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Pré-Vestibular Promove DO SURGIMENTO DO HOMEM AO EGITO ANTIGO Prof. Raphael de Almeida
Pré-Vestibular
Promove
DO SURGIMENTO DO
HOMEM AO EGITO
ANTIGO
Prof. Raphael de Almeida
I. Geografia
I. Geografia
II. Linha do Tempo
II. Linha do Tempo

22/02/2012

Egito Antigo "O Egito é uma dádiva do Nilo"
Egito Antigo
"O Egito é uma dádiva do Nilo"
I. Geografia
I. Geografia

III. O Nilo

Egito é uma dádiva do Nilo" I. Geografia III. O Nilo  Inundações constantes de junho
Egito é uma dádiva do Nilo" I. Geografia III. O Nilo  Inundações constantes de junho

Inundações constantes de junho a setembro.

Semeadura de outubro à fevereiro

Colheita de abril a junho

Possibilidade de irrigação e fertilização

 Semeadura de outubro à fevereiro  Colheita de abril a junho  Possibilidade de irrigação
 Semeadura de outubro à fevereiro  Colheita de abril a junho  Possibilidade de irrigação
III. O Nilo
III. O Nilo

V. O Egito

 

01. ANTIGO IMPÉRIO:

 

3.200 A 2.300 A. C.

Centralização Política e Territorial .

Menés (Nomarca do Sul): Unificou Norte e Sul - Primeiro

Faraó do Egito.

 

Monarquia Teocrática

Tínis: Capital.

Pirâmides de Quéops, Quefren, Miquerinos

   Monarquia Teocrática  Tínis: Capital.  Pirâmides de Quéops, Quefren, Miquerinos V. O Egito
   Monarquia Teocrática  Tínis: Capital.  Pirâmides de Quéops, Quefren, Miquerinos V. O Egito
V. O Egito
V. O Egito

22/02/2012

IV. Formação do Egito Conflito Formação entre os dos Nomos Nomos Formação do Alto e
IV. Formação do Egito
Conflito
Formação
entre os
dos
Nomos
Nomos
Formação
do Alto e
Baixo
Egito
Unificação
do Egito
Agrupamento de aldeias comandadas
pelo nomarca.
V. O Egito
V. O Egito
Formação do Alto e Baixo Egito Unificação do Egito Agrupamento de aldeias comandadas pelo nomarca. V.

V. O Egito

 

02. MÉDIO IMPÉRIO:

 

2.000 A 1.750 A. C.

Desintegração Política.

Tebas (Capital) Do 1º Império Tebano.

Expansão imperialista (Terras – Comércio – Poder).

Invasão dos Hicsos: (Cavalos – Armas).

Escravização dos Hebreus.

 

Amósis I - Expulsão dos Hicsos.

dos Hicsos: (Cavalos – Armas).  Escravização dos Hebreus.    Amósis I - Expulsão dos
dos Hicsos: (Cavalos – Armas).  Escravização dos Hebreus.    Amósis I - Expulsão dos

V. O Egito

 

03. NOVO IMPÉRIO:

 

1580 A 662 A. C.

2º Império Tebano.

Apogeu do Imperialismo

Novos Domínios: escravos e riquezas.

Faraós: Tutmés III e Ramsés II

Altos Impostos de Manutenção Revoltas Sociais

Desgaste Interno Perda de apoio político Facilitação para as invasões.

Núbios, Assírios, Persas e finalmente por Alexandre Magno,

em 332 a.C.

 
 
 
 

VI. Sociedade

Magno, em 332 a.C.     VI. Sociedade  FARAÓ:  Deus vivo, filho do Sol
Magno, em 332 a.C.     VI. Sociedade  FARAÓ:  Deus vivo, filho do Sol

FARAÓ:

Deus vivo, filho do Sol (Amon-Rá) e encarnação do deus-falcão (Hórus).

Poder ilimitado.

Comandava os exércitos, distribuía a justiça, organizava as atividades econômicas.

Ostentava uma coroa e um cetro, símbolos de sua autoridade.

Além do poder e prestígio, o faraó possuía enorme riqueza. Recebia impostos (pagos em produtos) das aldeias.

enorme riqueza. Recebia impostos (pagos em produtos) das aldeias. 22/02/2012 V. O Egito VI. Sociedade VI.
enorme riqueza. Recebia impostos (pagos em produtos) das aldeias. 22/02/2012 V. O Egito VI. Sociedade VI.

22/02/2012

V. O Egito
V. O Egito
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade VI. Sociedade  Vizir:      Maior autoridade depois do faraó.  Cabia

VI.

Sociedade

Vizir:

 
 

Maior autoridade depois do faraó.

Cabia a ele tomar decisões jurídicas, administrativas e financeiras em nome do faraó.

Nobres:

 
 

Descendentes das famílias mais importantes dos antigos nomos .

Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos do exército.

mais importantes dos antigos nomos .  Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos
mais importantes dos antigos nomos .  Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos

22/02/2012

.  Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos do exército. 22/02/2012 DIADEMA TUTANKAMON
DIADEMA TUTANKAMON
DIADEMA
TUTANKAMON
.  Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos do exército. 22/02/2012 DIADEMA TUTANKAMON
VI. Sociedade    Sacerdotes:      Administravam todos os bens que os fiéis

VI. Sociedade

 

Sacerdotes:

 
 

Administravam todos os bens que os fiéis e o próprio Estado ofereciam aos deuses.

Enriqueciam porque ficavam com parte das oferendas feitas pela população aos deuses, além de serem dispensados do pagamento de impostos .

Escribas:

 
 

Os que dominavam a difícil escrita egípcia.

Encarregavam-se da cobrança dos impostos, da organização das leis e dos decretos e da fiscalização da atividade econômica em geral.

da cobrança dos impostos, da organização das leis e dos decretos e da fiscalização da atividade
da cobrança dos impostos, da organização das leis e dos decretos e da fiscalização da atividade
VI. Sociedade
VI. Sociedade

22/02/2012

da atividade econômica em geral. VI. Sociedade 22/02/2012 VI. Sociedade VI. Sociedade    Soldados:
VI. Sociedade
VI. Sociedade

VI. Sociedade

 

Soldados:

 
 

Nunca atingiam os postos de comando.

Eles viviam dos produtos recebidos como pagamento e dos saques que podiam realizar durante as guerras de conquista.

Artesãos:

 
 

Pedreiros, carpinteiros, desenhistas, escultores, pintores, tecelões, ourives, etc.

Muitas de suas atividades eram realizadas nas grandes obras públicas (templos, túmulos, palácios, etc).

etc.  Muitas de suas atividades eram realizadas nas grandes obras públicas (templos, túmulos, palácios, etc).
etc.  Muitas de suas atividades eram realizadas nas grandes obras públicas (templos, túmulos, palácios, etc).

VI. Sociedade

 

Camponeses:

 
 

Chamados no Egito de felás.

Trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham o direito de conservar para si apenas uma pequena parte dos produtos colhidos.

Eram também obrigados a trabalhar na construção de obras públicas grandiosas, como abertura de estradas, limpeza de canais, transportes de pedras necessárias às grandes obras, como túmulos, templos e palácios.

de estradas, limpeza de canais, transportes de pedras necessárias às grandes obras, como túmulos, templos e
de estradas, limpeza de canais, transportes de pedras necessárias às grandes obras, como túmulos, templos e

VI. Sociedade

Escravos:

 
 

Geralmente estrangeiros e prisioneiros de guerra, também compunham a base da sociedade.

Trabalhavam, principalmente, nas minas e pedreiras do Estado, nas terras reais e nos templos.

Muitas vezes faziam parte do exército em época de guerra e eram utilizados como escravos domésticos

e nos templos.  Muitas vezes faziam parte do exército em época de guerra e eram
e nos templos.  Muitas vezes faziam parte do exército em época de guerra e eram
do exército em época de guerra e eram utilizados como escravos domésticos 22/02/2012 VI. Sociedade VI.

22/02/2012

VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
VI. Sociedade
do exército em época de guerra e eram utilizados como escravos domésticos 22/02/2012 VI. Sociedade VI.
VII. Economia  Agricultura: trigo,cevada, Linho, Vinhas.  Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio (
VII. Economia  Agricultura: trigo,cevada, Linho, Vinhas.  Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio (
VII. Economia  Agricultura: trigo,cevada, Linho, Vinhas.  Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio (
VII. Economia
 Agricultura: trigo,cevada, Linho, Vinhas.
 Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.
 Comércio ( Expansão ): Cereais/ Manufaturados por Metais /
Escravos

22/02/2012

Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio ( Expansão ): Cereais/ Manufaturados por Metais / Escravos 22/02/2012
Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio ( Expansão ): Cereais/ Manufaturados por Metais / Escravos 22/02/2012
Pecuária: Bois, Porcos, Cabras.  Comércio ( Expansão ): Cereais/ Manufaturados por Metais / Escravos 22/02/2012
VIII. Escrita  A escrita surgiu no Egito por volta de 3000 a .C.Os caracteres
VIII. Escrita  A escrita surgiu no Egito por volta de 3000 a .C.Os caracteres
VIII. Escrita
 A escrita surgiu no Egito por volta de 3000 a .C.Os caracteres
que os egípcios usavam para escrever eram chamados de
hieróglifos, usados geralmente em inscrições oficiais e
sagradas gravadas em pedra.
VIII. Escrita demótica
VIII. Escrita
demótica

22/02/2012

em inscrições oficiais e sagradas gravadas em pedra. VIII. Escrita demótica 22/02/2012 VIII. Escrita hierática 8
VIII. Escrita hierática
VIII. Escrita
hierática
em inscrições oficiais e sagradas gravadas em pedra. VIII. Escrita demótica 22/02/2012 VIII. Escrita hierática 8
IX. Religião  Politeísta  Religião = Poder  Crença na ressurreição  Antropomórfica e
IX. Religião  Politeísta  Religião = Poder  Crença na ressurreição  Antropomórfica e

IX. Religião

IX. Religião  Politeísta  Religião = Poder  Crença na ressurreição  Antropomórfica e Zoomórfica
IX. Religião  Politeísta  Religião = Poder  Crença na ressurreição  Antropomórfica e Zoomórfica

Politeísta

Religião = Poder

Crença na ressurreição

Antropomórfica e Zoomórfica

Tentativa Monoteísta

Osíris: Fertilidade. Ísis: Vegetação. Hator: Vaca. Anúbis: Chacal. Hórus: Justiça (Falcão). Amon (Rá ): Sol. Aton: Sol e Universo. Crença na ressurreição  Antropomórfica e Zoomórfica  Tentativa Monoteísta 22/02/2012 IX. Religião 9

Vaca. Anúbis: Chacal. Hórus: Justiça (Falcão). Amon (Rá ): Sol. Aton: Sol e Universo. 22/02/2012 IX.

22/02/2012

Vaca. Anúbis: Chacal. Hórus: Justiça (Falcão). Amon (Rá ): Sol. Aton: Sol e Universo. 22/02/2012 IX.
Vaca. Anúbis: Chacal. Hórus: Justiça (Falcão). Amon (Rá ): Sol. Aton: Sol e Universo. 22/02/2012 IX.
IX. Religião
IX. Religião
IX. Religião
IX. Religião
IX. Religião 22/02/2012 IX. Religião 10
IX. Religião 22/02/2012 IX. Religião 10

22/02/2012

IX. Religião
IX. Religião
IX. Religião 22/02/2012 IX. Religião 10
IX. Religião 22/02/2012 IX. Religião 10
ATON HÓRUS
ATON
HÓRUS
ATON HÓRUS IX. Religião Produtos e instrumentos utilizados para a mumificação Técnicas para retirada do cérebro,
IX. Religião Produtos e instrumentos utilizados para a mumificação Técnicas para retirada do cérebro, preenchimento
IX. Religião
Produtos e instrumentos utilizados para a mumificação
Técnicas para retirada do cérebro, preenchimento interno
armazenamento de vísceras
e

22/02/2012

a mumificação Técnicas para retirada do cérebro, preenchimento interno armazenamento de vísceras e 22/02/2012 11
a mumificação Técnicas para retirada do cérebro, preenchimento interno armazenamento de vísceras e 22/02/2012 11
a mumificação Técnicas para retirada do cérebro, preenchimento interno armazenamento de vísceras e 22/02/2012 11
22/02/2012 12
22/02/2012 12
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IX. Religião
IX. Religião
IX. Religião 22/02/2012 MÚMIA DE HATSEPSHUT 13
IX. Religião 22/02/2012 MÚMIA DE HATSEPSHUT 13

22/02/2012

IX. Religião 22/02/2012 MÚMIA DE HATSEPSHUT 13
MÚMIA DE HATSEPSHUT
MÚMIA DE HATSEPSHUT
IX. Religião 22/02/2012 MÚMIA DE HATSEPSHUT 13
ENEM (2008) Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de alguns gregos para os fenômenos do
ENEM (2008) Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de alguns gregos para os fenômenos do

ENEM (2008)

Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de alguns gregos para os fenômenos do rio Nilo. De acordo com o texto, julgue as afirmativas abaixo.

I

Para alguns gregos, as cheias do Nilo devem-se ao fato de que suas águas são

impedidas de correr para o mar pela força dos ventos do noroeste.

II

O argumento embasado na influência dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo

sustenta-se no fato de que, quando os ventos param, o rio Nilo não sobe. III A explicação de alguns gregos para as cheias do Nilo baseava-se no fato de que

fenômeno igual ocorria com rios de menor porte que seguiam na mesma direção dos ventos.

É

correto apenas o que se afirma em

(A) I.

(B)

II.

 

(C)

I e II.

(D) I e III. (E) II e III.
(D)
I e III.
(E)
II e III.
(D) I e III. (E) II e III.

22/02/2012

(C) I e II. (D) I e III. (E) II e III. 22/02/2012 ENEM (2008)  

ENEM (2008)

 

Ao visitar o Egito do seu tempo, o historiador grego Heródoto (484 – 420/30 a.C.) interessou-se por fenômenos que lhe pareceram incomuns, como as cheias regulares do rio Nilo. A propósito do assunto, escreveu o seguinte:

“Eu queria saber por que o Nilo sobe no começo do verão e subindo continua durante cem dias; por que ele se retrai e a sua corrente baixa, assim que termina esse número de dias, sendo que permanece baixo o inverno inteiro, até um novo verão. Alguns gregos apresentam explicações para os fenômenos do rio Nilo. Eles afirmam que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao impedir que suas águas corram para o mar. Não obstante, com certa freqüência, esses ventos deixam de soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual. Além disso, se os ventos do noroeste produzissem esse efeito, os outros rios que correm na direção contrária aos ventos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o Nilo, mesmo porque eles todos são pequenos, de menor corrente.” (Heródoto. História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)).

História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)).
História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)).