HESPOSTB

Antonso de vaseoncellos Pereim Coutinho Macedo

C A I A R A MLUIVSOIPAL

ADDaXliQXSTRAOOR 0 0 R 1 0 S & B O , E OS JUIZES SUBSTITUTOS DA MBSMA VILLA,

AOS POVOS DESTA COMARCA.

n f r O a F l ~ p ~ 1 ~MANOEL CARDOSO D'ALBER(;IARIA DE

PONTA DELGADA Rua do Garcia N." 19.

B VL . Am

C)VASDO

tianca , c recebitio coii>izntrs prob,is tle nlTeiyfio, ; ex, ~ ~ o s i fraiii:a e sitirei-a <Ia iir(.~>iicijo ~io que os 'eus rti1iiiliniaitor'es Ilie lizcrniii , I~ciri coti)o a re'pflki~i e a tlt>nCza ue c o i i t i . ~ cllcs t l ~ u porqirè cn tão esses I)OW)-F, tol.~l;~n; %-..e Juizes inip;irc.iaes , decidiruni se rlle licou srnrlo ,
ainda , o iiiesiijo JILigihtt-adotligiio da h02 rcpüliicão cni q u e sriiipre foi tido , oii sc o': srus ctetr;ic.torc.z iricrecpm u esccai.,iciio pulrlicri , pelit i ~ l e i \ o y i ; idti s o : ~ cfcniinri,i , e ~ t : jhes rirfbe , na plirdse da ortlenaciío do i,eirio , o titulo dc

iim Miigi~trailo .que tiiiilira ílr lioiie<io, e pro, bo , é drnuliciníio ciri sc!ii proreiler ( l c e aoc I ) ~ , ~ o ~ ~ c t u ~ nadiriiiii'ira Justicn. e tios qu.?t> ieiii itiitrccido ,-o"~

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fdlsnrios. O 1'ul)lico dele sahrr , quem siio os meus rleiirinciantes , direi, quct eriil)oi.3 seja0 tiosltwsi\ airirnlt aclucllcs fiinccionarios , qiie íissign:rrain as ~ C I I U ~ , todavia coiii niaC ~ ~ ~ S i s X ( : I ~ L Odeve tlizcr, qile slío , fiiiiiilin de GLI.';IIIOCS se , de riidos darias roni dotis hIagis~rados que por nio~ivos , espcci~ics lisongc:~iii aqnellcs. O Publico Laiiii)etii d e l e saber, qtie não sóo , o p~rrilato , a coricussiio , e a peita. os vicios, deqrie Gusiiiòes m e accusarriiii, e que o verdadeiro aiotivo porque riie oclciatri, c poi'cluc ~ ) o s s ~ aovirlutle opposta , islo e , iuuita ini dcpendcucia, \jarcl clue co~iw tionieiii , e Juiz , não os li1 essc senilire coiiio m t e s nullos. O IBiil)lieo lnriil,(:iii niiu deve ignorar , que Gusiiiões votarnni-iiie odio, tanto que tiverairi a convicqào de qiie ri1 não era uiir J u i z , qiic se fascinasse , oti corri os schuste; res , ou cuiii a suo siipposta pr~poi~ílqraiiciíi f i ~ ii o de 4uc se deseriganaraiii logo que os traiei cniii a in~lili't~rcn$a que rncreccin, e qiie acolhi com considcrnc.50 os nirtis Cavalheiros desta Villã, que por siia ediicado, airahiiitlade , c honradez , se tornara111 digaos da rilinha estiriia O orgdho de Gusiniío asini iihatido 4 ~ i i duvida a leri dadeira cauza do raiicoi- , lie nje consagrani ; eii tive occasião de mt! convelicer c isto rtiestiro uziac!o e r r ~5 de , 51pi-g de 1850 leio a esta \-iIia Eusehio t i a s Poras Falcão , que enláo cri1 Go\ernador Cilil deste Districto, por ue foi elle que me rleclarou , que aqiieiles n i o cotila\ão !e mim oiiira olkiisa, acnàu ter-lhe feito ~ ~ e r < a ~pril i. meira coitsiileragfio , que -eiitcntlinin ser-ltict t l ~ irl:i : no \ que respoiidi - « ctrrnpram G Z ~ S ~ ~ I Õ rCtS( ~ r n( ~ o i ~ ~Oi ! QJ:E ~o a ciuilidnde enriirn , qtie ezc ano fillrnrri ponr cnn? P I l e r , cem o que a politica recooitneiidn, nn t e i * f e : « dc pile

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hlica, iato é ci:rnc, EwriGio dii a r i t i ~ a Correici'io , conio Siridico tias FrPii.i:s d c i t i i \- ilh, conio Provedor deste Conce/lio , corria giiar.clii t1.c) Cont en to d'aclucll;is - Religiosas , e rnodei.naii~cnte coino Fiscal da Ciiiriara , Recebedor cio Concelho , S111)stitiito do Juiz de 1)irctito , e 1Sscrittio da &tiseridortiia : ~~orcliie An=.i:lo não é como o ripaiiro, que scrvc urna si) \ ez uo ilriiio , ) ora cont iveiitlo erl coiil us Cavall;eiros, tluc o coii~,ccciii trerri , irritori-se a silscelitihilidude deste honicrii indtlsperrsai9el , ciijos actos se ach3o idcri tificados corn Nono C;uii.al~cs (;tisinfio, wpi.esentaute da lainilia do mesnto noriie; e por isso este taiiiberu rne (fcclnrori guerra ; nfio porque sua iiidole seja mií, niassim porqi~en&o pode repelir o irnari , que o sul~jugae o c o t e diiz a fíixcr tudo o que off'ende , e a repelir toda a actão boa qiir! nasce de seu coracfio. Toriiou portanto o mesmo coiitn d o pqtcl ;- exige a minha transf'erencia , coni a coiidicilo dc nho trabal tii~rnas Eleicões , - c poein cm almoeda o interesse tios Povos pelo capric-ho de seti Fel Procurador. E acliou para taiito riispostos dous altos funccionarios; uiii que disse rio Governo , que uão respondia nem pelo socego desta Villa , nem pclo vencinlento das Eleifles , não serido c11transferitio, -e outro que niantiou iuquirir cor110 teslerilurihas iiii'ormatloras dos fitclos , OS proprios q u e me denunciaram , corrio o publico verh docuriicntado na rriinha resposta. Ignoro qual seja a s o l u ~ ã o ,que Si~aWagestade dará a ex~genttiad'hngelo encarnada no interesse de fnmilia de G u s i r i ~ e s ,e acoticrtada com o roto ninnto do heiri publico , é dc espci-ar que eu q j a transferirio, conio á muito pedi , e novanlente solicitei , ois receio quc nie inficionc o contacto com os iiieus t cnunciantes, porque os máos exemplos podem niuito. Qri~ndo chegue este niomento, fiquem os povos desta Coiiiarca certos , que eu levo bem impresso em meu coracão as tlistiric~ôes e o alrec, ta , uc mc tribiitarani ; recordar-rnc-hei senipre de suas virtules , e docilidade ; laço os mais ardentes votos ao Céo, para que eu tenha uni Successor , que aprecie taes qualidades ; a gualqiier parte onde a fortuna me leve , lá estar i uin amigo , um procurador destes Povos, a qucni protesto uma eterna gratidão , e uma profiintln saudade. Dezejo , finalniente , que o Publico iião ignore , quefiii mandado responder pelo Presidcocia de ReI~yiu uma der

tamhem sabe q i ? ~ oqnelle bom Cidac!ão o d ~ i aos homens, que o tcin conhecido CIII todas as 11linst1s(!;i sua vida pii-

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nlincia que u m incognito e mislerioso ente levou áquella reoarticào , cootrii iiiirn , por isso pul~lico tamhem esta peça , para que se não dira que occultei alpuiiia díts arguições, que se ine lizcriitii ; e em scguid;i olfeseco a resposta que dei. Tainl)c,n~ off~rccoao pul)licoj'a denuncia contra mim dada , por tres SuBsliiutos deste Jiiizo de Direito , beni coii)o a resposta coiii que tiz caliir a iiiascaiSii a taes caluiri-

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aiadores,

O Juiz de Direito

Antonio Yasconccllos Pereira Coutinho ,!Tacedo-

inislrsnio dos h'r;orios Erii~siastit~s, de Jlistifa e 5 Iirl,i~~tiqi,o Jesiica = Bli~ntlit Sua $trpeslade dtb a Hairillii remeitei ao (1on';elhciro V i c e Prcsidrriie ,/e Itelritio do> Acoies 8s ii.c!us«s r<tpii;s doa Cfir,os diri$iòos ao (;O\ P I nador C I ~ Ido Diriiit 10 de Palila DeiI p d a pela Camaru Municipal e p(llu .4dminislrutlor do Concell~oile Yilla F r i i i i ~ ~ Ci!mlo, solire us fartos do urpuiilas i10 JUIZ de Direilu dii C(.nisn a d'esse titillo, Antonio de Va:cl ncellor Pcrtbirn Coutiirho, e arderia a mebma Auptlsla Srnl-iora qtie o rt~l'eridoCori~elheiro infornie com o rLbu pilrrciar ouvindo por eferil~to Jui, o de- Direito de qaitl se Iiactii. P a ~ o ,em quatro de Jemiro de mil oito cei~tosciiicoeni~e um. Felix Pereira de Magalti~cs.

R i

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liuiiqa que os po~os desta Coirellio dep03itaram e m 116selegendo-nos para admisistra r este hluiiiciJ 110, con' fianfa a que :r69 desejamos torrt1rfiontler ,~eloiido OS ihteresses do Concelho quanto estD ao nosw aicsnce, tem-se torfbud~intie6rnz ao bem do 1Uuiiiripi0, e perjudicial ás pessoas que çomyoesi ecta Curnora nq presença do inaudito yroaedirner~to do Juiz de Diréito d' Çsta Cotnsria Anloniod-de Vaaceorello~ Pereira Cqutinho , que shusando do seu C a r p nJo perde brcaslào de meoowaliar n Camats.. e vilipendiar cada um de aees membros. O referido Juix patrocinando um ir\di-vidiio n quem s Carxturn junta com o Administrador do Cmceiho mondbrii demolir um iissude que estava katistruirido em uma Ribeira Publica ,sem iicen~oalgum& começou a uppeUtdar a mcsma Cnniaro de despurica, e rrn~seih~u.u.mesmo iadividuo a propor uma

ILLUSTRISSIRIO

e Exeellenlissirno Senhor. A Con-

f o r ~ ncontra a mesma C u m w i , que elle r* e processou por i a \ forma qtie eseasdalisoii todas as parroas sensatas de,ie Concelho. usai~donas diligenei~sa qiie procedia de termos injurioia contra a mesma Camars ; e esta desejando coriservtir armunia com o Juiz qiic assim procedia. coricedeo licewa ao aRilltado do me'inio J i i i z cie rckdificnr o nsstida em outio lugiir. c s6 assim o furor do Jiiiz amaisoii. amasclhando ao seti protegido a drsisteiieiu da H C Q ~ O .euja
cebeo.

&e& do

iocompelo~cia era clora em face do arttgo trezentos c i ~ i w n t ae sei9 do Codigu Administrat iro ttmutor ciower~tae sete , duzentor c oitrsta numeros ~ w , a e doze. Mar a esperullça que o Cumara mcebeo ds. n Juiz \%rido os bom desejos d'ella e a coiir-íesia pub1;cn qiie lia na boa ar moriia entra todas as Auiboridadas , e fonccionarios deixaria d'a hostiiiertr desappnreeeo depois que o mesmo Juiz em uma rua pijblica em que camitlhava com os seus amigos soltou a i palavras ntnis injuriosas r o ~ ~ t rao Camars, por esta norn'e6r Vopaer do Tribunal de Policia Correcionalqutiiro indiridua qna pela siia posiqito., e circuris* trncias davam as maiores garantius de Justiça. Um. Camaro que nas ruas publre~is6 appellidada Qe erkupida, de mslvada e de dospoto por um l u $ da Direito 'nW pode totitimuar s íunccionar. com poyeito do Serviço em qwtit~. esm JoM de .l)ireito funcqiqnar a).

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se u

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Camrires. Por outra parte os Ilfembroo drCaque como. os seus antepassados gouircm ,a - p c6 ~ r n àboa .reputsç80t.e da wspeito de ieqc @neif dadgos. li80 qnerem fazer um serviço que da aeqrilo de roem p~ezadorpor um Juiz que o @o pa-~ 'fazer se 09 Supplicantes se eunrervarrtnac e ~ * . j r : lichlirrm..'Nratii~ciretin~tanu~ao. podem W. não r>bai~a a~sigabdosdeixar de pedir e Vossa Escellrnsir-o r&: oneruçao b dosrgos que.oecopam em quanto J* P t a l iuis ptle c l k es Sba0PL-u.8uiP POffp.B i !

pouca dignitlede d'elle, a sua incapacidade paro e c4rpo que occupn, e a ~arcialidadeque o~ostra a favór

dos inimigos d a Hainlia, e das ConstitiiiçiSes vigentes n8o (levem ser dcscarlhecidas de Vossa Excellencia'.' Qiiando Frossa Excellencia o30 po.sa dr ferir ao r~osso pedido, por n3o cnl)cr tio limite dassuas attribuiçùes. rogd~no, a

osso Erct?lleiicia se digne soiicilur do (;overno de Sua 8Ia:estade a eroncraçao que pedimos.Deos Guarde a Vossn Excellencio , Villa Frrnca do Cnmpo à de Novewbro de 1850. Illustrissirnu e ~ r w ~ i l e r i t i s s i r nSeiihor Governador Civil (10 I)islriclo o d e Poiitn Delgada. - O I'reridente da Camara. JORO Rorges Botell~ode GUSBRO. O Fircn l A npclo Jor6 Dias Botrlho. O Vereador, Jose Francisco de Mntt o p e - O Vereador, &íanocl Moniz Furtado. Esta conforme. Secretaria do Governo Civil de Pot~te Delgada '9 de Dezembro de 1850. -O Secretario Geral, A titonio i1.3ercelino da Victoria.

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110 e Excelleniissimo Senlior. Vendo que não posso corresliondt~r á ronfiatiya que Siia Megestode fdra servida depositar em mim ilomeuiido-me Admii~istrsdordeste Concell,~: porqtic u n Juiz. bem 1 4 sge do cosrorrrr parti iazvr ribspeii,ir a auttboridade que exerço, e pura qiie o serviço se faça com o cumpre. B o primeiro a desvirttiar e ~ s asiitlboridade. e põe torpeços ao rntustso serviço ; \ou pedir a

Related Interests

ousa Ercelleneie Iifijn rie exonerar-me do predito carg , ou solicitar do Governo (Ie Suil Ui~gcstadea minha exoneraçào em q u ( t i ~o u i t i l a l J i i i z de I>ireiiodqgt~ ta Coinarca , -4ntonio de Vnscor~cellos Pereira Couiioho lunccionor aqiii como Jiiiz. Kùu ignuril Vossa Ex%Ileocia q8ie a Authoridade Adiiiinistr:iti\a. nao p6de ter a força de que carece, quando íi Autliuridade Ju-

I LLUSTRISSI

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sirvoram P niibus ntniorrs, (It! w r t o a ot~ilii~ridoile çiie exerce, leria sklo dcsiit.atida; e I i ; > F n que o nfio seja, em quanto eu a excrcrr. C du meu deter ptvfir s minha exoneraç2~ Alern ilisbo por mais qw eii queira 'manter a boa o d e m , e evitar ou ct.imw, n;ii, o y o s ' i coosecuir, em quanto aqui i t ~ i i c c i ~ ~ ~um r J H ~ Z iii que .kpul\a na esqileeimentu qiiapsquer Auinq , ou Iheur n b t ~ que deita A<lmini$trncfio Ille sbo rernettidoi , p r bem do 3erviço. corno fitz o aeiual Jinz de Direi; o : De IRU~S. se corno partieiilar , a i l l b p6de o nciuak 'Jui's de Direite rneni,sprerar-m e não q ~ c r ~ rVOS& á Ereellencis , nem ser$ da í i l t ~ n t i nde Sua .Ilngesfa& que eu runtinuc a servir um Ernlirrço qiie pela immediata relaçllo que tem c ~ n de Juiz, d8 lognr pnn t a deprimir-me. . Pinoltn1311 como Emlbregndo Leal de te <Ccnerno,de Sua Magestnile , ' e >eu Sub-l)rlegadu h&'te Concelho, nHo posso deitar de mogout-me no Y ~ F , que OS amigos do mennio Gotrriit). sãu c~rr+eprrirlt~s e& '~o$(I 8 m~ccasi~o $e iiie t,Ri?rrce Ho iiirsmo tem+ que u r dh i d a a einsideruçfio , c ~;rtltt*rçíio80s iainiig6s memo Goreroo. e m quem t i i e rnn,iantcmmtc Por estas comiderr~óes. e levibdo do inikresse IiubR ;a. OHSOpedir a Vossa I'.xcellencia se digne LònrèA+r-me o oroneraçao do 'cargo que Oecupo , em qwo actual Juiz de Di~eitoít~ncciobnrn e t a Cohircik do *DGs Guarde a Vossa Exrellebeia. ~ d m i n i ~ t r a ç ~ o . . C o ~ t 4 h p Villa Fronen ão Campo 1 5 de ~ o v r r y b ? i de d e 1 R50. Illustri5simo e Eaeeil~ntisuiho Seoboi G^ :rtv-wdor "Civil do PisiriEto de Ponta Delgada. 'O i-i?niniat radorlilo -&g AieíPÍB J Q ; Itôkêlbo i ~ b

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L I

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Gusrnao. Esta confr~rrne. Secretnria do Governo Cie rii de Poi,ta Drlgadil 9 de 1)ezc:nbro de 1840. LO Sthcretario Geral , A n l o ~ ~ ihlai-celitto da Victoria. 4 o 6 s t d cuiiiorrnc. O Guarda Mór da Ralaçb &s A ~ Q res , Luiz l'edro Sevcrim.

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dena V. ria Portari t cle 4 de Jacieig-o ultirno, iie eu rc~politiiiaos cupi tii!oi d ' i i c ~ ~ s a p & ~ , rui~tra que ciiini fizer.;iiii subir ii prcsencii de SIIR M B ~ Pie. I ~ S em 8 de Novpml>ro proximo parsil~lii o Cumara Mtlniei, pal desta Vilia, e t X r n 15 h)-mpsnio mrz o Adrninistrodnr do Cunct~lho f'aI o Iiri go*iosutneiite, jh por: qtie terei occrsiòo d c mostrar a tiriijlia honra tIlil)iidil. jii porqilc desafronts:*ei o credito da dist incta Clnrse a que Lnoto mi? ~ r ~ u ! ) r e de p t > r t ~ t ~ cjá r porq11e Ine ~o ,~ hei-de mostrar (ligilo d'ocrol~ilra Jurisdicç&i, que Sua &lugestado Houvt* por bem coafiiir-nie, e j6 firinlmente florque nnriiqollnrei n m:kin ia ealurnr~iti. que foi urillit~ tilindo as rnhs para tarito o r:tocdr, e u incejtb. Perrnitla-me V. E., qiie untrr d'entrar l i a rfBsx' posta de mirihn acci;suçi~o, e dí:nuncia , que c m a : meio de justa dof'eza eu considere t i f i t i pela rtorsn .Le~ gislaçk~cath estabelrcido como regra , lilira aviili;tr. O peso d'uma denuncia. Em rolsçao b boa ordt*in de JUS~C~~ÇA d'officio , ternos o Alvark de 2 1 de , OU erros Jolht, de 1759, e o Decteio (IQ 2 '1de Julho de 17 1 1 : todn~iiinrstes Leis riao se ci~i~sigo:im tejirils rit: prras vençào cotitrs os deni,ri':i;tiit:~s; 4ir:hcimol-ns p ~m 1a ri 1 Lei ({e 29 ( 1 Março d e I 7 1:). +*mque se t-stahrl~c**. ~ que o Ministro que rt1c~l)rt(it?~tuli& , SP 11 1 3 ~ l * l n ias 1 &)da a enutelltt aterig(i,,n lii. que n8o a~j:imas rnesmss dadas por i l i d r t , SillsitI . d : ~ tiii ripgiiriyn. &*ia$

E. s' iLLC'STR!SSI;110 e q

Excelleriti(isimo Senhor.

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Qr-

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regra. qiie deisi) cstabal.eiillfs embora sejom dii

bg

*fia\ tem

sempre spplicnçfiÓ, quando NO h i Lei gera\, como 4 sirbiilo em Direito. Assim considerados 0s principíos Iegaes , que dcienl servir de ciorraa ou de bursulil para avolictr uma drnuncia eu terei tologar de ver, se as dadas contra mim &ao
iiikceionadar pelos vicios, que as tornam difficientes o se em conforniidade com a Ordenaçeo do Livro 1.* Tit. 73 naquellns ce respeitarao a s dispugições, qim s mesma Lei esiabeleea para 3s denuncias dadas pe-

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los quadrilheirol. Se eu nfio estivesse certo da imparcialidade doboverno de Sua Illagestade, ou se eu acroditnsse o i r i dicitlos hnim. que meus drnuneiantes tem feito cirrulur com ostentosa arrirnt8nii1, r180 re ~ejnndod'#iirmarem , que Iior mui, iofiiiidados ,?ue sejam
suas deniinci~so Goierno os Iiude por f o r g al.tsnder, por isso que deyciide d n siin irillurnria na proririd f?lei$8o de . Depulados , qiic elles emeaqam nùo; lbe prestar, se eii n60 íor tran,fcriJu. de certo muito mal empregado seria o tempo , que pastasse em jusLlGrar-me. ponlue tudo seris baldado. mos eu con6; aiida, como d t ~ na iiitrcridalit? $ 0 Governo , e na , sua jrisli~a e sepuro, conio estoil , dii rnitrha c o n e niencia ~ U já13 iiir HI P ~ ~ ~ , O011 Iteorno liomein o< P ~ P ns qt~elidiidede J t t i z , toli ariti3tiir srtn n!edu a i eslurnriitsnr maqii.naçúi:s d'rsr~snieui 130 pi~derusos denonciar1ti.s diaiile de qwni e.ler eiilenilclii. que H ( & O Go~ertio&\e curvar-*c. l i i n . ' Sr gt~aiidllum Juiz 1~0bo e honraílo em c u j l ~ tid:' Imblit ii iião lia uma d mancha , ,e v4 ntucadtj ~ ò u injllslii rrli~niniossmente, r6 porque leve a ilesgraeu de lurnr cem a v ;. r8 da Jusiiea ,em iim partlnts e rirotegido dos men +lerosos pela NU^ i ; ~ u ! ~ z ulltie ~ - i t ~ ~ l l i ,frf iem dit~jio .para iurio so Iittrqiir sflo i irt,s. esski Jttit tpm tarnbeio diieito siigriiilu i i i » só iiiir.t se dt*lilider. mw para mtstrsr a41 Publii-p u ciirut ter de scu, dewu-

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c iantrs , qije com a -imn ~?irl)llcnncs lahios , e resse de Samilin iro r.viuçi'io, foram ruubnr a V. Kx,' o t~ m p o prpr itai) c ( + i ~ iaiciu)snr rceiariinqòe, : 6 iao que vou fazer , svja qual for o resultudo , mas jánrsia ãtraiqoarei ti \erti,idt!. C!assificarei ríid,i tlm dos prifos d'orcornçfin, c denuiicia da Cii(~~aru capitular ; de>arnin(k que seja elii a cslumiiia verei sti posso (iernonstrar , e Iirotsr, q ~ l e a Cemnra dcriiiiiciiii~tese c l t ~ v c . ter como Ri! do criri,c de que me arcusn e por taiito dlgiin da ç a n e r & i ~penal da Lei , nRo si5 pelo Ilaier ronimettido. nlas tamIjem pelo denutiria Salse q i ~ e tlco. Priniciro Capiiulo e=: Que co como Juiz de Direito abuso do poder, qitc a L e i me rnid'rrc. E' e Ordvriiiy50 do I A i t r t ) 5 T i t . O 7 1 que nos ela+ . ' sifica o que w j a abuso do ~ ~ o d; ~ r O , o crimeque í isto commeitc aqtielle. qiic ccmstitiiido em aiiihoridude se serte d'ella garn adquirir olgtio~ pru<onto; tnrntiem lia sbuto do poder qi~atidnum J i i i z fnz ~iergiininssugpestives , e eniilosss com jierrussões dolos~s, e falsas promcsslis ao Hen preso, roino dispòc o art ' 986 da N . H . J. Exm.' Sr. , os drniinciantes nao apresentaram di~cumento e u m ~ ~ r u l ~ a ~ i scii ùIleyado , e se de ~ o nBo o fizcrí~in d porque i i i ~ oo s iistian, d por ialito , tat Qer~tinciaurn ~.rciimadod;t.rntrurtcs, e ttrti:a aiais a 4 . quanto eu Iiuxro o sprl.s~ntiir u V. lix.' um dociinlrnto q i ~ t ! ~ I P S I ~ O C a oli'enro , que os denunciantes fizeram a rerdude , a ceiiidão n.' I prova que cu coJuiz regriio ttido qiiaiito a Lei nie ii30 db. Em#>rasoOS meus Jeiiiiriciento , par* qiie apresentem ti-

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tulo d'acquisiçho reiia por mim. inrio com os mvsmos. para que me grovt-m se jáiiinis iiolei a disposiçho do art? 9S6 da Fù. H. J . . qurnda o isto nao ralisb(am deixo wbre siins cuiisc ienct~so remorso , etit regít-os opirii8n piibliea , para que os rlsssiliqtie. Devo p o

rem

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moos de VI Er.' dwurnro:oq, que oiio

dpixem n;i dutiAn n mrci ~~rore(ltsr, ct~rno Mngiitradu: dik ceiti,iào i).' 2 se i& que o Ti i b ~ r l i i lSuperior ut8 , I16.j.? ut lioe uma eeniiiru para iile inlligir. ate 1 0 1aintlu iilu rnteiideo qiie ttu mereciu ser rniiltodo b g a o Juiz denunciailo ern seus Jrilgadus tem sidoimtcko, e recto, pois A 1120 O ter sifio alguma rnanciia dt~rngririau seu errdito. ~ i n d amais. S r . , n certid h o.' 8 conlprova , que eu trrilio b i d a um Juiz deIigeiite. e exprdiio em rurnltrir os meus deteres. Prrrni~l~i-me Ex.@ V. asonl. qire eu itpreseibte o padre que i I r i ~ otlrl-osto ~ ~ r Iado do rrvibrso em rrlo biõv á (:amara deiiiinciiiote. S60 1)s 11omens. que me WWJO os que aliiirao do 11oijt.r Iam ~irovciio dos srur paretiies ou aniigos : levarfio-rne ;i r a q a r [I m v60 meE d o , que r obrta sem~ltinrit~*s torl)ezijs, B iridirprrimrel, qiia o Gtbtevno de Sua hlageritiide ar r o t ~ l l ~ g e . para que deFnuthorisr. a queiii us ~iraiicat B r n nome du Lcy , e w i r n sim recnhiu o ciistigii sobic ns c r i sbino\os. Exrn." Sr. A Certiciào r1.O 1 t drmnnstra, puc: a netual Cantara hluriicipal documerito A rrn t 9 dc* Jiii~cirode i 850 foi HO locnl tlit Ribeira d' A goa d'Alto. e ali de9truio um ossude, que urn liti gantr aodabo construin~lo porqire parti tanto havia qbúnya lo lireceito Judicial , o l>ocumrn~o letra -P assim o [iruva E* por esta forma que a cúmara. ri? torna refractaria ao que dispor a Ptbrtliri+ Cireulúi do Mirv.sterio do Reino de 6 de Julho de 1836 a: p a I ihrs prohilie que se ingiram em oegocios de &rctiça a f m de evitarem conflicto de Juridicçiio cora i q mesmo poder : mas ainda o scu abuzo não pprou 4gur stj ; que dispt~siçaode Ley foi rerptlitadn fielos deqpneiatttes? nsohuma? porem sim violarum n Ordedo Livro 1 Tit. 66 g t 1 porqiie se distruip sem que previíimento fIbsse citada a partp interessadp p r a que ella, QU se defendesse. ou at~nitiaseá coaren>en<;ir kteqçao dos-dwunciantc$: vjuiou-se maje da

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o arfigo 96 ilo Codigo. porque a seltielhs~e p m dtlr de ti:^ n i i t e r t ~ d * ~ r dt~lilit~ra(ào. esta jOoiais at+pae rectbo eii, J ~ i i t n : irirringio-se o nuciicro 8 tio art. 120 do r n e s r i i f ~Ciidigo. porque ali disliòe-se; que se p s a m dcsiriiir os Etlitieios , arrriir~odlls,mas o iim assude riir~puetn eliarn;irá l i d i h e . s6 se for a Cnrilara deniinci:: ntcx : ci~lcouse aos pkr n (lisiioaicro -da art igm i 23 do C i ~ d i ~ o ptrqiie $e ~irtilicuiiiIrn ai-io , qur i IAt*ode t 8 IIP Ahril de 1832 riassilira mrno delicio e(1ntt.a o proprirdutke , Iiorqiie deitriiio-se um acrsu,rio i~ldir~ei~siivel n uma rni~quinu ir~rIiis~rii)la~rictda. e pois derruhudu-se u asstde o moiritio na(> p(a8rria

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por tanto desprezou-* o favor da LCJ em Lu~ i * f i c i o Citindiio; miis parque fim ?e curidtniraci iio ' h i r n w rnrlis drnuneiunter? B o qtie V. E. v a i sox' brr agora. No Ribeira d'Agoa d'ASto ha d~flvrrntes itiointim. e cada um dt~steuteni 1anc;aifo no meio do %rito da mhrma um ~ssu<leaonde se elrva a agoa , faz aridur tiy e e l l ~ s 6 dono de dtjur, que firam ; pioxirnes de uma Pontr Publirr que atravrssa aqurlli Ribeira Jacinto Suares Ik~telliode Gisrn8o. e b supp+trior a estes o d*iiqiielle, a quem a Camnra d i s ~ r i t i ~ -a a§sildc ; OP,I srndo jactnto Sonrtls Botellio de Gusgobrinho do Presidente di, Camiira , documente X -e tendo sqoelles pert~ndido eiubaracar , qne o nuinha $olicri«r andasse e~nbargou o dito aszude , 'tai~to qile isto fG f i t o dei~itu ernhargante dormir O Q pioeensb no Certorio. o r~r~barpudo pwem em v i a t i &a disp&it$o d4~ait. 240 $ 3." da N. R. J. akeo$ou o p0de.r para reed ificfl~, [irebleda a 'caugiío de opem &emdiet,(jo, dueuwento-F ; inutilisad~a vúnie&e , e i ~ e r e g g e s r u i Jacinto por esta forma éateide o mesmo, qiie era .necesaa~iu brap mai, forte $)ara sustentar os aeus $ir&, e m i m ieio par-* debaixoda tute\k de ~u Tio o Presidente de Camadliifi&O <phra ktaato da 'imr ac@o d8Eoibar& :
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e como zenl~orda Ioíii : i d ~ ! O SVereailor~snâo Iiesi~ toii eli, ir logo dc.oiortkri ;,r o .iraride corn o pretexto de [IUe i e I i ~ v aert) r i s c o o .r;iiraiiç.i da Ponta Pub:ien, e cor^^) t,11 0l)rii si: I ~ I I I ~ I ~ sertid6es ~ I ~ V ~ ~ I Ji? I ~ ~ r l i c i i l n r e ~ . e firliilineriie, que a Cijmara nZo hatin roiicediilo iicenyii Ii8:rit tiiiilo o Documrii!o S - 4 a n,irraçao do qiic se dcixii dito. Quc o firn de t ~ o iicfi~n(lo proceiler de i i i c i i 3 d i ~ i ~ i ; i i r i n r i t ~ ~ s foi njo outro setiào grotegor os inti~ircscs do solirvdiio de seti Presidente V. Ex ' o artiurh I~ern ~iaieníce demrinstrado nos di~poitneii(os,quc qe leerti rio doei~mento T) slii se a d i a e4vcii;n;ido , qiie o p(~r~~ama~to da Cnmora nu destruiqau do iissii~jeci;io poilis ser outro scnao tirar da concorreric.ia com os moinlios de to1 Jacinto o do dono do mesrno ; i s s i l d ~ , e rino por forma alpuina evitar o d o ~ n i wh Poiite Piiblicii pwque mls acha-se a grande distancia, e se rilecima clpusa pudesse vir o rioffrer o50 seria occilsionn~lo pelo sssiade derti~oido. porem r i i i ~ t+iIu(3lle U pn~ximo mespor ~ P da ma e x i d i a , e qiie (! do rohrinlio d o l're*ideiite : que n5o ficava ubstruitla a servid!io aos pariiculares. p i os terdo c x t ~ l i d ~ ) ri'n(lucl1e local hii m ~ i sde 6 nnnor tal assude scinpre tiiilin Iinviilo rommodn pa*sapern. A prwii da? piovns ern I>irritti. que t' a ribtoria confirma o ytie se deixii ~ l i t ncorno sc pjde +er do ducyrnei~to C V. E%.' ver8 nlairi pelo documento T -qcid foi a prova que os meus denunciariter fileram de sua d e i t ~ z a documente S .- ella foi nulla para o fim. iiorqcic sc produzia, fui todavia procetlrst e prla primeira testeiriunha, que revelou o facto. de giie selido Perito ao momerito da desinoronn~~u dec l i i r ~ i iaos meus deiiencianies , qiic 1180 deslriiissem. qiie nào era preriro. Que )lu por iiirito a coiicluir de t~do iato nfio que a Cnmiiro com o m.iior eocanveio a Juizo allegar um tiirbilIiào d'inepciiis, um amoiaioadu da fíilsidud~~ que ~ u l r deousa fie@e coa!

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rli~ir.$e riõo qtio ns m w s deniinciantes servindo-se nua triithoridade foram destriiir iim assude. nao com 0 fim de zelar os io$ratiuuros communs do (.hncelh~. poiem sim para proiegrr os interesses do soi)rtnlio 'de seu Prt*si(len~equem nlo verh aqui um mnriifrsio a; buso d n poder ? Em." Sr. núo foi i<, esta a torpeza, em que a cammnra se precepitou. elle ainda foi mais lortge, puis fia^ dtii idou sccurni~larhquelle rrime um outro tambenr iiefando. e qw revela at8 que ponto Lars furicricnaricis , se achavam Fascinados f ~ o i a na0 tremeram ao illaborar ums ristoriu em que simentrrarn s neccs-idade da destriii~l'iodo mude, I)fbtu* ir,ento = 1 -onde re 18, qiic os l'eritos ttntvntiiarn, 1 que era ir~dispensnrcl e destrui~5o.porque n Ponte Publica com tal obra rnrria risco em stia srgiirniiça e as ser, idões particulares ficavam obstrciidnu : mas t ~ u e havia (I'ucontcccr , como o crime deixa sempre rasto apoz de s i , o fim de qiie a Lei persisa o criminoso, mais tarde uma Sentença alcanfrda em Ji~izo ronten(-ioso julgou tal auto de vistoria feiio pelos meus deniinciantes uma fi~lridad~.R s6 por que s ells conno eorrro um s6 Perito, m;is tan~brmporque havrndo o mesmo impugnado a debtruiçao do asslide, bem pelo rontrario so escreveu noquellc noto: B este o Perito, que d~pAz,documento =T 3e este u crime de faltidnde que coniprorn o dorurnei,tn =H= e iomo seja tio> instriimentn ein toda a integra daquelle processado ha subejo logar n conhecer quoec a. baser em que se f u ~ d u u a ~eclienrR. que julgou a falsidade. Estou ronyenciilo que tanto qiie V. E . ler tùo inandito x. proceder tl'sbuzo d'acithoridade sggravndo com o crime de fi,lhificnqùo de iim I)ocumenio. que se veio juntar a Juizo, por parte dos deouncianirs. dira quem a~rirnprocede ouzoii dar uma denunrii~fwl~acontra aq u e l l ~ ,que drsmnsrt~rouo crin~irio~o peiis de denunciaiites; e oòo tiemeram este5 ao lembrar-rei

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que

eij. Mrgiglrado nggrcdi 10 $em dtiri:l;i nno Enírjria &ar m, csquct-iineiliu h e i 0 9 , qiie rt:vdlam nZ<r @ crimes publie<w. mas tambem irrn t'tjndu {Jo perta.. ridade? V. Ei.' tio discorrer tSo juiliriosantente quer

agm

dutiJa dnr as Ilorirus dt: inediiasao, e pe:issrnrtito a tses funcciriarios ; todabin sc por uin oiomrlstcr 8ltealerrno,, quem náo inediioo , ori pmmr antes de praticar o abuso do IK><~CT. e falsidade, j n n i i i i ~podia ter rnoi~eoto rdleet ido. Setn d:i\ ida egiialmanic V, E. pet)ssrh, que se \Ii porido no alcance de r30 rn* x' grm factos, qual fosse a rninhn eofidí~ctn rirta d e em dispmto no $ unicu de nrl." RSJ JR N. R. J . , O Certidao n.' 12 provo qiie ao Xlinisterio Piiblico jb foi Jlido conheeitnento do cri~ncpara requntx o qgw for de justiça. Do quc se deixa exporto, e ckirumeutndo ge r&. ~ U B Camsra eorn falsidiide me urguio d'cibuzo do poa der, eqque se assim rnc apodam n8o se @de ter ss a40 como pdi odio, e vinynor,n por cit o haver jrilgado blsaria : giie o mesma l a r a l d o ou eoi>liceimciitu de V. Es.@ tr11 embuste riao foi corli A mira de diir i+ guruitça oos interesses piibliras , porele sim para t c t

se era transferido um Juiz ,. que lhe serve tlc torpeço ao bom arrsnjo dss convciiieri<:ios peuvaes ,e de C a milia do Presiderite da G m a r a den~sic~onte 6 por ; t a n h tísirel a todas as lazes i n t ~ l l s c t u a e s , que a denor~cianesta parte peceou na formn pois tornou-se pw r8 banalidade. bem como rio ethencia , porque eila , ? i &infecionada dos vieios, que r c g e i t ~ 1 . e ~de 2 9 de a liarfo de t 7 i 9. Respondendo agora ao segundo Capitulo da d e n u r eis, ellc tem por objecto o seguinte. que eu n ~ d o escarete a Cnmarn, eiiegando n alciiniiat-a em u m rua pblica de estupida , e despota , mas tamltm: YL jipndeio cada um d o 9 seus membros. A iaai8 formal recposts que devoria dar, serir o

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trinchvirnmentos , que julgam segura atalaia para píarfidos tiros. E m ' Sr. decli~ro a V. Ex.' inui~a x. solernne , e forninltnente, qiie por vezes tesho analisado olgitns accordfios do cama ri^, sao actòs do dumimio do publico, e p ~ risso esMii itibjeitor, a que nu, me3rncj(i rntru o escutl*llo dii rasgo: ser80 por ventura IHUS a(.ci>rdãog mnis veiieraiidos, qire as delihera~óes de um Coi~eilio?serfio mais inviola\eis. qiie a Lei kit a pelos tres raiiics (10 puder l e ~ i s l ~ t i v o nrnguem o f dirh l loqo se aqiielles Coilciliog o que presidi0 o Uivino Egpirito, I ~ I I P I I ~ S Leis que sào a espre5slio do voto Nacional soffrcm a analise sem qtie i s a ~a t possa ler como dcsi~crto o quem os fonfeccionoii ; como B ~ U e Camara quer jiifgar os seus aceurddo~ i i ~ ~ u l n e C iaueis , e pei ante elicr abatida a intelli~enciaf seri+ talvez porgilc s actual Cumara na perna de seus Vereadoree enteiide. qiie se acliom eiicerrndor uns Li* CU~~<M, uns Solona, uns Drmostenes? se assim se julgam dispõo aa pennas coloridas. com que se enipavonsm: porque na prrseeya dos arcordlos, qiie voir a pnssrir 6s aiaos de V. Es? se conhece que os meus cíilurniiindores nao cornprehenderarn ainda os 9ru9 devterel. ii-.m bjuiram d o sistema politico , que nos rege e apeiiar. e muito apenas, sellain com stins firmas uquillu, qiie 88 Ihes en'ina ( o que tcrki *logo occauiilo de demoris* tiar ser pura verdade. attenta a (ie~iariiçho de Adiogado ) pois a terem cuiihrcimento f>oli!lco, de qlJc careciani sem diivida ,,fio largarianj da tribo s~cordã03 puc p,>r ri so recnmrneitd80. A rer lida<) n 13 clara . ' mente mostra n que dvixo crliendidlt, pois npllii aecord3i>, em que ac aanceiun3 a b\ijsfemin politidt? Oulu* «i , gile 3s Plirtfiria~ dt* 7 ~ ' A ~ O S ~eO bro de 1 R37 forain derrogados pelo arligo 79 do De$;?inde t( $!. y:~i\~i A i i t @ Uma da-

&mal dcrpmo, todavis eu tiao qciero que os meti9 ealiimnisdores fiquem gem ser botiOos em todo, os in;

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rs demonstraçllo. de que

a Camara nno conhece r dilkrengci que ha entre uma Portaria, e uma Lei 9 ser& por ventuin boje ignorado por nlgueni. que conbeça i orgmisacùo do um Governo represci~tutiro,que sendo o t Portorina d o Poder Izxccutito os meios regulamcntires pura a Ma execuçao das Leis. estes Ileg~ilamrotos r6 podem ser derrogados por outros yosteriilres Oo mesmo Poder, c nAo pelos preceitos do Legislatiro? r nào ter assim Ia estava conruntiid~ a sepnrn~80. que a Lei fuiidomeotul quer, que os nlesrnog l'odcres tenbsm: e se into sao princiyios de simples tnttiic8o & evidente, que inoatrondo-se em t a l clccordilo unja for* mal sberraçùo dos mesmos, nBo lia logur o dwidar, quanto os meus dei~uncianieseriiio longe d'svaliar as >uns f u n c ~ õ e ~ . qile em siniilbante accordiio se cono signam ~irincipius contrai ios a Direito Y ublico Cwst itucional. V. Ex,' verá rnais na certidao ti." 15. um outro artordso , em que a Cantara oao se pejou de dizer, que não dava ao requerente rasiio do seu proceder: ser8 isto justo, ser8 iato legiil, ser& isto deriràa em 8rrnor)ia com o sistema I i b e r ~1 na0 tem a Parte l Direito a saber o motivo porque se indefere a sua supplica? estiir~mos n6s cm Governo despoti~o. OU GnstitucionaI 4 se goeamos felismeiite as forrntilas liberaes estas niío cbnsentern ! qiie as Autlioridodes wiq buscar iio rompo vppusto os indefcrimentos de niio quero. porque nào quero. NBOjulgue V. Ex? que esta ariolisa oquí deixado solire taes accord8os foi inodevertidamente, foi muito de propositu a f m de que V. i E . tivetst eonliecim~ntodas er prersõcs injiiriosns que r' à Comara diz. que eu soltara contra ella em uma rua piblira desta Vilta o que tese logar em 10 de Novembro passado : era esla a conversa que eu trazia aquelles a m i g a , a que a denuncio se reíerc :a juntando-se cnião ao numero dos cuneorrentes o Advu6 a d ~ Camara, este querendo sustentsr n3u 86 a jusda

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t i q a dc tacs ntcordios , ma3 tainlwn a hda reJoefão da9 iiiernios , por spr ellc, qt~rinos hiiuia ditado 8 Cnh a r a eu tiiluez coin exprcssdt!~ ~i;caii&es tIen~~ingirei Ii<luello Ailtogado qu8o gruiicl<: erti n rei, rrru em Direito Adrnii~istia tivu qii.irita crii ii i ~ i i ~ n i n c i i i ci>ni qiie h a i ir confr~cioiiedot ~ e s aceor JGos e qiie cont endo iirn dos ~iit'sinct.;i t l ~ i sub\ v t . s i t i l ~ijo sistcina Consi ~ ~ i , nRo ootji:\ d e i l s r de ser .tdu c o l ~ i o despotico; c fianlnieiils d~ssc eii Hiliiel!e Ad\tijintlo í com quein naquella kjjtsa iiiilia fatiiilioriilade de coiitemiir1raneo Lia U~ii~(~rsr~Jade) que ella ri40 me ftigiriti do dilema , ~ " ) I I flui por eslupi~ler <luti u3siin redigiu tacs uc, c ~ i . d i o s ou foi por qticrcr iihii$;,r da credul~d~de (1. Chmari~. yiic ji1r.i orn su,ts pulavrii,. Aqui tem V. Ex.' Gcloitbiite narrado n iiijuria ali-uz que iiieu, drnunris~btes diratn i.u liw Fircrii ; ;i certidõo porem n." 2 l ronvuiicerh n V. Es qiic eio deixo t~rlienjidarbasiilida des porerri sim fiictus ~)rrsc;ieiadus pelos meus aniiROS que me o c o i i i i ~ ~ ~ I i ~ e ~silo ~os cutnpelelites ) i~ n parti i l l i i c i d y i a verdade. de qtie em relaçiio 8 çafniin5u sult(:i vituperio nlguin. porem sim custiguei 03I~eritrrienteH fil~uciadc seu ttdvogatfo. A Iern (fiw Sr. seri;i m a i s meliiidrc~s;~ Camarii dee ocieriaíi~e do que o foi lia p u r o o ibuiial da Ltelii, çBo dos Aqures , cujos Arcord~os furum motejados. erenrriecirlus e ludibri~dos tim Pertodico ( redigieni d o *por um Eniprcgailo Pul,licn) que foi correr o Mun, e rio qual a Lialaçiio foi aj~upaducom o nome de foco d'anarcfiie e setis membros tractodos por revutucionsric~s idiritns, debcliados? no entretaato. quem , assim uflelide aquella brporu$ilo nau teve scccssidsde de dar coiitar ; e deberei iwr venitiia eu dal-as que aàu escrevi arligo algum contra a Comara. e apetifis em coovrrsii com 0s meus amigos notili 04 dereiio, de aeus Awordfios? nao por tanto compiiraç30 entre

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squelle fuctu acuutctido, e aqueile quo ra me asaacu.

EUpeco a V. Er.' que note que o I ~ c t o ,a que r denunciase refere, corn offerisa (i terdndc , acoiitcceu
eni dez de Iiicvernbro, Certidão nP 21 e as rnerrs dtjni,rnrianles em cinco do mesmo mez , data da sua denuncia, djo como virificada a ~ulipostairijuria, dop. de w aegiie, que oii elles tem o dum d'adirinhsr. ou a dcnulicia era obra feita; mas o qiie 1136 soffre duvida e , que qiiai~do se esereye por tiiI forma, e apparece narredo um facto em epws ainda nilo ncoo:eeido, quem assim se eoiiduo calle na drseosisidera@o. Mas diz-se m a i s na semwndn parte da denuncia
rn.

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gomos como particulares vilipendiadus responderei o80 me lembra que jamais me occupasse em Tallar em taes iiidividuoc, rWo 60. porserem para mim como huniens entes perfeit~imeiite iodifreretbtes mas tombem julgara mal gasto o tempo, que desprrdiçaax em follar das suas pesms : e d afbcnas mB recordo de t ~ r tido oceaside de fiillnr de dous Vereadores a silber de Angelo Josd Dias Botelho quando me foi presente i Copia d'um Accurdeo. que o mesmo asrigwu como Vereador. e no qtial injurinva o Governador Civil deste Dintricto ; tanibem me icmhra te;. failado no mesmo huinem quando m e foi presente um processo eri-

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me.

em qae funceionando como

Juiz Substituto de

Direito foi eundemocidu pelo Relacão pelor erros que eommeiieo no mesmo, como se v4 pela Certidao n . * 16 : outro Vereador de quem Fsllei foi Josk Francisco de Mntim , pois ~endo-mepresente arn processo crime tire ocasiao de ver , que elle havia commettido , ao mesmo o crime de perjuro: porque tinlir dado d c w juramentos oppostos. a d e r um en] que se averbou de suspeito j~mo<lOcom0 JUIZ Substituto de Direito que era inimigo do R&. outro em que sendo inquirido como (csiimunha , e oerguotado rubre o costuma nada declarou, ramo se pbde ver da CertidBo n? 17. de c@ Bcto nóo curei, bem participei ao Miaíoierio

f'tlLfico; porque havendo-me svrrbtido de suspeita ao Juiz Juigadur a finiil cumpria furrníir auto ile rinticia : potlrndo iis.e+pfi,r ; V, i que setrbpre rne absiive de coinrneninrioi , e alierins nnrrnvil <;s 1Qitos. Hcriialerei qtie esie Ca!iit iilu d'arc:~i.nyRo est h eriuolri(ju nos mesmos virins qite tor:win <ieUiictito, e irieficnz a denuncie porijtlc ;)irida 680 os mezinw que rorioulararn a precedente. Tt~rceiroCspitiilo de denatitia qiie eii aiunselhei orn C i d a d h a propor contra a Camara tima acção de fowa por esta tiarer desirutdo o assude, de que A se j bllu@. Q que ~ s r i i npratico11 por re achar aquelle C ~ J truido em uma Ilibeira Publica n8o proeedrntlo liccnC& dos denunciantes: qoe senielbante cauaa foi processadn por mim. e por tal f ~ r m nqiie a prrbe sensata do Puhiice, se escandeLizou: qiic a Cttscirn queredo termii~nro leligio , e adogar-me concedeo licença para a ~ r e d i f i c s ~ ~ i tbem certa da improeedencia da acyáo r, propo$la em visto da d ~ s p o s i ç ~ o ü r t i 356, 357 9 do 280, D.' 9 e 14 do Codigo Administrati\o, mas que Rem assim me abrandoti embora eu aeonsclhasse o meti afilhado a que desistisse. Em viste de tal denuncia, que par s i mesma se ~UFFM destruida, porque quem eeusa deve provar. o e .ollega eu tamhem me devia reineiler ao silen. elo; no entretanto Grrnrr na minha tençao de seguir meus detrectores, par, a passe, responderei, que rep i t o a crlumoio de que neowelhei a Parte a propbr i sccâe. n o s , porque conheço as meus deteres, a H 6 m tespoilo, porque tenho um Juiz a quem dou cont a , q B s mioha conscirncia : mos tambern parque ~ v em similbante caro, como era o da destruiçllo de srn ~ ~ u d um bem ordinario Procurador saberia. qual e , era a acção competente, qoririo msH um Adrogado. que prumette (antes esperuncas, como nquelle 9 que dirigia o aSgredido, ao qual na8 podia 8er JescoaG

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tida n r i a l e ~ n n regi~ir. E' tna innereijilarel tal 8f çeri;lo, giic seria dar-lhe lioitrrg d'iniporlaneiù o rwS pondcr moi$ ~ I ~ I Jcoi),aU sobre d a . I~ Nso lia duvidii que cu fiii o Juiz pr~parnílnrdri crifem que rneiis tlciitiiiciiii~tes (i)i*atn l(ro9 , o esrcneial dii iiiesrna acha-se enn~prrl~era!ido certidfio ri.' lia 11 , olfcreço cada urna drs siinr prfas em rrlwcialf, Dacumei>to X e C - a tim de que V. Er.' reja ,e ali trarisluz tima s6 expressRo d'inj~iria 011 d t d a ror ao8 meus denunciaatas, depois da leiltira V. Er.' w r k qua~itoB terdadeira o esliressão dc qiie se serro a Camara, de que tal processo fniisoci es~n?liliilo Parii tc sensata : iim , Exrn.' Sr., a Cemarn 6 exacta em mio nrserçao. não em reft:restia ao mt!u proceder eumo J I ~ porem sim em atLencAo a ella coino causa, dora do inal , porqtie tont,o qiie o Publico tcte cui~lmcimeiito da bl~idode a que n mesma ne arrojou para invadir R propriedade s l h ~ i : ~ elle iremco pela segig, rança dor setis bens. A l l s r d ~ i a a ifeni~ilcia que a Camata zelosa dn irnmunidadc dos logradouros Conçelfloeg nPo p3de'deixar ile 1I~3triiir agsude; porqile para ero te faltara lirenya, e n sua permaneucin ameiiçava a seguraoça da Ponte Publica : porem permitte-ine V. Er.' que eil faça notar quanto ronceiro 6 o zelo de Caiaara ao cumprir seus dcverrs. c a proyer ó guarda dos bens, qiie administra. Em ti de Julho de f 849 foi embargada a obra do uoude pelo Sobritiho do Prraidente , documento F corre este pleito seis me* ~ e n . B 96 no fim d'elles, que o Camara tem conhee cimento que se estova ronsiruindo aquella obra, doeuvento B ; na verdade não è para invejar nem a presteza nem a dilipencie qiie a Camaro tem pelos negw\os. qiie te arhnm n seu cargo, visto que elli @&&e de seis meees parn deliberar, e executar, grandes diaperdicios devem restlltor de tal admini*trr~ãn :

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ma8 prqtie C, que meus denunciantes s6 passado 1Bo

rnmprido e3pnCo dc t e n p o correm a destruir setn reg. peitiir Lcy e iiev(:res Sagrados, B porque o poder Judicial liavia d o : h iirn 1)espaclto contrario aos interèsycs do sobriiiho dc seu Presirfente , documento F Diz riiais n Cainnra. [fio obstante a irnprocedeii. cia da acçao proposta, concedern[is licenyn para a reedifiriiçào a fim dc al~rímdar~nosfuror cto Juiz. Na vero dade pttwce iiicribel qiie (i20 Iluuvesse p<xjo ao eserever siinill~uiiie f ~ i o ,pois sem duvida B prcrpicacia mni, tardia sulrava logo n flilgraritc cgntradic;ao, etil que meus de~,uiici;~iitcrcaliirnrn : por quanto V. Exaa bem v6 , que ou 11 Comara destruio, pcrque u Lern publico assim o esieiu , ou n3o; no primeiro cozo 6 claro. qtie,eIla jtirnnis podia coriceder Iiçeriça, porque e immiiiiidada dos b-1:s do Coiircllio se oppaoba, pois a Camnra como administradora ti30 podia s6 por si oIliar y~iulqiierparte dos riiegrnos por yualqtier prctex1 0 , c ix)uitu nicitos pela razào que expenile de defurencia ao Juiz denutiriante, porqiie eu como tal nunca tive, ricm terci interesse em quest30, que pernnte mim corra'; regcito a delerencia , e se meus denunrinritcs seriarii capuzes de a aceitar em iguaes circiinstancias rifio urguwentein de si para outrem, e muito. merios para coiii aqiielle, que em couza alguma qucr ser weu igual. e finulmeiile porque o c~rist.ieiicia de menu detrociorcs i130 p6de deixar du lhe it~.uJar, que eu cornu Juiz 1180 recebo fiirortls e desprezo diltjoe~óes rio seoundo coso ti evidente que se o bem : ? publico r130 exigiu a destriiitao a Camnra destruiiidu wmmetteo urna irivasao de propriedade, delinqui0 contra o Decreto de 18 d'Abril de 1832 , coinmettco abuso de podcr. Eu peco a V. E. que iei~lias x' hoodu$e d'atteiider a volubilida~ecom que a Guinara se conduzia; ein 19 dc Janeiro de 1380 ella destroe, porqtie o bem publice o pede, em 24 d*Abril do mesmo sono ella cuuccde liceriça par8 que si rosdifiipe o

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Q,iet i ~ mo!struiii;ir :s tertic!ò.s , . fiq m~!>to I, II -- .llir~por t enl;;:.a

#&?de mais uboiuo , i s t o

~llili~

perlo iln Ponfc scrn

~>iirtir~il!!re$. doeu* u m siiir il!iai~t<: .i€t n r d 8 - nào rereiia ama !itaniksta ror:lrar!irc3o roiiisip~ &esmo, e com o que sc lG iin Caiit:*~taqho,docu:neiti*- S - ? oetli dur ida (iuc 5i::i ? 1120 sO irirque scndo tal obro nociva B Pootc Pu!,lica cuiiio se 0 izia quanto mais prorima d'ol!;; se rnil~iruisse mais eminente era o ~)crigo,m e t nrn tiem n3atiilai,(lo ;I t:urnurs, qile assim se fizesse n8o foi coiitriidi~cro w u at:Lo agferior, nio roi dar iim foorrnsl dcsrnentidi~iio que eol stin deles~ expen!ieo ? scrh por vt*i,[ur;l riix30 jisi ifir;~t o ira dizer-se nnquelFe areordao qtiu se l ' ~ c oo obre siil ras ar servid6n de doiis jicriictilaies? erm d i i + i < t n que n a o , p o r q ~ ~ c Camari1 protege segundo suas attribuia ti$v os bens cmirnum dtt (:o:icelliu, mas não ten) puderes. paro estar em Juizo tlelctiJerido o interesse de dous I>"rticuleres, ~ ~ 1 no0 C ~ S Opreseolc : hontc por tanto 1 uina coara mais forte que origitiw nqiiclle A c r o r d h assaz nutaiel , foi o receio, de (pre cheq:irido a ciitira a J u l g a ~ e n t ofinal sem diiviJa seria uv<\tindn n I ~ l s i dadc yraticailn pela Cnm:irn , o 3iinisterio I>i,bfiro teriu e~nhecimento ilo k ~ ~ i ic ,j)crseguiri;i euio a Ler ) no mio, os meus derloncianteu , como f;iIsarios ; era hi0 o que se pertenilia evitar çoi~cedende-se aqi~lba ticenca, e chegando atb a rneLma Carnsrs a pagar eo Arrtllor as custos, doziimciito I e por esta furmit O ~idadiioopprimido, e rexado veio desistir. doeumeiilo bl ossim ertavarn garantidos os seus direit66. NBo deixarei passar de leve aindn outra iriraote eontpdicção em que mriis tleriuticiantcg cabem de+ iraiodamente noste capitulo : dizem elles d c o m s derso~.licençu bem corivencidos tle qrie a aeran que s e noi popunha era incornpcic-nic:a mnis cttrta iitleliigelicio 030 vira tiisto uma deelari~gão que revela ou ,

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incpeifi , nii iitn crirnt*? poii R C a m m eonhcre , que y 4 . i ~ d ~ i t i i i n d d t l a da Ioiihci que o fui, e dpst8r siric de sua (Ieft~zn?por vitntiire niio ~ i l b a 'mrs:na, ~
n3ii

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tniii:strativo riaece , de que ocr lerciil-se os preceito$ lêgncs 1180 r e comprehendco u S e n t ~ i ~da LPy , fioia lan?o-st? assi in as detrrn~iiiaqões dos citados artigiis : POP qt~nnir a Curnuru ignttra as difi'erentcs port lriiis re~iilnmeotnre~ o Governo tein es)ieditlo s o l ~ r es qite apltlica~ãocia doutrina do ar!.' 336, pois e conliec~~r os mesnios n5o avaiiqaria ao que disse, porque eritao saberia qc~on I'ortariu do Xliiiisterio da Iieiiio de 13 de Illsiu de I $t ' dcretlio , que o texio tfu citado ari t&u não' t i n l ~ aB I I P I ~ C ~ Ç B OSS Cilm~rasAlur\ici paes : ora se pela titafla Portiiria se v$, qrrr a Camiirn iilo pereira para ser demaiitiadn prrvia lirançib do Gover nri 4 cloro, qlie tanio o citado ;~rt." 356 como 337 luram a r r u ~ t ~ d t ~ ~ meus denunciantes srm qite vies, p o r sem ' naila 'paro o c ~ s o .Outro tai~tqbilivi dos n." 9 e 1% do 230 ltor qii:inio tciiilo i~i!+hadoii dispo-

qutA ctl!110 a4mir:i~trildura dos tieiis do Conce!l~o !em ohrigii(8o dc t dekndoi., c j:irníii5 iil~eiiar porn l que a ali~iiiiqóoi ~ ~ s euGo 6 um c r i s e , tislu que riinto gueii~1:6.1<! k1zc.r i i i a i s do qiie a Ley l!ie p ~ r m i i l r , t estu EO conse::!~ rliii: oiieile quem L. don~io nias a , : i : ~ n r a r a scnilo n ~ e r ~ i arlit,inistraciora dt: ta- beris , c p l - o f ~iiido um Aecnrd~oiI'nlic~i:tçfiode parte doi mcsr nlos i:ornmcttco ern :irto criminoiu. pelo qual E rccI~(>~LwKCI , B tanto ntiii9 o de\e ser. t ~ i i ~ i ~ ~certo e 4 to Conks.;a , ( I O P l i ~ d i, ~e de\iua irnpognar o letigio do i toirteridedrir. 'f'orIn\irr a Camirrn crn esiado d'erro, em reliiçi) ao J i t i z o , que fez d h in~l~roc(!d~ncia da a e ~ a oconi*t!dei>Ice~lrnt.n aqiiolln Iicrnç.~ pois t t , te , í;inilarncntos a qiic si: suecorre piirn dizer , que I I ~ ( I podia ser dei~,nni!;ida em vistil dos dispusiqfir* dos artigos 356 , 3 57 280 ti.' 9 , c 13 tlo Codipo (\(I-

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ii$Bo do t~rimeiro numero do Cudigu i\diiiitiistra&i~o

antigo artigo f7t $ 6.' em releç8o a este se ~ ~ p e d i o a Portari'i de 2 1 de Dezembro de 1837 oride se d ispòe! que os qiiestòes sobre serviliòes sòo d u competenela do poder Judicial ; mas iambem porque <i arr.* $288 do Uecrelo de 18 de Maio de 18 12 declara. qiie a9 qiiestijes sobre direito de ~>ropriedade são da exclusiva coinpetcricia das Justiçils Ordir~nrias, que na qiies t i o proposta se ventiloti esse direito 1'. E. o pbde x' contiecer dii Certitao n." I 1 , docir menlo A -e S -por euoueguiiite muito , e muito procoilciite era a

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,~Gc~o.

Tciilio destruido este terceiro cdpitiilo d'aceurnç~o, , e ao rne9rno tempo mohtrndo as iriccrnseqiienciss eni que eohiram OS meus denunciiinies, ss tivessem levado B presença de V. E . Litos vrrdax' deiros aquellas seriam poncludentes e rtdo eoniradictorios, pois com i, verdiide só se ajiista -o mesma rerdadi:, por corrsejiuiritc presidi0 r denuncia a falsidade. o odio , e o interesse pessoal porque os denunciuiitn iiitiilii *si10 os mesmos, que slippocni em mim como Jiiiz uma b:irreirn B S pendencios dc Fomilia , ao seu nbuso do poder , e outro aio) porqiic eu siiu o que os fir coiiti~!cidos conto fnlsnrios : unia detisncia pois que s:iiie dc fiintc tao turva 6 dini~iide desprezo, porque P se aclia contamioada de vicios. que iej!rova a Lcy de 29 de J l a r ~ ode 17 19. Quarto capitulo dc denuncia que eii sou um Juiz cui11 pouca dignidade , e que teiibo incapacidade para o C ~ qiie oecupo: e mesmo porque suii parcial s O fiitor d~ iciimigos da Bainha, e das Conrtituições vic dcntinria

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gentes. E' esta a ncetisaç3o banal a qiie me sinto com mnos corageni para re~ponder nào pela verdade. que , encerra porrin sim porque mo coloca na necessida~j~ de filil,ir do me3 merecimento iriiellectunl e morale se ao iiumelii probo isto 6 cuatoso ao $Jagisiradu h-

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(5 muito sert*i\c.l: t d . i t i i t eomù st-,u Icvada n i w s caliiinrii~dorrs e spjii de tliieito , n~ticirul i i iirSct;i sir\aro tu6 fort tls ~ i l i i l i \ o r p3ra que eu a1caiii:r: dc V. E\.' a l)eocrol~r~cin pcu-ire. Dizeiii o.; deniii~ci~inti~s rcil\to Juiz suii intligilo , e de iiiriipw<itli,ile r~:ct~iiliceidap r . i o locar. qtie occitpo : dirri eii agor.3 onde di3irf)riini os d r i i i ~ n ! i ; i ~ i t c ~ or cI«cumr~iitoi ;i;ii, 0s t i s ~iti ~ n m i l S t ~11110-OS cu para ? ' roni rliru b : ~ l c i -t!o frcr~tri17:6 r ó r injciin, mas tsniLern o tiii~ltiisie. [.via-se o docurrierito r)." 3 , e oefle ri- \ r i . i , q t i : i I ti.in sido a forma , pt)ri\tie o ~ i i l Tri- ~ ~i h n a l <lu tielaqaò iia considerado os mcus JulCin<ltm : s33 aqilcllcl 31 agi.;it ndos iriteçios e dnrprerer~idnr a pedra de toil~i(: onde cc avh:+rn os quilates du \erdadr, bem como as prol os d a offcrisa, qile tizwrirn A nierrna o meus deniinei;itlies. Si! riiió fi~ssein tlc sob~.ioos dos cumeiitos , de que vcrrlio fiiII~ndo, tlu aiiida tentm riitiis para ufferecer u V. Er .^ , e ellcs coiivriicereù, qire si14 cinco o s m w s detroctiircs, e, que juntandose-llie o r c s h do9 pareiites d'algui~s bem como a, quelles o p c i n teia prelos pelo iriteresse ,fi)e3inao todo o titimero de dez: 6 contra o peneunienlo (? desejo d e taes liomcns , eni qiiatito me i~aò i!iierem 1 ) ~ scr a scu J u i z . qiie eu oprezeritu n e r p i i i ~ ~ ò ~ r n l i m i n t n , !!r respeito, e «8'ccto que as Poros desta Comarca mc ol~erecarítn~ tacito, qiii! h sua noticio chegou a inaqni-nação dc cinro d~ntinriantcshostensioos , e dos c i ~ i - c ) orcultos, V, l':~.' er~co~ltrarâ Ceri idão v." 18 na Represen€a~;bcs qiic os qiiotro Ji~lgadosdesta Cornarra (faltnntlti do Jiilgado da Viilii do I'orto na Illia de Santa 3lari;1, porque a EitacAo cm que estnotos torna a q ~ e \ ~ ~h a l t incommunicuvcl por falta de irunsportrs) fizeram a Sua Msgestadc para que despríwrsc < \ ~ l l i qiier Suplica , que 80 Tlrrnno subirse gora eu ser triimferido; em documento&que tanto me hcnram. e emb r e c e ~ ,que eu considerurei sernyre como p d c h ~ da

nesto

iict~

o t a tir(~

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miiih? gloria a r me ibn:lresb8m os n1;:i.i siihidns PIOgins: estn!i brrn cor to q u e <e cii f ~ ) ~ j PSSC J!iir irr-li:?
i g n ~C i i i : b I b L t > como m ! rhntnii111 o s iiiciii detractores ateancaria ern in:*tJ ;iltorio t;in:o; cnr.brnioo ; sr: OS P u s ~ sdesta Comiirra n8o soiibe~srlii, q:ie t inharn 6rn mim itn, J u i z , que s;ibt. cornprrb:~ii.l~~rsila miss5o ii de i i ~ ~ r r c i a l ~ ~ l aed e .u ~ l i ~,i ieilibs I J pcderiiii6 a soa colic;er\açao ; se ou I'otos clcstii Comurca n2o achassem em mi* virttrdcs rnoracs, e sociaes , ellcs sem duiida nre n:o qiJcreliam tio seu cijio: e note-se bem 8 epoca eiii que tudo isto sr 1,asso , e r m qr>e o~ Povo, correm aos di:giBus do Tlirono u peilircrn que, eu R<?O seja ~ransfrrido,e que se despr~semos aleives, que para fins contritrios ao bem puhiiro se urdiram,, 6 quiisi rio fim tio meii qiisiiricrinio B no fim do tempo, que a I.cy tem dcatirindo piira a t i l i ol~a intiskreciriii ; logo nau fui a dcyieriiit*i,<:ia ou o receio que obri~otiOS I~aI~itanLes C S I BCvtniirça a pe~ direm a ininliii çonserraç3o , pois elics ri30 ipr1;ir:i rn , qttc jti pouco tempo me resta pilra estar oo meio d'elles; í ~ ~ wtumbem por desconliecerem minhas quafui lidedes inoriies, c sociurs , pois o cuiitacii, de tres annm í'ur-lhe coinprehendcr tudo quanto e u era , e quanto podia: por conse~uiiiteqite sc scgue daqui, se n5o que quati novecentos e taiitus CiJaieos de todas as classes ei~trnndonestes, Vcreíidores , e Adrninistindures dos dfirelites Conceliius desta Comarca os quees iuignaram aquellas represeetaçùes derilm um iorrnal desmentido aos meus detractores 5 na verdade 130 positiras dernonstrnqòes de considerayiàn e estima, haem .cmlieeer, queiri 4 o mogi~lradu que se accuza , enebcin meti coraqiio de tiku prazer e l u a r i bem digo r liora., em que meus denunciclnler forjaram o denuneis .. parque. me deram u c c ~ i 8 ode levar perailte o Tlrroiia de Sua Mugertadc, e perante V. Ex.' os tia o pe1.03 quaes mc julgu. .merecedor do ccirgo que s

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ccriipo. n da c o i i l i i i n ~ da mrrmu Sohernnu, c fina?~~ niíxite p s r a qtio

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. Ex." ~ ~ j ic01110 o mais rioro 31si.

gistrí~lla i'orL!lqiir~ eni idar!e, tem nterec~doa alf'i{ao dos !'ovos. a qttf'in i e i o governar, Dizein mais os rl~niiiiri:inte3 o Juiz a gi;cm uc~uziznios L. parcial a h c o r (!os iriimiiios do Sua Magestilde a : , das Coiisiitui~6oçrigeittrn Se ialo Je d i * s i b s b e d'um honbem, que i i i c ~ s t .tido atè hoje unia I'olitica viiieadii , ou se tlisserse de qtiem i150 ti-vesse sido cortstiinternente Constiiiiciorilil , sc isto se dissesse ti'iirn Iitjrn~in qiic a10 tioja ainda n i o hou,. l(?sse dentro dii orbitii Iirnitiidn ile stlo capscidsdc ]irest?d» AO Tlirono de Sua Mi)gcstnde, e U Carta os serricos qudlbe fwam i o ~ i l i i i d upela mesn!li Sobeiana ~ et-qile se ioriiararn Iso nlillos , que tiveram por goI?ril&ou dignsr-se a mesrnu Augusla Scnliora por Decreto de 27 de Septeinbro de 1857 coiifirrnar a graça da t i a m e a ç 4 0 , qiie ihe havia feito o Nol~rcDaque dc S a l d a r ~ l ~ a . ittteri~àoaos serricos ~ ~ ~ * e s t unaI qusliern ~ os dade d7Atiditor do Exercito d'oprraçiks do G>inrnaildu d'atp~elle invicto XIiirecI~nl,tlurante a Iiictn d'oito menes contra o partido ernlindo airrdo pmlrrin ter eobimeitio, oii vizos de possiLtliditdg uiiia tni denuncia f porew dito contra uni J i i i z , que nlcunçoi~a gratlud@O .em qiie se aclio , pelo sua adlieslu , c sertifos prestsilos a Slrn IUagcstilde, e B Caitil tia r p c a de bem potrcas esperaocas? dito contra o Juiz que aeompnhou o Exercito de oper;i@os de i8SG'. puderia por

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algum incauto ser acreditado p6ique de certo i ~ B o eunOiuaria o pemameiito, que eom tal homem lia t r a ? ~ a e ç ~possivel qyando esta vh de encontro 6 gegiao r$nca de Sua Magestade, e do seu Thrnno. Se os meus ,
&ticinciantes qiicrcni uma prova fiilanie desta minha iptima co.nvicçãu, pouco lho ciistará o iol-a , costa-lhe q6 urna pergiinlu ; chamem íi barra o seu ~ ( l i o g e d b

de partido Alvuro Pcreíra de BitLcueourt LopeJ

or<lt*nem-\he, que (liga , llu;il foi n mirilin rerpmta qvirndo em 18 kY tie~iit Illin se Fniii)n da I l c r o f u ~ ~t1ã o Frai~qii-,entao nqiti:lle prorririiitilo-iw i.tii r i i i i i t i i l caga me tli'lie - qoe o piirt i d o 1,rorressisl;i czr;ivu i I n irn(8, de srciiii~iaraqiii a ieioluyao h ~ g o q i i t : rio Il timo , boiive5se iiio\iiiieota e qiiii rlle C ~ ~ I I Iclirfe riesta O Villn daqi~elle pari i(!;> t iirlla d.it o ci:rti.r;i que iiiz tatlte que eii rt~eí>n!it.crssc f,iç!i> ,« mcii Ioq11r da iiiiz o serme-bia guracjtidu : se ti11 ,\(lvugudo 6 rapaz rle uma rcz tlizvi. a verdíl(le dii.8 qiral a mi~iiia.r e r p s t a ;- que etl jiiinnir adherio u ~eovimriitoslguin rcrolucio~iario,qiic como Iioniein cur ti$Ln, o11 ruino Juiz rb obraçiiria a mudurqo po;i\icn. q11e ~ ~ " B W Y d o" S Tiiruis,. Esm.' Sr. qciero I;illou assim no horncrn dor nwus <leii~iriciiii)ter qii:indo tblle cr.1 Selitern!)rista ( por que ignoro se Iiujo o 6. pots cm 1852 o vi nas ruas publicas de Oirnbra ,senilo estiidurito, i*ornutn nrcboka n~ niáo a dar vivas li C n r t a . e ao Fxin." Conde da Tliomar , a l u e m ii ~ioiicoiiiriqla ncl~tii Vilta cobria de impruperios) lctn (I;ido so!)rja prova. qile os seiis principias siio inúheluvei,. Erm." Sr. 03 homrris com quem constante~iitaritet i i o S ~ Oos qur aindn rl:io desmetitiram tiestn

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illu o credito de ~)rol)os. Iionrudus. e parte dos qunrs siío esses

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ogaes do Tril)icnal dc Potiria Correccional, que os tneus deiiuniirriiei para tnnto elegeram ottenta a garaiitin de Justiia, posifao. e eircunatanri~sque iiclles sc davain como dizem nn denuncia, e a coml>irtiiç30dos nomes. qnr!se encoiitrnm nos documentos i,?' 19 c 20 provam o qlie deixo dito ; d assim í<xm.*Sr. giie se desmente a calumriia de meus deiiunciantes , os homens com qiiem constantemente viro ate Iiojc n8o teriain rrimc. nem pleito , em qtie recebessem protecyBo rnirlbn* do documeiito 11.. 13 se V&, çF~e elles regeitain tau caluniniosa accerçifo, c bnto mais reagem contra ella , quanto 6 certo qiic or mermw tem triupre sido Cunstitucionses e amciubs

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dando mesmo de bareto, que os bornens com quem cu vi\o fossem accrrimos prugrestis; tas haveria por rf*nttira oqiii iilgum crime, olpuma k l : t o ou alguma ùcseo»fiaiiça ? terào por ventura esses homeits pel de lira. que pondo-se em contacto comigo me coritnmincm o sa.ngue. o coração e o pensamen: t o ? [ião é o carnct~rizcade tudo o [~itr~ido, se jufque ga posluidor dos melhores principias n tolrrancio ? Er.' Sr.. quem se serve da taes iirtilidndes liara increpnr um Juiz, ou tem urna intelli,ocnria l i d a d a , ou ~ J W tein facto algum qiie assaear ao mesmo. Mas eiinsirita Y. Ex." quc eu me detenha por um pniic? a considerar os nbeui denunciantes pelo mwmo Inilo por oiide rrbc urgitem, isto 6 , a sua politica. a C eoriiacto ein que se acham, e a obedirn1,in cbgn. que J prestam a um inimigo de Sita hlagestadr e da CHIta. Que foi, que 8 , qiie Iiade ser sempre o digno Presidenie da Cnmnra tleiiciriciiiiite , JoGu Ilorges Botellio de Gusmao? foi fiel serviiior do Usurpador ale dryoiq de restaurada esta Ilha; c a querer saber-s? (bssrrv~ços prestedos nos sequaqes d o mcsrrio , 4 pedir-lhe que declare qunotos verbns d e 78200 iliqun.!en coiii o guerrilha rniguelista do Forjaqiit*: que t5 n ines mo em politica ? quasi que me titrcwria ii jiirar qtir sllc com conscicncis e sciencio nàu diria. a qiie pi11t i : do pertence, porrjrle jh miiis Icria oii sulibe um hrtigo da Curto Co~i~titurioeai ma9 r'nos!^ sim d'ir. gw: lernaqdo poro protercr , e ei~coqinliíiro- nr+vJ'ciosdr seu Subrlnt~o, como se d e i i a demons~iadoi ~ - - s i dckzIi. s Botelho? d i ~ que foi clle Que 6 A q e l o José sempre Co1iqtitucioi,al, mas pedem -se-lhe o a kictos cuiuprobatirns ,180 os tem , e upenas opr$:.t*iitú ruino ! i : : + * drãu da s t l i l ertrad,i liberal o ter juriln c t ~ iR osto tle Cùo alyumns armas que os !iI).l;puelistsaub lndi~riiiri~m para melhor fugireln depois d ' o c ~ i l o i a Liiilei~i i ~ d velha em 1831 ; p~rgii~\e-se-lhe porem %udl 6 o

du Rainha. hlng

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I i ~ ~ j j p

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k h c n f o @litico da Ciirta. não responde porque a intclligeneic não abrange ir iniilo. inng dira ego
qui #um.

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Que 6 Josb Francisco de lfettos? dizir elle que t i nbo um dos susteiitac:~los do hfí~ritiis rrs~riias de Lisboa eui f836, e urn h,rwo sctltfado do BatãlbBo E b do Conuet~todo Jesus ? Estes princ i;,it>seonaerd
vou 18t.5 pois ent8o os seus ir~trressespessoaes. tomo Boticario da filiscricordis exigirum , que elle p0"3d'c@f11 todas as bo;;lgeiri para n enmpo oppste: alardeia Itoje grondcii principia moderados , mae na& $era di&cil, e atb provatel , que c i i ~ l ovolte par. u tampo d ' o ~ d edezertou, pois quem se destiriua eiB pullíiee , pelas força^ do estumsgo , e rao da intelligenein est6 sempre dirpostn 6 v~rsnltlidade. Do quhrto Vercádor natia teribo qiie dizer d'olls. &i@ q~ tomo Irornem de isrnia LH>U f& t t ~ l v ~ z lha se extorqiiisse+por meio d'illucfio sua ossignatura comv me consta que elle o declara. NBOdeixarei agcbre de notar qtiern sfio o3 Cidsdiique comtsntemenie tem dado mostras d'ariiant~s Qs Rainha, e da Carta com quem os [bem danuneiontee ae sjuotarn : digo fran~o'mente V. E. que n&u=taa r' bbeço msio Vilia um r6 hemein d'esse cunbo; q o o aeja seu cooviva, polcndo assegurar qiie os que havia, taes fuiiecionarios t i ferem a habilidade de os dergmtrr trocando por aqoelles s amizade. a eon\lr~nria-, w e con~ethos do Bacbitrel Alvaro- Pereira de B i t f ~ n e o ~ g Lqpes, o quil corno jt% disse, se d b por rlief'e do Par-. lido progressista, aqusilo que sempre IIie carileo as actas das Elciçòes de protestas*, aquelle o quem-b' Juhta rebelde da Eltia nomear Juiz da Direita InterI% l i s t a Comarea : ne verdade quem chame tal h 5 h a seus conselhos aiza diier què eu mu desfa& h vbavel am amigos d. Rainha, e IwtituiçtJe~Liberam I que sO com oa.iuimigos de Lào iaror pinhores t-3-

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eoniito?

Ha lar!os Eim."Sr. que
este

neo tem

nem çlasi

siGca4Bo, nem esplicayão,

8 urn d'eiles.

T-rilko concltiida u rcspusta que dernundau~a minha deíeze contra meu* <:a!iimrii;idoros. se fui aspero em scnstiras foi nào só. porque inc Iworocorqm. mas tambem porq.qiie os critnes de mctii dvnunciontes o80 podinm ser nnrr.ldus com paluvrus suaves : todavia n i i ~ t i t e ii,letiç.io tl'injiiriii , nem em tneu roraçho entrou r . ESIUU iguillmentt. cerío que o siibin Goveriiu S u a Magrstudc depois de ter conlierimenio da pngiiis n e g r a d t ~sua ~ e r ~ i ~ Adoiiiistriiliva sem duvida ria Fulrniniirh cnm dissoltrçrío a Ctirnara det)iinriatriè, t o mo prova eviiie~ite, de que e Governe 6 justo ; n litilo severa, e inerccida ser8 o proficuo exemplo para outros, Respttndení!~agora B dentineiu do .Admiriiitradnr do Coneell~o clnss~firel-a-hei tiimbem pftr Capilulos , e verei se provo, que um to1 denuncioiiie foi ùin ttlrido nieu proce(lcr. pois ri40 lne cabt~rnsiias arguiMes ; e outro sim provarei. que o mt1u denut~~iullte pnr actos irrrgularca e criminosos de sua Adm iriistr:içao era o uliitno tinmi*m, qiis me poderiu arguir prqtie tcndo cl~ngos saiigireiites de\.;a pedir o qtiilm lhos colirissc, e niio provocar, a quem tem d o c i i r n ~ n eam cujo npresi~r~ta~llo saiigur verlbsri80, e mais mais pcitentes se torniivatn. Primeiro Capit«io de denuncia que 1.u desvirtua r aut boridsde de simjlijatite iitnccionario. Esquerberarn ao mru denunciante o* documentos; PU devia dizer-lhe tarnhrm , ramo disge k C n m o r ~ -itle busca1-os. pois agiiarilo pari rnlRo í t r ~ ~ p r i911e~Iliidr st d e s t r u i r ri \.<)SrH ncfanda cejitmiiiii: i i i ~ i spurqiie r i q 3 0 ~ i p r a r n, 1140 fii.nrt*i ctn sdwcio rlom a respnila , qrio jicgo mtsrecer a q i i t ? L l ~ ~qiiiB d e v i ~ r i ~ l c.tlliir-s(* veio ti, o +orJer qoem d+lrmi:i sobre R sriencia d o siia mb sdm ~ ~ i > t i A ~ e &e~v V, Ex; ql~e a~v i jm~is a leve tive

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implironeia com a authoridade de similhante Administrador; pa~iados poucos rnezes depois de ter tomodo coii\en~i-iae de qiic tdl iiuthoridade nada ajudava a ocçao da J i i s t i ~ a e s(, servia d'occupar um logar em que dcsempe~ihiivao iiome das a ~ t r i b u i p õ ~ g . que a Leg lhe f~rer'reve: por toriils vezes <ocnlrnente lho fallei em providencias que se iorucivam preeizes combinava sempre iia necersidatle ( porque nao B homem que irnpcigne euusa alguma ) iuilaria jnmiiis dco o rttmedio percizo: por toiito formei o siotenio de nada esperar de tal oiiihuridndc, e tive-a para mim como auffiçiente para receber o ordeiwlo. E' a ac, cusaçào do meu dcnutiriantc ainda mais banal , do que s da Camaro porqtie ao inenos estii ainda que falsamente orguio um facto, o Adniinistrudor h m pelo contrario nem a isso se citreveo rio q ~ i u demonstra claramente, que a hotel-oa nùo 8s orcultario, pois quem argue sem eauza muito milliur o faria tendo-a: foi por conseguinte u denunciante o nysiiio, qeo em sua demencia logo proporcionuu a resposta, lais n w crimes o que os toribo eoiihecidus segundo os principios de Direito Criminal é. que tl'elle~se drem as eircunstoncin~ quis quid como~lo,qua-o -: ora ninguern dir6, que em t ~ denuncia se verefieararn m l esserkiaês da Ley. por tanto eahe a mesma por inept a , e inji~ridica: mas nóo admira que assim a formtilassa o drnuneiante porque sendo u m leigo arhase em divorcio c o a o Direito; isto 6. supposlo c ~ u , de que fosse ayuellu o redactor da mesirio , se o nso foi. mas sim a eonfessionou alptim advogado assalariado, direi eutao que tal Jurisconsulto 6 íiliio bastardo da sciencia. PRSJOmoStrar a V. Ex? q110 O meu denunciante u nzo 6 exacto quiiiido diz qiie eu desvirliio a sua an:l:oriùade. n8o s6 porque jámdis me nceitpei d'ella, l l ( ~ ~ fombemaporpeelle me tirava essc trab~ibn, UM-

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do teor80 Iivewc, pois os seus actos 1""i quotidiana é que o desvirtuam , c cu v011 plr ao nlcaiice de \r. E . os dociimeiiiog , que sbo a aliirrnutirii do que dei*' -%odito. C i i ~ i n o attenç8o de V. Ex.' sollre a cedia d a ri. 15 let rii H - oiide se vC! que o deniinciante ~

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Lambem njiiiiuii ii forjar aquellu vistoria, em que n Ca mars foi jtilgnds fijlsaria ; ora quem riao teve dutidr em se coritlusir conto erimitiuso iióu deve dizcr , que B o Juiz de Direito que n deavirtiia san os seus aetos, qiie a torito n lernu: pela mesma rertideo, Ititra C; se mostra que o drnunriante O 'rio d'nqiiella lacittro Soares, a qiicm n Cumara roi fazer o serviíc de Itie tirar do concorrerruiii com ~ i seus rnoinhos o l d'iiqurllc a qirem se dcrtritio n osiudc,, por tniitu o deniinciaritc com o seu voto consultii~o, coino Iliepilrmilte o ar( . 97 (lu Codigo y n c i i o i ~ o u n attentado da " Carnnra , bem corno a í'alridsdc da mesma, servindose piiro tarito da sun ntittioridndc para com clla propprciunar proieotos a seu Sohriiilio. o que segiintla a rmze da 01.d. do L." li.' Ti;.' 7 1 4 urn abtisu do p .

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der : por tanto, Exm." Sr. qikern abusa do sna aclLlioridadc desvirtua-se Imr si, e n8o corece (I'ajodn de outrem. V . ExP verd mais pela rcrtidso IIP 23 qtlanto a autboridiidi: nn mao de meu dencinciiinlo eslh !>cca depositada , p i s nau menos de trcze 11ri30es srl>i$raria*, e soltura8 d'iguúl natureza elle tecii prtiticadn d a de gae sirvo nesta Comarca : quem assim desempcnha as seus devrres , e rrrpeitn a deterrnine-8u d w g Pqtarim do Btinisterió do Reino do I P dc Setembro da i837 , 96 do Julfia de 1838, 17 de Jiinho , ti , i de Se~lernbro 1839 em que se declara, que a Xu. de thnridade A'dmitiistrativr poder8 premlor , mas jhm ais rdtrr nao carcec. que o Jitir de Direito desviriueerse fuunecionario tira O encommudo, a quem de tal çam a ; mas tanta arbitrariedade tornara se precisapari- - a pobre oyersrio que emme«eo a ciko ú

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crime de faltar no oervico do meu dentiticiantc , como se e\idcnceij da mesma certtdiio V. fh.* encontrará miiis na certiílilu ti.' 'L 'c ai6 que poiito o meti acriisador tcrn esttenllitlo a sua ai~tlrt~rida;fc, poderio, pore qiic tiao exilou eiil Je srlorilr cin Icgisliidor derrogando L,eiis eln vigor dc cujo Cumpriinr~iio i? o ricilarite , roit,o I)elegsdo do L'odcr Ereciitivo. V. Ew.' n'nqut~lle Dociime~itoacbará i exprcssúo fiel i I i t lin>posi~ào quo a avancei =6 urna liceiiça eaçri~it;i,e assigoada pelo p i ~ nho do meu ileriiliiriiinte em qiic ellia r:io ditvi4a disprnsur um cui~tribuinte de ptigiir o imposto tluc pela sol~ress ei~rncsverttes: ú aasim qiie cumpre o Administrador a deierrnir1nç80 do 13ecrcio de 5 d e Scptembro de 1833, e 2-lc de Illarqo de 183 1, c mais Leis que regul~rneste imposto, 1130 serve do disculp o o meu denurici;inte o dizer, como me coiista que diz giie a disposir$o da Ley nào se ciitciidc A eariie d e porco porque o Regulorncnto de 23 de Janeiro de 181.3 uiiilla hoje em viqor no $j 1130 elicrl~tuad 7.' o

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impusio seja qiial f,ir a riatiirera da cnrnc. Ha om tLio recommendavel documento nirttla mais a notar-se u coiiscliio , que o nreu deniiriciniiie tlk ao seu nfilhndo , para que illtiils o pngnmccito du coirrribuicào. Nau de\e esquecer egunlmeirte qiic o dcnuiiciaote como DeIrgado do Guteino tem rigorosa otirigaçao dc guraolir a Iiscnlini~çao da paga de todos os tributos, e muito especia!in~ntc d'uquellc. pois deve sustentir o credito. e firmeza d'~rrernai;ir.ão. Fi!ialrnetito nJo ornittirei qui! com aemclt~ariteproctadrr se foi defraudar a pessoa do erreinaiante, o qual Foi illibdido pela aulheridade, de qiitbmesperaro proteiçRo siibtrairido-lhe esta. O que pile hcide pagar h Fazerida Publiru. Note-se mais. que indo eenvoltido noqiielle tributo a quiitta. qut. faz parto d'um dos reriditnenlos da Camara, a llieu denunciante que delia ser o ~~rirneiro zelar o a

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re&iisação da p ~ g s ,4 quem illutie este dcver. EIPL'

em u m 3oriltncnto de ciriro li:;has commette t n ~ ~ t ri r ~ t ~ ~ e l ~. i,i t i ( ' i tilrifa ar[l~trílrie<lade . i ~ ~ l nBo deve recear. 4iie o Juiz de Direito dasviriiic o siia fiuilii>ridli~(le !ltlfe rirn nhstrr-se dc fiineeioi~í~liamo~ por qfsr 1180 t:in Iùr~as r i f l r n s a l ~ cd~scmpcnliiiros sru, , devertbs : ixiuitu tbcthrtado p o i s B a sua rcsuliiçfiu crn qualrto phIe no Gott~riio a siin cxoriern~lio, mos rt3o 93 s i r u (10 f i ~ ~ ~ d n m ~ iqtle ,O Juiz de Iilreito n des. lto virtu;* gorciiie este mugistrii(lo ali: Imje n2o ciiroii da pi-oced~r,c s~ agora o pùe no doniiuiu do I'ul,iii:u, B porque fui prniocndo. diga por tuiiio ein stia siipplica que se siria Sua ãingeutodc cntrrciier-llto a rtiu dcmissao, visto qiie s6 serye par8 OCCUPBP a nullidndc : srpi:n iiào tcrh tiln din de reecber o merecido premio que n 1 . e ~iiilnii~iao quem o mrresse. O scg~ritloCapitulo da denuncia C -que clle deniiircieirtr nso tcm fctrfo CWIIO authoridade admitiistrativa , porque eii como Juiz de 1)ireitu o ho*tiliso i110 oerlendo a meu modo 03 ~C!OJ. quc nqtielle ftinceionorio prutiea , os quiies o [)ao podem ser em fiice dii lei; C que a iiào ser o respeito, que OS povo9 IIJC tribuliiin como parliciilar, e que jh eonscrvaram a seits maiores, de certo a sou authoridade teria sido desa-

Sr. quem

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cotada.

Em." Sr., que um empregado. que tem no desempeni~ode seus deveres como Norte iitvariatel u ciimpritnerito da L e i , du Jiistiça, e da defiprebet1ç80. e que regeiia sernpre a arbitrariedade, podia sim rormular urna tal denuncia ; mas o fiinrciunario q i ~ epelos documentos ji~ntossa rnostra o t k <tuC posL0 se tpfn des\-irtoado , e a i & tornodo cr-iininoso, vir illudir a lT. Er.", dizendo-lhe que eu liostiliso a sua outhoridadt! C sem duvida um valeute arrbjo. Ertuti certo qiie a vnùu escaparii a considera@o, qile se () meu fim tivesse sido Imstilisar a suthoridade do dt.nuf1ciante cem duvida teria Iia muito posto cobro 3s suas soltura

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erhi!rnrias; tnrlavin eii jiini:iis o fiz nzo ~ 6 , porqite 080 q , e r i e ler co:~lt.alaçao f l u a tíins!rcin liarti iiào aei~untiar iio I ~ ~ ! d i e o irregular, e illegal ~lroceiler, deite0 rei por tanto suliar arhitriii.iii~nt.irte.arde erth a q i i i a hWtilidada f ,4llrirdcia o nictl dciiuncini\te que icllat& ~oii~iderndo ~)çlos \)otos , e que n riao ser i s t o jú teria rido tl~s~~cittndo. Loin fùllar assim , para quem çoE' mo v. E s . ~ e3th r c 1i5u preseiiiiii os f i i ~ . t u ~ quotidiíiiivs, e por isso n30 phle deccciir ali: que ~ t > n !o srja verdaseira n asscr.80, dci~ernu*por Lii~ilofallar o i!er~iiilciaritc, porque Ii~ctus bem iereritrr provorn o coiiirario , du qiie si disse ; rerurdc-se o deriuiieirole qual foi o scii oroceJrr, < l i ~ i ~ ~ ino ittlno p i i ~ ~ a d Ju se q11i~esl)ortrr desta l'ilia um poiico de milho, o POVO r e ~ e i ~ n 'que, t l~ i Ilic Liiltnsse, nii~otinou-S. u commatidarite dii (~scollil qiic eiit;io aqui sc nclbiito, s e g t ~ ~ linc coiistu coi~vuciira ao dci~iii~ciiis~e, que u para riessc njtiilel-u s apaiigoar o rumiilio , porem foram briido~iiu tiesert.1, perqiie o tf ei~cincinntc regoii tuerit do B F J I . ~do deaiir19; oro se aqtiellc tivesse o res~

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~

peilo dor poios , qiie bla~oria n5o cominetleriii u tode tiBo correr ao logor do periso ; emprazo tal iunecionaiio. para que (liga sc foi lá ! c se fui por
I>:irtlia

resjicito , qiie u povo se nqiiietou ? Sal~cV. Ea. quem aralmoii a tioda popiilar , lbi a siin propria dorelidade. pois taiiiu qiie caliio ein si , e vio que o millio exportiido [)no lhe faria falta serenoii , i? desta rndole. que 1ni.u deniiiiciai~te tira o respeito , bem corno do poder, que tcrn de prerider n seu bello arbiirio B n8o do o(iecto , qiie se lhe cuusagre p a n baver este, 6 rrccrssario rnerrcel-o, c o coritiecimenlu que tenho do meti denuncidnta , Le:ri ei~rnoda iodole dos habitantes desta p~\oa$ao, que assim me Caz è ponwir. 'ferreiro Capitulo de denuncia que oae 6 possirel
seii

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mankr-au a boa ordem, cru quai~\ocu fuocciooiir dp

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Comarca, porque scpulto no t ? l .4utfis, OU p a r l i t . i p i ~ ~ òque, ~~ d'iidniinijtrtifjo sao rcnietiidos por bvrn du servivo. Cvrtnmrriie o inrii denunciante a forjar esta arcri. saca0 rnicii~!;v~ si para s i , que nie dava uin golpe dz dernorte , p j t d r n Exrn." Sr. úque?!o engiiiioci*ac, yot que nr carttrrit!r J c i t ~ Jtjito tem documpnloq. com on qiiacs e11 í'tirci voltar cotttra O meu detrilitor O golpe 6 t*nL<lv ver-se-ha quem eiique jtllgou i i i i ;:ir-me very«nhoii a i:hrJ;~iie * rr, nou eu qcie C O I I I I ) ~ U W O qlie digo , JP I:' O dr.~itii>ci:~t~te, ~ S ~ J csrre\ro ~ H i I~ r 3 j . (111 V. E . verd prlu et;rtiiiiio 25 , qiic drsde 1 R I'I, em x' qiie t ~ n > ~ ! i posse, a i $ no prer~iit(atem-.c! instaurnilo hcctu Juizo 8 2 yurrvlliir , sB tres d t ~ , t í i s t i ~ e r s i npiir-+ licipiçzlo d'A!lininii~tta~fio Cor~ccllio brm criinn $e (10 ; ptoWs~;1~iiiiB IBoIiriii?i rn Correceií~~iurs, ss Iio eindest [:O cu.0 ( i a r t i r i p a q h Adtniiiistratira , e lia uiii Auto do i i ; i . ~ r ig,c&, , que 030 teve grgiiinieiiti~porqut? O t
qiit9cimrnto quacsqiier

~ i i b Direito nrs!a (ia

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Miiiisterio i eotrn !PO ser crirnc piirtii*iilnr. A Carti:llu 8 prnvii quc jbrnai3 t\titus, ou p;ipeis algiins
dc serrifo ptlbliro o:, púrliruliir cntrarrin na mildia coric!uiào. q i i e deixnss~in de siihir; B pur tniito eiideiilc que a c ~ t a Jii:ro nào cllegctri nlgurria outra par& te**ipiicRo Adiiiinistrutira 1~1: d(!t~ri(lo scguiinento ter a tido tiveeie. De tiido isto se vi!. quaiilo o meti deniirir-inntc it>m ficl mente ciitnprido a deti-riniiiarao , que Ilie ir~eumhe o $ & . O , e 6.6 do artigo 252 do Co:liio. I Ex.' nio deixar!, de notar (111~1lio pre' . ein 8 k x a ae taes certidfies 6 llsjir;líih? o riileidsde do ineii denunciarite, pois se eu eumo juiz dci zcgr~irhenio a 1 9 qiisrcriIas sem partieipii~ùo Admirii3iraliva , bem como dei andamento a tres, que e tivprsni 1180 o daria a mais set as tivcss~hatidu ? instaurarido-se cina coenta e auto Policias Cor rrccionoes , teiido cooperaçao do donuneinnte s6 cinco, a ter Iitriido mais riao rpprreceriaiu no8 Cartorios? isto por si fbro 9

qar nDo
qtipni

suffra mais dcmon>traçi\o; e memo potqiia de $0 eiimes 96 pdrtrcqbn oilo, dcrrvdo partocip" tio.!oj. a r i a nclhote ril:?r-rc , c n6o hllq3rr m tal porn q i i ~ C O V P ~ ~r130 S O U ~ C S S C , p o i ~)%benO O O

do a de31fiiiiçao do dcnunriantc 5 iliíliibit,~tel, cmho rn qiieirn porlve adura a hutliuríJ;ide~ que crerritii R seu modo. cjuc O mcct d~?nuneisnta mti* se C ) ? i n r t i ~Capitulo fyoti em ver yw eu pcrrigu eiii t o l a a t~cen3iiio09 aP , in;go$ ilo Governo. e pro!t!jo os lt~iniigosdo nies no. !!.a, j;rrrir« eate finar yain I~ctiir«li,rir a ineptii!Po <la"de,nu:ictii ; E su tnesmo 1omp0 da11 11in t e s l f ~x#uiblt(r i:' aiFhf+Jii\o, q s o mcii deriuscios~icjiimnisFl'cr. ou O C I ~ J Z de" hzrr iiino tdcio d o nlra misdo dc um Jlupiat rarlo Judicial, portitia u rn:n lire!iendcl-a di: ccrt o nao dciraria cscrípiii um ir esc^. que ropin:io I'-z o ~~i~riika ao denunciariir, nao corcrcndu de ouii;is €rpresdcs : tu1 der~unciii Er ni." Sr. i: ui;~ Iat to i t i isor io porque h ruppor. qiie iirn Juiz por 1 . r ~indep*ndi~~itt~, c qiis nõo C egentc de I'olilica. iIc\u d i ~ ~ oi r heca , c cingir-se com a bando d'.\dniinigti.iitl{~r do C ~ i ~ ~ t . ; , o il poryiie C desconliecer que cim Juiz rio estrciriu de stiit9 funccbrs nlo cuniusco rores yuliliros ; 6 ipiior~r que dos actos dese J U ~ L coi,hece h R e i n r ~ o ,r quci irndo havido s peroegui~h que o dct;usciunte ~IIppa d ~ v i i l mapoarecer AccorJDos ù ~eporol-a.onde eat0o YIIES? apenas na mcrita do tneu deiluncirntet bem corno dcviom appnrecer Senienfos minhas. que comprasasscm o fiiuor ! onde se Iècm EIIBS 1 no çorttçtio do mcu deriuncionte? mas se riado disto se r & , se nada disto se apresenta, que lia a concluir, seniro que n iI~oí!aciniite foi 8illd;l maic) uma vez hstide corno caI : i ~ n i n d o rFalsario ? Ii'xm." Sr. asreicru o V. E. qos s' 2 - i -299 E C ~ ! OO Z e L i li:gaf lif!iIli'fli o!gtJm. que Se te: 2 - i12 çontn dr cç! r:);~() (!rbfiln;on. da R ~ i n h a e da, porque :+hn deds es prorp.9, quo as ~ i o h ( ~ 1

.

.

.

1 1 1 prontpto. e iosolvids 0 iiln 401 $6 ii\st.~iiti!dcsto ii~iiiiiointirns cuntici;:in, fboreu~como .\fa;iolr~do hei (]C ser ~ U B Ire). quer C

I<)YRY pr(?:~iit(em. C
i:1ii

aberrar

qitc eij rd>ia e r i k i o
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o quu .d ' o l i t i c uiliyeodiar closre
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Sr. o n!ru ~ietr;ie~or fcr-me csgotnr o ultimo s6rro do ciili\: da l~rtr~leiieia quantlu Jie que , rorno fiel t ~ i n p r t * ~ i i d o (inverno G que druoricia o do I I ~ P I Jproceder : oiiru por reiciurn hr~eeliinRo\oll~udu Gurrnã(> diriqr, qiic L' fiel ao GovertrbY pude ter t a l <~iialidaJuo I,nn,eiri. que fui serviilor de Ilom Dligucl nl!idia di!poi~tfe re.3tsiiroJo nwtn Iltia a Tlirono de Soa
'

.

~ ~ i ~ ~ c ~P t ido lre Irillhra a dciiiir~cianteqiic era Llo iti e cuniiccida a siia s t l l i ~ r j oao sidemil do I:5iirpa~dor, e sriir srqtiazra, q i i r fui rlle o 4iplornatiro. oii pienipotecicisrio ~scuikiijo Iiarr ir As Crotas Filndas [:e-

~ o c i s rcom a Q<iii(lrilhii 3lijiuelisls do Forjaque que
ficou iIvtnstaodo esta 11iia dt~lioisque ~)oriiou Esliedica0 Coii%ti tiivioo~l li bertur o Heino ? foram por * e i ~ l ! i r nnr seti* talentos. a sua e l i ~ q ~ ~ o c ique o torn. nsranl mcrct-çtlnr de ipernelhiintc cornmisbào? de certo guc niiu? logo foi e iriffuencir quù tiriiiu com OS cuerrill~iisa quem tdlver tioiivesse susteibtsdo , e a confiança que as mesmos nelle depo,itnv~rn como seu correligioiiario q110 k indi;itiir poiu t o 1 rumrniasDo. z Erm.' Sr. qiiem tem precedcntei IBu tle*a$retlilveis em poli tica , os qi1a.s 1130 o11s:ir6 rierar , uõo se declara um Calao, portam sim iin, Stbniprei~io; e muito menon deve quei-er al>orni,\iar o r:edito de um liornem constiturionnj : frlinImpnt e Ex." Si.. O mtlu d ( b ~ ) t i l r i ~ t l t e o R f 1 . e ~hnjc por attriq8o a SIJ~IMíigtb*latif? [(ai* ~ a nba 0 qije de bani. - r ; i d o , t* ( I P ri!rilr.q20 P I C J ~ W ~ PO Ucurpailor, 6 pryr t;ii,to iini filliu ii!c.~stuusoda Poli-

.

"

t íoe,

Tenho coocluiJ~ r refqi;igBo ons Copitulni de de-

M t i i i i e i p ~ l ,j - l y tcl-o M o com vic' e para fina?ii;ento nlostrnr O tgniu!toario do mecimj ,' barta q n o re d ii;a q ~ a e e i ~n51) proccdeo ilelie
tfirid,

auacis d? Cemara

bcrsC~o, Accortl~a qiic a si!iier;liisw : oairo sim o11 en:lendo ter ai~iqiiilnùo a drnicncir do :\rlininiitrai!ur do Concelho, beio rucin cstciu errto , q11e e m vista doa dociimriitu~ qiic tivo a honra ile pdr níis maùs de V. E' o Governo 4 x. . Sua l n g c ~ l s d en l b potle deixar de lsnçar cim iriico nP;ro sobre os nomes de ties fiinccion:,rio~riscando o* assim da l i 6 t u Ci! i l , ordenaido aormesrno tempo a que punirijò. pi):' tiil mndo V. Ii!x.' como siistcirtirculo d a h!itgistr;itura Portugueea terá feito ver a o s ftiticciorinrio htlrnini*ti*utivos. que smdo nquclla classe iridt~penilentcprbi ili*poritsõ dà Ley um Conqellleiro da Coroa , qtie tem a rtDii cargo fazer purlir afçiim do seus rncrn hros i~itnn(lodcliniuentc turnl~ern Ilie ctltiipro (lesiifrorrtiir o m e m o qiiando fcilsamrnto injtirindo: tia6 queira Y. EY.' dri-

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xitr perder o indepeiidencio {Ia classe a que tijò dizriatncnie preside: dE-s:! o tnrus dcnliiwioritefi o prova íriz:~rite que embora ellrs ji~igurm q?in na aaos ífenineios saO uleivo~as t(:da~ seraù nt trnlli;lns , pois , ia co~nu ageiilcs d'Elei~hes o Crovcriio os n;iù dcsampctrars ( porqiic nxsim o alnrdcintn ) mas a jiisti~a. a indepenrlet~iia, o credito do Governo de Seo Mngestadc , do qual V. Eu.' fitz d i g i ~ oporte, da-me aqueila pror;i, quc V. f 3 . ' niù curara de scrvicos taõ insignificantes, p:ir:;tic se os pcrde de i a i S j lirciiacionnrioc, alruriçel-os tia (!c qiillm roii:einpla c m Y. Ew? itm apoio d't~rdcrn. j : ~ s i i ç o . e um biiisn onllc v a i naul'ragar e onimarf vcrs;rb, *Em ~onformid~ide n P~rt:irilitfc 4 dc Jarieiro com deve p r e e ~ d e rR esta rniitha r ~ c p o s t aa inli~rrnap4ído Erh." Conseih~iro Vico Presi-lrlnte da !(alf~iaõ td: dari:; com q ~ n t om:lito rrspvit~;s nii:horidrde d&S. E. e s' ::tie rei:t por T~rrnua l ~ u : n ; jeii, offen$s

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V. Ex:'. que

6 m e m a . mas sú prlo direiin de dcfrzn. permita-mu EU u i ~ i ~ r b e ~ i i s j , ~ i t tio que i ~ ~ l o r de o m a r , rim3 .O neste cezo, riins t~njhcvn cm lodtts, 09

mais. q!ie mr tricí;rrin i i i . i i v i i l i a i : r ~ ~ l i t ~ Eu P,)-SO (1 .. trr a Iioitrn dr apr!,siLoinr a V. Er.' 03 dt.cu:!)rnii>s. qtir a Lnnlo s e 11.31i;j , qicacr 8s ras3os cin q6ic para tanto rne filodo. Exirt." Sr.. quando um (:Iit*fc t l ttms ~ Hepartiçfio ile Ji~$tiqa. eninu 4 aquriieCooseIIiriro. i~:io e~itiipara ~ n f t wpwkendcr por u:an rulaista ~iuliilrio de Li run\iadirer tr!!i seu tiroprio sctu ordenando: me qiie PII itiyu n <octiruri». d 9 que V. Er.' brtn p(bu e05 t em!m i,ill<.s i i n r i n prnl irado , 4 sern J u t i d ~ por. que a ~nimadv~r-;i:i de-S. Er.' tirllia tocado o pt~nto

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de querer-me cstigni;tirur. rnuiiu rrntiorti isso f~tsse em opposicòo tio qitc txm identico ra-o )irria ordt8sailu: n8o sou eu qiieni fnl!», porem +im o s I)oriili~cnior de nO 39. d'eili*i vrrh V. Ex.'. que havriiilo aqilelle Cori. rkllieiro em 20 de Ju!llu iiltiriiu ~irorido um E*rriv8o isterinn para orcupar o lugar de um oiitro que acabava de ser sirelieiiso por criininoso. nio duvidou em 'L9 de Janeiro ~iilrsnd'b em coso iguiil, em qiie eu rtn fivme dn Lri iamtiein provi iiitcrinoweilte o lugar d * ~ i m Esrrivao suspilnso por r r i m i t ~ o s ~ . ilrdeniip me qtie rertEsáe tio meu liroci*der pitis nlio ~ r t n t nv;,gn o ollicio. c não o estnndo { l a i a pastar o Citrtoriu a um doi hcfivães cci>mpaiibeiros como era rrprc~soem*Direitn. ,

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e urrlcns do Goucfno. Alem disto, Exm.' Sr.. ~ q i i d l e .Juiz informanleji em outra epoca procuroti um outro prtble8to para ma réprchendrr por uma rufiporta fiilin, qual rr.í nno liaver paitecipadu á Prt*sidencia da HelstOo um crime ocrorrido nesta ~ o m a r c n . o que niro fiz. prqtic Ley nie na0 impuiiha tal .dever , todori* j& ~ i a ~ i ~ t h l l a a slbim&errb de S E . n c ~ ~ n ~mim tinha : r;t &iyado no seu corjyao, ~sndafido!!ara inn\o rpciflii-

der--me por ogripto, p r m d ~ i~n ~ r ~ h ~ i . $-. >0< ? ?it B f

rumento 35 comprorn o qtie deixo dito. podeiido u r srjtrer a V. E. (lue eu i d o violei s OrJcnqbo do i' I.i,ro 5 Titulo I).' Sj 2.. porqcie 1130 omiti e miiiha : qiniio o quesito ~~rirneiru rit,~duU<>eu:neriti~. do Erm.' Sr. aqti~lloConselheiro air:dn i i ~ o4 aiispetio na tua regpusta ii~forrnaturiii, qi~atido a de. porque base em que a niecrmr so h 3 de firninr 6 vicios* e este mal sarii duvida nasceo d a 9 ordcns do d i ~ i aiiifurminie * por qu'inlo mniidando-sc proceder ao inqwrito de tertemunliac sobre os factos , q~icos meias tlrrbuiteiantes me n5raeào nbo rb 1130 se reqitilou pani t n @ q nem I decrncin paBliea, ntum n di.piisiq3o da Le! o Documrniu 0." 35 farA cori!iisct3r o V . Ex." 0113 OS testemunl~as iiiforrnr(hra9 foram or proprios dtonilne iatites, e os seus servidores; atein di-ta tariibcrn fui rhsmodo iin, Escrivao suspcnso por inim jA por cri ma de cotitr~bontlo,j& por n30 ter farto, nem harer (iaCo os Direitos de mereb, e ultimamente q u e r r l l a d o por e l t o r q i i i r , e levar mais Siiilnrio, do que n Lei Ilic ~ w r n l itie , C e*ie o eu-Esrriv80. que se menciona no l)ocumeiito n 3 2 , V. E. verá que 4 o mcsrno, : x' que se reinriuita no n.' 35; tnmbem foram tosternunhas ar filhes d'este o Advogado. Proeiiradur , e Secretario tia Camarr, Oetn (*ornoo da t2drninistraç~odo Coricelho :-haver$ por vcntiira olgucm que comidera em taes testemunhar a impnrrialidadc precisa c que. as mnmas tributarii~m respeito 6 v e r d ~ d e ningucm ? o dirb? que era d'erperar que depuzesmn os det~tincialites ? liliviam estri desdittbr a sua deriuocia 7 q u e haviam de jurar os Ernprvga(1oo depenieiitrs d'rqilelIeb. se a o sanceionur , e , teforç;ir a v o ~ a d e seus dc amos.? qtie era d'epperar que disseste uin er-Escri~?i&, e seus 61110s favor d'um Juiz. que em n m c da Lei r n ~oautborisoupor seus critnes? ser& nslim qite se respeita a deccwia publira? o80 ser6 iito ,um facto 908 rciolb o a~inroma18 tinnquillv?. ulp iemrlb4uie

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,

e

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proreilrr h50 r c i lia que $6 s e queria concr;i~;r, como ~ fim uma inbcstign~ilo ccliiirnria cio Juiz Jcniiiici~do foai r m com yuseiqiicr rncios rimo l e r que por \irtude dor rnr9mos. se piidtbsse inl»rmar a V. l<r.'. que cre terdedeirn (i dclliinr ia. pnrquc a iiiiesiignt3o ssbim o dcniorrstrav~? inda mriis , Sr. , utna similhante sindiraiicia com t~!slcii~iii~hiis foi co~triiiia6 Lei , por Ires qynto o n r t i ~ o 964 da 3. H. J. dirliúe qtic nao pos9 . m ser o u itios como test oiniii,lias os ptoprio, dvni~n~ c i i ! i i t r ~ i> l)irt-i10 comrnum tiiisbem regeitii os Advo: gntlus , e r o c r i o r cumo testeniui~liisem qiresfòea de Y ~ W , cli(:~ite>, e outro sim dertara defeitiiosos as trrlcnii~nliu~ dcpt>i~òc~ites acriisador : nAo se dido ga qiie am tal iii(liicrito na« tendo formil dc Jiiiro ront c i t c i c s ~çuino diz a Portnri~de 16 d'Oir!obro de 18 i 8 niio Itou\c i i o l n ~ j odc L e i , por qtini~tot, que clln quer 6 . q ~ i cs c c v ~ l i e ~aa verdade, e já por l o r m i ~alguma %c a!cciriçnrk n rticsiiili corn tcslcrnui~iiasdilí'eituos;ts, í i quem a L e i riipl Oe com ru.20 I rejinidas : será por rcnluro n~iiir sngrodn n piriiicaci tl'srn crle,inoso. do qiie a Iiot;ril iI'ii~nJiiiz dei)iinciado! se par;) 4-1 priineirn rnru nq(ieI1os tt:,!i*rnurtiiii~ li30 siio adnlitti<hs, h30 de sel-o iio ~ e p i i r i i i o ? uiiido mais se em uina tal inresiignq:io q ! ~ liade bosetir n inforniiiqào. tornase K prrriso. gire ra iipiiio s verdade, e n8o a parrialidsdc , e O o!lit, ; (! i s t o o que se tiao d@ono caro prcsente, t. dri iiil prort drr iluc nilccê a suspci~òo com que a t r i h o o Juiz infurmiintr, porque tudo sc ICZcom B U artfcni. ~ Desrjo que V. E. roril~eça,*qual foi o erpiritu de x' rerdsdc, e frnnqii~ro que presidi0 t~ alrunlisdn inresligaçào: ru peqo que se 160 o 6110ido Documento n.' 35, e d'elle se ve1.6 que aquella preridio a formula inguisitclriiil, pois ao E1cri18~ nem ar hi!ios crn fiaram, Rogo e V. E. mais qi,e trnii.i n *' i ! ~ % C i&c:u:t? ler o Documeoto a? 36 pelo «iirl $c prolb

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h ! ! ~ i c ! : i ~ b

om;i te*temuriho a (Iuefn se n ~ ò ennsisntio que
cribvrsse o
sei1

se ~ i aba-

dr;toinirniu

ri:] p ; ~ t t ! P~II

cria

n h r i u no Jiiiz deiiiii~ciadu? krm." Sr. titlru rti 1 ~ 1 1 s por meio dr! jtiqta iirft-za alrnit:ii.. que com liir* p t :*ceilrntes, i e confie (1 it;furdina<ai, do J i ~ i z informarite? tvrci t-11 g n r a ~ ~ t i113 irnk!;t~~ci,:ii;!i:{it! tltj S. Ex.' , qu :na a do 4 ror i.onilaal~q!ie rnwr f ! ~ ! i u ~ t c i dcelr.rnnl. que it~ a protrrqnfi, guo S. !:r.' ift8.s ~:ronicticíi tiar na sue inforrniqa6 Ilics arocgiithi:t <j iiiliíi rCst:!:d<lo de i c u s deS P ~ « $? cu na5 yiletia or!t.ilit,I:* , tn;is us ncoriierin~eutos ytic vcnlio iiarr nntiu , Icv:ir nm- rnc no fiintlo d'iil* ma a cui~vii.~i,i, qi:c eu r:ab dçro cbp. r,:r icma itifor, maca6 iinp.arcin1. Erm.' Sr. eu oai dos nprijxer. ytic o J i i ~ zinforma+ te tem ~,rocirradopara c a r r i y a r iic i16*graa rd,-t.s a siia ini'orlnacan , c corno estrtu ao ~rlt*iincel ~ i ~ t l f ,eu pq3d ts ro'nar, $6 a (feg[r[~il-r's, ma4 tn:ribsrn o rnostrnr que uma premiiiitada ~hreri*iiqiiod qcwin os iitdieoff. Eu Ki que 4s t!:*terntti~iinrtiu n\eriliiaç80 se perd ~untúrtimfactos solte os quites níio fui nindu otitiifn', C sc nRo mrncionfio nrts dcniiiiciiir rt(idas : tbes rorno maltrotnuu as Partes em Juizo, ii~dii:ar,do-se-lhe Pat a tnnto o uibico fiteto que drtiirl~ailopiidin ser\ ir ao seu intento, a verdade dc tal orc:nterirnt.iitc, V. ISx? a eneonlrarh M> hcumerito n 33. Outio r i m . se1 qne . ' se-pwguntuu se e!i iiltrajnrn CRI itudiencin u A d w g a db da Cnrnara , c o Frocnrndur dii mcsnin dirci que se- 6 ultraje cliami~r iiir!)tor os reqii~riincs!os rcitur CODtrs Direito. confesso qiir todas sa vcz1.a que disso &e tehhb cúnveacido como se r & , Certidbo n.@ 1 1 DOCVmanto - € - e X eu i130 tne acobardci d'ar-

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fiim as clessificar.

- -

U m outro fi~riticom o Juiz i~ifiwrnantt- prr!eolia por teiitura ft)zer-me ciiiga e pi?Ii>qiial se perguntou na inrcstipay80, Foi se eu n'aiidicneia Grrnl crime d' A-~Q <1@0 Pacheeo intt!rrompi o rnesiiia., ~délr6odo

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cm estado de ~ l i ) d ~ r e ser ~ ~ r n m u o i r a d n ~ m : :i Atidit*nr.ia G r r i i I porque u artigo I .' do mtB9iiioda N. R. J. osrim o pcrn i i i l c 4 iguiilrnciitc certu que eu tim 41 minliii residoieici suiisf(izt1r as nccrssidudrs indisp-sovei$. que ft111a n L f ~ y e que foram iiiierlirctciilits j)clr) r ~ ~ ~ t ~a;,t I>ro(,ili.aJ~riat ~ g i ~ l Porio em 80 l i u I do dc 0 1 1 t u L r o de 1 S $8 or)iie se diz qiie uqucilas ttcccrsiífndcs $90 comer , C dorinir, e cstii actu foi remetiillii a este Jtlizo pela \ i a l ~ g i i lpara tcr o \rr(/ndriro uso rias circunit~iiicins prrcizas.. c riiiiiiit*in (lii 6 que esios sc n5o virifirurnm ngiquelle prniesso rrime, que diii,oii tririti~ s seis tioras, cotno Y. I~x.' Icrb ila Ccrtid5n i)." 37,' d a quiil igui~lrnrnte se coI que os Jurados iicnrain iiiromniunirovcis. I{\rn." Sr. eii svi qiic ttirnliem SP prociirar~irnas te~tcriiiinlriis por urdcrii d o .Itii~inl;,rniaiile , se PU tenho u l ~ i i i n i i s tezes solii(lu da Comarcii: direi. na{, nego os fíictus qtic prí11iro ; n8o lia dut ida q ~ i onl$urnas J ' C ~ tciilio i i l o h Setie f I n I l e l a @ o . jb porque 0 rnii1l1;i s í i ~ ~ d c tn o ~xigii,, Iin\i*iirlo na 1'1-esideit ;isri i I Ri Dorti merito riirnprob;iti\o dis~omesmo , j k porytie o lisrn.' Coi,selhciro Viir-Prfbsitlri)te. perguti t niidu-lhe. por varias tezes. se rlie eslrnilbava q !ir eii asrini o lizcssc , oii cm t cmpo de ferias , no qtinndo o serviro riao ~\rt*,iiidicnsse oii ;i rntdia mede , O eriztssc , rrspondio-rnc 2 ~ 1 1 ~ 1 ) r ~ : 11;to PU pafff) pui* li30 o 1t:rido (;lito d ' l ~ m ~ r c ~ ~ i l i t s Judiciat:~. (jiin 3qui t e m t o ias as scrniinm. niu,to iiwiius o diirte de
b i Jtiradoq

i r i 1086 e

..

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.

e

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qliefii 130 poiicnr vezes apliitrcce *; iicste suty)?stu e[g~~rniis iezcs liii inslado ;i seceiridade. p w i n V. Ex.' 1crB do eerlicl,?o n.' 38, qrie eti nunca dpi,xei de fazer as iiudieacins nos dias pierisos, o que Iitova. que ed riao causei detrinrento so puUiro: codsiia se eu piid~ssepellsnr , qiie S. Ex." mnis tarde me qiirreris

arguir ser \ iodo-ae do eu proceder, GlLo doq:lrorr-

rw sofirne o que ~offrrssc, nna teria irla. @e 16 psra rriinr um. srmelhnsta arguifio, mos tatnbem Pl f*.tuhri a drmonstrlif8u de que a rigitaoeia de S. E%.*sobre c9 Ernprvgadoo. de Jlistica. pars uns B de f b ~ a r , ptlrque fiado partiripa, para aulrcis dDodioV
Q

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torno $ em rekaqlio a mim. Exm? Sr., tambrin $ei ytie o Joiz informante tem tinido crrtidócs de proci.se.s deste Jaizo, que tem a l runfidu uuiros pelas diligeneios dcs meus denuiwinaIPS eatcs rcdiculos riudas se pertcawde lançar te, com m o a~isrninhas acpõer. ai mais inmrent~s. pare dem (riorar o meti eredito ( @ bem qvc inatitrnerite no cooteito dus homens probos) prrtefidende assim acbar ou eonlrodi~8ode Jtilgodbs , ou eryressbes mais fr~rter. (odntia das pruderites f mudar n Conselho. a i i q o s grm mais adaptada h protieu C qut)m a imiwr: eH psrem respeitado t<intoqlis whi ii Eliet s rellia Judicial mo .irnp6e por dcrer B pessua do Jair inlòr ii~ailte e sem , qee seja por forma alguma em desruaiiderncae ao mesme. mas a6 çumo n)r;io de insta dt4'eza. tenho ktm-bem a bulira de aprrscniar a V. Ex.' tluis Ourume~.#osa' 40 e 61, rias. guaw V E . arhaii qne uluir i x' ~iuwmsntesobre o mesmo objecto YRI ~ O ~ J Cmais de O Ibm ire8 pensou de duas cliffi*re~tes mancirlis , ao ouh o sa IC a rrprehcasiio dada a um Juiz Ordiairio. Exn.* Sr., em tista de tado quanto deixo doeaaerrtado, e narrado ers relafio á aiirimadversia, e preien~iio qhe o Juiz iifoi.meate ttbm eoalrs mim, o qm espere seja por V. Es.' ataliadu deridomente. n.alo cunlo aecivsrorin para s mioha deleta, qiis V.

E. ewarregue 1 um outro Juiz do Triburiul da Rex' k@e sãu s a aierigua~Bodos facto# de que wli ar6 guido, mas lambem que informe do verdade dcs me+ mas: eu i& desejo, ~ioinestou bem cctto. qoe q o t i t do se tiler com im~iurciolid~ile. desprerenrùs, q c w 9 t u '$rigc, r d e m a a d ~ , c'ii hei de oppárécer'ani u

Irma ronducta illibn<l:~. V. K. ti:m no rtbio Tlibux' .na1 ~~llagistr;~~~or dratnciifidu credito, e rtapydr 1170 .taçAu , q u d q w ~ les sot ishrií ás diligerr(:ias dai)&*d'el me segura giiriintia, o que iisorit nào tunlio, e t~acu 8-sim 0 penso, qiit. P I ~f t e ~ t a diitu oficio ao Ena.* Coost~1lieir.oVice - l'resirlcrite da Itclii~ao dizendo-{Ile , que averhanílo-o d~ oiiclwito oo sru itrforrne, eij viiivn a V. EP.' Jircciiiniente a minha rcrpustu, espcrando d'elle Juiz informnrdu se nb5tivrsse de rcsporider a t e que V. Er.' Iiwiesse por bem decidir este importante objecto, r quem o dava coriin alTecto. Exin.O Sr., sei que bcm extensa t e m sido esta minha reslio,sta, totlav,ia o credito dc umMa;i-trsdo, que eutir f;izeodu r, setl primvirn logar. assina o pctlis, cic desejo yirotnlo reja I taosferido ( ( 4 que pefo a Y. Er.' qtie scjrj q~iitnto antes, umn vrz que V. Er.' sc sirva fazel-u para Ioia do Di~iricto da P~esidenciada Ralaça0 dos Aqores, pois uei que tenho uin chtblc desafeiçoado) ~ ~ I ( T ir occ:lpar ur11 novo I O ~ Pcom biU pyçedc~irtcs, e por isso era iteceasurio rebnter em todoir BS redrictas os meus dtniactores; eri dciia tarnbem aos meus Collegas uma sn!isft~qùo, outro sirn dr~ejtiv- ronvencel-os , qric nào tioliao no seu iiurneiu iini Juiz corrupto, um Juiz indigno; eu csrcciu d'iipie~ e n t a ra V. E. em plena luz todos os factor, qur sr: r' me a s s o ~ ? v m outro s'irn eu descjnvi~.que fi(*asw pn; ra os.ai,rcesrares de ,V. Exi, na Llepartiçau doide )OU -filho , como Empregado Puhlic.~ w m Dueutnesio, gae .tiwwse-raber o que PU SOU : p r ultimo eu CIO .povw derb Comarca, que tantas provas me t ~ m &do d',e&ima, ,e confiança, que eu iião drelisei do qredido , em que mr tiriliam : e por to.ias estas ra@es perrnitb-me V. 17x.' que tDud t . r d ~jh v i dar nu p&llco f+ta m'ialia deftaza. porque -itl)enilo-sn quew na<) C>,;Aenirnriai!o, e O ê ~ ~ i l < I o , COIIFPRIP il minha .-- ,

.

,*r*

,

a3fi 7Pnrrnitto n mnii rreriito

que

protrsia

par mais icmpo tim pittcrio. c tltiril I rnnnpira porque e3tc fui decifrado ; ii Iiorirj t1t: iim 3legistrado Kqrn.' Sr., 6 biin í i m;iri~ir~i um fril;:t ritlrn. que dc Corn leve toliic sc q u ~ l ~ , ao11 como n 1.1miria d'aso r
polida , qtic com q i i ilqiier alilo se cinl>,ici;i. Deos Gii;irdr n \r. Es.' Villii Fruncù d o c a m p o 2 2 dc Jl;)rco (10 18 3 I . Illin." r! Extn.' Sr. Coii~elheirr,3liiiistro e Sllcrctario d'Estado dos Ncgocios Etçlasiasticos e de Jilslica,

.

O ,Juiz de Direito

drtroirio dc Vuscoiacellos Pereira Coulinho a4facido,

J .iqttc

os meiis denuneiaiites nfio tiverali1 prova c n n ~ tra inim , otf:rceerci eu. como additarnento á resI ' o " ~~ O r c dt!riiinciii dos Substitutop. um dociihsnn 10, que obtive depois de estar c s t e ol~usculotio p .&lu,

r: que se eiicontra no fim dc toilos. Rogo ao leitor que n veja coin a t t e i 1 ~ 5 0 ,para qtic coobeca o eoracter. a lro11iJa~ie. e a dignidade com que o Substituto An.rol« escrevia u um outro Sutstituto que, por impe8. drmento r n t f i i , se achava corn ti vara. Neste documento revela-se a rn.inciiniundçao em que aquelle Substituto se ach;irn inrolvidaj, pgra sc siibtri~hii.As m8os da Justies o escrivão proniirici~(lopelo crime de furto de einoliimcntos n.-ii) devidos. 380 rliqnos de notar-se os cnnsdhos , o9 prev*nçòes. que se leem naqctella çartr; devem os povi)s dosta Comare.i, ein prcsenca di:ll.i ficar sabeii 10 qiiilin sao as firmas qiie compõe o rtmi e:itiruln qiic decide u e stviis negoclos íurensas, quaujo a ~ ~ I P I S ~ ~ C Q J O Das mõo, da ines h o ~ e a ; está r

,

.

.

prq:~~ o ilocnmento nào sú o, indi~ita. mas ttmbom reiinific~à. Qric?rn t c n i çcintrn si documc~itoq t,jio positiuor do iiiimoralitla(le no desernpccil~ode seus dei errs , como I'iii~ixr ionario jri(Jicii11 oii*ou ossigqsç umo dsnrincia contra u i ~ ijuiz, n quem os seis detrxtures n3n livernin de o arsuir, a nJo ser com fuctuq incoriclriilciiics c ~nciitirosus, O bom senso do psblic~ que os jiilgue.
o Ioriii tias

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DOCUMENTOS.
Bento d'Oliveíra , Contador e Dirlribuídor do Juizo de Direito da Comarca de Villa Franca do campo na Ilha de Sso Ill iguel , por Sas Magestads Frdeli9sirna A Rainha etc, A todos a Senhores que 0 presente certidaa rirem. e d'ella caihecimento tomarem : certifico-lhes, que lenho visto em illyur>~ processos , na ocensib que doa OS conto, eoiiclt~sa com a t r m qee o Escrir30 rem e t t e , e o mesma rnarqinadn pela I ~ t r s Doutor do JUJF Direite o fllustrissimo Senhor Antonio de Vasde coneellos Pereira Coiitiiibo hj&do, c as wgaintes m palavra3 r nào me pertence B : eert ifico mais, que O mesmo Senhor J t i i z , nòo leva emnlumento algum das drspnrlms que deterrnin~o a remessa das D q t ~ . a d m aos Juizos t>eprciantes: que o3 doridas. da coatugem dos salsirios aos Empregndos que ~cnlie exposto por esciipio, e de viva ror ao Senhor juiz, tem sido sempre decididas , excluindo da regra de custas bs actos irregulares, e supcrfluos, contando-se o que for positivo e expresso na Lei. P, por me ser pedida passei u presente. Villo Franca do Campo 28 de Feramiro de 186 1. Jork Bento 80liutira.

J OSE'

-

Certidão R. 2 ' .

ARCIZO da Costa Peixoto, EscrivBo da Jiiize de ~ i r e i t n , e Tahellino de Notas n e ~ t eJulgodo Cede Cocoarca de ViIlo Ftanea do C a m p , Hha d . a * M i g u e l , por Sua Ilfag~~tde Fideliseima s

! V

bba qtie Deos*Ct~urdeete. Certifico +e prlo meci Cnrtoriu n l o eonrln qiie o ettual Juiz de tlireito Aritoriio tle i'iiiconrellou C P F C * ~ ts C~~i~ticilie lo jh inais io?se uaii ertido e m arcorIlnrL' &$o nlgiim dii Relac:io , o11 rnult;ido , ou condemitodo em custao, o outro si111ceriilii:o i*to mt:*ino pelos Cortorios dos meus Coml)i~rilieiro~ iirstr: J i i i z o , liern ri~mo do3 Julgados da L:igoa, I > i i \ o c i @ ( ~ ,c Agor de Yúo por mc serem prest3ntrs i i l ccrtitfòes pass:irlns por cskr differtotes Carturios. em qiic se ceriifica isto mesa

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mo.

que pelo nicu Cnrinrio consta. bem tamo pelos dos meus Co~nyoriliciros, se rnuqtrn pelas iertidùes pasqadas por estes, yiie o nçiilal Jliit de D i mito aiào s6 fiiz baixar da coiicliisà?> coa, seiis dcspathas, ou sealentas, toJos os autos, que Ilie tão conc~usos, d'uudieneiu a nudicncia , bem eonio que jámais em suo conclris~ose extroviaru m h utus , ou pae @eisde q~idquerniitiirrra qiie srjuiii.

CERTIFICO

a pretente cibrlidjo tirem. e d'db cor~hecimentotomar&, crrlifiço Ihes qtie em meu d e r , c Cnrtorio ex-ibtem uirs Autos (:iveis d ' a q b o e força ei~tiepartes Auiliores @aliricio tI'Araujo , e mulher, d'Agoit d'lllto, c fie n Laniara 3lunicidesta Villa e d'eites por ordem *acal 'do Doubr .raiz de f'lirtbito desta Comarca, Antonio -de Vamon=&as Pekeira Coutinho Xacedo nle f ~ ordenado era i

a

A OS Senhores que
.

tr~iiisscpor C t r t i i l ~ ons p e c i i s s c ~ i i ~ i i t e s . J)oc-u?,~ett/o A ni~tlrn hlauricio dV.\ruujo, e sua aiulher do Lirgnr

-

d ' ~ g o i id ' h l t o qiie u Cnmiira llu,iirii,il (leste CoriceIlro' Ilics fez força tiirbatit;i corno se j & dos Itens seguiittes item. O ~iip~ilicnntes possiiidures de s sDn

-

um molnlio siiu d [libeira d'Agoa d ' A l t o , bem conlo
de tiiria Lnrbiicja pci.tcnccnie ao tiicsmo item. l'endo n rliurn d'Oiitiibro pnssiido drrtruiiio a dita barb a c ~ n , trataram os Sul)pliciln~r~ ii reroitsiriiir, de

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mas f'oriirn cmliargiidus a repucrinien~o de Jacinto [Itdtfillio dc G U S ~ ~ Item. Que esiaiiilo-11) Iloje de-- O wrllne dO correiile coricloiiido a obr;i crnbnrgiiiia , i i sando para tiiiito os Siil)pIiç;int~~ fi,celdude qtie dii Ihes foi corireiiida por »espa;lio d e ITo,ss Serllioria , oeou tece serem agoi u iritiwudos prlu Camara hluiitcipnl piiro derrubílrem a o,enrio~ii~ila , passarido obra immcdiiitdnierite a rc~olisor S U ~ obra, de dcstrriiçòn, de~nioronando parte da ljart)i,i$n - Coin s t m ~ l l i a n t c factfj Iiies 4 feito f u r ~ dtiirbiitiia , I11,rque OS Suplditanies lixavam do reu (litriio t onre,lido por poder legitimo , qoaiido ninda i. certo I podt~r u Cnrnnrn 1lunicip.jl deiri miiior de ia1 o.odo sibtn ( ) i p n * d t l r ~ r n OS it1rmo9 I r g ~ e *09 quaes foriim oi~~itiiilos. . Dele por I;itit o a dita Ciimnra srr cocidcir~ii~tla ii(-s prejwz"" t damricls qutB sta I ~ ~ u i d t i r bein ronio em mais clã0 r~ f a w r t u r b n q ~ o aos Srippiir;intrs , e ciistas Pedetn por tiinio u V. S Vllnstrirsinio Srnhor I>oulor Juiz de Dirriio se sirva r n ~ c d a rc i t i i r a Suplitiiado na pPssoa de seu I'rt~sidcnte, ou Fiscal para t!m um ,ttlrmo ellegiir sua d i * f c r n , r com , ou sem rllu dar dia d' aitdiilncin de J~ilgnnwriiu. Estiiiifio as e damnos em trcs mil reili -- E rerebt*róo rncbrri! r-T(*~temunhas Jacinto Soares d Oli\eira Ralcra . C; sndo. Pedreiro vil li^ Fianra - Jono Cnriinguijo idem , idem idem , Frfiwisro d' Aridrade idem , trabalha-

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dor, hgna d'hlto idem hloniz,

Dcsparlio i. 2 r.' Distribiridn cite-se. Vilt;t Fr~izcncfcscriore do Janeiro de mil o i t o c è n t ~e cirlc:)er\t,i. Ccit;sccinceitoi. I)oclintcnto - 1 Z Auto dt! bistorisi f. 13 o i i. Copia. Auto (1: es.inle e vistoria.- 4nni.j do 'iascimento dc Nosso Ser1h.w J ~ s u (:lir.istfr d e m i l clitor+cns tos e cineoc~ntii aos dcseoíive de J,rii+iio , t~(*sta itla , V Fraíiea do Campo d~ 11111 dò .'rio 11i;ii~:l , s6.n-lu eoi o sitio d'Agoa d'hlto Termo (lu mesiria Viilo e na Ribeira do niesmo sitio , a o r d e cti Scrrc!tririo ria Camar8 rim com o I'resitfci~te d a Cninaro JitSo Ilorges Boieiho de Guurnrio, o i1,i ~niriistr~ntlor Cortcctilio Artio eenio JuuO: %,telho dc?Gu~rr):ii,,Jost' L;i.ii~tcib~ode MatJOJ, terceiro Vereador. .?litnot?l Jiicinto .Iliiniz. giiart o , e Joao Yoclicci> Tarartls Hal~oso, q~iiitio. e 05 Perito3 Migiiel da Costa e Fraiicisco Jcwb Felieiaono, a qua aqsiutirnrn ruli~ntiiri~iriionte gt.iti,di? parte d a iinis Povos d'squelle meinln sitio, tiiia Cnrnara, e Adrnitii9trador do Corirellio foi dito nos ditos Peritos qw Nnurieio d'Arauju sem lireitya alcuriia , sa aclrots construindo a barbnc8u que rlttlr viram rio h w l o da mesmo Ribeira, a firn dc e l o a r a asila correaie a uma altura que u desviasse do solo d~ ?iil,eira. e n dirigir p r m m rnninho yarticiiliir do dito 3faijricin d ' A r a i p: que nogurlie iiiesrno I q a r jB Francisco Carreira, Sogro do dito A r ~ u j o h;)r ia eílificu<lo igiinl obr«, que 1130 obrtante ter sido em bara(.ida pela* ~uihoridiides transactas. ella tinha sido cumpletnmente dertiuida por uma das cheias que I~ouvcrain ultimomente. e 6 publico que parte d'esres n>açirnesoeeasión;tiarn i de$truiç3o da antiga Ponte. Que, por tonto deferiam a elles ~ e r i t o so Juramento doo Santos Evangelhos para

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- IIiguel de Soiiza, -

golieiro, idem

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p(1la

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que deckaiaisem sc apuella òbra '@orticülsr e i i h i i

&mno ao publico no5 prrdios visinlinr , t r r d'clla podia probir prilj:iixo 6 Pontr i ~ o v c iq i t c o Cuvrrrio irabr de mandar llizer e arcthiti) por elles o Jiiro iner:to t~rrl~riir qiie iim partdih) corno o qiie arn estava . triiinio ido fi~ndodi! eina I l l l i e i r i corrente eni quanfo nRo itrravn fazia rectiiif O;UU n uma forte :ilturo tltie ?mbaraç;ira a paswgeiii , e que depois d'orrado nrt!tivn tambern os Liipuines dos lireilios risiii!ios, P l u ( ? em orcasib dc clieins estar porlinin cnüsiir iiamrios irremediaveir, e qtie (le mais a ntiiis {todia porvir (larnna e @r em risco a nuin Pdtide. I'eio que a Cama ra , e o referido tl(in~irriairncior n3o 36 marrdaram aos officiarg que na'rnc-[ria obra se oclinram trabtllllsndti para-em t o m ellii inus 111" atC o dern~~lis~ern no ai4 fundo da meqinu Ribtbirn. bistt) que I elli, Linh:hrn ro meçailo jcin licenfa da rnesrna C.im.rn. a qiiern roinpele vigiar aos t e r t n o ~dor artigos c ~ i c t ooiienta r iim r)~,twero trez , e cerlto e \iate Ire1 , 11 iinerotl Ire? e sim O do Cutiigo Adinini*tr;ititu. o qiie p ~ r w o r ~ - t a r se 4uvroii o preapi)\e Auto que todos i~ssi:n,irlo e vu J O S B Silii rio 'Livare*, Sc!ert!tario d r (:nrnnrn, Q e*crevi. -O 13rcs,deri~e Carnnrn .?o90 Rorgeq fioda teho de Citsrnao - O ~dministradibrdo Cocicc*lho, ir ccnio José 13oteltio dc Grismno .lo-S Frirac*i$c\)tle ?Iat,t~q filamçl bl~jniaFuriailo Jo3.1 f>nl.ht*ro Tli .-.iarmi'RnpioI)e Migeei' da Costa uiiia cruz I)e Fraacigco Jose EèIicianno urna uru7 Siiwrifi Tavares -ESC& ~ & f O r ~ kVillit f;i.ar)c ;i f o ~ ' ~ i i i!i n -~ ~ . i Le *sei3d,e Janeiro de mil oitureniuri e rim .,tliii . O $twelario d a C h h a r a , Josd Silv~rio i i v a i . ~ ~ . T Doçtimc»/o - C Bem dt~fzridi,h a Siij~j,lira qtie o Aut!lor fez no 4 ,tere»d'hu:li&~i;i se ociir a Folbat dcserelo i e r que ;'; 90 ; por qii.,trto i,rtliti\nird» r? a r t i i o ( i i i i t b n i O S nitentii e -qm da Novifisiiya I{ef'lirinii JiiJiciitri., , <i:li: .. de faiianova sé siga, a forma d o prcccsro edta-

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J

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?in?lecitla antes do Decreto de dcscseis de R l i o de mil oito ceritos trinta e dois , outrn rlAo era olla se i130 a que Iiojc vemor est;ibelcci.la CIO nrt igu duzentos qiinrerita e oito da mesina Reforrnii , e qitilnilo a l l e diz crn s i i ; ~ oeticGo de folhiis qrie a iloutriria d'nqriclle artipo 11;io vem para o caso prr~(~iite, avanqn a um absurdo ile 1Xrt:itii e de prntien roioo ~ i ~ i lver-se c no parii:raylio qtiiiilirntos scsserito c doir , Wanoal do Processo Civil: todavia sohro a I \ é riiu ralle a rcsponsobilidade tle taes iiiepcias ji~ridicrisc r e r i [ ~ t a ~ na petiçùo de folhur I ii~Lcu m i ; esiii* rào o ilrie são e turtto barta. Devcrido pois se-iinilo o ~ t t e d e i x a juse rilfic*arncntedemonstr~dot e r n ciiusti presente como <ivoliada. 'o pertrnç:io d,i KB devia ser dc*prrsnda ; todavia como este Juizo qtitjr nfistiir de si toda , e qualqiicr slispeita de qoo nai, forulta B Sitpjilicniltu 10-

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dos os meios de stitentar os seus D i r ~ i t o s, amplioiido-llie recursos, que ~ ~ o s s a t l e r~ ( ~ e s ~ ~ id'iutern lild~. @ r , c nùo tendo este Jiiizo fiiialrnerjtc desob , q i i ~ a preseiito Causa seja ronsiilcrada drri~ro da rua aiçada, por isso adití>nfloo Dcspaclia qiic se acha na Termo de iollias desasete verso, ordeilo que se iiitiniem as partes a tiio d d que na p r i i n ~ i r a audieniia se louvem em louvsdos que avaliem n presente Caiiso. Vtlla Franca seis de Fevereiro de mil oitocentoste ciocoeriia. Vasronrcllos.

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Uocumenfo

Depoimentos. Jacinto Soa e4 rasado, pedreiro, de quarenta r oito annos de edatle , disse qlie sabe por ver * e presencitir que o Aiithor 6 aenlior e P ~ ~ ~ u i d o r moide um ciiio na Ribeira d'Agoa d'Qito , o qual lhe adveio pfir permuta feita com Francisco Carreiro, dorio que foi do mesino ; que o dito moinho teve sempre como pertença m a barbada , ou assudc , lançada no alvo da Ribeira, a qnel elle testemuoha cooheceo ali construi-

-D -

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t

da f ~ amoi4 (lc seis srinos; que esta Biirbn~tia roi desu h a r I clieiii em ~iriiide do que

ente qita nao progrcilisse tia obrii , isti~nundomais n dita Ciimorn pilril que di*struisac e derrubasse o dita o b r a , e ellc Del~oeiite re+pcitaiiilo a ordem. c omeaçào feita dc ser preso se neo cumprirse, derrubou dito* pedras , e retirarido-se liara s i i í i casa o Vereador Muttos et. tlii.i(~io a ella niibsmo lej~oentrdixendo qiiu r ellcs. e os mais o qiic prcciuiivam era srrrin presos, e qite o liaviuni de siAr tino fossrm derrubar e obra, se e que elle L>epoer~tefoi. dizrnilo-llie o A~lmioistrudor do Concelho qiie fosse ucal).~r de dt:s~ruira obra , O que satisfeito í~ C a n i i r a sc reiiroii dii(\niju que a obra estava concluidn, notunio elle testcm:iiilia que duronte tuda erto grbcetlrr du Camarn se viu ncsla um modo errogante e aspero, d i ~ t i c i ~ u i i ~ d o -cc~treturlot o se Vereador bliittos , Joào Bento, e Admiiiistrador do Concelho. Disoe mais a testamunlin qiio apbra da barbacan principiada por conta do Author , huvvrá seis p a r a sete rnezes; depoz mais que sem a harhncãa destruida pela Cnmara njo é pos!ivel q!ie o moinho do Author possa moer. como j6 mo40 qtiaedo existiam oquellas oiltras barbocaas aecessorias do mesmo moinho, mas acontece que em v i r t ( i d ~ do ~iroceder do Camara h a m moendo os moiiiho~ iiiScriilrrs ao do

re fez segunilil que a b r i i ~ i i i uo mesmo leito um puueo ab:iiso. firi,ilmcmte r%tali(!o o moinho em poder jfi do Autlior sc Sez o terccirii, e ultiinn vez a dita barbacsn trex ou qtintro viir;Is mais alairo da segcinda, e qanilJo a obra estuvit a corirluir-se. isto IiorcrPo set e para oito mrzcs foi u ( l i t a 0bíi1 eiiil~argodoa requeriniento de Jacinto Cusrn8o. e jiidiiiulincnte ; dcpois rorríwJo pleito Iioure ordem da Justiqa pari) que 0~ concliiissc a dita obro, e qu~ntlo n rnesfna se cstara a fiiiuli*ur, Iiavcrb talvcr dois mrztbs. shi npparcceo a Camara Dliinicipnl , e ortleriou elle Depo-

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.

e

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Au&or qile

trrba\hirn ponlue a

de Jaciiito de Gusniao, qcie Cumarn ri20 Jestruio as \iarttociar &tes, qtie tein s ser tiniu barhacfin qjre mais feeiimente @de prejudicar o I)oi>te d'Agoa d'.4lto. e ituiies por forma alguma a barbac~a(lu AU~II&='P qiial 56 serve de destriiida, aos outros rniilhus inferiores. E mais 1-180 disse. Jo3o laeiiito Pereira, por alcunha Carongiieijo. casado. pedreiro ; disse qiic sabe Iior ver. e pre,enciar qiia dede que se snteeile conliece, ou para melhat dizer desde que tem verdi~dciruuso de rasào eonhree o moinho da Ribeira dlAgoa d ' ~ l t o qtie pcrtence aoi ~ u t h o e n que fozia parto tlo m o p o iima borboc?. , que a\ravegrava o leito da Hibcira , reprezava a agor para o mesmo asdiir esta senil6 desiruida por u-mu cheia. foi reedificada mai, abaixo pelo dono qiio enUr, ore do moinho, e com estn se coniervou, ate que veio uma clieia gi~otuml)!-m o destruio e por isso o Authw se resolveo. ha seis para sctc mexes. raedi-@ar a mesma nlgumos varas mais abaixo. o qiie !evoii a effei to , e qrian4o se uchnvo a obra qiiosi çonduida Jacinto de Giirmao reqiierso um embarge .ludicipl o qual procede0 ficando o obro parada a t t que pnr ordem da J u s i i ~ a foi mandado contiiiuar, e quando nisto 8a estava opparecao a Camara desta Vilk. m a ~ i d a ~ dso ella Depoente, e w m a i ~ ; parassem cQrn q r obra. e a deairuissem e duvidando elle depoente $81 praticar ia-se retirando. neste acto foi: iotimwlo on ordem de prisao pela mesma Camure para que viegw destruir. e entfio por este meio v i o l e ~ t oveio eqm q e mais destruir a obra ; notandu entao o @r sme-codq «>m que o Vereador Mattos intimidara o depoante pari que f * ~ dasiruir em prornpto. Digw m a i ~ 419 depoente que a birbac8a destroida ainda gne #e [ass mão trazer prejiiiz3 ú o Publico, pois a ter $e e
~ $ 0 ambns

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a

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haver ierh ia duvida

O

qua lhe causar

p

barbgc~

construiJa slxtiso deste que C de Jacinto de Gom80, qiie lera n ogua a dois nioinlios que tili tem. e nunC R por fcwtnti alguma a que o Ai~lhor cundluio pela distanci. quc vai 6 Poiiie d'Agoa d'Alto , sendo certo qi:e n destruiçàu feita ~tcleR 6 D ~ O spproreita ao pultlicn , pwelii g i n> aos dois moinlius inferiores que r30 nioeido em quaiito o do Reu esta parado. E mais u h disse. Fronricco d'A ndrade casado , trabalhador d'Agoa d' Alto disse que sebe por v e r , e presenciar , que o Author l e i n um moialio na Ribeira d'Agoa d'Allo ao qual pertence iiine barbacãa que atravessa o leito da Ribeira a qual sendo destruida por urnn zheia em Oiitubro de quarenta e oito. e o Author resolrrndome a rreedificar a mesma um poucomais abaixo. eque quando a ol)ra se estava construindo embargou Judicialmente Jnrittto Gusmào, e sendo ao depois ordenado pela Justi98 que enniintiasse, bi ali o H4, e mondou destruir a dita barbucás , o que elle iesteinuiilu vio por se achar nu loeal, u obra. trabalhando. bem como notou o a r . o modo arregante com qtie os dois Vcrctidores 3090 Ifcrito , e nifatt09, ordenavam a deh501ilao, dcelsiando que era para nunca mais se coristfuir. Disse mais a iestemuriba cjue o roced der da R6 naa d em proveito do publico, porque a obra da barirocùo do' Aiithor a80 prejudica o mesma publico.* e poeqiiie igualmente a nlio prejudica a sfite, mak duas

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bfhcms

*e a mesma Ribeira iem, e que nõo dest t u i o ;-dando 'tima d'eftas inferior 8 do Authot, vindo por 'tanto o proceder da Cmbara a ser proveii~

dnis moinhos inferiores, que 380 de JssiotPGoimBo. E'mais náo bisse. %igtiel de Souza solteiro, 'ttoballiadar ; disse'snbs'por v e t e preeneiar 'pm o Atithor 6 senhor de um:-m8inha na Ribeira d ' h g ~ ad'Alta que sempre tev* &mo p ie rplPa.bnviit&a llo~iiitno alvo da cl w

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mesma. qrie esta aenJo dcstr~iidapor uma cheia fes eum qiio o Atitlior a viesse recdificiir (lituti.o varar nI;six<ii ertaodo u concluir-se a obra cn11,ar;oir-a judicialmente Jacinto t;usrnão, c ser~iloa rncsnia mandada eoniinu~rpor ordem da liislira vio elle deywente, porque 18 tri~balliavíi \ i r o Ití: m;iiiiIi~l-a deotruir , irido tamlieni o Atliniriiirtriid~,r rio (;otbcc;ho, o quí~lelle tertetnuiilii~ nAo oii\ io ordenar cutisn alguina. notundo elle teslernuriliii qtic os Vereadores hlallus, e JoBo Ilcnto com Hr srrogiinte , e teimoso. determinaram a riiina, e demoliciio da ohra , s q u a l no entender d'elle depoente, feita que seja, DBO prejudica » Publico, porqoc a ter de o Causar alguma tiarbacàa lá eslava a dc Jacirito de G u s t n h que fica inferior h do d~jtliorque ii Cuinara i130 dcstruiu. broi como b~ uma so~:w~or esta, viiitio por tadto o proa ceder da R t u ser s6 proveitoso so dorio dos dois moinhos iiiferiorcs, que r m quaolo estes neqiielle loctll niuern , esta parodo o do Autlior. i3 niais tiao disse. Docrrrnenio E Aiito de vistoria. - hnno do Nascimento de Nosao Senhor Jesijs Cltristo do mil oilocentas c cinroenta BOR sei9 dias do mcz de b I ~ r ~ do nlesaio anno, nesta .o Villa Franca du Campo. e lugar d'Agoa d'Allo, n e sitio do Ribeira do mesmo noinc, e p a t o li obrs de utaá barttitcba , ou aostide cunsttuidn no letto da dita .Ribeiro cm direcçiio opposta á correlite da m ~ s r n a d r Nascente o Ponetije , ao p6 do moinho dos Autbores . dburicio d'Arauj1). e slra mulher desta mesmo Lupar , onde veio comigo. Escrivao do scit cargo o Deutm J i i i a de Uircite da Cornirpi Antooio d a Vusroqeellos Pereirii Colitiritio R!~cêdo, e bem assim o ofE-Paido Juizo Van..ei Francireo de Campos. ~ l i i presentes o Advogado dos Authores o Doutor Francisco Amancio d a Silveira , e. o mesmo Authur klaurick~ d1&aujoi e,. o.Advogado da Camara -Muoieipat Bb

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ncrta causa prrsrntes igunlmenle os louvados Siaklicio Gago da Cnrnore, Brnifario JosC do R r ~ oe, Frnncisco Soares cl'Oliwira , elle 1)outor Juiz de l)ireito liics delerio o Ji~ranieilto dos Santos Elnngelhos em tini l i r ro d'elles que eu 1<:rcri0 trouxe comigo. e sobre o quei pi!serao> suas nizos direitas, e sendo por cllcs aceito o dito juramento assim o prometeram ciimr , c logo Ilics eticarregnu que hem, impaicialmrnt e . e debaixo do mesnio juramento dessem seus latidus sobre o que Ilirs vai ser proposto ú cerca da obro da barbacõa queltionudu no requerimerito do Advogado dos Authoies do theor seguinte: -Requere0 o mesmo que os Ioiivodos dessem os seus latidos sobre se a barbncna dc 3lnuricio d9.4raujo rausova preju izo á Ponte deste Lugar tio tim de H ~ b c i r a ,e 80 publico: segundo : se o mrsrno Mouricio d'Araujo sempre tem tido no lei to da Rilieira barbacans pertencentes ao seu rnoinlio por si ticje. e antepossuidores : terceiro; se ii aeti,ul olwa dejiuis de cor~eluida pode causar mnis dnm no ao publico d o qiie as antigas barbacanscorirtruidos d'anto niais acima : quorto ; se tio mais proprietarios que tem siias barbacans igualmente rio leito da Ribeira. os qiiaes estejam nas mesmas circunstnncias que a dos Autliures, depois de concluido o obra em questão. Seguidamente requere0 o Advogotlo dti Cnmnra R6 que Irouvessem os L)uvados de declarar se eoiicluida a barbaeàa em questào esta pode prtjiirliear a particular, como por exemplo a passagem das terras da Misrricordin, c a posaagem do rnoinl~oque hoje traz o Mestre Francisco Jose Felici~rio: se a barhseaa q u c o Aiithor pertende concluir se acha edificada aonde eram aliantigas bsrbaranc. Requereo mais o Advogado dos Authore, que os louvados declarassem que quando a obra em questho podesse causar transtorno ás sobreditas servidões. isso podia remcdiar.se elteando-se os passadouroe qlie psrs elles dão passa-

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gim. O qtre Ilie fui aeceiio, e deferido por elle Doato, Juiz de Direito. pugs:ifido a fazer o resiirno dos rcqúe~immtòssm Louvador os qtiaes com os eompatentes npnrilurnentus p:irtiiam a Tazcr srii exame. 3t.ste scto Coram u~ireseiitados pelo Auiliur dous informa-

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tiorm Jú8o de L ~ ( I Anilrade, e Luiz de Lima , 09 ~R qúiiei foram ojuramentador por elle Duiitor Juiz de Direito, e Ihes eiicarregoii de tiarern suas informaçõer sobre o iiegocio , e partiram iguiilrneiitr. E dapois dc muito tempo rierani dar em segredo sliat dcclaraqks quc s3u ou seguintes. Ao primeiro ql~esilo responderam que s harbaeãa nau causava prejiiizo olgum e Polite que ha ria mesmo Ribeiro, nem merino ao ~ u b l k o .A o seguirlu qiiesi to respusder~m que laoto o Author por si, como por seer ontepossuidur~s sempre tiveram o direito n construireni bcrhacans no leito da Ribeira. Ao terceiro quesito responderam que a barhrãa ~unstriiid;ino lopr em qiie se acha niio 6 prfijudicial. Ao qunrti~quesito responderarn que ha uma barbaeáa acima da do huttior , e outra abaixo compreber~dciidoornbag ellas o leito d.1 Ribeiro. Aoqiiiato quesito responderotn que q u ~ i d o seja przciso , depais de construida a obra, pas3apem para a terra da Misericordia e rnuinlios eoiisttuidos na margem opposta da ilibeira podem os yssaduuros que jA se achem rerern mùis Irvantados. Ao sexto respoi~deramque obra , ou barbecãa nao prrjudieu , corno se aclia declarado, a servidáo tatito da terra da Misericordia, e do mestre Francisco. E por esta forma deram elles lourador suas declarações por fritas, e dadas cõnfurr s suas conseieneias, ar quaer fw?m eseri litas em se n grsdo. e depois de tudo mandou elle Doutor Juiz de Direito fazer este Auto, e declarar que os dous Iairvados furam conformes, o qual sendo por mim lido perante os me'smos, e Procuradores das Partes foi por todw assignado, pelo o&ial, e por mim NP~ON do

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Costa Peixoto, P.~ri.ítao do Jtiizo de 1)ireiio. qlie g escrt!vi.

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Boctisaejaio -- F

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I)ir hlntiriclo d' Araiij.1, morador em A gua d'A lto. qiie precisa se Ifie pnsse por certideo n diti em que a rtbqcierimento dc Joeitdo lluttllio dc Gatmùo foi neste
Juizo instiittradú contra clle Si~p(ilicaotee rua mulher uma CICF~IO ~ornminatot s n l x ~ .orna barlítciir, sits ri in Iiibrira do mesmo Ittgitr J'Agoe d'Alto: beni conioo Derpacln, do Julpi.idor cnin sua respeciiva dnta, em virtudr do qual foi rnireditja lieentu de se acabar o obra emhargrd;t. Pcdc por tuikto a V. S. Illm.' Sr. Dr.

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processo, Moniz , a9~1i.n f ; t ~ n . I! rcc~berá mcrch. o Moair. Sirn. Viila Franca 6 de 1;tvereiro de t.890. Vaçconcellos. Francisco BIorriz Pereira de Larniira , Escrivho do Jilizi, de tlireitr, nesta Cfbmerea da iTilliiFranca do Larnpu , Ilha de SiIf) hIiguel, por Stro bla~erioíloI.'idclissi~i?a qiie Deos Giiardu e t r . A ttdos os Setiliores que o ~ireseniecertidh rirem. e d'ella cottltecirnentu tomorern , cert irii*o-itte~que em meu podei c Carttbtio eaisiem as Auios de que fnr menç8o a petiç<io rebi), e n'elies roIh;)r duas se aclia il D~tribuição acHo em ririco dc Jiiiho do fin[10 da p o x i m o posado da -mil oito(.enios qiinrenta e riove , sendo feita pelo Ese~vijod p semnjia a ~ii-imeirariiado embargo tle w v a nùla em trcz do mesmo i i ~ e i e anno, e bem assim de [olhas trinta e d r i ~ sa folhas trinta e trez dos mesrnos Aiito. se s t t i i i o drspncho que em deseseis de Ja1teii.o d~ corrivi~ie iinno ~iiuiidouque (ytstsda a CIUÇBOpelos SuppIisuiitea coiiio se prestou )

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3uir de Ihreito xe sirva ordenar que o Escrivùu do

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me ser pedido

fie poderia continitar n obrn. E por ser verdade , e em e ~ r n ~ ~ r i n i ~ i ~ Despnclio retro, do t u

passo a presente. Villa Franca do Campo 6 de Fcvereiro de 1850. O Escrirao do Juizo de Direito , Franciuco Muoiz Pereira da Camnra. Docuntenío G Dz Mai~riciod'hraujo , d'Agoa d'Al to, que precii sa por cer tidoo se Ibes passen~ 03 termos de Baptismo de Manoel Jod Botelho d'Arrudi1 Coutiiihu eiGusmao, $030 Rorges Botelho de G i i s m ~ o ,e Arc~riio Jose botelho de Guumão, fiihos de Jose Ueirto Botelho d'Arruda Coutinho e Giiimào, o Dona Thereza Claudino Botelho GusmBo, e outro sim o de Jacinto Soares Botelho de Gusmho , filiiu de 3Iiin;~eI.?os4 IIot elho d'brruda Cootiilho e Gusmòo, e Dona Josefã Victoria Pereira de Lacerda Fcrrcira dlAlbergaria. os qiiaes se bao de achar no arcliiro do Parochia1 Igrejl do Archanjo Slio Miguel dests Villa. Pede o V. S. Illrn.* Sr. Ouvidor seja servido que qiin!qi,er dos Ilevorend dos Ysrochos ossim o foca il rewbcrfi mercè. Passe. Villa Franca do Campo 2 de Março de ~ 8 5 0 . Tavares de Medeiros. -- Albino Tavares Pereira, Cura na Igrejn Prioral do Arelianjo Sõo Migucl da Villa Franca do Campo. Certifico que os t e r r n ~ ~ s pedidos existem neste Archivo exorados, o de fill~noeino Livro dereseis de oirnilbantes, a folhas duzentas sessenta e cinco, o de J d o no Livro dcsoiio a folhas cento e vinte, o de Arceoio rio mesmo Livro desoito a folhas duzentas trinta e sove, e o de Jacinto no Livro vinte e um a fullias cem verso, pela formo seguinte, Manuel, filho do Alfcres Jose Bento d'Arruda , e de sua mulher Dona Thereza Claudioa Botelho de Gusaiao, naturacs desta Igreja de Sno Miguel , Nlatris de Villa Franca da Campo, moradores na rua de Santa Catbarina, nosceo em os quinze dias do mer de Juiiho de mil setecentos oitenta e quatro annos, e foi

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b~l~tisnrlo i i n t c sctc tlo dito mcz e snno ocstn dita aos hlntiir. i 13a,ui iii i1 de sccis fiiiis) pelo Iteverando Padre Frei A I ~ n o r l UiipListti , titinrdiào do Convento do Sào Fraiicisce desta Villn , rocn 1;cençcr do Paroclw, forom Padrinhos o Sargeiito Jlor ibaooei Josí: Botell~o de Gusmbo , c scie aitiihrr DOIIR A11ni1jJosefa do Amara1 por procurny8n y ue ui)tesciitou João Moreira da Camara de Rlello Cnbral, todos Srejiuczr\s desta mesnia Matriz , e testemunhas Lazaro Francisco Iltbtelho , e o Padre Antunio dn Costa Rerei~dcs. tlr'qiie para rons-

lar fiz este termo que ausignei. O ( h r ~Leilodro Francisco Botellio Arttonio da Costu Kezendes Lâzuro Francisco Iloteit~o. Joiio , liit~olegitiino do Capitiio Múr Jus6 Bento Dutellio (I'Arrtidu 6iiitiiil10 e Gilsmso , e de sua mullicr Dona Therezu Cl~~idiria Botelho de Gusrnse, neto paterno do Siirgento b16r filanoeI Jobh Botelho d'Arrudir e Giismão, já ticfi~nto,e de Dclna JriseTo do A m ~ r í i ie V ~ s c o i l c ~ ~ l l o s materc , no do Cepitno Jo.tquim Jus& Uotelliod'Arru(lo, e Dona Mottiildcs Th~trnniinda Silveira , jh drfutitos, naseeo nos dez dias do mez dc Junho do mil setecentos noveuta e oito anilos , fui baptisndo em o primeiro dia do mez de Jlillio do dito anoo iicsia Puro, hial rçrvja du Areliarijo São Miguel , blairia desta Villa Fro~~ea do Campo , ( l ~ n d esa0 riatiiran e frcguczes ue ditos seus Pais , por mim C u r a d'rlla Estevùo filat\orl Moreira ; foi padritilio o - hiorgado hlanoel JosB Botelho d'Arrudo Coutiiiho e Ciismio, filho dos diios Capilao M6r Jose Bcnto, e de Dona Tlrercza Claudina, etestemonlias o Alferes Francisro Tavares de Mendonça, r Jogo d' Andrada , ambos casados , e freguezes desta mesma Pnrocliinl , de que para constar fiz este termo oo dito dia , rnez , e era iit supra. 0 Cora Ertevõo Manoel h l o r e i r o . Francisco Tavares dc hleridon~a Joáo d9Andrade.- Arcenio, filho legitimo do Cnpiião Mór Jose Bcnto Botelho d'hrruda Coutinho e GusrnPo~

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n~iuralda Paroi.hin1 de Nh'o~saSontiora d a Piedadedo ,Lugar de Ponta Gnrqii , e de sua iiitilller Dona Thereza Ctaudiria Bote1110 de (;iisniho, natiirnl , e amhna fregueccs dista Pitrociiinl Iqr cjn do A rctianjo &]o !+ligucl , Miltriz desta Villa Frii~icatlo Campo , neto p s teribo do Capililo &rgerito 31úr Rlnnoel JosB B o t ~ l h i d'Arrude Gtismào , e de iloriii Arma .l~lsefa do Amaral e Vasconceilus, e m.1terno ilo Capitno Joaqiiim Jn64 Itotellio d'Arrritfa , e de I)ona Aliitlitldca Thomstii da Silveira, noscco em ris tinte dias do mrz d'Agosto de mil oitocentos e um arirtos, foi bíiptiaado ncafa dita Matriz CAI OS dois dias do niez de S~ptembro$4 dita era. put mim Ciiru d't*lli~ Kslcvùo Rlanocl hloreira ; foi Piidrirrlio o hlorgndo hlanoel Jose Rutelh $'Arruelu, filho legitimo dos ditos Pais do bapilsmo, freguez desta mesme Rlatriz i:omo tnn>l>en, as testeaiushais Francisco Tavures de M'ndooçn , e Jos4 de Swrn, siiieiro. casados, do qt>e para roi14tnr fiz este termo , dia rnez e erq ut siiprn. O Cura Esteuàe Morooel hlorc*ira Fraricisco Tapares de BIendoa%a De Jose de Soiiza urna c r u z . Jncirtto, fitlm \egitirno do thpiti'io Illiw blunuel JosB Botellio d'Arruda Coutiriho e Cusmiio , natural desta Igreja de Sae Bíiguel , Illstriz da Villn Franca do Cirmpo , e de sua mulher Dona Jfisefa Vict~ria Pereira de Lac~rda Ferreira d'Albergaria naiural da Parochial Igr<.jade N a Q Senhora d'Apresenta~5o do Lugar das CnpeUog. nrrsceo aos dezctseis dias do rnez de Maio de mil oito ~ t n es dereseis annos , foi Raptirado nesta dita Matriz (Parocliiiil de s c o ~Pays) em os vinte c seis diar do dito riiea , e anrio, par mim Jus6 da Motta Ald b~niiz Curo desta mesmo Matriz , foi Padrinho o torooel f osb Bento Botcfho d'Arruda Coutinbo e Gusmiio., catado, Fregucz desta mesma Matriz, e EMn d ~ na rua dos Lnrangeiras O Cura losO ils H&r ta Albsrnaz Joaquim Ferreira Souto &.nto~ioh*

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e Medeiros - Nao continham mais terinos a qiie inc reporto no Areliiru de$t a Igreja c o os qiincs estes corri. e conferi, e 6~ com akerbados 6 miir;rin segundo a Ley. Yilla Fran(:a queiro de ititirço de in:l oito cento3 e cincoeritii 0 Cura Albirro Tsvares Pereira Conft.ridos O Cura Tavares Pereira. Docunierrto 11 Diz Rlauricio d'Atruda do 14iigar d'Agoo J'Alto que qucr fazer citar a Comera Miinicipal desta Vilte. p r i i v:*r justificar n Ii~lsidiideqiia se encontra tio Documetito a lollias treze ( o Auto de Vistoria) no processo, que corre entre Partes Aulliur o Supplieante , e R6 o Supiilicade cuja flilsidatie 6 u afirmar-sc tereni as9istido 4 di!a Vistoria os dous Peritos Miguel da Cosia. e Frsncisco JosB E'rliriano, quando a6 sisistio o primeiro, bem como eilcontrar-se em t a l Documento dcclarsqh opposla h dos mesmos I'eritor Pede a V. S.' Illm." Sr. L)r. Juiz de Direito se sirri< mandor citar a Supplicada ria pessoa de sibu Presidente pitrn u requerido , udmittindo n Stipplicante a provar o que ailega pelo depoimento das testemu~ f l a 8abaixo ~nenciooildag E receber& mercê

tirito de Pimentcl

i ~ s proprios

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Moniz.

Certifico, e dou ft5 que citei em s t ~ apropriú pesm , e na casa de sua residerteia tiesta Villa, n J o ~ o a Burges Botelho de Gu~mBo. Pr esideute da Csmnra Mianieipel desta Villa , para todo o contheudo nesta peliça~ retro, e Despacho nelia proferido, a q i i o l lha li, e iiio dei eol>iapor a nào querer: e lhe declarei irquiriVão de testeniuniias ter& logar ~rnanháacinco do corrente pelos dez horas da manti8a na Salla das iudiancias deste Juizo, e de como ficou seiente assignou comigo esta Citúçao, nBo seedo precitas testemunhas por ser o citado de mim bem eonl1ecido. TilIir

Erama do Campo quatro de Marca dc mil oito

rpntos e riniopnta O I:srrivSo Francisco J h i z Pcira da Ciimara Joiio Ilorpes Ilotellio de Giirrnào. N i g u e \ da Corta , euriido, I'edreiro. de idade d e cincoenta arinos n~orndor deuta Villa , Testimunha que jurou nos Suiitos Eliiiigellios (liscr u u~i-dadei, e 86 a verdadc do que souhcr e Ilic for pcrpiintndo 80s costumes ílisse nada. l>rrgutitodo pelo co~itlirii~lo da Peticno ao Jiistificaiite l l n i i r i c i o il'ilraiijo, disse sendo-lhe lido o s~gciiiite Qiic seiido tliarri;ido pelo Comiira Municipiil desta Villi) [)ara ir corno Perito a uma Viatoria o que a mesma proredco rm-:i~rna Imrbayõa construida pelo Jiistificante na Jiil~eirn dli\goa d'Altn, Iucto csle qiie teve logsr em Jiinciro possado, declsrou h mesma Camara q i i e a bhihacfia que pretendia destruir em cuuza nlg~irna prejudicava o

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Publico , ha\endo a riotur npcniis que em iquantofa bsrbac8o n8o arpasse podia eni biirorur o transito para uma rervidiio pnriiruliir qiie l i a do ibnndii de lú da Ribeira , caso os pnssadouror que na{ mesma se lseham;, e por onde se ri12 transiio:, 11a0 fossrm sufficientes pare n passagem e quau'lo o n80 fussern oiilros mais elevados r c i n r d i a r i o n t o incenvenieiite : que ertal fui a deelaro@o que em sua coilsriencis deo, e que passedos oito dias dcliaiao de juramento o ratcficou ria Secretaria da Camaril desta Villa , aonde foi chdrnadu, e igualmente drrlarou , como Ilic foi ordenado, que a borbacaa se acliovo no ineio da Ribcirn. e por tanto ellc depoente dá como falso e contrario 8 verdade do qiie disse squillo que se acha eseriplo no outo de vistorie que a Camara diz que pracedco, a que embora assignassc de cruz. assignou porqiie o mandaram e 1150 soube o que sc t i ~ i l ~escripto porque a a sita decloroyao lhe na0 foi lido. Disse mais qiie aoacfo da vistoria com a Cnmara n3o foi outro algiim Perite senao elle depoente. E miiis n a 0 disse por ter dito Q que salir e serido-lhe lido seu depoimento o rat lie-

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liiyoupflli> nt-hsc cc)iiÍorrn~ e na0 ns5ignou por nao asE %rr ortarricr, e stimcnte assipnn O J ~ I ~ L . eu Frsn-

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vi
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visco Diiinir I'ercirii da Ciiniiirii. Esc[ i i 2 u que o rrcrct? assizrio. ,4rltnrtio d e t-~bcoitceiliis l'crcirn Cou-

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I

I.'ri~iicis~.o O S ~ J Ft~Iiciatii~i)~-iirtido 1111~lrciroresi, , , dtlnic em ASOU d' A 1 t . b (I ( 8 id;ide (lc qunr13iiia iiiirior 1t1~ternilriliiiqiie jirroii aos Si~citus E\oii~cllios dirc: ;i ieniacls e si, a vrr<I;idr do qiic soubttr. e Itie k)r pttrgtlritnrlo , acis ccrst times disse il<l(lit.l'ergiintatio p t . 1 ~ yeti~aodo Jusi ilieiint e Jlaiiricio d';\r.iiio qiie llir foi lida dizse que leiido ;i Coniiira Alunii i í i ; ~ l drstu

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illn ido fazer, em Jatieiru l i i ~ s i i ( l ~urna ristoria em lima , I>;irbiiciin q i t e estava coi,?iriiiiitli> u J tirt iliçiiiiie nr Ri-

- Frarici~cr,hloiiiz I'crcirci da

Ctiiii;iiil.

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h r i r ~d' Agi~ad':\ito,

p~i.s,~lo.i dia* po:iio mni.; oir oito

menos iinil,iri(j~ trabit1h;ir om urna obrii dù N iiiin dt? R Gwrnão foi mciiidac!o vir Secrt~tiiria tlqi tncsina Ciimnra , e ali lhe liereiintiiiuilr sc a bar11;it:Aa qi~t.t i ~ l i i V B cunçtrr)indo o Ju~tifii:i!ritc si! c r a tle ~ir(~j!tiso P ( I ar) bliru oii de nlgu;n p.ii i iciilur e se ii m~~rtiio erLava roibstruidn no meio da [iibeirii, ao q ~rcs;*ondco que O r I'uGlico rliidn rtúftrin com n r oiistrrit-crio de Líil !inrh(~ciia, roique oiilrrs liii\ia ria nlelriia i:il>t.liYI que '130 C i l i i saram da tnesino modri prtbjiiixo algum qibe aos ():irtirl~larcstrmljern se n9o f d t i a drinrio porque O iiiiico que ~ ~ o d ifazer transito por otliielle lugar ern slle den poesle. qiie tinha n servt~ihopelo 1 d o tliip~qtod d f i beira mas uma vez qiir o edifteerclc I b n deixasse ficar como sempre n t e i ~ l l c ~ deii«.:rite se r \ n i i i Iior S~Itisleito , c jiimsis iitipuFo,iriu u obra du Ju-tilieontt: por tiinto que (lava conto CiIso o d i z ~ r - s e i10 RUIO do ristoria da Cumara que elii: d r p i ~ e ~ , t e á meyniti porfoi que niío f'oi nem para tal o chanidrarn e qgic oiitro

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sim dá como falsa qualqiier d<:elura~30qiie nn mesmo auto se ian~asse, e que nGu s e j ~ rncsrno (liir! ijgora o acaba de jurar, sendo cei to cjua c!lo dclociitc rdu riia

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be o que se egrrereo na Camnra em seri nome. pmq(ie Ille tnand[ir;im ns.igoiir de rruL t i n i pllj)el ~ 1 1 q ~ c 1 antes lho lessem , e inais I ~ J Odisir p)r ier tliiu o q u e sabia, c ;,c~.rcscrntoiiqiic dtlcii~rou íí mt3ma Cunrura que a b a i b a c ~ 3 arh;i\n n o meio d o Iriio dn K i k i sri ra , e que u niesmg (liriii outra quu!quor Ilesst>a que por ali fosse , e nii,il i i l o d i y s t . , Itur \ i r , dito o q u e aobia , e seiido-llie Iitlo o s ~ i i d~[ioiiiii;nto u ratliefxou, e i,to ossigim por n30 suljer e s i ~ e r e r e i~ssignasi)meiite o Juiz coinigu F ~ , ~ I H - ~ I O IO I Z J C ~ Pereira da Comarn, que o eserr~i e nssigrio. 'Attloriio de Vnsconcellos Pereira Coutir)lio Ilact'do VI ai~ciscoMunir Pereira da Camera. hlanoel Trivarea Pestana , cosa(.lo , trabalhtidor , de vinte seis arinos de idade, morridor ill,!goa d' Alto. Leuteeunlis que jtiro~i rios Saritos Evnnjiellios d i w r a verdade, e 96 a renladc do qiie souber e Ilie ror p r gurrtado. aos costumes áiase niiiln. I'crgoi~tado pelo contheudo de petiçao do Jiist ificiiiite 3l;iuric io d ' A rauh , que Ibe foi lida. dis9e <IIM eyiontio, e m Jaririro passado, ns Hibí~irad' Agun d'A ltu triihalhniido em u m a harbada do Jiist i firatite veio ali a Cnrni~raiilunicipn l c destrui0 w t a , e corno Perito na meurna só se artia7s Niguel da Costa, Pedreiro, sendo falso o dizer-se que outro algum P e r i t o eonrlurreo á mcsrua, e mais 1130 disse , por ter dito o qiie sabia , e sendo-lhe lido u seu depoimento o rntbericoii pelo aellur conforme, e 11ào ossigrin por nào saber escrever , c sO asrignou o Juiz. E cu 1:ranciseo Noniz Pereira da C ~ m a r aque o escrevi e assigrio. Arltunio de

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