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Comunicação e Imagem na Empresa

Manual do Formador

COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA

ÍNDICE
Introdução Orientações Metodológicas Suportes Pedagógicos Exercícios de Aplicação Referências Bibliográficas Ficha Técnica 3 3 4 5 7 9

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MANUAL DO FORMADOR

COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA

INTRODUÇÃO
O presente Manual tem por objectivo proporcionar um Guia de Apoio para auxiliar o profissional da formação na preparação e realização de acções de formação subordinadas ao tema "Comunicação e Imagem na Empresa". Tendo em conta a temática e as múltiplas abordagens possíveis ao tema bem como a possibilidade de flexibilização programática e metodológica, recomenda-se a sua adaptação ao público-alvo e à estrutura formativa que estiver em causa.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS
Os suportes pedagógicos e as orientações metodológicas propostas neste Manual para o desenvolvimento da formação têm por base os conteúdos organizados no Manual do Formando de "Comunicação e Imagem na Empresa". O presente Manual do Formador foi, também, elaborado tendo presente o objectivo de permitir aos formadores não só uma orientação sobre os conteúdos das suas acções de formação mas também abrir pistas para novas investigações e consultas nos domínios já abordados. Pretende-se, todavia, ir mais longe. Assim, neste Manual do Formador incluem-se já, em forma acabada, apresentações em powerpoint sobre as várias temáticas abordadas no programa de formação cuja utilização se sugere, enquanto suporte pedagógico à intervenção formativa. Sugerem-se ainda, alguns exercícios de aplicação a utilizar em cada capítulo e recomendações metodológicas para a sua utilização. Inclui-se, também uma extensa lista de bibliografia complementar escrita e on-line, que ajudará, certamente, o formador na preparação das sessões de formação e os formandos na sua busca de informação complementar sobre a temática da Comunicação e Imagem na Empresa.

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SUPORTES PEDAGÓGICOS
Cada uma das apresentações em powerpoint tem o mesmo título que o correspondente capítulo do Manual do Formando, facilitando, assim, a identificação, de acordo com o seguinte quadro:
CAPÍTULO DO MANUAL DO FORMANDO 1. COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL: O QUE É 2. COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 3. COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA OU DA EMPRESA 4. COMUNICAÇÃO E IMAGEM PARA A EMPRESA 5. COMUNICAÇÃO NA, DA E PARA A EMPRESA 6. AS FERRAMENTAS DA COMUNICAÇÃO 7. A COMUNICAÇÃO INTEGRADA 8. OS PÚBLICOS 9. A COMUNICAÇÃO DE CRISE 10. A MENSAGEM 11. O PLANO DE COMUNICAÇÃO 12. A MARCA 13. CRIAR UMA MARCA 14. AS CORES E AS FORMAS 15. A MARCA NAS PEQUENAS EMPRESAS 16. O MANUAL DE IDENTIDADE 17. O "BRIEFING" DA COMUNICAÇÃO SUPORTE PEDAGÓGICO (APRESENTAÇÃO POWERPOINT) COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL ATRIBUTOS DE IMAGEM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES COM A CS COMUNICAÇÃO INTEGRADA OS PÚBLICOS COMUNICAÇÃO DE CRISE INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO MARCAS MARCAS PORTUGUESAS CRIAR UMA MARCA CORES E FORMAS MARCAS MANUAL DE IDENTIDADE BRIEFING DA COMUNICAÇÃO CONSELHOS PECADOS CAPITAIS SITES INTERNET

18. A COMUNICAÇÃO DO FUTURO

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Deste Manual do Formador fazem, também, parte: • um texto sobre "O Valor das Marcas", que poderá ser utilizado a propósito da apresentação sobre Marcas; • um breve levantamento de frases de autores e pensadores conhecidos "Frases Interessantes", que pode ser utilizado indiferenciadamente e sempre que se entenda oportuno. A iniciativa, os conhecimentos e a experiência de cada formador saberão enquadrar cada uma das sugestões pedagógicas apresentadas e inspirar outras iniciativas.

EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO
RECOMENDAÇÕES METODOLÓGICAS

Os exercícios de aplicação que acompanham este Manual pretendem constituir um incentivo à imaginação do formador. Cada grupo de formandos tem características próprias, que o diferenciam relativamente aos demais. Os exercícios só fazem sentido se forem bem explicados ao grupo e se forem por ele entendidos. Não sendo assim, serão tempo perdido. Acompanham o Manual três tipos de exercício de aplicação: Um exercício de descompressão, para ser realizado na sessão de apresentação, denominado “Entrevista de Apresentação” (Exercício de Aplicação Nº 1). Trata-se de um exercício que, em geral, resulta bastante bem. Os formandos são divididos em pequenos grupos de 2 pessoas, que se entrevistam uma à outra. No final, cada um apresenta o seu parceiro. No caso de um grupo com número ímpar de membros, o formador pode fazer equipa com um dos formandos, o que também facilita a apresentação do próprio formador. Ainda, no primeiro conjunto de exercícios, costuma também ser muito interessante o exercício “Expectativas” (Exercício de Aplicação Nº 2).

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Trata-se de um exercício exigente, que - é bom prevenir - nem sempre resulta bem. Mas é importante que se saiba que, quando resulta, dá uma força muito grande aos grupos que se formam e uma acentuada identidade de colectivo que acompanha o grupo até ao final dos trabalhos. Trata-se de, a pretexto de conhecer as expectativas do grupo, formar desde logo uma equipa, a partir da criação de um nome para o colectivo. Este grupo pode ou não manter-se até ao final do curso, dependendo da opção do formador, da dinâmica do grupo e da assiduidade dos seus membros. Do segundo grupo de exercícios faz parte o “Exercício Individual” (Exercício de Aplicação Nº 3). Pode ser feito no primeiro ou segundo dia. Mas pode, também, ser feito a propósito da sessão sobre criatividade. Especialmente interessante é o exercício 2 (unir os nove pontos do quadrado), porque ensina que a solução nem sempre está dentro do quadrado em que nos habituámos a pensar. O terceiro grupo é composto pelo Exercício de Aplicação Nº 4, e constitui um desafio a apresentar para simular situações de comunicação de crise. Os exemplos foram desenvolvidos em grupos que constituíram entre si "empresas". O exercício consiste em impor a cada grupo uma situação de crise.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• KOTLER, Philip, Marketing para o Século XXI, Editorial Presença, Lisboa, 2ª edição, Março 2001 • KOTLER, Philip, Marketing de A a Z, Editora Campus, Rio de Janeiro, 2003 • VASCONCELLOS E SÁ, Jorge, A Empresa Negligenciada, Editorial Verbo, Lisboa, Junho de 2002 • WOLF Mauro, Teorias da Comunicação, Editorial Presença, Lisboa, 7ª edição, Março 2002 • VIANA, Carlos, HORTINHA, Joaquim, Marketing Internacional, Edições Sílabo, Lisboa, 2ª edição, Agosto 2002 • HILL, Sam, RIFKIN, Glenn, Marketing Radical, Editorial Presença, Lisboa, Janeiro 2002 • LAMPREIA, J. Martins, A Publicidade Moderna, Editorial Presença, Lisboa, 3ª edição, 1992 • BROCHAND, Bernard, LENDREVIE, Jacques, RODRIGUES, J. Vicente, DIONÍSIO, Pedro, Publicitor, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1ª edição, Junho de 1999 • LINDON, Denis, LENDREVIE, Jacques, RODRIGUES, J. Vicente, DIONÍSIO Pedro, Novo Mercator, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 6ª edição, 1996 • LINDON, Denis, LENDREVIE, Jacques, RODRIGUES, J. Vicente, DIONÍSIO Pedro, Mercator 2000, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 9ª edição, 2000

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SÍTIOS WEB
MARKETING E COMUNICAÇÃO INTERNACIONAIS
American Marketing Association Brand Wizard Technologies Creative Department Interbrand Marketing Essencials SuperBrands The fashion Institute of Design and Merchandising www.marketingpower.com www.brandwizard.com/bwcom/index.html www.brandbooster.com www.brandchannel.com http://ecommerce.ama.org/essentials www.superbrands.org www.fidm.com

PORTUGUESES
A C Nielsen Consumering Marketing on line Marktest Meios e Publicidade Mercal News Vector 21 www.acnielsen.pt http://consumering.blogspot.com www.mktonline.net www.marktest.pt www.meiosepublicidade.pt www.mercal.pt/mercalnews02.htm www.plano21.com

LEGISLAÇÃO E PRINCÍPIOS
ANACOM Comissão Nacional de Protecção de Dados ICEP - Marcas portuguesas Livro de Reclamações SPAM www.anacom.pt www.cnpd.pt www.icep.pt/marcas.asp www.min-economia.pt/port/reclamacoes/p_saber_recl.html http://spam.abuse.net

ASSOCIAÇÕES
Assoc. Portuguesa dos Profissionais de Marketing Centromarca European Brands Association www.appm.pt www.centromarca.pt www.aim.be

PROPRIEDADE INDUSTRIAL
Instituto Nacional da Propriedade Industrial www.inpi.pt

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FICHA TÉCNICA

Título: Comunicação e Imagem na Empresa Autoria: Daniel Soares de Oliveira Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing

Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

União Europeia Fundo Social Europeu

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Comunicação e Imagem na Empresa Exercícios de Aplicação .

o que gosta de fazer nos tempos livres. que carro gostaria de conduzir. qual gostaria de ser e porquê: 2 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO . Obtenha resposta às seguintes questões: O nome pelo qual gostaria de ser tratado pelo Grupo: Quais as palavras que mais gosta de ouvir quando se fala a seu respeito: Se fosse um animal. Procure conhecê-lo/a tão bem quanto possível. Não se esqueça que vai ser Você a apresentar o/a Seu/Sua Colega e que nada pode falhar. Conduza a entrevista livremente e vá anotando as respostas. onde gosta de passar férias.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 1 ENTREVISTA DE APRESENTAÇÃO Entreviste o/a Seu/Sua Colega deste Grupo de Trabalho. Procure saber os seus gostos e interesses. onde gostaria de trabalhar. Tente ir mais longe que saber o nome. a idade e a profissão .embora um dos primeiros passos seja precisamente saber o nome.

faça uma pergunta que pense que o/a Seu/Sua Colega não está à espera que lhe seja feita e escreva a pergunta e a resposta: PERGUNTA: RESPOSTA: É a Sua vez de passar de entrevistador a entrevistado. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 3 .COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA Para terminar.

Tentem não ocupar mais de 15 minutos. os talismãs. Divaguem sobre a cor preferida. A leitura deve ser feita até ao fim do texto.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 2 EXPECTATIVAS Um de Vós vai ler este texto em voz alta a todos os elementos do Grupo. Têm. O Grupo foi constituído aleatoriamente. sobre o que são e o que fazem actualmente mas. Um nome que. Ou se preferem o fogo ou a água. por isso. também. a cor do céu ou da água. de forma pausada e sem interrupções. o número da sorte e do azar. Simples divagação. Os elementos do Grupo ainda não se conhecem o suficiente para poderem trabalhar em conjunto. O primeiro desafio que Vos é proposto é o seguinte: Escolham um nome para o Grupo. Depois. vamos trabalhar em conjunto. durante mais cerca de 15 minutos. que se conhecer melhor. Conversem. nada mais que isso. sobre o que queriam ser quando crianças. simultaneamente: • Seja imaginativo • Corresponda a um desígnio do Grupo • Incorpore e represente os ideais do Grupo O NOME ESCOLHIDO É: 4 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO . Ou sobre o animal que mais apreciam. por exemplo.

formulando a resposta do Grupo à seguinte questão: Qual a vantagem que esperamos ter adquirido no final do Curso? Escreva a resposta: Finalmente: escolham o elemento do Grupo que vai ser o Vosso porta-voz e peçam-lhe para dizer. na apresentação que vai fazer a todos os participantes. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 5 . quanto tempo ocuparam a preparar a apresentação e quanto tempo ocuparam a tomar as decisões.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA O segundo desafio: Definam a expectativa do Grupo para este Curso.

UNIR OS 9 PONTOS COM 4 LINHAS RECTAS.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 3 EXERCÍCIO INDIVIDUAL 1. SOU CRIATIVO ? Sim Não 2. SEM LEVANTAR A CANETA DO PAPEL 6 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO .

5 210 . afastados 20 kms. • No momento em que os homens começaram a correr. quantos kms voou a mosca? 4.34 = 176 64 / 8 = 8 5 x 7 = 34 Quais as duas frases incorrectas ? EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 7 . • Se cada um dos homens correr a uma velocidade média de 10kms/hora e as moscas voarem a uma velocidade média de 15 kms/hora. começaram a correr ao mesmo tempo na direcção um do outro. • Assim que chegou à cabeça do segundo homem. FRASES INCORRECTAS Na presente declaração há duas frases que estão incorrectas: 2+2=4 [6 x 2. O VOO DA MOSCA • Dois homens.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 3. uma mosca que estava na cabeça de um dos homens levantou voo na direcção da cabeça do outro homem.5] / 2 = 7. voltou para trás na direcção da cabeça do primeiro homem e assim sucessivamente até os dois homens se encontrarem.

MÉTODO "MATRIX" Estabeleça a relação adequada.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 5. em função das definições-tipo: NÍVEL DE PREÇO TIPO DE COMIDA CLIENTE TIPO ESTILO DE SERVIÇO BARATO ITALIANA FAMÍLIA CASEIRO MÉDIO-BAIXO CHINESA CASAIS JOVENS REQUINTADO MÉDIO-ALTO GRELHADOS TURISTAS "TAKE-AWAY" CARO "FAST-FOOD" CRIANÇAS "SELF-SERVICE" FRANCESA IDOSOS ESPLANADA JAPONESA APRECIADORES BOA COZINHA VEGETARIANA ADEPTOS DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL 8 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO .

todos somos criativos. não assumindo que a primeira solução é a melhor 3. nunca será criativo. cometer erros NÃO: Tem a certeza? Se não acredita que é criativo. ter presente todas as respostas possíveis.às vezes. nem sempre ser lógico . não ter medo de dizer algo "errado" 7. estar preparado para aceitar a ambiguidade 6.muitas vezes. SOU CRIATIVO ? SIM: Excelente. de vez em quando. Anote as 10 ideias-chave do pensamento criativo (a primeira já é sua): 1. Anote as 10 ideias-chave do pensamento criativo: EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 9 . nem sempre confiar nos especialistas . A maior parte das barreiras à criatividade são o resultado de condicionamentos diversos que nos impuseram ou que nos impusemos a nós próprios ao longo dos anos. o seu pensamento está condicionado pela sua "especialidade" 9. acreditar que somos criativos 2. pôr em causa os "princípios correctos" e as "regras sagradas" 8. ser capaz de se divertir com um problema 5. estar preparado para ver além das "práticas e usos habituais" 4. mesmo quando julgamos que não somos. estar preparados para.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA SOLUÇÕES 1. Banidas essas barreiras. Acreditar que somos criativos é o primeiro passo para sermos criativos. pensamentos tontos levam-nos a novas ideias 10.

acreditar que é capaz e vai conseguir ser criativo 2. pensamentos tontos levam-nos a novas ideias 10. cometer erros 2. UNIR OS 9 PONTOS COM 4 LINHAS RECTAS. nem sempre ser lógico . pôr em causa os "princípios correctos" e as "regras sagradas" 8. de vez em quando.às vezes. estar preparados para. estar preparado para aceitar a ambiguidade 6. não assumindo que a primeira solução é a melhor 3. nem sempre confiar nos especialistas . estar preparado para ver além das "práticas e usos habituais" 4.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 1. ter presente todas as respostas possíveis. SEM LEVANTAR A CANETA DO PAPEL 10 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO .muitas vezes. o seu pensamento está condicionado pela sua "especialidade" 9. não ter medo de dizer algo "errado" 7. ser capaz de se divertir com um problema 5.

porque pôs mal o problema.5] / 2 = 7. FRASES INCORRECTAS Na presente declaração há duas frases que estão incorrectas: 2+2=4 [6 x 2. •A última. 4. porque o resultado certo é 35. encontraram-se no meio da distância de 20 kms ao fim de 1 hora.5 210 .COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 3. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 11 .34 = 176 64 / 8 = 8 5 x 7 = 34 Quais as duas frases incorrectas ? A primeira e a última frase estão incorrectas: •A primeira. VOO DA MOSCA • Se cada homem corre a 10 kms/hora. ao fim de 1 hora voou 15 kms. • Se a mosca voa a 15 kms/hora.

negociar preços mais baixos e condições de pagamento a 6 meses". 12 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO . invocando razões orçamentais. sempre com a mesma razão: "custos muito elevados. As televisões transmitiram as declarações de Manuela Cabral explicando a solidariedade da 30" e dos seus 80 colaboradores com Gustavo dos Prazeres. Nas duas semanas seguintes. Frequentes telefonemas de jornalistas e de Clientes não permitiam a concentração necessária para o desenvolvimento do trabalho de criatividade da 30". em partes iguais. adiou os pagamentos devidos à 30" pelos trabalhos já desenvolvidos e recusava as propostas de produção de filmes publicitários e de colocação da campanha nos diferentes meios. até agora. na condição de serem adquiridas. fosse qual fosse a decisão dos Tribunais. com grande brilho e lucidez. arranca a campanha A JUSTIÇA É CEGA E JUSTA. Propõe a venda das suas acções aos trabalhadores. Os restantes clientes mantiveram-se fiéis à 30" e expressavam frequentes provas de solidariedade. Gustavo dos Prazeres é absolvido. muito bem sucedido. O Ministério da Justiça. Manuela Cabral assumiu a liderança da empresa. por cada um dos colaboradores da 30". A proposta é aceite e Manuela Cabral é designada Director-Geral da 30". o ambiente de trabalho era insuportável. 3 meses depois. Na semana seguinte. e assumindo que a empresa continuaria a sua actividade. em cuja inocência confiavam. Gustavo dos Prazeres não se sente disponível para continuar a trabalhar na 30".COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 4 GRUPO 30" Comunicar no tempo certo! SITUAÇÃO O Plano de Comunicação de Crise adoptado pela 30" revelou-se.

EXERCÍCIO 1.a empresa deverá também desenvolver uma estratégia de relançamento.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA DECISÃO A empresa tem agora que decidir sobre os próximos passos do seu Plano de Comunicação de Crise. definir as cores da empresa e do logótipo 5. Face aos transtornos que a situação provocou na empresa e ao longo tempo decorrido cerca de 3 meses . criar uma assinatura 4. definir o tipo de letra e as cores da marca e assinatura 6. redigir um comunicado à Imprensa apresentando a nova imagem da empresa 7. definir a estratégia a adoptar em termos de Comunicação de Crise 2. criar um novo logótipo para a empresa 3. definir (só enunciando) outras iniciativas julgadas relevantes e oportunas EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 13 .

ou em conjuntos de apenas duas das misturas ou. não sendo portanto passíveis de provocar dependência.lê-se no relatório do exame. A opinião pública acolheu bem a decisão da Companhia do Café de efectuar exames num laboratório nacional prestigiado e compreendeu as razões pelas quais a empresa decidiu suspender a venda do Café AGITAÇÃO.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA GRUPO SITUAÇÃO COMPANHIA DO CAFÉ O Plano de Comunicação de Crise adoptado pela Companhia do Café revelou-se. "A composição do lote de café que nos foi apresentada pela Companhia do Café para análise é constituída pela mistura de 3 lotes diferentes. Joana Costa manteve-se firme: "Só voltaremos a servir o Café AGITAÇÃO quando tivermos provas de que não provoca nenhum dos efeitos referidos na análise do laboratório alemão". este estaria disposto a fazer novas análises. As vendas acusaram uma ligeira quebra nas duas primeiras semanas após a publicação da notícia. com a composição adoptada ou qualquer outra. o Expresso publicou os resultados do exame e adiantou que. muito bem sucedido. até agora. num trabalho em que incluiu também as declarações de Joana Costa. quando em conjunto. ainda. O Expresso publicou os resultados do exame efectuado pelo laboratório alemão. quando isoladamente considerados. os quais. Em conclusão: trata-se de uma mistura de cafés absolutamente normal e inócua para a saúde pública" . Na sua edição seguinte. se apresentam de acordo com as normas internacionais e produzem os efeitos descritos pela Organização Mundial de Saúde. Joana Costa ficou tranquila. Quando o laboratório nacional concluiu os exames. 14 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO . Muitos Clientes manifestaram expressivas provas de solidariedade e incompreensão face à notícia do Expresso e pediram insistentemente que o Café AGITAÇÃO voltasse a ser servido. em contacto com o laboratório alemão. mesmo quando consumidos regularmente em períodos prolongados.

Tendo sido escrupulosamente verificados todos os requisitos usuais nestes testes. Joana Costa continuava a não servir o Café AGITAÇÃO. Só 3 semanas depois foram conhecidos os resultados.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA Entretanto. EXERCÍCIO 1. definir as cores da empresa e do logótipo 5. Foram. Face aos transtornos que a situação provocou na empresa e ao longo tempo decorrido cerca de 3 meses . tendo entrado ar na embalagem que deveria ser utilizada em vácuo. redigir um comunicado à Imprensa apresentando a nova imagem da empresa 7. o laboratório alemão informou que a primeira recolha de amostras foi efectuada sem as precauções usuais. definir a estratégia a adoptar em termos de Comunicação de Crise 2. criar uma assinatura 4. fiel ao princípio que adoptara desde o início. como se esperava. Num comunicado às agências internacionais.a empresa deverá também desenvolver uma estratégia de relançamento. definir o tipo de letra e as cores da marca e assinatura 6. definir (só enunciando) outras iniciativas julgadas relevantes e oportunas EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 15 . DECISÃO A empresa tem agora que decidir sobre os próximos passos do seu Plano de Comunicação de Crise. o segundo exame concluiu nos mesmos termos que o laboratório português. criar um novo logótipo para a empresa 3. negativos.

num trabalho em que incluiu também as declarações de João Costa. no qual atribuem a uma "deturpação grosseira" e a um "erro de recolha e tratamento de informação" a denúncia da similitude das campanhas de Portugal e do Panamá. Por iniciativa da Companhia de Ideias. De resto. muito bem sucedido.INOVAR.INOVAÇÃO. o termo Inovação não é exclusivo nem de Portugal nem do Panamá.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA GRUPO SITUAÇÃO COMPANHIA DE IDEIAS O Plano de Comunicação de Crise adoptado pela Companhia de Ideias revelou-se. não havia um único traço que pudesse tornar as campanhas iguais ou sequer confundíveis. de facto. até agora. apresenta desculpas à Companhia de Ideias. quer nos meios escolhidos para a divulgação quer nos conteúdos ou nas imagens. A opinião pública interpretou bem as explicações de João Costa. uma semelhança: as cores utilizadas nas duas campanhas eram. O gerente da Companhia dos Ideais. O Expresso publicou a notícia dando conta de que a Campanha PORTUGAL .INOVAÇÃO era copiada da campanha PANAMÁ . Os dois jornais publicaram as notícias e um comentário da Companhia dos Ideais. A Companhia dos Ideais retirou também o pedido de impugnação do concurso ganho pela Companhia de Ideias.INOVAR foram publicados no Expresso e no Diário Económico. 16 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO . que se lançou no mercado português há apenas um ano. predominantemente. a principal concorrente da Companhia de Ideias e derrotada no concurso do Ministério da Economia. a par com os planos entregues ao Ministério da Economia para a Campanha PORTUGAL . Havia. De facto. o verde e o vermelho. os principais instrumentos do Plano de Comunicação da Campanha PANAMÁ .

criar uma assinatura 4. EXERCÍCIO 1. definir a estratégia a adoptar em termos de Comunicação de Crise 2. DECISÃO A empresa tem agora que decidir sobre os próximos passos do seu Plano de Comunicação de Crise. definir as cores da empresa e do logótipo 5. criar um novo logótipo para a empresa 3. redigir um comunicado à Imprensa apresentando a nova imagem da empresa 7. definir o tipo de letra e as cores da marca e assinatura 6. O Ministério da Economia manteve a campanha nos mesmos termos que estava definida.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA Não obstante. Face aos transtornos que a situação provocou na empresa e ao longo tempo decorrido cerca de 3 meses .a empresa deverá também desenvolver uma estratégia de relançamento. definir (só enunciando) outras iniciativas julgadas relevantes e oportunas EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 17 . a campanha arrancou apenas 3 meses depois da data prevista.

COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA 18 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO .

Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS). cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia. através do Fundo Social Europeu. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social União Europeia Fundo Social Europeu EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 19 .COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA FICHA TÉCNICA Título: Comunicação e Imagem na Empresa Autoria: Daniel Soares de Oliveira Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego.

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Comunicação e Imagem na Empresa O Valor das Marcas .

a estabilidade. É um trabalho feito todos os anos nos Estados Unidos. a capacidade para ser competitiva em vários mercados muito diferentes entre si. • Publicarem relatórios financeiros e de marketing. Nos estudos colabora também a J. a localização. a liderança da marca no mercado. as 50 marcas mais valiosas e o seu valor em 2003. são listadas. a capacidade de ser competitiva. uma referência no mercado. 2 O VALOR DAS MARCAS . vendendo pelos menos um terço da sua produção fora do país de origem (em 2002. O conjunto das 100 maiores marcas globais vale 974 mil milhões de dólares. Em anexo. A fórmula final encontrada gera os vários factores de sucesso e insucesso de uma marca e dos seus produtos. actualmente. são necessários três pressupostos (dois em 2002): • A marca valer mais que 1 bilião de dólares. comparando-o com os dois anos anteriores. Morgan Chase & Company. P.52%) face a 2002. • A empresa ter dimensão internacional. Ao valor destes ganhos é abatido o chamado "risco do negócio". Para as empresas se qualificarem para este estudo. em colaboração com a Interbrand Corp. um misto de oportunidades e desafios. a capacidade de investimento. O estudo é. O método de análise e valoração é o seguinte: quanto é que as marcas vão ganhar no futuro. designadamente. A lista das 100 marcas globais mais valiosas do Mundo foi publicada em 4 de Agosto de 2003 pela Revista Business Week. a inovação.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA O VALOR DAS MARCAS Entre 2002 e 2003 não houve qualquer alteração na posição relativa das 10 primeiras marcas do Mundo. por ordem. o critério era 20%). superior em 5 mil milhões (+ 0.

beneficiando da integração da Compaq + 14% + 12% Hewlett. Agrupando as várias marcas por sectores de actividade. valorizaram-se face a 2002.0. 10 no material de transporte. Perderam valor o material de transporte (. Seguem-se 22 marcas na área da electrónica.11%). A Ásia inclui no ranking apenas 8 marcas (7 japonesas e uma sul-coreana). consequência de uma entrada muito forte na área dos terminais GSM.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA Entre estes dois anos. a par da desvalorização da Ford.13%) e os serviços ligados à restauração (. Analisando apenas as 50 mais valiosas (ver anexo).2. 5 nos serviços ligados à restauração e 1 em sectores diversos.87%). Regista-se também a entrada da L'Oreal. 12 na área têxtil. As quatro maiores valorizações deram-se em empresas ligadas à electrónica. tecnologias de informação e software: Samsung + 31%. verifica-se a valorização da Toyota e da BMW. 62 marcas ganharam valor e 34 viram o seu valor diminuir. constituído por 29 marcas. os produtos de consumo corrente (+ 0.52%). Destes grupos. As restantes 29 são europeias (em 8 países). da Xerox e da Apple. 11 nos serviços financeiros. a electrónica (+ 2. a têxtil e moda (+ 0.51%). os serviços financeiros (. O VALOR DAS MARCAS 3 . constata-se que o grupo mais numeroso é o dos produtos de consumo corrente (fast moving consumer goods). com características inovadoras e novos serviços + 18%.4.Packard SAP DELL De notar que 72 das 100 marcas mais valiosas são norte-americanas.09%).

descendo duas posições). Entre a 51ª e a 100ª posição encontram-se marcas como PIZZA HUT (51ª. ganho de uma posição)). KLEENEX (54ª. DURACELL (71ª. subindo quatro posições).COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA Ainda neste grupo das 50 mais. SHELL (83ª). 4 O VALOR DAS MARCAS . a par da Alemanha. MOBIL (91ª. COLGATE (56ª.caso curioso. BARBIE (97ª. Coreia do Sul. subindo uma posição . Reino Unido e Suécia.21ª). subindo 2 posições). desceu uma posição). dado que a marca Nescafé vale mais que a marca da casa-mãe . NESTLÉ (60ª. ADIDAS (67ª. Suiça. subindo 3 posições). encontramos: • 34 marcas norte-americanas • 5 japonesas • 4 alemãs • 2 francesas As restantes repartem-se pela Finlândia (um dos dois países. descendo duas posições) ou. a "intrometer-se" no domínio norte-americano das 10 maiores). no fim da lista. a Johnnie Walker (99ª) e a Jack Daniels (100ª).

P.37 20.57 17.40 16.05 6.35 5.71 7.41 9.17 51.17 7.57 7.45 65.14 9.09 51.45 16.44 7.69 10.37 15.85 10.04 32.20 11.84 11.67 35.79 15.59 25.78 19.78 18.59 10.06 14.64 13.14 11.26 26.38 24.06 7.94 6.60 MARCA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 COCA COLA MICROSOFT IBM GE INTEL NOKIA DISNEY McDONALD´S MARLBORO MERCEDES TOYOTA HEWLETT-PACKARD CITYBANK FORD AMERICAN EXPRESS GILLETTE CISCO HONDA BMW SONY NESCAFÉ BUDWEISER PEPSI ORACLE SAMSUNG MORGAN STANLEY MERRILL LYNCH PFIZER DELL MERCK J.19 41.35 11.11 29.02 8.22 6.86 18.31 11.22 15.21 14.18 21.78 11.19 7.19 7.34 6.27 7.69 9.19 6.27 9.37 9.29 14.34 11.75 42.98 19.40 34.15 12.75 USA USA USA USA USA PAÍS Finlândia USA USA USA Alemanha Japão USA USA USA USA USA USA Japão Alemanha Japão Suiça USA USA USA Coreia Sul USA USA USA USA USA USA Japão USA USA Alemanha USA Reino Unido USA Japão USA USA Alemanha Suécia USA França USA França USA USA USA O VALOR DAS MARCAS 5 .87 7.77 42.67 6.63 15.01 6.58 17.07 52.83 15.71 6.58 5.35 7.95 8.19 8.26 7.04 6.92 15.51 8.34 31.11 13.12 8.95 65.73 18.05 6.44 28.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA VALOR 2003 Biliões USD 70.60 5.07 16.68 7.31 30.08 5.09 16.01 19.01 13.72 7.32 5.53 7.43 13.89 11.25 10.52 10.55 6.92 6.64 64.28 5.78 6.69 7.22 7.70 22.72 9.01 5.15 21.46 7.55 7.29 22.46 10.41 VALOR 2001 Biliões USD 68.31 5.26 10.10 7.04 24.84 12.30 17.77 9.31 8.MORGAN NINTENDO NIKE KODAK SAP GAP HSBC KELLOGG´S CANON HEINZ GOLDMAN SACHS VOLKSWAGEN IKEA HARLEY-DAVIDSON LOUIS VUITTON MTV L'OREAL XEROX KENTUCKY F C APPLE VALOR 2002 Biliões USD 69.80 6.98 15.58 5.23 9.01 30.90 12.07 20.86 15.86 29.08 5.67 9.24 9.96 16.78 7.21 6.97 29.05 21.83 7.

Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS). através do Fundo Social Europeu.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA FICHA TÉCNICA Título: Comunicação e Imagem na Empresa Autoria: Daniel Soares de Oliveira Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego. cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social União Europeia Fundo Social Europeu 6 O VALOR DAS MARCAS .

Comunicação e Imagem na Empresa Frases Interessantes .

David Ogilvy A nossa primeira prioridade são as pessoas que trabalham na companhia. Presidente da Virgin 2 FRASES INTERESSANTES . Finalmente. é necessário acreditar. Benjamin Franklin Para conseguirmos grandes resultados. os clientes ficam satisfeitos e os accionistas beneficiam com os sucessos da companhia. os accionistas. Peter Drucker A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. Peter Drucker Não julguemos cada dia por aquilo que colhemos mas sim pelas sementes que lançamos. os clientes. seremos uma empresa de gigantes. Os que olham só para o passado ou para o presente podem estar certos de que vão perder o futuro. se contratarmos pessoas maiores que nós.COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA FRASES INTERESSANTES “Innovate or evaporate”. se os trabalhadores estiverem motivados. não basta actuar. ninguém está a pensar. John F. não basta planear. Autor Anónimo A imaginação é mais importante que o conhecimento. Porque. o negócio tem duas funções básicas: marketing e inovação. Tudo o resto são custos. é necessário sonhar. Kennedy A capacidade para aprender mais depressa que os concorrentes pode ser a única vantagem competitiva. Chefe de Departamento da Royal Dutch Shell Se o que se pretende é criar um cliente. Depois. a empresa transforma-se numa organização de anões. Richard Branson. Albert Einstein A mudança é a lei da vida. O marketing e a inovação produzem resultados. Arie De Geus. Robert Louis Stevenson Se todos pensam o mesmo. Anatole France Se contratarmos pessoas mais pequenas do que nós.

Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS). cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social União Europeia Fundo Social Europeu FRASES INTERESSANTES 3 .COMUNICAÇÃO E IMAGEM NA EMPRESA FICHA TÉCNICA Título: Comunicação e Imagem na Empresa Autoria: Daniel Soares de Oliveira Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego. através do Fundo Social Europeu.

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ATRIBUTOS DE IMAGEM ATRIBUTOS DE IMAGEM Slide 1 .

as emoções e as convicções que transmitimos aos nossos clientes • São as percepções que os nossos clientes têm de nós Slide 2 .ATRIBUTOS DE IMAGEM O QUE SÃO OS ATRIBUTOS DE IMAGEM • São as sensações.

LUTADORA face à concorrência • DISCRETA face à concorrência • MODERNA em termos de instalações Slide 3 . SEGURA do ponto de vista financeiro • DINÂMICA em termos de publicidade e novos serviços • AGRESSIVA.I • SÓLIDA. FORTE. COMBATIVA.ATRIBUTOS DE IMAGEM QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE IMAGEM .

ATRIBUTOS DE IMAGEM QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE IMAGEM .II • PRÓXIMA do Cliente • ORIENTADA para o Cliente • COMPETENTE. EFICAZ. ORGANIZADA • ÁGIL E FLEXÍVEL na resposta ao Cliente • Com POLÍTICA DE EXPANSÃO INTERNACIONAL ambiciosa • FOCADA no mercado nacional Slide 4 .

PREOCUPADA com a sociedade • PREOCUPADA com o ambiente Slide 5 . INTUITIVA para novos negócios • TRANSPARENTE. de CONFIANÇA • BOA RELAÇÃO Q/$ • HUMANA. IDÓNEA.III • INOVADORA em termos de tecnologia • PIONEIRA. VISIONÁRIA.ATRIBUTOS DE IMAGEM QUAIS SÃO OS ATRIBUTOS DE IMAGEM .

ATRIBUTOS DE IMAGEM LIGAÇÃO COM A SOCIEDADE A imagem constrói-se também através de uma política consistente e adequada de patrocínios a eventos ou a realizações com forte impacto na sociedade Slide 6 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM EXEMPLOS DE PATROCÍNIOS DE DIMENSÃO NACIONAL • EURO 2004 • MEIA MARATONA • Recuperação e preservação de monumentos históricos • Seminários e conferências • Exposições e prémios de arte Slide 7 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM EXEMPLOS DE PATROCÍNIOS DE DIMENSÃO LOCAL • Desporto em geral e futebol em particular • Infra-estruturas para os concelhos (bibliotecas. pavilhões desportivos) • Apoio a organizações sem fins lucrativos • Feiras locais • Espectáculos musicais Slide 8 . espaços públicos de lazer.

Porto Slide 9 antigo da REVIGRÉS . apoiando ao mesmo tempo os grandes clubes • Excepção: patrocínio ao F.C. da PT e do BES.ATRIBUTOS DE IMAGEM EXEMPLOS DE PATROCÍNIOS A EVITAR • Organizações partidárias • Confissões religiosas • Clubes desportivos e rivalidade de grande expressão • Regra: exemplo PARMALAT com Benfica e opções posteriores da TELECEL/VODAFONE.

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL • A Imprensa Local – jornais. revistas e rádios – é o espelho da sociedade • Uma boa relação com os Directores dos órgãos de comunicação social e com os jornalistas é fundamental para a divulgação da imagem que pretendemos transmitir Slide 10 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS Slide 11 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • A Organização “Superbrands” é uma entidade independente. fidelização e aceitação Slide 12 . longevidade. que tem como objectivo promover o reconhecimento de marcas excepcionais nos domínios do mercado. goodwill.

garantindo que só as Supermarcas de cada país obtêm a credenciação Superbrands Slide 13 .ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • A Organização confere o estatuto de Superbrand a marcas consideradas dignas destas distinções pelos Conselhos Superbrands. altamente respeitadas no meio. e seleccionadas pelos seus profundos conhecimentos e envolvimento no domínio das marcas e na disciplina de branding. constituídos por personalidades.

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • Uma Marca Superbrand oferece uma forte e significativa vantagem. que os consumidores consciente ou subconscientemente querem e reconhecem. emocional e física sobra as suas concorrentes. pelo que estão dispostos a pagar um valor superior por ela… Slide 14 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • Portugal foi o 29º país escolhido pela Superbrands para criar uma edição anual que distinguisse as 50 marcas mais cotadas no país Slide 15 .

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS Slide 16 .

a Superbrands atribuiu. em 2004. que distinguem as marcas mais pontuadas em cada critério de avaliação Slide 17 . nove Prémios de Excelência.ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • Das 50 marcas de excepção em Portugal.

ATRIBUTOS DE IMAGEM AS SUPERBRANDS • CONFIANÇA BARCA VELHA • MARKETING EXCEPCIONAL OPTIMUS • NOTORIEDADE COCA-COLA • TRADIÇÃO PORTO FERREIRA • SOLIDEZ FINANCEIRA EDP • IRREVERÂNCIA MARTINI • RELAÇÃO AFECTIVA FNAC • VALOR PARA O CLIENTE MIMOSA • MARCA IMPAR Slide 18 VIA VERDE .

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO ÇÃO O “BRIEFING” DA COMUNICA COMUNICAÇÃO Slide 1 .

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO DEFINIÇÃO • A Comunicação Empresarial é a função que. em subordinação com o Plano Estratégico da Empresa e com os objectivos nele expressos ou implícitos. tem a missão de: organizar planear executar controlar avaliar todas as acções de comunicação da empresa Slide 2 .

concepção. colocada ao mais alto nível da organização.BRIEFING DA COMUNICAÇÃO MODELOS • CENTRALIZADO A empresa dispõe de uma estrutura própria. reservando para si apenas o controle e a avaliação Slide 3 . e assume pelos seus meios todas as tarefas de planeamento. controlo e avaliação das acções de comunicação • DESCENTRALIZADO A empresa define os seus objectivos. execução. concepção e execução das suas acções de comunicação a agências especializadas. delegando todas as tarefas de planeamento.

pois permite resposta mais rápida em situações excepcionais (exemplo: comunicação interna e de crise) • Solução cara.BRIEFING DA COMUNICAÇÃO MODELO CENTRALIZADO • Tudo é criado. devido ao peso dos custos fixos Slide 4 . controlado e avaliado dentro da organização • Apenas pontualmente são utilizados serviços de especialistas externos • Solução eficiente.

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO MODELO DESCENTRALIZADO • Permite manter os custos fixos a níveis moderados • Possibilita a utilização de uma assistência qualificada • Pode criar vulnerabilidade estratégica. na medida em que transfere para terceiros o conhecimento de detalhes do negócio • Exige uma enorme confiança na agência em termos de idoneidade e valores éticos Slide 5 .

concentram-se as tarefas de gestão global da comunicação. concepção e execução de programas e projectos • As agências desenvolvem tarefas específicas • É o modelo mais utilizado Slide 6 . bem como planeamento.BRIEFING DA COMUNICAÇÃO MODELO MISTO • Convergem na organização um departamento próprio e os serviços prestados por agências especializadas • Na empresa.

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO O “BRIEFING” • Elaboração de diagnóstico • Análise de mercado • Descrição do produto ou serviço • Identificação e descrição da concorrência • Determinação de objectivos • Calendarização • Identificação de recursos • Orçamentação • Definição e escolha de estratégias e públicos-alvo • Controlo • Avaliação de resultados Slide 7 .

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO O “BRIEFING” • O “briefing” da comunicação concentra todos os procedimentos normais do Plano de Comunicação da empresa. valorizando todos os aspectos da comunicação dentro da organização ou desta para os especialistas externos contratados para o desenvolvimento de tarefas específicas Slide 8 .

BRIEFING DA COMUNICAÇÃO O “BRIEFING” • O “briefing” da comunicação destina-se a esclarecer todos os métodos e procedimentos de avaliação dos trabalhos desenvolvidos – dentro da organização ou junto de especialistas externos – nas fases de definição de conteúdos e mensagens. preciso. minucioso e detalhado • Definir níveis de decisão e responsabilidade • Definir calendários e prazos Slide 9 . de concepção de imagem e de escolha de meios • Tem que: • Ser claro.

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A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICA ÇÃO DE CRISE COMUNICAÇÃO Slide 1 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE • CRISE • qualquer situação imprevista que ameaça a desagregação de um sistema • COMUNICAÇÃO DE CRISE • conjunto de procedimentos orientados para a explicação junto dos diferentes públicos das medidas adoptadas para a resolução da situação Slide 2 .

Rádio e Televisões. amplificando a situação e exigindo a adopção de medidas adequadas e eficazes para evitar a ampliação dos efeitos da crise Slide 3 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE CRISE • A crise acarreta uma enorme pressão mediática sobre os acontecimentos e sobre os seus protagonistas • A pressão dos media e a pressão da opinião pública sobre a Comunicação Social proporcionaram o envolvimento da Imprensa.

porque: • Pode comprometer um projecto de empresa ou de produto • Pode descredibilizar a organização • Pode provocar perigos para a saúde pública • Pode pôr em causa a segurança • Pode inviabilizar postos de trabalho Slide 4 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE CRISE • O tratamento das situações de crise é cada vez mais exigente.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE CRISE • A crise surge. normalmente. no próprio momento Slide 5 . mesmo nas situações em que era previsível e em que a organização tinha já um plano de comunicação específico. de forma imprevista mas. surgem sempre factores desconhecidos que exigem um acompanhamento e resposta.

económica ou social • Declarações de líderes políticos • Medidas governamentais Slide 6 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE CRISE • Crises endógenas • Greves • Acidentes • Perturbações internas • Crises exógenas • Crise política.

determinando redução de produção ou suspensão de prestação de serviços. financiadores e fornecedores Slide 7 . que podem comprometer a fidelização dos clientes e a confiança dos investidores.A COMUNICAÇÃO DE CRISE GREVES • Situação típica de crise. normalmente amplificada pela Comunicação Social.

mais ou menos duradouramente. a exploração económica Slide 8 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE ACIDENTES DE ELEVADA SINISTRALIDADE • Dissuadem os utilizadores de utilizar o meio de transporte atingido ou o local do acidente. comprometendo.

em especial quando são hostilizados pela comunidade. por grupos de pressão ou pela Comunicação Social Slide 9 . criando repercussões graves na sua actividade.A COMUNICAÇÃO DE CRISE ACIDENTES DE NATUREZA ECOLÓGICA • Afectam a imagem e a credibilidade da organização.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE PERTURBAÇÕES INTERNAS • Salários em atraso. redução de turnos de trabalhos. despedimentos – situações que comprometem a confiança e que podem criar a amplificação dos factores de crise Slide 10 . encerramento de secções da empresa. dívidas a fornecedores.

adiamento de projectos de crescimento e desemprego Slide 11 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE CRISE POLÍTICA. encerramento de empresas. ECONÓMICA OU SOCIAL • As empresas são afectadas quando surgem sinais de crise política. económica ou social. o que pode provocar redução dos níveis de confiança dos empresários e dos investidores.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE DECLARAÇÕES DE LÍDERES POLÍTICOS • Declarações de dirigentes políticos e de membros do Governo. quando orientadas num certo sentido e com uma certa determinação. podem provocar retracção nos investimentos e diminuição da confiança dos cidadãos Slide 12 .

a nível legislativo. influencia o comportamento da sociedade.A COMUNICAÇÃO DE CRISE MEDIDAS GOVERNAMENTAIS • A acção governativa. quer se trate de medidas expansionistas quer se trate de medidas restritivas Slide 13 .

por vezes. também Slide 14 . chega à Comunicação Social • Não comentar.A COMUNICAÇÃO DE CRISE O BOATO E OS RUMORES • É a arma mais agressiva e de mais difícil gestão • Corre publicamente. pode ser interpretado como sinal de confirmação • Desmentir.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO DE CRISE • As situações de crise partem: • do exterior para o interior • do interior para o exterior • Mas afectam sempre a empresa. provocando desestabilização Slide 15 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO DE CRISE • No plano interno: • Afectam a motivação dos recursos humanos • Geram desconfiança e insegurança • Provocam conflitos e eventuais bloqueamentos de produção • No plano externo. provocam: • afastamento dos consumidores e dificuldades de aprovisionamento e financiamento • Quebra nas cotações bolsistas Slide 16 • Degradação da imagem institucional da empresa .

exige um tratamento prudente e minucioso do plano de comunicação específico de cada situação • As crises são acompanhadas passo a passo pela Comunicação Social. incontrolável Slide 17 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO DE CRISE • O interesse mediático das situações de crise. por vezes. o que permite que se desenvolvam a uma velocidade. sempre que provocam dramatismo e emotividade.

os jornalistas exploram: • a imprevisibilidade das situações • a incapacidade de resposta imediata por parte da organização • o factor surpresa • a ideia de que sabem mais do que realmente sabem interpretando de forma errada os silêncios e os depoimentos e extraindo conclusões que podem ter repercussões gravíssimas Slide 18 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO DE CRISE • Por vezes.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO DE CRISE • Comunicação mediática • Visa os públicos externos da empresa e a generalidade da opinião pública • Comunicação interna • Visa os públicos internos Slide 19 .

com concentração de todos os poderes de decisão Slide 20 .A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO MEDIÁTICA • A comunicação mediática exige grande concentração: • Constituição do “gabinete de crise” e definição das responsabilidades de cada um dos seus elementos • Designação do líder.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO MEDIÁTICA • A comunicação mediática exige também: • Estudo pormenorizado da situação • Adopção de medidas adequadas • Definição do transmissão “discurso oficial” e sua Slide 21 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE A COMUNICAÇÃO MEDIÁTICA • Não pode ser feita pelo silêncio ou pela negação cega e inconsequente dos factos • Têm que ser afirmativa e: • Segura • Firme • Determinada • Serena Slide 22 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DE CRISE • Definir claramente o problema • Isolar a situação de crise de todos os outros sectores da empresa • Separar os aspectos relacionados com a resolução técnica dos aspectos relacionados com as acções de comunicação • Preparar diferentes alternativas de actuação • Prever as questões a colocar pela Comunicação Social e definir antecipadamente a resposta Slide 23 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DE CRISE • Adoptar uma estratégia de comunicação pela afirmação e nunca pelo silêncio • Personalizar e concentrar numa só pessoa a condução de toda a comunicação • Evitar declarações dispersas e contraditórias • Assegurar controle absoluto e rigoroso de toda a comunicação para o exterior Slide 24 .

A COMUNICAÇÃO DE CRISE ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DE CRISE • Manter informados os públicos internos e. os Sindicatos e as Comissões de Trabalhadores • Se conveniente. estar acompanhado por representantes dos trabalhadores nas Conferências de Imprensa e noutras acções junto da Comunicação Social • Acompanhar todas e cada uma das reacções da concorrência e as notícias da Comunicação Social Slide 25 . se for o caso.

A COMUNICAÇÃO DE CRISE ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DE CRISE • Ultrapassada a crise. adoptar iniciativas fortes e afirmativas orientadas para o restabelecimento da credibilidade e da confiança: • Dos trabalhadores • Dos públicos externos • Dos fornecedores • Dos financiadores Slide 26 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICA ÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO Slide 1 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Investir em publicidade sem ter por base uma estratégia de comunicação global da empresa não gera. em nenhuma circunstância. qualquer retorno efectivo Nestes casos. quem fica a ganhar são as agências de publicidade e os gestores dos espaços publicitários Mas não quem pagou a campanha Slide 2 .

compreendendo: • as suas necessidades • os seus interesses • as suas motivações de compra Slide 3 .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Num mercado em permanente evolução. a comunicação empresarial assume na empresa um papel de importância primordial NÃO BASTA PRODUZIR MAIS OU VENDER MAIS ! • É fundamental. antes de mais: • conhecer: • o mercado • as oportunidades que o mercado nos proporciona • os segmentos e os nichos do mercado • adaptação ao gosto do consumidor.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Num mercado em permanente evolução. a comunicação empresarial assume na empresa um papel de importância primordial É AINDA FUNDAMENTAL CONHECER E AVALIAR: • o nosso produto • os seus pontos fortes e fracos • a concorrência • a sua estratégia • a sua posição no mercado • as oportunidades e as ameaças Slide 4 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Num mercado em permanente evolução. FUNDAMENTAL: • inovar • qualidade na produção • capacidade de tornar percebida a qualidade • preços aceites pelo mercado • estabilidade laboral Slide 5 . a comunicação empresarial assume na empresa um papel de importância primordial É. TAMBÉM.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Num mercado em permanente evolução. FINALMENTE. FUNDAMENTAL: • credibilidade junto da opinião pública • confiança dos financiadores • capacidade de diferenciação • conseguir responder a situações de crise • desenvolver uma identidade própria Slide 6 . a comunicação empresarial assume na empresa um papel de importância primordial É.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O QUE É COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL ? É a função da gestão que visa agregar e optimizar a comunicação da empresa: • conferindo coerência e unidade • integrando a estratégia global • racionalizando os custos • construindo a diferença • contribuindo projectos para a concretização dos • fortalecendo a cultura da organização Slide 7 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO receptor receptor emissor MENSAGEM MENSAGEM O CICLO DA COMUNICAÇÃO: FONTE EMISSOR MENSAGEM CANAL Slide 8 CÓDIGO RECEPTOR .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Os 5 “W” de Lasswell (anos 50): WHO ? WHAT ? HOW ? TO WHOM ? WHY ? (quem é o emissor) (qual é a mensagem) (qual o meio) (quem é o receptor) (qual é o objectivo) Slide 9 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO QUEM COMUNICA ? QUAIS SÃO AS FONTES ? • Publicidade • Produtos • Dirigentes e Pessoal da Empresa WHO ? WHAT ? HOW ? TO WHOM ? WHY ? Slide 10 • Comunicação Social • Distribuidores • Associações • Grupos de Pressão QUAIS AS FONTES QUE DOMINAMOS E AS QUE NÃO DOMINAMOS ? QUAL A IMAGEM DAS FONTES E QUAL O SEU IMPACTO NA COMUNICAÇÃO ? .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO QUAL É A MENSAGEM ? QUE MENSAGEM QUEREMOS TRANSMITIR ? WHO ? WHAT ? HOW ? TO WHOM ? WHY ? Slide 11 QUE MENSAGEM QUERÍAMOS TER TRANSMITIDO ? QUE MENSAGEM FOI REALMENTE PERCEBIDA ? .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO QUAL O MEIO ? ATRAVÉS DE QUE CANAL OU CANAIS ? OS CANAIS ESCOLHIDOS LEVAM A MENSAGEM ATÉ AOS PÚBLICOS PRETENDIDOS? OS CANAIS ESCOLHIDOS VALORIZAM A MENSAGEM ? WHO ? WHAT ? HOW ? TO WHOM ? WHY ? Slide 12 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO QUAIS SÃO OS ALVOS ? QUAL O ALVO GLOBAL ? QUAL O CENTRO DO ALVO ? WHO ? WHAT ? HOW ? A COMUNICAÇÃO ESTÁ DEVIDAMENTE DIRIGIDA ? O PÚBLICO “FORA DOS ALVOS” ATINGIDO PELA NOSSA MENSAGEM PODERÁ SER IMPORTANTE ? TO WHOM ? WHY ? Slide 13 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO QUAL ERA O OBJECTIVO ? QUAL FOI O RESULTADO ? COMO PODEREMOS DESVIOS ? EXPLICAR OS WHO ? WHAT ? HOW ? TO WHOM ? O QUE SERÁ PRECISO MODIFICAR PARA SER MAIS EFICAZ NO FUTURO ? WHY ? Slide 14 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO A “Galáxia de Guthemberg” de McLuhan (anos 60) A mensagem é o meio O meio de transmissão da mensagem é mais importante do que o conteúdo Slide 15 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO receptor receptor emissor MENSAGEM MENSAGEM A MENSAGEM PODE FALHAR Por erros do emissor Por escolha errada do canal adequado Por não ser entendida pelo receptor Slide 16 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO receptor receptor emissor MENSAGEM MENSAGEM A MENSAGEM PODE FALHAR Num mundo em que o conhecimento está acessível a todos e em que todos temos obrigação de saber como chegar ao conhecimento. A MENSAGEM Slide 17 PODE FALHAR .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO OS EMISSORES PRIVILEGIADOS: Pessoas que gozem de prestígio na sociedade Líderes Políticos Artistas Desportistas Comentadores e Analistas Slide 18 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO OS RECEPTORES: Os incondicionais Os críticos Os que correm atrás da “novidade” Os sensíveis às “modas” Os que se gabam de não serem influenciáveis Slide 19 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO A EFICÁCIA DA COMUNICAÇÃO DEPENDE DA CAPACIDADE DE: transmitir a mensagem adequada através do meio certo no momento oportuno aos receptores desejados Slide 20 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A GESTÃO DE UMA EMPRESA IMPLICA: • Identificação e previsão das necessidades a satisfazer • Identificação e previsão das necessidades a criar • Determinação dos objectivos a prosseguir • Definição das acções necessárias para atingir os objectivos • Avaliação dos recursos disponíveis • Escolha da acção adequada face aos recursos existentes • Executar a decisão • Avaliar os resultados Slide 21 .

Sindicais e outras • Comunicação Social • Líderes de Opinião Slide 22 .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO QUEM SÃO OS PÚBLICOS DA EMPRESA ? • Colaboradores da Empresa • Clientes • Fornecedores • Banca e Instituições Financeiras • Administração Pública Central e Local • Autoridades fiscais • Associações Empresariais.

NOTORIEDADE DA EMPRESA 5. IDENTIDADE DA EMPRESA 4. IMAGEM DA EMPRESA Slide 23 . CULTURA DA EMPRESA 3.COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO 1. PROJECTO DE EMPRESA 2.

de forma a: • melhorar a competitividade • aumentar a produtividade • tornar a organização rentável • • • • ajustando interesses compatibilizando divergências gerando motivação formando uma equipa unida espírito de entre-ajuda Projecto de Empresa Cultura da Empresa Identidade da Empresa Notoriedade da Empresa Imagem da Empresa com Slide 24 .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO Visa a definição e prossecução dos objectivos económicos e sociais da empresa e a participação criativa e interessada de todos os seus elementos nas actividades comuns.

como consequência lógica e natural. do Projecto da Empresa Projecto de Empresa Não pode ser imposta É um processo natural. resultante adesão espontânea e interessada todos os elementos da empresa da de Cultura da Empresa Identidade da Empresa Notoriedade da Empresa Imagem da Empresa É a expressão adequada do bem-estar interno.COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO Advém. da imagem e da qualidade de vida da empresa Slide 25 .

sigla. englobando elementos objectivos como o nome ou denominação. as cores institucionais. o logótipo.COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO (corporate identity) Projecto de Empresa Cultura da Empresa Identidade da Empresa Notoriedade da Empresa Imagem da Empresa Permite que a empresa seja reconhecida pelos seus públicos. além de outros elementos de carácter não visual Slide 26 . a marca.

indicando o seu nome sem qualquer auxílio Dirigida – a % de pessoas que reconhecem a empresa depois de indicados determinados dados Projecto de Empresa Cultura da Empresa Identidade da Empresa Notoriedade da Empresa Imagem da Empresa Slide 27 .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO É o grau ou nível de conhecimento que o público tem da empresa. independentemente da opinião – positiva ou negativa. favorável ou desfavorável É avaliada de forma: Espontânea – a % de pessoas que afirmam conhecer a empresa.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO (corporate image) Projecto de Empresa Cultura da Empresa Identidade da Empresa Notoriedade da Empresa É a forma como o público olha. aprecia e valoriza a empresa É a opinião que o público tem a respeito da empresa Essa opinião pode corresponder ou não à imagem que a empresa pretende transmitir Uma coisa é a “imagem percebida” outra coisa é a imagem que a empresa pretende divulgar Slide 28 Imagem da Empresa .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO E MARKETING COMUNICAÇÃO • Relações Públicas • Publicidade MARKETING Slide 29 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO E MARKETING COMUNICAÇÃO • Relações Públicas Consiste num conjunto de métodos e técnicas orientadas para estabelecer e manter um entendimento recíproco entre a empresa e os seus públicos Slide 30 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO E MARKETING COMUNICAÇÃO • Publicidade Consiste em orientar a atenção do público para um determinado bem ou serviço visando facilitar e promover a sua aquisição Slide 31 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO E MARKETING MARKETING É um processo de intervenção que visa a articulação entre a oferta e a procura. adaptando-os às preferências dos consumidores e sobre os consumidores. actuando: sobre a produção e sobre o produto ou serviço. com vista à aquisição do produto ou utilização do serviço Slide 32 .

tendo por objectivo a divulgação coerente da empresa e das suas actividades junto dos diferentes públicos.COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL É uma função da gestão mais abrangente. de forma a que estes lhe reconheçam credibilidade e reputação. reajam favoravelmente às suas iniciativas e optem pelo consumo dos seus produtos ou serviços Slide 33 . exercida através de vários instrumentos.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO E IMAGEM EMPRESA COMUNICAÇÃO E IMAGEM EMPRESA Slide 34 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO Não há comunicação DA empresa que não suponha e exija comunicação NA empresa A comunicação começa NA empresa: envolvendo as pessoas que fazem parte da organização mantendo-as informadas ouvindo as suas opiniões e sugestões mantendo um espírito de equipa e entre-ajuda Slide 35 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO NA EMPRESA DA EMPRESA • SOBRE O QUÊ • COM QUEM • ATRAVÉS DE QUE MEIOS • DE QUE FORMA Slide 36 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO SOBRE O QUÊ • produtos e serviços • política de recursos humanos • avaliação de desempenho • promoções e iniciativas comerciais • gestão das reclamações de Clientes • situação geral da empresa • objectivos de curto. médio e longo prazo Slide 37 NA EMPRESA .

com as pessoas que têm a responsabilidade do contacto com o Cliente NA EMPRESA Slide 38 .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO COM QUEM • todas as pessoas que fazem parte da organização. seja qual for a sua função e nível de responsabilidade • em especial.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO NA EMPRESA ATRAVÉS DE QUE MEIOS • DIÁLOGO • reuniões gerais da empresa e por sectores ou áreas • comemorações de aniversário e festas anuais • caixa de sugestões • jornal interno Slide 39 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO DE QUE FORMA • CLARA • PRECISA • EXPLÍCITA • DETALHADA sempre que conveniente NA EMPRESA Slide 40 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO NA EMPRESA A COMUNICAÇÃO DA EMPRESA • SOBRE O QUÊ • COM QUEM • ATRAVÉS DE QUE MEIOS • DE QUE FORMA Slide 41 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO SOBRE O QUÊ • objectivos e estratégia • localização • produtos e serviços • dimensão • responsáveis DA EMPRESA Slide 42 .

sociais e DA EMPRESA • associações sindicais e empresariais • escolas e universidades Slide 43 • comunicação social .COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO COM QUEM • clientes • fornecedores • parceiros do negócio • banca • líderes locais religiosos) (políticos.

convencionais ou por e-mail • folhetos ou desdobráveis de apresentação • reuniões com clientes. fornecedores. Publicidade e Relações Públicas • patrocínio de eventos • Internet e newsletters.COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO DA EMPRESA ATRAVÉS DE QUE MEIOS • Marketing. líderes locais • comemorações de aniversário e festas anuais Slide 44 • entrevistas e reportagens na Comunicação Social . banca.

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO DE QUE FORMA • ambiciosa • responsável • consistente • idónea • transparente DA EMPRESA Slide 45 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A comunicação tem que existir: • dentro da empresa • para fora da empresa Mas o ciclo da comunicação só se organização instituir. desenvolver permanentemente um sistema de completa se a e aperfeiçoar COMUNICAÇÃO PARA DENTRO DA EMPRESA Slide 46 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO PARA A EMPRESA É uma consequência dos nossos tempos O consumidor tem cada vez mais direitos. sabe que tem direitos e conhece a forma de exercer esses direitos A aproximação da empresa aos Clientes exige o conhecimento dos Clientes e que lhes seja dada “voz” De que maneira ? Slide 47 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO PARA A EMPRESA As formas “clássicas”: • Livro de reclamações • Caixa de reclamações • Caixa de sugestões dos Clientes Slide 48 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO PARA A EMPRESA As formas “contemporâneas”: • Inquéritos de satisfação dos Clientes • Consulta no ponto de venda • Estudos de imagem (internos ou externos) Slide 49 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A EMPRESA E A COMUNICAÇÃO A COMUNICAÇÃO PARA A EMPRESA e – imperativa exige uma Mas esta política – necessária numa empresa moderna e actual prática regular muito importante: • recolher. analisar e discutir as reclamações dos Clientes • tratar adequadamente os dados de imagem Slide 50 .

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO O NOVO CICLO DE COMUNICAÇÃO emissor MENSAGEM MENSAGEM receptor receptor RETORNO RETORNO Slide 51 .

.

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA A COMUNICA ÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO Slide 1 .

contemplando: • os objectivos a atingir • os recursos a utilizar Slide 2 .A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA A selecção dos instrumentos de comunicação e a sua integração em planos de comunicação é feita em função da estratégia adoptada.

por forma a que sejam • perceptíveis • memorizadas • mobilizadoras de interesse aconselha a utilização simultânea e coordenada de um conjunto de instrumentos Slide 3 .A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA A veiculação das mensagens e a sua repetição controlada.

por forma a que não se perca o objectivo essencial de desenvolver uma imagem favorável e positiva junto dos mercados apenas porque falhou a atenção aos pormenores Slide 4 .A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA Não se trata apenas de gerir bem os principais instrumentos de comunicação e cada uma das sua ferramentas Há que estar atento a muitos outros aspectos.

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA SIM ! A IMAGEM PRETENDIDA PELA EMPRESA “amiga do ambiente” MAS .. A IMAGEM PERCEBIDA PELOS CLIENTES Os veículos são antigos.. poluentes e mal conservados Os vendedores apresentamse com ar desinteressado e pouco confiante “preocupada com os aspectos sociais” Slide 5 .

A IMAGEM PERCEBIDA PELOS CLIENTES As fábricas têm aspecto antiquado. os edifícios e instalações estão mal mantidos Não aceitam encomendas por “e-mail” nem tem “site” “modernidade” “organização actual” Slide 6 .A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA SIM ! A IMAGEM PRETENDIDA PELA EMPRESA MAS ...

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA As pessoas (no seu comportamento e atitude) e os equipamentos (no seu aspecto) fazem parte da organização e têm que transmitir a imagem da organização É essencial assegurar coerência entre cada um dos diferentes instrumentos de comunicação Slide 7 .

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA Não basta que: • os veículos da empresa usem as cores da organização • os cartões de visita adoptem o mesmo estilo gráfico • a publicidade adopte os símbolos da marca Slide 8 .

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA É essencial que todos os instrumentos de comunicação toquem afinadamente Qualquer nota dissonante pode comprometer o sucesso da estratégia de comunicação Slide 9 .

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA Mas não são apenas as ferramentas de promoção que devem ser integradas Os 4 P´s e os 4 C´s têm que integrar um bloco homogéneo Slide 10 .

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA OS 4 P´S A OFERTA AO MERCADO DE UM PRODUTO CONCRETO. DA PRODUTO EMBALAGEM E DE UM CONJUNTO DE SERVIÇOS QUE O CONSUMIDOR ADQUIRE ATRAVÉS DA COMPRA PREÇO PONTO DE VENDA O PREÇO DO PRODUTO E DOS OUTROS ENCARGOS DE ENTREGA E GARANTIA TODOS OS PROCEDIMENTOS E MÉTODOS QUE PERMITAM PÔR O PRODUTO À DISPOSIÇÃO DO MERCADO PROMOÇÃO Slide 11 TODAS AS ACTIVIDADES DE COMUNICAÇÃO .

OS CLIENTES VÊEM-SE COMO COMPRADORES DE UM VALOR OU DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA ALÉM DO PREÇO. OS CLIENTES QUEREM SABER OS CUSTOS TOTAIS DA OBTENÇÃO E USO DO PRODUTO E O DESTINO A DAR-LHE NO FINAL DO SEU PERÍODO DE VIDA ÚTIL OS CLIENTES PRETENDEM QUE OS PRODUTOS ESTEJAM DISPONÍVEIS NOS LUGARES QUE LHES SEJAM MAIS CONVENIENTES CONSUMIDOR CUSTO PARA O CONSUMIDOR CONVENIÊNCIA COMUNICAÇÃO Slide 12 OS CLIENTES NÃO PRETENDEM APENAS A PROMOÇÃO .A COMUNICAÇÃO INTEGRADA OS 4 C´S VALIA PARA O ENQUANTO OS COMERCIAIS SE VÊEM COMO VENDEDORES DE UM PRODUTO.

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA COMUNICAÇÃO INTEGRADA 4 P´s 4 C´s perspectiva do vendedor perspectiva do cliente Mas nem sempre os 4 P´s são assumidos na perspectiva dos 4 C´s Slide 13 .

A COMUNICAÇÃO INTEGRADA OS 4 P´S E OS 4 C´S PRODUTO • VENDER VALIA PARA O CONSUMIDOR • COMPRAR E USAR PREÇO • OBTER LUCRO • OBTER SATISFAÇÃO DO CLIENTE CUSTO • O PREÇO E OS CUSTOS SUBSEQUENTES PONTO DE VENDA • EXPOR O PRODUTO CONVENIÊNCIA • ENCONTRAR O PRODUTO NO LOCAL CONVENIENTE PROMOÇÃO • TRANSMITIR MENSAGENS PARA O CLIENTE Slide 14 COMUNICAÇÃO • TRANSMITIR MENSAGENS PARA O VENDEDOR .

24 CONSELHOS 24 CONSELHOS Slide 1 .

CALENDARIZAR COM OPORTUNIDADE 8. TESTAR A PERCEPÇÃO DA MENSAGEM ANTES DE A LANÇAR Slide 2 . ESCOLHER O CAMINHO CERTO 6.24 CONSELHOS 1. SABER CLARAMENTE ONDE SE QUER CHEGAR 5. ORÇAMENTAR REALISTICAMENTE 9. INSPIRAÇÃO CRIATIVA 3. ANTEVER O FUTURO 4. ENVOLVER A ORGANIZAÇÃO 10. INOVAÇÃO 2. PLANEAR COM RIGOR 7.

ASSUMIR UM MODELO INTEGRADO DE COMUNICAÇÃO. AVALIAR REGULARMENTE O PLANO DE COMUNICAÇÃO 12. NÃO TEMER VOLTAR AO PRINCÍPIO SE A MENSAGEM NÃO FOI EFICAZ 14. PERMITIR E ESTIMULAR AS CRÍTICAS 16. ENVOLVENDO TODOS OS INSTRUMENTOS E PEÇAS UTILIZADOS Slide 3 . MEDIR E REGISTAR AS REACÇÕES DOS PÚBLICOS – INTERNO E EXTERNO 15. AVALIAR REGULARMENTE A PERCEPÇÃO DA MENSAGEM 13.24 CONSELHOS 11.

NÃO PERMITIR DESVIOS AO PLANO DE COMUNICAÇÃO 18. OBSERVAR AS INICIATIVAS DA CONCORRÊNCIA 20. ADAPTAR O PLANO DE COMUNICAÇÃO E A ESTRATÉGIA AO CICLO DE VIDA DO PRODUTO 19.24 CONSELHOS 17. OBSERVAR O “MEIO AMBIENTE” E AS SUAS MUDANÇAS Slide 4 .

RESPEITAR OS VALORES ÉTICOS DA SOCIEDADE E AS NORMAS LEGAIS 22.24 CONSELHOS 21. OFERECER APENAS E SÓ O QUE SE PODE DAR. APREENDER QUE O MERCADO CONTINUA E OS PRODUTOS PASSAM Slide 5 . OLHAR O MERCADO E O CLIENTE COM RESPEITO 24. NÃO PROMETENDO O QUE SE SABE QUE NÃO SE TEM 23.

24 CONSELHOS Mas nunca esquecer: QUALIDADE É OS CLIENTES VOLTAREM E OS PRODUTOS NÃO BOA SORTE Slide 6 .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 1 .

AS CORES E AS FORMAS PLANO • O código das cores • O universo das formas • Os tipos de letra • Onde usar • Como usar Slide 2 .

AS CORES E AS FORMAS O CÓDIGO DAS CORES Já não se vende nada a preto e branco A arte de vender apropriou-se das cores para seduzir o consumidor Slide 3 .

podem criar um ambiente desagradável para os que passam todo o dia no ponto de venda Slide 4 .AS CORES E AS FORMAS AS CORES QUENTES VERMELHO AMARELO LARANJA Aceleram o movimento e as vendas Mas. se forem inadequadamente utilizadas.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES FRIAS AZUL VERDE PÚRPURA Provocam descontracção calma. reflexão. Criam um oásis de tranquilidade e de frescura Slide 5 .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O AZUL é a cor mais profunda. de precisão. de verdade Slide 6 Slide 6 . a mais material A mais fria Neutralizante e calma Está associada ao vazio do ar e da água É sinal de pureza.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 7 Slide 7 .

mas com pouca força sugestiva Transmite sensação de repouso Slide 8 Slide 8 .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Equidistante do azul celeste e do vermelho infernal. o VERDE é refrescante e humano É a cor da juventude. do renascimento e da esperança Estimulante.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 9 Slide 9 .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O AMARELO é a mais expansiva das cores Símbolo do ouro e do sol da força e da riqueza da eternidade Visível à distância. é uma cor estimulante Não é uma cor motivadora Slide 10 10 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 11 11 Slide .

ao mesmo tempo.AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O VERMELHO é a cor da vida. a Slide 12 12 Slide . é tonificante e motivador quando escuro. do sangue e do fogo Ambivalente: quando claro. violência. é inquietante e secreto Representa. a paixão e a cólera Aumenta a atenção a força.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 13 13 Slide .

pode produzir sensações idênticas ao vermelho Slide 14 14 Slide .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O LARANJA é uma cor alegre e apelativa Cria simpatia Mais suave que o vermelho.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 15 15 Slide .

daquilo que dela emana É uma cor neutra.AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O CASTANHO é a cor da terra. que toma o significado de tudo o que a envolve Slide 16 16 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 17 17 Slide .

da felicidade e da tranquilidade Slide 18 18 Slide .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O ROSA é uma cor feminina Símbolo do amor.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 19 19 Slide .

da riqueza e da sabedoria Entristece Slide 20 20 Slide .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O PÚRPURA é a cor da maturidade.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O ROXO acalma o sistema nervoso Transmite sensação de calor Slide 21 21 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O PRETO é a cor da noite Representa a morte e o luto Mas representa também a seriedade e a capacidade de ser discreto Slide 22 22 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 23 23 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O CINZENTO é a cor da pérola que simboliza a fidelidade Indica discrição Mas é também um sinal de monotonia Slide 24 24 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 25 25 Slide .

significa a alegria e a pureza Slide 26 26 Slide .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS O BRANCO é a mistura de todas as cores Virginal.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS PÚRPURA E OURO Cores representativas do valor e dignidade Próprio para anúncios de produtos de luxo e de alta qualidade Slide 27 27 Slide .

mas de pouca eficácia publicitária Usada em publicidade rural Slide 28 28 Slide .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS VERDE E VERMELHO Estimulante.

segurança e .AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E BRANCO Estimulante. predispõe à simpatia Transmite uma estabilidade Slide 29 29 Slide sensação de paz.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E VERMELHO Estimulante da espiritualidade Combinação muito delicada e de grande eficácia Slide 30 30 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E PRETO Sensação de antipatia Transmite ideia de preocupação Slide 31 31 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E DOURADO Combinação agradável Transmite ideia de seriedade e prestígio Slide 32 32 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS VERMELHO E PRETO Vivacidade Transmite alegria Slide 33 33 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E VERDE Sensação de monotonia Transmite ideia de distância Slide 34 34 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS VERMELHO E AMARELO Estimulante e muito eficaz em publicidade Combinação polémica: pode causar opressão e insatisfação Slide 35 35 Slide .

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS AZUL E AMARELO Combinação forte e eficaz Slide 36 36 Slide .

a ausência de forma Slide 37 . simplesmente.AS CORES E AS FORMAS O UNIVERSO DAS FORMAS As formas também transmitem sensações o triângulo o quadrado o rectângulo o losango ou.

a harmonia e a proporcionalidade Com o vértice para baixo. pode tornar-se diabólico Slide 38 Símbolo faraónico. utilizado pela Maçonaria .AS CORES E AS FORMAS O TRIÂNGULO Representa a relação com o divino.

simboliza a estabilidade e a perfeição.AS CORES E AS FORMAS O QUADRADO Solidamente ancorado nas suas quatro faces iguais. uma tranquilizante ausência de movimentos Slide 39 .

Inspira estabilidade e segurança Slide 40 .AS CORES E AS FORMAS O RECTÂNGULO É a forma mais neutra Mais dinâmica que o quadrado.

o mistério Slide 41 . a troca.AS CORES E AS FORMAS O LOSANGO Símbolo feminino Significa a vida.

a rapidez do serviço Slide 42 .AS CORES E AS FORMAS AS LINHAS As linhas também transmitem ideias e ideais Dão movimento e energia A repetição de linhas cria ritmo e é o ritmo que determina o dinamismo da actividade. o rigor do aconselhamento. a paciência do atendimento.

AS CORES E AS FORMAS A LINHA VERTICAL Força Dignidade Virilidade Slide 43 .

AS CORES E AS FORMAS A LINHA HORIZONTAL Calma Descanso Tranquilidade Slide 44 .

AS CORES E AS FORMAS A LINHA OBLÍQUA Movimento Dinamismo Slide 45 .

AS CORES E AS FORMAS A LINHA RECTA Rigor Decisão Slide 46 .

AS CORES E AS FORMAS A LINHA CURVA Feminilidade Plenitude Slide 47 .

AS CORES E AS FORMAS A LINHA QUEBRADA Agitação Confusão Slide 48 .

AS CORES E AS FORMAS AS LINHAS CONVERGENTES Choque Violência Infinito Afastamento Slide 49 .

corre o risco de chocar o consumidor e de provocar uma reacção de rejeição Slide 50 .AS CORES E AS FORMAS CUIDADO ! Um logótipo com recurso gráfico a muitas linhas verticais ou um ponto de venda cujas montras são decoradas com linhas horizontais.

AS CORES E AS FORMAS OS CARACTERES • Cuidado com as tipografias que têm um catálogo com todos os tipos de letra • Há coisas em que o risco da inovação é enorme • • Ser moderno. sim gxÜ ytÄàt wx zÉáàÉ? ÇâÇvt Slide 51 • Não misturar letras clássicas com letras modernas – cada uma tem o seu significado .

um certo dinamismo.AS CORES E AS FORMAS OS CARACTERES • Os caracteres mais modernos podem significar um não conformismo. jovialidade atenção: certos caracteres também envelheceram • Mas Slide 52 .

AS CORES E AS FORMAS A LETRA INGLESA • T ÄxàÜt |ÇzÄxát? Öâx |Å|àt t ÄxàÜt ÅtÇâávÜ|àt • cxÜÅ|àx ÑxÜáÉÇtÄ|étÜ É vÉÇä|àx Éâ É vtÜàûÉ wx atàtÄ • Úà|Ä x vÉÇäxÇ|xÇàx ÇÉá ÂÅt|Ä|ÇzáÊ Slide 53 .

EM MAIÚSCULA LEMBRA UMA ETIQUETA ANTIGA A PRECISÃO DO TRABALHO A APLICAÇÃO E A CONCENTRAÇÃO DO ESTUDIOSO Slide 54 .AS CORES E AS FORMAS A LETRA REDONDA A LETRA REDONDA.

AS CORES E AS FORMAS A LETRA GÓTICA Transporta-nos à Idade Média Traz tradição. na sua utilização em insígnias ou logótipos Slide 55 . experiência. património cultural e histórico É de difícil leitura. SOBRETUDO EM MAIÚSCULAS Cuidado. portanto.

AS CORES E AS FORMAS AS CORES E AS FORMAS Slide 56 56 Slide .

CRIAR UMA MARCA CRIAR UMA MARCA 7 Regras de Ouro Slide 1 .

CRIAR UMA MARCA 1. Planear para o sucesso 6. Estudar o negócio 7. Estar orientado para o marketing 2. Construir a MARCA de dentro para fora 5. Ter uma visão útil do negócio e da MARCA 4. Observar o meio ambiente e as suas mudanças 3. Estar preparado para a mudança Slide 2 .

Estudar o negó negócio 7.CRIAR UMA MARCA 1. Estar preparado para a mudanç mudança A aproximação ao Cliente tem que ser feita de maneira diferente. Construir a marca de dentro para fora 5. Planear para o sucesso 6. transforma a sua MARCA numa marca simplesmente de preço Slide 3 . Estar orientado para o Marketing 2. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. distinguindo a nossa MARCA das marcas da concorrência Quem não se consegue distinguir. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3.

mesmo que não tenham essa necessidade? Slide 4 . Estar preparado para a mudanç mudança Os meus Clientes vêem a minha MARCA como uma marca diferente da concorrência? O que devo fazer para tornar diferente o meu negócio. interessando os Clientes e mantendo com eles uma relação duradoura e rentável? Os Clientes querem comprar a minha MARCA. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4.CRIAR UMA MARCA PERGUNTAS CHAVE: 1. Construir a marca de dentro para fora 5. Planear para o sucesso 6. Estar orientado para o Marketing 2. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Estudar o negó negócio 7.

Construir a marca de dentro para fora 5. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Observar o meio ambiente e as suas mudanças 3. Estar orientado para o Marketing 2. olhar à volta e reflectir sobre os impactos das mudanças na atitude e na predisposição dos consumidores 7. Planear para o sucesso 6. Estar preparado para a mudanç mudança . Estudar o negó negócio Slide 5 Vivemos num mundo em constante mudança. com novos desafios e oportunidades É preciso tempo para parar.CRIAR UMA MARCA 1.

CRIAR UMA MARCA 1. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Planear para o sucesso 6. Estudar o negó negócio Slide 6 7. os desafios económicos e os desenvolvimentos tecnológicos que podem afectar o meu negócio. as iniciativas dos concorrentes. a legislação. Construir a marca de dentro para fora 5. Estar preparado para a mudanç mudança . Observar o meio ambiente e as suas mudanças 3. positiva ou negativamente ? 2. Estar orientado para o Marketing PERGUNTA CHAVE: Quais são as alterações no comportamento do consumidor.

“o melhor”.CRIAR UMA MARCA A visão do negócio. tem regras precisas 1. Estudar o negó negócio Slide 7 7. “sucesso” É preciso ter presente que podem significar coisas diferentes a pessoas diferentes São palavras que ajudam pouco no comportamento e na atitude da própria organização e que podem atraiçoar os seus objectivos 3. Construir a marca de dentro para fora 5. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças Muitas marcas sustentam-se em palavras como “líder”. Estar orientado para o Marketing 2. quando adaptada à MARCA. Ter uma visão útil do negócio e da marca 4. Estar preparado para a mudanç mudança . Planear para o sucesso 6.

CRIAR UMA MARCA 1. por forma a torna-la forte e motivadora ? 3. Estar orientado para o Marketing 2. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças PERGUNTAS CHAVE: A minha visão da MARCA é entendida por todos. quer na própria organização quer pelos Clientes ? Como posso valorizar a visão da MARCA. Estudar o negó negócio Slide 8 7. Planear para o sucesso 6. Estar preparado para a mudanç mudança . Ter uma visão útil do negócio e da marca 4. Construir a marca de dentro para fora 5.

Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3.CRIAR UMA MARCA Construir uma MARCA é muito mais do que fazer publicidade ou comunicação 1. Construir a marca de dentro para fora 5. Planear para o sucesso 6. Estar preparado para a mudanç mudança . Estar orientado para o Marketing 2. Estudar o negó negócio Slide 9 7. Ter uma visão útil do negó negócio e Da marca A MARCA não é só o produto ou o serviço A MARCA é aquilo que os Clientes pensam de nós e a confiança que lhes inspiramos Para construir uma MARCA forte é essencial ter uma ideia clara da forma como queremos ser vistos pelos Clientes 4.

Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3.CRIAR UMA MARCA 1. vou conseguir estar mais próximo dos Clientes e atrair a sua atenção? 4. Estar preparado para a mudanç mudança . Ter uma visão útil do negó negócio e da marca PERGUNTA CHAVE: Com esta MARCA. Estar orientado para o Marketing 2. Estudar o negó negócio Slide 10 7. Construir a marca de dentro para fora 5. Planear para o sucesso 6.

Planear para o sucesso 6. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Estudar o negó negócio Slide 11 7. qualquer caminho te leva até lá” Se queremos sucesso.CRIAR UMA MARCA 1. Estar preparado para a mudanç mudança . Estar orientado para o Marketing 2. temos que definir objectivos claros e mensuráveis Temos que saber para onde queremos ir 5. Construir a marca de dentro para fora “Se não sabes para onde queres ir. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4.

Estar preparado para a mudanç mudança . Construir a marca de dentro para fora SMART S ENSÍVEL (perceptível) M ENSURÁVEL A TINGÍVEL R EALISTA T EMPORIZÁVEL (definido no tempo) 5.CRIAR UMA MARCA Um objectivo tem que ser 1. Estar orientado para o Marketing 2. Estudar o negó negócio Slide 12 7. Planear para o sucesso 6. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3.

Construir a marca de dentro para fora PERGUNTAS CHAVE: O plano da minha MARCA tem objectivos claros e mensuráveis? Estou atento importante? ao que é realmente 5. Estar preparado para a mudanç mudança . Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Estar orientado para o Marketing 2. Planear para o sucesso 6.CRIAR UMA MARCA 1. Estudar o negó negócio Slide 13 7.

Planear para o sucesso O sucesso a longo prazo exige acompanhamento permanente da visibilidade e da notoriedade da MARCA Estudar Parar para estudar 6. Construir a marca de dentro para fora 5. Estudar o negócio Slide 14 7. Estar orientado para o Marketing 2. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Estar preparado para a mudanç mudança . Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4.CRIAR UMA MARCA 1.

CRIAR UMA MARCA 1. Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Estar preparado para a mudanç mudança . Construir a marca de dentro para fora 5. Estar orientado para o Marketing 2. Estudar o negócio Slide 15 7. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Planear para o sucesso Como poderei aprofundar o estudo da MARCA por forma a saber o que funciona e o que não funciona para fazer melhor no futuro ? 6.

Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Estar orientado para o Marketing 2. Estar preparado para a mudança .CRIAR UMA MARCA 1. Estudar o negó negócio O que funcionou bem no passado pode não funcionar bem no futuro É preciso ir mais estar preparado para mudar longe: Não basta fazer melhor as mesmas coisas É preciso olhar à volta e procurar novos meios para tornar vencedora a nossa MARCA Slide 16 7. Planear para o sucesso 6. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3. Construir a marca de dentro para fora 5.

Ter uma visão útil do negó negócio e da marca 4. Estar preparado para a mudança . Estudar o negó negócio PERGUNTA CHAVE: Há uma oportunidade para quebrar a rotina e dar novos passos para atingir os objectivos? Slide 17 7. Observar o meio ambiente e as suas mudanç mudanças 3.CRIAR UMA MARCA 1. Estar orientado para o Marketing 2. Construir a marca de dentro para fora 5. Planear para o sucesso 6.

Estudar o negócio 7. Construir a MARCA de dentro para fora 5. Estar preparado para a mudança Slide 18 . Ter uma visão útil do negócio e da MARCA 4.CRIAR UMA MARCA 1. Planear para o sucesso 6. Observar o meio ambiente e as suas mudanças 3. Estar orientado para o marketing 2.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO OS INSTRUMENTOS DE COMUNICA ÇÃO COMUNICAÇÃO Slide 1 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO • Relações Públicas • Publicidade • Publicidade Institucional • “Direct Marketing” • Projectos Editoriais • Patrocínios e Mecenato • Feiras e Exposições • “Lobbying” Slide 2 .

internos e externos Slide 3 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO RELAÇÕES PÚBLICAS • Visam o estabelecimento e manutenção de um entendimento mútuo entre uma organização e os seus públicos.

a fim de promover a sua aquisição Slide 4 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PUBLICIDADE • Visa orientar a atenção dos públicos para um determinado bem ou serviço de natureza comercial.

criar boa impressão. gerar receptividade. credibilidade e imagem institucional • Não tem como objectivo vender produtos mas sim tornar a empresa conhecida.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PUBLICIDADE INSTITUCIONAL • Visa complementar o efeito da Publicidade através da afirmação da Identidade da Empresa e através de ideias que reforcem a sua reputação. reforçar a credibilidade Slide 5 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO “DIRECT MARKETING” • Visa estabelecer uma ligação directa entre uma empresa e os seus públicos mais relevantes Slide 6 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PROJECTOS EDITORIAIS • Visam melhorar as relações institucionais e comerciais com todos os públicos da empresa e projectar uma boa imagem. através de materiais impressos. sonoros e audiovisuais Slide 7 .

obtendo como contrapartida a associação do seu nome. através da sua ligação à realização de eventos de interesse para os seus públicos • São instrumentos de comunicação através dos quais a empresa financia determinados eventos. marca ou produto ao acontecimento Slide 8 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PATROCÍNIOS E MECENATO • Visam a melhoria da notoriedade e da imagem da Empresa.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PATROCÍNIOS E MECENATO • Aspectos a ter em conta: • A credibilidade do evento • A idoneidade dos organizadores • A possibilidade de controlar o evento • O patrocínio exclusivo absoluto • O patrocínio exclusivo face à concorrência directa Slide 9 .

moda dominante Slide 10 . dinamismo. competição.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PATROCÍNIO • Ligado a interesses comerciais da empresa na sua relação com públicos-alvo caracterizados pela juventude. modernidade. aventura.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO MECENATO • Valoriza os interesses culturais de públicos determinados. institucional • Tem benefícios fiscais sendo um instrumento adequado para a promoção da imagem Slide 11 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO FEIRAS E EXPOSIÇÕES • Visam a aproximação das empresas junto dos seus públicos. motivando a sua deslocação a eventos onde se encontram expostos os produtos comercializados e os serviços prestados pela própria Empresa ou por esta e pelas Empresas da sua concorrência Slide 12 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO FEIRAS E EXPOSIÇÕES • Dão oportunidade de encontros com interesse profissional e comercial entre públicos especializados • Permitem personalização de convites • Proporcionam uma selecção de visitantes – público-alvo definido por opção dos próprios públicos • Facilitam o enriquecimento das bases de dados de clientes Slide 13 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO “LOBBYING” • Visa o tratamento específico de situações concretas por forma a favorecer decisões do interesse da Empresa • É desenvolvido por “grupos de pressão” Slide 14 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO “LOBBYING” • Lobby de influência • Actua directamente sobre os decisores e os aparelhos de decisão • Assenta em estudos técnicos credíveis. que sustentam as vantagens de determinada decisão Slide 15 .

pretendendo posicionar a opinião pública a favor de uma determinada ideia • Desencadeia-se por entrevistas. estudos Slide 16 . artigos de opinião.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO “LOBBYING” • Lobby de opinião • Desenvolve-se através da Comunicação Social.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO “LOBBYING” • Lobby global • Junta as vertentes da influência e da opinião. dando-lhes coerência e tornando-as complementares Slide 17 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO RESUMO • Relações Públicas • Publicidade • Publicidade Institucional • “Direct Marketing” • Projectos Editoriais • Patrocínios e Mecenato • Feiras e Exposições • “Lobbying” Slide 18 .

contemplando necessariamente os objectivos a atingir e os recursos a utilizar para que sejam alcançados Slide 19 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO •A selecção dos instrumentos e a sua integração em planos de comunicação é feita em função da estratégia de comunicação adoptada.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO • A veiculação das mensagens e a sua repetição controlada. por forma a que sejam perceptíveis.o mix da Comunicação - Slide 20 . memorizadas e mobilizadoras do interesse dos destinatários. aconselha a utilização simultânea mas coordenada e coerente de um conjunto de instrumentos .

PROMOÇ PROMOÇÕES MECENATO PRODUTOS FARMACÊUTICOS REFRIGERANTES 70% 70% 20% 15% 15% 15% 15% 15% 15% BANCA 15% 15% 20% Slide 21 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO UTILIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO • O mix da Comunicação varia de acordo com o mercado e com os produtos DIR. PUB. INST PROJ. PATROC. MKT REL. EDIT PUBLIC. PÚBL.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO A MENSAGEM Slide 22 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO A MENSAGEM • O “processo produtivo” da comunicação trabalha os factos e as ideias no sentido de obter a “mensagem” como produto final • Este processo consiste na codificação de ideias a divulgar e a consequente produção de mensagens. através do apoio de diversas técnicas de comunicação e de códigos que poderão tornar a mensagem mais apelativa e atraente Slide 23 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO A MENSAGEM • O Público recebe diariamente dezenas de mensagens. ainda. • Só uma parte é “recebida” • Uma parte ainda mais reduzida é “percebida” • E mais pequeno. é o número de mensagens “memorizadas” Slide 24 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO A MENSAGEM A concepção. produção e distribuição da mensagem tem que ser adequada e cuidada: • a comunicação gráfica • a comunicação audiovisual • a comunicação escrita • a comunicação publicitária Slide 25 .

tipo de letra e cores). na fotografia e na ilustração Slide 26 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO GRÁFICA • Todas as formas de comunicação em que o elemento gráfico é determinante • Assenta na criatividade artística e exprime-se através do modelo gráfico (logótipo.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO GRÁFICA EXEMPLOS • Anúncios de Imprensa • Relatórios • Folhetos e Brochuras • Embalagens • Cartazes Slide 27 .

utilizando diferentes corpos ou tamanhos e vários estilos. de acordo com a imagem da empresa Slide 28 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO GRÁFICA O processo criativo assenta na concepção de uma maquete ou arte-final. que será depois impressa em tipografia Os textos são impressos em diversos tipos ou fontes de letra.

sendo veículos privilegiados para a transmissão de mensagens comerciais Slide 29 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS Os meios audiovisuais suscitam maior atracção e mobilizam grandes audiências.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA Reúne todas as técnicas de expressão escrita: • Textos publicitários • Slogans • Comunicados à Imprensa • Informações internas • Publicações • Relatórios • Discursos Slide 30 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA Tem que ser uniforme a toda a comunicação. dando-lhe um sentido global e homogéneo. com coerência e de acordo com a identidade da organização Slide 31 .

emocionais. subjectivas Slide 32 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA TEXTOS COMERCIAIS Utilizam uma linguagem que recorre a técnicas sublimares.

enfatizando o papel e os pontos fortes da organização – tudo com objectividade e seriedade Slide 33 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA TEXTOS INSTITUCIONAIS Envolvem a organização no meio em que se insere. tratando as matérias com realismo e oportunidade. explicando as grandes orientações da organização à luz de acontecimentos e factos social e economicamente relevantes Exigem apurada técnica jornalística.

projectando uma boa imagem institucional ou de marca.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA PROJECTOS EDITORIAIS São todas as iniciativas que tenham por objectivo a concepção e produção de materiais impressos. orientados para atingir directa ou indirectamente os públicos da empresa. aumentando a sua notoriedade. sonoros ou audiovisuais. divulgando os seus produtos ou serviços e estimulando a sua aquisição Slide 34 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA PROJECTOS EDITORIAIS • Guias de imagem • Folhetos e catálogos • Boletins. “newsletters”. revistas. jornais e brochuras Slide 35 .

há que ter em consideração: • O público a que se destinam • Os efeitos que se desejam • Os assuntos a tratar • O estilo e o aspecto do documento Slide 36 . planeamento.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO ESCRITA Na concepção. preparação e execução de qualquer projecto editorial.

de motivação e de promoção junto dos públicos internos • Suporte para a divulgação de uma boa imagem da empresa junto dos públicos externos Slide 37 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO JORNAIS DE EMPRESA São veículos de grande impacto: • Funções informativas. formativas.

constituindo um elemento muito importante para afirmação de prestígio Slide 38 . para distribuição a públicos específicos.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO RELATÓRIOS São instrumentos de divulgação dos resultados da empresa.

institucional ou comercial • Utilizam linguagem escrita e imagem visual. textos simples e mensagens acessíveis Slide 39 .OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO BROCHURAS E FOLHETOS • Podem ter cariz informativo. com grafismo atraente e sugestivo.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO FILMES • Permitem elucidar os públicos da empresa sobre a sua organização. instalações. historial. produtos e investimentos • Podem ser exibidos em eventos promovidos pela empresa • Sistema usado também em DVD. métodos de produção. capacidades. para distribuição a destinatários seleccionados Slide 40 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO A PUBLICIDADE Slide 41 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PUBLICIDADE Definição • Processo de comunicação que visa orientar a acção do público para um determinado bem ou serviço. com o objectivo de promover a sua aquisição Slide 42 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PUBLICIDADE Atenção A I D A Interesse Desejo Aquisição Slide 43 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PUBLICIDADE CAUSA (ou consequência ?) • Aumento da concorrência • Alargamento dos mercados • Aparecimento de novos produtos • Despertar de novos hábitos de consumo • Geração de novas necessidades CONSEQUÊNCIA (ou causa ?) • PUBLICIDADE Slide 44 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO ESTRATÉGIA PUBLICITÁRIA TEM QUE CONTEMPLAR: • Identificação dos objectivos • Identificação dos públicos • Recursos a mobilizar • Orçamento • Calendário de execução Slide 45 .

“criando” novos consumidores ou incitando os actuais a aumentar o consumo ESTRATÉGIA DE FIDELIZAÇÃO • Levam os consumidores actuais a manter a ligação com a marca. aumento do volume de negócios à custa do enfraquecimento da concorrência ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO DA PROCURA • Estimulam o aumento global da procura.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO ESTRATÉGIA PUBLICITÁRIA ESTRATÉGIAS CONCORRENCIAIS • Orientadas para a conquista de quota de mercado. criando uma barreira à comunicação da concorrência Slide 46 .

minimizando riscos de rejeição e evitando que os públicos recebam.OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO ESTRATÉGIA PUBLICITÁRIA CRIAÇÃO • Pretende optimizar os efeitos da mensagem sobre os públicos-alvo. que tem que chegar aos públicos-alvo desejados através dos meios adequados Slide 47 . interpretem e memorizem mensagens diferentes das que queremos transmitir DIVULGAÇÃO • A escolha dos meios a utilizar é determinante para o sucesso da mensagem.

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO OUTROS INSTRUMENTOS DE COMUNICA ÇÃO COMUNICAÇÃO Slide 48 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO • ACÇÕES ESPECIAIS DE PROMOÇÃO • PROMOÇÕES NO PONTO DE VENDA • PROMOÇÕES ITINERANTES • CONCURSOS Slide 49 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO ACÇÕES ESPECIAIS DE PROMOÇÃO São utilizadas como instrumento da política comercial e de marketing da empresa Muito utilizadas para produtos de grande consumo. como elemento complementar de campanhas publicitárias Slide 50 .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO PROMOÇÕES NO PONTO DE VENDA Visam promover o produto directamente junto dos consumidores • Oferta de amostras • Descontos especiais • Artigos associados embalagem • “leve 3. pague 2” • Mais produto pelo mesmo preço Slide 51 na mesma .

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

PROMOÇÕES ITINERANTES
Permitem aproximar o produto e a marca dos Clientes que não se deslocam ao ponto de venda Consiste em instalar material promocional de grande impacto em locais com significativa afluência de público Permitem aumento da notoriedade e valorização de imagem

Slide 52

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

CONCURSOS
Despertam a atenção e provocam a atenção do público Provocam estímulo do consumo, a par de aumento da notoriedade e valorização da imagem

Slide 53

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

Estes instrumentos de comunicação não podem “despontar espontaneamente” Exigem um planeamento eficaz e um acompanhamento de outras acções especiais de comunicação

Slide 54

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

PROMOÇÕES NO PONTO DE VENDA

PUBLICIDADE

FEIRAS E EXPOSIÇÕES

RELAÇÕES PÚBLICAS

PROMOÇÕES ITINERANTES

PATROCÍNIOS

CONCURSOS

PUBLICIDADE

Slide 55

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

Estes instrumentos de comunicação exigem também “meios físicos” de comunicação directa com os consumidores:
• Folhetos • Cartazes • Brochuras • Brindes • Filmes • Comunicação Social

Slide 56

OS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO

A comunicação tem que constituir um todo:
• Homogéneo • Coerente • Integrado • Uniforme

Slide 57

O MANUAL DE IDENTIDADE

O MANUAL DE IDENTIDADE

Slide 1

O MANUAL DE IDENTIDADE

MANUAL DE IDENTIDADE
Quando não se sabe para onde se quer ir e como se quer ir, qualquer caminho e qualquer meio servem para lá chegar

Slide 2

O MANUAL DE IDENTIDADE

MANUAL DE IDENTIDADE
O Manual de Identidade é um documento escrito onde se concentram as definições sobre as formas de comunicação da organização nos seus aspectos gráficos e visuais

Slide 3

O MANUAL DE IDENTIDADE MANUAL DE IDENTIDADE Documento escrito. porque: • Tem que ser do conhecimento e aplicado por todos os elementos da organização Slide 4 .

O MANUAL DE IDENTIDADE MANUAL DE IDENTIDADE • Documento claro • Com boa aparência gráfica • De fácil leitura • Objectivo • Minucioso mas inteligível • Com respostas para todas as questões • Com desenhos elucidativos de todos os modelos utilizados Slide 5 .

só da marca. só da assinatura e em conjuntos de 2 ou de 3 dos elementos Slide 6 • localização dos elementos nos diferentes materiais . assinatura e logoo: • em papel de carta e envelopes • em cartões de visita • em material publicitário e promocional • situações de utilização só do logo.O MANUAL DE IDENTIDADE ESTRUTURA DO MANUAL DE IDENTIDADE Marca e assinatura (quando exista) • Tipo de letra e cores Logo • Desenho • Cores (cor real e tons cinza) • Dimensões Regras de utilização da marca.

O MANUAL DE IDENTIDADE ESTRUTURA DO MANUAL DE IDENTIDADE Cor ou cores da organização • Regras de utilização em documentos documentos a preto e branco a cores e em Cartas. nº de Registo na Conservatória do Registo Comercial e Capital Social • Idem. cartões de visita e cartões de empresa • Tipo de letra utilizado nos documentos impressos • Disposição dos dados necessários e obrigatórios no papel de carta: Sede ( delegações). nos cartões de visita e cartões de empresa: Nome. Cargo. E-mail. Fax. Sede (ou local de trabalho). Endereço Internet. Telefone. Fax e E-mail. Código Postal. Telefone. Endereço Internet Slide 7 . nº de Pessoa Colectiva.

cartas-tipo de envio de documentos.) • Utilização a cores ou a preto e branco • Texto das cartas-tipo • Formato dos documentos Envelopes nos diferentes formatos • Utilização a cores ou a preto e branco • Localização de logo. etc.O MANUAL DE IDENTIDADE ESTRUTURA DO MANUAL DE IDENTIDADE Facturas. marca e assinatura (todos ou quais de entre eles) • Localização dos elementos obrigatórios Identificação da organização e endereço postal Slide 8 • Tipo de letra a utilizar . recibos e outros documentos de contabilidade (cartas de reclamação de crédito.

O MANUAL DE IDENTIDADE ESTRUTURA DO MANUAL DE IDENTIDADE Tipo(s) de letra utilizado nos documentos: • Cartas • Outros documentos • Material publicitário e promocional Tipo de papel utilizado em cartas e envelopes • Um só tipo de papel ou vários tipos • Regras de utilização quando houver mais que um tipo de papel Slide 9 .

“newsletters”. o Manual de Identidade deverá também.O MANUAL DE IDENTIDADE ESTRUTURA DO MANUAL DE IDENTIDADE Variando de acordo com o tipo de organização. informações comerciais. sempre que seja o caso. definir regras claras em relação a: • Decoração de viaturas da empresa • Decoração e ambiente de lojas • Conteúdo de sinaléctica exterior (fachadas de loja) • Brindes e ofertas • Formato e conteúdo de jornais de empresa. catálogos • Sites ou portais na Internet Slide 10 .

MARCAS PORTUGUESAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 1 .

MARCAS PORTUGUESAS Slide 2 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS em várias partes do mundo. o comércio apresenta uma linguagem que nos é comunicada através de simbologia Slide 3 Slide 3 .

muitas vezes. a primeira referência que têm de Portugal Mesmo que não saibam muito sobre o nosso país. com o url já estão certamente familiarizados Slide 4 Slide 4 . o "ponto pt" é.AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Para milhares de empresários e consumidores do mundo inteiro.

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 5 Slide 5 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 6 Slide 6 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 7 Slide 7 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 8 Slide 8 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 9 Slide 9 .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 10 10 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 11 11 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 12 12 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 13 13 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 14 14 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 15 15 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 16 16 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 17 17 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 18 18 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 19 19 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 20 20 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 21 21 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 22 22 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 23 23 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 24 24 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 25 25 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 26 26 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 27 27 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 28 28 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 29 29 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 30 30 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 31 31 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 32 32 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 33 33 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 34 34 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 35 35 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 36 36 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 37 37 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 38 38 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 39 39 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 40 40 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 41 41 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 42 42 Slide .

AS CORES E AS FORMAS MARCAS PORTUGUESAS Slide 43 43 Slide .

.

MARCAS E ASSINATURAS MARCAS E ASSINATURAS Slide 1 .

uma assinatura ou um símbolo utilizados para identificar os produtos ou serviços do vendedor e para os diferenciar dos produtos ou serviços dos concorrentes Slide 2 .MARCAS E ASSINATURAS O QUE É UMA MARCA ? MARCA é um conjunto de percepções na mente do consumidor MARCA é um nome.

MARCAS E ASSINATURAS MARCAS E ASSINATURAS O QUE É UMA MARCA ? Slide 3 Slide 3 .

MARCAS E ASSINATURAS O QUE É UMA ASSINATURA? ASSINATURA é uma frase que. a identifica e valoriza. transmitindo ao consumidor uma expectativa Slide 4 . associada à marca.

MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS DentALL segure esse sorriso Valores que distinguem Para si será sempre melhor Estou a ganhar dinheiro Um banco solidamente consigo Slide 5 .

MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS O crédito por telefone O seu banqueiro particular Decisões com confiança Negócios com futuro Quem quer um banco. vai ao Totta Há valores que duram sempre Slide 6 .

sabe e o BES sabe Liderança pela excelência Sabedoria em acção Slide 7 .MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS Quem sabe.

MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS Todo o crédito do mundo O seu é o nosso sucesso Beyond expectations Para quem exige mais Slide 8 .

até onde for preciso Onde as pessoas contam mais Slide 9 . até onde for possível Valor com futuro Por si.MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS A vida inspira-nos Por si.

MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS Onde quer que o futuro o leve. o futuro aceita VISA O VISA QUE DÁ DESCONTO Tem tudo menos comparação Ter é poder Slide 10 .

MARCAS E ASSINATURAS BANCA E SEGUROS Um Símbolo de Prestígio Multibanco. num minuto Você e o seu banco Um Banco de verdade A certeza de um apoio sempre presente Em primeiro o seu dinheiro Slide 11 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO A paixão do desporto Não fique fora de jogo Negócios à velocidade da luz Slide 12 .

está bem How are you ? Experimente e vai ver Slide 13 .MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO Falar assim é Optimus Segue o que sentes Onde Você estiver.

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO Mais perto do que é importante Não fale. Inove Veja como fala Slide 14 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO A razão fala pela Novis Fazer Clix custa nix A Internet rápida mais rápida de sempre A Internet que vai à frente Para as grandes empresas do amanhã Slide 15 .

Em movimento. Em casa.MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO PORQUÊ TELEFONAR MAIS CARO? É directo pró carrinho Rede fixa. ponha o telemóvel na rua Slide 16 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO O prazer de ler A paixão de editar Não é todo igual Novo a cada instante Slide 17 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO Vá pelos seus dedos A consulta que resulta Quem tem as Páginas Amarelas tem tudo Por trás de um grande filme. há sempre um livro melhor e mais barato Slide 18 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO Líder na informação económica A economia viva Quem lê. sabe mais Quem se renova nunca envelhece Slide 19 .

MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO MAIS DO QUE TOCAR MÚSICAS. TOCA PESSOAS Emoção da primeira à última página A rádio que liga Portugal Slide 20 .

passa na TSF Uma rádio de palavra Slide 21 .MARCAS E ASSINATURAS COMUNICAÇÕES E INFORMAÇÃO Uma televisão feita por si Tudo o que se passa.

MARCAS E ASSINATURAS TECNOLOGIAS It´s a Sony You make it a Sony Por si fazemos melhor Conforto para a vida In touch with tomorrow Slide 22 .

.MARCAS E ASSINATURAS TECNOLOGIAS The possibilities are infinite A ÚNICA LIGAÇÃO É CONSIGO Sempre melhor . É bom! Slide 23 ..

MARCAS E ASSINATURAS TECNOLOGIAS Be inspired Slide 24 .

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS Novo BMW Série 5 Alguém tem de liderar Life´s too short not to A class of its own O futuro do automóvel Slide 25 .

continua a não haver nada igual Slide 26 .MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS Cuore sportivo La belleza non basta Automóveis com carácter VOYAGER 20 anos depois.

Onde o seu carro se sente em casa Slide 27 . Uma identidade Peugeot Service.MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS Citroen C3 A vida é bela Mais que um número.

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS CRIAMOS AUTOMÓVEIS O renascer do espírito automóvel Cada vez mais acima do nível Do you speak MICRA ? simpology (simple+technology) Slide 28 .

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS The Land Rover experience Born to perform Slide 29 .

Melhores automóveis Nós descobrimos Você explora Slide 30 .MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS Vorsprung durch technik Novas ideias.

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS Pioneiros no sector automóvel Hoje um sólido grupo de empresas Nós descobrimos Você explora Slide 31 .

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS div O renascer do espírito automóvel Cada vez mais acima do nível Slide 32 .

MARCAS E ASSINATURAS AUTOMÓVEIS div Quem tem. tem Centro de Tratamento Automóvel TODAS AS MARCAS TODOS OS SERVIÇOS mais rendimento. menos poluição Slide 33 .

MARCAS E ASSINATURAS INDÚSTRIA FARMACÊUTICA A nossa natureza são as pessoas O genérico tem marca As pessoas em primeiro lugar UMA VIDA DEDICADA À VIDA Slide 34 .

por si FORÇA DA NATUREZA Slide 35 . para todos.MARCAS E ASSINATURAS INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Pela Nossa Saúde life inspiring ideas Por todos.

MARCAS E ASSINATURAS BEBIDAS ALCOÓLICAS Seja responsável. Beba com moderação UM PORTO DE FAMÍLIA VIVA LA VITA ! O melhor princípio para o fim do dia Sabor autêntico Slide 36 .

É único Prata por fora Douro por dentro Slide 37 . Beba com moderação Uma Dádiva dos Deuses Ritual de equilíbrio Não é raro.MARCAS E ASSINATURAS BEBIDAS ALCOÓLICAS Seja responsável.

MARCAS E ASSINATURAS BEBIDAS ALCOÓLICAS Seja responsável. Beba com moderação A Paixão de Um Sabor Português O LICOR DE PORTUGAL HAJA ALEGRIA. HAJA CASAL GARCIA Slide 38 .

Slide 39 .MARCAS E ASSINATURAS BEBIDAS ALCOÓLICAS Seja responsável. Beba com moderação Espírito independente.

MARCAS E ASSINATURAS ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS Marca de rosto humano Café à maneira A Origem do Café Slide 40 .

MARCAS E ASSINATURAS ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS sempre Coca-Cola Ask for more Já faz parte SUMOL – Unidos pelo sabor SUMÓLICOS ANÓNIMOS Slide 41 .

MARCAS E ASSINATURAS ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS O chocolate é Nestlé ÁGUA DO LUSO Tão natural como a sua sede Slide 42 .

MARCAS E ASSINATURAS ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS O que é Nacional é bom É mesmo natural O bacalhau é Pascoal Simply the best Slide 43 .

live it well Just do it Ver o mundo com uma nova luz Slide 44 .MARCAS E ASSINATURAS DIVERSOS one life.

MARCAS E ASSINATURAS SERVIÇOS Correspondência prioritária é melhor com os Correios We move the world Sempre à frente Slide 45 .

MARCAS E ASSINATURAS SERVIÇOS Faça da Qualidade a sua Bandeira Cuidamos da sua empresa como se fosse a nossa Slide 46 .

MARCAS E ASSINATURAS FORMAÇÃO Não há progresso sem Formação Formar para Competir Consigo nos recursos humanos Slide 47 .

MARCAS E ASSINATURAS DIVERSOS Os leilões do gato NÃO USE. ABUSE É um descanso A alma do vidro Slide 48 .

Clarins torna a vida mais bela A SAÚDE PASSA TAMBÉM PELA PELE Slide 49 .MARCAS E ASSINATURAS DIVERSOS A escolha de sempre Veste a casa Está provado.

é barato. dá milhões Faça sua a nossa energia A nossa energia Slide 50 .MARCAS E ASSINATURAS DIVERSOS TOTOBOLA Sempre a jogar. sempre a ganhar TOTOLOTO É fácil.

vá ao Continente Com todo o prazer combina consigo Tudo por Si Não há amor como o primeiro Slide 51 .MARCAS E ASSINATURAS DISTRIBUIÇÃO Novidades é no Continente Não invente.

MARCAS E ASSINATURAS DISTRIBUIÇÃO Nunca se viu nada assim worten sempre Informática para todos Tudo para informática Tudo como ninguém É só o que faltava Slide 52 .

MARCAS E ASSINATURAS DISTRIBUIÇÃO Peças que se adaptam à sua vida Tão perto. tão FNAC Slide 53 .

Apenas cuidamos dele para a geração seguinte Slide 54 .MARCAS E ASSINATURAS LUXO Begin your own tradition Nunca somos verdadeiramente donos de um Patek Philippe.

MARCAS E ASSINATURAS RELOJOARIA BREITLING Instruments for Professionals Tomorrow´s classics Timepieces UNIVERSAL GENEVE Descubra um novo universo Slide 55 .

MARCAS E ASSINATURAS RELOJOARIA Inovadores por tradição À frente do seu tempo À frente do tempo À frente no tempo Slide 56 .

MARCAS E ASSINATURAS RELOJOARIA WHO CAN BEAT TIGER WOODS? (2003) WHAT ARE YOU MADE OF? (2002-2003) SUCESS. IT´S A MIND GAME (1995-1997) DON´T CRACK UNDER PRESSURE (1991-1994) Slide 57 .

MARCAS E ASSINATURAS RELOJOARIA Time to dream Time to create Time to celebrate PANERAI LABORATÓRIO DE IDEAS Slide 58 .

MARCAS E ASSINATURAS RELOJOARIA Perpetual Spirit L’ELEGANCE DU TEMPS DEPUIS 1832 Slide 59 .

MARCAS E ASSINATURAS TURISMO E LAZER Slide 60 .

MARCAS E ASSINATURAS TURISMO E LAZER Viaje na maior os bons momentos passam a voar A memorable moment A natureza viva Slide 61 .

MARCAS E ASSINATURAS TURISMO E LAZER Oceanário de Lisboa Sempre diferente Sinta a natureza à sua volta Slide 62 .

MARCAS E ASSINATURAS TURISMO E LAZER AIR LUXOR Light Para voar alto a preços baixos Slide 63 .

MARCAS E ASSINATURAS O QUE É UMA IMAGEM? Há imagens tão fortes que conseguem transmitir desde logo: • a marca a que estão associadas • os valores que incorporam Slide 64 .

MARCAS E ASSINATURAS IMAGENS Slide 65 .

MARCAS E ASSINATURAS IMAGENS Slide 66 .

MARCAS E ASSINATURAS IMAGENS Slide 67 .

MARCAS E ASSINATURAS IMAGENS Slide 68 .

MARCAS E ASSINATURAS IMAGENS Slide 69 .

MARCAS E ASSINATURAS A EMBALAGEM TAMBÉM É IMAGEM DA MARCA Slide 70 .

reforçando a expectativa e integrando a comunicação num todo homogéneo e integrado Slide 71 .MARCAS E ASSINATURAS FRASES DE CAMPANHA Em muitas campanhas de comunicação são utilizadas frases que completam o sentido geral do produto ou do serviço.

Como eu não gosto de fazer nada. o dinheiro dá-me muito jeito A economia depende tanto dos economistas como o tempo dos meteorologistas Slide 72 . abre a porta Ter dinheiro liberta-nos de ter que fazer as coisas de que não gostamos.MARCAS E ASSINATURAS Quando o dinheiro te bater à porta.

MARCAS E ASSINATURAS Uma consciência tranquila é um Natal contínuo Fazer dinheiro é como ir à pesca É preciso ter paciência Um homem sem dinheiro é como um lobo sem dentes Uma carteira com dinheiro está sempre na moda Slide 73 .

por uma noite de amor. pelo cheiro das primeiras chuvas. Agora. para abrir um e-mail? Slide 74 . por uma boa cama. por uma boa notícia. por um download? Vale a pena esperar por um dia de sol.MARCAS E ASSINATURAS Vale a pena esperar por uma boa cama. por uns instantes de silêncio. Agora. por um filho. por uma boa ideia.

Estamos a trabalhar para que isso aconteça sempre.MARCAS E ASSINATURAS UMA VIDA DEDICADA À VIDA VIVA!!!! Estamos na vanguarda da investigação biomédica para que. ESPERANÇA Vê? Pode sempre encontrá-la. cada vez mais. A SOLUÇÃO para muitas doenças está quase sempre assim: escondida em algum lugar. PROCURA Vida longa. Slide 75 . saudável e intensa? Este é o nosso trabalho. Para que as doenças façam parte do passado e não do nosso futuro. as doenças façam parte do passado e não do nosso futuro. Estamos sempre a pesquisar para encontrá-la.

mas para o seu Renault representa um anjo da guarda. mas para a Renault é um confessionário. Para si talvez seja apenas um uniforme. Com factura. todos pagam menos.MARCAS E ASSINATURAS Renault Serviço Quem melhor que a Renault para acompanhar o seu Renault? Para si talvez seja apenas um computador. o seu dinheiro vai para onde deve ir. Slide 76 . IMPOSTOS Quando todos pagam.

MARCAS E ASSINATURAS O BES lembra que a idade para pensar na reforma não é a idade da reforma GARANTIA MÚTUA Cresça connosco Se conseguiu chegar tão longe só com o suor do seu rosto. imagine até onde pode ir com a ajuda certa Se conseguiu chegar tão longe mesmo com tantas preocupações. imagine até onde pode ir com a ajuda certa Slide 77 .

mas mais experientes Quando tiver uma opinião em relação à casa. peça-nos uma 2ª opinião em relação ao crédito Slide 78 . o mundo ambiciona a perfeição E qual é o problema? Apresentamos os usados que são como novos.MARCAS E ASSINATURAS Cada vez mais.

progresso e criação de riqueza • para a sociedade um progresso irrenunciável Slide 79 ... • para o consumidor uma garantia fundamental de qualidade e de inovação • para a economia um factor de competitividade.MARCAS E ASSINATURAS UMA MARCA É .

MARCAS E ASSINATURAS OS 6 BENEFÍCIOS DA MARCA A curto prazo A longo prazo CONVENIÊNCIA VALOR ESCOLHA RELEVÂNCIA SEGURANÇA SATISFAÇÃO Slide 80 .

OS PÚBLICOS OS P ÚBLICOS PÚBLICOS Slide 1 .

de forma a concentrar e codificar as suas mensagens de forma adequada: • optimizando os seus efeitos • evitando dispersões • anulando custos desnecessários Slide 2 .OS PÚBLICOS PÚBLICOS As empresas têm que identificar os seus públicos relevantes.

Slide 3 .OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO • Está directamente envolvido na empresa • Contacta com o exterior – visita e recebe Clientes • Actua como a “cara” da empresa • É o primeiro transmissor da imagem.. reputação e credibilidade da empresa • Tem necessidade de compreender qual é o seu papel na empresa • Tem vontade de participar nas questões da empresa e de obter um protagonismo que resulte numa valorização pessoal e profissional Mas ..

Mas • Não é homogéneo • Tem diferentes: ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ formações culturas idades sexos motivações Slide 4 .OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO ...

procuram valorização profissional e perspectivas de carreira • Pessoal da produção e operários Procuram melhores salários e condições.OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO • Quadros técnicos e administrativos Normalmente licenciados. sensíveis ao ambiente geral de trabalho e à responsabilidade social das empresas Slide 5 . aspiram à segurança no emprego • A Mulher Preocupação com os aspectos sociais.

em espírito de equipa e entre-ajuda Slide 6 . de forma a melhorar os níveis de qualidade e produtividade.OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO A Comunicação Interna visa a criação de um ambiente geral de motivação e colaboração na empresa.

OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO Uma política coerente e consistente de Comunicação Interna permite: • melhoria global da eficiência da empresa • compreensão geral dos objectivos globais da empresa • compreensão do mercado • redução de antagonismos entre indivíduos e grupos • manutenção de elevados níveis de confiança Slide 7 .

sugestões e críticas problemas. • criação de uma cultura de empresa ou sistema de valores de reconhecimento comum.OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO Uma política coerente e consistente de Comunicação Interna permite: • obtenção de sinergias • tomada de conhecimento dos aspirações. que constitua uma das bases da imagem que a empresa pretende transmitir para o exterior Slide 8 .

OS PÚBLICOS O PÚBLICO INTERNO Os públicos internos nunca podem saber as notícias da empresa nem pela Comunicação Social nem por qualquer outra via que não seja controlada pela empresa – a não ser que se queira criar insegurança. incerteza e instabilidade Slide 9 .

Desportivas e Culturais • Poderes Públicos • Grupos de Pressão • Comunicação Social Slide 10 Sindicais. .OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO • Consumidores e Clientes • Fornecedores • Mercados Bancários e Financeiros • Associações Patronais.

OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO • Um SÓ Público ? OU • MÚLTIPLOS Públicos ? • Uma SÓ Estratégia de Comunicação OU • MÚLTIPLAS Estratégias de Comunicação ? Slide 11 .

OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO O Público está “lá” A Comunicação serve para pôr o Público “cá” • COMUNICAÇÃO DE MASSAS • COMUNICAÇÃO POR SEGMENTOS • COMUNICAÇÃO INDIVIDUAL Slide 12 .

Os hábitos de consumo e o poder de compra estão associados às classes sociais A B C1 C2 D Slide 13 Alta Média/Alta Média Média/Baixa Baixa Marktest.OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO Os Públicos estão segmentados. 1998 .

2002 D Baixa Marktest. 2002 Slide 14 .OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO A evolução das classes sociais 1992 2003 A C1 Alta Média B C2 Média/Alta Média/Baixa Marktest.

2002 .OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO A evolução das classes sociais 1992 .2003 A C1 Slide 15 Alta Média B C2 Média/Alta Média/Baixa D Baixa Marktest.

actualmente. uma ferramenta utilizada ao mesmo nível-base de utilização que as variáveis sexo. idade ou regiões geográficas As classes sociais Marktest são um modelo de categorização social que procura reflectir a capacidade económica dos consumidores Slide 16 .OS PÚBLICOS O PÚBLICO EXTERNO A estratificação social dos consumidores é.

OS PECADOS CAPITAIS OS PECADOS CAPITAIS Slide 1 .

7. 8. 9. 5. 6. NÃO APROVEITAMENTO TOTAL DA TECNOLOGIA . 4.OS PECADOS CAPITAIS 1. Slide 2 10. A EMPRESA NÃO ESTAR SUFICIENTEMENTE DIRIGIDA PARA O MERCADO E PARA O CLIENTE NÃO COMPREENDER INTEIRAMENTE OS SEUS CLIENTES-ALVO NÃO DEFINIR A CONCORRÊNCIA E NÃO A ACOMPANHAR GERIR MAL AS RELAÇÕES COM OS PARCEIROS INCAPACIDADE DE ENCONTRAR NOVAS OPORTUNIDADES PLANIFICAÇÕES DE MARKETING DEFICIENTES ESFORÇOS FRACOS DE IMPLANTAÇÃO DA MARCA E DA COMUNICAÇÃO MÁ ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA DESENVOLVER COMUNICAÇÃO E MARKETING INDEFINIÇÕES NO PRODUTO OU SERVIÇO DA ORGANIZAÇÃO 2. 3.

OS PECADOS CAPITAIS “Só o marketing e a inovação produzem resultados numa organização. Tudo o resto são custos. in “Marketing Management” Slide 3 . Deve ser o marketing a conduzir uma estratégia de negócio com vista à criação de valor para a marca” Philip Kotler.

.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANO DE COMUNICA ÇÃO COMUNICAÇÃO Slide 1 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO Quando não se sabe para onde se quer ir. qualquer caminho é bom para lá chegar Slide 2 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO O Plano de Comunicação é um documento escrito que nos ajuda a reflectir sobre • a situação em que nos encontramos • o que deveremos fazer para a melhorar • o ponto a que queremos chegar Slide 3 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO Documento escrito. porque: • Nos obriga a reflectir • Nos obriga a discutir com os outros • Nos obriga a envolver a equipa nos objectivos Slide 4 .

lendo o que se escreveu e corrigindo. se e quando oportuno Slide 5 .O PLANO DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO Documento escrito. porque: • Permite uma avaliação permanente • Pode – e deve – ser lido em qualquer momento • Permite que se olhe para trás.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO PLANO DE COMUNICAÇÃO • Documento claro e preciso • Minucioso mas inteligível • Realista • Flexível Slide 6 .

Definição do público-alvo Slide 7 11. Análise da concorrência 6. Objectivos 8. Diagnóstico 2. Calendário 4.O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTRUTURA DO PLANO 1. Meios 10. Descrição da envolvente situação 7. Orçamento 12. Controle . Prognóstico 3. Identificação do produto ou serviço 5. Estratégia e táctica 9.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO 1. DIAGNÓSTICO Ponto da situação actual • Ponto de partida para negócio novo • Ponto de partida para negócio existente • Ponto de partida para serviço novo • Ponto de partida para serviço existente Slide 8 .

PROGNÓSTICO Avaliação do resultado e dos efeitos da decisão de nada fazer: onde ficaremos se nada fizermos • A decisão de fazer • A decisão de não fazer • Os custos e os benefícios da decisão de fazer ou de não fazer • Os riscos e as potencialidades da decisão de fazer ou de não fazer Slide 9 .O PLANO DE COMUNICAÇÃO 2.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO 3. SITUAÇÃO ENVOLVENTE • Situação política geral • Ambiente macro-económico • Análise do mercado • Caracterização da população • Hábitos de vida • Tendências sociais • Época do ano Slide 10 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

4. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO OU SERVIÇO
Fase do ciclo de vida em que se encontra o nosso produto ou serviço
• Produto novo ? • Novo produto ? Serviço novo ? Novo serviço ?

Ciclo de vida
Lançamento Crescimento Maturidade Saturação Declínio

Equipa de distribuição
Slide 11

• Equipa nova ? • Nova equipa ?

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

5. ANÁLISE DA CONCORRÊNCIA
• Identificação da oferta de produtos ou serviços da concorrência • Oportunidades e ameaças • Pontos fortes e pontos fracos do nosso produto ou serviço • Políticas de preços • Promoções • Distribuição
Slide 12

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

6. PÚBLICO-ALVO
• Faixa etária • Classe social • Poder de compra • Necessidades • Hábitos de consumo • Tendências
Slide 13

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

7. OBJECTIVOS
Qual a imagem pretendida
• para a empresa ou marca • para o produto ou serviço

Quantitativos
• Volume de vendas • Quota de mercado

Qualitativos
• Margem • Rentabilidade
Slide 14

• Satisfação do cliente

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

8. ESTRATÉGIA E TÁCTICA
Escolher a forma adequada para atingir eficazmente os objectivos definidos e pretendidos, seleccionando os factores em que intervir:
• Preço • Promoção • Imagem de qualidade • Satisfação e confiança do Cliente

Escolher as acções específicas a empreender:
• Por quem • Quando • Através de que meios
Slide 15

• Com que custo

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

9. MEIOS
• Comunicação • Publicidade • Promoção • Distribuição • Catálogos • Formação do pessoal • Descontos, campanhas e ofertas
Slide 16

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

10. CALENDÁRIO
Escolha da oportunidade Definição exacta das etapas
• Fase a fase • Momento a momento

Slide 17

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

11. ORÇAMENTO
Fixação do custo global Previsão de despesas adicionais que venham a ser necessárias
• para melhor execução dos objectivos • para correcção ou reorientação • para prolongamento das acções

Slide 18

Formação do preço final do produto tendo em conta os gastos do plano (globais e por unidade) e os objectivos de margem e de rentabilidade

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

12. CONTROLE
• Acompanhamento da execução do plano • Medição da eficácia da mensagem • Avaliação do retorno da acção • Determinação do impacto das iniciativas do Plano nos resultados pretendidos

Slide 19

O PLANO DE COMUNICAÇÃO

ESTRUTURA DO PLANO
1. Diagnóstico 2. Prognóstico 3. Descrição da envolvente situação 7. Objectivos 8. Estratégia e táctica 9. Meios 10. Calendário 4. Identificação do produto ou serviço 5. Análise da concorrência 6. Definição do público-alvo
Slide 20

11. Orçamento 12. Controle

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO • Consiste em decidir hoje o que fazer amanhã. definindo os passos necessários para atingir os objectivos propostos Slide 21 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO • Planeamento de médio-longo prazo (3 a 7 anos) • Planeamento anual • Planeamento por marca • Planeamento por produtos ou serviços Slide 22 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO A Lista de Drucker • Qual é o nosso negócio? • Quem é o nosso cliente? • O que é valor para o cliente? • O que virá a ser o nosso negócio? • Qual deverá ser o nosso negócio? Slide 23 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO A Lista de Kami • Para onde vamos nós ? • Por onde vamos nós ? • Para onde podemos ir ? • Como chegaremos lá ? • O que estamos a fazer ? Slide 24 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO Benefícios do planeamento estratégico • Pensar sistematicamente o futuro • Maior coordenação dos esforços da empresa • Conduz ao desenvolvimento de políticas de qualidade e de relacionamento eficiente entre todos os membros da organização • Permite definir resultados e fazer a sua medição regular • Prepara a organização para reagir melhor a novos desafios Slide 25 .

fazer o “mix” 7. posicionar 5. identificar o público-alvo 4. definir a localização 6.O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 1. analisar as oportunidades do mercado 3. avaliar o resultado Slide 26 . definir o sentido geral 2.

ler em voz alta. corrigir. reescrever as vezes necessárias até se encontrar a frase que define o sentido geral da empresa ou do produto / serviço • discutir internamente. voltar a escrever. por forma a apurar se a frase escolhida: ƒ ƒ corresponde à mensagem que se pretende transmitir é percebida na forma como pretendemos que seja percebida Slide 27 .O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 1º passo: • escrever.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 2º passo: • analisar as oportunidades do mercado • analisar as características do mercado e dos seus segmentos • prever a procura e a sua evolução Slide 28 .

alvo ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ idade e faixas etárias dimensão das famílias classe social nível de rendimentos hábitos de consumo poder de compra motivações de compra • conhecer a dimensão da população com essas características Slide 29 .O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 3º passo: • identificar o público .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 4º passo: • adaptar o sentido geral da empresa ou do produto / serviço às características essenciais do públicoalvo • posicionar o produto / serviço de acordo com as características do público-alvo Slide 30 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 5º passo: • definir a localização ƒ uma loja no centro da cidade tem características diferentes de uma loja na periferia. num centro comercial ou nos túneis do Metro há produtos ou serviços cujo ponto de venda é condição determinante de sucesso ou factor de insucesso ƒ Slide 31 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 6º passo: fazer o “mix” os 4 P´s PRODUTO PREÇO PONTO DE VENDA PROMOÇÃO Slide 32 A OFERTA AO MERCADO DE UM PRODUTO CONCRETO. DA EMBALAGEM E DE UM CONJUNTO DE SERVIÇOS QUE O CONSUMIDOR ADQUIRE ATRAVÉS DA COMPRA O PREÇO DO PRODUTO E DOS ENCARGOS DE ENTREGA E GARANTIA OUTROS TODOS OS PROCEDIMENTOS E MÉTODOS QUE PERMITAM PÔR O PRODUTO À DISPOSIÇÃO DO MERCADO TODAS AS ACTIVIDADES DE COMUNICAÇÃO .

OS CLIENTES VÊEM-SE COMO COMPRADORES DE UM VALOR OU DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA OS CUSTOS TOTAIS DA OBTENÇÃO E USO DO PRODUTO E O DESTINO A DAR-LHE NO FINAL DO SEU PERÍODO DE VIDA ÚTIL ALÉM DO PREÇO. QUEREM A COMUNICAÇÃO NOS DOIS SENTIDOS . OS CLIENTES QUEREM SABER O CONSUMIDOR CONVENIÊNCIA COMUNICAÇÃO Slide 33 OS CLIENTES PRETENDEM QUE OS PRODUTOS ESTEJAM DISPONÍVEIS NOS LUGARES QUE LHES SEJAM MAIS CONVENIENTES OS CLIENTES NÃO PRETENDEM APENAS A PROMOÇÃO.O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 6º passo: fazer o “mix” os VALIA PARA 4 C´s ENQUANTO OS COMERCIAIS SE VÊEM COMO O CONSUMIDOR CUSTO PARA VENDEDORES DE UM PRODUTO.

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO 7º passo: • avaliar o resultado ƒ estabelecer a comparação entre os objectivos definidos e os objectivos alcançados corrigir os erros e adoptar medidas para evitar a sua repetição ƒ Slide 34 .

O PLANO DE COMUNICAÇÃO ESTABELECER O PLANO CONCLUSÃO Identificar. as mensagens necessárias para chamar os Clientes e criar neles uma imagem positiva e concorrencial do nosso produto ou serviço que motive a compra e proporcione uma relação duradoura e rentável para a empresa Slide 35 . no estabelecimento ou por outras formas de distribuição. os instrumentos adequados para transmitir aos Clientes. um a um. no local e pela forma conveniente.

.

AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL AS RELA ÇÕES COM A RELAÇÕES COMUNICA ÇÃO SOCIAL COMUNICAÇÃO Slide 1 .

AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL O relacionamento com os Órgãos de Comunicação Social (OCS) constitui um dos instrumentos de comunicação de mais difícil gestão. considerando a especificidade dos OCS e as obrigações de natureza ética a que estão sujeitos Slide 2 .

de acordo com os conteúdos da publicação e os seus públicos Slide 3 . tratar e divulgar informação com interesse para os seus públicos É aos jornalistas que compete avaliar a importância das notícias.AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL É missão dos jornalistas recolher.

anúncio não é notícia. de acordo com os públicos do OCS • Diferenciar-se da publicidade (notícia não é anúncio. excepto quando inovador) Slide 4 .AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL A informação que interessa aos jornalistas deve: • Constituir um facto novo • Ser de interesse geral.

AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL • Conhecer as “regras de funcionamento” de cada OCS • Deter uma base de dados actualizada dos diferentes OCS • Conhecer tiragens e públicos de cada OCS Para comunicar eficazmente com os jornalistas é necessário Slide 5 • Respeitar a liberdade de Imprensa ƒ ƒ ƒ Reconhecer ao jornalista a capacidade de decidir sobre o que é e o que não é notícia Permitir que o jornalista trate e trabalhe a informação de acordo com o seu critério Aceitar que o jornalista comente a notícia .

AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL • Respeitar a independência do jornalista: ƒ ƒ Não fazer referência a publicidade Não ter uma atitude nem subserviente nem arrogante Considerar a pessoa do jornalista Ter em conta o respeito que o jornalista tem pela sua profissão Para comunicar eficazmente com os jornalistas é necessário Slide 6 ƒ ƒ .

AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL • Respeitar o critério do jornalista: ƒ Disponibilizar detalhes que permitam ao jornalista sentir que tem acesso a mais informação que os seus colegas Facultar o acesso a fontes da empresa Responder com precisão e rigor às questões colocadas Facilitar acesso aos locais Fornecer dados actualizados e explicá-los Mostrar confiança no trabalho do jornalista ƒ ƒ Para comunicar eficazmente com os jornalistas é necessário Slide 7 ƒ ƒ ƒ .

claro.AS RELAÇÕES COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RESUMO • Gerir a oportunidade • Escolher entre o conteúdo exclusivo para um OCS ou a comunicação para todos • Ser conciso. como “fonte” de informação • Diferenciar entre conteúdo noticioso e publicidade Slide 8 de interesse . transparente e objectivo • Assegurar a verdade da informação • Ganhar credibilidade junto dos jornalistas.

AS RELAÇÕES PÚBLICAS AS RELA ÇÕES P ÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS Slide 1 .

por forma a: • Aumentar a credibilidade e notoriedade • Melhorar a imagem da empresa. das suas marcas e dos seus produtos • Informar e motivar os colaboradores • Atrair investidores Slide 2 .AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS Visam construir e consolidar uma imagem favorável da empresa junto dos seus públicos.

é uma função de gestão. cordiais e rentáveis entre a organização e o seu público ANOS 40 ... Procura identificar as atitudes do público com interesses da organização por forma a ganhar a sua compreensão e aceitação Slide 3 .AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS ANOS 30 . o desenvolvimento de relações justas.....

. accionistas. empregados e adaptar-se e explicar-se à comunidade ANOS 70 . Os métodos e actividades empregues por um indivíduo. são as actividades de uma organização com o objectivo de construir relações produtivas com públicos: clientes.AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS ANOS 50 ..... organização ou governo no sentido de promover relações favoráveis com o seu público Slide 4 ..

. uma empresa ou instituição Slide 5 .....AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS ANOS 80 .. É o negócio de induzir o público a ter compreensão e goodwill em relação a uma pessoa. São os esforços de uma organização no sentido de promover goodwill entre si e o seu público ANOS 90 .

AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNA • Mantem os colaboradores da organização informados INSTITUCIONAL • Veicula ou consolida mensagens respeitantes à imagem global da empresa DE PRODUTO • Pretende atingir um público-alvo constituído por clientes ou distribuidores. visando enaltecer a marca ou os produtos e serviços Slide 6 .

AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS FINANCEIRA • Mantem o fluxo de informação com accionistas e com as entidades financeiras DE CRISE • É a defesa do valor e dos princípios da organização – funciona antes da crise e durante a crise. tentando minorar os seus efeitos Slide 7 .

comunicação social. comunidade Veicular e consolidar capital de financeira. Accionistas. estimulando a compra Atrair e manter accionistas. Notoriedade da marca ou distribuidores. fornecedores. público em geral produto.AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS TIPO INTERNA PÚBLICOS Colaboradores OBJECTIVOS Informar e motivar INSTITUCIONAL Accionistas. confiança associações Clientes. banca e entidades reforçar as performances e financeiras potenciar a rentabilidade Todos os anteriores. líderes de Evitar e minimizar o impacto opinião e políticos negativo de situações de crise PRODUTO FINANCEIRA CRISE Slide 8 .

AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS Devem as Relações Públicas ser exercidas por uma estrutura da própria organização ou será preferível entregar a missão a agências especializadas ? Slide 9 .

AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS SERVIÇO ATRAVÉS DE ESPECIALISTAS EXTERNOS VANTAGENS Experiência Objectividade Flexibilidade DESVANTAGENS Resistências internas Distância entre agência e empresa Conhecimento superficial Slide 10 .

AS RELAÇÕES PÚBLICAS RELAÇÕES PÚBLICAS SERVIÇO NA PRÓPRIA EMPRESA VANTAGENS Espírito de equipa Conhecimento organização Economia de custos da DESVANTAGENS Perda de objectividade Ausência crítico de espírito Habituação e falta de imaginação Slide 11 .

.

SITES INTERNET

Slide 1

www.marketingpower.com

SITES INTERNET

Slide 2

www.buildingbrands.com

SITES INTERNET

Slide 3

www.brandchannel.com

SITES INTERNET

Slide 4

www.superbrands.hu

SITES INTERNET

Slide 5

www.transnationale.org

SITES INTERNET

Slide 6

www.namequestusa.com

SITES INTERNET

Slide 7

www.aim.be

SITES INTERNET

Slide 8

www.acnielsen.com

SITES INTERNET

Slide 9

www.acnielsen.pt

SITES INTERNET

Slide 10

www.marktest.pt

SITES INTERNET

Slide 11

www.meiosepublicidade.pt

SITES INTERNET

Slide 12

www.appm.pt

SITES INTERNET

Slide 13

www.apap.co.pt

SITES INTERNET

Slide 14

www.net SITES INTERNET Slide 15 .mktonline.

inpi.pt SITES INTERNET Slide 16 .www.

aip.www.pt/gapi SITES INTERNET Slide 17 .

pt SITES INTERNET Slide 18 .obercom.www.

www.pt SITES INTERNET Slide 19 .ics.

icap.www.pt SITES INTERNET Slide 20 .

anacom.pt SITES INTERNET Slide 21 .www.

cecoa.www.pt SITES INTERNET Slide 22 .

pt SITES INTERNET Slide 23 .www.portaldocidadao.

www.internet.pt SITES INTERNET Slide 24 .gov.

pt SITES INTERNET Slide 25 .b-on.www.