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AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS 5 Seg 15,6A
AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS
5 Seg
15,6A

Como determinar a intensidade nominal do fusível do tipo aM

Curvas característica dos cartuchos aM (0,16 a 125A)

À falta de indicações do fabricante deve-se considerar:

Arranque directo: Corrente de arranque (I a ) = 6 x I n durante um tempo de arranque (t a ) de 5 segundos. Arranque estrela/triângulo: Corrente de arranque (I a ) = 2 x I n durante um tempo de arranque (t a ) de 15 segundos.

Exemplo:

Se a intensidade nominal do motor for de 2,6 A, e se o arranque for directo, temos:

I a = 6 x 2,6 → I a = 15,6A (marca-se esse valor no eixo dos xx do gráfico). t a = 5 Seg. (marca-se esse valor no eixo dos yy do gráfico).

A intersecção desses dois segmentos de recta determina o ponto de arranque do motor. O fusível AM a utilizar será o correspondente à curva característica imediatamente acima desse ponto de arranque (neste exemplo, o fusível aM a utilizar seria de 4A).

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS

Categorias de emprego para contactores utilizados em corrente alternada

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Categorias de emprego para contactores utilizados em corrente alternada Categoria AC1 Aplica-se a todos

Categoria AC1 Aplica-se a todos os aparelhos de utilização em corrente alternada (receptores), cujo factor de potência é no mínimo igual a 0,95 (cosφ 0,95). Exemplos de utilização: Accionamento de cargas não indutivas (aquecimento) ou fracamente indutivas (iluminação).

Categoria AC’2

Esta categoria diz respeito aos motores de rótor bobinado e com o corte efectuado quando o motor já está lançado. No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque próxima de duas a duas vezes e meia a corrente nominal do motor. Na abertura, o contactor corta a corrente nominal do motor. O corte é fácil.

Categoria AC2

Esta categoria compreende o arranque, a travagem por contracorrente, como também a marcha por “impulsos” dos motores de rótor bobinado. No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque, próximo de 2,5 vezes a corrente nominal do motor. Na abertura, ele deve cortar a corrente de arranque, com uma tensão no mínimo igual à tensão da rede. O corte é difícil.

Categoria AC3

É relativa aos motores de rótor em curto-circuito cujo corte é efectuado quando o motor está lançado. No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque que é de 5 a 7 vezes a corrente nominal do motor. Na abertura, o contactor interrompe a corrente nominal absorvida pelo motor, e neste momento, a tensão nos bornes de seus pólos é da ordem de 20% da tensão da rede. O corte é fácil. Exemplos de utilização: todos os motores de rótor em curto-circuito:

elevadores, escadas rolantes, correias transportadoras, compressores, bombas, misturadores, etc.

Categorias AC4

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Categorias de emprego para contactores utilizados em corrente alternada Categoria AC1 Aplica-se a todos

Esta categoria é relativa às aplicações com travagem por contracorrente e marcha por “impulsos” dos motores de rótor em curto-circuito. O contactor fecha sob um pico de corrente que pode atingir 5 a 7 vezes a corrente nominal do motor. Ao abrir, ele interrompe esta mesma corrente sob uma tensão tanto maior quanto menor for a velocidade do motor. Esta tensão pode ser igual à tensão da rede. O corte é muito difícil.

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS

Exemplos de utilização: máquinas de impressão, de levantamento, de metalurgia.

Relé térmico

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Exemplos de utilização: máquinas de impressão, de levantamento, de metalurgia. Relé térmico Botoneira Geralmente

Botoneira

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Exemplos de utilização: máquinas de impressão, de levantamento, de metalurgia. Relé térmico Botoneira Geralmente

Geralmente as botoneiras possuem botões de marcha I (b 1 ) e de paragem 0 (b 0 ) com duplo contacto que podem ser utilizados quando se pretende fazer encravamentos eléctricos.

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Exemplos de utilização: máquinas de impressão, de levantamento, de metalurgia. Relé térmico Botoneira Geralmente

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS

Estrutura de apoio ao equipamento e cablagem (platina)

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Estrutura de apoio ao equipamento e cablagem (platina) Exemplo de distribuição da aparelhagem na

Exemplo de distribuição da aparelhagem na platina.

AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Estrutura de apoio ao equipamento e cablagem (platina) Exemplo de distribuição da aparelhagem na
AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Estrutura de apoio ao equipamento e cablagem (platina) Exemplo de distribuição da aparelhagem na
AUTOMATISMOS INDUSTRIAIS Estrutura de apoio ao equipamento e cablagem (platina) Exemplo de distribuição da aparelhagem na