You are on page 1of 20

SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL

1. CONTEXTO SOCIAL, POLÍTICO E ECONÓMICO

1.1 DESCRIÇÃO GEOGRÁFICA, FÍSICA E POLÍTICA DO BRASIL
A República Federativa do Brasil localiza-se a leste da América Latina, abarcando uma área de 8.547.403,50 km². O país possui uma variedade climática que comporta clima equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical atlântico, subtropical e semi-árido. Trata-se de uma República presidencialista, administrativamente dividida em 26 estados, 1 Distrito Federal e 5.561 municípios. Do ponto de vista geográfico, os estados estão distribuídos em cinco regiões. A Norte comporta os estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Tocantins. A Região Nordeste compreende Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. O Sudeste é composto por Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. No Sul estão Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. E, finalmente, na região Centro-Oeste, localizam-se Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal. A República é governada pela Constituição promulgada em 1988, que determina os direitos e os deveres dos cidadãos e a forma de organização do Estado brasileiro. São três os poderes estabelecidos: o executivo, o legislativo e o judiciário. A divisão de poderes confere ao executivo a chefia do governo, sendo o sistema de governo presidencialista ― uma estrutura que foi confirmada em plebiscito, realizado em abril de 1993, para definir a forma e o sistema de governo. Assim, o presidente acumula as funções de chefe de Estado e de governo, tem mandato de quatro anos e pode ser reeleito por mais quatro. Poder executivo O poder executivo é formado pelas esferas federal, estaduais e municipais. O poder executivo da União é exercido pelo presidente da República, com o auxílio de ministros e secretários por ele nomeados. As eleições para presidência da República, com mandato de quatro anos, são realizadas em um ou dois turnos (se, na primeira votação, nenhum candidato alcançar maioria absoluta de votos), por meio de voto obrigatório para os cidadãos brasileiros com mais de 18 anos e facultativo para os analfabetos, os maiores de 70 anos e os que tenham idade entre 16 e 18 anos. No

OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL

1

SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL

impedimento simultâneo do presidente e do vice-presidente, assumirá o cargo, temporariamente, o presidente da Câmara dos Deputados ou, havendo impossibilidade, o presidente do Senado Federal ou o do Supremo Tribunal Federal, nesta ordem. São responsabilidades do presidente, de acordo com o texto constitucional, entre outras, a escolha dos ministros, a celebração de tratados, convenções e atos internacionais, dispor sobre a organização e o funcionamento da administração federal, iniciar o processo legislativo, exercer o comando supremo das Forças Armadas e editar medidas provisórias com força de lei. Atualmente, o Presidente da República conta com o auxílio de vinte Ministérios: Agricultura e Abastecimento; Ciência e Tecnologia; Comunicações; Cultura; Defesa (Comandos Militares); Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Educação; Esporte e Turismo; Fazenda; Integração Nacional; Justiça; Meio Ambiente; Minas e Energia; Planejamento, Orçamento e Gestão; Previdência e Assistência Social; Relações Exteriores; Saúde; Trabalho e Emprego; Transportes. O Presidente da República conta ainda com o auxílio de quatro Secretarias de Estado: Assistência Social; Direitos Humanos; Especial de Desenvolvimento Urbano; Comunicação de Governo. O poder executivo estadual é exercido por governadores, auxiliados por vice-governadores e secretários. O poder executivo municipal é exercido por prefeitos, auxiliados por vice-prefeitos e secretários. Os mandatos de governadores e prefeitos são de quatro anos, com possibilidade de reeleição. Poder legislativo O poder legislativo é responsável pela elaboração das leis que regulamentam a vida do país e as ações do executivo, servindo ainda de parâmetro para o judiciário. Existem três níveis desse poder, que são representados pelo Congresso Nacional, pelas assembléias estaduais e pelas câmaras municipais. Os seus representantes são eleitos por voto direto. O Congresso Nacional é bicameral: o Senado conta atualmente com 81 membros e a Câmara dos Deputados, com 513 membros. Eleitos por voto direto, os senadores têm um mandato de oito anos de duração e os deputados, de quatro anos. A Constituição determina que cada estado tenha um mínimo de 8 deputados e um máximo de 70. O legislativo federal delibera sobre questões relativas à União, julga as contas do executivo federal e autoriza a declaração de guerra ou o estado de sítio. O poder legislativo estadual é formado por deputados estaduais, eleitos para um mandato de quatro anos, e delibera sobre questões específicas de cada estado da Federação. As Câmaras Municipais são compostas por vereadores, eleitos também para um mandato de quatro anos, que, entre outras funções, fiscalizam as ações do executivo municipal. Poder judiciário O poder judiciário é o árbitro institucional dos conflitos que se manifestam na sociedade de acordo com os princípios constitucionais,

OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL

2

92 habitantes por quilômetro quadrado. Os demais ingressam mediante promoção. sendo o único foro de julgamento de ações diretas de inconstitucionalidade de lei e dos atos normativos do poder executivo federal. É o Supremo que julga.2 CONTEXTO SOCIOCULTURAL 1. o Censo Demográfico efetuado em 2000 arrolou 169. em matéria penal. crimes políticos e infrações contra bens. Suas demais competências são definidas pelas constituições estaduais. O acesso à carreira ocorre por concurso público. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 3 . serviços ou interesses da União. 1. com a densidade demográfica de 19.590. Julga ainda crimes comuns e de responsabilidade de juízes federais e dos membros do Ministério Público da União. mas são proibidos de exercer cargo ou função que não seja o magistério e não podem se dedicar a atividades político-partidárias. sete juízes federais. entidades autárquicas ou empresas públicas federais. sendo 81% em situação urbana. criminais e comerciais que não envolvam a União nem pessoas em cargos públicos federais. São foros de ações de inconstitucionalidade das leis ou atos normativos estaduais e municipais e para ações civis. nomeados pelo presidente da República. A justiça estadual é formada por tribunais de justiça e juízes de direito. Decide litígios entre países e a União. o presidente.2.1 Situação demográfica O Brasil chegou ao século 21 com uma população estimada de cerca de 170 milhões de habitantes. não podendo ser destituídos por decisão administrativa. nas leis. sendo que os juízes têm cargo vitalício. Está organizado nos níveis federal e estadual. É composta por Tribunais Regionais Federais nos estados e por juízes federais. Conforme os dados preliminares divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A justiça federal trata de causas que envolvem a União. As decisões por ele tomadas por meio de processos judiciais devem estar respaldadas na Constituição.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL garantindo o estado de direito. os ministros de Estado e os membros do Congresso. O Supremo Tribunal Federal é responsável pela aplicação e interpretação da Constituição. nas normas e nos costumes. É formado por 11 ministros vitalícios.693 habitantes (tabela 1). Os Tribunais Regionais Federais são formados por. questões desta com os estados e destes entre si. no mínimo.

Os resultados mostram ainda que existem 96.514. A taxa anual de aumento da população chegou a 1. A região de maior taxa de crescimento populacional no período 1991-2000 continuou a ser a Norte. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 4 . Essa taxa está bem abaixo das observadas nas décadas anteriores. Nos anos 50.3%) e no Sul (1. segundo valores absolutos e relativos.755. (4) Exclusive a população residente nas áreas urbanas isoladas./km2) 8. Já o Sul. A Região Nordeste apresentou a mais baixa taxa de crescimento. passou para a quinta posição. entre os Estados do Piauí e Ceará.9% ao ano. Esta perda. O atual crescimento dessa região está fundamentalmente localizado nas cidades periféricas de Brasília e no entorno goiano do Distrito Federal. com 30. Em 1991. Mas o ritmo de crescimento está diminuindo.8% da população mundial.30 19.4 km referentes à área a ser demarcada. As menores taxas de crescimento anual ocorreram no Nordeste (1.1% ao ano. para cada 100 mulheres. com 86.4%). seguida pela Região Centro-Oeste. existem 2. era de 2. área total e densidade demográfica (estimativa preliminar).215.7%. respectivamente. Censo Demográfico de 2000. 2 (3) Inclusive 2. No Centro-Oeste a taxa foi de 2.693 Brasil (1) (2) (3) Valores relativos Urbana Total 137.1 bilhões de habitantes. Em 2000.941 100 81.460. A população brasileira é a quinta maior população do mundo. em função de uma combinação entre a queda acelerada recente da fecundidade e a perda migratória para outras regiões. havia 97. nos anos 80.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Tabela 1 População residente.337 mulheres a mais que homens no Brasil.590. que tem uma taxa de crescimento natural relativamente baixa. vinha perdendo população para outras regiões nas últimas décadas. A sinopse preliminar do Censo Demográfico 2000 (tabela 2) indica que a Região Sudeste é a mais urbanizada.9 homens para cada 100 mulheres.3% e 31%.23 72. com 90.550 Total Sede Sede Total municipal(4) municipal(4) 123. As Regiões Norte e Nordeste mantêm as maiores proporções de população rural.977. ou seja.6% ao ano na década de 90.697. em litígio. com 2. enquanto que. que era de 6. o Brasil ocupava o oitavo lugar no ranking mundial.92 Fonte: IBGE.5 homens. quando ainda eram expressivos os movimentos migratórios em direção à chamada fronteira amazônica. valor também inferior ao registrado em décadas passadas.80 Área Densidade total demográfica (km2)(5) (hab. 2000 População residente Valores absolutos Urbana Total 169. (2) Inclusive as áreas das Ilhas de Trindade e Martin Vaz.5%.4%. (5) Valores incluindo as águas interiores. Notas: (1) Valores sujeitos a alteração em fase de atualizações de natureza cartográfica ou politico-administrativa. com uma participação de 2. diferentemente do crescimento provocado no passado pelas migrações de fronteira agrícola.

797. A Região Centro-Oeste é a menos populosa e a segunda em extensão (que menos da metade da área ocupada pela Região Norte) e taxa de crescimento.402 3.515 509.346 Mulheres 86.522 13.337 2.732 4. uma vez que os resultados integrais do Censo 2000 ainda não foram divulgados.142 1.685 475.139 1. SEGUNDO AS GRANDES REGIÕES E AS UNIDADES DA FEDERAÇÃO.847.381 5. Já a Sudeste.263 1.987 4.303.803.760 238.853 1.544. que é a quarta em extensão territorial.581 858.368.804 1.830 3. 2000 Grandes regiões e unidades da Federação BRASIL NORTE Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins NORDESTE Maranhão Piauí Ceará Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia População Residente em 01/08/2000(*) Total 169. por ter a segunda estrutura etária mais envelhecida.638.639 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 5 .911 52.761.066.429 8.667.188.478 246. as regiões brasileiras apresentam distinções marcantes.714 2. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) realizada pelo IBGE em 1999 é a fonte de dados mais atual e completa que o país dispõe.418 Urbana 137.903 1.744 187. A Região Nordeste ― que se situa pouco abaixo da Centro-Oeste em termos de área.817. Tabela 2 POPULAÇÃO RESIDENTE.633 6.816 280. A Região Sudeste vem mantendo um crescimento estável de 1.869 871.790 3.282.093 4.152 494.919.690 1.922 2.850 900.792 557.740 24.427.113.914.442.679.919. especialmente no Paraná.620.910. detém a estrutura etária mais jovem e a taxa de crescimento mais elevada. mas tem densidade demográfica muito mais elevada ― apresenta a menor taxa de crescimento populacional e uma participação de idosos na estrutura etária que refletem o seu histórico processo de emigração.375.843 1.541 732.779.764 Homens 83.992 2.310.089. também.796 2.946 2.511 23.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL aparentemente.305.917.322 3. Quanto ao perfil populacional.441.060.976 276.048 369.423.889 324.416 706.127.005.420 2.052.047 5.456.022 564.072.863 14.528 1.439 9. POR SEXO E SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO.759.262 296.377. já sendo a segunda menos populosa.821.969 7.834. foi sendo contida durante a década de 90.647 1.840.388 1. A Região Sul caracteriza-se por ser a menor em área.6% ao ano.610.270.381 2.115.821 590.890 6. É nela que se baseiam os dados aqui apresentados.388 32.533 670.396.053.925 237.858 158.928 6.120.594 6.768.179 3.577 1.444.550 1. o Norte urbano é a região que tem a maior área. Segundo a tabela 3.435 2.741 2.355.537.085 1.031 165. apresenta a maior densidade demográfica e a estrutura populacional mais envelhecida.858. a segunda mais densa em termos de população e.718 7.411 77.152 6.004 3.840.697.034 907.787.382.108.125 Rural 31.443 12.661 995.731 3.155.553 6.251 47.949 1. que recuperou o seu ritmo de crescimento demográfico.417.442 1.774 423.413.667 3.797 883.436.

189.073.055 466.065.936 15.776.231. do Sul CENTRO-OESTE M.663 4.036.540.478 8.828.595 81.637 1.163.150 4.488 3.494. G.699 599 12.880 2.203 18.151.022 18.356 593.040.916.290.951.223 8.868.675.782.368.273.336.310.210.005 4.592 9.070.122 2.400.223.255.093.526 4.901.455 4.835.752 2.599 476.831 12.142 20.821 7.990.518 14.789.043.803 78.745.374.191.440.083 1.686.384.799.611 263 1.383.330.405 32.214 587.994.487.385.081 4.916.111.724 6.385 1.126 5.776.977 1.519 3.211 9.835.451 25.096 2.228.085.824 7.490 709.498.194.407 4.657.370 1.335.471 Situação do domicílio Urbana Rural 0 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Homens(2) 0 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Mulheres (2) Norte (urbana) 7.442 6.529.536 353.669.865 2.203 8.267.774.740.683 291.804 4.696 12.061.407 7.360 2.078 1.281 569.410.757 15.977.498 633.287 7.495.404 1.661 598 3.066 30.027 4. O SEXO E GRUPOS DE IDADE – BRASIL – 1999 Brasil (1) Total(2) 160.854.104.459. Censo Demográfico de 2000.425 0 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 17 anos OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 6 .954 355.865.160 6.389.197.998 Sexo e grupos de idade 9.806 1.780.351 993.484.338 224.214.827 23. SEGUNDO A SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO.890 2.388 65.714 5.575 1.095.179.464 13.995 10.623.795.049.188 4.781 36.955 6.608 7.173 745.611.864 14.721 127.871 515.751.398 1.702.286 5.213 3.268 2.765 14.966.418.038.565 30.495 12.121 1.483.210.211.176 474.087 5.147.224 57.514 5.169 14.735.954.451 2.903.560.982.094 301.527 25.108 1.225 36.887.067.171 5. Nota: (*)Resultados preliminares.367.545 1.665 12.687.414 CentroOeste 11.707 569.861.197 738.042 972.333.587.149 7.701 933 34.169 34.220.823.347 6.386 10.491 2.804.905.226 27.758 6.821.437.402 2.646 3.812.969 4.275 2.880 29.995.654 942.681 16.091.568 2.787 Nordeste Sudeste 46.711 5.262.599.828.120. Tabela 3 POPULAÇÃO RESIDENTE.395.036 874.371.098.883 8.990 2.074 784.171 14.989 1.005.303.777 592.618 4.129 7.071.511 1.181 605.507.923 1.137 2.169 35.346.924 1.100 5.219 19.823.535 14.568 330.705 384.512.331.056 2.389.311 1.407 – 1.768 2.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL SUDESTE Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo SUL Paraná Santa Catarina R.814 977.287 8.796.727 Fonte: IBGE.667 62.451.075 22.250 11.514.390 3.255 3.024.135.835.283.877 1.183.284 10.371 921.373 16.388.863 35.968 848 2.013.561 1.582 2.112.897 2.693 5.840 2.956.661 5.240.789 88.801 11.469 4. Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 72.555.803.385 4.480.470.281 1.744.448 3.592 3.796 70.075.798.558.507 Sul 24.555 5.960 2.851.993. POR GRANDES REGIÕES.411 17.997 1.532.585.905 530 1.179.930 1.698.787.621 5.672.188 9.030 2.

as proporções de pessoas brancas (46.5%). As pessoas de cor parda predominavam nas Regiões Norte (68.830 2.604.4% em 1989 para 8.3%) e Nordeste (64.103. as pessoas brancas constituíam 64. Com base nos resultados da pesquisa de 1984. que em poucas décadas mudou o padrão da fecundidade feminina brasileira. Na década de 90. em 1995 eram 20.936.369 400.2 em 1984.477.151.1% em 1999. da diminuição progressiva no número médio de filhos por mulher. o grupo de 0 a 4 anos de idade deixou de ser o maior e.6% da população.906 2.326. a taxa de fecundidade estava em 3. refletindo a origem das várias correntes migratórias que se distribuíram de formas diversas no território nacional.6%).917 1. a composição por cor ou raça é bastante diferenciada.5. que segue em processo de envelhecimento. A participação das pessoas de 60 anos ou mais de idade na população passou de 7. Pnad 1999 Nota: (1) Exclusive a população da área rural de Rodonia.838 249.701 16. Em meados da década de 80.8 em 1992 e atingiu 3. enquanto que. Em termos regionais.3% em 1995.028. as pessoas brancas representavam 54.060. Na década de 90.812.798 8.563 8. As crianças de menos de 10 anos de idade.208 1.9%. 39. em 1995. iniciada em meados da década de 60 e intensificada nos dois decênios seguintes. Em 1999.0% e as pardas.445.156 Fonte: IBGE.9%. mas contínuo.6 e a de 1999 indicou que estava em 2.009.3.231. Amazonas. Roraima. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 7 . O processo de transição demográfica. segundo a tabela 4. continuou na década de 90 de forma bastante moderada. na Região Centro-Oeste. O estreitamento da base da estrutura etária pode ser visualizado no acompanhamento da participação dos grupos qüinqüenais mais jovens.363 3. o grupo de 10 a 14 anos de idade já superava os dois anteriores. a estrutura do país por cor ou raça não apresentou variações expressivas. Em 1999. principalmente.030. provocou forte desaceleração na taxa de crescimento demográfico do país.536 7.206. O número médio de pessoas por família estava em 4.258. O outro extremo da estrutura etária vem refletindo o lento.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais 29. sendo formada em sua maioria por pessoas brancas e apresentando uma parcela elevada de pessoas descendentes de indivíduos de raças distintas. Pará e Amapá. Acre.4 em 1999.852 13.904 4. que em 1989 representavam 23. Com o prosseguimento deste processo.0% da população do Sudeste.2%) e pardas (49.6% e quatro anos depois.838 1. a parcela feminina no contingente de 60 anos ou mais oscilou em torno de 55%. alcançando 9. A queda da fecundidade.392 2. A redução da fecundidade associada à queda da mortalidade reflete-se na evolução da composição etária da população do país. sendo esta proporção inferior apenas à da Região Sul (83. A pesquisa de 1992 revelou que esta taxa tinha-se reduzido para 2.4%) ainda permaneciam próximas.331 622.994 4. A tendência descendente no tamanho médio da família resultou. (2) Inclusive as pessoas com idade ignorada. aumento do número de idosos e os efeitos da mortalidade diferenciada por gênero. passou para 3. 18. o grupo de 15 a 19 anos de idade já estava em 1998 e 1999 no mesmo patamar do anterior e suplantava os dois primeiros.

Em 1999 (tabela 5).659 19.828 18.536.936 Branca 41.514.365.991 Indígena 127.574 14. Em 1999.341 9.067.980 365.342 3.638 1.311 2.273.633 CentroOeste 11.212 17.407 2.416.567 4.6% no Nordeste e em 54.128 183.996 Preta 4.894.956.841 586.740 Amarela 359.592 5.036 1.885.451 10.210.971 29.425.3%.356.406.633 38.174 5.918 743.426.863 7.993.719 Indígena 68.076.049.247 7.894 26.991 12. POR GRANDES REGIÕES.922.281 2.742 52.176 34.244 38.907 26.545.2% no Centro-Oeste.405 5. O percentual de pessoas não-naturais do município de residência situou-se em 30.072.025 4.148 22.063.617 9.614 132.095.021 21. Ainda que a Região Norte também tenha absorvido grandes contingentes de migrantes nos últimos decênios.585.719 Preta 8.779 81.218.775 41.223.408. O SEXO E A COR OU RAÇA – BRASIL –1999 Brasil (1) Total(2) 160.303.372 Indígena 261.370 1.606 2.984.487 37.924.960 11.480.343.526 4.535 Branca 45.400.301 2.748 67 247 – – – – – – 3.865.735.043 5.835 25.099.386 19.536 84.011 18.410 5.655 Parda 16.695.050 Amarela 742. Tabela 4 POPULAÇÃO RESIDENTE.583 9.951 1.495.555 Norte Nordeste Sudeste (urbana) 7.506.219 20.573.418.129 4.667 9.066 Branca 14.938 377.644.425 23.513.506 Parda 64.710.151.916.495.698.593.397 70.395 5.470.304 610.965 Sexo Homens 78.292.828. a proporção de pessoas não-naturais da Unidade da Federação ficou em apenas 7.796 13. os reflexos das fortes correntes migratórias recebidas nas últimas décadas.880 260.408 4.044.442 Preta 6.261.587.889 1.418.588 182.175 398.327.042 Sul 24.040 5.686.905.000 54.613 51.846 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 8 .855 27.833 38.455 21.851 Parda 47.828 Amarela 664.250 29.792.705 490. a Região Nordeste mostra os efeitos das saídas históricas de sua população em busca de melhores condições de vida em outras áreas do país.860 16.425 12.123.575 52. a pesquisa não capta todos os efeitos desse afluxo de pessoas por não cobrir a sua área rural. enquanto que o de pessoas não-naturais da Unidade da Federação de moradia situou-se em 15.802 2.840 852.497.341.417 910.288 4.401 19.222 Amarela 77.799 3.174 5.397 Mulheres 81.309.2% no Nordeste e situou-se em 35.052.843 17.209.701.726 119.277 Preta 1.549 2. Em termos regionais.570 46 161 7.752 4.507 4.653 Indígena 192 775 Rural 32.965 46.909.571.047 214.355 1.034 29.879 2.043.549 Branca 72. e a Região Centro-Oeste.880 44.371 1.951 Parda 32.828.392 693.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Os movimentos migratórios internos nesta década foram menos intensos que nas anteriores.122 35.209 2.748 67.740 Situação do domicílio Urbana 127.835.913 23.693 16.768 10.306 2.949 528.723 Preta 4.052 97.3% no Centro-Oeste.220.448 33.197 2.588 182.814 7.694 25.317.696.363 35.032 93.855.271 3.436 35 886 16. SEGUNDO A SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO.618.210.319.373 40.813.111.605.407 2.396 317.343.264.645.720.8%.933 6.024.337 62.016.514.991 13.168.220.581.991 13. o percentual de pessoas nãonaturais do município de residência ficou em 39.387 Branca 86 626.

148.388.941.586 11.345 3.758.941.200 718.139.976 2.567 2.039.025 7.114 667.627 10.834 597.121 9.389 21.910.320.160 14.075 779.345 7.323.447 1.984 43.775 215.408 10.518.481.699.463 1.345 134.020 3.172.144 11.408.099.734.300 33.136 4.407 4.649.686 97.664 3.220 7.639 70.297.Exclusive a população da área rural de Rodonia.738 9.673.044.672.610 1.065 2.883 114.805 19.882.136 1.873 6.306.782.343 2.997 164.029 Fonte: IBGE.035 2.828 887.979.179.484 364.150 2.067. Roraima.732 661.604 Sul CentroOeste 24.450 25.684 5.213.178 566.070 125.018 5.918 335.431.368.250.894 37.659 2.798.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Parda Amarela Indígena 31.481 32. Tabela 5 POPULAÇÃO RESIDENTE.802 10.641. Pará e Amapá.474 4.126.046 829.081.316 995.463 479.014 491. (2) .133.538 18.644 1.937 1.605.643.547 5.821. Pnad 1999 Nota: (1).790.245.492.350.234 791.576 302.322 1.600.361 46.837 168.594.779 Norte Nordeste Sudeste (urbana) 7.025 4.696 1.798 3.479.434.015 1.398.756 28.310 382.702.961.991 4.144 1.103 1.383 14.179 309.045.312.961 7.427 28.863 4.604.291 5.193.055.736.626.454 505.648 21.034 8.968 5.652.043.610 8.508.936 Fonte: IBGE.602 1.215 1.363 444.916 181.118.944 1.374.172.470 430.086 57.207.729.146.630.107 8.729.430 4.568 364.903 31.439.113 1.142 1.063 10.936 994.655 25. Amazonas.592 13.265 218.938.873 6.379 1.014. SEGUNDO A NATURALIDADE EM RELAÇÃO AO MUNICÍPIO E À UNIDADE DA FEDERAÇÃO E OS GRUPOS DE IDADE – BRASIL – 1999 Brasil (1) Total(1) (2) Naturais do Município(2) 0 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Não-naturais do Município(2) 0 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Naturais da UF(2) 0 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Naturais da UF.546 4.822 12.551.577.507.866.841 11.137.636.936.337 2.853 5.319 3.057.300.699. Roraima.Inclusive as pessoas com idade ignorada e as pessoas sem declaração de cor ou raça.194.601 192.695 739.177 6.273.742 3.615 2. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 9 .131 2.071. (2) Inclusive as pessoas com idade ignorada.139 1.520 443.754 3.915.761.905 15.510 1.111 215.925.197.781.853 1.787 9.921 21.381 134.438.604 1.069 268.851. Acre.010 2.372.027.590.181 4.160.681 25.929 464.117 1.996.526. mas nãonaturais do Município(2) 0 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais Não-naturais da UF(2) 0 a 9 anos 10 a 17 anos 18 a 39 anos 40 a 59 anos 60 anos ou mais 160.509 15.880 3.929.659.101.030 1.160.213.583.000 23.462 195.033 15.278.865.972 10.515.730 8. Pará e Amapá.387.536. Pnad 1999 Notas: (1) Exclusive a população da área rural de Rodonia.712 661.715 4. POR GRANDES REGIÕES.429.392.191 434.565.482 13.188 850.025 93.359 2.533 4.153 493.968.260 678.095 6.316. Acre.586 2.724 279.506 1.735 1.370.468.795.185.706 3.344.589.773 287.452 3.911.028.504 2.870 10.329.727 5.449 1.740 14.990 20.529 2.814.360 871.966. Amazonas.597.202.069 3.914.276.236 20.887 24.635 5.216.324 1.243.596 408.347.463 1.675 218.562 842.726 64.117 3.429 10.896 62.611 1.730 10.009.396 1.991 25.763 123.578 47.396 5.825 41.640 437.346.628 7.512.688.828.318.635.666 26.205.986.730 10.362 252.490 871.493 2.812.592 30.479 1.

2%. De 1995 para 1999.6%.4% para 3. O crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo. elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo. especialmente em função de significativas mudanças na economia. este último resultado ainda ficou muito distanciado dos referentes às Regiões Sul (1.4%) e Centro-Oeste (2. a disparidade entre o nível de instrução dos dois gêneros é muito mais acentuada na população ocupada.4%.8% em 1989. este indicador estava em 33. As tabelas mostram as condições de analfabeto ou estudante por grupo de idade (tabela 6). continuou no outro extremo. e de 24.9 pontos percentuais acima da referente à população masculina. em 1989.9% no Nordeste.4% para as não-naturais do município. Entretanto. Sudeste (1.3%). caiu para 5. A comparação entre os resultados regionais revelou que. Em quatro anos.7% para 4. o percentual de crianças de 7 a 14 anos de idade fora da escola decresceu de 9. O crescimento acumulado no consumo desses bens elevou o OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 10 .2%. esta proporção recuou de 6. os migrantes apresentam maior participação na força de trabalho do que os nãomigrantes. a proporção de mulheres com pelo menos o ensino médio concluído situou-se 2. tendo passado de 23. as taxas de analfabetismo e escolarização por grupo de idade (tabela 7) e a distribuição das pessoas de 10 anos ou mais por anos de estudo (tabela 8) em 1999.9% para as naturais e de 63.7%.0% para 5.9% em 1995 para 12. o nível de instrução das mulheres manteve-se em patamar nitidamente mais alto que o dos homens. na população ocupada masculina. quatro anos depois. a proporção de pessoas de 60 anos ou mais de idade situou-se em 14. situavase em 16.5%. houve uma alta acentuada no consumo de bens duráveis.8% para 4. Em 1999.2 Condições da habitação e consumo de bens duráveis Na última década. 1. pois o interesse feminino em ingressar no mercado de trabalho tende a aumentar com a elevação do seu nível educacional. o percentual de meninos fora da escola declinou de 10.6% entre as não-naturais e ficou em 5.9% para 30. a proporção de pessoas com pelo menos o segundo grau concluído subiu de 17. que.4% e para as não-naturais alcançou 63. A taxa de atividade das pessoas de 10 anos ou mais de idade foi de 58. e de 15. Em conseqüência da sua estrutura etária mais envelhecida. no grupo de 7 a 14 anos de idade. Em decorrência de a taxa de escolarização feminina permanecer mais elevada.2.3%. A taxa de escolarização das meninas supera a dos meninos.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Os migrantes apresentam estrutura etária mais envelhecida em decorrência de as levas migratórias apresentarem maior concentração em pessoas adultas que se deslocam em busca de melhores oportunidades de trabalho. Este indicador. Apesar do inegável avanço. na feminina.9% em 1995 e.5% entre as naturais do município. baixou para 9.8%).8% para 3. apesar da expressiva melhoria. Para as pessoas naturais da Unidade da Federação de residência esta taxa ficou em 60. de 1995 para 1999.5% em 1989. as acentuadas disparidades regionais. Em 1999. Em quatro anos. a taxa de analfabetismo estava em 14.9%. que é detentor do maior grau de escolarização.3% no Sudeste. enquanto o de meninas diminuiu de 8. Na faixa etária de 10 a 14 anos de idade. No Nordeste.7% em 1999. gradativamente.3% para 21.

057.668.400.130.519 3.731.896 634.885 - Nordeste 39.484 5.577 1.353 1.580 6.023.965 1.910 6.9%.821 835.479.893.543 Sudeste 61.209 324.914.027 3.099 607.167.150.939 919.948.735.415 14.788.963 3.442 997.399 93. SEGUNDO AS CONDIÇÕES DE ANALFABETO E DE ESTUDANTE.851.381 4. nos últimos quatro anos.321.025 1.722 1.738 523.259 15.163.370 1.533.837.766.047 25.946 3.731 1.224 1.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL percentual de domicílios dotados de geladeira de 74.457 4.228 1.837 1.915.256 16.292 130.457 3.095.407 8.627 8.364 27.708.708.240 132.809 6.122 7.599 4.845.495.027 5.155 5. O número de moradias com televisão vem subindo a taxas mais altas do que o daquelas dotadas de rádio.971 1.348 19.7%.608 4.948 1.691.356.439 2.844 655.323 1.535 881.703 7.479.819.693 7.628 1.144 229. enquanto o de máquina de lavar ascendeu de 26.912.002.076.119 508.082.230.329.100.062 12. GRUPOS DE IDADE E SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO.965 6.744 885.310.568 303.777 942.756 Norte (urbana) 6.579 273.148.778 18.594.595 123.632 8.102.767.306.172.479.688.912 111.905 3. o percentual de domicílios com televisão elevou-se de 81.237 16.340 725.989 537.824 2.442 1.319.548 26.438 6.508 19.816 1.356 1.238.103 670. Tabela 6 PESSOAS DE 7 ANOS OU MAIS DE IDADE.640.468 337.061.633.075 16.190 10.243.302 8.753 6 032.037 4.199 632. aproximando rapidamente estes dois indicadores.768.490 934.976.8%.052.413.626.105.148 36.498 9.236 43.8% em 1999.186 2.931 473.598 3.9% para 89.306 1.311.346 974.431 475.693.830 2.573.005.144 430.421 68.033 16.374.070 9.774.427 1.546 23.520 32.782 19.771 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 11 .309 6.580.322.714 295.087 3.501 1.457.212 537.878 1.458.798.236 634.986 10.052.338 3.340.096.242 932.777 785.076 58.241.505.238.990 CentroOeste 9.725.383.094 1.570 8.477.463 441.696.826.555 25.391.008 31.569.883.366 508.943 495.534 25.995.458.880.392.027 4.602.112 4.810 15.589 1.569.296 3.702.389 10.885 512.753 942. 1999 Brasil (1) 7 anos ou mais(2) Urbana Rural 7 a 14 anos Urbana Rural 7 a 9 anos Urbana Rural 10 anos ou mais(2) Urbana Rural 10 a 14 anos Urbana Rural Analfabeto 7 anos ou mais(2) Urbana Rural 10 anos ou mais(2) Urbana Rural 10 a 14 anos Urbana Rural Estudante 7 a 14 anos Urbana Rural 7 a 9 anos Urbana Rural 139.276 548.212 6 032.989 1.423.682 3.199 1. POR GRANDES REGIÕES.306 512.032 25.736 10.726.402.854 13.019 3.7% para 32.252 6.981.384 361.746.413.797 4.195.670.905.941 18.896 785.908 490.615 2.238 55.557.143.386 12.9% em 1995 para 82.638 333.596.948 43.020 5.236.031.940.644 4.009.219 51.965.865 Sul 21.891.336.046 8.646 928.356.054.955 7.212.192 5. enquanto o dos que tinham rádio passou de 88.1% para 87.413.846 2.051 9.790 104.120 1.329 2.

2 92.9 26.7 4.5 95.8 96.5 10. De 1998 para 1999.917 3.1 94.4 97.3 95.8 93.4 97. nesse período.767. que ainda é insuficiente para atender à demanda por este serviço.471 905.6 38.6%.2 2.1 17.4 1.7 96.4 12.081 2.3 8. 1999 Brasil (1) 7 anos ou mais(2) Urbana Rural 10 anos ou mais(2) Urbana Rural 10 a 14 anos Urbana Rural Taxa de escolarização 7 a 14 anos Urbana Rural 7 a 9 anos Urbana Rural 10 a 14 anos Urbana Rural 13.9 96.5 4.5 95.5 25.421 - 5.0 97.7 95. Roraima.790.5 93.357. Pnad 1999 Nota: (1) Exclusive a população da área rural de Rodonia.4 17.0 7.0 5.0 92.9 Norte Nordeste Sudeste (urbana) 12.2% no número de habitações dotadas deste serviço.428 Fonte: IBGE.277.0 10.114.3 97.5 97.3 93.925 854. Pará e Amapá.7 8.6 36.2%. Amazonas.5 95.528.4 95. (2) Inclusive as pessoas com idade ignorada O número de domicílios com linha telefônica continuou crescendo a taxas bastante elevadas. Acre.8 6.8 18.1 92.2 93.8 96. SEGUNDO OS GRUPOS DE IDADE E A SITUAÇÃO DO DOMICÍLIO.0 8. em decorrência do aumento da oferta.1 CentroOeste 10.4 97.5 95. tendo havido.9 1.4 17.2 96.4 96. Acre.8 16.7 97.8 93.331 3.2 6. aumento de 85.2 2.7 96.1 7. superando as dos anos anteriores.0 9.9 12.214.0 2. Pnad 1999 Nota: (1) Exclusive a população da área rural de Rodonia. a alta foi de 20.673.006 5.0 94. A expansão da telefonia celular contribuiu com parte importante para esta evolução.0 11.0 17.7 96.4 96.4 97.612 510.9 24.423.4 12.0 12.4% para 37.195.1 6. POR GRANDES REGIÕES.2 94.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL 10 a 14 anos Urbana Rural 16. Pará e Amapá.9 93.3 1.0 Sul 7.6 94.021 2.9 95.896 6.7 8.4 95.202 12.7 18.4 97.1 94.9 11.871 900.8 94. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 12 .3 5.647 1. Amazonas.1 96.0 95.3 7.043 209.6 9.4 27. Roraima.1 96.035 1. o percentual de domicílios com linha telefônica passou de 22.0 5.421 900.1 1. Em quatro anos.2 96.162.7 96.5 95. (2) Inclusive as pessoas com idade ignorada Tabela 7 TAXAS DE ANALFABETISMO E DE ESCOLARIZAÇÃO (%).4 93.5 3.5 92.9 91.8 1.3 Fonte: IBGE.

629.821 44.577 554. Em área urbana.616.007 3.404 1.059.827.601.912 28.490 11.382 24.643 770.170 744.912.533 9.295 17.779 6. Pará e Amapá.251 1. embora o atendimento das habitações rurais por este serviço venha aumentando com rapidez.070.747.035.931 507.7% das moradias e.273.630.066 716.534 1. Quanto às condições de saneamento básico.708 21.682.993.026.043. cerca de um quarto das moradias rurais ainda não dispunha de iluminação elétrica.925 497.244 632.052.758 30.296.713.708.179. SEGUNDO O SEXO E OS GRUPOS DE ANOS DE ESTUDO.079.673.767 22.880 129. 1999 Brasil Total(1) Sem instrução e menos de 1 ano 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 10 anos 11 anos ou mais Homens(2) Sem instrução e menos de 1 ano 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 10 anos 11 anos ou mais Mulheres(2) Sem instrução e menos de 1 ano 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 10 anos 11 anos ou mais 17.258 10. Entretanto o diferencial entre as áreas urbanas e rurais ainda é marcante.396 783.497.146 2.856.555.553.806.631 11.959 5.897 4.047 1.900 3.100.056.954.538 62.373 6.937.437 8.282 9.285 9.103 66.782 1.128.423.666.111 4.043 Fonte: IBGE.463 928.562 3.817.059 2.1% em 1995 para 79. Notas: (1) Exclusive a população da área rural de Rondônia.499.385 5. enquanto que somente 0.753 12.794.570 3.516 885.503. (2) Inclusive as pessoas com anos de estudo não-determinados e sem declaração.468 1.738.453. a maior cobertura diz respeito à iluminação elétrica.115 13.537.196.200.882.151 Sudeste 58.154 Sul 19.911 13.246.156.761 967. este atendimento alcançou 93.914.873 4.476 4.431 4.426 9.900 2.552 10.913 3.927 3.939 8.235 533.362 1.248 CentroOeste 9.8% em 1999.862.187.637 1.110 4.379 1.772 8.927.477 1.259. coleta de lixo e iluminação elétrica.815 979.887 9.147 445.414 1.401 1. POR GRANDES REGIÕES.899 18.178 10.983.032.8% das habitações em 1995 e chegou a 94.607 613.156 10.987 Norte Nordeste (urbana) 36.098 23.780 884.030 528.644.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL No que se refere aos serviços essenciais de saneamento básico.729.727.9% em 1999.2% das moradias que não eram atendidas por rede geral de abastecimento de água e OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 13 .613.409.513 1.057 1. em 1999 havia 20. Diretoria de Pesquisas.001.955 1.973.443.044.444 4.222 1.966. Roraima.606.742 7.146 1.393.801. Acre.246.244 1. Tabela 8 PESSOAS DE 10 ANOS OU MAIS DE IDADE.231 4.560. Em 1999.343.701 21.009.116 5.120.311 2.266.118.786.540.764 3.970.940 19. que atendia a 91.907 8.691 7.669.439.783 3.884.464 712.216.169 4. ficou em 19.777 4.8% das urbanas carecia deste serviço.052 648.824.919. A proporção de residências atendidas por serviço de coleta de lixo passou de 72.853 1.495 4.111 395.735.316 388.483 2. Departamento de Emprego e Rendimento.723.203. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio.886.596.6%. Amazonas. na área rural.

591 retransmissoras (retransmitem a programação das geradoras) em atividade até maio de 2000.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL 35. A televisão educativa no Brasil é pública e difere da comercial.22% da população brasileira (correspondentes a 350.2. principalmente. segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). e a Record. O candomblé e a umbanda. presente em 42. Em 1991. atingindo aproximadamente 13. conforme estimativa de 1999 da Fundação Nacional do Índio) distribuem-se em 227 etnias que se comunicam em 175 línguas e dialetos. cobrindo 60. elas contavam com 648.5% dos lares. 1. Rio Grande do Sul e Bahia. Rio de Janeiro. O espiritismo reunia cerca de 1. Segundo estimativa do Departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. sendo incorporadas. cerca de 0. pelas igrejas de orientação pentecostal e neopentecostal. e o rádio. principais religiões afro-brasileiras. sendo os programas de TV assistidos por 98% da população.6 mil brasileiros professava religiões orientais.4 mil eram budistas.5 mil adeptos.4 mil adeptos no Brasil. atingindo 97.6 milhão de adeptos. Assim. 1. em seguida vêm o SBT. 1. com a mesma periodicidade. Um total de 368. Os cristãos ortodoxos eram 35.2.3 Situação lingüística A língua oficial do Brasil é o português. têm forte penetração nos Estados de São Paulo.5 Meios de comunicação social A televisão e o rádio são os meios de comunicação mais utilizados no país: ambos estão presentes na maioria dos lares brasileiros. em 23. principalmente nos Estados de São Paulo. Minas Gerais.5%.7%). a TV Bandeirantes. este percentual vem caindo.2. Existiam ainda cerca de 86.4 Religião De acordo com a última pesquisa oficial. Quanto à TV.9% da população eram protestantes.240 índios.1 milhões. o Brasil possui 269 emissoras geradoras (geram os próprios programas) e 2. cobrindo quase a totalidade dos municípios brasileiros (99. Calcula-se que cerca de 600 mil pessoas por ano abandonem a Igreja Católica. por 88%. No que diz respeito aos canais abertos.0%. órgão oficial de regulamentação e fiscalização do setor. De acordo com o censo de 1991. Goiás e Paraná. respectivamente.3% dos municípios. a Rede Globo é a maior emissora do Brasil. dos quais 236. tendo como objetivo fundamental a promoção da cultura e OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 14 .4 mil judeus no país. mas a Constituição de 1988 determina o respeito à diversidade cultural e lingüística dos povos indígenas. 83% dos brasileiros eram adeptos do catolicismo. realizada pelo IBGE em 1991. Em 1995.7% e 40. estes percentuais estavam. no mínimo uma vez por semana.4% que não dispunham de esgotamento sanitário adequado (existente quando a instalação sanitária é ligada a rede coletora de esgoto ou a fossa séptica).

Em seguida. em média. em junho de 2000). o brasileiro compra. para a criação de um partido. Apesar de tantas opções. havia 30 partidos políticos com estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral. sendo 10 deles os principais partidos representados no Congresso: • Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB): surgido em 1981. aos debates e programas musicais. 2. é o maior partido de esquerda e de oposição no país. possui a maior bancada no Senado e é a terceira bancada da Câmara dos Deputados. Quanto à TV interativa. O Brasil conta com 465 jornais diários. Posteriormente. 101 brasileiros que apóiem seu programa e estatuto.882 emissoras de rádio. conforme a Associação Nacional de Jornais (ANJ). Até setembro de 2000. em 1988. sendo 1. Comunicações e Fazenda. apenas duas revistas por ano. 1. • • OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 15 . o que representou um crescimento de 69. O Brasil possuía.303 em freqüência modulada (FM). Cumpridas tais etapas. O mercado é dominado por duas operadoras: a organização Globo e o grupo Abril.2 milhões de exemplares. estando entre os mais expressivos a Folha de S. deve realizar convenções e eleições dos diretórios municipais em pelo menos um quinto dos municípios de nove estados. o pedido deve ser assinado por. a circulação média de jornais diários era de 7. Ainda em 2000. além de ocupar os principais ministérios.2. sendo também o primeiro em número de provedores (270. o partido pode solicitar seu registro definitivo. no mínimo. Educação. em 2000. O Brasil era líder em número de usuários na América Latina.6 mil títulos vendidos em bancas. Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): nasceu de uma dissidência do PMDB.579 de amplitude modulada (AM) e 1. Paulo e O Globo. em maio de 2000.6 Partidos políticos com representatividade no congresso A legislação que regulamenta a criação e funcionamento de partidos políticos no Brasil exige que. o Brasil é o primeiro país da América Latina a possuir tal serviço. O Estado de S. apenas nove ultrapassam os 100 mil exemplares vendidos diariamente. são eleitos os diretórios estaduais e o nacional. Para tanto. segundo a Anatel. Quanto às revistas. O número de usuários da Internet era de cerca de sete milhões. desses.4% nos últimos dez anos. a partir de 2000. o país conta com 299 editoras que publicam mais de 1. como Saúde. e possui a segunda bancada da Câmara e a terceira maior do Senado. Paulo. A TV por assinatura conta com quase três milhões de assinantes (7% da população). A TV Cultura do Estado de São Paulo e a TVE do Rio de Janeiro são exemplos de TVs públicas no país – elas encabeçam um conjunto de 25 geradoras que exibem cerca de 50 horas de programação educativa. Partido dos Trabalhadores (PT): fundado em 1979. a legenda tem um ano para cumprir as exigências para obtenção de registro definitivo.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL da educação – dedica grande parte de sua programação à exibição de documentários científicos e culturais.

3.5 4.3 2.256 3. Partido Socialista Brasileiro (PSB): extinto pelo regime militar.2 2. Partido Progressista Brasileiro (PPB).2 -1. configura-se como um partido de esquerda. com a redemocratização do país e o pluralismo partidário. os índices de crescimento ficaram estacionados.1 3. o que significa uma média anual de 2. anual (%) Renda per capita US$ Cresc.6 -0.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL • • • • Partido da Frente Liberal (PFL): possui a maior bancada da Câmara dos Deputados e a segunda do Senado. ocupando uma posição de centroesquerda. A renda per capita em 1999 foi de 3.4 4. com a implantação do plano real. Partido Comunista do Brasil (PC do B): recriado em 1988.9 4.1 1.1 Dados econômicos A década de 1990 apresentou um crescimento econômico da ordem de 24. anual (%) 451 449 471 499 520 533 553 552 558 1. • • • 1.401 dólares.9 5. enquanto que o Produto Interno Bruto alcançou 558 bilhões de dólares (tabela 9).6 -2. 1991-1999 PIB Ano 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 Bilhões de US$ Cresc.121 3.3 SITUAÇÃO ECONÔMICA 1. Partido Trabalhista Brasileiro (PTB): remanescente da era Vargas.346 3. substituiu o antigo Partido Comunista Brasileiro. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 16 . O ápice foi atingido em 1994.3 Fontes: IBGE e Banco Central do Brasil.083 3.387 3.2 2. Partido Popular Socialista (PPS): fundado em 1990. A partir de então.7 3.019 3.5%.0 -0.401 -0.8%. Partido Democrático Trabalhista (PDT): criado em maio de 1980.0 3. foi recriado em 1985.462 3.5 -0.412 3. ressurgiu em 1980.8 1. Tabela 9 PRODUTO INTERNO BRUTO E RENDA PER CAPITA.

que só foi totalmente eliminada em junho de 1995. o PIB cresceu 3.4% em relação ao primeiro semestre do ano anterior. Por mais de 30 anos.2 56. as categorias com remunerações mais baixas. ao passo que o da indústria diminuiu.8 Fonte: Cálculos com base nas Contas Nacionais do IBGE.6 9.0 57.1 57. A indexação mantida neste plano.7 54.4 34. por várias vezes.0 7. queda brusca da inflação.8 57. ocorrida em julho de 1994. Após a implantação do plano real. O setor de serviços apresentou menor dinamismo. sendo este o segmento mais importante da economia.9 40. com um crescimento médio anual de 1%. O perfil brasileiro de distribuição setorial segue a tendência dos países mais desenvolvidos do mundo.9 34.96%.9 bilhões de reais.6 41. e.1 33. de imediato. O PIB per capita foi praticamente o mesmo no período 1990-1999.8 36.7 57. os índices romperam a barreira dos 1. a inflação foi um dos principais problemas da economia brasileira. com taxas de crescimento de 6. em 1999 o peso da agropecuária aumentou. Nota: (*) Participação dos setores no valor adicionado a preços básicos. protegeu.84% quando comparado com o mesmo período de 1999. propiciou a aceleração do crescimento econômico e a alta dos rendimentos. 1991-1999 Ano 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 PIB(*) dividido por setor (em %) Agropecuária Indústria Serviços 7.8 9. o país vem conseguindo manter índices de inflação extremamente favoráveis (tabela 11).0 50. com um crescimento de 2. Cerca de um terço do PIB vem da indústria e o restante.6 7.45% e 5%.6 50.7 53.7 38. o que equivale a uma elevação de 12.0 36.3 8. de certa forma. Tabela 11 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 17 . respectivamente.3 8. Tabela 10 PRODUTO INTERNO BRUTO. pois representou mais da metade da produção nacional (tabela 10). Relativamente à participação de cada setor na composição do PIB. POR SETOR.3 34.1 9.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL No primeiro semestre de 2000. O setor de serviços ficou praticamente no mesmo nível. o PIB do primeiro semestre de 2000 alcançou 503. da agropecuária.0 7.000%. O plano real provocou. Em termos nominais. A agropecuária e a indústria puxaram a expansão.

no total. enquanto que. em 1999.28 Os ganhos decorrentes desse período favorável de estabilidade alcançaram a base da pirâmide dos rendimentos em 1995. Nos últimos anos. 1990-2000 Anos 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 jan.64 5. a presença das mulheres no mercado de trabalho foi acentuada. o aumento do padrão de consumo familiar e o investimento em educação.6 milhões de pessoas estavam ocupadas e 7.3. Tabela 12 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 18 .78 23.49 2. de uma maneira geral.70 -1.56 1. Verifica-se que.34 10.55 2.409.6 milhões.48 4./jul. Inflação (taxas anuais) % IGP–DI (FGV) IPC – FIPE 1.17 9.2% tinham de dois a cinco salários e 18.56 2. Sua presença cresceu especialmente nos serviços básicos e nas funções de direção e de nível superior.8% viviam com mais de 10 salários mínimos. segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD). 15. passada esta primeira fase do plano real. 71. reduzindo o grau de concentração das remunerações.708. 1.639.90 909.83 1.2 População ativa por setor econômico Em 1999. os ganhos reais nos rendimentos ajustaram-se a patamares menores em função da nova realidade de estabilidade da economia e.157.70 941.1% dos homens.11 480. Tal situação aprofundou diversas mudanças de comportamento na sociedade como a maternidade adiada. As mulheres ocupavam 67.6% contavam com até dois salários mensais. Em 1996.4% da PEA. elas representavam 41. 2000 Fontes: FGV e FIPE.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL TAXA ANUAL DE INFLAÇÃO. enquanto que 27.7%. em 1979. A tabela 12 retrata a distribuição dos rendimentos mensais das famílias residentes em domicílios particulares.129. o menor número de filhos.04 7. esse índice era de 31.3 milhões de pessoas.98 8. Em 1999. 32.9% das vagas abertas entre 1989 e 1997. ocasionando retração no grau de concentração das remunerações. cresceram de forma inversa ao valor dos rendimentos. o Brasil contava com uma força de trabalho de 79. desocupadas (tabela 13). Do total da População Economicamente Ativa.19 14.476.6% entre cinco e 10 salários. contra 32.18 458.79 19.94 1.64 1.

0 8.9 18.9 18.5 2.6 4.6 1.1 3.1 16.6 3.0 6.0 8.0 10.0 24.5 16.7 19.7 19.0 7.4 2.3 7.4 0.8 13.7 18.2 4.3 3.5 1.4 32.1 2.6 1.9 9.0 5.5 13.5 28.6 1. segundo a situação do domicílio e as classes de rendimento familiar mensal (%).5 2.2 2.2 6.8 15.7 9.2 1.96.3 17.0 3.480.2 11.0 14.7 17.3 5.7 4.2 4.1 100.366 28.0 19. Pará e Amapá.7 16.0 19.4 1.7 23.7 100.0 21.1 15.7 13. empregado doméstico ou parente de empregado doméstico.813.3 100.5 18.3 100. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio.014 Mulheres 32.4 16.3 21. Tabela 13 POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA.9 Sul 100.0 8.8 14.8 17.0 3.8 3. Diretoria de Pesquisas.3 19.0 3.9 5.0 10.0 11.7 18.0 18.287 71.5 0.0 6.4 16.219 Homens 46.2 3.1 2.3 10.1 5.8 10.4 19.8 13.0 21.7 9.5 3.8 23.7 4.3 5.4 2.5 7.5 16.0 8. Departamento de Emprego e Rendimento.5 Norte Nordeste Sudeste (urbana) 100. Amazonas.5 21.5 18.7 1.8 100.5 29. Acre.2 17.3 3.9 6.0 11.0 12.4 17.0 9. (2) Exclusive o rendimento das pessoas cuja condição na família era de pensionista.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Distribuição das famílias residentes em domicílios particulares.4 17.8 8.0 23.2 100.0 1.6 12.4 2.7 10.4 11.0 7.6 3.7 2.4 14. 1999 Situação Ocupada Total 79.3 0.1 15.0 29. por grandes regiões.2 18.8 25.5 17.0 12.1 2. 1999 Brasil Total Até 1 salário mínimo(1) Mais de 1 a 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 a 5 Mais de 5 a 10 Mais de 10 a 20 Mais de 20 Sem rendimento(2) Sem declaração Urbana Até 1 Mais de 1 a 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 a 5 Mais de 5 a 10 Mais de 10 a 20 Mais de 20 Sem rendimento(3) Sem declaração Rural Até 1 Mais de 1 a 2 Mais de 2 a 3 Mais de 3 a 5 Mais de 5 a 10 Mais de 10 a 20 Mais de 20 Sem rendimento(4) Sem declaração 100.4 2.5 3.7 100.0 22.7 11.0 12. (3) Exclusive as famílias da área rural de Rondônia.9 13.6 23.1 100.5 20.9 CentroOeste 100. (4) Inclusive as famílias cujos componentes receberam somente em benefícios.4 1.0 7.205 OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 19 .4 100.3 15.7 18. Notas: (1) Em outubro de 1999.2 13.4 13.5 100. 1999.4 0.676.6 9.9 3.0 8.315.7 100.1 3.921 42.3 100.3 6.863. Roraima.0 21.6 4.6 13.9 100.5 1.834.5 14.8 4.0 12.0 13. o dólar estava cotado em R$1.0 3.3 19.0 Fonte: IBGE.5 14.5 18.

Notas: (1) Exclusive a população rural de Rondônia.5%). administração pública e outras atividades. (4) Inclui: prestação de serviços. setor de serviços.3%). a menor (12.7 13.947. Nas Regiões Sudeste (23%) e Sul (22.2 19. enquanto que o de serviços apresentava menor incidência na região Nordeste (32. Amazonas. 19. 24.4 23. distribuída por ramo de atividade.068 17. 1999 Ramo de Atividade Agricultura Indústria(3) Comércio Serviços(4) Brasil(1) 24.SISTEMA EDUCATIVO NACIONAL DE BRASIL Desocupada Rural Fonte: IBGE. (3) Inclui indústria de transformação. indústria.3 13.667.2 Fonte: Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 1999 [CD-ROM]. Acre.2%.020.0 37.971. 41.8 15.4%. 7.0 47.1 49.0 20. Roraima.6 12.7%). 13.4) predominava o trabalho industrial. Microdados.639.300 3.2 14. POR RAMO DE ATIVIDADE ECONÔMICA DA OCUPAÇÃO PRINCIPAL (%).4 32.968. comércio. Pará e Amapá.161 6.2 Norte(2) 12.4 22. PAÍS REGIÕES. Tabela 14 POPULAÇÃO OCUPADA DE 10 ANOS OU MAIS DE IDADE.1%).4 41.1 46.0 Nordeste Sudeste 40.391 Quanto à população ocupada. 2000.0 14. indústria da construção e outras atividades industriais.2 Sul 26. Já o setor de comércio era mais expressivo no Norte (20. estava assim em 1999: setor agrícola. PNAD. De acordo com os dados da tabela 14. OEI – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DE BRASIL 20 .907 11.4 12. serviços sociais.5 CentroOeste 22. encontrava-se no Nordeste a maior incidência de ocupação na agricultura (40.909 3. e no Norte.2%.3%. (2) Exclusive a população rural.1 13.3 17. 1999. Rio de Janeiro: IBGE.