EXPLICAÇÕES SOBRE A MAÇONARIA ATUAL EM PORTUGAL

A mais alta monarquia, a católica, sempre existiu em Portugal até ao satânico golpe liberal levado pelo Príncipe D. Pedro, filho de D. João VI, promovido pelo dinheiro judeu e dos Rothschild. Se o liberalismo foi levado ao trono e contra a Igreja, e contra todo o ser da monarquia católica, não podia dar já contentamento ao maligno que via uma tentativa dos monarcas por diminuir os efeitos do próprio liberalismo, e tratou de irritar aos mações e marxistas a empastelarem ainda mais os canais do poder com típico ódio, espírito de rebelião e mentira. Com tais artes obscuras foi-se corrompendo o espírito nos antros revoltosos organizados, e não só, sempre em contraste com a piedade da esmagadora maioria dos portugueses do "Portugal profundo" e silencioso livre de grandes deturpações ideológicas e com uma católica sabedoria férrea. Em 1910 os republicanos tinham trancado o poder tentando impor a Portugal um Anti Portugal republicano (cloaca das ideologias liberaismaçónicas-socialistas). A maçonaria e o marxismo/socialismo tinham na mão a máquina do poder em Portugal que tentavam submeter lentamente e ideologicamente. Por urgência de defesa, tentaram alguns católicos jogar com as regras da república para recuperação dos órgãos de poder. Contudo, a maçonaria e o marxismo, não agradados com a possibilidade de perderem a sua presa, por várias vezes frustraram aquelas tentativas (que estavam até dentro das regras republicanas e democráticas). Esta era a prova que a maçonaria e demais covis queriam a república por lhes servirem ideologicamente e dificultar progressivamente o catolicismo. Um grupo de portugueses organizou-se a dar um golpe na república e impondo uma Ditadura Militar (assim a declararam).

Afastaram as sanguessugas maçónicas e restantes inimigos da Pátria que, evidentemente, em boa parte, se organizaram durante décadas para assaltar novamente o poder. O novo regime não era uma república nem uma monarquia, mas tentava com prioridade afastar os inimigos que tinham até infiltrado e dominado os órgãos de poder e curar Portugal dos muitos estragos (principalmente a economia). Obrigatoriamente estava o Estado destinado a fechar-se por proteção e vigiar-se para afastar rebeliões secretistas dos poderes internacionais (maçonaria e marxismo... etc.) que tentavam assim retomar a sua presa (Portugal). O grande milagre que representa Salazar não é o de um homem muito incomum, pois Salazar é o Portugal profundo e silencioso (internacionalmente invisível) que Deus coloca no poder quando quer sanar a alma lusa. O Estado Novo não foi uma república nem uma monarquia, e não deu passo à monarquia porque os monárquicos eram em maioria liberais e também muitos deles mações (eis a herança de D. Pedro IV a fazer efeito no final da história). Depois do 25 de Abril, os mesmos inimigos da nação, os criminosos políticos, à custa de falsa propaganda e muita estratégia (que já em 1910 tinha sido usada, que já internacionalmente se tinha usado, sempre igual), voltaram a superfície como demónios saídos das profundezas. Os erros liberais, socialistas/marxistas, maçónicos, enfim, modernistas começaram lentamente a ganhar terreno e, desta vez, a hierarquia da Igreja, já penetrada do mesmo inimigo, apoiaria em grande parte as mesmas ideologias ao ponto de não reconhecer nelas a oposição que têm com a Doutrina católica. Os erros do comunismo/socialismo/maçonaria/liberalismo (modernismo) alastraram-se tão "docemente" por toda as estruturas sociais e religiosas que ninguém dá conta e todos os têm por certo, natural, e inquestionável como se fossem verdade e conaturais da realidade. Contudo, o Portugal desmantelar. profundo ainda existe a um segundo de se

A carência de verdadeira Doutrina tem apenas mantido viva a Fé dos que vivem com poucos conhecimentos gerais e, por isso, não se baralham tão rapidamente nem se comprometem com a proliferação de falsas doutrinas e

maus-costumes (aqui os "sábios" perdem-se primeiro e os "pequenino" vãose mantendo). Os Bispos de Portugal preparam operações de "atualização" (na verdade são de demolição) tendo por base as tais ideologias anticatólicas que eles mesmos hoje acreditam serem católicas e, ao não as encontrarem fortemente refletidas no passado do catolicismo, adotam uma das outras crenças que é um "pan-evolucionismo": dizem então que agora teríamos finalmente evoluído e que antes os mesmos "valores" estavam na civilização católica mas muito adormecidos. Enfim, fundamentem a sua ação em teorias não católicas que, por sua vez, justificam com novas teorias não católicas e que, por sua vez continuam a repetir a mesma loucura que os vai afastando gradualmente da Doutrina e da Tradição e do testemunho que temos em milhões de livros e escritos e sumamente aprovados. Se vos tivessem dito isto há 10 anos certamente ficariam furioso por ouvir tal "absurdo". Contudo esta degradação que avança não é um ataque visível e muitas vezes tem a nossa colaboração. Tudo isto é comprovável e pode ser provado muito facilmente a quem esteja com reta intenção e boa vontade.

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