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ISSO É O QUE QUEREMOS

:
Saúde pró-ativa Atenção domiciliar

UBS e Consultórios dignos

ISSO É O QUE QUEREMOS:
Leitos de UTI Organizados

ou disponíveis

- Acesso Regulado - Leitos de qualidade resolutivos e disponíveis - Classificação de Risco

ISSO É O QUE QUEREMOS: AÇÃO INTERSETORIAL

Prevenção
Educação, Informação e Capacitação

Cuidado
Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários

Autoridade
Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Crack, é possível vencer 2011-2014

Novo Modelo da Rede de Cuidado à Pessoa com Deficiência

ATENÇÃO PRIMÁRIA GESTÃO E EXECUÇÃO DAS AÇÕES E SERVIÇOS É MUNICIPAL

SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE
SÃO RESPOSTAS SOCIAIS, ORGANIZADAS

DELIBERADAMENTE, PARA RESPONDER ÀS NECESSIDADES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO.

DEVENDO PORTANTO,GUARDAR UMA COERÊNCIA COM A SITUAÇÃO DE SAÚDE

FONTE: WORLD HEALTH ORGANIZATION (2002)

Urbanização acelerada + Estratégias mercadológicas Mudanças nos Padrões de consumo e Estilo de vida =Aumento da Exposição dos FR para condições Crônicas

Transição Epidemiológica :se expressa na TRIPLA CARGA DE DOENÇAS
UMA AGENDA NÃO CONCLUÍDA DE INFECÇÕES, DESNUTRIÇÃO E PROBLEMAS DE SAÚDE MATERNOS E PERINATAIS

- A FORTE PREDOMINÂNCIA RELATIVA DAS CONDIÇÕES CRÔNICA E SEUS FATORES DE RISCOS: TABAGISMO, SOBREPESO, INATIVIDADE FÍSICA, USO EXCESSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E ALIMENTAÇÃO INADEQUADA

O CRESCIMENTO DAS CAUSAS EXTERNAS , FRUTO DO INCREMENTO DAS VIOLENCIAS.

ORGANIZAÇÃO DO SUS DE FORMA FRAGMENTADA Respondendo às demandas sociais com ações reativas, episódicas e voltadas, prioritariamente, para as condições agudas e para as agudizações das condições crônicas.
SEVERIDADE DA DOENÇA ATENÇÃO HOSPITALAR
INTERNAÇÃO HOSPITALAR(descompensado)

B
UPA
ATENÇÃOAMBULATORIAL ESPECIALIZADA (agudização)

A
APS

TEMPO
FONTE: ADAPTADO DE EDWARDS,HENSHER & WERNEKE ( 1999)

SOLUÇÃO ACELERAR O PROCESO DE TRANSIÇÃO DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS PARA AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

Condições Agudas

Condições Agudas e Crônicas

DESAFIO?
 A EXPANSÃO E ESTRUTURAÇÃO DE UMA REDE DE

UNIDADES BASICAS DE SAÚDE QUE PERMITAM A ATUAÇÃO DAS EQUIPES NA PROPOSTA DA ESTRATÉGIA SAUDE DA FAMILIA, DE FORMA INTEGRAL, RESPONDENDO AS NECESSIDADES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO. SEJA RESOLVENDO 85% DOS PROBLEMAS , SEJA REFERINDO AO SERVIÇO MAIS ADEQUADO QUANDO NECESSÁRIO.

PROPOSTA ? Plano de Fortalecimento da APS Âmbito locoregional e Estadual

EXERCÍCIO DE TAREFA COLETIVA Desencadeado na realização das 12 Oficinas Temáticas
As Redes de Atenção à Saúde; A Atenção Primária à Saúde; Territorialização; Vigilância à Saúde; A Organização dos Processos de Trabalho em Saúde; A Organização da Atenção à Saúde na UBS; A Abordagem Familiar e o Prontuário Familiar; A Organização da Assistência Farmacêutica; Os Sistemas de Informação em Saúde; Os Sistema de Apoio Diagnóstico, Sistemas Logísticos e Monitoramento; 11. A Contratualização das Equipes da APS. 12. Promoção da Saúde  Atividades de dispersão
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10.

PLANIFICAÇÃO NO RN E 6ª REGIÃO
 Estratégia de organização dos serviços

 Incorporar na pratica conceitos estruturantes,
 Inclusão e corresponsabilidade dos profissionais, gestores e usuários na

produção do cuidado.  Mudando a lógica de planejamento: Oferta X Necessidades.  Estreitando as relações: Estado e Municípios  Fortalecimento (capacidades de assistência e de gestão);

 OFICINAS ESTADUAIS/ REGIONAIS/ MUNICIPAIS :Capacitação de

facilitadores.

 

É um Processo de Educação Permanente, Deve envolver todos os trabalhadores e gestores em saúde (locoregional);

APS
 Alma Ata – 1978 APS estratégia: promoção e assistência a

saúde.  Concepção de RAS :BRASIL  Estados : destaque: ES e MG  PACTO – 2006- Integralidade, Regionalização e Rede.  PNAB- nº 648/2006(PSF/ESF)  PNPS-PM nº 687/2006 Voltadas configuração modelo de atenção capaz de responder as condições crônicas e as condições agudas e promover ações de vigilância e promoção a saúde, efetivando a APS como eixo estruturante da RAS.
 PM nº 4.279/2010 (RAS) .  Dec. 7.598/2011 (SUS).  PM nº 2.488/2011 –PNAB

ATENÇÃO BÁSICA COMO ORDENADORA E COORDENADORA DO CUIDADO NA RAS
 OUTRAS INICIATIVAS  para cuidar da população no ambiente em que vive:  ESF (PNAB),

 Brasil Sorridente (PNSB);
 Melhor em Casa (SAD);  PNAN;  PNPIC;  Programa de Requalificação das UBS;  PMAQ-AB;  Programa Telessaúde Brasil Redes;  Equipes de Consultórios na Rua;  PSE;  PROESF, entre outros programas, ações e estratégias.

RAS: População - Estrutura – Modelo RAS: 05 Conponentes: Centro Com.(APS) –PAS–Sistemas:Apoio,Logistico,Governança

FUNÇÃO COORDENADORA NA REDE DE ATENÇÃO
• A APS está ligada aos pontos de atenção dos níveis secundário e terciário através dos sistemas logísticos:
• Acesso regulado informatizado – • Prontuário Eletrônico -E-SUS Atenção Básica • Transporte em Saúde;

Fonte: SES/MG

O SISTEMA DE ACESSO REGULADO À ATENÇÃO À SAÚDE
Centrais Macrorregionais de Regulação Unidade Estadual de Supervisão e Acompanhamento

Núcleos Municipais de Supervisão e Acompanhamento

CPD ESTADUAL

Estabelecimentos de Saúde

Internet

BANCO DE DADOS

SERVIDORES

Unidades de Agendamento de Procedimentos Eletivos

Centrais Municipais de Regulação Integradas
Implantação do SUSfácil MG
Norte de Minas

MÓDULO DE REGULAÇÃO DAS INTERNAÇÕES DE URGÊNCIA MÓDULO DE REGULAÇÃO DAS INTERNAÇÕES ELETIVAS MÓDULO DE REGULAÇÃO DAS CONSULTAS E EXAMES MÓDULO DE REGULAÇÃO DE PROCEDIMENTOS AMBULATORIAIS DE ALTA COMPLEXIDADE

Inicio: jan/06

Noroeste
Inicio: jun/07

Montes Claros
Início: fev/07

Nordeste
Inicio: mar/06

Patos de Minas

Jequitinhonha Teófilo Otoni
Diamantina Governador Valadares

Triângulo do Norte
Inicio: jun/07

Uberlândia

Centro Início: out/06
Uberaba

Inicio: Leste mai/06

Ipatinga
Inicio: Ago/06

Triângulo do Sul
Inicio: mar/07

Oeste abr/07 Inicio:
Passos Pouso Alegre Divinópolis

Belo Horizonte * Ponte Nova

Leste do Sul

Centro Sul Varginh a
Inicio: dez/06

Juiz de Fora *

Barbacena
Inicio: dez/06

Sudeste

Inicio: dez/06 Sul

Alfenas de Caldas Poços

Período de Implantação
1º Trimestre / 2006 2º Trimestre / 2006 3º Trimestre / 2006 4º Trimestre / 2006 1º Trimestre / 2007 2º Trimestre / 2007

* Os dados de internações locais não constam no SUSfácil.

FONTE: SR/SESMG (2006)

O PRONTUÁRIO DA FAMÍLIA

e-SUS/AB PEC, um Sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão
SISAB utilizando o software e-SUS/AB PEC  UBS informatizadas,  Com algum grau de conectividade e  com com profissionais capacitados para apoiar sua implantação.  Outro avanço do SISAB é contemplar: NASF, CnR, Atenção Domiciliar (AD), polos de Academia da Saúde e PSE. SCD Simplificada
 Uso até que municípios alcancem os padrões necessários para implantação do      

prontuário eletrônico, pois não é necessário que as UBS estejam informatizadas ou que tenham conexão a internet. A versão inicial do software, possui ferramentas para cadastro dos indivíduos no território, gestão da agenda dos profissionais, acolhimento à demanda espontânea, atendimento individual e registro de atividades coletivas..

e-SUS/AB PEC- A versão seguinte
        

prevê inclusão de outras funcionalidades: Abordagem familiar, Controle de imunização, Prontuário de saúde bucal, Gestão da lista de espera de encaminhamentos, Gestão do cuidado a doenças crônicas, além de Integração com Telessaúde e Geração de Relatórios Dinâmicos, Também será possível monitorar pacientes faltosos e realizar controle de medicamentos e exames pelo computador.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 251, DE 19 DE ABRIL DE 2011 RESSARCIMENTO JUNTO A ANS

 Operadoras de planos de saúde vão poder fornecer o número do CNS, 

  

aos beneficiários que ainda não possuem o registro. Principal objetivo facilitar o ressarcimento das operadoras ao SUS. o reembolso quando seus usuários recebem tratamento no SUS. Em 2011, o Ministério da Saúde recebeu um recorde de ressarcimento R$ 82,8 milhões. Com a iniciativa, as operadoras terão acesso ao CADSUS na internet, que permite a geração do CNS. Com isso, as operadoras poderão consultar se seus beneficiários já possuem registro, além de fazer alterações de dados de beneficiários e fornecer números para a emissão de novos cartões. Pela RN 295, da ANS, as operadoras têm até o dia 6 de junho de 2013 para cadastrarem os usuários não identificados e informar os números dos cartões do SUS.

SISTEMA ESTADUAL DE TRANSPORTE EM SAÚDE

MÓDULO DE TRANSPORTE ELETIVO MÓDULO DE MATERIAL BIOLÓGICO MÓDULO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

MÓDULO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
FONTE: MARQUES, CARRILHO & BEDINELLI (2007)

ANÁLISE DA APS: QUANTITATIVA E QUALITATIVA
 COBERTURAS ESF/ACS/ESB (dimensionamento)  PRINCIPIOS DA APS

Primeiro contato 2. Longitudinalidade 3. Integralidade 4. Coordenação 5. Centralização na Família 6. Orientação Comunitária Pontuação :Não Atende, Incipiente,Insuficiente,Otimo.
1.

Para o seu cumprimento:Integralidade dos Programas/MS

PRIMEIRO CONTATO

UBS 1-Porta de entrada ; 2- Fácil acesso aos usuários no território. 3-Atendem em horário adequado às necessidades dos usuários. 4-Dimensionadas para garantir a cobertura da população. 5. As ESF’s dimensionadas parâmetros /MS. 6. ACS estão dimensionados para viabilizar a cobertura da população- parâmetros MS.

1º PRIMEIRO CONTATO
 7.Processo de avaliação inicial das necessidades dos

usuários que acessam o CS para a detecção dos casos de risco e priorização do atendimento.  8.Critérios padronizados de priorização  de atendimento para os casos de urgência| emergência.  9. Existem critérios padronizados de captação precoce de usuários para atenção programada (atenção às condições crônicas).  10. Agendamento na UBS realizado de modo a garantir o atendimento necessário a cada usuário.

2º LONGITUDINALIDADE
UBS 1- Estruturados/ atender todos os ciclos de vida da família: infância, adolescência, vida adulta e velhice. 2- organizados para viabilizar a continuidade do cuidadoagravos e|ou condições crônicas: • Gest.,HA, DM, Tb, Han.,Transtorno Mental,HIV/aids, Cárie, Doença periodontal. 4-Acompanham evolução clínica - portadores de agravos/condições crônicas. 5- protocolos clínicos - atendimento dos ciclos de vida e principais agravos crônicos e condições crônicas e gestantes. 6 -Os protocolos clínicos -utilizados rotineiramente; 7- Os profissionais contam com um processo de educação permanente. 8- Existe vínculo entre a equipe/UBS e os usuários/famílias

3-INTEGRALIDADE
UBS 1-Viabiliza exames laboratoriais quando necessário, no tempo adequado. 2. profissionais- critérios definidos para a solicitação de exames de apoio diagnóstico. 3. Os profissionais têm o resultado dos exames laboratoriais no tempo adequado. 4. Viabiliza consultas especializadas quando necessário, no tempo adequado. 5- Dispõem critérios definidos para a solicitação de consultas especializadas. 6. Retorno das informações da consulta especializada de forma adequada, para viabilizar a continuidade do cuidado ao usuário.

3-INTEGRALIDADE
7. Internamentos quando necessário, no tempo adequado. 8. Critérios definidos para a solicitação de internamentos hospitalares. 9. Retorno das informações referentes ao internamento, de forma adequada, para viabilizar a continuidade do cuidado ao usuário. 10. Critérios definidos para a prescrição de medicamentos de uso contínuo, para usuários portadores de agravos crônicos. 11. Acesso dos usuários portadores de agravos crônicos aos medicamentos de uso contínuo/continuidade do cuidado.

4 - COORDENAÇÃO
1. Tem prontuário para registro das informações atendimento multiprofissional. 2. Preenchimento do prontuário adequadamente. 3. O prontuário arquivado de forma adequada para garantir segurança e sigilo. 4. A SMS - comissão de revisão de prontuário. 5. Preenchem adequadamente os instrumentos destinados aos usuários (cartão da gestante, cartilha da criança etc). 6. Sistema de informação adequado às necessidades da equipe de saúde - informações clínicas, epidemiológicas e gerenciais no tempo adequado. 7. Os profissionais do CS alimentam os SIS do MS de forma adequada e nos prazos estabelecidos..

4-COORDENAÇÃO

8. Os profissionais acessam os relatórios dos SIS do MS. 9. A SMS dispõe de mecanismos para que as equipes de saúde realizem a programação local- adscrita e recursos disponíveis no CS. 10. Mecanismo de contratualização com as equipes UBS mediante metas pactuadas resultantes da programação local. 11. A SMS monitora as metas pactuadas na programação local.

5 -CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
1. Cadastro de todas as famílias residentes no território. 2. Realiza a classificação de risco para as famílias. 3. Monitora as famílias de acordo com o grau de risco, priorizando as de maior risco. 4. A equipe de saúde utiliza os instrumentos de abordagem familiar. Oficina 8 Inst. Abordagem e Pront familiar) 5- Realiza ações de prevenção de doenças/agravos de acordo com a necessidade das famílias residentes no território. 6. Realiza ações de educação em saúde voltada para as famílias de usuários portadores de agravos crônicos. 7. Visitas domiciliares de acordo com a necessidade 8. Materiais de educação em saúde destinado aos usuários/famílias.

6-ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
1. Identifica de forma sistematizada e periódica as necessidades de saúde da comunidade. 2. Desenvolve ações de educação em saúde para a comunidade. 3. Desenvolve ações de prevenção de doença/agravos para a comunidade. Conselho local de saúde 4-Tem /atuante. 5-Planejamento das ações/ equipe de saúde. 6 - Monitoramento das ações realizadas /equipe de saúde.

MATRIZ PARA FORTALECIMENTO DA APSANÁLISE
           

POR PRINCÍPIO: ÌTEM CRITICO OBJETIVO AÇÃO RESPONSÁVEL PRAZOS ANÁLISE: PMS ( objetivos diretrizes e metas) – MAPA( Dx e indicadores) – PAS (indicadores) RAS PROGRAMAÇÃO DE AÇOES

POPULAÇÃO
 A VINCULAÇÃO DA POPULAÇÃO ÀS EQUIPES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
 • • • • • O PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO- oficina 3 O CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS A CLASSIFICAÇÃO DAS FAMÍLIAS POR RISCOS SÓCIO-SANITÁRIOS ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE EXTRATIFICAÇÃO DAS SUBPOPULAÇÕES PROGRAB – PROGRAMA PARA GESTÃO POR RESULTADOS NA AB.

FONTE: MENDES (2009)

A Estratificação das Famílias por Grau de Risco:

A Estratificação por Grau de Risco faz parte do processo de Cadastro das Famílias.

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PROGRAMAÇÃO LOCAL
3. Deve focar um território: • área de responsabilidade da Unidade de APS; • área de responsabilidade da Equipe Saúde da Família

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PASSO 2 SITUAÇÃO DE SAÚDE



Identificação da população alvo. Definição do parâmetro para dimensionamento da população alvo: - incidência ou prevalência das condições ou patologias. Cálculo da população alvo estimada para a área de responsabilidade da equipe de saúde. Registro da população alvo cadastrada / atendida pela equipe de saúde. Cálculo da cobertura de atendimento.
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DIRETRIZES CLÍNICAS
• Elaboração e publicação de Linhas Guia de Atenção à Saúde: base para a Educação Permanente e para a Modelagem da APS. • Estabelecendo no âmbito de cada território, os pontos de atenção necessários para prestar atendimento e a competência de cada ponto.

Fonte: SES/MG

SERVIÇOS E AÇÕES DIMESIONADAS- INICIA-SE PLANEJAMENTO

Saúde do Adulto – Hipertensão/Diabetes
RESULTADO: 1-Acompanhamento de todos os hipertensos da área de abrangência da UBS. ATIVIDADE: 1-Realizar Grupos Operativos/Educativos, conduzidos por médico ou enfermeiro, para todos os hipertensos cadastrados. PARÂMETRO: 1-100% dos hipertensos participam de Grupos Operativos/ Educativos, sendo: - 2x/ano para o hipertenso de baixo e médio risco; - 4x/ano para o hipertenso de alto e muito alto risco. - RESPONSÁVEL/QUANT./META

Fonte: MENDES 2007

A PIRÂMIDE DA KAISER PERMANENTE-MODELO DA GESTÃO DE RISCOS
Nível 3

Gestão de Caso

1A5% Paciente altamente complexos Nível 2 20 A 30% Paciente complexos Nível 1

Gestão de Patologia

Autocuidado Suportado

70 – 80% de pacientes com doenças simples

Nível 0 - PROMOÇÃO DA SAÚDE PARA TODA A POPULAÇÃO
FONTE: HAM (2006)

4ª OFICINA -VIGILANCIA EM SAUDE
 Integração da VS com APS- 07 diretrizes  Papel da VISA x VE  VS centralizada- sem devida capilaridade para as USF.  PM : Unificação dos territórios

5ª Ofc. ORGANIZAÇÃO DE PROCESSO DE TRABALHO
 Humanização e acolhimento nos SS-dispositivos PNH  AS FORMAS DE ACESSO  FLUXOGRAMAS DE ACOLHIMENTO

1-. Atenção programada (é diferente de agendamento)VIDE FLUXOGRAMA  População Adscrita;  Por ciclo de vida;  Linhas-Guia;  Aspectos curativos, reabilitação, prevenção e promoção; 2-Demanda espontânea  Todos que procuram os serviços devem ser atendidos;  Classificação de risco:
  

Atenção imediata; Agendamento; ou Encaminhamento

AS DIFERENÇAS ENTRE:
AS REDES DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS ESTRATIFICAR RISCO para DEMANDA PROGRAMADA (família) e EXPONTÂNEA(individual) RAS PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS RAS PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS

CR

APS

CR: COMPLEXO REGULADOR
FONTE: MENDES (2009)

APS: ATENÇÃOA PRIMÁRIA À SAÚDE

FLUXO PARA ASMA

A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS
O Protocolo de Manchester de Classificação de Riscos
VERMELH O LARANJA AMARELO VERDE AZUL Emergência 0 min Muito Urgente Urgente Pouco Urgente Não Urgente 10 min 60 min 120 min 240 min

O MODELO

A REDE

Sistemas transversais- vertical
OS SISTEMAS DE APOIO
O SISTEMA DE APOIO DIAGNÓSTICO:
a carteira de exames da atenção primária à saúde a coleta local o uso racional da patologia clínica

O SISTEMA DE ATENÇÃO FARMACÊUTICA:
a relação estadual de medicamentos básicos o guia terapêutico dos medicamentos básicos o uso racional dos medicamentos básicos

Para assegurar resolutividade na rede de atenção, alguns fundamentos precisam ser considerados
Lógica da organização/desenho das Redes de Atenção à Saúde se faz sobre os territórios sanitários combinando dinamicamente:RAS XRT  A Economia de Escala;  Qualidade;(PRINCIPIOS DA APS) X  Suficiência;  Acesso;(POP ADSCRITA POR CICLO DE VIDA-CLASSIF RISCO) SEUS 4 ITENS  Disponibilidade de Recursos;  Integração Vertical e Horizontal;  Processos de Substituição;  Região de Saúde ou Abrangência;  Níveis de Atenção.

AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE – RAS - Componentes
1-Articulação da RAS com as práticas 2-Estratégias de Implantação 3- Educação e Gestão do Trabalho 4-Mobilização institucional e governança e 5- Controle Social 6-Moramento e Avaliação da Rede

ATENÇÃO BÁSICA

PORTARIA Nº- 1.459-24/06/ 2011

• obrigada.

OBRIGADA PELA ATENÇÃO