You are on page 1of 11

A PESSOA INSTRUÍDA NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

Alisson de Miranda Scheleider Brasil, UTFPR, alisson.scheleider@hotmail.com Claudia Terezinha Saldanha Brasil, UTFPR, claudia_ctba@hotmail.com Diego Willian de Witte Brasil, UTFPR, diegowitte.eng@hotmail.com Gabriel Saldanha Giacomitti Brasil, UTFPR, gsaldanha_91@hotmail.com

Resumo O artigo foi baseado principalmente no livro Sociedade pós-capitalista, de Peter Drucker, através do método de revisão bibliográfica. Tem por finalidade descrever o momento de transição em que vive a sociedade, cuja principal preocupação é estimular o conhecimento do indivíduo para que ele não seja mais uma peça no processo da organização, e sim colaborador deste processo. Nesse contexto a pessoa instruída tornou-se essencial devido aos novos desafios e responsabilidades impostos pela sociedade. O recurso mais importante para o desenvolvimento deste indivíduo é o conhecimento, o qual deve ser gerenciado de maneira correta para que possa beneficiar a sociedade como um todo. A pessoa instruída além de definir a capacidade de desempenho da sociedade, também incorpora seus valores, crenças e compromissos. Portanto, podemos prever que daqui para frente à sociedade pós-capitalista, ou sociedade do conhecimento, dependerá ainda mais das pessoas instruídas e da aplicação correta de seu conhecimento.

Palavras-chave Pessoa instruída, sociedade pós-capitalista, conhecimento.

O seu papel atuante como modificadora do conhecimento é a base para o desenvolvimento tanto da organização quanto da própria sociedade que a cada dia torna-se cada vez mais globalizada. a qual se preocupa com o potencial de conhecimento que o trabalhador pode oferecer à organização para ajudar a atingir suas metas. OBJETIVOS O presente trabalho tem por objetivo transcrever e abordar a filosofia de pensamento sobre pessoa instruída do livro “Sociedade Pós-capitalista” de Peter F. será através dele que o indivíduo conseguirá atingir os seus objetivos e também os de sua organização. expondo a importância da transição de sociedades. exigindo que essas pessoas instruídas sejam capazes de compreender e buscar informações em outros meios e outras culturas. 2. INTRODUÇÃO Com as constantes mudanças que a sociedade vem passando desde o século XV com o capitalismo mercantil e após o século XVIII com a revolução industrial. o conhecimento é visto como sendo o principal recurso da pessoa instruída. Nesse contexto destaca-se a pessoa instruída. Foram realizadas pesquisas .1. mas sim para toda a sociedade onde está inserido. como representante dessa fase. Com essa transição de sociedades. 3. O conceito de pessoa instruída é abrangente e passa por modificações durante os séculos. enfatizando a transição da sociedade capitalista para a pós-capitalista ou sociedade do conhecimento. METODOLOGIA Este estudo foi construído através do levantamento de dados encontrados na literatura já existente. o capitalismo que tinha como filosofia a capacidade física do trabalhador para o bem da organização está se transformando para uma sociedade pós-capitalista ou uma sociedade do conhecimento. ocasionando desta forma benefícios não só para ele. Drucker.

Esse sistema teve início no século XV com o capitalismo mercantil. O capitalismo é voltado para o comércio com o objetivo de gerar lucros. O que Drucker (1993) expõe é que a sociedade está passando por uma transição entre o capitalismo e o pós-capitalismo. . A sociedade pós-capitalista se baseia no conhecimento do indivíduo com a mesma finalidade do capitalismo. se tornando uma sociedade do conhecimento. que tem como base uma relação entre o trabalho assalariado e o lucro. mas para o sucesso da organização uma ideia tem que balancear a outra. onde foram consultados artigos originais e de revisão sobre o tema proposto. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 4. A ideia de ambos se contradiz. 4. ou como é exposto por Drucker (1993).bibliográficas por meio dos livros e sites acadêmicos (revistas e artigos). ou como ele descreve. senão haverá algo que é definido por Drucker (1993) como o “Homem da Organização”. o seu techne. onde a burocracia se destacará. e a do “gerente” que deverá compreender as pessoas e o trabalho. que nada mais é que o trabalhador usar seu conhecimento ao invés do seu físico para o processo. o que possibilita um maior controle financeiro e também um maior gerenciamento dos processos. onde o foco ainda era o processo de trabalho e os lucros. e mais adiante com a revolução industrial (em 1750) e o surgimento do capitalismo industrial. Neste contexto da sociedade do conhecimento o intelectual enxerga a organização como um meio de praticar o seu conhecimento especializado.1 Sociedade Pós – Capitalista Para explicar os fundamentos de uma sociedade pós-capitalista é necessário explicar o surgimento do capitalismo. Já o gerente enxerga o conhecimento como ferramenta para o desenvolvimento da organização. que é a otimização do processo para a obtenção de lucro. Outro aspecto exposto é que a pessoa instruída deverá entender e participar de duas culturas essenciais para esse tipo de sociedade: a do “intelectual” que evidencia as palavras e as ideias.

4. mas é uma mistura de elementos. ele é gerado e operacionalizado pelo ser humano. a fim de atingir seus objetivos e metas. são responsáveis por reunir o conhecimento que lhe é necessário. quando Carrol (1999) propõe um modelo conceitual onde inclui uma variedade de responsabilidades das empresas junto à sociedade. O significado mais amplo da responsabilidade social surgiu em 1979. portanto. mas sim numa composição dele com a experiência de vida de cada pessoa. dos dados. Nota-se. que podem ser consideradas uma sociedade com um foco bem definido. “O conhecimento deriva da informação assim como esta. 1993).2 Conhecimento O conhecimento é um bem incorporado em cada pessoa. Essa mistura proporciona uma estrutura para se incorporar e avaliar novas experiências e informações (DAVENPORT. dentro dos quais podemos citar as informações contextuais. O conhecimento não é puro nem simples. assim surge o conceito de responsabilidade social corporativa. PRUSACK. difícil de . e esclarece os componentes de responsabilidade social empresarial que estão além de gerar lucros e obedecer à lei. é intuitivo e. Conforme Padoveze (2000). que surge como uma nova ética para atenuar a perversidade sistêmica difundida pela Ética do dinheiro (poder-consumo-dinheiro). aumentá-lo e até mesmo aperfeiçoá-lo. O conhecimento pode ser retratado como uma mistura de vários elementos. ela é capaz de criá-lo. que o conhecimento não se baseia apenas em informações. As empresas e demais instituições. De acordo com Neto e Fróes (2001) a ênfase é na solidariedade empresarial.Drucker (1993) explana que a organização além de ter a produtividade como foco tem que ter uma responsabilidade perante a sociedade. é o recurso mais importante para as pessoas instruídas enfrentarem novos desafios que estão por vir (DRUCKER. 1998). portanto. experiências condensadas e valores. acumulado e administrado pela sociedade para satisfação de suas necessidades. é fluido e formalmente estruturado.

é aquele difícil de ser articulado na linguagem formal. Nas organizações saudáveis o conhecimento é criado e utilizado. isto é muito difícil de colocar em prática. baseado nas crenças e compromissos do indivíduo detentor deste fluxo. é necessário estabelecer-se como o mesmo é adquirido e posteriormente transmitido. ele é incorporado à experiência de vida de cada indivíduo levando-se em conta fatores intangíveis como crenças pessoais. junto com suas experiências. Porém. especificações. A sociedade pós-capitalista busca cada vez mais pessoas instruídas. as pessoas que seriam capazes de transmitir seu conhecimento são contratadas por grandes corporações e isoladas ou sobrecarregadas de trabalho. PRUSACK. A maneira mais eficaz de se transmitir o conhecimento é através da interação dos detentores do mesmo. expressões matemáticas. que foi o principal recurso da sociedade capitalista.” (DAVENPORT. PRUSACK. 1993). e não mais o dinheiro. 1998). muito mais do que as sociedades anteriores. Com estas definições podemos concluir que o conhecimento é o bem de maior valor da atual sociedade. 1998). 1998). já o segundo. manuais e assim por diante. Podemos dividir o conhecimento em dois grupos. TAKEUCHI. Não existe uma área de estudo mais importante que a outra. conforme essas empresas interagem com seus ambientes elas vão gerando novas informações. onde o conhecimento não era tão requisitado (DRUCKER. pois na maioria das situações. para que ele não seja perdido e sim aprimorado. inclusive nas afirmações gramaticais. PRUSACK. o conhecimento explícito e o tácito. o mundo necessita de pessoas com conhecimento em diversos . Para Nonaka e Takeuchi (1997) o conhecimento é gerado através de um fluxo de informações. perspectivas e sistemas de valores (NONAKA. regras e valores internos criam o conhecimento necessário para a empresa continuar funcionando (DAVENPORT.ser colocado em palavras ou de ser plenamente entendido em termos lógicos. as quais. Após definir-se o conceito de conhecimento. O primeiro é aquele articulado na linguagem formal. 1997). deixando desta forma pouco tempo para elas pensarem e praticamente nenhum para conversarem (DAVENPORT.

e que o fundamento. e exemplifica como esse conceito era visto por outros grupos. na qual a pessoa . 2006) a existência da pessoa instruída é ilusória. do contrário. como os pós-marxistas e humanistas. Portanto. seres isolados (representantes de cada grupo étnico. reflexos da visão totalitária. são as práticas linguísticas. a “computadorização da sociedade” que seria a sua aplicação. a utilização da linguagem pelo homem. Este não é encontrado em livros. ROMHARDT. Porém. Drucker (1993) discute as origens da pessoa instruída e o seu papel na sociedade. originadas no pós-industrial terem seus reflexos presentes na sociedade pós-capitalista. pois afirma que o desenvolvimento do conhecimento é falso. Tanto Drucker (1993) como Lyotard (1986 apud Kumar. Os humanistas acreditam na ideia mais cultural. e o seu principal recurso é o conhecimento. podemos prever que daqui para frente à sociedade póscapitalista dependerá muito das pessoas instruídas e da aplicação correta de seu conhecimento. 2002).3 Pessoa instruída A pessoa instruída é a figura representante da sociedade pós-capitalista. transmitido e aplicado através delas. Ou seja.eles possuem apenas informações. programas de computador . 4. tem um papel secundário em relação ao conhecimento. enquanto outros defendem que ela só poderia existir como minoria. sexo. todas as tecnologias e automações são um efeito adjacente da aplicação do conhecimento. para que a atual sociedade consiga transpor suas barreiras. 2006) afirmam que apesar da era da tecnologia e informação. notícias. O autor nega as pessoas como seres conhecedores. O conhecimento está incorporado nas pessoas. mas também saber utilizá-lo de maneira correta. e também não existiriam se não através da pessoa instruída. raça). De acordo com Drucker (1993) os pósmarxistas estão divididos: alguns afirmam a não existência da pessoa instruída. para a sociedade evoluir ela precisa não só identificar e criar o conhecimento. e só pode ser criado. Porém. RAUB. na verdade. ela não terá nenhum benefício (PROBST. para Foucault (apud Kumar.campos.

focada em trabalho e pessoas – somente a partir da combinação . atuante e responsável. menos didática. Neto. mas procurará bases em outras culturas para poder enriquecer a sua própria. O seu posicionamento no mundo das organizações demandará ainda que exija duas funções: a de intelectual. a identificação do conhecimento como diferencial. o comportamento e objetivos da organização estão em função dos seus colaboradores. 1993). O conceito de Drucker (1993) estaria mais próximo das características humanistas. A sua instrução. e a de gerente. menos tangível às outras pessoas. mas com respeito e compromisso. Pereira e Moritz (2012) apontam o papel da pessoa instruída dentro da sociedade como um ser informado.instruída seria aquela inserida no meio artístico. Assim como Drucker (1993) afirma. diferente do anterior que estava atrelado somente ao passado. separadas e particulares. o surgimento da pessoa instruída se deu por uma necessidade social. Seu conhecimento será utilizado tanto na compreensão quanto na análise. Para isso. voltada aos clássicos e às belas artes. Nessa sociedade a pessoa instruída tem um papel de importância. em busca da produtividade. Drucker (1993). Portanto. porém. Por isso deve ter a capacidade de compreender as tradições locais. Será cidadã universal. é menos teórica. voltada para palavras e ideias. portanto. além de possuir a visão da sociedade como um todo. uma pessoa universalmente instruída. Afirma que a pessoa instruída da sociedade do conhecimento é o oposto da visão pós-marxista. da apreciação de outras culturas. pela evolução da sociedade: a passagem de uma classe majoritariamente braçal para uma individualidade como trabalhadores. O seu mundo será “ocidentalizado”. e passa a ser atuante na formação e modificação dos conhecimentos universais. mas com um desapego à cultura apenas livresca e um posicionamento no presente e perspectivas de futuro. refuta as duas visões. ou seja. onde deixou de ser apenas espectadora. porém os grupos que frequentará serão tribais. É importante ressaltar que a expressão “instruída” também sofre modificações. a pessoa instruída da sociedade do pós-capitalista necessita de experiências. porém com maiores aplicações do que anteriormente (DRUCKER. musical. pois é representante de uma sociedade global.

pois as pessoas que gostassem desse meio de vida eram consideradas grosseiras e tediosas. aprender um ofício e passar por uma escola de graduação não é mais o suficiente para se considerar uma pessoa instruída. geólogos. nota-se que algumas informações que foram passadas na escola perderam o significado e não tem relevância para aquilo que é almejado. no século XIX considerava-se pessoa instruída as pessoas que ganhavam a vida praticando uma techne – como advogados. muitas vezes. A partir da compreensão das duas posições é que se dará o respeito por ambas. criatividade e desenvolvimento na organização. unificando os conhecimentos.dessas duas personagens será possível obter ordem. e também onde procurar os conhecimentos que preencham as lacunas em suas teorias. Segundo Drucker (1993) os praticantes de techne sofriam preconceito da sociedade. O diferencial se dará a partir da capacidade de compreensão dos demais conhecimentos. de entender onde e como o seu próprio conhecimento pode ser aplicado em outros estudos. 4. Por isso agora as technes precisam se tornar parte daquilo que significa ser uma pessoa instruída. artistas. de correlação entre as áreas. se alternarem entre as duas funções ao longo de sua carreira. No contexto de sociedade pós-capitalista. através da rotação de cargos. pois não faziam parte da cultura geral da sociedade e já eram ensinadas em universidades e haviam se transformado em “disciplinas”. 1993). enquanto outras irão.4 Como ser uma pessoa instruída A concepção do que é ser uma pessoa instruída vem mudando ao longo do tempo. (DRUCKER. afirmando que cada vez mais as pessoas serão especializadas. gerando o questionamento. Contudo as technés não eram tratadas como conhecimento. pois alguns anos depois de concluir a formação. a . Drucker (1993) explica que apesar da pessoa instruída ser um indivíduo universal. Algumas pessoas executarão o papel intelectual e gerencial ao mesmo tempo. engenheiros. o seu desempenho na carreira profissional não se baseará em conhecimentos mais dispersos como era de se esperar.

entende as crenças e culturas globais. O termo “cosmopolita” (em seu sentido mais filosófico) somado a conhecimentos técnicos descreveriam de maneira atual a pessoa instruída citada por Drucker (1993). Portanto. buscando a evolução das organizações e o bem comum da sociedade. das pessoas instruídas. Mas a pessoa instruída será definida pela capacidade de compreender várias áreas de conhecimento. e estar preparada para praticar seus conhecimentos como membro de organizações. e somente na sociedade do conhecimento é que lhe foi atribuído valor. deve também estar preparada para viver em um mundo global. desvinculando-se da cultura puramente ocidental. Essa seria considerada um indivíduo universal. Desta maneira. A pessoa instruída é o símbolo da sociedade pós-capitalista. capaz de recorrer a outras culturas enriquecendo a sua própria cultura local. e a partir disso usar o seu conhecimento em outros estudos.compreensão mútua e inter-relacionando as duas culturas da intelectualidade com a capacidade de gerenciamento. E além do conhecimento as organizações também sofrerão mudanças tanto no aspecto dos trabalhadores quanto no comprometimento perante a sociedade. e as utiliza para enriquecer a sua própria. que têm experiências. 5. terá êxito através de seus indivíduos. CONCLUSÕES Podemos analisar e concluir que a sociedade do ponto vista organizacional está em uma fase de transição e cada vez mais o conhecimento será fundamental para o indivíduo se inserir nessa nova sociedade. A principal função da pessoa instruída na organização seria compreender o processo como um todo. ou sociedade do conhecimento. as quais serão responsáveis por criar e transmitir conhecimentos. além de . entende-se que a sociedade pós-capitalista. necessitará ser capaz de apreciar outras culturas e tradições. deverá ser uma pessoa perceptiva e analista. Drucker (1993) afirma ainda que certamente uma pessoa totalmente politécnica é um caso hipotético. e compreender onde procurar conhecimentos que sejam necessários ao seu trabalho. O seu papel na sociedade industrial era secundário. correlacionar às áreas.

São Paulo: Editora Pioneira. Novo capitalismo: Criação de valor compartilhado e responsabilidade social empresarial. 1999.aperfeiçoar os já existentes. Da sociedade industrial à pós-moderna (Novas teorias sobre o mundo contemporâneo) . Pioneira. 6.. Academy of Managemet Review (pre-1986). 1993. Peter. NETO. Sociedade pós-capitalista. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda. FRÓES. Maurício F. Vol. DAVENPORT. 1998. o conhecimento é o recurso chave da pessoa instruída. Siqueira de M. MELO NETO. 13. ed. No 3 . Conhecimento empresarial: como as organizações gerenciam o seu capital intelectual..julho/setembro 2012. César. DRUCKER. Responsabilidade Social das Empresas: Contribuição das Universidades. Krishan. 2001. DRUCKER. CARROL. 2. Revista PRETEXTO. Gestão da responsabilidade social corporativa: o caso brasileiro. Peter. Laurence. 4. Rio de Janeiro: Zahar. 2006. Gilberto de O. 2003. Thomas H. São Paulo: Editora Peirópolis. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICALHO. Administração de organizações sem fins lucrativos . ABI/INFORM. 000004. 14 ed.. métodos e aplicações práticas. PRUSACK. KUMAR. A Three dimensional conceptual model of corporate performance. pois como foi enfatizado. Rio de Janeiro: Editora Qualitymark. MORITZ. PEREIRA. Archie B. p. Francisco Paulo de. 364. Aline.princípios e práticas. São Paulo: Editora . Oct 1979.

Porto Alegre: Bookman. RAUB. Kai. p. Clóvis L. . Gestão do conhecimento: os elementos construtivos do sucesso .4-20. Ikujiro. 2002. Revista de Contabilidade do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo. Hirotaka. Gilbert. São Paulo: ano IV. Aspectos da gestão econômica do capital humano. Steffen. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação . dez/2000. 1997. 20 ed. PADOVEZE. PROBST.NONAKA. ROMHARDT. nº 14. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda. TAKEUCHI.