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Todos sabem das dificuldades para Portadores de Necessidades Especiais e pessoas com mobilidade reduzida em nosso país.

Tenho acompanhado algumas obras de engenharia civil e percebo que ainda não há uma consciência de se projetar espaços e acessos adequados aos portadores de necessidade especiais,normalmente o fazem apenas para atender uma lei. Marcio Henrique David desenvolveu a ideia do projeto cadeirante, que resultou no simpático veículo o Pratyco.Uma verdadeira Mão na roda para quem precisa de um carro que não seja adaptado e sim projetado especialmente aos cadeirantes. O Marcio e sua equipe agora precisam de muito apoio e divulgação para colocar, o Pratyco na prática.Vamos divulgar o excelente projeto, para que eles realmente possam produzir em série o carro. Conheci o projeto visitando o blog do Flavio Gomes. http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/

AUTOR (ES)
Vital Amílcar Silva Neto

RESUMO
Esta dissertação investiga o acesso ao serviço de ônibus oferecido para pessoas com deficiência. Seu principal objetivo é analisar as barreiras para a implementação de políticas destinadas a promover a acessibilidade ao serviço de ônibus para pessoas com deficiência. Suas principais questões são: como as pessoas com deficiência avaliar os mecanismos eo serviço de ônibus oferecido, de modo a melhorar a sua acessibilidade ao sistema de transporte público e as oportunidades socioeconômicas, o que eles encontram barreiras de transporte para desenvolver suas atividades diárias, o que são as barreiras para implementação das leis que são dirigidas a melhorar a acessibilidade ao sistema de transporte para pessoas com deficiência. O estudo de caso refere-se às análises de ServiÃo Especial de Transporte um conjunto na cidade de Recife. Foram realizadas entrevistas para coletar dados primários, com representantes de órgãos governamentais, especialistas e representantes de organizações que lidam com pessoas com deficiência. Os principais resultados foram: (i) as soluções implementadas pela SET e do Sistema de Transporte Público Complementar excluir parte das pessoas com deficiência que não são usuários de cadeira de rodas e que exige outras necessidades para ser atendido, de modo a utilizar o sistema de transporte, (ii) o cooperação entre as esferas estadual e municipal de governo e entre eles com as associações de pessoas com deficiência na elaboração e implementação de políticas de transporte é frágil, resultando em um sistema de transporte excluindo, (iii) a articulação entre as associações de pessoas com deficiência são fraco. Estes alimentam um círculo negativo em que, sem melhorar a percepção ea defesa política que não há pressão para melhorar o serviço de transporte oferecido para pessoas com deficiência, e sem melhorar este serviço essas pessoas podem ter seu acesso a oportunidades socioeconómicas e vida social restrita, alimentando um círculo de exclusão social.