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REMOÇÃO E CONTROLE DE FERRO E MANGANÊS EM ÁGUAS PARA CONSUMO HUMANO Tema I : Abastecimento de Água PRIANTI JUNIOR, NELSON G.

1 – Biólogo (UNITAU-1985), Especialista em Saneamento Ambiental (MACKENZIE-1990), e Gestão de Recursos Hídricos e Manejo de Bacias Hidrográficas (UNITAU-2004), Mestre em Ciências Ambientais (UNITAU-2001), Chefe da Divisão de Garantia de Qualidade do SAAE de Jacareí/SP, Professor da FAETEC Jacareí – Curso de Gestão Ambiental.

CARMO, FABIO HENRIQUE – Biólogo (Universidade de Taubaté), Pós-Graduando em Engenharia de Qualidade (Universidade Federal de Itajubá), Analista de Saneamento do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Jacareí/SP

MENDES, CARLOS GOMES DA NAVE – Prof. Assistente Doutor da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) - UNICAMP, Departamento de Saneamento e Ambiente, Engenheiro Civil, Mestre e Doutor em Hidráulica e Saneamento (EESC–Universidade de São Paulo USP, 1981, 1985,

1990), Coordenador do Laboratório de Estudos de Tratabilidade de Águas, Efluentes e Resíduos - DSA/FEC/UNICAMP.

LACAVA, PEDRO MAGALHÃES –

Engenheiro Agrônomo (ESALQ- 1968), Doutor

em Ciências (UNESP-1972), Livre Docente- Área de Microbiologia (UNESP-1975), Professor Titular (UFSCar – 1982 a 1985), Professor Titular (UNESP-1984 a 1997), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade de Taubaté – (UNITAU - desde 2000)
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Caixa Postal 123 – Centro – Jacareí – S.P. – CEP 12.300-970 Fone (12) 9712

6530 e-mail : nprianti@bol.com.br

Responsável pela apresentação do Trabalho : Fábio Henrique do Carmo : Biólogo (Universidade de Taubaté), Pós-Graduando em Engenharia de Qualidade (Universidade Federal de Itajubá), Analista de Saneamento do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Jacareí/SP Equipamentos a serem utilizados: Projetor multimídia com computador; Programa Power Point

REMOÇÃO E CONTROLE DE FERRO E MANGANÊS EM ÁGUAS PARA CONSUMO HUMANO PALAVRAS-CHAVE: ferro. da necessidade da minimização continuada da presença de produtos químicos que representem riscos à saúde. sendo as águas superficiais mais sujeitas a coloração elevada. água dentro dos padrões estabelecidos pela legislação vigente. dependendo das concentrações. os responsáveis pela operação dos sistemas de tratamento e controle de qualidade. no entanto. comparando-se com as águas subterrâneas. e objetivando-se a satisfação dos consumidores. 0. Além da preocupação com a manutenção dos padrões microbiológicos. alterando assim as características organolépticas da água.3 e 0.1 mg/L. pode propiciar uma coloração amarelada e turva à água. acarretando ainda um sabor amargo e adstringente. há que se tratar adequadamente a água dos mananciais tanto superficiais quanto subterrâneos quando se verifica a presença desses dois metais. A presença de ferro (e manganês). são facilmente oxidados e formam hidróxidos férricos que tendem a flocular e depositar. Menciona-se que. plâncton. e despejos industriais podem conferir cor à mesma. orto polifosfato 1. quando da presença desses metais. podendo levar o consumidor a buscar fontes alternativas e não tão seguras para consumo. a presença de sais metálicos como ferro e manganês. são formas solúveis. que se não removidos formam óxidos amarronzados. a Portaria 518 do Ministério da Saúde. Os sais ferrosos. águas com ferro na forma ferrosa e a presença de manganês na forma manganosa Mn2+. a cor da água é resultado de processos de decomposição que ocorrem no ambiente. há que se atentar para necessidade de se fornecer água com características organolépticas adequadas. INTRODUÇÃO: Considerando-se a obrigatoriedade de se fornecer aos consumidores dos sistemas públicos de abastecimento. assim. manganês. os valores máximos permissíveis (VMP) do ferro e manganês na água da rede de abastecimento são respectivamente. bastante solúveis em água. filtração. 2001) Segundo a legislação citada. necessitam aplicar técnicas de tratamento adequadas para a manutenção do produto dentro dos limites estabelecidos. (Macêdo. desferrização. . Como cita Branco (1991).

(Di Bernardo. este trabalho objetiva compilar as pesquisas já efetuadas no SAAE. superpostas e perfuradas. As coletas e análises foram efetuadas conforme especificação do Standard Methods for The Examination of Water and Wastewater.Desta forma. utilizando-se o equipamento Aqua Tester da marca Hellige. dióxido de cloro. serão compilados os resultados analíticos tanto do processo de desferrização de águas subterrâneas (efetuado em escala real). No caso da unidade de desferrização. demonstrando e avaliando dois processos de tratamento de águas com presença de ferro e manganês. 2. 1997. (Azevedo Netto. Para controle ou remoção de ferro e manganês da água pode-se utilizar um processo de aeração. sedimentação e filtração conjugado ao uso de oxidantes como o cloro. 2. demonstrar os resultados da utilização do orto polifosfato de sódio como quelante de metais na água já tratada. é o mais indicado para a adição de oxigênio e consequentemente oxidação de compostos ferrosos ou manganosos. onde a água percola através de uma . Foram utilizados o método nefelométrico para as análises de turbidez.1 Processo de Desferrização: O processo de desferrização inclui a aeração e filtração para as águas que contém bicarbonatos dissolvidos e ausência de oxigênio. para as análises de manganês e ferro total utilizou-se o espectrofotômetro modelo DR/2010 marca Hach. utilizando-se os equipamentos do laboratório do SAAE Jacareí.1987). e ainda.1993) O aerador de tabuleiro. serão comparados dados de reclamações de usuários no ano inicial de aplicação do produto no SAAE. quanto do processo de filtração por zeólitos (em escala piloto). METODOLOGIA De pesquisas realizadas no Serviço Autônomo de Água de Jacareí (SAAE). Formado por três bandejas iguais. bem como serão avaliados os dados de consumo de água em descargas na rede de distribuição antes e posteriormente à aplicação desse produto. o objetivo é introduzir oxigênio do ar para a oxidação de compostos de ferro e manganês contidos na água. comparação visual para cor aparente. ozônio e alcalinizante (Figura 1). Para a confirmação da eficiência do ortopolifosfato de sódio utilizado em águas provenientes de manancial superficial. utilizando-se o turbidímetro modelo B 256 marca Micronal.

2003) . efetuou-se o levantamento dos dados de dois poços tubulares profundos da Bacia Hidrográfica do Rio Parateí. comparando-os com os resultados da água que passa por um processo de desferrização. onde a remoção desses metais se daria pelo processo de oxidação e adsorção. et al. o que concorre para acelerar as reações de oxidação. e que captam água do aqüífero cristalino. PARA O SISTEMA DE DISTRIBUÇÃO Cloro AERADOR TIPO TABULEIRO Barrilha FILTRO RÁPIDO DE PRESSÃO BOMBA POÇO TUBULAR PROFUNDO CÂMARA DE PRECIPITAÇÃO OU DECANTADOR FIGURA 1 – Processo de desferrização Nessa pesquisa em escala real desenvolvida no SAAE Jacareí. 2. Numa primeira etapa.. o qual retém os compostos de metais oxidados. com problemas de excesso de ferro total e presença de manganês. foram coletadas e analisadas 38 amostras de água provenientes da rede de distribuição do Sistema Igarapés (água proveniente dos dois poços em estudo). foram tabelados os dados da análises da água dos poços do Sistema Igarapés (P20 e P22).camada granular (carvão mineral-coque) de ½ a 6”. passando posteriormente por um filtro rápido de pressão. (Prianti Jr. Em uma segunda etapa de avaliação.2 Processo de filtração utilizando-se zeólitos Cita-se também a possibilidade de remoção de ferro e manganês por um processo de filtração da água através de um meio filtrante à base de zeólitos naturais e sintéticos ativados.

um composto à base de zeólitos naturais e sintéticos. comparando-os com os índices finais da água pós filtração. aeração e reações químicas diversas. 2. Durante o período de estudo. de aço inoxidável. Inicialmente instalou-se na adutora dos dois poços profundos da região.eti. compacto. Uma das principais diferenças entre um zeólito e qualquer outra peneira molecular é o fato de que a estrutura de um zeólito tem que ser obrigatoriamente cristalina. material da rede. que visava quantificar os índices de ferro total e manganês. sendo coletadas simultaneamente amostras de água bruta para comparação de resultados.rossetti. iniciou-se o teste que teve a duração de 18 dias. (1998). que. uma tomada de água para um filtro de pressão piloto. (www. da água bruta de dois poços tubulares profundos. o processo de filtração ocorreu em uma média de 16 horas diárias. conferindo-lhe alta atividade catalítica. somente sendo interrompido quando do desligamento automático dos poços. à partir do momento que uma água é retirada de sua fonte natural. anteriormente às lavagens. que ocorriam a cada 48 horas. enquanto que a estrutura de outras peneiras moleculares não necessariamente. a rede de distribuição pode conferir cor à água já tratada. criando oportunidades de corrosão ou incrustação em seu percurso. Foi realizado um primeiro estágio de filtrações e retrolavagem por pressão somente para limpeza e adequação do meio filtrante. que pode levar à sua desestabilização. zeólitos são compostos por tetraedros SiO4 e AlO4 conectados pelos átomos de oxigênio dos vértices. Após ter-se observado visualmente água límpida na descarga da retrolavagem.3 Utilização de orto polifosfato de sódio na água tratada Segundo Coimbra et al. desenvolveu-se uma pesquisa. dependendo da idade.br) Com o objetivo de se avaliar esse tipo de filtração.Por definição. a despeito dos tratamentos realizados. é composto de óxidos metálicos e aluminosilicatos processados em temperatura. Desta forma. ou quando eram efetuadas as lavagens do filtro. As coletas de amostras de água filtrada foram realizadas sempre no período da manhã. ela normalmente é exposta a bombeamento. das condições . segundo seu fabricante. contendo como meio filtrante. pressão e atmosfera controladas. onde ela se encontra em estado de equilíbrio e é tratada para abastecimento público.

objetivando minimizar os problemas de coloração da água. as descargas em pontas de linha. esses métodos além do elevado custo. 2º período com ortopolifosfato Nos 3 períodos foram realizadas os mesmos números de descargas nos seis blocos. baseado no controle do tempo efetivamente necessário para a limpeza da água na rede de distribuição. (Prianti Junior et al. foram pesquisados produtos químicos que pudessem ser utilizados na água tratada para amenização do problema. foram realizadas 2. por um monitoramento mais pormenorizado das descargas. além desse produto formar uma película protetora nas paredes das tubulações. sendo esses distribuídos em diversas regiões abastecidas pela ETA. divididas em três períodos : período anterior à aplicação do produto. o que propiciou uma visão abrangente da situação.de pH. tentava solucionar o problema da cor da água através de limpezas da rede por meio de hidrojateamento. o SAAE de Jacareí realizava extensas programações de descargas em pontas de linha. Contudo. Foram estabelecidos 57 pontos de descargas na rede de distribuição. bem como a interrupção do abastecimento. 1º período com ortopolifosfato.. Optou-se então pela utilização do orto polifosfato. seriam bons indicadores do problema.6 mg/L por um período de quatro dias e finalmente fixando uma dosagem média de 1. ocorre um aumento das perdas de água do sistema. Desta forma. Optou-se então. . com este procedimento. para que se pudesse efetivamente comparar o desempenho do produto. sendo inicialmente aplicados 5 mg/L do produto durante cinco dias. divididos em seis blocos. reduzindo-se para 1. conforme detectado. manutenção dos metais em suspensão na forma solúvel impedindo a incrustação e possibilitando a remoção destas. No ano de 1997. da presença de incrustações associadas a íons de ferro e manganês. contudo. Durante o desenvolvimento do trabalho.037 descargas. e principalmente quando da ocorrência de intermitência no abastecimento de água.0 mg/L. Observou-se. e ainda. Assim. no caso em estudo. já na primeira semana de aplicação uma redução do número de reclamações de usuários e. o produto à base de orto polifosfatos foi utilizado devido as suas propriedades: sequestrante de metais. 1998) No caso em estudo. podem ser realizadas descargas em pontos da rede de distribuição. causavam obstrução de hidrômetros. minimizando os ataques corrosivos.

0 62. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3.0 92.5 2.51 2. 3.05 0.0 70.48 0.60 0.0 10.30 0.0 85.03 0.0 91.80 3.45 1. Cor Turbidez Alcalinidade aparente.85 2.0 75.28 0.0 88.0 5.90 0.0 20.06 0.3 7.80 0.90 0. são apresentados os resultados analíticos dos 10 dias iniciais e 10 dias posteriores à implantação do processo de desferrização.5 7.70 2.10 0.4 7.5 5.04 0.0 92.0 50.0 50. Essas vazões foram medidas através de hidrômetros no mesmo horário das descargas: das 23:30 às 6:00h.6 7.68 1.05 pH Média 7.08 0.50 0. Nas Tabelas 1 e 2.31 0.5 20.0 88.0 80.0 7.0 70.0 85.0 80.0 2.0 Dureza total (mg/L) 48.06 0.Foi também realizado um trabalho de levantamento de vazões nos 57 locais monitorados.5 7.40 1.82 77.0 5.75 2.0 73.40 3.32 0.09 0.0 100.25 0.04 0.4 .0 68.0 58.4 7.5 5.2 7. Água tratada – 10 primeiros dias da implantação do sistema.03 pH Média 7.5 7.27 0.40 2.0 86.01 0.3 7.4 7.0 15. (uT) (mg/L) (uC) 5.45 0.0 58.05 0.50 0.52 0. Tabela 1.0 74.0 62.5 10.04 0.09 0.74 0.69 0.16 0.0 60.4 7.02 0.3 7.0 105. Turbidez Alcalinidade Dureza Fe total Mn Cor aparente (uT) (mg/L) total (mg/L) (mg/L) (mg/L) (uC) 10.0 96.47 1.2 7.0 16.3 mg/L em 95.0 84.0 30.5 7.00 1.0 91.5 7.92 0.11 0.0 56. Água tratada – 10 dias posteriores ao teste inicial.0 12.0 56.7 7.0 62.0 25.02 0.90 4.0 2.4 Tabela 2.0 84.21 0.0 2.6 7.80 64.10 6.0 94.06 0.0 20.8% das análises efetuadas no Sistema Igarapés.0 77. observou-se a presença de ferro total acima do limite de 0.0 5.6 Fe total (mg/L) 0.02 0.71 3.05 0.0 95.0 62.71 1.0 80.06 0.0 76.5 7.53 1.04 0.0 58.0 10.24 1.46 0.33 0.02 0.0 50.1 Processo de Desferrização: Com relação à pesquisa realizada com a água dos dois poços profundos antes do processo de desferrização.23 79.02 0.3 7.30 Mn (mg/L) 0.50 0.

3.03 mg/L de Mn. verifica-se no primeiro uma . Na avaliação dos dados da água da rede de distribuição após o tratamento. observando-se uma redução de 82.2 Processo de filtração utilizando-se zeólitos Na Figura 2.11 mg/L para 0.30 0. com resultados médios finais de acordo com o estabelecido pela legislação.15 0. no período estudado houve uma diminuição de 0.06 0.05 FIGURA 2 – Valores médios de ferro total da água bruta e pós filtração através de zeólitos 0. Conforme a Figura 3.20 mg/L Fe 0.08 0.00 mg/L Fe total .25 0.água bruta mg/L Fe total .Nas Tabelas 1 e 2 as células em destaque representam a água fora dos padrões de potabilidade da Portaria 518 do Ministério da Saúde.73% desse metal na água final.04 0.água bruta mg/L Mn . 0.11 0.76.10 0. considerando-se água da saída do tratamento (ST).02 0.03 mg/L Mn 0.29 0.00 mg/L Mn . bem como os resultados pós-filtração.05 0.10 0. são apresentados os resultados de ferro total da água afluente ao filtro.água pós-filtração FIGURA 3 – Valores médios de manganês da água bruta e pós filtração através de zeólitos Comparando-se o método de filtração descrito com os tradicionais processos para remoção de metais que incluem aeração e decantação. observou-se uma sensível redução de ferro total e cor aparente nos últimos dez dias.água pós filtração 0.12 0. tendo-se uma redução de 72.

Tabela 3 . Redução do tempo de descargas ocasionando maior disponibilidade dos funcionários responsáveis pelas descargas para a realização de outros trabalhos.608. no 2º período estudado.563. segundo o parâmetro cor. A compilação dos dados durante o período de aplicação do orto polifosfato demonstrou: • Redução efetiva dos tempos / volume de descargas necessários para a melhoria da qualidade da água : Antes da aplicação do orto polifosfato. devido à eliminação das etapas referentes a aeração e decantação.Reclamações de usuários (parâmetro cor aparente) Mês Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Ano 1996 13 1 6 2 10 6 1 1 1997 2 2 9 133 13 2 Jul 2 4 Ago 4 4 As descargas em hidrantes e pontas de linha realizadas no SAAE.. representando mais água disponível para os usuários. 3. as descargas consumiram : 1.59 m3 Diminuição de 90.53 m3 . ocorreu um significativo aumento do número de reclamações de usuários (Tabela 3). foi possível fazer uma relação: tempo necessário para limpeza das descargas/reclamação consumidor. as descargas consumiram : • • • orto polifosfato.29 % do volume de água gasto nas descargas. Após a aplicação do estudado. por não necessitar de pré-cloração.86 m3 / dia. pois. Considerando-se os 190 dias de aplicação do produto (1° e 2° períodos).3 Utilização de orto polifosfato de sódio na água tratada Embora a água da saída do tratamento da ETA Central de Jacareí (proveniente de manancial superficial – Rio Paraíba do Sul). no período 16. quanto as alterações das características organolépticas da água distribuída. estivesse com resultados de ferro e manganês bem abaixo dos limites máximos permissíveis. no período das 23:30 e 6:00h. e uma diminuição do tempo de trabalho operacional e do consumo de água para limpeza. constatou-se uma economia de 115. se mostraram bons indicadores do problema. através de análises do tempo necessário para “limpar“ a água.redução no consumo de oxidantes. Consideramos que o maior ganho na utilização do orto polifosfato tenha sido a manutenção da água dentro dos padrões organolépticos de qualidade e .

M.br>.3. S. CARMO. et al. AROUCA. Portaria nº 518. para a aplicação de qualquer técnica para minimização de problemas em águas para consumo humano. J. São Paulo: CETESB. Disponível em: <http://www. P. AROUCA. 1998. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 2001. São Paulo: Edusp. Brasília. a quantidade de água a ser tratada.G. v. DI BERNARDO. Ministério da Saúde. a obrigatoriedade de se distribuir água dentro dos padrões.. Out/nov/dez/2003. 2. Água e o homem. Avaliação do tratamento de água com presença de ferro total: estudo de caso em poços do Bairro Igarapés. Dicionário de Química. et al. Revista Meio Filtrante.8-9. Rio de Janeiro.rossetti. J. Redução de ferro e manganês na água: solução para o consumidor. LACAVA. 2001. F. IV. v. os custos de implantação e manutenção do sistema. BRASIL. de 25 de março de 2004. 1987.H.2004. In: Hidrologia Ambiental... e dá outras providências. N. Brasil. L. In: Diálogo InterAmericano de Gerenciamento das Águas: Em Busca de Soluções.M. Águas e Águas. Foz do Iguaçú. N.. PRIANTI JUNIOR. p. São Paulo: Varela. Ano1. ABES. XXVI. Métodos e técnicas de tratamento de Água. ZEÓLITOS.A. In: Assembléia Nacional da ASSEMAE. 1991. 4. bem como uma efetiva redução do consumo de água tratada para as descargas. J. 11 de março de 2005.M.Um estudo de aplicação do orto polifosfato.. Com efeito. 1993. Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. 317p. o tipo de manancial. consumidores.eti. Técnicas de abastecimento e tratamento de água.G. Vitória: ASSEMAE. N. São Paulo. a qualidade da água captada/distribuída. 505p. os custos indiretos referentes à imagem da empresa junto aos . PRIANTI JUNIOR. PRIANTI JUNIOR. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Azevedo Netto J.G. Jacareí.consequentemente maior confiabilidade por parte do usuário na água consumida. Minimização de problemas com ferro e manganês na água de abastecimento de Jacareí – SP. nº3. há que se avaliar: o problema a ser solucionado/minimizado. 3ªed. BRANCO. 26 mar. MACÊDO.