22/02/2012
III. O Nilo
Inundações constantes de junho a setembro.
Semeadura de outubro à fevereiro
Colheita de abril a junho
Possibilidade de irrigação e fertilização
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III. O Nilo
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V. O Egito |
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01. ANTIGO IMPÉRIO: |
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3.200 A 2.300 A. C. |
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Centralização Política e Territorial . |
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Menés (Nomarca do Sul): Unificou Norte e Sul - Primeiro |
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Faraó do Egito. |
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Monarquia Teocrática |
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Tínis: Capital. |
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Pirâmides de Quéops, Quefren, Miquerinos |
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V. O Egito
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V. O Egito |
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02. MÉDIO IMPÉRIO: |
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2.000 A 1.750 A. C. |
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Desintegração Política. |
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Tebas (Capital) Do 1º Império Tebano. |
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Expansão imperialista (Terras – Comércio – Poder). |
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Invasão dos Hicsos: (Cavalos – Armas). |
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Escravização dos Hebreus. |
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Amósis I - Expulsão dos Hicsos. |
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V. O Egito |
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03. NOVO IMPÉRIO: |
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1580 A 662 A. C. |
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2º Império Tebano. |
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Apogeu do Imperialismo |
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Novos Domínios: escravos e riquezas. |
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Faraós: Tutmés III e Ramsés II |
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Altos Impostos de Manutenção Revoltas Sociais |
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Desgaste Interno Perda de apoio político Facilitação para as invasões. |
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Núbios, Assírios, Persas e finalmente por Alexandre Magno, |
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em 332 a.C. |
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VI. Sociedade
FARAÓ:
Deus vivo, filho do Sol (Amon-Rá) e encarnação do deus-falcão (Hórus).
Poder ilimitado.
Comandava os exércitos, distribuía a justiça, organizava as atividades econômicas.
Ostentava uma coroa e um cetro, símbolos de sua autoridade.
Além do poder e prestígio, o faraó possuía enorme riqueza. Recebia impostos (pagos em produtos) das aldeias.
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VI. |
Sociedade |
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Vizir: |
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Maior autoridade depois do faraó. |
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Cabia a ele tomar decisões jurídicas, administrativas e financeiras em nome do faraó. |
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Nobres: |
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Descendentes das famílias mais importantes dos antigos nomos . |
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Administração das províncias ou ocupavam os postos mais altos do exército. |
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VI. Sociedade |
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Sacerdotes: |
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Administravam todos os bens que os fiéis e o próprio Estado ofereciam aos deuses. |
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Enriqueciam porque ficavam com parte das oferendas feitas pela população aos deuses, além de serem dispensados do pagamento de impostos . |
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Escribas: |
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Os que dominavam a difícil escrita egípcia. |
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Encarregavam-se da cobrança dos impostos, da organização das leis e dos decretos e da fiscalização da atividade econômica em geral. |
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VI. Sociedade |
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Soldados: |
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Nunca atingiam os postos de comando. |
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Eles viviam dos produtos recebidos como pagamento e dos saques que podiam realizar durante as guerras de conquista. |
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Artesãos: |
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Pedreiros, carpinteiros, desenhistas, escultores, pintores, tecelões, ourives, etc. |
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Muitas de suas atividades eram realizadas nas grandes obras públicas (templos, túmulos, palácios, etc). |
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VI. Sociedade |
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Camponeses: |
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Chamados no Egito de felás. |
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Trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham o direito de conservar para si apenas uma pequena parte dos produtos colhidos. |
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Eram também obrigados a trabalhar na construção de obras públicas grandiosas, como abertura de estradas, limpeza de canais, transportes de pedras necessárias às grandes obras, como túmulos, templos e palácios. |
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VI. Sociedade |
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Escravos: |
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Geralmente estrangeiros e prisioneiros de guerra, também compunham a base da sociedade. |
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Trabalhavam, principalmente, nas minas e pedreiras do Estado, nas terras reais e nos templos. |
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Muitas vezes faziam parte do exército em época de guerra e eram utilizados como escravos domésticos |
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IX. Religião
Politeísta
Religião = Poder
Crença na ressurreição
Antropomórfica e Zoomórfica
Tentativa Monoteísta
Osíris: Fertilidade. Ísis: Vegetação. Hator: Vaca. Anúbis: Chacal. Hórus: Justiça (Falcão). Amon (Rá ): Sol. Aton: Sol e Universo.
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ENEM (2008) |
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Nessa passagem, Heródoto critica a explicação de alguns gregos para os fenômenos do rio Nilo. De acordo com o texto, julgue as afirmativas abaixo. |
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I Para alguns gregos, as cheias do Nilo devem-se ao fato de que suas águas são |
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impedidas de correr para o mar pela força dos ventos do noroeste. |
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II O argumento embasado na influência dos ventos do noroeste nas cheias do Nilo |
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sustenta-se no fato de que, quando os ventos param, o rio Nilo não sobe. III A explicação de alguns gregos para as cheias do Nilo baseava-se no fato de que |
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fenômeno igual ocorria com rios de menor porte que seguiam na mesma direção dos ventos. |
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É correto apenas o que se afirma em |
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(A) I. |
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(B) II. |
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(C) I e II. |
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(D)
I e III.
(E)
II e III.
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ENEM (2008) |
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Ao visitar o Egito do seu tempo, o historiador grego Heródoto (484 – 420/30 a.C.) interessou-se por fenômenos que lhe pareceram incomuns, como as cheias regulares do rio Nilo. A propósito do assunto, escreveu o seguinte: |
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“Eu queria saber por que o Nilo sobe no começo do verão e subindo continua durante cem dias; por que ele se retrai e a sua corrente baixa, assim que termina esse número de dias, sendo que permanece baixo o inverno inteiro, até um novo verão. Alguns gregos apresentam explicações para os fenômenos do rio Nilo. Eles afirmam que os ventos do noroeste provocam a subida do rio, ao impedir que suas águas corram para o mar. Não obstante, com certa freqüência, esses ventos deixam de soprar, sem que o rio pare de subir da forma habitual. Além disso, se os ventos do noroeste produzissem esse efeito, os outros rios que correm na direção contrária aos ventos deveriam apresentar os mesmos efeitos que o Nilo, mesmo porque eles todos são pequenos, de menor corrente.” (Heródoto. História (trad.). livro II, 19-23. Chicago: Encyclopaedia Britannica Inc. 2.ª ed. 1990, p. 52-3 (com adaptações)). |
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