Impugnação Fase contenciosa Prazo: 30 dias Tem-se o autor de infração ou notificação de cancelamento, que só se aperfeiçoam com a notificação do sujeito

passivo, na forma do art.23. em regra, o auto de infração ou notificação de jugalmento é feito pelo órgão reparador (responsável pela administração do tributo). O contribuinte dispõe de um prazo de 30 dias para apresentar impugnação. Requisitos: art.16 Competência: 1ª instância: Delegacias de julgamento (órgão de natureza colegiada, sendo que, só há representantes da fazenda pública perante as delegacias de julgamento).

Essa impugnação pode ter dois resultados básicos: dá provimento ao pedido do contribuinte na impugnação, entende-se que não há crédito tributário, não houve o crédito tributário; nega provimento, ou julga improcedente a impugnação. Estamos diante de um procedimento administrativo, lembre-se, se o contribuinte ajuizar uma ação judicial, vai se abrir mão de recorrer no âmbito administrativo. Agora, se, por exemplo, a autoridade administrativa (delegado de julgamento) indefere uma prova, neste caso o contribuinte com uma ação ordinária com pedido de antecipação de tutela, continua o processo administrativo normal, a autoridade administrativa, segundo o artigo 18, pode fazer isso, e eu posso entrar com essa ação ordinária, que não ataca o ato de lançamento, este caso, conforme já dito, não há a renúncia do art.38 da LEF, porque não está se discutindo o crédito, não houve renuncia de recorrer na esfera administrativa, está se discutindo um vício do procedimento. Outro ex: o SP demonstra que a notificação tem um vício qualquer, não há contaminação do processo administrativo a entrada na via judicial. Se a autoridade administrativa der prosseguimento ao feito e entender que não há crédito tributário, tem-se a regra do artigo 34, do DL 70235/72, o chamado recurso de ofício, a própria autoridade administrativa que submete a sua decisão à confirmação pelo órgão de segunda instância (hipótese semelhante à do 475, do CPC). É condião de eficácia da decisão a confirmação por autoridade de segunda instância. Agora, se, nega provimento, e reconhece a existência do crédito, o contribuinte ainda tem o chamado recurso voluntário, do artigo 33. Neste recurso voluntário, ele deve vir acompanhado por um depósito de 30% do valor do crédito tributário, ou com o arrolamento de bens, bastantes e suficientes para garantir os 30%. O STF, em matéria de admissibilidade do recurso voluntário em matéria administrativa oscilou bastante, até aproximadamente 2004, o STF entendia que a CF garante é o devido processo legal, assegurado com uma lei em sentido formal que assegure, estabeleça, de que maneira vai se dar o processo administrativo fiscal, não há, assim, nenhum impedimento para que a lei limite o recurso voluntário, estabelecendo

b) ajuizar ação cautelar visando a garantir execução futura que vai sofrer. artigo 2º. e recomposição do STF. Isso tem conseqüências. a necessidade do depósito (influência do pensamento de Moreira Alves. a fazenda não está inibida de ajuizar a ação de execução (585. Logo após a aposentadoria de Moreira Alves.25. O contribuinte vai ter algumas saídas: 1ª) depósito no momentante integral – bom. 21. que deve ser apresentada pelo contribuinte no momento dos embargos à exccução. não quer dizer que o simples ajuizamento da ação tenha o efeito de suspender a exigibilidade do crédito. II.uma condição de procedibilidade. . pois violariam o princípio do contraditório e ampla defesa. LEF. Depois de julgados os recursos. Desde o momento da constituição de dívida ativa. e o outro no artigo 201. §1º. Se não realiza o depósito. pois a dívida estará garantida.38. e substituem o recurso de instância especial. entretanto. tem-se o chamado. não há de se falar em ampla defesa ilimitado. o contribbuinte pode ajuizar uma ação pra discutir o crédito. Dois artigos falam sobre a constituição da dívida ativa. Após a contribuição definitiva do crédito. com edição de súmula vinculante. qual seja. Vide súmula vinculante 28. conforme art. exigibilidade do crédito está suspensa. houve mudança de entendimento. §2º). dirigido ao ministro da fazenda). a fazenda pública ainda não dispõe de título executivo que lhe habilite a propor a ação de cobrança. c) liminar/atencipação de tutela. com representantes da fazenda. quem faz é a receita. art. do artigo 174. que se dividem em turmas. há uma presunção relativa quanto a liquidez e a certeza do crédito (admite prova em contrário. o depósito recursal seria válido e legítimo. e a extração da certidão de dívida ativa. um na LEF. §5º. não estando duspensa a exigibilidade. Artigo 204. agora. feita pela procuradoria da fazenda nacional. e certidão positiva com efeitos negativos. Competência pra julgamento dos recursos: art. neste caso a mora continua correndo. do STF. dizendo que tanto o depósito. A consituição definitiva não significa a extração do título executivo extrajudicial. a exigibilidade do crédito não está suspensa. §4º. da LEF. indicados pelas confederações nacionais. não haverá mora. CTN. de acordo com a lei 4320/64. CPC). O crédito não pode ser mais revisto na esfera administrativa. O conselho administrativo de recursos fiscais vai ter seções. quanto o arrolamento seriam inconstitucionais. A partir deste momento começa a correr o prazo de prescrição para o ajuizamento da ação de cobrança. fala que a dívida ativa pode ser de natureza tributária ou não tributária (art. A dívida ativa. o depósito estará vinculado ao processo até o final da ação – assim. Órgão colegiado e paritário. CTN.39. e representantes dos contribuintes. O depósito não é requisito para ajuizar a ação. em segunda instância ao conselho administrativo de recursos fiscais (antigo conselho dos contribuintes). impede a execução. salvo situações excepcionais que ele vai poder apresentar essa prova na exceção de pré-executividade). O 202 fala sobre a inscrição em dívida ativa. vide ADIN 1922). o próximo passo é a inscrição em dívida ativa.2º. tem-se a chamada constituição definitiva do crédito tributário. e temse também uma câmara superior de recursos ficais (utilizadas em apenas certas situações. nem obtem uma liminar.

sua anuidade. que tem-se como autor o supracitado. Já a execução contra a fazenda pública. a pessoa jurídica de direito privado está desempenhando um monopólio da União. e o STF declarou inconstitucional. DF. c/c730. principalmente a forma de execução de suas dívidas (RE 225011).21. Se adotou no Brasil um sistema que a fazenda para cobrança do crédito precisa ir ao poder judiciário. em juízo e próprios das pessoas de direito público. a ECT segundo o Supremo. no artigo 39. ela precisa ajuizar uma ação de execução para ter satisfação do seu crédito. traz privilégio/prerrogativa. CPC. a fim de evitar o grande número de execuções fiscais. CF. que não tem natureza tributaria. Será por meio de precatórios/requisição de pequeno valor (união. também . até 60 salários mínimos. pode se utilizar do rito da LEF. A fazenda pública não pode pura e simplesmente se apropriar dos bens do particular. muito embora seja autarquia não está sujeita à fiscalização pelo TCU. pessoa jurídica de direito publico que recebe receita pública(contribuição de interesse de categoria profissional. é regida conforme artigo 100 da CF. a expropriação para satisfação do crédito se dá pela execução fiscal. Observa-se. Conforme o artigo 730. se acreditar que o valor não era válido. do artigo 173. CPC. ajuizaria embargos. §2º. estão sujeitas ao regime das pessoas jurídicas de direito privado. suas autarquias e fundações). exatamente pelo fato de que o que ela recebe não ser despesa pública. de acordo com o art. e. Todas as pessoas de direito público interno podem se utilizar do rito da lei de execução fiscal. conforme seu artigo 1º. Quando uma fazenda pública executa a outra. E’s. 40 sm estados/DF e 30 sm municipios). portanto. desde que – e principalmente no caso das fundações – não explorem atividade econômica. As pessoas jurídicas de direito privado (empresas públicas e as sociedades de economia mista). Quem pode utilizar o rito da 8630? Apenas as pessoas jurídicas de Direito Público (U. Há uma exceção. e como réu a pessoa jurídica de direito privado. do adct. Houve uma MP aumentando o prazo para 30 dias. A fazenda inscreve em divida ativa e cobra seu crédito. estaos e municípios é a regra do 87. tem-se 10 dias para opor os embargos.Nova aula Lei 6830/80 – Execução dos créditos da fazenda Dívida ativa: tributária e não tributária. pessoa jur´diica de direito privado desempenha esse monopólio da União. Observar lei 4320/64. Com a citação. qual o rito processual a ser apliacdo? Pelo 100. CF/88. se discute se é possível um sistema de cobrança diretamente pela procuradoria e o contribuinte. também goza dos privilégios da fazenda pública. Obs: Dentro dos ´rogãos da Uniao. A OAB? Diz a jurisprudência que é uma autarquia sui generis. X. Muni.

Artigo 2º: na divida ativa de natureza tributária (crédito tributário). as contribuições tinham natureza tributária. a OAB não pode fazer CDA. não serão aceitas na cobrança de crédito de natureza não tributária. Resp 1. Presunção de liquidez e certeza. não há de se falar em utilização de regime da excução fiscal. uma exceução contra A e B. §9º: o artigo referido pelo parágrafo estipulava prescrição trintenária. Incompatibilidade como CTN. só que. com prazo de 5 anos (154. alterar a CDA.368. . CTN. Se fala em contribuição previdencária.192. ou. elas perderam a natureza tributária. da ediçlão do CTn até a EC 08/77. tenho que observar os ditames do CTN. por exemplo. com prazo de 5 anos para prescrição. quanto e quem está sendo cobrado). pois as causas de interrupção ou suspensão são reservadas ao CTN(146. inscrever em divida ativa. Encargo de 20%: suprime os honorários advocatícios. entretanto. a fazenda quer incluir C. Se o nome do devedor não consta da cda. quanto à vícios formais e materiais. Da EC 08/77 até a CF/88. Eventuais privilégios e garantias aplicáveis ao crédito tributário. neste ponto se tem o problema do redirecionamento da execução. quanto ao objeto. Observar súmula 392. ao fazer isso. não pode haver alteração do lançamento tributário.não é tributo). eu tenho que observar se a causa está ou não no CTN. a fazenda pública pode redirecionar a execução. pode haver a substituição. no seu artigo 174. conclui-se que o §3º só se aplica a dívida ativa não tributária. independentemente da alteração da CDA. só que não vai contar com a presunção. prazo de prescrição de 30 anos. voltaram a ter natureza tributária. Depois da CF/88. nem executar pela lei de execução fiscal. a fazenda vai ter que demonstrar o porque desse redirecionamento. §3º: uma vez inscrito. por 180 dias. b). previsão que está tanto no CTN como na LEF. suspenderá a prescrição. agora. §8º: até a decisão de primeira instância. A fazenda poderia ajuizar ação para descontituir o crédito falando que está errado? Não. CTN). até a distribuição da ação se inferior. §5º: nome do devedor. STJ. III.