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V.J.M.J.Ch.

PATRIMÔNIO MATERIAL
Prof. Mauricio Ricardo Soares, MSc

DISCIPLINA: Educação Patrimonial SÉRIE: 7º Ano
PATRIMÔNIO MATERIAL O patrimônio material protegido pelo Iphan, com base em legislações específicas é composto por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza nos quatro Livros do Tombo: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis como os núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais; e móveis como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos. Patrimônio Ferroviário

O tema Patrimônio Cultural Ferroviário vem sendo estudado pelo IPHAN há pelo menos uma década, por meio de pesquisas e busca de conhecimento, no âmbito do Patrimônio Industrial. A partir da promulgação da Lei 11.483, em 2007, o IPHAN passou a ter atribuições especificas para preservação da Memória Ferroviária: Art. 9º Caberá ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN receber e administrar os bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural, oriundos da extinta RFFSA, bem como zelar pela sua guarda e manutenção. Assim, desde 2007, o Iphan tem realizado um amplo Inventário de Conhecimento do Patrimônio Cultural Ferroviário, já tendo sido catalogados mais de seis mil edifícios. Os estados de conservação são os mais diversos, sendo que muitos estão abandonados ou em condições precárias de preservação. Em 2008 foi instituída, por meio da Portaria nº 208 do IPHAN, a Coordenação Técnica para o Patrimônio Ferroviário, com o objetivo de conhecer melhor o universo que compreende o patrimônio ferroviário, promover discussões acerca das questões conceituais e estabelecer

Pedro II inaugurou. Procurando atrair investidores. A política de concessões estabelecida pelo governo brasileiro inviabilizou a construção de uma rede integrada da malha ferroviária. entre outros. 11. o governo implantou um sistema de concessões. muitos municípios brasileiros surgiram.483/2007 e dos decretos nº. que se tornou característico da política de infra-estrutura do então Império. no Rio de Janeiro. de investidores britânicos. Histórico No dia 30 de abril de 1854 imperador D. na sua maioria.769/2009. Estrada de Ferro Petrópolis A expansão ferroviária atendeu a dois objetivos: propiciar a entrada de capital estrangeiro no país e o crescimento da economia exportadora. oriundos. e muitas regiões se desenvolveram. As primeiras linhas. ocorreu somente em 1886. através da ligação direta ou vencendo obstáculos à navegação fluvial. visavam interligar os centros de produção agrícola e de mineração aos portos. Chamada inicialmente de Estrada de Ferro Petrópolis. Assim sendo. 6. transpondo a Serra do Mar. ligando Porto Mauá à Fragoso. o nordeste e o sul. Várias das linhas “estratégicas” foram implantadas em conseqüência destas diretrizes. são revestidos de um grande valor cultural. como as construídas para a defesa das fronteiras e as que completaram as ligações entre o sudeste.018/2007 e nº.procedimentos para lidar com as atribuições resultantes da Lei nº. nesse sentido. o Instituto tem procurado envolver as prefeituras. 6. os governos estaduais e a sociedade civil organizada para que os mesmos também preservem esses bens que. . Afinal. Entre o final do século XIX e início do século XX foram efetuados investimentos significativos para a construção de linhas férreas. em função das ferrovias e de suas estações. As dificuldades e desafios para implantar estradas de ferro no Brasil eram muitas. o primeiro trecho de linha férrea no Brasil. com o intuito de reforçar as ações propostas pelo Sistema Nacional do Patrimônio Cultural. principalmente em escala regional. com extensão de 14 Km e sua chegada a Petrópolis.

que atuou no sentido de recuperá-las. fumo.No início do século XX inicia-se uma gradual transferência da malha ferroviária para o controle do governo federal. As mudanças nas relações de produção e consumo (decadência das lavouras de café. passaram a dar prejuízo. resultado dos diversos planos viários elaborados. algodão. Constituiu-se como sociedade de economia mista integrante da administração indireta do Governo Federal.115. várias empresas passam para o controle do estado. por meio da Lei 3. etc). Por conseqüência. resultante da Segunda Guerra Mundial. vinculada funcionalmente ao Ministério dos Transportes. por isso. levaram muitas linhas a perderam sua “renda” (transporte desses produtos) e. com o objetivo de administrar as estradas de ferro de propriedade do Governo Federal. A Rede Ferroviária Federal foi formada pela união do acervo patrimonial das seguintes empresas: • Estrada de Ferro Madeira-Mamoré • Estrada de Ferro de Bragança • Estrada de Ferro São Luiz-Teresina • Estrada de Ferro Central do Piauí • Rede de Viação Cearense • Estrada de Ferro Mossoró-Sousa • Estrada de Ferro Sampaio Correia • Rede Ferroviária do Nordeste • Viação Férrea Federal do Leste Brasileiro • Estrada de Ferro Bahia-Minas • Estrada de Ferro Leopoldina • Estrada de Ferro Central do Brasil • Rede Mineira de Viação • Estrada de Ferro de Goiás • Estrada de Ferro Santos a Jundiaí .A. a Rede Ferroviária Federal S. Locomotiva Leopoldina Em 1957. equipando-as e estendendo suas linhas entre as várias regiões do país..

a direção da Rede Ferroviária decidiu criar as Gerências Regionais. após a incorporação da Ferrovia Paulista S. respectivamente. Juiz de Fora. Em dezembro 1998. Estrada de Ferro Tereza Cristina 2. Em 1992 a RFFSA foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND). Curitiba. sua concessão pela União por 30 anos. Campos. exigia investimentos iniciais menores. com sedes em Recife. e o arrendamento. Em 1969. Em 1966. sediadas nos seguintes locais: São Luís. dos ativos operacionais da RFFSA aos novos concessionários. objetivando a redução de despesas e facilitar a padronização e o intercâmbio de equipamentos e serviços. por igual prazo. FEPASA à RFFSA. Salvador. de acordo com o modelo que estabeleceu a segmentação do sistema ferroviário em seis malhas regionais (abaixo descritas).A. ocasionando uma eliminação maciça de linhas durante a década de 1960. Malha Oeste 5. mediante licitação. A transferência ao setor privado foi efetivada no período 1996 a 1998. que recomendaram a transferência dos serviços de transporte ferroviário de carga para o setor privado. promovendo uma descentralização administrativa de suas diversas malhas. adotando o plano de modernização e reformulação administrativa da década de 1990. Com diversos ramais deficitários a Rede Ferroviária iniciou um programa de erradicação de ramais antieconômicos. Rio de Janeiro. em dezembro desse ano. As ferrovias passam então a atender prioritariamente o escoamento de produção em detrimento do transporte de passageiros.Santa Catarina • Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina Na década de 1960. São Paulo e Porto Alegre. promovidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES. quando o governo brasileiro decide priorizar o transporte rodoviário que. Malha Centro-Leste 3. As malhas localizadas nos grandes centros e destinadas ao transporte de massa foram transferidas para os governos estaduais. a privatização daquela malha. Mais tarde. agrupando as ferrovias que a compunham em quatro Sistemas Regionais: Nordeste. Centro.• Estrada de Ferro Noroeste do Brasil • Rede de Viação Paraná .987/1995 (Lei das Concessões) se iniciou o processo de desestatização da RFFSA.A. sendo algumas posteriormente privatizadas. mediante licitação. a RFFSA foi redividida passando a compor 12 Superintendências Regionais. Malha Sudeste 6. Centro–Sul e Sul. Fortaleza. pelo período de 30 anos. Malha Sul . houve a incorporação da Ferrovia Paulista S. por igual prazo. Essa transferência foi efetivada no período 1996 a 1998. Bauru. de acordo com o modelo que estabeleceu a segmentação do sistema ferroviário em seis malhas regionais.FEPASA à RFFSA. Recife. tem início o processo de estagnação da indústria ferroviária. na tentativa de dar maior agilidade ao sistema com a descentralização de sua administração. Malha Nordeste 4. Em 1998. resultando na concessão por parte da União. dos ativos operacionais da RFFSA aos novos concessionários. Com base na Lei 8. Porto Alegre e Tubarão. São Paulo. 1. a RFFSA simplificou sua estrutura. Logo após. . e o arrendamento. mesmo sendo mais oneroso em longo prazo. ao que se seguiu. nova mudança é realizada transformando as diversas ferrovias em Divisões Operacionais. Belo Horizonte. Em 1976 foram criadas seis Superintendências Regionais. esse trecho também foi privatizado. ensejando estudos.

vagões e outros bens vinculados à operação ferroviária) foram arrendados às concessionárias operadoras das ferrovias.018/2007 define as atribuições do Inventariante e como se dará o processo de inventariança e transferência dos bens. que. histórico e cultural para a utilização por parte de outros órgãos e entidades públicos ou privados com o objetivo de perpetuar a memória ferroviária e contribuir para o desenvolvimento da cultura e do turismo.. América Latina Logística – ALL. Sua liquidação. regulamentada pelo Decreto Nº 6. por deliberação da Assembléia Geral dos Acionistas. através do Departamento de Extinção e Liquidação – DELIQ. a RFFSA foi extinta.A. Ferrovia Centro Atlântica – FCA. São eles: § 1o O uso dos bens imóveis cedidos ao IPHAN poderá ser compartilhado com outros órgãos e entidades da administração pública federal. artístico e cultural. Bens móveis operacionais: • Transferidos ao DNIT pela Inventariança da extinta RFFSA. O Decreto Nº 6. iniciada em 17 de dezembro de 1999. competindo a RFFSA a fiscalização dos ativos arrendados. artístico e cultural serão transferidos 11 ao IPHAN diretamente pela Inventariança da extinta RFFSA. . Ferrovia Tereza Cristina S. direitos e obrigações. de 22 de janeiro de 2007. e em bens móveis e imóveis. Bens Móveis Bens móveis não-operacionais: • Aproximadamente 15. Este fato gerou um processo de deterioração dos prédios. foram fechadas por não serem necessárias à operação ferroviária do transporte de cargas. passaram a ser depredados e pilhados. MRS Logística S.769 de 10 de fevereiro de 2009 dá nova redação ao artigo 7º do Decreto Nº 6. O Decreto Nº 6. o que representa uma séria e constante ameaça ao desaparecimento de importantes exemplares do Patrimônio Ferroviário. Esta mesma lei institui a figura do Inventariante e define que os bens. Os ativos operacionais (infra-estrutura. § 2o O IPHAN poderá solicitar a cessão de bens imóveis de valor artístico.CFN. em sua maioria. são divididos em operacionais 10 ou não-operacionais.A RFFSASA.As estações. foi conduzida sob responsabilidade de uma Comissão de Liquidação. Orçamento e Gestão.A. Companhia Ferroviária do Nordeste . • Os bens móveis de valor histórico..Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional 20 dizem respeito às atribuições do IPHAN.483.018 de 22 de janeiro de 2007 e acrescenta dois novos parágrafos que diretamente IPHAN . conforme exemplificado abaixo. oriundo da Rede Ferroviária S. com o seu processo de liquidação supervisionado pelo Ministério do Planejamento.. abandonados.A. direitos e obrigações da extinta Rede entrarão em processo de inventariamento. Sobre os bens do Patrimônio Ferroviário Os bens que integram o Patrimônio Ferroviário.018 de 22/01/2007 e sancionada pela Lei Nº 11. Ferrovia Novoeste S. locomotivas. Ferrovia Bandeirantes – Ferroban. Tal processo de liquidação da RFFSA implicou na realização dos ativos não operacionais e no pagamento de passivos.000 itens integrantes do PRESERVE e demais bens que o IPHAN declarar portadores de valor histórico. Com a edição da Medida Provisória nº 353.

. etc.483/2007. • Caso o IPHAN declare seu valor histórico. vilas. sinos etc. etc. autos de linha. leitos ferroviários. carro-restaurante. estações. conforme previsto no artigo 21 da Lei 11. Mobiliário. casas de turma. a SPU fará cessão 12 do(s) bem(s) para o IPHAN.• Caso o IPHAN declare seu valor cultural poderá solicitá-los ao DNIT. Acervo Documental – Bibliográfico. Os bens imóveis podem ser: Obras de arte – pontes. artístico e cultural e o(s) requisite. Acervo Museológico. sempre garantindo sua operacionalidade. arquivístico. casas de agente. livros de escrituras. viadutos. • Caso o IPHAN declare seu valor cultural há previsão de instrumento de gestão compartilhada para uso ferroviário. guindastes etc. túneis. Os bens móveis podem ser: Material Rodante – Locomotivas. glebas. vagões de carga. Bens Imóveis Bens imóveis operacionais: • Transferidos da Inventariança da extinta RFFSA para o DNIT – que fazem parte de contrato de concessão. Bens imóveis não-operacionais: • Transferidos da Inventariança da extinta RFFSA para a SPU. fotográfico. Acervo documental: • Os acervos arquivísticos e bibliográficos serão transferidos ao IPHAN diretamente pela Inventariança da extinta RFFSA. carros de passageiro. etc. relógios. Pátios.. mapoteca.

Um jardim histórico é uma composição arquitetônica e vegetal que. uma vez que o objetivo seja conservar e proteger a feição notável que possuam. . do ponto de vista da história ou da arte. como os parques.PATRIMÔNIO PAISAGISTICO O Decreto-lei nº 25 de 30 de novembro de 1937 equipara o patrimônio natural ao patrimônio histórico e artístico nacional. bem como os bens agenciados pela indústria humana. apresenta. passíveis de tombamento. um interesse público e como tal é considerado monumento. tornando monumentos naturais como Jardins e Paisagens.

mas também e principalmente pelas informações deles dedutíveis a partir . cerca de 19 mil sítios arqueológicos já foram identificados pelo Iphan. São considerados sítios arqueológicos as jazidas de qualquer natureza. sendo considerados bens patrimoniais da União. origem ou finalidade.PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO Todos os sítios arqueológicos são definidos e protegidos pela Lei nº 3. que representem testemunhos da cultura dos paleoameríndios. das formas adotadas para ocupação do espaço e dos contextos ecológicos selecionados para tal. e as inscrições rupestres ou locais e outros vestígios de atividade de paleoameríndios.não importando quais sejam elas. vestígios de sepultamentos funerários). por exemplo da sua própria disposição locacional. segundo Mendonça de Souza e Souza (1983:5) é caracterizado como o conjunto de locais em que habitaram as populações pré-históricas. os sítios nos quais se encontram vestígios positivos de ocupação pelos paleomeríndios. de todo tipo.924/61. no subsolo ou sob as águas.O patrimônio arqueológico é assim integrado não só por bens matérias (artefatos de pedra. (carta de Laussane) O patrimônio arqueológico. O Patrimônio Arqueológico possui uma base de dados finita e diferentemente de outros sistemas não comporta . Atualmente. O patrimônio arqueológico compreende a porção do patrimônio material para o qual os métodos de arqueologia fornecem conhecimentos primários. osso. na superfície. por interesse científico ou ambiental. assim como o material a eles associados. restos de habitação.Engloba todos os vestígios da existência humana e interessa todos os lugares onde há indícios de atividades humanas. sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento "estações" e "cerâmios. cerâmica. estruturais e vestígios abandonados. O tombamento de bens arqueológicos é feito excepcionalmente. os sítios identificados como cemitérios. bem como toda e qualquer evidência das atividades culturais destes grupos pretéritos e inclusive seus restos biológicos.

2001 SAB). . galerias. Bens arqueológicos tombados Os bens arqueológicos tombados em sua maioria inscritos no Livro do Tombo Arqueológico. · 01 monumento arqueológico de arte rupestre: Itacoatiaras do Rio Ingá (PB). ruínas e edificações construídas com o objetivo de defesa ou ocupação (buracos. ruas. ruelas. .Estruturas remanescentes de antigas fazendas.(Bastos. Etnográfico e Paisagístico. . senzalas e engenhos de cana e farinha. jardins. O patrimônio arqueológico (histórico) compreende os sítios arqueológicos históricos assim definidos no Congresso Internacional de Sítios Urbanos realizado pelo IPHAN em Brasília no ano de 2002 . Por isso.Vestígios. reflexões que apontam para a identificação e minimização dos impactos cumulativos se constitui uma preocupação constante em obras e empreendimentos de potencial dano a matriz arqueológica. · 03 sítios pré-coloniais: Lapa da Cerca Grande (MG). fundações remanescentes das mais diversas edificações.todas as estruturas. poços. aquedutos. fortalezas e fortins). do Museu Paraense Emílio Goeldi (PA). caminhos.Vestígios das infra-estruturas (vias. de João Alfredo Rohr (SC). Sítio arqueológico histórico em áreas urbanas são espaços geográficos delimitados pela presença de vestígios materiais oriundo do processo de ocupação do território pós-contato. sua capacidade de suporte de alterações é muitíssima limitada. Confira a lista dos bens · 06 coleções arqueológicas: do Museu da Escola Normal Justiniano da Serra (CE). Sambaqui da Barra do Rio Itapitangui (SP). praças. estruturas e outros bens materiais que possam contribuir na compreensão da memória nacional pós-contato. Sambaqui do Pindaí (MA). do Museu Paranaense (PR). quilombos. e alguns no Livro do Tombo das Belas Artes e no Livro do Tombo Histórico.Antigos cemitérios.restauração. do Museu Coronel David Carneiro (PR). quintais.Lugares e locais onde possam ser identificadas remanescentes de batalhas históricas e quaisquer outras dimensões que envolvam combates. sistemas de esgotamento de águas e esgotos. Ilha do Campeche (SC). calçadas. . baterias militares. . pátios e heras. tais como: .Estruturas remanescentes de processos industriais e manufatureiros. . dentre outras que fizeram parte do processo de ocupação iniciados nos núcleos urbanos e em outros lugares). de Balbino de Freitas (RJ). . · 02 áreas com conjuntos de sítios pré-coloniais de arte rupestre: Parque Nacional da Serra da Capivara (PI).

br .· 04 sítios do período histórico: Remanescentes do Povo e Ruínas da Igreja de São Miguel (São Miguel das Missões . Sítio Santo Antônio das Alegrias (MA).gov. Ruínas da Igreja Matriz de Vila Bela da Santíssima Trindade(MT).iphan. cujos sítios arqueológicos são associados ao ritual de furação de orelha e ao início do ritual do Kuarup dos índios Waurá e Kalapalo do Alto Xingu Fonte: www. · 01 área de valor etnográfico e arqueológico: Áreas Sagradas do Alto Xingu Kamukuaká e Sagihengu (MT).RS). Serra da Barriga ou República dos Palmares (AL).