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Dados do Processo 0135799-65.2007.8.26.0100 (583.00.2007.

135799) Procedimento Ordinário Área: Cível Assunto: Defeito, nulidade ou anulação Local Físico: 04/03/2013 17:31 - Mesa do Chefe - minuta 04/03 fe Distribuição: Direcionada - 21/11/2007 às 15:57 25ª Vara Cível - Foro Central Cível Valor da ação: R$ 40.000,00 Exibindo Somente as principais partes. >>Exibir todas as partes. Partes do Processo Reqte: Augusto Pulcinelli Junior Advogado: Waldir Ramos da Silva Reqdo: Cooperativa Habitacional dos Bancarios - Bancoop Advogado: João Roberto Egydio de Piza Fontes Exibindo todas as movimentações. >>Listar somente as 5 últimas. Movimentações Data Movimento 04/03/2013 Petição Juntada 25/10/2012 Classe Processual alterada 13/03/2012 Incidente Processual Incidente Processual 583.00.2007.135799-3/000004-000 Instaurado em 13/03/2012 02/09/2011 Data da Publicação SIDAP Fls. 2278 - V. 1) Autos n. 2010.132106-6: a ação de cobrança foi julgada improcedente. 2) Encaminhem-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça. Int. 01/09/2011 Despacho Proferido V. 1) Autos n. 2010.132106-6: a ação de cobrança foi julgada improcedente. 2) Encaminhem-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça. Int. <SEQMV>D20184072</SEQMV> 26/08/2011 Data da Publicação SIDAP Fls. 2277 - Venham conclusos os autos da possessória indicada no item 1 de fls. 2204. Int. 25/08/2011 Despacho Proferido Venham conclusos os autos da possessória indicada no item 1 de fls. 2204. Int. <SEQMV>D20159435</SEQMV> 11/08/2011 Aguardando Devolução de Autos Aguardando Devolução de Autos 29/06/2011 Data da Publicação SIDAP Fls.2151: Indefiro, por ora, haja vista que a sentença não transitou em julgado. Recebo a apelação de fls.2153/2178, interposta pelo Banco requerido, no duplo efeito. Processe-se. Às contra-razões. Em seguida, subam ao órgão ad quem. Processo: Classe:

28/06/2011

13/06/2011 03/06/2011

Despacho Proferido Fls.2151: Indefiro, por ora, haja vista que a sentença não transitou em julgado. Recebo a apelação de fls.2153/2178, interposta pelo Banco requerido, no duplo efeito. Processe-se. Às contra-razões. Em seguida, subam ao órgão ad quem. <SEQMV>D19967510</SEQMV> Processo Apensado Processo 583.00.2010.132106-6/000000-000 apensado em 13/06/2011 Data da Publicação SIDAP Fls. 2129-2148 - Autos n. 583.00.2007.135799-6 25ª Vara Cível do Fórum Central da Capital Vistos. I. Cuida-se de ação de inexigibilidade de aporte financeiro c/c pedido de consignação em pagamento ajuizada por AUGUSTO PULCINELLI JUNIOR, EDIR TAVARES MINUCELLI, BIAGIO ADUCCI, REGIANE EMILIO BAIÃO DOS REIS, ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, HELDER ZANATTA GIL, DANIEL PIRES DE CARVALHO, GISLAINE BALENA DE LIMA, HELENA DE CAMPOS MALACHIAS, FRANCISCO CARLOS MARTINS DE CASTRO, SANDRA REGINA RESCA BARRETO, BOANERGES LOMBARDI E EDNA MORIKUNI em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO ? BANCOOP. Segundo a inicial, os autores, indistintamente, firmaram com a ré contrato de aquisição de unidade imobiliária localizada na Rua Francisco Marengo, 1210, Tatuapé, Conjunto Residencial Jardim Anália Franco. De acordo com o contrato de adesão firmado entre os autores e a ré, o empreendimento seria composto de (i) quatro edifícios, com apartamentos de três dormitórios com suíte e cobertura duplex, com uma, duas ou três vagas de garagem; (ii) área comum, piscina, salão de festas, salão para sauna, ginástica e quadra poliesportiva. O preço estimado das unidades seria de R$ 89.900,00, em 01-12-2000, a ser quitado da seguinte forma: a) entrada; b) 54 parcelas; c) 5 parcelas anuais; d) chaves. A ré, mesmo tendo recebido a totalidade do preço previsto no pacto, não cumpriu sua parte do contrato, deixando de entregar, no prazo fixado, as duas últimas torres do empreendimento e as áreas comuns correspondentes descritas no contrato. E mais: diante da situação de paralisação das obras, a ré, aproveitando-se do momento psicológico favorável a ela, convocou uma assembleia e deliberou pela cobrança de aporte financeiro no expressivo valor de R$ 5.738.948,64. Cada cooperado, assim, ficou obrigado a pagar 48 parcelas que variam de R$ 504,10 para unidades de três dormitórios (cooperados residentes) e R$ 389,29 para unidades de três dormitórios (cooperados não residentes). Entretanto, defendem os autores que, à luz do contrato firmado e frente aos valores já quitados pelos cooperados que supre o preço de custo, não há possibilidade de impor aporte financeiro, motivo pelo qual a cobrança não poderá ter seguimento. Assim, pedem a procedência da ação para tornar inexigível para os autores o aporte financeiro pretendido: a) por completa falta de previsão contratual; b) pela ausência de demonstração da necessidade de aporte em face do aumento dos custos da obra; c) pelo revelado exaurimento do preço pago pelos autores para cobrir os custos da obra. Alternativamente, caso o juízo entenda possível a cobrança do aporte, requereram a exclusão da incidência: a) da Tabela Price; b) da Taxa de

Administração e Gerenciamento. Com a inicial, os autores juntaram os documentos de fls. 32/576. Tutela antecipada concedida a fls. 577, especialmente para autorizar o depósito em juízo do valor ofertado. A ré, devidamente citada, contestou a fls. 629/669. Em preliminares defendeu: a) continência e conseqüente incompetência absoluta do juízo em face da prevenção da 25ª Vara Cível deste Fórum Central; b) falta interesse processual. No mérito, outrossim, aguarda a improcedência da demanda. Os autores vincularam-se à Cooperativa, tornando-se cooperados, e assinaram o ?Termo de Adesão e Compromisso de Participação?, com o objetivo de adquirir um imóvel construído, sob a coordenação de tal entidade, pelo sistema cooperativo de construção, a preço de custo, pelo autofinanciamento. Diante do déficit da obra, cujo preço de custo mostrou-se durante a execução superior ao preço estimado, não exerceram seu papel de cooperado, negando-se a discutir perante a Cooperativa os valores realmente necessários para a conclusão da obra executada pelo preço de custo, apesar da transparência e abertura da atual gestão. Os autores querem a quitação do imóvel pelo mero pagamento do preço estimado, sendo dispensados de pagar o denominado aporte financeiro necessários à continuidade e à conclusão das obras. O aporte exigido pela cooperativa tem base no contrato e é regular. Com a contestação a ré juntou os documentos de fls. 670/934. Réplica a fls. 936/953. A prevenção foi reconhecida e os autos foram redistribuídos a esse juízo (fls. 1074/1076). O feito foi saneado a fls. 1916/1922. Verificado que a controvérsia está vinculada à prova da quitação do efetivo preço de custo do imóvel bem como à regularidade da cobrança do aporte financeiro, determinou-se a realização de perícias de engenharia e de contabilidade. A ré não depositou os honorários dos peritos e, diante da desídia, foi declarada a preclusão da prova, nos termos do comando de fls. 2033. Foi designada audiência de instrução, debates e julgamento, na qual não foram ouvidas testemunhas, sendo declarada encerrada a instrução e, pelas partes, reiterados os termos da inicial e da contestação, respectivamente (fls. 2082). Os autores juntaram, a fls. 2100/2117, cópia do acórdão que julgou a apelação nº 0158529-07.2006.8.26.0100, que deu provimento em parte ao recurso principal interposto contra a sentença que julgou parcialmente procedente os pedidos intentados na ação civil pública ajuizada pela Associação dos Adquirentes de Apartamentos do Condomínio Residencial Jardim Anália Franco. Requerido o levantamento da suspensão prevista no art. 104 do CDC, nos termos do requerimento de fls.2123/2127, os autos vieram à conclusão. Autos da medida cautelar nº 583.00.2009.118012-6 em apenso. É o relatório. DECIDO. II. 1. DA INCIDÊNCIA DO CDC. A relação com os autores, chamados de cooperados pela ré, é de consumo, sem dúvida, conforme firme orientação do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP, Apelação n. 554.925.4/1-00, 4ª Câmara de Direito Privado, j. 27-03-2008, rel. Des. MAIA DA CUNHA; TJSP, Apelação n. 557.572.4/1-00, 4ª Câmara de Direito Privado, j. 27-03-2008, rel. Des. MAIA DA CUNHA; TJSP, Apelação n. 303.498-4/5, 4ª Câmara de Direito Privado, j. 23-04-2008, rel. Des. JACOBINA RABELO; TJSP, Apelação n. 413.104.4/6-00, 4ª Câmara de Direito Privado, j. 10-04-2008, rel. Des. FRANCISCO

LOUREIRO). Realmente, o fato de estarmos diante de um instrumento de adesão e participação em regime cooperativo [ver, por exemplo, o termo de fls. 36/44] não dispensa, como dito, a sujeição às normas do Código de Defesa do Consumidor. Vale dizer, não importa o rótulo que se dê. Deve-se distinguir uma autêntica cooperativa de uma pessoa jurídica que assume essa forma sem qualquer propósito cooperativo. No julgamento da Apelação n. 166.154.4/9-00, da E. Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça, o Desembargador OLAVO SILVEIRA, com precisão, verberou que essa formação enquadra "um tipo de associação que muito mais se aproxima dos consórcios do que propriamente de cooperativa, até porque, via de regra, nem sempre é o efetivo espírito cooperativo que predomina nessas entidades". Em outras palavras, "o associado que a ela adere apenas para o efeito de conseguir a aquisição da casa própria, dela se desliga e se desvincula uma vez consumada a construção". De fato, "o que se pode observar é que a adesão à cooperativa é um disfarce de contrato de compromisso que melhor define a relação entre as partes. Ou seja, o autor pretendia a casa própria e não necessariamente a participação na cooperativa" (TJSP, Apelação n. 299.540-4/6-00). Repita-se: a contratação questionada, embora celebrada pelo sistema de cooperativa, submete-se às regras do Código de Defesa do Consumidor, ao contrário do que afirma a ré: "COOPERATIVA - Empreendimento habitacional - Relações jurídicas com cooperados - Incidência do Código de Defesa do Consumidor Artigos 2º e 3º do referido diploma legal - Preliminar rejeitada" (JTJ 157/61). 2. DA APURAÇÃO FINAL ? PROPOSTA DE VENDA QUE INDICA A EFETIVA QUITAÇÃO APÓS O PAGAMENTO DAS PARCELAS ? MATERIAL PUBLICITÁRIO QUE VINCULA A PREPONENTE ? QUITAÇÃO DA UNIDADE APÓS O ADIMPLEMENTO DAS PARTES ? ABUSIVIDADE DA CLÁUSULA 16ª DO INSTRUMENTO DE ADESÃO ? INTERPRETAÇÃO MAIS FAVORÁVEL AO CONSUMIDOR, À LUZ DO ART. 47 DO CDC. A cláusula 16ª do contrato de adesão tratou da questionada apuração final: ?Ao final do empreendimento, com a obra concluída e tendo todos os cooperados cumprido seus compromissos para com a COOPERATIVA, cada um deles deverá, exceto no que se refere a multas ou encargos previstos no Estatuto, Regimento Interno, neste instrumento, ou por decisão de diretoria, ou de assembléia, ter pago custos conforme a unidade escolhida/atribuída, considerando ainda os reajustes previstos no presente Termo, bem como aqueles previstos na cláusula 4.1 e seu parágrafo único?. Essa cláusula, se bem analisada, não dá o direito de a ré cobrar qualquer valor que não esteja previsto expressamente no contrato. E por quê? O Plano Geral de Pagamentos está previsto na cláusula quarta do contrato. Se tomarmos como exemplo o instrumento firmado pelo associado Augusto Pulcinelli Junior [ver documento de fls. 35/54], o consumidor neste caso comprometeu-se a pagar pelo apartamento de três dormitórios a importância de R$ 89.900,00 (valores calculados em 1º-12-2000), com a seguinte divisão: a) valor da parcela de entrada ? R$ 5.400,00; b) parcelas mensais a partir de 05-4-2001 no valor de R$ 950,00; c) parcelas anuais a partir de 06-101-2001 de R$ 5.350,00; d) parcela das chaves de R$ 6.450,00; e) mensalidade do FGQ

de R$ 25,17. Esse Plano Geral detalhado no contrato de adesão está, guardadas as devidas proporções, sintonizado com a publicidade que a ré divulgou para vender as unidades do Empreendimento. A propósito, a título de exemplo, muito sugestivo é o informe publicitário juntado a fls. 433: ?Jardim Anália Franco ? O melhor nem sempre custa mais caro. Abra e comprove 3 DORMITÓRIOS C/ 1 SUÍTE (4º dormitório reversível). Sala de jantar/estar com varanda. Piscina, sauna, sala para ginástica, salão de festas, 1 vaga de garagem, playground, quadra poliesportiva A partir de R$ 89.900,00. Você quita seu Imóvel em até 54 meses sem burocracia?. Como se vê, sem maiores esforços, nesse informe publicitário não existe qualquer indicativo sobre eventual resíduo final. Também não indica que se tratava de construção a preço de custo e que o preço enquadrava mera estimativa de valores. Com isso, força concluir que, sem dúvida, a cláusula 16ª do contrato deve ser interpretada em conjunto com o pactuado na cláusula 4ª. E, nesse particular, como entendeu a Colenda 10ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, nos autos da apelação n. 599.558-4/5-00, j. 16-12-2008, rel. Des. OCTAVIO HELENE, ?tanto na cláusula 4ª quanto no Quadro Resumo, o preço total do empreendimento vem acompanhado da palavra ?estimado?. Mas esse adjetivo, por certo, não se refere àquela questionada ?apuração final? do preço, como vem explicitado pela cláusula seguinte, a 5ª, que trata do reajuste anual das parcelas prédeterminadas, com base em índice geral do custo da construção civil a ser apurado pelo índice SINDUSCON. Então, em nada se confunde com a questionada ?apuração final? do preço, porque parcela não conhecida previamente com aquela correção de valor. Se é assim, a cláusula que sustenta a ação de cobrança para esse fim não pode vir tida como válida. Em primeiro, não se mostra clara para esse fim; em segundo, se a ela se emprestasse alguma validade deveria ser sustentada a cobrança depois de decisão em assembléia dos cooperados, o que não ocorreu, não se sabendo nem mesmo da exatidão da cobrança, e ainda, se é devida?. Com efeito, ?em contrato de adesão, como ocorre no presente caso, tanto a coisa objeto da compra como o preço devem vir claramente determinados. Ocultar parcela de preço estipulada em cláusula confusa e não constante na disciplina geral dos pagamentos, é questão que afronta a boa-fé contratual. Bem a propósito, merece, no caso, referência ao art. 489 do Código Civil, que repete disposição anterior, segundo a qual ?nulo é contrato de compra e venda, quando se deixa ao arbítrio exclusivo de uma das partes a fixação do preço?. Tal disposição reafirma o princípio de que a estipulação arbitrária do preço por um dos contratantes fere a consensualidade do contrato, que o aperfeiçoa por disposição comum de vontades recíprocas. Esse acordo de vontades quanto ao preço é elemento essencial na forma do art. 481, do mesmo Estatuto Civil? (TJSP, Apelação n. 599.558-4/5-00, j. 16-12-2008, rel. Des. OCTAVIO HELENE), o que gera, por óbvio, a nulidade da cláusula 16ª. Como se sabe, os contratos que regulam as relações de consumo não obrigam os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo, ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão do seu sentido e alcance (art. 46 do CDC), lembrando que as cláusulas contratuais devem

ser interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor (art. 47 do CDC). Daí, em complemento: são nulas de pleno direito as cláusulas contratuais que estabeleçam obrigações iníquas, abusivas, colocando o consumidor, assim, em desvantagem exagerada ou sejam incompatíveis com a boa fé ou a eqüidade (art. 51, IV, do CDC). Lembre-se, ainda, visando à proteção do consumidor, de que o CDC, tratando das cláusulas contratuais, foi incisivo: 1) os contratos de adesão escritos serão redigidos em termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis, de modo a facilitar sua compreensão pelo consumidor (art. 54, § 3º, CDC); 2) as cláusulas que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo sua imediata e fácil compreensão (art. 54, § 4º, do CDC). A dúvida que se formou quanto à aplicação da cláusula 16ª, notadamente após a análise da cláusula 4ª e os informes publicitários, é forte o necessário para gerar o acolhimento da pretensão inicial. Vale a advertência de Cláudia Lima Marques, Antônio Herman V. Benjamin e Bruno Miragem (Comentários ao Código de Defesa do Consumidor [Comentários aos arts. 1º a 74 ? aspectos materiais], São Paulo, Revista dos Tribunais, 2004, p. 578): o art. 47 do CDC representa uma evolução, pois ?beneficiará a todos os consumidores, em todos os contratos, de adesão ou individualmente negociados, em todas as cláusulas, mesmo as claras e não contraditórias, sendo que agora a vontade interna, a intenção não declarada, nem sempre prevalecerá. Em outras palavras, é da interpretação ativa do Magistrado a favor do consumidor que virá a ?clareza? da cláusula que será estabelecido se a cláusula, assim interpretada a favor do consumidor, é ou não contraditória com outras cláusulas do contrato?. Em reforço, importante mencionar o que restou decidido, em 24 de março de 2011, pela 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, rel. Des. FRANCISCO LOUREIRO, ao julgar a apelação nº 0158529-07.2006.8.26.0100, que deu provimento em parte ao recurso principal interposto pela Bancoop contra a sentença que julgou parcialmente procedente os pedidos intentados na ação civil pública ajuizada pela Associação dos Adquirentes de Apartamentos do Condomínio Residencial Jardim Anália Franco, a saber: ?Destaco inicialmente que a BANCOOP, criada pelo sindicato dos bancários com a finalidade de construir pelo regime cooperativo moradias aos integrantes daquela categoria profissional a custo reduzido, em determinado momento desviou-se de seu escopo original. Passou a construir em larga escala e a comercializar unidades futuras a terceiros não sindicalizados ao sindicato dos bancários. Basta ver as qualificações dos autores relacionados na inicial, para constatar que a esmagadora maioria deles não é constituída de bancários. Parece evidente que ocorreu ao longo de alguns anos verdadeira migração das atividades da BANCOOP, que deixou de expressar o verdadeiro espírito do cooperativismo e passo a atuar como empreendedora imobiliária, com produtos destinados ao público em geral, alavancados em forte apelo publicitário. Ao contrário do que afirma o recurso, portanto, a relação entre a BANCOOP e os adquirentes de unidades autônomas futuras é regida pelo Código de Defesa do Consumidor. Não basta o rótulo jurídico de cooperativa para escapar, por ato próprio, do regime jurídico cogente protetivo dos

consumidores. Na clássica lição de Enzo Roppo, embora seja o contrato um conceito jurídico, reflete uma realidade exterior a si próprio, porque sempre traduz uma operação econômica (O Contrato, Almedina, ps. 7 e seguintes). Tal constatação está intimamente ligada à noção de causa do negócio jurídico, ou seja, "o fim econômico e social reconhecido e garantido pelo direito, uma finalidade objetiva e determinante do negócio que o agente busca além do fato em si mesmo" (Caio Mário da Silva Pereira, Instituições de Direito Civil,18a Edição, Forense, vol. I, p. 319). Após julgar dezenas de casos da BANCOOP, constato que, sob o falso rótulo de regime cooperativo, lançou dezenas de empreendimentos imobiliários, com promessa de entregar milhares de unidades autônomas, expressiva parte dela não cumprida, lesando uma multidão de adquirentes. Não vejo como deixar de aplicar o regime protetivo do Código de Defesa do Consumidor aos contratos de adesão preparados pela BANCOOP, nem como acolher o falso argumento de que todos os adquirentes são cooperados e associados em um empreendimento do qual não tinham controle, nem fiscalização eficiente dos custos e muito menos do destino dos pagamentos que efetuavam. (...) Como acima posto, entendo que sob singelo rótulo formal de negócio cooperativo passou a ré BANCOOP a agir como verdadeira empreendedora imobiliária, com atividade voltada ao lucro, ampla divulgação publicitária, lançamento de dezenas de empreendimentos e venda ao público em geral, e não somente aos bancários, como seria natural. Os contratos celebrados entre a empreendedora mascarada sob o rótulo de cooperativa e centenas de adquirentes foram celebrados em meados de 2.001, como se constata dos documentos que instruem a inicial e a contestação. Pelo que se entende da correspondência concludente trocada entre os adquirentes e a cooperativa, havia a previsão de construção de quatro grandes torres de apartamentos. A primeira delas foi entregue em janeiro de 2.005 e a segunda e maio de 2.005, com imissão dos adquirentes na posse das unidades autônomas. As outras duas torres de apartamento, cuja entrega era prevista até o final do ano de 2.006, não se encontram prontas até o presente momento. Mais grave, passou a COOPERATIVA a exigir dos adquirentes que já receberam a posse de suas unidades pagamento de expressiva quantia complementar, sob argumento de que se trata de resíduo de custeio de obras no regime cooperativo. Segundo se extrai dos contratos de adesão que instruem a inicial, cada unidade tinha um valor total estimado de cerca de noventa mil reais, com preço diferido ao longo do tempo, em parcelas mensais, a serem pagas ao longo de cinqüenta e quatro meses. Como bem acentuou a sentença, toda a oferta publicitária, que no regime do Código de Defesa do Consumidor tem efeito vinculativo e se sobrepõem até mesmo às cláusulas contratuais, gerava nos adquirentes a justa expectativa de que o preço era certo e o pagamento diferido em 54 meses. Faltou à publicidade a indispensável ressalva, com o mesmo destaque dado ao preço e condições atraentes de pagamento, de que o adquirente pagaria não apenas o custeio efetivo de sua unidade, mas poderia ser chamado a custear também eventual insucesso de outros edifícios da mesma COOPERATIVA. Ainda, porém, que se admita que os adquirentes estavam inequivocamente cientes de que a construção das unidades ocorreria a preço de custo, em razão de expressa menção nas

cláusulas 16a. e 4a. do contrato, isso não significa dizer que fica a exclusivo critério da COOPERATIVA definir qual o saldo residual. Em data contemporânea à conclusão das obras de cada torre de apartamentos, a primeira delas no ano de 2.005, certamente tinha a cooperativa, mais do que ninguém, controle do custo total da construção e dos valores recebidos dos adquirentes. Logo, poderia e deveria, naquele momento, de imissão provisória na posse, realizar assembléia na qual demonstraria que eventualmente os custos superaram os pagamentos feitos pelos adquirentes daquelas unidades, apresentaria a devida documentação probatória do saldo devedor e calcularia o resíduo devido por cada unidade. É certo que no regime cooperativo o preço cobrado pelo imóvel é calculado com base no custeio da construção do empreendimento, somado a outras despesas administrativas, inclusive de inadimplemento de outros cooperados, todos partícipes de um contrato relacional. Ainda que se afaste o regime cooperativo do caso em exame, à vista do caráter nitidamente empresarial que tomou a BANCOOP, o regime jurídico seria próximo ao de uma incorporação a preço de custo. Entendo que não é dado à cooperativa prever, no momento da celebração do contrato, o valor certo da unidade futura no Quadro Resumo do termo de adesão. Essa a razão pela qual o preço é estimado e não fechado pela empreendedora. O que não se concebe é que centenas de adquirentes tenham completado todos os pagamentos que lhes foram exigidos até a efetiva entrega das obras, no ano de 2.005, momento em que receberam as chaves e a posse precária de suas unidades, e se vejam surpreendidos pela cobrança de suposto resíduo, apurado sem base em critérios objetivos, apenas com fundamento em rombo de caixa da empreendedora. Naquele momento, no final de 2.005, encerrada a construção daquela torre de apartamentos, deveria ocorrer a realização de assembléia de apuração de eventual saldo devedor e cobrado o resíduo dos adquirentes, com base em demonstrativo objetivo, acompanhado de documentação probatória dos gastos. Qualquer gestor de recursos alheios age assim, de modo que não pode a COOPERATIVA ré escudar-se em regime associativo para com isso impingir aos adquirentes cobrança de valores incertos, sem qualquer lastro objetivo. Tal conduta da cooperativa acaba por manter os cooperados indefinidamente vinculados ao pagamento do preço, sem nunca obter quitação da unidade adquirida. Ainda que o contrato entre as partes contemple a cláusula 16ª, de péssima redação e difícil intelecção até mesmo aos operadores do direito quanto ao seu exato sentido, a possibilidade de cobrança de eventual saldo residual, isso não significa possa fazê-lo a conta-gotas, ou a qualquer tempo, ou sem prévia demonstração objetiva da composição do crédito. Basta ver que somente em março de 2.007, quase dois anos após a entrega da primeira torre de apartamentos, a COOPERATIVA ré se dignou fazer assembléia específica do empreendimento, com o fito de cobrar o suposto saldo residual e reforço de caixa para dar continuidade às obras das duas torres de apartamentos faltantes (fls. 2.547 e seguintes). Note-se, porém, que somente a partir de tal assembléia é que se adotou providência que seria exigível desde o lançamento do empreendimento, qual seja, abertura de conta corrente específica do empreendimento. Pior. Admitiu a COOPERATIVA a tentativa, ao que parece baldada, de

recuperação de empréstimos solidários, vale dizer, feitos a outras seccionais, geradores de rombo de caixa. Parece claro, portanto, que o saldo remanescente e o reforço de caixa que se pretende cobrar dos adquirentes não decorre propriamente de custeio efetivo da obra, mas sim de empréstimos feitos a outras seccionais e de má administração de recursos alheios. Não bastasse, cumpre reconhecer que a conduta da cooperativa, no caso em exame, fere o princípio da boa-fé objetiva, na medida em que cria uma situação de insegurança para os cooperados, surpreendendo-os com uma nova cobrança, dois anos após entrega da posse dos apartamentos, sem apresentar justificativa plausível. Parece óbvio que, decorridos prazo razoável após o pagamento da última parcela e entrega das chaves, os cooperados passam a ter a justa expectativa de que inexistem outros saldos remanescentes. Viola a BANCOOP com seu comportamento o princípio da boa-fé objetiva, na função de controle, por agir em venire contra factum próprio e em supressio. No venire contra factum próprio, não é permitido agir em contradição com comportamento anterior. A conduta antecedente gera legítimas expectativas em relação à contra-parte, de modo que não se admite a volta sobre os próprios passos, com quebra da lealdade e da confiança (Menezes de Cordeiro, Da Boa-Fé no Direito Civil, Almedina, Coimbra, 1.997, os 742/752; Laerte Marrone de Castro Sampaio, A Boafé Objetiva na Relação Contratual, Coleção Cadernos de Direito Privado da Escola Paulista da Magistratura, Editora Manole, p.78/79). Na suppressio, a situação de um direito que, não tendo em certas circunstâncias sido exercido, por um determinado lapso de tempo, não mais pode sê-lo, por defraudar a confiança gerada (Menezes de Cordeiro, obra citada, p. 797/823). O comportamento da BANCOOP foi concludente ao longo de dois anos, e gerou a justa expectativa e a confiança dos adquirentes, de que o preço de suas unidades se encontrava inteiramente pago (cfr. também excelente artigo de Ricardo Lorenzetti, La oferta como apariencia y Ia aceptacion baseada em la confianza, Revista de Direito do Consumidor, n. 35, p. 13). Ademais, não há nos autos prova cabal e circunstanciada sobre a origem e a especificação do novo saldo devedor. As notificações e atas de assembléias mencionam os valores dos supostos créditos, mas nada esclarecem sobre a sua composição, a forma de cálculo, e os documentos que a amparam. Com efeito, não há prova do descompasso entre o custo das obras e os valores pagos pelos adquirentes, que justifique a cobrança de tão expressivo resíduo, que monta, somado, a milhões de reais. Na realidade, o que parece ocorrer é que a BANCOOP lançou dezenas de outros empreendimentos habitacionais, que não conseguiu entregar e, em razão de administração ruinosa, pretende agora diluir o prejuízo entre todos os cooperados. Evidente que o regime cooperativo pressupõe o rateio integral dos custos entre os associados. Tal rateio, porém, não diz respeito a todo e qualquer empreendimento lançado pela cooperativa, mas está circunscrito àquelas unidades, de determinado conjunto habitacional. Ao admitir-se tal cobrança, os cooperados permaneceriam indefinidamente obrigados perante a cooperativa, jamais quitando seu saldo devedor e pagando preço superior aos verdadeiros custos de seu conjunto habitacional. São estas as razões que me levam a manter a

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procedência do pedido de inexigibilidade do valor residual e de reforço de caixa cobrado dos adquirentes?. Ademais, saliente-se que a ré não se desincumbiu de refutar os fatos constitutivos do direito dos autores, haja vista que o juízo, no despacho saneador (a pedido da própria ré ? fls. 1616/1922), deferiu a realização de prova pericial contábil e de engenharia. Contudo, como se vê, as referidas provas tornaram-se preclusas em decorrência do não recolhimento, pela ré, dos honorários provisórios dos peritos (fls. 2033). Portanto, afastada a incidência da cláusula 16ª do contrato e configurado o adimplemento, pelos autores, na qualidade de consumidores, dos valores previstos nos contratos de adesão, deve a demanda ser julgada procedente para declarar inexigíveis os aportes financeiros propostos pela ré, com o devido levantamento das quantias consignadas nos autos. III. Posto isso e considerando o mais que dos autos consta, JULGO PROCEDENTES os pedidos (demandas principal e cautelar) nas ações ajuizadas por AUGUSTO PULCINELLI JUNIOR, EDIR TAVARES MINUCELLI, BIAGIO ADUCCI, REGIANE EMILIO BAIÃO DOS REIS, ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, HELDER ZANATTA GIL, DANIEL PIRES DE CARVALHO, GISLAINE BALENA DE LIMA, HELENA DE CAMPOS MALACHIAS, FRANCISCO CARLOS MARTINS DE CASTRO, SANDRA REGINA RESCA BARRETO, BOANERGES LOMBARDI E EDNA MORIKUNI em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO ? BANCOOP para DECLARAR a abusividade da cláusula 16ª do contrato de adesão que trata da ?apuração final?, com a conseqüente inexigibilidade dos aportes financeiros propostos pela ré, autorizando-se, no mais, o levantamento das respectivas quantias consignadas em juízo pelos autores. Em razão da sucumbência, condeno a ré ao pagamento das custas, das despesas processuais e dos honorários advocatícios, arbitrados em R$ 20.000,00 (vinte mil reais), com atualização a partir do ajuizamento da ação, em atenção ao disposto no § 4º do art. 20 do CPC. P.R.I. São Paulo, 1º de junho de 2011. GILSON DELGADO MIRANDA Juiz de Direito Valor do Preparo R$ 1.000,74 - Valor do Porte de Remessa R$ 275,00 Sentença Registrada Número Sentença: 1024/2011 Livro: 196 Folha(s): de 109 até 128 Data Registro: 02/06/2011 15:12:10 Sentença Proferida Sentença nº 1024/2011 registrada em 02/06/2011 no livro nº 196 às Fls. 109/128: Posto isso e considerando o mais que dos autos consta, JULGO PROCEDENTES os pedidos (demandas principal e cautelar) nas ações ajuizadas por AUGUSTO PULCINELLI JUNIOR, EDIR TAVARES MINUCELLI, BIAGIO ADUCCI, REGIANE EMILIO BAIÃO DOS REIS, ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, HELDER ZANATTA GIL, DANIEL PIRES DE CARVALHO, GISLAINE BALENA DE LIMA, HELENA DE CAMPOS MALACHIAS, FRANCISCO CARLOS MARTINS DE CASTRO, SANDRA REGINA RESCA BARRETO, BOANERGES LOMBARDI E EDNA MORIKUNI em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO ? BANCOOP para DECLARAR a abusividade da cláusula 16ª do contrato de adesão que

trata da ?apuração final?, com a conseqüente inexigibilidade dos aportes financeiros propostos pela ré, autorizando-se, no mais, o levantamento das respectivas quantias consignadas em juízo pelos autores. Em razão da sucumbência, condeno a ré ao pagamento das custas, das despesas processuais e dos honorários advocatícios, arbitrados em R$ 20.000,00 (vinte mil reais), com atualização a partir do ajuizamento da ação, em atenção ao disposto no § 4º do art. 20 do CPC. P.R.I. Valor do Preparo R$ 1.000,74 - Valor do Porte de Remessa R$ 275,00<SEQMV>S2186848</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 2122 - Vistos. Para os autores serem beneficiados pelos efeitos do acórdão proferido nos autos da ação civil pública, por certo, força o seu trânsito em julgado. Assim, digam se pretendem aguardar o desfecho da ação civil pública, à luz do art. 104 do CDC; do contrário, independentemente do resultado, tornem para o regular prosseguimento, levantando-se, pois, a suspensão determinada na forma do CDC. Int. Despacho Proferido Vistos. Para os autores serem beneficiados pelos efeitos do acórdão proferido nos autos da ação civil pública, por certo, força o seu trânsito em julgado. Assim, digam se pretendem aguardar o desfecho da ação civil pública, à luz do art. 104 do CDC; do contrário, independentemente do resultado, tornem para o regular prosseguimento, levantando-se, pois, a suspensão determinada na forma do CDC. Int. <SEQMV>D19816527</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 2098: 1- Dê-se ciência à Bancoop. 2- Após, conclusos. Int. (com menção a petição do autor) Data da Publicação SIDAP CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência da petição e documento juntado pelo réu. Nada mais. Despacho Proferido Fls. 2098: 1- Dê-se ciência à Bancoop. 2- Após, conclusos. Int. (com menção a petição do autor) <SEQMV>D19780447</SEQMV> Despacho Proferido CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência da petição e documento juntado pelo réu. Nada mais. <SEQMV>D19780406</SEQMV> Despacho Proferido Aos quinze dias do mês de abril de dois mil e onze, às 15h00min, nesta cidade e Comarca de São Paulo, na sala de audiências do Juízo da 25ª Vara Cível, sob presidência do MM. Juiz de Direito, Dr. GILSON DELGADO MIRANDA, comigo Escrevente abaixo assinado, foi aberta a audiência de Instrução, Debates e Julgamento nos autos da ação suprarreferida. Apregoadas as partes, compareceu o autor ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, acompanhado de seu advogado, Dr.

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WALDIR RAMOS DA SILVA, inscrito na OAB/SP sob o nº 137.904, bem como o preposto da ré, Sr. MANEUL CASTANO BLANCO, acompanhado de seu advogado, Dr. DANILO SHINDI YAMAKISHI, inscrito na OAB/SP sob o nº 288.942. Presentes as testemunhas dos autores ELIDIO TAVARES LANNA e VALDIR SANTOS FREIRE. Ausente a testemunha dos autores MARIA DA PAZ ALVES DE ARAÚJO. Abertos os trabalhos, a proposta de tentativa de conciliação restou infrutífera. Pelo advogado dos autores foi dito que desistia da oitiva de suas testemunhas, o que foi deferido. Pelo advogado da ré foi requerida a juntada de substabelecimento e de carta de preposição, a qual foi deferida. Pelo advogado do autor foi requerida a juntada de documentos, a qual foi deferida. Encerrada a instrução, pelos advogados da partes foram reiterados os termos da inicial e da contestação, respectivamente. A seguir, pelo MM Juiz foi dito: ?Antes da prolação da sentença, considerando a notícia de que a 4ª Turma de Direito Privado do Tribunal de Justiça, nos autos da apelação 0158529-07.20068.26.0100, deu provimento em parte ao recurso principal interposto contra a sentença que julgou parcialmente procedente os pedidos intentados na ação civil pública ajuizada pela Associação dos Adquirentes de Apartamentos do Condomínio Residencial Jardim Anália Franco, aguarde-se pelo prazo de 30 dias a juntada do acórdão respectivo. Após, digam as partes e conclusos?. Nada mais. Saem as partes intimadas. Lido e achado conforme, vai devidamente assinado. Eu,____________,(André Henrique Carlos), Escrevente Técnico Judiciário, digitei. <SEQMV>D19743713</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 8 - CERTIFICO, para os devidos fins, que nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C., remeto à publicação: ?As partes deverão providenciar o recolhimento dos valores necessários para a expedição da(s) carta(s) de intimação das partes para depoimento pessoal, caso queiram; bem como para intimação de suas testemunhas residentes na Comarca, em guia de recolhimento ao fundo especial de despesa ? F.E.D.T.J., no valor de R$6,50 por carta.? Nada Mais. Despacho Proferido CERTIFICO, para os devidos fins, que nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C., remeto à publicação: ?As partes deverão providenciar o recolhimento dos valores necessários para a expedição da(s) carta(s) de intimação das partes para depoimento pessoal, caso queiram; bem como para intimação de suas testemunhas residentes na Comarca, em guia de recolhimento ao fundo especial de despesa ? F.E.D.T.J., no valor de R$6,50 por carta.? Nada Mais. <SEQMV>D19647629</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 355 - Ante a manifestação das partes (fls. 2035 e 2037/2042) designo audiência de instrução, debates e julgamento para o dia 15 de abril de 2011, às 15:00. Rol de testemunhas no prazo legal, devidamente acompanhado do quanto necessário à intimação de suas testemunhas. Int. Despacho Proferido Ante a manifestação das partes (fls. 2035 e 2037/2042) designo audiência

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de instrução, debates e julgamento para o dia 15 de abril de 2011, às 15:00. Rol de testemunhas no prazo legal, devidamente acompanhado do quanto necessário à intimação de suas testemunhas. Int. <SEQMV>D19615223</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 2070 - Fls. 2037/2042: diante do princípio do contraditório, diga a ré, no prazo de cinco dias. Fls. 2068/2069: sem prejuízo da retirada dos autos pela requerida, ciência às partes. Int. (ls. 2068/2069, se refere ao ofício do banco do Brasil encaminhando o cheque devolvido, no valor de R$652,48). Despacho Proferido Fls. 2037/2042: diante do princípio do contraditório, diga a ré, no prazo de cinco dias. Fls. 2068/2069: sem prejuízo da retirada dos autos pela requerida, ciência às partes. Int. (ls. 2068/2069, se refere ao ofício do banco do Brasil encaminhando o cheque devolvido, no valor de R$652,48). <SEQMV>D19444502</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 2033 - 1- A ré não depositou os honorários do perito. 2- Está preclusa a prova, diante da sua desídia. 3- Expeça-se ofício ao Egrégio Tribunal de Justiça. 4- Digam, no mais, quanto ao interesse na produção de prova oral. No silêncio ou na negativa, encerrada a instrução, deferirei prazo para entrega de memoriais. Int. Despacho Proferido 1- A ré não depositou os honorários do perito. 2- Está preclusa a prova, diante da sua desídia. 3- Expeça-se ofício ao Egrégio Tribunal de Justiça. 4- Digam, no mais, quanto ao interesse na produção de prova oral. No silêncio ou na negativa, encerrada a instrução, deferirei prazo para entrega de memoriais. Int. <SEQMV>D19218280</SEQMV> Incidente Recursal Incidente Recursal 583.00.2007.135799-1/000003-000 Instaurado em 07/10/2010 Data da Publicação SIDAP CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência dos ofícios do Banco do Brasil, informando acerca de depósito nos autos principais e nos autos em apenso nº 2009/118012-6. Nada mais. Despacho Proferido CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência dos ofícios do Banco do Brasil, informando acerca de depósito nos autos principais e nos autos em apenso nº 2009/118012-6. Nada mais. <SEQMV>D19089665</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 2018 - 1- Fls. 2013/2018. Diga a ré. 2- No mais, certifique-se o decurso de prazo ao depósito dos honorários do perito. 3- Após, cls. Int. Despacho Proferido 1- Fls. 2013/2018. Diga a ré. 2- No mais, certifique-se o decurso de prazo ao depósito dos honorários do perito. 3- Após, cls. Int.

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<SEQMV>D19024015</SEQMV> Data da Publicação SIDAP V. Fls. 2006/2009 ? Diga o autor sobre o pedido formulado pela ré. Int. Despacho Proferido V. Fls. 2006/2009 ? Diga o autor sobre o pedido formulado pela ré. Int. <SEQMV>D18979679</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1952 - Vistos. 1- Mantenho a decisão agravada. 2- Inexistindo notícia quanto à concessão de efeito suspensivo ao recurso, aguarde-se o cumprimento do item 4.1 do saneador, sob pena de preclusão da prova. Int. Despacho Proferido Vistos. 1- Mantenho a decisão agravada. 2- Inexistindo notícia quanto à concessão de efeito suspensivo ao recurso, aguarde-se o cumprimento do item 4.1 do saneador, sob pena de preclusão da prova. Int. <SEQMV>D18925329</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1915-1922 - V. I. DA DEMANDA 1. Cuida-se de ação de inexigibilidade de aporte financeiro c/c pedido de consignação em pagamento ajuizada por AUGUSTO PULCINELLI JUNIOR, EDIR TAVARES MINUCELLI, BIAGIO ADUCCI, REGIANE EMILIO BAIÃO DOS REIS, ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, HELDER ZANATTA GIL, DANIEL PIRES DE CARVALHO, GISLAINE BALENA DE LIMA, HELENA DE CAMPOS MALACHIAS, FRANCISCO CARLOS MARTINS DE CASTRO, SANDRA REGINA RESCA BARRETO, BOANERGES LOMBARDI E EDNA MORIKUNI em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO ? BANCOOP. Segundo a inicial, os autores, indistintamente, firmaram com a ré contrato de adquisição de unidade imobiliária localizada na Rua Francisco Marengo, 1210, Tatuapé, Conjunto Residencial Jardim Anália Franco. De acordo com o contrato de adesão firmado entre os autores e a ré, o empreendimento seria composto de (i) quatro edifícios, com apartamentos de três dormitórios com suíte e cobertura duplex, com um, duas ou três vagas de garagem; (ii) área comum, piscina, salão de festas, salão para sauna, ginástica e quadra poliesportiva. O preço estimado das unidades seria de R$ 89.900,00, em 01-12-2000, a ser quitado da seguinte forma: a) entrada; b) 54 parcelas; c) 5 parcelas anuais; d) chaves. A ré, mesmo tendo recebido a totalidade do preço previsto no pacto, não cumpriu sua parte do contrato, deixando de entregar, no prazo fixado, as duas ultima torres di empreendimento e as áreas comuns correspondentes descritas no contrato. E mais: diante da situação de paralisação das obras, a ré, aproveitando-se do momento psicológico favorável a ela, convocou uma assembleia e deliberou oela cobrança de aporte financeiro no expressivo valor de R$ 5.738.948,64. Cada cooperado, assim, ficou obrigado a pagar 48 parcelas que variam de R$ 504,10 para unidades de três dormitórios (cooperados residentes) e R$ 389,29 para unidades de três dormitórios (cooperados não residentes). Entretanto, defendem os autores que, à luz do contrato firmado e frente aos valores já quitados pelos cooperados que supre o preço de custo, não há possibilidade de

impor aporte financeiro, motivo pelo qual a cobrança não poderá ter seguimento. Assim, pedem a procedência da ação para tornar inexigível para os autores o aporte financeiro pretendido: a) por completa falta de previsão contratual; b) pela ausência de demonstração da necessidade de aporte em face do aumento dos custos da obra; c) pelo revelado exaurimento do preço pago pelos autores para cobrir os custos da obra. Alternativamente, caso o juízo entenda possível a cobrança do aporte, requereram a exclusão da incidência: a) da Tabela Price; b) da Taxa de Administração e Gerenciamento. Com a inicial, os autores juntaram os documentos de fls. 32/576. Tutela antecipada concedida a fls. 577, especialmente para autorizar o depósito em juízo do valor ofertado. A ré, devidamente citada, contestou a fls. 629/669. Em preliminares defendeu: a) continência e conseqüente incompetência absoluta do juízo em face da prevenção da 25ª Vara Cível deste Fórum Central; b) falta interesse processual. No mérito, outrossim, aguarda a improcedência da demanda. Os autores vincularam-se à Cooperativa, tornando-se cooperados, e assinaram o ?Termo de Adesão e Compromisso de Participação?, com o objetivo de adquiri um imóvel construído, sob a coordenação de tal entidade, pelo sistema cooperativo de construção, a preço de custo, pelo autofinanciamento. Diante do défict da obra, cujo preço de custo mostrou-se durante a execução superior ao preço estimado, não exerceram seu papel de cooperado, negando-se a discutir perante a Cooperativa os valores realmente necessários para a conclusão da obra executada pelo preço de custo, apesar da transparência e abertura da atual gestão. Os autores querem a quitação do imóvel pelo mero pagamento do preço estimado, sendo dispensados de pagar o denominado aporte financeiro necessários à continuidade e à conclusão das obras. O aporte exigido pela cooperativa tem base no contrato e é regular. Com a contestação a ré juntou os documentos de fls. 670/934. Réplica a fls. 936/953. É o relatório. II. DAS PRELIMINARES 2. A prevenção foi reconhecida e os autos foram redistribuídos a esse juízo. 3. Não há que se falar em falta de interesse. Com é cediço, o interesse processual está enquadrado na necessidade dos autores de recorrer ao Poder Judiciário para a obtenção daquilo que pretende, independentemente das outras condições da ação (legitimidade e possibilidade jurídica do pedido). Como abordou magistralmente Vicente Greco Filho, para saber se o autor tem ou não interesse processual, cumpre fazer a seguinte indagação: para obter o que pretende o autor necessita da providência jurisdicional pleiteada? Aqui não se indaga se o pedido é legítimo ou não; se é moral ou não. Basta indagar sobre a necessidade, ou seja, sobre a possibilidade ou não de obtenção do resultado por outro meio processual ou extraprocessual. Assim, faltará interesse processual se a via jurisdicional não for indispensável, pois o interesse de agir surge da necessidade de obter do processo a proteção do interesse substancial; pressupõe, pois, a lesão desse interesse e a idoneidade do provimento pleiteado para protegê-lo e satisfazê-lo. Em outras palavras: ?o interesse processual é uma relação de necessidade e de adequação, porque é inútil a provocação da tutela jurisdicional se ela, em tese, não for apta a produzir a correção da lesão argüida na inicial. Haverá, pois, falta de interesse processual se, descrita determinada situação jurídica, a

providência pleiteada não for adequada a essa situação (grifos nossos)? (Direito processual civil, 12ª edição, São Paulo, Saraiva, 1996, v. 1, p. 80-82). Verifica-se, dessa feita, que o interesse processual está qualificado, consoante assevera Rodolfo de Camargo Mancuso (Rodolfo de Camargo Mancuso, Ação civil pública: em defesa do meio ambiente, patrimônio cultural e dos consumidores (Lei n. 7.347/85 e legislação complementar), 2. ed., São Paulo, Revista dos Tribunais, 1992, p. 35), pelo trinômio "necessidade-utilidade-adequação" - "necessidade do recurso ao Judiciário para obter certo bem da vida, seja porque não se logrou obtê-lo pelas vias usuárias, seja porque o próprio Direito Positivo exige a intervenção jurisdicional; adequação do provimento pretendido, isto é, sua idoneidade técnico - jurídica para atender à expectativa do autor; utilidade da via processual eleita: conquanto haja alguma dissensão doutrinária a respeito desse quesito, parece-nos que ele integra a compreensão do interesse processual, já que o acesso à tutela jurisdicional tem por pressuposto o fato de que a medida pleiteada será útil, na ordem prática, ao autor" (grifos nossos). Em outras palavras: o interesse de agir, entende Cândido Rangel Dinamarco, reside na "utilidade do provimento jurisdicional", no que se reporta aos ensinamentos de Liebman (Cândido Rangel Dinamarco, Execução civil, 4ª. edição, São Paulo, Malheiros, 1994, p. 400). Trata-se de "uma condição vinculada estreitamente ao princípio de economia processual e resulta da utilidade e/ou necessidade da atuação da jurisdição e da adequação da via processual escolhida aos fins objetivados pelo processo emergente da ação proposta" (grifos nossos) (Donaldo Armelin, Condições da ação no processo civil brasileiro, Publicações da Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo, convênio TJES/Amages, 1987). Pois bem. Os autores não querem pagar o aporte financeiro exigido pela ré. Diante da resistência da ré, impossível afastar a necessidade do provimento jurisdicional pleiteado pelos autores. É o quanto suficiente para a rejeição da objeção. III. DO SANEADOR E DAS PROVAS 4. Partes legítimas e bem representadas. Estão presentes as condições da ação e os pressupostos processuais. Dou o feito por SANEADO. 4.1 A controvérsia que demanda produção de provas está vinculada à discussão quanto à prova da quitação do efetivo preço de custo do imóvel e à regularidade da cobrança do aporte financeiro. Para tanto, além da prova oral e documental, defiro a produção de provas periciais de engenharia e de contabilidade. Para a perícia de engenharia, nomeio o perito OTÁVIO GALVÃO; já para a perícia contábil, o contador JUBRAY SACHI. A ré deverá depositar os honorários provisórios dos peritos fixados em R$ 4.000,00 (quatro mil reais), para cada um, haja vista a extensão da prova, em cinco dias, sob pena de preclusão, nos moldes do artigo 33 do CPC, na forma do protesto de fls. 1913/1914 [os autores não pediram a produção de prova pericial ? ver fls. 1050]. 4.2 Os laudos periciais deverão ser apresentados em 60 dias, sendo que a dilação de prazo, em caso excepcional, somente será autorizada uma única vez (art. 432 do CPC). 4.3 Anoto que os peritos poderão se valer, para a elaboração dos laudos, de todos os meios necessários, ?ouvindo testemunhas, obtendo informações, solicitando documentos que estejam em poder das partes ou em repartições públicas, bem como instruir o

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laudo com plantas, desenhos, fotografias e outras quaisquer peças? (art. 429 do CPC). 4.4 Faculto às partes a indicação de assistentes técnicos e formulação de quesitos, em cinco dias (art. 421, § 1º, do CPC). 4.5. Em cumprimento ao artigo 431-A do CPC, os peritos deverão, em cinco dias, indicar a data, o horário e o lugar para o início das perícias, dando-se ciência às partes. 4.6 Advirto às partes que o comando do artigo 431-A tem em mira apenas a facilitação da tarefa dos assistentes técnicos eventualmente indicados, vale dizer, para possibilitar ?que tenham acesso aos mesmos dados do perito e que acompanhem a colheita desses, eventualmente contribuindo para tanto e fazendo sugestões, além de registrarem os elementos que lhes pareçam interessantes no âmbito dessas mesmas diligências, criando maior embasamento para eventuais críticas. Não têm os assistentes, entretanto, qualquer poder de interferência sobre o trabalho do vistor oficial, que segue tendo plena liberdade para a escolha e execução de método que lhe pareça mais apropriado?. E mais: ?a lei fala em início dos trabalhos; após esse primeiro momento, não é evidentemente necessário que o perito decline permanentemente nos autos cada um dos seus passos? (FÁBIO TABOSA, Código de Processo Civil Interpretado [coord. Antonio Carlos Marcato], 2ª edição, São Paulo, Atlas, 2005, p. 1368). 4.7 Oportunamente, designarei audiência de instrução, debates e julgamento. Int. Despacho Proferido V. I. DA DEMANDA 1. Cuida-se de ação de inexigibilidade de aporte financeiro c/c pedido de consignação em pagamento ajuizada por AUGUSTO PULCINELLI JUNIOR, EDIR TAVARES MINUCELLI, BIAGIO ADUCCI, REGIANE EMILIO BAIÃO DOS REIS, ANTONIO GUILHERME LEONE MOLINA, HELDER ZANATTA GIL, DANIEL PIRES DE CARVALHO, GISLAINE BALENA DE LIMA, HELENA DE CAMPOS MALACHIAS, FRANCISCO CARLOS MARTINS DE CASTRO, SANDRA REGINA RESCA BARRETO, BOANERGES LOMBARDI E EDNA MORIKUNI em face da COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO ? BANCOOP. Segundo a inicial, os autores, indistintamente, firmaram com a ré contrato de adquisição de unidade imobiliária localizada na Rua Francisco Marengo, 1210, Tatuapé, Conjunto Residencial Jardim Anália Franco. De acordo com o contrato de adesão firmado entre os autores e a ré, o empreendimento seria composto de (i) quatro edifícios, com apartamentos de três dormitórios com suíte e cobertura duplex, com um, duas ou três vagas de garagem; (ii) área comum, piscina, salão de festas, salão para sauna, ginástica e quadra poliesportiva. O preço estimado das unidades seria de R$ 89.900,00, em 01-12-2000, a ser quitado da seguinte forma: a) entrada; b) 54 parcelas; c) 5 parcelas anuais; d) chaves. A ré, mesmo tendo recebido a totalidade do preço previsto no pacto, não cumpriu sua parte do contrato, deixando de entregar, no prazo fixado, as duas ultima torres di empreendimento e as áreas comuns correspondentes descritas no contrato. E mais: diante da situação de paralisação das obras, a ré, aproveitando-se do momento psicológico favorável a ela, convocou uma assembleia e deliberou oela cobrança de aporte financeiro no expressivo valor de R$ 5.738.948,64. Cada cooperado, assim, ficou obrigado a pagar 48 parcelas que variam de R$ 504,10 para unidades de três

dormitórios (cooperados residentes) e R$ 389,29 para unidades de três dormitórios (cooperados não residentes). Entretanto, defendem os autores que, à luz do contrato firmado e frente aos valores já quitados pelos cooperados que supre o preço de custo, não há possibilidade de impor aporte financeiro, motivo pelo qual a cobrança não poderá ter seguimento. Assim, pedem a procedência da ação para tornar inexigível para os autores o aporte financeiro pretendido: a) por completa falta de previsão contratual; b) pela ausência de demonstração da necessidade de aporte em face do aumento dos custos da obra; c) pelo revelado exaurimento do preço pago pelos autores para cobrir os custos da obra. Alternativamente, caso o juízo entenda possível a cobrança do aporte, requereram a exclusão da incidência: a) da Tabela Price; b) da Taxa de Administração e Gerenciamento. Com a inicial, os autores juntaram os documentos de fls. 32/576. Tutela antecipada concedida a fls. 577, especialmente para autorizar o depósito em juízo do valor ofertado. A ré, devidamente citada, contestou a fls. 629/669. Em preliminares defendeu: a) continência e conseqüente incompetência absoluta do juízo em face da prevenção da 25ª Vara Cível deste Fórum Central; b) falta interesse processual. No mérito, outrossim, aguarda a improcedência da demanda. Os autores vincularam-se à Cooperativa, tornando-se cooperados, e assinaram o ?Termo de Adesão e Compromisso de Participação?, com o objetivo de adquiri um imóvel construído, sob a coordenação de tal entidade, pelo sistema cooperativo de construção, a preço de custo, pelo autofinanciamento. Diante do défict da obra, cujo preço de custo mostrou-se durante a execução superior ao preço estimado, não exerceram seu papel de cooperado, negando-se a discutir perante a Cooperativa os valores realmente necessários para a conclusão da obra executada pelo preço de custo, apesar da transparência e abertura da atual gestão. Os autores querem a quitação do imóvel pelo mero pagamento do preço estimado, sendo dispensados de pagar o denominado aporte financeiro necessários à continuidade e à conclusão das obras. O aporte exigido pela cooperativa tem base no contrato e é regular. Com a contestação a ré juntou os documentos de fls. 670/934. Réplica a fls. 936/953. É o relatório. II. DAS PRELIMINARES 2. A prevenção foi reconhecida e os autos foram redistribuídos a esse juízo. 3. Não há que se falar em falta de interesse. Com é cediço, o interesse processual está enquadrado na necessidade dos autores de recorrer ao Poder Judiciário para a obtenção daquilo que pretende, independentemente das outras condições da ação (legitimidade e possibilidade jurídica do pedido). Como abordou magistralmente Vicente Greco Filho, para saber se o autor tem ou não interesse processual, cumpre fazer a seguinte indagação: para obter o que pretende o autor necessita da providência jurisdicional pleiteada? Aqui não se indaga se o pedido é legítimo ou não; se é moral ou não. Basta indagar sobre a necessidade, ou seja, sobre a possibilidade ou não de obtenção do resultado por outro meio processual ou extraprocessual. Assim, faltará interesse processual se a via jurisdicional não for indispensável, pois o interesse de agir surge da necessidade de obter do processo a proteção do interesse substancial; pressupõe, pois, a lesão desse interesse e a idoneidade do provimento pleiteado para protegê-lo e satisfazê-lo. Em outras palavras: ?o interesse

processual é uma relação de necessidade e de adequação, porque é inútil a provocação da tutela jurisdicional se ela, em tese, não for apta a produzir a correção da lesão argüida na inicial. Haverá, pois, falta de interesse processual se, descrita determinada situação jurídica, a providência pleiteada não for adequada a essa situação (grifos nossos)? (Direito processual civil, 12ª edição, São Paulo, Saraiva, 1996, v. 1, p. 80-82). Verifica-se, dessa feita, que o interesse processual está qualificado, consoante assevera Rodolfo de Camargo Mancuso (Rodolfo de Camargo Mancuso, Ação civil pública: em defesa do meio ambiente, patrimônio cultural e dos consumidores (Lei n. 7.347/85 e legislação complementar), 2. ed., São Paulo, Revista dos Tribunais, 1992, p. 35), pelo trinômio "necessidade-utilidade-adequação" - "necessidade do recurso ao Judiciário para obter certo bem da vida, seja porque não se logrou obtê-lo pelas vias usuárias, seja porque o próprio Direito Positivo exige a intervenção jurisdicional; adequação do provimento pretendido, isto é, sua idoneidade técnico - jurídica para atender à expectativa do autor; utilidade da via processual eleita: conquanto haja alguma dissensão doutrinária a respeito desse quesito, parece-nos que ele integra a compreensão do interesse processual, já que o acesso à tutela jurisdicional tem por pressuposto o fato de que a medida pleiteada será útil, na ordem prática, ao autor" (grifos nossos). Em outras palavras: o interesse de agir, entende Cândido Rangel Dinamarco, reside na "utilidade do provimento jurisdicional", no que se reporta aos ensinamentos de Liebman (Cândido Rangel Dinamarco, Execução civil, 4ª. edição, São Paulo, Malheiros, 1994, p. 400). Trata-se de "uma condição vinculada estreitamente ao princípio de economia processual e resulta da utilidade e/ou necessidade da atuação da jurisdição e da adequação da via processual escolhida aos fins objetivados pelo processo emergente da ação proposta" (grifos nossos) (Donaldo Armelin, Condições da ação no processo civil brasileiro, Publicações da Escola da Magistratura do Estado do Espírito Santo, convênio TJES/Amages, 1987). Pois bem. Os autores não querem pagar o aporte financeiro exigido pela ré. Diante da resistência da ré, impossível afastar a necessidade do provimento jurisdicional pleiteado pelos autores. É o quanto suficiente para a rejeição da objeção. III. DO SANEADOR E DAS PROVAS 4. Partes legítimas e bem representadas. Estão presentes as condições da ação e os pressupostos processuais. Dou o feito por SANEADO. 4.1 A controvérsia que demanda produção de provas está vinculada à discussão quanto à prova da quitação do efetivo preço de custo do imóvel e à regularidade da cobrança do aporte financeiro. Para tanto, além da prova oral e documental, defiro a produção de provas periciais de engenharia e de contabilidade. Para a perícia de engenharia, nomeio o perito OTÁVIO GALVÃO; já para a perícia contábil, o contador JUBRAY SACHI. A ré deverá depositar os honorários provisórios dos peritos fixados em R$ 4.000,00 (quatro mil reais), para cada um, haja vista a extensão da prova, em cinco dias, sob pena de preclusão, nos moldes do artigo 33 do CPC, na forma do protesto de fls. 1913/1914 [os autores não pediram a produção de prova pericial ? ver fls. 1050]. 4.2 Os laudos periciais deverão ser apresentados em 60 dias, sendo que a dilação de prazo, em caso excepcional, somente será autorizada uma única vez (art.

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432 do CPC). 4.3 Anoto que os peritos poderão se valer, para a elaboração dos laudos, de todos os meios necessários, ?ouvindo testemunhas, obtendo informações, solicitando documentos que estejam em poder das partes ou em repartições públicas, bem como instruir o laudo com plantas, desenhos, fotografias e outras quaisquer peças? (art. 429 do CPC). 4.4 Faculto às partes a indicação de assistentes técnicos e formulação de quesitos, em cinco dias (art. 421, § 1º, do CPC). 4.5. Em cumprimento ao artigo 431-A do CPC, os peritos deverão, em cinco dias, indicar a data, o horário e o lugar para o início das perícias, dando-se ciência às partes. 4.6 Advirto às partes que o comando do artigo 431-A tem em mira apenas a facilitação da tarefa dos assistentes técnicos eventualmente indicados, vale dizer, para possibilitar ?que tenham acesso aos mesmos dados do perito e que acompanhem a colheita desses, eventualmente contribuindo para tanto e fazendo sugestões, além de registrarem os elementos que lhes pareçam interessantes no âmbito dessas mesmas diligências, criando maior embasamento para eventuais críticas. Não têm os assistentes, entretanto, qualquer poder de interferência sobre o trabalho do vistor oficial, que segue tendo plena liberdade para a escolha e execução de método que lhe pareça mais apropriado?. E mais: ?a lei fala em início dos trabalhos; após esse primeiro momento, não é evidentemente necessário que o perito decline permanentemente nos autos cada um dos seus passos? (FÁBIO TABOSA, Código de Processo Civil Interpretado [coord. Antonio Carlos Marcato], 2ª edição, São Paulo, Atlas, 2005, p. 1368). 4.7 Oportunamente, designarei audiência de instrução, debates e julgamento. Int. <SEQMV>D18882301</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1909 - V. 1. Considerando a petição de fls. 1525/1531, o processo terá prosseguimento regular, afastando-se, por, a aplicação do art. 104 do CDC. 2. Em razão disso, digam as partes quanto ao interesse na produção de provas (pericial, oral etc). 3. No silêncio ou negativa, tornem ao julgamento antecipado da lide (com todos os volumes). Int. Despacho Proferido V. 1. Considerando a petição de fls. 1525/1531, o processo terá prosseguimento regular, afastando-se, por, a aplicação do art. 104 do CDC. 2. Em razão disso, digam as partes quanto ao interesse na produção de provas (pericial, oral etc). 3. No silêncio ou negativa, tornem ao julgamento antecipado da lide (com todos os volumes). Int. <SEQMV>D18841948</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1891 - V. Os levantamentos estão suspensos por decisão da 6ª Câmara de Direito Privado (ver acórdão de fls. 1883/1890). Int. Despacho Proferido V. Os levantamentos estão suspensos por decisão da 6ª Câmara de Direito Privado (ver acórdão de fls. 1883/1890). Int. <SEQMV>D18676518</SEQMV> Incidente Recursal Incidente Recursal 583.00.2007.135799-0/000002-000 Instaurado em 25/03/2010

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Data da Publicação SIDAP Fls. 1805 - Fls. 1525/1788 e 1796/1802. Inicialmente, defiro o derradeiro prazo de 15 (quinze) dias para que os autores apresentem planilha indicando os valores depositados, com o nome dos autores. Após, tornem os autos conclusos. Int. Despacho Proferido Fls. 1525/1788 e 1796/1802. Inicialmente, defiro o derradeiro prazo de 15 (quinze) dias para que os autores apresentem planilha indicando os valores depositados, com o nome dos autores. Após, tornem os autos conclusos. Int. <SEQMV>D18500102</SEQMV> Data da Publicação SIDAP (Cancelada) Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: Ciência dos depósitos de fls.1792 ? R$ 497,58 e fls.1793 R$ 3.759,43. Nada mais. Despacho Proferido (Cancelada) Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: Ciência dos depósitos de fls.1792 ? R$ 497,58 e fls.1793 R$ 3.759,43. Nada mais. <SEQMV>D18424297</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1791 - V. Diga a ré sobre os documentos de fls. 1532/1788, em cinco dias (art. 398). Int. Despacho Proferido V. Diga a ré sobre os documentos de fls. 1532/1788, em cinco dias (art. 398). Int. <SEQMV>D18368717</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1524 - Fls. 1512/1521. Digam os autores. Após, cls. Int. Despacho Proferido Fls. 1512/1521. Digam os autores. Após, cls. Int. <SEQMV>D18221784</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: Ciência do oficio da Nossa Caixa (fls.1506) R$ 5574,80 , descontados os valores referentes aos cheques sem fundo e do depósito de fls., 1510 ? R$ 7.701,53. Nada mais. Despacho Proferido Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: Ciência do oficio da Nossa Caixa (fls.1506) R$ 5574,80 , descontados os valores referentes aos cheques sem fundo e do depósito de fls., 1510 ? R$ 7.701,53. Nada mais. <SEQMV>D18040143</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1505 - V. Diga a ré. Int. Despacho Proferido V. Diga a ré. Int. <SEQMV>D18003618</SEQMV> Processo Apensado Processo 583.00.2009.118012-6/000000-000 apensado em 18/06/2009

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Data da Publicação SIDAP Fls. 1477 - Aguarde-se o julgamento do recurso de agravo. Int. Despacho Proferido Aguarde-se o julgamento do recurso de agravo. Int. <SEQMV>D17628114</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1474 - Informem os autores sobre o julgamento do recurso de agravo interposto contra a decisão de fls. 1356. Após, cls. Int. Despacho Proferido Informem os autores sobre o julgamento do recurso de agravo interposto contra a decisão de fls. 1356. Após, cls. Int. <SEQMV>D17533903</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1402 - C E R T I D Ã O CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência dos depósitos efetuados ,fl 1400 R$ 7.017,99 , fl 1401 R$ 7.516,06 .? Despacho Proferido C E R T I D Ã O CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: ?Ciência dos depósitos efetuados ,fl 1400 R$ 7.017,99 , fl 1401 R$ 7.516,06 .? <SEQMV>D17223846</SEQMV> Despacho Proferido 1- Mantenho a decisão agravada. 2- Seguem as informações. <SEQMV>D16965684</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1358 - CERTIDÃO Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do art. 162, § 4.º, C.P.C.: ?guia à disposição do banco requerido para retirada? Despacho Proferido CERTIDÃO Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do art. 162, § 4.º, C.P.C.: ?guia à disposição do banco requerido para retirada? <SEQMV>D16931119</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1356 - V. 1. Fls. 1327 (item i). Defiro. O levantamento das importâncias foi deferido pela Sexta Câmara de Direito Privado quando do julgamento do AI n. 510.896-4/6-00, j. 27-09-2007, rel. Des. ENCINAS MANFRE (ver acórdão de fls. 1206/1211). Com feito, a suspensão do processo determinada a fls. 1189 na forma do artigo 104 do CDC não pode abalar a decisão favorável à pretensão da ré e tomada anteriormente. Em suma, em cumprimento ao v. acórdão, expeçam-se mandados de levantamento em favor da ré. 2. Fls. 1327 (item iii). Apresentem os autores planilha explicativa contendo, de forma detalhada, o nome dos autores, data e valores de todos os depósitos realizados nestes autos. 3. Após, apreciarei o pedido de declaração da perda da eficácia da decisão antecipatória ? fls. 1327 (item ii). Int. Despacho Proferido

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V. 1. Fls. 1327 (item i). Defiro. O levantamento das importâncias foi deferido pela Sexta Câmara de Direito Privado quando do julgamento do AI n. 510.896-4/6-00, j. 27-09-2007, rel. Des. ENCINAS MANFRE (ver acórdão de fls. 1206/1211). Com feito, a suspensão do processo determinada a fls. 1189 na forma do artigo 104 do CDC não pode abalar a decisão favorável à pretensão da ré e tomada anteriormente. Em suma, em cumprimento ao v. acórdão, expeçam-se mandados de levantamento em favor da ré. 2. Fls. 1327 (item iii). Apresentem os autores planilha explicativa contendo, de forma detalhada, o nome dos autores, data e valores de todos os depósitos realizados nestes autos. 3. Após, apreciarei o pedido de declaração da perda da eficácia da decisão antecipatória ? fls. 1327 (item ii). Int. <SEQMV>D16802150</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1311 - Diga a ré, em cinco dias, sobre os documentos de fls. 1255/1308 (art. 398). Após, cls. Int. Despacho Proferido Diga a ré, em cinco dias, sobre os documentos de fls. 1255/1308 (art. 398). Após, cls. Int. <SEQMV>D16530276</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1222 - Digam os autores sobre o pedido de levantamento apresentado pela ré a fls. 1192/1195. Int. Despacho Proferido Digam os autores sobre o pedido de levantamento apresentado pela ré a fls. 1192/1195. Int. <SEQMV>D16269149</SEQMV> Aguardando Providências CERTIFICO que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do artigo 162, parágrafo 4º do C.P.C.: e da Portaria 02/94- Concedido o prazo de 10 dias, conforme requerido pelo AUTOR às fls. 92 No silêncio será dado cumprimento ao art. 267,§ 1º do C.P.C. Data da Publicação SIDAP Fls. 1189 - 1- Mantenho a decisão agravada. 2- No mais, suspendo o processo, nos termos do artigo 104 do CDC. Int. Despacho Proferido 1- Mantenho a decisão agravada. 2- No mais, suspendo o processo, nos termos do artigo 104 do CDC. Int. <SEQMV>D15907914</SEQMV> Despacho Proferido Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do art. 162, § 4.º, C.P.C.: ?o advogado do autor deverá devolver os autos em Cartório no prazo de 24 horas, sob pena de busca e apreensão? <SEQMV>D15766979</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Certifico que remeto à publicação do Diário Oficial, nos termos do art. 162, § 4.º, C.P.C.: ?o advogado do autor deverá devolver os autos em Cartório no prazo de 24 horas, sob pena de busca e apreensão? Data da Publicação SIDAP Fls. 1151 - Fls. 1138/1146. Anote-se o agravo retido interposto na capa dos autos. Manifestem-se os agravado no prazo de 10 dias. Após, tornem

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conclusos para a sustentação da decisão ou sua reforma, nos termos do art. 523, §2º, parte final do CPC. Int. Despacho Proferido Fls. 1138/1146. Anote-se o agravo retido interposto na capa dos autos. Manifestem-se os agravado no prazo de 10 dias. Após, tornem conclusos para a sustentação da decisão ou sua reforma, nos termos do art. 523, §2º, parte final do CPC. Int. <SEQMV>D15425766</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1123-1124 - V. 1. Este processo foi distribuído a esta Vara em razão da ação coletiva proposta pela Associação dos Adquirentes de Apartamentos do Condomínio Edifício Residencial Jardim Anália Franco (autos nº 583.00.2006.158529-2). 2. Como se sabe, ?as ações coletivas, previstas nos incisos I e II do parágrafo único do art. 81, não induzem litispendência para as ações individuais, mas os efeitos da coisa julgada erga omnes ou ultra partes a que aludem os incisos II e III do artigo anterior não beneficiarão os autores das ações individuais, se não for requerida a sua suspensão no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da ciência nos autos do ajuizamento da ação coletiva? (art. 104 do CDC). 3. Em razão disso, digam os autores quanto ao interesse na suspensão do presente processo. Do contrário, não serão beneficiados caso o julgamento da ação coletiva seja de procedência, na forma do art. 104 do CDC. 4. Cumprido o item 3, tornem conclusos. Int. Despacho Proferido V. 1. Este processo foi distribuído a esta Vara em razão da ação coletiva proposta pela Associação dos Adquirentes de Apartamentos do Condomínio Edifício Residencial Jardim Anália Franco (autos nº 583.00.2006.158529-2). 2. Como se sabe, ?as ações coletivas, previstas nos incisos I e II do parágrafo único do art. 81, não induzem litispendência para as ações individuais, mas os efeitos da coisa julgada erga omnes ou ultra partes a que aludem os incisos II e III do artigo anterior não beneficiarão os autores das ações individuais, se não for requerida a sua suspensão no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da ciência nos autos do ajuizamento da ação coletiva? (art. 104 do CDC). 3. Em razão disso, digam os autores quanto ao interesse na suspensão do presente processo. Do contrário, não serão beneficiados caso o julgamento da ação coletiva seja de procedência, na forma do art. 104 do CDC. 4. Cumprido o item 3, tornem conclusos. Int. <SEQMV>D15195866</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1117 - Diga a ré, especialmente diante do documento de fls. 1116, na forma do art. 398 do C.P.C. Após, cls. Int. Despacho Proferido Diga a ré, especialmente diante do documento de fls. 1116, na forma do art. 398 do C.P.C. Após, cls. Int. <SEQMV>D14783054</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Expeça-se o auto de constatação, na forma pleiteada pelos autores. Após, digam e conclusos. Int. - Fls. 1097: manifestem-se os autores acerca da certidão do oficiala de justiça no auto de constatação.

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Despacho Proferido Expeça-se o auto de constatação, na forma pleiteada pelos autores. Após, digam e conclusos. Int. - Fls. 1097: manifestem-se os autores acerca da certidão do oficiala de justiça no auto de constatação. <SEQMV>D13966617</SEQMV> Despacho Proferido J. sim, se em termos. <SEQMV>D13914697</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1078 - Aguarde-se o cumprimento do comando de fls. 2412 dos autos n. 583.00.2006.158529-2. Após, cls. Int. Despacho Proferido Aguarde-se o cumprimento do comando de fls. 2412 dos autos n. 583.00.2006.158529-2. Após, cls. Int. <SEQMV>D13775911</SEQMV> Data da Publicação SIDAP o advogado do autor deverá devolver os autos em Cartório no prazo de 24 horas, sob pena de busca e apreensão. OBS: a verificação deu-se no dia 14/01, às 18:00h; assim, referida cobrança não considera baixas ocorridas posteriormente Despacho Proferido o advogado do autor deverá devolver os autos em Cartório no prazo de 24 horas, sob pena de busca e apreensão. OBS: a verificação deu-se no dia 14/01, às 18:00h; assim, referida cobrança não considera baixas ocorridas posteriormente <SEQMV>D13469048</SEQMV> Data da Publicação SIDAP Fls. 1074/1076 - Vistos. Cuida-se de ação ordinária ajuizada por Augusto Pulcinelli Junior e outros em face de Cooperativa Habitacional dos Bancários ? Bancoop, almejando, em suma, a declaração de inexigibilidade do aporte financeiro exigido pela requerida dos adquirentes do conjunto residencial denominado ?Residencial Jardim Anália Franco?. Sustentam, para tanto, que não há previsão contratual do mencionado aporte, além do que não foi demonstrada sua necessidade, até porque o valor arrecadado já superou os custos totais da construção. Pleitearam a concessão de tutela antecipada para que possam proceder ao depósito em juízo do valor cobrado, mês a mês, evitando-se, assim, os efeitos da mora. A antecipação da tutela foi deferida (fls. 579). Contra a decisão foi tirado agravo de instrumento, ao qual foi dado parcial provimento (fls. 1062/1067). A ré foi citada (fls. 586) e apresentou contestação (fls. 629/669). Houve réplica (fls. 936/953). As partes especificaram as provas que desejam produzir (fls. 1034/1035 e 1049/1050). Os autos foram remetidos a este juízo por força da decisão de fls. 1060. Assim os autos. Impõe-se, de fato, o reconhecimento da existência de conexão entre a presente ação e a ação civil pública que tramita perante este juízo sob o n° 06.158529-2, diante da identidade da causa petendi. Por conseguinte, a fim de evitar decisões conflitantes, as ações serão decididas simultaneamente. Observo que não há óbice algum a que se verifique conexão entre ação coletiva e individual. Neste sentido: PROCESSUAL CIVIL - Ação individual extinção do processo - Sem julgamento de mérito - Falta de interesse de

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agir reconhecida em razão da existência de ação civil pública em trâmite versando sobre os direitos pleiteados individualmente - Não caracterização da carência de ação nessa hipótese - Possibilidade de convivência entre a ação individual e a ação civil pública - Caso de utilização da conexão e da continência para serem evitadas decisões contraditórias - Anulação da sentença - Provimento do recurso. (TRF3ªR - Ap. Cível nº 990399050854.1 - 5ª T - Rel. Des. Fed. Suzana Camargo DJU 08.02.00). Não há necessidade de apensamento dos autos, posto que a providência só dificultaria o seu manuseio, porém ambos deverão sempre vir à conclusão conjuntamente. Aguarde-se, pois, o cumprimento do determinado nesta data nos autos da ação principal. Int. Despacho Proferido Vistos. Cuida-se de ação ordinária ajuizada por Augusto Pulcinelli Junior e outros em face de Cooperativa Habitacional dos Bancários ? Bancoop, almejando, em suma, a declaração de inexigibilidade do aporte financeiro exigido pela requerida dos adquirentes do conjunto residencial denominado ?Residencial Jardim Anália Franco?. Sustentam, para tanto, que não há previsão contratual do mencionado aporte, além do que não foi demonstrada sua necessidade, até porque o valor arrecadado já superou os custos totais da construção. Pleitearam a concessão de tutela antecipada para que possam proceder ao depósito em juízo do valor cobrado, mês a mês, evitando-se, assim, os efeitos da mora. A antecipação da tutela foi deferida (fls. 579). Contra a decisão foi tirado agravo de instrumento, ao qual foi dado parcial provimento (fls. 1062/1067). A ré foi citada (fls. 586) e apresentou contestação (fls. 629/669). Houve réplica (fls. 936/953). As partes especificaram as provas que desejam produzir (fls. 1034/1035 e 1049/1050). Os autos foram remetidos a este juízo por força da decisão de fls. 1060. Assim os autos. Impõe-se, de fato, o reconhecimento da existência de conexão entre a presente ação e a ação civil pública que tramita perante este juízo sob o n° 06.158529-2, diante da identidade da causa petendi. Por conseguinte, a fim de evitar decisões conflitantes, as ações serão decididas simultaneamente. Observo que não há óbice algum a que se verifique conexão entre ação coletiva e individual. Neste sentido: PROCESSUAL CIVIL - Ação individual extinção do processo - Sem julgamento de mérito - Falta de interesse de agir reconhecida em razão da existência de ação civil pública em trâmite versando sobre os direitos pleiteados individualmente - Não caracterização da carência de ação nessa hipótese - Possibilidade de convivência entre a ação individual e a ação civil pública - Caso de utilização da conexão e da continência para serem evitadas decisões contraditórias - Anulação da sentença - Provimento do recurso. (TRF3ªR - Ap. Cível nº 990399050854.1 - 5ª T - Rel. Des. Fed. Suzana Camargo - DJU 08.02.00). Não há necessidade de apensamento dos autos, posto que a providência só dificultaria o seu manuseio, porém ambos deverão sempre vir à conclusão conjuntamente. Aguarde-se, pois, o cumprimento do determinado nesta data nos autos da ação principal. Int. <SEQMV>D13049863</SEQMV> Recebimento de Carga Recebimento de Carga sob nº 391316

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21/11/2007 10/11/2007

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Carga à Vara Interna Carga à Vara Interna sob nº 391316 - Local Origem: 630Distribuidor(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Local Destino: 595-25ª. Vara Cível(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Data de Envio: 21/11/2007 Data de Recebimento: 21/11/2007 Previsão de Retorno: Sem prev. retorno Vol.: 1 Processo Redistribuído Processo Redistribuído por Prevenção da 1ª. Vara Cível p/ 25ª. Vara Cível Recebimento de Carga Recebimento de Carga sob nº 390765 Carga ao Distribuidor Carga ao Distribuidor sob nº 390765 - Local Origem: 571-1ª. Vara Cível(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Local Destino: 630Distribuidor(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Data de Envio: 21/11/2007 Data de Recebimento: 21/11/2007 Previsão de Retorno: Sem prev. retorno Vol.: Todos Remessa a Origem Remetido a Sala de Audiência para autuação em 21/11/2007. Remessa ao Setor Remetido ao Distribuidor p/ remeter p/ a 25º Ofício Cível co todos os volumes Conclusos Conclusos ao Juiz da 25ª vara cível Data da Publicação SIDAP Vistos. Para o fim de se evitar eventual prejuízo às partes e possíveis decisões conflitantes, em face da argüição de incompetência deste Juízo para o conhecimento e decisão, por prevenção e continência (contestação e manifestação de fls. 1021/1022), remetam-se os autos do processo ao MM.Juízo da 25ª Vara Cível Central da Capital para deliberar sobre o argüido pela Ré, principalmente porque há alegação de ação com causa de pedir e pedido mais amplos, de caráter coletivo e dotada de pólo ativo idêntico em relação a oito (08) dos autores desta demanda que, se pertinentes, realmente determinariam a alteração da competência por distribuição livre (CPC,arts. 104 e 105). Em caso de aceitação da competência, este Juízo aguarda comunicação, por oficio, para anotações nos registros. Caso contrário, independentemente de suscitação de conflito negativo de competência, moroso por natureza, aguardo a devolução dos autos para prosseguimento. Int. Aguardando Publicação Aguardando Publicação 31/10 Despacho Proferido Vistos. Para o fim de se evitar eventual prejuízo às partes e possíveis decisões conflitantes, em face da argüição de incompetência deste Juízo para o conhecimento e decisão, por prevenção e continência (contestação e manifestação de fls. 1021/1022), remetam-se os autos do processo ao MM.Juízo da 25ª Vara Cível Central da Capital para deliberar sobre o argüido pela Ré, principalmente porque há alegação de ação com causa

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22/10/2007 18/09/2007 14/09/2007

12/09/2007 10/09/2007

05/09/2007 03/08/2007 03/08/2007

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de pedir e pedido mais amplos, de caráter coletivo e dotada de pólo ativo idêntico em relação a oito (08) dos autores desta demanda que, se pertinentes, realmente determinariam a alteração da competência por distribuição livre (CPC,arts. 104 e 105). Em caso de aceitação da competência, este Juízo aguarda comunicação, por oficio, para anotações nos registros. Caso contrário, independentemente de suscitação de conflito negativo de competência, moroso por natureza, aguardo a devolução dos autos para prosseguimento. Int. <SEQMV>D12740215</SEQMV> Incidente Recursal Incidente Recursal 583.00.2007.135799-8/000001-000 Instaurado em 23/10/2007 Conclusos Conclusos 22/10 Aguardando Juntada Aguardando Juntada 18/09 Data da Publicação SIDAP Fls. 1008: - Fls. 955/956: Mantenho a tutela deferida nesta ação e esclareço que foi restabelecida a tutela antecipada na ação nº 2007.156068-9, em trâmite neste Juízo. Eventual decisão administrativa do M.P. não produz efeitos nesta ação judicial. Dê-se vista de fls. 966/007 à ré. Especifiquem as partes eventuais provas que pretendem produzir ou esclareçam se concordam com o julgamento antecipado. Int. , Aguardando Publicação imprensa 14/9 Despacho Proferido Fls. 955/956: Mantenho a tutela deferida nesta ação e esclareço que foi restabelecida a tutela antecipada na ação nº 2007.156068-9, em trâmite neste Juízo. Eventual decisão administrativa do M.P. não produz efeitos nesta ação judicial. Dê-se vista de fls. 966/007 à ré. Especifiquem as partes eventuais provas que pretendem produzir ou esclareçam se concordam com o julgamento antecipado. Int. , <SEQMV>D12167326</SEQMV> Conclusos Conclusos 05/09 Aguardando Juntada Aguardando Juntada - Junt. 03/08. Aguardando Juntada - Junt. 03/08. Aguardando Devolução de Autos Aguardando Devolução de Autos - autos devolvidos pelo adv. autor em 03/08 (os 04 e 05 volumes - tem petição). Aguardando Devolução de Autos - autos devolvidos pelo adv. autor em 03/08 (os 04 e 05 volumes tem petição). Aguardando Devolução de Autos Em carga com o advogado do autor desde 20/07 (o 4º e 5º volumes). Data da Publicação SIDAP Fls. 629/934: - C. 500: Ciência da juntada da contestação: Manifeste-se o(a) autor(a).

18/07/2007

Despacho Proferido C. 500: Ciência da juntada da contestação: Manifeste-se o(a) autor(a). <SEQMV>D11520740</SEQMV> 15/06/2007 Despacho Proferido C. 500: FLs. 590/615: Mantenho a decisão agravada por seus próprios e jurídicos fundamentos. Aguarde-se eventual pedido de informação por 10 dias. Int. <SEQMV>D11131318</SEQMV> 15/06/2007 Data da Publicação SIDAP Fls. 615: - C. 500: FLs. 590/615: Mantenho a decisão agravada por seus próprios e jurídicos fundamentos. Aguarde-se eventual pedido de informação por 10 dias. Int. 12/04/2007 Data da Publicação SIDAP Fls. 579Vistos. I-Defiro a tutela postulada pelos autores, para o fim de viabilizar o depósito em juízo do valor cobrado, mês a mês decorrente do aporte financeiro objeto de assembléia geral. II-Juntem os autores, no prazo de 48 horas as guias de custas e procurações, com os respectivos recolhimentos de mandato, sob pena de extinção. Expeça-se mandado de tutela e citação da ré, com as advertências legais. Int. Certidão de fls. 579vº: expedido mandado de citação porém não liberado por falta de diligência. 11/04/2007 Despacho Proferido Fls. 579Vistos. I-Defiro a tutela postulada pelos autores, para o fim de viabilizar o depósito em juízo do valor cobrado, mês a mês decorrente do aporte financeiro objeto de assembléia geral. II-Juntem os autores, no prazo de 48 horas as guias de custas e procurações, com os respectivos recolhimentos de mandato, sob pena de extinção. Expeça-se mandado de tutela e citação da ré, com as advertências legais. Int. Certidão de fls. 579vº: expedido mandado de citação porém não liberado por falta de diligência. <SEQMV>D10435102</SEQMV> 09/04/2007 Recebimento de Carga Recebimento de Carga sob nº 220059 04/04/2007 Carga à Vara Interna Carga à Vara Interna sob nº 220059 - Local Origem: 630Distribuidor(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Local Destino: 571-1ª. Vara Cível(Fórum Central Cível João Mendes Júnior) Data de Envio: 04/04/2007 Data de Recebimento: 09/04/2007 Previsão de Retorno: Sem prev. retorno Vol.: 1 04/04/2007 Processo Distribuído Processo Distribuído por Sorteio p/ 1ª. Vara Cível Incidentes, ações incidentais, recursos e execuções de sentenças Recebido em Classe 03/04/2007 03/04/2007 03/04/2007 03/04/2007 Petições diversas Agravo de Instrumento (1010507-53.2007.8.26.0100) Agravo de Instrumento (1005460-98.2007.8.26.0100) Agravo de Instrumento (1014437-79.2007.8.26.0100) Cumprimento Provisório de Sentença (101668178.2007.8.26.0100)

Não há petições diversas vinculadas a este processo. Audiências Não há Audiências futuras vinculadas a este processo.