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Regimento Interno do TJCE O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, no uso das atribuições conferidas pelo art. 125 e §§ da Constituição Federal, art. 108 e seguintes da Constituição do Estado do Ceará e art. 33 da Lei Estadual no. 12.342, de 28 de julho de 1994, resolve aprovar o seguinte Regimento Interno: Art. 1º. Este Regimento estabelece a composição e a competência dos órgãos julgadores e de direção do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, regula o processo e o julgamento dos feitos de sua competência e disciplina os seus serviços. Parte I - Da Composição, Organização e Competência Capítulo I - Da Composição e Organização Art. 2º. O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, composto de vinte e um1 Desembargadores, escolhidos na forma do art. 94 da Constituição Federal, tem sede na Capital e jurisdição em todo o território respectivo. Art. 3º. Três Desembargadores ocuparão, respectivamente, os cargos de Presidente do Tribunal, Vice-Presidente e Corregedor-Geral da Justiça. Art. 4º. O Tribunal de Justiça do Estado do Ceará tem como órgãos julgadores: I - Tribunal Pleno; Composição alterada para vinte e sete Desembargadores, pela Lei Estadual 13.813, de 18 de setembro de 2006.
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II - Câmaras Cíveis Reunidas; III -Câmaras Criminais Reunidas; IV - Primeira, Segunda, Terceira e Câmaras Cíveis Isoladas;2 V - Primeira e Segunda Câmaras Criminais Isoladas; VI - Conselho da Magistratura. Art. 5º. O Tribunal Pleno é composto pela totalidade dos membros da Corte, cabendo a direção dos trabalhos o Presidente do Tribunal. As Câmaras Cíveis e as Câmaras Criminais Isoladas serão constituídas de quatro Desembargadores, cada uma. As Câmaras Cíveis e as Câmaras Criminais Reunidas serão formadas pela reunião de todos os membros das Câmaras Cíveis e das Câmaras Criminais Isoladas, respectivamente. O Conselho da Magistratura compor-se-á do Presidente do Tribunal, do VicePresidente, do Corregedor-Geral e de mais quatro Desembargadores: dois escolhidos entre os membros das Câmaras Cíveis e outros dois entre os membros das Câmaras Criminais, sendo proibida a escolha de mais de um membro de cada Câmara Cível ou Criminal. § 1º. A Presidência de cada Câmara Isolada caberá ao Desembargador de maior antigüidade entre os que a compõem. A Presidência das Câmaras Cíveis Reunidas e Criminais Reunidas será exercida pelo respectivo Desembargador mais antigo. § 2º. O Presidente do Tribunal dirigirá os trabalhos do Conselho da Magistratura, que contará ainda com quatro suplentes dos Conselheiros, que os substituirão em suas faltas, licenças ou impedimentos. Art. 6º. Ao Tribunal caberá o tratamento de "Egrégio Tribunal", e a qualquer de suas Câmaras o de "Egrégia Câmara". Os Desembargadores receberão o tratamento de

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Número de Câmaras Cíveis alterada para quatro, pela Lei Estadual 13.813, de 18 de setembro de 2006.

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Excelência, conservando o título e as honras correspondentes, mesmo após a aposentadoria. Seção I - Das Eleições para os Cargos de Direção do Tribunal Art. 7º - O Tribunal de Justiça, pela maioria dos seus membros efetivos, por votação secreta, elegerão dentre seus Juízes mais antigos, em número correspondente ao dos cargos de direção, os titulares destes, com mandato por dois anos, proibida a reeleição. Quem tiver exercido quaisquer cargos de direção por quatro anos, ou o de Presidente, não figurará mais entre os elegíveis, até que se esgotem todos os nomes, na ontem de Antigüidade. É obrigatória a aceitação do cargo, salvo recusa manifestada e aceita antes da eleição".3 ( redação modificada pelo Assento regimental nº. 05, de 14 de fevereiro de 2001) Art. 8º. Considerar-se-á eleito o Desembargador que reunir a maioria absoluta dos sufrágios dos membros efetivos do Tribunal. § 1º. Se nenhum Desembargador obtiver a maioria absoluta dos votos, proceder-se-á a novo escrutínio, entre os dois mais votados. § 2º. No caso de empate, no segundo escrutínio, considerarse-á eleito o mais antigo no Tribunal. Art. 9º. Vagando o cargo de Presidente, Vice-Presidente ou Corregedor-Geral da Justiça, no curso do primeiro ano de mandato, proceder-se-á, dentro de uma semana, à eleição do sucessor para o tempo restante. Aquele que for eleito Redação do anterior deste artigo sétimo: “Art. 7o. O Presidente, o VicePresidente do Tribunal, o Corregedor-Geral da Justiça, os quatro membros do Conselho da Magistratura, seus suplentes, os componentes das Comissões Permanentes, o Diretor e o Vice-Diretor da ESMEC serão eleitos por dois anos, dentre os Desembargadores que integram esse Tribunal de Justiça, na última sessão ordinária do ano, pelo órgão plenário, sendo defesa a reeleição, para o mesmo cargo, no pleito imediato.”
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às 14 horas do primeiro dia útil de fevereiro do ano seguinte ao da eleição. desde que desimpedido. O Presidente. § 2º. na sua falta. com menos de doze meses para o término do mandato. na hipótese de vaga. na primeira sessão ordinária subseqüente ao pleito ou em extraordinária para tal fim especialmente convocada4. 10.O Presidente. § 2o. O eleito exercera a função pelo período remanescente do mandato. Seção II . Vagando o cargo de Corregedor. no primeiro ano. ou.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. em qualquer dia útil da última semana do mês de janeiro do ano seguinte ao da eleição. Precederá à posse o seguinte compromisso por parte do(s) eleito(s):"Prometo bem e fielmente desempenhar os 4 Redação anterior: “ Art. Vagando o cargo de Presidente ou de Vice-Presidente. (Redação dada pelo Assento Regimental nº. de 11 de janeiro de 2007. e desse pelo Desembargador mais antigo. 10 .Do Compromisso e Posse dos Eleitos Art. do Presidente pelo Vice-Presidente. nessa hipótese. ou. na hipótese de ocorrência de vaga. a substituição. não lhe sendo impedido de concorrer no pleito imediatamente posterior. § 1º. farse-á. não haverá óbice a que o substituto concorra à próxima eleição. durante o período que restar do mandato. ou.) § 1o. na primeira sessão ordinária subseqüente ao pleito ou em extraordinária para tal fim especialmente convocada. o Desembargador mais antigo. o Vice-Presidente e o Corregedor Geral da Justiça tomarão posse em sessão plenária. com menos de doze meses para o término do mandato.” ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . publicado em 11 de janeiro de 2007. realizar-se-á nova eleição.-4- Presidente não poderá ser reconduzido para o período subseqüente. o Vice-Presidente e o Corregedor-Geral tomarão posse em sessão plenária. Presidirá à sessão o Presidente cujo mandato findou. 19. sendo que. . no primeiro ano.

por livre escolha do Presidente. o Presidente fará publicar edital. a Constituição Estadual e as leis da União e do Estado". ocupará a vaga deixada pelo novo Presidente.Na sessão solene de posse de novos Desembargadores usarão da palavra um Representante do Tribunal de Justiça. de 30 de maio de 2003. apenas.Do Provimento do Cargo de Desembargador Art. Art. Parágrafo Único5 – Nas sessões solenes de posse de novos Desembargadores não haverá uso da palavra pelos empossandos ou por qualquer outra autoridade. alternadamente. 13. caso haja vaga. § 1º. cumprindo e fazendo cumprir a Constituição Federal. 08. O acesso ao Tribunal de Justiça far-se-á por promoção ou nomeação. Não havendo. a leitura do Termo de Posse. 12.-5- deveres do meu cargo. chamando à inscrição os candidatos ao preenchimento respectivo. em livro próprio. As vagas a serem preenchidas por promoção obedecerão aos critérios de antiguidade e de merecimento. Também os novos Desembargadores tomarão posse perante o Tribunal Pleno. . o Presidente retornará à sua Câmara de origem. com prazo de dez dias. termo especial. Verificada a vaga que deva ser provida no Tribunal por promoção. 20. sendo feita.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. que será assinado pelo Presidente da sessão e pelo compromissado. Art. prestando o compromisso mencionado no artigo anterior. Seção III . publicado em 03 de junho de 2003)”. (Parágrafo único acrescido pelo Assento Regimental nº. e o empossando. 5 ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Ao concluir o mandato. (Parágrafo único acrescido pelo Assento Regimental nº. De cada compromisso lavrar-se-á. de 31 de maio de 2007. na forma das Constituições Federal e Estadual. publicado em 08 de junho de 2007). Texto Anterior – “Parágrafo único . § 3o. 11.

havendo empate na entrância. Art. art. e mais dois para cada vaga. com a indicação da vaga a ser provida. em ordem alfabética e com indicação do número de votos obtidos pelos indicados. 93. segundo regulamento baixado pelo Tribunal. 15. O Tribunal Pleno resolverá se deve ser indicado o Juiz mais antigo. Na organização dessa lista. deverá o Conselho da Magistratura informar o Tribunal a respeito dos Juízes mais antigos de entrância especial.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 16. "d"). Quando se tratar de vaga a ser preenchida pelo critério de merecimento. em sessão e escrutínio secretos. § 1º. que tiverem requerido inscrição e. Tratando-se de vaga preenchível pelo critério de antiguidade. com prevalência de critérios de ordem objetiva. Para cada vaga destinada ao preenchimento por promoção abrir-se-á inscrição distinta. até se fixar à indicação. II. Recusado o primeiro nome da relação. . Art. repetir-se-á votação do nome imediato. e assim sucessivamente. pelo menos. terá precedência o Juiz mais antigo na carreira.-6- § 2º. apurado o seu merecimento. devendo conter três nomes. a lista tríplice compor-se-á de nomes escolhidos entre Juízes de entrância especial que integrem a primeira quinta parte da lista de antiguidade desta. Serão considerados classificados. § 2º. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Art. pela maioria de dois terços dos membros do Tribunal (Constituição Federal. 14. A lista de merecimento para promoção será organizada pelo Tribunal. aqueles que alcançarem metade e mais um. para formação da lista. § 1º. § 2º. pelo menos. Se mais de uma deva ser provida por merecimento. a lista de inscrição conterá número de Juízes igual ao das vagas existentes. por escrutínio. dos votos dos Desembargadores integrantes do Tribunal. No caso de antiguidade. cada Desembargador efetivo sufragará três nomes.

Serão realizados tantos escrutínios quanto forem necessários para a formação da lista tríplice. .6 (Redação deste parágrafo modificada pelo Assento regimental nº.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 6 Texto original do “§ 3º: Realizar-se-ão até três escrutínios. bem como os que forem voluntariamente fornecidos pelos interessados. no prazo de trinta dias. bem como prestar ao Tribunal os esclarecimentos julgados oportunos sobre a atuação deles. A Corregedoria-Geral da Justiça organizará expedientes relativos às atividades judicantes e culturais de cada Juiz. o Presidente do Tribunal de Justiça a anunciará mediante publicação no Diário da Justiça e oficiará ao Ministério Público ou à Ordem dos Advogados do Brasil. com indicação das Comarcas já ocupadas e das punições disciplinares. essa será considerada formada. 17. porventura sofridas. a relação de todos os Juízes inscritos. necessários à formação da lista tríplice antes mencionada. caberá ao Presidente do Tribunal a escolha de quem será promovido. Verificada a vaga que deva ser provida pelo quinto constitucional. publicada no dia 30 de junho de 2003. de modo que a quantidade de votos dos sufragados atinja o mínimo previsto no parágrafo anterior. para que. 10.) § 4º. servindo-se dos elementos contidos nos relatórios. para efeito de instruir o pedido de cada candidato inscrito.” ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . indiquem os integrantes da lista sêxtupla. Não sendo possível. Art.-7- § 3º . com os nomes até então obtidos. § 5º. de 26 de junho de 2003. com observância dos requisitos constitucionais e legais exigidos. a complementação da lista. Aos Desembargadores será distribuída. com dez dias de antecedência. por qualquer razão. Formada a lista na forma antes preconizada. Secção do Ceará. cabendo ao CorregedorGeral informar o número de processos julgados por cada Juiz nos últimos doze meses e o número de processos pendentes em igual período. correições e autos. § 6º.

II . Capítulo II .Da Competência do Tribunal Pleno Art.Das Promoções dos Juízes. Recebida a lista sêxtupla.Da Competência dos Órgãos Julgadores do Tribunal de Justiça. podendo qualquer Desembargador usar da palavra para encaminhar a votação. no que couber. 18. nos vinte dias subseqüentes à remessa. Seção IV . 21. e das Remoções. assim como para o atendimento dos pleitos de remoção. antes da posse de novo Desembargador. submetido o pedido à aprovação do Tribunal Pleno. bem como os Desembargadores que integrarão os ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . o Tribunal de Justiça formará a lista tríplice em sessão pública e escrutínio reservado e a enviará ao Chefe do Poder Executivo para que. o Presidente do Tribunal fará um relatório acerca da lista sêxtupla apresentada pelo órgão de classe respectivo. O Desembargador tem direito de remoção de uma para outra Câmara.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. em sessão secreta. os membros do Conselho da Magistratura e respectivos suplentes. 19. Compete ao Tribunal Pleno: I . Antes da votação e da organização da lista tríplice a que alude o artigo anterior.-8- Parágrafo único. o CorregedorGeral. Art. 20. Art.dar posse aos membros do Tribunal. o Vice-Presidente. Seção I . escolha e nomeie um de seus integrantes para o cargo de Desembargador. e para fins de promoção de Juízes de entrância para entrância. Art. havendo mais de um pedido. o disposto na seção precedente. Aplicar-se-á. . de Entrância para Entrância.eleger o seu Presidente. terá preferência o formulado pelo Desembargador mais antigo.

. quando entender conveniente. 12. d) organizar e rever. dando posse aos nomeados para os respectivos cargos. e) organizar lista tríplice para promoção por merecimento dos Juízes de uma para outra entrância ou para o Tribunal de Justiça e para nomeação de Desembargadores. desde que de mesma entrância. de ofício ou em face de impugnação apresentada o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias e outras. conhecendo das reclamações. IV . dentre advogados ou membros do Ministério Públicos. 41 deste Regimento. anualmente.exercer as funções administrativas que lhe impõe a lei e.-9- órgãos permanentes a que alude o art. nele estabelecendo a composição e a competência dos seus órgãos julgadores e de direção. c) deliberar. transferência de sede e alteração da entrância de qualquer delas. para fins de promoção. a remoção para aquela ou para outra Comarca.7. na hipótese de mudança da sede do Juízo. supressão e restauração de Comarcas. de 28. observado o disposto nas Constituições Federal e Estadual. com vencimentos integrais. III . especialmente. b) propor criação. e Justiça de Paz temporária com competência para celebrar casamentos. regulando o processo e o julgamento dos feitos de sua competência e disciplinando os seus serviços. facultando-se-lhe. acerca da concessão de disponibilidade. com competência definida em lei.elaborar o Regimento Interno do Tribunal de Justiça.342. devendo. 35 do Código de Divisão e Organização Judiciária do Estado do Ceará (Lei Estadual no. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. a criação de Tribunal de Alçada.94). o art. ao Juiz da Comarca cuja sede foi mudada e que não pretenda remover-se. dando-lhes posse. verificar. porém. além do mais: a) propor. a lista de antiguidade dos magistrados por classe e entrância.

da Mesa e da Presidência da Assembléia Legislativa. VI .. do Presidente do Tribunal de Contas do Estado. Deputados Estaduais. do Procurador-Geraldo Estado. do Procurador-Geral da Justiça. do Chefe da Casa Militar. . do próprio Tribunal ou de algum de seus órgãos. na forma da lei. g) remover os juízes ou colocá-los em disponibilidade. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. b) os mandados de segurança e os habeas data contra atos do Governador do Estado. e) as ações rescisórias e as revisões criminais de seus próprios julgados. a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. V . Juízes Estaduais e membros do Ministério Público. ou quando o coator ou paciente for autoridade diretamente sujeita à sua jurisdição. por motivo de interesse público. aqueles que deverão compor a Turma Recursal dos Juizados Especiais.processar e julgar: a) nos crimes comuns e de responsabilidade. o ViceGovernador. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . c) os mandados de injunção contra omissão das autoridades referidas na alínea anterior. d) os habeas corpus nos processos cujos recursos forem de sua competência.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.10 - f) escolher dentre os juízes da Capital.declarar. dos Secretários de Estado. reconhecido pelo voto de dois terços dos membros efetivos do Tribunal. nos casos de sua competência originária e nos que para tal fim lhe forem remetidos pelos demais órgãos julgadores do Tribunal. h) desempenhar outras atividades administrativas previstas em lei. do Comandante-Geral da Polícia Militar. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. do Presidente do Tribunal de Contas dos Municípios. do Chefe do Gabinete do Governador. do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar e de quaisquer outras autoridades equiparadas.

l) os conflitos de competência entre Relatores. o livramento e a suspensão condicional da pena. bem como das decisões administrativas sobre licitações. j) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. estabelecendo as suas condições. ou tirados de decisões proferidas em ações rescisórias de seus próprios julgados. ainda.. VII .julgar os recursos das decisões do Conselho da Magistratura. 801 e 802 do Código de Processo Penal. g) a exceção da verdade.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. no caso de divergência na interpretação do direito entre as Câmaras. apuração de tempo de serviço e vantagens pessoais formuladas ao Presidente do Tribunal. i) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. por prerrogativa da função. o) o pedido de revogação das medidas de segurança que houver aplicado. ao Tribunal Pleno: I . o habeas data. e em sendo o caso. deva ser julgado originariamente pelo Tribunal. editando a respectiva súmula. férias. opostos a acórdão das Câmaras Cíveis ou Criminais Reunidas. contratos e alienações. o mandado de injunção de competência originária do Tribunal de Justiça terão prioridade de julgamento. h) as representações para intervenção em Municípios. facultada a delegação de atribuição para a prática de atos processuais. Compete.conceder. Art.11 - f) os incidentes de uniformização de jurisprudência. m) os embargos infringentes. o habeas corpus. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 22. n) os recursos contra a aplicação das penalidades previstas nos arts. quando o querelante. O mandado de segurança. . Parágrafo único. nas condenações que houver proferido. das decisões relativas a pedidos de licença.

e) as ações civis de improbidade administrativa de que trata a Lei nº 8429.homologar os concursos públicos para provimento de cargos na estrutura do Poder Judiciário. em matéria administrativa.aprovar a proposta orçamentária do Poder Judiciário. quando o prazo for superior a quinze dias.Da Competência das Câmaras Cíveis Reunidas Art.julgar os recursos das decisões das Comissões encarregadas da realização dos concursos a que alude o inciso anterior. publicado em 10 de junho de 2003. IV . salvo as da competência do Tribunal Pleno.processar e julgar: a) as ações rescisórias. b) os recursos das decisões de seu Presidente. no curso do seu procedimento. VI – conceder licença e férias ao Presidente e autorizar seu afastamento.julgar os recursos de decisões proferidas pelo Corregedor-Geral da Justiça e pelo Diretor do Fórum.) ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .12 - II .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 23. (Alínea acrescida pelo Assento Regimental nº. III . . Às Câmaras Cíveis Reunidas compete: I . d) os embargos infringentes contra decisão das Câmaras Isoladas. de 2 de junho de 1992. de 05 de junho de 2003. V -propor ao Poder Legislativo a revisão dos vencimentos dos magistrados e dos funcionários de sua Secretaria. e o agravo do despacho que o indeferir. VII .elaborar a lista de magistrados e juristas para o Tribunal Regional Eleitoral Seção II . c) o recurso contra a decisão do Relator que indeferir liminarmente a ação rescisória ou. causar gravame a qualquer das partes.. bem como daquelas exaradas pelo Presidente. 09. encaminhando-a ao órgão competente. VIII .

d) o pedido de declaração de perda de posto e patente de oficial da Polícia Militar do Estado. Seção IV . no que couber. ou de incompatibilidade com o mesmo. Às Câmaras Criminais Reunidas compete: I . podendo delegar à instância inferior a prática de atos não decisórios. suas decisões. .06. quando condenado a pena privativa de liberdade superior a dois anos. e) a decisão sobre a perda da graduação de praça da Polícia Militar.13 - II – exercerem outras atividades que lhes forem conferidas em lei ou neste Regimento. publicada no dj do dia 28 de setembro de 1999.processar e julgar: a) as revisões criminais e os recursos dos despachos que as indeferirem in limine. nos termos da legislação militar.” ( Inciso “g” com redação dada pela Resolução no. III – exercerem outras atividades que lhes forem conferidas em lei ou neste Regimento. os processos de indignidade para o oficialato. f) em instância única. g) os Prefeitos nos crimes comuns e de responsabilidade. b) os embargos de nulidade e infringentes dos julgados.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.1999.Das Câmaras Cíveis Isoladas ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . de 25. tendo sido transformada em Assento Regimental número 1. pela prática de crime militar ou comum.) II -executarem. c) os pedidos de desaforamento de julgamento do Tribunal do Júri. Seção III . bem assim as exceções que lhes são pertinentes quando cabíveis.Da Competência das Câmaras Criminais Art. 06/99. oriundo do Conselho de Justiça. 24..

03. e) os recursos das decisões do Conselho da Justiça Militar. grau.processar e julgar: a) mandados de segurança contra ato dos Juízes de primeira instância. g) as cartas testemunháveis. Às Câmaras Cíveis Isoladas compete: I ."(Alínea acrescida pelo Assento Regimental nº. c) os habeas corpus.DA COMPETÊNCIA DAS CÂMARAS CRIMINAIS ISOLADAS Art. grau. de 29 de junho de 2000).. e) os recursos das decisões proferidas nos processos de competência dos Juízes da Infância e da Juventude. 26. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . ou entre estes e autoridades administrativas. inclusive os lotados na Diretoria do Fórum da Comarca da Capital.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. em matéria criminal. f) os conflitos de jurisdição e de competência entre os Juízes de primeiro grau.processarem e julgarem: a) os habeas corpus. b) as reclamações contra os atos pertinentes à execução de seus acórdãos. b) os conflitos de competência ou de atribuições entre Juízes do primeiro grau. d) os recursos das decisões de Juízes e Tribunais de 1º. Seção V . 25. .14 - Art. Compete às Câmaras Criminais Isoladas: I . quando a prisão for civil. d) os recursos das sentenças e decisões proferidas em matéria cível pelos Juízes de primeiro grau. c) nos crimes de responsabilidade. quando a autoridade coatora for Juiz de 1º. os funcionários da Secretaria do Tribunal de Justiça. em matéria penal.

de consulta e de julgamentos. quando estes consistirem em advertência e censura. Compete ao Conselho da Magistratura.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.DA MAGISTRATURA COMPETÊNCIA DO CONSELHO DA Art. em caso de empate.julgar o agravo de instrumento. Seção II . Constituirá obrigação dos demais órgãos do Tribunal a comunicação a que alude o caput deste artigo. os embargos de declaração e as medidas cautelares e demais argüições. e nele.. aplicar as sanções cabíveis. de 23 de setembro de 1999. . 27.” 7 ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . § 2º. o regimental.) Seção VI . às Câmaras Cíveis e Criminais. § 3º.15 - h) mandados de segurança em matéria penal. 02. O Conselho funcionará de acordo com o seu Regimento Interno. Reunidas e Isoladas. terá o Presidente voto de qualidade.”7 (Redação do artigo 27 dada pelo Assento Regimental nº.) § 1º. 07. nos processos de sua competência: I . compete ainda. contra atos dos Juízes de primeira instância (Alínea acrescida pelo Assento Regimental nº. proferindo decisão acerca da aplicação das sanções cabíveis. tendo por competência precípua e exclusiva dirigir os procedimentos administrativos disciplinares que envolvam magistrados.DAS DISPOSIÇÕES COMUNS Art. As atas relativas às decisões adotadas pelo Conselho da Magistratura deverão ser distribuídas aos Desembargadores. 27. Antiga redação do “art. Ao Tribunal Pleno. de 14 de fevereiro de 2002. 28. uma vez comunicado por qualquer dos demais órgãos do Tribunal de erros ou irregularidades praticados por magistrados. O Conselho Superior da Magistratura é um órgão de fiscalização.

DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE Art.quando convier pronunciamento do Tribunal Pleno em razão da relevância da questão jurídica ou da necessidade de prevenir divergência entre as Câmaras. As Câmaras Cíveis e Criminais. V . IV .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 30. Art. nas causas sujeitas ao seu conhecimento.representarem à autoridade competente. Parágrafo único. CAPÍTULO III . salvo nos casos dos itens I e III retro. . III . 29. quando em autos ou documentos de que conhecerem. Reunidas e Isoladas remeterão os feitos de sua competência ao Pleno: I – quando acolherem a argüição de inconstitucionalidade.julgar os incidentes de execução que lhes forem submetidos.julgar a restauração de autos perdidos.. A remessa de feito ao Tribunal Pleno far-se-á independentemente de acórdão.quando jurisprudência. VI .julgarem as habilitações e outros incidentes. houver indício de crime de ação pública.DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL Seção I . Compete ao Presidente do Tribunal: ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .quando algum dos Desembargadores propuser revisão da jurisprudência assentada em súmula do Tribunal Pleno.julgarem as exceções de impedimento e suspeição acaso suscitadas no órgão jurisdicional que lhes for imediatamente inferior. suscitado incidente de uniformização de IV. II . III .16 - II .

17 - I . por ocasião de reabertura dos trabalhos do Tribunal. ressalvada a competência do Vice-Presidente quanto aos lotados no Fórum Clóvis Beviláqua.apresentar.dirigir os trabalhos do Tribunal e do Conselho da Magistratura. quando desaparecidos na Tribunal. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . de processos Secretaria do XII . VI . VIII .conceder substituição aos Juízes das Comarcas do interior do Estado.conhecer das suspeições opostas aos funcionários do Tribunal. ressalvada a competência do Vice-Presidente quanto aos magistrados da Comarca de Fortaleza. na forma da lei e até três meses. decidindo sobre sua aposentadoria. relatório de sua administração e das atividades do Tribunal. aos serventuários e funcionários da Justiça. VII . XI . II . tendo voto de desempate nos demais casos. IV . apreciando-lhe a admissibilidade.conceder as vantagens previstas em lei aos magistrados e aos serventuários e funcionários de Justiça.proceder à liquidação de tempo de serviço público de funcionário do Poder Judiciário. V – conceder férias e licenças. III . quando for o caso.presidir à distribuição dos processos no Tribunal.despachar os recursos interpostos de decisões do Tribunal para o Supremo Tribunal Federal e para o Superior Tribunal de Justiça.. X . . IX .conceder férias e licenças aos magistrados.votar no Tribunal Pleno em processo de habeas corpus e nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade das leis ou atos normativos.ordenar a restauração de autos administrativos. após cada período de férias.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.

XVIII .mandar.deliberar acerca de pedido de desistência de recurso. ..convocar Juiz de Direito da Capital. XVII .substituir o Presidente nas faltas e impedimentos e suceder-lhe. observado o que dispõe o art.rubricar os livros da Secretaria do Tribunal. oposta ao Presidente do Tribunal. II – relatar exceção de suspeição não reconhecida. e lavrar o respectivo acórdão. disciplinares aos funcionários da XX . para completar quorum de julgamento. deste Regimento. 31.dar posse aos Juízes e aos funcionários da Secretaria do Tribunal. na forma do art. designando julgamento para a primeira sessão desimpedida.exercer as atribuições que lhe são conferidas por lei. publicar a pauta no Diário de Justiça. sem voto. XIV . no caso de vaga.18 - XIII . III . IV . XVI . XV – apresentar em mesa reclamação ou recurso oposto a despacho ou decisão que tenha proferido em processo administrativo.ordenar a abertura de concursos destinados ao provimento do cargo de Juiz e de serventuário de Justiça da capital ou de funcionário da Secretaria do Tribunal. 39. nos feitos ainda não distribuídos.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.presidir ao concurso destinado ao provimento do cargo de Juiz substituto.exercer a Diretoria do Fórum Clóvis Beviláqua. XIX . cabendo relatá-lo. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 9o.aplicar penas Secretaria do Tribunal. Seção II -DAS ATRIBUIÇÕES DO VICE-PRESIDENTE Art. V . Compete ao Vice-Presidente do Tribunal: I . em caso de improvimento do recurso. sorteado pelo Tribunal Pleno. nos feitos de competência do Tribunal Pleno.

DOS ÓRGÃOS JULGADORES QUE COMPÕEM O TRIBUNAL Seção I . . 32.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. IV . remetendo o processo ao Tribunal Pleno. as informações e as providencias necessárias. sessões extraordinárias da Câmara ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . mas sem voto de qualidade.participar das votações em habeas corpus. VI . com voto de qualidade.intervir. quando houver empate no pronunciamento do órgão julgador. VII . que a decisão concluirá pelo reconhecimento de inconstituconalidade de lei ou ato do Poder Público. III . Ao Presidente de cada Câmara compete: I . V . como relator ou revisor.19 - VI . II . encaminhando e apurando as votações e proclamando o resultado.exercer as funções administrativas que lhe forem delegadas pelo Presidente.colaborar com o Presidente na representação do Tribunal. VII .suspender o julgamento. quando verificar.dirigir os trabalhos. pela manifestação de votos. VIII . nos julgamentos a que presidir..requisitar das autoridades públicas as diligências.assinar com o relator ou com o Desembargador designado os acórdãos da Câmara. sem prejuízo das atribuições dos relatores. para julgamento do incidente.participar do julgamento dos feitos em que houver aposto seu visto. CAPÍTULO IV .DA PRESIDÊNCIA DAS CÂMARAS REUNIDAS E DAS CÂMARAS ISOLADAS Art.convocar respectiva.

decidir pedido de gratuidade de Justiça. encaminhar os autos ao Presidente do respectivo órgão julgador. XIII . VIII . São atribuições do Relator: I . inclusive o de falsidade. publicar a pauta no Diário da Justiça. . os autos originais dos processos que subirem ao Tribunal em translado ou certidão.mandar arquivar pedido de habeas corpus.indeferir a petição inicial de feito de competência originária que lhe seja distribuído. solicitando dia para julgamento. quaisquer questões de ordem ou prejudiciais. com direito a voto. IV .homologar pedidos de desistência de recurso que lhe tenha sido distribuído. conforme a competência. II .DO RELATOR Art. 33. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .requisitar.apresentar em mesa e relatar. XI . IX . se vencedor o seu voto. cabendo recurso de agravo para o órgão julgador. quando comprovado que o paciente já foi posto em liberdade. relacionadas com o andamento do processo.ordenar e dirigir o processo. designando julgamento para a primeira sessão desimpedida.conceder fiança nos processos crimes após sua distribuição. nos feitos de competência da Câmara..submeter ao órgão julgador. Seção II . V .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. X . VII . VI .mandar. os agravos contra o seu despacho.lavrar o acórdão. ou ao seu Presidente. XII .processar as habilitações e outros incidentes. inexistindo revisão no feito.20 - IX . III .lançar o relatório e encaminhar os autos ao revisor ou.assinar as cartas de sentença. quando necessário.

Será Revisor o Desembargador imediato ao Relator.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. deverão ser praticados de ofício pelo servidor e revistos pelo Relator quando necessário. expressão injuriosa contida nos autos. ou ainda destinadas a garantir a eficácia da ulterior decisão da causa. b) decretar a extinção de punibilidade nos casos previstos em lei. Parágrafo único. quando não for possível o desentranhamento da respectiva peça processual. prejudicado ou contrário à súmula deste Tribunal ou Tribunal Superior. 34. XVIII . XVI .21 - XIV .conceder efeito suspensivo a recurso. improcedente.negar seguimento a recurso manifestamente inadmissível. seguindo-se ao mais moderno o mais antigo. c) exercer as atribuições que a legislação penal confere aos Juízes singulares. nas hipóteses previstas em lei. . quando o requerer o Procurador-Geral da Justiça. de ofício ou a requerimento da parte. XV – apreciar pedido de liminares nas ações cautelares necessárias à proteção de direitos suscetível de grave dano de incerta reparação.. como a juntada e a vista obrigatória. XX . ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .apreciar requerimentos de antecipação de tutela. XVII – julgar prejudicado processo ou recurso que haja perdido o objeto.mandar riscar. XIX .DO REVISOR Art.nas ações penais originárias: a) determinar o arquivamento do inquérito ou das peças informativas. Os atos meramente ordinatórios. podendo submeter diretamente à decisão do órgão colegiado competente as questões surgidas durante a instrução. na ordem descendente de antiguidade. Seção III .

Antes de lançar o "visto". conflito de competência. em vinte dias. Parágrafo único. em dez dias. em ação de despejo e de decisão que indefira liminarmente a petição inicial. nas faltas e impedimentos. reclamação.DAS SUBSTITUIÇÕES Art. respectivamente. serão conclusos ao Revisor. na ordem decrescente de antiguidade. Não haverá revisor em processos de habeas corpus. revisão de processos e outros efeitos legais ou regimentais.22 - § 1º. Nos casos de revisão. apelação em processo de crime que a lei comine pena de detenção e carta testemunhável. mas também para sua colocação nas sessões. Seção IV . pelo membro mais antigo do Tribunal. excetuada a hipótese de embargos infringentes. será substituído pelo Vice-Presidente e esse. mandado de segurança. será regulada na seguinte ordem: I .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. § 2º. os autos. O Presidente. Art. embargos de declaração. será facultado ao Revisor ordenar a realização de diligência. além de outras hipóteses dispensadas expressamente pela lei processual. agravo. 35. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . que os devolverá com o "visto" e com o pedido de dia para julgamento: I . apelação em procedimento sumário. O Corregedor-Geral e os Presidentes de Câmara serão substituídos pelos demais membros desimpedidos do Tribunal ou Câmara. § 3º. distribuição de serviços.. recurso crime em sentido estrito. para efeito não só de substituição. .pela nomeação. exceção de impedimento ou suspeição. 36. A antiguidade do Desembargador.nos feitos criminais. despachados pelo Relator. em que o prazo será de quinze dias. II .pela posse.nos feitos cíveis. II .

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III - pela idade. Art. 37. A substituição de que trata o artigo anterior será observada nos casos de impedimento ou suspeição, ausência, licença ou férias, ressalvado o princípio de vacância previsto no Código de Organização Judiciária do Estado. Parágrafo único. O Desembargador que exercer a Presidência, em substituição, por período superior a trinta dias, devolverá para a redistribuição os feitos em seu poder e aqueles em que tenha lançado relatórios, como os que pôs em mesa para julgamento, mediante compensação. Os feitos em que seja revisor passarão ao substituto legal. Art. 38. O Desembargador, quando impedido ou suspeito, será substituído: I - quando relator, pelo Desembargador que lhe suceder na antiguidade; II - quando revisor, pelo Desembargador imediato, na ordem decrescente de antiguidade. Art. 39. A convocação de Juiz de primeira instância, dentre os que integrarem o quinto mais antigo, somente se dará para completar, como vogal, o quorum de julgamento, quando, por suspeição ou impedimento dos integrantes do Tribunal, não for possível a substituição por outro da mesma Câmara, na ordem de antiguidade, ou, se impossível, por outro de mesmo grupo de Câmara, mediante sorteio realizado pelo Presidente da Câmara completa. § 1º. A convocação de Juiz de 1ª instância far-se-á mediante sorteio público, levado a efeito pelo Tribunal de Justiça, dentre os Juízes de Direito titulares da Comarca da Capital e que integrem o quinto mais antigo, observado o caput deste artigo. § 2º. Em caso de afastamento do Desembargador, a qualquer título, por período superior a trinta dias, os feitos em seu poder e aqueles em que tenha lançado seu relatório, como os que pôs em mesa para o julgamento, serão distribuídos aos demais membros das Câmaras Cíveis e Criminais, segundo a
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jurisdição, mediante oportuna compensação. Os feitos em que seja revisor passarão ao substituto legal. § 3º. O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá, computando-se os votos já proferidos, ainda que o magistrado afastado seja o relator. § 4º. Somente quando indispensável para decidir nova questão, surgida no julgamento, será dado substituto ao ausente, cujo voto então não se computará. § 5º. Quando o afastamento do Desembargador for período igual ou superior a três dias, os habeas corpus, os mandados de segurança e outros feitos, desde que sejam novos, já distribuídos e sem qualquer apreciação, poderão, mediante fundado requerimento do interessado, caso demandem solução urgente, ser distribuídos por decisão do Presidente do Tribunal, observando-se oportuna compensação.8 (Redação dada pelo Assento Regimental nº. 22, de 16 de agosto de 2007 – Pub. Em 17.08.07) § 6º. Na hipótese do parágrafo anterior, contendo os mencionados processos atos já praticados pelo Desembargador e havendo pedido de providência urgente, desde que devidamente comprovada pela parte, serão os autos, por ordem do Presidente do Tribunal, enviados ao substituto legal do relator que apreciará o requerimento, devolvendo-o, em seguida, ao Gabinete de origem.”.9 (Redação dada pelo Assento Regimental nº. 22, de 16 de agosto de 2007 – Pub. Em 17.08.07)
Redação anterior: “Art. 39, § 5º. Quando o afastamento for período igual ou superior a três dias, serão redistribuídos, mediante oportuna compensação, os habeas corpus, os mandados de segurança e outros feitos que, consoante fundada reclamação do interessado, por decisão do Presidente do Tribunal, demandem solução urgente.” 9 Redação anterior: “Art. 39, § 6º. Em caso de vaga no Tribunal de Justiça, ressalvados os processos mencionados no parágrafo anterior, os demais serão redistribuídos ao nomeado para preenchê-la.”
ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará - LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 8

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§ 7º. Em caso de vaga no Tribunal de Justiça, ressalvados os processos mencionados no parágrafo anterior, os demais serão redistribuídos ao nomeado para preenchê-la. (Parágrafo renumerado pelo Assento Regimental nº. 22, de 16 de agosto de 2007 – Pub. Em 17.08.07) § 8º – Vislumbrada a conexão ou a continência a outro processo já distribuído, cuja competência já esteja firmada a um Desembargador afastado por período igual ou superior a 3 (três) dias, os habeas corpus, os mandados de segurança e outros feitos, ainda não distribuídos e que tragam pedido de providências urgentes, poderão, mediante fundado requerimento do interessado e por ordem da Presidência do Tribunal, ser distribuídos por encaminhamento ao seu substituto legal, que, após apreciar o pedido, devolverá os autos para redistribuição ao relator prevento. (Parágrafo acrescido pelo Assento Regimental nº. 24, de 07 de fevererio de 2008 – Pub. Em 12.02.08) CAPÍTULO V - DOS ÓRGÃOS AUXILIARES DO TRIBUNAL Seção ÚNICA - DOS ÓRGÃOS PERMANENTES Art. 40 - São órgãos permanentes do Tribunal os seguintes: I - Conselho Judiciário para a Infância e Juventude; II - Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa; III - Comissão de Jurisprudência e Biblioteca; IV - Comissão de Informática; V - Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional; VI - ESMEC - Escola Superior da Magistratura.

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salvo as Comissões de Informática e de Adoção Internacional.interagir com entes nacionais e internacionais.exercer fiscalização sobre a Autoridade Central em matéria de adoção internacional. do Corregedor-Geral. § 4º. Além das atribuições cometidas pelo Tribunal de Justiça.26 - § 1º. inclusive quanto às normas uniformizadoras de procedimentos. O Conselho será composto do Presidente do Tribunal de Justiça. do Vice-Presidente.analisar e definir. II . com qualquer número de membros. III .. fixando prazo para execução de sua tarefa. cuja composição será definida por seus respectivos regimentos. A ESMEC será dirigida por um Desembargador em atividade. com a anuência de seu Plenário. a política de atuação do órgão na área. respeitada a paridade de representação de cada uma das Câmaras Isoladas. § 3º. 41 . ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Art. e secretariadas por um Juiz de Direito designado pelo respectivo Presidente. § 2º. salvo recusa justificada. escolhido pelo Presidente do Tribunal de Justiça. O Tribunal Pleno poderá constituir comissão temporária. submetido à apreciação do Tribunal. . públicos e privados. As comissões permanentes serão presididas pelo Desembargador mais antigo dentre seus membros. § 1º. As comissões permanentes compor-se-ão de quatro Desembargadores efetivos e de um suplente. eleitos pelo Tribunal Pleno. caberá precipuamente ao Conselho: I . através de mecanismos de acompanhamento e controle às Varas da Infância e da Juventude.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.O Conselho Judiciário para a Infância e Juventude será o Órgão permanente responsável pela análise e definição da política de atuação do Tribunal de Justiça para a infância e a juventude. § 2º. que atuem na área da infância e da juventude. do Presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional e do Procurador-Geral da Justiça.

dentre outros trabalhos jurídicos. III .à jurisprudência que o Tribunal haja. 42.pronunciar-se sobre propostas ou projetos de alteração do Código de Divisão e Organização Judiciária do Estado do Ceará ou do Regimento Interno do Tribunal. Art. V .selecionar acórdãos. adotado como predominante. À Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa caberá: I . II . ou de ato do Poder Público. . Serão correspondentes: inscritos na Súmula enunciados I . 43. II . 44. À Comissão de Jurisprudência e Biblioteca caberá: I – cuidar da sistematização e divulgação da jurisprudência do Tribunal. por maioria qualificada. IV . III . Art. Art. O regimento interno do Conselho será submetido à aprovação do Tribunal de Justiça. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . e embora com votos vencidos.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. pareceres do Ministério Público e trabalhos de doutrina.elaborar a redação final dos novos dispositivos aprovados.27 - IV – estabelecer ações e procedimentos de cooperação entre o Poder Judiciário e o Ministério Público. em incidente de uniformização de jurisprudência. destinados à publicação nas revistas especializadas.organizar a publicação e atualização da Súmula de Jurisprudência do Tribunal.elaborar campanhas de esclarecimento à sociedade para divulgação da legislação específica.prestar assessoria em matéria legislativa do interesse do Tribunal. II .. § 3º.às decisões do Tribunal. sentenças. ou constitucionalidade de lei. que hajam concluído pela inconstitucionalidade.orientar a aquisição de obras para a Biblioteca do Tribunal. dos procedimentos e da sua própria atuação.

para o Tribunal. de novo. a que se refira. da menção complementar de outros julgados.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Art. na ordem de sua inscrição. pesquisas e controle de processos judiciais administrativos. 48. 47. mediante proposta da Comissão de Jurisprudência. no mesmo ou em outro sentido. em matéria constitucional. A citação da Súmula será feita pelos números correspondentes.atuar em todos os processos de adoção internacional nos termos da lei. legais e regimentais.funcionar como Autoridade Central em ordem à aplicação da Convenção de Haia. 46.velar pelo incremento e atualização da infotecnologia em todos os órgãos e serviços do Tribunal. 49. se firme jurisprudência. 45. numerados seguidamente. ou de Desembargador. Será facultado a qualquer Desembargador propor ao Tribunal a revisão do enunciado constante da Súmula. Art. A inscrição de enunciados na Súmula será deliberada pelo Tribunal Pleno. Art. com a dispensa..supervisionar os sistemas de gerenciamento de dados. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . além dos julgados que ensejaram a sua edição. o enunciado respectivo deverá ser cancelado até que. Os enunciados da Súmula. O enunciado será sucinto e mencionará as normas constitucionais. com o parecer da Comissão. II . À Comissão Internacional caberá: Estadual Judiciária de Adoção I . 480 do Código de Processo Cívil.28 - Art. Art. . § 2º. Sempre que o Plenário decidir em contrário ao que figurar na Súmula. no mesmo sentido. § 1º. observando-se. a determinação constante do art. serão publicados no Diário da Justiça. À Comissão de Informática caberá: I . Parágrafo único. II .

29 - PARTE II ..nas reclamações que não houver formulado. Perante o Tribunal de Justiça funcionará o Procurador-Geral da Justiça.nos incidentes de uniformização de jurisprudência. 50. ou o Subprocurador-Geral.nos mandados de segurança. VII . IX . VI . X .nos recursos criminais. haja inegável interesse público. e pelo manifesto interesse público relevante. . V . II .nos inquéritos de que possa resultar responsabilidade penal. XI . O Ministério Público terá vista dos autos: I .DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .nos pedidos de intervenção federal.nas ações rescisórias e apelações cíveis. 52.nas notícias-crime. XIII – nos demais casos. quando pela relevância da matéria. III . IV .nas argüições de inconstitucionalidade. mediante delegação do Procurador-Geral. Nos processos em que atuar como titular da ação penal. XII – nos outros processos em que a lei impuser sua intervenção. de injunção. VIII . habeas corpus e habeas data.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. o Procurador-Geral ou o Sub-procurador-Geral terão os mesmos poderes e ônus das partes. Art. ressalvadas as disposições expressas em lei ou neste Regimento.nos conflitos de competência e de atribuições. O Ministério Público manifestar-se-á na oportunidade prevista na lei e neste Regimento. ou for determinado pelo Relator. o órgão do Ministério Público assim o quiser. 53. 51. desde que. Art. quanto a estas últimas.nas ações penais originárias e nas revisões criminais. Art.

no qual tenha havido a intervenção respectiva. Salvo na ação penal originária ou nos inquéritos.ação rescisória. II . V . ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . PARTE III .apelação criminal. em cada uma das classes seguintes: I . Art.ação penal originária.apelação cível. 55.agravo. tomar o parecer do Ministério Público oralmente. Parágrafo único. poderá o Relator.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 56.30 - Parágrafo único. O registro far-se-á em numeração contínua e seriada. 54.carta testemunhável. disciplinará o registro e protocolo por meio do sistema de computação de dados. DISTRIBUIÇÃO E JULGAMENTO DOS FEITOS DE COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL CAPÍTULO I . IV . O Presidente do Tribunal. As petições e os processos serão registrados no protocolo da Secretaria do Tribunal no mesmo dia de seu recebimento. quando houver urgência. CLASSIFICAÇÃO. VII .DO REGISTRO E CLASSIFICAÇÃO DOS FEITOS Art. desde que haja anuência de seu representante Art. O Procurador-Geral ou o Subprocurador-Geral da Justiça poderão pedir preferência para julgamento de processo em pauta. ou quando sobre a matéria versada no processo já houver o Tribunal firmado jurisprudência.. VI .DO PROCESSO TÍTULO I .DO REGISTRO.conflito de atribuições. III . . mediante instrução normativa.

inquérito (policial ou administrativo). XIII .mandado de injunção.embargos infringentes. XXVII . . XVII .revisão de medidas de segurança.mandado de segurança. XX . XXVIII .recurso em sentido estrito.representação. por classe e registrados em livros especiais ou pelo sistema de computação. XIV .restauração de autos.precatório. XXVI – pedido de intervenção federal. XIX .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . XXX – processo administrativo.ação direta de inconstitucionalidade. contendo designação e numeração distintas.conflito de competência. IX .notícia crime. XXIII . XXI .desaforamento.reclamação. XVIII .DA DISTRIBUIÇÃO Art.pedido de suspensão de segurança. CAPÍTULO II . X . XVI . 57. XXII – revisão criminal.31 - VIII . XI . observando o princípio da alternatividade. XXIV – exceção da verdade.. XII . XXV .recursos de habeas corpus.habeas corpus. XXIX .exceção de impedimento ou de suspeição. Os processos da competência do Tribunal serão distribuídos. XV – habeas data.

a distribuição far-se-á no dia útil imediato. mandados de injunção. mediante sorteio em procedimento informatizado. Ao relator com qual for distribuído processo composto por três ou mais volumes caberá a compensação de um feito da mesma natureza. 58. ser distribuídos fora da audiência pública ordinária. mandados de segurança. firmará a Art. diária quanto aos habeas corpus. sem apreciação do mérito. poderão. em audiência pública. quando houver. d) que for declarado extinto em desistência. que comportem a concessão de liminar. quanto aos processos criminais. A distribuição dos feitos será efetuada pelo Presidente do Tribunal. às quartas-feiras. § 1º. Art. enquanto não conclusos os autos ao Relator. habeas data. Quando não houver expediente.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Do ato de distribuição lavrar-se-á termo. Reclamação manifestada contra irregularidade na distribuição será decidida pelo Presidente do Tribunal. decadência ou prescrição. . excluindo-se os processos do Júri. ressalvada a hipótese de se tratar de processo: a) referente à liquidação de sentença. Os feitos referidos no caput. ações diretas de inconstitucionalidade e medidas cautelares incidentes. c) que tenha decretada sua extinção. quanto aos feitos cíveis. em caso de urgência. imediatamente. § 1º. A distribuição ao Desembargador competência da respectiva Câmara.. b) que venha a ter declarada sua nulidade em conseqüência de vício formal. com a menção das partes presentes.32 - assim como Comarca de origem. nome do Relator e a compensação ou prevenção. face de transação. § 2º. repetindo-se dita compensação por cada três volumes excedentes. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 59. e às sextas-feiras.

38. salvo os processos de hábeas corpus. 61.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. determinará este a remessa dos autos ao seu substituto legal (art.10 (Redação deste artigo 10 Redação anterior do art. prevenirá a da ação penal. será feita para o Relator do processo anterior. mandados de segurança e os feitos que. tanto na ação como na execução referentes ao mesmo processo. e a critério do Presidente. e a distribuição de inquérito. que apresentará o processo ao órgão competente para decidir. consoante fundada reclamação do interessado. envolvendo as mesmas partes e tendo como objeto o mesmo ou os mesmos fatos. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . e a critério do Presidente. bem como a realizada para efeito de concessão de fiança ou de decretação de prisão preventiva ou de qualquer diligência anterior à denúncia ou queixa. § 4o. salvo os processos de hábeas corpus. O sucessor de Desembargador que houver deixado as Câmara cíveis ou Criminais ou o Tribunal de Justiça receberá os feitos a cargo daquele a quem suceder. § 5º. mandados de segurança e os feitos que. consoante fundada reclamação do interessado. Reclamação posterior deverá ser encaminhada ao Relator. A distribuição de processos que repetirem demandas em que tenha havido desistência. Durante as férias coletivas do Tribunal serão distribuídos apenas os habeas corpus e os mandados de segurança originários. I). independentemente de distribuição. Se o Relator sorteado estiver impedido ou se der por suspeito. do habeas corpus e do recurso tornará preventa a competência do relator para todos os recursos posteriores. independentemente de distribuição.O sucessor de Desembargador que houver deixado o Tribunal receberá os feitos a cargo daquele a quem suceder.61 . 60. Art. A distribuição do mandado de segurança. reclamem solução urgente. § 3º..33 - § 2º. Art. reclamem solução urgente. .

64. dentre os Desembargadores do Tribunal. publicado no dia 27 de agosto de 2003. ao Relator ou ao órgão do Tribunal competente. Havendo. que se fará através de guia para a repartição arrecadadora. Seção ÚNICA . . integrarão Câmaras diferentes.34 - modificada pelo Assento Regimental no. em linha reta ou até o segundo grau de linha colateral. em que a parte seja beneficiária da gratuidade de Justiça. III – os processos em que for recorrente a Fazenda Pública ou o Ministério Público. decretar a deserção. cônjuges. 11. Todos os processos e recursos afeitos à competência do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará deverão receber prévio preparo para julgamento. e o primeiro que conhecer da causa impedirá que o outro participe do julgamento quando da competência da Reunião de Câmaras ou do Tribunal Pleno.DO PREPARO DOS FEITOS Art. § 1º. Considerar-se-á deserto o recurso voluntário não preparado pelo modo e tempo próprios.. § 2º. comprovado o recolhimento das despesas no ato de interposição.os processos em que os recorrentes sejam beneficiários da gratuidade de Justiça.os processos criminais originários e os iniciados mediante queixa.) Art. Art. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Excetuar-se-ão: I . 62. 63. para conhecer do feito. parentes consangüíneos ou afins. de 20 de agosto de 2003. bem como aqueles em que for recorrente qualquer pessoa jurídica de direito público. IV . II . cabendo ao Presidente do Tribunal. juntando-se aos autos o comprovante respectivo.os embargos de declaração e o agravo retido. As apelações cíveis serão preparadas na instância inferior.

LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. se existir.35 - CAPÍTULO III . 11 Redação anterior do artigo: “Art. § 2º. 72 deste Regimento. Serão submetidos a julgamento os feitos constantes de relação publicada no Diário da Justiça e os que independam dessa formalidade. agravos regimentais. o lapso de dois dias.DO JULGAMENTO DOS PROCESSOS NO TRIBUNAL Art. Art. agravos contra despachos do Relator denegatório de embargos. incumbindo ao órgão da Secretaria do Tribunal competente certificar ao Relator. nas Câmaras Isoladas. exceções de suspeição e de impedimento. embargos de declaração. em tal hipótese. 66. na forma do art. pedidos de desaforamento do julgamento do Tribunal do Júri. Entre a data da publicação da pauta e a sessão de julgamento mediará. com o mínimo de votantes equivalente ao quorum fixado no art. postos em mesa pelo Relator. pelo menos. 78 deste Regimento. será sempre tomado pelo voto de três Desembargadores. 65. Entre a data da publicação da pauta e a sessão de julgamento mediará. em qualquer caso. e antes que a apelação seja incluída em pauta. o espaço temporal de 48 horas. A apelação não será incluída em pauta antes do agravo interposto na mesma ação. a situação do agravo acaso existente. seguindo-se ao voto do Relator o do Revisor. de 26 de outubro de 2000) § 1º. . tantos quantos sejam. habilitações incidentes e reclamação.. Nos demais órgãos. O julgamento. além de outros feitos. Independerá de inclusão em pauta o julgamento de hábeas corpus.11 (Redação do caput deste artigo modificada pelo Assento Regimental no.” ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . pelo menos. 66. e o(s) do(s) vogal(is). 04. conflitos de competência e de atribuições. Serão submetidos a julgamento os feitos constantes de relação publicada no Diário da Justiça e os que independam dessa formalidade.

O Tribunal Pleno reunir-se-á.2006). § 4º.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. seu substituto houver devolvido os autos sem estudo. ficando. de 04 de maio de 2006. Seção I . entretanto. Salvo as hipóteses dos arts. § 5º. Neste último caso.. O Relator substituído julgará o processo se. 67. Art. 17. . Art. o Desembargador substituído somente participará do julgamento quando a sua intervenção se tornar necessária para completar o número dos julgadores que integram a Câmara ou o Tribunal. em sessão ordinária. por conveniência do serviço.” ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . ainda que também o haja feito o Juiz convocado em sua substituição. parágrafo único e 40 deste Regimento. 68. Da decisão que converter o julgamento em diligência não haverá acórdão. em ordem decrescente de 12 Redação anterior do artigo: “Art. Nas sessões plenárias. participará sempre do julgamento o Julgador que houver lançado nos autos o relatório do processo. ainda que tenha sido transferido para outra Câmara ou tenha cessado a substituição.O Tribunal Pleno reunir-se-á.DAS SESSÕES DE JULGAMENTO Art. pub.12 (Redação do caput deste artigo modificada pelo Assento Regimental no. por convocação de seu Presidente”. vinculado ao processo o Relator já sorteado. 37. às quintas-feiras.05.36 - § 3º. extraordinariamente. 69. o Presidente terá assento no topo da mesa e. em sessão ordinária. 68 . às 13h30m (treze horas e trinta minutos) e. a partir da direita. Participará do julgamento o Desembargador efetivo que houver posto o "visto" e estiver presente à sessão. às 14 horas e. às quintas-feiras. § 6º. 08. por convocação de seu Presidente. ao assumir o exercício. por conveniência do serviço. extraordinariamente.

13 Textos anteriores: “ Art. nove Desembargadores. de 06 de dezembro de 2007 – Pub. 72.07). 4º. onze14 Desembargadores. às terças-feiras. a partir de 13 horas e 30 minutos (texto dado pelo Assento Regimental no. a Segunda e a Terceira Câmara Cível. 70.Câmaras Cíveis Reunidas. 14 .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 70. realizarão suas sessões na última terça e quarta-feira de cada mês. os demais Desembargadores. .342 (CODOJECE) ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .12.813. pela Lei Estadual 13. iniciando-se as respectivas sessões a partir das 13 horas e 30 minutos. As Câmaras Reunidas. às quartasfeiras. tomarão lugar em seguida ao Desembargador mais moderno e na ordem de sua antigüidade na entrância. Os Juízes de Direito. o quorum foi alterado pelo art.( Texto Original do RITJCE) Com a alteração do número de desembargadores para vinte e sete. Cíveis e Criminais. quando convocados para substituir no Tribunal. 71. às 13 horas e 30 minutos. às 13 (treze) horas e 30 (trinta) minutos. 29.Tribunal Pleno. Em 07. III . Cíveis e Criminais. cinco Desembargadores. II . realizarão suas sessões. de 18 de setembro de 2006. de modo que o mais antigo ocupe o primeiro lugar. O Procurador-Geral da Justiça terá assento em lugar distinto. 23. A Primeira Câmara Cível reunir-se-á às segundasfeiras.Câmaras Criminais Reunidas. 12 ) “Art. de modelo oficial. 70. e a Segunda Câmara Criminal. às segundas e últimas terças-feiras e às segundas e últimas quartas-feiras de cada mês. devendo usar capa ou beca.37 - antigüidade. a Primeira Câmara Criminal. respectivamente. nele incluído o respectivo Presidente: I . Art. Câmaras Reunidas. respectivamente.13 (Redação dada pelo Assento Regimental nº. O quorum para o funcionamento dos mencionados órgãos do Tribunal será o seguinte. da Lei 12. § 2º. respectivamente. Art. às segundas-feiras. que alterou o art.. Art. § 1º. As Câmaras Cíveis e as Criminais Reunidas realizarão suas sessões na última terça e quarta-feira de cada mês.

três Desembargadores. 74.Câmaras Isoladas. subscrita pelo Secretário do órgão. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . determinar que no recinto somente permaneçam os membros efetivos do Tribunal. de ofício ou a requerimento de Desembargador. depois de aprovada na sessão seguinte. Art. § 1º. III . IV .discussão e aprovação da ata da sessão anterior. previamente. Quando. . § 1º. o Presidente poderá. obedecendo-se ao art. quando as deliberações devem ser publicadas. § 2º.julgamentos. Art. aos membros das Câmaras e Tribunal Pleno. § 2º. Art.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. observar-se-á a seguinte ordem: I . o Plenário ou a Câmara resolver que sejam reservadas. será assinada pelo Presidente.38 - IV . nas sessões reservadas. Nos trabalhos das sessões ordinárias. o registro da sessão conterá somente a data e o nome dos presentes. 75. Os julgamentos dos órgãos do Tribunal de Justiça guardarão a seguinte ordem.. omitindo a parte da secreta. A ata da sessão anterior. As secretarias dos órgãos integrantes do Tribunal distribuirão. 93.recursos das decisões denegatórias de habeas corpus. No caso do parágrafo precedente. II . 73. para controle de seus julgados. IX. III – ações diretas de inconstitucionalidade. houver assunto sigiloso e de economia interna do Poder Judiciário a ser tratado.reclamações e suspeições.habeas corpus. no que lhes for aplicável: I . cópia da ata da sessão anterior. da Constituição Federal. salvo se. por motivo relevante. IV .verificação do quorum. II .expediente e proposições. As sessões e votações serão públicas.

pedidos de vista.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. entre os de sua classe. Essa ordem somente poderá ser alterada: I . IX . independam de pauta. na sessão imediata. quanto a estas últimas. VI .quando não estiver presente à sessão o Relator ou o Revisor.. com referência aos fatos e circunstâncias que interessam à decisão.nos feitos de prescrição iminente. Art. Os feitos adiados terão. § 1º.quando se achar presente à abertura da sessão advogado de uma das partes que requeira preferência para o julgamento do caso de seu interesse.processos administrativos.processos em pauta. preferência para julgamento. § 2º. VI . ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .outros feitos ou recursos que. A organização da pauta mencionada no artigo anterior guardará a ordem cronológica do despacho que designar dia para julgamento. 76. VII . Art. nos casos expressamente previstos no Código de Divisão e Organização Judiciária do Estado. o Relator procederá à leitura do relatório existente nos autos ou o fará oralmente. V .39 - V . por impedimento de algum dos Desembargadores presentes.conflito de competência. III quando. em virtude da lei ou do que estabelece este Regimento. IV . a juízo do Tribunal Pleno ou da Câmara a quem tocar o julgamento. . anunciado o feito pelo Presidente. II – se houver de ausentar-se qualquer deles por licença ou férias. Na sessão de julgamento. não houver número legal para o julgamento do processo. 77. VIII .se ocorrer circunstância extraordinária.

na ordem comum dos julgamentos. no máximo. . Art. nas mesmas condições. pelo Relator. depois do que o Relator proferirá o seu voto. vista dos autos. caso em que. ao Ministério Público em relação aos seus pareceres. Os advogados ocuparão a Tribuna para formular requerimento. que poderá pronunciar-se sempre que se faça necessário para a apreciação de votos já proferidos. a título de esclarecimento. produzir sustentação oral. Art. Parágrafo único. § 2º. se for caso de revisão. 81. que será examinada e votada. porém. e dos demais julgadores. cabendo igual direito. na primeira sessão subseqüente a este prazo. Cada julgador poderá falar duas vezes sobre o assunto em discussão.40 - Art. permitir-se-á. começando o julgamento pelas preliminares porventura argüidas. ou tomando o julgamento aspecto imprevisto. 80. Feito o relatório. seguindo-se os votos dos demais. caso em que ficará adiado o julgamento por uma sessão. seguindo-se o do Revisor. § 1º. pelo seu patrono. Tal restrição não se aplicará ao Relator do feito. 78. ou requerer. contados da data de seu recebimento. em primeiro lugar. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . devendo o julgador que solicitou vista. a sustentação oral pelas partes. nos casos previstos em lei. os colocará em mesa. Surgindo questão nova. prosseguindo o julgamento do feito. proferir o seu voto em primeiro lugar. Parágrafo único. Ser-lhe-á permitido. 79. para modificação de voto já proferido. Art.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Qualquer julgador poderá solicitar esclarecimentos ao Relator. poderá o Relator ou qualquer julgador pedir vista dos autos. dentro de dez dias. ou para responder a perguntas que lhes forem feitas pelos Desembargadores. falar mais de uma vez.. A falta de comparecimento de qualquer das partes ou de seus advogados não impedirá que a outra use da palavra. Qualquer julgador poderá apresentar à discussão matéria preliminar ou prejudicial. após o voto deste.

85. Art. 84. contendo a ementa do julgado. O acórdão será assinado somente pelo Presidente do órgão julgador e pelo Desembargador que o tiver lavrado. o Presidente. Nenhum Desembargador poderá interromper o Presidente. quando estiver com a palavra. 88. Art. Parágrafo único. salvo quando se derem por esclarecidos. poderá sempre intervir no julgamento para orientar a discussão. Caso vencido o voto do Relator. Art.. ou fazer objeção razoável. o Presidente terá voto de qualidade. Encaminhar-se-ão os autos ao Relator.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. . Parágrafo único. imediata e novamente. salvo em se tratando de habeas corpus. A decisão vencerá por maioria de votos. O Presidente. Art. o julgador. cindindo o julgamento. O acórdão deverá ser lavrado com clareza. Encerrada a discussão e proferidos os votos. Se os votos forem. o Presidente apurará a votação e anunciará o resultado. ou o Desembargador que proferiu o primeiro voto vencedor. 82. Independerá de acórdão e não desvinculará o Relator a conversão do julgamento em diligência. e qualquer dos julgadores poderá oferecer ou solicitar esclarecimentos. porém. salvo prévio assentimento. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . no prazo que fixar. em sua totalidade.41 - Art. depois de obter assentimento de quem estiver com a palavra. 87. Parágrafo único. Art. para fazer cumprir a diligência. divergentes quanto à conclusão. ou o representante do Ministério Público. será designado para lavrar o acórdão o revisor. submeterá. 83. o relatório da causa. Não participarão do julgamento os Desembargadores que não tiverem assistido ao relatório ou aos debates. Em caso de empate. Art. 86. por partes. toda a matéria à deliberação. os fundamentos de fato e de direito dos votos vencedores e especificar se a decisão foi proferida por unanimidade ou maioria de votos.

determinando as diligências necessárias para chamamento do feito à ordem. O relatório. Art. tendo sido um dos votos vencedores. a Secretaria certificará o resultado do julgamento. abstendo-se de críticas à decisão. § 1º. ou no de do § 4º. se houver e for vencedor e. Art. § 3º. como o de morte. bem como para a apuração de responsabilidades. o Relator não puder lavrar o acórdão.. Art. os erros de escrita ou de cálculo. É facultado aos Desembargadores declararem os fundamentos de seus votos. especificando-se os votos já proferidos. lançado nos autos pelo Relator. ou de moléstia grave. Art. 92.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 89. Qualquer adiamento do julgamento será. ofício ou a requerimento de qualquer das partes ou Ministério Público. vencidos ou vencedores. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . As inexatidões materiais devidas a lapso manifesto. § 2º. Em casos excepcionais. poderão ser omitidos os conceitos e a conclusão do julgamento. sua conclusão será publicada imediatamente no Diário da Justiça. por igual. Registrado o acórdão. .42 - Em nenhum caso. quando for o caso. 91. indicando os Julgadores que nele tomaram parte. na falta. certificado nos autos. será designado para essa tarefa o Revisor. O Tribunal Pleno e as Câmaras farão notar os erros e irregularidades que encontrarem nos autos e papéis sujeitos ao seu conhecimento. 90. com especificação dos vencedores e dos vencidos. porventura existentes acórdão poderão ser corrigidos por despacho do Relator. o Desembargador que lhe seguir. Em cada processo. a critério de quem o lavrar. Parágrafo único. poderá fazer parte integrante do acórdão. A declaração de voto será feita em separado e juntada aos autos na sessão de julgamento ou até a data de lavratura do acórdão.

o resultado das votações. dispensada sua leitura. sob sua responsabilidade. II.o nome do Desembargador que presidiu aos trabalhos e daqueles que estiverem presentes. 13. a designação dos relatores substitutos e os adiamentos requeridos. obrigatoriamente:15 (Redação determinada pelo Assento Regimental nº. (Redação determinada pelo Assento Regimental nº. documento que.A ata será submetida à apreciação do Tribunal. II – o nome do Desembargador que presidiu os trabalhos e daqueles que estiverem presentes. III. (Redação determinada pelo Assento Regimental nº. a todos os membros do Tribunal. mediante protocolo. de 26 de fevereiro de 2004) I – dia. os nomes dos Desembargadores porventura impedidos. mês e hora da abertura da sessão. sob sua responsabilidade.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. será devidamente autenticado. documento que. mediante referência às cópias anteriormente distribuídas. 13. consignando. cópia da ata respectiva. cópia da ata respectiva. bem como do representante do Ministério Público.43 - Art. mediante referência às cópias anteriormente distribuídas. o Secretário lavrará em livro próprio ata dos trabalhos. será devidamente autenticado. de 26 de fevereiro de 2004) § 2º . O Secretário-Geral fará distribuir. III – os processos julgados. bem como do representante do Ministério Público. a todos os membros do Tribunal.Art.os processos julgados. os nomes dos Desembargadores porventura impedidos.O Secretário-Geral fará distribuir. obrigatoriamente: I . o Secretário digitará ata dos trabalhos. § 1º. 13. mediante protocolo. consignando.. de 26 de fevereiro de 2004) Texto anterior . § 2o. dispensada sua leitura. mês e hora da abertura da sessão. 93 – De cada sessão. 15 ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . presentes ou ausentes à sessão a que se referir. presentes ou ausentes à sessão a que se referir. até cinco dias depois de realizada. § 1º . 93 De cada sessão. até cinco dias depois de realizada. A ata será submetida à apreciação do Tribunal. a designação dos relatores substitutos e os adiamentos requeridos.dia. o resultado das votações. .

LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. outro junto à Biblioteca do Tribunal de Justiça e um exemplar.. b) as das Câmaras. 13. de 26 de fevereiro de 2004) a) as do Tribunal Pleno. devendo ser publicadas e. posteriormente. § 5º .” (Redação determinada pelo Assento Regimental nº.44 - § 3º . de 26 de fevereiro de 2004) Seção II . 94. cientes as partes. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . junto à Secretaria Geral.As atas serão também arquivadas em meio magnético – CDRoom. hora e local designados pelo Desembargador relator do feito. As audiências que se devem realizar no Tribunal terão dia. contendo ainda os registros referentes à parte secreta das sessões. um exemplar junto à Secretaria Judiciária. junto à Secretaria respectiva. Art. . Salvo os casos previstos no art. as audiências serão públicas e realizar-se-ão em dias úteis e em horários previamente fixados. (Redação determinada pelo Assento Regimental nº. 13.As atas deverão ser digitadas e numeradas. 73. contendo ainda os registros referentes à parte secreta das sessões. 13. de 26 de fevereiro de 2004) § 4º .As atas de que trata o parágrafo anterior deverão ser arquivadas: (Redação determinada pelo Assento Regimental nº. após a assinatura do Presidente da sessão e respectivo Secretário. um exemplar junto ao Gabinete da Presidência.DAS AUDIÊNCIAS Art. Deverão estar presentes às audiências um servidor judiciário designado e um Oficial de Justiça. 95. 96. arquivadas em ordem numérica crescente e encadernadas ao final da última sessão do ano civil. Art. outro junto à Biblioteca do Tribunal de Justiça e um exemplar.

as pessoas cujo comparecimento seja obrigatório e. Parágrafo único. Ao Vice-Presidente. Serão feriados. .C. para efeitos forenses.DAS FÉRIAS Art. ou seu substituto legal. que na ordem decrescente. 102. apregoando. em seguida. a quinta e a sexta-feira da Semana Santa e o dia consagrado à Justiça. as partes e as pessoas convocadas deverão ocupar os lugares que lhes forem previamente destinados no recinto. Os advogados. antecipações de tutela com base no inciso I do art.. ao Desembargador mais antigo. 273 do C. o substituir ao assumir a Presidência. Parágrafo único. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Durante as férias coletivas. será assegurado o gozo de férias individuais pelo tempo em que esteve no exercício. À hora marcada. 99. 100. ou na sua falta ou impedimento. Art.. nas férias coletivas. O Presidente do Tribunal de Justiça e o CorregedorGeral da Justiça gozarão de trinta dias consecutivos de férias individuais por semestre. não correrão os prazos concedidos ao Desembargador para exame dos autos. Art.45 - Art. Seção III . competirá ao Presidente do Tribunal de Justiça. Os membros do Tribunal de Justiça gozarão de férias coletivas nos períodos de 2 a 31 de janeiro e de 2 a 31 de julho. os domingos.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Art. 98. determinar liberdade provisória e outras medidas que reclamem urgência. sendo o caso.P. as testemunhas. 101. 97. Durante as férias coletivas. decidir sobre pedidos de liminar em mandado de segurança e habeas corpus. conceder efeito suspensivo a recurso nas hipóteses previstas em lei. o órgão do Ministério Público e perito. Art. os dias de festa nacional ou estadual. o Relator mandará que o Porteiro dos Auditórios declare aberta a audiência.

DOS COMPETÊNCIA DO PROCEDIMENTOS DIVERSOS FEITOS SUBMETIDOS À TRIBUNAL E OS RESPECTIVOS CAPÍTULO I .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. § 4º.DOS PROCESSOS SOBRE COMPETÊNCIA Seção ÚNICA – DOS CONFLITOS DE COMPETÊNCIA E DE ATRIBUIÇÕES Art.quando entre elas surgir controvérsia sobre unidade de juízo. Haverá conflito: I . na primeira sessão.quando duas ou mais autoridades se considerarem competentes ou incompetentes para conhecer do mesmo fato. § 3º. § 1º. Quando negativo o conflito. remetendo-lhes cópia do requerimento ou da representação para que informem a respeito no prazo que lhes for assinalado.46 - TÍTULO II . Os Juizes e autoridades administrativas. expondo os fundamentos e juntando os documentos comprobatórios. II . Distribuído o feito.. Expedida ou não a ordem de suspensão. se o conflito for positivo. sob a de requerimento. o Relator requisitará informações às autoridades em conflito. 104. sob a forma de representação. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . o Relator poderá determinar imediatamente que se suspenda o andamento do processo. § 2º. e a parte interessada. junção ou separação de processos. darão parte escrita e circunstanciada do conflito ao Tribunal. os Juizes poderão suscitá-lo nos próprios autos do processo. o Relator apresentará os autos em mesa para julgamento. O conflito poderá ser suscitado por qualquer das partes. Art. 105. 103. pelo Ministério Público ou pelo Juiz. Recebidas as informações e ouvido o Procurador-Geral da Justiça. . Art.

Argüida. Seção II . incontinenti. se acolhida. 110. incidentalmente. 106.47 - § 5º. submeterá a questão à Turma ou Câmara a que tocar o conhecimento do processo. Art. Art. Se a argüição for rejeitada pela Câmara.. 108. às quais será enviada cópia do acórdão. as mesmas disposições do artigo anterior. de acordo com a decisão declaratória ou negatória de inconstitucionalidade. 107. Parágrafo único. a fim de submeter-se a questão ao Tribunal Pleno. logo que publicado.DA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU ATO NORMATIVO ESTADUAL OU MUNICIPAL ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . competindo àquele relatá-lo. Nos conflitos entre autoridades judiciárias e administrativas observar-se-ão. ouvido o Procurador-Geral da Justiça. A decisão proferida será comunicada. caberá agravo regimental de seu despacho para o órgão julgador. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros. o Relator. Proferido o julgamento pelo Tribunal Pleno e publicado o respectivo acórdão. serão os autos devolvidos à Turma ou Câmara para apreciar o caso. prosseguirá o julgamento. poderá o Tribunal declarar a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público. . Se o Relator negar seguimento ao conflito suscitado pelas partes. Art. será lavrado o acórdão. às autoridades interessadas. CAPÍTULO II DA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU ATO NORMATIVO DO PODER PÚBLICO Seção I – DA DECLARAÇÃO INCIDENTE Art. Art. no que for aplicável.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 109. a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do Poder Público.

§ 3º. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . IV .os partidos políticos com representação na Assembléia Legislativa. II . tratando-se de norma municipal. VII . na respectiva Câmara. poderá. § 1º. 111. Podem inconstitucionalidade: propor a ação direta de I – o Governador do Estado. As informações serão prestadas no prazo de quinze dias. ou. ao receber os autos.48 - Art. podendo ser dispensadas.o Prefeito. não se admitirá desistência nem assistência a qualquer das partes. III – o Procurador-Geral da Justiça. § 2º. com prévia ciência das partes. submetê-lo ao conhecimento do Tribunal. ad referendum do Tribunal.o Defensor-Geral da Defensoria Pública. Se. o Relator poderá submetêlo ao Plenário antes de solicitar as informações. que terá a faculdade de julgá-lo com os elementos de que dispuser. Proposta a representação. pelo Relator. em face do interesse de ordem pública que envolve. contados do pedido. ou no curso do processo. se se tratar de lei ou ato normativo do respectivo Município.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. VIII . Parágrafo único.a Mesa da Assembléia Legislativa. a Mesa da Câmara ou entidade de classe e organização sindical. . o Relator entender que a decisão é urgente. bem como à Assembléia Legislativa. Se houver pedido de liminar. 112.o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. Art. se for o caso. ou à Câmara Municipal. O Relator pedirá informações à autoridade da qual tiver emanado o ato. VI . V .. em caso de urgência.organização sindical ou entidade de classe de âmbito estadual ou intermunicipal.

Art. pelo prazo de quinze dias. recebidas ou dispensadas as informações em razão da urgência. Art. bem como de qualquer ato normativo estadual ou municipal ou de autoridade de administração direta ou indireta. pela maioria absoluta dos membros do Tribunal. pedirá dia para julgamento. a inconstitucionalidade por omissão de medida necessária para tornar efetiva norma ou princípio constitucional. Se não for alcançada a maioria necessária à declaração da inconstitucionalidade. Parágrafo único. indigitado pela maioria absoluta dos membros do Tribunal. o Relator.49 - Art. Decorrido o prazo do artigo anterior. no prazo de quinze dias. e ouvido o Procurador-Geral do Estado. Seção III . este será suspenso a fim de aguardar-se o comparecimento dos ausentes. far-se-á comunicação à autoridade ou ao órgão responsável pela expedição do ato normativo impugnado. ou sem elas. Declarada. de resolução de órgão legislativo. lançado o relatório. 113. 114. 116. após prestadas as informações mencionadas no artigo anterior.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. até que se atinja o quorum necessário. Art.. do qual a Secretaria remeterá cópia a todos os Desembargadores. Julgada procedente a ação e declarada a inconstitucionalidade total ou parcial de lei ou decreto estadual ou municipal. para emitir parecer. será aberta vista ao Procurador-Geral de Justiça. será dada ciência da decisão ao Poder ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Art. 117. Somente será decretada a inconstitucionalidade de ato normativo do Poder Público. 118. para se pronunciar sobre a lei ou ato impugnado.DA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO Art. 115. . estando licenciados ou ausentes Desembargadores em número que possa influir no julgamento. O Procurador-Geral do Estado deverá ser citado. Recebidas as informações.

de 14 de fevereiro de 2002) Art. seguindo-se com a palavra o Representante do Ministério Público. Art. 16 ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . destacadamente. 119. da autoridade apontada como coatora. Antes do julgamento do pedido de habeas corpus. será ouvida a Procuradoria-Geral da Justiça. 120. e. por igual espaço de tempo. § 1º. 06. no caso de empate. para fazê-lo no prazo de trinta dias. se necessário. com redação determinada pelo Assento Regimental nº. do Código de Processo Penal. sendo a decisão tomada por maioria de votos. será ouvido o órgão do Ministério Público16.DAS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS Seção I – DO HABEAS CORPUS Art. requisitará. verificando ser o caso da competência originária do Tribunal." ( parágrafo único suprimido e inserção de dois parágrafos.. com redação determinada pelo Assento Regimental nº.Se o impetrante o requerer. será intimado da data do julgamento. o Presidente apurará o resultado. o impetrante poderá sustentá-lo por dez minutos. informações por escrito. Submetida a matéria à votação. . de 14 de fevereiro de 2002) § 2. 06. na sessão de julgamento. Parágrafo único. 119. Concedido o habeas corpus. o Secretário do Tribunal ou o da Câmara a que tocar a competência para dele Texto do antigo Parágrafo único do artigo 119.. Relatado o pedido. 121. CAPÍTULO III . ( parágrafo único suprimido e inserção de dois parágrafos. prevalecerá o que for mais favorável ao paciente. Apresentada a petição com os requisitos especificados no art. em se tratando de órgão administrativo. o Relator. e. § 1.Antes do julgamento do pedido de habeas corpus. .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. no pedido de impetração. . 654. Art.50 - competente para a adoção de providências necessárias.

II . preste informação.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Ao despachar a inicial. 124. . Seção II . lavrará a ordem. que. 125. Art. § 1º.que se notifique o coator. lavrará o acórdão o Desembargador que em primeiro lugar tiver proferido o voto vencedor. O pedido será considerado prejudicado quando cessada a ilegalidade da violência ou coação. no prazo de dez dias. caso seja deferida.que se suspenda o ato que motivou o pedido. Caberá ao Relator indeferir liminarmente a inicial.DO MANDADO DE SEGURANÇA Art. mediante ofício entregue por Oficial de Justiça. Art. Do despacho de indeferimento caberá agravo. a ser interposto no prazo de cinco dias.. O mandado de segurança da competência originária dos órgãos do Tribunal terá o seu processo regulado pela lei específica. quando relevante o fundamento e do ato impugnado puder resultar a ineficácia da medida. sem no entanto participar do julgamento. ao carcereiro ou autoridade que exercer ou ameaçar exercer o constrangimento. § 2º. O Relator efetuará o relatório do agravo na primeira sessão. o Relator ordenará: I . quando não for o caso de mandado de segurança ou faltar-lhe algum dos requisitos exigidos na lei. ou superado o motivo determinante da delonga no andamento do processo de réu preso. Art. 126. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . salvo nos casos legalmente vedados. via da petição inicial. assinada pelo Presidente do respectivo órgão. 122. 123. acompanhado da 2ª.51 - conhecer. será dirigida ao detentor. Art. Independerá de acórdão a decisão que der pelo improvimento do agravo regimental. Provido o agravo. a fim de que.

1. por mãos de Oficial de Justiça. Art. ou por telegrama ou radiograma. instância. No julgamento do mandado de segurança. A parte interessada poderá intervir como litisconsorte. ou da Câmara competente. sob registro.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.DO MANDADO DE INJUNÇÃO E DO HABEAS DATA Art.C.DAS AÇÕES ORIGINÁRIAS Seção I . nos casos previstos em lei. na forma e nos casos previstos nos arts. o inteiro teor do acórdão à autoridade coatora. transmitirá em ofício. 127.DOS CRIMES COMUNS E DE RESPONSABILIDADE ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . em cinco dias. concedido em 1a.533. Poderá o Presidente do Tribunal. Enquanto estas não forem promulgadas. quando não houver risco de se tornar inútil à suspensão.52 - Art.P. Art. cabendo deste ato recurso de agravo. 46 a 49 do C. ficando sem efeito. se a decisão concessiva for mantida pelo Tribunal de Justiça ou transitar em julgado. Concedida a segurança. Seção III . ou pelo correio. Parágrafo único. O Presidente poderá ouvir o impetrante. 129. observar-se-ão. CAPÍTULO IV . No mandado de injunção e no habeas data. no prazo de dez dias. . A suspensão da segurança vigorará enquanto pender o recurso. 130. § 2º. o Presidente do Tribunal. ordenar a suspensão da execução da liminar ou de sentença de mandado de segurança. § 1º. cada uma das partes terá quinze minutos para sustentação oral. conforme requerer o peticionário. de 1951. 128. o Código de Processo Civil e a Lei Federal no. no que couber. serão observadas as normas da legislação de regência. com aviso de recepção..

135. No julgamento de que trata este artigo. Art. 134. serão entregues ao acusado cópias da peça acusatória. Art.. Parágrafo único. Concluída a inquirição de testemunhas. o Relator lançará nos autos seu relatório e pedirá dia para que o órgão competente do Tribunal delibere sobre o recebimento. . forem apresentados novos documentos. no prazo de quinze dias. § 2o. ou a improcedência da acusação. ou não sendo estas requeridas nem determinadas pelo Relator. mas poderá delegar a realização do interrogatório ou dos demais atos de instrução a Juiz com competência territorial no local de cumprimento da carta de ordem. mandando citar o acusado ou querelado e intimar o órgão do Ministério Público. O Relator determinará a notificação do acusado para oferecer resposta. serão intimadas a acusação e a defesa.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 136. Nos processos por crimes comuns e funcionais. com a resposta. Art. 132. a rejeição da denúncia ou da queixa. Art. Com a notificação. Admitir-se-á a notificação por edital. para requerimento de diligências no prazo de cinco dias. Realizadas as diligências. Art. será intimada a parte contrária para sobre eles se manifestar. na forma prevista em lei. serão intimadas a ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Parágrafo único. a denúncia ou queixa será dirigida ao Presidente do Tribunal que a distribuirá na forma deste Regimento. do despacho do relator e dos documentos por este indicados.53 - Art. será facultada às partes a sustentação oral pelo prazo de quinze minutos. Art. 131. Se. 133. A seguir. 137. se a decisão não depender de outras provas. Recebida a denúncia ou a queixa. se for o caso. O Relator será o Juiz da instrução. bem como o querelante ou o assistente. § 1o. o relator designará dia e hora para o interrogatório.

sucessivamente. Terminada a instrução. cumprindo-lhe apreciar e decidir esses requerimentos. o Relator poderá ordenar seja ela efetuada pelo Secretário.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. o Relator fará minucioso relatório do feito. resumindo as principais peças do processo e a prova produzida. VIII . observa-se-á o seguinte: I – o Relator dará vista do processo às partes. sucessivamente. cujo depoimento o relator tenha deferido. VII .se algum dos julgadores solicitar a leitura integral dos autos. feito o pregão. que pedirá dia para julgamento. alegações escritas. o órgão do Ministério Público e as partes. pelo prazo de cinco dias. podendo este limitar a presença no recinto às partes e aos seus advogados. que será anunciado pelo seu Presidente. em sessão pública.a acusação e a defesa terão. seus advogados e o representante do Ministério Público. determinando a intimação das partes. no prazo de quinze dias. 138. III – os autos serão conclusos ao Presidente do órgão julgador.54 - acusação e a defesa para.o Relator lançará relatório nos autos e os encaminhará ao Revisor. que designará dia e hora para o julgamento. ..encerrados os debates. assegurado ao assistente um quarto do tempo da acusação. VI . II . podendo reperguntá-las os outros Desembargadores. bem como as testemunhas. IV . ou somente a estes se o interesse público o exigir. V . apresentarem. ou de parte deles. prazo de uma hora para sustentação oral. para requererem o que considerarem conveniente apresentar na sessão de julgamento.o Relator passará a inquirir as testemunhas cujos depoimentos tenha deferido. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Art.aberta a sessão. o órgão julgador proferirá o julgamento.

Seção II . . por seus advogados. casamento. Encerrado o prazo destinado as razões finais. grau que tenha competência territorial no local onde devam ser produzidos. o Relator abrirá vista sucessiva às partes.038. Art. terão a palavra por quinze minutos. Contestada a ação. sem prejuízo das demais disposições reguladoras da matéria. tutela. Art.. quando houver interesse público. 142. § 2º. declaração de ausência e disposições de última vontade. A ação rescisória será julgada pelo Tribunal Pleno ou pelas Câmaras Cíveis Reunidas.DA AÇÃO RESCISÓRIA Art. bem assim. Por ocasião do julgamento. ou transcorrido o prazo. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .898. por dez dias.5. curatela. para cada uma. para sustentarem oralmente suas razões. observar-se-ão as normas processuais estabelecidas na Lei nº 4. pátrio poder. para o oferecimento de razões últimas. as partes. no que for aplicável. § 1º. interdição. 140. § 3º. Concluída a instrução. improrrogáveis.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 139. O Relator poderá delegar atos instrutórios a Juiz do 1º. o Relator proferirá o saneamento da causa e deliberará sobre as provas requeridas. sempre que houver na causa interesse de incapazes ou nas causas concernentes ao estado da pessoa. § 4º. sujeitos ao julgamento originário do Tribunal de Justiça.55 - Art. será dada vistas por dez dias ao Procurador-Geral da Justiça. O processo-crime de que cuida esta Seção observará o que dispõe a Lei 8. de 9 de dezembro de 1965. Nos casos de abuso de autoridade. processando-se pela forma estabelecida na lei processual civil.90 e o Código de Processo Penal. 141. evidenciado pela natureza da lide ou qualidade da parte. de 28.

.56 - Art. novo julgamento e determinará a restituição do depósito. declarando inadmissível ou improcedente a ação por unanimidade de votos. 146. proferirá. contados de sua publicação. no prazo de cinco dias. será feita mediante requerimento da parte interessada e encaminhada pelo Juiz da Execução ao Presidente do Tribunal. 20 do Código de Processo Civil. 145.DOS PROCESSOS ESPECIAIS Seção I – DA REQUISIÇÃO DE PAGAMENTO Art. ordenando o cumprimento ou determinando diligência que se fizer mister. Da decisão do Presidente caberá reclamação para o Tribunal Pleno.P. 490 do C. da certidão alusiva ao trânsito em julgado. Parágrafo único. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . o Presidente decidirá. no prazo de três dias. Com o parecer da Procuradoria. O Presidente do Tribunal. da conta da liquidação. sem prejuízo do disposto no art. se for o caso. 144. 143. Do despacho que indeferir a inicial (art.) caberá agravo para o respectivo órgão julgador. além da indicação do nome da pessoa a quem deverá ser paga a quantia solicitada. Art. ou aos Prefeitos Municipais. acompanhada de cópia autêntica da sentença condenatória ou do acórdão. bem assim contra aquele que no curso do procedimento causar gravame à parte. combinado com o art. a importância do depósito reverterá a favor do réu. o Tribunal rescindirá a sentença.C. Julgando procedente a ação. CAPÍTULO V . 147.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. A requisição de pagamento das importâncias a que a Fazenda Pública Estadual. for condenada. se o deferir. Parágrafo único. o Presidente ouvirá a Procuradoria-Geral da Justiça. . Protocolizado e autuado o pedido. requisitará ao Secretário da Fazenda do Estado. Art. ou Municipal. Art. 295. no prazo de cinco dias.

100. o fato será comunicado às citadas autoridades. Seção II . art. passada em julgado. sendo as dívidas relacionadas para ulterior atendimento. Se o credor for preterido no seu direito de preferência. 100. e os pagamentos autorizados com a individualização do requerente. caput). serão registrados os precatórios. Os pagamentos observarão rigorosamente à ordem cronológica de entrada dos precatórios. § 2º). poderá.76 (Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Ceará).LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. que será publicado no Diário da Justiça.DA PERDA DE POSTO E PATENTE DE OFICIALATO Art. Os precatórios relativos a créditos alimentícia serão pagos preferencialmente (Constituição Federal. § 1º. .072. Se estiver esgotada a verba. Do despacho do Presidente.57 - o pagamento. caberá à Promotoria da Justiça Militar ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . desde que a decisão condenatória. Quando a condenação transitar em julgado no próprio Juízo de 1º grau. que expediu a ordem. 149. § 3º. 148.. de 20. Art. 10. na ordem de apresentação dos precatórios e segundo as disponibilidades dos depósitos relacionados à conta dos créditos respectivos. para juntada aos autos do processo. importe em pena restritiva da liberdade individual superior a dois anos ou se enquadre nos preceitos do artigo 108 da Lei n. 150. o Presidente. receberá cópia o Juiz do requisitório. § 1º. Compete à Procuradoria-Geral da Justiça promover junto às Câmaras Criminais Reunidas a declaração de perda de posto e patente de oficial da Polícia Militar do Estado. Em livro próprio. Parágrafo único. § 2º.12. depois de ouvido o chefe do Ministério Público e a Fazenda Devedora. art. ordenar o seqüestro da quantia necessária para satisfazer o débito. para os fins convenientes (Constituição Federal. de natureza aos demais Art.

§ 2º. para as providências indicadas na lei processual penal. Designado o Relator e ouvida.58 - encaminhar à Procuradoria-Geral da Justiça os autos da ação penal. ao Ministério Público e ao indiciado. serão eles restaurados. § 2º. a requerimento do Ministério Público ou do interessado. Efetuada a revisão. ordenar que se proceda a exame para verificar se cessou a periculosidade. o processo será incluído em pauta para julgamento. o Relator mandará citar o oficial indiciado para oferecer. a decisão será transmitida imediatamente ao Juiz. Colhidas as provas. ainda mesmo durante o prazo mínimo de duração da medida de segurança. no prazo de dez dias. . no prazo de cinco dias. § 1º. poderá o Tribunal. 151. querendo. Em qualquer tempo. § 3º. excederá de três o número de testemunhas para cada uma das partes. sucessivamente. seu defensor ou curador. apresente suas alegações. a Procuradoria-Geral da Justiça. § 4º. Deferido o pedido. para que cada um. Em caso nenhum.DA RESTAURAÇÃO DE AUTOS PERDIDOS Art. o Relator mandará abrir vista dos autos. em cinco dias. se a medida não tiver sido por ela requerida. o pedido será julgado na primeira sessão seguinte. Distribuído o pedido no Tribunal. Seção IV .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Extraviados ou perdidos os autos. § 5º. defesa e arrolar testemunhas.. para os fins indicados no caput deste artigo. O pedido será apresentado ao Presidente do ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .DA CESSAÇÃO DE PERICULOSIDADE A QUEM FOI IMPOSTA MEDIDA DE SEGURANÇA Art. 152. Seção III .

Art. Art. não poderá participar na instância superior. CAPÍTULO VI . de recurso a ela pertinente. sempre que possível. de ofício. A restauração de processo de natureza civil correrá perante o órgão julgador do feito extraviado.59 - Tribunal e distribuído. com observância das normas contidas na lei processual civil. advogado. 155. Procurador da Fazenda Pública. se se tratar de processo da competência originária do Tribunal. Também não poderá participar na instância superior quem houver funcionado na causa como representante do Ministério Público. o processo e o julgamento seguirão a forma estabelecida na lei processual. 153. serão as peças remetidas ao Juiz de 1º grau. Parágrafo único.DOS INCIDENTES NO PROCESSO Seção I – DOS IMPEDIMENTOS E SUSPEIÇÕES Art. 154. § 2º. nessas situações tiver funcionando parente seu em grau proibido. Na falta de cópia autêntica ou certidão do processo criminal. árbitro ou perito. Art. ao Relator que houver funcionado no respectivo processo. no que for aplicável. § 1º. Em seguida. Julgada a restauração. que o Secretário certifique o estado do processo e reproduza o que houver a respeito em seus protocolos e registros. decidindo matéria de fato ou de direito.. . ou houver servido de testemunha. ou a requerimento de qualquer das partes. Na restauração de feitos de natureza criminal. ou se. onde será processada a restauração. se existir e for exibida cópia ou certidão do processo. o Relator mandará. será uma ou outra considerada como original.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. O Juiz de Direito que houver funcionado em uma causa. 156. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .

e por despacho nos autos. 161. A suspeição ou o impedimento deverá ser deduzido em petição articulada. ainda que também recusados. 159. . Art. aduzindo a parte as suas razões. por despacho.60 - Art. A argüição será sempre individual não ficando os demais Desembargadores impossibilitados de apreciá-la. se for Relator ou Revisor.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. ou o impedimento. deverá declará-lo nos autos. 160. se não o fizer. O Desembargador será obrigado a afirmar seu impedimento nos casos especificados no artigo anterior. acompanhadas de prova documental ou rol de testemunhas. se afirmar a existência de motivo de ordem íntima. ser recusado por qualquer das partes. for Relator ou Revisor e reconhecer a suspeição. na sessão de julgamento. O Desembargador poderá dar-se por suspeito. o julgamento será presidido pelo Vice-Presidente. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Se o Presidente do Tribunal se der por impedido ou suspeito. I e II). para afirmar sua suspeição ou impedimento. encaminhará os autos ao seu substituto legal. O Desembargador. registrando-se tal declaração na ata. 162. na legislação processual e no Código de Organização Judiciária e deverá dar-se por suspeito nos casos discriminados na lei podendo. deverá fazê-lo verbalmente. 38. Se o Desembargador acoimado de impedido ou suspeito. passando o feito ao seu substituto legal (art. Art. O Desembargador que se julgar impedido ou suspeito. Parágrafo único. Nos demais órgãos do Tribunal. Parágrafo único. Art.. se não for Relator nem Revisor. 158. A argüição de suspeição ou impedimento deverá ser oposta até à designação de dia para o julgamento da causa. 163. Art. Parágrafo único. Art. Art. 157. se o Presidente se der por impedido ou suspeito competirá ao Desembargador mais antigo presidir ao julgamento. mandará juntar a petição com os documentos que a instruem.

as testemunhas arroladas.61 - Art. a relevância da argüição. depois de manifestada a sua causa. na primeira sessão que se seguir. ouvido o Ministério Público. pedirá dia para julgamento. observar-se-á. aplicar-se-ão as sanções previstas na lei processual. mas o incidente se processará em apartado. será rejeitado liminarmente pelo Relator.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. no caso de erro inescusável. 167. 165. o Desembargador continuará a funcionar na causa. Não tendo sido aceita pelo Juiz do 1º grau a suspeição ou o impedimento contra ele oposto. serão declarados nulos os atos praticados pelo recusado. na qual se procederá o julgamento. Autuada e distribuída a petição. Se a suspeição ou o impedimento for de manifesta improcedência. com a resposta deste ou sem ela. rejeitada ou julgada improcedente a exceção. preliminarmente. o disposto ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Sendo necessária a produção de provas.. 166. quanto à suspeição e o impedimento argüidos pelas partes. e se reconhecida. que pagará as custas. Art. dentro de três dias. quando excipiente a provocar ou. . Parágrafo único. e evidenciandose má-fé do excipiente. Art. no prazo de 48 horas. cabendo agravo em mesa para o órgão julgador do incidente. Art. Art. ouvido o Procurador-Geral da Justiça. Se reconhecida a suspeição ou o impedimento. praticar ato que importe na aceitação do recusado. o Relator do processo. o Relator ouvirá. 168. 169. inquirindo as testemunhas arroladas. Preenchidas as formalidades do artigo anterior. o Relator levará o processo à mesa. Em matéria criminal. com designação de outro Relator. Parágrafo único. Art. procederá às diligências que se fizerem precisas e. após ouvir a Procuradoria da Justiça. Não aceitando a argüição. pedirá dia para o julgamento. o Relator mandará ouvir o Desembargador recusado. Parágrafo único. Será ilegítima a suspeição. no prazo de três dias e. 164. ordenará o processo.

§ 2º. Pendente o feito de decisão na instância superior. Art. no deste. cabendo agravo regimental da decisão. Já havendo pedido de dia para julgamento. . nos casos previstos em lei. Solicitado. Nos impedimentos ou suspeições do Secretário.DO INCIDENTE DE FALSIDADE Art. quando possível. Às demais suspeições e impedimentos argüidos na Superior Instância aplicar-se-ão. A declaração incidental e a argüição de falsidade serão processadas perante o Relator do feito. na forma dos arts. § 2º. Seção III . na conformidade das leis de processo civil e penal. a quem o Regimento Interno da Secretaria do Tribunal designar. 170. § 1º. 1. as regras estabelecidas nesta seção. a habilitação será requerida ao Relator e perante ele processada. 172.DO JURISPRUDÊNCIA INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE Art. O Relator.057 a 1. § 1º. e julgadas pelo órgão competente para a causa principal. facultará às partes a produção de provas e julgará em seguida a habilitação. quanto ao modo de ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 173. servirá o Subsecretário e.62 - no Cap. 171.062 do Código de Processo Civil. no que lhe for aplicável.. Seção II . Seção IV . II do Título VI do Livro I do Código de Processo Penal. não se decidirá o requerimento de habilitação.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Os mesmos motivos de suspeição e impedimentos dos Desembargadores serão extensivos ao Secretário e demais funcionários do Tribunal. pronunciamento prévio do Tribunal. se contestado o pedido.DA HABILITAÇÃO INCIDENTE Art.

que será assinado por ele e pelo Presidente. 176. o Relator lavrará o respectivo acórdão. Art. A Comissão de Jurisprudência do Tribunal promoverá a divulgação. Apurado o voto vencedor. será objeto de súmula. Funcionará como seu Relator o mesmo do feito em que se argüiu a divergência. 178. Art. CAPÍTULO VII . Efetuada a distribuição pelo Presidente. Os recursos que versarem sobre matéria de natureza administrativa da competência da Presidência do Tribunal. com a informação da Seção competente e o parecer do Ministério Público. em exposição fundamentada. das súmulas da jurisprudência predominante. no prazo de dez dias. dará o Tribunal a interpretação a ser adotada. para o seu parecer. por sorteio.63 - interpretar o direito em tese. 179. devendo os autos ser remetidos ao Procurador-Geral da Justiça. Devolvidos os autos. cabendo a cada Desembargador emitir o seu voto. Parágrafo único.. serão distribuídos. apresentará o processo na primeira Sessão. À Secretaria caberá distribuir aos julgadores cópias do acórdão mencionado no artigo antecedente. 177. na sessão seguinte. adotando a interpretação vencedora. o Relator sorteado. TÍTULO III TRIBUNAL DOS RECURSOS DE COMPETÊNCIA DO ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Art. Afirmando a divergência. Art. irão os autos ao Presidente do Tribunal. no Diário da Justiça. Art. que reconheceu a divergência. 174.DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS Art. . caso não ordene diligência. depois de lavrado o acórdão. Esta. o órgão que provocou o pronunciamento decidirá. 175. se tomada pelo voto da maioria absoluta dos membros titulares do Tribunal Pleno. para o processamento do incidente.

. concedida a palavra por igual prazo. à distribuição. 185. Art. à distribuição. Art. este pedirá. ao Presidente do órgão competente. 186.DA APELAÇÃO Art. para razões orais. e esta. se o requerer. em seguida. 184. em seguida. sendo. 180. quando dependente dessa formalidade. concedida a palavra às partes por dez minutos. protocolizado e anunciado no Diário da Justiça. indo. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . preparados os autos no prazo de dez dias. será remetido à Seção competente. Ao representante do Ministério Público será. Art. Art. lavrará relatório nos autos e os mandará com vista ao revisor. . no prazo de cinco dias. o Relator fará a exposição dos fatos. quando for o caso. 181. Quando do julgamento. dia para julgamento. 183. Os recursos em sentido estrito serão julgados pelas Câmaras Criminais Isoladas. por igual prazo para o seu exame. se requerida.64 - CAPÍTULO I . para o mesmo fim. para oferecer parecer. A apelação interposta das sentenças em processocrime a que a lei comine pena de reclusão. e o relator. para o seu parecer. Art. Seção II . estes irão com vista à Procuradoria-Geral da Justiça. Parágrafo único. Conclusos os autos ao Relator. então. em igual prazo. Os autos serão levados. abrirá vista dos autos à Procuradoria-Geral. A apelação interposta em processo-crime a que a lei comine pena de detenção obedecerá ao processo estabelecido para o julgamento dos recursos em sentido estrito. após os termos necessários. 182. Recebido o processo.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. dentro de dez dias.DOS RECURSOS EM MATÉRIA CRIMINAL Seção I – DO RECURSO EM SENTIDO ESTRITO Art.

quando houver ambigüidade. obscuro. 190. Art. Seção IV .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. 189. que os apresentará em mesa para julgamento na primeira sessão. Parágrafo único. Art. 188. obscuridade. quando o requerer. Os acórdãos criminais serão suscetíveis de embargos de declaração no prazo de dois dias. não existindo. . Os embargos serão deduzidos em petição de que constem os pontos em que o acórdão seja porventura ambíguo. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . serão dirigidos ao Relator do acórdão. Em caso de transferência do Relator para outra Câmara. Parágrafo único. Art. contraditório ou omisso. Os embargos infringentes e de nulidade opostos a julgamento criminal. o relator fará a exposição do fato. No dia aprazado. Os embargos serão dirigidos ao Relator do acórdão. Art. O representante do Ministério Público. Seção III . contados de sua publicação. Admitidos os embargos. por quinze minutos. O revisor devolverá o processo com pedido de dia para o julgamento. o Relator indeferirá desde logo o requerimento. Se não preenchidos os pressupostos enumerados no artigo anterior. independentemente de revisão e de pauta. para cada uma delas.DOS EMBARGOS INFRINGENTES Art. anunciado o julgamento e apregoadas as partes. seguindo-se os debates entre as partes..65 - Parágrafo único. 191.DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Art. terá a palavra. dentro de dez dias da sua publicação. por igual prazo. quando não for unânime a decisão desfavorável ao réu. 187. contradição ou omissão. com a sua presença ou à revelia. 192. o desembargador mais antigo que houver participado da turma julgadora. será Relator o Revisor e.

ou ordenará as diligências que entender necessárias ao conhecimento do pedido e seu julgamento. 195. se verificar que a revisão deixou de ser instruída por motivo relevante. Art. . o Relator mandará que as junte o recorrente. que determinará sua autuação e distribuição. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 194. para o seu processamento. no que couber. O Procurador-Geral da Justiça. poderá requerer a avocação dos autos originais ou qualquer diligência. 198. se houver assistente este terá o prazo de três dias para o mesmo fim. Art. Se a petição não estiver instruída com as peças necessárias. 200. Art. Caberá agravo em mesa. 197. O Relator será sorteado entre os Desembargadores que não tiverem participado do primeiro julgamento. 193. Art. 199. Seção V . Art. Art. A petição será apresentada ao Presidente do Tribunal. antes de emitir parecer sobre o mérito do pedido. dentro de igual prazo. 196. O processo e o julgamento dos embargos seguirão.66 - os autos retornarão à Seção Judiciária Penal. Oferecido o parecer sobre o mérito do pedido. e. passando-os ao Revisor. que os devolverá com o pedido de dia para julgamento. nas hipóteses legalmente previstas. dentro de cinco dias. As Câmaras Criminais Reunidas procederão à revisão dos processos findos em matéria criminal. Art. O embargado será intimado para oferecer sua impugnação.. dentro do prazo de dez dias. para as Câmaras Criminais Reunidas. Art. devendo a escolha do Relator recair em Desembargador que não tenha proferido decisão em qualquer fase do processo. o Relator. as regras estabelecidas para os embargos infringentes no cível. lavrará o relatório nos autos. do despacho que não admitir os embargos. 201.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.DA REVISÃO CRIMINAL Art.

O acórdão deverá ser publicado no prazo máximo de quinze dias. o Relator. cópia autenticada ao Juiz da execução. dará o seu voto. dele se remeterá. A petição de recurso será juntada aos autos. 208. e. Requerida.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Juntar-se-á ao processo revisto cópia do acórdão que julgar a revisão. por despacho do Presidente que mandará intimar a parte recorrida para respondê-lo em cinco dias. 202. fará a exposição do fato e. 203. por petição ou termo. Art. a revisão da sentença que em um só processo os tenha condenado pelo mesmo crime. contados da data do julgamento. 205. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . por parte do réu e do Ministério Público. Admitir-se-á debate oral. em seguida. Seção VI . Art.67 - Parágrafo único.DO RECURSO DE DECISÃO DENEGATÓRIA DE HABEAS CORPUS Art. da decisão denegatória de hábeas corpus. Caberá recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça. Designado dia para julgamento e incluído o processo em pauta. Art. na ordem decrescente de antigüidade. Art. Aos acórdãos proferidos em processo de revisão só poderão ser opostos embargos de declaração e recurso extraordinário ou especial. 206.. . vindo após o do Revisor e os dos demais julgadores. interposto nos próprios autos. 207. Art. Art. deverão os pedidos ser processados e julgados conjuntamente. também. por dois ou mais co-réus. 209. em separado. Art. A Secretaria enviará cópia do relatório aos Desembargadores desimpedidos. quando modificativo das decisões proferidas nesses processos. na sessão respectiva. no prazo de cinco dias. 204. por quinze minutos.

A apelação não será incluída em pauta. Art. . Art. no prazo de cinco dias. sucessivamente. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . o Presidente ordenará a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. podendo o recorrente.DOS RECURSOS EM MATÉRIA CÍVEL Seção I – DA APELAÇÃO Art. 214. O Relator do acórdão embargado decidirá de plano acerca do recebimento liminar dos embargos. CAPÍTULO II . este será julgado antes da apelação. serão os autos conclusos ao Relator. sem anuência do recorrido ou dos litisconsortes. deles desistir. Parágrafo único. ao recorrente e ao recorrido. 212. Distribuída a apelação. após o que será facultada a palavra. Caberão embargos infringentes quando não for unânime o julgado proferido em apelação e em ação rescisória. Seção II . terá precedência o agravo. antes do julgamento do agravo interposto no mesmo processo. o Relator fará a exposição da causa. No julgamento da apelação. Art. Art. a qualquer tempo. Admitido o recurso. pelo prazo improrrogável de quinze minutos para cada um.. 215. Se ambos os recursos houverem de ser julgados na mesma sessão. Os prazos para os recursos serão contados de conformidade com as disposições processuais. Existindo agravo retido nos autos. 211. a fim de sustentarem as suas razões.DOS EMBARGOS INFRINGENTES Art.68 - Parágrafo único. 210. 213. Art. 216.

nas razões ou na resposta da apelação. Art. Art. ou. sua apreciação pelo Tribunal. O Relator porá o recurso em mesa para julgamento. Admitidos os embargos. quando possível. que fará exposição do recurso. ou postada no correio sob registro com aviso de recebimento. em procedimento sumário. os autos serão conclusos ao Relator. Art. 217. o processo irá à revisão. incontinenti. não participando da votação.. 219. A escolha do Relator recairá. 220. bem como no caso de decisões. salvo o caso de inadmissão de apelação. além do comprovante do respectivo preparo. Das decisões interlocutórias proferidas em audiência admitir-se-á agravo retido. 218. em Desembargador que não houver participado do julgamento da apelação ou da ação rescisória. § 2º. os autos irão à Secretaria. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . 221. Após. sobre matéria probatória ou proferidas em audiência. Será sempre retido o agravo das decisões posteriores à sentença. § 2º. O agravo retido não será conhecido se a parte não requerer expressamente. Parágrafo único. caberá agravo para as Câmaras Cíveis Reunidas. . Do despacho que não admitir os embargos. para sorteio de novo Relator.69 - § 1º. Vencido o prazo de quinze dias. A petição do recurso será instruída com os documentos previstos em lei como obrigatórios e outros que a parte entender úteis para a prova do alegado.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. destinado à impugnação dos embargos. interposto oralmente. § 1º. remetê-la para este Egrégio Tribunal. Seção III . poderá ser protocolizada na própria secretaria do Juízo recorrido. a fim de serem preparados e apresentados na primeira audiência de distribuição. que cuidará de. A petição do agravo de instrumento será protocolizada no Tribunal. seguindo-se o julgamento.DO AGRAVO Art. ainda. Art.

houver no acórdão obscuridade ou contradição. Em prazo não superior a trinta dias da intimação do agravado. Poderá qualquer das partes opor embargos de declaração. III . o relator pedirá dia para julgamento.determinará. por ofício dirigido a seu advogado. 220.for omitido ponto sobre que deva pronunciar-se o Tribunal. em petição dirigida ao Relator. na Comarca de Fortaleza. Distribuída a petição do recurso.DOS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Art. Seção IV . sob registro e com aviso de recebimento. Assegurar-se-á ao agravado. se não for o caso de indeferimento liminar. 222.70 - § 1º. A petição de embargos indicará. Será. § 1º. 223.poderá requisitar informações ao Juiz da causa. contraditório ou omisso. o ponto obscuro.. desde logo. § 2º. sendo relevante a fundamentação. desde logo. que as prestará no prazo de dez dias. II – a requerimento do agravante.intimará o agravado. quando: I . quando do oferecimento de sua resposta. indeferida a petição que não indicar o ponto que tiver de ser declarado. para que responda no prazo de dez dias. adjudicação. facultando-lhe juntar cópias das peças que entender convenientes. suspenderá os efeitos lesivos da decisão. § 3º. remição de bens. a intimação far-se-á pelo órgão oficial. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . a oitiva do Ministério Público. nos casos previstos em lei. . levantamento de dinheiro sem caução idônea e em outros casos dos quais possa resultar lesão grave e de difícil reparação. até o pronunciamento definitivo da Câmara. Art. dentro de cinco dias da data da publicação do acórdão. nos casos de prisão civil. II . o disposto no art. o relator: I . IV .LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão.

CAPÍTULO ESPECIAL III DOS RECURSOS EXTRAORDINÁRIO E Art. que mandará intimar a parte recorrida para respondê-lo em quinze dias. 225. Caberá recurso ordinário para o Superior Tribunal de Justiça.P. ao Presidente do Tribunal ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Parágrafo único. Seção V . a nova decisão corrigirá a obscuridade.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. dentro de quinze dias. . 224.. Os embargos declaratórios interromperão prazos para a interposição de outros recursos e. A petição de recurso será junta aos autos. Art. o Presidente ordenará a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça. no prazo de quinze dias.538 do C. Admitido o recurso. quando julgados manifestamente protelatórios. § 3º. no prazo de cinco dias. Incumbirá apreciar-lhe a admissibilidade. 226. 227. Art. 228. outros recursos já opostos poderão ser aditados no prazo respectivo.C. Os embargos de declaração independerão de preparo. contradição ou omissão. da decisão denegatória de mandado de segurança da competência originária desse Tribunal. Os recursos extraordinário e especial serão interpostos perante o Presidente do Tribunal de Justiça. contados da publicação ou da intimação da decisão.71 - § 2º. Parágrafo único. Se os embargos forem recebidos. Se os embargos de declaração forem recebidos.DO RECURSO ORDINÁRIO CÍVEL Art. Art. por despacho do Presidente. os recorrentes estarão sujeitos à sanção prevista no parágrafo único do art.

038. 232. A execução dos acórdãos cíveis será processada na conformidade do disposto na legislação processual respectiva e correrá perante o Relator do feito. Competirá ao Relator proferir os despachos ordinários do processo.72 - Art.. dele devendo constar o despacho denegatório. outro Desembargador que haja participado do julgamento. 229.DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I – DAS EXECUÇÕES DE ACÓRDÃOS Art. . promover a execução das decisões proferidas originariamente. em relação aos prazos e demais requisitos de admissibilidade. Art. Denegado o recurso. poderá o recorrente. 233. Art 231. dentro de dez dias. as regras dos arts. 234. resolvendo todos os incidentes. Na impossibilidade de o Relator da decisão funcionar na execução. O agravo será instruído pelo recorrente. Art. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . o acórdão recorrido e a petição de interposição do recurso. praticando os atos concernentes à produção de provas e executar as diligências necessárias ao julgamento. 230. perante a Presidência dessa Corte. conforme o caso. 235. agravo de instrumento para o Supremo Tribunal Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. de 28 de maio de 1990. interpor. Observar-se-ão. TÍTULO IV . a certidão de sua publicação. servirá o Revisor e. em se tratando de matéria criminal.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Art. Art. obedecida a ordem de votação. das contra-razões e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado. o disposto na Lei 8. de acordo com as prescrições do Código de Processo Penal. na sua falta. e. em matéria criminal. decidindo os incidentes que não estejam afetos ao próprio órgão. Caberá ao Presidente do Tribunal. 541 a 546 do Código de Processo Civil.

236. grau.73 - Art. 241. ao Juiz reclamado. A execução das condenações criminais proferidas em grau de recurso e na revisão criminal será cumprida pelos respectivos Juízes na primeira instância. Contra despacho irrecorrível. que importem em inversão tumultuária dos atos e fórmulas de ordenamento processual. dentro de 48 horas. para correção de erros. dentro do prazo de cinco dias de sua ciência. CAPÍTULO II . poderão as partes.. que mandará distribuí-la. grau. O Relator sorteado poderá solicitar informações ao Juiz. 237. Art.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. Antes da remessa dos autos ao Relator. Art. indicados pela parte e pela lei processual (C. Parágrafo único.DAS RECLAMAÇÕES Art. 240. por cópia. ou ao Superior Tribunal de Justiça. será o acórdão assinado.C. quando admitido o recurso extraordinário ou o especial.P. 238. Julgada a reclamação. obrigatoriamente. ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Competirá às Câmaras Isoladas o conhecimento das reclamações contra atos de Juiz de 1º. antes da remessa dos autos ao Supremo Tribunal Federal. § 1º. desde que haja necessidade de chamar o processo à ordem. 590). Art. serão extraídas cópias da inicial para distribuição entre os membros da Câmara. reclamar dos atos judiciais praticados por Juiz de 1º. art. na sessão seguinte à do julgamento e será remetido. § 2º. O Tribunal extrairá carta de sentença destinada à execução do julgado. respectivamente. que as deverá prestar dentro de cinco dias. a requerimento da parte interessada. A reclamação será formulada por escrito e dirigida ao Presidente do Tribunal. 239. ou emendas de abusos. . A carta deverá conter os elementos indispensáveis à execução. CAPÍTULO III .DA CARTA DE SENTENÇA Art.

revogadas as disposições em contrário. Provido o recurso. 243. (Redação dada pelo assento regimental de no.” ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Art. o Desembargador que proferir o primeiro voto vencedor será o Relator do acórdão.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. através de consulta formulada por Desembargador ou Câmara.DO AGRAVO REGIMENTAL Art. . contados da publicação ou da intimação do ato impugnado. o Desembargador que proferir o primeiro voto vencedor será o Relator do aresto. Este Regimento entrará em vigor na data de sua publicação no órgão oficial. publicado em 10 de outubro de 2006). submetida ao prolator do despacho. no prazo de cinco dias. e. Provido o agravo. Art. 245. Fortaleza. 244. A parte que se considerar em gravame por força de despacho do Presidente ou do Relator poderá solicitar que se apresentem os autos em mesa. na sessão imediatamente seguinte. datado de 05 de outubro de 2006. PARTE IV . incorporando-se a este Regimento as Resoluções aprovadas.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 17 Texto anterior: “Parágrafo único. em obediência ao disposto nos arts. sem qualquer formalidade. 165 e 458. para fins de elaboração do acórdão respectivo17. 18. Mantido o decisório recorrido. não será lavrado acórdão.. o Relator lavrará o acórdão. 242.74 - CAPÍTULO IV . para reexame da decisão. ocasião em que terá direito a voto. Os casos omissos serão solucionados pelo Tribunal Pleno. Parágrafo Único: Mantido o decisório. A petição de recurso será protocolizada. que poderá reconsiderar o seu ato ou submeter o agravo ao julgamento do órgão competente. do Código de Processo Civil.

Francisco Haroldo Rodrigues de Albuquerque Des. Francisco Hugo Alencar Furtado Des. Carlos Facundo Des. Francisco Gilson Viana Martins Des. Hugo Pereira ( Republicado por incorreção) ATUALIZADO pela Comissão de Regimento Interno e Assessoria Legislativa do tribunal de Justiça do Estado do Ceará . Fernando Luiz Ximenes Rocha Des. Stênio Leite Linhares Des. Francisco de Assis Nogueira Des. Edmilson da Cruz Neves Des. Raimundo Bastos de Oliveira Des. Júlio Carlos de Miranda Bezerra Des. Francisco da Rocha Victor Des.LUCIANO BEZERRA FURTADO – Analista Judiciário – Assessor da Comissão. José Mauri Moura Rocha Des. José Maria de Melo Desa. João de Deus Barros Bringel Des. Ernani Barreira Porto Des.. . Raimundo Hélio de Paiva Castro Des. José Ari Cysne – Presidente Des. Águeda Passos Rodrigues Martins Des. Edgar Carlos de Amorim Des.75 - Des. José Evandro Nogueira Lima Des.