SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL CENTRO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL PEDRO RIBEIRO CURSO TÉCNICO EM PETRÓLEO E GÁS

ALAN PAIXÃO SILVA DAVID DE SANTANA BARRETO DENILTON DE SOUZA ANDRADE EDUARDO JOSÉ CARMONA GILMACKSON BATISTA INGRID SOUZA SANTOS

ESCP – EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E CONTROLE DE POÇO BOP ANULAR E GAVETA.

LAURO DE FREITAS MARÇO DE 2013

ALAN PAIXÃO SILVA DAVID DE SANTANA BARRETO DENILTON DE SOUZA ANDRADE EDUARDO JOSÉ CARMONA GILMACKSON BATISTA INGRID SOUZA SANTOS

ESCP – EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E CONTROLE DE POÇO

TRABALHO ELABORADO, COMO PARTE DA DISCIPLINA EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E CONTROLE DE POÇO, SOB ORIENTAÇÃO DOS PROFESSORES RONALDO RIBEIRO E MARCONDES DE LIM, COM O OBJETIVO DE AMPLIAR OS CONHECIMENTOS ACERCA DOS BOP’s ANULAR E GAVETAS. TURMA 35519

LAURO DE FREITAS MARÇO DE 2013

1 INTRODUÇÃO O BOP (blow-out preventer) é um dos ESCP’s

- Equipamentos de Segurança e

Controle de Poço e tem a função de impedir que os influxos ocorridos na formação (kicks e blowouts) cheguem à superfície e coloquem em risco a vida dos trabalhadores e as operações na sonda de perfuração. Há dois tipos de preventores, anular e gaveta (ou de tubos). Ambos possuem características e funções distintas e podem ser subdivididos em outras classes (a exemplo do BOP de gavetas). Para que estes equipamentos cumpram as suas funções é fundamental que sejam dimensionados de acordo com as necessidades do projeto do poço, além de estarem instalados e conectados, de forma a fechar o poço no tempo mínimo requerido. Os ESCP’s devem permitir a liberação controlada dos fluidos contidos no poço, além do seu bombeio para o interior do poço, bem como a descida ou retirada da coluna de perfuração do poço, estando esse sob pressão.

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2 PREVENTORES DE GAVETAS É um equipamento que tem a função de vedar o espaço anular, entre a ferramenta e o poço, ou fechar um poço sem coluna, no seu interior. Seu funcionamento consiste na movimentação de um pistão, através da aplicação de pressão hidráulica – ou de força mecânica, que é acoplado a um conjunto de hastes e gaveta, que fechará o poço. Os blocos de gavetas são feitos de aço especial e, no caso da gaveta de tubos, podem suportar o peso da coluna de perfuração, se houver a necessidade de mantê-la suspensa pelo too joint apoiado nas gavetas, esta operação é conhecida como hang off. Se não houver essa necessidade, não se deve apoiar a coluna nas gavetas, mas sim mantê-la suspensa no gancho. As borrachas de vedação são instaladas na parte frontal e superior das gavetas e são resistentes, para prevenir contra a deterioração rápida. As partes móveis principais, de um sistema de gavetas, são: pistão, eixo e gaveta. O fluido hidráulico é injetado sob pressão e, agindo no pistão, movimenta o eixo e a gaveta. Em alguns modelos, ela pode ser acionada e travada manualmente. Quando for necessário realizar um fechamento manual, a linha de abertura deve ser ventilada. Para o fechamento hidráulico, cada gaveta exige um volume específico de fluido para o seu acionamento, o qual varia conforme o modelo utilizado. Se houver necessidade, é possível travar a gaveta na posição fechada, no caso dos BOP’s de travamento manual. Os BOP’s travados com o sistema hidráulico, a trava é efetuada automaticamente após o fechamento. Todas as peças de borracha devem ser armazenadas em sua forma natural, em local escuro e fresco, para evitar o calor que provoca o endurecimento gradativo da borracha. Não se deve armazenar próximo a equipamentos elétricos e onde haja a presença de óleos, graxas e outros derivados do petróleo, evitando-se assim o inchamento ou contração, devido ao contato com esses produtos. Quando houver vazamento de fluido, através do orifício de dreno da gaxeta da haste do pistão, é porque a vedação principal não está atuando. Há uma vedação secundária, da haste do pistão, que pode ser acionada quando houver falhas nos seus selos de vedação. 2

A pressão do poço auxilia na manutenção da gaveta na posição fechada. Para cada preventor existem relações, entre a pressão do poço e a pressão necessária para o seu fechamento e abertura. A razão de fechamento é a relação existente entre a pressão do poço e a pressão necessária para acionamento da gaveta, no sentido de abrir. Todo preventor com travamento manual de gavetas pode ser fechado manualmente, se o sistema hidráulico falhar. Nesse tipo de preventor, o fechamento pode ser monitorado pela posição externa das hastes de travamento.

3 TIPOS DE GAVETAS

3.3 GAVETAS DE TUBO DE DIÂMETRO FIXO Tem uma abertura semicircular, que foi projetada para fechar contra a tubulação que esteja em uso. Não devem ser fechadas sem tubulação no poço, para não haver danificação do elemento vedante, devido a sua expansão excessiva. A pressão de acionamento recomendada é 1.500 PSI.

3.4 GAVETAS DE TUBO DE DIÂMETRO VARIÁVEL Podem ser acionadas para vedar ao redor de diâmetros variáveis.

3.5 GAVETA CEGA Usadas para fechar o poço, sem coluna em seu interior. Recomenda-se seu fechamento toda vez que se retirar a coluna. Se for fechada contra o tubo pode amassá-lo, a depender da pressão de acionamento.

3.6 GAVETA CISALHANTE Foi projetada para servir tanto como uma gaveta cega, como para cortar a coluna de tubos. Fornece vedação à pressão do poço, após o corte da coluna. Quando cortado, a lâmina passa abaixo da aresta pontiaguda inferior, do bloco superior, seccionando o tubo. A seção inferior do tubo cortado é acomodada no espaço entre a lâmina e o suporte superior. 3

A gaveta cisalhante corta o tubo e promove a vedação, além de poder fechar o poço sem tubo no seu interior, nas operações normais. Para garantir a força de core adequada, deve-se usar o pistão no diâmetro compatível com as características da gaveta. A pressão requerida para corte é de 3.000 PSI.

4 TRANSPORTE DOS PREVENTORES DE GAVETA Os preventores, que possuem orelhas de içamento fundidas no corpo, devem ser içados enrolando-se uma corrente ou um cabo ao redor da orelha. Nos que não possuem orelhas de içamento, coloca-se uma correia (ou corrente) ao redor da porta plana, tão próxima ao corpo quanto possível. Eleva-se o preventor fixando essa corrente ao cabo de içamento. Não se deve levantar o BOP pelos cilindros, estes não suportam os esforços e serão danificados. Durante o manuseio, ou transporte, dos E.S.C.P’s, os flanges devem ficar protegidos por uma chapa de aço ou madeira, evitando danos na sede do anel de vedação.

4 RAZÕES DE OPERAÇÃO

a. Razão de fechamento

É a relação entre a área de fechamento e a área da haste do pistão. RFE = AFEC/AHP AFEC = Área de Fechamento AHP = Área da haste do pistã A pressão requerida para o fechamento de um preventor de gaveta, com a máxima pressão de trabalho no poço, é a razão entre a pressão máxima de trabalho e a ração de fechamento. PRF – Pressão requerida para o fechamento PRF = PTBOP/RFE PTBOP – Pressão de trabalho do BOP

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b. Razão de abertura

RAB = ABERT/AEPP ABERT = Área de abertura AEPP = Área exposta à pressão do poço A pressão requerida, para abertura de uma gaveta com pressão de trabalho do BOP, no poço, PRA, é a relação entre a pressão de trabalho do BOP e a razão de abertura. Não é recomentado abrir a gaveta com o poço pressurizado

5 VEDAÇÕES

Nos BOP’s gaveta existem três vedações responsáveis pelo fechamento completo do poço. São elas: a vedação do interior do poço, da porta da gaveta e da haste do pistão. No interior do poço, a vedação é fornecida pela gaveta, contra a tubulação no poço e contra a superfície superior da cavidade da gaveta, no corpo do preventor. Na porta da gaveta, a vedação é possível graças ao uso de um anel, projetado para o alojamento existente na face da porta. Ele previne que os fluidos do poço escapem entre o corpo do preventor e a porta da gaveta. A integridade desse anel é fundamental, assim como a vedação da gaveta, para a segurança da operação de controle de influxos. A vedação da haste do pistão é conseguida através do uso de um anel, localizado interiormente na porta da gaveta. Sua função é prevenir que fluidos do poço entrem na câmara de abertura do cilindro. A substituição do anel é feita removendo a gaveta, os anéis de retenção e o espaçador, que retém o anel de vedação. O novo anel deve ser colocado em sua posição, com os lábios no sentido do poço. O anel espaçador é colocado próximo ao anel de vedação e, a seguir, o anel de retenção, que se expande para dentro do seu alojamento. A vedação secundária é realizada em situações de emergência, utilizada em equipamentos de superfície, para vedar a passagem de fluidos, do poço para a câmara de abertura, quando a vedação principal falha. Ela é ativada manualmente e energizada quando o vedador plástico, injetado através do aperto de um parafuso, localizado na 5

porta da gaveta, atua sobre o anel de vedação. Esse parafuso é visto após ser removido um plug tampão hexagonal, localizado externamente da porta da gaveta. Localizado após a vedação secundária, e no lado oposto da porta, há um furo sangrador para a detecção de vazamentos de fluidos.

6 SISTEMA DE TRAVAMENTO

6.1 TRAVAMENTO MANUAL Após efetuar o acionamento hidráulico, deve-se usar os volantes de acionamento manual girando-os a direita, para que as hastes recuem até que o ressalto, ou ombro, tope na cabeça do cilindro. Cada haste de trava possui um ombro interno e a cabeça do cilindro possui um encaixe para esse ombro. O travamento se completa quando o ombro penetra e topa nesse encaixe. No BOP gaveta da Cameron, após o acionamento hidráulico, o travamento é feito através do avanço da haste de travar até topar no pistão a frente. Após esse travamento, a gaveta não abre em caso de pane no sistema hidráulico. 

Etapas de realização do travamento manual

a. Colocar a válvula de acionamento hidráulico na posição fechada, ou quebrar as duas linhas de acionamento (fechar e abrir). É necessário que a câmara de abertura esteja despressurizada ou ventilada. b. Girar a haste de trava, para a direita, enquanto se mover. Isso deslocará a gaveta para a posição de fechar e, ao fim do deslocamento, a gaveta estará travada. O fechamento manual não é um sistema confiável, em virtude da demora. A principal função desse sistema é o travamento da gaveta. 

Abertura da gaveta, quando fechada manualmente. a. Colocar a válvula de fechamento hidráulico na posição aberta, ou quebrar a linha de fechar. 6

b. Girar a haste de trava para esquerda, até ela “topar” – retornar 1/8 de volta, após ela topar. c. Aplicar pressão hidráulica para abrir. Essa é a única maneira da gaveta ser aberta.

6.2 TRAVAMENTO AUTOMÁTICO

O BOP da Hydril, equipado com o sistema automático MPL (Multiple Position Lock) permite que o travamento seja efetuado após o fechamento. Ele continua enquanto a câmara de abertura permanece despressurizada. Caso ocorra uma pane no sistema hidráulico, que despressurize a câmara de fechamento, a gaveta permanece fechada e travada. O travamento e destravamento do MPL são controlados por um mecanismo de engrenagem unidirecional e uma porca de trava. A engrenagem mantém a porca e a gaveta na posição travada, até que o mecanismo é desacoplado pela aplicação de pressão hidráulica de abertura da gaveta. Componentes e funcionamento do MPL A haste do conjunto do pistão possui dois tipos de roscas: em uma extremidade da haste, a rosca ACME à esquerda, é usada para enroscar a haste do pistão; na outra extremidade uma rosca helicoidal, que possibilita um deslocamento de 1 ft, a cada 30 voltas. Se a pressão hidráulica de abertura for interrompida, a mola, atuando na placa posterior da engrenagem, empurra-a de encontro a placa dianteira, fornecendo novamente o travamento na posição em que estiver. Uma porca conjugada é penetrada por essa haste. A porca é contida entre rolamentos, que permitem a rotação da mesma, mas impedem seu deslocamento, no sentido do pistão. O movimento linear da haste cria um torque na porca de trava, e assim a faz girar. O passo rápido da rosca da haste facilita a rotação da porca com movimento do pistão para fechar ou abrir a gaveta. 7

O movimento de abertura da gaveta é causado pela aplicação da pressão hidráulica de abertura do preventor. Essa pressão atua na camisa do cilindro, liberando o mecanismo de trava da seguinte maneira: a camisa do cilindro se move contra o anel de transferência, e esse anel vai de encontro à placa posterior da engrenagem, desacoplando-a enquanto durar a aplicação da pressão de abertura. Com a continuação da aplicação dessa pressão, o pistão se move juntamente com a gaveta para a posição “aberta”, com a porca de trava e a placa dianteira girando livremente.

6.3 SISTEMA POSLOCK

Travamento: Uma baixa pressão de fechamento fechará as gavetas, até que as borrachas das mesmas se encontrem. Neste ponto, os segmentos de trava se encontram próximos aos ressaltos, na parede do cilindro. Aplicando-se mais pressão (até 1.500 PSI) a borracha é comprimida e os segmentos de trava se movimentam para o ressalto e se expandem para fora do pistão, devido a foça exercida pelo cone-trava, que avança, forçado pela pressão hidráulica de fechamento, bloqueando qualquer retração dos segmentos de trava, mantendo as gavetas na posição “fechada”. A mola, atrás dos cones-trava, evita que os mesmos possam se deslocar para fora da posição travada, se a pressão hidráulica dor removida. Destravamento: Aplicando uma pressão hidráulica, de 1.500 PSI, os cones-trava são obrigados a retrocederem, o que faz com que os segmentos de trava se movimentem radialmente para dentro, destravando as gavetas.

6.4 SISTEMA MULTILOCK E ULTRALOCK O Sistema Poslock tem um conjunto de segmentos, capazes de pover as travas para uma posição, que é o máximo requerido para o pistão de uma determinada gaveta de tubo. O Multilock tem dois conjuntos de segmentos de trava, que permite um range de posições de travamento, que é necessário quando as gavetas variáveis são utilizadas. 8

7 PREVENTOR ANULAR É um equipamento que faz parte dos E.S.C.P’s e permite o fechamento total do anular do poço, independente do diâmetro da coluna que esteja sendo utilizada. Este equipamento é de extrema importância no controle de poços, não apenas por nos proporcionar o fechamento total do mesmo, como também permitir realizar determinadas operações. Em modo de trabalho, é aconselhável que seu fechamento ocorra com a passagem de coluna em seu interior, para evitar o desgaste em suas borrachas, que é causado pelo esforço gerado em seu acionamento. Deve-se levar em consideração que, apesar das diversas vantagens, o BOP anular não apresenta vedação quando o fechamento ocorrer em transição com estabilizadores, hole openers e podendo também não haver vedação no fechamento em comandos espiralados. Ele é o último equipamento a ser posicionado, em um arranjo de BOP. É o primeiro a ter o fechamento acionado, em relação aos demais componentes do ESCP. Seu fechamento e abertura são realizados hidraulicamente por meio de fluido inserido em suas câmaras, que se localizam internamente. O fluido (geralmente óleo hidráulico) é inserido em determinada pressão (pressão é calculada em função das características do projeto do poço), sendo um valor para fechamento e outro para abertura, uma vez pressurizado este chega até a câmara, fazendo com que o pistão se mova para acima em caso de fechamento ou para abaixo em caso de abertura. De maneira geral, o BOP anular dispõe de duas partes móveis: o pistão e a borracha. As partes fixas são: a parte superior (tampa), parte inferior (corpo) e o sistema de vedação interna (o’rings).

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7.1 OPERAÇÃO DOS BOP’S ANULARES A pressão hidráulica deve ser aplicada na câmara de fechamento, pelo orifício inferior do corpo do preventor. Essa pressão move o pistão, que leva a borracha a se fechar em torno da coluna. A pressão ideal de fechamento é a mínima capaz de proporcionar uma completa vedação, mantendo a condição operacional. A pressão do poço, ou de teste, também atua na parte inferior do pistão, incrementando a força que age sobre a borracha, auxiliando a vedação. A maneira mais comum de dano à borracha é causada pela aplicação de pressão excessiva no seu acionamento. As pressões de operação são fornecidas pelo fabricante, conforme o tipo de BOP, o diâmetro do tubo sobre o qual fechará e a pressão existente no poço. Em revestimentos é recomendado fechar o BOP anular cuidadosamente, a fim de evitar o colapso do mesmo. Deve-se fazer o correto ajuste da pressão sempre que um revestimento for descido. Abertura: A pressão hidráulica deve ser aplicada na câmara de abertura, pelo orifício superior, ao corpo do preventor. Essa pressão move o pistão para baixo e a borracha volta a sua posição original, devido a sua elasticidade. de fechamento,

8 SISTEMA HIDRÁULICO Uma unidade de acionamento, corretamente dimensionada, deve ser utilizada, possuindo volume de fluido suficiente para o enchimento das câmaras, além de uma válvula reguladora de pressão e vazão, necessária para o fechamento em menos de 2 minutos. O fluido de acionamento recomendado é hidráulico e tem viscosidade entre 200 e 300 SSU, a 100F. Um óleo solúvel, adicionado à água, também pode ser utilizado. Em temperaturas baixas, recomenda-se o uso de um anticoagulante.

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9 TIPOS DE BORRACHAS

Borracha natural: É utilizada em lama base água. Foram projetadas para operar em temperaturas entre 35 e 107C. Em cor preta, é identificada por um número de série, com a letra de código “R” ou “NR” Borracha de nitrilo (composto sintético): É usada em lama de base óleo e opera em temperaturas entre -1 e 82 C. Em cor vermelha, é identificada por um número de série, com uma letra de código “NBR”. Borracha de Neoprene: É usada em lama de base óleo e opera em temperaturas entre 35 e 77C. Em cor verde, é identificada por um número de série, com uma letra de código “N” ou “CR”. A presença de H2S e CO2 não afeta a seleção do elemento de vedação a ser utilizado. Ambos, normalmente, reduzem a vida útil dos elementos de borracha, porém a seleção do elemento de vedação deve ser em função do tipo de fluido de perfuração utilizado.

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10 CONCLUSÃO BOP’s são equipamentos de fundamental importância, para garantir a segurança nas operações de perfuração. Se corretamente dimensionados, instalados, inspecionados e, dispondo de pessoas aptas para operá-los, podem garantir a segurança do poço, pessoal e contribuir para o sucesso dos trabalhos realizados na sonda.

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11 REFERÊNCIAS IBIAPINA, Joaquim Leite Pereira. – Equipamentos do Sistema e Controle de Poço, Programa Alta Competência – PETROBRÁS.

ÚNICA - Segurança de Poços. Guia de Prevenção contra Blowout

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12 ANEXOS

Gaveta de diâmetro fixo - Hydril

BOP de gavetas – Componentes

Gaveta de diâmetro variável Hydril

Mecanismo de Corte – Gaveta Cisalhante. 14