Página 1 de 12

POLÍTICA E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
Prof. Jalmir Cabral Júnior

Primeira Conferência das Nações Unidas

c) Ministério de Meio Ambiente (órgão central). Municipais.Sistema Nacional de Meio Ambiente. cujo intuito é a Preservação Ambiental”. de acordo com os interesses da segurança nacional. explorando os recursos naturais conscientemente. SERLA (Secretaria Estadual de Rios e Lagoas) e IEF (Instituto Estadual de Florestas). A sua estrutura está prevista no artigo 6º da lei. entidades e fundações federais. estaduais e municipais. b) Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (órgão consultivo e deliberativo).Página 2 de 12 a) Primeira Relação Homem Natureza foi em 1972-Cidade Estocolmo (Suécia) b) Brasil na Contramão c) Mitigação da Postura adotada através da criação da Lei de Política Nacional de Meio Ambiente em 1981. substituindo antiga legislação antes setorizada. e foi criado para viabilizar a implementação. Federal . ainda vigente. a execução e a fiscalização da política ambiental adotada. Estaduais e Municipais. Estadual. Definição de SISNAMA segundo o Professor Paulo Bessa Antunes: “SISNAMA é conjunto de órgãos e instituições sejam essas Federais. ressaltando que este órgão foi criado recentemente pelo Governo do Rio de Janeiro após destituição dos seguintes: FEEMA (Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente). sendo assim composto: a) Conselho de Governo (órgão superior).Seria o INEA (Instituto Estadual do Ambiente). Ou seja: Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA O Sistema Nacional do Meio Ambiente é formado por órgãos. ou seja. garantindo principalmente à proteção da Dignidade da Vida Humana. Observação : A referida Lei institui o SISNAMA.Seriam as Secretarias Municipais de Meio Ambiente. com intuito de harmonizar o desenvolvimento sócio-econômico e o meio ambiente.Seria o IBAMA (Instituto Brasileiro de Recursos Naturais e Renováveis. . mediante a adoção de condições para o desenvolvimento sustentável.

Conceito de Recursos Ambientais: O conceito meio ambiente não se confunde com o conceito de recursos ambientais. Degradação da Qualidade Ambiental: Qualquer alteração não comum às características de um determinado meio ambiente consiste em degradação da qualidade ambiental.Página 3 de 12 d) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . esta lei trouxe importantes conceitos e princípios que norteiam o direito ambiental. Os estudiosos de direito ambiental dividem o meio ambiente em quatro modalidades: 1) meio ambiente natural (ou físico ou ecossistema natural). “a atmosfera. leis. f) Órgãos ou entidades municipais (órgãos locais).938/81. que compreende.IBAMA (órgão executor). 4) meio ambiente cultural. . influências e interações de ordem física. superficiais e subterrâneas. a fauna e a flora”. 2) meio ambiente artificial (ou antrópico ou ecossistema social). Conceitos e Princípios Além da criação do SISNAMA e da introdução dos instrumentos da política nacional do meio ambiente. o mar territorial. o solo. conforme define o inciso II do artigo 3° da Lei da PNMA. que permite.938/81. 3° da Lei 6. Conceito de Meio Ambiente nos Trâmites da Lei PNMA De acordo com a Lei 6. e) Órgãos ou entidades estaduais (órgãos seccionais). os estuários. conforme o inciso V. abriga e rege a vida em todas as suas formas”. as águas interiores. meio ambiente é: “o conjunto de condições. art. os elementos da biosfera. química e biológica. o subsolo. 3) meio ambiente do trabalho (ou interno ou saúde e segurança do trabalho).

Como corolário do princípio do poluidor-pagador. Esse Princípio é encontrado não só no capítulo destinado ao meio ambiente. em qualquer forma que esta se apresente. de modo que a ele deve ser assegurado os mecanismos judiciais. Princípio Democrático Assegura ao cidadão o direito à informação e a participação na elaboração das políticas públicas ambientais. seja este pessoa física ou jurídica. PRINCÍPIOS DE DIREITO AMBIENTAL Os Princípios do Direito Ambiental visam proporcionar para as presentes e futuras gerações. como também no capítulo que trata os direitos e deveres individuais e coletivos. ou fazer lançamento de matérias ou energias em desacordo com os padrões ambientais adotados. conceito também inserido pelo artigo 3º. a segurança e o bem estar comum. etc. Ação Popular. Princípio do Poluidor-Pagador Aquele que causa poluição é o poluidor. conciliando elementos econômicos e sociais. as garantias de preservação da qualidade de vida. Princípio do Direito Humano Fundamental O direito ao meio ambiente protegido é um direito difuso. crescendo de acordo com a idéia de desenvolvimento sustentável. Exemplos de participação: audiências públicas. criar condições desfavoráveis às atividades sociais e econômicas. isto é. integração de órgãos colegiados como é o caso do COPAM em Minas Gerais. consagrado nos Princípios 1 e 2 da Declaração de Estolcomo e reafirmado na Declaração do Rio. legislativos e administrativos que efetivam o princípio. afetar a biota de forma desfavorável ou as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente. . já que pertence a todos e é um direito humano fundamental.Página 4 de 12 Quando essa degradação resultar em prejuízo para a saúde. o poluidor é obrigado a recuperar e/ou indenizar os danos causados ao meio ambiente. Ação Civil Pública. teremos a poluição deste meio.

dentre outros. portanto. deve-se ter a cautela. devendo adotar a solução que busque alcançar o desenvolvimento sustentável. embora com ele não se confunda. cujo dever é fixar parâmetros mínimos a serem observados em casos como emissões de partículas. empreendimento. ou. que havendo dúvida quanto a riscos. ainda. . obra ou atividade que possa vir a causar dano ambiental. é preciso prudência. Traduzse. estabelecer um conjunto de nexos de causalidade suficientes para a identificação dos impactos futuros mais prováveis. Havendo a possibilidade de ônus ao meio ambiente. O Princípio da prevenção aplica-se a impactos ambientais já conhecidos e dos quais se possa. destinação final de resíduos sólidos. assim.Página 5 de 12 Princípio do Equilíbrio Este Princípio é voltado para a Administração Pública. não deverá ser realizado o empreendimento. Precaução significa cuidar. principalmente porque existem certas atividades que postas em prática podem provocar efeitos ainda não conhecidos. Princípio do Limite Também voltado para a Administração Pública. hospitalares e líquidos. De acordo com a orientação contida neste princípio deve ser evitada toda conduta. in dubbio pro ambiente. Princípio da Precaução O princípio da precaução estabelece a premissa da cautela. sons. O princípio da precaução expressa. em harmonia com a natureza. ruídos. Princípio do Desenvolvimento Sustentável: O Princípio contido na idéia de desenvolvimento sustentável exprime o direito que os seres humanos têm a uma vida saudável. provocar danos ambientais irreversíveis. tomar providências para evitar o indesejado. Este princípio reflete o reconhecimento direito fundamental ao meio ambiente protegido. com segurança. Princípio da Prevenção É próximo ao princípio da precaução. a qual deve pensar em todas as implicações que podem ser desencadeadas por determinada intervenção no meio ambiente. na máxima. visando sempre promover o desenvolvimento sustentável.

impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá. Princípio do Estudo Prévio de Impacto Ambiental: O estudo prévio de impacto ambiental é alçado à condição de princípio por revelar o valor substancial da reflexão sobre o agir. É primordial a ênfase na procura da garantia de um desenvolvimento sócioeconômico racional e. sobretudo. e na tentativa de evitar custos ambientais. § 1°. Da Constituição Federal Brasileira nos termos do artigo 225. O conceito de desenvolvimento. através do exercício do poder soberano estatal. Por esta razão. ético. IV da Constituição Federal: “art. a fim de se estabelecer como premissa para desenvolvimento a conservação ambiental.lo para as presentes e futuras gerações. há que seguir os preceitos de responsabilidade e do interesse geral da sociedade. bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. tornando possível ao Poder Público fundamentar suas decisões e tomar as precauções exigidas em prol da conservação ambiental. O Estudo de Impacto Ambiental é o instrumento da PNMA que permite que os órgãos possam avaliar a possibilidade da instalação de obra ou atividade potencialmente poluidora. atividade ou empreendimento pode acarretar ao meio ambiente.Página 6 de 12 O desenvolvimento de políticas públicas relativas o aproveitamento dos recursos naturais. impõe que a este se agregue o qualificativo sustentável. . A obrigatoriedade da realização de EIA está prevista no artigo 225. na atualidade. será necessário realizar uma análise sobre a potencialidade de danos ou modificações indesejadas que determinada obra. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. e quais as medidas de precaução e prevenção a serem adotadas para a sua execução. 225. Desenvolvimento sustentável é o que se estrutura de forma a assegurar o respeito à integridade e à dignidade dos seres vivos.

a biota.Página 7 de 12 § 1º . CONAMA 001/86 (Impacto Ambiental) Esta resolução definiu impacto ambiental como qualquer alteração das propriedades físicas.Para assegurar a efetividade desse direito. III. Instrumentos da Política Ambiental Os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente estão elencados no artigo 9º. a segurança e bem-estar da população. Res. independentemente da comprovação de culpa (artigo 14. Dentre estes destacaremos para o nosso estudo o zoneamento ambiental e industrial.a qualidade dos recursos ambientais.as atividades sociais e econômicas. na forma da lei. químicas e biológicas do meio ambiente. do estudo prévio de impacto ambiental e do desenvolvimento sustentável. ou seja. § 1º). IV. a que se dará publicidade . o licenciamento ambiental. auditoria ambiental e as infrações administrativas ambientais. o estudo de impacto ambiental. ZONEAMENTO AMBIENTAL E INDUSTRIAL .a saúde. V. para instalação de obra ou atividade potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente. afetam: I. causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que. o poluidor fica obrigado a indenizar os danos causados ao meio ambiente e/ou a terceiros. Observação: É possível perceber a proximidade e complementaridade entre os princípios da prevenção.as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente. Da Responsabilidade Civil Objetiva A Política Nacional do Meio Ambiente adotou a responsabilidade civil objetiva para aquele que causar dano ao meio ambiente. direta ou indiretamente. II. estudo prévio de impacto ambiental. incumbe ao Poder Público: IV – exigir.

os planos nacionais e regionais de desenvolvimento econômico e social devem levar em consideração o meio ambiente. e saturadas.803/80 disciplinou o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição. As zonas industriais são divididas em áreas não saturadas. dentro de um planejamento de desenvolvimento econômico e social.Página 8 de 12 O zoneamento ambiental tem como finalidade. As zonas aonde as indústrias serão instaladas são classificadas em: a) zonas de uso estritamente industrial (art. O conceito de licenciamento ambiental é previsto no art. 3º). instalação. LICENCIAMENTO AMBIENTAL O licenciamento ambiental é previsto pelo Decreto 99. o zoneamento ambiental seja no âmbito federal. c) zonas de uso diversificado (art. ampliação e a operação de empreendimentos e atividades . O zoneamento industrial é elaborado com o zoneamento urbano. Em virtude da adoção do princípio do desenvolvimento sustentável. São Paulo e Cubatão.274/90 e normatizado pela Resolução CONAMA número 237/97. A Lei 6. ou municipal. Assim. b) zonas de uso predominantemente industrial (art. determinar as áreas num determinado território que devem ter os seus recursos naturais protegidos. como por exemplo. as Áreas de Proteção Ambiental (APAs). as cidades do Rio de Janeiro. 1° da RES. deve ser compatível com o que o plano nacional de desenvolvimento econômico determinou para o meio ambiente. Essa classificação será estabelecida através dos padrões ambientais de emissão e de qualidade. 2°). em vias de saturação. Este instrumento tem como objetivo controlar a poluição nas áreas onde já existe um alto índice de poluição. estadual. 237/97 como sendo: “procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização. tais como. 4°).

ou daquelas que. o preposto ou mandatário de . com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação. implantação e operação. considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso”. A referida Lei: “Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. da qual constituem motivo determinante. o membro de conselho e de órgão técnico. 70 da Lei 9. atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos a serem atendidos nas fases de localização. Crime Ambiental (Lei 9605/98) Constitui crime ambiental exercer as atividades efetiva ou potencialmente poluidoras sem as necessárias licenças e autorizações dos órgãos ambientais.605/98. concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei. conforme o art. Foram estabelecidos três tipos de licenças ambientais: 1) Licença Prévia 2) Licença de Instalação 3) Licença de Operação Da Licença Prévia – (LP) concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade. na medida da sua culpabilidade. Da Licença de Operação – (LO) – autoriza a operação da atividade ou empreendimento. programas e projetos aprovados.Página 9 de 12 utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras. 60 da Lei 9605/98. o gerente. Artigo 2º (segundo) da Lei de Crimes Ambientais Art. incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes. e dá outras providências”. de qualquer forma. 10 de Lei 6. o administrador. sob qualquer forma possam causar degradação ambiental. incide nas penas a estes cominadas. 2º Quem.938/81 combinado com o art. o auditor. Da Licença de Implantação ou Instalação – (LI) autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos. de acordo com o art. bem como o diretor. após a verificação do efetivo cumprimento do que costa das licenças anteriores. e infração administrativa ambiental. aprovando sua localização e concepção.

Os auditores respondem civilmente quando agirem com negligência. a descrição da política ambiental da empresa ou atividade. civil e penalmente conforme o disposto nesta Lei. devendo realizá-las anualmente. As auditorias ambientais devem ser publicadas. que. imperícia. e podem ser descredenciados para participarem de novas auditorias por um prazo de até dois anos. No Estado do Rio de Janeiro. respeitando o sigilo industrial. Artigo 4º (quarto) da Lei de Crimes Ambientais Art. a auditoria ambiental é regulamentada pela Lei n 1. É necessário que estas auditorias sejam realizadas por uma equipe multidisciplinar e com profissionais especializados e/ou com experiência em matérias ambientais. a equipe de auditores que a realizou. quando podia agir para evitá-la. autoras. 21.Página 10 de 12 pessoa jurídica. condições e restrições estabelecidos pela autoridade ambiental. O relatório de auditoria ambiental deve conter a metodologia adotada. AUDITORIA AMBIENTAL Auditoria é conjunto de procedimentos que visam a avaliar a conformidade da atividade com os regulamentos. 5° da Lei 1. Artigo 3º (terceiro) da Lei de Crimes Ambientais Art. 3º As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa. As auditorias no Estado do Rio de Janeiro são obrigatórias para as empresas que exercem as atividades contidas no art. deixar de impedir a sua prática.898/91. 4º Poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados à qualidade do meio ambiente. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas.898/91. meio ambiente e segurança. Parágrafo único. no interesse ou benefício da sua entidade.427/95. pelo Decreto n. um plano de ação para a correção das .470/95 e pela Deliberação CECA/CN 3. ou de seu órgão colegiado. imprudência ou dolo. nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual. O INEA poderá determinar que outros empreendimentos realizem auditorias ambientais. sabendo da conduta criminosa de outrem. padrões. a conformidade com as normas de saúde. co-autoras ou partícipes do mesmo fato.

g) demolição de obra.72): a) Advertência. licença ou autorização. e.605/98 e conceituadas em seu art. gozo. Qualquer pessoa que verificar a existência de uma infração ambiental poderá fazer uma representação a órgão ambiental integrante do SISNAMA. INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS As infrações administrativas ambientais estão previstas na Lei n. a autoridade ambiental que tomar conhecimento de infração ambiental é obrigada a promover sua apuração e se necessário a autuação de quem a esta praticando. d) apreensão do produto da infração e dos instrumentos utilizados para praticá-la. por fim a assinatura dos auditores e diretores da empresa ou atividade. destruição ou inutilização do produto. b) multa simples. f) embargo de obra ou atividade. e) suspensão de venda e fabricação do produto. Das Penas Impostas (Art. 9. licença ou autorização. c) multa diária. i) restritivas de direitos j) suspensão de registro. l) m) cancelamento de registro. . sob pena de co-responsabilidade.Página 11 de 12 não conformidades e para futuras ações da empresa na área ambiental. promoção. proteção e recuperação do meio ambiente”. perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais. n) perda ou suspensão da participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito. 70 como sendo “toda ação ou omissão que viola as regras jurídicas de uso. h) suspensão parcial ou total da atividades.

aos bens e direitos de valor artístico. os órgãos legitimados para a sua propositura. Foi debatido o paradigma de desenvolvimento sustentável. ao consumidor. histórico. Termo de Compromisso Para que as pessoas físicas ou jurídicas tenham a oportunidade de adequar a construção. com força de título executivo. estético. ECO-92 A Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento de 1992. põe fim a qualquer questionamento externo sobre a posição adotada pelo Brasil. fazendo com que as decisões contemplem aspectos ambientais. (art. cujo alicerce é o fortalecimento das ações integradas da sociedade. poderão firmar termo de ajuste de conduta com quem tiver causado danos morais e patrimoniais ao meio ambiente. aos direitos difuso ou coletivo.347/85. instalação. Termo de ajuste de conduta Na ação civil pública.92. é permitido que estas celebrem com os órgãos ambientais integrantes do SISNAMA um termo de compromisso. ampliação e funcionamento das atividades potencialmente causadoras de dano ao meio ambiente às normas ambientais. à ordem econômica e à economia popular. já que sediou o evento popularmente conhecido como ECO. e à ordem urbanística. 7. Lei n. turístico e paisagístico. informando as medidas que tomará para tal adequação e o cronograma para isto. .79-A da Lei 6. direcionado para o crescimento com responsabilidade.Página 12 de 12 o) proibição de contratar com a Administração Pública.905/98). sociais e econômicos. pelo período de até três anos.