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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológica do Rio de Janeiro.

Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Professor: Carlos Eduardo

Índice
Normas básicas de segurança para utilização dos laboratórios de química Modelo de relatório Materiais básicos de laboratório Uso do bico de Bunsen e técnicas de aquecimento Uso da balança e técnicas de pesagem Vidraria para medidas de volume Teste (ensaio) de chama Condutividade, eletrólitos e polaridade das ligações Ligações químicas Funções químicas inorgânicas e reações Bibliografia Anexo – Termo de responsabilidade 3 5 7 10 14 15 18 20 23 27

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V
NORMAS BÁSICAS DE SEGURANÇA PARA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE QUÍMICA

 Usar calça comprida  Usar sapato fechado  Trabalhar com jaleco comprido abotoado  Prender os cabelos longos  Não usar lentes de contato  Usar sempre os óculos de segurança  Não se alimentar no laboratório  Não fumar no laboratório  Não colocar alimentos ou bebidas nas bancadas  Rotular todos os reagentes ou soluções preparados  Limpar imediatamente qualquer derramamento de produtos químicos  Antes de acender a chama, verificar se há produtos inflamáveis por perto ou se alguém está utilizando  Ao final do trabalho, deixar sempre a bancada e todas as vidrarias limpas  Não utilizar equipamentos de som com adaptadores nos ouvidos  Não realizar a “pipetagem” com a boca  Ter cuidado com os equipamentos elétricos  Nunca trabalhar sozinho no laboratório  Não fazer brincadeiras  Não deixar frascos de reagentes abertos  Evitar qualquer contato dos reagentes com a pele  Usar a capela para experiências em que ocorra a liberação de gases ou vapores  Ter cuidado no aquecimento - não virar a extremidade aberta do recipiente para si ou para os outros  Não jogar nenhum material sólido na pia  Ler com atenção o rótulo dos reagentes para ter certeza de que pegou o frasco correto  Não gastar reagentes e soluções inutilmente, utilizar somente o necessário para o experimento  Não pesar qualquer material diretamente sobre o prato da balança; use béquer, vidro de relógio ou outro material adequado  Não recolocar nos frascos soluções restantes, pois podem contaminar o conteúdo do recipiente  Não trabalhar com materiais defeituosos, principalmente os de vidro  Não deixar, sobre a bancada, o Bico de Bunsen aceso sozinho.  Não deixar vidro quente em lugar que possam pegá-lo inadvertidamente  Não provar ou engolir drogas ou reagentes do laboratório  Não aquecer substâncias inflamáveis ou voláteis em chama direta, usar sempre o banho-maria  Fechar direito os frascos das soluções e regentes, principalmente os que forem voláteis e inflamáveis  Lavar bem as mãos ao deixar o laboratório

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com consciência da seqüência a ser realizada. Consultar o professor quando tiver dúvidas e avisá-lo de qualquer acidente que ocorra. Tão importante quanto trabalhar em segurança é trabalhar ordenadamente. Leia atentamente o procedimento experimental certificando-se de que todos os materiais e reagentes necessários estão disponíveis. relacionado-os à teoria da prática. 4 . por menor que pareça. Anote os resultados obtidos.

clara e concisa. discussão e análise do que foi observado). a data da realização da prática e a data da entrega do relatório ao professor. é necessário que seja objetiva. o nome do aluno (turma. o resultado previsto de cada experiência e precisam ser convencidos da validade das conclusões tiradas. Deve ser dada atenção especial à redação dos relatórios para que o conteúdo seja compreendido. Os materiais devem também ser listados. Título da aula prática Introdução. Onde é feita a apresentação do assunto. Contendo o nome da Instituição de Ensino. como convém a trabalhos de natureza científica evitando-se as frases introdutórias. estão interessadas em obter informações sobre os fatos observados. Para tanto.Instituto Federal de Educação. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Modelo de Relatório Os relatórios devem ser redigidos pelos alunos considerando que outras pessoas. indicando-se o tipo e a capacidade de cada um. além do professor. os procedimentos executados e as observações feitas. Esses leitores não conhecem. descrevendo. Parte inicial do texto. procurando demonstrar sua importância e interesse. é importante que todas as etapas do experimento sejam descritas e discutidas de modo claro e conciso. Parte Experimental. Objetivo. repetições e descrições supérfluas. o importante é organizar os eventos ocorridos durante a aula. Vidrarias e Equipamentos (b) Procedimentos Procedimento (mostrar as etapas do que foi feito na aula prática) Caracterização Resultados e Discussão. ser dividido em duas partes : (a) Reagentes e Materiais Reagentes. Este item pode. Nesta etapa. a princípio. as reações relacionadas. Os reagentes devem ser relacionados. de modo resumido. Desta forma. Apresentação dos resultados obtidos experimentalmente com a discussão dos resultados (o que foi observado. O relatório deve conter: Identificação. período). Descrição sucinta dos objetivos da experiência. Deve-se ainda 5 . prolixidade. que contém a delimitação do assunto tratado e outros elementos necessários para situar o tema de trabalho. além da quantidade necessária para o experimento. portanto. colocando-se a marca e a concentração.

Química Nova. FURUYA. Síntese e caracterização de nanotubos de óxido de vanádio/polianilina. coerentes quanto ao tempo de verbo adotado e uso do vocabulário técnico padronizado. Artigos: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). fotografias.Philadelphia. fascículo. 2004.M. 111 f. de maneira que permita a identificação individual dos documentos. Local de publicação (Cidade).observar que a linguagem e a terminologia sejam corretas e precisas.. fluxogramas. São Carlos.. Livros: SOBRENOME(S) DO(S) AUTOR(ES). CAMPOS. paginação inicial e final do artigo. 220-223. evitando-se neologismos e estrangeirismos. volume. que consiste na relação das obras consultadas e citadas no texto. Folhas. D. R. Teses ou dissertações: SOBRENOME DO AUTOR. MALTA. Data (ano do depósito). seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto.. Título da tese: subtítulo. LEARY. R. Título da obra: subtítulo. Edição.. Local. O. A. esquemas. Sua identificação aparece na parte inferior.W. Título do artigo: subtítulo. e da fonte. retratos e outros. gráficos. 3. Local de publicação (Cidade). L. cuja finalidade básica é resumir ou sintetizar dados. ed. Editora.B. Saunders. Elemento obrigatório. São Paulo. As referências devem ser organizadas em ordem alfabética. Tese (Doutorado em Físico-Química) – Instituto de Química de São Carlos. Parte final do texto. Conclusão. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). ano da publicação. plantas. 802 p.. organogramas. D. Principles of instrumental analysis. BEZERRA. FRANCO. que expressam as variações de um fenômeno. quadros. n. C. 1992. Figuras As figuras compreendem desenhos. Título da publicação. P. LIMA NETO. 4. S. precedida da palavra designada. Sua 6 . 1994. Referências bibliográficas. conforme o projeto gráfico. 2004. Marcos. 17. p. v. caso as citações no texto obedeçam ao sistema autor-data. James J. S. Tabelas Tabela é o conjunto de dados estatísticos. POLASTRO. NASCIMENTO. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. W. Universidade de São Paulo.. SKOOG. ou conforme aparecem no texto. dispensando consulta ao texto. Paginação. em algarismos arábicos. dispostos em determinada ordem de classificação. mapas. Grau de dissertação ou tese – Unidade onde foi defendida. Cobre em aguardentes brasileiras: sua quantificação e controle.Prenome(s) (iniciais ou por extenso).. data (ano da defesa). quando utilizado o sistema numérico de chamada. Prenome(s) (iniciais ou por extenso). B. data de publicação. do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara. que contém as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. B.

Toda tabela deve ter significado próprio. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V 7 .identificação aparece na parte superior e o título deve ser precedido pela palavra Tabela (apenas com a inicial T maiúscula). dispensando consultas ao texto e estar o mais próximo possível do trecho a que se refere. seu número de ordem em algarismos arábicos e um hífen. Instituto Federal de Educação.

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1811 — 16 de agosto. geralmente.Instituto Federal de Educação. 1899 ) foi um químico alemão. utilizando-se queimadores de gases combustíveis sendo o mais simples deles o bico de Bunsen. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Uso do bico de Bunsen e técnicas de aquecimento Robert Wilhelm Eberhard von Bunsen (Göttingen. 31 de março. O bico de Bunsen queima em segurança um fluxo contínuo de gás sem haver o risco da chama se propagar pelo tubo até o depósito de gás que o alimenta. Um bico de Bunsen pode ser usado para: • • • • Aquecer soluções aquosas não inflamáveis Polir a fogo vidros quebrados Secar sais hidratados Fundir amostra Bico de Bunsen O aquecimento em laboratório é feito. Aperfeiçou um queimador. Uma Descrição O bico de Bunsen burner é usado para aquecer objetos ou soluções não inflamáveis. Alemanha. Outro desses queimadores é o bico de Meker. o ar é injetado através de orifícios situados um pouco acima da base. ou uma mistura de ambos. À medida que o gás sobe pelo tubo do queimador. o qual é uma modificação do bico de Bunsen. Normalmente o bico de Bunsen queima gás natural. tal como propano ou butano. (O gás natural é basicamente metano com uma reduzida quantidade de propano e butano). conhecido atualmente como bico de Bunsen inventado pelo físicoquímico britânico Michael Faraday. 11 . Ele pode ser usado para aquecer objetos a temperaturas muito altas. De uma maneira geral. A quantidade de ar pode ser controlada girando-se o anel que fica sobre os orifícios. Este queimador é maior que o de Bunsen e possui uma grelha que ajuda na formação de uma chama mais quente e mais distribuída. e trabalhou com emissões espectrais de elementos químicos aquecidos.A temperatura da região mais quente do bico é aproximadamente 1600°C. ou alternativamente um GPL. o gás entra no queimador pela sua base e seu fluxo é regulado por uma torneira externa na parte inferior do bico.

O seu rosto deve estar protegido. A interna. 2. Se o palito for apagado feche a válvula de controle enquanto um novo palito é aceso. ou outros solventes orgânicos) criam uma chama perigosa quando se opera um bico de Bunsen. NUNCA tente acender um bico quando você sentir o odor do gás (O mercaptana adicionado ao gás). até que sua coloração se tome azulada. com temperatura em tomo de 1560ºC. 12 . Um recipiente aberto de solvente inflamável (etanol. Acendendo o bico Quando acender um bico de Bunsen siga estes passos: 1. 4. Sempre apague o bico de Bunsen antes de deixar a área. deve-se abrir o gás e acender o queimador. chamada de zona oxidante. 6. éter. deve-se deixar o ar entrar gradualmente no sistema. Usar óculos de segurança. Tenha cuidado com objetos quentes. primeiro ajuste a altura da chama abrindo ou fechando a válvula de controle de gás. Como a válvula de controle no bico de Bunsen é lentamente aberta acenda um palito de fósforo ou isqueiro próximo ao tubo de saída do queimador. Para que uma chama mais quente seja obtida. é necessário tomar as seguintes precauções de segurança: 1. 5. cadernos. A chama obtida apresenta uma cor amarela brilhante e é bastante grande. A região mais quente. ele pode ser muito perigoso se não for operado corretamente. livros. Ajustando o bico Na seqüência para ajustar o bico.A etapa inicial para se acender um bico de gás é fechar a entrada de ar e posicionar o queimador longe de objetos inflamáveis. Quando usar um bico de Bunsen. deixe um bom tempo até o objeto esfriar antes de tocá-lo. quase invisível. Conecte o tubo no distribuidor de gás. mais fria. chamada de zona redutora. Uma chama que tem em torno de 5 a 8 cm de altura é suficiente para a maioria das tarefas no laboratório. 3. Proteger-se. Ocasionalmente o gás apagará o fósforo. Não utilizar próximo a chama. No entanto. Segurança Os bicos de Bunsen são ferramentas muito práticas e úteis nos laboratórios químicos. roupas e cabelo não devem estar sobre ou perto da abertura do tubo do bico. está situada logo acima do cone interno. Ter certeza que os materiais que estão presentes não são inflamáveis. e a externa. Abra o distribuidor de gás (neste momento nenhum gás deve estar na sala). A seguir. etc. Queimaduras podem ocorrer de objetos que aparentem estar frios. A chama apropriada será a menor chama necessária para executar a tarefa. 3. Depois de esquentar um objeto . 2. NUNCA deixe um bico de Bunsen abandonado. Evitar roupas soltas e amarrar cabelos compridos. Conecte o tubo de gás no orifício do queimador. Esta chama é "fria" e inadequada ao uso porque a mistura é pouco oxidante.

Certifique-se de fechar completamente o fornecedor de gás para prevenir o acúmulo de gás no laboratório. tome cuidado para não extingüir a chama ou desrosquear completamente o tubo do bico. Manejar o tubo de ensaio sob aquecimento. Para aquecer diretamente na chama tubos de ensaios contendo amostra líquida. ponha em contato com a chama as paredes laterais do tubo e nunca o seu fundo. erlenmeyer. Nunca use seus dedos para segurar um objeto sobre a chama do bico de Bunsen. Estes são aquecidos através da tela de amianto (apoiada em um tripé de ferro). Aquecendo objetos . Apagando a chama Apague a chama na ordem inversa na qual ela foi acesa. cuja função é deixar passar o calor uniformemente e não permitir que passe a chama. Nota: quando ajustar a entrada do ar. Chamas amarelas são resultados de pouco oxigênio na mistura gasosa.Então ajuste o controle de ar até que a chama do bico esteja azul e contenha dois ou mais cones distintos. feche a válvula do distribuidor -. Fluxo de oxigênio pode ser incrementado na mistura do gás ajustando o controlador da entrada de ar. Não se aquecem diretamente na chama do bico béquer. se for o caso) para segurar pequenos e sólidos objetos.desligue o gás no distribuidor. Ao invés disso. tec. Movimentar o tubo suavemente de tal forma que o calor seja distribuído uniformemente pelas paredes do mesmo. Material • • • • • • • • • • • Bico de Bunsen Tripé de ferro Tela de amianto Suporte universal Anel de ferro Mufa Pinça metálica Becker de 300 mL Sulfato de cobre (II) penta hidratado (CuSO4 . de tal forma que ele nunca fique com a boca apontada para as pessoas (inclusive você). 5H2O) Cadinho de porcelana Termômetro 13 . use uma pinça de madeira (ou pinça metálica. . • • feche a válvula de controle do bico de Bunsen.

Retirar o tubo de ensaio e apagar o bico de bunsen Aquecimento de Sólidos 1. Observar a ebulição da água .Coloque o becker na tela de amianto. deixar o cadinho resfriando até a temperatura ambiente 5. até a ebulição da água 4.Coloque cerca de 4 mL de água em um tubo de ensaio 2. Anotar a temperatura de ebulição da água.Aquecer a água. suportada por um tripé de ferro.Observar a mudança de coloração do sólido 4. com o tubo voltado para o local onde não haja ninguém.Aquecer com chama forte 3. (_______°C) 4.5H2O Antes do aquecimento Cor do CuSO4.Procedimento Experimental Aquecimento de líquidos em um becker 1. adicionar um pouco de água dentro do cadinho com o auxílio de um pissete 6.5H2O Após a adição de água 14 . Aquecimento de líquidos em tubo de ensaio 1. com o termômetro conectado acima e mergulhado no líquido 3. adaptado em um triângulo de porcelana 2.Após o resfriamento.5H2O Após o aquecimento Cor do CuSO4.Apagar o bico de bunsen.Cessar o aquecimento. com inclinação de cerca de 45° e com pequena agitação.Segurar o tubo próximo a boca com uma pinça de madeira 3. Observar a ebulição da água .Completar a tabela abaixo Cor do CuSO4.Colocar uma pequena quantidade de sulfato de cobre (II) penta hidratado (pulverizado) num cadinho de porcelana. na chama média do bico de bunsen.Colo cerca de 50 mL de água em um becker 2.Aquecer o becker com chama forte do bico de bunsen.

Só pesar objetos que estejam a temperatura ambiente. Deixar sempre a balança no modo stand by. porém não podemos esquecer de utilizar os conceitos corretos quando forem necessários. Manter a balança sempre limpa. . mas em um recipiente apropriado (béquer. . utilizando as balanças. Verificar sempre o nivelamento da balança. Colocar suavemente o produto a ser pesado sobre o prato de pesagem.Coincidência da medida experimental com o valor real da medida. .Instituto Federal de Educação. Neste processo. Não se apoiar na bancada da balança durante a pesagem. cadinho. Não segurar com as mãos os objetos que irão para a balança. vidro de relógio. evitando novo tempo de aquecimento (warm up). . Características de uma boa balança Decisivas para o julgamento do valor de uma balança são as informações sobre sua exatidão e precisão.00 g de três substancias diferentes e compare o volume “visual” das mesmas relacionando com a densidade. pois depende da construção da balança. Ler o resultado da operação tão logo o detector automático de estabilidade desapareça do mostrador. Ao fazer pesagens sucessivas de um mesmo material. Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação. . etc. A leitura . 2) Precisão . já que a força da gravidade varia com a latitude e altitude terrestre. a massa de um corpo é determinada por comparação com massas conhecidas. . .Reprodutibilidade dos valores experimentais. Cuidados Gerais com as balanças . 15 . por conveniência não distinguimos um do outro. . Colocar o frasco de pesagem sempre no centro do prato de pesagem. . usar sempre a mesma balança. Em virtude da proporcionalidade entre pesos e massas. . A exatidão pode ser por nós corrigida. Zerar a balança após ser verificada a massa. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Uso da balança e técnicas de pesagem A pesagem é uma das mais importantes operações da Química. Não colocar os reagentes diretamente sobre o prato da balança. se for preciso. Experimental Pese 1. Usar somente frascos de pesagem limpos e secos.). A precisão não. Tare a balança. 1) Exatidão . . o peso de um corpo é a medida da força exercida sobre ele pela atração gravitacional da Terra e é variável. Remover o frasco de pesagem do prato tão logo termine a operação de pesagem. A massa de um corpo é proporcional à sua quantidade de matéria e é invariável. . .

b) Aparelhos calibrados para conter um volume líquido – balões volumétricos.Instituto Federal de Educação. Os balões volumétricos são providos de juntas esmerilhadas. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Vidrarias para medidas de volume 1) Introdução Teórica Em trabalhos de laboratório. se tem de homogeneizar uma solução. A medida de volumes com qualquer dos referidos aparelhos está sujeita a uma série de erros devidos às seguintes causas: a) Ação da tensão superficial sobre a superfície líquidas. proveta béquer A prática de análise volumétrica requer a medida do volume de líquidos com elevada precisão. o ajustamento do menisco ao traço de referência poderá ser feito com maior precisão. O traço de referência é gravado sob a forma de uma linha circular. b) Dilatações e contrações provocadas pelas variações de temperatura. as medidas de volume são efetuadas em quase totalidade dos casos com provetas graduadas e de modo muito grosseiro com béqueres com escala e. quando. Para efetuar tais medidas são empregados vários tipos de aparelhos. O traço de referência marcando o volume pelo qual o balão volumétrico foi calibrado e gravado sobre a meia altura do gargalo. Balões Volumétricos São balões de fundo chato e gargalo comprido calibrados para conter determinados volumes líquidos. as medidas chamadas precisas. com aparelhos volumétricos. depois de completado o volume até a marca. d) Erros de paralaxe.pipetas e buretas. A distância entre o traço de referência e a boca do gargalo deve ser relativamente grande para permitir a fácil agitação do líquido. c) Imperfeita calibração dos aparelhos volumétricos. Assim. que podem ser classifiados em duas categorias: a) Aparelhos calibrados para dar escoamento a determinados volumes . de sorte que. por 16 .

Recomendações na utilização de uma bureta a) A bureta limpa e vazia é fixada a um suporte na posição vertical. pois não é raro haver na parte superior do mesmo gotas de água condensada c) A bureta é lavada 3 vezes com poções de 5mL do reagente em questão. O traço de referência é gravado na parte superior do tubo acima do bulbo. Os balões volumétricos são especialmente usados na preparação de soluções de concentração conhecida.ocasião da observação. estando a torneira totalmente aberta. Quando se calibra a bureta (acerto do zero ou zerar) deve-se tomar o cuidado de eliminar todas as bolhas de ar que possam existir.1mL. 20. As pipetas graduadas consistem de um tubo de vidro estreito e geralmente graduadas de 0. Pipetas a) Pipetas volumétricas ou de transferência. 50. 25. São constituídas de um dispositivo que permite o fácil controle de escoamento. O dispositivo consiste de uma torneira entre o tubo de vidro graduado com a ponta afilada. Para encher uma pipeta utiliza-se a pêra de 17 0 10 20 30 40 50 . 5. para que somente possa sair. As torneiras das buretas devem ser levemente lubrificadas para que possam ser manipuladas com mais facilidade. os mais usados são os de 50. d) Enche-se então. deve-se agitar o frasco que o contêm. o plano tangente à superfície inferior do menisco tem que coincidir com o plano do círculo de referência. aproximadamente 60 cm3 em uns 60 segundos. As pipetas volumétricas são constituídas por um tubo de vidro com um bulbo na parte central. o que faria com pequenas diferenças de tempo de escoamento ocasionassem erros apreciáveis. que são adicionados por meio de um funil e cada poção é deixada escoar completamente antes da adição da seguinte. 500. A ponta deve ser estreita. Buretas As buretas servem para dar escoamento a grandes volumes de líquidos com variações e alta precisão. até que a parte inferior do menisco coincida exatamente com a divisão zero. e) Abre-se a torneira. 10. 100. 200. 1000 e 2000 mL. Os balões volumétricos são constituídos para conter volumes diversos. As pipetas volumétricas são construídas com as capacidades de 1. 100 e 200mL. 2. São usadas em experimentos que exijam pouca precisão. sendo de uso mais freqüente as de 25 e 50mL. b) Antes de usar o reagente. A extremidade inferior é afilada e o orifício deve ser ajustado de modo que o escoamento não se processe rápido demais. deixa-se escoar o líquido.São utilizadas para dar escoamento a um volume fixo de líquido. b) Pipetas Graduadas ou Cilíndricas São utilizadas para dar escoamento a pequenos volumes variados de líquidos. a bureta até um pouco acima do zero da escala e remove-se o funil.

Para escoar os líquidos. Bureta de 50 mL. III. Verificar o erro na escala. IV. Verificar a precisão. Relógio com ponteiro de segundos. Pipeta volumétrica de 25 mL. Funil comum.5 mL de água.3 e 8. ao se fazer a sucção o líquido irá alcançar a pêra de borracha. 1. Pipetas graduadas. 7. V – Encher uma bureta com água (acertar o menisco) Transferir o volume para o Erlenmeyer. Comparar a precisão das escalas. deve-se ter cuidado de manter a ponta da mesma sempre abaixo do nível da solução ou líquido. A sucção deve ser feita até o líquido ultrapassar o traço de referência. 18 . Erlenmeyer de 250 mL com escala. O ajustamento deve ser feito de maneira a evitar erros de paralaxe. Comparar a precisão na escala. Transferir para a proveta. Verificar o erro na escala. 3) Objetivos Conhecer equipamentos e técnicas de medidas de volume em laboratório. posteriormente deixa-se o líquido escoar até a marca do volume desejado (zerar). Transferir para a proveta graduada e fazer a leitura do volume. II – Medir 50 mL de água na proveta graduada e transferir para o Becker. 5. com a ponta encostada na parede do recipiente que vai receber o líquido. 2) Material • • • • • • • • Becker de 250 mL com escala. deve-se colocar a pipeta na posição vertical. Verificar a precisão. Transferir para o erlenmeyer. Proveta de 100 mL com escala.borracha na sucção. Espera-se 15 ou 20 segundos e retira-se a gota aderida à ponta da pipeta. 4) Procedimentos Experimentais I – Medir 50 mL de água em um Becker em transferir para o erlenmeyer.Pipetar com uma pipeta graduada (transferir para diferentes tubos de ensaio).Pipetar 25 mL de água usando pipeta volumétrica. Não se deve soprar uma pipeta que não for de sopro. caso contrário.

substituída por outra mais bem-sucedida. como. além de possuir propriedade de onda. Em 1913. e foi. a luz também tem propriedades de partícula. Isto significa que o elétron só pode ter quantidades discretas de energia e nunca valores intermediários. Assim. que dão origem a uma coloração amarela característica na chama (há duas linhas no espectro de emissão do sódio. Bohr tratou o elétron no átomo de hidrogênio como se este viajasse em torno do núcleo em órbitas circulares.Quando um átomo estiver em um desses estados. emite um fóton. e quando o elétron retorna para um nível de energia mais baixa.6nm). sendo que cada um deles possui uma energia fixa e definida. Introdução Quando átomos são aquecidos ou submetidos a uma descarga elétrica. ele não pode emitir luz. Expressamos isto dizendo que o elétron está restrito a níveis de energia específicos no átomo.0 nm e 589. cuja energia é igual à diferença entre os dois níveis.Instituto Federal de Educação. Por exemplo. somente é permitido ao elétron estar em certos estado estacionários. então. a teoria falhou para átomos mais complicados que o hidrogênio. por exemplo. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Práticas: Teste (ensaio) de Chama Objetivo Estudar o comportamento de átomos submetidos ao aquecimento relacionando com os postulados de Bohr. passando de um nível para outro. a energia do elétron é quantizada. em uma descarga elétrica. existem circunstâncias em que a luz se comporta como se fosse composta de pequenas porções ou quanta de energia (mais tarde chamadas fótons). quando a energia é absorvida por um átomo. em virtude dos átomos não sofrerem colapso e a luz ser emitida por um átomo somente em certas freqüências (significando que somente ocorrem certas trocas específicas de energia). o elétron de um átomo pode possuir apenas certas quantidades restritas de energia. Dos postulados de Bohr. Niels Bohr desenvolveu uma teoria que incorporava as idéias de Planck e Einstein e que obteve completo sucesso na explicação do espectro do hidrogênio. 19 . correspondentes aos comprimentos de onda de 589. Porém. serão produzidos átomos de sódio. O tratamento de Bohr para a estrutura do átomo foi simplesmente postular que. Max Planck (1900) e Albert Einstein (1905) demonstraram que. cuja energia hν é igual à diferença de energia entre os dois estados. que em seguida é emitida como radiação. o elétron aumenta de energia. se o cloreto de sódio for aquecido na chama de um bico de Bunsen. alguns são plenamente mantidos pela teoria quântica atual: . de energia fixa ou quantizada. Segundo Bohr. . quando o átomo passar de um estado de alta energia para um estado de menor energia há emissão de um quantum de radiação. No entanto.No átomo. eles absorvem energia. isto é.

Procedimento (teste de chama adaptado) Colocar em diferentes placas de Petri ou vidros de relógio. Observações Sal Cor da chama Sal Cor da chama Instituto Federal de Educação. Eletrólitos e Polaridade das Ligações Objetivos 20 . cerca de 0. Observar as cores da chama.00 mL de metanol e incendiar a mistura.30 g de diferentes sais (um sal em cada placa). Adicionar 1. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Prática: Condutividade.

Ação de um campo elétrico Fazer a montagem em três buretas de 50 mL. Placa 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Material testado Água destilada Água da torneira Álcool absoluto Álcool comercial Ácido acético glacial Sacarose Cloreto de sódio Sulfato de cobre Prego Grafite (b) Acrescentar água destilada nas placas de número 3 a 8 e testar a condutividade elétrica Placa 3 4 5 6 7 8 Material testado Álcool absoluto Álcool comercial Ácido acético glacial Sacarose Cloreto de sódio Sulfato de cobre (c) Limpar as placas de nºs 5 a 8 e recolocar os materiais relacionados na tabela. a segunda com álcool e a terceira com hexano.: caneta esferográfica) ou um bastão de vidro contra o cabelo ou um pedaço de lã. Acrescentar álcool e testar a condutividade elétrica em cada placa.Condutividade (a) Colocar em placas de Petri. . um béquer de 100 mL. deixando que escorra um “fio” de água a uma 21 . Evidenciar a existência de substâncias formadas por moléculas polares e substâncias formadas por moléculas apolares. Estudar a condutividade elétrica de diferentes substâncias e em diferentes meios. os materiais relacionados na tabela abaixo e testar as condutividade elétrica de cada um (limpar cada eletrodo com água destilada ao mudar de amostra). Abrir a torneira da bureta com água. colocando sob cada uma. Procedimento 1. correlacionando o comportamento observado com os conceitos de ligações e interações químicas.. Encher a primeira bureta com água. Placa Material testado 5 Ácido acético glacial 6 Sacarose 7 Cloreto de sódio 8 Sulfato de cobre 2. (a) Atritar um objeto plástico (ex.

Observar.distância de. Observar. 10cm da boca do béquer. Observar.Condutividade Anotar as observações sobre a condutividade dos materiais testados (a) Placa Material testado Observação (a lâmpada acendeu?) Classificação (comporta-se como eletrólito?) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Água destilada Água da torneira Álcool absoluto Álcool comercial Ácido acético glacial Sacarose Cloreto de sódio Sulfato de cobre Prego Grafite XXXXXX XXXXXX (b) Com água destilada Placa Material testado Observação (a lâmpada acendeu?) Classificação (comporta-se como eletrólito?) 3 4 5 6 7 8 Álcool absoluto Álcool comercial Ácido acético glacial Sacarose Cloreto de sódio Sulfato de cobre (c) Com álcool Placa Material testado Observação (a lâmpada acendeu?) Classificação (comporta-se como eletrólito?) 5 Ácido acético glacial 22 . Aproximar o objeto atritado do fio de água (sem encostar). (c) Repetir o procedimento para a bureta com hexano. (b) Repetir o procedimento para a bureta com álcool. Observações 1. aproximadamente.

Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Prática: Ligações Químicas Objetivos 23 .6 7 8 Sacarose Cloreto de sódio Sulfato de cobre 2.Ação de um campo elétrico Observações: (a) Bureta com água- (b) Bureta com álcool- (c) Bureta com hexano- Instituto Federal de Educação.

.0g de sódio. Relacionar a polaridade de uma substância com a solubilidade em determinados solventes. Solubilidade entre os solventes Separar 3 tubos de ensaio e realizar as seguintes misturas: Tubo 1: 1 mL de água + 1 mL de álcool Tubo 2: 1 mL de água + 1 mL de hexano Tubo 3: 1 mL de álcool + 1 mL de hexano Agitar cada tubo e observar. 3.. e o calor liberado pode eventualmente fundir o tubo de ensaio comum. Estudar o efeito das forças intermoleculares nas substâncias. se realizadas em ambiente com pouca luz (apague a luz 24 . acrescentar enxofre e colocar no tubo de ensaio (pyrex). pequena quantidade de I2. Promover um leve aquecimento do béquer. Essas reações são muito exotérmicas. Observar. Cobrir o béquer com vidro de relógio ou placa de Petri com cubos de gelo em cima. Tubo 1 Tubo 4 Tubo 7 NaCl (pequena quantidade) Tubo 2 Tubo 5 Tubo 8 I2 (pequena quantidade) Tubo 3 Tubo 6 Tubo 9 4. Procedimento 1. As reações podem ser melhor apreciadas. Solubilidade e polaridade Separar 9 tubos de ensaio e acrescentar 1 mL de solvente. Evidenciar a existência de substâncias formadas por moléculas polares e substâncias formadas por moléculas apolares. Aquecer até que a ocorrência de reação possa ser observada. 2. em cada um deles.1. Reatividade e ligação iônica 4. de acordo com o esquema abaixo: Gasolina (gotas) Água (1 mL) Álcool (1 mL) Hexano (1 mL) Agitar cada tubo e observar. . Reação entre o sódio (Na) e o enxofre (S) – capela!!! Pesar cerca de 1. Forças intermoleculares Sublimação do iodo (I2) – capela!! Colocar em um béquer de 250 mL.

2. Solubilidade entre os solventes Observações 25 . Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Prática: Ligações Químicas 1. 4. Instituto Federal de Educação. colocar pequeno pedaço de sódio em um béquer com água. Observar. luz também é liberada. Reação do sódio (Na) com á água – capela!! (reatividade e ligação iônica) Em capela.do laboratório) uma vez que além de calor.

Forças intermoleculares 26 .Tubo 1- Tubo 2- Tubo 3- 2. Solubilidade e polaridade Observações: Gasolina (gotas) Água (1 mL) Tubo 1 NaCl (pequena quantidade) Tubo 2 I2 (pequena quantidade) Tubo 3 Álcool (1 mL) Tubo 4 Tubo 5 Tubo 6 Hexano (1 mL) Tubo 7 Tubo 8 Tubo 9 3.

Reação entre o sódio (Na) e o enxofre (S) – capela!!! Reação: Observações: 4. Reatividade e ligação iônica 4. Reação do sódio (Na) com á água – capela!! Reação: Observações: (reatividade e ligação iônica) Instituto Federal de Educação.1. Estudar o comportamento de indicadores ácido-base.Sublimação do iodo (I2) – capela!! Observações e conclusões: 4. Ciência e Tecnologia Campus Nilópolis Tecnologia em Gestão da Produção Industrial Química Geral V Prática: Funções químicas inorgânicas e reações Objetivos . 27 .2.

Ácido + Base Sal + Água → HCl (aq) + NaOH (aq) + → HNO3 (aq) + KOH (aq) → + 28 .. Preencha a tabela com os resultados dos testes experimentais: Indicador Ácido Tornassol azul Tornassol vermelho Fenolftaleína Metilorange Azul de bromotimol Coloração em meio Básico (b) Teste as soluções ácida e básica com a fita de papel indicador universal. Procedimento 1. Indicadores ácido-base São substâncias que apresentam coloração diferente conforme o meio em que estejam seja ácido ou básico (alcalino). Preencha a tabela com os resultados dos testes experimentais: Solução (0.1 mol L-1) HCl H2CO3 NaOH NH4OH Fita pH pH<7 – meio ácido pH>7 – meio básico 2. Avaliar o comportamento das substâncias químicas em diferentes tipos de reação. Tipos de reação em solução aquosa (a) Reações ácido-base – o cátion da base e o ânion do ácido formam um sal. (a) Serão testados alguns indicadores com solução ácida (HCl) e solução básica (NaOH). Para os ácidos fortes e as bases fortes. a água é um produto também.

Pb(NO3)2 (aq) NaCl (aq) CaCl2 (aq) + + + KI (aq) AgNO3 (aq) Na2SO4 (aq) → → → KNO3 (aq) AgCl (s) + + + PbI2 (s) NaNO3 (aq) .H2SO4 (aq) + Ca(OH)2 (aq) → + . Equilibre as reações. se necessário. (d) Reações de oxidação-redução – envolvem a transferência de elétrons de uma substância para outra. se necessário.Escreva o nome dos reagentes e dos produtos. . Anote as observações.Escreva o nome dos reagentes e dos produtos.Preencha o nome do sal formado. Cu (s) Fe (s) + + AgNO3 (aq) HCl (aq) → → Ag (s) FeCl2 (aq) + + Cu(NO3)2 (aq) H2 (aq) 29 .Teste o pH no final com papel indicador universal.Escreva o nome dos reagentes e dos produtos. se necessário. Equilibre as reações. Equilibre as reações. (c) Reações com desprendimento de gás CaCO3 (s) + HCl (aq) H2CO3 (aq) FeS (s) + HCl (aq) → → H2CO3 (aq) CO2 (g) FeCl2 (aq) + + + CaCl2 (aq) H2O H2S (g) → . Anote as colorações. (b) Reações de precipitação – íons se combinam em solução para formar um produto de reação menos solúvel do que os reagentes.

Anote as observações. V. Dalmir. 2005.1. Práticas de química para engenharias. Óxidos (a) Óxidos básicos – reagem com água para produzir íon OH-. 2. 3. Thomson Pioneira. SP: Editora Átomo.. Equilibre as reações. L.. + H2O (l) → + (b) Óxidos ácidos – reagem com água para produzir íons H+. 30 . MAIA. John C. Bibliografia 1. São Paulo. AMARAL. Meça novamente o pH. sopre com pipeta na solução por 5 min. Paul M.Escreva o nome dos reagentes e dos produtos. 2008. São Paulo: Livraria Nobel. se necessário. Campinas. 2. KOTZ. TREICHEL JR. Química Geral e Reações Químicas. Meça o pH da água destilada colocada em béquer e. 1985. depois. 16a ed. Apresente as reações. Trabalhos Práticos de Química.

C. USP. O..2.L. Apostila de práticas. Princípios de Química.scribd. John C. http://www. 5. Química Geral e Reações Químicas.A. W. SLOWINSKI. Engenharia Ambiental. L. V.com/doc/2370990/Apostila-de-Quimica-27032008 IFRJ / Campus Nilópolis Laboratórios 122 e 126 – Química Geral e Química Inorgânica ANEXO TERMO DE RESPONSABILIDADE 31 . São Paulo. 4.. 6a ed. KOTZ. Química para Engenharia Ambiental... Rio de Janeiro. E. Thomson Pioneira. 1990. J.3. Livros Técnicos e Científicos Editora S.. 2005. 6. TREICHEL JR. M. e STANITSKI. A. MASTERTON. Paul M. REZENDE.

Comprometo-me a cumprir as normas de segurança estabelecidas para o uso dos Laboratórios 122 e 126.Eu_____________________________________________________ portador da Carteira de Identidade (RG) ______________ declaro conhecer as normas básicas de segurança para utilização dos Laboratórios 122 e 126. Comprometo-me a zelar pelos materiais e reagentes contidos nos Laboratórios 122 e 126 do IFRJ – Unidade Nilópolis. Assinatura:__________________________________________________ Dados Pessoais Matrícula:_______________ Turma: ________________ Telefones: ____________________________________ E-mail: ________________________________________ Data: _______________ 32 .