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A guisa de introdução, parte-se do dialogismo presente entre as temáticas relacionadas a segurança urbana e posteriormente sua configuração macroestrutural denotada

pelas relações pessoais, que partem da microescala, a partir das relações de vizinhança, que denotam sua percepção cotidiana que infere na modelar espacial crítica partindo do atual estágio de reprodução capitalista no qual o espaço, posto como mercadoria submete-se e denota-se pelo capital que figura-se pela valoração das relações sociais salientadas pela divisão do trabalho e a posterior configuração em classes econômicas, que moldam a sua sociabilidade através das relações de produção [também do espaço] julgadas a partir de sua concepção na qual massifica-se e deformam-se as particularidades espaciais e por sua vez sociais, em prol de uma acumulação que traça os contornos do projeto mundializante de reprodução e domínio das incongruências versadas pelo fetiche do estabelecimento social e por todos os fetiches alimentados pelas alienações as quais o capital hierarquiza seus costumes e normas aquém de qualquer projeto que denote uma cidade que possibilite desmascarar o modelamento espacial além da tramitação burocrática que conjuga o viver cotidiano, e desse viver sua divisão de classes e dessa divisão de classes a necessidade de se estabelecer uma distinção classista que parta da influência do econômico e sua normatização no social, também deturpado pela legalidade e racionalidade economista da crítica que vise a obnubilar o discurso acerca da segurança urbana. A guisa de introdução, parte-se do dialogismo presente entre as temáticas relacionadas a segurança urbana e sua configuração macroestrutural denotada pelas forma as quais as relações sociais se configuram no processo ao qual a reprodução espacial da cidade segue preceitos mundializantes, denotados pelas relações de vizinhança a partir da microescala, ressaltando a percepção espacial cotidiana que sofre interferência e interfere no modelar espacial e na estruturação social e sua reprodução. No atual estado de reprodução capitalista em que o espaço é concebido como mercadoria, a vigente divisão classista salienta a segregação socioespacial concebida pela reprodução do medo na repartição fragmentária dos espaços de habitação que se submetem a segregação econômica. E será a partir da noção de proteção engendrada por sua apresentação necessitária que ela se alinhará ao esquadrinhamento espacial, e tomará forma pela arquitetura urbana ( tais como muros altos, cercas elétricas e grades) e em escala maior por empresas de vigilância ou pessoas designadas a cumprir secundariamente uma função que caberia à outras instituições, frutos de suas concepções construídas de forma a maquiar a ausência de uma vivência não engendrada pela institucionalização humana, tal qual se apresentam o capitalismo e a democracia representativa.

formalizando a lógica de reprodutivismo urbano em prol da sociedade urbana.Os signos arquitetônicos modelam o pensar espacial e a arquitetura é vitimada de forma a construir para proteger. o urbano em si reproduz os traços de toda a vigência social. concebida alheia a população. tal como se apresenta a governabilidade macroestruturalmente .