You are on page 1of 98

Escola SENAI “Roberto Mange” Campinas – S.P.

2006

Linguagens de Programação 1

Crédito de Marcus Vinicius Begossi – CFP 5.01

ESCOLA SENAI “ ROBERTO MANGE “ Rua Pastor Cícero Canuto de Lima, 71 – São Bernardo Fone/Fax: (19) 3271-5733 – CEP: 13036-210 Campinas - SP Endereço Eletrônico: http://www.sp.senai.br/campinas Email: senaicampinas@sp.senai.br

Agradecimentos

Agradeço aos Professores Djalma de Souza Salles, Marcos Antonio Vieira, Wagner Roberto e Rogério de Almeida Melaré pela colaboração e ajuda prestada através de materiais e conhecimentos, para que esta apostila pudesse ser concluída.

Índice INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA HARDWARE SOFTWARE PERIFÉRICOS BLOCO DE NOTAS CALCULADORA WINDOWS EXPLORER EXERCÍCIOS LÓGICA: CONCEITO BÁSICO E ESTRUTURA LINEAR O QUE É LÓGICA CONCEITO DE ALGORITMO FLUXOGRAMA PORTUGUÊS ESTRUTURADO TIPOS DE DADOS E INSTRUÇÕES PRIMITIVAS EXERCÍCIO LÓGICA: ESTRUTURA DE DECISÃO CONCEITO COMANDO SE ( IF ) COMANDO SE – SENÃO ( IF – ELSE ) DESVIOS CONDICIONAIS ENCADEADOS EXERCÍCIO LÓGICA: ESTRUTURA DE REPETIÇÃO CONCEITO COMANDO ENQUANTO ( WHILE ) COMANDO FAÇA – ENQUANTO ( DO – WHILE) COMANDO PARA – ATÉ ( FOR ) ESTRUTURAS DE CONTROLE ENCADEADAS EXERCÍCIOS INTRODUÇÃO A LINGUAGEM C CONCEITO DE COMPILADOR E LINK – EDIÇÃO ESTRUTURA DE UM PROGRAMA TIPOS DE DADOS E VARIÁVEIS: DEFINIÇÃO E INICIALIZAÇÃO COMANDOS DE ENTRADA E SAÍDA OPERADORES ARITMÉTICOS OPERADORES RELACIONAIS OPERADORES LÓGICOS COMANDOS DE DECISÃO (IF . IF – ELSE) 7 9 11 12 21 21 22 26 27 27 27 28 31 31 33 35 35 35 38 40 42 43 43 43 45 47 49 53 55 55 57 58 61 66 68 69 70 .

COMANDOS DE REPETIÇÃO(WHILE. FOR) PRECEDÊNCIA VETORES CONCEITO APLICAÇÃO VETORES NUMÉRICOS VETORES DE CARACTERE ( STRING ) FUNCÕES CONCEITO RETORNO DE VALORES PASSAGEM DE PARÂMETRO POR VALOR PASSAGEM DE PARÂMETRO POR REFERÊNCIA APÊNDICE 71 72 73 73 73 74 74 77 77 78 79 79 81 . DO – WHILE.

o computador não é capaz de realizar nenhum trabalho. Era constituído de 18.Escola SENAI “Roberto Mange” . seja automatizando serviços seja abrindo novas possibilidades de serviços.Mecatrônica Pg 7 . Conseguia executar 5.5 metros de altura por 24 metros de comprimento.5 de altura e foi chamado de MARK I e era capaz de realizar uma soma em 0.501 Introdução à informática O computador. a Universidade de Harvard cria o primeiro computador eletromecânico automático de grande porte. o cérebro humano é muito mais perfeito e eficiente que qualquer máquina de calcular. Sem dúvida. O conjunto de hardware e software formam o computador. MVB .4s e uma divisão em 10s.00 por parte da IBM. Por si só.000. já que o primeiro não pode existir sem que utilize o segundo como suporte. Computador é um equipamento eletrônico que necessita ser programado para efetuar determinadas tarefas.000 válvulas eletrônicas e media 2. executar uma multiplicação em 0.3s. que contou com um investimento de U$ 500. é uma máquina projetada para realizar tarefas e ajudar na resolução de problemas que aparecem no dia a dia. por mais sofisticada que esta seja. ele tinha cerca de 15 metros de comprimento por 2. O único particular em que o cérebro é mesmo superado pela máquina é na velocidade de cálculo. cria-se o ENIAC (Electronic Numerical Integrator and Computer) foi o primeiro computador para uso profissional (militar) criado pela humanidade. Em 1946. A EVOLUÇÃO DA INFORMÁTICA 1ª Geração – Era das Válvulas Em 1944. É somente um elemento capaz de executar uma tarefa cuja execução lhe é ordenada. Não podemos pensar em software sem hardware.000 somas por segundo e consumia mais de 60.000 watts de potência elétrica.

São tradicionalmente chamados de chips. a inteligência artificial.IBM 1401 e IBM 350 1963/1969 . capaz de analisar 200 milhões de lance por segundo em um jogo de xadrez.maior sucesso comercial da década 1961/1965 .primeiro computador eletrodigital 1943/1946 . que estuda métodos de simular o pensamento humano nos computadores com o objetivo de substituir o homem pela máquina em atividades mecanizadas. LINHA DO TEMPO 1937/1944 . chamado de UNIVAC I e era usado para processamento das eleições. além de favorecer o aumento da velocidade e precisão com que os sinais elétricos são manipulados.501 2ª Geração – Era do Transistor Em 1949.Eniac.Bill Gates e Paul Allen fundam a Microsoft 1976 . surge o primeiro computador eletrônico disponível comercialmente.primeiro grande computador eletrônico 1945/1950 . 3ª Geração – Era do Circuito Integrado Os circuitos integrados são formados por elementos fixos instalados em um único suporte semicondutor. Ex: Deep Blue. 386DX.IBM 701 1954 . 486DX e que são cada vez mais potentes.conceitos binários (Von Neuman) 1951 . 486SX. baseado no processador 8088 e com disco rígido.Steve Wozniak e Steve Jobs fundam a Apple Computer Company. 386SX. Pg 8 MVB .primeiro microprocessador 1975 .Mark.microcomputadores 1970 . 5ª Geração – Era da Inteligência Artificial e Redes Neurais Nesse final de século surge um novo ramo na informática.Z3(Konrad Zuse).IBM 650. A utilização do CI resultou num enorme diminuição tanto do preço como do consumo de energia.Intel 4004. a IBM lança o PC XT. A Intel interrompe essa série em 1993 ao lançar o Pentium. 4ª Geração – Era dos Circuitos Integrados Miniaturizados Em 1983.Mecatrônica .Univac I . O mundo todo passa a copiar e ficam conhecidos pelo modelo do processador que utilizam 286.Escola SENAI “Roberto Mange” .primeiro computador eletromecânico 1940/1941 .primeiro computador produzido em escala comercial 1953 .

1985 . ganha do campeão mundial de xadrez Gary Kasparov.com.O Linux é lançado pelo finlandês Linus Torevald. 1998 .A Intel lança uma quantidade limitada de Pentium III.Nasce a World Wide Web do desenvolvimento do HTML. 1989 . um grande sucesso por sua ótima performance e grande capacidade de armazenamento.O Pentium.A IBM lança o PC-AT. o Deep Blue. memória de 4 gigabytes e velocidade de 66 megahertz. todos os elementos materiais que o compõem.htm Hardware Representa a parte física de um sistema informático.A Apple desenvolve o 1º computador pessoal com interface gráfica. Obs: Para saber mais sobre a história do computador visite o site: http://www.Um computador de IBM.br/josenito/informat_hist.O Windows 95 é lançado. 1997 .O Linux Kernel é lançado.1 milhões de transistor. 1999 .1. ou seja. é lançado. 1984 .A Apple lança o Macintosh.77 MHZ 1983 . 2000 .O PC 486 da IBM incorpora o Windows 3.É lançado o Pentium II. 1994 .1 do Windows chega ás lojas. o primeiro computador com mouse e interface gráfica. . 1993 .501 1981 .A versão 3. 1995 . da Intel.Mecatrônica Pg 9 . e tem-se discutido apaixonadamente se essas máquinas pensam ou não.O Pentium Pro é lançado. O Pentium 4 é apresentado.IBM lança o PC-5150. Tem 3. Durante muitos anos ele recebeu o título de "Cérebro Eletrônico". A versão do Windows 98 chega às lojas. MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” . O hardware de um computador é composto pela CPU + Periféricos.A Intel e a Motorola lançam processadores com mais de 1 milhão de transistor 1990 . 1996 . 1992 . 2001 .A Microsoft lança uma versão do Windows e do Word que rodam em computadores Macintosh.sergipe. Com 64 Kb memória e velocidade de 4.

o computador utiliza diversos 0 e 1 seguidos: 0011010101001011. realiza cálculos e gerencia o fluxo de informações através do sistema de computador. A CPU se comunica com os dispositivos de entrada.Mecatrônica . a fim de executar tarefas. compôem o que chamamos de Placa-Mãe do Computador. Saída: um dispositivo de saída permite que o computador se comunique com você. é o Processador que irá receber esta ordem. O Processador principal fica localizado em uma placa denominada Placa-Mãe.placa-mãe O funcionamento do computador se baseia em quatro etapas: Entrada: um dispositivo de entrada permite que você se comunique com o computador. é este binômio 0 (zero) ou 1 (um). Processo: A unidade central de processamento. O computador usa essas informações para executar tarefas. Isso significa que para cada ordem que mandamos o Processador executar. Para cada informação. formado de silício.Escola SENAI “Roberto Mange” .501 CPU OU O PROCESSADOR O cérebro de um computador é o que chamamos de Processador ou CPU (do inglês. Entrada e Saída ou Armazenamento: um dispositivo de armazenamento lê e grava informações. Pg 10 MVB . junto com os circuitos elétricos que interligam a placa ao conjunto de componentes do computador. A menor unidade de informação que um computador pode armazenar então. enviar um comando para que a impressora funcione e imprima. Esses dispositivos exibem informações na tela. onde uma combinação de circuitos controla o fluxo de funcionamento de toda a máquina. entendê-la. ELEMENTOS DE INFORMAÇÃO A forma como a arquitetura de um Processador foi elaborada faz com que ele se comunique apenas através de “chaves” positivas e negativas. Podemos até mesmo dizer que o computador é a CPU. o resto são periféricos. ele realiza milhares de operações apenas usando as “chaves” 0 e 1. Você pode usar os dispositivos de entrada pra inserir informações e enviar comandos. A CPU processa instruções. assumindo valores 0 (zero) e 1 (um). ou CPU é o principal chip de um computador. Chips como estes compõem o Processador. À este tipo de informação chamamos Código Binário ou Bit (do inglês Binary Digit). O Processador nada mais é que um Chip. por exemplo. que é a Linguagem de Máquina usada pelos computadores. Quando “mandamos” o computador imprimir uma página de algum documento digitado. É na CPU que são feitos os cálculos lógicos e aritméticos e o controle de toda a máquina. Unidade Central de Processamento). No chip do Processador estão as instruções de como ele deve se comunicar com os programas que você estiver usando e a quem e como ele deve enviar as instruções que você executa no programa. A . criam cópias impressas ou geram som. que junto a um emaranhado de Circuitos Elétricos e outras peças elétricas. saída e armazenamento.

Básicos: Controlam internamente o computador. associamos um Byte. utilizar o Bit como padrão para uma medida de tamanho de informação seria um tanto cansativo. Você pode usar um software para escrever cartas. controlam toda a atividade do computador e são chamados de Sistemas Operacionais.Escola SENAI “Roberto Mange” . Assim.501 Entretanto. A um caractere. ele também assegura que MVB . Por isso. você não pode ver nem tocar o software. a unidade padrão de medida na informática é o Byte (Bynary Term. 1 Byte Exemplo: G 01011101 Essa arquitetura não parou aí.menor unidade de dado conjunto de 8 bits ou 1 caractere 210 ou 1024 bytes 210 ou 1024 Kilobyte 210 ou 1024 Megabyte 210 ou 1024 Gigabyte Software Software é a parte lógica que dota o equipamento físico de capacidade para realizar todo tipo de trabalho. São divididos em dois conjuntos: básicos e aplicativos. Software é um conjunto de instruções eletrônicas que dizem ao computador o que fazer. as grandezas variam sempre a cada 210 ou 1024 bytes: medida: Bit Byte Kilobyte (Kb) Megabyte (Mb) Gigabyte (Gb) Terabyte (Tb) representa o mesmo que: 0 ou 1 . fazer desenhos. Utilizou-se. como uma letra. gerenciar suas finanças. Um software ajuda você a realizar tarefas específicas. pois as informações seriam medidas em milhares de bits. divertir-se com jogos e muito mais. então. pois a medida em que os dados iam ficando maiores. mas pode ver e tocar a embalagem na qual ele vem.Mecatrônica Pg 11 . Os sistemas operacionais tem a função de testar o equipamento e gerenciar o uso dos programas. ou Termo Binário). a base 2 (as possibilidades 0 ou 1) e o expoente 10 para os próximos padrões métricos de dados no computador. que é o conjunto de 8 (oito) Bits. Também é chamado de aplicativo ou programa. era necessário aumentar os padrões de medida.

Escola SENAI “Roberto Mange” . Excel. São programas específicos fornecidos por empresas especializadas. padrão windows. Quase todos os programas vendidos atualmente foram projetados para trabalhar com o mouse. PERIFÉRICOS DE ENTRADA MOUSE É um dispositivo de apontamento manual que permite selecionar e mover itens na tela.1 / 3. Winzip. óptico (sem esfera). sem fio. cores e tamanhos. Touch pad: é uma superfície sensível a pressão e a movimentação. com o objetivo de instruir a máquina a executar determinada tarefa. (sem ele a máquina não funciona) Ex: DOS. utiliza PS2. Win 3. Quando você move a ponta do dedo ao longo da superfície.501 todos os componentes de um computador funcionem juntos com harmonia e eficiência.Mecatrônica . Cada tipo de programa tem uma finalidade. e alguns Compac. Access. Tipos de mouse: mecânico (com esfera). Esses Periféricos são classificados de acordo com sua finalidade: Entrada de dados: usados para transmitirmos informações ao computador Saída de dados: usados para o computador se comunicar conosco enviando dados Entrada e saída de dados: servem para entrar dados ou enviar dados para o usuário ou para o computador. O padrão IBM. O mouse é essencial para a utilização do programa Windows. Você gira a esfera com os dedos. Periféricos Periféricos são equipamentos eletrônicos que ficam na “periferia” do computador e tem como objetivo permitir a comunicação homem-máquina. o ponteiro na tela se move na mesma direção. Um mouse pode ter vários formatos. etc. Tango. Norton Utilities. O tipo mais utilizado é o serial. Acrobat Reader. Outros exemplos de apontadores: Trackball: é um mouse invertido que não desliza sobre a mesa. Pg 12 MVB . Ex: Word.11 / 95 / 98 / 2000 / ME / XP / NT / Linux / OS2 Aplicativos: São programas com instruções de uma determinada linguagem seguindo uma organização lógica. geralmente instalado na porta COM1.

Ctrl e Alt: são teclas de escape. H e B. Estas exercem determinadas funções de acordo com o programa que está rodando. etc. SHIFT e ALT possuem caractereísticas de controle de funções em muitos programas e no Windows. 0-9 e acentos. MVB . Joystick: ajuda a controlar o movimento de pessoas e objetos em muitos jogos no computador. sendo divididas da seguinte forma: a maioria delas para os caracteres (a-z. Teclado numérico. Observe suas teclas com atenção.). Esta parte central são os caracteres alfa-numéricos normais e acentos. Algumas teclas de maior importância e suas funções: Enter ou Return: é a tecla que marca o fim da linha. com o qual o usuário direciona o cursor na tela. pois possuem muitas funções. e é com ele que digitamos documentos. além de muitas teclas servirem de comandos de operações em programas e no Windows. Teclado de locomoção. Controlam a operação em seu computador. subentende-se que o que foi digitado em seguida. e outra parte para digitação numérica. As teclas CTRL.Mecatrônica Pg 13 . com alavanca geralmente posicionada entre as teclas G. deverá sair na próxima linha. TECLADO O Teclado é nossa principal ferramenta de trabalho com o computador.501 Bastão Apontador: trata-se de um mini-joystick. teclas de controle e teclas de alteração respectivamente. outra parte para comandos e funções. Procure sempre por “Teclas de Atalho” no programa que estiver usando. HOME e END são teclas de locomoção. Um teclado pode ter de 102 a 114 teclas. F1 a F12: são as teclas de funções dos programas. Caps Lock: é a tecla que trava as maiúsculas.Escola SENAI “Roberto Mange” . Quando é pressionada. Tab: é semelhante a tecla de tabulação da máquina de escrever. Esc.

Em alguns equipamentos ela pode aparecer simplesmente como Å.Mecatrônica . Delete: apaga o caractere em que estiver posicionado o cursor. reverterá a função da Caps Lock. Num Lock: quando essa tecla é acionada ficam disponíveis os números do lado direito do teclado (teclado numérico). Page Up: retorna uma tela anterior a que está localizada.Escola SENAI “Roberto Mange” . Page Down: avança uma tela após a que está localizada. As letras sairão maiúsculas enquanto a tecla Shift estiver sendo pressionada. ou seja. Insert: usa-se para fazer inserções de linha. Backspace: é a tecla de retrocesso da máquina de escrever. caracteres ou palavras. se pressionar a tecla Shift as letras sairão minúsculas.501 Shift: é a tecla temporária das maiúsculas. Pg 14 MVB . Quando desativado fica valendo as outras funções das teclas. Nota: Quando a tecla Caps Lock estiver acionada.

< = > ? @ A B C D E F 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z [ \ ] ^ _ ` a b c d e f g h i j k l m n 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 o p q r s t u v w x y z { | } ~ € ‚ ƒ „ … † ‡ ˆ ‰ Š ‹ Œ Ž 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 — ˜ ™ š › œ ž Ÿ á Í ¢ £ ¤ ¥ ¦ § ¨ © ª « ¬ ® ¯ ° ± ² ³ ´ µ ¶ · ¸ ¹ º » ¼ ½ ¾ 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 ¿ À Á Â Ã Ä Å Æ Ç È É Ê Ë Ì Í Î Ï Ð Ñ Ò Ó Ô Õ Ö × Ø Ù Ú Û Ü Ý Þ ß à á â ã ä å æ 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 ç è é ê ë ì í î ï ð ñ ò ó ô õ ö ÷ ø ù ú û ü ý þ ÿ ‘ ’ “ ” • – MVB . / 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 : .501 Para utilizar esta tabela. Exemplo: ALT + 112 Æ p TABELA DE CÓDIGO ASCII 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 ▼ ! " # $ % & ' ( ) * + . temos que pressionar a tecla ALT e depois digitarmos o número corresponde ao símbolo que queremos inserir.Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica Pg 15 . .

LEITORA ÓPTICA E MAGNÉTICA Leitora de caracteres de barras.Read Only Memory (Disco Compacto Memória Apenas de Leitura) é uma unidade de armazenamento de dados. CDROM Compact Disc . Pg 16 MVB . Em um CD-ROM podemos ter até 74 minutos de música ou 650 Mb de dados gravados. Outros exemplos são as leitoras ópticas de cartões de jogos (tipo da loto) e leitora óptica de cartões de respostas em concursos e vestibulares. scanner cilíndrico. mas ao invés de copiar. desenhos. Outros tipos de scanner: scanner de mão. É uma ferramenta muito útil para pessoas que trabalham com Editoração Eletrônica. mas. jornais. OCR (Software para digitalização de textos). somente é possível ler o CD. Scanner de mesa: colocamos uma imagem dentro dele e a imagem aparece em nosso computador. como o próprio nome diz.501 SCANNER O Scanner é um aparelho que digitaliza uma imagem. transmitindo a informação. Em um CD podemos ter música ou qualquer tipos de arquivos. O CD-ROM possui uma tecnologia de leitura ótica. e colocálas em nossos textos. Podemos ouvir nossas músicas através de um computador multimídia e ler os arquivos através de nossos programas. ou outros caracteres ópticos.Mecatrônica . É necessário um programa de editoração de imagens para trabalharmos o objeto “escaneado”. Através do Scanner podemos “extrair” imagens de fotos. As leitoras magnéticas são utilizadas em caixas de banco para a leitura de cheques. É como uma máquina de fotocópia. scanner para código de barra. muito utilizado na automação comercial e controle de estoque e mercadorias.Escola SENAI “Roberto Mange” . torna cada ponto de cor em uma imagem digitalizada. onde o reflexo da vibração de um feixe de luz no disco produz os números 0 ou 1.

podendo chegar a 4. que digitaliza os movimentos de uma caneta óptica em uma superfície especial.7 GB por lado do disco. portanto pode ser usada para tal. 256 ou 16. a entrada e captura de vídeos. mesmo em tecnologia. A depender de sua Placa de Vídeo. Permite. a luz é captada por um transistor foto-sensível.501 DVD Digital Video Disk – Read Only Memory ou Digital Versatily Disk – Read Only Memory. com som da qualidade de CD. e várias dublagens e legendas em vários idiomas. As fotos tiradas serão digitais e deverão ser posteriormente transferidas ao computador. A vibração destes feixes é que faz produzir as centenas de cores existentes em nosso monitor. PERIFÉRICOS DE SAÍDA MONITOR O Monitor é o principal meio de exibição de dados. no computador. muito utilizado no setor de artes gráficas e engenharia. dando uma maior resolução de tela. Na realidade existem vários tipos de mesas digitalizadoras para os mais variados fins. Isto possibilita a digitalização de filmes de longa metragem. O mesmo acontece com a resolução gráfica. Através dela realizamos conferências eletrônicas e comunicação com áudio e vídeo. Com ela você poderá ter monitores que exibam 16. e a imagem é digitalizada. Mesa Digitalizadora Periférico de entrada. É uma máquina fotográfica e. que criam feixes de elétrons que são disparados até a tela revestida de fósforo. Um Pixel (Picture Elements) é a menor resolução de cor ou ponto de luz que sua tela pode projetar. seu monitor pode também ser configurado para reduzir os pontos de emissão de luz.8 milhões de cores. MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” . Câmera Digital Câmera cujo funcionamento é análogo a uma câmera fotográfica normal que. ao invés de sensibilizar um filme. O número de cores disponível para exibição em um monitor depende de sua Placa de Vídeo e da quantidade de memória desta placa. O DVD é muito parecido com o CD. ponto a ponto. A sua grande diferença reside no fato da maior capacidade de armazenamento do DVD. ou o número de Pixels existente em seu monitor. São formados por tubos de emissão de raios catódicos. Máquinas Fotográficas digitais É conectada ao computador permitindo a digitalização de imagens em tempo real.Mecatrônica Pg 17 .

o borra. que ao encostar no papel. Existem basicamente quatro tipos de impressoras comerciais hoje em dia: tipo de impressora como é Um cabeçote de impressão se move pressionando uma fita com tinta.024 e 1.536 cores UVGA (ultra VGA) – 1.024x768 pixels com 16 bits ou 65. matricial jato de tinta laser Difusão de Cera Pg 18 MVB .280 pixels com 24 bits de cores SVGA . IMPRESSORA A Impressora é um meio fundamental de exibir seus dados. High Color (16 bits) com 65.536 cores e True Color (24 bits) com 16. relatórios.7 milhões de cores. documentos. com a diferença que é utilizado cera (líquida ou sólida) no lugar da tinta.Escola SENAI “Roberto Mange” . Imprime borrando em uma matriz de calor formada a partir da imagem do documento. As Placas de Vídeo com alta resolução são imprescindíveis se você deseja trabalhar com programas que lidem com cores ou desenhos.Mecatrônica .16 cores.280x1. e jogos que necessitem exibir muitas telas em tempo muito rápido. Tecnologia parecida com a jato de tinta. Os principais tipos de placas de vídeos com suas resoluções e a quantidade de cores que cada uma é capaz de reproduzir são: CGA – 640x200 pixels com até 16 cores EGA – 640x350 pixels com até 64 cores VGA – 640x480 pixels com até 256 cores VGAPLUS – 800x600 pixels com até 256 cores SVGA (super VGA) – 1.600x1. Um cabeçote de impressão se move pela página e em cada pequeno ponto de impressão é formada uma bolha de calor que estoura no papel. borrando a tinta. 800 x 600 e 1024 x 768 por tela. É a de melhor qualidade de impressão. 256 cores.501 Através de seu Sistema Operacional é possível esta resolução aumentar de 640 x 480 pixels.

documentos. ou Memória de Acesso Aleatório). que são a unidade de armazenamento de informação em discos. ele apenas o copia para lá. imprimem em muitos substratos diferentes (como papel. MVB .Memória Apenas de Leitura . PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA MEMÓRIAS Outro componente fundamental do Computador é a Memória RAM (do inglês Random Access Memory. São. Essas informações são guardadas sob a forma de Arquivos. será no Disco Rígido ou HD (Hard Disk) onde ele armazenará as informações de modo permanente.Mecatrônica Pg 19 . para melhor lidar com suas instruções. banco de dados. permanentemente carregado por uma Pilha Alimentadora. definidos nos programas. A RAM é também chamada de memória volátil. E seu tamanho também varia.). A RAM é apenas para trabalho. não permanecem quando desligamos o computador. A ROM-BIOS (Read Only Memory . É no Disco Rígido onde o computador lê as informações que serão processadas. além da RAM. permanecendo o arquivo sem modificação no HD. etc. e é na Memória que ele trabalha. Quando ligamos nosso computador e executamos um programa. Essa memória ROM é não volátil. no entanto. CAD etc. textos. São utilizados na área de Sign Makers. são muito parecidos com as impressoras a jato de tinta e difusão de cera. por exemplo. hora. a não ser que você queira alterá-lo. Designers. isto é. lona. pano etc. Os plotters gráficos a tinta e a cera. que é onde são armazenadas as configurações alteráveis da máquina.Serviço Básico de Entrada e Saída) é um chip de Memória responsável por armazenar os procedimentos iniciais de checagem da situação de nosso computador e de caminho do Boot (carregamento do Sistema Operacional) A ROM-BIOS possui ainda um pequeno chip de memória. Quando falamos em memória de um computador estamos nos referindo a Área de Trabalho do Processador.Escola SENAI “Roberto Mange” .501 PLOTTER São utilizados em aplicações profissionais de sinalização interna e externa e na engenharia.Basic Input-Output Services . Marketing. Existem ainda outros tipos de memória em nosso computador. muito maiores. porque os dados que são armazenados nela. os dados armazenados nela não se perdem quando o computador é desligado. guardando as caractereísticas do SETUP. o armazenando na memória. É na RAM que o Processador realiza seus trabalhos. como data. atingem resolução fotográfica e suportam tanto uso interno quanto externo. o Processador armazena-o temporariamente na memória. etc. DISCO RÍGIDO OU HD OU WINCHESTER Se o Processador é quem executa nossas ordens. Nossos Arquivos podem ser de programas. seqüência de Boot. Quando o processador lê um arquivo.

44 Mb. onde uma cabeça magnética de gravação insere os dados binários na estrutura do disco. Atualmente a unidade 5 ¼ já não é mais vendida com os computadores. UNIDADES DE DISQUETES Assim como no HD. 40 e 50 Giga Bytes. tenhamos criado no Disco os lugares para o armazenamento magnético de nossos dados. Sem os cuidados adequados. ou Floppy Disk. sem sequer tocá-lo. Insira-os nas unidades de disco cuidadosamente. precisam ser Formatados. é o de 3 ½ que tem maior capacidade de armazenamento. MODEM E FAX O Modem é um acessório responsável por realizar a comunicação de dados entre seu computador e outro computador ou a Internet através da linha telefônica. e chamam-se Drive.Escola SENAI “Roberto Mange” . Não os exponham a extremos de temperatura. Para que um Disco possa estar útil é preciso que esteja Formatado. e armazenam. Os disquetes que você estará usando requer cuidados especiais no seu manuseio. Essas unidades são de dois tamanhos: 5 ¼ e 3 ½ . esses disquetes. Chama-se Unidade de Discos Flexíveis. possuindo um tipo de entrada para cada Disquete. Existem winchesters de 20 Mb até alguns terabytes. Os mais comuns são os de 10. onde armazenamos nossos livros para leitura.Mecatrônica . e os discos chamam-se Disquetes. nosso Disco gira centenas de vezes por minuto. mas ainda existem muitos computadores e disquetes com este formato. ou seja. 20. você correrá o risco de perder todas as informações neles gravados. e onde podemos transportar os dados gravados. respectivamente. ou objetos magnetizados. e a de retirar um arquivo chama-se Excluir ou Deletar. pois caiu em desuso. o computador possui duas outras unidades de gravação de dados em formato flexível. Siga sempre estas regras: Guarde-os nas suas proteções quando não estiver usando. Da mesma forma que o HD. 1. Pg 20 MVB .2 Mb e 1. A evolução dos discos rígidos faz com que sua capacidade venha sendo aumentada a cada ano. 30. Apesar do Disquete de 5 ¼ ter um tamanho maior. As Unidades de Disco Flexível localizam-se na frente do gabinete. Podemos comparar um HD a uma estante em nossa biblioteca. Quando trabalhamos com o HD gravando arquivos. É no HD onde nossos Arquivos (livros) são armazenados.501 A operação de inserir um arquivo no HD chama-se Gravar. Disquetes de 5 ¼ e 3 ½. para serem úteis.

mais sofisticada e bastante útil. Ele foi uma peça fundamental para que a informática desse esse salto na área de comunicação de dados. Os modems antigamente eram um aparelho separado do computador. Para se comunicar com outros computadores através do telefone. nas figuras a seguir. e etc. e científica. Consegue-se gravar. Calculadora Trata-se de uma calculadora que pode ser apresentada de duas formas: padrão. Graças ao Modem é possível nos conectarmos à Internet. multiplicação e divisão. Os modens atuais são internos ao computador. o modem transforma os sinais digitais de seu computador em sinais de pulso. sendo uma placa adicionada à placa-mãe. Não é possível efetuar formatação de texto no Bloco de Notas. CDRW CD-RW. e que as regravações não são ilimitadas (como é potencialmente o caso de um HD). e seu drive. Hoje em dia. apagar e regravar um mesmo CD. Ele trabalha apenas com arquivos que tenham a extensão . Aplicativos Bloco de notas O Bloco de Notas é um editor de textos muito simples.Mecatrônica Pg 21 .501 O Modem conecta-se ao computador e à linha telefônica. são conhecidos como regraváveis. as duas formas: MVB . Além disto ainda existe uma certa incompatibilidade entre as marcas de CD-RW. subtração.Escola SENAI “Roberto Mange” . a indústria de informática simplificou o modem e ele é apenas uma placa somada à Placa-mãe. capazes de trafegar em uma linha telefônica e chegar até outro modem. Veja.TXT. Note que este drive utiliza um tipo especial de CD (diferente dos CD virgens). através de uma placa específica. simples e com as operações mais comuns de soma.

O painel da direita exibe o conteúdo o item selecionado à esquerda e funciona de maneira idêntica às janelas do Meu Computador. É especialmente útil para copiar e mover arquivos. Pastas ou diretórios Drive A Unidades de Pastas ou diretórios Nesta área o windows exibirá o contéudo das pastas. a Lixeira. a Área de Trabalho (também tratada como uma pasta). Também será utilizada para a seleção de múltiplos arquivos e/ou pastas.Escola SENAI “Roberto Mange” . Ele é composto de uma janela dividida em dois painéis..Mecatrônica . você pode ver a hierarquia das pastas em seu computador e todos os arquivos e pastas localizados em cada pasta selecionada. O painel da esquerda é uma árvore de pastas hierarquizada..501 Calculadora Padrão Calculadora Científica Windows Explorer No Windows Explorer. Pasta: Pg 22 MVB . das unidades de discos. que mostra todas as unidades de disco.

etc. M3b2. Arquivos Isolados Æ 1. Não arraste o mouse) Desmarcando Pastas ou Arquivos O processo é o inverso da marcação. T3b1.501 São usadas para organizar arquivos e pastas. Em outras palavras. Pastas como M3a1. T3b2. 2. Mantenha a tecla CTRL pressionada. pressione a tecla ESC. que por sua vez pertence e está localizada na unidade de disco D: Selecionando arquivos ou pastas Vários arquivos Æ 1. Clique no primeiro. servem para manter uma certa ordem no disco rígido. Vale lembrar que estamos desmarcando. portanto. Um Arquivo Æ 1. Clique nos demais arquivos (Um após o outro. M3b1. M3a2. e clicamos nos arquivos desejados. pertencem a pasta ou diretório GUEST3. Clique-o. Clique no último arquivo. Clique no primeiro. 3. Quando queremos desmarcar mantemos as teclas CTRL ou SHIFT pressionadas. os arquivos estão marcados. 3. Mantenha a tecla SHIFT pressionada.Escola SENAI “Roberto Mange” . MVB .Mecatrônica Pg 23 . dependendo da ocasião. Se o usuário clicar um arquivo e o cursor começar a piscar junto ao nome do arquivo. 2.

TXT” para suponhamos “PROVA”.Mecatrônica . Responda se quer copiar ou mover Criando Pastas 1.. A partir do menu de arquivos escolha Novo/Pasta 3. Clique-os e arraste o mouse até a unidade de disco ou pasta desejada 3. Quando você clica duas vezes em um arquivo. Observação: O windows “sabe” qual o software que foi utilizado na criação de um arquivo pela extensão. Deverá preservar a sua extensão. Clique-o 2. Dica: Ao renomear um arquivo chamado “AULA. Digite o nome para a nova pasta 5. Salvar Copiando e movendo arquivos 1. citamos o exemplo mais simples. Pressione a tecla DELETE 3. Selecione a(s) pasta(s) desejada(s) 2. em seguida. Observe a direita um ícone denominado Nova Pasta a qual contém o cursor e uma tarja azul 4. Renomear. 2. digite o nome novo ao arquivo. Soltar o botão 4. Pressione a tecla Enter para finalizar Excluindo uma pasta 1.501 Copiar. o windows abre o arquivo automaticamente no WORD. Criar. Selecione os arquivos desejados..TXT Vejamos como salvamos um documento feito no Bloco no Notas ou em qualquer outro aplicativo (sempre faremos os mesmos passos): Pg 24 MVB . é vital para o Windows que o arquivo tenha uma identificação. pressione ENTER. Confirme clicando na opção SIM ou cancele clicando em NÃO Renomear Arquivos 1. arquivos feitos no Microsoft Word. Selecione a unidade de disco desejada 2. Excluir. Ficando assim: PROVA.Escola SENAI “Roberto Mange” . Pressione [F2] ou no Menu Arquivos/Renomear.

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Salvar Arquivos 1-) No Menu Arquivo. MVB . escolhemos a opção SALVAR. 4-) Podemos então clicar no botão salvar e finalizar nosso comando salvar. como mostra figura abaixo: 2-) A seguinte janela aparece.Mecatrônica Pg 25 . Neste local selecionamos o caminho onde o arquivo será salvo. Clique aqui para finalizar comando 3-) Colocado o nome do arquivo e selecionado o caminho D:\GUEST3\”TURMA”\. para que possamos direcionar o caminho para onde o arquivo será salvo e o nome do arquivo Coloque aqui o nome do seu arquivo.

( ) O Hardware é a parte lógica do computador.Que é Computador? 2. ( ) O Software é a parte que contém as instruções que a máquina pode executar.Assinale V para Verdade e F para Falso. 7. quantos Kbytes têm 2 Mbytes.Que significa Software? Cite três exemplos. ( ) O Hardware é a parte que contém as instruções que a máquina pode executar.Que são periféricos? 3. 9.Porque devemos salvar um trabalho feito antes de sairmos de um programa ? 8.Calcule: quantos bytes têm 4 Kbytes. ( ) O Software é a parte física do computador. 5. 10.Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Exercícios 1.Cite algumas funções do Sistema Operacional? 4. quantos Mbytes têm 3 Gbytes.Mecatrônica .Que significa Bit e Byte? Cite seus múltiplos e sua equivalência. 6.Que significa Hardware? Cite três exemplos.Faça a relação entre os seguintes itens: Periférico de Entrada Periférico de Saída Periférico de Entrada e Saída ( ) Teclado ( ) Mouse ( ) CDROM ( ) Impressora ( ) Modem ( ) Winchester (Disco Rígido) ( ) Monitor ( ) Disquetes ( ) Scanner ( ) CDRW Pg 26 MVB .

para resolver o problema proposto. Exercícios matemáticos e estatísticos são os melhores treinamentos para desenvolvermos esta habilidade. Programar pode ser considerado uma tarefa difícil.Mecatrônica Pg 27 . É necessário que todos os nossos algoritmos tenham diversas propriedades importantes. O que é lógica “Lógica é a ciência que estuda as leis e critérios de validade que regem o pensamento e a demonstração. como veremos. No desenvolvimento de programas. esta complexidade pode ser inerente ao problema em si. em muitos casos isto pode ser devido a outros fatores que estão dentro do nosso controle. O computador sempre tomará algum caminho em suas ações !!! É necessário muito cuidado para se assegurar que o caminho desejado será o único a ser seguido e o que levará aos resultados desejados. Não deve haver nenhuma ambigüidade nas instruções dos programas que fornecemos ao computador. porém se separarmos as dificuldades em partes menos complexas tornamos a programação muito mais simples. sem ambigüidade e devem estar em uma ordem cuidadosamente definida. Ela tem que ser trabalhada e desenvolvida afim de que passemos a raciocinar de maneira ordenada para solucionar problemas. Primeiramente é importante separarmos a fase de resolução do problema ( fase de implementação ). Além disto é importante lembrar que um algoritmo deve ser efetivo. infelizmente só fazem aquilo que mandamos. Coloque uma nova MVB . Exemplo: Algoritmo *** Exemplo da lâmpada queimada sendo substituída 1. Primeiramente. por exemplo. Somente após estarmos satisfeitos com a formulação de nosso algoritmo é que trataremos da implementação em uma linguagem de programação.501 Lógica: conceito básico e estrutura linear A lógica não se aprende e sim se adquire e aprimora a cada dia através de muito treino e experiência. nem a possibilidade de interpretações alternativas. As indicações dadas para se chegar até uma rua constituem um algoritmo para encontrar esta rua. ciência dos princípios formais do raciocínio. uma especificação incompleta ou obscura do problema. Entretanto. e não necessariamente o que desejamos que eles façam.” (José Augusto N. isto é. G. deve sempre resolver um problema utilizando um número finito de passos. Um algoritmo pode portanto ser definido como uma seqüência ordenada de passos que levam a solução de um problema. Em alguns casos ( tais como problemas matemáticos difíceis ). Nesta ficamos concentrado na elaboração da melhor lógica ( algoritmo ).Escola SENAI “Roberto Mange” . a complexidade não precisa ser sempre um problema se pudermos controlá-la adequadamente. Manzano/Jayr Figueiredo de Oliveira) Conceito de algoritmo Muitos problemas interessantes parecem ser complexos do ponto de vista da programação. Remova a queimada 2. Uma receita de cozinha é uma forma de algoritmo. Os computadores. ou seja. os passos devem ser simples.

Vários passos devem ser + elaborado e explícitos. Imagine que temos várias lâmpadas. de modo a facilitar a visualização completa e imediata de dados. 3. através de diferentes formas.Mecatrônica .Escola SENAI “Roberto Mange” . 5. estabelecerão as seqüências de operações a serem efetuadas em um processamento computacional. O passo 2 é um deles . 2. descrevendo o método e a seqüência do processo dos planos num computador. Fluxograma É a representação gráfica é uma maneira simples e concisa de representar os dados sobre uma superfície plana. Esta ferramenta usa diversos símbolos geométricos. 3. os quais. Próximas operações : 1. 2. 4. 7. Posicione a escada debaixo da lâmpada queimada Selecione uma nova lâmpada para substituição Se potência não for a mesma que a queimada descarte e repita até encontrar Suba na escada até que a lâmpada seja alcançada Solte a lâmpada queimada girando-a no sentido anti horário Posicione a nova lâmpada no soquete Gire no sentido horário até estar firme Desça da escada Æ Detalhamento de um algoritmo pode aumentar muito Æ No caso da troca da lâmpada já é suficiente Æ Importante deste ( não tem ambigüidade e as decisões necessárias são imediatas e a ordem dos passos é claramente expresso. 7. Posicione a escada debaixo da lâmpada queimada Escolha uma lâmpada de mesma potência da queimada Suba na escada até que a lâmpada seja alcançada Solte a lâmpada queimada girando-a no sentido anti horário Posicione a nova lâmpada no soquete Gire no sentido horário até estar firme Desça da escada Æ Ainda não é suficientemente preciso. 8. Pg 28 MVB .501 Quais as necessidades para troca ???? Escada Lâmpada nova e de mesma potência 1. 6. O fluxograma é um tipo de representação gráfica que tem como objetivo demonstrar o fluxo. 5. 6. temos que examinar 1 a 1 até encontrar. 4.

Mecatrônica Pg 29 .Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Simbologia Entrada e saída via placa de interface Disco Magnetico Sub Rotina Processamento Espera Repetição “ for “ MVB .

501 Exemplo : Cálculo da média e resultado final de um aluno Pg 30 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .

tendo como finalidade mostrar uma notação para elaborações de algoritmos. leia (Faltas).) e sua documentação. criação e desenvolvimento de uma linguagem computacional (Clipper. também conhecida como portugol. Exemplo : Cálculo da média e resultado final de um aluno programa_principal { real N1. os quais serão utilizados na definição.Mecatrônica Pg 31 . Media. Media = (N1 + N2) / 2. } Tipos de dados e Instruções primitivas Tipo de Informações: Dados Instruções Tipos de dados são representados pelas informações a serem tratadas (processadas) por um computador.501 Português estruturado O português estruturado é uma técnica narrativa denominada pseudocódigo. -56. Pascal. etc. Delphi.Escola SENAI “Roberto Mange” . • • • • • Numéricos Inteiros Reais Caracteres Lógicos Inteiro: São dados numéricos positivos ou negativos. se não escreva (“REPROVADO”). se (Media > = 5) então se (Faltas < 75%) então escreva (“APROVADO”). Faltas. O português estruturado é usado como referência genérica para uma linguagem de projeto de programação. Ex. leia (N1). leia (N2). etc. excluindo-se os números fracionários. MVB . 0. C.: 35. N2.

O valor das constantes não se altera durante a execução do programa.: 35.501 Real: São dados numéricos positivos. As constantes deverão sempre ser indicadas em letra maiúscula dentro do programa. Regras para utilização das variáveis: • • • • Nome pode ser atribuído com um ou mais caracteres. Palavras reservadas a instruções de programa não podem se utilizadas como nome de variável. Este tipo de dado é também conhecido como: alfanuméricos. Representação gráfica da memória de um computador nível de variável Constantes: São posições de memória reservada para o armazenamento de dados fixos. negativos e fracionários. números e símbolos especiais. Após o armazenamento o dado poderá ser utilizados e manipulado a qualquer momento.: Verdadeiro : Diferente de zero Falso : Igual a zero Variáveis: São posições de memória reservadas para o armazenamento temporário dos dados a serem processados durante a execução do programa. “ Fone: 123-4321”. os dados armazenados nas variáveis pode ter seu valor ou conteúdo alterado. Caracteres: são caractereizados como caractere as seqüências contendo letras. literal ou cadeia. -56. 45. 53 – apto. 31”. string.24.: “PROGRAMAÇÃO”.: Os dados declarados como carcte não podem ser utilizados para operações matemáticas. Pg 32 MVB .8. Lógico ou Boleano: são caractereizados como lógico os dados que representam apenas um dos valores: VERDADEIRO ou FALSO.Escola SENAI “Roberto Mange” . etc. sempre deve ser uma letra. O Primeiro caractere do nome de uma variável não pode ser um numero. primeiramente é necessário saber qual o seu tipo para que se possa fazer o armazenamento de forma otimizada. Ex. Uma seqüência de caracteres deve ser indicada entre aspas ( “ ” ). Não pode ser utilizados ouros caracteres a não ser letras e números. Ex. Ex. etc. 1.Mecatrônica . OBS. Antes de se armazenar o daod na memória do computador. 0. “ rua alfa.

A tabela abaixo mostra as operações e símbolos mais utilizados. português estruturado). utilizando manteiga. Mudar um pneu furado. Descreva todos utensílios utilizados 5. altura 2 Instruções Básicas: As instruções são palavras-chaves (vocabulários) da linguagem de programação cuja finalidade é comandar como os dados deverão ser tratados. se. Fazer um suco de laranja.: Matemática Área = π . escreva.Escola SENAI “Roberto Mange” . fluxograma. Calcular e informar a média final de uma sala de aula MVB . Operador / * + % Operação Divisão Multiplicação Adição Subtração Resto da divisão inteira Formulas matemáticas: São escritas em computação de uma forma um pouco diferentes da forma conhecida em matemática. Ex. desenvolva os seguintes problemas. Exercício 1.Mecatrônica Pg 33 . 2. Usando os métodos vistos ( algoritmo. etc. chave de roda e estepe estão disponíveis 3. [ 55 : ( 30 + 2 ) ] } Área = base . Ex. sal e milho de pipoca 4. não coloca-se as instruções.: leia.: Em português estruturado as instruções devem ser escritas em letra minúscula e no fluxograma. raio 2 Computação Área = PI * raio * raio X = (43 * ( 55 / ( 30 + 2 ) ) ) Área = ( base * altura ) / 2 X = { 43 . Fazer pipoca em uma panela. Admita que macaco. pela ordem de prioridade matemática.501 Operadores aritméticos:São meios pelos quais elaboramos cálculos matemáticos. Obs.

Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .501 Pg 34 MVB .

Símbolo para a tomada de decisões N Condição S Instruções executadas quando condição verdadeira Instruções executadas quando condição for falsa ou após condição ser verdadeira Observe no diagrama a existência das letras S e N. Essas decisões interferem diretamente no andamento do programa. Comando se ( if ) O símbolo do losango deverá ser utilizado em situações em que haja a necessidade de se usar uma decisão dentro do programa. O S representa sim e está posicionado para indicar que um determinado bloco de operações será executado quando a condição atribuída for verdadeira.Mecatrônica Pg 35 . Os comandos (instruções) de decisão ou desvio condicional fazem parte das técnicas de programação que conduzem a estruturas de programas que não são totalmente seqüenciais. MVB . Com as instruções de salto ou desvio pode-se fazer com que o programa proceda de uma ou de outra maneira. Uma decisão será tomada sempre com base em uma pergunta indicada dentro do símbolo de losango.501 Lógica: estrutura de decisão Conceito Na maioria das vezes necessitamos tomar decisões no andamento do algoritmo. além das linhas com seta indicando a direção do processamento colocadas juntamente com o símbolo de Decisão. de acordo com as decisões lógicas tomadas em função dos dados ou resultados anteriores. O N está para não e será executado quando a condição for falsa.Escola SENAI “Roberto Mange” .

o qual retornará um valor lógico (verdadeiro ou falso).Mecatrônica . Ler os dois valores (A.Escola SENAI “Roberto Mange” . Resolução: Algoritmo: 1. 2. B). Efetuar a soma dos valores A e B. 3. Verificar se a variável SOMA é maior que 10. Os operadores relacionais são: Símbolo == != > < >= <= Exemplo Significado Igual a Diferente de Maior que Menor que Maior ou igual a Menor ou igual a Ler dois valores numéricos. atribuindo o valor da soma na variável SOMA. Operadores relacionais. efetuar a adição e apresentar o seu resultado caso o valor somado seja maior que 10. 4. apresentar o valor contido na variável SOMA. Pg 36 MVB . <instruções para condição falsa ou após ser verdadeira>.501 Sintaxe se (<condição>) <instruções para condição verdadeira>. Se SOMA > 10. Os operadores relacionais são utilizados para verificarmos o estado de uma determinada variável.

B. se (SOMA > 10) escreva (SOMA). leia (B).Mecatrônica Pg 37 . { leia (A). A.Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Fluxograma: Início A. B SOMA = A + B N SOMA >10 S SOMA Fim Português estruturado: programa_principal inteiro SOMA. } MVB .B A. SOMA = A + B.

este deverá ser apresentado subtraindo-se 7.Escola SENAI “Roberto Mange” . Exemplo Ler dois valores numéricos e efetuar a adição. Pg 38 MVB . senão mostrar X – 7. Resolução: Algoritmo: 1. Verificar se X é maior ou igual a 10. Ler dois valores (A. 2. Efetuar a soma dos valores A e B atribuindo o total a X. mostrar X + 5. Caso o valor somado seja maior ou igual a 10. este deverá ser apresentado somando-se a ele mais 5. 4.Mecatrônica . senão <instruções para condição falsa>. Se X for maior ou igual a 10. B). 3.501 Comando se – senão ( if – else ) N Condição S Instruções executadas quando condição falsa Instruções executadas quando condição verdadeira Sintaxe se (<condição>) <instruções para condição verdadeira>. caso o valor somado não seja maior ou igual a 10.

se (X >= 10) escreva (X + 5).Mecatrônica Pg 39 .Escola SENAI “Roberto Mange” . X = A + B. leia (A). senão escreva (X – 7). A.501 Fluxograma: Inicio A. B X=A+B N X >= 10 S X-7 X+5 Fim Português estruturado: programa_principal { inteiro X. B.B.X A. leia (B). } MVB .

00. porém condição1 falsa> senão <instruções para condição1 e condição2 falsas> Exemplo: Elaborar um programa que efetue o cálculo do reajuste de salário de um funcionário. Se o salário for maior ou igual a R$500. mas a condição 2 é verdadeira Sintaxe se (<condição1>) <intruções para condição1 verdadeira> senão se (<condição2>) <intruções para condição2 verdadeira.Mecatrônica . Isto significa utilizar uma condição dentro de outra condição. onde uma determinada ação poderá ser executada se um conjunto anterior de instruções ou condições for satisfeito. Sendo a ação executada.501 Desvios Condicionais Encadeados Os desvios condicionais encadeados estabelecem verificações de condições sucessivas. Fluxograma para desvios condicionais encadeados N Condição 1 S N Condição 2 S Instruções executadas quando condição 1 verdadeira Instruções executadas quando condição 1 e condição 2 são falsas Instruções executadas quando condição 1 é falsa. Considere que o funcionário deverá receber um reajuste de 15% caso seu salário seja menor que R$500.00 Pg 40 MVB . esta poderá ainda estabelecer novas condições.Escola SENAI “Roberto Mange” .00 mas menor ou igual a R$1000.

Fluxograma: Início SALARIO.00 o reajuste será de 5%.00.15 NOVO_SALARIO = SALARIO * 1.00 mas <= R$1000. Isso significa: Salário < R$500. Salário > R$1000.Mecatrônica Pg 41 . 3. NOVO_SALARIO SALARIO N SALARIO < 500 S N SALARIO <= 1000 S NOVO_SALARIO = SALARIO * 1. 2.00.Escola SENAI “Roberto Mange” . Ler o valor do salário (SALARIO). se sim reajustar em 15%. Apresentar o valor reajustado (NOVO_SALARIO). Verificar se o valor do salário é menor ou igual a R$1000. Salário >= R$500.501 seu reajuste será de 10%.00 o reajuste será de 10%. se não reajustar em 5%. se sim reajustar em 10%. Resolução: Algoritmo: 1.00 o reajuste deverá ser de 5%.05 NOVO_SALARIO = SALARIO * 1.00 o reajuste será de 15%. 4. Verificar se o valor do salário é menor que R$500.10 NOVO_SALARIO Fim MVB . caso seja ainda maior que R$1000.

fluxograma e codificação em português estruturado de um programa para calcular a média aritmética de três notas de um aluno.Elaborar o algoritmo.05. leia (SALARIO). } Exercício 1. Pg 42 MVB . se (SALARIO < 500) NOVO_SALARIO = SALARIO * 1.501 Português estruturado: programa_principal { real NOVO_SALARIO.Elaborar um programa para calcular a média aritmética de três notas e determinar se o aluno foi aprovado.Mecatrônica . Se a média for maior que cinco. senão se (SALARIO <= 1000) . Média < 7 e > 2 o aluno fica para recuperação. Média <= 2 o aluno está reprovado.Escola SENAI “Roberto Mange” . reprovado ou recuperação. SALARIO. apresentar a mensagem “Aprovado”. 2. está de recuperação ou foi reprovado segundo os critérios abaixo: Média >= 7 o aluno está aprovado. NOVO_SALARIO = SALARIO * 1. senão NOVO_SALARIO = SALARIO * 1. escreva (NOVO_SALARIO).15. Apresentar o valor da média e a mensagem de aprovado.10.

Comando enquanto ( while ) Caracteriza-se por uma estrutura que efetua um teste lógico no inicio de um looping. Fluxograma Condição N S Instruções executadas enquanto a condição verdadeira Sintaxe enquanto (<condição>) < instruções para condição verdadeira> MVB .501 Lógica: estrutura de repetição Conceito Utilizamos os comandos de repetição quando desejamos que um determinado conjunto de instruções sejam executados um numero definido ou indefinido de vezes. ou enquanto uma determinada condição prevalecer ou ate que seja alcançada. Sendo que o conjunto de instruções do looping somente será executada enquanto a condição for verdadeira.Escola SENAI “Roberto Mange” . A estrutura é denominada enquanto e tem seu funcionamento controlado por decisão.Mecatrônica Pg 43 . Nesta estrutura nem sempre será executada a repetição. verificando se é permitido executar o trecho de instruções que fazem parte desta estrutura de repetição. pois no inicio do looping existe um teste que condiciona a entrada para o looping.

6. 7.Mecatrônica .Enquanto o valor do contador for menor ou igual a 5.Quando contador maior que 5. Fluxograma: Pg 44 MVB . 5. 5 e 6.Escola SENAI “Roberto Mange” . 4. processar os passos 3. 4.Efetuar a multiplicação do valor de X por 3. implicado o resultado em R. Algoritmo: 1.501 Exemplo : Pedir a leitura de um valor para a variável X.Ler um valor para a variável X. encerrar o processamento do looping. repetindo esta seqüência Por 5 vezes. 2.Criar uma variável para contador com valor inicial de 1.Apresentar o valor calculado contido em R.Acrescentar +1 no contador. 3. multiplicar este valor por 3 implicando-o à variáveis de resposta R e apresentar o valor obtido.

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Português Estruturado: programa_principal { inteiro R. CONT = CONT + 1. CONT. no seguinte: As instruções que fazem parte do looping será executada pelo menos uma vez.Mecatrônica Pg 45 . já que o teste condicional para que o looping prossiga. Fluxograma Instruções executadas uma vez e depois enquanto a condição for falsa S Condição N Sintaxe faça <instruções para condição verdadeira> enquanto (<condição>) MVB . CONT Å 1 enquanto ( CONT < = 5 ) { leia (X). está localizado no fim do looping. } } Comando faça – enquanto ( do – while) Esta estrutura de repetição difere da anterior. X. R=X*3 escreva (R).

Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica . 6. 5. Fluxograma: Inicio Cont = 1 X R=X*3 R Cont = Cont + 1 S Cont < 1 N Fim Pg 46 MVB . 2.501 Exemplo : Pedir a leitura de um valor para a variável X. multiplicar este valor por 3 implicando-o à variável de resposta R e apresentar o valor obtido.Apresentar o valor calculado contido em R.Criar uma variável para contador com valor inicial de 1. 4.Repetir ao passos 2.Ler um valor para a variável X. implicado o resultado em R. Algoritmo: 1. 3.Acrescentar +1 no contador.Efetuar a multiplicação do valor de X por 3. repetindo esta seqüência Por 5 vezes. 3. 4 e 5 enquanto o contador seja menor que 5.

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501 Português Estruturado:
Programa principal { Inteiro X, R, CONT CONT = 1 faça { leia (X); R = X * 3; escreva (R); CONT = CONT + 1 } enquanto ( CONT < 5 ); }

Comando para – até ( for )
Para facilitar o uso de contadores finitos, os laços de repetição que possuem um numero finito de execuções poderão ser processados através de estrutura de laços contados, os quais são implementados com a utilização do conjunto de instruções:

Fluxograma

Observação: Com relação ao fluxograma, será neste representado por um hexágono e indicando a variável a ser controlada com a implementação dos valores de: inicio; fim e incremento, separados por ponto e virgula.

Sintaxe
para (<variável de inicio> ; <fim> ; <incremento>) <instruções>

MVB - Mecatrônica

Pg 47

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501
Exemplo: Vamos tomar como base o exemplo anterior: Ler um numero, multiplicar por 3 e mostrar o resultado, repetido este passo 5 vezes.

Algoritmo:
1- Definir um contador variando de 1 a 5; 2- Ler um valor para variável X; 3- Efetuar a multiplicação do valor de X por 3, implicando o resultado em R; 4- Apresentar o valor calculado contido em R; 5- repetir os passos 2, 3,4 e 5 até que o contador seja encerrado.

Fluxograma:

Português Estruturado:
Programa principal { inteiro X, R, CONT; para (CONT =1, CONT<=5, CONT=CONT+1); { leia (X); R=X*3 escreva (R); } }

Pg 48

MVB - Mecatrônica

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501

Estruturas de Controle Encadeadas
Encadeamento de estrutura Enquanto com Enquanto

Sintaxe
enquanto (<condição1>) enquanto (<condição2>) <instruções>

Encadeamento de estrutura Enquanto com Faça

S N

Sintaxe
enquanto (<condição1>) faça <instruções> enquanto (<condição2>)

MVB - Mecatrônica

Pg 49

Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica . <incremento>) <instruções> Encadeamento de estrutura Faça com Faça S N S N Sintaxe faça faça <instruções> enquanto (<condição2>) enquanto (<condição1>) Pg 50 MVB . <fim> .501 Encadeamento de estrutura Enquanto com Para Sintaxe enquanto (<condição1>) para (<variável de inicio> .

Escola SENAI “Roberto Mange” . <incremento>) <instruções> enquanto (<condição>) MVB . <fim> .Mecatrônica Pg 51 .501 Encadeamento de estrutura Faça com Enquanto S N Sintaxe faça enquanto (<condição2>) <instruções> enquanto (<condição1>) Encadeamento de estrutura Faça com Para S N Sintaxe faça para (<variável de inicio> .

<incremento>) para (<variável de inicio> .Mecatrônica . <incremento>) enquanto (<condição>) <instruções> Pg 52 MVB . <fim> . <fim> . <fim> . <incremento>) <instruções> Encadeamento de estrutura Para com Enquanto Sintaxe para (<variável de inicio> .501 Encadeamento de estrutura Para com Para Sintaxe para (<variável de inicio> .Escola SENAI “Roberto Mange” .

Escola SENAI “Roberto Mange” . <incremento>) faça <instruções> enquanto (<condição>) Exercícios 1.Refaça o exercício 2. MVB .Refaça o exercício 1. só que agora o programa só termina quando o usuário não quiser efetuar mais nenhum calculo de fatorial. faça – enquanto e para) para efetuar o calculo da fatorial do numero 5. só que agora solicitando ao usuário o numero para se calcular o fatorial.Faça um Flux/Port utilizando as 3 estruturas de repetição vista ( enquanto.501 Encadeamento de estrutura Para com Faça S N Sintaxe para (<variável de inicio> . 3. <fim> . 2.Mecatrônica Pg 53 .

Mecatrônica .Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Pg 54 MVB .

eles continuam tendo estas funções e muitas outras. Em 1972. em 1978. em vez de executá-la.’ Para fazer um programa precisamos de: 1. permitindo coisas que outras linguagens não permitem. geração (clipper. os micro computadores.Mecatrônica Pg 55 . C oferece ao programador um grande “poder” sobre o computador. C etc) são utilizadas para desenvolvimento de aplicativos “pesados” ou “complicados”. faz uma consistência de sua sintaxe e se não houver erro converte-a para linguagem de máquina e. de 4a. geração são os Assemblers. Linguagens de 3a. Dennis Ritchie e ken Thompson criam a Linguagem C nos laboratórios da AT&T (Bell). Linkeditor módulos objeto gerando um código executável MVB . geração (Pascal. uma linguagem de programação deve ser escolhida e instalada adequadamente. fornecendo resultados exatos para problemas antes considerados complicados. Conceito de compilador e link – edição Um compilador lê a primeira instrução do programa. geração são as linguagens de máquina. os mainframes etc etc. com isso. fazer cálculos pesados. tornando os sistemas de computação mais populares e amigáveis. fox etc) são amigáveis e exigem menos esforços de programação. Linguagens de 4a. Linguagens de 1a. Linguagens de 2a. INTRODUÇÃO Os computadores surgiram na década de 40 com o objetivo de processar dados. geração e de softwares básicos. Atualmente. segue para a próxima instrução repetindo o processo até que a ultima instrução seja atingida ou a consistência aponte algum erro. 2. pois estão associadas a bancos de dados na maioria das vezes e a ferramentas case em alguns casos. As modernas redes de computadores. escrevem The C programing language. Ken Thompson desenvolve a Linguagem B. se resumem em dois tipos de componentes: Hardware Software Para se desenvolver um programa básico ou um aplicativo. Brian Kernighan e Dennis Rithie. as arquiteturas do tipo cliente/servidor.501 Introdução a Linguagem C HISTÓRICO Em 1970. os sistemas distribuídos. gerando o código objeto (linguagem de máquina). Digitar o código fonte em algum editor de textos (a maioria das linguagens possui editor próprio). Com o poder vem a responsabilidade. a linguagem C passou ao conhecimento público. A tecnologia de informática avança a cada dia. Ao contrário de muitas outras linguagens. 3. Compilar o fonte. São excelentes para o desenvolvimento de aplicativos convencionais.Escola SENAI “Roberto Mange” . que possuía muitas limitações. de funções não existentes em ling. Cobol.

Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .501 Esquema para se obter um arquivo executável: PROGRAMA PROGRAMA EM LINGUAGEM C PROGRAMA COMPILADOR ARQUIVO OBJETO .exe Pg 56 MVB .obj LINK EDITOR ARQUIVO DO PROGRAMA EXECUTÁVEL .obj PROGRAMA COMPILADOR ARQUIVO OBJETO .

Enter. indicando que a função não retorna nenhum valor. nome da função: qualquer um. reservado para a função de início do programa. Observações: 1. ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS DE UMA FUNÇÃO A FUNÇÃO main( ) Nome da função. O programa diferencia as palavras em minúsculas das maiúsculas. FUNÇÃO n FORMA GERAL DAS FUNÇÕES C void main( ) → função principal a ser executada. chaves. 3.. { } → inicia o corpo da função → termina a função parênteses→ indicam que é uma função.Escola SENAI “Roberto Mange” . exceto main. # include # define CABEÇALHO FUNÇÃO 1 declaração de variáveis e seus comandos várias funções Corpo FUNÇÃO 2 . 2. Tabulação não são considerados ao executar um programa em C. Um programa C pode ter 1 única função main( ) ou várias. parênteses. void: tipo de dado nulo.. MVB . Digitar as funções em minúsculas.501 Estrutura de um programa ESTRUTURA BÁSICA DE UM PROGRAMA C Conjunto de funções. algumas fornecidas pelo fabricante do compilador / linkeditor e outras escrita pelo próprio programador. A função main( ) deve existir em algum lugar do programa marcando o ponto de início da execução. Espaços.Mecatrônica Pg 57 .

} Tipos de dados e variáveis: definição e inicialização CONSTANTES E VARIÁVEIS Exemplos de Constantes ‘C’ (constante caractere) “Primeiro Programa” (constante cadeia de caracteres) 8 (constante numérica) Uma VARIÁVEL em C é um espaço de memória reservado para armazenar dados.Mecatrônica .} ou void main( ) { printf (“Primeiro Programa”). ”. Sempre encerradas por “ .num). printf ( “Este é o número dois %d”. void main( ) { int num. Pg 58 MVB . num = 2.501 4.Escola SENAI “Roberto Mange” . Exemplos de digitação da função: void main( ) { printf (“Primeiro Programa”). SEGUIDO DO NOME DA VARIÁVEL. Para inserir comentários no programa digite após as barras // comentário ou escreva o comentário entre os caracteres barra asterisco e asterisco barra /* comentário */ INSTRUÇÕES Devem estar dentro das chaves. Os valores de uma variável ficam armazenados na memória para utilização em vários pontos diferentes do programa. } UMA DECLARAÇÃO DE VARIÁVEL CONSISTE NO NOME DE UM TIPO.

// impressão formatada printf (“\n da competição %d foi %.4 E 38 1.1 */ #include <stdio.Escola SENAI “Roberto Mange” . corrida = ‘C’.7 E 308 sem valor Modificadores: long ou long int ( 4 Bytes) unsigned char (de 0 a 255) unsigned int (de 0 a 65535) unsigned long short (2 bytes) Exemplos de Programa C /* Exemplo 1. corrida).evento. } // aguarda teclado //final do corpo da função // atribuição para as variáveis // início do corpo da função // declaração das variáveis /* Biblioteca com funções de E/S padrão */ /* Biblioteca com funções de controle de tela */ A saída será: O tempo vitorioso na eliminatória C da competição 5 foi 27.h> #include <conio.h> void main( ) { int evento. getch( ).Mecatrônica Pg 59 .501 TIPOS DE VARIÁVEIS Tipo char int float double void Bit’s 8 16 32 64 0 Byte’s 1 2 4 8 0 Escala -128 a 127 -32768 a 32767 3. float tempo. evento = 5. char corrida.tempo). tempo = 27.4 E -38 a 3.7 E -308 a 1.25 printf (“O tempo vitorioso na eliminatória %c”.2f”.25 MVB .

getch( ). printf (“O reajuste foi de %d %%. Outros caracteres ou números podem ser usados no meio da palavra.1f.: A inicialização de variáveis pode ser feita junto com a declaração. ”.4 Pg 60 MVB . 5.501 Obs.\n”.36).25.3600 A media dos alunos foi de 5. char corrida = ‘C’.36 A media dos alunos foi de 5. getch( ).36).Escola SENAI “Roberto Mange” .reajuste). printf (“\n\nA media dos alunos foi de %0. NOMES DE VARIÁVEIS: -Tamanho indeterminado. /* Exemplo 1. ”. float tempo = 27.2f. /* Exemplo 1.Mecatrônica . printf (“\n\nA media dos alunos foi de %5. TIPO NOME ATRIBUIÇÃO int evento = 5. } Saída: O reajuste foi de 10%. 5.3 */ void main( ) { printf (“\n\nA media dos alunos foi de %f.36). } A saída será: A media dos alunos foi de 5. -Primeira letra pode ‘_’ ou letra.2 */ void main( ) { int reajuste = 10. 5. ”.

printf (“Você e bem novo ainda tem apenas %d anos de vida”.”Vênus”. printf (“\n\t O tempo vitorioso na eliminatória %c \n na competição %d foi de %0.2f”.67).Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica Pg 61 . printf (“\n%s esta a %d bilhões de milhas \n do Sol\n”.25 Lembrete: Cadeia de caracteres = “ Caractere = ‘ ‘ “ Expressão de controle = “ “ Códigos especiais Código \n \t \b \” \\ \f \o Significado nova linha TAB retrocesso aspas barra salta página nulo MVB .25). 27.501 Comandos de entrada e saída A FUNÇÃO printf( ) Uma das funções C de E/S (entrada e saída) Sintaxe : printf (“expressão de controle”. lista de argumentos). Saídas: Meu primeiro programaVocê e bem novo ainda tem apenas 85 anos de vida Vênus esta a 67 bilhões de milhas do Sol O tempo vitorioso na eliminatoria c na competicao 5 foi de 27. 5. 85). Exemplos de printf( ): printf (“Meu primeiro programa”). ‘c’.

501 Códigos para impressão formatada printf () Formatador %c %d %e %f %g %o %s %u %x Descrição caractere simples Inteiro decimal notação científica ponto flutuante %e ou %f (mais curto) octal cadeia de caracteres decimal sem sinal hexadecimal A FUNÇÃO scanf( ) Ela complementa a função printf( ). mas não será atribuído a nenhuma variável (sem parâmetro na lista de argumentos).1 */ void main( ) { int num. O Operador de endereço (&): /* Exemplo 2. } O programa anterior imprime o valor e o endereço de memória de num. &num). num = 2. Pg 62 MVB .Mecatrônica . A lista de argumentos consiste no endereço das variáveis. printf (“Valor %d. C oferece um operador para tipos básicos chamado operador de endereço &. que retorna o endereço do operando. A expressão de controle pode conter códigos de formatação. nos permitindo ler dados do teclado. %u é usado pois endereço é visto como inteiro sem sinal. getch( ). precedidos por % ou ainda o caractere * colocado após o % indica que será lido um valor do tipo especificado. num. endereço = %u”. lista de argumentos).Escola SENAI “Roberto Mange” . Sintaxe : scanf (“Expressão de controle”.

&num). de saída: Valor=2. printf (“\nO valor digitado foi %0. endereço = 1370 /* Exemplo 2. &num).Mecatrônica Pg 63 .2f”. } Saída: Digite um numero: 25 O valor digitado foi: 25. num.Escola SENAI “Roberto Mange” .00 O valor digitado foi: 25. num). printf (“\nO valor digitado foi: %0.501 Ex.2 */ void main( ) { float num. getch( ). scanf (“%f” . printf (“\nDigite um numero:”).2f endereço = %u”.00 endereço = 2000 Códigos de formatação para a função scanf( ) %c %d %e %f %o %s %x %u %l leia um único caractere leia um inteiro decimal leia um número em notação científica leia um número em ponto flutuante leia um inteiro octal leia um série de caracteres leia um número hexadecimal leia um decimal sem sinal leia um inteiro longo MVB .

tem apenas 4 anos de vida Sua idade em dias é : 1460 /* Exemplo 2. letra. printf (“\ndec = %d oct = %o hex = %x”. printf (“octal e hexadecimal: \n”). getch ( ) : não permite que caractere lido seja mostrado na tela. getch( ). Não aceitam argumentos.Escola SENAI “Roberto Mange” . octal e hexadecimal: O caractere digitado foi: m dec =109 oct = 155 hex = 6D AS FUNÇÕES getche( ) E getch( ) Não precisam de [enter] para ler um caractere. &anos).0f \n”. printf (“\nVoce e bem novo ainda. anos).3 */ void main ( ) { float anos. letra). scanf (“%c”. dias. tem apenas %. dias = anos * 365. letra). } Saída: Digite um caractere e veja-o em decimal. printf (“O caractere digitado foi: %c”. Pg 64 MVB . scanf (“%f”.dias).0f anos de vida. printf (“Digite um caractere e veja-o em decimal.”). printf (“Digite sua idade em anos :”).501 /* Exemplo 2.&letra). getche( ) : permite que caractere lido seja mostrado na tela. letra.Mecatrônica . getch( ). } Saída: Digite sua idade em anos : 4 Voce e bem novo ainda. printf (“Sua idade em dias é %.4 */ void main ( ) { char letra. \n”.

printf (“Digite algum caractere :”). temos: Saída: Digite algum caractere: A tecla que você pressionou foi r e a sua sucessora ASCII é s.Mecatrônica Pg 65 . Precisa de [enter]. printf (“E a sua sucessora ASCII é %c”. printf (“\n A tecla que você pressionou foi %c.”. A FUNÇÃO putchar() É complemento de getchar() . Não aceita argumentos..501 /* Exemplo 2. ou simplesmente: putchar(getchar()). Ela aceita argumento cujo o valor será impresso. c = getchar(). letra = getche( ).letra). putchar(c). } Saída: Digite algum caractere : r A tecla que você pressionou foi r e a sua sucessora ASCII é s. MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” . Substituindo a linha 5 por letra = getch( ). letrra + 1).5 */ void main ( ) { char letra. A FUNÇÃO getchar( ) Lê um caractere de entrada. getch( ).

Binários: = + * / % Atribuição (num=cont=50 é válido) Soma Subtração Multiplicação Divisão Módulo (resto da divisão inteira) Pg 66 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .501 FUNCÕES pré-definidas: sqrt pow abs sin cós tan floor ceil Raiz quadrada Potência Absoluto Seno Cosseno Tangente Arredonda abaixo Arredonda acima Constantes pré-definidas: M_PI M_E M_LOG2E M_LN10 M_LN2 INT_MIN INT_MAX π E Log e Ln 10 Ln 2 Menor inteiro Maior inteiro Operadores Aritméticos Seis Binários (operam sobre dois operandos) e um unário (1 operando).

primeiro é feito o incremento ou decremento para depois ser lido o valor da variável.: Quando o sinal incremento ou decremento vem antes da variável.. b é incrementado para 6. x = ++n.x.x.Menos unitário (troca de sinal algébrico) OPERADORES DE INCREMENTO E DECREMENTO ++ incrementa de 1 seu operando . saída x=6 n=6 Obs.Escola SENAI “Roberto Mange” . printf(“x=%d n=%d”. a = 2. MVB .501 Unários: . printf(“x=%d n=%d”.decrementa de 1 seu operando n = 5. n = (a + b++) * 3 Substituindo valores: n = (2 + 5) * 3 = 7 * 3 = 21 Somente depois da expressão ser avaliada. x = n++. saída x=5 n=6 n = 5.n).n).Mecatrônica Pg 67 . b = 5.

t = t / 2. Valor zero(0) = falso Qualquer outro valor = verdadeiro. /=. getch( ). falso = (15 = = 20). *=. verdad = (15 < 20). p = p % 5.Mecatrônica . falso = %d”. representado por 1 (um) void main( ) { /* Programa que mostra expressões booleanas com o argumento de printf () */ int verdad. x = x * (y + 1). printf (“\nVerdadeiro = %d. x *= y + 1.5. equivale a equivale a equivale a equivale a equivale a i = i + 2. verdad.Escola SENAI “Roberto Mange” . falso = 0. t /= 2. d -= 3.5. p %= 5.3. Pg 68 MVB . -=. %= i += 2. Operadores Relacionais > >= < <= == != maior maior igual menor menor igual igual diferente Em C não existe variável Booleana. } Saída: Verdadeiro = 1. d = d . falso). falso.501 OPERADORES ARITMÉTICOS DE ATRIBUIÇÃO +=.

Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica Pg 69 .501 Operadores Lógicos &&  ! E lógico ou lógico lógico de negação exp1 && exp2 → expressão 1 e expressão 2 verdadeiras exp1  exp2 ! exp1 → expressão 1 ou expressão 2 verdadeiras → expressão 1 falsa Tabela Verdade E (&&) 0 0 1 1 0 1 0 1 falso falso falso verdadeiro Tabela Verdade OU () 0 0 1 1 0 1 0 1 falso verdadeiro verdadeiro verdadeiro Tabela Verdade NOT ( ! ) 0 1 verdadeiro falso MVB .

else printf("aprovado").&num).h> void main() { int num.501 Comandos de Decisão (if .n. clrscr().h> #include <conio. else printf("reprovado").Mecatrônica . scanf("%d". getch(). if – else) Comando if Sintaxe: if ( condição ) <instrução se verdadeiro> Comando if – else Sintaxe: if ( condição ) <instrução se verdadeiro> else <instrução se falso> Exemplo: #include <stdio. if(num<=5) if(num>2) printf("recuperacao"). } Pg 70 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” . printf("Digite a media =").

condição .Escola SENAI “Roberto Mange” . } MVB . printf ("\nDeseja calcular um novo fatorial (SIM=1) = ").h> void main() { int cont. fat=num. num. incremento ) <instrução enquanto verdadeiro> Exemplo: #include <stdio. scanf("%d". do – while.cont<num. for) Comando while Sintaxe: while ( condição ) <instrução enquanto verdadeiro> Comando do – while Sintaxe: do { <instrução enquanto verdadeiro> } while ( condição ). do{ clrscr().501 Comandos de Repetição(while.num. scanf("%d". } while (op==1).&num). Comando for Sintaxe: for ( inicialização . for (cont=1. printf ("O fatorial de %d e %d\n". printf ("Digete o numero a calcular= ").fat). clrscr(). op.Mecatrônica Pg 71 .h> #include <conio.&op). fat.cont=cont+1) fat=fat * cont.

501 Precedência O operador ! é o de maior precedência. A tabela seguinte mostra as precedências dos operadores. Operadores ! . a mesma que a do operador menos unário.++ -*/% +< > <= >= == != && || = += -= *= /= %= Tipos Unários. não lógicos e menos aritméticos Aritméticos Aritméticos Relacionais Relacionais Lógico E Lógico OU Aritméticos de atribuição Pg 72 MVB .Mecatrônica .Escola SENAI “Roberto Mange” .

: Você reparou que para ler nota 2 a variável utilizou o índice 1.&nota4). scanf (%d. Aplicação Imagine a seguinte situação: è necessário calcular a media de uma turma com 4 alunos.&nota2). scanf (%d. então um vetor de 4 elementos os índice vão de 0 (zero) a 3 (três). basta chamar a variável notas[1]. printf (“Digite a nota do aluno 2: “). nota3. é um tipo de dado usado para representar uma certa quantidade de variáveis de valores homogêneos. nota2. isto acontece porque quando é declarado um vetor o índice começa com 0 (zero). MVB . printf (“Digite a nota do aluno 4: “). scanf (%d. Você poderia declarar: int nota1.501 Vetores Conceito Vetor e uma matriz de apenas uma dimensão. onde cada variável é diferenciada por um numero chamado “índice” .Escola SENAI “Roberto Mange” . Declaração de um vetor (matriz de uma dimensão).Mecatrônica Pg 73 . OBS. Agora para saber o valor da nota 2. Assim o computador aloca memória para armazenar 4 inteiros e que notas é um vetor de 4 elementos. O colchetes são usados para conter o índice. scanf (%d.&nota1). e programa deverá ler separadamente as nota: printf (“Digite a nota do aluno 1: “). printf (“Digite a nota do aluno 3: “).&nota3). nota4. int notas[4]. Imagine agora se você tive-se que calcular a media de uma escola com 50 alunos ou mais? Seria um trabalho enorme! Neste caso a melhor opção é o uso de um vetor. pois utiliza uma série de variáveis referenciadas com o mesmo nome.

2f”.Escola SENAI “Roberto Mange” . } Vetores de Caractere ( String ) Na linguagem C não possui variável do tipo string. O caractere null ou ´\0´ tem o valor 0 (zero) decimal.&nota[i]). Exemplo: /* Calcula a media de 6 notas*/ void main() { int nota[5]. i++) { printf (“Digite a nota %d = “. } media = soma/5. printf(“A media da classe é = %. O caractere null é a única maneira que as funções possuem para reconhecer onde é o final de uma string. i <= 4. isto é. Cada caractere de uma string ocupa 1 byte de memória e o ultimo caractere é sempre ´\0´(null). soma +=nota[i]. Lendo uma string Para ler uma string necessitamos de 2 passos. A diferença entre a função scanf() e gest() é que a scanf() quando encontra um espaço em branco ela assume automaticamente com um caractere null (´\0´) e grava na próxima posição de memória. soma=0. Mas a diferença entre um vetor do tipo numérico e do tipo caractere.media). Pg 74 MVB . I. float media. uma para armazenar espaço na memória e usar uma função para sua entrada. para armazenar um conjunto de caractere. podendo ser inteiros (int) ou real (float). Podemos usar a função scanf() ou gets(). é que o vetor do tipo caractere é terminado pelo caractere null (´\0´). Isto não é o mesmo que o valor decimal do caractere 0.Mecatrônica .501 Vetores Numéricos São utilizados para armazenar números. for (i=0. scanf (“%d”. i+1). Neste caso é necessário utilizar um vetor do tipo caractere (char).

501 Exemplo: void main() { char nome[15]. Mas temos a função puts() que é o complemento da função gets(). scanf(“%s”. puts(“Digite seu nome: “). %s. Escrevendo uma string Para escrevermos uma string podemos usar a função printf() como já foi visto anteriormente. gets(nome). nome). nome).: A função puts() pula de linha sozinha. Agora se substituirmos a linha de instrução do scanf(“%s”.: não utiliza o operador & para ler uma string. “). printf(“Digite seu nome: “). puts(nome). Se no programa anterior for digitado João Antonio como entrada teremos como saída apenas Olá. João Antonio OBS. Exemplo: void main() { char nome[15].”. obteremos a seguinte saída: Olá. } saída Digite seu nome: João Antonio Olá. Já que o nome do vetor é o endereço inicial.Mecatrônica Pg 75 . MVB . pois o scanf usa o espaço em branco para terminar a entrada. puts(“Olá. nome). pela função gest(nome). } OBS. João . João Antonio.Escola SENAI “Roberto Mange” . printf(“Olá.

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Pg 76 MVB .Mecatrônica .

A linguagem C foi projetada com funções eficientes e fáceis de usar.Mecatrônica Pg 77 . Em um único programa podem existir quantas funções forem necessárias e uma função pode chamar outra função.501 Funcões Conceito Funções dividem grandes tarefas de computação em tarefas menores.Escola SENAI “Roberto Mange” . Imagine que você tenha que calcular uma formula varias vezes dentro de um programa. é escrita apenas uma vez. e permite. Os comandos que nos utilizamos com printf(). gets(nome). } Saída Qual o seu nome : Carlos OLÁ. escreva(). getch(). scanf(). como vai %s”. ela deve vir depois da função main() e tem que ser declarada antes da abertura da chaves da função main(). } escreva() { printf (“OLÁ”). nos apenas chamamos a função e passamos parâmetro se necessário. que pessoas trabalhem sobre o que outras já fizeram. nome). ao invés de partir do nada. isto é. printf (“. As funções tem a mesma estrutura da função main(). a diferença é que a função pode ter qualquer nome seguido de parênteses e a função main() não pode ter outro nome. e quando necessário você apenas a chama. //protótipo da função escreva void main() { char nome[20]. se não houve-se a função você teria que escrever varias vezes a mesma formula. Uma das principais razões da utilização das funções é evitar que o programador tenha que escrever o mesmo código repetidas vezes. como vai Carlos MVB . sempre vai ter que existir a função main() em algum lugar do programa. Exemplo: Uma função para escrever OLÁ na tela escreva(). Mas com o uso da função. Então toda vez que criarmos uma função. etc são funções já definidas na linguagem C. printf (“qual o seu nome: “).

“. ocorrerá um erro de compilação. float area(). mas estas variáveis somente será reconhecida dentro da função. } Neste caso o comando return está passando o valor contido na variável total da função área para o programa que chamou a função e está atribuindo este valor para uma variável de mesmo nome do programa principal.2f mm .501 O programa começa a execução pela função main(). Uma você pode usar return para devolver um valor e retornar para a próxima instrução de código de chamada. Pg 78 MVB .: Apesar das variáveis terem o mesmo nome. O comando return tem duas funções. pois ela só existem na função que a declarou. printf (“ a área total do quadrado é de %. elas não são iguais.Escola SENAI “Roberto Mange” . isto acontece por que ela somente são conhecidas dentro da função que a declarou. Exemplo: Função para calcular a área de um quadrado. e quando encontra a chamada para função escreva(). se tentarmos usar as variáveis dentro da função main(). printf (“ Digite a medida do lado do quadrado em milímetro :”). void main() { float total. Dentro de uma função podemos declarar variáveis.Mecatrônica . E a outra pode ser usada para causar uma saída imediata da função na qual ele se encontra. } float area() { float lado. &lado). total = area().total). para serem utilizadas dentro da função. Retorno de valores As funções também podem retornar valor para os programas que a chamou. irá parar a execução da função e voltará para o código de chamada. total = lado * lado. isto é. return total. mas cada função retorna apenas um valor. scanf(“%f”. OBS. total. a execução passa para função chamada e quando termina a execução volta para a função main() de onde havia parado e continua a sua execução ate o final.

assim o valor da variável que chamou a função permanece inalterado. total1 = lado1 * lado1.total. a função pegará o endereço da variável que esta sendo passada e qualquer mudança na variável será gravada no endereço. scanf(“%f”. Desta maneira podemos retornar mais de um valor. } Passagem de parâmetro por referência Isto significa que quando chamamos uma função e passamos parâmetros. alterando o valor das variáveis passadas como parâmetro. &lado). a função somente irá pegar o valor da variável que esta sendo passada e armazenados em uma nova variável. “. isto é. total = area(lado).Mecatrônica Pg 79 . assim o valor da variável que chamou a função será alterado. Neste caso o parâmetro da função ( variável ) vem precedido por um asterisco. Já que a função retorna apenas um valor.Escola SENAI “Roberto Mange” . void main() { float lado. printf (“ a área total do quadrado é de %.501 Passagem de parâmetro por valor Isto significa que quando chamamos uma função e passamos parâmetros. float area (float lado1). return total1. MVB . Exemplo: Função para calcular a área de um quadrado. por causa disso ocorre a alteração do valor da variável. neste caso ele aponta para o endereço da variável que foi passada.2f mm .total). printf (“ Digite a medida do lado do quadrado em milímetro :”). isto é . pois a função grava o valor em outro endereço memória. ele é um ponteiro. } float area (float lado1) { float total1.

2f mm . “. &lado). printf (“ Digite a medida do lado do quadrado em milímetro :”). float*total1) { *total1 = lado1 * lado1. void area (float *lado1.total. } Pg 80 MVB .Mecatrônica .lado. area(lado.total).Escola SENAI “Roberto Mange” .2fmm possui uma área total de %. void main() { float lado. float *total1).&total). } void area (float lado1.501 Exemplo: Função para calcular a área de um quadrado. scanf(“%f”. printf (“ O quadrado com lado de %.

Pega o valor absoluto de um número decimal <Math.Copia uma string para uma variável <String. PUTC . MVB .Compara duas strings <String.Aloca a memória principal (usado com arquivo) <Alloc. STRCHR .h>.h>.Concatena üunta) duas strings <String. GETCHAR .Escreve um caracter (dado) formatado <Stdio. FLOOR -Arredonda o número para baixo <Math. POW . ISASCII.h>.Lê um caracter e não mostra ele na tela <Conio.Aloca a memória principal <Alloc. RANDOMIZE .Limpa a tela <Stdio:h>. SLEEP .Escola SENAI “Roberto Mange” .h>.Fecha um arquivo <Stdio. Muda a cor do texto na unidade gráfica <Graphics>. CEIL . PRINTF . return. ISUPPER .Ajusta a cor do desenho. DELAY .h>.h> GETCHE . SOUND .h>.Espera um tempo determinado <Stdio.Escreve na tela no modo gráfico <Graphics>.h>. EOF . TEXTCOLOR . STRCOPY . SYSTEM . CALLOC . GETS . MALLOC .h>.Escreve um caracter na tela <Stdio.Termina o programa <StdHb. GETCH .Verifica e retorna verdadeiro se o caracter é maiúsculo <Ctype.h>.Arredonda o número para cima <Math.Verifica e retorna verdadeiro se o caracter for um digito entre zero e nove <Ctype. FOPEN . PUTCHAR . ISLOWER .h>.h>. FSEEK . FREE .h>. ITOA . OPEN .Verifica e retorna falso se o caracter for em branco.h>.Permite a saída de dados via monitor <Stdio.Posiciona o cursor na tela <Conio.h>.h>. REALLOC .. EXIT .h>.Emite som com uma frequência especificada <Dos.Lê uma string <Stdio. SETCOLOR .Suspende a execução de um programa por um tempo determinado <Dos. FSCANF .h>.Verifica se foi pressionada alguma tecla <Conio. GOTOXY .Lê um caracter (dado) formatado <Stdio.Compara dois valores para verificar qual é o menor <Stdio.h>.Seleciona uma nova cor para os caracteres no modo texto <Conio.h>.h>.h>. TEXTBACKGROUND .h>. PUTS .Pega a posição atual do ponteiro de arquivo <Io.Sai para o DOS mas mantém a volta na memória (DOS SHELL) <Dos.Abre um arquivo <Stdio.h>. OUTTEXT .Retorna x elevado a potência y <Math. ISALPHA .Verifica se é fim de arquivo <to.h>.Mecatrônica Pg 81 ..Seleciona uma nova cor de fundo para o texto <Graphics>.h>.h>.h>.h>. KEEP .h>.Lê um caracter e mostra ele na tela <Conio.h>. FCLOSE . KBHIT .h>.h>. STRCMP .h>.h>.h>. <Stdlib. STRCAT .Verifica se o caracter pertence a tabela Ascii <Ctype. RAND . SCANF .h>. STRLEN . MIN .Abre um arquivo <Io. ISDIGIT .Verifica e retorna verdadeiro se o caracter é um símbolo alfanumérico <Ctype.Posiciona o ponteiro em algum lugar do seu arquivo (registro) <Stdio.Executa um comando do MS-DOS <Stdlib. ISSPACE . tab ao final de uma linha<Ctype.501 Apêndice ABS .h>. CLRSCR .Inicializa o gerador de números randômicos (aleatórios) <Stdlib.Converte um número decimal inteiro em string <Math.h>.h>.Exibe o conteúdo de uma variável e uma string entre aspas (=printf) <Stdio.Libera um espaço de memória <Stdlib.h>.h>.h>.h>.Escreve um caracter Ascii na tela <Stdio.Converte uma strmg para integer (intewo) <Stdlib.Guarda dados formatados em um arquivo <Stdio.Gerador de números randômicos (número aleatório) <Stdlib.Posiciona o ponteiro na primeira posição da string <String. TEEL .Aloca parte da memória principal (usado com arquivo) <Stdlib.h>.h>.h>.h>.Permite a entrada de dados via teclado <Stdio. PUTCH . h>.Verifica se o caracter é minúsculo <Ctype. ATOI.h>.Retorna o comprimento da string <String.h>.

Abre um arquivo binário "temporário" <Stdio. h>. TEXTMODE .Converte os caracteres em maiúsculo <Ctype.Escreve num arquivo <10.Fornece a posição horizontal do cursar dentro da janela <Conio. WINDOW . Pg 82 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” . WRITE .Traduz caracteres para o formato Ascii <Ctype.h>. WHEREX .h>.Mecatrônica .Coloca a tela no modo texto <Conio.Define a janela ativa no modo texto <Conio. WHEREY . TOASCII. TIME . TOLOWER .h>.Converte os caracteres em minúsculo <Ctype.h>.Retorna a altura de uma string em pixeis <Graphics>.h>.Fornece a posição vertical do cursar dentro da janela <Conio.h>.h>.501 TEXTHEIGHT .Pega do sistema a hora do dia <Time. TMPFILE . TOUPPER .h>.h>.

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Faça as conversões que se pede Decimal para Binário 10 = 20 = 35 = 148 = 255 = 231 = 127 = 101 = 55 = 88 = 14 = 109 = 51 = 73 = 125 = 111001011010 = 111111010000 = 10110110101 = 01010101111011 = 001101001110111 = 11101111110101 = 01110001 = 00010010 = 01101010 = 351 = 128 = 401 = 63 = 15B = 33D = 23 = 144 = Decimal para Hexadecimal 15 = 203 = 25 = 105 = 121 = 97 = Decimal para Octal 33 = 92 = 101 = Binário para Octal 010011110 = 110101000110 = 01011100110 = Binário para Hexadecimal 0011010111010011 = 1011011011110010 = 1111011011100011 = Binário para Decimal 01110101 = 01001011 = 11010100 = Hexadecimal para Decimal 19F = 21A = Octal para Decimal 301 = 105 = 45 = 231 = 137 = MVB .Mecatrônica Pg 83 .

4-Faça um Flux/Port que calcule a área de uma circunferência de 62 mm de diâmetro. 6-Faça um Flux/Port que leia a altura de duas pessoas (A e B) e verifique qual é a maior e exiba com uma mensagem da maior. e calcule quantos litros foram gastos e quanto gastou em dinheiro. 10-Faça um programa que leia o salário e o reajuste em % e calcule o novo salário.Mecatrônica . se for ímpar exiba o número elevado ao quadrado. se estiver entre 20 a 30 escreva “Tempo Instável” e se for menor que 20 escreva “Tempo bom para dormir”. 3-Faça um Flux/Port que leia a sua idade e mostre-a na tela. Ex: “A é maior que B” 7-Faça um Flux/Port que permita a entrada da temperatura em Celsius. Se a temperatura em Celsius for maior ou igual a 30 graus exiba “Tempo bom para praia”. Calcule o total de pontos obtido e a porcentagem de aproveitamento em relação ao total de pontos disputados. Área = π * r2 5-Faça um Flux/Port que leia duas notas e mostre a media aritmética. Se for par exiba também a raiz quadrada do mesmo.Escola SENAI “Roberto Mange” . 2-Faça um Flux/Port que some dois valores interios e mostre seu resultado na tela. sendo que o veiculo faz 13 KM/litro. 12-Faça um Flux/Port que permita a entrada de um número qualquer e exiba se este número é par ou ímpar. 9-Faça um Flux/Port que leia as medidas dos lados de um retângulo e calcule sua área. Pg 84 MVB . calcule e exiba as temperaturas em kelvin e em fahrenheit. 11-Faça um Flux/Port que leia quantas partidas foram disputadas por um time. quantas vitórias e quantos empates ele conseguiu.501 1-Faça um Flux/Port que mostre seu nome na tela. F = 9 * C + 160 5 8-Faça um Flux/Port que leia distancia percorrida e valor do litro de combustível.

cada lado tem que ser menor que a soma dos outros dois lados.501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ 1. OBS 2 . a) Elaborar um programa que leia os 3 lados em mm de um triangulo e verifique se é um triângulo eqüilátero . isósceles 2 lados iguais e um diferente. isóscele ou escaleno e se realmente é possível formar um triangulo com os valores fornecidos. MVB .: Verifique se os lados fornecidos formam um triangulo. escaleno 3 lados diferentes.Faça um fluxograma e um português estruturado para o seguinte problema.Mecatrônica Pg 85 . OBS 1 .: eqüilátero 3 lados iguais. isto é.Escola SENAI “Roberto Mange” .

501 Pg 86 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .

Somente terminará a execução. só que a quantidade de alunos e a quantidade de avaliações que cada classe tem pode ser diferente da outra classe.Escola SENAI “Roberto Mange” . Saída de dados: Aluno Nº 1 média = 7 Aluno Nº 2 média = 8 Aluno Nº 3 média = 6 Aluno Nº 4 média = 4 Aluno Nº 5 média = 10 Media da Classe = 7 MVB . quando a funcionária não tiver mais nenhuma classe para ser calculada a media.Mecatrônica Pg 87 .501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ 1. A funcionária de uma escola está necessitando que seja desenvolvido um programa (software) que calcule a media de uma classe e de cada aluno desta classe. Exemplo de entrada de dados: Uma classe tem 30 alunos e cada aluno fez 3 avaliações. e outra classe tem 28 alunos e cada aluno fez 4 avaliações.Faça um fluxograma e um português estruturado para o seguinte problema.

501 Pg 88 MVB .Mecatrônica .Escola SENAI “Roberto Mange” .

Escola SENAI “Roberto Mange” .Faça um fluxograma e um português estruturado para uma situação qualquer que utilize estrutura de repetição e de decisão. MVB .501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ 1.Mecatrônica Pg 89 .

501 Pg 90 MVB .Mecatrônica .Escola SENAI “Roberto Mange” .

só que a quantidade de alunos e a quantidade de avaliações que cada classe tem pode ser diferente de outra classe.Escola SENAI “Roberto Mange” . isóscele ou escaleno e se realmente é possível formar um triangulo com os valores fornecidos. isósceles 2 lados iguais e um diferente.Mecatrônica Pg 91 . Exemplo de entrada de dados: Uma classe tem 30 alunos e cada aluno fez 3 avaliações.: Verifique se os lados fornecidos formam um triangulo. b) A secretaria de uma escola está necessitando que seja desenvolvido um programa (software) que calcule a media de uma classe e de cada aluno desta classe.: eqüilátero 3 lados iguais. Saída de dados: Aluno Nº 1 média = 7 Aluno Nº 2 média = 8 Aluno Nº 3 média = 6 Aluno Nº 4 média = 4 Aluno Nº 5 média = 10 Media da Classe = 7 MVB . OBS 1 . isto é. e outra classe tem 28 alunos e cada aluno fez 4 avaliações. OBS 2 . Somente terminará a execução. quando a funcionária da secretaria não tiver mais nenhuma classe para ser calculada a media. escaleno 3 lados diferentes. cada lado tem que ser menor que a soma dos outros dois lados.501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ Faça um programa em C++ para cada situação a) Elaborar um programa que leia os 3 lados em mm de um triangulo e verifique se é um triângulo eqüilátero.

501 Pg 92 MVB .Escola SENAI “Roberto Mange” .Mecatrônica .

501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ 1).Mecatrônica Pg 93 . MVB .Faça um programa em linguagem C++ para ordenar um vetor numérico de 5 posições em ordem crescente após a entrada de dados fornecida pelo usuário em qualquer ordem.Escola SENAI “Roberto Mange” .

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Pg 94 MVB .Mecatrônica .

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501
Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___

1)- Faça um programa em linguagem C++ para ler um vetor de caracteres de 30 posições e grave em um novo vetor de mesmo tamanho os caracteres de trás para frente e mostre este novo vetor utilizando a função puts() e também a quantidade de posições ocupadas neste vetor.

MVB - Mecatrônica

Pg 95

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501

Pg 96

MVB - Mecatrônica

Escola SENAI “Roberto Mange” - 501
Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___

1)- Faça um programa em linguagem C++ para calcular a raiz quadrada de um numero e calcular o valor deste numero elevado ao cubo. OBS.: 1- Fazer uma função para cria a tela de entrada e saída de dados. 2- Fazer uma função que retorna o valor da raiz quadrada. 3- Fazer uma função que retorna o valor por referência do nº elevado ao cubo.

MVB - Mecatrônica

Pg 97

Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Pg 98 MVB .Mecatrônica .

Mecatrônica Pg 99 .Área da coroa 4. 1: As grandezas serão o menu principal. 2: Se o usuário quiser calcular a área da coroa e se não tiver sido feito o calculo da haste ou da coroa por exemplo. deve ser dada uma mensagem que falta calcular a área da haste ou a área do embolo. 1. Isto vale para outras situações que necessitem de um calculo anterior.Faça um programa para calcular as grandezas citadas abaixo.Forca de retorno teórico 6.Forca de avanço efetivo 7.Forca de avanço teórico 5.Escola SENAI “Roberto Mange” .501 Nome: _____________________________________Nº __________Data ___/___/___ 1). 3: Utilizar a função switch – case para tratar a opção do usuário referente ao menu principal MVB .Forca de retorno efetivo 8. tendo como entrada de dados as dimensões de um cilindro e condições de trabalho. OBS. OBS. e cada grandeza deve ser uma função especifica.Área do embolo 3.Área da haste 2.Zera todos os valores 9.Fim OBS.