciais catalisadores de nossa evolução, durante o ciclo de vivências intrafísicas?

Bibliografia
DAVIDOFF, Linda; Introdução A Psicologia; São Paulo; McGrall-Hill; 1983; p. 294-337; SIAMAR; A Questão Dos Paradigmas; Ntsc; s.d.; (vídeo de 38 minutos); VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; Rio de Janeiro; Ed. do Autor; 1986; p. 529; XAVIER, Francisco Cândido; Renúncia; Rio de Janeiro; Federação Espírita Brasileira; Cl944; p. 27-28. •

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LOGRAFIA
Rio de Janeiro, setembro de 1992. Leitor: E comum encontrar nas revistas e periódicos de ciência algo sobre Holografia. Até mesmo no IIP este assunto é comentado. Devido à importância dada ao tema, decidimos abrir uma exposição no "Painel Ensaios de Ciência", comparando assuntos básicos entre a Holografia e a Projeciologia. Esperamos ter atingido esta meta. Que você tenha um boa leitura!

Holografia

PARALELO ENTRE HOLOGRAFIA E PROJECIOLOGIA
Fábio Ferrari

holografia é feita da seguinte maneira: um feixe de raio laser é lançado em direção a um prisma que o divide em dois: o feixe de referência e o feixe objeto. Este último vai em direção a um objeto, que, por sua vez, o reflete para a chapa holográfica, onde encontra o feixe de referência- que não passou pelo objeto. Ali são gravadas informações sobre o padrão de interferência, distribuição, e intensidade da luz. Esse procedimento irá permitir a reprodução das três dimensões do objeto comprimento, largura e altura - quando a chapa for revelada. Sem dúvida, o que chama mais atenção na holografia é que em cada ponto da chapa está contida a informação de toda chapa. Com base nesta realidade, alguns cientistas propuseram, entre inúmeras outras, uma teoria na qual o cérebro seria parte de um imenso holograma (universo multidimensional) e, assim, faria interpretações deste universo: a realidade não estaria limitada apenas ao que os sentidos físicos são capazes de p e r c e b e r - o que explicaria muitos dos fenômenos estudados na Parapsicologia, e considerados, até então, paranormais. No entanto observa-se claramente a questão da consciência, ou do ser pensante que está por trás desse cérebro sendo colocada novamente de lado, e o pesquisador mais autocrítico não poderia deixar de questionar: "Quem ou o que faz a interpretação?". Para a Projeciologia e a Conscienciologia a consciência é o agente controlador do cérebro e é, portanto, "quem" interpreta; sua manifestação parece não estar restrita apenas à dimensão física conhecida, mas a muitas outras, onde se manifesta através de corpos, ou veículos (camadas de energia), diferentes do soma. São eles: 01. Mentalsoma. Também conhecido por corpo mental, é considerado o veículo mais evoluído, sendo a expressão máxima da consciência. 02. Psicossoma. Conhecido popularmente por corpo astral, é o veículo das emoções, que porta o mentalsoma. 03. Holochacra. Conhecido por corpo etérico, pode ser definido como um campo bioenergético que liga o psicossoma ao corpo humano. 04. Soma. E o corpo humano. Ao que tudo indica, a consciência pode se manifestar em diversas condições: a intrafisica, que ocorre quando esses veículos ocupam o mesmo espaço-tempo físico; a projetada, quando há o afastamento temporário entre o psicossoma e o corpo humano; e a extrafisica, quando ocorre o desligamento definitivo do corpo humano e holochacra da consciência (que passa a atuar apenas

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de mentalsoma e psicossoma isolados). O objetivo que segue é fazer algumas comparações entre a Holografia e a Projeciologia com base na seguinte analogia: objeto / psicossoma; raio laser / holochacra; e chapa holográfica / soma. Na Holografia, o raio laser é utilizado tanto para fazer o holograma como para reproduzi-lo, levando informações tridimensionais do objeto para a chapa holográfica, onde são registradas; Na Projeciologia, o holochacra leva informações multidimensionais da consciência (de mentalsoma e psicossoma) para o cérebro (corpo físico) onde são temporariamente registradas; Na Holografia, o raio laser permite a reprodução da imagem tridimensional do holograma- que se projeta no espaço, para fora da chapa; Na Projeciologia, o cordão de prata (parte do holochacra), ou mais propriamente a sua distensão, permite a projeção de um veículo quadridimensional da consciência, o psicossoma; Na Holografia há a formação de círculos concêntricos na chapa holográfica pela interferência de ondas de luz (laser); Na Projeciologia, há hipótese na qual as impressões digitais (genética) formadas no corpo biológico são trazidas do psicossoma (paragenética) pelo holochacra; Na Holografia, cada parte contém a informação de todo holograma; Na Projeciologia, cada veículo consciencial é uma parte da manifestação de um todo (a consciência); Na Holografia, a imagem tridimensional gerada pelo filme holográfico nos ilude: pensamos que o objeto está, realmente, diante de nós; Na Projeciologia, a condição de restringimento da consciência gerado pelo cérebro (corpo físico) nos ilude: pensamos ser esta - a dimensão física - nossa realidade máxima.

Bibliografia
LUNAZZI, José Joaquim; A Luz Congelada; Ciência Hoje; Rio de Janeiro; Vol. 3; N° 16; Janeiro/Fevereiro; 1985; p. 36-46; TALBOT, Michael; O Universo Holográfico; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; VIEIRA, Waldo; Projeções da Consciência; WILBER, Ken; Organizador; O Paradigma Holográfico e Outros Paradoxos; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1991. •

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WÊ Holografia

PROJECIOLOGIA: A MEMÓRIA E A HOLOGRAFIA
Graça Razera

Holografia, após a invenção do laser, vem colocando novas questões no meio científico. Entre elas a memória - assunto ainda obscuro, apesar de todo avanço c ientífico dos últimos tempos - expressa numa abordagem avançada no meio fisicalista, mas ainda muito simplista para a Projeciologia. Vejamos os seguintes tópicos: 1) A Breve História da Memória na Ciência; 2) A Abordagem Holográfica e a Memória; 3) A Ampla Abordagem da Projeciologia.

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identidade. Diante dessa situação contraditória, como definir o local da memória, se numa pequena porção cerebral, apesar de restante, ela ainda existe?

2) A Abordagem Holográfica e a Memória.
E neste contexto entra a Holografia. Para o neurocirurgião Karl Pribram, as lembranças estão distribuídas na região cortical ao invés de localizadas. E a partir daí, Pribram aderiu à visão holográfica em seus estudos, através de analogias entre o holograma e o cérebro humano. Uma das comparações relaciona a imagem do holograma com a memória, sob o enfoque holístico de que o todo está contido nas partes. Exemplo: se um holograma de um vaso de flores for partido ao meio, basta incidir o laser sobre uma das metades para que a imagem do vaso de flores apareça de forma completa. Deste modo, a metade reproduz o todo. Se fracionar o holograma em maior número de partes, a imagem do vaso aparecerá novamente. Não importa o tamanho das partes. Mesmo as partículas de filme holográfico compõem a figura inteira. A informação do todo não é perdida. O que varia é a qualidade, pois quanto menor forem as partes, mais fraca é a imagem. Mesmo assim o todo permanece. Em resumo, as informações são perpetuadas desde que exista algum pedaço do filme. Assim funcionaria a memória. O córtex inteiro emite a memória inteira. E o córtex incompleto emitiria amemória inteira, porém mais enfraquecida. Seguindo o raciocínio de Pribram, pode-se deduzir que as informações do indivíduo não serão extintas, enquanto o cérebro existir. Em outras palavras, os dados integrais da figura holográfica são perpétuos enquanto houver um pedacinho do holograma. Então o córtex guardaria os dados gerais da pessoa, enquanto existir alguma porção cortical. E analisando mais profundamente, o ser humano perderia a sua história ao passar pela primeira morte, onde o cérebro é completamente extinto.

1) A Breve História da Memória na Ciência
O arquivo de dados, amemória, é de fundamental importância para todo o ser vivo, pois se relaciona diretamente com a aprendizagem. Dentre as espécies conhecidas, a espécie humana é a que possui a memória mais complexa no planeta. No entanto, as pesquisas aindanão definiram umaquestão básica: a localização das informações no cérebro. No início dos anos 20, as experiências cirúrgicas do neuropesquisador, Wilder Penfield, em pacientes epiléticos, indicava que as lembranças alojam-se no lobo temporal. Segundo as observações, o paciente vivia determinadas cenas de sua vida como se estivesse assistindo a um filme real. Isso no momento em que seu lobo temporal era estimulado com eletrodos especiais. Caso este aconteceu com um paciente, em estado de vigília ordinária, que viveu cenas de sua vida em detalhes. E um garoto, no momento da operação, também consciente, foi repetindo a conversa inteira, palavra por palavra, de sua mãe ao telefone com uma amiga. Enfim, Penfield chegou à conclusão, depois de muito pesquisar, de que todas as lembranças são armazenadas num local específico no cérebro. Mas será que todos os instantes de uma vida inteira são registrados num local específico ou estão espalhados no córtex como um todo? Na década de 60, quarenta anos depois das experiências de Penfield, outros experimentos foram feitos. Um dos testes era realizado em laboratório, onde se treinavam alguns ratos para percorrerem um labirinto. Depois de treinados, um dos ratos era escolhido para a cirurgia na região temporal e, posteriormente, nas demais regiões cerebrais. O resultado das experiências foi o não esquecimento do caminho em todas as fases do teste. E em seres humanos, a constatação foi idêntica nos pacientes cujo estado clínico exigia uma cirurgia cerebral. E mesmo quando grandes proporções do córtex eram removidas, inclusive a zona temporal, as rememorações permaneciam. Em casos mais graves, as recordações ficavam indefinidas, nebulosas ou parciais. Entretanto, havia o reconhecimento dos familiares, das vozes, da 10

3) A Ampla Abordagem da Projeciologia
Contudo, as pesquisas da Projeciologia provam a falsidade desta hipótese, pois, ao que tudo indica, a memória não é material somente. Ela não se extingue com a primeira morte (desativação do soma), nem com a segunda morte (desativação do holochacra) e muito menos com a terceira morte (desativação do psicossoma). O banco de dados da consciência é muito mais complexo do que se imagina. Para começar, há vários tipos de memória. Segundo a psicóloga Linda Davidoff, há mais de 50 modelos já elaborados. E na Projeciologia esta questão fica ainda mais complexa devido ao conhecimento da memória integral.

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Holografia
Este imenso arquivo de dados, conhecido também como memória permanente é o mais completo registro de informações acerca das vivências multiexistenciais. sejam elas intrafísicas ou intermissivas, da consciência. E uma polimemória que vai restringindo-se conforme a densidade energética dos veículos de manifestação. Sabe-se que o holossoma do ser humano é composto por quatro corpos (soma, holochacra, psicossoma e mentalsoma) cada um dos quais com memórias específicas que expressam-se, muitas vezes de maneira simultânea. Daí a complexidade do tema. O soma possui a memória organísmica (instinto animal), genética (hereditariedade) e cerebral (vigília física ordinária) que dura em média 70 anos (este é o veículo mais denso da memória integral e em que se baseiam os estudos das ciências como a medicina e a psicologia). O terceiro corpo, o psicossoma, possui a memória extrafísica que pertence à conscin projetada ou consciex. E o mentalsoma, o veículo mais sutil e sofisticado, é o portador de todas as memórias: a própria memória integral. Quanto ao acesso a este grande banco mnemónico, podemos dizer que é aumentado conforme o nível evolutivo da consciência. A pessoa aberta e livre de preconceitos tem um acesso maior às informações acerca de si mesma e do seu grupo evolutivo, do que a personalidade puramente humana, vivendo apenas na intrafisicalidade, desconhecendo ou ignorando a existência das dimensões extrafísicas. Mas abertura mental ou "open mind" ainda é pouco. Há evidências de que nem mesmo o Serenão (Homo sapiens serenissimus), consciência modelo da escala evolutiva, tem acesso total à sua memória integral. Enfim, com a visão panorâmica da Projeciologia, vemos o quanto é superficial a analogia baseada na Holografia quanto às questões da memória. A sua abordagem parece algo inovador, no entanto nada apresenta de novo. A sua base continua calcada na idéia materialista da ciência convencional, variando apenas a forma com que esta velha idéia se apresenta. Os cientistas, na sua maioria, acreditam que a memória, como outras funções superiores da psique humana, é produto da química cerebral ou produto de um composto elétrico formado pelas diferenças de potencial ou DDP dos grupamentos de células neuronais. É evidente que o cérebro, como todo sistema organísmico do homem, produzenzimas e substâncias bioquímicas e outras que ajudam e auxiliam a registrar dados na memória. Mas é apenas um meio para que as informações passem para a memória maior, não sendo a consciência em si. E "modificando" o enfoque do tema, os teóricos da holografia associam o processo da memória com o padrão de interferência da luz. Sair da matéria natural para chegar a matéria artificial. E sair da matriz para analisar o protótipo mnemónico a fim de explicar este vasto campo não é atitude muito racional. Como se vê, a complexidade das informações vividas pela consciência são amplas e bem diferentes dos estudos convencionais. Contudo, esperamos que, um dia, a ciência como as demais formas de saber, tenham abertura suficiente para, de fato, elaborar métodos mais aprofundados e eficazes neste importante campo de informações onde se encontra a realidade maior da consciência ou a realidade da sua personalidade integral, na própria essência. •

OS PESQUISADORES E SUAS PESQUISAS
Leonel Tractenberg Tânia Ferraro

oje em dia, diversos cientistas tentam explicar, através de esquemas teóricos, alguns fenômenos encontrados na física quântica, bem como o funcionamento do cérebro e os mecanismos da telepatia, premonição e psicocinese (PK), dentre outros. D.Bohm (físico) e K.Pribram (neurocientista) afirmam que o modelo mais adequado é o Holográfico. Do ponto de vista deles, este explica satisfatoriamente maior gama de fenômenos, inclusive vários, até então, exilados do conhecimento científico. Vários estudiosos do assunto relatam suas pesquisas, opin iões e hipóteses: - Robert G. Jahm, físico de Princeton, e Brenda*J. Dunne, psicóloga, fazem analogia entre atividades mentais e conceitos da mecânica quântica (1984). - Os físicos J.P. Briggs e A.D.Peat desenvolveram uma Teoria Holográfica do Universo, apoiando-se também numa analogia com fenômenos da física quântica. -O Dr. Stanislav Grof considera os modelos neurofisiológicos

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existentes inadequados e, para ele, apenas a Teoria Holográfica explicaria o que chama de experiências arquetípicas e outros estados alterados de consciência. - O Dr. Kenneth Ring, psiquiatra, sugere o modelo de holograma para explicar as Experiências da Quase-Morte (Near Death Experience). Acredita em que as NDEs são um deslocamento da consciência de um nível do holograma da realidade para outro. - O físico Fred A. Wolf afirmou em 1987 que o modelo holográfico explica os sonhos lúcidos como visitas a realidades "paralelas" e que este nos permitirá desenvolver uma "física da consciência", que capacitará a exploração mais ampla desses níveis de existência em outras dimensões. Segue a lista de outros pesquisadores relacionados com o estudo das teorias holográficas e holísticas: • A. DAVID PEAT, física: estudo das sincronicidades • ALAN RICHARDSON, psicologia • ALBERT EINSTEIN, física: paradoxo E.P.R. 11

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Holografia
• BENNET BRAUM, psicologia: estudo sobre personalidade múltipla • BERNARD DI ESPAGNATI, física (Univ. de Paris): Mecânica Quântica • BERNIE S. SEIGEL, medicina: holografia na medicina • BOBSAMPLES • BÓRIS PODOLSKY, física: paradoxo E.P.R. • BRENDA J. DUNNE, psicologia clínica: pesquisa da PK • BRUNO KOPLER, psicologia • CARL JUNG, psicologia • CHARLES A. GARFIELD, pesquisador e fundador da NASA • CHRITY LUDLON, fonoaudiologia • • • • • CORNÉLIA WILBUR, psiquiatria DAN1E POLLEN: teoria holográfica aplicada à visão DANNIS GABOR, física: descoberta da holografia DAVID BOHM, física DAVID P. MCCALLIE • KAREN DEVALOIS, neurofísiologia • • • • • KARL H. PRIBRAM, Neurofísiologia KEN DYCHTWALD, psicologia e saúde KEN WILBER, bioquímica: estudo da consciência KENNETH R. PELLETIER, psiquiatria KENNETH RING: NDE

• LARRY DOSSEY, medicina • LEONARD J.DUHL,medicinae psiquiatria: saúde holístici • MICHAEL TRACTENBERG: estudos sobre a visão, teoria holográfica aplicada à visão • MIRIM DAJO: Controle de Processos Biológicos Internos sistema autônomo • MOHOTTY: "milagreiro" do Ceilão • MONTAGNE ULLM AN (Lab. do Sonho do Centro Médico Maimônides, NY) • NATHAM ROSEN, física: paradoxo E.P.R. • NICK HERBERT, física quântica • PAUL PIETSCH, biologia (Univ. Indiana) • RENÉE WEBER, filosofia • RICHARD RESTAK, neurofísiologia • ROBERTA. PHILLIPS JR., psicologia • ROBERT G. JAHM, física (Lab. Princeton): pesquisa da PK • ROBERT LANGS: Efeito Placebo • ROBERT M. A N D E R S O N JR. (Inst. Politécnico Rensselaer) • ROGER PENROSE, física (OXFORD) • RUSSEL DEVALOIS, neurofísiologia • SAM KEEN, autor, poeta: pesquisas sobre a consciência • SCHLOMO BREZNITZ, psicologia (Univ. Jerusalém) • SRANLEY KRIPPNER, psicologia e parapsicologia • STANISLAVGROF: Holonomiaepsicologiatranspessoal • • • • WERNER BRUNNER, medicina WILLIAM IRWIN THOMPSON, historiador: educação WILLIAM TILLER, física: física da consciência WILLIS HARMAN, consultor da publicação ReVision e diretor associado do Center for the Study of Social Policy (Stanford Research Institute). •

• DAVID SHAINBERG: monoideismo e cristalização • DAVID SOBEL, medicina: Efeito Placebo • EDGAR A. LEVENSON, psiquiatria • FRANCINE HOULAND, psiquiatria: personalidade múltipla • FRED ALAN WOLF, física: sonhos lúcidos • FRITJOF CAPRA, física • GEORG VON BECKESY, fisiologia • • • • HANS NAEGELI, medicina (OSJORD) HARRIET LINTON: Efeito Placebo HERBERT BENSON, medicina IRVIN L. CHILD, psicologia (YALE Univ. e Centro Médico Maimônides): PES

• ITZHAK BENTOV, biomedicina: meditação • JACK SCHWARZ (Centro de Processos Biológicos Internos): sistema autônomo • JOHN P. BRIGGS • JOHN R. BATTISTA, medicina (UCLA) • JOHNSHIMOTSU • JOHN WELWOOD: psicologia transpessoal

CRÍTICA AO MODELO HOLOGRÁFICO
Leonel Tractenberg Wilson Vianna

neurociênciaé considerada uma das áreas mais complexas e obscuras nas fronteiras da ciência convencional. Para muitos pesquisadores, o modelo holográfíco (MH) é o que explicamais adequadamente o modo como o cérebro processa informações. Traz, também, insights profundos e globalizantes acerca dos conceitos mais avançados em física quântica. Mas não são somente essas áreas do saber científico a serem beneficiadas. No âmbito da ciência da informação, um dos fatos mais surpreendentes, que não se deve propriamente ao modelo, mas

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à técnica holográfica, diz respeito à capacidade de armazenar dados. Teoricamente, cada centímetro cúbico de um cristal fotossensível pode acomodar de IO a IO bites, o que corresponde a uma biblioteca com cinco milhões de volumes de 200 páginas cada. Desenvolver técnicas que viabilizem esse recurso é apenas questão de tempo. Quando isso ocorrer, as conseqüências serão, no mínimo, tão importantes quanto a invenção da imprensa e do microchip.
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Como se vê, a chamada sociedade da informação fará uso cada vez maior da holografia e, consequentemente do MH.

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Holografia
Crítica ao Modelo holográfico
"Haverá, algum dia, uma nova ciência, complementar àquela que temos, na qual totalidades serão vistas como totalidades, e a consciência estará mais perto de ser causa que efeito. Essas teorias holográficas ainda não pertencem a essa nova ciência, mas àantiga, na qual são feitas tentativas de explicar a consciência em vez de tentar entendê-la." Willis Harman Quando examinado sob o enfoque da Projeciologia/ Conscienciologia, principalmente no que diz respeito a estados alterados e fenômenos parapsíquicos, o MH revela-se por demais superficial. Sua maior falta é, provavelmente, o fato de procurar explicar a consciência como produto da atividade cerebral. Mesmo do ponto de vista da ciência convencional, que supõe isso verdadeiro, a holografia, apesar de todas suas utilidades - inclusive como modelo didático-explicativo - é extremamente limitada pois ilustra apenas alguns aspectos do funcionamento cerebral. Não se está desmerecendo a utilidade dos modelos, mas afirmar que o cérebro seria "um holograma interpretando um universo holográfico" é metáfora simplista e pouco esclarecedora. E tão ingênuo quanto tentar explicar, como muitos já fizeram, a memória cerebral por meio da memória cibernética, ou a inteligência humana pela inteligência artificial. Neste caso, o cérebro não é um computador superdesenvolvido. Muito pelo contrário, o computador é que apresenta esboços ainda rudimentares da complexidade cerebral. De certo modo, apesar de seu enfoque mais holístico, o MH ainda está encarando o ser vivo como máquina ao afirmar que o cérebro é um holograma. Atitude tipicamente mecanicista, que mostra sobretudo a relutância de muitos cientistas em abandonar suas concepções fisicalistas. E mesmo quando alguns partem para a análise de experiências transcendentes, estados alterados de consciência e fenômenos parapsíquicos é comum fazê-lo de modo indiscriminado, excessivamente teórico e filosófico, ou, ainda, baseando-se em abordagens místicas. Salvo exceções, não buscam acumular experiências pessoais nem analisar a fundo as utilidades e implicações práticas das mesmas, pois o paradigma no qual se apoiam valoriza mais o estudo dos mecanismos cerebrais do que dos fenômenos e estados conscienciais em si. Assim, expansões de consciência, projeções da consciência, PES (percepção extrasensorial) e vários outros, costumam ser estudados apenas parcialmente, estatística e/ou instrumentalmente, mantendo distância entre sujeito observador e objeto/evento observado. Como afirmava Einstein: "É mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito." . Vale acrescentar, ainda, que paralelamente ao estudo sério do MH prolifera uma "farofada" mística, esotérica, "oba-oba", cheia do romantismo típico do marketing da Nova Era, que se aproveita de pesquisas de ponta em terreno tão movediço para fazer elucubrações filosóficas e deduções precipitadas, muitas vezes partindo apenas de similitudes semânticas. Não é difícil constatar isso. Basta examinar a literatura popular que aborda o assunto. É claro que essa propaganda por vezes tem contribuído positivamente para ampliar o debate sobre as concepções científicas convencionais e as ditas "alternativas". Por sua vez, a teática da Conscienciologia/Projeciologia mostra que é possível estudar a consciência de modo objetivo e não tão somente através de analogias fisicalistas. A consciência, e mesmo o cérebro, são infinitamente mais complexos que o holograma. Basta traçar um paralelo entre as concepções de mundo oferecidas pela Conscienciologia e pelos pesquisadores do MH para verificar que estes utilizam idéias muitas vezes extraídas, não da óptica física, nem da mecânica quântica, mas do orientalismo; e que por vezes tangenciam timidamente conceitos de cosmoética, dimener, energia consciencial, energia imanente, multidimensionalidade, pensene, holopensene e tantos outros. O que mostra que o MH, do modo como é apresentado hoje, é um modelo teórico bastante limitado e, portanto, dispensável no estudo dos fenômenos e estados conscienciais mais avançados.

Bibliografia
CAPRA, Fritjof; O Ponto de Mutação: a Ciência, a Sociedade e a Cultura Emergente; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1982; GLEICK, James; Caos: A Criação de Uma Nova Ciência; Rio de Janeiro; Editora Campus; 1990; LUNAZZI, José Joaquim;^ Luz Congelada; Ciência Hoje; Rio de Janeiro; bimestral; Vol.3; N°16;Janeiro/Fevereiro; 1985; p.36-46; WILBER, Ken; Organizador; O Paradigma Holográfico e Outros Paradoxos; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1991. •

O PARADIGMA MECANICISTA E O MODELO HOLOGRÁFICO
Leonel Tractenberg - Wilson Vianna 1. A Visão Mecanicista
Paradigma pode ser entendido corno um conjunto de hipóteses, métodos, modelos, padrões e teorias que procuram enquadrar, explicar e manipular a realidade por nós apreendida até o momento. O Paradigma Clássico, ou Mecanicista tem predominado na cultura ocidental desde a época de Galileu (1564-1642), Descartes (1596-1650) e Newton (1642-1727) até os dias atuais. Nele, a Natureza é encarada como enorme e complexo mecanismo cujas peças podem ser desmontadas e estudadas a fim de se entender seu funcionamento geral. Aí estão implícitos conceitos de empirismo, entropia, espaço-tempo absolutos, determinismo, dualidade, mensurabilidade, objetividade, previsibilidade,
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Holografia
reducionismo e outros. Para o cientista, em geral, tudo aqui lo que não se pode observar objetivamente, detectar por meio de instrumentos, medir, ou prever matematicamente não é digno de estudo sistemático, e se encontra no campo da especulação. Essa postura generalizada contribuiu definitivamente para a consolidação do estado em que o meio científico e tecnológico se encontra hoje. A fragmentação cartesiana do pensamento, por um lado, fez com que disciplinas como a matemática, a física, a química e a biologia se tornassem cada vez mais setorizadas e especializadas, possibilitando grandes avanços de conhecimento e o desenvolvimento de novas tecnologias. Por outro, a superespecialização levou ao distanciamento entre essas disciplinas, criando hiatos de conhecimento, dificultando a comunicação entre diferentes pesquisadores, e, até mesmo, entre instituições. O ideal determinismo-previsibilidade ampliou a visão mecanicista do mundo, incentivando a busca do controle dos processos naturais - a natureza a serviço dos interesses temporais do Homem. Se, de um lado, foi possível o melhor aproveitamento de recursos energéticos, desenvolvimento das telecomunicações, da medicina, e tantas outras áreas, de outro, o uso anti-ético desses conhecimentos trouxe inúmeros problemas paraa sociedade e o meio ambiente. A obsessão por medir e quantificar nos levou a níveis surpreendentes de precisão e discriminação de certos fenômenos (como ocorre na física quântica), mas pôs de lado todas aquelas variáveis de caráter eminentemente qualitativo e subjetivo, como por exemplo os pensamentos, os sentimentos e as bioenergias. A ciência tornou-se extremamente limitada em suas abordagens com relação a tudo o que é vivo. Imbuídos da confiança nesse paradigma, a maioria dos cientistas têm alegado repetidamente falta de provas convincentes quanto à existência de outros domínios de realidade em que a consciência pode se manifestar. Em nome da objetividade científica a ela foi "posta para escanteio". Felizmente essa situação começa a mudar. Eminentes cientistas exploram cada vez mais as áreas interdisciplinares. Combatem o excessivo materialismo científico, reconhecendo as limitações do paradigma vigente. Modernas teorias no âmbito da Biofísica (RESSONÂNCIA MÓRFICA), da Física Estatística e Matemática Computacional (FRACTAIS), da Matemática dos Sistemas Dinâmicos (CAOS) e da Neurociência (Modelo Holográfico) vêm provocando a reformulação de muitos parâmetros em que o Paradigma Mecanicista se baseia. chapa, começou a especular sobre a possibilidade do cérebro armazenar as informações através de princípios matemáticos semelhantes aos da holografia. Dez anos depois, ele e outros cientistas concebiam a idéia de que o universo seria um imenso holograma, e o cérebro construiria matematicamente a realidade concreta, interpretando diferentes padrões e freqüências de energia. E comum, para ilustrar a idéia acima, referir-se a um lago de águas calmas onde são jogadas pedras de tamanhos, formas, velocidades e trajetórias diferentes. Ao atingirem a superfície, provocam ondulações concêntricas que se expandem e interpenetram, interferindo umas nas outras. Se em determinado instante fotografarmos o padrão de interferência dessas ondas, teremos algo semelhante a um holograma em escala macroscópica. A idéia de um universo holográfico é justamente essa: ao invés das ondas na superfície daágua, têm-se padrões multidimensionais dinâmicos de energia interferindo-se mutuamente. Razão pela qual o físico David Bohm os chamou de Holomovimento. O cérebro seria capaz de registrar apenas alguns desses padrões de ondas, deixando grande parte deles passar "despercebidamente". Por exemplo: não percebemos os Raios-X e outras faixas do espectro de luz. As informações selecionadas são automaticamente interpretadas e enquadradas em nossos microuniversos conscienciais. Tudo o que apreendemos, portanto, são interpretações de alguns conjuntos de freqüências desse "oceano de energia" que chamamos de realidade. Esse modelo, exposto aqui de forma simplificada, apresenta algumas características contrastantes em relação ao paradigma mecanicista. Enquanto que o último é analítico em suas abordagens, o modelo holográfico se preocupa em ver o todo. Desse modo. considera sujeito (observador, consciência) e objeto como partes profundamente interdependentes e interagentes de um mesmo sistema. Os que defendem o modelo afirmam que este traz uma visão muito mais ética e ecológica dos processos naturais: o cientista passa a ver o mundo como um único organismo vivo (Hipótese Gaia), ao invés da clássica máquina newtoniana. O Modelo postula a existência de uma "matriz invisível", realidade subjacente que está além dos domínios de nossas percepções do universo físico e dos modos de conhecer usuais (pensamento associativo comum, raciocínio lógico, leitura, etc). David Bohm chamou essa realidade de ordem implícita, dobrada ou, ainda, de domínio implicado. Alguns cientistas afirmam que nessa ordem implicada atua um princípio dinâmico, harmônico, inteligente, negentrópico. Idéia que coincide com inúmeros relatos de pessoas que, em diversas épocas e locais, experimentaram estados alterados de consciência. Dentre eles: a clarividência, a cosmoconsciência, o insight profundo, precognição. retrocognição e visão retrospectiva panorâmica . O modelo
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2. Um Novo Enfoque: O Modelo Holográfico
O Modelo Holográfico foi proposto inicialmente pelo neurocientista Karl Pribram em 1969 para explicar certos processos cerebrais como a memória e a interpretação de estímulos olfativos, auditivos e visuais. Tendo participado, na década de 50, de várias pesquisas, inclusive junto de outro neurocientista, Karl Lashley, sobre a localização cerebral da memória, Pribram concluiu que esta devia ficar armazenada em toda a extensão do cérebro . Por volta de 1960, ao tomar conhecimento do processo holográfico, no qual cada parte da imagem é registrada em toda a extensão da
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' Até então, a teoria clássica defendia a idéia de que processos mentais específicos ocorriam em lugares também específicos do cérebro. A maioria desses estados têm como principal característica a apreensão essencial e instantânea de idéias em bloco, quase sempre associadas a sentimentos elevados, que apesar de inefáveis, deixam a certeza de sua veracidade. Deste modo, aquilo que poderíamos considerar vivências subjetivas são, de fato, as experiências mais objetivas, concretas e reestruturantes que aquelas pessoas vivenciaram.
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Holografia
holográfico procura explicar esses fenômenos em termos da dilatação das percepções normais dos padrões de energia, possibilitando à mente o livre acesso à ordem implicada. Fala-se também que haveria hierarquia dentro dessa ordem, isto é, vários níveis ou dimensões de manifestação da energia. A matéria e energia "densas" - foco de estudo da física- pertenceriam ao primeiro nível, seguiriam daí níveis mais e mais sutis onde a consciência teria maior liberdade de manifestação e facilidade em captar informações globais da realidade. Alguns pesquisadores pretendem com essas idéias aproximar ciência (em particular a física) da filosofia, misticismo e religião. Outros, mais cautelosos, sugerem que o modelo holográfico pode servir para aclarar conceitos da mecânica quântica, neurociência e metafísica, mas qualquer extrapolação para outras áreas como a parapsicologia e a psicologia transpessoal seria prematura. Porém a maioria concorda que o modelo holográfico, apesar de possuir restrições, representa uma perspectiva nova e muito mais abrangente da realidade que aquela oferecida pelo paradigma clássico.

Bibliografia
CAPRA, Fritjof; O Ponto de Mutação: a Ciência, a Sociedade e a Cultura Emergente; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1982; GLEICK, James; Caos: A Criação de Uma Nova Ciência; Rio de Janeiro; Editora Campus; 1990; LUNAZZI, José Joaquim; A Luz Congelada; Ciência Hoje; Rio de Janeiro; bimestral; Vol. 3;N°16; Janeiro/Fevereiro; 1985; p.36-46; WILBER, Ken; Organizador; O Paradigma Holográfico e Outros Paradoxos; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1991.
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HISTÓRICO
Tânia Ferraro

Origem
Em 1948, o húngaro Dennis Gabor (Prêmio Nobel de física em 1971) começou a delinear a futura técnica da holografia quando publicou um princípio óptico que combinava fenômenos da interferência e da difração na reconstrução de ondas. Seu trabalho teve origem na busca de uma solução às limitações da microscopia eletrônica da época e não obteve êxito em seu propósito original.

Reconstrução
A holografia começou a ter desenvolvido seu potencial com o advento do laser. Em 1962, o uso do laser por E. Leith e Y. Upatnieks permitiu a criação de outra técnica para reprodução de imagens de quaisquer objetos tridimensionais. Esta técnica permitiu a eliminação de freqüências indesejáveis que podiam formar ondas secundárias. Mas, a holografia só atingiu o grande público quando se libertou da necessidade do laser na reconstrução das imagens. Isso ocorreu em 1964, quando N. Dennisyuk utilizou uma técnica semelhante à usada por Lippman para a produção da primeira fotografia em cores do mundo, apresentada na Feira Mundial de Paris de 1891. Ele utilizou o princípio da interferência. Em 1968, S. Bentom criou uma nova técnica. A técnica do holograma de "espectral". Tem esse nome porque conforme a altura do observador se modifica, a imagem toma as cores do espectro. Esta técnica espectral permitiu a montagem de pequenas cenas tridimensionais animadas e a reprodução holográfica em plástico em larga escala. Apesar desses avanços e de vários projetos, ainda não existe nenhum caminho técnico para a criação do cinema holográfico ou da televisão holográfica. A aplicação técnica atual mais importante é a holografia interferométrica. Ela permite a superposição de luz originada em um objeto qualquer em dois instantes diferentes. Esse tipo de holografia é utilizado na obtenção de registros precisos de qualquer deslocamento, deformação e vibração em grandes e pequenas dimensões. Tal registro é primeiramente utilizado em testes de engenharia, especialmente no estudo de
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Referencial (imagem)
A imagem pode aparecer na frente ou atrás da chapa holográfica. Mudando o ângulo de observação de um holograma é possível identificar novos aspectos antes obscuros ou ocultos ao ponto de vista anterior, da mesma forma como quando contornamos um objeto. A imagem reproduzida pela iluminação de um holograma é fantasmática ou fantasmagórica para a maioria das pessoas pois aparece somente quando iluminada no ângulo certo, o que permite o surgimento e o desaparecimento de cenas diferentes no mesmo lugar através de um simples jogo de luzes. A Holografia e o holograma burlam os sentidos. Fazem as pessoas acreditarem na presença real daquilo que os olhos vêem, confundindo a leitura pelo cérebro. Eles trazem para alguns o chamado choque de informações, pois diversas vezes apresenta o objeto onde ele não está.

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Holografia
materiais laminados e nas peças que funcionam por rotação. O próprio E. Leith criou um radar de abertura sintética usado na geração de uma imagem fotográfica. Existe fraude especulativa na aplicação de uma futura radiografia holográfica em estudo de cristalografia. Atualmente, já está sendo desenvolvido a "holografia nuclear" para uso na medicina. Os hologramas podem ser usados como lentes focalizadoras e na forma de discos varredores para laser nas máquinas leitoras e impressoras. A holografia foi usada há pouco tempo para mostrar a não existência de quantização no magnetismo, na física. E para identificar estrelas duplas na astronomia (técnica de Speckle). Existem ainda aplicações como nas artes visuais; onde se pode recuperar num holograma peças que caíram no chão. Existem diversas aplicações para a holografia citamos ac_ apenas algumas. Como podemos ver a holografia ainda é um carr.r: relativamente novo da ciência. E, com perspectivas amplamer:; integradoras e geradoras de estudos interdisciplinares, exigindo intenso intercâmbio científico.

Bibliografia
LUNAZZI, José Joaquim; A Luz Congelada; Ciência Hoje: R:: de Janeiro; bimestral; Vol. 3; N°16; Janeiro/Fevereiro; 198: p.36-46; WILBER, Ken; Organizador; O Paradigma Holográfico e Outros Paradoxos; São Paulo, SP; Editora Cultrix; 1991. ,

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IUI OTI V A C A

Rio de Janeiro, janeiro de 1993. Leitor: A carta deste painel destinada aos leitores se encontra na página 18, sob o título Carta ao Leitor (Cristiane Ferraro).

Motivação

A AUTOMOTIVAÇÃO E A INVÉXIS
Carla Vicente

IN VÉXIS, proposta evolutiva autoconsciente, planificada se fundamenta na motivação para o aperfeiçoamento consciencial de alto nível. Esta motivação se revela nas priorizações inteligentes que consolidam verdadeira reforma de valores para esta experiência intrafísica.

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o que lhe permite saber o exato valor da assistencialidade e da maturidade holossomática nesta fase de evolução da humanidade. O momento está propício: a idéia da INVÉXIS sofre ressonância e catalisa as consciências motivadas. Os GRIN VEXES estão se estruturando em locais variados do planeta, através de trabalhos de pesquisa, gestações conscienciais e atenção voltada para a policarmalidade. Compromisso: "Você consciência, homem ou mulher, já ciente dos comprometimentos para com a grupalidade - condição da evolutividade em grupo - é também responsável pela formação de um holopensene propício ao amadurecimento intrafísico precoce das consciências que cada vez mais vêm freqüentando os cursos inteiro issivos procurando motivar-se para esta proposta. Participe, você provavelmente ainda vai utilizá-la em uma das próximas seriéxis".

O conjunto de procedimentos agilizantes, exige do candidato à inversão existencial, megamotivos inerentes à sua própria condição consciencial, como por exemplo a experiência das seriéxis, os cursos intermissivos, o contato íntimo com consciexes mais avançadas e disposição absoluta para assumir suas opções evolutivas. A motivação p a r a a INVÉXIS surge da própria necessidade intrafísica de se libertar do processo de automimeses existenciais que corrompem a consciência a cada nova seriéxis. A personalidade inversora é auto-superadora permanente e incansável no que é relativo à qualidade. Ela atua no contrafluxo e por isso, no referente a "motivação social ou externa", campo de pesquisa da psicologia, ela não pode esperar que a socin como se apresenta, lhe sirva de estímulo, exceto pelo sentimento profundo de querer reverter a situação extremamente entrópica na qual esta se encontra. Ao contrário, a motivação para a INVÉXIS pertence a um holopensene de ponta, que transpõe razões intrafísicas de sucesso, dinheiro, casamento, etc. A multidimensionalidade é fonte inesgotável de automotivação, pois aumenta o nível de compreensão da dinâmica existencial,

Bibliografia:
VIEIRA Waldo. Projeciologia: Panorama das experiências fora do corpo humano. Rio de Janeiro: Autor, 1986. VIEIRA, Waldo. 700 Experimentos da Consciênciologia. Comunicação Pessoal. Obra inédita. VIEIRA, Waldo. Miniglossário da Consciênciologia. Rio de Janeiro : Instituto Internacional de Projeciologia, 1992. •

CARTA AO LEITOR
Cristiane Ferraro

egue abaixo uma listagem de termos relacionados ao vocabulário utilizado no estudo da motivação. As definições incluídas nesta listagem foram extraídas doNovo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Editora Nova Fronteira, segunda edição revista e ampliada, 1986). Embora sendo um instrumento da SOCIN este tem por objetivo o consenso de definições do vocabulário brasileiro, ele deve servir como base para pesquisa mas não como limite. Nossa intenção é posicionar o leitor quanto a dificuldade na definição de termos. Você leitor, verificará com a leitura dos diferentes textos do GRINVEX - RIO as mais diversas noções de motivação utilizadas dentro do próprio grupo. Leia a lista e os trabalhos mantendo sua postura crítica, 18

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todos devemos ter noções pessoais sobre este assunto, noções estas que nos amadureçam e enriqueçam a possibilidade de um debate posterior objetivando o consenso maxifraterno. 1 MOTIVAÇÃO S.f. 1. Ato ou efeito de motivar. 2. Disposição de motivos ou causas. 3. V. móbil (2). 4. Conjunto de fatores psicológicos (conscientes e inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta do indivíduo. 2 MOTIVADO (part. de motivar) Adj. 1. Causado, determinado. 2. Cujo motivo ou razão se explicou; fundamentado. 3. Diz de atividade (intelectual, social, afetiva etc.) que desperta

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Motivação
o entusiasmo o interesse, curiosidade. 4. Diz-se daquele cujo interesse ou curiosidade foi despertado para aula, conferência, exposição. 5. Diz-se daquele que se mostra interessado. 3 MOTIVAR V.t.d. 1. Dar motivo a; causar; produzir. 2. Expor ou explicar o motivo ou a razão de; fundamentar. 3. Determinar a motivação. 4. Despertar o interesse a curiosidade, por (atividade intelectual, social, afetiva, etc). 5. Despertar o interesse a curiosidade de. 6. Dar motivo; levar, induzir, incitar, mover. 7. Despertar o interesse ou entusiasmo; estimular. 4 MOTIVO (Do lat. Motivu, que move) Adj. 1. Que pode fazer mover; motor. 2. Que causa ou determina alguma coisa. S.m. 3. Causa, Razão. 4. Fim, intuito, escopo. 5. V. Móbil (2). 6. Mús. Fragmento melódico, harmônico ou rítmico predominante no d e s e n v o l v i m e n t o de um trecho musical. MOTIVO CONDUTOR. Leitmotiv. MOTIVO DE FORÇA MAIOR. Razão muito forte, muito poderosa. 5 DESEJO (Do lat. vulg. desidiu) S.m. 1. Ato ou efeito de desejar. 2. Vontade de possuir ou de gozar. 3. Anseio, aspiração. 4. Cobiça, ambição. 5. Vontade de comer ou beber; apetite. 6. Apetite sexual. 7. Pop. Na gravidez, vontade exacerbada de comer ou beber determinada(s) coisa(s). 6 ESFORÇO (Dev. de esforçar) S.m. 1. Atividade de um ser que mobiliza todas as suas forças, físicas ou morais, para atingir algum fim. 2. Contração muscular. 3. Vigor, energia, força. 4. Valor, ânimo, coragem. 5. Dificuldade. 7 INTERESSE (Do lat. interesse, "estar entre, no meio; participar", substantivado) S.m. 1. Lucro material ou pecuniário, ganho. 2. Parte ou participação que alguém tem nalguma coisa. 3. Vantagem, proveito, benefício. 4. Aquilo que convém, que importa, seja em que domínio for. 5. Sentimento de cobiça; avidez. 6. Procura de vantagem pessoal, de proveito. 7. Sentimento de zelo, simpatia, preocupação ou curiosidade por alguém ou alguma coisa. 8. Empenho. 9. Curiosidade. 10. Qualidade de interesse. 11. Relação de reciprocidade entre um indivíduo e um objeto que corresponde a determinada necessidade daquele. 12. V. Juro (1). 13. Jur. Pretensão que se baseia ou pode basear-se em direito. 8 VONTADE (Do lat. voluntat) S.f. 1. Faculdade de representar mentalmente um ato que pode ou não ser praticado em obediência a um impulso ou a motivos ditados pela razão. 2. Sentimento que incita a alguém a atingir o fim proposto por esta faculdade; aspiração; anseio; desejo. 3. Capacidade de escolha, de decisão; vontade firme; vontade fraca; casar por legítima vontade; não ter vontade própria. 4. Deliberação, decisão ou arbítrio que parte de entidade superior; a vontade do governo; a vontade do povo. 5. Ânimo firme, firmeza, coragem. 6. Capricho, Fantasia; veleidade. 7. Desejo, decisão ou determinação expressa. 8. Empenho, interesse e zelo. 9. Disposição do espírito, espontânea ou compulsiva. 10. Necessidades fisiológicas: Vontade de comer, de dormir, de vomitar. 11. Pop. Tendência observada nas coisas. VONTADE DE FERRO. Firmeza e energia nas decisões, força de caráter. VONTADE DE POTÊNCIA. Filos. Segundo Nietzsche, impulso fundamental inerente a todos os seres vivos, que se manifesta na aspiração sempre crescente de maior poder de d o m i n a ç ã o . ( V O N T A D E ; BOA V O N T A D E ; COM VONTADE; CONTRA VONTADE; DE VONTADE; ESTAR COM VONTADE DE; MÁ VONTADE; POR EM SUA VONTADE; POR VONTADE) 9 DETERMINAÇÃO (Do lat. determinatione) S.f. 1. Ato ou efeito de determinar(-se). 2. Resolução, decisão. 3. Capacidade de determinação ou decisão. 4. Ordem superior. 5. Bot. Reconhecido da família, gênero, espécie, aos quais pertence uma planta. 6. Filos. Especificação de características que destinguem um conceito do outro do mesmo gênero, aumentandolhe a compreensão. 7. Filos. Característica que serve a determinação: uma finalidade, um atributo, etc. 8. Quím. Verificação da quantidade ou concentração de uma substância em uma amostra. 10 ENTUSIASMO (Do gr. enthosiasmous, pelo fr. enthousiasme)S.m. 1 .Na antigüidade exaltação ou arrebatamento extraordinário daqueles que estavam sob inspiração divina, como as sibilas, etc.; transe, transporte; 2. Veemência, vigor, no falar ou no escrever; flama. 3. Exaltação criadora; inspiração, estro. 4. Admiração, arrebatamento. 5. Dedicação ardente; ardor; paixão. 6. Viva alegria; júbilo. 11 DECISÃO (Do lat. decisione) S.f. 1. Ato ou efeito de decidir(-se); Resolução, determinação, deliberação. 2. Sentença, julgamento. 3. Desembaraço, disposição; coragem. 4. Capacidade de decidir; de tomar decisões. 12 CURIOSIDADE (Do lat. Curiositate) S.f. 1. Qualidade ou caráter daquele ou daquilo que é curioso. 2. Desejo de ver, saber, informar-se, desvendar, alcançar, e t c ; interesse. 3. Desejo de aprender, conhecer, investigar determinados assuntos; interesses. 4. Desejo irreprimível de conhecer segredos, os negócios alheios; bisbilhotice, indiscrição. 5. Informação que revela algo desconhecido e interessante. 6. Tendência de amador a procurar coisas raras e originais. 7. Objeto raro e/ou interessante; raridade. 13 OBJETIVO Adj. 1. Relativo ao objeto. 2. Prático, positivo. S.m. 3. Alvo ou desígnio que se pretende atingir. 4. Objeto (8) de uma ação, idéia ou sentimento (Sin. (nas acepç. 3 e 4): propósito, intuito). 14 PRIORIDADE (De prior+i+dade) S.f. Qualidade do que está em primeiro lugar, ou do que aparece primeiro; primazia. 2. Preferênciadada a alguém relativamente ao tempo de realização de seu direito, com preterição do de outros, primazia. 3. Qualidade duma coisa que é posta em primeiro lugar, numa série ou ordem. 15 IMPULSO (Do lat. impulsü) S.m. 1. Ato de impelir, impulsão. 2. V. ímpeto (2). 3. Abalo, estremeção. 4. Fig.
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Motivação
Estímulo, incitamento, instigação. 5. Elétron. Pulso (4). 6. Fís. V. momento (6). 7. Fís. Impulsão (2). IMPULSO ESPECÍFICO. Astron. Grandeza que indica o comportamento de um combustível de um foguete, e que é igual ao empuxo divido pela quantidade de combustível consumido por segundo; impulsão específica, impulso específico (opõe-se ao consumo específico de propelente). 16 ANSEIO (Dev. de ansiar) S.m. Ato de padecer ânsias. 2. Desejo ardente; anelo; ânsia; aspiração. 17 ESTIMULAÇÃO (Do lat. stimulatione) S.f. Ato ou efeito de estimular(-se). 18 INSTINTO (Do lat. instinctii) S.m. 1. Fator inato de comportamento dos animais, variável segundo a espécie, e que se caracteriza, em determinadas condições, por atividades elementares e automáticas. 2. Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com, finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado. 3. Tendência natural; aptidão inata. 4. Impulso espontâneo e alheio à intuição. INSTINTO DE CONSERVAÇÃO. Conjunto de re:: instintivas que levam o indivíduo a manter-se vivo. 19 DELIBERAÇÃO (Do lat. deliberationé) S.f. 1. AÇ deliberar; discussão para se estudar ou resolver um assume, problema, ou tomar uma decisão. 2. Exame interior; reflevid meditação. 3. Resolução, decisão. 4. Capacidade de resoh decidir, deliberar; decisão, resolução. 20 INCENTIVO (Do lat. incentivn) Adj. Que incenth^ que incita ou excita. S.m. 2. Aquilo que incentiva, que incita excita; estímulo. SUGESTÕES PARA PESQUISA
RAZÃO AÇÃO TENSÃO SATISFAÇÃO DINAMISMO META

NECESSIDADE AUTONOMIA DESEMPENHO ATIVIDADE

MOTIVAÇÃO, AUTOCONHECIMENTO E A EVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA
Fábio Ferrari

otivo é conhecido como a causa de uma ação, o que faz mover algo. Motivação é, então, o motivo em ação; a conseqüência do motivo. Hoje, a ciência de ponta admite que no universo existam duas naturezas principais: a consciência e a energia. A consciência é o que ou quem manipula a energia em suas diversas formas. Desse modo podemos pensar na consciência como o motivo, e na energia como a motivação (uma vez que não compreendemos a manifestação "pura" da consciência, sem seus efeitos). A energia pela qual a consciência humana se manifesta ou se expressa a maior parte do tempo, engloba em si pensamentos e sentimentos, sendo denominada por pensene. Assim, podemos dizer que a vontade e o motivo, gera os pensenes e a motivação. O animal irracional é o ser com menos pensamentos e sentimentos na sua energia, e com mais emoções e instintos, portanto, motivado inconscientemente a viver, sem saber porque nem como se motiva. Já o Homem tem consciência de suas motivações ou pode torná-las conscientes, através do veículo responsável por suas idéias e sentimentos, o mentalsoma. O interesse no estudo da motivação para a Conscienciologia e Projeciologia está em sua importância para a evolutividade do ego, que de forma direta ou indireta é o objeto de estudo destas duas ciências. O estudo dos trafares e trafores vem para clarear esta noção. 20

Os trafores são os traços-força da personalidade, qu; interferem nageração dos pensenes, para melhor, proporcionare: níveis de lucidez mental cada vez maiores para o autoconhecimento. Já os traços-fardos geram formas-pensamento e— sua maioria retrógradas, alienantes e desmotivantes, deixando 2 consciência distante de si mesma, quando analisadas sob o por.:: de vista da cosmoética pessoal. Assim, a doença física parece :er sua origem no pensene gerado pelo mentalsoma a partir c : ; trafares. Já o estado de higidez holossomática reflete o predom ir. : dos trafores na conduta diária do indivíduo. Usando a vontade representante do seu livre-arbítrio a consciência redireciona suas motivações existenciais a fim ¿e evoluir mais depressa. Com isso cria novos trafores. Um desses trafores é o uso consciente, positivo, do holochacra (o veículo da consciência responsável pela sua manifestação intrafísica. c vida), ou o conjunto dos chacras, no dia a dia. Esta condiçí fundamental para a evolução pois permite ao indivíduo alcançir um estado de otimização, alterando seus pensenes para melhor (tornando-os mais definidos) e servindo como um "atalh: evolutivo", obtido facilmente através da instalação do estado pensênico de vibração ou estado vibracional. Não existe a heteromotivação bem como não existe a heterocura. Uma pessoa pode ser estimulada por outra e se motivar, mas não ser motivada diretamente pela outra. Tal fato atesta duas idéias sobre a individualidade da consciência.

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Motivação
•1. Ninguém evolui pelo outro. 2. Tudo o que ocorre na nossa existência, a cada segundo, é de inteira responsabilidade individual. Motivar-se pela auto e hetero-ajuda do trabalho evolutivo é, antes de tudo, questão de lógica cosmoética. Estamos condenados à evolução e um dia, por mais distante que seja, chegaremos ao máximo de aperfeiçoamento conhecido dentro da espécie humana: o Homo sapiens serenissimusl O universo já conspira a seu favor...

Bibliografía:
VIEIRA, Waldo; Projeciologia : Panorama das Experiencias Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986; VIEIRA, Waldo. Miniglossário de Conscienciologia; 57 p.; 17 x 11 cm; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992.
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A PROJECIOLOGIA E A MOTIVAÇÃO CONSCIENCIAL
Graça Raze ra

motivação é tema de suma importância para se compreender a personalidade do ser humano nas fases do seu d e s e n v o l v i m e n t o b i o l ó g i c o , p s i c o l ó g i c o e consciencial. É por intermédio dela que pode-se identificar o estágio evolutivo da personalidade, pois apresenta relação direta com as maturidades e imaturidades pessoais, na atitude de discernir entre o que é útil e prioritário para a própria evolução. Mas a motivação não fica restrita apenas ao indivíduo. O nível motivacional surge e emerge na humanidade nas fases do desenvolvimento histórico, da Pré-História à futura Era Consciencial, apresentando o seu avanço evolutivo através da maturação motivacional em sociedade. Existem diversas definições na Psicologia e na Sociologia sobre o tema da motivação. Alguns dos conceitos são os seguintes: 1. Allport, psicólogo e filósofo de grande expressão na Psicologia, define: "A motivação é o impulso da personalidade". 2. No Dicionário de Sociologia, da Editora Globo: "a motivação é o processo de iniciação de uma ação voluntária e consciente". 3. Pelo Novo Dicionário Aurélio: "a motivação vem de motivo, que em latim, motivu, quer dizer movimento", ou seja, algo que é capaz de fazer mover, causando e determinando ações. 4. Para Linda Davidoff, psicóloga contemporânea; "a motivação é um estado interno, gerando uma necessidade que deve ser satisfeita". 5. A Teoria da Homeostase é uma das mais conhecidas teorias psicológicas. A ênfase está na necessidade do organismo em manter um Equilíbrio Dinâmico, restaurando-se das carências fisiológicas e psicológicas, ao atingir o retorno da condição de equilíbrio. Quanto a este último tópico, vale um breve comentário. O conceito da Homeostase veio da Medicina, onde é aplicado no organismo (soma). Para a Projeciologia, este assunto é abordado sob uma forma mais ampla: Homeostase Holossomática ou o

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estado de equilíbrio dinâmico no Holossoma (4 veículos de manifestação consciencial): soma (corpo físico), holochacra (corpo energético), psicossoma (corpo emocional) e mentalsoma (corpo da intelectualidade, do discernimento e da cosmoética). A motivação, dentro dos conceitos da Projeciologia, pode ser entendida como a vontade individual, a bússola da proéxis, que direciona as ações e os fatos. Esta volição é expressa pelo pensamento, pelo desejo e pela energia, o PENSENE. Vejamos o exemplo do banqueiro e do pensador. O primeiro é motivado para administrar finanças. A sua vontade predominante é aumentar os bens econômicos. Logo, os seus pensenes são baseados no poder da competição financeira, na posse de bens materiais, na liderança econômica, no domínio e prestígio sociais. Já um pensador é mais motivado para o saber. Ele necessita de reflexão profunda e articulada para as indagações do conhecimento e da existência. Seus pensenes estão assentados no questionamento intenso, na pesquisa, na observação aguçada dos fatos, na descoberta das leis da natureza humana, na comprovação e na formulação de pensamentos originais. Por aí, pode-se reparar os contrastes de opções & escolhas, conforme os desejos e anseios intrínsecos a cada personalidade, manifestada pelos PENSENES. Além disso, pela identificação das motivações é possível repararmos o nível consciencial do indivíduo. No exemplo do banqueiro, o nível consciencial ou pensênico está direcionado para a vida física humana comum. Já o pensador é mais motivado para as questões filosóficas universais regentes da existência não somente humana, mas consciencial. Os níveis de motivação, além de variarem de indivíduo para indivíduo, variam com o desenvolvimento físico: a infância, adolescênciae adultidade. Estamodificação vai desde a motivação instintiva (fome, sede, sexo, segurança, defesa, ataque, fuga) até a motivação da auto-realização (satisfação pela produtividade, intelectualidade, fraternidade, racionalidade, desejo de crescimento). Uma criança de 2 anos de idade sente-se motivada, pela própria condição biológica de extrema dependência, a querer a atenção integral da mãe para satisfazer as necessidades de

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Motivação
alimentação, higienização, proteção e afeto. Caso não receba a atenção, o bebê reivindica a queixa com muito choro ou apatia. Esta última, pode levá-la, no futuro, caso consiga sobreviver, ao fenômeno do Autismo (classificação da psiquiatria conhecida como a patologia caracterizada pelo desligamento da realidade exterior e criação mental de um mundo autônomo). A realidade de um adolescente é diferente da realidade infantil. O adolescente é mais independente da figura materna, sendo no entanto, dependente do meio social através de grupos da mesma faixa etária que a sua, denominados pela Sociologia moderna como "tribos". O ambiente escolar, os amigos do bairro, a turma de férias e as companhias em geral, exercem forte influência sobre as suas atitudes e conseqüentemente sobre as motivações. Ele é atraído pelo esporte (ginástica, vôlei, ciclismo, skate, surf) e encontros sociais (festas, passeios, praias, clubes, danceterias). Enfim, o adolescente é motivado em tudo o que se refira ao exibicionismo do seu corpo e à vaidade da sua pessoa. É a fase da "turbulência" ou da "fermentação consciencial". Já um adulto, de 42 anos de idade, por exemplo, tem necessidade de crescimento no seu ofício. Sua maturidade psicobiológica descarta a insegurança do bebê e a necessidade de auto-afirmação do jovem. E um indivíduo mais independente do meio externo. Já possui suas próprias opiniões. Não se desvia das prioridades com facilidade. E objetivo no que se propõe a fazer, e vai até o fim com os compromissos. A sua motivação está na sua produtividade e na auto-realizaçâo. Sua vontade é direcionada à criatividade e ao rendimento de seu trabalho. Esta última fase é conhecida na Projeciologia como a FASE DA EXECUÇÃO DA PROÉXIS. É onde o indivíduo começa, de fato, a cumprir o seu mandato existencial, que se encarregou de fazer no Curso Intermissivo, antes de receber o novo soma. Caso a pessoa tenha se desviado em demasia da sua programação, o que seria a auto-realização transforma-se em Melancolia Intrafísica ou MELIN. Quanto mais jovem é a pessoa, mais os instintos atuam no seu poder de livre-arbítrio. E além do porão consciencial e das automimeses negativas, vindos de existências passadas, há os assédios interconscienciais. Mas, através da passagem dos anos, vem o amadurecimento orgânico (em geral, termina aos 26 anos de idade) o que facilita a atuação da maturidade psicológica, e então a personalidade começa a se estabilizar e recuperar as unidades de lucidez, ou os CONS mais elevados. As escolhas são mais sensatas e ponderadas e o estado emocional é mais equilibrado, devido ao domínio das energias conscienciais. Por isso, sustenta a Homeostase Holossomática. Enfim, é a fase da realização das potencialidades, da eclosão dos talentos, da criatividade, e da execução inicial da programação existencial. No contexto histórico da humanidade, a motivação também tem seus contrastes. O homem das cavernas, na Pré-História, era motivado para caçar animais, coletar frutos e raízes para a sobrevivência. Onde o objetivo era apenas se alimentar para não passar fome. Era o primitivismo consciencial, baseado na sobrevivência do corpo físico. Hoje, na Idade Contemporânea, grande parte da sociedade motiva-se para viver mais pela responsabilidade afetiva e intelectual. A meta de vida evoluiu. A pessoa pensa em formar uma família, ter filhos, possuir bens materiais, conhecer outros povos e culturas, e manter uma profissão. Mas, apesar deste avanço consciencial, há uma mino:: a desperta que supera estas expectativas. Sob o ponto de vista desta minoria, a SOCIN, já está ultrapassada e medíocre perante a realidade interatuante da muitidimensionalidade descoberta principalmente pelo fenômen: mais importante da Projeciologia, a PROJEÇÃO CONSCIENTE. Este caso projeciológico é o desdobramento lúcido dos veículos de manifestação da consciência, em especial, do psicossoma. Em contato com seres mais evoluídos, as CONSCIEXES AMPARADORAS amadurecem os graus de motivação da; conscins projetadas, direcionando-as mais para a evolutividac; da consciência do que para a materialidade da dimensão física Os amparadores promovem a PROJEÇÃO ASSISTIDA, onde os projetores recebem novos ensinamentos (acervo de idéia; originais), indicações para as soluções de alguns problemas, e principalmente para aassistência energética às consciexes doente; ou assediadoras. Com isso, as Projeções desenvolvem as percepções energéticas, o animismo e o parapsiquismo. E a visão da realidade torna-se mais global e abrangente para quem as pratica diariamente de modo consciente, do que a pessoa medíocre (ceaa ou desconhecedora do mundo extrafísico e da para-humanidade Por isso, esta minoria se vê na vanguarda dos fatos existencial;, ou seja, a frente do modo comum de viver da Socin. Para este restrito grupo, a motivação é consciencial. pc:; está direcionada para a evolução da consciência e da humanidade e não apenas para si, ou para o círculo de familiares e amia Suas idéias, objetivos, ideiais, linhas de pensamento e de trabalh.: ultrapassam os grupos provincianos, estados e países e até mesmo, este Planeta. Eles caminham para o universalismo. Esta minoria vem ao mundo físico equipada com os chamade; Cursos Intermissivos Avançados ("Miniglossário da Conscienciologia") com um grau de lucidez quanto à sua realidade pluriexistencial mais aguçada que a média das conscins, desce a infância, através da Síndrome do Estrangeiro (termo emprega; pela professora do IIP, Málu Baiona, que explica a condição de estranheza da conscin com o meio humano) e de intuições sobre a existência de fenômenos parapsíquicos como a telepatia. a precogniçâo, a projeção consciente, a energia consciencial at e noções filosóficas quanto ao casamento, a procriação, e a:e sobre a vida "extraterrena". Pequena percentagem desta minoria, é ainda mais lúcida, pois apresenta um estágio de motivação constante e permane denominado como AUTOMOTIVAÇÃO. Já sabe claramente ai sua proéxis desde a fase uterina através da PROJEÇA . CONSCIENCIAL no estágio fetal. Desta maneira não perde z continuidade da sua realidade com a multidimensionalidaccondição do restringimento físico não superou a sua lucidez consciencial, e a mesologia não irá afetar a seu potenca. automotivador no futuro, ou seja, não será "seduzida" peia artificialidade das ações sociais humanas comuns, e não cairá nas armadilhas de seu porão consciencial. E o início da Revolução Consciencial, através de uma reformulação íntima da pessoa consigo mesma, em busca a>: auto-enfrentamento e da autoterapia, calcada no universalis~<:

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Motivação
e na maxifratern idade. Este é o caminho para a Era Consciencial (Vieira, Projeciologia, cap. 136). Nesta futura fase da História, a média de pensamento será mais elevada. O contato consciente com a multidimensionalidade (dimensões conscienciais intra e extrafísicas)eaProjetabilidade Lúcida (PL). serão as principais ferramentas para esta Era que se aproxima, mais avançada que qualquer Era Tecnológica que venha a surgir, por se tratar da CONSCIÊNCIA e não de máquinas. Como exemplo deste começo de mudanças, podemos citar os Reciclantes e Inversores Existenciais (Vieira, "Miniglossário da Conscienciologia"). McGraw Hill; 1986; GLOBO; Dicionário de Sociologia; Editora Globo; 1970. MASLOW, Abraham H.; Introdução à Psicologia do Ser; Coleção Anima; Editora Eldorado; MURREL, Hywe.; Motivação no Trabalho; Editora Zahar; CBP; FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda; Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa; 1 838 p.; 2 ed.; Botafogo, RJ; Brasil; Editora Nova fronteira S.A.; 1986; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 i lus. ; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986; VIEIRA, Waldo. Miniglossário de Conscienciologia; 57 p.; 17 x 1 1 cm; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992. •
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Bibliografia
ALLPORT, Gordon W.; Personalidade. Coleção Ciências do Comportamento; Editora Universidade de São Paulo; 1969; DAViDOFF, Linda L.; Introdução à Psicologia; Editora

A MOTIVAÇÃO É O COMBUSTÍVEL DA EVOLUÇÃO CONSCIENCIAL
Laênio Loche Mariane Correia

motivação é o conjunto de fatores que impelem a realização de uma determinada ação. Dessa forma, todo comportamento é motivado. Verificamos que toda motivação é de origem interna ao indivíduo, podendo ser ativada por fatores intrínsecos (biológicos, conscientes, inconscientes, etc.) e extrínsecos (sociais, ambientais, energéticos, etc.)

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Define-se motivo como o gerador da motivação. Dentre os motivos encontra-se a NECESSIDADE. Uma pessoa com necessidades de comer é conduzida a se alimentar. Nesse caso a fome atuou como desencadeadora da ação. Também considera-se o DESEJO como motivo. Constatase isso no seguinte exemplo: uma criança varre a casa porque sua mãe tinha prometido que se fizesse isso ganharia um brinquedo. Verifica-se que o desejo de ganhar o presente motivou a criança a varrer a casa e a recompensa, o brinquedo, serviu como incentivo. A conduta de um indivíduo sofre diversas influências externas. Observa-se o holopensene de um lugar. Numa biblioteca há mais incentivo a estudar do que numa discoteca, mesmo estando esta fechada e sem ninguém. A energia do ambiente pode, muitas vezes, interferir na motivação para estudar, mas o que vale é a motivação da pessoa. Se ela estiver realmente motivada, conseguirá estudar em qualquer lugar, sem que nada a atrapalhe. Outra influência é exercida pela mesologia atuando fatores sociais, ambientais, etc. Destaca-se, por exemplo, o vestuário de diversos povos. Ainda hoje encontra-se difundido o uso do turbante na índia, ao passo que no Brasil se alguém for a rua com

o mesmo na cabeça corre o sério risco de ser taxado de louco. A tradição, então, atua em muitos casos como fator mesológico conduzindo pessoas a se vestirem de uma maneira. O prazer também influi na motivação, pois uma pessoa que faz aquilo que gosta, que sente prazer, tende a fazê-lo com mais dedicação e satisfação. Vários benefícios são obtidos pela motivação. Quando se está motivado muitas vezes, tem-se disposição para realizar algo e assim a motivação é de grande valia para a realização da PROGRAMAÇÃO EXISTENCIAL. A produtividade é melhorada tanto qualitativa como quantitativamente, isto é, o plano de projetos, metas existenciais de uma consciência relativo à sua vida intrafísica. A motivação é essencial tanto para as pessoas que não têm, como principalmente, para as que têm lucidez em relação à tarefa existencial. Fazendo uma analogia, a motivação estaria para a evolução como o combustível estaria para o automóvel, pois o combustível impele o carro a andar, e a motivação impele a consciência a progredir.

Bibliografia
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. São Paulo, Mc Graw-Hill, 1983. VIEIRA, Waldo. Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano. Rio de Janeiro: Autor, 1986.
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AUTOMOTIVAÇAO
Laênio Loche Mariane Correia

odo grande êxito, toda tarefa bem sucedida, são realizados por indivíduos bastante motivados. As pessoas de sucesso declaram ter grande motivação pelo que fazem, pelo que exercem. Podemos considerar então que a motivação é um verdadeiro fator de sucesso. Se você é candidato à inversão ou à reciclagem e pretende alcançar seus objetivos, suas metas, de uma maneira satisfatória, deve dar intensa importância às suas motivações. Com base nisso, apresentam-se adiante alguns itens que poderão ajudar o seu processo motivacional: SONO - Segundo o professor Waldo Vieira "o sono é o mais poderoso organizador da fisiologia do corpo físico e da vida humana do indivíduo, ninguém escapa a esse imperativo. É mais fácil passarmos sem alimentação, sem água e sem companhia do que sem dormir". Deve-se saciar as necessidades de sono do organismo corretamente, não dormindo pouco nem em demasia, mas apenas o necessário. Uma pessoa com sono faz sua motivação cair, suas realizações são mais lentas, o desempenho intelectual diminui e essas são apenas algumas das muitas conseqüências de uma pessoa que não dorme devidamente. SAÚDE HOLOSSOMÁTICA - Os veículos conscienciais (soma, psicossoma, holochacra, mentalsoma) devem estar em homeostase, ou seja, em harmonia gozando de boa saúde, pois um veículo que estiver danificado, inevitavelmente acaba prejudicando os outros. Para se manter o Holossoma saudável, é bom manter, entre outras coisas, uma alimentação equilibrada, exercícios físicos, estado vibracional, racionalização das emoções. HABITO - Um ato repetido diversas vezes acaba se tornando um hábito. Uma pessoa acostumada a realizar algo tende a ter motivação. LISTAGEM - E sempre bom escrever em uma folha os motivos do objetivo que se quer. Para facilitar é interessante responder as seguintes pergunta: Por que eu quero (o objetivo)? Que benefícios eu terei se consegui-lo? Que acontecerá se eu não o conseguir?

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SATURAÇÃO MENTAL - É de grande ajuda pensar todo dia, toda hora, na cena em que você estaria conseguindo o objetivo e os benefícios que isso criaria, uma forma-pensamento. ou seja, um pensamento que é plasmado no extrafísico através de prece, de sugestão, evocação, imaginação, aumentando a possibilidade da concretização da meta. AUTO-ORGANIZAÇÃO - Quando algo está bagunçado, enrolado, acabamos perdendo o ânimo, a disposição e consequentemente o êxito é prejudicado. Organize seu tempo, seu espaço físico, sua condição financeira, suas prioridades, para assim melhor atender todos os seus objetivos, tarefas e responsabilidades. CUIDADO COM A AUTOCORRUPÇÃO A Autocorrupção tem que ser sempre identificada e evitada logo quando começa a surgir. É preciso estado de alerta o tempo todo. Várias vezes imaginamos diversos obstáculos para tornar o objetivo impossível, mas na verdade são apenas justificativas para a nossa preguiça. Em diversas situações somos rigorosos e não aceitamos o fracasso. Devemos nos permitir ao erro e aprender com ele. O processo da inversão e da reciclagem requer bastante esforço, sacrifício e perseverança, mas lembre-se que ele não é a meta principal. O mega objetivo é o COMPLETISMO, isto é, o cumprimento da proéxis, sendo a inversão e a reciclagem uma conseqüência da preparação para a realização da proéxis. Tornarse um completista é um desafio difícil, porém desafiante e atingível, por isso, perante metas dificílimas lembre-se de que o valor de uma pessoa é pelo que ela fez e não pelo que ela deixou de fazer.

Bibliografia
ASSAGIOLE, Roberto.; O ato da vontade; GAWAIN, Shakti.; Visualização Criativa; MORGAM, Thomas.; Só éfracassado quem quer, VIEIRA, Waldo; Projeciologia : Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alfi; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986. .

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Motivação

AUTOMOTIVAÇAO: SOBRE A NECESSIDADE DE MAIS ESTUDOS
Leonel Tractenberg

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otivação é um dos temas mais controvertidos em psicologia. Dentro das diversas correntes teóricas, m u i t o s e s t u d i o s o s descartaram o conceito de VONTADE por julgarem-no demasiadamente subjetivo para explicar porque uma pessoa tem desejos e necessidades particulares. Hoje, o estudo da motivação está muito mais voltado para a busca de fontes de motivos oriundos na biologia e no contexto social do que aqueles procedentes da própria consciência. Vejamos alguns desses enfoques.

Psicólogos do comportamento afirmam que nós não temos consciência dos motivos que influem na maioria de nossas atitudes, e apontam para a importância de fatores biológicos sobre as motivações humanas. São os chamados impulsos homeostáticos: impulsos primitivos e inconscientes de autopreservação e de obtenção de prazer, a partir dos quais partem todos os outros motivos. Todo tipo de defesa contra ameaças externas; necessidade de saciar a fome, a sede e o sexo; de suprir carências afetivas; de ser aceito e reconhecido socialmente; de obter riqueza e poder; são apenas algumas ilustrações de comportamentos oriundos direta ou indiretamente desses impulsos. Já, os sociólogos, ao abordarem o tema, afirmam que grande parte de nossas motivações e expectativas são determinadas pelos papéis que, consciente ou inconscientemente, desempenhamos dentro dos diversos grupos sociais nos quais estamos inseridos. Dois fatores contribuem para essa determinação: a) o poder dos holopensenes da socin como fator externo cuja coercitividade se manifesta através dos diversos mecanismos de controle exercido pelas instituições sociais': violência, controle econômico, emocional, ideológico etc. b) a maioria das pessoas não pensa, nem tem vontade de assumir a responsabilidade de ser "dona do próprio nariz". Internamente buscam se enquadrar nos papéis que lhe são atribuídos pela socin, a fim de assegurar suas próprias identidades. Agindo dessa forma, restringem ainda mais o seu livre-arbítrio.

enfocam corretamente diferentes facetas do problema. Contudo, é preciso ressaltar que não são as únicas existentes, e que, quando tomadas isoladamente, fornecem uma visão deturpada da realidade por serem extremamente determinísticas. É justamente dessa concepção que as instituições da socin tiram proveito. Para elas é de grande interesse saber como funcionam os mecanismos básicos, grosseiros, das motivações do indivíduo, a fim de melhor manipulá-lo. Assim, todos os estudos que abordarem o aspecto funcional desses mecanismos serão bem-vindos. Bastará rápida revisão da literatura sobre motivação para verificar um número relativamente grande de publicações relacionando-a a assuntos como marketing, publicidade, gerenciamento, liderança, negócios, treinamento esportivo, militar etc.. A sociedade norteamericana, em particular, tirou - e ainda tira — grande proveito desses estudos. Não é à toa que a psicologia do comportamento (behaviorismo) se desenvolveu naquele país como em nem um outro. Em contrapartida, os estudos que enfocarem a questão da automotivação serão bem menos estimulados, pois a pessoa capaz de automotivar-se fica mais independente do meio, tornando-se cada vez mais imune às inculcações da socin. Não se está afirmando aqui que tal determinismo não exista. A robéxis (robotização existencial) é um fato. Mas é preciso levar em conta o nível evolutivo de cada consciência, fator que, em tese, pode se impor sobre quaisquer agentes determinantes externos, sejam de natureza social, psicológica ou, até mesmo, de ordem biológica. É nesse aspecto que a Conscienciologia / Projeciologia pode contribuir significativamente. A Teoria dos Serenões é um exemplo claro dessa possibilidade. Ora, uma das principais propostas da Conscienciologia / Projeciologia é fornecer idéias-ferramentas para maior autoconscientização multidimensional (AM), objetivo que só é alcançado mediante muito esforço e perseverança. Então, aConscienciologia / Projeciologia (leia-se: os conscienciólogos / projeciólogos) tem o dever de estimular fortemente os estudos sobre a automotivação consciencial. Só assim o fator VONTADE DA CONSCIÊNCIA retomará o seu devido papel dentro dos estudos sobre motivação.

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Assim, não surpreende o fato de haver muito mais estudos sobre heteromotivação do que sobre automotivação. As duas abordagens expostas acima contribuem de certa forma para que isso ocorra. Como? Por quê? Essas abordagens se complementam na medida em que

Bibliografia
' Considero aqui o conceito amplo de instituição social definido pela sociologia, que abrange tanto as organizações físicas, objetivas, erguidas pelo homem (governo, policia, igreja, empresa etc), quanto as subjetivas que "pairam" sobre a sociedade (língua, religião, cultura, tradições etc). Neste último aspecto, o mesmo se aproxima do conceito de holopensene da Projeciologia/Conscienciologia.

BERGER, Peter L.; Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística; 5 ed.; Petrópolis, RJ; Brasil; Editora Vozes; 1980; MURRAY, Edward J.; Motivação e emoção; Rio de Janeiro; Editora Zahar; 1967.
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Motivação

MOTIVAÇÃO, FISIOLOGIA E COMPORTAMENTO
Marcelo Costa
"Qualquer homem pode alcançar o êxito se dirigir os seus pensamentos Thomas Edson

numa direção e insistir neles até que se faça alguma coisa. "

m nosso estudo, mostraremos a importância dos hormônios no comportamento humano. As glândulas produtoras de hormônios em nosso corpo formam o sistema endócrino. Este mantém íntima interação com o sistema nervoso. Compõe o sistema endócrino: a glândula pituitária, a glândula tireóide, as glândulas paratireóides, o córtex supra renal, os ovários, os testículos e o pâncreas. A glândula pituitária, localizada na base do cérebro, recebe deste a mais poderosa influência. O que determina o fluxo hormonal proveniente da pituitária é o cérebro, que movido por um reflexo biológico regula o padrão de descarga hormonal em homens e mulheres. Este reflexo biológico pode ser controlado de forma consciente? Tomemos como exemplo uma gestante: mãe e feto, através da membrana placentária, compartilham de íntima relação. Os hormônios, o oxigênio e os nutrientes recebidos pelo embrião passam através da placenta. Assim, qualquer distúrbio hormonal que ocorra, certamente atingirá o feto. A causa destes distúrbios pode estar relacionada com fatores psíquicos como: a depressão, a ansiedade ou preocupação. Em laboratório, cabe dizer, há décadas altera-se os níveis hormonais injetando hormônios ou substâncias químicas que diminuam a eficácia dos hormônios produzidos no organismo (Newman & Elger, 1966). Devemos portanto, levantara hipótese de que um indivíduo com livre vontade possa, emitindo energias conscienciais (ECs), modificar seus níveis hormonais. Será possível que a gestante, tendo forte vontade de ter um bebê do sexo masculino possa, ainda que inconscientemente, ativar hormônios masculinizantes ou mesmo alterar o padrão cromossômico de um feto geneticamente feminino? Se assim ocorrer, o que deveria ser fêmea, com todos os caracteres desta natureza, poderá vir alterado de forma patológica. Este ser terá um comportamento psicossexual masculinizado. Quanto à mudança do padrão cromossômico fetal, parecenos coisa mais difícil. A explicação lógica consiste em que,, estando as diretrizes do plano extrafísico postas no físico, tendo sido inclusive instalado o código genético (XY ou XX), as ECs emitidas teriam que ser, tanto em qual idade quanto em quantidade, superiores. E a consciência presente no feto? E preciso levar em conta sua vontade, motivada pela PROÉX1S e que, restringimento físico, deve influenciar. Só depende da força de cada consciência emitir os PENSENES guiados pela vontade e sustentados pela motivação. Então deduz-se: o que tem que ser acaba sendo, ainda que
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alterado por nossa vontade consciencial. Os androgênios, os estrogênios e a progesterona estão presentes em ambos os sexos. O quemuda são os níveis hormonais, prevalecendo no homem normal o primeiro citado, enquanto na mulher, os estrogênios e a progesterona. Depois de fabricados em um determinado tecido, os hormônios são transportados na circulação geral, atuando na função e outras células do corpo, localmente ou à distância. Os hormônios têm importância fundamental na formação do soma. Não necessariamente à psique. Assim, estando na presença de níveis consideráveis de androgênio em fase de importante crescimento, o desenvolvimento será basicamente masculino. Se ao invés disto, tivermos baixos níveis de androgênio, o desenvolvimento será feminino. Daí dizer-se que "o impulso básico da natureza é fazer uma fêmea." Há que se mencionar a ambigüidade ocasional apresentada em casos de definição sexual por pacientes com distúrbios endocrinológicos. Em 1965 John Hapson, estudando esses casos, traçou "sete variáveis de sexo", fornecendo perspectiva para o problema. Eis aí: 1 - Morfologia genital externa: é o mais óbvio indicador para distinções ordinárias, feita num relance de olhos, tem-se uma identificação imediata. 2 - Padrão de cromatina sexual: é determinado através de teste genético, no qual só um par de cromossomos determina o sexo. 3 - Sexo gonádico: determinado pela morfologia, que é a presença das gônadas (órgãos sexuais internos). 4 - Sexo hormonal: correlacionado com as características sexuais secundárias. 5 - Estruturas reprodutoras acessórias internas: são as estruturas internas associadas a formação de um ovário, como a Trompa de Falópio. 6 - O fator "sociedade": que é o sexo da atribuição e da criação. Por vezes, devido ao erro quanto a identificação do sexo, o indivíduo é tido pelos pais, familiares e sociedade como do sexo oposto ao que realmente é . O equívoco só é descoberto, em geral, pouco antes da puberdade. 7 - Sexo psicológico ou "papel do gênero": é a imagem do Eu sexual. Pode ser obtido através de sutilezas como o modo de se vestir, gesticulação, fantasias e outros. No entanto, nem sempre o desenvolvimento se dá de forma hígida. Vejamos um caso de erro genético: A síndrome da Insensibilidade Androgenea ocorre em

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Motivação
indivíduo com genes masculinos (XY). Neles as células do corpo são insensíveis ao androgênio (hormônio masculino). Não se sabe a razão desta deficiência. Portanto, desenvolve-se basicamente com estrutura psicossomática feminina, mas não por completo. Não obstante, possuem, quando adultos, forte instinto materno (Money, Ehrhardt & Masica, 1969). A chave do processo estáno domínio lúcido das bioenergias. Os que estão começando este trabalho devem ser perseverantes para terem resultados. Este domínio traz mudanças no comportamento do indivíduo. As variações bruscas de humor tendem a se sutilizarem. Isto propicia estabilidade psíquica, dando oportunidade de se desenvolver trabalhos científicos de qualidade. Porém, para se chegar ao complexo é preciso passar pelo simples. Para dominarmos o corpo físico, mister é conhecê-lo. Então, ao trabalho.

Forças atuantes sobre as conscins
Biológica - Pensênica - Cultural Qual destas exercem maior influência sobre o mentalsoma? O provável é que a primeira derive da segunda e que juntas sofram influência da terceira. Estas forças interagindo atuam tanto no soma como no mentalsoma, moldando a personalidade da consciência através da seriéxis. Não podemos esquecer que todo processo aqui estudado envolve a paragenética e embora se trate de assunto obscuro para nós, sabe-se que no extrafísico é mais fácil de se trabalhar. É preciso descobrir o código que estabelece ligação entre a paragenética e a genética. Teremos, então maior facilidade de controlar o soma. Mas afinal, podemos controlar nossos reflexos biológicos de forma consciente?

Bibliografia
GUYTON, Arthur; Tratado de Fisiologia Médica; 7 ed.; Editora Guanabara; Rio de Janeiro; s.d.; GOMEZ PÉREZ, Rafael; História Básica da Filosofia; Editora Nerman; 1988; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; XXVIII + 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos.; 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; ene; Rio de Janeiro; Edição do Autor; 1986; VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57 p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992. •
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MOTIVAÇÃO
Nilton Spinelli

tema motivação tem sido muito discutido entre psicólogos e cientistas de áreas comportamentais. A psicologia moderna vem estudando a motivação e sua localização cerebral buscando relacionar certas regiões do hipotálamo como responsáveis por esta função, sem obter grande êxito. A pesquisa da motivação ganhou maior atenção no início do século XX, quando esta se desenvolveu através do estudo dos "motivos", "necessidades" e dos "instintos", em uma tentativa de descrever processos internos hipotéticos que não podem ser diretamente observados ou medidos.

O

Com o desenvolvimento da psicologia comportamental, a motivação passou a ser descrita como "um estado interno que resulta de uma necessidade que ativa ou desperta o comportamento usualmente dirigido ao cumprimento da necessidade atuante". O motivo não deve ser dissociado das VPs - vivências pessoais pois estas experiências educativas poderão servir de referencial para novas ocorrências presentes ou futuras, onde a consciência motivada procurará obter melhores resultados devido à aprendizagem anterior. O ambiente também precisa ser considerado pois tanto pode atuar na modificação do motivo, quanto ser remodelado por ele.

A psicologia estuda os motivos em: básicos, sociais, sensoriais, de crescimento e idéias motivantes. Esta divisão visa facilitar o entendimento dos mecanismos de motivação psicofisiológica e podem sofrer influências das emoções e das cognições ou pensamentos que tendem a despertar certo grau de motivação para ativar o comportamento. A Conscienciologia enfatiza em seu campo de estudo, a "automotivação" que é intransferível e representa uma perspectiva pessoal prática para a realização de metas conscienciais. Ela vem demonstrando que o grau de motivação de cada indivíduo pode ser melhorado, caso haja restruturação dos PENSENES deste, pois a motivação impregna os PENSENES, em uma iniciativa consciente de retroalimentar os impulsos evolutivos voluntários, contínua e permanente. Na reforma pensênica é inevitável se trabalhar com as estruturas internas da personalidade: os tratores e os trafares, em uma dinâmica interna para a aquisição de "CONS" necessários ao aperfeiçoamento consciencial. Todos somos produtos de nossas próprias motivações, assim a qualidade desta demonstra o nível de compreensão que se tem do processo evolutivo.
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M Motivação
Bibliografia
DAVI DO FF, Linda L.; Introdução a Psicologia; São Paulo, SP; Editora Mc Graw-Hill; 1983; MURRAY, Edward J.; Motivação e Emoção; Rio de Janeiro; Editora Zahar; 1967; KRECH, David; Elementos de psicologia; São Paulo; SP; Editora Pioneira; 1963; VIEIRA, Waldo; Projeciologia : Panorama das Experiencias Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986; VIEIRA, Waldo. Miniglossário de Consciencio/ogia; 57 p.; 17 x 11 cm; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992. •

AUTOMOTIVAÇÃO E PARADIGMA CONSCIENCIAL
Régis Tractenberg

Motivo
E tudo aquilo que dirige ou influencia a vontade, de um animal ou ser humano, para atingir um objetivo. Partindo desta definição, os psicólogos consideram como motivos fatores muito variados, como condições psicofisiológicas, ambiente, influências sociais e instinto.

priorizando e escolhendo nossos objetivos com discernimento, sem sofrermos influência de outros fatores.

Paradigma Consciencial
Voltando ao exemplo anterior, observemos alguns trafores dessa pessoa, que contribuíram para que ela formasse sua automotivação de se projetar com lucidez: curiosidade, perseverança e desejo de realizar tarefas assistenciais. Estas características ajudaram a pessoa a chegar à automotivação, mas cada uma delas tem uma origem, um motivo anterior. Se perguntarmos a um psicólogo - De onde veio a curiosidade dela? Por que ela deseja tanto ajudar aos outros? Ela é perseverante desde pequena? - a resposta será incompleta e pouco satisfatória, pois na Psicologia convencional, muitos assuntos foram e ainda são simplificados, afim de serem construídos modelos lógicos que expliquem os fatos. O estudo da motivação é, infelizmente, um destes casos. Através do Paradigma Consciencial, podemos nos aprofundar mais na análise motivacional de uma consciência, pois entendemos como motivos, muitos novos fatores. Por exemplo, eis alguns assuntos da Conscienciologia que vão além de três tópicos motivacionais na Psicologia: • Holopensene motivação social. • Influência de consciexes . motivação extrínseca. • Curso intermissivo comportamento intrinsecamente motivado.

A Pessoa Desmotivada
Uma pessoa muito desmotivada parece, segundo o ditado popular, uma verdadeira "Maria vai com as outras", pois precisa ser constantemente motivada pelos outros para fazer até mesmo coisas simples, como estudar ou trabalhar. A carência de motivação é perigosa, pois além de ser um grande obstáculo para que a consciência atinja seus objetivos, faz esta ser mais suscetível a seduções holochacrais e a outros processos bioenergéticos nos quais ela se deixa levar pela vontade de outras consciências.

Automotivação
Quanto mais evoluída é uma consciência, menos ela é dominada por sua parte biológica ou o ambiente onde se encontra. Dependendo de sua automotivação, ela supera tudo isso. A automotivação é o tipo de motivação mais avançado que se conhece, pois é um processo consciente. Um bom exemplo para ilustrar o que é automotivação, é o da pessoa que chega ao IIP, toma conhecimento do que é Projeciologia, começa a estudar o assunto, se dá conta de suas aplicações e benefícios, pondera e determina-se a produzir o fenômeno da projeção consciente. Para isso, a pessoa pode utilizar várias técnicas, mas o principal, segundo autores como Waldo Vieira e Robert Monroe, ela já tem: vontade. O ideal seria que fossemos automotivados o tempo todo,

Pesquisa
O estudo da motivação em Conscienciologia é muito rico, profundo e detalhado, pois o paradigma da Conscienciologia ao mesmo tempo que utiliza alguns modelos da Psicologia, acrescenta novas idéias que vão diretamente contra o antigo paradigma. Oferece também novos instrumentos válidos em pesquisa, como

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Motivação
o fenômeno da projeção consciente e a percepção das bioenergias. Faz do pesquisador um elemento ativo e participante dentro da questão em estudo. Como foi visto acima, o estudo da motivação sob o enfoque do paradigma consciencial oferece um vasto campo ao pesquisador que esteja realmente automotivado para estudar o assunto (talvez você, leitor). EVANS, Phil; Motivação; Rio de Janeiro; Editora Zahar; 1976; MASLOW, Abraham Harold; Introdução à Psicologia do Ser; Rio de Janeiro; Editora Eldorado sd; MONROE, Robert; Viagens Fora do Corpo; Rio de Janeiro; Editora Record sd; MURRAY, Edward James; Motivação e Emoção.; Rio de Janeiro; Editora Zahar; 1967; NUTTING, Joseph; Estudos De Motivação Humana.; São Paulo, SP; Livraria Duas Cidades; 1982; VIEIRA, Waldo; Projeciologia : Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986.
m

Bibliografia
BIAGGIO, Angela Maria Brasil; Achievement Motivation of Brasilian Students; Tese extraída do International Jornal of Intercultural Relations; 1978;

EXIGÊNCIAS MOTIVACIONAIS DA INVÉXIS
Valdomiro Alves

Teoria da Invéxis é uma proposta original e revolucionária, que promete alterar para melhor a qualidade das seriéxis de milhares de consciexes e conscins no futuro próximo do Planeta Terra. E como toda inovação positiva, em sua fase inicial, suscita forte oposição, que, vinda de setores até insuspeitos da Socin, visa derrubar as fundações de um novo patamar evolutivo em nome de interesses e sentimentos profundamente egoístas.

A

O Inversor que planeja cumprir sua proéxis, deve munir-se, ainda no período intermissivo, de fortes motivos para a Invéxis, fazendo dela uma Teática, sem acidentes de percurso ou surtos recorrentes de paralisia evolutiva. Além disso, precisa manter, aumentar e criar novas motivações, durante sua vivência intrafísica. Deste modo, a tarefa da Inversão, no momento atual, delinea-se como uma das mais trabalhosas a que uma consciência pode p r o p o r - s e , e x i g i n d o desta p o d e r o s o s e l e m e n t o s automotivadores, traduzidos em excepcional força de vontade. Dentre as exigências motivacionais fundamentais para a Invéxis estão: • Aversão à estagnação evolutiva. • Admissão e aprovação com louvor em curso intermissivo de alto nível. • Compromisso íntimo para o cumprimento da proéxis, assumido ainda antes da atual existência holochacral. A conscin jovem que sente atração ou simpatia pela idéia da Inversão, mas acha não ter nenhum destes requisitos, deve procurar melhor nos meandros de seu ciclo existencial ou observar atentamente o "extrato de sua conta-corrente" policármica, pois sem estes créditos qualquer tipo de interesse seria dificílimo. Estas exigências motivacionais da Invéxis são até certo

ponto naturais, conseqüências inevitáveis das pressões contrárias à instalação efetiva do holopensene do processo inversivo na Terra. Motivações básicas, no entanto, não são suficientes. A Invéxis, como um processo tecnicamente planejado e antinatural, no sentido de que não obedece às leis da genética ou das socins, leva inevitavelmente à otimização "artificial" destas motivações e à descoberta e criação de outras mais. Outras motivações são descobertas pelo Inversor quando ele decide "vestir a camisa", aprofundando-se no processo e aproximando o estudo teórico da prática inversiva, largando o "lastro" das auto-repressões e servindo de campo de provas para si m e s m o , tomando ciência de suas potencialidades e responsabilidades no processo de formação de seu holocarma, e g a n h a n d o o impulso extra que esses c o n h e c i m e n t o s proporcionam. Com o aumento do tempo consciencial investido, o Inversor começa a avançar no cumprimento de sua proéxis, chamando a atenção tanto de amparadores quanto de assediadores. Então a consciência começaaencararmaiores desafios, e inevitavelmente irá se deparar com processos de intrusão psicossomática ou pensênica mais elaborados. A continuidade da sua Invéxis exigirá outros níveis de motivação. Porém, ao mesmo tempo que aumentam as exigências, aumentam as possibilidades de atendê-las. Neste momento o Inversor estará colhendo os frutos de seus esforços anteriores. Objetivos maiores como a autoprojetabilidade lúcida freqüente e a condição de Epicon começam a "aparecer no horizonte", confirmando a propriedade de sua escolha pela Inversão, apesar de todas as dificuldades. Poucos incentivos seriam mais fortes que esses. Aos poucos começa a se desfazer a condição de equilíbrio dinâmico entre elementos motivadores e não-motivadores, e finalmente, a favor do Inversor.

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Motivação
Enfim, para o Inversor sério, firme em seus propósitos, não existem exigências motivacionais severas demais que não possam ser atendidas e até suplantadas. É apenas uma questão de aceitar o desafio. Fora do Corpo Humano; 900 p.; 475 caps.; 40 i lus. ; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf.; 27 x 18,5 x 5 cm; Rio de Janeiro; Brasil; Editora Brasil-América S.A. - EBAL; 1986; VIEIRA, Waldo. Miniglossário de Conscienciologia; 57 p.; 17 x 11 cm; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992; VICENTE, Carla; A Automotivação e a Invéxis; Banco de Dados do Grinvex -RJ. •

Bibliografia
VIEIRA, Waldo; Projeciologia : Panorama cias Experiências

MOTIVAÇÃO PARA O UNIVERSALISMO
Wilson Vianna

M

uitos motivos têm sido relacionados ao comportamento altruísta: em 1959 os psicólogos sociais Thimbaut e Kelley a s s o c i a r a m tal c o m p o r t a m e n t o a uma recompensa ou dívida em benefício da pessoa que age em favor da outra. Gouldner, 1960, reforça a idéia postulando a existência de uma "lei moral de reciprocidade", sem a qual seria improvável que alguém demonstrasse espontaneamente o desejo de oferecer ajuda. Daniel e Berkowitz afirmaram, em 1963, que as pessoas da nossa sociedade aprendem a ajudar aqueles que lhe são dependentes, tomando uma conduta social "responsável". Porém, por trás dessa conduta se esconde uma auto-administração de recompensa vinda de um fazer o que é correto. Isto é, uma pessoa auxilia seus dependentes sabendo que isso trará conforto para ela mesma, pois está em conformidade com a norma que foi condicionada a seguir. Assim, em 1966, Geranson e Berkowitz trouxeram à baila dois tipos de normas sociais eliciadoras de comportamento altruístico: reciprocidade e responsabilidade. Judith Regan, 1971, lançou mão de outros dois motivos para explicar o comportamento altruísta: a culpa e a necessidade de se acreditar em um mundo justo. Portanto, para ela, manifestamos comportamentos de ajuda no sentido de expiar uma culpa ou para mantermos nossa crença num mundo onde os "desfavorecidos" são auxiliados pelos outros. Isso não ocorre somente em psicologia social, Melanie Klein, psicanalista interessada em crianças, acreditava que a reparação é um dos mecanismos que induz o indivíduo ao comportamento altruísta. A partir de 1986, com o surgimento da Projeciologia e em seguida a Conscienciologia, um novo enfoque vem sendo dado ao estudo do altruísmo: substituiu-se o termo altruísmo, impregnado de conotações místico-religiosas, pelo termo universalismo. Antes o que interessava era o soma ou qualquer
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outro veículo de manifestação da consciência. Agora o qae interessa é a própria consciência, sua evolução. O ser que pratica o universalismo se volta em favc ' . ,•-•,.{-. consciência sem qualquer expectativa de recompen: i. concepção científica diferente da que se chegou até I K - , psicologia ou psicanálise. Denominamos essa análise universalista, em determinado contexto, de tarefa assistencial. Segundo Calmene a tarefa assistencial ideal... "... Não apresenta caráter oficial, sendo espontânea. Não visa deduções de impostos, nem sindica a aplicação da doação. N ã o d e m o n s t r a rótulo profissional nem fim profissionalizante. Não alimenta segundas intenções proselitistas ou políticas. Não defende a imagem pessoal nem cultiva mitos. Não incentiva a segregação de espécie alguma. Não se restringe por preconceito nenhum. Não espera gratidão nem aspira entendimento do público. É a doação simples, pura, direta, sem meditação, exigências nem condições. E que todos podem praticar em silêncio..." (Projeções da Consciência, p.31) O que motiva tal atitude? Seria algum valor externo? Um condicionamento ou impulso? Acreditamos ser um processo intraconsciencial, natural no desenvolvimento da maturidade integral. Esse processo é catalisado pela autoconsciencialidade. Começa com a conscientização egocármica. O sujeito percebe que seus atos nâo-cosmoéticos atrapalham principalmente a própria evolução. Então, a partir do momento em que a consciência volta-se para si com autenticidade plena e observa seus TRAF ARES, transformando-os através de seus TRAFORES, derrubando seus mecanismos de defesa mais grosseiros e, com eles, a maioria dos condicionamentos da SOCIN patológica, nasce a compreensão existencial; cresce no indivíduo uma euforia e um sentimento fraterno que se faz necessário expandir aos que estão a sua volta. Com o tempo, (que passa mais rápido para uns do que para outros) adquire-se maior discernimento, e a consciência se torna, então, capaz de experimentar o maxifraternismo.

' E um mecanismo de estruturação do ego no sentido de dissolver a culpa gerada na criança quando ela descobre que a mesma pessoa pode ser boa e má ao mesmo tempo. Assim, suas atitudes agressivas com relação a mãe má foram também contra a mãe boa. Logo ela deve reparar seus atos quanto ao objeto amado.

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Motivação
Logo, é a partir do amor e respeito próprio que nasce a compreensão capaz de gerar o sentimento elevado que motiva ao universalismo - um processo normal de maturação consciencial. Portanto, a psicologia da motivação tem um fundo de razão ao associar motivação à emoção; pois melhorando a idéia, traduzindo seus termos para os da Conscienciologia, é do sentimento elevado que nasce a motivação real, não efêmera. A comunicação via satélite, o Mercado Comum Europeu, a consciência ecológica, que agora também é presente em trabalhadores, indústrias e algumas seções governamentais, são as primeiras evidências de uma SOCIN onde a média das consciências será um pouco mais madura. E perfeitamente exeqüível, depende de nós. De você também, leitor. E o melhor momento é agora! "Holossinceramente", como está seu nível de maturidade? RODRIGUES, A. 1972. Psicologia Social. Petrópolis. Editora Vozes; VIEIRA, W. 1986. Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora Do Corpo Humano. Rio de Janeiro. Edição do autor; . 1992. Miniglossário da Conscienciologia. Rio de Janeiro. Edições IIP; . 1992. Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Físico. Rio de Janeiro. Edições IIP/ Gráfica Lua Nova.

Palestras
Tarefas Assistenciais Humanas. Marina Thomaz. IIP. Rio de Janeiro, 14 de novembro de 1992. Prenúncios da Sociedade Conscienciológica. Waldo Vieira. IIP. Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 1992.

Bibliografia
BINSTOCK, L. 1969. O Poder da Maturidade. Rio de Janeiro. Editora Record. DAVIDOFF, L. 1983. Introdução à Psicologia. Rio de Janeiro. Editora Mac Grall Hill. PRIGOGINE, Y e STENGERS, 1. 1984. A Nova Aliança (introdução). Distrito Federal. Editora Universidade de Brasília;

Debates
Da Interprisão à Policarmalidade. Mônica Camargo, Antônio Pitaguari, Mariângela Luckmann, Sônia Cerato, Leonel Tractenberg. IIP. Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1992.»

3"

LOPENSENE INVÉXIS
Rio de Janeiro, julho de 1993. Leitor: Esse novo painel, cujo tema é "O Holopensene da Invéxis" vem auxiliar no esclarecimento de algumas dúvidas sobre a Inversão Existencial (Invéxis). Os textos realizados pela Equipe Grinvex-Rio, discutem a Invéxis, a Proéxis (programação existencial), a Recuperação dos Cons (unidade de medida da lucidez), Compléxis (completismo existencial), e outros temas de pesquisa que têm relação com esta exposição. Entre outros tópicos importantes e de interesse para as pesquisas inversivas, debatemos o objetivo da seriéxis (vidas sucessivas) e o rendimento evolutivo, em termos de consciencialidade, rumo ao Serenismo. Sem o rendimento ou lucro evolutivo não adianta tanto empreendimento e esforços multidimensionais, tais como a Invéxis, principalmente. Os artigos da Equipe Grinvex-Rio, foram baseados nos capítulos do livro "700 Experimentos da Conscienciologia", do Professor Waldo Vieira, distribuídos nos cursos "Reciclagem e Inversão Existencial" e "Aprofundamento da Invéxis", ministrados no Brasil. Estamos abertos aos seus comentários, críticas, opiniões e sugestões sobre este 4 Painel.
o

Holopensene da Invéxis

HOLOPENSENE DA INVÉXIS COMO MECANISMO EVOLUTIVO
Fábio Ferrari Régis Tractenberg

I ma borboleta batendo as asas sobre um jardim no Brasil II pode provocar, mais tarde, uma tempestade na China." De acordo com estudos matemáticos recentes isto é possível, pois o deslocamento de ar produzido pelo seu vôo constitui uma pequena variável que pode interferir muito na evolução de um processo de proporções gigantescas. Apesar de evidenciarem apriorização (por excluírem a consciência de seus estudos), esses cálculos -traçando um paralelo entre a Matemática e a Conscienciologia - servem para ilustrar a nossa capacidade de participar de um processo evolutivo maior. Entendemos por consciência o princípio vital, evolutivo, que direciona e organiza seus atributos individuais em diversas manifestações no cosmos. No caso da consciência humana, vale destacar uma de suas características mais proeminentes: o pensamento. Este sempre se manifesta acompanhado de sentimentos/emoções e energias conscienciais. A esta unidade indissociável de manifestação da consciência humana chamamos pensem. Portanto, holopensene significa um aglomerado de pensamentos, sentimentos e energias, gerado por uma ou mais consciências, que tenham afinidade com a mesma idéia, estando sempre associado a um lugar, indivíduo, objeto ou instituição. Um holopensene atua como transmissor/receptor de rádio, "contagiando" com pensenes as consciências em sintonia com suas energias, ao mesmo tempo que atrai para si novos pensenes, emitidos por essas (feedbackholopensênicó). Assim, o somatório dos pensenes das consciências que habitam e habitaram este mundo forma o holopensene terrestre; e cada habitante do globo possui seu próprio holopensene, que é constituído pelos seus pensamentos. No estudo dos holopensenes, podemos considerar uma simples idéia positiva como peça capaz de trazer para junto de si outros pensamentos similares, crescendo e se tornando um poderoso mecanismo de evolução consciencial. Tal mecanismo pode ser representado pelo holopensene da Inversão Existencial (Invéxis) - técnica evolutiva que começa a ser empregada por um número cada vez maior de conscins. Esta técnica consiste, principalmente, no despertamento da maturidade consciencial ainda durante a juventude, levando a pessoa a desenvolver-se na vida intrafísica com maior domínio do holossoma, ampliando as possibilidades do seu Completismo Existencial (Compléxis). Este processo levará mais cedo ou mais tarde à restruturação de certas áreas do conhecimento, com o estabelecimento de um novo paradigma, o que dinamizará a evolução do policarma.

O holopensene da invéxis, ao que tudo indica, não está surgindo agora, mas sempre existiu, tanto na dimensão intrafísica quanto nas extrafísicas, pois se: "Qualquer distrito extrafísico constitui, antes de tudo, um estado de consciência e não um lugar" (Vieira, 1986); e, sendo os serenões consciências multimilenares, ainda não libertos das seriéxis, que para atingirem tal grau de evolução, provavelmente, se utilizaram de técnicas evolutivas semelhantes à Invéxis; então, conclui-se que existem distritos extrafísicos "marcados" pelo estado consciencial ou pensênico relativo à Iinvéxis" destes seres. Assim sendo, a responsabilidade dos inversores aumenta, pois sabemos que, todas as informações necessárias ao desenvolvimento desta etapa evolutiva estão latentes ao nosso redor. Para alcançar este banco de dados multidimensional basta buscar novas idéias, pondo em prática os conhecimentos sobre a inversão de que já dispomos, criando assim sintonia e alimentando o holopensene da Invéxis. Este é um dos objetivos magnos dos Grupos de Inversores (Grinvexes). O simples fato de você, leitor, ter lido todo este trabalho, já indica algum interesse e certa afinidade pelo assunto. Mesmo que ainda não seja um inversor, os pensenes despertados em você agorajá fazem parte do holopensene da Invéxis e, inevitavelmente, o conteúdo deste trabalho estará registrado em sua memória integral. Como já vimos anteriormente, um simples pensene, ainda que pareça insignificante, pode ter efeito semelhante ao da borboleta voando no jardim...

Bibliografia:
GLEICK, James; Caos: a Criação de Uma Nova Ciência; Rio de Janeiro; Editora Campus; 1990; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; XXVIII + 900p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf.; 27 x 18,5 x 5 cm; e n e ; Rio de Janeiro; Edição do Autor; 1986; VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57 p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992; VIEIRA, Waldo; Teoria dos Serenões; BOLETIM DE PROJECIOLOGIA; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia.
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Holopensene da Invéxis

O HOLOPENSENE DA INVEXIS E A SOCIN PATOLÓGICA
Fernanda Esteves

ada consciência intrafísica ou extrafísica, cada lugar, cada objeto possuem seus holopensenes próprios, porém podem ser totalmente distintos um do outro, como é o caso do título do trabalho. As disparidades são grandes pois o inversor, conscin disposta a agilizar sua evolução, apta a executar o completismo de sua proéxis, tem o holopensene adverso ao da socin patológica, que tem como características, o egocentrismo e o materialismo. O inversor é considerado jovem, pois sua idade média é de 26 anos e a socin patológica espera que ele se enquadre no seu esquema, valorizando a vida noturna constante, pensando em si próprio, desinteressando-se generalizadamente pelos estudos, valorizando princípios hedonísticos da busca desenfreada de prazeres, a orgasmolatria, e conseqüentemente ao culto exarcebado do soma e da juventude. O inversor não tem como prioridade executar estas atitudes, ele está preocupado em extinguir o mais rápido possível seus comportamentos infantis e imaturos, próprios de um porão consciência! avantajado, pois só viveu 1/3 de sua idade humana. Não vou dizer aqui que o inversor não tenha dificuldades, pois seu megaproblema é a imaturidade, mas o que o diferencia de outros integrantes da socin patológica é que o inversor procura potencializar seus trafores, para eliminar seus trafares. E aspira à atingir a holomaturidade o mais depressa possível dentro de suas possibilidades. Ao contrário da socin patológica, estuda bastante com prazer, dando prioridade ao mentalsoma, tentando aumentar assim as percepções de seu coronochacra (chacra que capta as idéias originais e criativas do extrafísico). Procura sempre assuntos novos, tem gula intelectual para com informações as quais ele julga prioritárias a fim de ajudá-lo na evolução e policarmalidade. Não usa drogas, porque não tem o objetivo de alcançar sensações como a fuga da realidade (perda de memória) feita com drogas e alterando o estado da consciência. Pode porém ser feita também sem essas muletas e com outros objetivos,

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como por exemplo a assistencialidade através da projeção consciente. A viagem com drogas é dependente de substâncias químicas, a consciência fica em estado hipnagógico, numa desordem mental com baixíssima lucideze com imagens oníricas. É usada como mecanismo de defesa, fuga para não usar o mentalsoma. A projeção consciente, é bem mais nítida que a vigília física, temos muito mais lucidez, não há imagens oníricas e temos grande poder decisório, não precisando ficar a consciência presa às restrições físicas. As percepções feitas através das drogas são percepções ilusórias. O inversor quer passar por um cam inho diferente do segu ido pela socin patológica. Ele não tem como "objetivo de vida" casar-se, construir uma família, conseguir um emprego com o qual arrecade muito dinheiro, ter o carro do ano. Sua megaprioridade não é essa, mesmo ele podendo utilizar-se de algum conforto para ajudá-lo no estudo da consciência. Ele se programa para fazer parte de uma dupla evolutiva, pois é o mais promissor para a dinamização da evolução para ambas as conscins. Tem um pacto de fidelidade, ou até mesmo de infidelidade consentida, opondo-se às promiscuidades dos excessos sexuais que caracterizam a socin patológica. O inversor busca evitar o preconceito quanto à raça e ao sexo de uma conscin, pois sabe que todos nós somos consciências e as mesmas não possuem sexo nem cor. O inversor está sempre pensando grande, multidimensionalmente, em prestar assistência ao máximo de conscins e consciexes sem pensar em retorno, através da tares. Procura dar o melhor de si para executar o maxifrater- nismo e o universalismo. Não quer ficar no mesmo círculo vicio- so da socin patológica que vai passando de geração em geração. O Inversor enfrenta uma série de críticas da socin patológica, pois é tachado de esquisito, estranho, anti-social. Mas o inversor está lúcido e consciente em relação à essas mesquinharias. Ele sabe que, executando a Cosmoética, conseguirá alcançar mais rápido o completismo de sua proéxis. •

HOLOPENSENE DA INVEXIS: CONJUNTO DE OUTROS HOLOPENSENES
Laênio Loche

ara se entender melhor o holopensene da inversão definiremos primeiramente o conceito de holopensene. Holopensene é um agregado de pensenes. Segundo o Conscienciólogo e Projeciólogo Waldo Vieira no "Miniglossário daConscienciologia"pensene seria uma unidade de manifestação da consciência composta de maneira inseparável pelo pensamento, sentimento ou emoção e a energia consciencial. Existem

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diversos tipos de holopensene como por exemplo: de lugar - diferentes lugares têm holopensenes diferentes. O holopensene de um presídio (voltado para violência) é desigual do de um parque de diversões (voltado para entretenimento, diversão). de profissão - o holopensene em que se encontra um médico (mais dirigido a assistência) é diverso do de um comerciante

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Holopensene da Invéxis
de ouro (mais dirigido para o enriquecimento rápido). O holopensene da invéxis constituí-se de vários outros dentre os quais podemos destacar: Pessoa envolvida - indivíduo livre de verdades absolutas, de origens diversas como doutrinas, tabus, mantendo sempre a mente aberta a novas idéias. Procura sempre se atualizar. Inversor - aplica o omniquestionamento constantemente tendo para si verdades relativas. Busca se adaptar da melhor maneira às mudanças do mundo se mantendo sempre na frente.

Holopensene Bibliófilo
Envolvido no ato da leitura, no prazer de ler, diretamente ligado ao estudo e conseqüentemente no aprimoramento do mentalsoma. Pessoa envolvida - indivíduo que lê muito, freqüenta bibliotecas. Inversor-prioriza a leitura que possa tirar proveito evitando besteiras e futilidades.

Holopensene da Maturidade
Onde se encontra o aperfeiçoamento, o crescimento da consciência em todos os sentidos: biológico, emocional, psicológico, energético e outros. Pessoa envolvida - pessoa de atos premeditados, ponderados. Suas ações vêm depois de suas conclusões, menos suscetível a descontroles emocionais e a infantilismos. Geralmente com o decorrer da seriéxis isto se dá naturalmente. Inversor - visa a maturidade consciencial o mais cedo possível, adquirindo discernimento para vencer rapidamente o período do porão consciencial (período da consciência mais ou menos por volta da infância e da adolescência em que seus trafares estão mais aflorados) e dessa forma evitar erros.

Holopensene

Organizacional

Ligado a holo-organização, ou seja, a organização em diversos aspectos como espacial, cronológica, de estudo, de atividades e outros. Pessoa envolvida - indivíduo que mantém suas coisas arrumadas como por exemplo a mesa do escritório (organização espacial); indivíduo que é pontual (organização cronológica). Inversor - para o inversor a organização é imprescindível no seu bom desempenho.

Holopensene da Compléxis
Motiva concretizar os compromissos assumidos, terminar tudo que se propôs a fazer. Pessoa envolvida - indivíduo que "dá conta do recado". Aquele que inicia algo e não desiste enquanto não finalizar. Inversor - almeja tornar-se um completista existencial concluindo os compromissos da sua PROÉXIS. Direciona tudo em sua vida em função deste objetivo.

Holopensene do Parapsiquismo
Ocorrência constante de fenômenos paranormais como projeções da consciência, clarividencias, telepatia entre outros. Pessoa envolvida - o indivíduo sofre corriqueiramente fenômenos paranormais espontaneamente ou produzido por ele mesmo. Inversor - o inversor se dedica ao desenvolvimento do parapsiquismo para vivenciar a multidimensionalidade mais amplamente.

Holopensene Cosmoético
Medidor da evolução - quanto mais integrado o indivíduo estiver a esse holopensene, maior será seu estágio evolutivo. Pessoa envolvida - a cosmoética do indivíduo relaciona-se com sua evolução, sendo assim uma atitude será cosmoética ou não dependendo do nível evolutivo da consciência. Inversor - o inversor adota a moral cósmica como seu conjunto de leis, normas de conduta pessoal sobrepondo a qualquer conjunto de valores humanos.

Holopensene Assistencial
Envolvida na ajuda, na assistencialidade para com as consciências. Pessoa envolvida - pessoa que aplica o vínculo consciencial, conscientemente ou inconscientemente, isto é, ajuda os outros sem esperar remuneração, recompensas "materiais" apesar de inevitavelmente ser retribuída assistencialmente. Inversor - em sua assistência que faz predomina a tares (tarefa do esclarecimento). Não se limita ao ego e ao grupo mas se expande principalmente ao policarma.

Holopensene da Inversão Propriamente Dito
O holopensene da inversão agrega estes e mais outros holopensenes priorizando a consciência. A característica fundamental do holopensene da inversão é a sintonização destes holopensenes precocemente, estando o indivíduo na faixa etária mais ou menos até os 26 anos. Pessoa envolvida = Inversor - o indivíduo consciente da sua posição de candidato a inversão- inicia um estudo aprofundado

Holopensene Neófilo
Onde não se encontra o conformismo, a imobilidade mas predomina o progresso, as novidades, a renovação.

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Holopensene da Invéxis
sobre a invéxis; dirige todos seus esforços na vida para completar sua programação existencial, mesmo que esta no início não esteja clara; procura unir-se com pessoas que compartilham de suas idéias; dentre essas pessoas procura formar um grupo de sujeitos aptos a inversão - GRINVEX. A criação do GRINVEX traz uma gama de vantagens como: • • • • Motivação no processo inversivo; Ajuda mútua entre os integrantes; Catalização do amadurecimento individual; Principalmente a fortificação do holopensene pois a união faz a força. você reciclante contribuir também já pensando em suas próximas seriéxis.

Bibliografia:
VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; XXVIII + 900p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alfi; 27 X 18,5 x 5 cm; e n e ; Rio de Janeiro; Edição do Autor; 1986; VIEIRA, Waldo; Aprofundamento da Invéxis; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1993; VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992.
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O holopensene da inversão ainda não está materializado, cabe a você inversor se esforçar para que ele se estabeleça e a

SOBRE A INTERAÇÃO CONSCIÊNCIA-HOLOPENSENE: OS CONCEITOS DE AFINIDADE, INTRUSÃO E IMERSÃO HOLOPENSÊNICAS E SUA APLICAÇÃO NA INVÉXIS
Leonel Tractenberg

Considerações Iniciais
O conceito de holopensene - conjunto de pensenes agregados, consolidados ou afins - é um construeto teático (teórico-prático), pois além de ajudar a integrar e explicar inúmeros processos parapsíquicos, psicológicos, antropológicos e sociológicos é de extrema utilidade nas vivências do dia-a-dia.

Afinidade Holopensênica
Afinidade (ou compatibilidade) holopensênica é a capacidade da consciência interagir mais estreitamente com determinado holopensene, isto é, captar ou emitir informações, influenciar ou ser influenciada, com maior intensidade por um conjunto de pensenes específicos. Afinização holopensênica é o processo retroalimentadorde desenvolvimento e intensificação dessa afinidade, e é proporcional ao grau de participação da consciência, seja esta consciente, voluntária ou não. Para fins teóricos e didáticos, pode-se distinguir dois modos básicos: a intrusão holopensênica e a imersão holopensênica .
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sentimentos e energias afins ou derivadas de determinado holopensene sobre a consciência de modo predominantemente passivo, inconsciente e involuntário: a consciência SOFRE intrusão. Todos estamos sujeitos a intrusões em maior ou menor grau, dependendo de vários fatores, dentre os quais destacam-se: o grau de afinidade preexistente com o holopensene; a qualidade dos pensenes; o nível de equilíbrio energético e emocional; o nível de lucidez, autoconsciência multidimensional e de cosmoética; e a qualidade do amparo. A intrusão holopensênica não é necessariamente prejudicial à consciência. Contudo, as intrusões entrópicas e doentias predominam na sociedade humana (socin), pois, para a maioria das conscins, o egocentrismo e o emocionalismo irracional e exacerbado prevalecem sobre a ponderação, racionalidade e maxifraternismo. As técnicas de mobilização básica das energias conscienciais (MBE), e, em particular, o estado vibracional (EV), ajudam a desenvolver maior capacidade de discriminação e autodefesa quanto às intrusões holopensênicas. Mas devem ser acompanhadas da autoconscientização crescente quanto aos próprios pensenes pois é a qualidade deles que irá determinar o grau de afinidade com este ou aquele holopensene.

Intrusão Holopensênica
Intrusão holopensênica trata da invasão de pensamentos,
' Ressalto que esta classificação é apenas didática. Na prática verifica-se uma gradação entre esses dois extremos num continuum.

Imersão Holopensênica
Em contraste com a intrusão, imersão holopensênica é um processo tipicamente ativo, consciente, proposital, volitivo: a

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Holopensene da Invéxis
consciência pratica a imersão. É correto afirmar que alguns casos referentes a intrusão podem ser igualmente aplicados no caso da imersão. Ao enquadrar determinado processo dentro da primeira categoria, está se ressaltando o caráter passivo da consciência influenciada pelo holopensene. Inversamente, ao enquadrá-lo na segunda, está se ressaltando o caráter ativo dessa consciência, embora ambos constituam um mesmo processo de afinização. A imersão holopensênica, da mesma forma que a intrusão, em si, não é positiva nem tampouco prejudicial. Os resultados a curto, médio e longo prazo dependerão de fatores como: nível de lucidez e de cosmoética; nível de amparo intra e extrafísico; experiência e preparo pessoais; trafares e trafores de cada um; dentre outros. às chamadas "coleiras do ego", ou seja, comprometimentos humanos que podem restringir, ou mesmo desviar suas ações do curso da proéxis. Tal identificação é individual, pois está relacionada com o nível evolutivo de cada consciência. Todavia, é possível identificar alguns holopensenes intrusivos presentes em nossa sociedade que, devido à inexperiência da conscin jovem, podem constituir sério obstáculo às suas tarefas assistenciais policármicas. Vejamos alguns deles: • Tanto na escola quanto na universidade o indivíduo é pressionado pelos colegas a não dar valor ao estudo. Quando o faz é rotulado de "CDF". O "estigma do CDF" às vezes é tão forte que faz com que, de forma a se defender, ele crie uma máscara social para encobrir suas reais motivações. O sucesso dessa atitude sociosa a reforça cada vez mais, criando um círculo vicioso difícil da consciência escapar. • Paralelamente, nossa sociedade alimenta o holopensene do consumismo, do culto ao supérfulo e do hedonismo, em diversas formas: através da supervalorização do sexo e do corpo, em detrimento da afetividade e do discernimento; a necessidade de andar na moda; de se enquadrar numa "tribo" ou grupo, pensando e agindo da mesma forma que os demais; etc. • O holopensene de diversas religiões e credos, ao mesmo tempo que estrutura as formas de relacionamento social, pode tolher os questionamentos da conscin na busca de respostas para suas questões existenciais, bem como as manifestações de suas potencialidades parapsíquicas. Em vez de procurar ativamente explicações em diversas linhas de pensamento, acaba por restringir-se à aceitação passiva das verdades absolutas impostas pela doutrina. • O holopensene do militarismo, bem como o dos esportes violentos e arriscados facilitam a canalização da agressividade e espírito aventuresco do jovem para atividades imbecis, negativas e totalmente contraproducentes do ponto de vista assistencial e evolutivo. Para os inversores é oportuno identificar holopensenes intrusivos que podem ser positivos para o cumprimento da proéxis, como por exemplo: o da informática e da opulência de informações quando encarados como ferramentas / artefatos do saber; o da ecologiae da internacionalização (quebrade barreiras); o desportista e naturalista (quando explorado com ponderação); o da crise de paradigmas e de instituições, quando encarado como possibilidade de formular novas propostas e de novas ações. Mais oportuno ainda é identificar holopensenes menos evidentes porém muito mais positivos como é o da bibliofilia, o organizacional, o do parapsiquismo, o datares (tarefa assistencial do esclarecimento), o holopensene da cosmoética, o da Invéxis, da compléxis (completismo existencial), da Conscienciologia, o da desperticidade e do serenismo, etc. Ao fazer essa identificação, torna-se possível, através das técnicas de imersão citadas, intensificar a aquisição e produção de idéias originais, bem como otimizar as atividades compatíveis com esses holopensenes. E o processo chamado de serendiptidade

Técnica de Imersão Holopensênica
Para se conseguir um alto grau de imersão em um holopensene é preciso considerar os seguintes fatores: • vontade, interesse, motivação; • auto-organização, concentração (não dispersão), persistência e constância; • interação com todas as outras consciências, ambientes e situações afins àquele holopensene; • parapsiquismo. Também já provaram ser muito eficientes as seguintes técnicas: • manter estudos e/ou práticas intensas afins ao holopensene (saturação mental com o assunto); • estabelecimento de uma base física, com objetos e atividades afins ao holopensene (ambiente, coleções, rotinas diversas, etc.) com o propósito de criar "ressonância" com aqueles pensenes; • anotar todas as idéias, bem como registrar todas as "coincidências" e acontecimentos relacionados direta ou indiretamente com o holopensene em questão. Muitas vezes, uma minúscula anotação em canto de página pode desencadear o surgimento de idéias originais; • criar fatores desencadeantes ("ganchos mentais") para afinizar rapidamente com o holopensene; • técnica do "50 X Mais" proposta por Waldo Vieira no livro 700 Experimentos da Conscienciologia.

Aplicação dos Conceitos na Invéxis
Dependendo da qualidade dos holopensenes e de seus diferentes níveis de afinidade com a consciência, aqueles poderão potencializar tanto os trafares quanto os trafores da pessoa. O inversor ou inversora jovens geralmente não dispõe do conhecimento pleno de suas proéxis. Contudo, já é de grande valia saber o que pode ser evitado. A conscientização quanto aos aspectos potencializadores dos seus trafares e trafores, previneo dos traços mais negativos do seu porão consciencial, e quanto

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Holopensene da Invéxis
(do inglês serendipty) aplicado no cotidiano. Mas, para que isso ocorra, é preciso que o inversor esteja consciente de certas dificuldades inerentes ao período da adolescência, entre outros: • O jovem geralmente não está acostumado a rotinas. É inconstante e distraído, muito devido à própria entropia nas relações afetivas e sexuais, bem como a própria instabilidade do soma em crescimento; • Os surtos emocionais e de imaturidades relativas ao porão consciencial são freqüentes, o que prejudica a manutenção de um holopensene individual homogêneo; • Nesse período é ainda bastante suscetível às opiniões e energias alheias, não dispondo de um cabedal suficiente de conhecimentos e experiências na memória física para ponderar com maior discernimento, nem de autodefesas energéticas firmemente estabelecidas. • É também desorganizado quanto ao tempo e impaciente quanto a obtenção de resultados, descuidando do processo para chegar até os mesmos. Tudo isso reflete na dificuldade que tem de se afinizar e de fixar a certos holopensenes. Naturalmente, são dificuldades que não dizem respeito somente a questões abordadas aqui. E importante ressaltar que imersão holopensênica é, antes de tudo, um processo de RETROALIMENTAÇÃO, o que justifica a importância em destacar tais fatores. Por outro lado, existem fatores positivos, facilitadores do processo, adstritos ao período daadolescência, como por exemplo: maior receptividade e curiosidade relativa a idéias novas (neofilia); motivação para investir em novos projetos; curso intermissivo recente; diminuição das carências populacional, econômico-financeira, afetiva e intelectual; e t c . A compreensão global dessas variáveis é meta a ser atingida pelo inversor ou inversora o mais cedo possível.

Bibliografia:
BALONA, Málu; A Síndrome do Estrangeiro; ANAIS; I Congresso Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro; 1990; Edição; 1991; Instituto Internacional de Projeciologia; p.15-18; BERGER, Peter L.; Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística; 5 ed.; Petrópolis, RJ; Brasil; Editora Vozes; 1980; 202p.; BUNGE, Mario; Teoria e Realidade; COLEÇÃO DEBATES; São Paulo, SP; Editora Perspectiva; 1974; 239p.; LOCHE, Laênio; Holopensene da Invéxis: Conjunto de Outros Holopensenes; Grinvex-Rio; Outubro, 1993; OLIVEIRA, Tânia Maria de; Tesauro de Conscienciologia e Projeciologia; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1993; 174p.; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo humano; XXVIII + 900p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1907 refs.; glos. 15 termos; ono; geo; alfi; 27 x 18,5 x 5 cm; e n e ; Rio de Janeiro; Edição do Autor; 1986; 928p. .
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HOLOPENSENE DA INVÉXIS: ENTRADA E MANUTENÇÃO
Marcelo Costa
"O importante é não seguir nunca os caminhos já trilhados mas procurar sempre novos atalhos". Graham Bell.

Resumo: o autor demonstra a praxis da invéxis, prática a qual bem realizada gera o que propõe de Continuismo Evolutivo, e, aponta para aafmidade entre pensene e tridotalismo consciencial. e início vamos elucidar: a invéxis consiste basicamente em uma técnica para o esclarecimento de consciências. Dispondo-se à inversão, a pessoa jovem não precisa necessariamente ter independência financeira ou ser poliglota, mas sim deve esforçar-se para adquiri-los. O inversor é o indivíduo que busca o completismo existencial através da técnica inversiva. Assim, tendo êxito, o trabalho feito propiciará um Continuismo Evolutivo', beneficiando as criaturas que chegarem e ao próprio completista. Importante, no entanto, é haver uma afinização entre nossos pensenes e os da invéxis. Vejamos: se há uma necessidade íntima de melhorarmos

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enquanto consciências, logo torna-se indispensável uma técnica com este objetivo. Caso contrário, ficaremos somente com nossa genialidade manifestando-se de forma breve e inconstante. A técnica visa então, aproveitar estes clarões de genialidade em prol da própria conscin de modo científico. Vivendo nesta realidade estaremos reforçando o holopensene em benefício de outras consciências. A invéxis realizada é praxes (no grego,práxis significa uma maneira de ser e de agir na qual o agente, sua ação e o produto desta são termos indissociáveis, formando assim, uma extensão da consciência). Para entendermos melhor, tomaremos como exemplo uma personalidade histórica x: após estudarmos sua vida em detalhes, sempre associaremos os fatos desencadeados ao personagem, sendo complicado imaginar sua existência sem interligarmos ao acontecido, mesmo quando de algum pormenor.

' Continuismo Evolutivo. Princípio da Conscienciologia que trata do planejamento multiexistencial, feito de modo coerente e ordenado, incluindo-se aí o período intermissivo. Causa primária para o serenismo.

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Holopensene da Invéxis
Ora, é precisamente isso que ocorre com a invéxis; porém de maneira mais hígida e positiva. De forma que, "uma tarefa dessa executada durante duas décadas consecutivas, traz um nível de lucidez indissociável à consciência" - E.M. A própria reciclagem existencial (recéxis) afiniza-se com nosso holopensene. Podemos chegar ao ponto de afirmar que, a recéxis para ser bem feita, mister é que auxilie nos processos da invéxis. Desse modo, o reciclante estará preparando suas próximas seriéxis. Atentemos agora ao tridotalismo consciencial, isto é, os três tipos de inteligência básica à consciência: a Intelectualidade, a Comunicabilidade e o Parapsiquismo. Devemos ter em conta a importância do cultivo destas faculdades e seu vínculo com a coadunância do pensene: o Pensamento, o Sentimento e a Energia. a) Pensamento e Intelectualidade. Se dá através da habitual idade. Uma pessoa, tendo uma biblioteca a sua disposição e possuindo convívio diário com os livros, exerce um trabalho de "garimpagem", ou seja, após "digerir" várias obras poderá selecionar as informações, que de acordo com seu discernimento, julgar úteis. È certo que uma complexa e bem cuidada rede interneuronial ajuda a conscin a pensar melhor. b) Sentimento e Comunicabilidade. A coesão, emoção/ racionalidade forma os sentimentos que estando equilibrados são expressos com serenidade. De pouco adianta as amizades se nossa conversa é pura tagarelice. c) Energia e P a r a p s i q u i s m o . Fator de equilíbrio holossomático. No momento de trabalhar nossas bioenergias, é necessário estar com a mente tranqüila, descansada e serena; sem as preocupações, as turbulências e as vaidades cotidianas. Se deixarmos a competitividade que busca sempre pequenas vantagens e nossos apegos arraigados certamente daremos um importante passo rumo ao Universalismo. Importante é notarmos que estas três dotações agem de forma conjugada, ainda que não percebamos. Mas neste caso, o que fazer? O uso do bom senso faz a consciência transcender o senso comum. Este se caracteriza por um "conjunto desagregado de idéias e opiniões difusas e dispersas que fazem parte de um pensamento genérico de uma época ou de um certo ambiente popular" (Solis). Assim é chamado porque em seu conhecimento traz a "média" do saber humano, o "óbvio", normalmente impregnado de alguma ideologia. Desse modo, a crítica torna-se indispensável para se chegar ao que nomeamos de "verdade relativa de ponta". Segundo Popper, a ciência tem como ponto de partida o senso comum e possui a crítica como instrumento para evoluir. Mesmo inseguro, daí devemos começar a fim de que possamos ultrapassar, empregando forma teática, as estruturas cristalizadas seguindo nosso discernimento. Cabe lembrar que a natural tendência de acomodação mental - que afeta a maioria absoluta da população terrestre deve ser superada com a tomada de lucidez, de modo definitivo, alcançando-se certo patamar evolutivo. Com tudo isso, resta-nos ficar atentos para não entrarmos em hibernação consciencial. Por fim, cumpre dizer que a Invéxis é investimento lucroso a médio e longo prazo. Os que se dispõe a tal empreitada encontram dificuldades, mas estas devem ser superadas com esforço e genialidade cosmoética. O desafio está aí.

Bibliografia:
H Ú H N E , Leda Miranda; Organizadora; Metodologia Científica: Caderno de Textos e Técnicas; 263p.; 2 ed.; Editora Agir; Rio de Janeiro; 1988; p.57, 58, 60; MURPHY, Josepf; A Magia do Poder Extra-Sensorial; trad. João Távora; 204p.; 3 ed.; Editora Record; Rio de Janeiro; 1981; p. 49; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; XXVIII + 900p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; e n e ; Rio de Janeiro; Edição do Autor; 1986; p. 542 - 544. .
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VALORES MULTIEXISTENCIAIS E O HOLOPENSENE DA INVÉXIS
Ricardo Ferraro

objetivo principal deste trabalho é como trabalho científico, fazer pensar, já que entendo esta como a principal atividade do cientista que não apenas organiza conhecimento, transmite informação ou verifica hipóteses. Começo com uma citação:

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(Somos todos humanos e com freqüência cedemos aos encantos de conformismo ao grupo, argumentação e jogos de poder. (...) não permita a nenhum malabarista intelectual vociferar-lhe seus direitos naturais. As janelas aí estão.) Karlis Osis foi responsável por 25 trabalhos publicados em 30 anos, entre 1952 e 1982 em jornais como o Journal of Parapsychology e o Journal of American Society for Psychical Research, inclusive ESP over distance: Research on the ESP channel (PES a distância: Pesquisa em comunicação via PES)

We are all humans and often fall under the spell of group conformity, argumentation, and power games. (...jdonot let any intellectual juggler talk you out of your own birthright. The windows are there. (OSIS in Pinkington, 1987, p. 134)

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junto com Chester Carlson, inventor da Xerox. Seus estudos foram motivados através de experiências pessoais, sua busca por uma janela para um algo mais. Em seu trabalho também pode ser percebida a importância das teorias evolucionistas, tentativas de extrapolação evolutiva, de suas pesquisas parapsíquicas com animais, junto a Lorentz, e de sua dedicação ao estudo da personalidade. A personalidade pode ser analisada sob diversos aspectos e cada aspecto irá adquirir sentido diferente em diferentes teorias, e o que desejo ressaltar são os aspectos e não sua interpretação. Eles também são chamados traços e podem estar mais ou menos desenvolvidos. Percebemos aquela personalidade que é terrível em cálculos sofisticados e raciocínio lógico, mas habilidosa em sua vida afetiva intensa. Ou aquela com poder de síntese e precisão em sua comunicação, mas é estabanada e desajeitada. E ainda outra com parapsiquismo e sensibilidade enormes, mas não tem nenhuma organização, ou ainda a que desenvolve intensa atividade profissional, mas sua saúde é sustentada a base de fármacos. Eventualmente podemos ouvir um comentário do tipo: "Se você é bom em uma atividade, poderá se tornar bom em qualquer outra". Sem ignorar a escala de valores aí proposta, quero chamar a atenção para o superdotamento, ou o desenvolvimento de certo aspecto da personal idade em relação a outros. Poderíamos conjecturar se são fatores limitantes que permitem certo aspecto se desenvolver mais que outro, ou se a dedicação intensiva, maior, sobre um certo aspecto acaba subvalorizando outros, ou ainda se os limites são circunstanciais, ambientais, multidimensionais, ou intraconscienciais, mas isto é objetivo de outros trabalhos. No campo da Conscienciologia chamamos traço força (trafor) ao traço mais desenvolvido, componente positivo da estrutura do microuniverso consciencial, e traço fardo (trafar) ao traço menos desenvolvido, componente negativo da estrutura do microuniverso consciencial, limitante e geralmente passível de maior influência devido a menor lucidez sobre seu papel nas relações interconscienciais. Quando nos tornamos conscientes de determinado aspecto ou traço, denominamos isto de recuperação de um con, ou de uma unidade de lucidez., ou lucidez sobre nossa personalidade. Mas existem cons mais importantes e outros menos. Um con será tão importante quanto sua capacidade de facilitar a recuperação de outros cons. Explico. Esta é a técnica do trafor orientando o trafar. Aquela habilidade que percebemos em nós como a mais eficiente, a mais desenvolvida, aquela que nos destaca, aquela que faz com que nos diferenciemos dentro do grupo, esta deve ser observada. Em que circunstâncias a utilizo, se procuro dominar com esta habilidade ou se posso ser manipulado através dela, se a uso economicamente apenas em meu benefício ou se a uso em benefício de grupos cada vez maiores, se é um agente para minha motivação, se consigo utilizá-la contra estados afetivos depressivos, ou como este traço afeta minha criatividade. Esta habilidade mais desenvolvida irá fornecer um método. Como chegamos ao seu desenvolvimento? Posso aplicar este processo para gerar novas habilidades? Este método deve ser exercitado para que se torne um hábito pessoal. Este hábito será incorporado ao nosso holopensene pessoal e nos criará predisposições positivas nas próximas seriéxis, daí a importância do exercício consciente desta técnica. Uma idéia original é uma informação nova, criativa para a consciência. Falando sobre idéias originais Vieira (1986) propõem 300 expressões novas o que corresponde 300 novas informações e 300 associações novas entre conceitos e fenômenos. Agora vamos pensar em termos de personalidade. Para a captação de uma informação nova, ou reconhecimento de um fenômeno é necessário que haja uma estrutura perceptiva e mnemónica que possam reter esta informação. Sabemos também que o sistema nervoso opera através de representações espaço-temporais e além disso esta informação será introduzida em um universo preexistente de relações, de conceitos e definições. A introdução de uma idéia nova significa o emprego de uma quantidade de energia, provida de carga emocional e também associada a certas representações. Se o registro da nova informação for totalmente incompatível com as representações anteriores a nova idéia será registrada com distorção, seja ela a total desassociação com juízos de valor, o que significa a ignorância da idéia, a distorção máxima, ou seja ela o registro parcial associado aos juízos de valor, um grau intermediário entre a não-distorção e a distorção máxima, impedida de ser recuperada em sua plenitude. Então os traços da personalidade podem funcionar como filtros. Uma personalidade desestruturada afetivamente não conseguirá fixar sua atenção em detalhes importantes para o desenvolvimento de uma idéia, mesmo simples. Outra personalidade quenão reconheça a importância do diálogo para a comunicação não conseguirá fixar a idéia de feedback. Se desejamos nos tornar mais aptos a desenvolver idéias mais complexas e organizar um conhecimento cada vez mais detalhado, aumentarmos a saúde holossomática, produzir uma cultura cada vez mais universal, menos lacunada de geração para geração, devemos observar mais nossa personalidade. Admitido o planejamento existencial dos eventos intermissivos, se neste período pudemos reconhecer nosso megatraço, ou trafor maior, poderemos hoje, de novo reconhecê-lo, e utilizá-lo como modelo orientador para nossos próprios megatrafares, como agente recuperador de cons e como agente retrocognitivo. Estes são valores que procuram manter a consciênciaem seu curso evolutivo através das diversas existências. Já que a consciência diminui sua lucidez conforme a energia vai se densificando e conforme seu nível evolutivo (postulado da intrassomação),o desenvolvimento da consciência será mais organizado quando esta reconhece e identifica, aceita e procura modificar seu ambiente, seu espaço, de acordo com os limites de uma escala de valores consciencial, ou melhor, uma escala de valores interconsciencial e multiexistencial. Adquire mais valor as atividades que se propõem a serem mais duradouras: o investimento com prazo mais longo, o desenvolvimento sustentado, a profilaxia no lugar do tratamento, a educação para mais de uma existência. As relações interconscienciais deverão ser ponderadas e vale ressaltar que um grupo com mesmo objetivo acabará
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Seria esta dinâmica uma dinâmica caótica ?

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formando uma estrutura energética diferenciada, um holopensene. O que produzirá então um grupo buscando os aspectos fortes de sua personalidade, ou, cada elemento do grupo buscando a maturidade através do reconhecimentos dos aspectos mais íntimos da própria personalidade? Mas não é apenas a técnica prática que permitirá a organização. Talvez pudesse chamar de filatelia, numismática, museologia, biblioteconomia, informática, história, propedêutica ou ainda coleção de dados, mas comum a todas estas atividades é a reunião organizada da informação. A ciência da informação se propõe a otimizar a memória, ou seja, organizar a informação de modo a que sua recuperação seja feita com um mínimo gasto de tempo e energia. Não seria este também o objetivo dos cursos intermissivos? Aqui relacionamos bibliofilia à recuperação de informação. Aos que desejam se tornar "amigos" dos livros, ou profissionais da recuperação da informação, ou técnicos na recuperação dos cons, estes devem se ocupar do estudo, em diferentes graus de especialização é claro, do atual processamento da informação: como, onde, quando e com quem encontramos a informação. O "como", por exemplo, diz respeito a qualidade da informação, ao reconhecimento de softwares eletrônicos que podem aumentar ou diminuir a organização da informação de acordo com o uso feito por essas ferramentas, e com a identificação da personalidade de quem serão os usuários da estrutura de organização a ser desenvolvida. O processamento da informação é outra componente de um grupo que busque o desenvolvimento consciencial, o que em termos científicos corresponde aos fundamentos teóricos e também irá sofisticar as estruturas de energia em desenvolvimento. Devemos pensar mais e valorizar o legado que podemos deixar para outras gerações, e para nós mesmos, começando em pequenos hábitos como datar, assinar, paginar, situar, indexar, resumir e criticar nossos documentos.

Bibliografia
VIEIRA, Waldo. Projeciologia: Panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. 900 p. PILKINGTON, Rosemarie. Man and Woman ofParapsychologym

A CONEXÃO ASSISTENCIAL EXTRAFISICA NO HOLOPENSENE DA INVÉXIS
Rosiméri de Souza
Resumo: Ressaltar a presença da Assistência Extrafísica no Holopensene Maxifraternista, Sincero e Autêntico.

dos indivíduos sempre que se faz necessário, porém, nem sempre é perceptível Através das manifestações pensênicas das consciências, ou seja, por meio do pensamento, sentimento e energia - pois é sabido que cada ato está ligado a um pensamento, sentimento e . tes acompanhados de energia - forma-se o holopensene. Cada consciência tem seu próprio padrão holopensênico, onde é manifestado através de sua postura íntima. Logo, holopensene é o resultado daquilo que se pensa, faz e sente. Idéias, pensamentos e energias estão a envolver todo o universo e, às vezes, as consciências afinizam-se a estas idéias de acordo com a sintonia de seus pensamentos. A Invéxis é uma das idéias que leva a consciência a direcionar-se no seu real objetivo existencial. E a técnica que a conscin inversora vai utilizar para desenvolver seu propósito. Ela é bastante complexa e poderá levar o inversor dispor-se ou não a ir adiante. Esse percurso é considerado complexo porque a consciêncianão se permite estagnar, pois um dos seus principais objetivos é o Completismo Existencial. O Completista Existencial é aquela consciência que cumpriu sua Proéxis (Programação Existencial). A megametado Inversor Existencial é a Evolutividade Policármica, onde ele abre mão de

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si mesmo, deixando de ter uma visão somente para o seu "eu", em prol de um todo, pois no decorrer do desenvolvimento da sua maturidade, tudo que ele for fazer, certamente pensará na repercussão multidimensional. Nota-se então, que é essencial determinação, vontade, sinceridade e autenticidade para alcançar tal meta. Dentre outros, dois pontos são fundamentais para a consciência manter-se no processo: a Intelectualidade e a Assistência Extrafísica. A consciência que busca conhecimento com discernimento é autodidata e estuda de acordo com suas necessidades, alimenta o cérebro, controla a emoção e contribui para uma boa comunicação. Os elementos dos estudos estão a disposição de todos. É questão de trabalho, esforço, dedicação e motivação, possibilitando-a a conquistar seu espaço, seja profissional ou social, respeito e confiança; atuando com auto e heterocrítica. A partir do momento em que a conscin inversora empenhase no seu objetivo, dedicando-se o maior tempo possível em prol da universalidade, sempre que necessário a Assistência se faz presente por meio de Amparador Extrafísico. O Amparador é consciência a fim a você e com interesse na sua evolução. Do extrafísico ele esclarece, orienta, e, às vezes, também consola. Os esclarecimentos chegam até a pessoa por meio de

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Holopensene da Invéxis
intuição, auto-sugestão, segurança, bem estar... naquilo que se faz. Porém, é necessário lucidez e discernimento quanto a essas o r i e n t a ç õ e s , pois, apesar deles serem consciências evoluídas, também estão suscetíveis a erros. O ideal seria que a conscin e amparador evoluíssem o m b r o - a - o m b r o , mas pode acontecer da própria conscin evoluir mais rápido que ele, e, quando isso ocorre, o amparo é m u d a d o , ou melhor, ele evolui. Ela - a conscin - , receberá um novo amparador com patamar evolutivo igual ou superior ao seu. Essa mudança se dá naturalmente, pois se o nível evolutivo mudou, obviamente o padrão pensênico também e com isso ela altera suas relações física e extrafísica. E importante ressaltar que existem consciências com boa ou má assistência, pois isso depende da ressonância causadano nível pensênico do indivíduo, nas suas atitudes e interesses pessoais. O Inversor num holopense maxifraternista, um meio no qual está ligado o altruísmo, o senso de equipe, o rendimento consciencial, ele poderá ter um eficiente intercâmbio com amparadores, dentro do equilíbrio justo e necessário, exigidos por suas experiências humanas e necessidade evolutivas pessoais, alinhando-se com anseios mais profundos e com o maior bem que tem para oferecer a si e aos outros, interdimensionalmente.

Bibliografia:
VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; XXVIII + 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alfi; 27 x 18,5 x 5 cm; ene. Londrina; Paraná; Brasil; Livraria e Editora Universalista; 1990; VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57 p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia. 1992. SANTOS, Isidoro Duarte dos; Dois Mundos; Estudos Psíquicos Editora; CAUBIT, Rosângela; A Intelectualidade no Processo Evolutivo; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992; VIEIRA, Waldo; Aprofundamento da Invéxis; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; Junho, 1993. •

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MÍDIA

Rio de Janeiro, agosto de 1994. Leitor: Estamos dando início ao novo painel - Multimídia. Este painel tem a finalidade de apresentar os resultados das pesquisas realizadas pelos integrantes do Grinvex-Rio. A Multimídia está se tornando cada vez mais popular, e saber tirar proveito dos recursos oferecidos por ela é de grande importância. O fato de ser um tema amplo e o Grinvex-Rio possuir integrantes com formação em diversas áreas, resultou em diversos trabalhos de qualidade, abrangendo definições da Multimídia, para que serve, como usá-la, relações com a Conscienciologia e Projeciologia. Criticar e opinar sobre os textos, fica sob sua decisão, mas lembre-se de que sua crítica cosmoética só vai ajudar e será bem vinda.

H Multimídia

SINCRONICIDADE E A MULTIMÍDIA
Carlo Raiher

odos nós temos forças elétricas e magnéticas dentro de nós e exercemos um poder de atração e repulsão, dependendo do contato que tivermos com algo afim ou dessemelhante". Antes de fazermos qualquer paralelo entre a sincronicidade e amultimídia, fazer-se-áuma breve definição de ordem junguiana sobre o que venha a ser esta sincronicidade. Poderíamos caracterizá-la no espaço, distingüi-la e compreendê-la igualmente como uma percepção no tempo, contudo não é de fácil entendimento que ela seja espacial. Acontecimentos sincrónicos que têm suas conexões entre fatores significativamente coincidentes devem ser concebidos como acausais, não obstante, na falta de causas demonstráveis, tentamo-nos a postular causas transcendentais, umacontradictio in adjecto - uma contradição nos termos, pois o que transcende, por definição não pode ser demonstrado fisicamente. N a t u r a l m e n t e , p r o c u r a m o s no m u n d o macrofísico acontecimentos acausais, embora em vão, pela simples razão de sermos, na maioria das ocasiões, incapazes de imaginar acontecimentos inexplicáveis e sem relação causal. Porém isto não nos dá nenhuma prova de que eles não existam. Pode-se legitimar esta afirmação partindo da premissa da verdade estatística, empírica. Jung, um conceituado pesquisador, escritor e psicólogo, caracterizou a sincronicidade como um conteúdo inesperado, que está ligado direta ou indiretamente a um acontecimento objetivo exterior, que coincide com o estado psíquico ordinário. F a z e n d o - s e uma análise do que afirmou Jung, a sincronicidade estaria intimamente ligada ao inconsciente das pessoas, de maneira que os acontecimentos realizam-se, esteja ela lúcida ou não para isto.
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mesmo com sua provável origem na proéxis (programação existencial) da consciência, feita em período antecedente à sua intrafisicalidade. Os sincronismos ocorrer-se-iam em meio ao inconsciente ou de alguma forma com um certo acesso à nossa memória integral, em decorrência da afinização dos pensenes da conscin (consciência intrafísica). A emissão dos pensenes, juntamente com a articulação extrafísica promovida, entraria para preencher uma necessidade da conscin, podendo-se classificar a sincronicidade como um resultado de auto-sugestões da própria consciência. Tamanha a dificuldade da obtenção de estudos empíricos dos quais poderíamos tirar conclusões mais seguras, teremos que nos aventurar a ângulos mais recônditos, profundos, estando livres de quaisquer preconceitos dos paradigmas da nossa época, para tornar possível a ampliação das bases do conhecimento da natureza.

Sincronicidade na Multimídia
Encontramo-nos na ERA DA INFORMAÇÃO onde o mundo está sendo inundado com tanta informação que dificulta a rapidez e a conveniência do acesso ao fluxo informacional. Fluxo este, que através de uma maneira sincrónica e simultánea, mediante métodos usados pela multimídia, torna mais organizado tal acesso a determinados conhecimentos mais específicos e de vários modos. O exemplo disso são os programas disponíveis em CD-ROM como as variedades enciclopédicas (podendo-se citar o Encarta, como exemplo, com o conteúdo de 29 volumes em 1 CD), dicionários (inclusive com o som e a respectiva pronúncia do conteúdo), banco de dados de fotos e imagens gráficas de assuntos específicos. Todos estes programas já se encontram no mercado, destinados ao usufruto e estão ao alcance de qualquer pessoa que tenha acesso a um computador, seja em casa, no trabalho, na escola ou universidade, etc. Neste processo, além de facilitar a interação, onde sua a p l i c a b i l i d a d e torna-se e x t r e m a m e n t e funcional ao reconhecimento e a captação de idéias originais e de novos conceitos, a multimídia tem a p l i c a b i l i d a d e direta no desenvolvimento mental e na aquisição de novas sinapses cerebrais. Com isso, a insaciabilidade ao conhecimento ganha a oportunidade de prover deste meio natural para o próprio aprendizado, podendo provocar até mesmo uma revolução de idéias.

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Poderíamos determiná-la como sendo uma seqüência de fatos e acontecimentos pré-destinados que estariam ligados a cada pessoa ou consciência, sendo influenciada e influenciando na dimensão extrafísica, que coexiste com este mundo humano. Neste caso, a qualidade dos pensenes é a chave-mestra na conexão dos fatos sincrónicos resultantes da afinização de cada consciência, de modo que a responsabilidade pelo que pensamos é total e completamente nossa e os sincronismos ocorrem simultaneamente. Transcendendo a nossa realidade intrafísica quadridimensionalista, poderia ser uma ação promovida por amparadores ou assediadores (por exemplo o poltergheist, macro-PK...), ou até
' Metaphísica vera, pars III, secunda scientia, p.395s. Entenda-se inconsciente aqui como os momentos de pouca lucidez do(s) indivíduo(s).
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Multimídia
Na verdade a multimídia significa a ponte de ligação dos íàtos e dos meios conscienciais através de seu sincronismo e ¿rrimoracao podendo ocasionar mudanças no holopensene individual e coletivo. válido e só relativamente verdadeiro para explicar os processos naturais; • conscin: consciência intrafísica; ser que vive na realidade física; • holopensene: conjunto de pensenes; • pensem: neologismo da Conscienciologia que representa a unidade mínima de manifestação: pensamento + sentimento + energia; sinapses: relações contíguas dos neurônios.

A Assimilação de Idéias Via Multimídia
Pelas vias de acesso da multimídia, há uma interação lúcida para a assimilação de idéias emitidas por amparadores para podermos ter, de outro ângulo, uma noção da atuação dos fatos entre amparador e amparado, onde uma presença de parapsiquismo mais exacerbado facultaria maiores condições de entendimento ¿e tais fatos sincrónicos e entre eles as ligações das consciências . is subseqüentes questionamentos. O que pode nos fazer entender a sincronicidade é a lucidez que temos de desprender para não ficarmos num vazio. Esta lucidez, na amplitude das informações obtidas e acoplada à assimilação das idéias por todas as formas e ângulos provocaria, indubitavelmente, o desbloqueio e o desenvolvimento acentuado da comunicabilidade, intelectualidade e atingiria, como se a alfinetadas, despertamentos simultâneos no caminho odas nossas inteligências da mentalsomaticidade (comunicativa, contextual, corporal, espacial, experimental, interna, lingüística, - - musical, parapsíquica e pessoal), o que influenciaria na tasca ã nossa memória integral. ma assimilação completa de idéias, pela amplitude das - ições adquiridas, atua como verdadeira bolha-sincrônica. -¿¿tica em plena ebulição consciencial do nosso caldeirão •estai.

Bibliografia
JUNG, Carl Gustav; Sincronicidade; pref.; trad.; Pe. D. Matheus Ramalo Rocha; X+109 p.; ilus.; refs.; VII grafs.; bib.; ono.; alf; br.; 4 ed.; Petrópolis, RJ; Brasil; Editora Voz; 1990; ed. em alemão;
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MAIA, Raul; Editor; Idealizador; Magno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa; apres.; 926 p.; ilus.; glos.; br.; São Paulo, SP.; Brasil; Edipar Edições e Participações Ltda; s.d.; TWAY, Linda: Multimídia Para Novos Usuários; RJ; Berkeley Brasil Editora; 1993; VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora Do Corpo Humano; XXVIII + 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf; 27 x 18,5 x 5 cm; e n e ; Londrina, Paraná; Brasil; Livraria e Editora Universalista; 1990; VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992; p. 1-57 VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1Ö52 p.; 40 caps.; 5116 refs.; glos. 280 termos; bib; ono.; alf.; est.; cron.; geo.; 28,5 x 21 x 6,5 cm; e n e ; I ed.; I imp.; Rio de Janeiro, RJ; Brasil; Instituto Internacional de Projeciologia; 1994; p. 1-1052; ed. em port. •
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• -dusai: relativo ao princípio filosófico da causalidade, onde o nexo entre causa e efeito é apenas estatisticamente

MULTIMÍDIA E H I G I E N E MENTAL
Cláudio Nogueira
Resumo: Higiene mental é prevenção de distúrbio consciencial. A Multimídia pode ser um recurso da Higiene mental e promover a saúde consciencial.

igiene é um estudo e uma prática que visa a prevenção da doença e a preservação da saúde, ou seja, a manutenção ' da homeostase holossomática e da higidez consciencial. S a d o a saúde um estado de completo bem-estar holossomático, caasciencial. social e para-social e levando em consideração a «facãoconsciência-holossoma, podemos concluir que a Higiene l ã ; s e limita ao soma e às práticas de limpeza deste, mas engloba • • b e m aspectos da consciência, do holossoma, da sociedade e «tpma-sociedade. A Higiene é multidisciplinar e multidimen-

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Higiene mental é uma prática educativa, profilática ou psicoterápica aplicada para prevenir as doenças mentais. Sendo preventiva e definitiva a Higiene mental poderia ser considerada uma Tares. Toda Tares seria uma Higiene mental? Higiene é também sinônimo de asseio, limpeza, remoção do que seja considerado sujeira ou entropia. Conseqüentemente, em geral a Higiene mental é também considerada uma limpeza ou asseio mental, em remoção da entropia ou distúrbio consciencial existente, uma Psicoterapia. Ou seja, dependendo de como é utilizado o termo "Higiene mental" pode se referir a prevenção 45

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Multimídia
e/ou a terapia do distúrbio consciencial. Entretanto, no sentido de "prevenção" o termo é mais exato uma vez que a prevenção é uma das metas principais da ciência Higiene. Ao ser feito o tratamento, alívio ou remissão dos distúrbios conscienciais que já existem (como faz a Consciencioterapia) estão sendo prevenidas, simultaneamente, outras doenças mentais que poderiam existir. Logo, de forma explícita ou não, numa Psicoterapia convencional ou numa Consciencioterapia uma Higiene mental está sendo realizada. A Higiene é uma matéria de fácil assimilação mas de aplicação prática mais difícil até que se torne um hábito arraigado na Consciência. Usando a Multimídia como recurso didático essa assimilação é facilitada, possibilitando que uma maior quantidade de informações seja transferida e/ou relembrada com menor gasto de tempo e energia. Apresentando o conteúdo de forma fácil, atraente e divertida a Multimídia torna a matéria mais simpática para a pessoa, motivando-a para que goste do assunto, criando assim uma relação positiva entre a Consciência e a informação. Conseqüentemente, em virtude desta relação positiva, a pessoa poderá não terdifículdade posterior de assimilar mais informações sobre a mesma matéria ou assuntos correlacionados, mesmo que a Multimídia não esteja envolvida. A Higiene mental e o ensino da arte de estar saudável para que acarretem em aprendizado devem atender às necessidades individuais e serem constantemente reforçados. A tecnologia multimídia possibilita que este reforço não seja enfadonho e que a educação seja personalizada, individual e privada, indo mais fundo na Consciência do que em outras formas de ensino mais convencionais. Dependendo de como é produzida e/ou do tipo de informação que veicula e/ou do modo que é utilizada,, a Multimídia pode favorecer ou ser contrária à saúde mental. A realidade virtual e os jogos multimídia, por exemplo, podem ser utilizados no alívio do stress. Por outro lado, a Multimídia pode ser veículo de mensagens subliminares, lavagem cerebral. Dado o caráter recente da Multimídia a influência desta na saúde ainda é, ostensivamente, pouco abordada na dimensão intrafísica do planeta. Assim, até que surjam regras práticas de Higiene para com a Multimídia é recomendável o uso da lucidez e do discernimento. Ler, ver, ouvir, interagir e talvez todas as outras atividades conscienciais são bases potenciais de terapias. Reunindo texto, imagem, som e animação, mais a possibilidade de interação, a Multimídia poderia ser utilizada na terapia de distúrbios conscienciais (Multimidioterapia), juntamente como recurso para Higiene mental (Multimidiopsicohigiene ou Multimidiopsicoprofilaxia). Em decorrência da simultaneidade ler-verouvir-interagir que um programa multimídia possibilita, a Multimidioterapia, mais do que umamera aplicação da Multimídia nas Psicoterapias existentes, tornar-se-á, provavelmente, uma disciplina própria, com teoria e métodos particulares definidos. São exemplos de esboço de Multimidioterapia: substituição de uma aversão traumática a determinada matéria escolar pela motivação em estudá-la com programas multimídia; educativos; jogos multimídia como ferramentas de Ludoterapia; uso da realidade virtual de formasemelhante ao Psicodrama; deslavagem cerebral via programa multimídia; etc. A Seriéxis é Multimídia.

Bibliografia
ANDRADE FILHO, J.H.; Programa de Saúde: Paz, Amor e Saúde; Editora Record; 13 edição; Rio de Janeiro; 1983. FERREIRA, A.B.H.; Novo Dicionário da Língua Portuguesa; Editora Nova Fronteira; 2 edição; Rio de Janeiro; 1986. MENN, Don; Multimedia in Education: Arming Our Kids for the Future; PC WORLD; october 1993; ilus.; p. 852-60. TWAY, L.; Multimídia Para Novos Usuários; Rio de Janeiro:
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Berkley, 1993. VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; 57p.; 17 x 11 cm; espiral; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992; p. 1-57. •

CONSCIENCIOLOGIA E MULTIMÍDIA
Fábio Ferrari
A tendência atual da Informática vem sendo a de tirar o máximo de proveito do soma da conscin, de modo a permitir uma interação maior do ser humano com a máquina. multimídia é uma aplicação que utiliza várias mídias de forma integradatais como: texto, gráfico, som, animação, imagem; que permite ao usuário interagir com o aplicativo ou o programa (software). Essa interação pode ser feita de várias formas, por exemplo: a partir de microcomputador com caixas de som e CD-ROM. Neste caso, o meio de contato entre o usuário e a máquina é, basicamente, o monitor de vídeo, o teclado e as caixas de som; através de óculos com fones de ouvido e sensores que captam os movimentos da cabeça do usuário, chamado HMD

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(Head Monted Display), reproduzindo um ambiente tridimensional em 360°, permitindo a conscin interagir num mundo criado no computador. Essa tecnologia multimídia é conhecida por realidade virtual (RV). Há ainda uma série de outros dispositivos, como luvas com sensores capazes de captar os movimentos das mãos e dos dedos, que permitem a manipulação de objetos virtuais. Essas novas tecnologias vêm trazer benefícios inevitáveis para todos nós. Dentre eles, vale citarmos:

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Multimídia
1. Qualidade maior na transmissão de informações para a consciência, uma vez que se utiliza de várias mídias (som, imagem, animação, texto) ao mesmo tempo e com realismo cada vez maior, atingindo maior número de vias sensoriais do soma. Isso faz com que haja vivência mais profunda do conteúdo da idéia transmitida e, inevitavelmente, uma melhor assimilação da informação transmitida. A realidade virtual é capaz de proporcionar ao indivíduo verdadeira imersão na multimídia. 2. Extensão de atributos do mentalsoma, memória e criatividade. 3. Aumento do universalismo da consciência (associação de idéias) e da comunicabilidade interconsciencial a níveis, até então, inimagináveis. Hoje, além do fax e do BBS (Bulletin Boarding System: sistema onde microcomputadores são interligados em rede via linha telefônica capacitando a troca de informações com pessoas de toda parte do planeta), já se tem projeto internacional para criação de sistema multimídia por telefone, onde serão lançados 840 satélites em sete anos, criando um sistema de vídeo, voz e transmissão de dados, capazes de atingir o mundo inteiro. 4. Maior interação da conscin e a máquina. Ao assistir TV, por exemplo, a pessoa assume, em geral, uma postura mais passiva do que ativa. Através da realidade virtual, a conscin interage num mundo artificial com a ajuda de sensores que captam os movimentos da cabeça ou dos globos oculares e das mãos do seu soma. A sua vontade passa a atuar. 5. Influência positiva no conjunto de pensamentos e sentimentos da população do planeta (holo/?e«sene terrestre) com a formação de idéias (pens) mais flexíveis. O holopensene de open mind que está surgindo com a multimídia poderá contribuir num maior entendimento da multidimensionalidade da consciência. 6. Estímulo maior à intelectualidade e criatividade de alto nível. As possibilidades de estudo se tornam muito mais amplas, haja vista: a utilização da realidade virtual em aulas de anatomia, onde o cadáver é substituído por um soma virtual; o hipertexto, que permite ao usuário deslocar-se nas informações, graduando a profundidade da pesquisa, conforme sua vontade. 7. Auxílio na recuperação de cons. Reprodução multimídia de aulas Conscienciológicas / Projeciológicas e ambientes extrafísicos, servirão como poderosos estímulos retrocognitivos. Tal recurso virá para auxiliar muitas consciências, de proéxis avançadas - freqüentadoras destes ambientes antes de se restringirem na intrafisicalidade. A multimídia vem ampliar as possibilidades do uso da informação. Não raro, quanto mais tecnologia se usa na comunicação, mais diluído fica o conteúdo da informação ou idéia transmitida. Assim, a valorização excessiva de objetos externos - em detrimento de atributos intrínsecos à consciência - é, ainda, conduta inexperiente e evitadorado autoconhecimento maduro. Por isso, vale ponderarmos sobre as questões colocadas a seguir: 1. Todas as informações que recebemos (conscins, consciexes, livros, vídeos, CDs, disquetes) carregam em si pensamentos, sentimentos e energias de consciências (pensenes). Pergunta: Os pensenes que recebo têm qualidade? Sinto-os fluir no meu mentalsoma abrindo nova perspectiva de existência, mais ampla do que a que tenho vivido? Percebo, no íntimo, cosmoéüca nas idéias que estabeleço contato? 2. Softwares novos surgem no mercado da Informática a cada dia, enquanto outros desaparecem; o comércio e a popularização dos micros aumenta a cada ano, no entanto, sua consciência multidimensional permanece a mesma — sutil - a espera constante de exploração íntima. 3. O microcomputador - teclado, monitor e gabinete - é feito de matéria perceptível e de possível interação com seu soma ou corpo humano, sendo os dois, objetos da dimensão intrafísica. No entanto, o micro não é por si só um veículo de manifestação de uma inteligência como a sua. 4. Os jogos eróticos dos CD-ROMs, interativos, apesar dos estímulos (visual e auditivo) não permitem a troca holochacral direta com o sexossoma. 5. A falta de força elétrica tira o seu terminal, sem NoBreak, do ar, na mesma hora. A sua consciência, não desaparece nem após a completa decomposição do seu soma. 6. Infelizmente, a multimídia irá ampliar também as possibilidades da influenciação do povão através de lavagens cerebrais com mensagens subliminares feitas pelas conscins ainda escravas dos trafares do porão consciencial. 7. A multimídia, e mesmo a realidade virtual, mostram-se incapazes de induzir ou simular as parapercepções relativas aos estados de lucidez ampliados da consciex sadia. Para isto, seria necessário o desenvolvimento de uma tecnologia que fosse capaz de atuar, de alguma forma, com estímulos, não apenas no soma mas nos outros veículos da consciência. A finalidade-mor de qualquer invento deve ser o de auxiliar na autoconscientização multidimensional da população humana, e, se hoje vivemos numa Sociedade Intrafísica Industrial, não é inteligente deixarmos amortecer nossa decisão pessoal e os atributos magnos do mentalsoma (que irão prosseguir conosco após deixarmos essa dimensão e o corpo humano para trás, na dessoma), frente à comodidade trazida com os avanços tecnológicos. Por isso, só a vontade decidida da conscin permite identificar a tecnologia-sem-informação-dos-lixos-mentais ou os excessos dispensáveis de molduras na comunicação. A automotivação é intransferível.

Bibliografia
FADIGA, Marco; Todas as Antenas na Multimídia; O GLOBO; Rio de Janeiro, RJ; Diário; Caderno: Informática; 28 de março, 1994; ilus. FOLHA de S. Paulo; Redação; Microsoft e NT Põem Multimídia no Telefone; São Paulo, SP, Diário. INFORMÁTICA EXAME; Redação; A Multimídia sem Segredos; Revista; Setembro, 1993, ilus.; Reportagem de Capa; p. 54-62. ITIBERE, Celso; A Williams de Senna no Mundo da Realidade Virtual; O GLOBO; Rio de Janeiro, RJ; Diário; Caderno: Informática e t c ; 2, abril, 1994; ilus.; p. 22. JANER, Cristaldo; Toda Biblioteca em um Único Volume; 47

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Multimídia
FOLHA DE S. PAULO; São Paulo, SP; Diário; Caderno: Cultura; ilus. JORNAL DO BRASIL; Redação; Multimídia Ajuda a Ensinar Inglês; Rio de Janeiro; Diário; ilus.; 19, abril, 1994; Caderno: Negócios e Finanças. LUCA, Cristina de; New Media; O GLOBO; Caderno; Informática etc.; Rio de Janeiro, RJ; 18, abril, 1994; ilus.; p. 1. MELLO, Alexandre Bandeira de; A Informática na Medicina; CPUPC; Revista; Rio de Janeiro, RJ; Ano 1; N° 6; ilus. MENN, Don; Multimedia in Education: Arming Our Kids for the Future; PC WORLD; October 1993; ilus.; p. 852-60. SCHAFF, Adam; A Sociedade Informática: As Conseqüências Sociais da Segunda Revolução Industrial; Editora brasiliense; trad. Carlos Eduardo Jordão Machado e Luiz Arturo Obojes; 4 edição, 1993; Wohin führt der Weg; São Paulo, SP; 157p. VIEIRA, Arthur W.; Multimedia; fotocópia; 4 p. VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora Do Corpo Humano; XXVIII + 900 p.; 475 caps.; 40 ilus.; 1.907 refs.; glos. 15 termos; ono.; geo.; alf.; 27 x 18,5 x 5 cm; e n e ; Londrina, Paraná; Brasil; Livraria e Editora Universalista; 1990; VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1052 p.; 40 caps.; 5116 refs.; glos. 280 termos; bib; ono.; alf.; est.; crom; geo.; 28,5 x 21 x 6,5 cm; e n e ; I ed.; I imp.; Rio de Janeiro, RJ; Brasil; Instituto Internacional de Projeciologia; 1994; p. 1-1052; ed. em port. „
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O CORTEX CEREBRAL E A MULTIMÍDIA
Rosiméri de Souza

ssim como o córtex cerebral é a parte do sistema nervoso que comanda os movimentos através dos estímulos - e, é a partir dele que se inicia os movimentos voluntarios e conscientes das consciências -, consideremos que a multimídia pode funcionar como um estímulo cortical à assimilação de idéias, pelo fato de oferecer ao indivíduo o uso da sua capacidade decisoria e voluntária, permitindo direcionar o próprio aprendizado, adaptando-se ao método que melhor facilita a aquisição das informações.

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O Córtex Cerebral
O córtex cerebral é uma das partes mais importantes do sistema nervoso. E um instrumento que a consciência, que é multidimensional, utiliza para se manifestar nesta dimensão. Ele é, mais do que qualquer outra estrutura, que confere aos seres humanos a enorme aptidão para processar informações e tomar decisões. Recebe informações de experiências passadas, avalia dados e planeja a ação.

A Multimídia
A multmídia é definida como uma aplicação que, além de textos e gráficos, possui uma outra mídia, que pode ser som, imagem em movimento (animação) ou estática (foto) e ser manipulada pela consciência de forma inteligente e dinâmica. Assim como o córtex tem participação no controle das informações que lhe chegam a nível fisiológico (somático), bloqueando-as quando necessário, a multimídia, com sua flexibilidade, permite ao indivíduo aprender conforme sua vontade, percorrendo todo um texto (navegar), assimilando apenas as idéias que lhe interessam para sua vivência

momentânea. No córtex existem áreas denominadas "áreas associativas"; uma expressão que implica haver nessas áreas alguma associação de sensações ou idéias. Enquanto que, na multimídia a interatividade é fundamental e significa principalmente dar às pessoas a liberdade de criar o seu próprio caminho, fazer suas escolhas, consultando as informações de acordo com seus objetivos e necessidades, podendo utilizar-se do mecanismo de associação de idéias - "uma idéia puxa a outra". Durante a evolução, o conhecimento de localização do córtex cerebral no Homem cresceu de forma sinuosa. Na década de 1940 ficou estabelecida a existência de representações sensoriais e motoras neste aparelho e para cada sensação havia um verdadeiro mapa da superfície sensível na área cortical correspondente. No final dos anos 80, nasceu a multimídia, trazendo aos indivíduos uma forma de dinamizar o meio da comunicação, informação e até mesmo as análises de pesquisas laboratoriais, permitindo, por exemplo, simular experiências com animais, evitando que o experimentador, ou pesquisador, tenha que manusear, anestesiar ou sacrificar alguns deles para o estudo de determinados estímulos e conseqüências de lesões cerebrais. O fato é que a multimídia está despertando interesse em muitas pessoas por ser uma ferramenta útil. Uma delas é a sua aplicação na educação. A capacidade de aprendizagem varia de um indivíduo para outro, assim podemos dividi-los em diversas categorias, conforme a predominância do processamento cerebral dos estímulos recebidos: a) os que recebem e processam mais informações visuais; b) os que sintetizam mais informações auditivas; c) os que contém no centro, regiões com o controle da palavra; d) os que desempenham mais o processamento de lembranças e interpretação da linguagem. A multimídia oferece ao aprendizado das pessoas, som -

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Multimídia
para indivíduos cuja área cortical sintetiza dados auditivos; imagem (animação) e texto - para aquelas pessoas cuja área cortical, direta ou indiretamente está ligada a órgãos visuais, onde o individuo completa a imagem a partir da informação, com a característica de adaptabilidade aõ contexto; vivencia a experiência visual rica em cor, textura, de maneira estável e continua, manipulando tudo isso de acordo com a própria vontade, onde o indivíduo é o componente ativo, que, manuseando alguns aparelhos, como por exemplo, o mouse ou o teclado, darse-á início à navegações entre as mais diversas informações, onde a mais poderosa máquina se acarretará dos devidos registros - o cérebro humano.

Bibliografia
CIÊNCIA Hoje; As Ciências do Cérebro; Revista; Outubro, 1993; ilus.; DAVIDOFF, Linda L.; Introdução à Psicologia; ilus.; São Paulo, SP; 1983; GRANDES Temas da Medicina; O Sistema Nervoso; Coleção; Parte I; MACHADO, Angelo B. M.; Neuroanatomia Funcional; ilus.; Rio de Janeiro; 1991; PC MAGAZINE Brasil; Por que Multimídia? Revista; Fevereiro; 1994; Vol. 4. •

MEMORIA E MULTIMÍDIA
Sônia Regina

Em inúmeras atividades usamos memórias: abstrata, concreta, memória-hábito, memória-mecânica, auditiva, visual, etc. Tudo, ou quase tudo, que fazemos pode ser realizado com melhor facilidade e eficiência conforme nossa capacidade mnemónica. Para suscitar uma lembrança pressupõe que fora fixada. Por isso, os mnemotécnicos atribuem à fixação e à evocação igual importância. Quanto à aquisição mnemotécnica, existem as condições espontâneas - aquisição natural, que independe de esforço de memorização. Os fatores de fixação, em comum, das aquisições mnemotécnicas destacam-se: atenção; interesses pessoais; organização entre os elementos ou fatos; memória especializada; e o fator repetição. Sendo que, na aquisição natural a atenção é espontânea, ena aquisição voluntária requer atenção determ inada. Portanto, para memorizar é preciso primeiro estar atento. Outro fator importante é a organização eficaz de uma lembrança: inseri-la num contexto lógico, isto é, com coerência de raciocínio de idéias. Afinal, o que é fácil de ser compreendido, o que é ordenado, o que se pode deduzir; será melhor fixado. Se um livro, por exemplo, possuir um conjunto bem estruturado de idéias, a lembrança destas idéias tenderá a ser mais completa, mais rica. Acrescentando aos recursos mnemónicos, a memória especializada - predominância de uma memória específica (memória auditiva, memória visual, etc.) - é também um foco de

interesse nesse campo de estudo. A associação dos estímulos visual e/ou auditivo à atividade intelectual favorece tanto para quem possui a memória especializada como para quem não tem esse tipo de memória acentuada, pois essa conjugação de estímulos atua reforçando a memorização das informações. Essa integração é utilizada na multimídia reunindo textos, sons (música, ru idos e voz) e imagens (estáticas ou em movimento) no computador. Com essa nova tecnologia é possível acessar informações em bloco onde são apresentadas idéias teóricas, sons e imagens concomitantemente de forma coerente proporcionando, assim, um sentido mais amplo da informação e, conseqüentemente, atuando como auxílio mnemónico de ponta. Memória e acúmulo de conhecimento estão estreitamente relacionados. Para as consciências neófilas, esse auxílio tecnológico vem impulsionar o acesso às informações, bem como, porem exercício simultâneo duas ou três memórias, e dessa forma, multiplicar as possibilidades de recordação.

Bibliografia
BROTHERS, Joyce D.; & EAGAN, Edward P.F.; Como Desenvolver a Memória; FILLOUX, J. C; A Memória; FOLHA DE S. PAULO; São Paulo, SP; Jornal; Diário; 05, janeiro, 1994. •

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Tema Livre

NOTAS SOBRE O DOMÍNIO HOLOSSOMÁTICO
Cláudio Nogueira
Resumo: São relacionados ao domínio holossomático o Mentalsoma, a Invéxis, o Pensene e a Desperticidade. É sugerido o domínio Holossomático como meio de desenvolver o Mentalsoma, aumentar a qualidade do pensene e superar o Porão Consciencial, meta importante para o inversor existencial.

Holossoma não é a consciência, mas um artefato consciencial que possibilita a manifestação da ConsciêncianaMultidimensionalidade. A manifestação plena da consciência na Multidimensionalidade é alcançada quando o Holossoma é dominado integralmente pela Consciência. Aparentemente, o domínio do Holossoma só é possível ser alcançado quando o Mentalsoma é o veículo de manifestação utilizado predominantemente. O Mentalsoma é utilizado pela consciênciapara que sejam dominados o Psicossoma, o Holochacra e o Soma. O Mentalsoma é desenvolvido em certos aspectos da vontade, do pensamento, do sentimento, da memória, e da percepção pelo próprio esforço do exercício de controle destes corpos, ou seja, a busca do domínio do Holossoma amplia o próprio Mentalsoma. Logo, o domínio do Holossoma pode ser uma via de desenvolvimento do Mentalsoma. A priorização do Mentalsoma e a liberdade de interagir consciente e permanentemente com a Multidimensionalidade são características do Inversor. A interação consciente e permanente do inversor quando regida pelo Mentalsoma leva ao aumento do domínio do Holossoma, a melhor manifestação de Consciência integral e, conseqüentemente, a melhoria qualitativa da interação consciente desta Conscin rumo à Autoconscientização Multidimensional plena. Sendo o Mentalsoma prioritário para o Inversor parece ser interessante a este buscar o domínio Holossomático como meio de ampliar o Mentalsoma. Conscientização, Estudo e Utilização são etapas do caminho parao domínio Holossomático. O domínio do Holossomacomeça com a conscientização ou a constatação pela Consciência da existência dos diferentes veículos de manifestação. A conscientização é alcançada através do movimento ou mobilização destes veículos quando estes são utilizados pela Consciênciapara a sua manifestação ao longo do Ciclo existencial. Numa segunda etapa a Consciência passa também a perceber e a estudar empírica e/ou cientificamente detalhes destes veícu los de manifestação. Nesta fase a consciência aprende que ela não é os veículos mas algo maior do que eles. Na etapa seguinte, conseqüentemente, a Consciência aprende a utilizar com mais eficiência o Holossoma, sem gastos desnecessários de tempo e energia para a sua manifestação. Quanto mais cedo for buscado conscientemente o domínio Holossomático pela Conscin maior apossibilidade de ela terminar a sua atual Seriex com o domínio do Holossoma ampliado. Quando jovem, o Inversor enfrenta o problema de dominar um

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Soma e um Holochacra novos mas, por outro lado, possui condicionamentos menos arraigados, o que lhe possibilita dominar o seu Holossoma do que uma Conscin mais condicionada. Dominar o Holossoma, que não deixa de ser um Pensene mais duradouro, é dominar o Pensene e vice-versa. Conseqüentemente, e em função do predomínio do Mentalsoma, o domínio holossomático influencia (e é influenciado pelo) o aumento da qualidade do Pensene. E aumentando a qualidade do Pensene é possível se alcançar a Desperticidade. Provavelmente o Desperto deve apresentar um grau de domínio holossomático maior do que as consciências não despertas, assim como os tipos superiores a ele devem apresentar um maior grau de domínio holossomático. O Holopensene da Invéxis encontra-se indiretamente vinculado ao Holopensene dos Serenões, que possuem o domínio do Holossoma em grau máximo. Assim, é possível que o Inversor (que se encontra mais imerso no primeiro Holopensene citado), potencialmente possua um domínio holossomático maior, o que lhe possibilita, mais do que a outras Conscins, alcançar a Desperticidade, apesar de suas deficiências e imaturidades conscienciais e/ou as próprias de sua idade intrafísica. Em tempo: o aumento do domínio holossomático é alcançado com a superação deste Porão consciencial e/ou o aumento do domínio do Holossoma é um meio de superar o Porão da Consciência. O dom ínio do Holossoma é a parte prática da Holossomática. Da mesma forma que o restante da Holossomática, conhece-se muito pouco desta área na dimensão intrafísica, apesar de ser uma busca antiga da Consciência. Esta ignorância pode ter contribuído para a alienação e o autodesconhecimento consciencial. Assim, conclui-se que maiores estudos sobre o assunto, nesta e nas outras dimensões, são necessários.

Bibliografia
VIEIRA, W . , 1990. Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. 3 edição - Rio de Janeiro: Edição do Autor, 1990. VIEIRA, W. , 1992. Miniglossário da Conscienciologia. I edição - Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia, 1992.
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Este texto foi apresentado ao Grinvex-Rio como estudo particular.

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Tema Livre

E V O L U Ç Ã O CONSCIENCIAL
Débora Machado
Introdução: Durante a evolução consciencial, ultrapassamos vários patamares, ou níveis evolutivos, desde os minerais até às Cls (Consciências Livres). Dentre todos os patamares, o mais importante é aquele em que nos encontramos, porque é a partir dele que podemos agilizar, catalisar hoje a evolução de amanhã. É importante estarmos com o nosso ponteiro consciencial no aqui agora. O que fomos, ou o que seremos não é de grande importância, mais sim o que somos, porque é deste ponto que depende a nossa evolução. nível de evolução holossomática é aquele que a consciência na sua vida intrafísica consegue manifestar. O mineral se manifesta pelo seu soma (corpo físico) e pelo seu holochacra (corpo energético), não sabendo ser este holochacra próprio ou projetado por outra consciência. Durante esta fase a consciência apenas armazena informações. Os vegetais se manifestam pelo soma, holochacra e pelo psicossoma (corpo emocional), sendo este apenas um princípio. A consciência nesta fase já possui alguns tipos de sentimentos e sensibilidades. Os animais subumanos se manifestam pelo soma, holochacra, psicossoma e com um princípio de mentalsoma, este não sendo usado para o raciocínio, mais sim para um certo grau de discernimento. Um exemplo é o cachorrinho ensinado, ele sabe que certas ações e palavras do seu dono geram certas reações suas. O homem, já mais evoluído, se manifesta pelo soma, holochacra, psicossoma e mentalsoma, ainda não se utilizando de sua plena capacidade mentalsomática. Muitos se deixam predominar pelo soma e pelo psicossoma, esquecendo-se do mentalsoma que muitas vezes é menor que o do cachorrinho.
EVOLUÇÃO HOLOSSOMÁTICA

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de "comatosos" e seguimos para um ponto que podemos chamar de gargalo mor da evolução, onde temos lucidez quanto a ela, mas nos iludimos com as seduções do intrafísico, não conseguindo passar este gargalo devido às imaturidades ainda não superadas pela consciência, tais como: supervalorização do soma e do psicossoma e, principalmente, pelas automimeses dispensáveis.
PATAMAR EVOLUTIVO

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Milhares de Existências
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Fonte: Estágios de Projeci elogia

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O patamar evolutivo nos mostra que a consciência vive muito tempo em coma, sem fazer nada para evoluir. Quando começamos a trabalhar pela nossa evolução, saímos da condição
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Pesquisas realizadas na França recentemente mostram que as pessoas perdem 70% do seu tempo pensando no passado, presas às recordações inúteis, à autoculpas, com saudades; 2 5 % do tempo estão pensando no futuro, elaborando situações previstas ou não, entrando em devaneios, é aquela conscin que almoça pensando no que vai fazer à tarde; os 5% restantes a conscin está no presente, provavelmente em automimese. Uma conscin com um pouco mais de lucidez, não perde tanto tempo precioso pensando no passado ou no futuro, pois tenta obter um pouco mais de discernimento para não entrar em automimeses, para tentar passar este ponto crítico na escala evolutiva. Uma vez passado este gargalo mor da evolução a consciência alcança mais rápido o patamar de Desperto, e não vai mais encontrar estes tipos de dificuldades em sua evolução, ascendendo assim para o seren ismo. O soma restringe a consciência, diminuindo a sua visão de conjunto que é mais ampla no extrafísico, com exceção do préserenão "comatoso" que não tem lucidez quando no estado projetado ou de consciex. O restringimento vai sendo superado com as conquistas evolutivas da consciência. Um exemplo seria a de um pré-serenão com um nível de visão de conjunto no extrafísico igual a X. Quando ele consegue atingir o patamar de um Desperto, o nível X de visão de conjunto no extrafísico do pré-serenão seria igual ao seu restringimento no intrafísico quando Desperto, e assim

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Tema Livre
sucessivamente. O nível de visão de conjunto no extrafísico de um Desperto seria equivalente ao nível de restringimento no intrafísico de um Orientador Evolutivo. Quanto mais evoluímos, menos o restringimento do soma nos afeta. No caso do Serenão não podemos supor nada disto, pois sabemos que ele domina o seu soma. Mas até que ponto este soma não restringe as suas manifestações? Isto não sabemos responder. descrições das projeções. A Tares tem por objetivo levar o esclarecimento às pessoas, mostrando os fatos e fazendo com que elas raciocinem e evoluam. Na Tenepes, apenas consciências acima da média dos préserenões é que estão aptas a realizá-la, pois a sua execução necessita de responsabilidade e muita maturidade. A consciência que já consegue desenvolver a Tares e a Tenepes em sua vida, diariamente, está mais próxima da desperticidade do que as demais. A Cosmoética é a prática da Moral Cósmica. A Cosmoética não vem escrita em um livro ou tratado, pois ela muda, comportando-se de maneiras diferentes para cada consciência, abrangendo todos os níveis evolutivos, desde a pessoa egoísta até a policármica. Ela também não é uma verdade absoluta, agindo da mesma maneira em várias situações, e sim agindo de várias maneiras em uma mesma situação. Um exemplo típico é o índio que em sua forma de vida, mata um animal para comer ou até mesmo para mostrar a sua virilidade dentro de sua tribo, e a de um industrial que sai de seu apartamento para uma caçada no Pantanal. A diferença é que, o índio, conscin com baixo nível evolutivo, está sendo cosmoético, ele ainda não tem lucidez suficiente para saber que o que está fazendo é errado; e para o industrial, conscin já com um nível evolutivo acima do índio, ele sabe que está errado, que uma caçada é ilegal, ele está sendo anticosmoético. Na mesma situação a Moral Cósmica age de diferentes maneiras, de acordo com o nível evolutivo de cada um. A Cosmoética não está vinculada a nenhuma crença ou dogma religioso. Quem a vivência já está em um nível evolutivo maior, de maior compreensão. Os limites impostos ao indivíduo pela Socin (sociedade intrafísica), estão relacionados com a Cosmoética, exemplo: a "culpa" é um peso para a conscin sujeita aos dogmas religiosos. Já a conscin que possui um nível de entendimento mais abrangente, que vive com predominância de mentalsoma sobre o psicossoma, identifica com mais facilidade as coleiras do ego impostas pela socin. Mas a Cosmoética vai muito além destes simples exemplos, ela tem por objetivo mostrar qual a atitude correta a ser tomada em todas as situações visando a multidimensionalidade. A consciência que percebe e aplica a Cosmoética em sua evolução, compreende melhor a multidimensionalidade e as consciências que estão em patamares evolutivos inferiores ao seu. Quanto mais evoluída for a consciência, maior é sua responsabilidade com a Moral Cósmica e com a Multidimensionalidade. A Cosmoética faz parte da natureza da consciência, da mesma forma que a Projetabilidade Lúcida. A Projetabilidade Lúcida ajuda a conscin a conhecer e viver a multidimensionalidade. Uma conscin, já com toda essa visão de conjunto, e com atitudes anticosmoéticas tem sua Projetabilidade Lúcida cessada temporariamente pelos seus amparadores. Uma vez parada, a consciência regride em relação a todas as outras. Esta regressão não significa que a consciência volta a patamares evolutivos já ultrapassados da sua evolução, mas que há uma estagnação em relação às outras que continuam evoluindo indiscriminadamente.
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NÍVEL DE A

VISÃO

DE

CONJUNTO

IF + EF EF

EF IF EF IF IF IF


Pré-serenão comatoso Pré-serenão lúcido Desperto Orientador Evolutivo Serenão IF - Intrafísico - EF - Extrafísico * Gráfico para efeito didático.

O nível de lucidez que se encontra a população do planeta Terra é o de coma evolutivo. Esta população não faz nada para evoluirnão sabendo se quer da existênciadaexperiência-fora-docorpo humano. Por saber e querer evoluir, estamos acima da média do planeta, saindo fora do padrão terrestre. A maioria, em geral, se nega a saber de onde viemos e para onde vamos, são aquelas conscins de vida intra e extrafísica trancada, o chamado ser social, vivendo pelo cérebro abdominal, deixando que as emoções predominem. Mesmo assim estão evoluindo, pois a evolução é constante e inevitável. O universo está em evolução, sendo ele formado por consciências e energias. Como somos consciências e estamos em evolução utilizando energias, o universo está em evolução. Para catalisarmos nossa evolução podemos e devemos nos utilizar das energias, as nossas e as do universo; o domínio das energias são um dos tipos de catalisadores evolutivos. Os catalisadores servem para direcionar e agilizar nossa evolução. Existem vários tipos de catalisadores, que para nosso patamar evolutivo, de pré-serenão, os mais importantes e que podemos utilizar são a Tares (tarefa do esclarecimento), a Tenepes (tarefa e n e r g é t i c a p e s s o a l ) , a Cosmóetica, a Projetabilidade Lúcida, o parapsiquismo e a intelectualidade. O parapsiquismo e a intelectualidade são apenas coadjuvantes para a nossa evolução. A aquisição isolada destes atributos conscienciais não significa, necessariamente, que estejamos evoluídos. O parapsiquismo é importante para percebermos e nos relacionarmos melhor com os nossos amparadores. A intelectualidade faz com que ampliemos nossos conhecimentos e melhoremos nossas associações de idéias, aumentando as sinapses. Com isso adquirimos uma nova ferramenta para as

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Tema Livre
É importante para a çonscin vivenciar a Cosmoética para ter sua Projetabilidade Lúcida e a sua evolução catalisadas. Todas as conscins se projetam independente de seu nivel evolutivo. A projetabilidade é uma qualidade parafisiológica de todas as conscins. Muitas ou quase todas, estão em um estado de coma evolutivo, ou seja, se projetam dormindo no extrafísico ou se encontram completamente sonâmbulas. Há aquelas que se lembram de suas projeções apenas como sonhos lúcidos (experiências oníricas misturadas com a projeção). As projeções lúcidas podem, ou não, ser de consciência contínua. Essas projeções só são atingidas quando a consciência já alcançou um patamar mais elevado, o que atinge a minoria da minoria da população intrafísica. Com o domínio da Projetabilidade Lúcida e com um bom nível evolutivo, há conscins que se projetam pelo mentalsoma, onde o objetivo é buscar a integração com a consciência Cósmica. Tal projeção é muito difícil de ser descrita devido a falta de parâmetros comparativos na decodificação das informações realizadas pelo cérebro físico. As conscins quando entram em sono não somente se projetam, elas também sonham várias vezes até acabar este período. Os níveis evolutivos atingem também o plano extrafísico. Neste existem vários patamares que vão desde os umbrais, crosta a crosta, habitados pelas consciências mais imaturas e patológicas, até o Colégio Invisível dos Serenões. Os ambientes extrafísicos visitados durante nossas projeções estão ligados diretamente ao nosso patamar evolutivo. Uma conscin acima da média do pré-serenão deste planeta consegue atingir vários ambientes extrafísicos. A evolução não ocorre só no intrafísico, ela ocorre também na multidimensionalidade. Os nossos amparadores também estão em evolução. Amparadores e amparados estão quase sempre no mesmo patamar evolutivo, o que muda entre eles é a visão de conjunto. A partir do momento em que a conscin ganha lucidez desta situação, fica mais fácil ela perceber e entender seus amparadores numa evolução conjunta. A evolução ocorre sempre em grupos. A consciência que está batalhando pela sua evolução, leva a seu grupocarma um maior esclarecimento, e ambos, mesmo que inconscientes, começam a evoluir juntos, ocorrendo aí o efeito de ressonância para a evolução. A consciência evolui querendo ou não, de forma consciente ou inconsciente. Apenas a decisão de evoluir é tomada sozinha. Uma vez tomada essa decisão, a nossa evolução é mais rápida em relação às outras consciências que estão evoluindo inconscientemente. A evolução não se faz do dia para a noite, também não se resolve em uma seriéxis. Temos que nos esforçar para errar o menos possível, fazendo o máximo certo do possível. Sermos completamente perfeitos segundo a Cosmoética, para nós ainda é impossível devido ao nosso patamar evolutivo, mas não podemos ignorá-la.

Bibliografia
FERREIRA, Aurélio; Novo Dicionário da Língua Portuguesa; Editora Nova Fronteira; 2° edição; 1982. MARINS FILHO, Luiz A.; Palestra em Vídeo Sobre Automotivaçâo. VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; Rio de Janeiro; ed. do autor; 1986; p 529. VIEIRA, Waldo; Miniglossário da Conscienciologia; Rio de Janeiro; Instituto Internacional de Projeciologia; 1992. VIEIRA, Waldo; Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Físico; Rio de Janeiro. Edições IIP/ Gráfica Lua Nova. VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; em editoração.
Este trabalho foi apresentado durante o II Simpósio de Projeciologia realizado na Sede-matriz do IIP, nos dias 5 - 7 de Agosto de ¡993.
a

CONSIDERAÇÃO POSITIVA DE VIDA EM INVERSORES E NÃO INVERSORES
Leonel Tractenberg
Resumo: Partindo do conceito de consideração positiva de vida {positive life regará) desenvolvido por Battista e Almond (Battista e Almond, 1973) e do conceito de invéxis planejamento técnico que visa a dinamização para melhor da vida do indivíduo, com base nos enfoques multidisciplinares e multidimensionais da Conscienciologia -, efetuou-se uma pesquisa a fim de verificar se aqueles que praticam a técnica possuem um grau de consideração de vida maior do que aqueles que não a conhecem nem aplicam. 57 pessoas preencheram a escala de consideração de vida (Life Regard Index) desenvolvida pelos autores acima referidos, sendo 37 praticantes e 20 não praticantes, em sua maioria, jovens universitários de ambos os sexos. A análise estatística revelou não haver diferença significativa entre os grupos. São levantadas algumas hipóteses para explicar tal resultado, sendo recomendados estudos posteriores.

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Tema Livre
Motivação inicial
0 presente trabalho foi originalmente elaborado visando ao cumprimento de uma tarefa acadêm ica exigida pela disciplina de Análise de Pesquisa em Psicologia, do Curso de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A tarefa consistia em pesquisa de campo sobre o tema da Aceitação de Vida, e devia envolver a elaboração de hipótese de pesquisa, aplicação da Escala de Consideração de Vida (Life Regard Index) e teste da hipótese, com a análise estatística apropriada. A idéia de relacionar disciplinas do curso universitário a temas específicos das novas áreas do c o n h e c i m e n t o , Conscienciologia e Projeciologia, consiste numa verdadeira filosofia, técnica ou estratégia de trabalho na universidade que vários outros estudantes - inversores e não inversores - já aplicaram, obtendo resultados bastante enriquecedores. Dentre os objetivos/ benefícios dessa técnica, podemos citar: 1 - Motivar-se mais para o estudo das disciplinas universitárias e, consequentemente, fixar melhor as idéias aprendidas na faculdade; 2 - Estabelecer pontes, paralelos, relações e descobrir aplicações da Conscienciologia nas demais áreas do saber humano; 3 - Exercitar a capacidade de expor temas da Conscienciologia e Projeciologia a um público leigo, que desconhece a terminologia e os conceitos, porém dispõe de alto gabarito intelectual e crítico; 4 - Divulgar os conceitos da Conscienciologia e Projeciologia no meio acadêmico, tanto aos professores quanto aos alunos, futura geração de profissionais; 5 - Promover debates, confrontos e somatórios de idéias com pessoas de outras áreas, cujos pontos de vista divergem, trazendo benefícios mútuos inarredáveis; 6 - Enfim, promover gradualmente a inserção do corpo de conhecimentos no âmbito universitário. Naturalmente, a aplicação deste procedimento exigirá ponderação sobre diversos fatores, dentre os quais encontramos: o grau de abertura ou receptividade oferecido pela disciplina, pelo professor, pela turma e pela instituição; e, principalmente, o modo como serão apresentadas as idéias . Inversamente, ao relacionar diferentes temáticas à Conscienciologia, criamos a oportunidade de precisar e/ou revisar conceitos, de levantar novas questões e hipóteses de pesquisa, bem como de testar a aplicabilidade e limitação das teorias, técnicas e instrumentos de outras áreas do saber no âmbito do Paradigma Consciencial.
1

Ou seja, a consideração positiva de vida envolve o seguinte processo: i) o indivíduo se compromete/adota (consciente ou inconscientemente) conceitos, ideais, valores ou filosofia de vida que lhe fornece orientação e significado para sua vida; ii) desse referencial ele retira suas megamotivações, metas, expectativas e aspirações de vida; iii) ele se percebe realizando essas metas e isso lhe proporciona sentimentos de integração, realização, significação e auto-estima; e, globalmente, umaavaliação positiva da própria existência. Essa definição de consideração positiva de vida apresenta vantagens e desvantagens, dependendo do modo como é enfocada. Trata-se de uma definição que delimita e operacionaliza bem a variável, e que apresenta ampla independência do referencial de valores adotado, de modo a tornar sua aplicação mais universal. Contudo, esse mesmo relativismo e independência de referencial pode torná-la mais superficial. Por exemplo, não é capaz de distinguir a consideração positiva de vida dos indivíduos que se encontram na robéxis, na automimese existencial, daqueles que são completistas. O estudo da aceitação ou consideração positiva de vida é importante na medida em que permite identificar variáveis e condições sobre as quais o indivíduo experiência, ou não, sua vida como significativa e positiva. Representa um aspecto psicossocial a ser considerado no estudo amplo e multidisciplinar da qualidade de vida, tema que vem sendo cada vez mais explorado. Para a Conscienciologia pode ter diversas aplicações: qual é e como identificar o percentual de pessoas num grupo evolutivo que se consideram no curso de um referencial ou como tendo realizado suas metas de vida? Destas, qual o percentual que realmente está no curso de sua proéxis e como identificá-lo? Quais são as variáveis que a pessoa avalia para identificar a qualidade e o nível de seu completismo? No seu caso, que fatores considerou como catalisadores desse processo? Por ser uma variável essencialmente qualitativa, os instrumentos desenvolvidosparamensuraro nível de consideração positiva de vida são ainda bastante grosseiros. Contudo, sua aplicação e os resultados que estes geram não devem ser desprezados. Os principais instrumentos existentes são as escalas psicométricas. Estas podem se constituir apenas de 1 item, ou podem ser compostas de múltiplos itens. Um exemplo de escala do primeiro tipo é a Escala Gurin, onde, para uma questão sobre "como vão as coisas atualmente", o indivíduo deverá escolher entre "muito feliz ou bem", "ligeiramente feliz ou bem" e "não tão feliz ou não tão bem". Evidentemente, uma escala dessas verifica-se extremamente limitada quando analisada quanto a sua validade e fidedignidade . Já as escalas de múltiplos itens, em geral são mais precisas. Podem ser compostas por afirmativas favoráveis e desfavoráveis, para as quais há uma gradação na intensidade das respostas, que vão da mais congruente com a
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O Conceito de Consideração Positiva de Vida
O conceito de aceitação ou consideração positiva de vida adotado aqui foi o concebido por Battista e Almond (Battista e - Almond, 1973). Refere-se à crença ou convicção do indivíduo de que está seguindo um referencial ou realizando metas de vida que lhe proporcionam uma compreensão altamente valiosa da mesma.
' No segundo ano do curso de Psicologia da UFRJ, pude aplicar a técnica em 7 entre 10 disciplinas que cursei, de modo bastante satisfatório. Se a escala mede aquilo que se propõe. Medida da consistência entre os resultados, ao aplicar a escala em diferentes ocasiões.
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Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano I • N° I • Dezembro/94

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Tema Livre
afirmativa até a mais antagônica. A escala de consideração de vida (Life Regará Index) construída por Battista e Almond tem a finalidade de medir o nível de valorização e de orientação da existência do sujeito. É constituída de 28 itens divididos em 2 subgrupos de 14 itens cada (7 favoráveis e 7 desfavoráveis), que enfocam dois diferentes aspectos: i) o grau em que o indivíduo vê a si mesmo como tendo realizado ou estando no curso da realização de seus objetivos de vida (Subescala de Realização - FullflmentScale); ii) a capacidade do indivíduo ver sua existência dentro de uma perspectiva ou contexto e derivar deles um conjunto de objetivos de vida (Subescala de Estrutura - Framework Scale). Cada afirmativa pode ser respondida em 5 níveis, que vão do "Nunca é verdadeiro" ao "Quase sempre é verdadeiro".
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profilática eprodutiva justifica a denominação do termo inversão existencial (invéxis). Hoje, muitas empresas buscam a Qualidade Total com vistas, em última instância, ao lucro. O inversor ou inversora aquele que se predispõe à prática da inversão existencial - pode aplicar mais cedo a Qualidade Total Conscienciológica objetivando o bem de todos. A pessoa de hoje pode ser melhor que a de ontem, e a de amanhã, melhor do que é hoje, com técnica. Eis um dos princípios básicos da invéxis. O estudo do perfil psicológico e psicossocial do inversor é importante na medida em que a invéxis é uma abordagem técnica nova, proposta por uma ciência também nova, a Conscienciologia, ainda não suficientemente estudada ou questionada, e que pretende contribuir para a evolução da sociedade.

Essa escala foi aplicada originalmente em um grupo de 229 estudantes universitários do curso de medicina da universidade de Stanford. Apresentou distribuição normal nos resultados (média=98.6/140 (0.70); escore mínimo=36/140 (0.26); escore máximo=l 37/140 (0.98)), com alta fidedignidade e foi considerada válida como instrumento de medida.

Problema e hipótese
Considerando que a invéxis baseia-se no aperfeiçoamento da qualidade dos objetivos e ações da vida do sujeito, visando a realização de suas metas de vida, é razoável supor que os indivíduos que se predispõem a aplicar a técnica possuam um alto índice de aceitação de vida, do modo como esta foi definida aqui. Assim, podemos formular nossa hipótese: Os indivíduos que conhecem e aplicam a técnica da inversão existencial (invéxis) possuem, em média, um grau de consideração positiva de vida maior do que aqueles que não a conhecem nem a praticam.

O Conceito de Invéxis
A Invéxis é a técnica ou conjunto de técnicas , baseadas em conceitos da Conscienciologia e Projeciologia, que visam a dinamização para melhor da vida do indivíduo através da organização, planej amento, priorização e racionalização crescente - sem mecanização - de todas as atividades e projetos de sua existência. A aplicação da técnica parte da iniciativa pessoal ponderada e busca evitar quaisquer compromissos familiares, institucionais e sociais, bem como influências doutrinárias, místicas, sectárias, ou mesmo cientificistas; que possam tolher idéias, ações, ou mesmo criar condicionamentos limitantes e lavagens cerebrais. Exemplos disso seriam o militarismo, as doutrinas e fanatismos religiosos. Parte do princípio de que o indivíduo não necessita esperar até os 40 anos de idade - época em que pode ter alcançado certa maturidade psicológica e estabilidade econômica - para reavaliar suas escolhas de vida, suas crises e conflitos afetivos, seu estado de saúde, suas realizações pessoais e contribuições para a sociedade. Ele pode, de forma deliberada, consciente e prática, desde jovem, buscar a condição de maior autoconscientização quanto aseus propósitos de vida; fazer a auto-análise progressiva de suas maturidades e imaturidades; buscar o autodomínio de seus pensamentos, sentimentos e energias; bem como de todos os demais atributos e capacidades conscienciais. Tudo isso visando a realização de suas metas existenciais e a melhoria geral da sua qualidade de vida, do seu e dos outros grupos humanos. Tal antecipação
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Método
Para testar a hipótese, pedimos para cada sujeito preencher o formulário que continha a escala de consideração de vida de Battista e Almond e outros itens de identificação do seu perfil (ver anexo). Os formulários foram aplicados em2 grupos de estudantes, na sua maioria, universitários homens e mulheres entre 18 e 31 anos, com apenas 1 de 52 anos, não inversor, também estudante. Os do grupo I (n=37) eram conhecedores e praticantes da técnica - identificados pelas respostas afirmativas aos itens e e / do formulário -, e os do grupo II (n=20) desconheciam e, consequentemente, não a praticavam (a excessão de 1 estudante que a conhecia mas não praticava). Quanto a composição dos grupos em relação ao curso escolar/universitário temos: Grupo F. pré-vestibular, 6; Administração, 1; Economia, 1; Engenharia, 4; Geologia, 1; Psicologia, 17; Biologia, 2; Direito, 1; Jornalismo, 1; Medicina, 2; e Nutrição, 1. Grupo II: Psicologia, 19; Ed. Física, 1. Quanto a religião declarada pelos sujeitos: Grupo I: Católica, 1 (declarou-se não praticante); sem religião, 36. Grupo II: Espiritualista ou espírita, 5; Católica, 3; Outras crenças, 3; sem religião, 9. A amostra de 37 inversores foi considerada significativa por

A versão da escala em português é composta de 26 itens. O termo "técnica" deve ser entendido aqui num sentido bastante amplo, e talvez não seja o mais adequado para definir a invéxis por imprimir um certo mecanicismo ou reducionismo sobre o conceito que envolve tanto um conjunto de representações (cosmovisão) quanto de práticas sui generis visando fins específicos.
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Gestações Conscienciais - GPC Grinvex • Ano I • N° 1 • Dezembro/94

Tema Livre
representar mais de 3 3 % da população estimada de indivíduos praticantes da técnica .
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Análise dos Resultados
Após a aplicação dos formulários, prosseguiu-se com a análise dos dados. As questões 11 e 26 da escala não foram consideradas no cálculo total da nota de cada indivíduo por serem consideradas ambíguas tanto pelos respondentes quanto por nós. O fato não interferiu no equilíbrio das afirmativas pois restaram igual número de questões "favoráveis" e "desfavoráveis". As médias dos escores de ambos os grupos foram altas e bastante próximas (Grupo I: 97; Grupo II: 94.55). A análise estatística para um T-teste (t(55) = 0,73 e p = 0,05) revelou não haver diferençasignificativaentre os doisníveis de tratamento (aceitação de H ). Os resultados foram sintetizados na tabela abaixo:
o'

Análise estatística dos resultados
GRUPO I (n=37) (conhecem e aplicam) Média: Desvio padrão: Escore máximo: Escore mínimo: 97 (0.81)* 12.04 113 (0.94) 51 (0.43) GRUPO II (n=20) (desconhecem) 94.55 (0.79) 12.24 110 (0.92) 67 (0.56)

concretização desses referenciais; 4 - A escala utilizada é inadequada ou incapaz de medir diferenças mais sutis da variável, concentrando-se em valores extremos. Vários respondentes consideraram como prejudicial a ausência de uma opção "Sempre é verdadeiro" em contraposição à opção "Nunca é verdadeiro". Neste caso, torna-se necessário elaborar outros instrumentos de medida apropriados ; 5 - Pode ser, também, que os inversores possuam uma estrutura (framework) mais bem definida do que aquela presente namédia dos não inversores. Contudo, pelas metas da invéxis não serem de realização fácil e imediata, e por exigirem autoaperfeiçoamento constante, o nível de auto-insatisfações e expectativas aumenta, e o inversor experiência um nível menor de realização dos seus objetivos. Assim, devido a um grau de exigência menor, a média dos não inversores sentir-se-á mais facilmente realizada com suas metas de vida. A distância entre "planejamentos-expectativas" e "objetivos alcançados-autorealização pessoal" tenderia a diminuir com o decorrer do tempo, nos casos de inversão bem sucedidos. Para testar essas hipótese é necessário fazer uma análise intragrupos quanto aos escores obtidos pelas subescalas de Estrutura e de Realização, assim como uma comparação intergrupos das mesmas.
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De um modo geral, sugere-se que sejam feitos mais estudos psicossociais a fim de acompanhar a evolução dos praticantes da invéxis e dos grupos de inversores (Grinvexes), e verificar os seus efeitos ao longo da vida dos indivíduos.

* Entre parênteses encontra-se o escore percentual relativo ao máximo da escala (=120).

Bibliografia
BATTISTA, J. & ALMOND, R. The development ofmeaning in life. Psychiatry, v.36 , 1973. pp. 409-427. DIENER, Ed. Subjective Well-Being. Psychological Bulletin, n.95, 1984. pp.542-575. VIEIRA, Waldo. 700 Experimentos da conscienciologia. Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia, 1994. 1058p. p.689-696.

Discussão
Concluímos que, para ambos os grupos - praticantes e não praticantes da Invéxis - as atitudes frente a consideração de vida são bastante próximas, contradizendo as expectativas. Sugerimos algumas explicações/hipóteses para guiar futuras pesquisas: 1 - Não há, de fato, diferença do nível de consideração de vida entre inversores e não inversores; 2 - Pode haver similaridade de atitudes/condutas entre o inversor e o universitário de psicologia, predominante em ambos os grupos, o que mascarou reais diferenças que poderiam surgir caso a escala fosse aplicada em grupos mais heterogêneos de estudantes universitários. Ainda assim, deve-se considerar que o estudante universitário no Brasil constitui parte de uma elite intelectual e econômica, o que já pode influir bastante no grau de aceitação de vida; 3 - Dentre aqueles que se classificam como inversores, alguns podem concretamente não praticar a inversão. Por outro lado, muitos daqueles que a desconhecem, podem possuir propósitos e referenciais de vida bastante definidos e esforçar-se na aplicação de técnicas igualmente ou mais benéficas para a

Anexo na outra página.

Conforme estatística do Jornal da Invéxis Ano 1, n. I, p.2, o núimero de inversores era de 109 em fins de 1993. Ver VIEIRA, Waldo, "700 Experimento da Conscienciologia. ", em particular, págs.: 227-233; 263-288; 631.

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Tema Livre

ANEXO: ESCALA DE CONSIDERAÇÃO DE VIDA

• PREENCHA TODAS AS FRASES • SEJA O MAIS SENCERO POSSÍVEL • NÃO EXISTEM RESPOSTAS CERTAS OU ERRADAS • MARQUE A OPINIÃO QUE MELHOR EXPRESSA SEUS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS NO QUE SE REFERE ÀS FRASES ABAIXO: (1) = NUNCA verdadeiro (2) = RARAMENTE verdadeiro (3) = ALGUMAS VEZES verdadeiro (4) = FREQÜENTEMENTE verdadeiro (5) = QUASE SEMPRE verdadeiro

1. Eu não me sinto capaz de realizar todas as coisas que são realmente importantes para mim 2. Sinto que realmente alcançarei o que quero no vida 3. Eu realmente cheguei a um acordo a respeito do que é importante em minha vida 4. Eu sinto como se tivesse descoberto um sentimento realmente expressivo para orientar minha vida 5. Fico completamente confuso quando tento entender minha vida 6. Tenho verdadeira paixão pela minha vida 7. Eu realmente não tenho muitos propósitos para viver, nem mesmo por mim 8. Eu fico tão empolgado pelo que estou fazendo que acabo encontrando novas reservas de energia que eu nem sabia que tinha 9. Eu passo a maior parte do meu tempo fazendo coisas que na realidade não são muito importantes para mim 10. Honestamente, não há nada que eu queira fazer totalmente até o 11. Tenho um enorme potencial que não uso 12. Eu realmente não valorizo o que estou fazendo 13. Sinto que estou vivendo plenamente 14. Realmente, sinto-me bem em relação a minha vida 15. Eu só não sei o que na realidade quero fazer com a minha vida 16. Eu realmente não acredito, muito profundamente, em nada na minha vida 17. Tenho uma idéia muito clara do que gostaria de fazer com a minha vida 18. Outras pessoas parecem se sentir melhor em relação a suas vidas do que eu em relação a minha 19. Tenho uma filosofia de vida que realmente dá sentido à minha existência 20. Alguma coisa parece me impedir de fazer o que realmente quero 21. Outras pessoas parecem ter idéias bem melhores a respeito do que querem fazer de suas vidas do que eu 22. Viver é profundamente satisfatório 23. Quando olho para minha vida, sinto a satisfação de realmente ter trabalhado para realizar alguma coisa 24. Parece que nunca nada de notável acontece comigo 25. Tenho um sistema ou estrutura que me permite entender de forma exata minha existência 26. Preciso encontrar algo com que eu possa realmente me envolver : fim

(1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (!) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (D(2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1)(2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (0(2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5) (1) (2) (3) (4) (5)

e) CONHECE A TÉCNICA DA INVÉXIS (S/N) ?

f) APLICA A TÉCNICA DA INVÉXIS EM SUA VIDA (S/N) ?

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Glossário

GLOSSÁRIO

• Amparador - Consciex auxiliadora de uma conscin ou de várias c o n s c i n s ; benfeitor extrafísico. E x p r e s s õ e s equivalentes, arcaicas, desgastadas e envilecidas pelo emprego continuado: anjo da guarda; anjo de luz; anjo guardião; guia; mentor. • Automimese existencial - Imitação, por parte da conscin, das próprias vivências ou experiências passadas, sejam do renascimento intrafísico atual ou de existências anteriores. • Consciência - (Conscienciologia) princípio inteligente individualizado; essência do ser em constante evolução ou amadurecimento. Sinônimos envilecidos pelo uso: ego, alma. • Consciex (consci + ex) - Consciência extrafísica; o paracidadão ou paracidadã da Sociex. Sinônimo envilecido pelo uso: desencarnado. • Conscin (consci + iri)- Consciência intrafísica; apersonalidade humana; o cidadão ou a cidadã da Socin. Sinônimo envilecido pelo uso: encarnado. • Cosmoética {cosmo + ética) - Ética ou reflexão sobre amoral cósmica, multidimensionalidade, que define a holomaturidade, situada além da moral social, intrafísica, ou que se apresente sob qualquer rótulo humano. • Curso Intermissivo - Conjunto de disciplinas e experiências teáticas administradas à consciex, depois de determinado nível evolutivo, durante o período de intermissão consciencial, dentro do seu ciclo de existências pessoais, objetivando o completismo existencial da próxima seriéxis. • Dupla evolutiva - Duas consciências que interagem positivamente em evolução conjunta; condição existencial de evolutividade intercooperativa a dois. • Energia consciencial (EC) - A energia imanente que a consciência emprega em suas manifestações em geral; o ene do pensene. • Estado vibracional (EV) - Condição técnica de dinamização máxima das energias do holochacra, através da vontade. • Extrafísico - Relativo àquilo que esteja fora, ou além do físico ou humano; estado consciencial menos físico do que o soma. • Holochacra (holo + chacra) - Paracorpo energético da conscin. • Holomaturidade (holo + maturidade) - Condição da maturidade integrada-biológica, psicológica, holossomática e multidimensional - da conscin. • Holopensene (holo + pen + sen + ene) - Pensenes agregados ou consolidados. Sinónimo envilecido pelo uso: egrégora. Esta palavra gera resistência em larga faixa dos leitores sérios das ciências. • Holossoma (holo + soma) - Conjunto dos veículos de manifestação da conscin: soma, holochacra, psicossoma e mentalsoma. • Holossomática - Estudo específico do holossoma. 60

• Homeostase holossomática - Estado integrado, hígido, de harmonia do holossoma. • Intrafisicalidade - Condição da vida intrafísica, humana, ou da existência da conscin. • Invexibilidade - Qualidade da execução intrafísica da Invéxis. • Mentalsoma (mental + soma) - Corpo mental; o paracorpo do discernimento da consciência. • Microuniverso consciencial - A consciência considerada de per si, como um todo, englobando todos os seus atributos, pensenes e manifestações no desenvolvimento da sua evolução. O microcosmo da consciência em relação ao macrocosmo do Universo. • Multidimensional - Relativo às múltiplas dimensões existenciais, como dimensão física e extrafísica. • Multiexistencial - Relativo às múltiplas existências, ou vivências da consciência. Que considera as vidas passadas. • Para - Prefixo que significa além de, ao lado de, como paracérebro. Significa também extrafísico. • Pensene {pen + sen + ene) - Unidade de manifestação prática da consciência, segundo a Conscienciologia, que considera o pensamento ou idéia (concepção), o sentimento ou a emoção, e a EC (energia consciencial) em conjunto, de modo indissociável. • Pluriexistencial - O mesmo que multiexistencial. • Policarma {poli + carmd) - Princípio de causa e efeito, atuante na evolução da consciência, quando centrado no senso e vivência da maxifraternidade cósmica, além do egocarma e do grupocarma. • Policármico - Relativo a policarma. • Proéxis (pro + exis) - Programação existencial específica de cada conscin em sua seriéxis. • Psicossoma - Paracorpo emocional da consciência; o corpo objetivo da conscin. • Robéxis (rob + exis) - Robotização existencial; condição da conscin troposférica, e x c e s s i v a m e n t e e s c r a v i z a d a à intrafisicalidade ou quadridimensionalidade. • Seriéxis (seri + exis) - 1. Seriação existencial evolutiva da consciência; existências sucessivas; renascimentos imtafísicos em série. 2. Vida humana ou intrafísica. Sinónimo desgastado e envilecido pelo uso excessivo para a primeira acepção: reencarnação; esta palavra arcaica não mais atinge as pessoas sérias às pesquisas de ponta da consciência. • Sociex (soei + ex) - Sociedade extrafísica ou das consciexes. • Socin (soe + iri) - Sociedade intrafísica ou das conscins; sociedade humana. • Teática (te + ática) - Vivência conjunta da teoria e da prática por parte da conscin ou da consciex. • Teaticidade - Qualidade teática da consciência.

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M

Glossário
consciencial que impulsiona a evolução da consciência.

• T e a c p e s (/ - ene + pes) - Tarefa energética pessoal, diária, m u i t i d i m e n s i o n a l , com a s s i s t ê n c i a p e r m a n e n t e de amparadores, a longo prazo ou para o restante da vida intrafisica. Expressão popular: passes para o escuro. • Trafar (tra + far) - Traço-fardo da personalidade da conscin; componente negativo da estrutura do microuniverso consciencial que a consciência ainda não consegue alijar de si ou desvencilhar-se até o momento. • Trafor (tra + for) - Traço-força da personalidade da conscin; componente positivo da estrutura do microuniverso

Bibliografia
VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1052 p.; 40 caps.; 5116 refs.; glos. 280 termos; bib; ono.; alf.; est.; crom; geo.; 28,5 x 21 x 6,5 cm; e n e ; I ed.; I imp.; Rio de Janeiro, RJ; Brasil; Instituto Internacional de Projeciologia; 1994; p. 1-1052; ed. em port.
a a

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Grinvex no Brasil

Fortaleza - CE Fone (085) 234-0154 Natal - RN Fone (084)218-2661 Recife - PE Fone (081)461-1320 Salvador-BA Fone (071)381-5461 Belo Horizonte - MG Fone (031)241-1358 Montes Claros - MG Fone (038) 221-9406 Vitória - ES Fone (027) 227-1820 Rio de Janeiro - RJ Fone (021)221-8954 Maringá - PR — Fone (0442) 26-2013 Londrina - PR Fone (043)321-4630 Porto Alegre - RS Fone (051)334-4571 São P a u l o - S P Fone (011)69-9880 S. Bernardo do Campo - SP Fone (011) 753-9231 Curitiba - PR Fone (041) 234-4205 Blumenau - SC Fone (0473) 22-7014 Florianópolis - SC Fone (0482) 24-3446

Brasília - DF Fone (061)346-5573 Goânia - GO Fone (062) 225-8203

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ERRATA 1. As localidades e telefones contidos na págma 62 correspondem a Unidades do IIP onde há Grinvex. 2. Na página 62, onde diz "São Paulo - SP - Fone (011) 69-9880", lê"São Paulo - SP - Fone (011) 64-9880".

J

f

INSTITUTO INTERNACIONAL DE PROJECIOLOGIA

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