PROJETO URBANO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO JARDIM ALVORADA

IDENTIFICAÇÃO

ETEC JOÃO BAPTISTA DE LIMA FIGUEIREDO CURSO:ELETROTÉCNICA CICLO:3° TURMA:1 PERÍODO:NOITE/2° SEMESTRE 2010

JOSÉ RUI MONTEIRO DIAS RG:47.963.186-4 ENDEREÇO:VICENTE SOARES N°51 CIDADE:MOCOCA-SP TELEFONE: (19) 3665 1088 CELULAR: (19) 9293 1758

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INDICE Identificação____________________________________2 Indice_________________________________________3 1-Introdução____________________________________4 2-Realização da obra_____________________________4 3-Dimensionamento e locação dos postes_____________5 4-Escolha das estruturas___________________________6 5-Iluminação Pública______________________________6 6-Alimentação___________________________________6 7-Bitola ulitizada para controle_______________________7 8-Bitola utilizada para alimentação dos pontos de luz_____7 9-Classificação do tráfego__________________________8 10-Escolha do tipo de lâmpada______________________8 11-Relés fotoelétricos______________________________9 12-Cálculo da demanda dos transformadores___________9 13-Dimensionamento dos transformadores____________10 14-Calculo da bitola dos condutores primários_________11 15-Calculo da bitola dos condutores secundários_______12 16-Proteção e segurança do projeto_________________12 17-Pára-raios___________________________________12 18-Uso de escolha dos fusíveis_____________________13 19-Estaiamento_________________________________13 20- Aterramento_________________________________13 21-Calculo da corrente das luminárias________________14 22-Bitola dos condutores da luminária________________14 23-Conclusão___________________________________15 24-Assinaturas__________________________________15

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INTRODUÇAO

Este relatório tem o objetivo de fixar critério básico para a realização do projeto de redes aéreas de distribuição, primária e secundária, e estabelecer os critérios básicos como, por exemplo, limites de segurança necessários para um fornecimento de energia elétrica de boa qualidade. Aplica-se a projetos de distribuição de redes urbanas, reforma e extensão de redes com ou sem iluminação publica. Estes projetos de distribuição, levando em conta que não podem ser projetado sem regras rígidas, devem atender certo planejamento básico que permita um bom desenvolvimento compatível com a possibilidade de crescimento populacional do local considerado.

REALIZAÇÃO DA OBRA
Para a realização deste projeto, foram levantados dados preliminares que permitem uma elaboração mais facilitada do projeto de distribuição. As características do projeto dependem de vários fatores como o tipo do projeto a ser realizado, de sua finalidade, a área a ser abrangida e do estado atual da rede, se está já existe. Os projetos devem atender a um planejamento básico, que permita um desenvolvimento progressivo, compatível com a área de estudo. Em área a ser implantado totalmente o sistema elétrico, deverá ser realizado os planejamentos básicos, analisando-se as condições do local, observando-se o grau de urbanização das ruas, dimensões dos lotes, tendência regionais a área com características que possuem dados de cargas e taxas de crescimento conhecidos. Devem ser verificados os projetos anteriores elaborados e ainda não executados, abrangidos pela área de estudo que servirão de subsídio ao projeto atual. Deverão ser obtidos as plantas atualizadas da área em estudo nas escalas de 1:5000 e 1:1000 para o planejamento dos circuitos primários e secundário.

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DIMENSIONAMENTO E LOCAÇAO DOS POSTES
Determinado o desenvolvimento dos traçados das redes primarias e secundarias, e definido o centro de carga, deverão ser locadas na planta os postes necessário para a sustentação da rede de distribuição. Para que não surjam problemas durante a construção, deve-se sempre que possível colocar os postes nas posições predeterminadas na planta. Para isso deve-se primeiro analisar o local onde os postes ficarão obedecendo aos critérios a seguir. 1 – Manter contato com órgãos públicos sobre melhoramento futuro no local; 2 - Não locar postes em frente a entradas de garagens, guias rebaixamento em postos de gasolina, evitando também a locação dos mesmos em frente a anúncios, luminosos, marquises e sacadas; 3 - Verificar a existência de projetos de rede telefônica, previsão de instalação de armário, postes de publicação ou de capacitores, assinalando pontos de interferência com a mesma; 5 - Observar que a altura normal do ponto de fixação do cabo mensageiro de rede é de 4,30m, contudo em travessias de ruas essa altura passa a ser de 5,30m; 6 - Em ruas sem arborização, implantar rede de face norte e oeste, e o lado das grandes arborizações, como praças; 7 - Evitar interferência com alinhamento de galerias pluviais, esgotos e redes aéreas ou subterrâneas de outras concessionárias; 8 - Verificar a locação provável do transformador, analisando a facilidade e retirada, operação de corta-circuito fusível em local seguro e livre de qualquer obstáculo; 9 - Projetar vãos de 30 a 40m, entretanto nos casos onde somente rede primaria, poderão ser utilizados inicialmente vão de 60 a 80 m, prevendo-se futuras intercalação de postes ( neste projeto foi adotado a distancia de 30 a 40m devido a predominância de baixa tensão; 11 - A fim de transportar marquises sacadas e anúncios luminosos, é recomendado o uso de afastadores para redes secundarias; 12 - Em ruas com até 14m de largura, os postes deverão ser unilaterais, observando-se o alinhamento da rede existente; 13 - Quando não houver posteação, escolher o lado mais provável para a implantação de rede, considerando o que tiver maior numero de edificação, que resultara em menor execução de ramais serviços; 16 - Deve-se considerar que nos critérios acima de posteação, interferem alem da largura das ruas, a existência ou não de canteiros centrais, implantação de mais de uma alimentação, da necessidade de atender a rede de trólebus, das necessidades de nível de iluminação especial, etc.;

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17 - Não usar postes em esquinas, mesmos nas ruas estreitas, podendo usar um par de postes perto um do outro, em substituição à implantação de um só vértice da esquina; 18 - As conexões elétricas nos cruzamento de redes deverão ser do tipo FlyngTap, podendo-se evitar o contorna da esquina com uso de vários postes; 19 - Quando de acordo com o planejamento, houver previsão futura de ampliação de rede primaria, deverão ser projetados postes de 11m, mesmo que inicialmente esteja prevista somente a extensão da rede secundaria;

ESCOLHA DAS ESTRUTURAS
A escolha das estruturas será em função da bitola dos condutores, do vão, dos ângulos de deflexão horizontal e do espaçamento elétrico, basicamente, os postes a serem utilizados em redes de distribuição serão de concreto do tipo seção circular, ou madeira tratada, com as seguintes características; A - O comprimento padronizado dos postes são de 9 a 11m; B- Carga útil admissível a 20cm do topo; Basicamente os postes deverão ser de 9m para a rede secundária de 11m para a rede primaria + secundária ou somente rede primária. Excepcionalmente, contudo, em alguns arranjo de derivação primária nos de uso mútuo de postes, nas travessias, etc., poderão ser usados postes especiais de 12m, 14m, etc. Será em função do esforço resultante a ser absorvido pelo poste e das resistências mecânicas padronizadas.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA

ALIMENTAÇÃO
O traçado deve observar as seguintes diretrizes básicas;

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1 - Procurar somente utilizar arruamentos já definidos e o traçado aprovado pela prefeitura, se possível com guias iguais colocadas, e evitar ângulos e curvas desnecessárias; 2- Acompanhar a distribuição de cargas (com suas previsões); 3 – Procurar equilibrar as demandas entre os alimentadores; 4 - Procurar atribuir a cada alimentador, área de distribuição semelhante e evitar trechos paralelos na mesma rua ou circuito duplos; 5 – Obedecer a seqüência de fase desde a subestação; 6 - Se for necessário mais de um alimentador, deverá ser prevista a interligação dos mesmos para a manobra de emergência, através de chaves seccionadoras que permitam a transferência de cargas um para o outro; 7 - O posicionamento de interligação e chaveamento dos alimentadores deverá ser feito de forma que favoreça a confiabilidade dos consumidores especiais, tais como, hospitais, torres repetidoras, bombas d'água, laticínios, etc.;

BITOLA UTILIZADA PARA CONTROLE
1 – Fio de cobre nu de 25mm2 , em orla marítima; 2 – Cabo de alumínio nu, nº 2 AWG (33,61mm 2), em geral, exceto em orla marítima;

BITOLA UTILIZADA PARA ALIMENTAÇAO DOS PONTOS DE LUZ
1 – Fio de cobre isolado para 750v, 2,5mm2; As seções mínimas dos condutores a serem utilizados nos circuitos primários, atendidos os requisitos elétricos e mecânicos, são os seguintes; • Para condutores de alumínio: 33,61mm2 (2AWG);

As seções mínimas dos condutores a serem utilizados nos circuitos secundário, atendido os requisitos elétricos e mecânicos, são os seguintes; 7

• •

Para condutor de cobre: 2,5mm2 (4AWG); Para condutor de alumínio: 2AWG;

CLASSIFICAÇÃO DO TRÁFEGO
A classificação do tráfego será segundo as tabelas 1 e 2 respectivamente para veículos e pedestres;

Classificação Leve Médio Intenso

TABELA 1

Veículos 150-500/ 500-1200/ Maior de

Classificação Leve Médio Intenso

Pedestres mototrizados ruas ruas ruas

TABELA 2

O tráfego deste projeto foi classificado como leve, e o número de pedestres cruzando vias, foi considerado leve.

ESCOLHA DO TIPO DE LÂMPADA
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Utilizam-se em geral, as lâmpadas a vapor de mercúrio de 125 e 400w, lâmpadas a vapor de sódio poderão ser usadas e vias de acesso, ligação e escoamento de tráfego ou em trevos e outros locais, mediante estudos específicos. Para a iluminação pública, usaremos a lâmpada de 125 w / 220vac.

RELÉS FOTO ELÉTRICOS
Deverão ser utilizados os sistemas; 1 – Individual, por relés foto elétricos, para lâmpadas de 125w; 2 - Em grupo, múltiplo por relé foto elétrico (NA) e chave magnética, para lâmpada de até 125w; 3 - Misto (individual em grupo ), para comando de lâmpada de 400w nas obras de reforma onde não foi prevista, de imediato, a retirada do condutor de controle e os circuitos existentes estiverem sobrecarregado;

CÁLCULO DA DEMANDA DOS TRANSFORMADORES
Para o cálculo da demanda dos transformadores, foi necessário consultar a tabela que fornece os dados como a demanda máxima diversificada e o fato de crescimento. O calculo é realizado multiplicando-se o numero de consumidores do circuito correspondente, a demanda máxima e o fato de crescimento. A esse resultado somase a potência total das luminárias do circuito, e daí obtêm-se a potencia do transformador em KW. Nesse projeto temos quatro transformadores de 45KVA e um transformador de 30KVA. Os cálculos são: P1 – Número de consumidores X fator de demanda X fator de crescimento; P2 – Número de luminárias X potência das lâmpadas;
• Os valores do fator de potencia de crescimento e da demanda máxima diversificada foram adotados conforme a tabela abaixo:

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DEMANDA MAXIMA 1,39 0,94

CONSUMIDORES 11 A 15 31 A 40

Circuito Nº 1 P1 = 35 consumidores x 0.94 x 1.28 P2 = 14 x 0.125 P2 = 1.75 KW PT = 42.11 + 1.75 PT = 43.86 KVA Circuito Nº 2 P1 = 35 consumidores x 0.94 x 1.28 P2 = 13 x 0.125 P2 = 1.62 KW PT = 42.11 + 1.62 PT = 43.73 KV A Circuito Nº 3 P1 = 35 consumidores x 0.94 x 1.28 P2 = 12 x 0.125 P2 = 1.5 KW PT = 42.11 + 1. 5 PT=43.61 KVA Circuito Nº 4 P1 = 35 consumidores x 0.94 x 1.28 P2 =8x 0.125 P2 = 1 KW PT = 42.11 + 1 PT=43.11 KVA Circuito Nº 5 P1= 11 consumidores x 1,39 x 1,28 P2 = 15 x 0.125 P2= 1.87 KW PT = 19.57 + 1.87 PT = 21.44 KVA

P1 =42.11 KVA

P1 = 42.11 KVA

P1 =42.11 KVA

P1= 42.11 KVA

P1= 19.57 KVA

P1 = Nº de consumidor x demanda média diversificada x fator de crescimento. P2 = Nº luminária x potencia da lâmpada.

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DIMENSIONAMENTO DOS TRANSFORMADORES
Serão trifásicos na classe de 15kv, com o primário em triângulo e secundário em estrela, com neutro acessível nas potência de 15, 30, 45, 75, 112,5 e 225KVA (nesse projeto foram usados transformadores de 45KV A e um de 30KV A ), e relação de tensões nominais sem carga prevista para as seguintes ligações: 13,8KV, 13,2KV, 12,6KV, 11,4KV e 220/127v. A utilização dos transformadores de 150 a 225KV A, somente se justifica quando a concentração da carga junto ao poste do transformador é muito alta, como no atendimento a edifícios de uso coletivo através da rede secundária. Em casos gerais de cargas distribuídas aproximadamente homogêneas, devem-se preferir transformadores menores e redes mais leves. Os transformadores deverão ser dimensionados de tal forma a minimizar os custos anuais de investimento iniciais, substituição e perdas, dentro do horizonte do projeto. Na falta de maiores informações sobre o crescimento de carga na área, os transformadores serão dimensionados para atender a evolução da carga prevista até cinco anos. O carregamento máximo dos transformadores deve ser fixado em função de impedância interna, levando-se em conta os limites de aquecimento sem prejuízo de sua vida útil. As instalações dos transformadores devem atender os seguintes requisitos básicos:

1 – Localizados tanto quanto possível no centro da carga; 2 - Localiza-los próximos das cargas concentradas, principalmente as que ocasionam flutuação de tensão. 3- Localiza-los de forma que as recolocações sejam minimizadas; No dimensionamento dos transformadores, deverá também ser levado em conta o modo de carregamento dos mesmos, que é em função da demanda diurnas e noturnas e da diversidade das condições climáticas da região.

CÁLCULO DAS BITOLAS DOS CONDUTORES PRIMÁRIOS
O dimensionamento dos condutores deve ser feito observando a queda de tensão máxima permitida, perdas e capacidade térmica dos condutores. O processo de cálculo elétrico,é do coeficiente da queda de tensão baseado na corrente por KVA x perdas e capacidade térmica dos condutores. Com base no traçada das redes primária e bitola do condutor, calcula-se a queda de tensão considerando a carga estimada no fim do horizonte do projeto. Se este valor estiver dentro do limite do perfil da tensão adotada, o traçado é aceitável. Em áreas de densidade de carga média e baixa, o dimensionamento estabelecido por queda de tensão redunda em nível de perdas consideradas por alimentadores de

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pequena extensão, o fator limitante para o dimensionamento dos condutores será o nível de perdas. O nível de perdas esperado para o sistema, pode ser avaliado periodicamente como subsidio para o planejamento através de cálculo em alimentadores típicos. Geralmente são protegidos individualmente por disjuntores, por relés de sobre corrente e de falta de tensão e fases e terra.

CÁLCULOS DA BITOLA DOS CONDUTORES SECUNDÁRIO
A rede secundária deve ser dimensionada de forma minimizar os custos anuais de investimentos iniciais, ampliações, modificações e perda dentro do horizonte do projeto. Os cálculos da bitola dos condutores secundários é obtido através da corrente, da potência e da tensão utilizada pelo transformador, I =P/V. O número de fase inicial deve se restringir ao mínimo necessário com base na previsão de carga, ficando a complementação do mesmo, destinados a atender futuros aumentos de carga, conseguindo assim, um projeto mais econômico. No dimensionamento elétrico deve-se considerar que o atendimento ao crescimento de carga será feito procurando-se esgotar a capacidade de rede, observando o limite de queda de tensão de 3% para projeto inicial e 5% operativo final e também os limites de capacidade térmica dos condutores. No calculo elétrico dos projetos de rede secundária deverão ser utilizados os coeficiente de queda de tensão ( % / KVA x 100m), pelo circuito monofásicos existentes.

PROTEÇAO E SEGURANÇA DO PROJETO
Todo sistema elétrico deve ser protegido contra eventuais danos, que o tempo, ou motivos ( descargas elétricas, curto circuito ), possam causar. Vemos algumas das proteções utilizadas nos projetos de rede urbanas de distribuição de energia elétricas, e inclusive usadas neste projeto.

PARA RAIOS
Os para raios são equipamentos de sobre tensão, e deverão ser instalados nos

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seguintes pontos: 1 – Em transformadores de distribuição; 2 - Em estruturas que contenha religadores, seccionadoras, reguladores de tensão, capacitores e chave a óleo; 3- Em estruturas de entradas de consumidores primário; 4- Em pontos de transição de rede aérea para subterrânea e vice-versa; 5- Nos fins de rede primária;

USO DE ESCOLHA DOS FUSIVEIS
Para os transformadores de distribuição são usados fusíveis para proteção. Ideal é um elo fusível de proteção de transformador de distribuição que deve cumprir os seguintes requisitos: 1 - O elo fusível deve operar para curto circuito no transformador ou da rede secundária, fazendo com que este defeito tenham repercussão na primária; 2 - O elo fusível deve suportar continuamente, sem fundir a sobrecarga que o transformador é capaz de suportar sem prejuízo a sua vida útil; 3 - Os elos fusível para a proteção dos transformadores deverão ser de capacidade adequada; 4 - Deverá ser adotado para a interligação entre bornes do secundário do transformador de rede secundária, cabos isolados de PVC; Todos os transformadores deverão ser protegidos por chaves fusíveis, com elo fusível de corrente adequada à proteção do transformador.

ESTAIAMENTO
Serão utilizados estaiamentos para se obter a estabilidade dos postes e das estruturas sem equilíbrio, ocasionados por solo excessivamente fraco, ou por elevado esforço mecânico externo, o qual acarreta um momento fletor solicitante também elevado. O estaiamento pode ser feito de postes, cruzetas a poste, ou mediante utilização de poste normal (em vez de contra poste) nos finais de rede, onde haja probabilidade de futura extensão da mesma, ou ainda através de extensão de redução das trações nos últimos postes.

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ATERRAMENTO

A) Será do tipo condutor neutro multi-aterrado, com interligação a carcaça de todos os equipamentos especiais, para raios, chaves fusíveis, chaves facas, estaios e o centro da estrela do secundário do transformador, tudo interligado e continuo, para toda a área da distribuição da cidade; B) Junto a todo os transformadores e equipamentos especiais ( reguladores, religadores, seccionadoras, banco de capacitores e chave a óleo ), deverá ter aterramento com resistência máxima de 20ohms, deverão ser utilizado mais de 3 hastes adicionais. C) Nos demais locais, os aterramentos serão com haste de 3m, sendo que não deverá ter nenhuma ponta da rede distante mais de 200 metros de um aterramento; D) Na periferia da rede de distribuição de uma cidade, todos os extremos da rede deverão ter aterramento; E) Em áreas pequenas com redes de distribuição com pouco transformadores ( 1,2,3 ou 4 ), o aterramento deverá ser aproximadamente de 10ohms. Nesses locais, ou em solo de resistividade elevada, deverão ser efetuado aterramentos profundos com até 3 hastes soldadas ou com até 20 hastes simples ou outras soluções mais complexas, caso seja necessário.

CÁCULO DAS CORRENTES DAS LUMINARIAS
A corrente das luminárias é calculada a partir da potência da mesma, dividindo a potência da luminária pela tensão de alimentação, I=P/V. Circuito 1 - I= 1,75 KW / 220Vac = 7,9 A; Circuito 2 - I= 1,62 KW / 220Vac = 7,3 A; Circuito 3 - I= 1,5 KW / 220Vac = 6,8 A; Circuito 4 - I= 1 KW / 220Vac = 4,5 A; Circuito 5 - I= 1,87 KW / 220Vac = 8,5A.

BITOLA DOS CONDUTORES DAS LUMINÁRIAS
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Há uma bitola mínima exigida para a instalação das luminárias de rua é de 10mm ( 6 AWG) que satisfaz as correntes de projeto.

CONCLUSÃO
Conclui-se que este projeto foi criado com os devidos estudos técnicos e cuidados necessários, para respeitar as normas de segurança,para que seja fornecida energia elétrica de boa qualidade e um bom atendimento aos consumidores na rede elétrica aérea de distribuição.

ASSINATURAS

____________________ JOSÉ RUI MONTEIRO DIAS

______________________ ANILTON PERRE

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RG:47.963.186-4

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