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A Terra sabe quem são vocês.

Portanto, é uma boa idéia falar


com ela e reconhecê-la.

“A reapresentação de lições para uma vida responsável irá


se acelerar nos teatros do drama humano, retornando com
uma reprise daquilo que vocês colocaram em movimento. Se
não gostam de onde vivem, então reavaliem-se e falem com a
Terra com todo o coração. Falem com as células de seu ser,
encham-se de luz e digam à Terra: “É minha intenção e meu
prazer experimentar você, Terra, com o máximo de minha
capacidade nesta vida. Estou lhe pedindo, grandiosa Terra,
para me ajudar e assistir na busca de um lugar de conforto,
alegria, segurança e aventura – um lugar onde possa vir a
conhecer a mim mesmo e a você como lar.” A Terra sabe quem
são vocês. Portanto, é uma boa idéia falar com ela e
reconhecê-la.
Muitos de vocês encontram-se bastante perturbados pela
quantidade de pessoas que continuam preferindo matar e ir
para a guerra. Lembramos a vocês que aqueles que acreditam
nessa experiência irão cria-la e procura-la. Vocês podem existir
numa realidade paralela simultaneamente a esta e não atraí-la
para si mesmos. Está ocorrendo uma grande limpeza e vocês
não podem detê-la. A energia da Terra está sendo acelerada,
de modo que as energias que vibram no âmago de seu ser e
as verdades que descobrem por sua linhagem ancestral, vocês
irão manifestar adiante. Este é um tempo traumático, porque
parece que os sistemas que representam a família e a
civilização estão ruindo. Esses sistemas que não funcionam
estão realmente ruindo, e vocês voltar-se-ão para o âmago de
seu ser para encontrar algo que deva funcionar e que valorize
a Terra. Se não podem cuidar de seu lar, então, talvez, não
mereçam um.
Vocês têm em seu mundo numerosos sistemas que
cuidam das pessoas. De fato, esse cuidado é um processo
nobre. Frequentemente, porém, se continuam a pescar para os
outros, eles se tornam dependentes dessa pesca. É melhor
ensina-los a pescar e a plantar e a colher alimentos. Muitas
vezes, as pessoas que continuam a cuidar de outros se
enredam no papel de provedores e se confundem, achando
que isso é a sua identidade e seu propósito.
Os deuses ancestrais dos humanos, num certo grau
caíram nessa armadilha. Tornaram-se poderosos em seu
próprio jogo, pois suas criações os adoravam e existiam para
eles. Mas perceberam, finalmente, que haviam caído numa
armadilha e que não poderiam prosseguir assim. É melhor
transmitir aquilo que vocês descobrem – para melhorar o meio
ambiente terrestre e a humanidade.
Referimo-nos à Terra como um lar, um lugar com o qual
precisam assumir um compromisso. Lembrem-se, ela é um lar
para muitos seres. Vocês compartilham essa realidade com
formas de vida que ainda terão de conhecer. Isso faz parte da
revelação da Terra a vocês. Quantas dimensões paralelas
existem dentro do mesmo espaço de vocês? Quem são as
energias ou entidades que podem se mover através dessas
dimensões? Muitos dos mitos e lendas, rejeitados por não
poderem ser comprovados, constituem as verdadeiras histórias
deste seu lar.
A Terra é uma jóia sem preço e vocês e vocês são
considerados por muitos como a chave integral dessa gema.
Contudo, no próprio senso de propósito desorientado que têm,
vocês procuram exaltar o eu sem honrar o estágio a partir do
qual podem explorar a vida. Há conflitos dentro da consciência
de massa em relação ao que é prioridade hoje. Muitas pessoas
perderão e/ou desistirão de suas casas nos próximos anos,
aproximando-se mais umas das outras, de modo a poderem
experimentar a humanidade como uma grande família. Quando
vocês se unirem, talvez através de situações difíceis, também
compreenderão aqueles que ficaram fora de sua família. As
outras formas de vida, que estão esperando para serem
integradas, conforme as dimensões se abrem, revelando a
imensa criatividade e variedade da realidade.”

(fonte: trecho, páginas 125 e 126, do livro Terra: Chaves pleiadianas para
a biblioteca viva / Bárbara Marciniak com Karen Marciniak e Tera Thomas
; tradução Sílvia Branco Sarzana – São Paulo ; Ground, 1997.)
Terra: Chaves pleiadianas para a biblioteca viva / Bárbara
Marciniak com Karen Marciniak e Tera Thomas ; tradução
Sílvia Branco Sarzana – São Paulo ; Ground, 1997.

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