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CIRCUITO URBANO CIRCUITO URBANO DA MARINHA GRANDE Bem-vindo à Marinha Grande… Esta visita áudio guiada contém

informações sobre os mais interessantes locais da Cidade. O circuito urbano levá-lo-á a descobrir a cidade, a sua beleza natural, os seus monumentos e os locais mais interessantes do ponto de vista histórico e artístico. Poderá optar por um percurso pedestre de cerca de 2,12Km ou de bicicleta de cerca de 10,71Km. Se opta pelo percurso pedestre clique na tecla 1, se opta pelo percurso de bicicleta clique na tecla 2. Desejamos-lhe um excelente passeio!!!!

N.º 2 – Percurso de bicicleta (10,71 km) Antes de iniciar este percurso conheça um pouco da nossa história e da nossa terra… A HISTÓRIA… O mar, o pinhal e os recursos geológicos existentes ofereceram, durante séculos, matérias-primas e combustível para diferentes tipos de indústrias nomeadamente de serração de madeira, de extracção e transformação de produtos resinosos, e do vidro - e constituíram a base das actividades económicas mais importantes do concelho, facilitando o estabelecimento e desenvolvimento de várias comunidades e povoações durante séculos. Ao longo de aproximadamente 700 anos, o Pinhal do Rei cresceu, foi ordenado e explorado, constituindo a principal fonte de recursos naturais e origem da maior parte das povoações que ainda hoje existem nas suas proximidades. O seu posterior desenvolvimento, deveu-se essencialmente à instalação da Fábrica de Vidros da Marinha Grande, em 1747/48, transferida de Coina por John Beare, ao redor da qual surgiram outras fábricas e indústrias que motivaram o crescimento do concelho e que foram determinantes na evolução da sua história, cultura, sociedade e economia. A TERRA …. A cidade da Marinha Grande situa-se no litoral da região centro de Portugal, no distrito de Leiria. Encontra-se a 88 metros de altitude, na Orla Oriental do Pinhal do Rei que cobre cerca de 2/3 do concelho. É servida por várias estradas e pela viaférrea do oeste, estando implantada numa extensa planície de chão arenoso e saibrento. Posiciona-se sensivelmente no centro do distrito, ficando a 10 quilómetros do mar (no limite norte da Estremadura) e a 12 quilómetros a poente de Leiria, sede de distrito. Dista 147 quilómetros de Lisboa e 196 do Porto. O concelho da Marinha Grande é composto por três freguesias: Marinha Grande (14.300 ha), Vieira de Leiria (4.700 ha) e Moita, (850 ha). São 19.850 hectares, que lhe oferecem um painel de paisagens e cores, resultado de uma cooperação harmoniosa entre o Homem e a natureza.

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MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE

através de Alvará Régio. no ano em que a cidade da Marinha Grande comemorou 250 anos da Indústria Vidreira e reúne colecções e saberes que testemunham a actividade industrial. Trata-se do único museu especificamente vocacionado para o estudo da arte. Escola Profissional e Artística da Marinha Grande e Galeria Municipal). XVIII. outrora património da Real Fábrica de Vidros. artesanal e artística vidreira portuguesa. A construção do Palácio Stephens remonta a finais do terceiro quartel do séc. artesanato e indústria vidreira em Portugal. que a partir da década de 90. Pode igualmente observar vestígios arqueológicos da antiga fábrica. Trata-se de um edifício de traçado simples e harmonioso. assim como uma exposição permanente que reflecte a evolução da indústria vidreira em Portugal e especificamente na Marinha Grande. podendo conter fibras vegetais). com especial enfoque para o tardoz. classificado de interesse público em 24 de Janeiro de 1967 juntamente com o palácio. Pode observar um conjunto de edifícios de traça pombalina. 2 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE . que em 1769 obtém. atravesse a estrada em direcção à Praça Stephens. Este Museu possui um vasto programa de exposições temporárias ao longo do ano que incidem sobre as várias vertentes culturais. que conferem a harmonia entre o património industrial e o natural. juvenil e sénior. embebida nas paredes de alvenaria) e do tabique de fasquio (técnica que consiste numa estrutura de madeira. antigo Palácio Stephens. Este espaço é marcado pela existência de um conjunto de edifícios. Realçamos ainda os dois jardins. convidamo-lo a iniciar este passeio no Museu do Vidro. O Museu do Vidro instalado no Palácio Stephens. da autoria do Escultor Luís Fernandes. Terminada a visita ao interior do Museu. desde as artes industriais às artes plásticas. que conferem a este conjunto um forte pendor industrial. construído para habitação do industrial inglês Guilherme Stephens.CIRCUITO URBANO Agora que conhece um pouco da nossa história. O museu desenvolve ainda várias actividades educativas. artísticas e patrimoniais do vidro. destacando-se a nobreza dos seus acabamentos interiores e a sua riqueza decorativa. foi criado por Decreto Lei em 1954 e inaugurado a 13 de Dezembro de 1998. foram adaptados a equipamentos de utilização pública (Biblioteca Municipal. o restabelecimento da Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande. convidamo-lo a conhecer o seu espaço envolvente. preenchida e revestida por um material à base de terra argilosa. inaugurado a 24 de Agosto de 1941 e o edifício dos Paços do Concelho. antiga entrada da Fábrica Stephens. No terceiro piso é possível observar o espaço reservado aos músicos que tocavam e animavam as recepções da família Stephens que albergou grandes e ilustres figuras do século XVIII. desde meados do século XVII/XVIII até à actualidade. vocacionadas para o público infantil. o monumento a Guilherme Stephens . Saindo pelo portão.grande impulsionador da Indústria Vidreira. Possui três pisos e foi construído segundo a técnica da gaiola pombalina (sistema de construção anti-sísmica de estrutura tridimensional de madeira.

Ao sair da Igreja. por iniciativa do Pároco. onde se encontrava a imagem da Senhora do Rosário. Aqui pode apreciar a Casa Alpendrada. Padre Higino Duarte. A sua acção centra-se sobre o estudo. dourado. Beatriz Carvalho de Abreu e Melo e era originalmente composto por dois pisos. A pequena capela tinha um altar-mor com nicho de pedra. XIX. pela Rua Machado dos Santos. para aí instalar os Paços do Concelho. Foi construída em 1590 uma pequena capela de invocação a Nossa Senhora do Rosário. O cruzeiro. baixos-relevos e medalhas que figuram em lugares públicos e privados em Portugal e no estrangeiro. bem como sobre o seu percurso enquanto figura incontornável das artes plásticas em Portugal. foi alvo de uma reconstrução da qual resultou a criação de um 3º piso e a traça como hoje se pode observar. e dois altares colaterais. volte à sua esquerda. Foi inaugurado em 8 de Dezembro de 1971 pelo Bispo D.CIRCUITO URBANO Este edifício pertenceu a D. 3 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE . Neste Largo encontrará a Igreja Paroquial da Marinha Grande. com pavimentos constituídos por vigamento de madeira e solho. Esta obra arquitectónica de grande valor histórico foi substituída por um moderno e amplo edifício desenhado por António Dinis Baroseiro. que também dirigiu a construção. onde encontra o Edifício da Administração das Matas. Este Cruzeiro foi erguido em 1 de Setembro de 1940. Saindo da Praça Stephens. neto e filho de uma família de Mestres Vidreiros. as cinco quinas e o escudo da Marinha Grande. é um elegante monumento em mármore polido ostentando a Cruz de Cristo. Dinis. Joaquim Correia nasceu na Marinha Grande a 26 de Julho de 1920. São ainda atribuições do museu a promoção e divulgação das artes plásticas. Tinha ainda sacristia. conservação e divulgação da vasta obra do escultor. reúne uma colecção de obras e bens artísticos e documentais da autoria e colecção do Professor Escultor Joaquim Correia. Foi adquirido em Junho de 1927 pela Câmara Municipal da Marinha Grande. e trata-se de uma cópia aproximada dos padrões que os descobridores de antanho deixaram espalhados pelas terras então desconhecidas dos europeus. construído em alvenaria de pedra. Na sequência de um incêndio ocorrido em 1934. encontra-se o Museu Joaquim Correia – Palácio Taibner de Morais Santos Barosa. João Pereira Venâncio. Edifício com uma tipologia arquitectónica burguesa de meados do séc. É autor de numerosas estátuas. para a Av. Continue o seu passeio atravessando a rua até ao Largo 5 de Outubro. esta casa é um dos últimos exemplares de uma traça muito característica da Marinha Grande. um dos maiores expoentes do Concelho no campo da criação artística. também com nichos dourados. no mesmo local onde hoje se situa a actual igreja paroquial. pia baptismal fechada e um pequeno sino. Saindo do Museu. volte à sua direita em direcção ao Largo 5 de Outubro onde encontrará o Cruzeiro da Independência.ª D. devendo o nome ao alpendre de entrada. Ao lado. siga até ao Largo Nossa Senhora do Rosário da Marinha.

No final desta.º de Maio. nomeado pelo Rei. continue o seu passeio.º de Maio. tendo em conta que na época. Este monumento foi inaugurado em 9 de Abril de 1935. Neste jardim encontra a Estátua Orfeu. cuja propriedade manteve até 1968. Atravesse a Av. Do seu lado esquerdo encontrará vestígios de uma das maiores fábricas da Marinha Grande a Nova Fábrica de Vidros. Junto com o museu. No final desta. feria certas susceptibilidades. vire à esquerda e siga sempre pela Av.ª 1. No final da Av. O projecto foi da autoria de Alberto Nery Capucho. organizado em 1989 no âmbito das comemorações do centenário da empresa. vire à direita. Atravesse a estrada. 4 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE .ª 1. vire à esquerda onde encontra a Fábrica de Vidros Santos Barosa. até então disperso por várias dependências. a fábrica passou a pertencer à Empresa Industrial de Vidro da Marinha Grande – IVIMA. encontra o Largo Ilídio de Carvalho. Começou a laboração a 5 de Janeiro de 1895. A construção foi realizada sob a direcção de António de Magalhães Júnior. para homenagear os combatentes portugueses mortos durante a I Guerra Mundial (1914-1918). Siga sempre em frente em direcção à Estação de Comboios da Marinha Grande. continue pela Av. Contorne o Jardim. e aprecie o Bairro dos Operários. no Beco Magalhães. sendo-lhe atribuído o prémio de melhor aluno. proprietária até 1982.CIRCUITO URBANO Este edifício de traça pombalina concluído em 1840. o “nu” da mesma. foi recuperado e instalado parte do Arquivo Histórico da Empresa Santos Barosa. Em 1955 a Fábrica foi adquirida pela Vista Alegre. Representa a figura mitológica grega que cantou o amor que tinha por sua mulher Eurídice. em direcção à Igreja.ª 1. Em meados dos anos 80. colocada no Jardim Municipal em 26 de Abril de 1958. fundada em 1894/1895 pelo Conde de Azarujinha e Visconde da Graça. desta vez pela CRISAL – Cristais de Alcobaça. Agora que já restabeleceu energias. Foi construído por iniciativa de Manuel Leal Júnior e de Álvaro Barros. Dinis e aproveite para descansar um pouco no Jardim Municipal Luís de Camões.ª D. Defronte deste. encontra o Monumento aos Mortos da Grande Guerra. O Museu da Fábrica de Vidros Santos Barosa é um museu de empresa. O Orfeu é uma obra de inegável valor artístico. e instalado no antigo edifício dos escritórios. Na altura esta estátua gerou grandes críticas. e partilhando o mesmo edifício. Actualmente é sede de Unidade de Gestão Florestal do Centro Litoral.ª Vítor Gallo. Neste Largo. aquando da conclusão do curso de escultura. Siga pela Rua António Magalhães Júnior.º de Maio. e continue pela Av. pela Rua Marquês de Pombal e vire à esquerda na Rua António Lopes de Almeida. e o seu Museu que poderá ser visitado com marcação prévia. arrendatários da Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande entre 1884 e 1894. tendo sido de novo adquirida em 1972. foi construído para nele serem instalados os serviços florestais nacionais e também a residência do primeiro Administrador Geral das Matas do Reino. da autoria do mestre Joaquim Correia. Por esta razão esteve durante muito tempo envolta num lençol e guardada por um sargento. tendo sido adquirida em 1998 pelo Grupo Atlantis e deixado de laborar em 1999.

acabam por propiciar ao visitante uma panorâmica da história da indústria vidreira portuguesa. do seu lado esquerdo e o edifício da Caixa Geral de Depósitos no seu lado direito. mas de grande significado. os artigos para iluminação e. desemprego e injustiças a que foram sujeitos. Durante algumas horas a Marinha Grande esteve nas mãos dos Operários Vidreiros. até a revolta ser violentamente reprimida e os seus autores presos. ao longo da sua história. Páre e maravilhe-se com o Edifício da antiga Fábrica da Resinagem. Saindo do Parque. siga em frente na rotunda Rotary Club da Marinha Grande. evocativo do levantamento dos operários vidreiros naquela data. que oferece um grande relvado para a prática de desporto livre. foi possível reunir um conjunto de memórias. foi inaugurado no 50º Aniversário da revolta. espaço para desportos radicais e zonas de estadia. vire à esquerda em direcção à Praça do Vidreiro. pelo lado oposto onde entrou. alguns deles no Tarrafal (Cabo Verde). Volte para trás e vire à esquerda pela Rua João Ferreira Gândara. foi inaugurado no dia 5 de Junho de 1965. campos de jogos sintéticos. passe pelo quartel dos Bombeiros Voluntários.ª da Liberdade.ª . O monumento. A abertura de amplos eixos visuais dentro do parque e a existência de uma ribeira com pequenos açudes originam harmoniosos espelhos de água.CIRCUITO URBANO Acresce que. Siga em direcção à Rua dos Bombeiros Voluntários. Continue em frente e no próximo corte vire à esquerda. em exibição no Museu. o vidro para embalagem. 5 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE . Espaço renovado em 2001. No centro da rotunda encontra o Monumento ao 18 de Janeiro de 1934. produtos e equipamentos que. espaços infantis. garantem a animação do espaço. O monumento da autoria do escultor Joaquim Correia. de linhas simples. Nestas condições. no âmbito do Programa POLIS. naturalmente. produção a que hoje se dedica em exclusivo. Santos Barosa produziu quase todo o tipo de artigos de vidro. em direcção ao Largo da Estação. pois recordará para sempre à Marinha Grande as vidas perdidas na Guerra do Ultramar. encontrará uma Escola do seu lado esquerdo e o bonito Parque Mártires do Colonialismo à sua direita. o tubo de vidro. passando pelos artigos prensados. Agora que já sabe um pouco da história deste Museu convidamo-lo a prosseguir o seu passeio. É um monumento sóbrio. Irá encontrar à sua esquerda a Esquadra da Policia de Segurança Pública e o Centro de Saúde. Vire à direita e desça a Av. percursos pedonais e cicláveis. No final do largo vire à direita e siga sempre em frente até encontrar a Av. No interior do Parque encontramos também o Monumento aos Heróis do Ultramar. desde o vidro plano à cristalaria. palco para a realização de espectáculos. da autoria do escultor marinhense Mestre Joaquim Correia. os operários vidreiros marinhenses tiveram a coragem de lutar contra as perseguições. Num país acomodado à opressão salazarista. possibilitando a sua utilização por parte de diversos escalões etários. Um conjunto diversificado de equipamentos lúdicos e desportivos.

música e conferências. atravesse a rua. vários edifícios onde funcionaram a administração e serviços florestais. destruído em 1774 num incêndio. serviços autárquicos. A fábrica foi definitivamente encerrada em 1940. A origem do Parque Florestal do Engenho remonta ao século XVIII quando em 1724 se ergueu um engenho de serrar madeira movido a vento. É dotado de um espaço polivalente. e projecção de cinema. siga pela Rua 18 de Janeiro de 1934. encontra o Edifício da Câmara Municipal do seu lado direito.250m2. quatro deles destinados a pessoas com mobilidade condicionada. onde eram transformados os produtos resinosos provenientes do Pinhal do Rei. comerciais e lúdicas. poderá adquiri-la no Museu do Vidro quando for devolver o áudio-guia. 6 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE .ª José Gregório. Este edifício faz parte integrante do conjunto urbano da antiga FábricaEscola Irmãos Stephens. praça exterior). Saindo da Casa da Cultura. Irá encontrar o Edifício do Tribunal do seu lado direito. Encontra o. que funcionou até Setembro de 2007. Se opta por terminar o seu passeio aproveite para levar uma lembrança da nossa cidade. espectáculos ligados às diversas áreas de palco (música. do lado oposto e Museu do Vidro. seminários e conferências. com cerca de 4. Bernardino José Gomes dirigiu esta fábrica por ter descoberto os métodos para extracção e transformação da resina. local onde iniciou o seu passeio. Se opta por prosseguir. Continue até à rotunda José Gregório. Tem uma capacidade para 262 lugares. Depois de visitar a Fábrica da Resinagem. cavalariças. Sob a dependência da Administração das Matas. viveiros. Aqui poderá optar por terminar o seu passeio ou aventurar-se a mais uns Kms. serrações. teatro). e continue sempre em frente. Teatro Stephens . teatro. grémio florestal e uma capela. Foi objecto de uma grande reabilitação dotando o espaço de características públicas.CIRCUITO URBANO Edifício de estilo pombalino construído em 1859. Com este projecto e as suas diversas valências (comércio. No local onde hoje se encontra o parque foram construídos a mando do Marquês de Pombal. Na rotunda siga em frente pela Av. constituído por quatro corpos e um amplo pátio interior. mas o espaço envolvente sobretudo no que respeita ao comércio tradicional. que permite o desenvolvimento de actividades de cariz cultural e recreativo designadamente cinema. até encontrar do seu lado direito o Parque Florestal do Engenho. restauração e bebidas. tais como congressos. e o edifício cedido à Câmara Municipal da Marinha Grande em 1941. Dispõe de uma sala para realização de actividades culturais e educativas. um muro para proteger o engenho. tendo posteriormente sido adaptado para que ai fosse instalado o Mercado Municipal. dança. um campo experimental de estudos botânicos.Casa da Cultura. dinamizou-se não só o edifício em si mesmo. está perante a Praça Stephens.

XIX.º 108/99 de 3 de Agosto. 7 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE . Saindo dos Altos-Fornos de Pedreanes siga sempre em frente pela Rua Fonte dos Ingleses. verga. Vire na primeira à esquerda e encontra o Monumento a Bernardino Barros Gomes. depósito de madeiras já serradas) com o Porto de São Martinho do Porto. teriam sido: chapa de ferro. No final desta vire novamente à esquerda e siga sempre em frente até encontrar os Altos-Fornos de Pedreanes. paralela à estrada principal.ª José Gregório.CIRCUITO URBANO Depois de ter sido utilizado durante séculos para actividades de administração do Pinhal deverá receber em breve a sede do Museu Nacional da Floresta. Vire à esquerda. verguinha e prego forjado. Quase esquecida na história industrial portuguesa. Atravesse a estrada e siga pela Rua do Aceiro. no Bairro Florestal de Pedreanes. em Lisboa. 36 mil quilos de ferro. Começou a trabalhar em 1866. O tipo de produtos manufacturados. No final desta vire à direita e siga pela Rua das Colmeias. esta foi durante o curto período de tempo em que laborou (9 meses). que se encontra à sua esquerda. No final desta. seguindo pela Rua Miguel Torga até à Rotunda da Portela Nesta rotunda. e do seu lado direito encontra a Antiga Estação do Comboio Americano. vire à direita e atravesse a estrada em direcção ao Parque da Cerca. Saindo do Parque Florestal vire à sua direita pela Av. tendo produzido em determinada altura em apenas uma semana. transportando para São Martinho os produtos do Pinhal e de retorno trazia areia e calcário para a fábrica de vidros. até encontrar um Posto de Abastecimento de Gasolina do seu lado direito. ligava Pedreanes (e a sua serração. Com uma extensão de 36Km. em memória de um dos maiores silvicultores da floresta portuguesa. vire à esquerda e siga pela Rua Natália Correia. onde as madeiras eram carregadas nos barcos “Marinha Grande” e “Valado”. O comboio era constituído por nove vagões de carga e um de passageiros e era puxado nas subidas por dois bois e nas descidas o seu próprio peso fazia com que se deslocasse velozmente. O Caminho-de-ferro Americano é instalado na Marinha Grande por volta de 1857. o carinho e o amor pela causa florestal que o silvicultor levou em vida. Vestígios arqueológicos da antiga Portuguese Iron & Coal Company (Companhia de Ferro e Carvão de Portugal) grande empreendimento siderúrgico aí instalado no século XIX. Foi construído inicialmente com carris de madeira tendo sido substituídos em 1861 por carris de ferro. criado pela Lei n. destinadas aos estaleiros navais da Ribeira das Naus. uma média diária de 6 toneladas. Vire à esquerda pela Rua dos Lenhadores. por semana. A simplicidade do monumento traduz o trabalho. Fazia normalmente duas viagens de ida e volta. aproveitando os percursos pedonais e cicláveis que dispõe. uma das mais importantes empresas produtoras de ferro do séc. que dirigiu a Mata a partir de 1879. Foi colocado na entrada principal da Mata. embora a informação não seja precisa. Vire à esquerda e siga pela Rua do Aceiro. argolas ou discos para correntes e ferramentas de trabalho.

Termina aqui a nossa viagem…esperamos que tenha apreciado. Aproveite para levar uma lembrança da nossa cidade. é um espaço multifuncional com um agradável enquadramento paisagístico. e encontrará de seguida o Museu do Vidro. percursos pedonais e cicláveis. revestido a tijolo de burro e vidro.CIRCUITO URBANO Construído em 2006. Basta sair do Parque da Cerca. É igualmente um exemplo de como se pode conquistar espaços de biodiversidade no centro da cidade. anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos. Edifício de planta rectangular. numa zona adjacente ao Palácio Stephens. que oferece à população uma vasta área de relvado com equipamentos de lazer e de recreio. atravessar em direcção ao Arquivo Municipal. A linha de água que o serpenteia é o elemento fundamental que torna este espaço numa agradável zona de estadia. espaços infantis e parque de desportos radicais. Convidamo-lo a voltar e conhecer os outros percursos! Obrigado! 8 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE . Poderá adquiri-la no Museu do Vidro quando for devolver o áudio-guia. no âmbito do Programa POLIS. Possui várias áreas de lazer com equipamentos lúdicos e desportivos.