considerações finais Este levantamento possibilita constatarmos que a Psicologia Jurídica brasileira atinge quase a totalidade de seus setores

. Porém, ainda temos uma concentração de psicólogos jurídicos atuantes nos setores mais tradicionais, como na psicologia penitenciária, na Psicologia Jurídica e as questões da infância e juventude, na Psicologia Jurídica e as questões da família. Por outro lado, permite verifi car outras áreas tradicionais pouco desenvolvidas no Brasil, como a psicologia do testemunho, a psicologia policial/militar e a Psicologia Jurídica e o direito cível. Os setores denominados como não tradicionais ou mais recentes, como a proteção de testemunhas, a Psicologia Jurídica e os magistrados, a Psicologia Jurídica e os direitos humanos, a autópsia psíquica, entre outros, também necessitam de maior desenvolvimento. Essas reflexões, embora sejam fundamentadas num levantamento dos trabalhos brasileiros apresentados no III Congresso Ibero-Americano de Psicologia Jurídica e não em pesquisa, nos permitem vislumbrar o quanto a Psicologia Jurídica Brasileira pode e necessita crescer, não só na quantidade de profi ssionais atuantes, na qualidade do trabalho desenvolvido por eles, mas também na intensifi cação da produção e publicação do conhecimento. O registro da prática e os trabalhos teóricos fomentam e enriquecem o caráter científi co da Psicologia Jurídica, o que, em tese, possibilitaria maior efi ciência da prática. Este é um dos desafios da Psicologia Jurídica brasileira. Contudo, existem outros em níveis metodológicos, epistemológicos e de compromisso social. Não podemos ignorar problemas sociais da magnitude dos nossos, os quais muitos permeiam ou são permeados pelo jurídico. Um exemplo signifi cativo e pouco estudado pela Psicologia Jurídica, presente no cotidiano do mundo jurídico, é a questão racial. RESUMO A Psicologia Jurídica é uma emergente área de especialidade da ciência psicológica, se comparada às áreas tradicionais de formação e atuação da Psicologia como a Escolar, a Organizacional e a Clínica. É próprio desta especialidade sua interface com o Direito, com o mundo jurídico, resultando encontros e desencontros epistemológicos e conceituais que permeiam a atuação do psicólogo jurídico. Os setores da Psicologia Jurídica são diversos. Há os mais tradicionais, como a atuação em Fóruns e Prisões, e há também atuações inovadoras como a Mediação e a Autópsia psíquica, uma avaliação retrospectiva mediante informações de terceiros. O presente trabalho focaliza a Psicologia Jurídica Brasileira. Objetiva apresentar e discutir a definição de Psicologia Jurídica e sua relação com o Direito, destacar seus setores de atuação de acordo com os trabalhos apresentados no III Congresso Ibero- Americano de Psicologia Jurídica realizado no Brasil em 1999 e abordar os desafios para a Psicologia Jurídica Brasileira. Palavras-chave: Psicologia jurídica, Psicologia jurídica no Brasil, Psicologia e justiça, Psicologia forense, Psicólogo jurídico.

mas também na intensifi cação da produção e publicação do conhecimento. a avaliação.A psicologia jurídica compreende o estudo. embora sejam fundamentadas num levantamento dos trabalhos brasileiros apresentados no III Congresso Ibero-Americano de Psicologia Jurídica e não em pesquisa. como a psicologia do testemunho. em tese. na Psicologia Jurídica e as questões da infância e juventude. Um exemplo signifi cativo e pouco estudado pela Psicologia Jurídica. na qualidade do trabalho desenvolvido por eles. a formação de profissionais do sistema legal em conteúdos e técnicas psicológicas úteis ao seu trabalho. a psicologia policial/militar e a Psicologia Jurídica e o direito cível. comportamentais e relacionais que incidem no comportamento legal das pessoas. a Psicologia Jurídica e os direitos humanos. a Psicologia Jurídica e os magistrados. uma área de trabalho cujo objecto de estudo é o comportamento dos actores jurídicos no âmbito do direito. os quais muitos permeiam ou são permeados pelo jurídico. dos tecidos. Este é um dos desafios da Psicologia Jurídica brasileira. Considerações finais Este levantamento possibilita constatarmos que a Psicologia Jurídica brasileira atinge quase a totalidade de seus setores. o que. a assessoria aos órgãos judiciais relativamente a questões próprias da sua área. como a proteção de testemunhas. Não podemos ignorar problemas sociais da magnitude dos nossos. e de corpos inteiros (autópsias). a autópsia psíquica. como na psicologia penitenciária. Entre as funções do psicólogo jurídico. epistemológicos e de compromisso social. A Patologia é o estudo e o diagnóstico da doença através do exame dos órgãos. Contudo. O registro da prática e os trabalhos teóricos fomentam e enriquecem o caráter científi co da Psicologia Jurídica. a prevenção. é a questão racial. da lei e da justiça. na Psicologia Jurídica e as questões da família. destacam-se a avaliação e o diagnóstico das condições psicológicas dos actores jurídicos. Trata-se de uma disciplina reconhecida por associações e organizações de todo o mundo. A psicologia jurídica é. possibilitaria maior efi ciência da prática. entre outros. existem outros em níveis metodológicos. permite verifi car outras áreas tradicionais pouco desenvolvidas no Brasil. não só na quantidade de profi ssionais atuantes. Essas reflexões. . Para tal. presente no cotidiano do mundo jurídico. de líquidos corporais. recorre aos métodos próprios da psicologia científica. o tratamento. também necessitam de maior desenvolvimento. a concepção e a realização de programas para a prevenção. Os setores denominados como não tradicionais ou mais recentes. as campanhas de prevenção social contra a criminalidade. e a assistência às vítimas para melhorar a sua qualidade de vida. em suma. a assessoria e o tratamento dos fenómenos psicológicos. nos permitem vislumbrar o quanto a Psicologia Jurídica Brasileira pode e necessita crescer. ainda temos uma concentração de psicólogos jurídicos atuantes nos setores mais tradicionais. a reabilitação e a integração dos actores jurídicos na comunidade ou no meio penitenciário. Porém. a explicação. Por outro lado.

para detectar anomalias. e organizações de consumidor dos cuidados médicos para ajustar directrizes e padrões para o teste de laboratório médico que ajudam a melhorar os cuidados médicos de um paciente e o tratamento do guia. A patologia Médica é dividida em dois ramos principais. ou por um Exame preventivo executado por um ginecologista. Os Patologistas podem igualmente conduzir autópsias para investigar causas de morte.A Patologia igualmente abrange o estudo científico relacionado de processos da doença. Os Patologistas examinam biópsias do tecido para determinar se são benignos ou cancerígenos. igualmente chamada patologia investigatório. Os Patologistas trabalham com outros doutores. A Patologia é uma disciplina do núcleo da Faculdade de Medicina e muitos patologistas são igualmente professores. profissionais do laboratório médico. As Áreas de estudo incluem a adaptação celular a ferimento. Os Patologistas igualmente revêem resultados dos testes pedidos ou executados por especialistas. e à neoplasia. Os resultados da Autópsia podem ajudar a pacientes vivos revelando um desconhecido hereditário da doença à família de um paciente. assim como asseguram a qualidade e a segurança de laboratórios médicos domésticos e internacionais. A grande maioria de diagnósticos do cancro é feita por patologistas. à ferida que curam. Como gerentes dos laboratórios médicos (que incluem a química. os patologistas interpretam análises laboratoriais médicas para ajudar a impedir a doença ou monitorar uma condição crônica. chamado patologia geral. O termo “patologia geral” é usado igualmente para descrever a prática da patologia anatômica e clínica. por exemplo. a . determinar o tratamento o mais apropriado para tipos particulares de cancro. a aplicação deste conhecimento para diagnosticar doenças nos seres humanos e nos animais. Alguns patologistas especializam-se no teste genético que pode. Além. A patologia Geral. patologia experimental. assim como os meios do corpo da resposta e de reparar ferimento. na patologia anatômica e na patologia clínica. por uma biópsia de uma lesão de pele removida por um dermatologista. ou patologia teórica. à necrose. Os Patologistas são os doutores que diagnosticam e caracterizam a doença em pacientes vivos examinando biópsias ou líquidos corporais. à inflamação. um patologista analisa amostras de sangue do exame anual de um paciente e alerta seu médico da atenção primária a todas as mudanças em sua saúde cedo. Forma a fundação da patologia. sociedades médicas da especialidade. Além. é um campo científico largo e complexo a que as buscas para compreender os mecanismos de ferimento às pilhas e aos tecidos. quando o tratamento bem sucedido é mais provável. tais como as análises de sangue pedidas por um cardiologista.

atenção e outras. da mesma forma que padrões já estabelecidos de pensamento "filtram" os dados da realidade que mais encaixam com nossa visão de mundo. memória. Por exemplo. Os transtornos mentais são usualmente compreendidos a partir destas teorias psicológicas. Para minimizar esta situação. os sentimentos negativistas filtram as situações que estão relacionadas com eles (tendem a focar mais nos problemas que nas soluções. Embora a prática médica da patologia cresça fora da tradição da patologia investigatório. A Patologia é uma especialidade médica original. Psicologia cognitiva A cognição é considerada como um conjunto amplo de funções mentais. mais de 70 por cento de todas as decisões sobre o diagnóstico e o tratamento. tais como pensamento. por exemplo). um programa aprovado da residência. Para para ser licenciado. Da mesma forma. e sejam certificados por um corpo apropriado. a psicologia cognitiva estuda a relação que os processos cognitivos possuem com os afetos e comportamentos. sensopercepção. orientação. e como estes realimentam os processos cognitivos. a linguagem e os conceitos sejam diferentes. e resto da descarga em resultados de exame médico. De forma genérica.).microbiologia. Os Patologistas jogam um papel crítico na equipe do assistência ao paciente. Assim. a maioria de patologistas modernos não executam a pesquisa original. os patologistas jogam um papel importante na revelação de sistemas de informação do laboratório. No sentido amplo. linguagem. Etc. quando se trata da psicopatologia esta influência se faz sentir de forma muito intensa. elaborando com frequência teorias com termos e nomenclaturas específicas[nt 1]. Visões sobre a psicopatologia Da mesma forma que as diversas correntes da psicologia consideram as causas e consequências do comportamento de forma diferenciada. A Patologia toca em toda a medicina. o que está de acordo com seu estado de humor que "modula" como ela percebe da realidade. e pode ocorrer que dependendo da teoria à qual se está tomando como referência. visto que também alteram e são afetados de forma significativa pelos processos de pensamento. porque o diagnóstico é a fundação de todo o assistência ao paciente. De facto. trabalhando com outros doutores para tratar pacientes e cuidado do guia. uma pessoa com sintomas depressivos tende a pensar a realidade de forma mais pessimista e limitada. uma pessoa que teve uma infância onde foi alvo de muitas críticas por seus pais tende a perceber o ambiente de forma mais . É amplamente confirmado que a forma como se processam as informações vindas do ambiente direcionam a análise da realidade e a autoimagem. o estudo da cognição incluiria o estudo dos afetos e humores. os candidatos devem terminar o treinamento médico. usualmente utiliza-se uma nomenclatura psiquiátrica mais descritiva como "fiel" ou referência para a compreensão dos transtornos mentais. padrões aprendidos de pensamento podem favorecer que alguém foque em determinados aspectos da realidade em sintonia com eles. admissão de hospital. o banco de sangue. a citologia.

mas talvez mais do lado behaviorista). Tendo como um dos principais expoentes B. Um segundo fator é que por psicanálise entende-se uma gama ampla de formulações teóricas sobre o inconsciente. determinado resultado. O behaviorismo postula que o comportamento é aprendido. o fazemos em virtude de buscar. assim como os elementos que o desencadeiam (contingências). podemos dizer que somos menos livres e menos autodeterminados. propondo intervenções que objetivem compreender e modificar o comportamento[7]. O grande elemento que define o que fazemos são as consequências. Desta forma. o behaviorismo influenciou muito. Desta forma. Relações entre a psicologia cognitiva e o behaviorismo Uma ampla gama de psicólogos clínicos e pesquisadores efetuam uma fusão entre os conhecimentos da psicologia cognitiva e do behaviorismo. caracteriza-se a psicologia cognitivo-comportamental como região de interface entre as duas teorias. Fundada por Sigmund Freud. e espera ser criticada por outros[6]. coloca grande ênfase no ambiente como fator de organização e configuração daquilo que fazemos. O tema é complexo por. que aproveitaram alguns aspectos . Melanie Klein e Jacques Lacan) e outros. Portanto. postulava que o comportamento era em grande medida determinado pelos aspectos inconscientes da personalidade. se temos tal ou qual comportamento. a terapia pode buscar a modificação destes aprendizados. causando respostas emocionais de sofrimento. Skinner. dissidentes. Psicanálise A psicanálise foi uma das primeiras teorias com aspecto científico que objetivou compreender o fenômeno da psicopatologia. foi incorporando e integrando conceitos. pelo menos. neste sentido. Assim corre mais risco de desenvolver uma psicopatologia. e esse pode ser um fator relacionado com o surgimento e a manutenção dos transtornos mentais[nt 2]. visando um comportamento mais bem adaptado. do ponto de vista prático os psicólogos clínicos entendem que é uma integração eficiente. pois combina teorizações e técnicas de modificação de comportamento com estratégias de revisão e alteração de esquemas cognitivos.agressiva. há autores que são entendidos como psicanalíticos (como Anna Freud. Embora do ponto de vista conceitual e da pesquisa esse movimento receba várias críticas (de ambos os lados. e influencia ainda. A psicopatologia pode ser compreendida como um conjunto de aprendizagens que levaram a comportamentos que são pouco adaptados ao contexto atual. F. o homem possui menos controle sobre os seus atos do que gosta de acreditar que tem. Desta forma. de forma mais ou menos clara. duas razões: à medida em que Freud foi avançando em sua elaboração sobre o funcionamento psíquico. comportamento) postula que o comportamento depende em grande medida do que ocorre em função das contingências (fatores ou variáveis) ambientais. Quanto menos compreendermos os efeitos de nossos comportamentos. Comportamentalismo (Behaviorismo) O comportamentalismo (tradução do inglês behaviorism. Não existe uma forma única de compreender a psicopatologia pela visão psicanalítica. a educação e a psicoterapia.

Se esse impedimento for muito forte ou prolongado. seriam as instâncias psíquicas responsáveis pelo funcionamento adequado ou patológico. pode-se dizer que o inconsciente. em especial os psiquiatras. nuclear. que estão por alguma razão proibidos de vir à consciência.da psicanálise freudiana e organizaram suas formulações (como Wilhelm Reich. o instrumento propedêutico principal do psiquiatra. em interação com o pré-consciente e consciente. há chances de ocorrer o desenvolvimento de patologias. em oposição a uma abordagem estritamente médica de tais patologias. No entanto. Cabe ao profissional efetuar uma leitura da configuração final desse jogo estrutural. Fenomenologia Karl Jaspers afirmava que o objetivo da fenomenologia é "sentir. Pode estar fundamentada na fenomenologia (no sentido de psicologia das manifestações da consciência). e sempre serão. sua disciplina fundamental. Na medida em que há conteúdos inconscientes reprimidos. a psicopatologia tem por objetivo estudar descritivamente os fenômenos psíquicos anormais. exatamente como se apresentam à experiência imediata. a psiquiatria trabalha também com símbolos. a psicopatologia é a própria razão de existir da psiquiatria. e não haverá. a nossa. A psicopatologia se estabelece através da observação e sistematização de fenômenos do psiquismo humano e presta a sua indispensável colaboração aos profissionais que trabalham com saúde mental. etc. esta pressão poderia ser geradora de sofrimento. sem maiores pressupostos ou intencionalidade. a do paciente/pessoa. a sensibilidade e a intuição ainda são. Alfred Adler e Carl Gustav Jung). sem a homogeneidade conceitual do que seja cada fato psíquico não há. e com procedimentos posteriores de verificação. Essa seria uma tarefa do terapeuta: mergulhar nos fenômenos que transitam entre duas consciências. que suas partes confluam ou se esparjam. buscando aquilo que constitui a experiência vivida pelo enfermo. em que os sinais e sintomas são ícones ou índices. os médicos de família e os neurologistas clínicos. homogeneidade na abordagem clínico-terapêutica do mesmo. por etiologia a exemplo das orgânicas e psicológicas por tipo de alteração a exemplo da neurose e psicose que considera a relação com a consciência perda de contato com a realidade na concepção psicanalítica desta. pois que. A categoria de classificação possui fins estatísticos ou seja de tabulação . básica. Autores como Karl Jaspers[8] e Eugène Minkowski[9] buscam uma ponte possível entre a psicopatologia descritiva e a fenomenológica. a do psiquiatra/pessoa e a do outro. ou recalcados. enquadrando-o em padrões baseados em pressupostos e preconceitos. Abordando a conceitualização psicanalítica clássica. apreender e refletir sobre o que realmente acontece na alma do homem". Para Jaspers. Deixar que os fenômenos se fragmentem. buscando não reduzir o sujeito a conceitos patológicos. os psicólogos. Posto isso. Diferentemente de outras especialidades médicas. Sistemas de classificação dos transtornos mentais As manifestações psicopatológicas podem ser classificadas de diversas maneiras. num movimento próprio e intrínseco a eles. o pensamento.

A CID-10 e o DSM-IV-TR são sistemas diferentes. pois permite uma avaliação multiaxial do paciente. ex. não estão vinculados direta ou exclusivamente a uma teoria psicológica (p. F40-F48 . psicanálise. inclusive os sintomáticos. humanismo) na explicação da gênese. visando diferenciar os diversos quadros relacionados aos transtornos mentais. Washington D. De forma resumida.Esquizofrenia. Entre as mais conhecidas estão a CID (Classificação Internacional das Doenças e de Problemas relacionados à Saúde que está na 10ª revisão e se inciou em 1893) e o DSM (referente ao Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. . Fornece diretrizes diagnósticas que são as orientações que visam auxiliar o profissional a avaliar o conjunto de sinais e de sintomas apresentados pelo paciente[10]. com os principais aspectos clínicos e outros associados. o capítulo V da CID-10 que corresponde aos Transtornos Mentais e Comportamentais inclui as seguintes categorias de classificação: F00-F09 . uma publicação da American Psychiatric Association. pela separação em grandes grupos de patologias. A CID-10[10] é a classificação usada no Brasil nos serviços de saúde para referenciar todos os quadros de enfermidades e doenças.Transtorno de personalidade e do comportamento do adulto. cognitivismo. ou seja. transtornos relacionados com o estresse e transtornos somatoformes. manutenção e tratamento dos sintomas. A importância dos sistemas de classificação reside no fato de que propõe categorias diagnósticas.Transtornos mentais orgânicos. transtornos esquizotípicos e delirantes. F60-F69 .Transtornos neuróticos. por todos os profissionais da saúde. e possuem diferentes formas de classificação. atestados. mesmo que menos importantes. F10-F19 . O DSM-IV-TR é também bastante utilizado para fins de diagnóstico. Pode-se conferir aqui a lista completa do capítulo da CID-10 referente aos transtornos mentais e de comportamento.. CID-10 A CID-10 apresenta um caráter descritivo por diagnóstico. inclusive os transtornos mentais.Transtorno do humor (afetivos).. sendo a sua 4ª edição conhecida pela designação “DSM-IV-TR[5] ”).de prontuários em serviços de saúde. propostos respectivamente pela Organização Mundial da Saúde e pela American Psychiatric Association (APA). F30-F48 . declarações de óbito. F50-F59 . F20-F29 . Tanto a CID-10 quanto o DSM-IV-TR são sistemas de classificação a-teóricos.C. virtualmente.Síndromes comportamentais associadas com distúrbios fisiológicos e a fatores físicos.Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de substancias psicoativas. Esta visão a-teórica permite que os sistemas sejam utilizados.

F70-F79 . .Transtornos do desenvolvimento psicológico. F90-F98 . F80-F89 .Transtornos do comportamento e transtornos emocionais que aparecem habitualmente na infância e adolescência.Retardo Mental.