PADRE FERNANDO AUGUSTO DA SILVA

Dos Arq~icóliigosPnitiigiicses

1834 EDI~ÃO DO AUTOR FUNÇHAL

Trahallios Iiistóricos do autor:
Elucidíirio Rlatleire~ise--2 gr. vnl. iI)e c c i i , i l ~ ~ ~ i ~ ; i cíiiii~ C:irlos .Azevctlo cle ,\lciiczes) q,lr

IJaroqiiin de Santo Antonio da Ilha da Madeira-1

vol. opusc~ilo.
gi.. voi.

A Lombada dos Esnieraldos na Ilha da Madeira-Uiii

Dicioriíirio Corogrkfico do Arquipélago da Madeira-1

NO P R E L O :
X Diocese do Furiclial-(S~il~sitlios lxii.:~ s ~ i liistóiiri) a ~i
--

EM P R E P A R A Ç Ã B :
ri

Antiga Escola Médico-Cirurgica do Fuiiclial-(ik\oiiograFia

Iiistóric~i)

COMPOSTO E IMPRESSO N A S OFICINAS
DO UDIÁRIO DA M A D E ~ A Y , AVENIDA

DO DR. ANTÓNIO J O S ~D E A1,MDIDA

FUNCIIAL

Abegoaria. Sitio povoado (L?) d:i fregiiesi:i d o Caiiiço, qLie ~ibrarige44 Fogos coni 252 liabi tarites. Wùoharas (PLcodas). Fica esta

clcvnç9o inontrinliosa (1453 meti.os de riltitiide) no sitio do riicsiiio tiome da freguesia da Cainaclia. Abra (Enseada e Porto da). No litoral-sul d a Ponta de São Louienso, cntre a s poiitas da Abra e do Furado, encontra-se

I

a Enseada da Abra, que de todas as pequenas enseadas da Madeira é a mais ampla e de lllaior reentrancia, fori~iandouma baía relat;varnente espaçosa. No periodo d o governo pornbalii~o projectou-se construir nessa enseada LIIIIporto militar e respectivo arsenal, e iio primeiro quartel do século passado tambem se agitou a ideia de estabelecer ali um pequeno porto de abrigo. Além duma praia o ~ iCalhau,
nos Sifios Povoados. Notaremoç ainda qiie os Sitios Povoados, aqiii referidos, são os niesnios que veem iiiencionados no .Censo da Popula30 de Portugal* do ano de 1911» !parte rr pg. 372-378), cujos nomes foraiii, por sua vez, integralmente extraídos dos Rois dos Paroguiatios, existentes eni todos os arquivos das igreias paróqiiias da Madeira. Foi tambem êsse volume do #Censo da Popitlação~,que rios forneceu o nuiriero dos fogos e habitantes referente a cnd:i Sifio Povondo.

((I) Nas p~iblfcações oficiais respeitaiites a o Ceriso da População, :icliani-se a s Paibqiiias clivididas eiii PovoaçBes, correspondeiido estas ;iproxiiiiadaiiiente a s qiie nêste aDieioiiHrio~~i a i i i ~ ~ ~Silios ~ o v o n d o s , el ~ios ;icoiiiodando-nos assim a nianeirt? rnais coniiiiii conio tieste arqiiip6lago s8o desigiind:is a s diversas povoações. Indicarnos coni os simples 110incs d e Sitio ou Lugar o s peqltynos povoridos ou locais d e restrita area, qlie iiiereçaiii ser niencionados por qiinlqiier circunstaiicia nprecinvel, ficíriido cstes seiiipro ci~corporados

ABRA

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ACI IAUA

existe ali uni cais de desenibarqiie, de propriedade partictilar. Abra (Ponta da). Pequena salieiicia da costa inaritinia, na Ponta de Sáo Lourenço, que limita a etiseada cia Abra pelo laclo de oeste. Abra. Sitio que toriicja c doiiiina com picos elevados a enseada da Abra, na Ponta de S i o Loureiiqo. Acliada. Esta palavra arcaica (chada ou chaada), que significava iiriia pequena chá ou plaiiicie, geralmente entre terrenos acidentados, deu, por semeIhatiqa, o nonie ;i muitos sitios e lugares deste arq~iipelago, que ainda act~ialmeiiteo conservaiii, sendo apenas usado em accpçio topoilimicri. (V. Achada de.. .). Achada. Pequeno plaiialto da freguesia da Camacha, nas proximidades da Igreja í->aroquial, em cujo periiiietro se encontram uma torre isolada com seu relogio e uma capela da invocação de São Joçé, construida lia poucos anos. E logar pitoresco e bastante frequentado pelas pessoas que visitam aquela freguesia. Noutro teinpo era inuito conhecido entre os estrangeiros pelo nome de Jogo da Bola e servia para diversos jogos desportivos. Dá acesso a aprasivel e antiga quinta Grabharn, em que se acha instalado o Iiotel da localidade. Achada. Sítio povoado da fre-

guesia do Arco da Callieta. 18 fogos e 120 Iiabitantes. Achada. Sitio povoado da fieguesia d a Boaventura, que tainbern e coiiliecido pelo nome d e Sitio da Igreja. Nele ficam a Igreja Paroquial c duas escblas oficiais de ensino primário, titna para cada sexo. Taiiibeiii ali s e e~ico~itraiii instalndus o Posto do Registo Civil, a Estação Postal e a Cabine Teiefbriíca. Dentro da área deste sitio, no lugar que clianiam o Pico, acha-se o Ceiiiitério Paroquial. Tem 29 fogos e 103 Iiabitatites. Achada. Sitio povoado e pitoresco da fregiiesia do Cainpanário. 13 f. e 64 li. Achada. Sitio povoado d a frcguesia do Ciirral das Freiras. 27 f. e 133. li. Acltiada. Sitio povoado c121 frcguesia do Porti) da Cruz. 41 f. e 218 h. Achada. Sitio povoado d a fieguesia da Ribeira Bríiva. 24 f. e 134 fi. Aclinda. Sitio povoado d a frcguesia de São Roque do Futichal. Funciona ali nina esciila priinária oricial d o sexo inasuilino. 130 f. e 452 li. Achada (Gatila). V. Achadcl dc Baixo e Achada de Cinzcr. Aclaada (Caminlio da). E' conhecido por este nome o 1aiic;o de estrada que se prolonga desde o alto da Calçada c10 Pico, lia fregiiesia de São Pedro, até o começo do sítio do Muro da

Coeltia, na frcgiiesia d c Sáo RoAchada de Cinia. Sitio povoaque. Nri l7sinieira delas eiicoiitni- do e pitoresco dzt treg. de Gauia. se Lima escola feminina oficial 50 f. e 250 li. V. Acf~~rtln de de etisino eleiiientar, e outra na Baixo. seg~iiida, para 0 Sexo liiasciilino. Aclrada da Cri~z.Sitio povoaAcliada d e Aritbilio Teixeiríi. do da freg. cle Santana. 25 f. e Sitio povoado íla f s ~ g .cie São 108 li. Jorge, oiidc se acha iiistnlndo o Acliada da Felpa. Sitio da Posto do Registo Civil. 5 f. e 1 1 li. Tseg. de São Jorge. Acliada (10s Aparicios. S i t i o Achada das Foles. Sitio tia povoado da Frcg. da Serra de seira da freg. do Estreito de Agua. 8 f. e 36 li. Cainara de Lobos. Adiada da Arrcrda. Sitio poAcIiada do Folhadal, Sitio povoado da freg. d a s Acliadas da voado da freg, de çáo R~~~~ Cruz. 22 f. C 90 li. do Faial. 17 f. e 91 h. Achada d e Baixo* Sitio V O Achada do Gil. Sitio da firg. voado e bastaiite pitoresco da 'ia Cailiatlia, freg. de G aiila, onde funcioiia Lima escola oficial de instrii~ão povuiido e do Grainacl,o, Sitio pitoresco da freg. de priliiiria do sexo feminino. 70 f. s ~ ~ ~ e ~ ~ , ~ ~ F, e 350 li. Este sitio e coiijoritanchada sitio pavoalnente Ac'lnd<i '*e Cin'fl do da freg. de Boaventura. I0 f. constituei-i~ o sitio coiiliecido e 27 pelo iioine d e Achada d e Gaiila. Achada Graride. Lugar da Achada do Barro. Sitio povoado da freg. do Sarzto da freg. do Monte, que fica entre Serra, pertencente ao concelho os sitios do Arrebentão e da Fonte das Moças. de Santa Crtiz. 26 f. e 126 h. Achada Grande. Sitio povoaAchada do Boieiro, Lugar do sitio povoado d o s Terreiros, na do da frege de São Jorge, em que se encontra a Igreja Parofreguesia d o Campanário. , Achada da Garramaaicha. Sitio quial. 32 f , e I 44 h Achada dos Jiideus. Sitio popitoresco da freg. dos Canhas. Achada do Carvão. Sitio da voado da freg. de São Vicente. 48 f. e 201 11. freg. d o Curral d a s Freiras. Achada da Lagoa. Sitio da Aofiada do Castaniheiro. Sitio povoado d a fseg. da Roaven- serra da freg. da Ribeira da Jat1e1a. ttira. 24 f, e 101 11. Achada e Levada do Poiso. Achada do Castro. Sitio povoado da freg. d a s Achadas da Sitio povoado da fregl dos Cai~lias,33 f, e 129 li, Csitz, 14 f. e 70 li,

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ALIIADA DO LINIIO Acliada do Lizaho. Sitio d a

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ACHADAS DA

CRUZ

povoado d a fscg. d e Santaiia, qtie toi~iouo nornc duin antigo Achada da Madeira. Sitio po- colonisador, quc ali teve terras voado da freg. da Boavetittira. I d e ses~iiaria.12 f. e 59 li. I 7 f. e 26 li. Achada do Til. Sitio povoado Achada do i~argiacs. Sitio po- d a freg. de São Viceiite. 47 F. voado da freg. d e Sáo Jorge. e 217 h. 20 f. e 82 h. Achada da Vigia. Sitio d a freg. Achada do Moledo. Sitio po- d e SL?o Jorge, prOsimo d a costa voado da freg. d a Boaventura. maritiina. 6 f. e 15 h. Achada do Viiuihntico, sitio da Achada (10 Morelio. Sitio pofreg. de Santaiia. voado da freg. d e Saiitn Cruz. Achadas. Sitio da freg. do Achada do Paaxipllar. Sitio poPorto d o Moniz. voado da freg. d e Santana. 10 f. e 34 h. Achadas rla Cruz (Fregrresir Achada do Pata d e BastPBo. Si- das). A pasdqtiia d o Poito da tio povoado da freg. d e Sáo Ro- Cruz, a leste, e a das Acliadas que d o Faial. 26 f. e 130 li. V. d a Cruz, a oeste, coristiltieiii os dois pontos extremos d a costaParr dc Bnsficlo. fic;i Achada do Pereira. Sitio po- norte da Madeira. Esta ~iltiiiia voado da freg. d a Boave~it~ira.entravada entre as paroq~iias 8 f. e 40 h. d a Ponta d o Paigo e d o Porto Achada do Pico. Sitio povoa- d o Moniz, e o seu litoral seiido da freg. d e S ã o Jorge. 8 f. sivelme~ite eq~iidistatite a s Pond c 31 h. tas d o Pasgo e d o Tristão. ConAchada do Poiso. Sitio lia Fina ao norte com a Ribeira do serra da freg. d o Ciirral das Tristão, que a separa d a fregueFreiras. sia d o Porto d o Moiiiz, a o stil que a Achada da Rocliia. Sitio PO- com a Ribeira d a CSLIZ, voado da freg. d e Gaula. l~ f. limita da paroq~iiad a Ponta do c 88 11. Pargo, a leste com as serras da Achada de Santo Aiitónio. Si- freguesia d o Porto d o Moniz, e tio povoado e bastante pitoresco a oeste com o oceano. O seii da freg. d e Saritaila, eiii que s e orago t. Iúossa Senliora clo Liencontra uina capela dedicada vratiiento, achalido-se a Igreja a Santo Antóiiio, q u e foi coiis- Paroquial tio sitio cliaiiiado cla truída por meados do século XVI Igreja. Pertence ao Coiicellio do e reedificada n o a n o d e 1730. Porto d o Moiiiz e a Comarca cla 27 f. e 109 11. Ponta d o Sol, eslai-ido distanAchada de Siriião AZves. Sitio ciada da s i d e d o primciro nprufreg. da Boaventura.

xiiiladaiuente 8 quilometros (a) e da seg~itidacerca de 40 quilonietros, pela estrada da Ponta do Pargo, Fajá da Ovelha, etc. Divide-se nos seguintes sitios povoados: Pinheiro, Acliada da Arruda, Igreja, Cova, Loiiibo do Siniáo, Acliada de Castro e Terça. Outros sitios de ineiior iiilportancia : Qliebrada Nova, Quebrada CIO Negro, Fajã clas Malvas, Fajã Nova, Poiiiar VeIlio, Risco, Pico da Azeveda etc. Tem Caixa Postal iiistalada no sitio da Igreja. Não ha escilas oficiais, mantendo o respectivo paroco dois cursos de iristruçao primária, utn diurno e outro notiirrio, para crianças e adtiltos do sexo masculino. Pelo ilorte e pelo sul desta freguesia correm as ribeiras do Tristão e da C ~ L I Z , a separani das paróque quias confinantes. E' irrigada coin as levadas da Ribeira dos Moinlios, dos Lagos e do Pico da Arriida. Não tem porto de niar, iiias npeilas Lim pequeno Cnlhnu, de difícil acesso. A sua populaqão L: de 558 habitantes, vivendo em 135 fogos. São sitios pitorescos e de boas vistas o Pico das Mós, Cabeço do Faclio e Pico do Fogo. Acha-se cjulisi limitada h área desta freguesia

o cultivo duriia trepadeira, da familia das dioscoriaceas, conhecida pelo 11oine de norça, que produz uiil tuberculo muito usado na alimentação. Na. divisáo da Madeira eni duas capitatiías, feita logo tio começo d a colonisação, ficara111 os terrenos, que niais tarde formariam esta paroquia, perteliceiido B dotiatriría do Funchal. Garcia Gonçalves da Câiiiara, filho de João Goi1qalves Zargo, teve vastas terras de sesmaría por estas parageiis. Parece que i10 terceiro quartel do século XVI se constituiu ali o primeiro tiuclco cle populaçáo, tendo-se edificado por essa época a capela da Vera Cruz, onde potzcos anos depois se criou tim cura10 dependente da Colegiada da Calheta, que, eiii virtude do pequeno desenvolvimento do povoado, foi extinto no ai10 de 1577. O s habitantes deste lugar ficaram pertencendo ci paroquia da Ponta do Pargo e depois A do Porto do Moniz, atk que, estabelecendo-se uin curato nesta iiltiina freguesia 110 arro de 1676, ficou o respectivo ciira com a obrigação de residir lias Acliadas da Cruz, iiias tia inteira depetide~icia do paroco do Porto

distaiici;~~iiieiite pela iiicsiiiíi Corl)orac;iío Ad(a) 1';iríi O C;IICLIIO t l i ~ ~ refereritcs ;i eslr;idns, citiidas neste iiliiiistrativn rio afio d e 1908. O poiilo livro, viiiiios servir-rins clo o p i ~ s c ~ i l ofixado, ciii cada freglicsiri, para a .Mecliç,'in das Esti'iit1;is Kcacs da Ma- deterii!iiiaçZn das respectivas distandeira e Respectivos Kaiii:ics, ;i cargo cias, c iiproniiii:iiinii~e~~tc local ciii o !; l~iiita Ggr:il*, pliblic;ido oficinl- qiie se eiicoiitrri n Igrc,i;~P i \ l ' ~ ( i ~ i i \ ] . !L

ACHADAS DA CRUZ

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AG UA

do Moriiz. Foi somente ení 1848 vimentado desta paroquia. 22 f, que as Achadas ficara111 consti- 103 11, tuindo uma paróquia autonoma, Aqougue. Siiio povoado da desligat~do-seda subordii~ação freguesia do Seixal. 12 f. e 52. li. em que até então estivera cio Açougue Vellio. Sitio povoaPorto d o Moniz. A séde d a nova do da freg. dc Sc?o Jorge. Funparoquia itistalou-se na capela cionam neste sitio a Cabine Tede Nossa Senhora d o Livra- lefbnica e a Estaçáo Postal. 3 f, inento, edificada potico antes e 16 11. daquele alio. A peqlielia igreja Adega. Sitio povoado da frcg. foi muito betieficiada pelo ùedo Canipanário. 26 f. e 141 li. nemerito fillio desta freguesia o Agostinho (Ilhcu de). Sfin cometidador Maiiuel de Pontes Cantara, falecido nuiri naufragio, considerados coiiio prolongano ano de 1882, tias alturas do tilento da Ponta de Sáo LoliCabo Fitiisterra. No tnês de reriqo (V. este nome) os l y e s Novembro de 1909 deii à costa ilheus conhecidos. pelos iiomes iio litoral desta freguesia o de Agostiiiho, dos Dcsenibar<Yacht. Varunn, que conduzia cadouros e o cie Fora. O priii~eiio a seu bordo o milionirio tioite- P o que fica mais próximo da america110 Hiçgins, seu propric- Ponta propiiamentc dita e é titrio, tendo este sinistro ocor- dela separado por uin pcquetio rido coiri o inar eni plena cal- canal ou boqiieiráo. A seguir, encontra-se o Illieii dos Desiliaria. Acliadii~lia.Sitio povoado da enibarcadotiros (V. este noitie) e freg. d a Boaventura. 12 f. e 45 h. a este o Illieti dc FOra (V. cstc Achadiinlia. Sitio povoacl o da nonic). O de Agostinho i. o de freg. da Camaclia. 65 f. e 353 h. mais limitada Arca e o de mcAchaditiha. Sitio d a freg. de nos iinportancia dos ires illieiis adjacentes i Poiita de Sáo LouGaula. renço. Na baixa-mar C possivel Achaditiha. Sitio povoado da freg. d o Porto d a Cruz. i f. 44 li. a passagem n vau do estreito bo3 qlieiráo, que separa o pcc~iieiio Achadiiiha do Pico. Sitio Ilhc~ida refcrida Ponta. freg. de Gatila. Açougiie (Ribeiro do). Pecl~ieAgiia (Poliia da). Fica cstii 110 ciirso de Agua d a freg. do ponta oii salieiicia de costa sita Porto do Moniz, que deseniboca no litoral da [reg. de Câiiiara no oceano. de Lobos, nas proxiiiiiciades do Apougi~e. Sitio povoado da Cabo Ciirão, e equidistante da freg. da Ponta Delgada. E' o Fajá cios Patlrcs c da Fajã tlos ponto mais central c mais ino- As110s,

Agua de Alto. Sitio povoado d a freg. do Faial. 30 f. e 142 li. Agrra de ~ l t o .Sitio da freg. de São Vicente. Agiaagem (Baixa da). Baixio ou restinga que fica ao si11 clo Illieu dos Desernbarcadouros, próximo da Ponta de São Lourenço. Aguagenrn. Sitio da freg. de São Roque d o Faial. Água de Mel (Ribeiro de). Peqtieno ribeiro, que atravessa o sitio d o mesnio noine, na freguesia de São Roque, e vai lançar-se na margem esqaerda da ribeira de S. Joáo, no sitio da Penteada, d a paroquia de Santo Antonio. Agira de mel. Sítio povoado d a freg. de São Roque, que noutro tempo abrangia terrenos d a paroquia de Santo Antonio (V. Alamos). 39 f. e 199 h. Agata de Pena (Freguesirr de). Apcitada entre as paroquias cle Santa C ~ L IeZMacliico, C lirnitada a o norte por esta ~iltirnae pela d o Satito da Serra, ao sul pela d e Santa Cruz, a leste pelo oceano atlantico e a oeste pelas freguesias d e Saiita Cruz e do Santo d a Serra. Fíiz parte dos Coiicelhos d e Santa CSLIZ Mae cliico, perteiicendo ao primeiro o s sitios povoados da l'orrc e Ventrecha e ao segtindo os da Bemposta, Loiiibo, Lugarinlio, Igreja e Queiniada. Tem como orago a virgein e mastir romana Santa Beatriz, ficando a respectiva Igreja Paroquial no sitio

cliamado d a Igreja. Além deste templo, possui a capela d o Sagrado Coração de Jesus, n o sitio dos Cardais, fundada em 1907 pelo conego Heiirique Modesto de Betencourt, e a d e Nossa Seliliora d o Perpetuo Socorro, construida por Fraricisco de Freitas Correia, rio ano d e 1924, no sitio d a Qiieimada. A Caixa Postal e a Cabine Telefónica estão instaladas no sitio da Igreja, onde tarnbeni s e en; contra o Ceiiiiterio Paroquial. E aproxiinadamente de oito qtiilometros a distancia a que ficam as vilas de Saiita Cruz e Macliico, achando-se a parte mais central da frcguesia d e Agua d e Pena sensivelii~eiite equidistante daquelas cluas vilas e afastada cerca de 20 cluilometros da cidade do Funchal. Perteiice à coinarca de Santa CSLIZ aos e concell-ios cleste nome e a o d e Machico, como fica acima referido. Sendo baiiliada pelo niar nunia relativa extensão, te111 a servi-la iim peclueiio porto com Lirria praia de seixos rolados a que cliamain o Crrllzau do Seixo, situado na foz da ribeira d o inesmo nome. O s terrei~os desta paroquia são fertilisados pelas levadas do J~incal e Levada Nova d o Fttrado, que teeiii sua origem no iiorte d a ilhri, e ainda pelas levadas d o Moinho d a Serra, nascida n a freguesia d e Santa CSLIZ, Levada Nova, que encabeça ila ribeira cle Machico,

AGUA DE PENA

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nJtJIIA

e a do Lugarinlio, cujo criiidal dos mriis antigos povo:idorcs parte do sitio do ii1esi1io IIOIIIC, dcstc lugar, A patoqiiia foi cri:\dentro dos limites desta fregue- da etii 1560, terldo sido provasia. Atribui-lhe o Censo de 191 1 veltiicnte estabelecida ;I siia a populaçáo de 1147 habitantes, sCde nunia capela qiic jd ali a qual se eleva lioje a 1500, e porventura existia, ass~iiiiinclo apesar disso c da distancia n cntrío a clirccçáo dela o padre que se encotitt'a das paroq~iias Tomk Goiiies. A aiitigii igrejii circuilvizitilias, ri30 gosa do pat.otliiiíil, qiic clicgoii ;i tiiii beneficio de q~ialq~ier cscola adi:inlaclo estado dc riiiiin a poiitci de tcr abatido, foi iiileioficial. Segundo o historiador das raiiiciitc rccdificndn iio alio cle ilhas, no dia iniediato aquele 1745, tciitlo c111 hpocas si~liscem que os primeiros colonisa- qiieiltes sido 11cticfici:idn cciiii dores aportarairi a Macliico, fi- virias repar:iqóes. Silpriinirln zeram alguns deles u i i ~rápido esta ftcgiiesia etii 1855 c nrlrideseinbarque na pequena praia trariaiileiite rciiiiicl:i rio ciisato a que eiitáo derain o iioinc de do Santo da Serra, Foi de iiovu o Seixo e que actualmente faz restaurada ~ i niio d c 1948, coiiparte da freguesia dc Agua de scrvnndo ate o p i * c ~ c ~ i ac Stiii t Pena, teiido-se cssa denoinina- coinpletn aiitoiioiiiin civil c tcção estendido A siias iiiais pto- ligiosa. s ximas iiriediaqões e A r i l ~ i r a Agiia cie ~ o i i t o .Sitio pi toscsque ali corria perto. Pertci~ccu c o da frcg. do Scixal. íi antiga capitania c iiiuiiicipio Agiias Belas. Sitio l~ovo;iclo d e Macliico, nias cleles s e dcs- d a frcg. dc Santa Crtiz. 3 f. 25 li. inembroii c111 parte, cluando ein Agiras Doces. l'eciii cslc iioinc 1512 se criou a vila de Saiita uiua pecllicila praia c litoríil iliiiCruz, ficaiído então cncorporada ritiiiio, sitii;idos cnlre o Illicii d:i essa mesma parte tio 11ovo i i ~ r i - Pontiiilin c a f o z ilo IZiliciro nicipio estabelecido naq~ielc ano, scco. Não 6 bei1.i coiihecida a origcrii Agiias Maiisns. Sitio ( l ~ ifi4cg. do nome desta paroquia, tcii- cle Ciaiiia. (o-se afirmado que provbin clc Agiilha (Polita da). l? o poiito Agua de Penlia, qtie Liiiia cor- iiiais iiicridional rlo arq~iipklago rutela popi!lar tetilia traiisfor- cla Madeira. Pica iio cxtrciiio sul mado ein Agua de Pena. Diz d o Illieii do IJiigio, a mais nicFtutuoso que I-Ieririq~ie l'eixeira, ridioiinl das tres illias, que Forfilho de Trislão Vaz, priiiieiro niatzi o grripo das 1)escrtas. doiiatário de Machico, teve ali Ajiidti. Sitio povoatlo rla fteg. terras d c scsniari;~, seiido ti111 dc São Maitiiili«, L-; atr:ivcssnrlo

pcla cliainada Estrada Mon~i- Rartolomcu de SA Macliacio,
mental e tomou o noiiie d a ca- que coin o seu solar e terrenos pela d e Nossa Senhora da Ajuda anexos consti!uiam a sede d o que ali ex'ste, fundada por Fer- morgadío de Agua de Mel, que não Favila no primeiro quartel era uma das inais antigas iilstido século xvr, que nela fez a tuições viiiculares d a Madeira e séde d o niorgadío dos Piornais, de que foi ultiiiio representante por ele iiistituído. Esteve inter- o segriiido colide d o Carvallial. dita esta capela no alio de 1916, Neste sitio, onde cl~ainarno Til, tiias pouco tempo depois f ~ ihavia terras vinculadas, d a adrestituida ao exercício d o culto. miilisti-açáo directa duma fainiFtincionam neste sitio duas es- lia Velosa. 20 F. e 68 li. colas oficiais d e instruçáo priAleaide (Ribeiro do). Pequcmat-ia, sendo uma para cada no ribeiro da freg. d a Ponta d o sexo. 160. f. e 775 h. Pargo, que ciesagúa 110 oceano. Alagôa, Sitio do Ilheu do Aldeia. Sitio povoado dafreg. Bugio (Desertas), oncle se en- de Câmara de Lobos. 14 f. e contra uin desembarcadouro 86 h. ilaftiral, que facilita o acesso ao Aldeia da Bakzfia. V. Nova Aldeia. inesii~o Illieu. AZagôa. Sitio da freg. clo Aldoiaqa (Callinu e Porto da). Pequeno porto servido.por uma Caniço. Alagôa. Sitio povoado d a praia de curta exteiisáo, 110 lifreg. do Paiil do Allar. 1 1 f. e loraf da freg~ipsiad e Gaiila. 99 11. Aldoaça. Sitio povoado d a Alagòa. Sitio da freg. d o fieg. de Gaula, que eiitesta coiii P o i t o da Cr~iz. o Crrfhuu cio niesmf~noine. 16 f. Alagoias. Sitio povoacio cin e 79 li. freç. d o Arco de São Jorge. I6 f. Alecrins. Sitio povoado da 49 h. freg. de Santo Ant6iiio d o FunAlag6as. Pcq~ieii0 plaiiaíto clial, onde existi11 a capela d c sitrrado na serra do F'oiso, a Nossa Setihora da Q~iietaqão, pequetia distaiicia da respectiva edificada eiii 1670 por Lo~ireiiço cle Matos Coutinlio, que nela fez Casa de Abrigo. Alap6as. Sitio da Illia cio a sgdc d o iiiorgado chamado dos Alecrins, instituido no ano P o r t o Saiito. Ahnnos. Sitio povoado da cle 1677, scndo hoje sepresenfieg. d e Saiito Aiitbnio do F~in- tailte desta casa vinculada o dr. chal. Fica nele sitrrada a capela Rlii Betencourl da Cninara. 52 f. dc Nossa Senliora do Amparo, c 217 li. constrtiída no ano de 1698 por Alegria, Sitio povoado cta

freg. de São Roque d o Funclial. Encontra-se ali a capela de Nossa Senhora d a Alegria, fundada por Francisco d e Abreu, no ano d e 1609, que s e encorporou na casa Torre Bela, a qual ainda hoje pertence. 11 f. e 52 h. Algarvio. Sitio povoado da freg. de São Gonçalo. 1 l f. e 46 li. Alhendros. Sitio povoado da freg. do Faial. 10 f. e 42 li. Almagre (Porto do). Peqlietlo porto na costa-norte da ilha d o Porto Santo. Alpires. Sitio no extretlionorte da freguesia d e São Gonçalo, onde se encontra unia pcquena casa de abrigo, próxiino da esplatiada d a Levada da Serra. Altitudes. Diversas alturas a qlie algirns pontos deste arqiiipklago ficam acima d o ilivel do mar : Avenida-Clclade,. . . . . .. . Roclia d e São Loiiiciiço- Porto Santo.. . . . . Adro do Coiegio - Cidade. . . . . . . . .. .. . .. , , , . , , Ave. deJoão de Deus-C. Campo d e Migliel Bonibarda-C. . ... . . ... . . .. . Ponte Nova-C. ...., . ... . Igreja de São Pedro-C. Largo de São Pa~ilo-C. Começo da Rua d o Pina-C. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. Rua de Severiano Fçr-

raz-C.. . . , . . , , . , . . ,. . . , Igreja Paroquial d e São Vicente . ... .. .. . . ...... . . . Furil hão-Pequeno i1 heu próximo d o Ilheu Chão, nas Desertas ........ .... Fabrica d o Torrcáo-C. Calçada d o Pico (Quinta das Cruzes)-C. ... Conic$o d o Caminlio d o Monte (Antiga Igreja da 1ncarnaçáo)-C, . . . Igreja d e Santa Luzia-C. Entrada d o Lazareto-C. QuititaVale Paraiso (Torrin1ia)-C.. ...... ....... Igreja de São João-C. Illicu da Fonte cla Areia -130rto Santo. . . . .. . . Illieu Chão--Desertas,. , Illieu de FOra - Porto Saii to . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. Quinta d o DcscatisoSanta Luzia-C. ...... Ribeiro Seco-C;iiniiilio de S. Martinlio . ...... Cainiiilio da Acliada -. I ~ C C O o r~íiiol-C.. . . d Paiol-C. ... . . . . .. . . . . . . . .. Illicii de F0ra-I'oiitn de S. Lo~ireiiço. ......... Illic~i das Ceilo~iras Porto Santo ..........., Illieii de Cima- Porto Santo . . .. . .. .. . . . . . . . . .. Criiz d o Cnrvallio-- C.. . . Capela da Piedade-Caniçal.. .. . .. . . . . . . . . , , ., , , Ilheu de Ferro - Porto Santo . .. . . ... .. .. . . . . .. Ribeiro Seco, no C:iiiii-

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ALTITUDES

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AAIOKEIRAS

Pico das Aboboras-Serra da Camacha ...... 1453111 Boca das Torrinlins Entre o Curral das Freiras e a Boavent~ira1454 Pico do Poço da NeveNão inuito longe d o Pico do Areeiro ...... 1478 Casa Queimada - Patil da Serra ............... 1543 Pico da Fonte d o Norte -Paul d a Serra.. .... 1546 Pico da Fonte da BicaPaul da Sera.. ....... 1565 Paul da Serra (ii16dia). .. 1580 Pico dos Esfanqiiitihos -No Paul da Serra, não longe da Casa de de Abrigo ............1588 Pico Ruivo do Par11 da Serra .................... 1587 Pico Grande - Na serra da Serra de Agua.. . 1643 Pico do Ca~icirio Não iii~iitoafastado do Pico Ruivo.. ............. 1661 Pico do Cidrão - Ao sul c não distante do Pico das Torrinhas ... 1676 Pico de Santo AntónioPerto do Curral das Freiras .................. 1739 Ctitiieada AI ta-Próximo ......... 1768 cio Pico jt?~livo Pico do Ateeíro - Não longe e a leste d o Pico do Cidrão ...... 1796 Pico das Torrinlías Proxi1110 d ó Pico Ruivo ..................1840

mtiito afastacio do Pico Ruivo ............ 18481~1 Pico Ruivo.. ................ 1861 Alto (Pico). Fica esta eininencia na freg. d o Campanário. Alto (Pico). Hh com este noiile uma elevação montanhosa na freg. d a Ponta d o Pargo.
Alvinos ou Serra de Alviiios.

Pico das Torres - Não

Sitio da freg. da Boaventura, cejo nome é corrutela de Alvaro Enes, ficando próximo ria foz e na margem esquerda da ribeira do Porco, tambem chamada da Boaventura. Ame~~doeira (Pico da) Esta elevação orogratica, donde se disfruta Liin belo panorama,achas e situada na freguesia da Ponta do Sol, naLombada dos Esmeraldos, não muito distante da capela e casa solarenga dos aiitigos condes d o Carvalhal. Arnetade (IIIieu de). V. Vernzelho (Ilheu). Anioreira 011 Miirteira. Sitio povoado da freg. da Ribeira Brava. 23 f. e 99 h. Amoreira (CcZmpanário). V. F~rr~zasAmoreira. e Amoreiras (Caniço). V. Serrnltznl e Amoreirns. Amoreiras. Sitio povoado da freg. d o Arco da Calheta, em qiie se encontrani a Igreja Paroquial e a Capela de Nossa Senhora da Conceição, ftindada pelo paroco José Marcelino de Freitas no ano de 1911, Neste sitio já existiu, em outro tempo, uma captla, tarnbetiz da invacaçáo

de Nossa Senliora cla Conceiçáo, constrtiida por Isabel de Abreu, nos priiicipios do século xvr. 68 f. e 327 li. Amoreiras. Sitio da freg. da Camach a. Anipara. Sitio da freg. de Macliico. Amparo. Sitio povoado da freg. da Ponta do Pargo e nele se acha a Capela de Nossa Senliora do Amparo, que deti o iiome ao lugar, sendo a respectiva festa patronal inuito concorrida pelos povos das fregiiesias circumvizinhas. 72 f. e 218 11. Amparo. Sitio povoado da freg. de Sáo Martinho. Ali se encontra a Capela de Nossa do Amparo, pertença do niorgadio da família Sauvaire, que foi edificada, no ano de 1712, por Luiza de Mendonça. 76 f. e 323 h. Ana Ferreira (Pico de). Pico da Illia do Porto Santo com 278 metros de altitude, ficando na região meridioiial da ilha, para o lado de sul-sueste. Anjos (Porto dos). 'Pequeno porto no sitio deste nome. Anjos. Sitio povoado, de notavel fertilidade, d a freg. dos Canhas, que coiistitui a costa maritima desta paroquia, A Capela de Nossa Senhora dos Anjos, de que o sitio tomou o nome, foi construida, segundo uns, por Martim Afonso, em 1508, e, confortne outros, por D. Beatriz, tiitora de seu fillio, n grclo-inestre da Ordem de

(

Cristo, pelos aiios cle 1474. A respectiva iinageiii foi rioutros tempos objecto de grande vciieracáo, consagrando-lhe Fr. Agostinlio de Santa Maria um capitulo no vol. x do seu Snnturrria Mariano. Martiin Afonso instittiiu ali uni niorgadio nos priiicipios do século xvr. Apresenitaqão (Ribeira Brava), V. Lonzbo dir Aprc~e1ztnç60. Arciprestadas. A Diocese do Fuiichal foi lia poucos anos dividida em quatro arciprestados ou griipos de paroquias, para o efeito da sua adrninistiação eclesiastica. São eles : u d o Funclial, que compreende as freguesias dos concellios d o Futlclial, Cainara de Lobos, Ribeira Brava e Porto Saiito ; o d a CaIheta, abi4arigendo as par6qtiias dos coticelhos da Calheta e d a Ponta do Sol ; o d e Si111tíl CILIZ, que se coinpóe clas freg~iesias dos coilcellios de Santa Cruz e Machico; e o de São Jorge coilipreendendo as pasoquias d o s concelhos de Santana, S ã o Vicente e Porto do Moniz. O cargo de arcipreste 6 de nomeação episcopal e exercido por um dos parocos d o arciprestado. V. Freguesias. Arco (pico do). ElevriçRo montanhosa da Fregtiesia d o Arco da Calheta, doiide se descortina ~ i i i i belo e vasto Iiorisoiite.
do), Confina pelo izortc com os
Arco da Calheta (F're~rlesja

montes q ~ i c cntestam coni o Paul da Serra e pelo sul com o oceano atlriiltico, sendo liinitacia, a Iéste, pelas paroquias dos Canlias e da Madalena, e a oeste pela freguesia da Calheta. Pertence ao conceIho da Calheta e a comarca da Ponta do Sol, ficando aproximada~ncnte distanciada quatro c seis quilometros das d ~ i a s viIas. Divide-se nos sitios povoados da Achada, Ainoreiras, Bagaceira, Cales e Chada, Corujeira, Cova do Arco, Fajá, Fajã do Mar, Florenças, Fonte Bugia, Fontc do Til, Ladeira e Lan~aceiros,Lêdo, Lombada, Massapez, Pallieiros, Paredes, Pinheiro, Pomar Velllo, Pombal, Fazenda Grande. (V. estes nomes). O orago desta freguesia é São Braz, ficaiido a respectiva Igreja Paroquial no sitio das Amoreiras. Além deste ternplo, tem as capelas de Nossa Senhora d o Loreto, iio sitio da Lombada, a de Nossa Senhora d a Nazarè, no sitio das Paredes, a do Sagrado Coração de Jesus, no sitio da Fonte d o Til, a d e Nossa Senhora da Conceição, no sitio das Amoreiras, e a de Nossa Senhora cla Vida, no sitio da Fajã do Mar. (V. os nomes destes sitios), Possui três escolas oficiais de ensiiio elementar, sendo uma inasciilina, no sitio do Lêdo, uma do sexo feminino, no sitio da Ladeira e Lan~eiros,e o~itra inixta no sitic da Loinbada do Jdorêto# A Es-

taqão Postal e a Çabitie 'I'elcfbnica estão iiistí\ladas no sitio da Ladeira c Laniaceiios. Fica o Ccmitesio Paroqliial iio sitio das Amoseiras. Esta frcg~iesiac' irrigada por uin dos rainais da levada do Rabaçal e pela da Madre Grande, 81éti1 d e o~itros pequetios aquedutos alitnentados por manaiiciais de inenor itnportancia. A ribeira c1iainad;i das Meninas, que 6 o seu priiicipal curso de água, vai lançarse na sibeira da Serra de Agtia. Teiii os pequenos portos da Fajá do Mar e da Fajá da Areia com exiguas praias de calhau pedregoso. São lugares pitorescos e pontos de largas vistas o Rochão e o Pico d o Arco. Tein 907 fogos ein que vivetn 4639 li abi taii tes. O s terrenos, que anteriortliente á sua criaqáo foriziavaiii esta freguesia, perteiiciam i1 parocjuia da Call~eta. A denominação de Arco d a Callieta, que lhe foi dada em virttide da. configuração semi-circ~ilard o s seus inotltes, é anterior a 1572, em que foi criada a paroquial por alvará régio de 18 a Julho dêsse ano. Estabelece~i-se a sua sede na capéla dc São Braz, institiiida no tiltimo quartel d o s4culo xv e que foi notavelinente acrescenxvrr, tada por iileados d o skc~ilo O templo actual foi cdificado, aproximadamente um skculo mais tarde, tendo sido solene~ileilteliei~zido a 1 dc J;ii~ciro.

de 1755. Ali foi criíido iiiii curato n o 5110 dc 1f776. LJni dos inais antigos e coiisideiacios povoadores desta fi.egiicsin toi Joáo Feriiaiidcs dc Andraclc, geralmente coiiliccido pelo iioine dc Jo5ci Feriiar-itles clo Arco, fidalgo galtlgo qiic aqiii poss[ii;i vastos terieiios, fiindanclo a Cnpela de Nossa Sci-iliora d a Coiisolação, d e que fez sédc dtimri instit~iic;áo vincular e onde teve sep~iltiira, Iiavcnclo fnlccido tio ano de 1527. Outras cas;is iiobres existisniii nesta patdqriia, tendo sido ali criatlos alg~iiis morgadios com cnpclas e solares* Nuiii dêles se dcu a co~iliccida tentativa de rapto de D. Isabel de Al~reti,a que Gnspar Frutiioso consag.r:i alg~iniris estíradas pdgiiins. i>esceiidciite de João Feri~atidcs d o Arco c talvez i~ascido iicsta freg~icsia foi Aiithiio de Abreii, (pie s c notabilisou i-io Oriente como giicrreiro c iiavcgaclor, aiisiiianclo algirns autores cltie descobriu as Mo1ui.a~ e que porvciitura teria chegacio IZs costas da Austrália. No sitio da Seria de Agiia constsiiiu Gonçalo Fcrnaildcs unia casa solareiiga c capéla adjuiita, em que ii-istitiiiu ti111 niorgado e onde foi sepultado etn J u l l ~ ode 1539. Os antigos nobiliIZrios i~iadciretises sefesctti-se a este Go~lçaloFeriiandes como a iiilia peisolíaKein misteriosa, considerando-o i i l l ~ ~ i ~ i ~ fillio de D, Afoii.coit~o

so v c d a Excclciite Seiiliora, ;i q ~ i c os :~zai-cstln política e altas r a ~ a e sdc estado tivessem obiig;ido ;I p:iss;ir iiinn vicia ociilt:i c ol,sciirli iiestn isolada illia. Ilçtri casa viiiciilacl;~trai~smitiii-se nos Freitas, da MadaIciia d o Arlar, tlc qiic foi ultimo rcpicsciitniitc~o iiioigado N ~ i n o de !;reitas Loiiieliiio. (V. Serra de Agiia-Arco da Callieta). Arco Peqiienio. Sitio povoado d a freg. do Asco d e Stio Jorge. 22 f. c 93 li. Arco de São Jorgc (Ft.~>g~~csicz do). Eiicraviida ciitre as par& cliiias clc Srío Jorge c Hoaveriturn, qtic ri liiiiitain pelos lados de Icste c oeste, tem coino poiitos coii1iiiniites a o i~ortc,o oceano ritlântico, c ;io siil, as serras das j;í niciicioniidas ireg~iesins.I->citciicc ;io Coiicellio de Saiitaiia e faz parte dn Comarca do Puiicli;il, distando 13 cluiloinetros da sbde do priniciso e cerca de 36 quilometios do centro da cidacle, pela estrnd:i das l'orrinlias, Abrange ii:i stia limitada área os sitios povoridos da Igrejír, Casais, Lagoa, Pocos, Quebrada c Arco Peclueno. Encorporiidos nestes, ciicoiltrainse outros peqiienos Iiigares chaiiiados Emoiiadinlias, Cascrillio, tIoitiis, Siimagre, Et~scrida, Loinbo das Castis etc. São tidos coino sitios aprasiveis e doiide s e gosaiil largas vistas o Pico do Arco, n Assoiilacla, Roda da (J~icbrada, Fonte do

ARCO DE SÁO JOJZGI?

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ARCO DE SAO J o R G ~

Bispo, Pico etc. I'ossui ~iiiiape- Pieciacle, cltic tcvc seus capelães quena psaia de pedregosos sei- privativos e qtie tninistravain xos, que Ilic serve cie porto e os serviços religiosos aos habique é geraliiieiite de acesso bas- tantes destc lugar. Por alvará tante dificil. Pr6siiiio da costa régio de 25 de Dezeiiibro de niaritima existem LIIIS peq~~efios1676, foi ali criada uma freguee insignificantes ilhcus, que al- sia a~it61io:iia, ficando com sede guns denominam Illieus da Pori- na refericln capela. Ignora-se o tiiiha. O orago da freguesia do ano da coiistruçc?~desta, n-ias Arco d e SL?oJorge é o patriarca parece ser bastalite antiga, pois São José, ficando no sitio clia- qiie era jli adiantado o sei1 esmado da Igreja a respectiva tado de ruina, quando da criaIgreja Paroquial. No sitio dos çáo da paroquia. Sessenta e Casais acham-se instaladas e tantos anos inais tarde procefuncioriam u n a escola niixta ofi- deu-se a edificação diinta nova cial de ensino primário, a Esta- igreja, de mais amplas proporção Postal e a Cabine Telefo- ções, porque a primitiva capela nica. E talvez esta paroquia a se achava inuito arruinada e era mais fertil de toda a costa se- jii de dirnensõcs bastante acatetitrional da Madeira, e gosa nhadas para o dese~ivolvimento durn cliriia ii~uitosurivc e tein- da populaçáo, tendo sido solenepesado, devido especialineiite iiierite benzida i10 dia 19 de aos altos riioiites quc a circuri- Março de 1744. O sítio cia Quedaní e a abrigam dos ventos brada desta freguesia formou-se que soprani do interior da ilha. ein virtude d1111i rcsvalametito, A sua pop~ilaçãoé de 617 Iiab. eni grande extensão, de terrenos dos sítios adjacentes, dando-se e tem 148 fogos. T o d o o território que actual- a circunstancia de várias casas mente constitui esta freguesia de habitação serem arrastadas pertenceu á paroquia de São a distancias relativainente granJorge, ate o ano de 1676, em des sein ficarei11 arruinadas. O que então dela se desrnembrou. facto vem narrado desenvolviFormava uma pequena povoa- damente no Elucidário Madeição, que i~iontaii elevadas e rense, da nossa co-autoría (1-74). tias o Oceano que a lirilita pelo norte, São naturais desta freguesia Aninteiramente a isolavam das fre- tóllio Janilário Moderno, seu g~iesiasconfinantes de São Jorge fillio o dr. António Jan~idrioMoe d a Boaventura. No sitio, que derno e o professor e escritor Iioje s e cliarna dos Casais, exis- Atitóiíio Gil Goines. Tainbeil~ tiu unia pequena capela da nasceu nesta paroquia o celebre invocação de Nossa Setiliora da 1 trovador popular Meni~clGoii-

ARCO DE SÁO JORGE

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ATIGUIM

çalves Feiticeiro, falecido ha poucos anos, que percorria toda a ilha a cantar as suas ingenuas composições poeticas, tanto do agrado das multidões, que enlevadas o esci~tavainavidaineiite e Ilie compravam as dezenas de foll~etos, em que reuniu e fez imprimir as suas inumeras e incorrectas canções. Arco de São Jorge (Pico do). Sobrai~ceirai freguesia do Arco de São Jorge, fica esta elevada eininencia, a cerca de 837 metros de altitude. Arco de São Jorge (Porto e Praia do). No litoral da freguesia dêste nome, encontra-se um pequeno e mau porto, servido por uma praia de curta extensão e de dificultoso desembarque. Areeiro (Pico do). Não muito distanciado do sitio d o Poiso, mas jri nas serras do interior da ilha, se ergue o elevado pico do Areeiro, a cerca de 1796"' acima do nivel do mar. Tornou-se muito conhecido este pico, por se liaver construido nas suas imecliações, no ano de 1895, uma casa destinada A instalação dum Posto Meteoroiogico e a residencia d o respectivo pessoal. Transitou a sua posse d a antiga Direcção das Obras Publicas Distritais para a extinta Junta Agricola e desta para a Junta Geral, mas nenlzuina destas entidades oficiais tomou o menos interesse pelo funciona-

I

inento d o Posto C nciil ainda pela conservação d o edificio, que os temporais tfe Fevereiro de 1920 acabara111 de destruir inteiranieiltc. Depois d o pico Ruivo e o das Torres L: tiilvez o pico do Areeiro a riiaior clevação montai~liosaclri IVIaclcira. Areeiio. Sitio povoado d a freg. d e São Martiiilio. 132 f. e 610 h. Areia. Nos sitios povoados do Cai~ziiilioCirailclc e Caldeira, d a freg. de Câniara de Lohos, ha dois lugares qlic teciii o nome de Areia. Areias (Callititi das). Pctlileno lugar de desembcirqiic iin Deserta Grande (Ill~íisDesertas). Areias. Sítio povoado cia Iltin do Porto Santo. 18 C. e 84 li. Arguiiii. Eiii born não faqn parte do aiquipklago d r i Madeira, merece ser aqui iiieiicionado por ter pertencido A jurisdição eclesiastica dii Dioccsc do Fuiichal. Na latitiide N. de 220 e longitude 0. dc 70, lias piciximidades do ponto de coiiveigencia das costas itiaritiiiiiis d o Sahara e do Seiicgal, eiicoiitram-se Lima enseada, ~ i m aiqliipélago, tim extenso banco d e areia e unia iaixa d o litoral do continente aFricaiio quc icem o nome d e Arg~iitil. A iiiaior e riiais itilporta~itc das ijlias do pequeno arqiiipélaga 6 tainbcm chamada Arguiin, e é esta cl~ic interessa ao nosso propósito, par liaver feita parte d a dioccse

fuiiclialense, coi~iojá fica dito. Esta ilha foi descoberta pelos portugueses ein 1343, que ali levantaram uiizn fortaleza no ano de 1459. Passou sucessivainente a posse dos ingleses, Iiolalideses e franceses e aclia-se actlialmente abandonada. I-Ia iiiais de dois s6culos qlic a illia de Arguiin, pertence apenas norninalmente d cliocese do Ftinchal, tendo os ultimos prelados deixado de usas o titulo de bispo daquela regiáo. Arrebentão (Pico do). Fica este pico na freguesia do Monte, a 1171 metros de altitude. Arreberitáo. Ltigar nas serras da freg. das Acliadas da Cruz. Arrebentáo. Sitio da fregiiesia do Monte, atravessado pela estrada que concluz ao Poiso. ArrebentBo. Sitio povoado e pitoresco da freg. de Santa Cniz. 15 f. e 86 li. Arrifes. Pequeno sitio da freg. de Câmara de Lobos. Arrifes. Sitio da Illia do Porto Santo. Arvoredo. Eminencia e sítio pitoresco da freg. do Caniço, Asnos (Ribeiro dos). Curso de Agua, que desagúa no litoral da freg. d a Ribeira da Janela. Assobida. Sítio povoado da freg. do Seixal. 3 f. e 7 li. Assobiadoiiro. Elevaç- nlonao 'tanliosa no Patil da Scrsa, junto da qual nascem algunias fontes, que alimentam o s ca~idaisdas levadas do Rabagal.

Assoniada. Sítio povoado da freg. do Caniço. 26 f. e 142 h. Assomada. Sitio da freg. do Porto do Moniz. Assonaacloiiro. Sitio da freg, clos Prazeres, donde se descortina tima bela paisagem da costa inal-itin-ia, que se alarga desde o Jardim do Mar até a freguesia da Fajã da Ovellia. Atalaia (Pico da). V. Garzdoin (Pico da). Atalaia (Ponta da). No sitio da Atalaia, freg. do Caniço, e sensiveli-iietite eq~iidistante das pontas da Oliveira e do Guindaste, fica a saliencia de costa oti poiita cliamada da Atalaia. Atalaia e Portiiiho. Sítio p0voado da freg. do Caniço, onde sc encontra uma emiliencia, que tem o nome de pico da Atalaia. 14 f. e 91 li. Atalliinlio. Lugar pitoresco, eiicorporado tio sítio dos Moinlios, da freguesia d o Estreito d a Calheta. Atalbiiiho. Sitio d a freg. d o Monte. Ata~iasio(Baixa do). Restinga ou baixio situado nas próximidades da enseada de Câmara de Lobos. Atougiiia (Calheta) V. Lonzbo do Atoiigliicl. Aviceiro. Sitio povoado da ireg. d a Quinta Grande. Neste sitio, onde cliaiiiam a Cadeirinha, existiu unia capela dedicada a Nossa Seiiliosa da Cadeira. Aviceiro O U Foiite do Aviceiro.

Lugar d a ireg. de Saiito Antonio, a pouca distancia d o Lotnb o de D. Isabel, na estrada qiie conduz ao Curral das Freiras. Aviceiro. Sítio da freg. d e São Vicente. 12 f. c 52 h. Avista-Navios. Sitio d a freg. de São Martinho, ila convergencia d a estrada central com o caminho da Nazare. Azeiiha. Sítio povoado d a freg. d o Caniço. 30 f. e 182 h.

Aziiihagã. Sítio povoar10 (Ia Preg. de Machico. Existiu neste tugar ritna capela dedicada a Nossa Sei~hosaCIO Socorro. 20 f. e 91 h. Azinliapa. A estrada qiie limita as freguesias de Santo Antonio e Sc?o R o ~ L 110s sítios I~, d o Salão e Joáo Boieiro, te111 n nome de Aziiiliaga e bem assiin as suas mais próximas iniediações.

Babosas. Sitio da freg. d o Monte, dolide se descortina uina bela vista sobre o vale d o Ctirral dos Romeiros, tendo o respectivo Iargo tomado o nome de Largo da Cotíceição (V. este nome), depois da constr~içãoda capela, que ali se erigiu no ano de 1906. Bacêlo. Sitio da freg. dos Crinhas. Badajeira (Baixa da). Perigoso baixio situado a sudoeste d o Ilheu de Fora, na Ponta de São Lourenço e deta pouco distanciada, onde em 1855 e 1881 naufragaram os vapores ((Fererunner)) e *Newton., dando-se

com o priri~eirosiiiistro a perda d e muitas vidas. Bagaceira. Sítio povoadi~dii freg. c10 Arco da Callieta. C3 i. e
36 h.
Bagaceira. Sítio (ta ircg. da Ribeira Brava. Baías. Não C facil estabelecer uma exacta e rigorosa distii~çiío no significado clue entre si guardam alguns dos termos goíjo, baía, enseada, angra, abra, ctrIhefa etc. O s diciondrios e tratados de geografia revelam essa dificuldade, não sendo coi~cordes, quando preteildetil fixar a significação dessas palavras. Discordatldo parcialmente da

: classificação que coin respeito h sítio da Callieta. 1 deste ilheii Madeira tem sido adoptada por I qiie desde lia séculos se cxirai e vários autores (Fr~ittioso, Aze- coiitiniía ainda a extrair-se toda vedo, Nobrega Soares, Sarmen- a pedra calcarea, que fortiecc a to, Loureiro, Menezes etc.), di- iiiatéria prima para o Fabrico d a remos que, d a s reentrancias cal eitipregada nas construç6es existeiites ao longo da costa i~iadeirenses.Para a extracqão iiiaritiina d e iodo o arqtiip6lag0, dela, segue-se a orientaqáo do nos merecerão apeiias o iioiiic respectivo Til&), forniando-se de Bailrs as do Fiiticlial e Porto cxtciisas galerias, coin altas coSatlto, dando ás restantes o Iiinas ou pilnstras destinadas a nome generico de E~ls~adtrs. evitar dcsiiioronaiiientos. A cxV. c z (Bnin e I'orto do), ploraçáo faz-se em diversos Porto Srrnto (Bnia e Porto do) poiitos, clando-se c) nome d e rancho a caclrt gs~ipod e operae Enscrrdns. Baixas. OS recifes ou baixíos rios empregaelo nos diversos qiie nas proxiiiiiciacles d o litoral Iiigares ein qiie s e faz a extracafloraiti h siipcrficic d o oceano ção da pedra calcarea. Esta peou que ainda na haixa-irias s e dra ii tributada ao ser exportada eiicoiitrnm ;i pccliieiiri proftiiidi- para a Madeira, Títzctido-se a dnde s5o gcralnicnte coiilicci- cobrança d o respectivo imposto dos iin Madeira pelo iioiiic clc tia :tlfâiiclega rlo Ftiticlial, c Bnisrrs. Mcrccci~i scr iiiciicio- coiistitiii iiinn das innis apreciaiiadas as tl:i Agiingcii~, At:iii:isio, vcis rcceilas d:i Câiiia~aMuniIjadajcira, I)>nrl~eiros, Bispo, C:ir- cip:il d o Porto Santo. Este illicu tieiro, Ccsfo, Coiicciy2o, C'otriii~, 1 C ele relativa cxtaisão c ;iiiid;i Foi ttiiia, Fiir;tdo, GíiIii, G;ilcão, 1 ali se ciicoiitraiii abundantes ripcsiit d a contíiltia caça Guinclio, Jiinqiieirn, I,argii, Lclio, coellici~, Mari~iliciros, 1V;iriz oii Fi~rado, fiirfiva qiic iuzcin : êsscs roei Neta, 13niz, São I'edro, l'res Ir- dores. n i h , Machico c I'orto clo Moniz. Baixo (I'ico de). Na região V. cstcs ilonlcs. sctciitrioiinl tln Ilfin elo T'oito Baixo (IIIICLI cic). kste illivti, S:i~ito, prtra o Indo Ics-sucslc, tainkciii coiiliccido pclo iioiiic 1 ficíi iiiii;i clcvnqiío iiioiit;iiilios;i dc Illicu da Cíil, cshi ndj:iccntc coirliecitlo pclo nome d e Pico A Illiri elo Porto Saiito, d a cliiiil clc i3;iixo. se aclia sepai3;ido por iiiii caiinl Balailcal. Silio d a Freg. d o s oti boqiieirão, c1i:iiiiado Ijoqrrtii- Caiiliiis. rdo dc liaixo. Fica sitiiatlo iio Brilniicnl. Liigar da Ireg~icsin extrciiio si11 cln i l l i i i c i i o lii~iitc d e Slío Goiic;nlo, qiic liiiliia a ocstc da v;ist:i b;iín, li~ontcíiAo cliiiiitn clo T'nlliciro Feri'ciro 1icIo ;\o

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seu extremo sul e donde s e descortina uin surpreendente panorama sobre o anfiteatro da cidade do Funchal e seus suburbios, Balcões. No sítio do Ribeiro Frio (V. êste noine), junto da esplanada d a Levada, existe um lugar com um pequeno mirante, que tem o nome de Balcão ou Balcões, donde se disfruta uin dos mais surpreendentes panoramas do interior da illia, descobrindo-se deste ponto as eminencias mais elevadas das nossas montanhas. Baldios. Na Madeira chamam-se Baldios os terrenos não sujeitos A exploração agricola e que em geral ficam situados a uma altitude superior a oitocentos ou novecentos itletros. Pertencem a particulares, ás Câmaras Municipais e ao Estado, não se achando bem delimitadas as fronteiras dos diversos proprietários. Os baldios eram, noutros tempos e ainda o sáo em parte, separados dos terrenos cultivados por meio de sebes ou tapumes, feitos de estacas e ramos de arvores, que teem o nome d e Bardos, principalmente destinados a impedir que os gados assaltem as cuituras agricolas. Baleira. Antigo nome da vila e capital da capitania da Ilha do Porto Santo, que vai caindo em inteiro desuso. V. Porto Santo (Municipio e Vila do).

Balseiras. Sítio povoado da freg. d o Ctirral das Freirtis. 12 f, e 54 h. Banda de A ~ ~ I I I . povo:iSitio do d a freg. d o Caniçal. 30 f, c 156 h. Banda de AIBm. Sitio povoado d a freguesia d e Machico, que ocupa Lima parte coi~sideravel d a vila d o mesmo nome c que fica situado na margem esquerda e pi6xinlo d a foz da ribeira. Ali vive a inaiot. parte dos indivíduos que naquela localidade s e entrega A itidustria d a pesca, constituindo tini dos mais iinportantes centros pescatórios d o arquipL;lago. Nêste sitio fica a I~istoricacripela d o Senhor d o s Milagres, cuja fundação anda ligada ao facto d o descobriniento e priiiiitiva colonisaçáo clcsta ilha. E a centro da mais concorrida i'oiiiageiil da Madeira, realisada a 9 de Outubro d e cada ano, afluindo ali, por essa ocasiáo, alguns niilhares d e pessoas. Dêste sitio parte u m a bela estrada, que em parte niai.giiia n pitoresca enseada e c o i i d ~ i zdirectaniciite ao cais d c dcscilibarque. 243 f. e 1090 li. Banda de AlBin. Sitio povoad o d a freg. d a Madalena do Mar e nêle s e acliarn instaladas a Caixa Postal c a Cabine Telefónica. A esc013 oficial de instruçáo priiiliria d o sexo nlasculino, que ali funcioiioti, foi eilcerrada por falta dç casa apro-

BANDA DE A L ~ M

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13ARIiEIR8

priada a Ssse fitn. Nêste sítio encontrani-se ainda as ruíiias diiina antiga capela, instituida pelo padre Diogo de Freitas Faria, etii ano que s e ignora. 43 f. e 193 h. Baiida do Silva. Sítio povoado da freg. do Caniçal. 5 f. e 32 h. Banda do Sol. Sitio povoado da ireg. da Ribeira Brava. 3 i. e 9 li. Baiida do Sol. Sítio povoado da frcg. de São Jorge. 9 f. e 35 11. Bsiiida da Terqa. Sítio d a freg. de Sáo Roque d o Faial. Barbeiros (Baixa dos). Fica este baixio próximo da eiiseacla do mesmo noine, na illia do Posto Santo. Barbeiros (Enseada dos). Esta pequena enseada, tainbbin coiiliecida pelo iioiiie clc Enseada clc G~iillicriiie,tciii ~ o t i i o limites 21s pontas cla Cruz c do Ninlio do Guinclio, c fica situada a iiordeste da illia do Porto Santo. Barbeiros (Porto dos). Pcquci~o porto lia ciiseada do 111eSl110 IlOillC. Brarbusano. Sítio povoado ria freg. da Tabiia. 6 f. e 38 li. Barcelos (Pico dos). Sitio povoado da frcg. de Sniito Alitóiiio do Funcliril. Conliecido coin o Iiiestno iioiiie, nClc se levatita LIIII pequeno i1i6ri.o~que 6 hoje ponto obrigado de atracção para todos os tiiristas que visitnii. a Madeira. Os tci.rciios

que lotigamente se estenclern desde a Ponta do Garajau até ao Cabo Girão foriiiaiii uin vasto semi-circulo, ern cujo diametro e tio c~iitiodêste s e ergue a etiiitiencia do Pico dos Barcelos, contemplando-se deste ponto uin dos mais atraentes e formosos panoramas, que seja porventura possivel oferecer-se h vista de q~ialquer visitalite. A estiada qiie alí corirluz, constiuida eiii 1917, facilita o acesso deste local, quAsi frequentado a toda a Iiora por itiumeros visitantes nacionais e estrangeiros. Parecc que &te sílio tirou o nome de Diogo Barcelos, uni dos pririiitivos povoadores, que por ali possuia algtins tratos de terietio. 52 f. e 220 li. Barralico. Sitio povoado dri freg. de Siío Jorge. 4 f. e 26 li. Barreira. Sitio povoaclo d a [reg. dc Santo Atit61iio do Funclial. 46 f. c 227 li. ]Barreiriulia. Sítio da frcg. dos Caiilias. Bai*rreirinilia(Praia da). Esta pequena praia fica sitiiada a Ikste da fortaleza cie Sáo l'iago c a jusaiite d:i Jgrcjri Paroqtiial de Saiita Maria Maior. 1' tias :, suas iiiicdia<;ões que amarra o cabo sribri~ariiio, cyic liga a Mndcira c0111 O cotititlcnte por~U~LIL'S. Barreiro (Polltc do). P c ~ ~ C f i ~ i iinscciitc de boa riglin potnvcl, que se cncoiltra tilima clas vcrfei~fesclo Pico liliivc, c t ~ A o

ttluito distanciada d o seu cume, numa altitude não inferior a 1820 metros. Barreiro (Montado do). Nas serras d a freguesia d o Monte e estendendo-se desde o ribeiro d o Pisão até, o lugar cliamado Terreiro das Aguas se eiicontra êste montado, que é muito abundante em águas e nele nascem alguns copiosos mananciais que alimentam as levadas d o Barreiro, Santa Luzia e Hortas. Teem ali sua origem as conhecidas nascentes dos Turnos destinadas ao abastecimento de igua potavel da cidade do Funchal. Varios pleitos judiciais se teem levantado acerca da posse destas ágtias, que fora111 expropriadas pela Câmara Municipal do Ftinchal. Barreiro. Sitio povoado da freg. de Santana. 28 f. e 117 11. Barreiros. Sitio pitoresco da freguesia do Arco da Callieta. Barreiros (Calhau dos). Pequena praia na costa-norte da freg. d o Caniçal, não muito distanciada d o Pico da Cancela. Barreiros. Sítio da freg. da Cainacha. Barreiros. Sitio povoado da freg. do Caniço. 30 f. e 173 11. Barreiros. Sitio povoado da freg. do Estreito de Cãinara de Lobos. 62 f. e 367 h. Barreiros. No sitio do Ribeiro Sêco de Cima, onde cliamam os Rarreiros, fica o Estndio dêste

nome V. Ribeiro SSêco de Cima. Barreiros e Carreira. Sítio povoado da freg. d a Ribeira Brava. 51 f. e 227 h. Barreiros e Peiteiras. Sítio povoado da freg. d o s Canlias. 34 f. e 139 h. Batalhfio. Sitio povoado da freg. d a Porto d o ~ o i - i i z9 f. c . 28 11. Beatas. Sitio povoado d a fi'eg. d e Gaula, onde s e etlcontra o Cemitesic; Paroquial desde o ano d e 1899. 25 f. e 120 h. Beira. Sítio da freg. d a Boaventura. Beira, Sítio d a freg. da P o n t a Delgada. Beléin. Sitio da freg. de CAmara de Lobos, em que existiir a capela de Nossa Seiiliosa de Belém, que deu o nome a êstc lugar, mandada coiisli'~iir p o r Gaspar Vasconcelos Heiiriq~ics em 1649 e reedificada n o a n o de 1758, tendo sido lia a n o s demolida. Belo Mo~itc. Sitio d a freg~iesia do Monte, onde s e eilcoiitrava a cluinta d o mesmo nonle, em parte cla qual s e levanta Iioje o excelente Hotel da Conlpanliia do Caminho d e Ferro. E m 1817 foi recebida nesta antiga quiilta a princesa Leopolclina clc Austria, primeira imperatriz d o Brazil. Bemposfa. Sitio povoado d a freg. de Ag~ia d e Pena. Coiti este nome c ila vasta propric-

dade ali existente, teve sua séde lima casa vinculada instituida em 1512 por João Afonso Escudeiro, sendo este uin d o s mais antigos niorgadios d a Madeira. Pertence êste sitio ao Concelho de Macliico. 4 0 f. e 202 11. Bica da Cana. No planalto d o Paúl d a Serra, a cerca de 10 qliilometros d o Rabaçal c 4 da Casa d e Abrigo d o Lombo d o Mouro, fica o sitio d a Bica da Cana, onde a extinta Junta Agricola d a Mrideira criou, por 1914, iim Campo Experiniental d e Agricultura e procedeu ao ensaio d e várias culturas, em que se dispenderam avultadas soiiias, sein resultados alguns apreciaveis. Ainda ali s e iiiantém uni pequeno Posto Agrario, ciija utilidade s e desconliece. V. P,i~;l d a SCI.I.LI (Plaiialto do). Bica de Paii. Sitin povoado d a frcg. clc Sáo Gonqalo. 18 f.

c 89

li.

BPeadeParn. Sítio povoado

d a freg. d a TabUa. 14 f. e 80 1. ~ h p o (Baixa do). Briixio pr6xiiiio d o litoral d a freg. cic Câiiiara de Lobos. Doa Morte (Rihcira Brava). V. A4o1zfe Gordo e Boa! itlorie. Boa Mova. Sítio povoado da freg. d e S ã o Gotiçnlo, ciilde se aclia a c;tpela cte Nossa Setihora d a Boa Nova, edificada por Eusebio da Silva Barros no ano d e 1701, sendo d e iiistittiiçáo vincular. 47 f. e 220 li. Bgaveintiira (Frcgitcsia cio)

OS seus liriiites são : o Occano Atlantico, no norte, as serras d a freguesia do Curral das Freiras, ao sul, as serras das fregliesias d o Arco de São Jorge e de São Jorge, a léste, e a paroq~iia da Ponta Delgada e as serras d a d e São Viceiittt, a oeste. O seli 01'ago C a virgem e niartir Santa Quiteria, ficaticio a Igreja Paroquial i10 sitio da Acliada. l'em a capela d o I!naculado Coração de Maria, de construção recente (V. Fajã d o Penedo). Acliaiii-se instaladas tio sitio da Achada uma escola oficial de ensino pritilálio d o sexo i~iasc~ilinoe outra d o sexo feniinino, a Estação Postal, a Cabine Telefonica c o Posto d o Registo Civil. No sítio da Fajá clo Penedo f ~ i n cioníi uiiiri escola tiiixta oficial c lia ali uma Caixa Postal. Sitios povoado~:Acl~n:!a,P;istel,Pomar, Roçada, Cabo da Kibcira,Acliatla cio Castarilieiro, Levada, Loiiibaclitilia, Ribeira dn Moiiilin, Sao Ciistováo, Serráo, Travessa, Esnioitada d a Ribeira, Achada d o Pereira, Acliada Grande, Falca, Achada da hladejra, Loiiibo d o Ilrznl, Seria d e Agua, Qiicbrada, Lamaceiros, Achada d o Moledo, Fajã d o Penedo, Faja Grande, Silveira. Sitios de menor importancia : Coquiiil, Laranjeiras, Achada d o Liiilio, Vinha, Casa do Meio, Cova, Coada, Achadinliri, Cardo, Beira e Pico. C01110 sitios piiorcscos, iareilios iiicnçáo d o TOPO, Boca

BOAVENTURA

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BOAVENTURA

das Lapinllas, Pico d o Meio Dia, Pico d a Achada e Boca d a Janela. Para a sua irrigação tem as levadas d o Lombo das Faias, Achada Grande, Levada Grande, Serrã?, Lombo do Serrão e Barreira. E atravessada pelas ribeiras dos Moirilios e da Boaventura oii do Porco. Na foz desta ribeira fica utn pequeno Calhau, que Il-ie serve de porto. Não distante do litoral encontram-se os illieus Preto e Vermelho, tambérn conhecidospelosnornes de ilheus da Boaveilt~ira. Tein 1667 habitantes, que vivem em 385 fogos. Até o ano de I836 pertenceram A freguesia da Ponta Delgada os terrenos que hoje constituem, a paroquia da Boaventura. E certo que em 1733 se criou um curato em Ponta Delgada com séde na capela de Santa Quiteria da Boaventura, iiias esta ficou sempre na deperídencia da Igreja Matriz, embora a potico e pouco se fosse libertando da respectiva jurisdiqão paroquial, até que alcançou a sua completa autonomia no ano já referido de 1836. A séde do curato e da nova freguesia instalou-se na capela de Santa Quitéria, construida pelo povo em 1731 e reedificada e notavelmente acrescentada no ano de 1835, tendo ainda lia poucos anos sido de novo restaurada e afortnoseada na sua decoração i~~terior. Pedro Galclo foi um

dos mais antigos povoadores conhecidos da Boaventura, atribuindo-se-llie ou a Lim dos seus descendentes a construção da capela de São Cristovão, no sítio dêste nome. Na Fajã do Penedo existiu uma ermida da invocação de Santana, e ali recentemente se construi~~ tiina capela dedicada ao In~aculado Coração de Maria. Os morgados Licios de Lagos tiveram terras vinculadas nesta freguesia, e no sítio da Silveira edificaram uma grande casa de campo, que não chegou a ser inteiramente concluida. No sítio do Serrão existe ainda uina excelente casa de habitação da antiga fainilia dos Curados deVasconcelos,que aqui eram abastados progrietários. A esta familía pertericiaiii o advogado José Jtiliáo de Vasconcelos e o ilustrado sacerdote Antón!o Alexandrino de Vasconcelos, que nasceram nesta paróquia. Passou algum tempo nesta freguesia o grande pocta Antéro de Quintal. Boaventiira (Ilheus da). Êstes ill~eus, tamben~ conhecidos pelos nomes de Illieu Porco e Ilheu Vern~ellio,ficain na costa rnaritirna da freguesia da Boaventura, não muito afastados do seu litoral. Boavelititra (Porto da). Na foz d a ribeira do Porco ou Boaventura, ha lima praia pedregosa, entestando com o pequeno porto que tem aqtiêle noine,

NO AVENTURA

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i3OLi(JllEMil

Fica próximo do porto de Poiita Boca da Yaiiela. sitio pil0i.e~Delgada, donde dista menos co da freg. da Boaventura. duma milha. Boca das Lapinhas. Sítio piBoaventura (Ribeira da). E toresco da freg. da Boaventura. Boca das Torrinhas. D h - S e também chamada ribeira do Porco e nasce na serra das este noiiie a ctinieada d a tilotiTorrinhas, e atravessando a fre- tanlia das Torrinl~as, que fica guesia de que toinou o nome eiztre ris paroqtiias do Curral vai desenibocar i10 Oceano, no das Freiras e cta Boavcntura. pequeno porto da Boaventura. Atravessa esta ciinieada a estraBoaventura. Sitio povoado da da qric liga estas duas freguetranfreg. de Santa Cruz. S f. e 35 h. sias, sendo caminlio ~niiito sitado pelos Iiabitantes d a BoaBoca do Buraco. A leste e llão muito distante do Pico do Are- veritrira e Aiaco de São Jorge eiro, tia uma emiile~icia com o nas suas comtinicações com o nome de Boca do Buraco, donde Funclial. se disfrutam s~ispseeiidenies Bode (Poiita do). Salicncia d o litoral na costa-norte da freg. do Iiorisontes. Cariiçal, proxinta d o Calliaii d o s Boca dos Córregos. Próximo Barreitos. do Pico Grande, na freg. da Bodes (Pico dos). A cerca d e Serra de Agua, existe tini sitio 1135 metros aciina do nivel d o com aquele nome. mar, fica esta elevada cmineiiBoca do Caranguejo (Ponta cin da freg~iesin Estreito cle tlo da). Peq~ienasaliencia na costa Câmara de Lobos, nas pi-bxiiliimaritinia da Deserta Grande dades da Boca dos Nai~iorados. (Desertas). V. Jnriiim $a Serra. Boca dos Nalíiorados. Na serBodes (Pico dos). Com itste ra da frcg. do Estreito de Câ- noiiie ha tir-iia elevação montamara de Lobos c sobranceiro nhosa na serra d a Ribeira da ao aprasivel sitio do Jardim da jariéla, na altit~idede 1300 tricSerra, fica o Pico dos Bodes, tsos. eiii cujas imcdiaqões se enconBoliqiieine. Sitio povnado cla tra a Boca dos Nai-iiorados, que freg. dc Santo Aiítónio do Friii6 tiin dos poiltos da Madeira clial. E nome duma pasoqtiia donde se descortinani os mais do Algarve, que provavelmente belos e vastos panoramas. Tor- IIie foi posto por algum primitivo nou-se muito coiiliecido este lri- povoaclor natriral daquela progar, porqric, em outro tempo, vincia. Diirarite algiin~assemaera bastailte visitado por iiacio- nas residiii nêste sitio o ilustre ilais e cstrangeiros, pocta AiitOilio Nobre, cl~ia~iclo

veiu Madeira procurar alivios capela são propriedade d a Câaos seus sofrinienlos, nos aiios mara Mtinicipal d o Funchal. d e 1898 e 1899. 79 f. e 328 h. 102 f. c 545 h. Boqueirão (Ponta do). Fica Bom Despacho. Sítio d a freg. d o Campanário, em que s e en- no extremo-sul d a Deserta Grancontra a capela d e Nossa Se- de, pr0xima d o canal, que a senliora d o Bom Despacho, que para d o Illieu d o Bugio. Boqireirao. Sitio d a freg. da deli o noine ao lugar. Foi fundada ela 1673 por Jerotiimo cie Camaclia. Boqueirâo. Sítio pitoresco da Atouguia Beteiicourt e reconstruida em 1762 por Francisco Ni- freg. de Santa Cruz. Boqaieiréio. Sitio ~ o v o a d o da colá~i de Beteiicourt, descendente do instituidor. Pertencia a freg. da Serra d e Agua. 6 f. e uma casa vii~culada,de que hoje 29 li. S representaiite Feliciaiio de BriBoqaeeir&n. Sitio povonrlo da to Correia, seu actual proprietá- freg. da I'abiia. 11 f. e 5 0 li. rio. O lugar d o Boni Despaclio Boqueirão de Baixo. Pequei10 fica eticorporaclo no sitio po- canal ou passagciii eiitre a Illia d o Porto Santo c o Ilheu a ela voado da Vigia. Boni Jesus. Sitio p0voad0 tia adjacente, cliailiado Illicu cie freg. de Saiita Cruz. Existiu ali Baixo nii d a Cal. a capela de Nosso Senhor Jesus Woqiaeiráo de Clin~a.I'assllgciii Cristo, instituida tios prii~cipios apertada entre a Illia clo I'orto do s6culo xvr por Gil Ea~iese Santo e o Illic~id e Ciiiin n u do que foi reedificada pelo inos- Farol. gado Belchior de Mendonça e Boqlieirão do Fnriiùo. PcqiicVasconcelos no ano de 1660. no boqiieirão OLI canal qlic seEra de iiist;t~iic;áovincular. 3 f. para o exlreino da Potlta dc e 16 li. Sáo Lourciiço d o Illicu c1e AgosI3oiiã Siicesso. Sitio povoacio tinho. (V. êste nome). Na baixada freg. de Saiita Maria Maior, inar i. pdssagetii trcinsit~vel v ~ i ~ i . a atravessado pela estrada cliagkoqueirão Bx~ninde. E O caiial iriada Caminho d o Meio. Ao ou passagerii d e mar, quc se subir esta estracla e na siia tnar- ciicontra entre o Illicu Vermegem direita, se depara com a lho ou dos Deseiiibarcadoiiros capela de Nossa Seilliora d o (V. este noine) c o Illie~i dc Boin S~icesso, emprestou o Fúra, na Ponta d e Sáo Louscnque nome ao local, tendo anexa Lima qo. Com o mar clirio, o s barcos casa, em que funciona uina es- cliamados de carreira c o s vacola oficial de ensiiio elementnr pores costeiros atravessam fred o sexo fciilini~io, ksta casa c qt~uiteriieiiteêstc boqiieirrJo,

IiSoqi~irt?o Sã0 koiirenago. O de Bugio (Illieu do). E a scg~iilda, iiiesnio qtie Boqueit~70Gr~inrie. eiil Ares, das tres illiotas qtic Brainca (III-ieu de). r'equeno corilpõeni o grupo das Desertas, illieu pr0xiino do litoral-norte e de todas a mais ineridional na sua sitiiaçáo geografica. .O Btida de São Lourenço. Brarnca (Potita). E tambem gio, iiome derivado dêste ilheu, conhecida pelo iiotnc de Ponta visto ao longe, se parecer com o de Nordeste. Fica a nordeste macaco a que s e dá esse ilonie, da costa inaritinia d a Illia do tem de coiriprimeiito cinco inilhas ou poiico mais de nove quiPoiato Santo. lometros por meia milha ou 926 Braiics (Pico). Na região se- iiietros na siia maior largiira; tertentrioiial da Ilha do Porto San- inina ao sul pela Ponta da Aguto, a iiordeste, cricontra-se a Ilia, qtie 6 Lirn dos poiltos exelevação mo~itatihosa do Pico tremos do arquipélago : tatiibbni Bratlco, cwjo ctiine se eilcontra C de rochas altas e qliisi inaa 420iil de altitude. cessivel inas .de bons pastos. Brasil. Sitio d a freg. de Ma- (Dic. Univ. Port. 11. pg. 712). O cliico. Bugio é milito esireito na sua Brotas. Sitio da fregliesia de parte média, tendo apenas a Saiito Antoiiio d o Fuiichal, onde exteiisão de 80 metros, nêsse se eiico~itrainaiiidn as ruinas da lugar, a distancia que separa os capela de Nossa Senhora das dois lados da pequena ilha. Tem Brotas, fundada eiil 1678 por a oeste u111 sofrivel porto coManuel Martiils Brandáo, nas nhecido pelo nome de Alagôa. terras qtie possuia no sitio da O grupo das Desertas compõeQuinta das Freiras. Foi séde se das três pequenas ilhas, qtie duiiia instituiçáo vincular, de que se alongain na direcção nortePedro José dc Faria Beteiico~irt sul, chamadas Ilheu Chão, Deteve a administração por mea- serta Grande e Bugio. V. êstes nomes. dos do s6culo xvrrr. Buraco (Ponta do). Peqttena Bugiaria. Sitio povoado da freg. de São Roque do Fiinclial. saliencia da costa no litoral da freg. do Seixal. 17 f. e 83 11.

Caùecinfio. Pecl tieilo lugar da freg. do Estreito d a Calheta, encravado no sitio povoado clo Lombo do Lameiro. Cabeço. Na freg. do Estreito d a Caiheta, no sitio do Lombo dos Moiiihos, fica o liigar chainado Cabeço. Cabeço. Sitio d a freg. cla Ponta Delgada. Cabeqo. Sítio da freg. dos Prazeres. Cabepo. Sitio da freg. da Tabúa. Cabeqo do Clira. da freg. d a Camacha. Cabeço do Faclio. sitio piforesto da freg. das AcIladas da Cruz. Cabeço da Pedra ou da Quebrada. Lugar nas serras das freg. do Porto do Moniz e Ribeira da Janéia. Cabeço c10 Coqueiro. Sitio ao si11e pouco distanciaclo do anterior.

Gabeço da Roseira. Liigar C elevaçáo inontatlliosa nas serras da freg. do Porto do Moriiz. Cabo. Sítio povoado e inuito pitoresco da freg. da Ponta d o Pargo, onde se citcoi~tra uma capéla dedicada a Nossa Senhora da Boa Morte, construida por Custodio Nuiles da Costa, no ano de 1666. 44 f. e 193 li. Cabo. Sitio da fieg. d o Porto do Moiiiz. Cabo Giráo. V. C;irão (Cabo). Cabo do Podão. Sítio povoado da freg, do Estreito de Cfimara de Lobos. 46. f. e 326 11. Cabo da Ribeira. Sitio povolido da freg. da Boaventura. 14 f. e 54 11. Cabo do Salão. Existe um lugar dêste nome, no sitio povolido da Fazenda, na freg. do Porto do Moniz. Cabo da Serra. Lugar 110 planalto do Paul da Serra,

CABOUCO

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CALES

Caboiico. Sitio povoado da freg. da Ribeira Brava. 14 f. e 104 li. Cadeado. Sitio da freg. da Calheta. V. Lombo do Salão (Calheta), Cadeirinha. Sitio da freg. da Quinta Grande. Existiu ali unia pequetia capela da invocação de Nossa Senliora da Cadeira, que deu o nome ao lugar. êaparras (Porto das). A lesnordeste da ilha do Porto Satito, encontra-se uin pequeno porto com esta denoininaçáo. Caixa (Ribeira da). V. Vigcrrio (Ribeira do). Cai (Iltieu da). V. Baixo (Illieu de). Calnça, A oeste do sítio do Ribeiro Sêco, São Martinho, próximo d a costa maritinia e não muito distanciado d G rgulho lia L I ~ I lugar a que cliainam a Calaça ou Quinta da Calaça, que tomou o nome do antigo povoador João Calaça. O primeiro lazareto tnaritimo existente no Fuilclial foi ali estabelecido. Calçada. Sitio povoado da freg. do Campanirio. 5 f. e 23 h , Calçada. Sitio da frcg. da Ribeira Brava. Caiçada. (Câmara de Lobos). V. Espirito Santo e Calçada. Calçada de São Gril. Sitio povoado da freg. de Santa Cruz. Nêste sítio fica u casa solarenga dos niorgados Barretos com Lima capela anexa, tendo por
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orago a Nossa Senhora da Coiiceição, que foi fundada ern 1700 por Bartolomeu Telo Moniz de Menezes, sendo reconstruida lia poucos anos. E' seli proprietário e representante desta casa vinculada o dr. Retnigio Espiiiolri Barreto. 29 f e 151 11. Caldeira. Sitio povoado da freg. de Câiiiara de Lobos, onde se eiicoiitra a capela de Nossa Senhora da Piedade, mandada constrttir em 1800 pelo padre Manuel Gonçalves Henriques. Esta capela e residencia adjunta perteiiceram ultimamente ao respeitnvel sacerdote Antonio Ro drig~iesDiiliz Henriqiies, que ali faleceu no ano de 1922. Toinou este sitio o nome do antigo povoador João Caldeira o Velho, que possuia ali terras de sesmaría. 34 f. e 189 li. Caldeira. Entrc OS sítios do Salão e Pedregal, na freg. da Ponta do Pargo, onde cl~ati~atii a Caldeira, lia tini lugar pitoresco cm que se encontra iiina apreciavel cascata oti q~iéclade água. Caldeirão. Lugar e pcquerio ribeiro na serra da freg. do Arco da Callieta. Caldeirão Verde. Lugar cxtrctnamente pitoresco lias scrrns da freg. de São Jorge. Fica proximo da esplaiiada da levada e i: bastante visitado, apesar do seti difícil acesso. Caies (Ribeira das). Peqlieiia ribeisa, afl~iente da candalosa

ri\,cit.n cie Joáo Goiiies, q i i ~ o Clccaiio Atlântico como liniile liasce tlas serras tln fieg. clo sul, e confina, a Ikste, coiii a paMonte, coiistittiiiido ~ i i i dos riia- róy~iindo Arco da Calheta e, a i nanciais que alimci~t~iin xq'ie- oeste, coni a do Estreito da Cao Iheta, da qual csti separada duto ria Levada das Calcs. Caies e ÇharPa. Sítio povoacio pela ribeira de São Bartoloiiieu. d a freg. do Arco da Callicta. 63 São sítios povoados: o Lonibo d a Estrela, Loinbo d o Salão, f. e 357 li. Calhau. Teiii tia Macleira Este Loiiibo d o Brasil, Loiiibo do Iiome a praia pedregosa, forina- Docitor, Loinbo do Atouguia c da de calhaus roladoç, de cs- Vila. Pertence ao Concellio da ctiro basalto, coiiio srío todas as Calheta, do qual é séde, e faz praias desta ilha, com excepqão parte da Comarca da Poiita do da Prainha, (V. Este iiotlie) na Soi, donde está distanciada freg. do Caniçal. No litoral qiie ccrca de onze qtiilótiletros. A circunda a Madeira, ericontraiii- Igreja Paroq~iial,cujo orago e o se muitas praias ou Callralrs, L)iviiio Espirito Santo, as repartodas de limitado coiiipiimeitto, tições concell~ias, a Estação se exceptiiarliios a Praia For- Postal e Tclegrafica, a Cabine iiiosa, (V. êste tiome) que 6 de Telefat-iíca, o Posto c10 Registo Civil e o Posto da Guarda Fiscal relativa extensão. Calharr. Sitio povoado da ençontratn-se tio sitio da Vila. freg. de São Jorge. 3 f. e Y l i . T e m esta freguesia três escolas Calhau. Sitio povoado da oficiais de ensiiio ptaimário,futifrcg. de Sáo Roque do Filnchal. ciotiando uiiia mixta no sitio do 22. f. e 98 h. Lotnbo do Atoiiguia e uma para Calliau de Aldoizçn. V. Aldon- cada sexo iio sítio do Lombo ça (Calhau e Porto da). da Estrela. O cemitério paroCalhau da Malliada (Pico cio). qliial fica no sitio do Lonibo do Na região nieridioiial da Illia do Salão e tem capela privativa Porto Santo, para a banda su- pasa o serviço religioso do swdoeste e sobranceiro A Ponta inesiiio cemitério. O porto que da Calheta, fica o pico c10 Calliau serve esta paroquia e outras fre. da Malhada, cujo cume se eleva g~iesias visitilias teiil uni movi182nl acima do nível do mar. mento reiativaiiieiite grande, Calhau do Seixo. V. Seixo seiido bastante para laiiientar (Calhau do). que ainda ali não se teiilia consCalheta (Freguesia h). As truido um pequeno cais, vistas eminencias da Cumeada e o pla- a s dificuldades que oferece o tialto do Paul da Serra limitam acesso d apertada angra que esta freg~iesiapelo norte, tendo liinitn o sitio da Vila, Iinico

CALHETA

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CALHETA

ponto ein que é permitido o embarque e desembarque de passageiros e mercadorias. Aléiii da Igreja Paroqtiial, possui esta freguesia a s capelas de São Pedro de Alcantara, 110 sitio do Lombo d o Atouguia, a de S2o José, no sítio do Lombo d o Doutor, a de São Francisco Xavier, no sítio do Loinbo do Salão, a d e Santo Antonio, no mesmo sitio, a de Nossa Senliora d o Boin Sucesso, no sitio do Lombo da Estrela, e a da Misericordia, tia Vila, nas quais se celebram ainda os oficios do culto catolico e a elas tias referiremos 110ssitios que deixamos indicados. A irrigação desta paróquia faz-se principalmente por um dos ramais da iinportante levada d o Rabaçal e ainda pelos aquedutos do Raposo c Netos, da Azenha e da Levada Grande. Afóra a ribeira de São Bartolorneu, comum a esta e a freguesia d o Estreito da Callieta e que as delimitam, tem a Calliela a ribeira chamada da Vila ou da Calheta cotn os afluentes conhecidos pelos tionies de ribeiros do Loinbo d o Brasil, da Fonte d a Senl~ora,do Cutileiso e do Convento. Torna-se esta freguesia d a Calhêta potito obrigado d e passagem para a visita a encantadora estailcia d o Rabaça], a qual se aclia ligaba por meio duma boa estrada. E séde dum partido médico, que abrange esta e as paróq~iiasdo Arco

da Callieta, Estreito da Crillieta, Prazeres e Jardim CIO Mar. O Ribeiro do Raposo e o Chão do Castanheira são sítios pitorescos, digiios d u ~ n avisita especial. A populaçáo desta Ereguesia k de 4665 habitantes, vivendo eiii 1164 fogos. Deu-llie o iloiile de Calheta a pequena angra ou enseada da sua costa inarititna. E das mais antigas paroquias da Madeira e das priineiras s~ijeitas a uma imediata exploração agrícola após o início do povoamento. Entre os priinitivos colonisadores deve contar-se Diogo Cabral, casado com D. Beatriz Gonçalves da Câmara, filha do primeiro capitáo donatário do F~iiiclialJoáo Gotiçalvcs Zargo, a queiii este reservou Liiiia extensa lonib;tcla ila margem dircita da ribeira c ainda outros terrenos de sesniaria, cliie depois se coiivcrteraiii iiuina importante instituição viticulas, tendo coino cabeça a capela cle Nossa Senhora da Estrela, ondc o mcsnio Cabra1 foi sepultado. Contam-se tambein cot~ioaiitigos povoadorcs o doutor Pedro Bereiiguer de Leinilliana (V. Lonibo do Doiitor), Luiz de Atougiiia (V. Loiiibo do Atouguia), Joáo Rodrig~iesMondragão, que fuiidarain casas vinctiladas e Francisco I-Ioinein de Goiiveia, iiistit~iidordo morgadio dos Reis, no Estreito da Ciillieta, albm dc iil~iitusoutro$,

ÇALHETA

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CALI-IE'rA

Tem-se dado esta paroquia como criada eni 1430, mas presun~imosquc êste ano cleve sêr considerado como o d o estabeleciineilto duma fazenda povoad a com a capela anexa de Nossa Senhora d a Estrela, d e que o sitio tomou o nome. Foi ali que s e instalou a séde da iiova freguesia, passando alguns anos inais tarde para utiia nova igreja, levantada em sitio diferente e iião pouco afastado do primeiro. Ignoraiilos a época d a stia priinitiva edificação, mas sabeinos que foi reconstruida tio ano de 1639. Eilcontra-se nesta Igreja um belo e rico Sacririo fabricado em madeira d e ébaiio e coni prirnorosas incrustações de prata, que foi oferta do rei D. Manuel e que passou do antigo para o templo actual. Ein 1589 criou-se ali um curato e posteriormente uma colegiada de seis clerigos, incluindo o paroco e o coadjutor. Houve nesta paroquia um pequeno mosteiro de religiosos franciscanos coiil stia igreja e casa conventual, fundadas pelos anos de 1670 no local ainda hoje cotíhecido pelo nome cie Convento. Várias capelas dispersas pelos principais sítios s e edificaraiii nesta freguesia, sendo quasi todas de instituição vincular. Além d a s que ficam acima met~cioi~adas, existiram ainda as d e Nossa Senliora da Boa Morte, Nossa Seilhora da Fellha de França, Nossa Se-

nliora da Piedade, Santo Antótiio, Santos Cosmc e Daiiiião, São João, São José, Santa Catarina, Jesus Maria José e Santa Apolonia. São natlirais desta paroquia o distinto escritor e conego da Se dc) Fuiiclial dr. Antonio Veloso de Lira, falecido e111 1691, e o padre dr. António João de Frailça Bctcncoiirt, ilustre professor da Univerdadc de Coiinbsa, que morreu no ano de 1882. Calheta (Mt11zicipio C Vila do), Dentro dos liniites das duas antigas capitanias da Madeira forniaratn-se algumas vilas ou municipios, que tiotsiveliiieiite cercearam os largos previlf gins clos donaiários, mas que deveriam c o ~ ~ c e d caos povos, por r meio dos respectivos Eorais, grandes regalias e isenções tia admitiistraçáo dos diversos tiegócios publicas. A criação das vilas de Santa Cruz, da Poiita do Sol e da Cãlheta foi sei11 duvida um triunfo alcaiisado sobre a jurisdição governutiva, discricionaria e quási ilimitada, dos capitães-donatários, mas as novas alcavalas e tributos in~postospelas vcreaçõcs não trouxerain aos niunicipios todas as vaiitagens que êlcs esperavam usufruir. Etn 1925 foi pela primeira vez publicada a Carta Régia, elevando a categoria de Vila o lugar da Calheta, que tem a data de 1 de J~ilho de 1502, eilcontrai~do-seesse diplonia i i ~ i

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CALHETA

edição das Sauclncfcs ~ l Tcrrcr, ~ r de 1925, a pag. 1 18 e 1 19. Em vários escritos se alude A frise --h srrcr muito amnda ~)iln~ í l r Calhefn-atribuida ao rei D. Manuel, numa carta por êle dirigida aos vereadores daquele municipio, desconlieceiido-se, porém, o diploma em que a citada frise venha consigilada. A alusão deveria referir-se aos muitos fidalgos e cavalciros que ali tinhain inoradía, distinguindo-se alguns dêles valorosamente nas conquistas das praqas marroqtiinas e nos combates sustentados nas terras do Oriei~te. Teve esta vila Liina confraria d a MisericSrclia, com capela e casa proprias, fundada por 1535, e era a mais importaste das cinco instituiçõcs deste genero existentes na Madeira, depois da do Funclial, possuindo muitos bens de raiz e exercendo largameilte a beneficencia. Foi sede duma pcquena alfândega ou posto fiscal, onde priinitivatiiente s e arrecadavam os impostos que recaiam sobre a exportação do açucai; havendo ali os cargos de quintador e escrivão dos quintos. O 5." donatário d o Funchal Simão Gonçalves da Câinara foi eiil 1576 agraciado com o titulo de conde desta vila, que se transmitiu aos seus sucessores no governo da capitania, tendo o 3,' coiide, tarnbéilí Siritão Goii~alves da CClriiara, casado com a, fillia

Iici~dcirada casa dos Coildcs de Castelo Mellior e etlcorporando-sc então o condado da CaIlieta no coiidado e depois niarquesacio de Castelo MeIlior. O act~ialconcellio, criado no ano de 1835, não difere essencialinente do antigo inunicipio o11 vila da Calliefa. O Concellio do Porto do Moiiiz foi suprimido eni 1849 e 1895 e a breve trecho de teinpo novamente restaurado, tendo sido então encorporado i10 coticelho da Calheta. A freguesia da Ponta do Pargo j i pertenceu, por mais duma vez, a êstes dois concelhos. Desde o ano de 1871 que ininterruptamente pertencein ao coiicellio da Calheta as fregiiesias da Calheta, Arco da CaIheta, Estreito da Callicta, Prazeres, Jarditn do Mar, Paul d o Mar, Fajá da Ovellia e Ponta d o Pargo. Este concelho L: litnitado, a o norte, pelas freguesias das Acliadas da Cruz, Ribeira d a Janela e Seixal e pelo planalto do Paul da Serra, ao sul, pelo Oceano Atlântico, a leste, pelas freguesias da Madaleiia do Mar e dos Canhas e, a oCste, pelo Oceano. A sua popiilação e de 20039 habitantes, abrangendo 4366 fogos. Tem 15 escólas oficiais de ensino priinArio e lia dois partidos medicos com sedes tias fregiiesias da Calheta e Fajá da Ovelha, O brazão de armas da Câlíiíisn Municipal deste Concelho

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CAMACHA

i representado pela figura simbo- rolados, que limita o .porto cio Iica do Espírito Santo, em forma mesmo nome, servindo êste o duma pomba branca, tendo sido tráfego comercial e o tnoviinentomado d o or3go da Igreja Pa- to de passageiros de alguii~as roquial d a Vila, que é o Divino freguesias visiniias. Ma dois Espírito Santo. Sob o ponto pontos ein que particularmente de vista administrativo e finan- se realisa todo êsse inovimento, ceiro é um concellio de 2." or- setido o principal a cliaiiiada dem. As repartições concelliias Rampa e outro no sitio da Serra da antiga administração do con- de Agiia, próximo da foz da cel ho, Câmara Municipal, secre- ribeira dêste nome. Tocam ali taria e tesouraria de finanças regularmente os vapores que acham-se no sitio da Vila, nos fazem o serviço costeiro marichamados Paqos do Coiicellio. timo. O porto dista respectivaA Vila d a Calheta, considerada mente 2,3 milhaç da Fajã d o coino Linl centro de pop~ilação, Mar e 2,l do Jardim do Mar, que com os seus arruanientos, edifi- são o s portos que Ilie ficam cios publicos ou particularcs de mais pioxinios. relativa importancia, conjunto Calheta (Ribeira da). Este de habitações, etc. etc., não me- curso de água, que 6 tamberii rece êsse nome, por isso que os conhecido pelo nome de Ribeira Iiabitantrs residem em casas da Vila da Calheta, tem coino dispersas e muito afastadas afluentes o s pequetios ribeiros urnas das outras. do Cutileiro, do Coiivcnto, do Callieta. Lugar pitoresco e Loitibo do Brasil e da Fontc de pequena praia, situados no ex- Nossa Senhora e desemboca na trenio oéste da costa rneridional vila da Callieta. da Ilha d o Porto Santo, que liCaivirio. Lugar da li-cg. d o gani directamente coni a grande Cailiço, i10 sítio povoado d a praia da mesma ilha e que ficam Assomada. separados do Illie~ide Baixo ou Galvirio. Sitio da freg. d o da Cal por uiii estreito boqtiei- Estreito de Câiiiara de Lobos. são. Calvário. Sítio da freg. da Calheta (Ponta da). Saiiencia Ribeira Brava. ila costa masitima da Ilha do Cama do Bispo. Sitio povoaPorto Santo adjunta ao sítio e do da Freg. da Quinta Grande. pequena praia do mesmo nome. 7 f. e 30 h. -V. Collleta (Porto Santo). Cainacha (Freguesia do). 6 Calheta (Porto da). A entes- uma das paróquias interiores tar com a vila da Callieta, existe da Madeira e de situação mais L I I I Ipraia de grossos calhaus elevada, encoritrando-se uiiza ~

parte corisideravel da sua poptilaqáo numa altitude superior a 700 metros acima do nível d o mar. Tein como freguesias confinaiites: São Roque do Faial e Porto da Cruz, ao norte, Caniço e São Gonçalo, ao sul, Ga~ila, Santa Cruz e Santo da Serra, a lkste, e São Gonçalo, Santa Maria Maior e Morite, a oeste. Faz parte do Concellio e Coniarca de Santa Cruz, a cujas sédes está ligada por Liina peçsima estrada municipal, que atravessa a freguesia de Gaula, nuiiia extensão aproximada de sete quiloiiietros. Os seus sítios povoados são o da Igreja, Rocliáo, Achadiriha, Casais do Além, Vale Paraíso, Ribeiro Fernando, Nogueira, Ribciriilha, Salgados e Ribeiro Serrão. Entre muitos outros sitios de menor iniportaricia, fazeinos i~~enc;,ío cia Acliada, dos Piquetes, Figiieiririlia, Pico da Silva, Poiso, Pico das Aboboras, Acliada d o Gil, Cíirreiras, Ribeira cle S2o Martiiilio, k'iiilieirii~lio,Aiiioreirns, Eira de Fora, Eira de Deiitro, Ceiquinlia, Boq iieiráo, Lombo Barrcto, Pico d o Iilfaiitc, Acliada das Urzes, etc. Sitios pitorescos e donde sc descoitiiiam belos pontos de vista: Vale d o Paraiso, Pico da Silva, Mirante do Marcado, Leyada do Pico, Eira de Fora etc. E o silío da Igreja o iiiais centrai e inoviinentado da freguesia e nele fica o pitoresco lugar da Aclinda (V. Cste tioii~c),que d i

acesso ao liotel da localidade, instalado na antiga quinta Grabhain. No referido sítio da Igreja encontram-se a Igreja Paroquial, cujo orago é São Lourenço, a capela de São José e a Torre do relógio na Achada, duas escolas oficiais de instruçáo primária, sendo uma para cada sexo, a Estação Postal, a Cabine Telefónica e o Posto d o Registo Civil. Nesta freguesia, que 6 das mais pitorescas e d a s de mais encantadoras paisagens de toda a illia, encoi~tram-se belas quintas com excelentes casas de habitação, tnerecendo destacareiii-se a do Vale Paraíso, a da faniilia Ornelas, Faias, Grabliam, Nuiies etc. Esta paróquia é atravessada na sua maior extensfio pela importante Levada da Serra, que s e destina A irrjgação das freguesias do Caniço, São Gotic;alo e Santa Maria Maior, iiias em nada aproveita com os abundantes mananciais que correm iiêsse aqueduto, como seria de toda a justiça que dêles conipartilliasse. E inarginada por tima vereda, qtie coiistitiiiti utii aprasivel passeio e donde se disfrutari~surpreendentes paiioranias. Encontra-se nesta paróquia o mais largo centro produtor d a importailte industria chamada .obra de vimes. ou artefactos de verga, que ocupa alguiis centenares d e operários, tendo-se irradihdo dêste lugar para o~itrospontos

da Madeira. Dentro dos liiiiites desta freguesia fica o sítio do Poiso, onde se encontra a conhecida Casa de Abrigo, na margem d a estrada que conduz a o norte da ilha e que é largai i ~ e ~ ifrequentada. Na sua área te e atravessando-a nurtia grande extensão, nasce a Ribeira do Porto Novo, que tomou o riome d o lugar em que desemboca. As levadas d a Azenlia e do Pico do Arvoredo, especialmente destinadas a irrigar a freguesia do Caniço, também aproveitam 8 Cainacha, embora numa proporção tnuito limitada. Tein 734 fogos e 381 1 habitantes. A Camactia fez parte integrante da freguesia do Caniço, até que dela foi desmenibrada ein 1676, sendo de 28 d e Dczernbro dêste ano a data do alvará régio d a sua criação. Conjectura-se que o seu noine provenha dum individuo d e apelido Can~acl~o, que ali tivesse tido terras de sesniaria. Atiibuis e a edificação da capéla de São Loirrenço a Francisco Gonçalves Salgado, ignorando-se, porém, o ano em que foi construida e ainda o verdadeiro local eiii que tenha sido levai~tada. Serviu cle séde A nova paróquia e ali permaneceu ate s e erguer o templo actual, constriiido nos aiios de 1783 e 1784, presuniindo-se que êste não s e encontra a grande distancia da priiiiitiva capéla de São L o ~ i r e i ~ ~ o . nova igreja A

paroquial foi parcialtnente reconstruida em lS86, tendo nos ultiinos aiios sofrido grandes melhoramentos nas siias decorações interiores, no acrescentamente duma capéla e na beneficiação do respectivo adro. Esta pitoresca freguesia foi ein outro tempo inuito procurada, especialmente por estrangeiros, como apetecido lugar de repouso na estação calmosa, tendo havido no sitio do Vale Paraíso unia sucursal dum hotel inglês do Funclial, e encontrando-se aqui para o mesmo fiin várias quintas, algumas das quais * ainda existem, coin excelentes caszs d e habitação e belos parques e jardins. Nuina destas, que é a residet~ciasolarenga da ilustre família Ornelas, nasceu a 5 de Março de 1866 o distinto rnadeirense conselheiro Aires de Ornelas de Vasconcelos. Caiiiacha. Sitio povoado da Illia do Porto Santo. 39 f. c
180 li.
Câiliai*a de Lobos

de). Confronta, ao norte, coin a

(Freg~tesia

paroq~riado Estreito de Câniaia d e Lobos, ao sul, coin o Oceano Atlântico, a leste, com a fregticsia de São Martínlio, da qual está separada pela Ribeira dos Socorridos, e, a oeste, com a paróquia da Quinta Grande. Abrange os sítios povoados da Vila, Iltieu, Espírito Santo e Calçada, Palmeira e Voltas, Pé do Pico, Cerrado da Adêga, Torre,

CAMAKA 1 1 LOBOS 13

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CAMARA DE LOBOS

Aldeia, Quinfa do Leine, Saraiva, Postal e Telegráfica, Cabitle TeJes~isMaria José, Ribeiro Real, lefónica, Posto d o Registo Civil Lourenciiilia, Panasqueira, Fa.jã, e Posto d a Guarda Fiscal, insCaiiiinho Grande e Preces, Ri- talados no mesmo sítio. O enbeira da Caixa, Heras, Gara- sino primário oficial e minischico, Nogueira, Caminho Gran- trado por cinco escolas, estando de e Ribeiro da Alforra, Pedre- situadas iima para cada sexo, na gal, Fonte d o Garcia, Ranclio, Vila, e tambem unia para cada Caldeira, Cruz d a Caldeira, Fa- sexo, tia Loureiicinl-ia, e aiilda cho e Fontaiiilias do Mas. E o Lrma nlixta, no Caininlio Grande martir São Sebastiáo o orago e Preces. Está nesta freguesia a da Igreja Paroqiiial, existin- skde d o Partido Médico, que do, Blkrn desta, a igreja de abrange todas as paroquias do Sáo Bcsnarditio (V. este izoine) concelho. Irrigam esta freguee as capélas d e Nossa Seliliora sia as levadas Nova, Braz Gil da Concciqáo, no sítio da Vila, e Forital Figueira. São duina as do Espirito Santo e de Nossa iiotavel feracidade o s terrenos Senhora das Doses (Cemiterio), d e s t a paroquia, produzindo no sitio do Espirito Santo e abundatitemente todas as espeCalçada, a de Nossa Senhora da cies horticolas, além d a viti,ha, Boa I-lora, no sitio da Torre, a cana d e açucar e banana. E o de Nossa Senhora da Boa Mor- centro produtor d o s mais afate, no sitio do Ribeiro Real, a mados viti11os d a Madeira e de São Joáo, 110 sitio de Jes~is portanto de todo o mtindo. D o s Maria Josb, a de Nossa Scilhorii sítios d o Pico d o Galo, Pico da da Nazark, rio sitio tlo Caniinho 'i'orsc, Pico d o Rancho, Pico d a Grancie e I'reces, n dc Nossa Madeira c Cabo Girão descoSenhora das Preces, tio sitio do b r e ~ ~ ~ -vastos surpreendense mesti~onoilie, a de Nossa Se- tcs Iiorisoiites. E servida por iihbrn da i'icdade, no sitio da li111 pequeno porto, no fundo Caldeira, e a d e Nossa Seiiliosa diiiila pitoresca enseada, com dc Fritiiiia, 110 sítio da Criiz da sua praia e cais de deseiiibarCaldeira. Pertence ao Coiiccllio que. O basalto poroso, que s e de CArnara de Lobos e , Co- presta a ser lavrado pelo cai1tei1.o i nlarca do Funclial. Está ligada e que entre 110s tein o nome d e a cidade pelo mellior troço de cantaria rija, abunda em algtins estrada que existe i1a Madeira, pontos desta freguesia e é riiuito lia extensão aproxiiiiada de dez exlílorado para o fabrico d e quiloinetros. Alki~í das reparti- ombreiras, limiares e solciras d e ções concelliias, que funcioriaiii porias e janélas, degraus d e ilo sítio d a Vila, tcm Es1;ição escadas, cuiihi~is etc., que são

CAMARA 1)E: LCIIIOS

4(i

CAMAIjA I)E 1,Olco~

podemos largaritente expedidos para di- que jB e~iiiinerá~~ios, fazer ainda riienção tias de Nossa versas paroqitias da illia. 7810 Scriliosa de Belkm, d e São João Iiabitafites e 1567 fogos. Quando os ptiinitivos colo- e de Sáo CAiídido. Existiu iiesta nisadores realisasaiii a priiiieira freglicsia o convetito de rcliviagem de exploração ao loiigo giosos franciscanos de São Bcrda costa inaritima, deparou-se- iiarditio (V. êstc ilomc) c iiris Ilies uma pitoresca enscíida coiil stias iincdiriçõcs se ciicorits~io tiinas peqtieiias fiiriias o11 ca- Peqtieiio Sciniiiririo Dioccsaiio, maras, onde eiicontiaiain al- Ftiiitlado iio aiio cic 1931. N o guinas focas OLI lobos ~ i ~ í ~ r i i i l ~dia , 4 dc Mrirqo tlc 192!1, j ~ i i ~ t o os o que logo dcteriiiitiou o noiile da foz da Ribeira d o Vigii*io, apropriado de CCiinara de Lobos deti-se ~ i t i i gr;ilidc ( I C S I I I ~ ~ O I I : ~ dado ao local, qlie depois se iiiento dc tcrrcnos sobre o inar, geiieralisou ás suas iiiiediiiçfics tcrido este iio refluxo das oiidas inais próxinias e posteriormeiite arrastado violciitniae~ite vinte a toda a povoação qlie ali se pessoas, que s e íicliavaiii no formou. N~irna einiiieticia so- leito da incsiiia ribcirri c qlic ali braitceisa a eriseada, deliileou pcrdcraiii a vida. Foraiii iiiitiiJoão Gonçalves Zargo a coiis- sais desta frcg~icsi>iI-leiiriqlie triição duma capélri dedicada no EIeilriqiies dc Noronhii, gciieaEspírito Santo (V. estc riotne), logistii (1 667-1730), João I'cdro quc k das iiiais antigas desta de Frcitns Pescirri Driinioiid, diocese, estabeleccndo-se ali a ridvogíido e jorii:ilista (17GOséde da pardqriia, q~iaizdocsta l825), padre dr. Jus6 Goiisnlvcs foi criada pelos anos de 1430. A de Ag~iiar,teologo, (1 831- 1895) actual Igreja Paioqtiial L: coiis- c Jo;icliiiiii pcstr~ii:i, pocln (1 840trução da pririieira iiietadc ílo 1000. séciilo xvr, tendo sitln cliiAsi Cdltiara de Lobos (Mirnicipio totaliiieilte rceclificada c amplia- de). Cotii skdc i ~ Lugill- de Crio da por meados clo st:ciilo xvirr iilara dc Lobos, fui em 1832 e ainda lia po~icosanos foi iio- criado o concellio do iiicsiiio vaineiite restaurada nos seus iioiiie, nins rião chego~in proornatos e decorações interioscs. çcdes-se h sua insl;ilriçrío. S8No alio de 1576 crioii-sc Lim mctite depois do cstahclccicurato nesta parbqiiia e poiicos mcii to cio govci'iio conslitiicioanos niais tarde uina colegiacla iial 4 qtic, no nilo de 1835, se coin Ires clbrigos, ~ilkin do crioli e iiislalo~i dcFinitivanieiltc paroco e do coadjutor. Teve este iii~iiiicipio. A êIc pcrlcncemuitas capelas, qiiAsi todas de raiti clcstlc ;i stia criat.Xo ;is freinstit~iiçiío viiiçular e, a l h i tiiis g~iesias de CRinara de Lobos,

Estreito de Ctimara d e Lobos, Curral das Freiras e Campanario. Constituindo-se em 1848 a nova paróquia d a Q~iintaGrande, formada coni alguns sítios desmeinbrados das freguesias d e Câinara d e Lobos e d o Campanário, ficou o coiicellio de Câmara de Lobos acrescentado com mais aquela paróquia, [nas a siia área total não sofreu inoclificaqão alguma. Com a criação do recente concelho d a Ribeira Brava, no ano d e 1914, passoii a freguesia d o Campanário a fazer parte d o novo concelho, sendo desagregada d o de Câmara d e Lobos. O brazáo de armas d a C â n a r a Municipal dêste Concelho é representado por duas focas ou lobos marinhos, entre o s quais s e vê o escudo das arinas d e Portugal. Apezar d a c o m ~ i m desigiiação de Vila dada A sédc dêste Coiicelho, até eiii docuinentos oficiais, nunca ela foi elevada a essa categoria, por qualquer diploma emaiiado d o poder central. Administrativa e financeiranieiite é considerado uin concelho de segunda ordem. As respectivas repartições concelhías estão instaladas, no sítio da Vila, nas casas da Câniara Municipal. A é sua pop~ila<;c?o de 16436 habitantes com 3092 fogos. Teiii dois partidos médicos e 9 escolas oficiais d e ensino primário. SIAmara d e Lobos (Porto, c a i s

e Enseada de). Coni a cliamada Vila d e Câmara d e Lobos, séde d a freguesia e Concelho do mesmo nome, entesta uma pouco ainpla tnas pitoresca enseada, limitada por utna pequena praia de calliai~sroliços e servida por iiin cais de desembarque, o qual foi constr~iidoeni 1876 e notaveliiiente inelhorado no ano de 1903. Tem êste porto urn movimetito relativamente grande, por sêr Câmara d e Lobos um importante centro pescatorio, eni cuja respectiva industria se ocupam alguns centenáres de individuos. Fazein escala por êste porto os vapores do serviço costeiro maritimo. Fica a 4 milhas de distancia cio porto do Funciial e a 3 d~ d o Caiilpanário. Cainiiiho da Achada (Sáo R0que) V. Achadrr (Caliiinlio da). Caminho Clião. Sitio povoadó da freg. de Sa~itana,onclc se ericontram os Paços clo Mtiiiicipio, virias repartições conceIhías, o Pcisto d o Registo Civil, a séde do Pai-tido Miidico e a subdelcgacia d e saúde. 20 i c 83 li. Ca~aiiiilzo @hão.Sítio povoado d a frcg. da Ribeira Brava. 23 f. c 129 h. Camiiilio do Concellio para a Ribeira da Caixa. Sitio povoado d a freg. do Estreito de Câmara de bobos. 21 f. e 144 h. Caminho do Coilcelllio para a Ribeira da Feriiaiida. Sítio po-

magtiificamente iiistalado e que rivaiisa c0111o s tlleiiiores d o seti genero no estrangeiro. Propriedade da níesma eriipresa e tatiibérn por ela tnaiitido S o esCaminIio de Ferro do Monte. plendido Hotel Beliiíotite, um No ponto de convergencia das dos melhores e mais bciii situaruas do Ponibal e do cotiego dos da Madeira. A constrcic;áo dn estrada c(>AIfredo Cesar de Oliveira (Dificuldades) principia a estrada que ineçoli em Agosto de 18!) 1, o 6 percorl-ida em toda a sua ex- tendo-se iiia~tgiti~ado scrviqo tensão por uni elevador ou ca- do elevador, dcsdc o Ponrbnl iiiiiiho de ferro de cremalheira, ate A Levada dc Saiita Luziíi, conhecido pelo nome de Caiili- em Julho de 1893, c atc tio Atarilio de Ferro do Monte. Esten- Ihinlio, 110 Moiitc, ctii Jtillio de de-se esta linha desde o Potn- 1894. O treclio da liilliii, que bal, oiide se eticontra a psin- vai do Monte ao Terreiro clli cipal estação e os escritorius Liita, iriaugtiro\i-se a 24 de f ~ i da Companhia, até o Terreiro nho de 1912. E de toda a jusda Luta, que é o seu ~terininus)),tiça registar nqtii dois noincs : o ficando êste ponto a cêrca de do capitão Maiiucl Alcxaiidt.c mil e qiiinlientos metros de dis- de Sousa, o arrojado iiiiciados tancia da Igreja Paroquial d o desta gratide c utilissiiiin eiiiMonte e numa altitude de 850 presa, c o do coiiictidndor Mainetsos acima do nível do mar. ntlcl Gonçalves, n ílitciii c l ~ ficoti i A extcnsáo de toda a linlia devendo os ~iiais assiii;il;idos :iproxiiiiadaiiiente de quatro qlii- serviços c ciii especial o ~ i r o lóiiietros, tei-ido alguns apca- loiigamento dri lirilin ;itk o 'l'crdeiros no seu percurso e tinia rciro da Llita c a coiistrti<;ão c 3 0 estação no sítio da Fonte. Man- belo cdificio cio resiaiirniitc c o t i i t k n ~uin scrviço diário de carros a sua excelei~te iiistalaçAo (V, para as diversas estações e Terreiro da Ltitn). apeadeiros, que em certos dias Gairiiiitio Grande e P~cccs. Sise torna mais frequente, qualido tio povoaclo cta frcg. de Ciiiiilii-n se dá uma maior aflueticia dc de Lobos. Ali sc eiicontra n catliristas. No sitio do Terreiro da pela de Nossa Sci~lioríi das Luta, tio termo da linlra, donde Prkces, q ~ i cdeli o noii-ie ao lus e disfsuta uni dos mais iiiara- gar, firildada tio ano de 1683 vilhosos panoranras, sustenta a pelo padre Fratlcisco da Cuiilia Compatihia do Caminho dc e Mendonça. Taiiibkiii no mcsFerro Liiia cxçclcnte icstíitiratitc, m o sítio se ;iclin 8 c;lpfil;i rlc voado da frege do Estreito de Camara de Lobos. 23 f. e 150 li. caminho de Doiia mécia. Sitio povoado da freg. de Satita Cruz. 12 f. e 91 h.

CAMINHO GRANDE E PfSECES

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CAMINfIO DO PALHEIIZO

Nossa Senhora d a Nazark, constiliida, no alio d e 1757, por D. Maria d o Rosário Henriques, viuva d e Pedro Bernardes Cordeiro. No lugar conliecido pelo nome d e Fonte d a Roclia, existem ainda os escombros dtiiiia antiga capela dedicada a São Candido e mandada edificar ]]elo conego Francisco Candido Correia Heiiriqiies, iio ano de 1732. 96 f. e 516 li.
Caininlio Grande e Ribeiro da &forra, Sitio povoado da frege

de ("âlilara de Lobos. 93 f. e 416 h. Caiiainho do Lazareto. V. Laznreto (Estrada do). Gaminlio do Matias. Sitio poda 'Ia Serra de Caininho do Palheiro Ferreiro. hgua. 9 f. e 33 li. Principia na Rua Bela de Sáo Cariiiiiho do Meio. k COI~!I€!C~- Tiago, onde cllainaln a Forca, do por Cste nome a cstrada qLie, corta a Estrada cio Conde do partindo d a rua d a Rochii~lia, Carvaillal e atravessa os sítios lia Raliipa do Caiiipo d a Barca, I das Miirteiras, Farrobo, Boa se estende até o sitio da Clio~i- Nova, Estaiiquiillios e Lolilbo Qana a eilte~tai. C0111 0 ccitllillll~ da Quinta da freglicsia de São da Fig~ieirinlia, que coilduz a Goiic;alo, conduzindo i Quinta freguesia d o Porto da Cruz. AO do I->:tllléiio e sitio do mesli.io longo do Caiiiitilio d o Meio fi- 1lo1i,eJ ramificando-se aqui em caili a cluirita e capela d a Mãe virios canlillllos, I\Ta rilargeiii cios Hon3ens, sede duma antiga desta estracla, 110 sitio conliecasa vincuiada, a capkla d o Boi11 tido pelo nome de Faial, etlSiicesso (V. este nome) e a capéia colltra-se a capela de Nossa de Nossa Senhora cla coilcei- Senhora da Natividade, ftrtldnda ção, na q~iinta o Pomar, (Cllou- por Zcllobio Acciaioli, lios fins d palia) fundada recentemeiite pelo 10 século xvr, nas terras viti' 2." viscoiide d c Cncorigo. ciiladas qiie ali possuia, senCaiiiiiiIio do ~ o ~ i t A .estiada do séde duiii antigo niorçadío. e ~ cticoiitra iin mesma qiie tc111 O tloi~lcde Çanii11110 do T a ~ i i b b ise ~

Monte coiiieça tia convergeiicia d a pequena ladeira da Incarilação e da rampada riia do Pombal, estendendo-se, encosta acima, ate a Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Morite e cuja continuação constitui a estrada que s e dirige aos sitio5 d o Arrebentão e do Poiso. E atravíis deste caminho que fiequentemente cleslisarn, ein vertiginosa carreira, os tipicos e originais t~ellós de ~ S K ~ S ~ O , conduzidos Por destros e Iiabilissin~os guias, ~Lllga~llleilteconhecido~ pelo iiome de Carros do Monte. A constr~ição desta estrada data dos principios do século X I X . Cainiiiho Novo. V. Estlndfl L ? ponte do ~ ~ b sêco. , . ~ ~ ~

CANIINIt(3 UU 1'AI,l-IR11<0

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CAMINHO DAS VOL'I'AS

estrada a quinta e capéla da Roa Nova (V. êste nome). Caminho da Torrinha. Ha pouco mais dum século, era a via publica que ponha a cidade d o Funchal em coinunicação com a formosa estancia do Monte e com as freguesias do norte da Ilha (V. Caminlzo do Monte). Principiava tia Ponte do Torreao, encontrando-se, no taboleiro lia pouco demolido, gravada numa lápide de niarrnore branco a conhecida quadra: Púra, passageiro, @a-- Qun tzdo vds subir o Monte-E admira de passagem - O Betn feito desta po17te.-Pelo Grande Forjaz Couti~zho Em o ano de 1787. A antiga e coilcorridissima romagem de Nossa Senhora do Monte fazia-se especialmente através desta estrada, que passou a ter menor itnportancia, quando em principio do sécufo xrx se construiu o Caminllo do Monte. Marginam esta estrada varias quintas com boas casas de habitação, dando acesso para ela a capéla de Nossa Senliora da Cotisolação (V. Levada de Santa Luzia) e a s~intuosa Quinta da Palmeira. Caniiiiho de Santo António. 0 pequeno largo das Maravilhas, no alto da rua d o mesmo iioiiie, bifurca-se em duas estradas, sendo uina a que coiiduz a freguesia de São Martinlio e a outra o chamado Caininlio de Santo AntOnio, Êste atravessa

o Pico de joso, d a fregiicsia d c São Pedro, e na sua maior ex, feiisão a freguesia d e que t o m o u o noine, eiltestando no sitio d o Vasco Gil com a estrada q u e sc dirige ao Curral das Freiras. 0 alargamento d o lanço d o caniinho que s e estende d o largo das Maravilhas A Igreja Paroquial de Santo Aiitbilio rcrilisoiise nos anos d e 1914 e 1915. E hoje uiila das niais n~oviiucirtadas estradas do coticelho tlo Funclial e riiais ainda o sei.& quando se proceder ;io alargatneiito c10 caiiiinlio das Roinciras, que conduz directamente rio Pico dos Barcelos, e q~iaiiclo estiver em coni~iiiicaçãocoiii n estrada d o Curral das Fi.ciras, facultando-se assim a i-L1pi(l;i visita a irm dos pontos de iii;iis cirreb:itadora paisageiii d o iiitcrior da illia.
Caminho de São Martiiillio. A

pccl~tenadistiiiicin d o largo d a s Maravillias se encontra o pequeno largo da Cri[%cio Ctirví11110. Bifurca-se Cste eiii dii:is estradas, sendo ittiia clinmnrln Caiiíiiilio d o Pilar, q ~ i e scivc dc linha divisbria das freguesias d c São Martinho e Santo AiltOiiio, e outra conliecida pelo noilic d c Cainiiilio de São Martitllio, rlitc conduz A igreja paioqtiial dcsfn freguesia c s e prolong:~ ai6 h paróquia de Cdmara de Lobos. Cainiiilio das Voltas. Sitio pitoresco d a ireg. d o Porto d o Moiiiz,

Caiiiisa (Ribeira da). Pequena irea dêstes sítios povoados e ribeira que atravessa a freguesia nele encorporados, encontramda Ponta Delgada pelo lado de se outros pequenos sítios, dos quais inencionaremos os seoeste. Ganipanário (Freguesia do). guintes : Passo, Fontiiiha, Terça, Os seus limites são as serras Torre, Madre de Agua, Covas, das freguesias da Ribeira Brava Casa Nova, Achada do Boieiro, e Serra de Agtia, ao norte, o Ribeira da Mulata, Eira do MaOceano Atlântico, ao sul, a fre- teus, Taboleiros, Ainoreirinlia, guesia da Quinta Grande, a Cova d o Conde, Portela, Lombo leste, e a da Ribeira Brava, a das Cabras, Capela, Pico Alto, oéste. Faz parte do Concell~o Tulha, Pretellia, Cruz, Pedra da Ribeira Brava, de cuja séde Mole, Pico d a Cruz, Rocha d e dista 5 quilómetros, e pertence Garachico, Capelinha, Lages, A Comarca do Funchal, estando Lombo dos Pelaines, CorBa, distanciada cêrca de 18 q~iilo- Amendoeiras, Cascalho, Lugar, inetros do ceiitro da cidade. A Poiso, Marinheiro, Fonte do Estação Postal, a Cabine Telefo- Moniz, etc. A Igreja Paroquial, nica e o Posto do Registo Civil de que e orago São Braz, bispo ficam instalados no sítio da e mártir, fica no sitio d a Igreja, Igreja. Tem duas escolas oii- tendo mais a capéla de Nossa ciais de instruçáo primciria, sen- Senhora d o Bom Despacho, 20 do uma do sexo masculino, no sitio d a Vigia, e a de Nossa Sesítio da Igreja, e outra do sexo nhora da Glória, no sítio dêste feminino, no sítio das Furtlas e tiome. Nêste iiiestno sitio d a Ainoreiras. Divide-se nos sítios Igreja s e acha o Ceiliitério PaEsta paróquia é irrigada povoados da Fajã dos Padres, ~*oqtiial. Tranqual, Quebrada, São João, com a s levadas da Madre d e Pinheiro, Lugar da Ribeira, Vol- Ag~ia,que nasce delitro dos l i tas, Pedregal, Achada, Terreiros, mites da fregtiesia, e d a Roda, Lugar da Serra, Cova da Velha, que tem sua origem na paróAdega, Cori~jeira, Long~ieira, quia d a Ribeira Brava. Tem as Rodes, Cartiio, Cerrado, CI-ia- ribeiras d o CampanBrio e d a piiil, Calçada, Loinbo do Ro- Adega, t.ambéni clianiada dos mão, Igrcja, Lapa e Massapcz, Melões. E servida pelo pequeno Furnas e Amoreira, Fajã Ve- porto da Lapa, em que se enIlia, Vigia, Porto Novo, Cha- contra urn insuficiente desetiiniorra, Jardim, Palmeira, Roda e barcadouro, co~~struído ano no Massrtpez, Porto da Ribeira, de 1908. Próximo d o seu litoral, Pedra de Nossa Senliora e Nossa encontra-se uni pequeno ilheu, Sciíliora da Oldria. Dentro da conhecido pelo iiorne de Illie~i

do Canipniidrio São sítios pito- Carriio, a de Noss;i Sciiliora d o rescos c de surpreeildeiites pa- Rosrírio, a de Nossa Seriliora itorailias o Pico Alto, a Eira das clos Remédios c a de São João Moqas, o Pico da Cr~iz e a Baptista. Faz parte desta fregriesia a coi~liecida Fajá d o s Achada. Afirma-se que o noille desta Padres (V. este nonie), :tfarnada freguesia provéin da circunstaii- pela prodiiçi?~do seii precioso cia de ler existido, não longe da viiilio de malvasia. Desta parocosta maritima, iim ilheu coin quia se desrnembrarai~icm 1848 duas pontas elevadas, que a algui~s sítios para a formaçáo distaricia figuravam iinia sineira da freguesia da Quinta Grande, ou carnpanArio, a que os prirni- criada naquêle ano. Forarti nativos colonisadores cliainaram turais do Caiiipanário D. MaIlheu do Can~paiiário,estenderi- nuel Joaqtiiin Gonçalves de Alido-se a estranlia detiomii~ação dradc, bispo da diocese d e São aos terrenos qiie Ihc ficavam Paulo (1767-1847) e setis sobrimais pr0xiriios e depois a toda 11110s o ilustre jurisconsulto a localidade. Uiria parte coiisi- Francisco Justino Goriçalves d e deravel desse Ilhc~i foi derru- Andrade, (1821 -1 902) e o conego bada por uma violetita tenipes- João Jaciiito Gonçalvcs d e Antade nos fins do século SVIII, drade (1825-1594), ainbos disperdendo ent,?o toda a seme- tintos professores da faculdade lliança qiie porveiitura teria tido de direito daqliela cidade bracom um canipaticirio. Foi criada sileira. esta paroq~iiapor meados do Gampaiiario (Illieu do). Na século XVI, ignorando-se a in- costa maritima desta pardcluia, vocação e o local da capitla em próximo d o litoral, fica iim peque se estabeleceu a sua sede, queno illie~i, que tein aqtiêle conjecturando-se que tivesse nome e que também é clianiado sido a capela da Vera Cruz, Ill-ieu d a Lapa. (V. êste nome), que é das inais Gaiiipanfirio (Porto e Cais do). antigas da Madeira e que Iioje No litoral da freguesia dêste pertence á freguesia da Quinta ilorne encontra-se um peqrieno Grande. A act~ialIgreja paro- e mau porto, onde s e constniiu quial, de cuja primitiva edifica- iim insignificante deseiilbarcação se desconi~ece o ano, foi douro no ano d e 1909. Tamb4111 reconstruida por 1683 e tem é conhecido pelo iionie do Porto posteriormente sofrido impor- da Lapa. Está distariciado 3 mi tantes melhoramentos. Além das llias do porto de Câmara d e capelas, acima referidas, teve Lobos e 1,7 do da Ribeira Brava. ainda a de Nossa Seriliora do Canipanúrio (Ribeira do), Co

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C AMPANÁRIO

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CANHAS

nhecida tanibern por Ribeira da Lapa, nasce este curso de água n o Pico dos Terreiros, atravessa a paróquia d o Cainpanirio e desagúa no porto deste nome. campo de Baixo. Sitio povoad o da Ilha do Porto Santo, onde s e encoritra Lima capéla da invocação d o Divino Espírito Santo, d e construção bastante antiga, mas reedificada iio primeiro quartel do século XIS pelo capi tão Sebastiáo Antóiiio Druinoiid. 35 f. e 149 h. Canipo de Cixna. Sitio povoad o da Ilha do Porto Santo. 64 f. e 284 h. Campo Graiide. Sítio muito inóspitc no Paul da Serra, a qiie tatiibein chamam Meio Paul, onde já existiu uma casa para abrigo dos viatidantes.
Campos experimentaisde agricultura. V. Postos Agricolns. Canario (Pico cio). Fica esta

freg. do Monte, onde se encoiltra a capéla de Nossa Senhora da Conceição. (V. Lnrgo da Cntzccicão). 9 f. 51 li. Ca~icela. Sítio povoado d a freg. de São Gonçalo. 31 f. e Roque do Funchal. Caricela. Sitio povoado da fiGeg. de São Roque do Faial. 8 f. e 43 h. CandelBria. Sitio povoado da freg. da Tabua. Acha-se ali a capéla de Nossa Senhora d a Candelciria ou das Candeias, qtie deu nome ao lugar, atribuindose a sua fundação aos antigos povoadores Medeiros, que tiveram terras de sesmaria nesse sitio. 59 f. e 282 h. Canhas (Freguesia dos). Confina, pelo norte, com o planalto do Paul da Serra, pelo sitl, coin o Oceano Atlântico, por léste, com a paroquia da Ponta d o Sol e, por oéste, com a do Arco da Calheta. As ribeiras de Sc?o Tiago e a da Madalena separam a freguesia dos Canhas da Ponta do Sol, pelo lado de Iêste, e da do Arco da Calheta, pelo lado de oéste. Abrange os sítios povoados do Lombo d a Piedade, Lombo dos Canlias, Anjos, Outeiro, Vale e Cova do Pico, Cerrado e Cova, Poiso, Achada e Levada do Poiso, Salões e Levada da Madalena, Carvalhal e Carreira, Socorro, Faja e Eiras, Barreiro e Fciteiras,
123 h. Cancela. Sítio da freg. de São

clevacla eniinetícia, no interior d a Ilha, iilima altituda de 1661n1, n á o ~iiuito afastado do Pico Ruivo. Cancela (Pico da). È uma elevação rnontanlia da freg. do Caiiiçal, que se considera como sendo o corneço do cabo ou ponta de S i o Lourenço. Do ponto inais alto da siia cumeeira descortina-se iima parte consideravel da costa setetltriona1 d a Madeira. Cancela. Sitio da freg. do Caiiiço. Cancela, Sltio povoado da

LANHAS

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CANIIAS

Adnliiiistrativa e judicialmerite pertence ao Coiiceliio e Coiiiarca da Ponta do Sol, de cuja séde se aclia distante cerca de 5 quilómetros. Tem Estacão Postal, Cabine Telefónica e Posto do Registo Civil, instalados nas imediações da Igreja Paroquial. Funcionam três escolas oficiais nesta paróquia, sendo unja masculina e outra fetiiinina, ainbas sitas no Loinbo da Piedade, e uma tnixta no Vale e Cova do Pico. Fica a Igreja Paroquial situada no Lonibo da Piedade e tein por orago a Nossa Senhora da Piedade, que deu o notiie ao lugar. Existeni as capélas de Nossa Senhora dos Aiijos, no sitio do mesmo norne, a de Santo Aiidre Avelino, no sitio do Carvallial e Carreira, e a do Sagrado Coração de Jesus, no sitio do Outeiro. Esta freguesia é principalinetite servida pelo porto da Vila da Ponta do Sol, mas tein na sua costa inaritiina o pequeno porto dos Anjos, rio sítio dêste tiotiie, que é utii centro pescatório c onde se aclia um Posto da Guarda Fiscal. Os aquedutos das Cr~izes,dos Galegos e da Serra sáo os principais mananciais que fertilisam os terrenos desta paróquia. Além dos sltios povoados já enumerados, fazemos meiiçáo de outros de menor iinportancia, eilcorporados naquêles, coino sejam a Qtlebrada, São Tiago, Murteiras, Crllzes, Fcira, Jogo da

Bola, Aalaiical, Cel'iild0 CSLIZ, Bacêlo, Loinbo do Alllo, Balareiriniia, Cepos, etc. Sã0 sítios pitorescos: o Lonibo dc São Tiago, Acliada da Carrainancha, La11t.o de Agua, etc. A sua população e de 3882 Iiabitaiites c teni 910 fogos. Diz-nos Gaspas Frut~ioso que João Goiiçalves Zargo, na exploraçáo sumaria q ~ i c fizera na costa-sul d;l Madeira antes de iniciar os traballios da colonisação, traçiíra n cotistruçáo da capitla de São Tiago, que só miiito postei-ioriiieiite foi construida pelo sesineiro Rui Pires dc Canli:~, rim dos iiiais antigos povoadores desta locnlidade. Foi a familia a qtie êlc pertencia, que deti o iionie ao lugar e depois A fregiiesia, criada no Ultimo rl~iarleld o sCculo XVI, mas s6 liavendo sido provida de príroco tio prinieiio qtiastcl clo sbcitlo iiiiedinto. Data desta 6poc;i a conslrtiçáo dri nova igreja, passando para esta a sèdc da Freg~iesia, que atk enfáo estivera na c;ipitla dc SEio Tiago, fundada por 12tti Pires de Canlia. No pcriodo decorrido dc 1753 a I756 se p i . 0 ~ ~ deti, eiii maiores proporc;ões, t; inteira reedificac;ao d:iqlicln igreja, que foi soleneiilei~te bciizida no iílês de M;irc;o deste iiltimo ano. Afdrn as capelas cllic já ficaram nleiicionadas, acliii cxistirain a dc Nossa Seilllora do Monte, n de Nossa Scllllor;~

Aii~iiiciaçáo,a d e Nossa do Socorro c clc Saiitaiia. Foi criad o uni curato nesta pariiqiiia, por alvari regi0 de 7 d e Dezeinbro d e 1731. E talvez esta a iinica localidade da Madeira, ein que ainda a s nitillieres fazein LISO dunia antiga c pitoresca induinciitiria, especialmente nas saias d e vestidos, com riscas variegadas e d e cores vivas, d e fabrico local, serido para lamentar que vão desaparecetido êsses tão ititeressantes e tipicos costumes dos nossos campos. Na margem esqtierda d a ribeira, qiie separa esta fregliesia d a d o Arco da Calheta, deu-se, rio mês d e Março de 1932, uma enorme quebrada, eni quc largos tratos d e terreno s e precipitaram tio leito da mesina ribeira, obstruindo-a numa grailde exteiisão. (V. Ribeira d a Madalena) Caniçiai (Freguesia 11'0). O Oceaiio Atlântico serve-Ilie de limite a o norte, a o sul e a leste, compreendendo a Ponta de São Lourenço, e confina pelo oeste com a freguesia de Macliico e com serras da d o Porto dacruz. Fica no extremo leste d a Madeira e constitui uma pequena aldeia d e pobres pescadores, que demora entre as alcantilad a s rochas, que a separam de Machico, e os terrenos d e capriclioso recorte e d e acidentado relevo que formam a ponta de São Lourenço, Apesar do AtlBiicl;i

tico a 113.0 sepai-iir c[,, resto da ilha, ei~cotltsa-se 1 1 ~ 1 clir;isi coniplcto isolaincnto, pois clire a comuiiicaqáo coiii A~acliico so póde fazer-se através ~ I ~ i i lesi treito c petiçusu c;irrcircj, praticarlo em i.octias a b ~ . ~ i p t ~Us , O pela via inaritinia qiiniido o estado bnnanqoso cio i n a r o pett~iita. Pertence cio coiiceliio de Machico e Li Comarca d e Santa Criiz. Tem cotiio o i q o o rnartir São Sebastião, ficarido a Igreja Paroquial no sitio charnado da Igreja. Divide-se nos sitios povoados d a Banda d o Silva, Cerrado d o Marmeleiro, Entre as A g ~ i a se Batida d e Além. A cerca de qiiatro quilbinetros de distancia d a Igreja Paroq~iial, no alto d o Monte G o r d o e sobranceira ao Oceano, e s t i pitorescanlente situada a capela de Nossa Senliota d a Piedade. Dentro d o s limites destafregiiesia fica a Ponta de São Lourenço, de que niais adiante tios ocuparemos, e não milito distante d o sitio da P i e d a d e o conhecido deposito de numerosos corpos calcareos c o m aparencia de troncos e ramos d e arvores, que teeiii sido objecto de aturados estudos. (V. Piedade). A maior parte d o s terrenos que coiistituem esta freguesia estão ainda por cultivar, de7.ido 5. grande escassês d e águas de irrigação, No seu litoral ficam a espaçosa enseada d a Abra,com uril pequetas %calhair e cais de ###BOT_TEXT###gt;

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cieselllbarqile,e a pitoresca praia o estado d 0 iiiai' lifio ~)cl'illltc a d e fina areia esbraiiq~iiqadaco- co~iiunicaçãn cotii o porto d a iillecida pelo nome de Praíiiha, vila. No sitio da Alrigoa, d a irelugares frequenteiiientevisitaclos gliesia do Catiiçal, se levanta o pelos veralleailtes que passam a edificio da Radio-Mmoni, fuilestação calnlosa e111 Macliico. cionando ali a estaca0 d e telcNa costa maritima d a parte po- grafia sem tios destle o mês de voada encoiitra-se titn pequetio Novembro d e 1!)2(i.. Em I925 desembarcadouro e não rilitito deti h costa no litosai desta padistante o cllamado cais do roq1iii-i o vapor ((Adriaiiao. A planta chamada carriço oii Barro, especialmente destinado ao embarque d e argilas empre- caiiifo (Pllaraginiteç cr)iilii~tiiiis), gadas na industria ceramica que por ali abundava, dcu o estabelecida no Funchal. Um nome a este lugar. Apezíir da origiiial prestito religioso, úilico dificuldade d e coiiititiicaçfio c o i i ~ conhecido ria Madeira, se rea- os outros centros povoados c lisa todos os aiios nesta fregue- da escassa fertilidade das suas sia, o qual saindo da Igreja terras, especialriicntc apropriaParoquial sc dirige processio- das ás pastagens c exc~irsões nalmente a praia e ali enibar- venatórias, 1120 foi este u i i ~d o s cado em numerosos e engala- últimos lugarcs cm cliic s e tcnnados barcos toma a direcção tou a co1oiiisac;iio iliadcirciisc. d o sopé d o Monte Gordo, gal- Afirma o iltistrc aliotador díis gando a aspera ratnpa que con- Sandades da TetSrrr cliie Vasco duz a capela d e Nossa S e i ~ l ~ o r a Moniz, no Hltiiiio qiirtrtel d o d a Piedade. Muitos barcos e século sv, possuia ali uina faalguns vapores do serviço cos- zenda povoada, d e cl~iefez i11orteiro se encorporam nêste tipico gadio, tendo um seti filho, por e interessante cortejo. A pop~i- nome Garcia Moiliz, itindado lação desta paróquia é de 483 a capela de São Sebastião, tios habitantes e 89 fogos. Não tem principias d o século svx, eiii escola oficial, nein Caixa Postal, que s e estabeIece~ia séde d a nem Cabine Telefónica, nem paróquia, criada pelos anos dc Posto d o Registo Civil e nem 1562, 1150 chegando entáo a 60 sequer regedor. O pároco reside, o iiumero dos seus habitaiztcs. ora na localidade ora na vila O terra~iioto d e 1748 deixou d e Machico, conforme o exigem essa capela eni adiailtado estado as necessidades do serviço, mas d e ruina, tendo-se então proceem todos os domingos e dias dido á coiistrução dunia nova saritificados se realisam ali os igreja, que é a act~iiil c que foi actas de culto, rixcepto quando solenciilei~te beiizjda ti 13 dc

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Dezembro d e 1750. Diz-lios lzrutiioso, nutiia das suas frequentes Iiipérboles, que João Teixeira, filho do pritneiro donatário de Macliico, teve no Caniçal ((uma coutada de tanta caça de coelhos, perdizes, pavões, tnuitos porcos e javalis, que se afirma a maior de Portugalp. Ainda hoje existe ali uin lugar que tem o nome de Terra

que eclodiii iia cici:idc d o Fiitnchal, iio principio do iiiês de Abril, coii~o fica dito. jii Caniça1 (Portos e Cais do). No extenso 1itor;il sul desta paróquia encontram-sc o porto c o cais, qiie ficam pi.Qximos d a povoacão e pelo qual se faz o principal tnovimeiito dêste ceiitro pescatorio c de toda a freg~iesia, o cais cliaiiiado do Barro, desde João Teixeira. tinado cspecialnieiitc ao einNo dia 4 de Abril de 1931, barque da argila eri~pregadatla deu-se Lima revolta militar no industria clii ceraiuica iio FunFutichal, especialmente prcpa- clial, o pequeno porto da Prairada e chefiada por oficiais do nha com siia praia de areia, c o exercito do continente postu- cais, e porto da enseada d a gues, que s e encontravam de- Abra. O priiileiro dêstes portos portados na Madeira. Non~ea- dista 1,6 milhas de Illacliico e 4 rani um govêriio provisório e da Ponta de São 1,oiireiiço. preparararn-se para resistir Lís Cniiipo (Fregncsin do). As forças governatneiitais, que da paroqiiias de Santa Aliaria Maior inetropole viria111 castigar os re- e de São Gonçalo confiiinni a voltosos.V~rios navios de guerra, leste cor11 as do Caniço e Caeoin os indispensaveis elemen- I iiiacha, perteiicciites iio colicetos de ataque e tendo a bordo lho de Saiita Cruz. A ponta do o ministro d a rilariiiha, aproxi- Garaujau 6 o iiiiiite da costa maram-se d a s costas da fregiie- 11iaritiin:i do Caniço pelo lado sia do Caniçal e ali efectuarani ocidental, que a separa da freum desembarque de tropas, a 29 guesia de São Gonçalo. Estci d o mês de Abril, que iio dia 1 limitada ao norte pela freguesia de Maio se encantinharam para da Cainacha, ao sul pelo Oceaa vila de Machico através dos no Atlantico, a leste pela par6abruptos e qtiisi inacessiveis quia de Gaiila e a oeste pela de montes que rodeiam o Caniçal, São Gonçalo. Silo sítios povoaconseguindo cercar e aprisionar dos : Tendeira, Moinhos, ASSOas forças revoltosas que se eti- ii~ada, Portinlio, Madre de Deus, contravam n o Pico do Casta- Zimbreiros, Caniço para Manho, daquela vila, tla madsli- cliico, Barseisos, Pedra Mole, gada d o dia 2 de Maio, termi- Castelo, Sesrallial e Anioreiras, nanda d4ste modo o movimento Caiiiço para a Cidade, Vargern,

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Azenlla, Ribeira dos Pretetes, Livramento, Vale, Quinta, Abegoaria, Pal1ieit.o Ferreiro. No sitio da Vargem fica a Igreja Paroquial, que tem como orago o Divino Espirito Satlto e o grande aiiacoreta Santo Antão. Na slia área encoiltrarll-se as capelas de Nossa Sen1ioi.a da Cot~solaçáo,iio sitio da Quinta, e da Madre de Deiis, no sitio do niesiiio nome. Teni duas escolas oficiais de ensino primArio, uiiia para cada sexo, o Posto do Registo Civil, a Estaçáo Postal e a Cabine l'elcfcjtiica, iiistaladas no sítio da Vargem, ntide tambtiii se aclia o Ceiiiitkrio Paroqiiial. Pertetice ao Cuiicelho e Coinarca de Santa C ~ L clonde ~Z, dista cerca de 9 quilometros, que 6 a distancia a que aproximadaiiiente se encontra do centro da cidade. E skde d u m Partido Medico, que abrange esta e a paroqtiia da Caniacha. Na sua industria agricola, sobresai a cultura da cebola, sendo a freg~iesirida Macieira em que inais intetlsaniriite sc faz o plantio desse bolbo, qtie ali cliegou a prodiizir trinta inil pesos 011 sejam mil e qiiitilientas toneladas de cebola, qiihsi totalmente exportaelas para o estrangeiro, o qiie constitui ~ i i i igrande ele111ento de prosperidade para esta localidade. Existe aqui uma Peqliena ii-idustria de chapeus, privativa desta região, fabricacoin folhas de palmeira,

cllie S ~ Oduilia grallde dura@() no seir uso, mas extrenlarnente incornoc~o~ seli deriiasiado pelo peso e iritcira falta de iiialeabilidade. As levadas clLle irrigain esta fscgtiesia sáo a d o Pico do Arvo'e(l0, a de Bailes c adri Azeilha. E liinitada a lkste pela Ribeira d o Porto Novo, q ~ i en separa da Freg. de Gaiila, e 6 &avessada de norte a sul pela Ribeira d o Caniço, qiie titinia certa cxtensão toriia o nome cle Ribeira d o Boi. Tem o porto cle innr dos Reis Magos, servido por Litiia praiíi de crilllaiis solacios, onde se eiicoritra ilnl ccntro pescatbrio. lúa Ponta da Oliveira ha uni pequeno cais de descmbarq~ic, ligado i1 estrada central por Lim ramal, que tem a exteiisão d e 1700 metros. Faremos ineticão dos Iiigares dos Reis Mngos, Ataldia, Pico do Arvorecio, Jutlceira, Passo, Ci~iz,Pico do Telegrafo, Garajaii, Fonte elo lMar, etc., encorporados eni vririos sítios povoados. I-'oiitos pitorescos e doiicle se descoitiiiriin belas vistas : Pico do Telegrafo, Pico dos Covóes c Monumento do Garajaii. Teiii esta freguesia 4697 Iiabitai~tes, qlie vivem eiii 824 fogos. A origeili do iioil-ic desta parcjq~iia,coino jci fica dito acerca d a do Caiiiçal, que 6 a mesma, filia-se tia exisiencia d a plaiita caiiiqo oii cariiço (PIlai.agmites commiinis), qiie por ali abtlfldaria 110 tempo ela iilcipiçi.itc

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coloiiisaçáo c qiie eiitre 110s tcni isto 6 lia capitania da Macliico, i1 deflomin~ção Colilliril de ((cana e a d o Espirito Santo na marvieira* oii ainda ((cana d e rota)). gení direita, isto é tia capitania IJiiia linha aproxiinadainente do Funchal, apezar de sêr criada recta, tendo coino extrenios a unia s ó freguesia e ter tim sO I'onta da Oliveira, tia costa nia- p á r o c o , que alternadainente i.itimn desta freguesia, e a Ponta exercia as fiincões d o culto ein d o Tristfio, i10 litoral da do ainbos os teiiiplos. Foram el;is I'orto d o Moiiiz, constitui~i di- entraiido eni r~iiiia, cspecieta visória das duas ciipitaiiias eni mente a cin niarp.ein esqiieida, que 3 Madeira foi dividida ao impedindo as ,iiitigri$ i ivalidades iiiiciareiil-se o s priinitivos tra- existentes a coristri~çáo duina ballios da coloiiisac;áo. Foi o nova igreja, até qiie, reiilovidos , lugar do Caniço um tios pri- os o b s t ~ c ~ i l o sse edifico~iuni ~iieiros sujeitos a iiina larga novo templo, que 2 o actual, na exp1orac;rlo agricola, tendo-se margem direita d a ribeira, tendo criado a respectiva paróquia, os oragos do Espírito Sailto e pelos atios d c 1440, com sede Sarito AtltSo, como recordariclo iiLitila capcla, d e q ~ i e ignoramos aos viridousos a existencia das ;I invocação, o lozal e ano d a duas antigas igrejas. Fez-se a siia coiistr~ição. Coin o estabe- edificaçáo desta igreja, rio peIcciiiiciito desta nova parocluia riodo decorrido de 1779 ri 1781, deu-se ;i singiilaridade de ficar tendo sido benzida solenemente pertciicendo iís rluas doi-iatarias, a 28 de 0tit~ibi.odèste últiiiio dc q u e rtiiida act~ialiiieiite tios ano. Recentenierite passou ela oferece111 tiin testemuiilio os por grandes inelhoramentos e iioines d o s dois sítios ( ( C a n i ~ oreparações, liavendo sido inteirapara a Cidade. e ((Caiiiço para iiiente reconstruida a fiolitada e M a c li i c o., iniiiterruptaniente acrescentado o cainpanrírio, em coiiservados nas traclições po- que foi colocado iiin excelente p~ilarese registados tio respcc- relogio, àléiil das belas decorativo arquivo paroq~iial.Entre os ções interiores com que foi afortiois iiiicleos de população que inoseada. Teve esta freguesia as se forinaraiii tias margens cla capelas d e Nossa Seri11oi.a clo ribeira, quc ali dividia as duas Livrameilto, de Nossa Seriliora c;ipitaiii:is, existirain antigas ri- da Salvação e a de Nossa Sevaliclades e agitaram-se prima- nhora do Socorro, Alein das que zias cie jurisdiqgo, a poiílo d e ja fica111 indicadas, sendo quási se edificarein diias igrejas : a de todas de instituição vincular. Santo Antáo, n a margem es- Dos antigos sesmeiros do Caquerda dacluela liiilia d e Agua, niço, alguns dos qtiais institui-

Cariiqo pani R C i d ~ d e . Sítio raiii aqui iilorgadios, poderilos, citar Alvaro de Ornelas, o ge- povoado da fiacg. cio Caniço. naves Lucas Saivago, João Ga- 62 f. e 397 h, Caiiiço para lacliico, Sitia poviga, G a s p ~ rcio Rego, Vasco Fernaiides Rego, Vasco Mastins voado d a freg. do Caniço. 44 f. Moiiiz e Afonso Viana. Entre c 273 li. Êstes sítios são colios acontecimentos, qtie possam tigiios, m a s sapasa-os a Ribeira interessar a 1iistói.ia desta paro- 1 do Caiiiqo (V. este noiile). Caiio. Sitio povoado da freg. quia, sobsesaierri ;is tragicas ocorrentins cliie nyiii se deram cle Santa Cruz. Existiu iieste sitio iio mes de Noveriíbro de 1687, o antigo coiive~itodc Nossa Secoiii os inotiris populares pro- nliora da Piedade, d e religiosos vocados pela suposta re~inião fraiiciscai~os, com sua igreja da Junta de Pa~oquia, coiiieten- adjuiitn, fiitidacios pelo fidalgo do-se excessos e atentados, que getiovks Urbailo Loinelino 110s detertiliiiaraiii a iiiterveiiçrto da princípios d o s&culoX Y I . Tendo força armada, tendo caido al- êle moirido ern 1515, antes d e giiiis individuos \lasados pelas estar concluida a edificação d o balas. Foi iiesta fieg~iesiaque o itiosteiro, foi esta teriiiiilada por movimerito popular entrio inani- seti sobrintio Jorge Loiiieliilo, festado etn toda a ilha, teve Lima que faleccii no afio cle 1548. Foi ntais larga c tiigica repercussão. ultimo representante desta itlsA paróquia da Camaclia fez tittiic;ão vinciilar Nuiio de Freiparte integrante ctcsta do Ca- tas Lomelino. Nada sesta rla niço e dela se desinenibrou no aiitiga igreja c coi~vcnto, mas a110 de 1676 (V. Caniaclin). os vastos terretios que o s cirCaniço (Cais c Porto do). A cundavain e que eram pertenqa fseguesia deste nome tein um da casa dos Lomcliitos sao Iioje peqiieno cais tia Ponta da Oli- propriedade da distinta cscrivcira e a praia e porto dos Reis tora Doiia Liiiza Grande, iicta Magos (V. êstes iioiiies). do inorgado Nuito Lomeiirio. Cailigo (Ribeira do). Nasce na 83 f. e 485 li. freg. da Camacha com o seu Catitini. Einbora iião pertença ~ifluciite Ribeiro do Vale do Pa- ao nrquipdago madeirense, fnzraiso. Atravessa a freg. de que se niuitas vezes inençáu deste toinou o noiiie e ali se latiça no cabo da costa iiiarsoqiii~ia,por Ocea~io.Nliiiia grande extensão se encoiitrar tluma latitiicle qiie do seu percurso, ésta linlia de coriespondc serisivelitietite i~ da igua é tniiibciri cha~itadaRibeira Madeira. Fica eqtiidistaiite das do Roi e serviu d e raia divishria cidades de Mazagáo, ao norte, entre ns tliins aiilig;ir, cal)if;iiiíns. e da de Moglidoriro, ao s~il,na

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costa d e Marrocos banhada pelo Atlântico, sendo o ponto d o litoral africano n i a i s próximo deste arq~iipéiago, donde dista cêrca d e 350 inilhaç. Canto do Miiro. Sitio d a freg. de São Gonçalo. Capela. Sítio p o v o a d o d a freg. d o C~irraldas Freiras. Conserva estc iionie por ter ali existido a capela d e Santo Antóriio, fundada pelas freiras d o convento de Santa Clara, na primeira metade do século XVII. 1Gf. e 96 li. Capela. Existe iirn lugar com &te nome, n o sitio d o Carriio, tia freg. d o Campanário. Capelas. Lugar d a freguesia da Madaleiia do Mar, que abrange unia partc da s u a costa maritima c oiicle sc eilcontrani timas pequeiias furtlas e tins baixios zidjacentcs. Fica ~ i o sitio povoado do Passo. Ca~iiinaiiclião.Sitio pov oaci o da freg. de Allacliico. Eiicoiitrase ali ri. capela cle S á o Cristovão, iiiandada edificar p e l o s fill~os do inorgado Cristovão Moiiiz de Meiiezcs, eiil 1690, ein virtude da paterna disposiçáo festameli: taria que a isso os obrigava. E propriedade dc D. Maria Isabel da Câmara Leme, desceiideilte tlo iiistitiiidor. 109 f. e 522 li. guesia de São Vicente, nas imediações d o Paiil d a Serra, onde se enco~itraLm pequena casa i a p ; ~ a a " b i g o dos viadantes, qiie
Carainiijo 011 Chão do Carariilijo. Sitio das s e r r a s d a fre-

por ali transitani. Nas proximidades dêste sítio nascem a s principais frintes, que aliinentam a Levada da Ribeira do Inferno, destinada a irrigação da freguesia dc São Vicente. O Caramujo fica iiutiia altit~ide superior a 1300 metros. Cardais. Sítio da freguesia d e ~ ~ d e Pena. Nêste lugar e em u a terras de que era proprietário, edifiçou o cunego Henriqiie Modesto d e Betencourt, no ano d e 1907, uma capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Gardais. Sitio da freguesia de Gaula. Cardais. Sítio povoado d a freg. de São Vicente. 6 f. e 30 li. Cardo (Pico do). Elevação niotitanliosa d a freg. de Santo Aiitótlio, a 438171 de altit~ide. Cardo. Sitio d a freg. d a Boaventura. Carmo. Sitio povoado da freg. do Campanário. Existiu ali Liiila capela consagrada a Nossa Senliora d o Carrno, que deti o noilie ao sitio, fundada em 1653 por Domingos Rodrig~ies, sendo cle instituição vinciilar e sede dutn morgadio. 15 f. e 73 li. Carneiro (Baixa do). Baixio, já em parte destruido, proximo do Ilheti do Gorgullio e aoeste da cidade do Funchal. Carrei~a. Carvnlhul e CarV. I.EN.CI (Cailhas). Car~eira. Pequeno lugar da freg. d e Câmara de Lobos, encorporado 110 sitio da Vila.

CARREIRA
Carreira. Sítio povoado da fi-eg. dos Prazei.es. 27 f. e 128 li. carreiras. Sitio da freg. da Camaclia. Carvalkial e Carreira. Sitio p0voado da freguesia dos Canhas, oiide se acha a capela de Santo Andrk Avelino, edificada erii 1776 por Carlos Nunes de Freitas da Silva, tendo ~ertericidoa casa dos tiioigados Lomelinos. Nuina das paredes interiores da capela, foi lia poucos Linos colocada a segiiiilte itiscrição : (,Oferecida por Jacinto Fernan(les e concliiida por José dos Reis e povo)). $9 f. e 378 li. Carvailio. Sítio da freg. de Sáo Roque cio Faial. Casa Braiica. Sitio povorido da frcg. do Monte. 20 f. e 95 li. Casa Braiica. Sítio povoado da freg. de Santo Ailtonio. 34 f. c 133 li. Casa Braiica. Sitio povoado rla freg. dc Sao Maitiiiho. 109 f. e 547 li. Casa Caida. Sitio povoado da freg. d o Estreito de Câinara de Lobos. 33 f. e 169 hab. ( asa do Meio. Sítio ria freg, da Boaven t~ira. Casais. Sitio povoado da frep. do Arco de ~ á u Jorge. 6 f . e 40 li. Casais de AIèin. Sitio povoado da freg. da Camacha. 77 f. e 351 li. Casais de AIBiii %i0 povoado da freg. da Ribeira da Janela. 37 f. e 145 11. Casais de Baixo. Sitio p0Vo;id o d a freg. da Ribeira da Jaiiela. 47 f. e 152 li. Casais da Igreja. sitio povoad o da freg. da Ribeira da Jat~ela.14 f. e 69 li. Casais Próxinios. Sitio povoad o da freg. do Santn da Scrrii (Concellio de Santn Cruz). 16 f. e 83. Ali se ncliaiii situadas a Igreja e o Cemitério paroqtiiais, uma escola oficial iiiixta clc ensiiio primário, a Cabiiie Telefóiiica e Caixa Postal c iitii posto agrhrio e florestal. Encontraiu-se tieste sitio algwnias quiiitas e cxceletitcs casas de cairipo, Iiabitadns tia cstaçáo calmosa, e tainbeiii iiiii Iiotel, sendo 6ste liigar bastaiitc fteqiieiitado, especialiiieiilc n o s ineses de ver8o. Casais da Serra. Sitio povoad o da frcg. cirt F;ij;í d a 0vclli;t. 13 f, e 58 li. Casas. Sítio povoado d a freg. de Santo AiitOilio d o Fiiiicl~al. 19 f. c 85 li. Casas de Abrigo. As serras d a Madeira, ein virt~iclcda graiide altitude a qiie geraln~er.itefic:iiii e pelas distancias a qiie s c eiicotitratn dos cetitros povoados, oferecem sciiipre iiin grave perigo aos viatidaiites que tecm necessidade d e as atiavessal-, qtiando nelas sc desencadeiam teinpestades, especialmerite as cliuvas torrenciais ncoilipatilias de fortcs vetitatiias c d e sataivactas d e gratiizo, sendo s;iros

CASAS DE A B R I C J ~

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CASAS PIIBX~MAS

Fajã d a s Nogueiras (V. &te 110gista a inorte d e vários iiidivi- ii~e),nas serras do Faial; Casa duos, que suc~iinbema violeiicia das Queitnadas (V. este iinnie), d o s teiiiporais. Para acudir a tias serras da freg. cle Santana; Csses cainiiiliantes, p o r vezes Casa d o Ribeiro Frio (V. Sste impsiidentes e desconhecendo o noine), na freg. de São R o q ~ i e perigo a que facilinente se ex- do Faial; Casa dos Alpires (V. póein, construiiaiii-se lios poii- este nome), ri50 niuito distante t o s 111,i i s desabrigaclos das d o sitio cla Clioupniia, no Fun~ ~ S S L serras iiiiias pequenas clial, e a d o Poiso, iio sitio dkstc IS casas, ;ilgumas deias já bastante iioiiie, nas serras dnfrcgtiesiii d a antigas, que teeiii prestado assi- Cainaclia. Talvez seja esta 111iialndos serviços, livrando de tinia a iiiiica cllie verdadeiraiiiorte certa a inuitos individuos iiietite iiiereça o nome de Casa que nelas teetil proc~iradoabri- de Al~rigo, pela sua capacidade, go, embora estejani desprovidas bom estado de conservaqáo c d o s mais r~rdiineiitaresmeios d e relativo cunf&ito que oferece agasallio e d e conforto a pio- aos q ~ i e prociiram. E111 outros a porcionar aos que ali cliegani pontos das serras existiram acossados pelas teinpestades. algumas pequeiias c a s a d e Datnos unia nota d a s Casas d e abrigo, que lia iiiuito foram clcsAbrigo cxistciitcs n a s nossas trtiidas pelo teiiipo c pela iiiciiserras, algumas das cliiais tam- ria d o s lioiiiciis. Casas Prbxiziias. Sitio !70lr0;1lierii se apiicarii aos serviçns ela coiiservaqão clas levadas c d a c10 cia frcg. clo Curi~ild:is T'iciinspecção florestal, seiido bas- ias. Eiicoiitrani-se iitilc a Igreja taiite para laiiicntrii cliic nciii Paroqliial, tiiiid escola inista ofitodas teiiliani o i~ldispeiisavel cial d c ciisirio priiiidrio, a Caixa pessoal para acuclir eficazmente Postal, o Posto do Registo Civil a o fim a que s e destiiiam e qtie e o Ceniittrio Pai.oqtii:iI. 36 f . o seli estado d e coiiservaçáo e 205 li. Casas Proxiirias. Sitio povoriclcixe taiito a desejar. São elas: Casa cio Carain~ijo,(V. Sste no- do da freg~iesia cio Porto ela iue), nas serras d e São Vicente ; Cr~iz. Acliam-se ali instriladas Casa d o Loi-ilbo do Mouro (V. duas escolas oficiais de instrut s t e iiotne), nas serras da fiacg. qrío priiiiririn, sendo urna para Telegrafod a Ribeira Brava; Casa d o Moiitc cada sexo, ;i E s t n ~ ã a Medoiilio (V. Cstè iiorric), nas Post,il, ;i Cnbiiie Telefbiiica, o serras freg. ele Sao Viceiite ; Posto d o Registo Civil e O Posto Caças d o Habnynl, iio coiilie- Fiscal. Ficain taiiibem iit.ste sitio tido sitio dtstc liollle; Crisa d a a Igreja c 0 CCillit6riO I->aro-

os inveriios e m cltie n ã o se re-

qiiiciis. È o sitio niais importarite c: itiais niovimentado da fregiiesia e ali se acha o seli peqiieno porto. 69 f. e 361 li. Casas Próximas. Sitio povoado da freg. de Santo Atitónio do Funclial. A Igreja Paroquial cncoiitr;i-se nfstc sitio c juiito a cln ri praqa de aiitornoveis, coni iiin sesviqo muito riiovinientndo a todas as tioras do dia e ainda parte da noite. Nêste sitio, que 6 o mais central da freguesia, ficatn a Estaçgo Postal, a Cabine 'I'eleforiica e urna escola primiria do sexo feiiiiriino. 68 f. e '80 11. Caça de Tellia. Sitio da freg. dii fiibeira Ri8ava. Cascalho. Pequeno sítio da freg. do Arco de Sáo Jorge. Cascaiiio. Eiicravado no sitio povoado da Roda e Massapez, tla freguesia do Caliipanaiio, existe o lugar dn Cascallio. Cascalho. Este pequeno Iiigar iicri, no sitio povoado da Serra da Cr~rz,no Paiil do Mar. Cascalho. Sitio da freg. rio Paíil do Mar. 5 f. e 28 h. Cascallio. Sitio povoado da fscg. d e Saiita Criiz. 4 f. e I8 li. Cascallio. Sitio povoado da tieg. de Sáo Vicente. Nas suas iiiiediacões encontra-se iiin iazigo de [pedra calcares. 45 f, e 220 li. Cascalho. Sitici rfa fiegiiesia d a Tabiia. Cnsiiilias e Pico, Sitio povoa-

do d a Ilha d o Porto Santo. Neste sitio, onde cliariiarn a Graça, existi11 uma antiga capela consagrada a Nossa Senhora d;i Graça, que deri o nome ao irigar. Achando-se tniiito arruiriada, foi cnipreendida a sua reedificaçáo, em mais aiiiplas proporcões, tio principio do século passado, não cliegando a co~icluir-sea construção, de que hoje so restar11 alguinas ruinas. Tinha uni certo aparato arquitectónico e interiorn~rritea forma octogonal, dizendo-se algures que era a reprodiição, ein ininiatiira, duin cklebre santiiirio de Itfilia. 16 f. c 70 11. Castamlieira (Porto da). Pcqueno porto sitiiado a oCstc da Deserta Grande. Castanho (Pico). Na costa sctentrional da freg. cio Caiiiqal se eiicontra o pico dêste noiiie, a unia altitude de 628111. Castanlio (Pico). Eiiiiiieiicia da freguesia de Machico, do alto da qual se disfrutain belos liorisontes desde a freguesia do Caiiiqo ate o extremo Ibste d a ilha. Foi nas encostas dêste monte que se deti o encontro e ~ i i i itiroteio entre a tropa revoltosa e as forças governaiitentais, no dia 2 de Maio d e 1931, coino deixiiiios surnariaineilte exposto no artigo respeitante a freg. d o Caniçal. Casteiejo. Sítio povoado d u freg. d o Estreito de Câinara de Lobos. 12 f. e 64 li.

Çastelejo. Sitio povoaclo d a 6 ~ i n iai~ligo canal cic lava, eirz freg. de Gaula. 4 f. e )6 li. parte clestruido, d e qtlc vários castelo (Pico do). E a eleva- geologos s e teeiii ocypado. ção montai~hosainais coiil-iecida Cedro (Pico do). E Lim dos da IIIia do Porto Saiito, ttáo elevados picos que circiiiidaiii iniiito distaiiciada d a Vila e eiit o s sítios ~ o v o a d o sda freg. da cuja crista se encontra111 as rui- Serra d e Agiia. lias duiii atitigo forte, que cleti Cedro Gordo. V. Cliáo do Cro noiiie ao pico. O seii ponto liso Gorrlo. niais alto fica 3 440 iiietros acinia Ceriola~aç (Ilieii das). Peqlieno do iiivel dri inar e são i11~1ito illieii ;icijacciite A Ilha d o Porto escarpadas as suas encostas, Santo, não tiiliito distante d a serviiiclo assini d c abrigo se- Poiita Branca ou do Nordeste. guro aos Iiabitarites d a illia, Cèpos. Sítio d a fregrresia dos qliaiido assaltada por corsários Canlias. franceses e marroquiiios, que Cêrci?. No sítio povoado tia fi'equenteiiieizte a devastavam. Caina do Fjispo, d a frcg. d a Antes d a constrtiçáo d o forte, Q~iiiitsi Grande, encoiitra-se o fazia-se a deFeza p o r ineio d e peqlieno lugar qiie teiii o iiomc callia~is,que rolavntn pelas ves- d e CCrca. tentes d o pico, tortiaiido-se o scu Cérco. Lugar da freg. d o Ciircuiiic q~idsi iiiacessivel. Havei-ii ral tlas Freiras, entravado t10 siaproximadamctitc 30 ;ii~osque tio povoado da Tcsra Lilá. a Juiita Geral d o disii.ito tentara Cerodas (Illicu das). I/. Soix111 ri arborisaqáo das encostas ciêste (Illieiis do). pico, dirigitido o s respectivos Cerqiiiilha. Sitio cln frcg. cin traballios o regente silvicola Ali- Cam acliri. tciiiio Schiappa cie Azevedo, eii@erradi~ilio.Sitio d a fi-cg. d o coiitraiido-se a l i actiialiiiente jrirdiiri d o Mar. iiina optileiita vegetação de esGerradiliho. Sitio povoado cfa pecies arboreas, que, ainda iio freguesia d o Pai11 d o Mar. 14 f. iiiíir e a graiide distaitcia, causa e 62 11. r i adiiiiração d o observador, em Cerradinho. Sitio povoncio da flagi.aiite coittr;iste cor-ii a aridez freg. dc Sáo Rtrcliic cio Filial. dos outros iiioi~tes. I 0 f. e 47 li. Castelo. Sitio povoaclo d a Cerrado. Sitio povoado d a frcg. d o C a n i ~ o 25 f. e I56 li. . fr.egilesia do Catiipariario. 12 f. Cavaiiim. Prc)xin~od a capela e rltiitita dc Santana, l i a frcg~ie- e 81 li. Cerrado. sitio d a freg. do sia de Macliico, cncotitrn-se a cliarnada fiirtia c10 Cnvallim, que Estreito d a Callictn.

Cerrado. Sítio d a fregliesia do

Faial.
Cerrado, Sítio povoado da freg. da Ponta Delgada. 8 f. e 32 h. Cerra~lo. Sitio povoado da freg. tla Poiitn do Paigo. (54 f. c 296 li. Cerrado. F'ccl~ie~io sitio d a freg. da Qiiiiita Grande. cerrado. Sítici povoado d a freg. d o Posto d a Cruz. 78 f. e 450 li. Cerrado. Sitio po\loatlo d a fieg. cio Porto tio Moniz. 5 f. e 35 I?. Cerrarlo. Sitio povoado d a freg. de Santana. Fuiicioi~rini tieste sítio cluas escolas oficiais tle iiistsuçáo pritniria, sendo uina i)aia cada sexo. 32 f. 128 li. Cerrado da Adêga, Sítio p0voado d a freg. de Cârilara d e I.obos, oiide existiu tima capela tledicada a Sáo João, mandada i.oristruir 110s Antonio Correia IIeiiriq~ies no ano dc 1700. Ficnni iiêste sitio a Igreja de São I3ernardino e o Peqiieno Senii11iii.io Diucêsano. ( V. Srío Bernardino). 6 2 f. e 324 h. Cerrado das Aiileixieiras. Sitio povoado cta freg. d o Santo da Scsra (Concellio de Santa Cruz). IIiii teiiipo, toriíou-se muito coiiliecido este sitio, por ter sido Lim d o s mais activos centros d o proselitismo protestante, que o di.. Koberto Kulley exerceu tía Madeira, n o periodo decorrido cle 1839 a 1846, 10 f, e 67 l i ,

Cerrado e Cova. Sitio r>»VOlld o d a frcg. d o s (:anlins. 81 f. c 369 h. cerrada da Criiz. Sítio pOVOad o d a fscg. d o I'aUI d o Mar. Nele se encoiitraiii 11113s CSCOI;\S oficiais d e itistruçi~o priiii;iii;i. 22 f. e 102 li. Cerrado do Gato. lJil~:ii' t l í i frcg. t l e Mricliico, prOxiiiio do sitio povoatlo d;i (it.:içii.
Cerrado da Lola~bada.

Sí1i

povoado d a frcg. clc Saiila C r i i ~ . 10 f. e 41 li. Cerrado do Mar. Sitio liovoiid o d a f i c g . cle Saiita L i ~ r z .3 k. e 18 li. Cerrado do Mariiielc.iro. sitio povoado da. ficg. rlo C:iiiiqol. 8 f. e 32 li. Cerrado Mova. Sitio 17OvOutio da frcg. d o I)aHI d o Mar. 1 0 1. c 45 11. Cerriirlo [Ia Vila. Sitio povi)íicio cla fiacg, tlc Siiiita C i ~ i z .(i I. e 36 li. Cesto (Baixa do). licsliiig;~ pr0xiiila d a costa i1i;iritiiiiii rlii freg. d o Jardiiii d o Mar. Cliiã das Eiras. Sítio ~iiioicsco d a freg. d o s Pi.iizci.cs. ClnR Ciraiide. NO sitio povo;id o d o Avicciro, fscg. cl~i(diiiiilíi G i a i ~ d e , fica o 1~ig;ii' cln C l i i ~ Grancle. Cliada. Sitio povoaclo clti frcy,. do Arco da Callicta. 18 i. c 120 11. Cliarnorita. Sitio povoíitlo (Ia freg. d o Canípai~ário. c 15fj11. 35 Cliianiorra, Sítio ~ i o v o n ~ l dri o

ficg. de Satito Antótiio do FunChão do 6 e d ~ o Gortlo. S i t i o chal. Advkm-lhe o liorne de Fer- povoado da freg. de Sáo Rocltic nando Clianiorro, que ali teve do Faial, otide se encontrani a terras de sesmaria. 60 f. e 250 h. Igreja Paroquial e uriia escol~i Cbiio (Ilheii). O grupo de pe- oficial tiiixta de ensiiiri pril~iL?rio. cliienas ilhas chamadas Desertas 29 f. e 146 li. (Illieu Clião, Deserta Grande e Chão das Feiteiras. Pequeno Bugio) fica na direcção de tios- planalto, situado a pcqriena clisnoroeste a su-sudeste corii a tancia da Casa de Abrigo cio Ponta de São Lourenço, sendo Poiso, que 6 atravessado pela o Illieu Chão o qiie se encontra estrada que conduz ao Ribeiro riiais pr6ximo da referida Ponta. Frio e norte d a ilha. ((0 Chão, diz o dr. A. RoI1 heu Clião da Referta. Ltigar pitodrig~icsde Azevedo, assim clia- resco da freg. dos Prazeres. rizado por ser raso, é a menor Chão da Ribeira. Sítio iritritcj das tres illias ; tem iiina inilha pitoresco da freg. do Seixal. ou 1852 metros de comprido Giiapiin. Sitio povoado d a por rim terço dc ii-iilha ou 617 freg. do Carnpanario. 13 f. e tiietros na maior largura; tein 69 h. as costas de roclias escarpaclas ; Chão da L6ba. Fica êste pcporéin é platio c de bot~itorrão ; queno sitio na convergciicin da separa-o da Ponta de São Lou- Estrada do Colide cle Carvallinl reilço rriii canal cle 1 1 millias com a travessa do Lazareto. ou pouco inais dc 20 quiloineCharcos. Pequeiio ltigar, elltros, pelo clual transitam navios corporado tio sitio povoaclo da; cle todo o lote.. A sua iíiaios Foiitainlias, da freg. da Quinta ;ilt~ira6 cle 98 metros. Ao si11do Grai~de. Illie~iC1120 encontra-se a DeCliicharos. Sitio povoricio da serta Grande, da q tia1 estc? sepa- freg. do Faia]. 16 f. e 23 li. racia por uma passagem ou boChoupana. Sitio da fRg. de clueirão, apenas navegavel para Gaula. Choupaiia. Sítio povoado da barcos de pequena lotação. Ao iiorte CIO Ilhei~Chão fica o pe- freg. cie Santa Cruz. 17 f. e 60 li. queno Illieu do Navio, tainbenl Choiipaua, Sitio povoar10 da cliarnado Prégo do Mar, (V, freg. clc Santa Maria Maior, que fica tio cxtremo norte do cli;iêstes nomes). ã;h,?o de Baixo. Fica no sitio mado Caminlio do Meio, a eiipovoado d a Serra Velha, da freg. testar coin a estrada da Figiicirinlia. Nêstc sitio existem a ando Curral das Freiras. ChSlo do Caramujo, V, ç(lr(lr-tiga qliitita da Choupana, n quinta do Mirads~iroc a q~iiiita m ujs,

do I-'oiiiai.,oiide se cncoi~tr;t caa

pela dc Nossa Seiiliora da Loliceição. (V. Caiiiiiiho do Meio). Cidrão (Pico do). Sobraiiceiro i frcg. do Curral das Freiras e nllo niuito distanciado do Pico Ruivo fica o Pico rlo Cidrão, a iiiiia altitude de 1676 inctros. Cidrão (Ribeiro do). Ribeiro da freguesia do Ciirral das Freiras, afluente da cairdalosa Ribeira dos Socorridos., Cima (Illieu de). E taiiiberii chainado Illieu dos Dragoeiros e mais recentemente coiiliecido pelo nome de Illieu do Farol. A les-suéste e adjacente a Ilha do Posto Santo, fica situado êste ilheu, que esti dela separado por urn pequeno canal cliamado Boqueirão de Cima. No ano de 1900 foi nêle instalado i1111farol, que presta excelentes serviços A ~iavegaçHo. Cinia da Roclna. Encorporado fio sitio povoado do Aviceiio, Quinta Grande, fica o pequeno lugar cliainado Ciina da Rocha. Coada. Sitio da freg. da Boaventura. Colnied. Sítio povoado da 13 freg. do Curral das-~reiras, f. e 82 h. Comarcas. V . Fu~zchal (Organisação Judicial do Distrito do). Conceição (Baixa da). Próximo do Illieu da Lapa, na costa inaritima da freg. do Cailipailirio, fica um baixio conliecido por aqiikle liorne,

,

CniiceiqRo (I4:ii.g0 a). k \litigaiiizente chamado Largo das Babosas. A iiova dcnoniit~açárt provktn-llic da capela de NOSS:~ Seiiliosa da Coiiceicáo ali erigidu tio ano de 1C06, especialiiieiite destinada a coriiemorar (, semi-centenario da defiilição rlo dogtiia da Imaciilada Coliceiçào e qiic ficoii seiido conliecida pelo lioine de Capela-Moii~iinento. Ao coiiieni1ador Luis Beteticourt Miraiida, secretirio da Câmara Miinicipal do Funchal, se deve principalmente ri erecção rlcsta Capela. Dêste largo desfruta-se tima surpreendetite vista sobre a ribeira de Joáo Gomes c Citrral CIOS ROineiros. Çanceiqão. Sitio d a freg. do Estreito da Callietii, cnde existe unia capela dcdicadn a Nossa Seilliora da Coiiceição, construida ciii 1673 por Aildrit d e França e Aiidrade e que foi sede dum dos maiorcs inorgadios da Madeira, tendo sido ultirno representaiite desta casa viilculada Diogo de Ornelas de França Carvall-ial Frazjo Figueirôa, 1." visconde e 1." colide da Calçada, Conceição. Sitio da freguesia da Ribeira Brava, que tomou o tlorne da capela desta invocação ali existente. Conceigão. Sitio povoado da frcg. de São Roque do Funchal. Encontra-se rieste sitio uma capela consagrada a Nossa Senhora da Coi~ceição,cnilstriiida

no alio d c 1700 pelo coiiego Antonio Lopes de Andrade. Co~iceliia(Pico do). Fica na regiao seteiltrional d a Illia d o Porto Satito, para o lado de léste, t ~ á oatingindo 300 metros a sua inaior altittide. ConceHios. V. Futlclzal (Orgaiiisacáo Adrilinistrativa do Distrito do). Coiifeiteirn. Sitio povoado da freg. d o Monte. Coaisolap&o.Sítio d a freg. rio Caniço V. Qifintn (sitio da) Gomisoiaç~o(Sai] ta Liizia) V. Lcvnrkr de Santa Lrrzia. Contenda. Sítio povoado da ircg. de Gaula. E lugar pitoresco, onde cliamam a Acliadinlia. 19 f. e C8 li. 3 Coiiireiras. Sitio d a fi'cg. da Ribeira da Jaiicila. Cariveiito. Sitio da frcg. da Callieta, oiidc existiu o antigo convento de religiosos fraticiscanos (V. Calhefa). Nas suas imediações Iio~iveLima capela dedicada a Santa Apolotiia. Conveiito (Ribeiro do). Pequeno ribeiro q u e atravessa o sítio daquele tiorne, na freg, da Calhêta. Coiiveinrto. Sitio da freg. d e Câinara de Lobos, onde ficava o antigo corivet~to.V. 830 BEI-

tinha aqiiele tromc,

Golgáos oii aiites Corregos. Lugar d a freg. de Câtiiara de Lobos, dentro dos liinites do sitio d o Raiictlo. Coroa. Pequeno sítio da frcg. do Camparidrio, encravado no sitio povoado d o Jardiili. Corrida. Sitio lia serra d a frcg. do Estreito de CBinara dc Lobos, que entesta com a estrada cluc s e dirige (i Eiiciiineada d e S;lo Vicente. Corrida das Feiteiras. S i t i o povoado da freg. d e São Vicenle. 50 f. c 244 li. Cortado. Ao galgar a illgrcrnc ladeira que concliiz d a freguesia do Faial ri de Santana, s ~ i r g e iiiesperadaineiite esta ultima freguesia, seiido êssc I~igqrconhecido pelo iloiilc- de Cortado, disfrutaildo-se dali surpreeiideiites patioraiiias sobre as duas par& quias. Cortado (Pico do). Elevaçrio montanliosa, tlo sitio do niesiilo noine, freguesia de Santana, a 527 de altitude. Cortado (Ponta do). No litoral da freguesia de Santana e não muito afastada do lugar cliamado Rocha d o Navio e do illieu dêste nome, fica a Ponta do Cortado, nas proximidades do Pico, que tem igual denolilinação. nnrdino. Coriijas, No sitio povoado do Coquiin. Sitio da freg. da Lombo do Lameiro, freg. do Boaventura, onde se iniciou a Estreito da Calheta, encontra-se construção duma levada, que um lugar conl o nome de Ca-

rujas,

Goriiieira. Sitio povoado d;i freg. do Arco CILI Call:cta. 30 f. c 159 h. Cor~ijeiia. Sitio povoado da freg. cio Caiiipniiirio. ,52 f. e 255 li. Corujeira. Sítio cla fi'eg. (10 Motite. Corujeira. Sitio povoadu da freg. rla Poiita tio Pargo. 9 i. e

31

li.

Cortijeirn. Sitio povoado da freg. d a TabUa. 57 f. e 248 h.

Aqiii se encontra Lirria capela com a iiivocaqáo da Mãe de Deus, igi~oraiido-se o ano cla sua fuiidaçiio e o noine do instit~iidos.Arrasada pela violencia das ágtias caudalosas da ribeira, foi reedificada na niasgeni oposta i d a sria prii~ieiraconstrucão, i10 ano de 1767. Futiciona tiêste sitio iiilin escola oficial de ensino eleiiicntiir d o sexo inasciilitio. Corujeira de Baixo. sitio povoado d;i freg. do Faial. 16 E. e 84 11. C~ruieirade Cima. Sitio DOvoado d a freg. do Faial. 36 f. e 176 h. Corujeira de Dentro. Sitio p0voado d a fieg. do h'lontc. 28 f. e 150 h. Coriijeira de Dentro. Sítio povoado da freg. da Ponta do Pargo. 9 f. e 41 li. Coriijeira de Fóra. Sítio povoado da freg. d o Monte. 32 f. e 162 11. Gorirjaira do Frjra. Sitio po-

Costa de Baixo. A costa illaritirna tlzi Maclcir~?,qiic fica a obste do Fuiiclinl, c coiniinieiite cliniilnda Costa cle Baixo, conipieciidericlo esta clesignaç8o todas as fregiiesias que se eiicoiitrain na mesina costa, c que sáo ris q ~ i ccoilslittiem os coilcellios d e Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Poiita d o Sol e Callicta. Costa de Ciina. E coíihecido por este noi~ie o litoral d o si11 d a Macieira, que se acha a leste do Funchal, denominac;ari que abrange todas as h9eguesiasqiic fosinam os coilcellios de Santa Criiz e Machico, com excepçao cla freguesia do Porto d a Cruz, que fica ila costa d o norte cin il li a. Costa do Norte. A costa setei-itrional da Madeira, geralmente conliecida pelo noilie cic Costa d o Norte, estci~dc-se desde a Ponta do TristZio, a entestar com a região obste d a ilha, até o extremo da vertente norte d a Poiíta de São Lourenço, que se prolonga pelo lado de léste. Algtires se diz, e coiii toda a propriedade, qtie k Liilia costa alpestre e peiihascosa, figurai-iclo uma linha d e altos penedos, sernelliantes a tima enorme mtiralha d e roclia com a base açoutada pelas ondas e o cimo coroado com a luxuriai~tc verdiira dtitila floresta ilativa,

vo;itlo d a Fieg. IJargo. 18 f. e 46

tlíi
li.

I'oiitn cio

pela raridade elas praias e enseadas, e pela vloleticia dos ventos dos quadrantes do norte que ali sopranl a n ~ a i o r parte do ano, é de todo inbspita para os navios c poiico segiirri para os barcos, tendo apenas dois portos de refugio contra o teiiipo, o do Porto d a Cruz e o do Porto do Ailoiiiz, sitliaclos aproxiiiiadamerite tios cxtrenios léstc e oéste da iiiesma cost;~. Abraiige esta as fregliesias dos concellios do Porto d o Moniz, Sáo Vicentc e Satitaiia, e ainda a paróqiiia d o Porto da Cruz e o litoral iiorte da paróquia d o Caniçal, cjiie pcrtenceiii ao coiicellio tic Macliico. O periitietro d o litoral da Costa d o Norte t descrito poi4 Luiz d a Silva Mo~isiiillode Albuquerque nos seguintes teiinos: .A partir da Ponta tio Paigo o N. coineça a Costa por correr primeiro na direcção de N. E. até h Ponta d o l'ristão, onde principia a Costa Setentrioiial d a Illia, dirigindo-se proximainente a E. S. E. atk São Vicente, e de ali toiiiando a direcção E. N. E. até a Ponta de São Jorge, donde volta B direcção geral de S. E. até o Porto da Cruz, quasi na origem setentrional da Ponta de São Lourenço, a qual teriiliiia a Ill~ana sua extremidade orierital, estendendo-se para o iilar com mtii pequena largura por espaço d e três niilhas proxiiliamente, e tia direcçao de 0. e E, Erii c~~trlsi ri extensão toda

I

deste litoral, o inar 6 psofuiitlo e limpo de escollios, cxceptuaiise ~(ímeiite:1.0 a parte reiiitrante desta costa, onde Iin alglilnas baixas e rochcdos illiados, etitrc os cliiais sobresaiem o Illieu da Ribeira ela Jaiiela e o Illic~i e bsixri. d o Porto tlo Moniz; 2 " . Poiita do Pargo, oiidc se csteiidè ao mar iitn baixio, sobre o qual a vag:~rebenta coni ventos ~iictliocrcs, obrigaiido os bnrcos a afastar-se consideiavelniente d a terra para rloùrri-Ia. Costa do Siil. /\ costa nieridiui~nltla Madeira, viilg;iriiici~tc clia~iiadaCoslii d o Siil, alongasc desde a ncentliada snliciicia do litoral q ~ i cIcm o nome d e Ponta clo I>argo atb o cxtrcmo d;i Ponta de Sáo Lo~irenço.A regifio do si11 b iniiito titneiiíi c pitoresca, tein iiiais ciisendns c lugarcs de cicseiiiL>arque, o q ~ i c junto ao abrigo q ~ i ccontr;i os veiitos doiiiinaiites prodiiz n iiiassa geral da illia, faz coni que os navios e os barcos ciicoi~tren-i nesta costa a segiiranqa quc n do iiorte Ihes nega, coino acoiitece na bala do Funcl~al.Ficam nesta costa do sul as freg~iesias dos coiiceltios d a Callieto, Ponta do Sol, Kil-ieira Brava, CLimnr;i dc Lobos, Fuiiclicil, Saiita C r ~ i z e Macliico, co 1- excepqão cla 11 freguesia do Porto da CSLIZ o e litoral-norte do Caniqal, pcrteiiccntes ~ i o ~iltiino daq~iêlcscoiiccllios,

COSTA SUL DO

($6

COVA DO CONDG

a O citado Mousinho de AI- lo~igitudinal~iieiite Madeira d e buquerque, referindo-se ao lito- léste a oeste, estabelece berii ral maritimo da Costa Sul, dizm distintamente a costa setentrio«Partindo da Ponta d o Pargo, nal, mais conliecida pelo nonie corre a costa meridional da Ilha de Costa d o Nortc, e a costa ao S. E. até a Ponta do Jardim, meridioti;iI, qiic vulgarmerite s e apresentando nesta extensão al- chaina a Costa d o StiI. Entre guinas pequenas baixas e pe- estas duas costas fica a regiáo nedos mui próximo A mesma d o interior, extremamente rnonCosta, particularmente diante do tanhosa e d e terrerios in~iitoaciPaúl do Mar e do mesmo Jar- dentados coin excepção d o pladim. Segue depois a costa a nalto d o Paiil díi Seri?i. V. Costo direcção do E. S, E. até i Ponta clo Norte c Costtr tio Sul. Cotrini (Baixa do). Peqiieilo do Sol, e de ali até A Ponta da Cruz, a mais meridional da Ilha, baixio ;i leste d a Ilha do Porto corre na generalidade, e pres- Santo, pr0ximo d a costa. Coiirelas. Sitio povoado cla cindindo das sinuosidades e pontos inenores, na direcção freg. d e Santo Ailttiriio d o FiiiiE. S. E'/4 E. Da Ponta da Cruz até clial. 42 f. e 151 11. o Cabo Garajau, onde se acha a Cova. Sítio povoado d a freg. baia do Funclial, é a direcção das Achadas da LSLIZ. da costa proximamente E '/.IN., Cova. Sítio d a freg. dn Boae passado este Cabo e até a ventura. Ponta dos Picos da Atalaia torCova (Canlins) V. Cn.rcitlo c na-se esta sensivelinente E. N. E., Covn. e de ali até o Caniça1 na origem Cova. Sítio povoado cln freg. da Ponta de Sã6 Loiirenço é a cia Ribeira I3rava. 65 F. e 346 li. inesma direcção geral da Costa Cova. Sitio povoado d a freg. N. N. E '/.i E. Em quási toda a d e São Roque cio Fiiiiclial. 13 f. extensão d o litoral desta Costa e 65 h. o mar é fundo e livre de baixios Cova. Sitio povoado da freg. coin excepção do Illieu do Gor- d o Seixal. 14 f. e 74 li. gulho, Baixado Carneiro, o Ilheu Cova do Arco. Sitio povoacto fortificado e a extremidade da da freg. da Arco da Callieta. 32 f. Ponta de São Lourenço circun- e 168 li. dada de alguns rocliedos iIIiaCova da Cevada. Liigar pr6dos e peqiieilos cabeços de ro- ximo do Jardim cla Serra, dondc cha que as águas cobremn. s e descoriinarn belos panoraCostas. A cordilheira, que, mas. coin altas eminencias e sem soCovn c10 Colide. No sitio d a l u ç á ~ coiítinuidade, atravessa Corujeira, fi'eg. d o Catiipaildrio; de

COVA DO CONDE

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C I ~ U ~
Covces. Lugar, dctitro do sitio dos Terreiros, na freguesia do Canipa~iii.io. Cruz (Pico da). Pico do altitude d e 936111 situado entre as freguesias d e Cârnara de Lobos e do Estreito. Do seu ciiine, abrange a vista ~1111an~plo belo e panorama sobre várias freguesias. Cruz (Pico da). Etnitleticia da freg. do Catnpariário coin cerca de cein iiletros de altitlide. Cruz (Pico cla). Elevação montanliosa próxiriia do litoral, na fieg. de São Martinlio, a cerca de 263 inetros de altitiide, donde sc gosa iiina surprecndet~te vista sobre a costa maritiliia e anfiteatro do Funclial. Unia pequeria estrada, recentemente co~lstri~ida, clá fácil acesso ao crrrnc dêste pico. A eizteslar c0111 a sua vertente-norte, cricontra-se a Carreira de Tiro do Fiiiiclial. Já foi conhecido pelo nome de Pico do Telegrafo. Cruz (Pico da). É unia das mais altas eminencias que tornejam a freg. da Serra de Agiia. Cruz (Ponta da). Um pouco a leste da Praia Forinosa e a oeste do Ilheu d o Gorgiilho, no litoral da freguesia d e São Martiillio, encontra-se a chamada Ponta da Cruz, que por muitos é considerada o extremo oeste da baía do Functial. Existiu ali uin pequeno reduto, Iioje desnmntelado, Ericontrti-se rias siias

fia utri lugar qiie tem aqliêle Iloltle. Cova Giratide. Lligar e elevação montanhosa 110 planalto do Paíil da Serra. Cova do Moinlio. Sítio povoado da freguesia de Gaula. 8 f. e 27 h. Cova das Pedras. Sítio povoado da freg. de Santa Crriz. 16 f. e 88 li. Cova do Pico (Can has) V. Vale c Cova do Pico. Cova da Roda. Sitio pitoresco da freg. de Saiitana. Cova da Velha. Sitio povoado da freg. do Campai~ririo.6 f. e
32 h.
Covão e Paiiasqircira. S í t i o povoado da freg. do Estreito de Câmara de Lobos. 82 f. e 593 h. Covas. Sitio da freg. do Campanirio. Covas. Sítio povoado da Freg. do Faial. 43 i. e 170 h. Covas. Pequeno inorro da freg. da Madalena do Mar, ein cujo sopè estão cavadas umas furnas que servem de habitação. Covas (Pico das). Elevação tnontanliosa na freg. de São Jorge. Covas. Sítio povoado da freg. de Santana. 19 f. e 65 li. Covas. Sitio povoado da freg. de São Jorge. 8 f. e 49 11. Covinhas (Ponta Delgada) V. P c e Covitzkas. io Covóes (Pico dos). Pequena elevação montanhosa e lugar pit~rescocla freg, dos Canhas.

CIZI:%

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CURRAL DAS FREIRAS

iincuiacões Liriia iriiportante fá- niado do Pilar. Prbxinia deste largo fica Liina capela da invobrica d e coriscrva de peixe. Crfiz (Potita da) ou d e Saiita c a @ ~de Santana, fuiidacla em Cruz. Na costa setentrioilal da 1790 pelo dr. António Dioilisio Ilha d o Porto Santo, se encontra d a Silva Conde, Juiz d o s Orfãos utna pequena ponta coni este no Funchal. Cruz da Guarda. Sítio povoanor~ie. Cruz (Ribeira da). Nasce esta d o d a freg. d o Porto da Cruz. ribeira no Pico dri Pedreira e Dedicada a São Francisco de corre entre as freguesias da Borja existiu ali uina capela, Ponta d o Pargo e das Acliadas construida por Francisco de da Cruz, desenibocando no mar, Vasconcelos tio ano d e 1760. pr6xiiiio duma pequena fajá, que 74 f. e 362 h. Cruz e Pico da Banda de Aleni. tem o nome de Fajã d a Rocha. Cruz. Sitio povoado d a freg. Sítio povoado d a freç. d a Ribeira Brava. 55 f. e 284 li. dos Canlias. 10 f. 45 11. Cruz dos Pomares. V. Fonte Criiz. Fica êste pcqiieno lugar no sitio povoado da Igreja, freg. dos Frades e fil~zle dos Pot1z(II'es. do Canipancirio. Cruzes, Sitio d a freguesia d o s Cruz. Lugar da freg. d o Caniqo, no sítio povoado dos Bar- Cnnlias. reiros. Cruziniia. Sitio povoado d a Cruz. Sítio povortdo da freg. freg. d o Faial. 6 f. e 2 5 11. do Porto da Crtiz. 5 f. e 31 11. Cumeada Alta. E tn i n e n c i ri Cruz. I'eqiieiio sitio d a frcg. bastante elevada, a 1768 metros de altitlide, nfio rniiito afastada da Quinta Grande. Cruz do Baptista. STtio pito- do Pico Ruivo e prcixima d a resco d a freg. do Porto da C ~ L I Zconliecida col~iiiad e blocos ba. Cruz da Caldeira. Sítio po- salticos, que pela sua especial voado da freg. de Cámara cie c o n f i g ~ i r a ~ átem o nome de o Lobos. 13 f. e 62 li. V. Pico do Hornem eni Pt. Gnlo. Cumeada de São Viceiite. V. Cruz e Caldeira. Sítio povoa- Encutneada de São Vicente. do da freg. da Ribeira Brava. Curral dos Burros. Lugar d a 9 f. e 46 h. freg. de São Vicente, a entestar Cruz do Carvalho. Sitio po- com o sitio povoado das Ginjas. voado d a freg. de Sfio Pedro, Curral das Freiras (Fregiresir~ onde existe um pequeno largo, do). E o logar povoado, q u e que se bifurca na estrada que se mais interiormente fica situado dirige ri igreja Paroquial de São na Madeira. Rodeain-no as serh4artinho e no carnintio dia- ras de niuitas freguesias e a d i a -

C I J K T ~ ~ IDAS FHEIIIAS ,

fí<)

CUKICAI, DAS I:liEI17A$

se bristaille distaiiciado dos oii- liibcira do Cidiáo, Fajã d o s Cartsos ceiitros d e populaçfio. Não dos, Coloieal, Fajc? Escura e Pico estando beiii deliniitados os cio Furão. Dos sitios de rneiioi confins tias freguesias qiic se iiilportaiicia, pode fazer-se nieiiestendeiii pelo interior, dificil se çáo : Cliáo de Baixo, Acliada toriia fixas coiii exactidzo os do Carvão, Cerco, Passo, Lapa limites do Ciirral das Freiras. No Branca, Fajg d o s Cliiqiieiros, cntretailto, com rclativa aproxi- Paii Fosnioso, Lonibo d o Jiiiica, iiiac;ão, poderci dizer-se que coii- l'errcirn Pavrio, Rilieira cio Gato, froiifa, ao norte, com' as serras i'oiso, Fajã do Cripitáo e Lombo das freguesias da Boavent~ir;~,Graiide, qiie ficain nas rireas d o s São Jorge e Sailt;inn, ao s~il, coiii siiios povoridos. E esta Frcg~icsia as pas0quias de Saiito Aiitónio ritravessnda iia direcção noitec do Estreito de Câniara de Lo- stil pela caudrilos:~ Ribeira d o s bos, a Iéste, com as clc Saiito Socorridos, que nasce tias vesAntonio e d e Sáo Roqtie do tentes d o Pico riliivo, ;ifI~iindoa Fui~cl~al ;i obste, co!n as Frc- ela, eiii ail-il~as as niargetls, v i c, giiesias da Serra de Agtia e de rias torrciites siibsidiririas, ciitre São Viccnte. Deniora no Fiiiido as q~iais podcinos destacar a da cratcra cl~imcxtinto viilcáo e Cionieirri, 17iiraclo, Agii;i d c Alto, teni eni seu torno as iiiais alte- Paii 170riiioso,,Citlrfio, l'oiiil~as, rosas niotitaiilias, parecendo iiiii Miirtcirn, ctc. I: iirigacla por viiinsondavel aliisi~ic), ser obscs- rias Icv;id;is, das qiiais cit:ircinos no vaclo dos piiicnros rI:i scsr;iiiia. ;i tla Acliaclti, Foiite (i~rtlinlio, A sua Igreja I->aroq~iial, tcin Roclizi, IiocliAo, Pico cio L:iirAo, cliie o orago clc Nossa Seiiliora clo I'oiso, J'ii~i Foiinoso, ;icliicdiiios Livrainerito, fica no sitio das quasi todos ;iliiiieiitíidos por pclCasas Próximas c i10 iiicsiiio sc qlieiios caudais. 'l'ciii 1430 iiiocncoritrani ~1iiia escola ofici;lJ r~idor~"~,,. CI i ; l l ~ i l ; i i ~ i c111 269 ~ I I niixta de eiisiiio priinlirio, i1 fogos. l i~ilvczncllii o potilo d a : Caixa Postal, o Posto d o lie- M~iclcisa,eiii qiic a iiatiirez;~s c gisto Civil c o Cemit6rio I->ni.o- apresciifíi iiiíiis noi~ivcliiicrile quial. Pcrtelice ao Coiicellio de gi-aiidiosa c cle :ispcctos iiiais Cdinara de Lobos e li Comarca sitrpreeiicicntcs, licaiido o olrdo Fiinchal, cstitntlo distailciatlo servíidoi cst;iiico c nsi'cb~~tado desta cerca d c 14 qi.~ilon~etros ao cleprirar coiii êste ceirdrio dc c aproxiinadatnente 7 da skde tantas e 130 incomp:irnvcis iiiiido cot~celho.Sifios povoados : rnvilliíis. Ila Eira rio Scrríirlo, i i o Lombo Clião, Serra Vellia, 13al- alto d a iiigrcinc Iadeirri, tl~ic coiiseiras, Terra Cliã, Capela, Mur- d u z ao ceiitro cla povc)nção, c l í ~ teira, Casas Prdxiiiias, Acliíicla, Boca do$ Nqiiloi.nífos, ti;, Scr.i.2

CURRAL DAS FREIRAS do Estreito de Câmara de Lobos, e do alto das Tori*iilhas, descortinam-se sobre 0 Curral das Freiras, os mais encantadores panoramas. Do centro desta freguesia parte uma cstrada que se dirige ás eniinencias do Pico Riiivo, que e o ponto mais elevado da Madeira, disfrutando-se dali os mais vastos l~orisontesde toda a illia. Nos tempos priinitivos da colonisação era êste lugar conhecido pelo nome de Curral, que lhe provinha do facto de ser um centro de abundantes pastagens de gado lanigero e caprideo. Por 1480 coniprou João Gonçalves da Câmara, 2." capitão-donatário do Fuiicl-ial, os terrenos que iam ([desde o Passo da Cruz e Ribeira dos Socorridos até onde ella nasce de arrife a arrife, de utna e outra banda)), a Rui Teixeira, destinados 6 dotação que depois fez a suas filhas D. Elvira e D. Joana, quando estas professaram coiiio religiosas no convento de Satita Clara. Como pertença deste mosteiro, passou o Ciii'ral a clinmar-se então Curral das Freiras, Em 1566, com o teri'ivel saque dos Ii~iguenotes fraiiceses, viram-se as freiras violentadas a abandonar o seu convcnto c rcfugiarern-se no Curral, onclc perniailecerain algtiriias seiliatias, pondo-se ao abrigo do assalto daquela Iiarcia de selvagens. Não sabetnos se ali já existiria etltao

a capela de Santo Aiitcinio, cluc
pertencia ao referido iiiosteiro, ficaizdo iiela estabelecida a s6dc da pardquia, criada no alio dc 1790 e sendo para isso clesincnibrado o Curral das Freiras d a freguesia de Santo AntOiiio, d e que seinpi'e fcz parte. Igi~orainos o ano da construção daquela capela, mas sabemos que ja existia em 1687, pois qtic neste alio foi para cla n~riieaclo Liin capelao. Era de acanhadas dimensões e jíi estava bastatite arruinada, q~iaiido prirneiros 110s anos do skculo passado sc procedeir cdificaqão d a actital Igreja Paroqliial. ?'cin-se afirinado quc o Curral foi priiiiitivamente ti111 valliaco~itode criminosos escapados i acção da jiistiça e de escravos fiigidos da tutela dos seus senliores, cpic ali encotitravaii~ ri sua carta d c alforria, favorecidos pelo apartado do sitio c pela dificuldade de coitiunical;ões, atravks dc niotltes fecliados de ~irvoreclos e sen~eadosdos maiorcs pcrigos, tornando-se iiin Iiigrir qurisi iilacessivel. Ali se foriiioli posteriorinente iiiii nticleo de populaqão, qiie não teve desde logo t ~ n i grande desenvolviincntr,, pois que cni 1794 i150 passava clc cento e dez o niiiiiero d o s Iiabitantes desto povoado. Coiiio jrE fica referido, a Igitja f'~iroqiriril foi coiistruicla no coiiicço d o sec1110 X I S , tcildo sicio muito bciicficiadii nos anos de 1917 e 1 9 1 8,

CURRAL DO JUNCÃO

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Dec1.1~~ç~o DA A6ULI-M

Curral do Jurieão. Sitio da freg. da Serra de Agua. Curral dos Romeiros. Sítio povoaclo da freg. d o Monte, atravessado pela estrada que cotiduz ao sítio da Choiipana. Do largo das Babosas (V. Conceiqão) desfruta-se um belo panorama sobre o Curral dos Romeiros, sendo milito visitado por nacionais e estrangeiros. 59 f. e 274 li. Curral Velho. Sítio povoario da freguesia d e Santana. 42 f. e 187 ti. Curral Velho. Sitio povoatio

da freg. de Santa CI-LIZ. f. e 14 57 h. Curral Velho. Sítio povoado da freg. de Santo Antbiiio do Funclial. 42 f. e 187 h. Ciirral Velho. Sitio povoado da freg. do Santo da Serra, pertencente ao Concellio de Santa Cruz. 8 f. e 50 li. Curtiças. No sítio povoado da Quinta, freguesia da Quinta Grande, fica encravado tim pequeno lugar que tein o noine de Curtiças. Cutileiro (Ribeiro do). Ribeiro afluente da Ribeira da Calheta.

Decliliapâo da Agulha. E O angulo que faz o meridiano inagnético com o meridiano astronóinico. -No Funclial, diz o Elucidário Madeire~zse(I-309), era de 15" 30' W. em 1768 (Dr. Heberden) ; de 21" 32' W. etil 1829 (Petiny Cyclop.) ; de 21 W. em 1835 (Wyld); de 21" W. ein 1843 (Vidal) ; de 2O0 5 7 4 ' W. em 1851 (A. P. d'Azevedo); de 2OU 56' W. ein 1861 (Friesacli) ; de 19" 55' W. cni 1885 (Mapa

do Almirantado); e de 19" W. em 1892 (ideni). A 14 de Novembro de 1842 a variação niagnetica rio Porto Santo era 24O 35' 12", segundo se lê na carta daquela ilha, do falecido general Atitónio Pedro de Azevedo. Rory, que visitou a Madeira eni 1755 e publicou a relação da siia viagem na Histoire et Ménzoires de I'AIcadimie Royale dlrs Scicncts ynut. I'nn 1772,diz

que variação d a agulha magiietica, qiie a nossa posiqáo e a falta d c meridiana tios iiiipedia de conliecer cin terra, foi niuitas vezes observada a bordo d o Comefo; ela regiilou entre 10" 35' W. e 11" 55', o que da o resultado rnedio de I 1 :I/,. Segundo os oficiais da CllalIcrlger, a declinação era 1 8 O 25' W, a 4 de Fevereiro de 1972, e 20" 33' W. a 17 de Jullio de 1873. O coronel Francisco Afonso de Clraves, que em 1303 (22 de Junho) c- em 1906 (4 d e Ju11110) fez tambem observações inagiieticás no Funchal, acliou que no priineiro dêstes anos a declinação era 20"331' 30" W. e no segundo 20U36' 55" W.. Desembarcadouro. Em uina pequena salieiicia d a costa inaritirna, a oirste da praia e eiiseada de Machico, lia iinz Itigar que teni aquele noine e que a tradição afirma ter sido o potito eiil que desembarcarani o s priineiros descobridores ou coloiiisadores da Madeira Conviria que ali s e levantasse Liin pequeno padrão, comeniorativo do facto Iiistorico d o descobriniento ou d o inicio da colonisaçáo da Madeira. Desembarcadoiiros ( I 111 e LI clos). A Carta Geo-Hydrographica ria iiha dlr Madeiru, do general A. Peciio cie Azevedo, fiaz êste illieir indicado coni a deiio~ninação e Ilheu Vermell'lo d ori de Arilefadr, seilíio t:ii~ibein

coriliecido pelos iioiiies d e Ilheu da Ccvuda oii d o s Embarcadouros, c01110 vciii meticionado em otitras lugares. S ã o considerados como fi~zeildoparte d a Ponta d e Sao LOLII.EIIÇO &te (V. nome) e ficaiii tia 1iiili;i d o seli prolongainerito o Illicii cfc Agostinho, este d o s Deseiiibarcndoiiros e o Ilheu cle Fhra. O riiais pequeno e iiinis prcixin~o da Ponta proprianieiite dita e dela separado por iiiii cstrcito canal é o Iltieii d e Agostiilho (V. êste nome), seg~iiiido-se-llic o d o s Desen~barcadouros e, a léste deste, o Illieu de Fora OLI d o Farol. Este Illieu d o s Desetnbaicadotiros fica,pois, situad o entre o s Illic~isd e Agostit~lio e o de Fora. O s dois Illieus clos Deseiiibarcadouros c d e Fdia estáo entre si separados por iiiii canal cliaiiiado Boqueirão Graude, que mcde 180 metros clc largura e terii cêrca d c 8 metros de fuiido, setido por isso navegavel para o s charcos d e cnsrciiaa)) vapores costeiros, que i) e atravessam frcq~ienteinente. I'eili o Illieu d o s Desenibarcadouros ~iiiineiiiiiieiicia, a cerca dc 1 0 0 ~ ~ ~ d e aititiicle, cotiliecida pelo tioilie d e Pico Veiniellio, e tiiil;i pequena praia, qiie clrí acesso H parte superior d o iiiesmo illieu. Dêstes tres illieiis, tanihcni cliaiilados Illieus c n T'oiila tic Sáo L Loiirei~ço,i! o dos Desen~barcíidotiros d e iilrtis vasta iíidea e d c tcrsçtici Isqst;\iile aciclei~iad(.),

Deserta Graiide oii ~0iiiente iiiaiieiitc iiias apeiias tci~iporhDeserta (Illia da). Das três iiiio- ria, e sónieiite na kpoca da cacil

tas que forma111 o grupo das Desertas, é a mais importailte e cle rnaior sciperficie a chalnada Deserta Graiide o u siiiiplesinente Deserta. Aproxii~ladaiiicntc na clirecção tiorte-sul, ficaiir o Ilheu Cliáo, a Deseita Graiide e o Bugio, separados eiitre si por estreitos bocjueirõcs, apenas navcgaveis para barcos d e pequeiia lotação. M ADeserta Gratide (Dic. Univ. Port. 11,) assim deiioiniiiada por ser a maior delas; mede sete inillias e tim terço ou treze qui!oinetros e meio de coinprimento por unia inillia e uin terço ou qiiási dois qiii1o:nctros e meio de largura: ii separada quer d e ~ i i i iquer de outro daquêles dois ill~erispor estreitos boqiieirões o11 cariais onde s6 barcos navegam : tem.. . cm circuito rochas escarpadas sobre o inai; sencto acessivel sO crn ~ i mpequeno porto a oeste, d e o i ~ d epor estreito c6rrego e 6s voltas s e sobe a o alto, qiie é quási plano : das tres Desertas, poesta t: a iinica que tem a g ~ i a tavel, inas salobra, e d e uma so e escassa nascente.. Nêsse alto, forma-se unia pequena planicie, atravessada eni parte por urii vale, que teiii o iioine d e Pedregal, e ali sc levanta iinia einiiiencia de cerca rie 380lr' de altitude. A Deserta Grande i.iLitlca teve ~ln1~1 1~~p~11;iq;ãocaracter perde

e da collieita da irz zela. Existiu ali iinia peqiieiia crinida que iio testaniento do infante I). IIenriqiie se cliama Igreja, servida por iiin sacerdote, que algtiinns vezes tirilia ali residenc~a iio curto periodo veiiatbrio. No mes tle Stiteiiibrc~ c 1930, d iiuiiia emineticia sobranceira it Priiia cla Lapa da Desei ta Grande, se inaugurou ~ i n i pequeiio irionumento, qiie cotista diini niodesto plinto sobre a qual assenta urna iiiiage~ii cie Nossa Senliora das Graqas e que se deve â iniciativa do rriadeireiise Rui da Silva. Desertas (Ilhas). Coinpóe-sc este g r u p o d e tres pequeiias ilhas cnnliecidas pelos 1ionic.s de llheii Chão, Deserta Gratirlc ou siiiiplestiiente Deserta c BLIgio. Ericontratn-se na direcção nor-iiorokste a sii-sudkste coiii a Ponta de São Lourenço e n sueste da Madeira, ficando iiiais proxiiiias daquela Ponta. Ao riorte das três illiotas, acha-se tini pequeno illieii conliecido pelos notnes de Furilhão, o i ~nicllior Farilliáo, Iltieu ou Rocha cio Navio e ainda de Prégo do Alar (V. êste noine), o qual esta separado do Illieu Clião por apertado canal. Na clirecqáo aproxiniadanicrite norte-siil, segiie-Se ao Iitieu Cliáo a Deserta Gra~i1 de e a esta o Biigio, afastados entre si por estreitos boqiieirfies,

DESERTAS

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DESERTAS

alíeilas iiavegaveis para cinbarcações de exigua lotação. Os pontos extremos deste pequeno grupo de ilhas ou miniisculo ;irquipélago, como j i foi classificado, são: pelo norte, o referido Ilheu do Ftirilháo ; pclo scil, a Potita tias Agulhas, na extrelilidade s~ildo Bugio; por leste a niesina Ponta; e, por oeste, a Pollta do Pedregal, lia costa ocidental da Deserta Grande. A sitliaçáo geografica das tres illias, corisideradas eiii cotijuiito, 6 esta: ficain entre 32" 35' e 32" 22' 20") lat norte e entre 16' 27' 25" e 1 6 9 2 long. obste (Greeiivich). Dista este grupo cerca de onze niillias oii aproxitiiadaiiiente vinte quiloinetros da Porita de São Loiiren~o(a). As Desertas consideran~-secoiiio perteiicciido A freguesia da Sé, inas parece que jd estiveram encorporadas na pari>q~ii;ldo Ca11ic;o e geralmente ali se sep~illavatrios itidividrios qrre faleciam naq~ielasilhas. O Illieu Clião (Porto de Santa Maria) fica distanciado cerca d e 19 inillias do porto do

I

Fit~lchal,15,5 do Cailiqo, 14 de Santa Cruz, 14,5 de Machico e 1 1 da Ponta de São Loureii ço. A Deserta Grande (Carga d a Lapa) acha-se 22 riiillias aproxiinadameiite distante d o Funchal. A Ponta da Agrilha, d o Ilheu Cliáo, qrie é o poi~toi-iiais meridionril do grtipo das »esertas e do asqiiipélago tiiadeirerise, dista do Porto do Funchal qirrisi 27 niilhas. O eilcontro deste grupo anda ligado ao descobriiiieiito da Madeira, pois que 1130 6 possivel demandar a costa-si11 desta ilhasein se avistar distintaiiie~ite as Desertas. Parece que algiimas tetltativas dc colonisação se fizeraiii, nias especialmente a falta de Agiia e aiiida oiitras circii~isfancias locais não pertnitirai~~ nurica iiiii povoainento no seiltido rigoroso ciêste termo. Nas épocas inais apropriadas , caça, i ri pesca e i colheita da ~irzeln permaiiecic?rn para esse fiiii alguns hoincns na Deserta Graiide, rnas iilirica ali lioiive liabitatites d e rnoradia fixa. Edificoilse lima pequena ermida, que era
si. O ilustre iiiiotadoi. dos Saud«de.s da Terra, rio exteiiso e iiotabilissiiiio artigo que iio Dicc. Uni]!. Port. IlI. coiisaginu ao arqui~klago iiiadeireiise, disciite liiigíi c proficieiiteiiieiite tatlos aqliêles iioiilos, teiido iibs ;idopt;ido ;is coiiclusfics ;i q ~ i c cliego~io eriidito professor, coiisicler:iiido-;is coiiio as iiiais segilras qilc atf n preseiite foriiiii apresciitíiilíts rcIíitivniii~iitei1 este tlebatido ;issililtii,

(a) S á o divcrgciites os caleiilos feitos iicercn d ~ ilatitiide, loiigit~idc, fortiia, coiripsiiiiriito, largura, siiperficie e periiiietso iln costa iiiaritiiii;i, taiito da ilha da Madeira coiiio das sestaiites iio aiqiii~>c(lag«,e igii:iis discoidaiicias se notaiii coiii rcsl~cito 6s distaiicias ;I qiic estas ilfias ficaiii dos coiitirictites c i i r o ~ ~C ~ i c afi'icaiici c ;iincl;i qii;iiito fis piOlii.i:is i~istziiici;is cyLiC Lis iiicsiii~is illi~isgii;isdiiiii ciitrc

teniporariaiiiente servida por ~1111 lia costa-oeste cla Deserta CIiaaiisacerdote durante aqueles tran- de, e a Ponta das Agiillias tio sitorios periodos de exploração. extremo-sul do Biiçio. (V. estes As Ilhas Desertas pertencia111 tiornes). aos capitães donatarios do FunDesterro. Sitio povoado da chal, passando do terceiro do- freg. do Motite, eiii que se ctinatário Simão Gonqalves da Câ- cotitra uiiia capela dedicada a mara a seu filho Liiiz Gonçalves Nossa Senliora do Desterro, qiie de Ataide e depois ao filho deste deu o noine ao lugar, ignoranJoão Gonçalves de Ataide, que do-se o noiiie do seti instit~iidoi foi o sexto conde de Atouguia, e a época em que foi constr~iid:i. etn cuja casa ficaram encorpo- 14 f. c 59 h. radas as mesmas ilhas. A sua Diferença. Sitio povoado da posse transitou para os condes freg. do Faial. Man~ielCarvalho da Taipa, tendo o representante Valdnvcsso, genro dc Valentiiii desta casa, Gastáo da Câmara cle Oriiclas e Vascoticelus 7.0 Coutinlio, 12.0 senlior das De- morgado da Peiilia de Aguia, sertas, veiidido a propriedade eclificou nêste lugar, tio ano clc delas, ein 1864, a Alexandre 172.5, uriia capcln da itivocaqáo Fernandes Caiiiacho, passaiido dc S2o 1,iiiz. 17 E. e 93 li. depois ao filho dêste, do mesDona RltScia. Sitio povoado mo noine. Em 1894 forani arre- da freg. de Santa Cruz. 12 f. e matadas, eni hasta publica, por 91 li. He~iriqueHintori e Carlos CosDragoal (Pico do). Fica esta sart. V. Desertu Grande, llhcu elevação montanhosa lia frcg. Chão e Bugio. do Caiiiçal. Desertas (Poiltas das Illias). Dragoeiros (Illieii dos). E o As maiores saliencias da costa rioii~cantigo dado ao Ilheii de inaritima d o grupo das Deser- Cima, adjacente a ilha do 130rto tas são a Ponta de Sarita Maria, Santo, mais coriliecido actualtto litoral oeste do Ilheu Chão, mente peladenominação de Illieti as d a Castanheira e Pedregal, do Farol. V. Cima (lllie~ide).

Eira. Lug;ir da freg. cla Quinta Iirande, tio sitio povoado tlas 170iites. Eira ria Achada. Sitio povoatlo da treguesia d a Ribeira d a Janela. 22 f. e 98 li. Eira de Dentro. Sitio tia frcg. da Camacha. Eira de Fora. Sitio pitoresco da freg. d a Cainacha. Eira do Loinbo. Sítio povoado tla freg. d o Morite. 19 f. c 94 li. Eira do Mateus. Lugar d a freg. d o Cn~iipan,irio,no sitio povoado d a Cova d a Veflia. Eira das Moças. Sitio pitoresco da freg. do Campaiiário. Eira da Moara. Sitio povoado da freg. d a Serra cle Agua. 32 f. c 142 li. Eira do Mourlo. Sitio povoado da freg. d a Ribeira Brava. 29 f. e 136 h. Eira Nova. Sitio povoado d a freg. d e Santa Cruz. 11 f. e 72 h. Eira c10 Pico. Sitio d a freg. da Ribeira d a Janela. Eira do Serratio. N o alto d a

ingrerne ladeira d o Passo d,a Chave, que d o fufido d a povonçáo d o Cural d a s Freiras condiiz ri estrada que s e dirige a o Funclial, encoiitra-se o lugar daquele nome, que tem uiria vista surpreendente sobre ?i freguesi;i d o Curral e a s alterosas niontanhas que o circuitam. Eira do Touco. Sitio povoadri d a freg. d o Porto d a Cruz. 17 f. e 104 li. Eira Velha. Sitio da frcg. d o Estreito d a Calheta. Eiras (Canlias). V. Firjii c

Eiras.
Eiras. Sítio d a frcg. cios Prn-

zeres.
Eiras. Sítio cla freg. d o Ca-

niço.
Eiras. Sítio povoado e pitoresco d a freg. d e Santa Cruz. 30 f. e 195 h. Eiras Velhas. Sitio povoad c) da freg. d e Santa Cruz. 26 f. e 102 li. Eirinha. S í t i o d a Deserta Gi'niide (Iilins Desertas), o n d e

s e encontrava uina pequena nascente de igua potavel. Eiriiilia. Fica tiste I~igar no sitio povoado da Ribeira do Escrivão, tia Freguesia da Qiiinta Grande. Eirinha. sitio povoado da freg. da Serra de Agtia. 18 f. e
65
li.

fseg. da Fajá da Oveltia. 9 f. e 37 h. Eirós (Pico dos). Fica esta e1ev;tçFio inontanliosa na freguesia de Gaula e c10 seu cume desfruta-se uma vasta e surpreendente paisagem. Enci*uzilliada. Sitio da freg. d o Estreito da Calheta. Enicriizilhadas, Sítio povoado d a freg. de Sanfo Antonio do Funclial. 77 f. e 271 li. Eiicruzilhadas. Eticravado 110 sítio povoado da Paln~eira,freg. d e Câi~iara de Lobos, fica uri~ LIIII lugar coni aquele nome. Ei~cit~iieacla. Este tlorne sribstantivo so se emprega toponimicainente na Madeira, desigilaiido o cume de certos montes e ertiit~ei~cias, doride se descortinani largos Iiorisontes eiil torno d o observador. A mais coilliecida k a cliaiiiacla Elictimeada de Sdo Vicenfe. (V. este tionie). Eficmriendsi de SUO Viceiite. Esta alta cunieada fica situada qnlre as freguesias da Serra de Agiia e São Viceilte, a unia altitude superior :i mil nietsns c na

Eiriiilias. Sítio povoado da

crista da cordillieira qiie longit~idinaltnentt. atravessa o interior d a Madeira. Passa ali a estrada que da Ribeira Brava se dirige a Sáo Vicente, e dCsse ponto se avistam as costas setentrio~ialc meridional d a ilha, oii cotno diz o povo {(vê-se o inar do norte e o niar d o sul., o que realinet~te se verifica cni dias de Iiorisoiites desaii~iviados.E 111gar muito transitado, existindo ali unia pequen;i casa para abi'igo dos viandantes. Eiigeiilio Vellio (Santo Ai1tcíiiio) V. Ribeira dos Socorridos. Enseada. Sítio da fseg. cio Arco de Sáo Jorge, quc entesta com a rocha d a Entrosa. Eiisesidas. V. Madeira (Etiseadas da), Porto Sanfo (Enseadas do) e Rníns Eiitiqe Agitas. Sitio povoaclo d a freg. d o Cariiçal. 4 T. c 27 li. Entre Catniiilios. Sitio d o f reg. d a Ponta d o Sol. Eiitrosa. Assiiii s c cllarn;~a aprumada cscarpa, que, siibindo d a inargeili direita e pidtixii~-ioa d foz da ribeira do Porco,. nri Boavetit~isa,vai entestili' com a freguesia do Arco de São Jorge. Esta ravin~i k atrnvessada por um camiiiho etn torcicolo, rllie liga as diias frcgiiesias c qlie L: ~ini ttccho d a cstrada que circurida a Madeira prdxiina cio seu litoral, Eaxurros. Sitio povoado dci freg. dn í3ontn 1)elgarlii. 15 f, c 57 11.

Eriiiida. Sítio povoadn d a freg. do Santo íla Serra. Neste lugar, onde cliainaiii o Alcaforado, crgiieii Gil de Carvalho unia pequeiia erniida, no segundo qtiartel cio sec~ilosrr, que deu o rionie áqriele sitio, conject~irando-se que seria dedicada ao ttiiiniattirgo Santo Antonio. 9 f. c 43 h. Pertence ao concelho de Macliico. Escalraclio. Lugar da freg. de Cãmara de Lobos, nn sitio povoado do Carnililio Grande e Ribeiro da Alforra. Esciiro (Iílleti). PeqlieiI(1 iiheli íidjaceiite a Deserta Grande. Esiiioitada da Ribeira. S i i i 0 povoado da freg. da Boaventura. 4 f . e 11 h. Esnioitadns (Poisto Santo). V. Pico c Esnzoitados. Esnioitadinhas. Sitio da freg. do Arco de São Jorge. Esprranqa. Sitio da freg. de Sáo Roque do Funchal, que tomou o nonie da capela de Nossa Senhora da Esperan~a,que ali existiu. Era de antiga fundação e centro duma colicorrida romagem. Desconhecernos o nome da seu institriidor, nias sabemos que nos principios do século xvir era administrador dessa capela o licenceado Gaspar de Magalliáes, qrie fez dela doação B Fabrica da Igreja Paroquial. Espigão. Sítio da freg. do Jasdim-do Mar. EspigWo, Sitio povoado da

freg. da Rit~ciraBrava. No verão de 1932, dcsencadeo~i-se ~ i n i violento incendio rias tliatns deste ILigar, que causoii grandes prej~iizos.27 f. e 112 h. Espig5o. Sítio da freg. de Satita Citiz. Espigão. Lugar da frcg. do Estreito da Callieta, no sítio povoado da Ribeira Funda. Espirito Santo e Calçada. Sítio povoado da freg. de Câmara de Lobos. Toinoii o nome d a capela dcdicada ao Divino Espirito Saiito ali existente e cuja fundação se atribui ao primeiro capitão-donatário do Funchal. Ali se estabcleceii a séde da parrjcluia, qtiaiido iiistit~iidatio segrindo cjuarkel do sL;culo sv. Foi recoilstruida eiii 1720 e novainenfe restatirada no ano de 1908. E utii pequeno mon~iiiieiito histórico para a freguesia de Câniara de Lobos, que recorda o nome do primeiro colotiisador da Madeira e que faz tatiiberii lembrar a criação da paroqiiia, que teve ali a sua primitiva séde. Fica ii6ste sítio o Cemitério Paroquial, que teni uma pequetia capela dedicada a Nossa Senhora das Dores, para uso privativo do serviço religioso i10 mesmo ceinitksio. 118 f. 532 li. Espirito Santo. No sitio povoado do Campo de Baixo, na Illia do Porto Santo, existe uma capela com êste orago, qiie é de antiga fundação e qiie foi corripletaiíie~~terestaurada no

primeiro quartel do século sIX pelo capitáo Sebastião Atltónio Driirnond. Estacada. Sítio da freg. de Macliico. Estacada. Sítio povoado da freg. d o s Prazeres. A primitiva Igreja Paroqiiial foi edificada nêste sítio, que depois se rec o n s t r u i ~110 lugar em que actu~ tiieiite se encontra. 18 f. e 68 Ir. Estanqiiinlios. Sítio na extreinidade norte do Paiil da Serra e na altitude aproximada de 1500 rnetros, onde se eiicoi~tsauma peqiietía casa de abrigo, que presta excelentes serviços aos que por ali traiisitaiií, especialmente na quadra invernosa. Ha nas suas proximidades Lima nascente de boa dgtia potavel. Estanqiiinhos. Sitio da freg. de Sc?o Gonçalo, acima da Boa Nova, atravessado pelo Caminho do Palheiro. Estrada do Leiria. V. Lciria (Estrada do).

zia (Estrada da).

Estrada da Levada de Sarita Luzia. V. Levada dc Santa LilEstrada Moniimerital V. Ribei1

m Seco (Estrada e Ponte do).

comunicação da). Estrebaria (Ribeira da). Fica lia freg. da Serra de Agua. V. Ribeira Bmva (Ribeira da). Estrebarias (Monte das). AO norte e nas serras da freguesia da Calhç'ta, na cordillieira que divide a Madeira nas duas re-

Estradas. V. Madeira (Vias de 1

1

giões setciitrioiial e ineridional, encontra-se uma eniiriencia, de altit~idesuperior a I600 inetros, com o iioiiie cle Monte das Estrebarias, qiie se tort~outnuito conhecido desde o ano de 1850, q~iandoterminou a perfurnqáo do mestiio monte com a constrtiçáo dum titiiel d a extensão aproxiaiada de 450 nietsos, destinado a das passagem Bs dguas condcizidas desde as origens da Ribeira da JatieIa, que coiistituem os mais abundantes caudais das Icvadas d o Rabaçal. Fci no ano de 1555 que êsses nianaiiciais atravessai.ain &se tiinel, passando assim do riorte para o sul da ilha. Estreito. Sítio povoado da freg. de Sarita Cruz. Existiu ali uma capela d a invocaçáo de São Francisco Xavier, funcladn por D. Maria Maniiel de Menezes, no ano de 1685. 18 f . e I06 h. Estreito da Calheta (Frcg1rcsia do). Esta paróqiiia tem c o ~ n o limites : os terrenos qiie entestam coni o Paúl da Serra, ao norte; o Oceano Atlântico, ao sul ; a ribeira de São BarloIomeu, qae a separa da freguesia da Callieta, a léste; e a ribeira Funda, que a divide d a pasdquia dos Prazeres, a oeste. Faz parte do Concelho da Calheta e da Comarca d a Ponta do Sol, de cujas sedes dista respectivarnente quatro e qiiiiíze qiiiloinetros. Coino sítios povciados cantam-se 0s dos Castanhcisos,

cliarnain a Ponta Latiieirri, Reis, Seirfies, [ p e j a ritiliia, n q ~ i c Acirna, Igrtja Abaixo, illoiiilios d a Ciait;. Sáo pontos pitorescos A c i n t ~ Mo1111iosA b i i i ~ ~ , , Giráo, e donde s e descortinam belos Fazcndinlia e Riheirrz F~incla. A 11ariorn111as o s sítios d a Igreja, Igreja Paroqiiial, que tctii Nossa Atalhinho e I'icns. Conta 457 Setitioia da G i q a coino oragci, fogos coni 231 7 Iiabitantes. Foi a Callieta um d o s psifica situatla na Lornl~o a Igreja, d existindo mais as capelas de N." meiros lugares d a Madeira, ein S e n l ~ o r ada Coiiceiqáv, rio sifio qiie mais cedo s c iniciori o pod a Igreja Abaixo, aiidc cliainain voamento e respectiva colotiisalogo s e teria porvena C o n c e i ~ á o ,a d o s Reis Magos, ção, q ~ i c vulgarineiite coriliecicia pelo no- t~ii-aestendido att; o Estreito, me d e Nossa Senliora d e Belem' que da niesma Callieta fazia n o sitio d o Lointio d o s Reis, e parte integrante e somente dela a d e Nossa Senhora d o Livra- sc separou, conio freguesia aumento, tambenii sita 110 L o n ~ h o toiionia, por meados d o sedos Reis. Tem duas escolas ofi- cri10 s v r . Dizeni vellios nobiciais d e ensino prinirírio, sendo liários rnadeirenscs q u e Andrk uma d o sexo mascitlino, situada Goiiçalves d e França, conliecido no Lotnbo d o s Reis, e outra d o pelo Poloni.~,deu ali conieçc, a sexo ferninirin, no Loinbo d o s uma fazenda povoada, que seu Serróes. Nas imediações d a filho e sucessor João d e França Igreja Paroqiiial encontram-se a a i a r g o u consideravelmente, Estação Postal, a Cabine Te- construindo nela a capela d e lefonica e o Cemitério. No lugar Nossa Senliora d a Graça, q u e d a Pedreira,no sítio povoado d a fez séde dum niorgadío, instiIgreja Abaixo, fica o Posto d o tuido n o ano d e 1592. Essa caRegisto Civil. A irrigacão desta pela que foi edificada no ultimo freguesia faz-se por meio dum quartel d o século sv ou prid o s ramais d a iinportaiite leva- meiro quartel d o século seguinte, d a d o Rabaçal e pelas pequenas serviu d e instalação a nova palevadas d o s Castanheiras, Car- róquia, criada pouco antes d e reiras, Florenças, Farrobo, Fer- 1562, tendo a rnesrna capela reiros, Poço das Fontes, Ribeira sido reconstruida em ano que Fiinda e Moinhos. Tein um insi- não podemos determinar. A gtlificante porto que, por ficar actual Igreja Paroquial, que s e situado n a foz d a Ribeira d e levantou em local diferente d o São Bartolon~eu, é conhecido d a capela d a Graça, conservou pelo nome d e Porto d a Ribeira. o mesmo orago e foi soleneA pequena distancia, depara-se mente benzida no ano d e 1793. cnrii unia snliciicia cla costa iiia- Nela existe ~iiii;i iiiirigerii dc

Nossa Senhora da Graça, cpie, sendo uin primoroso traballio de escultiira, e tanlbern objecto de grande veneração, coiisagrando-lhe Fr. Agostinlio de Saiita Maria uni capitulo especial na sua conhecida obra intitulada Santunrio Marialto. Ein 1602 foi criado Liin curato nesta parbqiiia, que desde ha niiiitos m o s não tem sido provido. A capela d e Nossa Senhorri da Conceição, fundada etn 1672 por André de França Andrade, serviu d e séde duina instituiqáo vincular, que coristitiiiu Lima das tilais vastas propriedades da Madeira.

rinlieira, Poinar do Meio. Outros sítios de nieiior iinportaricia: Poiiiar Novo, Corrida, Eira das Moças, Patitii. 'Tis, ctc. Coino sítios pitorescos SL?O notaveis o Jardiin da Serra, a Boca d o s Namoraclos, o Pico dos Bodes, o Pico da Criiz, etc. (V. êstes iioriies). No sitio das Viziiiliaiiças d a Igrcjn ficiiin a Igreja Paroquial, o Ceniitt;rio, Lima escola oficial feminina de eiisiilo priiiiirio, a Caixa Postal e a Cabii-ic Telefónica. Nêste sitio encontrase um pequeno lugar conhecido pelo nome cle Patim, onde fazem praça os autoiiloveis, e que B o ponto mais central e rnoviiiielzEstreito de Câiiiiara de Lobos. tado da freguesia. Funcioiia Liina (Freguesia do). A posição desta escola primiria oficial dn sexo par6quia coin rclaçáo aos seus ~iiasculinono sitio dd Quinta dc pontos coiifinaiitcs 6 esta: cle- Santo Antonio e olit1.3 iiiixta iio iiiorri-lhe, ao norte, a freg~iesia sitio do Cováo. O templo que d o C~irraldas Freiras, ao siil, a serve de Igreja I'aroqiiial L; amtle Câmara de Lobos, a Iéste, a plo e bcni decorado, tendo exced e Santo Antonio, da qual está lentes orilatos eiii bela tallia separada pela Ribeira dos So- dourada. Aplicadas ao serviço corridos, e, a obste, as da Quinta do ciilto possui as capelas de Grande, Campanário e Serra de Nossa Senhora d o Bom StiAgua. Sítios povoados em que cesso, sita 110 lugar de Garaestá dividida : Viziizhanças da cliico, a d e Nossa Senliora d a Igreja, Ribeira da Caixa, Pico e Consolação, no Fôio, a de Santo Salões, Ribeira da Fernanda, Antonio, na Quiiita de S ~ I Z ~ O Vargem, Covão e Panasqiieira, Atitoiiio, a de Nossa Senliosa d a Castelejo, Fajã das Galinhas, Incartiação, na Vargeiii, e a das Serra, Marco e Fonte da Pedra, Alilias, no mesmo sitio. Pertence Cabo d o Podáo, Garachico e esta parbqliia ao Coticellio de F~irneira, Barseiros, Quinta de CAinasa de Lobos e cl. Cotilarca Satito Antonio, Romeiras, Fôro, do F~inchal, distando da sédc Fonte d o Frade e Cruz dos Po- do psiniciro cêrca d e tses qiiimares, Fontes, Casa Caida, Ma- lotnetsos c nproxiii~adailientç

ESTREITO DE C. DE LOBOS

8.2

ESTRELA

doze da segunda. Não cotileçou tarde o arroteanlento dos terrenos rios altos da freguesia de Crirnara de Lobos, pois que pclos meados do skculo sv já ali existia uma capela da invocação de Nossa Senhora da Graqa, que fazia parte duilia fazeiida povoada. Ignora-se o ano da sua construçáo, mas sabe-se que passou por vários acrescentamentos e reparações no longo periodo de dois séculos. Nela se estabeleceu a s6de da nova paróquia, quando esta foi criada em 1509, tendo-lhe sído dado u m curato no ano de 1676. A velha e acanliada capela era insuficiente para o serviço da pop~ilação qiie aumetitava consideravelmente, dando-se começo á edificação dum novo templo rio fim do segundo quartel do seculo XI~IIJ, havendo-se então adaptado ás necessidades do culto no ano de 1753, embora a sua constrtição prossegiiisse inorosamente e s6mente fosse dada por concluida em 1814, em que se procedeu solenen~eiitea sua benção. E uma das maiores e mais belas igrejas da diocese, deveildo especiafmente notar-se

os ornatos e decoraç6es da sua capela-mór. Nesta igreja deri-se tirn horrivel desacato, no ano de 1829, com o roubo de pratas e profanação do sacrario, sendo os seus autores condenados a pena últin~a.Nesta freguesia fica a formosa estancia do Jardim da Serra, em que viveu e onde se aclia sepultado o consul ingles Henrique Veitich, de que noiitro lugar nos ocuparemos. São natiirais desta paróquia os distintos i~iadeirenses Luiz Vidr. cente de Afotiseca, (1 803-1 878) que representou éste arquipélago no parlaniento por mais de trinta anos, e João Atig~istode Oriielas (1 833-1 886) escritor e jornalista, que deixou Lima vasta obra ii terdria V. J~ri-dim C/LZ

Serra.
Estreito da Vargeni. Sítio povoado da freg. de Sáo Vicalte. 28 f. e 87 h. Estrela (Callieta). V. Lombo da EsO.eIa. Estrela. Lugar d a Freg. d e Santo Antonio, qlie fica 110 alto do Lorilbo de D. Isabel, na cstrada que conduz ao Curral das Freiras.

FACI 1 0

FAIAL

Faclio (Pico do). Sobraiicciro Faia. Sitio da freg. dos CnA vila d e Machico e a 330111 de nlias. altittide, encontra-se esta elevaFaia. Sitio povoado da freg. cão inontanliosa, cujo cume do- de Gaula. 4 f. e 25 li. mina os terretlos que formam a Paiai (Cais do). V. Pcdl-a rJn freguesia d o Caniça1 e o forinoso Pescnria (Cais da). vale por onde corre a ribeira Paiai (Fregrresin do). Tem daqiicla vila. Existi11ali uni posto coino terrenos coiifinantcs: a semafòrico, que coni~inicava com paróquia de Santaria e o Oceaiio OLI~SO estabelecido iio chamado Atlânticc), no norte, a freguesia Pico d o Telegrafo, na freg~iesia cle São Roque d o Faial, ao s~il, do Caniço. LI do Porto da CSLIZ, Ikste, e a a Facho (Pico do). k o iiloiíte de Santana, a obste. Nela se mais elevado da Ilha do Porto coiitatii os sítios povoados do Santo e fica na regiáo setentriri- Guindriste, Pico do Guindaste, na], a unia altit~idede 500nl. Covas, Igreja, l'ajal, Lombo d o Facho. Sitio da freg. das Lourenço, Cliicliaros, Diferença, Achadas d a Cruz. Fazenda, Pinlieiro, Corwjeira de Facho. Sitio da freg. da Potita Baixo, Corujeira de Ciina, Resdo Pargo. soca, Serra de Agua, Agua de Faclio e Fontainlias do Mar. Alto, Quebrada, Loinbo do GaSitio povoado da frcg. de Câ- lego, Pico do Lumbo do Galego, Fajã ria M~irta, Alliendros, Limara d e Lobos. 6 f. e 33 li. Facho da Malhada (Pico do). moeiro, Crlizinlia, Fajã Graiidc, Na regiáo meridional da Illia do Loinbo de Cima, Lotiibo d e Santo, para ris bandas do su- Baixo, Lugar, Longueira, Moisudoeste, fica a emineiicia dêste nlios, Pei~lia de Aguia c Fajg, iiome, a 265rll de altitiide, linveiido outros sítios de menor

FAIAL

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FAIAI,

importancia, como sejam o E'edregal, Cerrado, Fajã do Mar, etc. São pontos pitorescos e donde s e descobrein vastos Iioi.isoiites a Vigia, o Cortado, a Portcla, ;i Cova d a Rocla, a Peiilin de Aguia, a Ponta d e Catariiia Pires, etc. A Igreja Paroqtiial, que tcm como orago a Natividade de Nossa Senlrora, fica rio sítio da Igreja, Iiavendo tanibeni a capela de Nossa Senhora da Penha de França, sita no lugar da Fazenda. (V. este ~ionie). reNo ferido sítio d a Igreja estão instaladas duas escolas oficiais dc ensino priindrio, utna para cada sexo, a Esfaí;áo Postal, a Cabine Telefónica, G Posto do Registo Civil e o Ceiniterio Paroquial. Funciona outra escola oficial niixta no sitio d o Lombo de Cima. Esta freguesia è atravessada pela ribeira do niesino nome, sobre a qual se construiti no periodo decorrido de 1907 a 1909 uma bela e exteiisa poiite, a maior da Madeira, qiie mede cêrca de 130 metros de coniprimento. São tributarias desta ribeira as torrentes do Ribeiro Frio e d a Metade. Tem o pequeno porto d a Pescaria ou da Pedra d a Pescaria ou ainda do Faial, com um cais de desetnbarque e unia praia de grossos calliaus, d e dificil acesso, situad o s na foz d a já mencionada ribeira, que tambem é conhecida pelo nonte d e Ribeira Sêca. Próxinios d o sei1 litoral ciicontram-

sc algiitis pequenos i l l i e ~ i dcs~, tacaiido-se o d o Faial, os d a 13edra d o Canto, Pedra Fraiicesa c Pedra d a Galé, A f r c g ~ i e s i a do Faial 6 irrig;~dapelas l e v a d a s d a Cruziiiha, A g ~ i a Alto e Qireide iiiaclas, altrii cic o u t r o s aqiiedlitos d e iiiciior monta. P e r t e n c e ao Coticelho cle S a n t a n a c L! Coniarca de Santa LKLIZ, o n d e d se encontra distanciada, respectivaiiiente 6 e 24 quiloinetros. Ein 725 fogos vivein 331 7 m o rndorcs. Uin limitado sitio q u e prirnitivaiiiente se cliamou Faial, p o r nele abuiidar a cn~yrifica flfya., estendeu o riornc 6s s u a s iinediaçees e mais tarde A p o v o a qáo cliie ali s e formoii. O P o r t o da Cruz e o Faial fora111 os primeiros pontos d o norte d a Madeira em qiie s e iniciou o desbravamente d o s m a t a g a i s e o cultivo das terras virgeils. D á - s e Lanqarote l'eixeira, filho d o priiiieiro capitáo-doiiatario d e Machico, com ~1111 o s mais aiitigos d povoadores d o Faial, teildo muitas terras d e s e s n ~ a r i a ,q u e [(iam d o Ribeiro Frio a t é á Ribeira d a Metade, coinpreendendo a Penha d c Aguia.. Existiu ali uina fazenda povoada, servindo-lhe de centro a c a p e l a de Nossa Senhora cla Natividade, que foi a origem d a p a r ó q u i a . A criação desta data d e 1550, sendo-lhe dado iim c u r a t o no ano de 1746. A capela não sótilente era de acanliadas dirrien-

sõcs, iiias estava sitiiada tia iiiasgein duma caudalosa ribeira e por isso exposta a ser arrastada pela violeticia da corrente, tetido ate sido por mais de unía vez iiivadida pelas iiguas. Imptinliase, portailto, a cotistrtiçL?o diiiii novo te~iiplo, proccdciido-sc $1 benc,ío d a sua pcdra nilg~ilar no ano de 1745. Nesta Igreia vclilesa-se coin griiiide c1cvoc;ão a ii~iageiii d e Nossa Seiiliora dn Nativiclnde o ~ iclo Fninl, coiiio Ilie chama o povo, rcalisniirln-se ali Lima coiictjrridn roiiiageni clc gcntc d e toda a ilha, d e qtic se ocupa Frei Agostiiilio de Saiita Maria tio sei1 coiilicciclo Srrn.fucírio Moriuno. Ali:iii clíi jli rcferida c;ipcl;i c.ic Nossn Scnliorn cle Pcnlia d c Fraiiqíi, cxistiii ticstri fregiicsi:i outra criiiida declicada : Sáo Luiz, tio sítio cia Uifci iença. (V este tiotiic), Fiii~clada por M;iti~iel Cnivallio Vnldavesso, n o priiiieiro clii;irtcl do SL'CLIIO S

Related Interests

TIT. frej;Llc~iaCIO Filial s c clcsiiiciiil~ro a partiti qiiin de São lioq~icd o I:;ii:il, crizida tio ;i110 tlc 18/15. I)ci;iiiise grnvcs pett~irhaç6es ordciii da publica iic:itii Fregiicsiii, tio alio tlc 1887, iiiotivadas pela s~iposta itistalaçfio L I ~ SJtiiilns de I'aiUq~iia,a q ~ i eO povo cliai~invari Parrec:~)), pcrt1irl)açõcs cicie sc niaiiifestaram violcnt;iiiiciitc c111 ciiversos poiltos da A4adcira. O distinto litíliagista coiicgo Frrnatido d e Mciiczcs V~iz dcscobriii e i i l 1922, tio nrqiiivo pnro-

cliiial desta freguesia, o assetllo de batisiiío de Joao Fernandes Vieira, o celebrado restaurador d e Pernaiiil7~ico,ciuc nqsccii no Faial iio ano dc 1596. E natural desta paróquia D. Joana Velosa dc Castelo 13rnnco (1856-1920), a mais clistititn pnctisa iiiadeiI'CllSC.

Paial (Illicii~do). PT ? ~iitlifo \ L0 dislaiiciatlos da costa maritiii~a d:i fregiicsia clo Faial, encontram-sc os pcqiieiios illieiis d o Faial, Pcdrn d o Caiito, Pedrri Fraiiccs;~,Pedra da Galé e vArios I~aixios acijaccnles, cot~liecidos geraliiie~itcpelo tionie dc Illicus do Faial. ~ a b í i (Porlo do). Peqiiciio ~ porto iio litor:il cla frcgucsia cléslc iioinc. V. I-'alnr ra Pcsi cí~ricr(Cais da). rpainn (Ribeira elo). Nasce nas proxiniidadcs d o Pico Riiivo c rccebc coiiio torreiites siibsitii:irins as rihci~ns cio liibciro Ipio c ci;i Mct:idc, ati:tvcssriiiclo ;i frcgiicr;i;i d o 17iii;il e íili ciescmbociiiido. Nos rinos elecorridos (Ic 15107 a 1910, coristri~iu-se s o l ~ r cesta rilicirn a iiiais cxtetisn potite qiic s e eiicoiilrn na Mac1cir;i c cltie lia miiiio crn coliçiclcracin coiiio iiin:i d a s iilniorcs tieccssidadcs ;i satisfazer ctii ohr;is piiblicíis distrilnis. Asseiita o rcspcctivo tnbnlciro sohre diversos arcos e iiiecie cêrca dc 1 30 iiictros cle coi.iipsiiiietito. li'nial. Sítio ria freg. de Saiita M;iria Maior, onde s e ciicoiitrn

FAIAL

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FAJÃ DAS CAGAHKAS

a capela d e Nossa Senliora da Natividade, conliecida pelo nonre de capela do Faial, fundada por Zenobio Acciaioli em 1582 e que foi séde dum antigo morgadío. V. Cnmitlho (10 Palheiro. Faias. Sitio povoado d a freg. da Fajã d a Ovellia. 2. f. e 6 li. Faias. Sitio povoado da freg. de Santana. 27 f. e 129 ii. Fajã. Dá-se na Madeira o nome de ~ F a j ã a ~ s certos tratos de terreiio, d e maior ou menor extensão,forrnados pelo desrnoronamento d e terras situadas a montante, coilstit~iindoem geral um stjlo d e notavel fertilidade. As <Fajãsl>formam-se tanto rio interior d a ilha pelo desabamento de terras qlie se desagregarani das vertentes das inontatitias, como ao longo de toda a costa maritima, de que são frisantes exemplos unia parte coiisideravel d a freguesia cio Jardiin d o Mar, o Lugar de Baixo, a Fajá dos Padres, a Fajã da Areia, e airlda outras. O terino ~ F a j ã . é em geral usado toponiinicamente e existem dezenas de sitios que teem o nome de Fajã de... Fajã. Sítio povoado d a freg. do Arco (ia Calheta. Existiu ali unia capela dedicada a Nossa Senliora d a Boa Ilora, de que apenas restam algumas ruítias. Fajã. Sitio povoado da freg. d e Câmara d e Lobos. 9 f. e 37 11. Fajã. Sitio povoado da freg. d o s C a n h a ~ .9 e 37 11,

Fajã. Sítio povoado d a freg. d o Faial. 3 f. e 17 h. Fajã. Sítio povoado d a freg. da Madalena d o Mar. 5 f. e 21 h. Fajã. Sítio povoado d a freg. de Santo Antonio. Fica na margem esquerda d a Ribeira d o s Socorridos c, ali s c lançaiil, n a mesma ribeira, o s afluentes d o Vasco Gil e d a Lapa. Fajâ. Lugar d a pardqiiia rlos Prazeres. Fajã. Sítio povoado d a freg. d a Tabúa. 4 f. e 20 li. Fajã Alta. Sítio povoado d a freg. de São Jorge. 67. f. e 278 li. Fajã da Anna. Sitio d a frcg. de São Vicente. Fajã do Aiiio. Sítio povoado d a freg. d e São Viceiite. 6 6 f. c 204 li. FajB da Areia. Sítio povoado da freg. d e S ã o Vicentc. 7 3 f. e 322 h. PajB da Areia (Pottf) cla). NO sítio dêste nome, frcg. d c São Vicente, encontra-se uni porto, servido por Lima peqlieiia praia, preferivel ao d a vila d e S á o Vicente, d o qual s e acha p o ~ i c o distanciado. Fajã do Aslio. Sitio povoado da freg. d e São Vicentc. 66 f. e 204 h. Fajã dos Asnos, tainbeni cliamada Fajã do Gregorio. Sitio da freg. d e Câinara d e Lobos. Faiã dos Bichos. Sítio Dovoado da freg. d a ~ i b e i r a ~ ~ r a v a . 16 f. e 85 11. Fajã das Cagarras. Fica este

FAJK

DAS CABARRAS

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]+'AJA D A S MICIIAS

I~igar, sitio povoado da Cama da freg. da Ponta tlo Sol, c ~ i j o no d o Bispo, na freç. da Quinta iioiiie e corrutela d e Fajá d o Grande. Alernáo. V. Mndnlenn do Mar Fajã dos Cardos. Sitio povoa- (Freguesia da). d o da freg. d o Clirral das Freipajg da Madeira. Sitio dafreg. ras. 42 f. e 214 h. de São Vicente, sobranceiro a Fajã do Cedro Gordo. S i t i 0 Ribeira do Iliferno. I~~~~~~~ da Ire& de São RoqLie FUjg das ~ ~Sitio da frege ~ l d o Faial. 18 f. e 82 li. das Achadas d a C ~ L L Z . Pajá do Cerejo. Sitio povoado PajR do Maiiuel. Sítio 110 litad a fseg. da ~ i b k a v ni . 4~i, e~ ~ tal da freg. d o Posto d o Moriiz, 16 21. Fnjii dos Chiqueiros. Sitio da onde naiifragou, t-io alio de 1856, tiiiia galera de iiacionalidade iiifreg. d o Curral das Freiras. pesFajii sitio povoar,o glesq tc~iidoniorrido q~iiiize frcg. de s~~ Vicellte. f. e soas das vinte e Liiila que trazia a seu bordo. 1 s h. Fajã (IQ Mar. (Porto da). O Faja da Corpa. Sitio ria freg. sitio deste noiiie, Arco da Cade SL?o Jorge, ~ . j ã a covas. Sítio povoa- Iheta, te111 Lilll peqLleil0 porto, d ~ d o d a freg, São Vicclite. 13 f, tai-iibem cliai~iadode Nossa Setiliora d a Vida, qiie dista 2,4 c 45 li. ~ ~ q das Gguas. sitio cln freg, iiiiiilns do porto da vila d a P0tlta iã do Sol e 2,3 d o da Callieta. da Scrra de Agia. Fajã e Eiras. Sítio povoado Paja do &Tara Sitio povoado d a fiegiiesia dos Canlias. 51 f. e da freg. do Arco cla Callieta. 238 li. Neste sitio e tiuma pcqueila emiFajã Escura. Sitio povoado da tiencia sobrailceira ao Inar, fica fieg. d o Ciirral das Fscisas. 33 f. a capel;i de Nossa Senhora da e 160 li. Vida, fuiidada em 1663 por Inês Faj&das Qalinilnías. Sitio po- Teixeisa, tendo sido reedificada voado d a fseg. do Estreito de lia poucos anos. 5 f. e 30 li. CAinasa de Lobos. 19 f. c 95 li. Fanjã tio Mar. Na costa 1i.iai.iFajã Graiide. Sitio povoado tiiiia cla freg. d o Faial, entre a tla freg. cla Boaveiit~ira.13 f. e Ribeira d o Faia1 e a Ponta d o Cortado, Fica o sitio d a Fajá d o 71 li. Fajã Graiide. Pcq~ieiia iaj5 no Mar. Illicu d o Bugio (Desertas). Fajã do Mar. Sitio tia costa Fajá Grande. Sitio povoado maritinia da freg. d o Porto d a d a fíeg. d o Faial. 50 f. e 257 li. Cruz. Fajã do Liiiiáo. Sítio povoado Faj5 das Michas. Pequerio 111-

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gar d o sítio povoado dos Castanheiros, na freg. do Estreito da Calheta. Pajã do Millio. Sitio povoado da freg. do Porto d a Cruz. 52 f. e 278 li. Fajã do MG. Sitio d a freg. d o Faial. Fajã da Miirta. Sitio povoado da freg. do Faial. 22 f. e 112 li. Fajã das Nogueiras. Sitio na serra da freg. do Faial, onde se encontra iiina pequena casa para abrigo dos traiiseuntes. Fajã Nova. Sitio d a freg. das Achadas da Cruz. Fajã da Ovellia (Fregircsin d) Servem-llie de limites a s fre a. guesias coiifiiianles d a Ponta do Pargo, ao iiorte, do Paiil do Mar e o Oceano Atlântico, ao siil, dos Prazeres, a Iéste, e o mar, a oéstc. Pertetice ao Concellio da Calheta e i Cornarca d a Ponta do Sol, donde estc? respectivaiiiente clistanciada 14 e 25 cluilometros. Tein como sitios povoados a Lombada dos Mari~ilieii~os, Farrobo, Eirinlias, o Falcões, Fajã da Ovellia, Massapez, Sáo João, Casais da Serra, São Louieiiço, Faias, Primeira Lombada dos Cedros, Segunda Lombada dos Cedros, Raposeira CIO Cerrado, Raposeira do Lugarinho e Maloeira. A Igreja Paroq~iial, que tein Sáo Joáo Baptista por orago, fica 110 sitio de São João, trinibein chamado Lombo de São João, e nela se aclian! instaladas a Estação

Postal, a Cabine Selcfbiiica, o Posto do Registo Civil e o Ceinitério Paroquial. Há duas escolas oficiais de ensiiio eleineiitas, sendo uma do sexo tnasculino, no sitio do Massapez, c outra d o sexo feminino, n o sitio de São Lo~ireiiço. Tem iiesta freg~iesiasua sede ~ i m clos partidos inédicos d o coi~cellio,que abrange ,as paroq~iias circunvizitihas. E alravessada pelas ribeiras dos Maritihciros, Cedros e lilês. Além dum dos ramais d a grande levada d o Rabaçal que fertilisa abui~daiiteinente esta fregucsia, é tambem irrigada pelos niananciais das peqiiciias levadas dos Moirilios, Farrobo, Portela, Cova, Ribeira da 1116s c Fonte d o Folliado. São sítios pitorescos e donde se disirutarn belos pailoraiilas o Pico dos Bodes e o Pico d a Foiite tio Bispo. Afóra a Igrcja Paroqiiial, tein a antiga capela de São Loiireilço, sita iio Lonibo dc Sáo Lotirenço (V. este noine). Esta freguesia C banliada pelo rnar, mas em todo o litoral 1120 sc encoiitra uin porto oti praia de fácil acesso. A stia popiilac;áo 6 de 2757, que vivciii c111 645 fogos. O nome de Fajti d a Ovcllia, dado priaiitivainciite a ~ i mpcqueilo sitio, alargou-se aos lugares circunvizinhos e estendeu-se depois aos tcrreiios qtie forinaram a futura fregiicsia. Re1 ferc tima antiga tradic;'do cl~ieos

membros dlima faiiiilia ele iioiile contra-sc uiii;i FajB e sitio poAfoiiso Jarditil foram do iitimcro voado ciestc noinc, na base dunia dos primeiros povoadores íia elevada rocha, que lhe fica :i Fajã d a Ovellia e que a uin dêles moiltante, a oeste d o conliecido s e deve a coiistrução da capela Cabo Girão. Eiii outro tetlipo, d e São Lourenço, levaiitada nos produzia Cste sitio o mais afafins do séctilo sv ou principias mado vinho nialvasia clc toda n do skculo seguiiite. Teve cape- illin, q ~ i c consiclcraclo coiiio era Iáo privativo e nela foi depois utii precioso produto. O iionic crirido uin curato n o primeiso cltstc lugar advkni d a ciic~iilsquartel do século sv, seiido ali tancia de ter pertencido aos padefitiitivaiiictite estabelecicla a clres da Cornpanliia ele Jcs~is, skde diima parbqtiia autúrionia que ali tinliain uiiia casa e capelos ailos de 1570. A capela pela anexa, dedicada a Nossa era de acanliadas dimensões Sei~liorada Conceição. Em 1626 para o desenvolvimento da po- foi êstc sitio ar;s:iltado pelos pulaçFio, mas soiilente por iiiea- motiros, que s;iqucaraiil a podos do século ~ 1 ~ 1 1e que se voação e clcstr~iiraina peqiicna 1 procedeu S. coiistrução da act~ial capela. 10 f. e 47 li. Igreja Paroquial, em sítio mais Fajg c Palmeira. Sitio povo;iapropriado e mais ceiitral, coii- d o tla fieg. cio 170rto cla Criiz. tiii~iaiiclo a capela, que aitida 18 f. e 85 li. existe, a ser aplicada ao cxcrFalã dii Parreira. Sitio p0cicio do culto. SAn ii:ituiais desta voado d a fiig. d o Scixal. 15) C. frcg~icsino coiiego Aiiti')iiio Jon- c 94 li. quiiii Jardiiii, o patlsc AiitOiiio Faia do Penaedo. Sitio povo;iCiunies Neto e Aiigiisto Ccsrir clo cln Fscg;. da Boiivenlura. Exisclc Gouveia. t i l i ;iii iiiiin pccliieiia erniida d a Faj5 da QBveltna(Picri da). Fica iiivcic;iq*lo clc Sailtaiin, cclificnd:~ esta elevação iiioiltniiliosa na iio alio d e 1763 pelo iiior!g;itlo sersíi da fi.egiicsia. d o mcsiiio Aiiibiiio Frniicisco d c Cttircs, iioiiic, não tiiliito distni~tc d o tendo siclo dc~iiolidn poiico I'ico da Fonte do Bispo. clepois de 18.10. D. Mni.i:i dos iiêste Fajii da Ovelha (Ponia da). Aiijos Ribciio fez constr~iir Snlieiicia da costa iiiaritiiiiíi ii;i sitio, iio alio dc 1919, ~ i i i i i capela i fregiiesia clo tncsiiio iioiiie. corisagi.ada :to Iiiiac~iladoCorriFaj,? <ia Ovc11ia. Sitio povozi- cão de M;isia. Fiiiicioiia iitste Iiiclo da ficg. ela Frijã dri Ovcllia. 1 gai- uina escola oficial iirista dc c~isiilnpi~iiii:iiio. 33 f. c 124 li. 38 f. e 170 li. Fajií dos Pacàres. No litoral cia Fajã Redonda. Sítio paiofregticsia do Caiiipaiiiirio, cn- qiiia cia 1iilscita da Janela.
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Fullca de Baixo. Sitio povoaFajã Fiedoiida. Sitio ,povoada da freg. da Serra de Ag~ia.9 f d o da freg. da Boaventlira. 28 f. e 102 li. e 28 1;: Falca de Ci~lia.Sitio povoado Fsiiã do Rente. Sitio da Freg de S ~ O Vicciite, a oéste da f& d a freg. da Boaveiitura. 20 f. e 95 h. ria ribeira da Vila. Falcões. Sitio povoado da Fajã da Ribeira. Sitio povoatlo da freç. cla Ribeira Brava, freg. cia Fajá da Ovcllia. 16 f. e 73 h. 44 f. c 213 li. Panada. 1,~tgar sit~iacio tias Faj5 cio'; W6los, Sítio p 0 ~ 0 a i l 0 da freg. do Santo da Serra, per- serras da fscg. de S8o Vicente. Fanal. Sitio rias serras d a teiiccrite ao Coiicellio de MaFreg. da Ribeira cla Janelri, onde cliico. I G f. e 103 h. Faj5 da Urtiga. sítio pOv0;ido s e aclia a cratera duin extinto da fseg. d a Ribeira Brava. 19 f. vulcão, (1 112111 de al titiicle), que t~o inverno se ei~ched t 3 LI^ e 'g c 90 li. Paj&das Vacas. Sitio povoado a que se dá o i~onie clc Lagoa da freg. c10 Saiito da Seria, pcs- do Faiinl. Naqcielas iniediaçóes tetlceiitc ao Coiicell~o de Mn- cticontran.i-sc Lriiia luxcii.iantc vegetaçáo c algiitis dos inais pitocliico. 7 f. e 47 li. Fajã Velha. Sítio povoado da rescos e eiicantadores pontos S freg. do Carnpni~drio. f. e 44 li. de toda illia, cligtios dc ser visiFajã dos Viiihaticos. Sitio po- tacios, apesar da distancia a ~ L I voado da freg. de Sáo Vicente. ficani clos cetittos mais populosos. 56 f. e 230 11. Farois. Tardiametite tciii sicio Fajã dos Vinhaticos. Sitiq povoado da freg. da Serra de Agiia. o arquipélago madeirense clo17 f. e 34 li. tado coni o iiiiportante scrviqo Pajã dos Vlahaticos. Sitio da da iiiiiilinação rlas suas costas freg. do Faial, que deu o riolite maritiriias. A falta desse grande a iitna levada destitlada a irrigar i~iellioramciito deterininoti o as freg~icsias Faial e Saiitana, afastai~ietltodiirua parte coiisido teiido este aclueduto sido subs- deravel da navegaçan, que detituido pela levada da Serra de matidava o porto do Fuiiclial, c São Jorge. ainda a perda de vicias e iiierFajãs. Ltigar a iiordéste da cadosias lias embarcac;«es que Deserta Grande. sossobsaram ou foraiii arrojadas Fajãsinlia do Bento. Sitio da coiitra as peiiedias do litoral. freg. da Serra dc Aglta. Foi tio alio de 1570 qiie se iiliFajócas. Sítio povoado da cioti êsse serviço com a monfseg. de Satita Ci~iz.7 f. e 37 li. tagenl do Farol ria Ponta de São
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Lousenqo, (V. Illieu de Fóra), Pusto clo Moiiiz, lia iiiila salii.11tendo-se em 1901 iiiotitado o cia d a costa niaritiiiia, que tciii F a r d d o Posto Santo (V. Illieu o iiotiic de Fazenda. d e Ciiiia) e Iiaveiido começado Fazenda. Sítio povoado da a fuiicionar eni 1922 o da Ponta freg. do Faial, o:ide se acha titiia d o Pargo (V. êste nome). Aguar- capela dcdicnrla a Nossa Scda-se ainda o estabeIccimcrito nliora da Pctilia, que tem a sindiim farol nas Illias Deser1;is e giilaiiciade d e ser cavada iiiiin dc pequenos Faroliiis nos portos solitririo blóco de ((cantariít de inaior inoviinento, cspecial- niole~, ficando as paredes, o incnte naq~iClcsem qiie existciii tecto, o pnvirncnto, o altai. c o importai~tes centros pesciitórios. porlico t;illiaclos na pedia e forFarol (Illicu do). V. llhcu de niaildo unia sb peca. Foi Fi~iim r í r (Ponta de Sao Lourenço). rialia e111 1685 por AiitOilio Farol (íllieu do). V. Illzcu dc Teixeira DOria, 5.0 neto d o psiCinzcr (Porto Santo). iiiciro capitão-cloiiatisio de MaFarrobo. Sítio povoado da cliico, e restaurada, no alio cle frcg. d a Fitjã da Ovcllia. 14 f. c 190-i, por Joáo l'eoduio Fi45 li. gueira, cntáo seu pioprietririo. Farssbo. Sitio povoado cla 12 f. c (i3 li. freg. d e Gaula. 14 f. e 69 li. Fazerida. Sitio povoado da Farrobo. Sitio povoado tia freg. de Gniila. 73 f. e 354 11. Illia clo Porto Saiito. 14 f. c 64 11. Fazenda. sitio povoarlo d a Farrobo. Sitio povoado da iiaeç. cle Macliico. 25 F. c 1311 li. frcg. de São Jorge. 67 f. c 287 li. Fazenda, Sitio povoado da Pnrrobo. Sitio da fregiicsia fseg. do Posto do Ailoiiiz, ciii d o Seixal. que fica encorporado o lugar dn Mízria MaFarrobo de Baixo. sitio po- Santtr ou clc Sa~rtn voado d a frcg. dc São Gonc;aio. clulena (V. Sste iloiiie). 13 f. e 69 li. Fazelida. Sitio povoacio drl Farrobo de Ginia. Sitio po- Freç. dc Saiita Criiz. 6 i. C 29 li. voado d a frcg. cic São Goilc;alo. Fazenda das Freiras. NO sitio 29 f. e 139 li. povoado do liibeirci d a Alforra, Faiana cla Madeira?.V. hllarlcirlr freg. de CAiiiara d e Lobos, clicontrn-sc 11111 I\igiis tlacl~iSlc (Fauna da). Favas (Pico das). Sitio pito- 1lOI11e. rescc e clcvacão tiioiilanhosri, ri Fazenida?Clrniide, V. Ponzbal e (Asco da Ca420rll de altitude, na freg~tcsia Faxrnrln Ci~'n~lilc d a Ponta d o Pargo. ihcta). Fazeiidiriba. Sítio povoado Fazenda (Ponta da). Entre a Ponta e a Ribeira do Tristáo, iio da frcg. de Gaula. 15 f. e 91 l i a

$c acha separado por 11111 estreito boqueiriío, fica o Illieu d e Ferro. Altitude d e 1 15t11. Pigtieiriiiihii. Lugar d a freg. d a Caniacha, atravessado pela estrada que coilduz d o sítio d a Cli»iil?aiia (Saiita Mrtria Maios) ; freg. d o Porto d a Criiz. i Figlleiriillius. sitio d a fieg, d o Caiiico. ~ i ~sitio, <Ia, ~ do ~ Icir~rs. Monte. Feiteiraç. sítio ~ O V O ~ Cd~ O a Floreiiqoi. Sitio povoedo (Ia f r g d21 polita ~~l~,~d~. 34 i. e fseg. d o Arco tla Calheta. O flo149 li. Feiteirnç. Sitio P O V ( I L ? ~ O da reiititio Joáo Salviati teve terras cle sesiiiaria nesta ilha e algriiis freR. d o Seixal. LS e 143 Feiteisas. Sitio povoado e d o s seiis descetide~ites, qrie cshastante pitoi'esco da freg. de fora111 chninados Florcii~.as, tabeleceiam-se nêstc sitio, a q u e Siío Viceiite. 80 f. e 380 11. deram o oioine. Exisfi~i ali uina V. Bnrrciro,s c capela da iiivocnçáo d e Nossa teirris (Canlias). Senliosa das Mercês, futitlnda Fdpa. sitio jrcg. srío ein 1650 por Gaspar I-Iotiiciii d c Jorge. Feiios. siti,,, ficg. d o J ~ , . - El-Rei e sria iiiiiflier D. Isaliel da Floreiiqa, qiie e l a d c iiistit~iidiiii d o h\ar. qáo vitic~ilar.Taiiibcii~s e iifiriiia (pico N~~ llliiito C~~ distalite Ellciinieat~a São ~ U " J O ~ O Portes I - ~ L ~ I I Icoilç-I de ~ i ctlcollti ~ ~o pico cio tmiu nEste sitio, i10 alio d c 1684, ~ ~ i ~ Liriia capela dcdic:icI;l ;i S;iiitn Ferreiro. Ferreiro de Fóra (Pico do). AiIaiia Madrileiia. 168 f. c 721 li. Flora da ranùeira. V. Nirdcircz Eiiiitlelicia pj$.yiliia niiterioi.. Ferreiros. I-'cq~ictiosilio, taiil- (Flora da). bcrii cliaiiiado (J~iiiitad o s FerF6jo. A oeste da Poilta d:i ieiros, tia freg. da Callieta, onde Cruz, n o litoral ~ l a fieg~iesi;idc ilxistiii Lima capela dedicada a Siío Maiiiiilio, eticoiitra-se uina Nossa Seiihosa da Periliri, coiis- psofuiididade o ~ i laje, qlie s e Iruida ein 1683 pelo cls. Ivlwnuel julga s e r uin extitlto canal de Fernaiides Goii~es. lava, por oticle peiiclsain a s Ferro (Illicii de). A sudoéste rigtlas do mar. Esta cavidade e da Ilha d o Porto Saiito, d a qual as stins niais próxiiniis imedia-

Faze~idiiilta. Sitio d a freg. d o Porto d o illotiiz. Feijo, Sitio cla ficg. d o Estreito da Callieta. Feiteira de Cima. Sitio Povoado d a freg. d e Satltaiia. 28 f. c 115 h. Peiteirn c!e Murio. Sitio Pnvoa(li~il;i fseg. dc S;iiitaiia. 18 f. c GO li. Foiteiras. V. C/i<io 1lfl.S FFi-

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~ õ e s;io conhecidas pelo iloiile s de FOjo. Foljo. Ltigar da freg. da Cain~~cha. Polhadab. Sítio povoatio da Tseg. d o Porto da Cruz. 11 f. e 66 li. V. Lombo dos Li~ris. Foritainlaas. Pequena elevaçáo inotitaiiliosa d a illia do Porto Saiito, ti90 mliito distaticiada do Pico d o Faclio. Ponitaiishíis. Sitio povoado da freg. d a Quiirta Grande. 31 f. c 162 11. Foantaliilias do Mar. V. F(rcl10 c Fonfairihns do Mar (Câmara de Lobos). Ponte. Sítio povoado da freg. cle Gaula, ondc esteve o Cernit9rio Pnroclliial atti o ano cle 1899. (V. Rcrrtcrs). 9 C. e 46 li. Forite. Sitio povoado da freg. do Monte. Fiincioiia~iiali duas escolas d e ii~struçlioclenientar e te111 iiiiia Caixa Postal. Fonte. Sitio da frcguesis de Sc?o Gonçalo. Foiite. Lugar da freguesia da Quinta Grande, tio sítio povoad o da Igreja. Fonte dos Alniocreves. Sítio povoado da freg. de Santa Cruz. 58 f. e 329 li. Fonite de Alvaro Vaz. Fica êste lugar situado prhximo do Pico cio Ferreiro (V. êste nome). Fonite da Areia (Iiheii da) O U simplesineilte Ill-ieti da Fonte. Estci situado a norokste da Illia d o Porto Satlto, náo lotige da costa e eiil freiltc cio lugar co-

rlhecido pelo nome de Fonte d a Areia. Altitiicle d e 82111. Fonte dar Areia (Ponta da) O U s61iicnte Poiila da Fonte. Pcqueiia saliencia na costa maritirna, anoroéste da Illia do porto Santo, iio sítio daquCle noiile. Fonte da Areia, Sítio na cosia setentrio~ial d a Ilha d o Porto Santo, onde se acha a Ponta do mesnio noilie. Encontra-se ali tiin fotltenário de boa água potavel e é lugar biistaiite fsequentado pelas pessoas que visitam aquela ilha, fazendo-se muitas excursões a este local 110s tradiciotiais carros de rodas do Porto Santo. Fonite do Aviceiro. V. Aviceir'o. Iroaite da Bica (Pico da). Eleyação niontariliosa iio Paiil cln Serra, a 1560 tiietros de altit~ide. Foiiite i10 Bispo (Pico do). Ernitlencia a cêrcri d e 1300lli dc altitude, nas serras da freg. da Fajá da Ovelha. Ponte da Bugia o Liizirão. Sitio povoado da freg. do Arco da Calheta. 48 I e 273 h. . Fonte Cruzada. Sitio povoado da freg. da RLbeira Brava. 10 f. e 43 h. Foiite da Dama. P e ~ j ~ ~ e i i o sitio da fi-eg. da Poiita do Sol. Fonte das Eng~iias. Sitio da Illia do Porto Santo, onde existe uma fonte, que tein o tnesiiio nome.
Fonte do Frade e Criiz dos Poliinres, Sitio povoaclo da fseg,

FONTE DO FRADE

94

FONTES

do Esti4eito de Câmara d c Lo- Cfimara de Lobos, encontra-se bos. 59 f. e 300 11. o lugar cla Fonte Nova. Fonite do Garcia. V. Ribeiro Ponte da Pedra. Sítio povoadr Aiforrrr e Fonte do G r r ~ i a c10 cla freg. d e Santatia. 2 3 f. e (Câmara de Lobos). 91 li. Fonte Grande. Sitio P O V O X ~ O Po~itc Pi~nheira. Sitio podo da freg. de Santana, oncle ficam vo:ido da frcg. d a Ribeira Brava. a Estaqáo Telegrafo-Postal e a 21 f. e 123 li. Cabine l'elefó~iica. 6 f. e 25 h. Ponte tla Roclta. Fica este luFoiite do Qi'iio. Lugar da frcg. gar 110 sitio povoado das Preces, da freg. de Câmara d e Lobos. da Quiiita Clrandc. Foiite dos Iiigleses. NO sítio P011te do Soiisa. Na freg. d o do Fanril, serras da Ribeira d a Campanário e encravado n o siJanela, Iiá um pequeno I~igar tio povoado d a Pedra d e Nossa conliecido pelo iloiiic de Fonte Senhora, depara-se corn o sítio dos Ingleses, qiie se recomenda d a Fonte d o Sousa. pela siia ariienidade e por urna Ponte da Telha. Lugar e fonfonte de cristalina dg~ta. tenário da freguesia cio Montc, Polite do IInhaine. Pequeno 111- sitos à margem d a estrada que gar d a freg. da Qiiinta Grande, s e dirige i Casa d o Poiso. no sitio povoado d o Aviceiro. Fonte do Til. Sitio povoado Foitte do Lolpo. Sitio povoado d a fieg. d o Arco d a Callieta, oticle s e encontra Liina capela cia freg. de Gaula. 7 f. e 40 li. Fonte do Mar. Sitio da freg. dedicada a o Sagrado Coração d e Jesus, d e recente coiistr~ição. do Caniço. 2 f. e 91 li. Foiite das Noças. Sitio da freFonte Veriiteiiin. Na margem giicsia do Monte, atravessrido pela estrada qiie conduz B casa d a estrada, qiie comunica a freguesia de Santo Antbiiio com a de abrigo d o Poiso. Fonte do Woiniz. L~igar fre- d o Clirral das Freiras, não muito da guesia do Cainpaiiário, no sítio distante d o sítio d a Eira d o Cerpovoado da Pedra d e Nossa rado, ha tini lugar coin aquêle iionle e iiGle s e encoiitra Lima Senliora. Foiite do Norte (Pico da). A fonte d e boa Siglia potavel, cons1540 metros de altitude, no Paúl truida n o alio de 1847. da Serra, fica esta elevaçáo monFonte das Voltas. Sítio potanhosa, próxima d o lugar que voado d a freg. d o Estreito de Câmara de Lobos. 38 f. e 135 h. cliamam a Casa Queimada. Fonte Nova. No sítio povoaFontes. Sitio povoado d a freg. do d a Qliinta do Leriie, freg, de da Quinta Grande, 38 f, c 140 h,

FONTES

95

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Fontes. Sitio povoado da freg. pelo iiome d e Boq~ieirãoGranda Ribeira Brava. 36 f. e 199 h. de, qtic niede cêrca d e 180 ineFontes. Sítio povoado da freg. tros d e larg~ira e 8 d e fundo, de Sarito António do Funchal. dando fácil passagem aos vapores costeiros, que por ali trai?61 f. e 261 h. Fonntinaha. Sitio da Vila do sitarii frcqucritenietite. E este Porto Santo, na Illia do mesmo Illie~io ponto inais oriental d a nome, onde estão captadas as Madeira e ii6le s e encontra f~inconhecidas nascentes da Fonti- ciotiaiido desdc o mks de Senha, tão preconisadas para o ten~brode 1870 Lim farol, que tratamento d e certas doenças, teiu prestado assinalados serviespecialtiiente d o estoiiíago, e ços A tiavegaçiio. A respectiva que icem sido classificadas, nos lanterna fica a cêrca de 100113 respectivos laboratórios, como acinia do nível d o inar e acha-se excelentes i g u a s de mesa e das situada a 32" e 41' d e latitude quais s e faz hoje uni largo con- norte e 16" e 39' de longitude siiino na Madeira, sendo tain- oéste (Greeriw;cli). E um faro1 bem exportadris para fora do de luz branca coiii clardes interarquipélago. Encontra-se nêste niitentes, qtie se avista a 25 n-iisitio uin Eoiitendrio que fornece lhas d e distancia. Existe ali unia essas á g i ~ a sao pi~blicoe tatn- estação telegraiica ligada coiri a bern o edificio da empresa coti- estaqão ceiitral d o Funclial. Encessioriária, que as prepara e contra-se a sudoeste do !Ilicri exporta daquela illia. V. Porto de Fóra o perigoso baixio da Sarrto (Estaqáo Sanitária do). Badajeira (V. este nome). A altitude dêste ilheu e d e 107rn. 16 f. e 55 li. PÓI~EI(Illieu de). A t~ordbste Fontinllia. Sitio povoado da freg. d e S ã o Vicente. 7 f. e 19 11. da Illia do Porto Santo e adjaFóra (Ilheu de). tambem cente íi sua costa maritirna, fica conliecido pelo nome de Illie~i o cliainado Ilheu d e Fora, tanid o Farol. Adjacente A Poiita de bem conhecido pelo notiie d e São Lourenço e dela apenas se- Rocha de Nol.diste. Altitude d e parado por um estreito boquei- 100 iiietros. Forca. Sítio povoado da freg. são, fica o peqtieiio illieu clianiado d e Agostinlio, cncontraií- de São Gonçalo. 96 f. e 475 li. do-se muito próximo dêste o FGro. Sítio povoado da freg. dos Deseinbarcadouros e a Lima do Estreito d e Cârnara de Lopequena distancia o llheu cle bos. Existe tlêste sitio uma Fora ou d o Farol. Os dois úl- capela consagrada a Nossa Setimos acl~ain-se entre si sepa- nhora da Coiisolaçáo, cliie geralraclos put* Lim canal coiilieciclo ii~eiltese chaiii:i capela do Pdir'a,

Sabeil~osque era d e iiistit~iiçin' a Iiaía do Funclial a mais ampla viric~ilarJ igiloratnos o noiiie CIO arcluip6lago e teiii coino limas d o fundador c o ano da sua mites a Ponta d o Garajati, a I6ste c a Ponta da Criiz, a oéste. coristniç20. 75 f. e 372 h. Forte (Pico do). Sobraticeiro Deserivolve se nLiina c~irvatlira ao Inata, lia Linla eminencia na e rccnirat~cia sensivelme~ite se. freg. do Porto d a C ~ L Ique tcin giilarcs entre aquelas duas poiiZ, tas, acliando-se ao abrigo dos aquêle iloiiie. Fol.taiiia (Baixa da). Baixio verit0~d c todos os ,~iiadrarites, sit~iado liste, do pequeno porto com cxcepq5o do vento que a da Serra de Ag~in,lia frcg~iesia sopra de SSE a SSW pelo S. A s ~ i a ainplidão permite fazer dn Callieta. vasto ancoradouro, mas Fosseis. V. Piedndc (Caniqal). dela ~iin plq~.l.adeç (Ponta dos). Pequena as comuiiicac;ões com a terra só saliencia d o litoral, a Itste da Illia podeni estabelecer-se com relad o Porto Santo, tarnbem co:llie- tiva facilidade nos pontos niais acessiveis da costa tnaritima, ciclo pelo nome de Cot~~iiii. Frades (Porto dos). Este pc- qtic se estciidc~iidesde o Ilheu cjlieno porto, próxinio da Ponta da Poiitirilia, a okste, até ris piod c tnesmo iionie, fica sit~iado xirriidades d a fortaleza de S5o iio Illia do Poito Santo. Diz l'iago, a Ihste, afastados tim do Gaspar Frutuoso, qiie os des- outro cGrca de dois inil inetros. cobridores daq~ielailha encoii- Deritro destes limites se rcalisa traram ali alguns religiosos fran- lodo o trafcgo e moviineiito do ciscanos, Úiiicos sobreviventes porto, sendo este limitado por duiii naufrágio, afirmativa que uma praia de calliaus rolados, de parece clestitliida de funda- grande fundo e livre de restitiniento. gas ou cachopos, que possain ~rades(Ribeir0 dos). Pequeno dificultar o sei1 acesso. A prearibeiro afluente da Ribeira de mar ou o estabcleciinei~to do Santa Luzia. porto, segui~doa carta geograFrades (Ribeiro dos). E uin fica da Madeira do general A. afluente da Ribeira dos Socorri- P. de Azevedo, é ás 1211 e 48111, dos, que atravessa a freg. de Câ- sendo a elevação da maré de iiiara de Lobos. 2",28, afirmando, portin, o cnFregueses Novos. Sítio po- gcnlieiro Mariario F. Faria e voado da freg. da Ponta cio Sol. Maia, que as aniplitudcs das 13 f. e 63 h. mar& chegain a 2"1,80. Coni Freguesias V. Frrr~clinl (Os- respeito ao porto do Futlclial e ganisação Administrativa do). marés do litoral da Madeira, diz Fiiiichal (Raia e Porto do), I? o iliistrc ciigeiihciro Adolfo Lou-

FUNCl IAL (Porto)

reim PoLico s e conhece qiie sobre o assmto ct>lisegLtiacêrca d a s influências lunares inos obter - - - rio fenoinet~odas mares vivas c - - - . Passageiros niortas, propagação, velocidade Navios e direcçáo que nelas s e obser- 11108 T o i ~ e l f i ~ e~~i~i ~ n d o d ~Iransita t m --vam, ;iltura e força d a vaga ~ 0 1 1 - -forrtle O rumo do vento, o sei1 1913 1.360 12.589852 8.436 176095 illl~ulso,dilraçáo, etc. A teiiipe- 1914 1.017 5.339.852 G.920 148.276 r;itLilaa d a s águas e a siia distri- 1916 65Z 2.923.52313.799 G5,837 401 1.261.594 buiçáo a superficie, o s seus 1917 157 3 3 ~ 0 4 01.052 5.403 riictvitiientos periodicos e con- 1918 l i 1 203.970 841 5.888 1.603.249 64.050 ciiçóes, s e g ~ i i n d o Lima lei que pa- 1919 385 3 056.057 4.634 107,368 1920 589, 4,930 i-ccia constante, deveriam passar lg21 557 3:5?8.731) a sêr objecto d e estudos oceo- 1922 069 4.178.543 nograficos m~iito interessantes, 1923 771 4.627.492 qiie itifeiizniente iiáo s e fizeram riiinqa)). 1926 882 E d e 520 rnillias a distancia 1927 918 n qiie s e encontranz o s portos Cotlvbln advertir qLiC 0 node Lisboa e d o Fuiichal, ficando este úItillio aproxiriladamente tnvct decrescimetito qiie s e nota d ;if;lstado 350 inillias d o Cabo no inovitiiei~to o porto d o FunCa1itin.i (V. este noine), 1220 de clial, tio periodo decorrido desde Plymo~ith,1330 d e Soutliatnptoii O ano de 1914, foi devido grande conflagração europeia, que e 1430 d c Liverpool. E d e verdadeiro iilteresse e I afastou da Madeira Uni numero rcconl~ecida ~itilidade apresen- consideravel d e einbarcaqííes. t;tr-se acy~li uina tiota circiliis- Esse movimento tein ido sempre tnnciada d o movimento d o porto progressivalne~lte autnentandol d o Funclial tios liltinios anos, ]nas não alcailçou ainda o ~ l ã o s ó para aclllilatar-se d o envolvimetito que chegou a atindcsellvolvillento coinercial e gir, anteriormctite aquele periodo t~~ristico verificado entre tios, de tempo, c0111 respeito ao ['LImas ainda para servir d e ele- tnero de navios entrados. Relativaiiiei~te aos illtifnos inentos d e estlido acerca dos nielliorainentos que tiuiii futuro cinco anos, fora~l-llos obseprb~il110teriliam ainda, porven- quiosatiiente fornecidos na setuia, d e realisar-se delitro d o s li- cretaria d a Junta Autononia das itiites d o nosso porto d e abrigo. Obras do Porto dados nluito Eis 0s dados, 1lã0 colllpletos interessantes e circu~~stanciados, mas ja bastalite el~icidativos, que em seguida apresentalnos;

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TRAPELIC DO PORTO

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AhEialOolrn(4nl~at3e) n m v l a ~ A1:ii;i t'r~ili;irc;~tli~ . . . . . . . . . !i0.~lri'/Loiicl;~tI;t:i .. Em rf3~ilrnorids druwbaok Ca~irvfin3

FUNCHAL (Jutitn Autonutna)

104

--.-

- DE PROPULSOR Nacionalidades

do Iiinchal iluilante o---- de --aiia 1931 Mana ilescriminalivo do iiioiim8nloi, .-( Navios não I -O T NAVIOS DE CQ~HEK~G
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Ingleses .................. 283 Aleniães .................. 86 Franceses ............... 23 Holandeses ............... 18 Dinainarqueses.. ....... Noruegueses ............ 1 Italianos .................. 1 Suécos..................... Gregos .................... Aniericaiios .............. Irigo-Slavos ....... .. Espanhois ................ Belgas.. ................... Brasileiros ............ Polacos ...................

1; zz 6

9"

.. .

Somas de navios eslrangeiros 482 Porluguesea de Lonpo Curso ... 158 Grande Caholajem Somas de navios nacionais. .. 158 1 1 . h hd08 M I M V ~ O S590 ..
* « d :

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863.576 73 5.647.402 304
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110.910 233'_ 1.088923

Sonia dos navios de eoiiiércio de propiilsor ineca~iiico
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974.486 6.736325

11 lioi,
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c de vcla ............... ..

Totalisaçáo cle todos os navios que aportaraiii ao F~iiiciia!, sciis lri~iiilaiiles p a s s a g e i r o s .......... C

I 938 1 6,065,378 1 126.898 1 7.38&70 -"__ _ *-- - _ I -l_

I 101.050

Embarcada..

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Eiii navios estrangeiros....... ...... ............ a riacionais de Loiigo Curso ......... , .: c Grande Cabotarreiii

Carga diversa

TRAFEQO DE CARQA

Abastecimento aos navloe Carvão em regimem de drawbaok

Ein navios estraiigeiros ........................... " nacioiiais de Longo Curso . . . . . . Desembarcada 6 Grande Cabolageiii

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Sonin

......

CarvZo ciiiliarcado ..................... 33.385 dcseiiibarcado ..,.:. ............... 26.331 Soiiia 59.716 Einbarclric clc rigtia ~iotavcl ...................... 37.858 'i-otiil.,,,,,.,,.., .,.,,.,,.,,. $17,574

toiicliidii~
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.........................

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loiiclaclii$
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67.4W

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Sonia de navios de coinircio a vapor ....................

Eillbarcacla e1 iinvi0~ 11 estraiigeiros . . . . . . . . . . . . n ' llacionais de Longo Curso . . . . z 7 * 3 " Grande Cabotageni Soina . . . . . . . . Desenlbarcada de liavios estraiigeiros . . . . . . . . . . . " = iiaciotiais de Longo Ciirso. , . r 3 a Graiide Cnbot.en' Soma,

Carga diversa

TRAFEQODO PORTO

~baateoirnento aos navios

27.394 22.152

7.840 loliel~itlas 5.653 4 2.364 í ( 15.857
U
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........... ~ ~ .............. ~ ~ Peseiiibarcado . . . . . . . . . . . .
eiiibarcndn soiila

30.152 toiielades 24.Cj22 t0liel;illas b ~ 28.053 a 523%~ ~ ~ ~

Em regirnen de drawback EoarvBo)

toiielr~cias
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. . . ., .

-60,364

10.818

t:IJNClIAE (Purto)

Veeni de lotlge a s tent at'ivas empregadas para a construção dtim cais e outros melliosarnentos de que carecia o porto d o Functial. As primeiras de que temos conhecimento datam d o ano de 1756, chegando a ser iiomeado uni téciiico para dirigir a s respectivas obras. No primeiro quartel d o séc~ilopassado, o Senado Funchalerise, auxiliado pelo govGriio d a iiietrópole, teritoli novas diligencias para a realisação desse empreeiidiniento, procecleiido-se então n diversos estudos e atk a alguns trabalhos prcparat0rios nas restingas de São Tiago. No periodo decorrido cie 1843 a 1845 empregou a Cirnara d o Fuiiclial quantias superior a vinte contos dc reis na cotistrução d o cais cla Entrada d a Cidade, ficando as obras pouco mais do qiie iniciadas e encarregando-sc os veiidavais d o tempo sul de as destruir ii~teira~i~ente. anos Nos de 1889 a 1892 fez-se a coiistruqáo do cais actual, que ciisto~i noventa e dois contos de reis. No local conhecido pelo noriic d e Pontiillia, havia dois pequenos ilheus, que lioje se achain iinidos h costa por meio duma forte i~ilirallia.O que se encontrava mais próximo d a terra, foi ligado a esta no terceiro quartel do século XVIII, e o que estava riiais distanciado, e que actriaimciite conserva Lim fasoliin, ficou i~nicio ao o~itro ilheu,

quatido se construiu o clianíado mollie da Poiitinlia. O s respectivos trabalhos (e coiistrução dêsse pequetio porto decorresain nos anos de 1885 a 1889, sendo em boa parte destsriido pelos temporais de 1892 e sccoi~stsiiido nos três aiios scg~iintes, havendo-se despe~idiclo no total dessas obras cerca de 540 contos de reis. Reconhecendo-se a irnpcriosa necessidade d e dotar o porto do Furiclial coiii mais largos nicllioraiiicntos, q ~ i csntisfizesscin ao seu sempre crescenie iiiovimento inaritinio, iionicou o Govêriio Cciitral, por Portaria de 8 d e Dezcnibro dc 191 1 , uii~a Cotiiiss" ei~carrcao gada dc cstiidar o assunto c cie propôr as iiicdidas triais eficazes para a realisaç,ío desses iiidispensavcis inelliorainentos, tendo apresentadci ~ i n ibem elaborado pareces, da autoria do distinto eiigetiheiro Adiiaiio Trigo, c111 que a iiiateria e proficie~iteiiieiite riiscuiida e nele indicadas as principais o b r a s hidraiilicas a executar dentro dos Iiniites da nossa baia, 1120 chegando a ser aprovado Csse parecer por parte das estações superiores. A lei de 13 de Agosto dc 1913 criou a Junta Autoiioilia das Obras c10 Porto d o Funclial, coinposta de onze riiembros, com a indicação taxativa dos iiielhorameiitos a realisar e facultando á mesma Junta a s se-

ceitas proprias para fazer face ás rtiais fec~inda actividade, que respectivas clespezas. O s decre- Fogo se manifestou coin o retos de 3 d e Setembro de 1824 forqo d o quebra-mas que proe 2 de Jullio d e 1926 niodifi- tege o mollie existente entre o casam a orgailisação d a Junta e Illieu e a Ponfi~~lia, constr~iindotitribtiiraiii-lhe iiovas e iiiipor- s e 239 bl0cos com o volunic de taiites receitas, pois que foratii 4.784, m3, no periodo decorrido consideradas insiificientes a s de Abril de 1930 a março de criadas pelo decreto cle 1 3 d e 1931, qiie custaram a soma de Agosto de 1913. Nos seus pri- 590.000 escudos. Impunha-se a meiros tiovc anos de existeiicia, imediata realisação dêste melimitoti-se a Junta Autonoma ri Ilioramento, porque o grande arrecadação das siias receitas, temporal de 15 de Dezembro que serviraiil d e base ao coii- d e 1026 calisara graves danificurso aberto etn Março d e 1922, cações no inollie, pondo-o em para a adjiidicação duma etn- risco de uma próxima e total preitada, dando-se assim inicio destritição. Outro inelhoramento, aos trabalhos anteriorinetite pro- que as cii~cunstaiicias locais mais jectado~. Ficou deserto este con- imperiosameiite exigiani, era ciirso, abriiicio-se segundo, cin o pi-olongameilto d o cais d a Janeiro de 1923, sendo acljudi- Entrada cla Cidade, abrindo-se catcíria desta construção a firma concurso para a respectiva ern~Fiitnasil Coriipatiy Liinitecln, preitada, que teriiiinoii a 30 de qire então se cotlstituiu em Loii- Outubro de 1930, sendo a consdres. Depois duma larga dis- truçáo adjudicada á casa Nedcrcussão na irnpsensa, represenla- landsche Maatscliappij Voos çõcs dirigidas ao poder ceiitral, , Havenwcrlteii pela importancia recursos aos tribiiiiais, p'iI- ecei de 4.763.000 escudos. O acresd a Procuracloria Geral d a Repíi- ceiltamento d o cais teria 80 rneblica, etc. foi etn 1828 conside- tros d e compritnei~to e 16,1114. rado como rescindido o con- d e largura e seria formado por trato sealisado entre a Junta cinco graiicles blocos com o Autótionia e a (~Firi~~asit COIII- voltime total d e 3.337 metros pany., ficando A inesiiia Jtinta cubicos. O primeiro bloco foi a liberdade d e abrir ilovo con- colocado no respectivo local a daquelas 25 de Jiinlio de 1932 e o cliiinto curso para adj~idicação e ultimo no m5.5 de Janeiro obras. Coin a iiomeação d1.1111 di- d e 1933. A principaf fonte das receitas rector técnico das obras a realisar no porto d o Funchal, passou d a J~iilta Autonoina 6 a arrecaa Junta Autonoma a ter' Lima dação do iniposto, cobr8do nu
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PUNCHAL

(J~irifn Alitot~omn)

1 10

FUNCHAL (Amndegn)

alfhndega do Furichal, que recai sobre a iriiportaçáo do tabaco, de qiie damos uma siimula, referente aos anos decorridos de 1923 a 1932:

i
Total ......... 25.123.341$15 Conio todo o movirnerito de iniportaçáo e exportação do arqiiipklago se faz apenas pelo porto do Funchal, vainos apresentar nêste artigo alg~ins dados acerca désse trafego coinercial e ainda especialmente uina nota referente i s valiosas receitas arrecadadas na nossa importante casa aduaneira. O rendiinento da alfhndega do Funclial nos illtiriios vinte aiios foi o seguinte : 1913 . . .......... 7 14.702$26

I

Convird dizes aqui que é dificil a comparaçio das receitas arrecadadas, desde que a moeda pri~~cipiou desvaloria sar-se, com as do tempo d a inoeda vaiorisada, posqiie as alfândegas teein adoptado difcsentes coeficientes de desvalosisação e ate mais durn em cada ano. No entanto, o rendimerito de 21.252.1 61$34 sespeitantc ao ano civil de 1932 (coeficiente de desvalorisaçáo 24,451) corresponde a 869.209$97 escudos ouro, receita nunca atingida antes da giierra. Nas receitas alhndegari iis que ficar11 descritas não vão incluidos os inlpostos mlinicipais arrecadados jiintaineiite com os direitos aduaneiros d o estado. Damos a seguir uma nota d o s impostos cobrados, rios iiltimos quinze anos, na nossa alfândega e excliisivaiiiente destinados r i ser distribuidos pelas onze câmaras municipais d o distrito.

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124..477$31

54,449$34

FUNCHAL (Alfandega)

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PuE\IcH AL ( ~ [ f n n d e g a )

prosperidades do arquipélago madeirense é a industria agricola, sobresaindo nela a cultura viticola e a da cana sacarina, com as suas correlativas industrias e o respectivo movimento comercial que Ihes aiida anexo. O comércio d e exportação de viiíhos representa, pois, um valioso elemento de riqueza, de cujo prodiito, saido pela riossa alfândega, damos uma estatistica respeitante aos ultimos vinte O iiiais importante factos das anos :

-1913 1914 1915 1916 1917 1918 1919 1920 1921 1922 1923 1924 1925 1926 1927 1928 1929 1930 1931 1932

Anos

Litros

--

Valor inéùio por litro

Total

$40 141 232 1 1$85 2$00 6$00 493350 4$00 5$00 4$59 4859 4$59 4$46 3$06

Uin dos inais apreciaveis factores da riq~iezapublica deste arq~iipélagoé a importante industria dos bordados, como atlialite se verá. Infelizinerite não possuiinos elementos seguros, que tios possaiii dar urna ideia aproxitiiada do seu valor e de modo part cular d a sua expostação para o estrangeiro. lia já bastantes anos que a maior parte da expedição de encomendas sc faz pela via postal, para maios facilidade dêstc ramo de coinercio, náo exiitindo dados oficiais cliie nos habilitem a apresentar unia estatistica aproxiinada da sêalidade, sendo-nos apenas permitido fazer alguns calculos conjecturais, que podern, porventura, estas muito afastados da verdade. No entretanto, daremos Lima nota da exportação dc bordados feita pela alfaiidega, no periodo clecorrido de 1900 a 1919, convindo advertir que a exportação nos ultirnos anos teni auinentado consideravelmente, embora a situação das bordadeiras não tenha melliorado c apesar ainda das leis protecionistas que foram promulgadas.
1900 ............... 229.928$09 1901 ............... 213.957$27 1902 ............... 190.719870 1903 ............... 98,863$34 1904 ............... 55.735$20 1905 ............... 99.690$76 1906 , , , , , , , , , ,,, , , 242.342815

1907 ............... 1908 ............... 1909 ............... 1910 ............... 1911 ............... 1912 ............... 1913 ............... I914 ............... I91 5 ................ I916 ............... I917 ............... 1918 ............... 1919 ...............

277.530$24 186.194$81 257.599$40 287.551$00 188.560$00 79.950$00 143.009$00 156.767$00 201.052S00 29.140$00 702.695$00 766.1 28$00 615.057$00

.

Furiclial (Cidffdc do). A cidade cio Funchal, que t: a capital do distrito d o iiiesnio noine, fica situada tia costa meridional da Madeira e alonga-se iia base de elevadas rrioiitatilias, subindo rápidaniei~tepelas eiicostas, desde a orla do oceano att: tima altitude aproxiiiladri de dilzentos inetsss. Constitui n parte considesavel duin vasto e formosissirno anfiteatro, estendido em dilatado vale, qiie n o seu conj~iiito se apresenta coiiio uina das niais surpreendeiites rnaiavilhas, que c dado á vista conteniplar. Como que servindo d e espaldar A cidade e sobranceira a ela, eili quási toda a sua extensão, levaiita-se utiia cordiIlieira ininterrupta d e ii~ontese colit~as,cobertas d a iiiais o p ~ i lenta e variegada vegetação e polvilliadaç d a s mais pitorescriç habitações, que ainda maior realce, maior eticatito e maior dcsl~imbra:nento iii~prirnema tao

1:UNCMAL (Cidade)

113

FUNCHAL (Cidade)

tnnravillioso cenário. Não k para bradores, conserva uma acenestra~ihar que o visitante en- tuada e interessante feição regiotrando no porto d o Funclial, quer tialista, que Ilie 6 peculiar, e dobre o Cabo d o Garajau ou a apresenta caracteristicas próPonta d a Cruz quer venha d o prias dignas d o observador cl~iadrante sul, ao defrontar atento, que as condições niesocorii um trecho autentico d a lógicas Ilie impriinirain, oferebaía e encostas d a cidade d e cendo o s ricos produtos das Napoles, sinta preso e avassa- siias videiras, d e rep~itação unilado o espirito ao presencenr versal, o s seus initnitaveis borOste inegualavel panorama e dele dados, as suas frutas e inconiconserve para sempre a s ~iiais paraveis fltires d e todo o ano, profundas e gratissinias irnpres- o s seus origitialissimos trenós, sões. A povoação, que serviu d e os tipicos carros d o Monte, a ni~cleoá futiira cidade, tein cinco mais encantadora paisagem d a skciilos d e exislencia c foi er- criaqão, o mais benigno e tenigliida em terrenos iniiito irregu- per;ldo clima dêste planeta, etc. lares e acidentados, seiti obe- etc. e, a sobredourar tudo isso, diencia a qiiaiscluer ideias ou uina eterna primavera e a nunca plaiios precoiicebid~s, iiutii ineio desmenlida e senipre carinhosa bastante distanciado d o s ceri- 1iospitalid;ide d o s seus Iiabitios poptilosos e por colonos taiites.. . Uina das três capitanias em vindos d e pobres terras e aldeias, ii~teir;iitieiite divorciados d o s que priinitivanieiite s e dividiu o elementos qiie ;i civilisaçáo inuii- arquipélago madeirense foi a do dia1 lhe poderia nessa kpoca Funclial, que teve coirio centro proporcionar. O s isleiilios d e priitcipal do serr clesenvolviei-itão, nossos antepassados e iilciito a povoação do inesino progenitores, entregues apenas nome, elevada ri categoria de ao prciprio esF6rço e seni tini vila por 1451 e feita cidade no eficaz auxilio d o governo metro- ano d e 1508. O s seus limites politano, lá foram erguendo, foraili-se seiiipre alargando nêste isolrimcnto d o ocealio, inedida qiie o inoviiiietito ininuitas povoações, algiiiiias vilas dustrial e coiiiercial do arquipée uma cidadc, particulnrmerite lago, cl~ic nela iiiteiramente se estitnulados pela iiotavel ieraci- refletia, ia tomaiido maiores prociade d o sólo e pela ainena be- porqões, atingindo ein breve urn tiignidade d o clima. No entre- elevado grau d e prosperidade. tanto, embora a cidade d o Fuii- Nos anos d e 1809, 1863 e 1909, clial, considerada e111 si, não a Câniara Mwiiicipal assiiialou teillia belezas e cticaiitos desluiii- coiii precisão esses limites, em

4

FUNCI-iAL (Cidade)

coiifoi-iiiidtidc coni o deseiivolvitiiento da pop~ilaqão, teiido na ultinia daquelas deliberaqões sido fixacios dcste n ~ o d o :i: ires da cidade c seria o perinietro formado pelos ang~ilos, cujos vertices se apoiarn rios pontos s e g ~ ~ i n t: s1 ." Hotel Reid, Ese trada Monliin etit;il; 2." Ponte Velha do Ribeiro Sêco ; 3."Iiitersecção da Rua do Arcebispo Doni Aires corii a Estiada da Levada de Saiita Liizia; 4." Intersecção cla dita Estrada cotii a Avcnid;~ Pedro Josk de Ornelas ; 5." Intcrsec~50cio Caininho do Pallieirci Ferreiro cor11 o Camitilio cio Terqo; e 6." Foz da Ribeira de Gonqalo Aires, advertindo-se que n ligaçáo do 3.0 e 4.0 vertices deve supor-se feita pela liiiha pnligonal que segue tociaç as siiiuosiciades d a Estrada da Levada d e Santa Luzia)). A Câmara Municipal, em sua sessão ordinária de 17 de Outubro de 1927, resolveu dar & cidade unia irea excessivamente vasta, internando-a muito nas freguesias sublirbanas e fisaiido os seus limites nos seguintes tertiios, que, aliéis, não primam pela clareza: .Do iiiar em linha recta ao Caniintio d e ligação da Estrada Nacional 11.0 23 com O Carniiilio Vellio de São Goiiçalo, Caininho d a Igreja de Siio Gonçalo, Camirilio d o Palheiro Ferreiro, Caitiinlio do Terço, Carninlio da Levada do Boiii Sucesso eiti iinlia recta i Esti'a-

d a cla Levada d c Santa Luzia, claqlii etii Iit~lia recta ao Muro d a Coellia (norte da Quinta Drollie), Caminlio d a Agua d e Mel, Alaiiios, Ponte d a Ribeira Grande, Quinta d o Leme, Pilar, Avista-Navios, Cariiittlio de São Mastinho e d o Amparo A Estrada Monuriiental e em linha recta até ao mar.)) Com êstes novos liniites, fixados 5 área da cidade, passou ela a ter utna qtiási duplicada supesficie, tornando proporções verdadeiraiiietite exageradas. Seguildo a clelibera~ão cainataria de 1909, Eaziaii~parte integiaiite da cidacle as frcgilesias d a Sí. e d e Santa Luzia, a qiiasi totalidade da de São Pedso e ainda ~ i i n a parte cotisideravel da de Santa Maria, sendo por isso cliatiiadas freguesias urbaiias. Pela nova divisáo citadina de 1927, ficou a capital do distrito compreendendo a área estabelecida erii 1909, acrescida d a superficie que Ilie deram as freguesias suburbanas de São Martinlio, Santo AII~OII~O, Roque e São GonSão çalo, sendo a paróquia do Monte a única que 1130 comparticipa d o periinetro recentemettte fixado aos limites cla cidade. A sua antiga Brea, que era coiiiputada em cêrca cle cl~iiiilientos I~ectares,deve actualmente atirtgir unia superficie aproxin~ada de 750. A verdade k que o alargainetito demasiado da cidade 11áo feriu as atetiçóes da popu-

1:IJNCI IAL (Cidnde)

115

FUNCI-IAL (Cidnde)

çáo, que continúa considerando prosperidades da vila e o seu como extremos d o Funclial ci- correlativo aumento em área tadino os limites, que lógica e e etil população, levaram D. Maacertadamente Ilie forain fixados nuel, pela carta rtgia de 21 d e n o ano de 1909. O censo oficial Agosto de 1508, a dar ao Fund a população relativo ao ano de chal os f0ros de cidade, c0111 os 1920 atribui i cidade o núrnero seus correspondetites priviikd e 24.284 habitantes, estando gim, regalias e isençóes, sendo Iioje fsse niimero muito aumeii- a primeira cidade estabelecida tado, não só pelo natural cres- 11a s possessóes ultramarinas ciiiiento da população mas aitida pott~ig~iesas. por êsse tempo, J& pelo alargainento que a cidade a vila se estendera cotisideravelteve em 1927, como já fica se- inente para o lado do ocidente, ferido. e o suntuoso templo da futura Apesar do chefe da primitiva Sé Catedral ia, no vasto Caiiipo coloiiisação do Fuiiclial ter es- do Duque, etii estado adiantado tabelecido residencia tio alto do de cotistsução, liavendo seis arrife q ~ i c tomoii o tiome de anos depois sido criada a dioSanta Cataritia, é cesto, pork~n, cese, pela Biila Pro excelenfi qLie a riiaior parte das primeiras prcenziizer~lia, de 1 2 d e Junlio tiabitações se lev~intarain lia de 1514. iii argeiii esq~ierda da ribeira Cotiio k facil d e presuinis, cliainada Iioje de João Gonies, na cidade do Fuiiclial collceiinas proxi~nidades d o oceano, ttaiii-se priiicipalmente todas as formndo-se ali, desde logo, uiii manifestaçóes da actividade Iiiiiiriportante níiclco de pop~ilaçáo, mana tios seus iiiultiplos e vaqlie rápidainente sc desenvolveu riados aspectos, que teem apenas c s e foi tambeni alargando pela iini atcntiado scflexo tias resriiargem direita rla mesiiia ri- tantes povo;ições d o distrito. E beira. Quando, por ri~eado do assi111 o inovimeiito turistico, século xv, foi a povoação do comercial e industrial, A parte li Futiclial elevada A categoria de inclustria agricola e algumas invila, era ainda na superficie ac- d~istriasdela derivadas, a vida tualiiicrite ocupada pela rua de d o pensamento exteriorisada Santa Maria, Corpo Santo e iiiie- pela iiiipreilsa e p~iblicac;õeslidiações, que se encontrava a terhrias e ainda as raras contiiaior densidade da população ccpqões registadas iio campo e decorria a vida ~iiaisactiva e d a s artes ... tiido isso se maninioviinentada d o tiascetite rnu- festa c se desenvolve no centro nicipio. Passaclo npcnas tiieio d a civilisriçfio madeirense, que r;&culo, as senipse crescentes é u pequena cidadc clo Puilchsil,

Aqui taiiibein se enc~iiti~ani C funcionam a direcção e a superintendencia de todos os serviços p~iblicos civis, iiiilitai'cs e eclesiasticos, a Junta Geral, etc., c01110 melhor s e ver&no artigo subordinado ao titiilo serviços ptiblicos oficiais conitins a todo o distrito do Fuiiclial)). Tccm residencia efectiva nesta cidade o governador civil, o comandante inititar, o prelado diocesano, todos os cliefcs dos diversos serviços piiblicos, o corpo co~.isular,etc. Teein tatiibem aqui a siia sede a policia civica, as forças militares, os eslabelecimentos de insti-uçáo teciiica e secundiria, o seiniiiririo, os grandes iioteis, o s principais serviços de assisteiicia, os bancos, as agencias de navegação, as reciac;ões dos jortiais, bibliotbcas, iiluseus, teatros, etc. Nos artigos respcitantes 2s freguesias iirbanas, d a r c i11 o s iiiais algutiias informações acerca da cidade do Funchal, que rnelhor completarão as noticias consignadas nêste artigo. Funchal (Comarca do). Coino se veri rio artigo scfcreiite :i orgailisaçáo judicial de todo o arquipklago, a actual comarca cio Funchal e conjulitan~enteas de Santa Cruz, Ponta do Sol e São Vicetite forain criadas pelo decreto de 12 de Novembso de 1875, que alterou profundamente a divisão coinarcã então cxistctite entre 116s.Ficou a do Furl-

clial coiistituicla coin ;IS freg~icsias que coiiip~iiiliani o coriceIlio do inesiiio noiiie e o dc Criiiiasa cic Lobos. Deste ísltinio coiiccl lio se destiieiiibi40u erii 1914 a freguesia do Cainpaiirírio, mris contiri~iou ela a fazer parte da cotnarca do Fui.iclial. Coin ;I extinção díi coiil;irc;i de São Vicente, no ano de 1926, forani agregaclas d do Fiiiicliril as freguesias do Arco dc S3o Jorge, Sáo Jorgc, Sanitzinn e Faiiil. E assiiii tenios ~ L I Cíi coin;ircri do Fuiiclial compieeiide acliialinerite as cl~iatropartiqtiias tird banas e as ciiico sub~irbanas o conccllio do iilesiiio i~oince as freguesias de Crimara de Lobns, Estrcito de Câmaiíi dc Lobos, Cussal das Freiras, Qtiinta Cirailde, Campanário, Sniitiina, Sáo Jorge, Arco dc São Jorge, Fíii;iI e Porto Santo. E coii~asc;i dc priiiieira cl;isse c cstli dividicln 110s julgados oti juizos de paz da Sk (freg. dii Sk, Santa L~izin c Monte), São I'cdro (Sáo I'eclro e Sáo Roque), Santo Aiit6iiio (Santo At~toi~io), Martiiilio São (S3o Martinlio), São Goilçalo (São Gonçalo e Srintri Maria Maios), Câiiiara de Lobos (Cd maia de Lobos), Estreito dc Câiriara de Lobos (Estreito e Curral das Freiras), CaiiipaiiArio (Canipanlirio e Q~iiiitaGrrindc), Saiitana (Santana e Faial), São Jorge (São Jorge c Arco de São Jorge) e Porto Santo (iliirt d o Porto Santo). O cxtr;iordilitlirio

FIINCI-1AL (Confnrca)

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FIIMCHAL (Dioccsr)

inoviniento desta comarca obrigoii a siia divisão nas duas varas cível e criininal, seiido o juizo criininal criado por decreto de 22 d e Junlio de 1927 com dois oficios, a que foi acresceiltado mais um, pelo decreto de 10 de Abril de 1928. A vara civel ter11 cinco oficios, sendo o l~igarde delegado d o Procurados da Republicri dos dois juizos desempenhados pelo iiicsmo fiiiicionário. kliiin da Coiiscrvatória do Registo Predial e da Contadoria, coiiiiins ris duas varas, teni aincia esta coinarca a Conservathria do Registo Comercial e a Tesouratia Judicial, rcspectivaiiiente criadas pelos decretos dc 2 )dc Setembro de 1923 e 1 27 d c Jiinlio de 15131. Tcrn ti& tiotários lia skde d o concellio d o Fuiiclial e utii iiotário eiii cada iiina das skdes dos cotlcelhos dc C&iiiasa de Lobos, Santana, São Vicente e Porto Santo. A cadeia coniarcfi acliase instalada rio antigo Iiospifal d c Sc?o Lazaro, desde o ano de 1913, seilclo provis<jrianiente adaptario áquêle dcsfirio, mas está muito longe dc satisfazer os fins para qiie foi aplicado. Os fribiitiais i~idiciaise as repartiçõcs qiie Ilie estão anexas, com os cartúrios dos diversos oficios, funcionatii nos Paços do Concellio e siias depei~dencias, exigindo o movimento senipre crescente dri coniarca um edificio ptivativo, cin qiic todos os

serviços clepeiicter-ites daqiieles tribitn:iis possam ser instalados eiii concliçóes de niais largo desafogo c ate dc i~idispeiisavcl aparato, coiiio o acoiiselliat~ia t~atlirezadesses importantes serviços. FriiicBial (Diocese do). E a diocese portug~iesade ~iiais limitada área e abrange apenas o territiirio do arqiiipélago niadeireiisc, tendo jri pertencido ri siia j~irisdic;ão a pequena ilha d e Argiiii~i. Conipreende 50 pasOqiiias, quc iiiteiraiiientc correspotideiii Iis 50 freguesias ciii que sc aclia dividido o distrito, estando essas paróqiiias agrupadas em quatro arciprestados (V. êste tiortle) para o efeito dil slia adininistraqáo eclesiastica. Tem a suri sede na cidade do Fuiichal c-im a sua Sii Catedral c respectivo cabido, Paço Episcopal, Seiiiin;irio, repartições eclesiasticas e diversos serviços religiosos, e111 tiido siiperitendcndo a acqão directa do prelado diocesntio, qric tein resideiicia efectiva na inesma ciilacle. Foram os religiosos fsaiiciscailos c depois os sacerdotes etiviados pela Grdcin de Cristo, ;I que o arqiiipélago pertencia no espiritual, os primeiros q ~ i e aqiii exerceram futições eclesiasticas. O ripido deseiivolviinento d a população detertninoii n criaçáo dunia diocese, em que o respectivo prelado podesse livieineiitc exercer todos ns actos

d o clilto próprios da sua jerasquia episcopal. A Bula Pro CXcclienti pr-cemiricntia, de I2 de Jiinlio de 1514, cstabelcceii a Diocese do Fuiiclial e na mesnia data foi Diogo Pinlieiro, rim dos niais graduados niernbros da Ordem de Cristo, nomeado seu primeiro prelado, não chegando a vir a sua diocese. Conipreetidia então tinia vastissinia area, que s e estendia a tiiaior parte das illias e terras descobertas oii conqiiistadas pelos portugrieses. Em 1523 foi elevada á categoria de arcebispado, tendo COITIO dioceses s~iiifiagoiieasos bispados, então criados, de Angra, Cabo Verde, São Thotne e Gôa, sendo o arcebispado extinto no ano de 1551. O bispo D. Jcrónimo Barreto proin~ilgou e publicou no ano 1591 as Canstituiçõrs do Rispado, que n prelado D. Luiz de Figiieiredo fez reiinpriniir em 1601, publicando no mesiiio alio as Constituições Extrtrvagpntes, que adicionou fiqiielas. E o aposto São Tiago Menor o padroeiro d a diocese do Funclial, cuja comernoraç2o se faz anualiiiente no primeiro dia do niês de Maio. A Sé Catedral é Lima bela e vasta igreja, classificada como rnonurnento naciorial, qiie merece ser demoradainente visitada. O puro gotico das suas lirilias arqliitectonicas, a esbelteza das coluiias das suas naves, o tecto fabricado de cedro indi-

geila, eni estilo árabe e niarclietado de niarfiin, a niagnifica capela d o Saiitissiino Sacraniento, a iiqiiissinia criiz processional d e prata dourada ofcrecida por D. Maiíiicl 1.0, algtiiiias excelciites telas e outros priinoiosos objectos d e arte srici motivos d e admiraçáo e ripreqo para todos o s que visitam este tetnplo. A sua coiistriiç" comeao çou 110s ultinios atios do seculo SI' e foi sagrada ctn 1516, iião estatido aiiida ititeiraliictite coiicluidas a s obras d e oriialo c decor:ições interiores cic toda n igreja. O antigo Paqo Episcopal, onde está instalado o licc~i,foi constriiido ein 1751, e apesar d a sua froiitaria pesada c clcspida d e qiiaisqiier priilioscs arqiiitcctonicos, conscsva tio etitretatito LIIZI certo aspecto d c grandeza e náo dcslioiirava ;I alta Iiierarq~iia d o s seus it1iii.ndores. A actual rcsidciicia episcopal fica sit~iada n o largo d o Ribeiro Rcal e nas sms dcpendencins encontrani-sc algiiiiias repartições eclcsiasticas e o iiiiportante Ililuseu Regiorinl clc Ciencias Naturais d o Scmiiiáiio Diocesano. Teiii êsta diocese G Seiiiiiiário de N.S. do Bom Despaclio, no antigo eclificio d a Rua Jiilio cla Silva Carvalho, e o Pequciio Seminario de São Beriiarciino, na vila de Câmara d e Lobos, freq~ientaclospor cerca d e cem

FUNCHAL (Diacesc)

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FUNCHAL (J~trtta Gcrnl)

:ilutios. O Seiniiiirio cio Botn iriitiistrar o ensino dos priineiros Despaclio cstcve i~istaladoiio anos d o curso scciiiidsirio d e grandioso edificio cia Incarna prepasatbrios. ção, constriiido ha poucos anos A Cliria Diocesaiia, que tetii pelo einineiite prelado D. Ma- por cliefe o respectivo prelado, izuel Agostinlio Barreto, mas conipreetide o vigário gei-a1 e volto~ia funcio~iar no vcllio e oficial da cusia, o promotor impsi~prin casarão d a rlia d o fiscal e seu cscriváo, juizes proMosteiro Novo, ao ser extinto o sinodais, iiotários, secretiirio cla Seriiinirio do Fuiiclial, passancln Câmara Eclesiastica, examinadoe i ~ t ã o [XISSC d o Estacfo o pa- res pro-sii~oclais, pasocos coili Iácio cla Ii~cariiac;;rio, otidc hoje sultores, albm dos organismos e s e eiicontraiii instaladas as di- que teciii o iioiiic de Conscllio versas repartiçbes d a Junta Gc- Adriiinistrativo, Coiiiissão d e viral e aiiida outrris. O Seiiiiiiário gilancia cloutriiial, Coniissáo d o s Dioccsano teve que setorilar indultos pontificios, Coiiiissão ao arit:go cclificio d a Rua Jiilio d a Obra cio Fundo do C~ilto,ctc. (ia Silva Carvalho (Rua d o MosA clioccse d o Fuiiclinl é iiin tciro Novo), acliaiido-se iiista- bispaclo siifi:igaiico d a ProvinIacio cin condições Iiigikiiicas cia Eclesiastica cic Lisboa, cliie iniiito dcsfavoravcis, cspecial- tciii coiiio chefe u Cardial 1%iiieilte dcviclo a m i sitliaqão e tríarca tle Lisboa. ~ ~ c c j ~ icapacidade cla casa, que cna Fiinic~ial (Distrito Arlniiiiistrapara uiii coinpleto ii~teriiato c tivo do). V. Funchal (Oi.g:liiisapara ;i reglilar acoinodaqáo dos $20 Atliniiiistrativa rio Distrito diversos serviços de educaçáo do). c ensii~o, devia estas sit~iado Fiincilxal (Jiiiita Geral do Disnoutro local c ser dotado coiii trito cio). Pode afirtiias-se, seiii a necessdria aniplidáo, que êsses soriibra dc exagero, clue depois tnesmos sciviços exigeiii impc- d a iinplantaç30 do rcginieii consriosaiiieiite. No Semiiidrio de titticiorial, foi a ({autOiioinia ada Nossa Senhora d o Boni Despa- i~iinistrativa~ inais ampla e clio f~incioiia ~ t i i i C I I ~ S O coiii- benefica providciicia governap!clo de iiistrtic;áo secuildarin e tiva, coiii (pie o poder da mci ~ i i i i curso q~iadricnal d e mate- tropole c o n t ~ n i p l o ~o distrilo rias tr.ol0gicas. O Pcqtieiio Se- d o Fiinclial. E Lima ciata iiicmoiiiinário d c SSo Rernarrliiio, que ravel, a do decreto de S rle f~incioiiaiiiiinas antigas depen- Agosto dc 1901, que concedeu ctijas .f;iclildeticias cio cxtiiito coiivento essa i<a~itonoriiia)>, daquele noiiie, lia freguesia de dades e atribiiições residem n a Câiiiara d e Lobos, destiiiri-sc a Jittxta Geral clo Distrito. Esse

decreto aplico11 i Madeira as Policia r'epressivn de eniigraqão vantagens e concessóes dispcri- clandestina, serviços agronOinisadas, aos distritos açoreanos, cos e pecuários e aincla otitros. pela lei de 2 d e Março d e 1895. A Junta Agi4icola d a Madeira, Foi a partir do ano de 1902, cri1 criada eni 191 I , foi extinta n o que se iniciou a arrecadaçáo das ano dc 1810 c o s setis serviços receitas faciiltadas á Junta Ge- passaram intciraiiiciitc para a ral, que esta corporacão adnii- Junta G c i d tlo Distrito cotii iiistrativa começou a realisar iiina SCLISciicargos e respectivas fongrande soma de inelliosat.iieiitos tes d e receita. O decitto d c 31 publicas, especialmeiile lia cotis- de Jullio dc 1928 arilpliou iiotatruçfio de estradas, que anteri- velnientc a esfera d a ;iutoiioalargarido orine~iteáqiicla epoca coiisti- mia aclministrativa~~, tuiam, na generalidade, .verda- bastante as stias faculdades e deiros caniiiilios d c cabras)), atribuições inas sobrecarrcgaiiexpondo os transeuntes aos do-a com novos e pesados enmaiores perigos e inconiodos. cargos, náo 11ie sendo facultadas Essa acção administrativa da as receitas competisadoras paix Junta Geral estendia-se tanibem a pletia satisfação desscs cncara muitos outros serviços publi- gos. Entre Cstes coiitain-sc o s c o ~ ,liiis jíl existentes e outros serviços d o s niiiiistérios d o Code criaç%o nova, cvidcnciaiido- mercio c Cniii~iiiica~õcs, Agrise continuamente os inaprecia- cultiira c ltistr~içáoc o s d o goveis beneficias qire a êstc distrito verno civil, policia civica, saítde trouxcra a concessáo da {(auto- ptiblica, assistctici;i c prcvidciinomia adininistrativa~). Olitros cia depeiidentes d o 1niilistt;rio decretos posteriores vieram san- do intcrior e fiiiaiiças. cioiiar e dar situação legal a O quadro d a secrctaiia d n certos serviqos da Junta Geral, J~rnta Geral C c o n ~ p o s t o dum mas não modificaiaiii esselicial- cliefe, iim oficial, três aiiianucnmente a sua vida econiimica e ses e LIIIIcontiiiiio. A reparliçáo administrativa. Além das repar- das obras piiblicaç comprceiidc tições privativas da sua secre- un1 engcnlieiro cliefe, dois coiitaria, tesouraria e obras p~iblicas, d~ilores, uiii desenliador, dois ficaram especialmeiite a cargo escriturisios, seis apoiitariores, da Junta Geral os serviqos des- oito cliefes de coi-iscivaqão, oito tiiiados , 1nanutenc;áo e cotiser- cabos de caiitoneiros e triiitri c i vação d o Manicoinio, Expostos cinco cantoneiros. e Iiifancia Desvalida, Posto de Seguidamente clai~ios uiiia Desinfecção Terrestre, Labora- nota das receitas d a Juiita Geral tbrio de Bacteriologia e Higiene, d o Distrito, desde o aiao em

FUNCHAL ( . / ~ l t i t a uernl)

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FIINCtiAL (Mutrici]~iu)

que Ilie foi coiicedida a ((autono- oiiiros coilcellios do distrito. Coinpreetide qiiatro freguesias mia administrativa)>: citacliiias, gerallilente clianiadas irb banas, qiie constituein a paste 1902-1903...... niais importatite e tiiais vasta d a 1903-1904 ...... cidade, e ainda a s cinco paro1904-1905...... qiiias s~~b~irbiiiias, tainbem qiie 1905-1906 ...... ociipaiii iirtia parte, e r b o r : n i 1906-1907...... rnuito inenos consitleravcl e 1907-1908...... iiiiiito menos inoviinetitnda, da 1908-190í)...... iriesina cidade. As priliieiras sáo 1909-1910...... :is Frcgii~siasci;i Sé, SiTo Pedro, 1910-19il ...... Srtnta Luzia e Saiita Maria Maior 191 1-1912 ...... e as segundas as de SRo Marti1912-1913...... iilio, Santo AntUnio, São Roqiic, 1913-1914 ...... Nossa Setiliora d o Monte e Sào 1914-1915 ...... Goiiçalo. Estas úlfiinas coiisti1915-1916...... tuem o s verdacteiros arrabaldes 1916-1017...... da cidadc e, estendendo-se niiin 1917-1918 ...... vristo e foriiioso ai~fiteatro, alar1918-1919 ...... gam ainda a sua arca para aléni 1919-1920...... dos piiicaros d o s elevaclos 1920-1921 ...... moiltes, qiic se avista111 cio CCII1921-1922 ...... tio tlri baía. 1923 ............ O rniinicipio d o Furiclinl, coiii 1924 ............ o seii respectivo sennclo, fornl e 1 925 ............ correlativos previlégios, data dos 1926 ............ iiltiinos anos d o segundo qliar1927 ............ te1 do sbculo sv. A siia Area 1 ." sciiicstre clc correspondia aproxiiiiadai~ientc 1928......... á dn antiga capitania, compre1928-192c ) . . . . . . ciideticlo tima parte da freguesia 192!3-1930.. .... do Caiiiço e os actuais conce1930-1931 ...... 1110s d o Fur-ichril, Câinara d c 1931-1932...... Lobos, Ribeira Brava, Ponta d o Fiiinciial (M 11I1 i c i p i o d o). Sol c Cailieta c riiiida o território Desde o estabclcciinento cio gci- que Iioje foriiia a paróquia das vêstio constiluciotinl, tem Cste Achadas d a Cr~iz. Logo nos iiitinicipio conservado iiinllera- princípios do séciilo X V I , foi êste reduzido a nienos de velrneiite os limites da siia Arca, ii~~ii~icipio o q ~ i c seinpre s~iccdeu nein coni nretade d n superficie da siia psi-

FIJNCHAL (Fiiunieil~io)

tnitiva Area com a criação das vilas ou iii~iiiicipiosda Ponta do Sol e d a Caliicta nos anos de 1501 e 1502, e ainda ~iiaiscerceado ficou coin o estabeleciiiieiito d o coiicelho de Câtiiara de Lobos e remoc1el;ição do de Saiita Cru7, em 1834. As arinas do iiiiinicipio cio Funclial eraiil priniitivaiiiente coiist't~iidas cinco fdrtiias de por aqiicar, em cainpo de prata c dispostas em ciiiz, teiido uiiia caiia de açlicar eiii cada lado do esciido, e enciiii;icias por Lima coroa de ci~iqrie.A4ais tarde foi unia das canas de aqiicar substituida por iim ranio de vinha. A Ciniara Muiiicipal do Frinclial, rilem dos serviços piivativos d a siia secretaria, tesouraria e repartição cte obras piiblitas iii~inicipais e taiiibeili dos serviços dos postc~sc partidos iii~dlcos, cemitérios, escolas e cursos iioct~inios de iiistniç,?o priniária, aferição de lesos e iiiedidas, rnatadoiiro, tallios c iiiercados, assistencia, serras e inontados, parques c jardiiis, iiianténi ainda a Biblioteca PiiI~lica, o I\ilriseu Regional, o Teatro, os serviços de inceiidios e de foriiecimeiito de Igua potavel etc., serri contar coin os encargos dos siibsidios para os inagistrados e viirias repartições piiblicas, tribunais, etc. O quadro da secretaria da Câniara Municipal é coinposto por u m cliefe de secretaría, iiin

oficial, quatro ainaiilienses, dois auxiliares de secretaria, très zeladores e pessoal iiieiior, A repartição de obras públicas compreende uma secção nditiiiiistrativa com dois chefes de secqao, dois escritiirarios, ~ i mescrituririo aiixiliar c três dcseriliaclorcs, unia secqão cle fiscalisnqao (obras partic~ilaies) coiii uiii clicfc de cntiscrvaçáo c ti-ês fiscais, e iiiiia secção dc Fiscalisaqáo cie ohrris iii~rriicipais coni ~iin cliefe de coiiservaqáo c o iiidispciisavcl pcssoal operririo, ieiido coiiio director d e todos estes serviqos rim ciigenlieirochefe. Mai~tCnio iniiiiicipio quatro partidas médicos, dois postos mkclicos, oito escolas clc instruqão primriria e dois ciiisos iioct~iriiosde eiisirio clci~ietitar. A Câiiiara do F~ii~clial coiiserva, desdc o alio de 1869, a maior paste cl:~s suas rcpnrtiç~cs iio belo e aiiiplo cdificio da rua c!o Coinércio, qiie era ~ i i i iantigo palacio dii casa d o s coiidcs tle C;irvallial, adqliirido pelo i i l i i ~ i i cipio iio ano dc 1883. N o iiics1110 ctlificio c ein algurnas das suas clependenci;is ci~contramsc taii~beiii,ciirbora coin irist;ilaqões i150 iiitiito amplas, o s tribunais de justiça e cartbiios d o s escriváes, as conservato rias CIO registo predial c coinercial, con~arido e quartel d a policia civici?, tribunal de desastres ~ i o traballio, a antiga repartição da adiiiiiiistrnção d o conçellio, ctc.

FIJNCI'IAL (Distrito)

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I'IINÇH A L (Disfrito)

Eiii 1834, por ocasiio d o Fiinchal (Org:inisaqi?o Adiiiitiistrativa d o Distrito do). Para estahelcciiiieiito cto g o v ê r i ~ o efeito cla goveriiação s~iperioi coiistitiiçioiial, coiitava êste ;irdêste arcltiipklngo,foi ele dividido cluipflago os niiiiiicipios d o lias três capitallias d o Funclial, F~iiiclial,Macliicn, Sniita Criiz, Macliico c Porto Saiito, tciido Pontii d o Sol, Callicta, Si(-, Vicoriio clicfes os capit9es donatfi- cctitc c 1'01 to Saiito, sciiclo ctitfio rios, qiic gosavnin elos mais am- , criacios iiiais o s coiiccllios clc plos podcrcs nn adiiiiiiistração Câiiiara dc Lol)os, Porto i1i) das colisas publicas. Com o do- Moiiiz c S:int;ii~n, qiic st')mciilc iiiiiiio c~istelliaiio passaiam os se iiistaliirani iio alio cIe 1835. A cloriat;írios, jd entáo hnst;i~~te ccr- Cstcs tlcz coiiccllios, foi íiciescciiceados lias stias cliirisi discricio- t:iclo rccciitciiieiitc o clit Rihcir;~ iifirias faciildadcs goveiii;~ tivas, a , Brava, criado ein 1'314. As 1lli;is riina siti1ac;áo ~iicraineiiteIiaiio- ilcscrtas e o pecjiietio griipo rifica e coin resideiicin fora d o clas Sclvagciis pcrtcr?cciii ao ;irqtiipClago, scnclo criado o lu- coiiccllio do Piiiiclinl (V. cr iiogar de govcriiador geral, qtie iloiiie d e ciitla coiicclllo). tiiilia a super:tciidencia tios diDrinios os iioiiies tlas 50 priversos tiegocios píiblicos das rtiqiiias ciii cliic sc clividc Cste ~ três capitanías, coiii a S L I skde distrito adiiiiiiisli~ativo, ngriij>riiiiia cidaclc do Fuiiclial. Por oca- do-ws tios seus respectivos coilsiíin da Resta~ir:ipr?oe coiii se- cclhos : iiiclhíiiites prcrogativas, foi csConcrlllo rlo l-ilncqlztr/ 1:s~: 1,ibclccido cni 161.1 o ctirgo rle goveinador c ciipi tão-gcnernl, glicsias rla S b (cciiiil~rcciirica s que perdiiroii atL; ri iiiiplaiilnpão Desestas e Sclv:igciis), S;jo 1%~ ; ;l cfo goveriio cotistilucioiial no dro, Sniita L L I L L' ;S~ ~ r ~ th4;iri;l aiio cle 1834. O arquí1.1éI;igo cla M~iios, cli:iinadns urbaiins oii Aladeira, cl~ie atC cssa bpoca citndiiias, c a s cic Sao Mnrtii~licr, fora seiiipsc coiisidcrado como Snrito Aiittinio, Slio R o q i i c , iiiiin possessáo CIO iiltraiii:~r, i1il Nossii Sciiliorii CIO M o t i t ~C Sáo cltiisi cxcliisiva dcpciideiiciri do CJoiir;alo, cliniiiadns s~ibiirbarniiiistér:o d a inariiilia, passou IlilS. Co~zcclltode CTrnicrru tio 1-0n ser Lima provincia coiii o iioiiic rlc Prcrcitura e po~ico cicpois Do:; : Ciiiiiara cle Lobos, Estrciio coin o íle Distrito Adiiiinistra- cle C211iai.ade Lobos, C~irraldas tivo, ficriildo cspecialiiientc tlc- Freiras c Quinta Grande. pendente cio iniiiistkrio do reiiio C'o~lcclho dtr Ribcirtr Br-(rua: e regendo-se por Icis identicas Ribeira Brava, Campfiiiicrio, Seria ás do contineiite portitgtii.~. cle Agua e 'I'abiia,
I

FIJNCf 1AL (Distrito)

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FLJNCHAI, (Disft.ifo)

Concellro da Porrta iio Sol: trito aciiiliiiistsativo 6 a cidaclc Ponta d o Sol, Canhas e Mada- d o Funclinl, onde se acliam instaladas as direccões dos diverlena do Mar. Conccllzo da Callzcta : Ca- sos scrviqos publicos comuns Iheta, Arco da Callieta, Estreito a todo o arqliipelago. Esta did a Calheta, Prazeres, Jardiiu d o vidido, coi~lo fica dito, em 1 1 Mar, Paul do Mas, Fcijá da Ovc- concelhos e estli subdividicio ciii 50 frcgliesias, teildo 7 vilas, 3 lha e Ponta d o Pargo. Concelho do Porto rio Alo- comarcas e 1 julgado ni~iiiicipnl. tzit: Porto do Moriiz, Acliadas da A ((autonomia adniiiiistrativa~~, Crliz, Ribeira da Janela e Seixal. coin as suas clivcrsas faculdades Col~celiio de Süo Viccnfe: e atribiiições, reside ria Junta Sáo Vicentc, Ponta Delgada c Gcrnl d o Distrito (V. este i~niiic). Sob o ponto de vista estritaBoaventli ra. Coiicclho clc Snnfana : Saii- tilente ;idministsativo sáo contana, São Jorge, Arco de São siderados coii~o coiicellins clc jorgc,Faial e S ã o Roqiir do Faial. terceira ordeiii os de S;iiitaii:i, Concclho de A/lac/iico: Ma- I São Viccnte, Posto do Moniz, cliico, Posto cla Cruz, Criniqal, Ribeira Brava c I->oitoSáiito, clc Ss!ito Antoiiio da Seria (parte) segiiiida os d a Callieta, Santa Cruz, Cãmarn dc Lobos, Mae Agua d e Pena (parte). Concelho dc Saíztir Cniz: cliico c Ponta d o Sol e de priSanta Cruz,Agiia d e Pena(parte), incita ordciii o tlo Fiiiiclirtl. Eiicerrainos kstc ;irtigo coiii Gaiila, Cainaclia, Cnniqo e Saiito Alitoliio da Serra (parte) (V. cada uin resriiiio da totalidadc das receit;is arsccailas cni todo o uina destas fregiicsias). Co~zcfll~u Porto S L Z I Z ~ distrito, c0111 a indicaqàc) destado : O cada das ires priricipais foiitcs Illia e freg. do niesino noníe. A capital e séde dêste dis- donde elas provcciii.

I

I

Receita do Tesouro

FUNCHAL ( O . ./~niiciizl)

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E'UNCI-IAL (Roteiro)

Fii~icBial (0rganisac;ão Judicial cio Distrito do). A adtiiinistração judicial, tlêste arquipklago, entrou nutn periodo regular e riormal, n o ano d e 1767, com a criação, d e caracter permanente, d o s lugares d e juiz de fóra e d e corregedor, ambos coin séde na cidade d o Funclial, cujos serviços perduraram atl. o rino d e 1835. Desconlieceinos a s atsibuições d e cada tini dêsses ~nagistrados e as Lireas das suas jurisdições. Nêsse ano foram estabelecidos dois julgados j~idiciais, ambos com séde na capital d o distrito e indepencleiites tim d o outro, igtioiarido-se tatnbern qliais a s freguesias que cotnpuriliain cada iiin dêsses julgados. Unia se forina judicial, para todo o pais, do alio d e 1838, dividiu o zirqtiipélago inadeirense em duas co~iiarcas-ocidental e oriental -conipreendendo a pritneira a parbqliin de Sao Pedro e todas as que lhe ficavam a oéste, cstcndeiido-se a sua i r e a pelos concellios de Câinara d e Lobos, Ponta d o Sol, Cnihêta, Porto d o Moniz e São Viceiite; e a oriental abrangia a freg~iesiad a Sé e as cjue lhe estava111 situadas a Iéste, colitaildo a s par6qtiins dos coiicelhos d e Santa Cruz, Macliico, Santana e Porto Santo. Passados trinta e sete anos, veiu o decreto d e I 2 d c Noveinbro d e 1875 alterar profundaníeiite n clivisão coinarcá, enlão exis-

tente, pela criação d e quatro comarcas coin sedes na cidade do Fiiriclial e nas vilas de Santa Cruz, Ponta d o Sol e São Vicente. Esta íiltirna foi extinta em 1926, e na sua sede criado um Julgado M~inicipal no ano de 1931. (V. os artigos respeitatites a cada comarca). E de primeira clLisse a comarca do Funchal, de segunda classe a d a Ponta do Sol e de terceira classe a d e Santa Cruz. Na cidade do Funchal tem a sua séde o Tribunal de Desastres no Trabalho, cuja area de jurisdição abrange os quatro distritos das Illias Adjacentes, sendo datado de 12 d e Maio de 1930 o decreto d a sua criação. Fuiichal (Roteiro da Cidade
rio) :

Acndémica (Praça). V. Almirante Reis (Caiiipo cio). Satita Maria Maior. Achada (Camitilio da). V. o artigo Achada (Caininho da). Aciaioii (Caininhn do). Vai do alto da Rua Bela de São Tiago ao Caminho do Pallieiro Ferreiro, atravessando a Estrada do Conde de Carval hal --S. M. M. Aciaioli (Travessa do). Con~lii-iicaa Rua de Santa Maria Maior com c Caiilpo d o Almirante Reis, tomando o nome d a antiga fainília Aciaioli, qiie ali tinlia casa solare~iga-S. M. M. Açorlglles (Travessa dos). Entre as ruas de Cinco de OLIt ~ b r o dos Tanoeiros, ein frente e

IWNCI 1AL (Iiotrirn)

1%

FUNCI IAL (Kofcjro)

coiiserv:tiido airida, da Rampa I). Manucl de Port~i- constr~iido, gal e Castro, tetido tido o iionie apesar das riiodificações por qiie de Travessa dos Tanoeiros - S6. teiii pass;ido, O c~iiilio caractcAgucar (Bêco do). Na Rua ristico da piitnitiva édificação da Alfândega, entre os Vara- iilati~ielina.No seli andar 11oIlre e atk o ano dc 1S90, csteve inçdo~irose os Tai~oeiros-S. Agrpla (Travessa do). Da taIada a secretaria do governo Estrada do Conde de Carva- civil d o distrito. Acljunto a cl;i, Ilial ao Caniinlio cio I->allieiro- eiicontra-se ainda iiiiia pcqiienn capela coiisagrnda a Santo AliS. M. M. Agiriar (Travessa do). Entre tbnio, Iioje profaiiada, ~otistriiia Rua do Doiitos Vieira e a mar- da cni 1714 por JoAo d e Agiiini., gem esqiiercla da Ribeira de São etitão provedor da Alfandcgn, João, próxima da Poiite do iíies- lendo-se no rcspcctivo liiiiiar a inscriqáo - .Ad salem sol. mo rioiiie -São Pedio. -qLie tein dado ]ligar a diverA/a,rlns (Beco dos). Na sas iiilerpretações. A r ~ i n a Ald da inestiio tiotne-S. P. i"1deg.s" era riiíi;i rlns iiiais ntitiAla,rros (Catllitlllo Vai da prido sitio dêste noiiie, iIa freglic- gas e iiiais inipoitantesFuncli;il. iiiitiva pavoaqáo do sia de Saiito Aiitónio, ; Ponfc i Esta ali q~initclndaa Coii1p;inlii;i c1:t Ribeira Graiide, da iiicstiia da Criiarci;t Fisc;il. Teve o antigo freguesia-S. A. iioiuc c13 1iii:i dos Mcrcadoies, Al(11~~0.~ dos). COmililicn (Riia qii;il n i l ~ d ; 6 Il<ijccoli~ic~ ;I Calçada da Saúde coiii n Cal- ciLlrl, çada do Pico - S. P. Aijercs Vcigtr Pesfcrrla (Ru:i Alegria (Rua da). Fica etltrc do). Coineçn iio poi~tode coiíJunllo e Ri- veigeticia ciri Rua das Hortas coiii as ruas Ciilco beira de Silo João.-S. P. a Rua Elias Garcia. 'I'em o no111e ~ l f c r n t l e ~(Rua da). Esten- do madeireiise alferes JoAo Palia rr de-se clesde a Calçada de João lo da Veiga Pestana, iiiorto na Sabino da Costa até d Aveiiida Grailde Guerra, a 9 dc Abril de Antóiiio José de Almeida e atra- 1918 (1895-1918). vessa o Largo dos Varadouros, AljllBp (Rua do). Estcticle-se toiiiando o nome da it~iportante do ponto de encontro d a Avccasa fiscal que nela se encoiitra, nida Matl~icl de Arringa coiii fundada no ano cie 1477, sendo a Tilia de Joáo Tavira at6 o portanto a mais aiitiga reparti- Largo du CoiiiL:rcio, s e i ~ d o o ção publica do Fuiiclial. O res- lado sul oc~ipadopelo teiiiplo pectivo edificia era graiidioso d a Sk Catedi.al. Existi11 ali, própara a época e local e111 qiie fui xiino d n ciltracln rlli siicristia sla

FUNCHAL (Roteiro)

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I : U N C ~ ~ A L(Roteiro)

Sé, 11111aljube o11 prisão privativa para eclesiasticos, que deu O nome a esta rua. Almirnizte Reis (Campo do). Vai desde o Largo d o Poço e mritgetn esqiierda da Ribeira de Jnáo Gomes até ao Largo d o Corpo Santo. Compreende a antiga Praqa arborieada, coiiliei-ida pelo noine d e Praça Acaclkniica, a antiga riia d o s Balcões com a cortina d e defesa d a cidade e o antig? campo cliainado d e Chalon. E a praça ~iiaisvasta d a cidade, que tem servido para visios jogos clesportivos e ali s e eiicoiitrani as diversas i~istalaçóesda Coriipanliia da Liiz Electrica. Teve anteriorriiente o nome d e Cainpo d e D. Cai.10~.Foi neste recinto e nas suas inais pr6xiiiias imediações que s e fosniou o inaior níicleo cfe população, quando s e iilicioii o povoamento d o antigo Fuiiclial. Eni fiiis d e 1932, cotistrui~i-seali uma praqa provisbria d e touros. Amato (Beco clo). Fica iia Calçada ou Rua d o Pico-S. P. Amorgiro (Travessa da) Eiitre n rua d e Latino Coellio e d e Santa Maria Maior-S. M. M, Aiiatlin (Rua do). Está sit ~ i a d a ila inargeni direita da Ftibeira d e joáo Goincs c tem como iiiiiites a pequena rampa que entesta com a Ponte d e Nossa Senhora clo Callia~ie a rua Silvestre Q~iintinode Frcitas, Sk,

Angustias (Bêco das). N a Rua da Iiiiperatriz Dona Ai:~élia-S. P. Aiigusfins (Travessa das). V . Alexatidre Herculano (Rua). -S. P. Ailfót~io Nobre (Largo de). Fica entre o extremo oitste d a Rua da Imperatriz Dona Amélia e a Ponte Motii~niental,na masgern esquerda d o Ribeiro Sêco e por isso cliatnado Passeio ou Largo d o Ribeiro Sêco. Foi-Ilie dado o nome d o ilustre poeta, que residiu lias suas imediaçóes (1 898e 1899) -S. P. Arn~zhas(Rua dos). V . Doutor Cliaves (Rua do). ArceBi~poD. i r e ~ A (Rua do). Da rua d o Deáo ri Estrada d a Levada de Santa Luzia. Toriiou o notiie d o ilustre madeirei~se Dom Aires de Ornelas d e Vasconcelos (1837-1880), Bispo do F~incliale Arcebispo d e GoaS. L. Arcipreste (Travessa do). Vai da convergeticia d a s Ruas d o Hospital Vellio e Rocliinlia ate ' o Largo das Torireiras. Tarn1 bem foi chamado Travessa d o Cipreste-S. M. M A rrepe,ldidos ( B ~ C O o ~ Riia i dos). Na Rua Prmeiro d e Maio -S. L. Arrieiros (Travessa dos). Coiii~inicaa rua cla Queiiiiada cle Baixo cont a da Queimada de Cima-Sé. Arrifes (Beco dos), Na rua dos Arsifes-S. P,

d Arrifes (Rua dos). Da riia Carvalhal coiii a Ii~in o Doiitor dos Alamos i Calçada do Pico Juveiial-S. G. Bela d~ São Ticrgo (Rua). -S. P. Arrifps (Travessa dos). Fica Estende-se desde o Largo das na rtia do mesmo noiiie-S. P. Torneirris atC A Calçada do SoAsilo (Bêca do). Na rtia da corro-S. M. M. Bcltr Vistn (Largo da). É Iinperatriz D. Ainklia, entre o Asilo de Mendicidade e Orfáos ~iiaiçcotiliccido pelo tlotlic cle e o Hospicio D. Maria Aii~Slia Largo das Cruzes, donde se disfrutii iiiii bclo panoraina sobre -S. P. Ataitle (Bêco do). Siticrido timii paite d a cidade c do porto. na sua da Pei~hade Frriiiqii, to- Tecm acessu para este 1:irgo ;I mando o nome do bispo D. Joa- quinta das Cruzes e a capclli qtiini de Menezes c Ataide, qire anexa d e N. S. d a Picdarle, Fuiidadri eiii 1692 por Francisco ali resicli~i-S. P. Arrgiisto Josc' Vicircr (Rtia Esmeralda I-lenrirl~ies-S. I->. Bclrz Visz'rr (RLI;~ clii). Mais de). Cotiitinica a rtia do Doiitor Vieira coiii o Largo de São Pe- conliccidri pelo riotiic de Qciedro. Tem o iiotiie d ~ ~ inlridei- bra-Cosias. Vai d a Riia d o DI.. ii sense e antigo jornalista rcpti- Vieirn, atC i rtia Jogo Joacltiiin blicano (1861-lc118). Estíi r ~ i a de Freitas. Fica ali a Igreja Alicra cotiliecida e ainda o 6 pelo glicaii;i, f~iilrlacia eiii 1822. E ;I nome de 'l'ravessa do Surdo sua rio Functial d c mais elevada inclinac;áo-S. P. -S. P. Bcierrcout i (Iitin cio). Da 1i~i:i Auscnies (Azinliaga dos). Estreita vereda, eiitrc a niargeiii c10 Comkrcio ii liii;i Cirico cic direita da Ribeira de Sáo João, Oiitiibi'o. Em oulro teii~pocli;ipi~iixinioda Penteada, e o Ca- rnoii-se 132.~0 J;icirito Acinioli. de iiiitil~odo Pilar, sendo atravesBiccrs (Largo das). V. 'l'orsada pclo Caminho de Santo tieiras (Largo das)-S. M. M. AntOnio c scsviiido de deliniiBispo (Tiiia do). V . (;oiiics taçlío das freguesias de Sao Pc- Freire (Rua de) - S. dro e de Santo Aiitóriio. Bom Jesus ([Siia do). Começn B(~rclz (Cariipo cla). V . Mi- lia IZu;i Trinta e Uni d c Janciro guel Bombarda (Campo de)e teriiiina n a Riin das I-loi,tas, n S. M. M. entestas cotii n Avenid;~ João d c Uarreiros ( R u ri dos). Coiiiu- Deus. i'oiiioii o noiiie do Reconica o Largo das Torneiras coni Iliimeiito e Igreja qiie ali csistcin, a rtia de Saiitii Maria-S. M. M. fiindados iios iiieados d o sbHitrtolonzerr Di~rs (Rtia de). ciilo s\.rr pelo arcccii:igo Simfio Liga ri Eslracia do Coiidc de Goiiçatvcs Cidrão, Este rccoltii-

FUNCI IAL (Rofeirn)

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fquNCl-lAL( K t ~ t p i ~ ( j )

lilento perdeu lia iiiliito o ca- entre a s Ruas de jOãO Gago e racter monastico q u e primitiva- d o Sabão-S. iilente teve, e s t a n d o Iioje inteiCrrho do Cal/lall V. C(,ipo iainente seciilarisado e senclo Santo (Largo cio). dirigido por Lima comissão noCul~ouqueir~(Calçndíi niencla pelo g o v e r n a d o r civil cio Rua da). Da Ponte de Sao Juiic, distrito-S. ate o ponto de convergeilcia i],, Boa Viagem (Rua da). Do Riia Alexandre Werculano ccliii Ciiiilpo Alinirante Iieis, atS A Rua a Rua dos lllie~is-S. P. dci I-lospital V e l h o . E atravesCahresfante ('l'iavesça do). sacia pelas ruas cie Santa Maria Ficn na Riia Gago Coutiiilio, ri Maior e de Latino Coellio (ati- Itste do estabr.lt.ciiiienti, do tign K ~ i aNova d e Santa Maria). Cabsestante, dc illie toiiiou 11 Eiicoi~tia-se ali u n i a velha ca- nome-S. pela dedicada a N. S. d a OIiCadeia Vclha (Rua da). Vai veira. Uma p a r t e desta riia se d o pecliierio Inrgo da Igreja do cliatnoii d a O l i v e i r a e olitra das Carrtio ate d Rua Direita. 53 tio Flores-S. M. M. seg~indo cl~iartel sCc~iloS ~ I I I do Boa Vista ( T r a v e s s a da). Co- se ei~contrava iiesta i~1aa antiga miinicn o C a n i i i ~ I i o cio Loinbo cadeia, qiie ali perr1i;iiieceli ati. d;i Boa Vista corn a Estrada d o ti primeiro qiiaitcl d u sC.c.~ilo srs Cotide d o Carvnll~al-S. M. M. -S. Bonl Sircesso (Caminho d a Ctrmilitrs (Bt.cc3 das). Na liii;i Lev:ida do). E s t e n d e - s e c10 Ca- dii Doutor Aiitbiiio Leite MoiiL. iiiirilici d o Meio, prhxirno d a cn- teiro (Curi~e Azeda)-S. Caniiriho de Ferro do Morifc]. l ~ e l nde q u e t o i n o u o noine, até o Caiiiirilio d o P a l h e i r o d o Fcr- V. o artigo deste titulo. Ca~~zirlho Meio. V. o ardo reiro-S. M. M. Brasilcir» ( B e c o do). Ficn tigo dêste nurne. Calnllo du Z?ntacn.V. hligiicl n a Rua Serpa Piiito-S. P. &i-ignrleiro Corrceiro (Rua Bombarda (Campo de). Cano (Beco do). Corii~iitica do). Sitiiacla etiti-e as ruas d e Cinco Jutlllo e d o Doutor a Rua do V;ile Forniuso coiil Vieira. Lembra o n o m e do briga- Estrada da Levada de Sailta Liideiro Atitdiíio R o g e r i o Gromiclio zia-S. L. Capela (Travessa (Ia). L3Coiiceiro, governaclor civil da Madeir;\, na é p o c a calaiiiitosa da deia por ilurte e Ikstil a capel:i epi~leiiliad a Co1er.a Morbus, d e d o Corpo Saflto-S. M- M. Cllpeliies ('rravessa dos). 1856, quc aqui p r e s t o u os mais Fica entrc as ruas de Joáo Gago assinalados servit;os-S. P+ cabido ( T r a v e s s a do). Fica e Aljube, dando acesso paraesta

travessa a entrada das sacristias lio Maternal})e ffuiidadaem 1902 pelo dr. Jose Joaq~iiinde Freida Sé Catedral-S. Ccrpclistas (Rua dos). Vai da tas, adia-se há anos instalada Rua da Alfanciega h Rua da Sk iiesta travessa, ein edificio próe fica etn frente da porta priii- prio, no recinto d o antigo concipal daquela casa fiscal, teiido vento das Mesces-S. P. Ctrr~no(Largo do). Fica tia em o~itro tempo tido o iioine de convcrgencia das ruas d o Plielps, Travessa da Alfatidegn-S. CupitGo Sousa (Rua do). Costa Ferieira, Correia I-ieredia, Mais conliecida pelc noiile dc liilio da Silva Carvalho e Cadeia I<iia do Castaiilieito. Esteiide-se Velha. Nêle se encontra a Igreja do Largo do Muiiicipio ate 5 de N. S. d o Carmo, edificada de rtia de Sáo Pedro. Encontra-se 1656 a 1660. Nas paredes lateali o antigo Colegio dos Jesiii- rais da capela-mos veein-se dois tas, onde estri aqiiaitelado o Ba- tiiiiiulos, de certo aparato arq~iifalliáo de Infantaria 11," 25. Tem tectonico, que merecem ser visiIioje o iioine do madeirense tados-S. Cflrtno (Run clo). V . Doiitor cnpitáo Joáo Fraticisco de So~isa, inorto em 1915, no coinbate cie Costa Ferreira (Rua do). Cnr.lrc Azeclir (Rua da). V. Ciianlianio, iia Africa Ocideiital Doiitor AtitOiiio Leite Motiteiro Portugiicsa-S. Capitão- Tcliente Casvalho (Rua do). Ar~rujo(Riia do). Esta iiia, de Crrtrie Axeci'rr (Bêco da). Na recente coiistiução, coinrinica a Rua do Doiitor António Leite k i a da Itriperatsiz Doria AmClin Moiiteiro-S. L. e Largo Atit611io Nobre coin n Carrcirn (Rii:i da). V . Doutor Estrada da Pontiiilia,fic:indo nela Viciia (Rira do). várias cicpeiidencias do ~ S a v o y Cat~/al/to Arolrjo (Riia de). tlc I lotel~-S. P. V . Capitão-Teneiite C:it.vrillio de Crrpuchit~lins ('Travessa clas). Coriitinica a Rua clris Mercês co~ii Asaujo (Riia do). Cnrvalllos (Cainitilio dos). :i Crilçacla de Saiita Clara. rfiroii o riome das religiosas do coii- Dirige-se d a Estrada Moii~iiiieiivento das Mercês, que Iadcava tal, a okste e a peqiieiia distanesta travessa. Encontra-se ali a cia da Poiitc do iiiesnio iiome, iiiirirtsciila e original capelri das para o sítio cl:i Casa ]Br;itica, Alinas, cavada na roclin viva e da freguesia dc Sáo M:irtiiilio mandada edificas, por Roque -S. M. Josti de Araujo, no ano de 1781. Cnrvão (Hfco do). Na Rua A instituiçáo de be~ieficei~cia,da Princesa D, Maria Ainelia conhecida pelo natne de <Auxi- -S, P,

FUNCHAL (Rofeiro)

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FUNCI IAL (Roteiro)

Cascalho (Rua do). V . Silvestre Quintino de Freitas (Rua de). C~lstnliheiro (Rua do). V. Capitão Sousa (Rua do). Castelo (Rua do). Fica no alto d a Calqada do Pico, dando acesso á Fortaleza de São João Baptista ou do Pico -S. P. Castelo Br~~rzco (Beco do). Da Rua d a Imperatriz Dona Aiiiéiia, n Ikste da Rua da Penlia de França, até A Rua dos Ilhkiis-S. P. Chula (Beco do). Na r~iii do Con~ércio,entre as ruas do Forrio e Beter1co~irt.-S. Cidrfio (Calqada do). V. João Sabino da Costa (Calçada o11 Ranipa de)-S. Chclfirriz (Largo do). V. Comkrcio (Largo do). Cinco de Ju~lho(Rua de). Vai da Rua do Do~itor Cliaves no Largo do Ribeiro Real. Recorda a data de 5 Junlio de 1834, ein que foi proclriinado o governo cottstitucional iiri Madeira-S. P. cinco de Oirtirbro (Riia de). Corre ao longo da inargeiii clireita da Ribeira de Santa Luzia, desde a Calçada João Sabiiio clri Costa até a Rua dos Netos e do Largo do Torre30 até a poiite do Deão. Nesta rlia, entre as travessas do Fòrno e de João de Oliveira, ficam os cart0rios dos escriváes dos JLI~ZOS e Civel Criminal e o quartel e instalações dos Bombeiros Municipnis. Teve o nome de Riia do Principc, cri1

hoiiienagein ao Priilcipe Regente D. Joáo, depois D. Joáo VI, rei de Porttigal-S. Colegio (Largo do). V. Municipio (Praça do). Coilzércio (Largo do). Mais conliecido pelo noiile de Lrirgo do Cliafariz. Fica entre as Ruas do Coinkrcio c Aljube. Teve anteriorinente o nnme de Largo de São Sebastiáo, e111 virtude da antiga capela desta invocação que ali existiti, sendo esta deinolida ein 1803, reedificada eni 1821 e novatnente demolida no ano de 1826-S. Comircio (Rua do). Coiii~itnente cliaiilada dos Ferreiros, que era o seu antigo iioitic. Estende-se desde a R~iaCinco cie Outiibro, i10 ponto em que esta entesta com a Rua dos Taiioeiras, atC ao pequeno largo d o Torie30, j~ii~to Potite d o da 111e s 1 1 o iioiiic. Encotitraiii-sc 1 nesta rua os Priços do Concellio (V. Mtinicipio do Funclial), :i Conserv;itOria d o Registo Civil, a Tesouraria da Fazenda do Concellio, a Tesouraria Judicial da Coniarca, a Repartiçáo da7.;' Circunscrição Industrial, vBrios escritarios forciises, o palacete dos antigos condes de Torrc Bela, ctc. Alguns trcclios desta rua, na dirccção stil-iiorte, tiveram os iionies de Ferreiros, Períi, Estudos e Pii1lieii.o.-S. Conde do Crr~iavial (Rua do). Vai da Rua da Ribeira de São J n n ~ il Rtin d o L)r.,iitorViçir4íl, atk

t:IJNCtIXL (Roteiro)

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PUNCHAL (Roleiro)

qliisi ern frente tla Riin d a Bela gildo Capelo e por Itste k lade Vista. Toiiiou o nome do ilustre deada pelo Teatro Mai~~iel murleirtiiisc, qiie tiillia casa so- Arriaga e pelo Jardim Municilaretiga nas siias in~ediações pal. O seu nome representa uin;i merecida tiomenage!ii prestada (1 829-1 902)--S. P. Colzde clo Carvalho1 (Bêcn ao mais iliistre e beneinerito do). Na Rua d o Conde do Car- goveriiador civil qiie tetn tido este arquipblago (1 846-1852). A valhal-S. M. M. Conde cio Caii~nlhal (Rua o ~ i repartição d a Capitania d o Porto Estrada do). Vai desde a Ram- está instalada nesta sua e nela pa Migiiel Rombarda atk o Ca- sc ei-~colitrauni teiiiplo das seiniiiil~i) do Pallieiro Ferreiro e tas calvinistas-S. P. Colzsfifuição (Praça da). V . esteiide-se aiiida atd d estrada que cond~iz B Igreja de São Doutor Maniiel de Airiagn (AveGonçalo. l'oiiiou » iiotiic do nida do). Cotzvcnir/zcia [Travessri da]. titlilai. madeircrise, o 2.0 Conde do C;irvallinl (1 831-1888), qiie Coni~inica a Avenida cle Joáo foi a mais abastado proprietirio de Deus coni a Rua do Do~itor clêste arq~iipélagoe antigo pre- Costa Ferreira-S. L. sidente da Câinara Mtiiiicipal Coronel Ciirzl~rr(Beco do). Na rua d o niestno iioiiie -dn Fiinclial-S. M. M. Conde do Carvall~trl (Tra- S. M. M. vessa do). Da Estrada do nies:no roronel Cunlia [Rtia do]. liorne ati' d Travessa de Sao Fi- Da R~iada Rocliinlia à dc João Maria Moniz. 'rn111o11 o iioine lipe-S. M. M. Cnncgo A(frcdo Ccsar tlc d o coroiiel Doniiiigos Alberto Oliveira (Rua do), iiiais coiilie- Cunlia, falecido eiii 1892, qiie cida pelo nome de Rua tias Di- ali teve resideiícia-S. M. M. ficiildades. Fica entre as r ~ i a s Corpo Slrnto [Largo do]. PeTrinta e Uiii de Janeiro (Arvo- qireiio largo em frente da capelri res) e Primeirn de &\aio (Poni- d o inesnio nome, que coinunicn Iml). Foi-llie dado o nome durn cotii a R ~ i ado Portáo de São iiiacieisciisc, que niuito se dis- l'iago. A peqlien:~ capela ali tinguiu coriio oraclor, jornalista existente 6 das 11lais antigas da e paila~iieiitar (1840-1908). Teve Madeira, datando a siiri cpnso iioine antigo de Rua dos Es- triiçáo do terceiro q~iartel do coiisos-S. L. skc~ilo v . As s ~ i a s s imediaçóes Cor~sellzeiro José Siluesfre pelo laclo sul e a cotifinar com Ribeiro (Rua do). Da riia das a praia tiveram o nome de Cabo Fotites A Rua Nova de São Pe- do Calliati, que perduro~idudro. Atravessa a rua EIertneile- rante skculos-S. M. M,

FUNCHAL (Rot~iro)

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FI YP-JC'HAL (Rafriru)

Cor;oo Sarito (Raiiipa do). Gomuiiica o largo do tncsrno nome com a Rua dc Santa Maria-S. M. M. Correia Hemiia (Rua de), inais coliliecida pelo seu antigo nome de Rua da Coticeiçáo. O iioiiie actiial representa Lima Iion~cnageiiitributada ao distinto inadeiretise Fraiicisco Correia I-íeredia, viscoiicle da Ribeira Brava (1852-1918). Teve as aiitigas dciioiniiiaç~es de Cairno, Cliapeu e Goiyalo Aires-S. Lrisfovão Colornbo (Rua cle). No psoloiigaineiiio da Riia ila SL;. Coiiiuriica a Riia do Sabãu coiii a tlo Esrrieialdo. Nesta rua 1cvaiit.iva-se ttiiia casa apalacada, pertciicente ao fidalgo flarncngo Jofio de Esiiieraldo, afirmando a tradiqiio cltic ele clkra ali liospcdageiii a Cristováo Colonibn, o fiit~iro clcscobridor da Atii61*ica.Esta casa, qiie deveria tcr sido rcligiosariiciitc conseivada, foi deinolida pclo çarrnatelo iiiiinicipal i10 aiio de 1877. V. Lcvada de Satita Liizia (Estrada)-S. Crrrzes [Largo das]. V . Bela Vista [Largo dal. Cri~zes[Rua das]. V . Joáo Joaq~iiii~ Freitas [Rua rlc]. , de Cnibcm [Beco do]. Na Rua Trinta e Uni de Jaiieiro, psóximo da Riia do 'Til-S. L. Deão [Rua do]. Fica ciitre o extremo norte da I?ua Triiiia e Uin de Janeiro [Priiices;il c o Çaiiiinllo dç Doin Joáo, 1'01110~1

o ilciiiie clc de20 d a Sé d o FI.iliicfial Aiitotiio Corici:i í3etencoiiitJ qiie ali viveu, i l n scg~inclanictade d o scculo s i r r r S. L. Diíírio clc Noticias [liiia cl o]. Da Avetiida Joiío Cionç;ilvcs Zargo IEiitracln rlíl Citladr] h Avcnidri do Doiitor Ai~toiiio Josk de Ali~ieicia.Ti111i;i o ;iiitii;o 110ine de l'rnvessa dos Iiiglcscs c foi tntnl~eiii coiisiderac1;i coilio fazeiido paste d a Riia da Alfiiiidcga. O iiunie nctli;il provL;in rl;i circunstaiicia d c est;iiciii ali iiistaladas ri icdac.c;2o c oiiciiins d o priiiieii-o ioriial cliiotidiaiio piiblicado iio F~iiicli;il,tlc qiie foi friridador » colicgo A!frcclo d c Olivcii;~,iio ;iiio de 1876. Ncstn riia fie;) o Cliibc IiigIC!;, qtic tciii Liiiia iiiipoitaiitc 1)ibliolCcír- -S. Dijiclrlo'irtlrs (\liia clas). V . Coiicgo Alficcio Ccsar ilc Oliveira [lilia do]. D i r ~ ~ i i[í<~ial. iio 1,~isgo a Vai d o Pcloiiririlio ntb ii coiivci':~eii-e cia d a li~r;id a Cadeiii Vclh;i coiii ;i K ~ i a 'l'riii tíi e Uni clc Jniicii-o [Priiiccsíil-S. Donz Curlos (Caiiipo clc]. V . Alil~iraiitcReis [Ciiiiipo tlol---S. Donl JoCo [Catiiiiilio dc]. 1-5tcnclc-se da 111111 d o Deão ati: ; i 13slraclri d a Lcviidn tic S;iiit;i Liizia. 'I'oi~zou o iioiiie rio iiiadcireiise 1.). João I'rcdci'ico tlíi c8illai.a LCilic, ;iiitigo gOVciiiiiclor civil d o Fiincli;il, f:ilcciclo iin cidade ilc 'I'oiiinr, iio ;iiio d c 1878-S. L,

Dorti Manuel rle C a s t r o (Rarnpa e Ponte de). Ficatii entre a s Ruas Direita c Cinco dc 011tubro. Toiiiou o noine de D. Manue1:de Portiigal c Castro, atitigo govcmador e capitao-gciicral d a Madeira 11823-1 8251-S. Doutor Anf(jliio Jtrnlini dr Oliveira [Rua do]. Entre ;is Estradas do Colide d o Carvallial e Lazareto-S. G. Doutor A~ztiínic~ iic AlJosc' niciila [Aveiiida do]. Vai d o Larg o da Sii [Aveiiida Dr. M:in~ield e Arriaga] a Riia d e Gago Cotitiiilio [Praia]-S.

pelo atitigo noiiie d c R u a d o s Arriiihas. iicsicliii ali o médicocirurgiáo Manticl Figticira dc Cli;ivcs, o qiie explica o seli i ~ o m cactiial-S. P.

Dqutor Costn Fcrrcirtr [ffiiri do]. E a antiga Tilia d o Cí~rrrio, qiie se esteiiclc ticsilc ri Igrcja dêste iioiiie atii A Riia d o Atlailia. Em iioriienagcin a o iliistre madeirerise e s i b i o aiitropologista (ir. AiitOiiio Aiirelio d a Costii Fcri'eira [1879-19221, s e deu o noiiie a esta riia. Destlc a 1iii;i das I-Iortiis ati; ii cio Ribciriiilio d e Baixo teve o nonic d e LaDoutor AntO~ioLeite Moii- ranjeira c d o Ribciriiilio ii lilia tciro [Rua do], iiiais cotiliecida d o Anaciia o tic Portas Nov:is. pelo antigo nome tlc Carne Azc- Aiiid:t ali cxisteiri 21si.tiiiiiis diiiii;~ da. Conieqa iio poiito d c coti- aiitigíi capcl;i, ctcciicada ;\o granporttigiiCs, coiilicvergciicia da Riia d o Toricão d c taiiiiiat~irgo coiii a Rui1 r->i.iiiicirod e M;iio cidii pela dciic,minac;río de Saiito [Poinbal] c cstcndc-se ati; íí Le- Aiitciiiio d a Lar;iiijcir:i--S. vad;i d e Saiita Liizi;i. l'oiiioli o Doutor Juvcnirl IRiiíi do]. 110 rioiiie duiii antigo coriscrvador Caiiiitilio clo I'allieiro d o Fcrd o registo predial da coiiiarca d o reiro ti 'Travessa tlo Lazarcto. Fiiiichal, que ali rcsidi~i--S. L. Foi iiiiportaiitc proprictririo lias Doutor CNmrrrn Pcsta~za suas iiiicdiações o dr. Jtiverial [Rua do], viilgariiieiite cliamada HoilOrio de Ornelas, falccirio ilo Riiri das Pretas. Vai do Largo alio de 1873-S. G. d a Igrejiiilia ao Largo d a Igreja Doutor Mtrnucl dc An'icigrr d c São Pedro. Nasceu iiesta rtia [Avenida do]. Vai d o Largo d a o distinto niadcirense e il~istrc Sk até o Jnrcliiii Muiiicipal. Eiib;icteriologista dr. Luis da Cii- coytra-sc ali o aiiligo e iiitcrcsiiiara Pcstaila, conservando n sailte etlificio d a Miscricordi:i respectiva casa uma Iííoicie co- d o Fiinclial, onde cstevc iiistaiiieinorativa d o facto 11863-18901 laclo o Iiospital descle o niio d e -S. P. 1687 at6 o ano d c 1931, c111 qiic Doutor Chirii~s [Rua do]. Dn foi transferido para a :impla c Rua d o Douto!. Vieira ate h Rua iiirigiiifica casa d a s Marineleiros. das Fontes. E iiiais çonlieçida No nicsiilo cciificio fiincioiioii a

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FIINCI.iAL. (Rofcii.o)

cxtiiita Escola M&dico-Cirurgica desde 1837 a 1910. Juiito daqiiêle edificio, aclia-se o Recolliiinetito das Orfãs, fui~dado em 1725 pelo govertiador e capitáo qencral Fraiicisco d a C o s t a Freire, que aitida alberga algumas dezenas de recolliidas, subsidiadas pela Confraria da Miscricordia. O antigo edificio d o Hospital foi cedido a Jliiita Geral d o distrito para a instalaçáo das diversas repartições ilesta corporação adrniiiistrativa, ciija transfercncia se deve ailida reaiisar tio corrciitc alio de 1933. A respectiva capela foi coiisiderad a como tt~oiitiiiieiito 11~1cional. Na Avetiida fica111 Posto o tlo Socorros Urgeiites e a Ageiicia d o Banco de I'ortrigal. Nos cxtscmos desta Aveiiicla forairi crigidos dois moii~inientosaos ilustres iiiadeirenses Coiirle do Canavial c Joao Fertiancles Vicirn tios atios de 1 922 e 1024, seiido dali retirados no alio de 1932 c colocados: o priitieiro, 110 Caiiipo d e Miguel Bombarda, eiii frciitc d o Dispensario Anti-Tiiberculoso, c o segundo, tio jardim Muiiicipal. Teve esta aveiiida os iionies ele Praça da Constitciição cfesde o aito de 1821, c anterioriiletite cliatnava-se o í'asseio PHblico. Fazia paste clo antigo Cainpo do Duqi~e, se esteilque dia ciitre as mnigeiis direita e esqiierda das ribeiras Iioje cliainadas de Santa Luzia c São

'

João-S.

Uoiiloi' Scqucircl (Riia do). Esteiide-se desde a Rua d o Dotitor Vieira ate o pccllrerio Lnrgci da Igreja dc S;io P e d i u Titilia o atitigo iloiiie de Rua ila Muuraria, por que 6 aiticla tiiais conhecida. Nela sc ciicoiltr':i o antigo palácio dos C'oiicles d o Carvallinl, cotistrtic;ao cln piinieiia metade do sCc~ilo s\?ii, adqiiiiidu lia poiicos ;\nos pela Câiiiai'a M~iiiicip:il c oi~tlccstii irlstal;idn a Bikliotkcri i-'iiblicn, fuiiclada cin 1838 c qcie cotita cerca de triiilli iiiil voluiiics. Está-se procetleiirlo, tio mesiiio pnldcio, A iiist;il;içZo dririi Miiseir Rcgion;il de Ciciicias N;itiiriii~, coiii secqficç tle Arcliicologia c Etiiologiti. Ficoti ali dcfiiiitiv;imei~te iiist;ilncli~ iio coirciilc liiio dc 1!)33 o <<ArqiiivoI Iist9rico Ilistiit;il~, criado ciii Jiillio tle 1931 e t6ciiic;i c .adiiiiiiistrativaiiieiile depciidciite clii Iiispecçáo Geri11d o s Arclrrivos c I3ibliot6cns. Ncstti rua ficiiiii ns sédes d a 1)eleg:ic;áo da C r ~ i z Verniellin c díi Associ:iç;io de Assistencia n Crianças I'iacíis (Lactirici), coiií uiila cr4clic ;icljunta. 'l'em esta iiia (i noine ilo antigo professor clo 1,iccii c 1:scola Mkdicn clo Fiiiiclial di.. Maiiricio Aiigiisio ilc Secliieiríi. ( I 845-1 91 1)---S. i'. Dolrtor Vicim (Riia cio). I)o Lrirgo d o Miiiiicipio nti, A l'oiltc de São Jciáo. E ~iiiiadas ~iiais antigas e extcrls:is ruas d o Fuiiclial, seiido c'oiiliccid~i pelo iioine

FUNCMAL ( R b f e i ~ o J

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FUNCHAL (Rvfeiro)

cte Rua d a Carreira, desde o século svr, q ~ i c aiiicla actiialiiiente conserva. O nome de Doiitor Vieira, que Ilie foi daclo, representa Lima lioinenageiii prestada ao distinto niadeirense conseIkeiro Manuel José Vieira, antigo advogado, professor e tlepiitado, a quein n Madeira ficou dcvendo importantes serviços(lS36- 19121. Esta rua atravessa o s dois pequenos largos d o visconde d o Ribeiro Real e dc São Paiilo, e eiitre êstes fica o Cemitério Britanico, q ~ i e csteiide até a Rua se d a Ribeira de Sáo João, para oiidc tatiibem tein acesso. Diversus treclios ~ 1 9 do Iloiitor Rua Vieira t i v e r a in aritigaincntc outros iioiiies, coiiio Igrejinlia, Pintos, Maiiiiel da Grã, Bartoloiiieu, Carreira e Sc?o PaiiloS. e S. P. Enfratilr da Citt~rdc. Joáo V. (>on~.alvesZargo (Avenida de). Escnlercs (Travessa dos). I-'ica entre o Campo d o Almiraiite Reis e a Rua d o Portão d e São Tiago-S. M. M. Esmeralda (Rua do). Estende-se dcsde a Riia d o Coiiièrcio :itk a Riia d a Alfandega, tio Largo tios Varadouros.?'oiiioii i) iiome d o fidalgo flaniengo João d o Esnieraldo, q ~ i e tcve casa soali laretiga. V. Cristováo Colornbo (Rua de)-S. Estanco Vell~o (Rua do). Pequena rua, entre n Rua da Queimada d e Baixo e o Largo d o Comércio-S,

Esfruda Mo~zirit~eizttrl. MaV. iiiitiieiilal [Estracla]. Estr@ (Travessa da). Na Riia tlo Til-S. L. Fábricu (Riia ou Bkco da). Fica lia Rua d o Doutor Costa Ferreira- S. I;ni)ilir (Rua do). D a Rua da Iiiiperatriz D. Amélia a Rua dos Ilheus. Provém-lhe o noitie d o antigo iiiorgado Antonio João da Silva Betenco~irt Favila, que ali tiiilia casa d e residencia-S.P. FuviCa (Travessa do). Cornuiiica a Rua rlo Favila com o Largo de Atitbnio Nobre-S. 1 . ' Ferreiros (Riia dos). V. Coniércio (Rua do). Figueira Prctcz (Rua d ri). Vai dn Rua Trinta e Um d e Jaiieiro (Arvores) i Rua Correia Heredia (Conceição) --S. Fontes (1,argo das). É o pec~ueiíolargo o n d e s e eiicoiitraii~ a s antigas e coiiliccidns Fontes d e Joáo Dinis, que ja tiiiliain êste ttoine tia segunda metade d o sbculo s~~r-$. Fo~ztcs (Rua das). Vai d o Largo das Foiites até i margeiil esquerda cln Ribeira d e S à o João-S. Fúrtio ('1'ravess;i do). Entre as ruas d o Comercio e Cinco d c Outubro, ilo prolongameiito d a Rua da Queimada d e Ciina-S. Foric (Raiiipa do). Coi~iunica a Rua de Santa Maria Maior coin a Rua d o Portão d e S. TiagoS. M, M,

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FIJNLHAL (Roteiro)

Forte (Travessa do). Ladeia Gugo C ~ f r l o(lilia cic). E ruiii d o s f l a 1 1 ~ 0 ~ Fortaleza de mais coiiliecid:i pelo Iioille cie da Sáo 'I'iago S. M. M. Rua cla Praia, em ~ i r t ~ i d e sua a F ~ ~ Z I I(Beco CIO).Na ti.+ sitiiaqãu na orla (10 cjceatlo e CE~I~O vessa das Torres-S. M. A/\. foi essa a sua pritiiitiva deiioF1nzt7o (Bêco do). Na tra- miiia<;ãn. Estende-se cicsde a vcssa d o niesrno iioiiie-S. I,. Avciiida jo2o Gonçalves Ziirgo FT~IZGO (Travessa do). Fica c Cais da Entradil d;i Cidade atii lia Rua d o Til--S. L. eiitcstar cqni » cliaiiindo 1,argo Fr~itc7.s(Travess:~ do). Esta- d a Praça. i\lo seli cxtreiilo siil c heiece coi1liiilicac;ão entre as riias leste fic;iiii o Mercaclri de D. FJcdo Doiitor Vieira e Nova de São dro v, (veiida de frtitas c 1iort;iliI'cdro, toinaiidci o noiiie dri qas) c a I)raç;t clc Sãci 1'ecfio iiinrgado João tle Freit;is ila (vciida d e peixc), tciidcr sido Silva, que residiu tinquelas iiiie- acttiile iiicrcrido cniistrliido ciii diações-S. P. 1840 e este iio. aiio dc 1880. F r i a s (BCco tlos). Na Rua Lcvaiitava-se i ~ c s t a rua o apaJoão Joaq~iiiiide Freitas, iiitiito ratoso ai.co e portao tlns Vaiaprtixiiiio d o Lztrgo c capela de douros [V. este tii~iiic], c cni Sáo Paulo, fica o Heco clns Frias, fieiite eiicoiitra-se o recinto lia vertente do 13ico tlo iiicsino oildc fuilcioiiarn o s Clrbrcstnt!iioiiie, dciioiiiiii;~c;a toiiiada do ics, ciii quc sc f a ~ enilinrqric n itiiliniio Roiiicu d e Frias, qiie e clesciiiharc~iie d a qiirisi totalileve ali terras de sesiiiariri. V. dade das nicrcarlcirias qiic eiitini11 c saciii pclu porto do FiitiPico (Calçada dri).-S. I-'. F ~ I T L O. logar de convcr- clial. Nela sc ergiie t:iiiibeiii, lias Z gcncia d a Riia Bcl;i d e Sáo Tiaoyo proxiiiiidacles d a Avenícla Jnan e cio ~ a i l i i n i i o o Pailieiro Fcr- (iriliqaivcs Zargo, o culi/lccid» d rciro e as suas ni;~isprOxiriias Pilar clc Baiigei., cliie ii Iiitin alta iiiicdiações tevc o iioiiie rie FOrca coltiiia coiistr~iida coiii blócos c coiiio tal 6 niiicla Iiojc coiilie- cle ((caiitaria iiiolc*, iiirinclatlo edificar pelo conieiciante iiiglês ciclo-S. M. M. Frijpr.(fcro fT(iia do). Ao s ~ i l Joliti i,iglit Raiiger, no ano d c e paraleli1 i rlin clo Roili Jcstis, 1798, tendo mais cle triiita iileei1ti-e as rlias cl:is Ilortns c Cor- tios de altura. Jiiiitci do pontl~, ~ reja Ijcieclia, fica tima rua, de ciii que nesta rLia c l e ~ c n i h ~ a ~ k l recellte construção, que tetil o Rua clo Snb30, eiicoiitra-se Linia iioine dc Riia d o Frigorifcro, por portada, qiie íld acesso para a ali ter existido ~1111,pertciicentc Aifaiidega e por onde etltrani i extinta Junta Agricola da Ma- todas as nicrcadorias i i n ~ o r t a [Ias do coiititiente postliguês e deira-s,
iiiil

FUNCHAL (Roteiro)

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Dulce))-S.

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d o estraiigeiro.?'eeiii praqa nesta rua os iiiiriierosos autoiiioveis que fazein carreiras reglilares entre a cidade e as freguesias suburbarias de São Martiiilio, Santo Ai~toiiio, São Roqlie e Moi1te-S. Gcmrriu (Beco do). Fica iin Rua do Gonego Alfredo Ccsar de Oliveira e já teve servidão para a antiga Rua cla Psiiicesa, Iioje Rua Trinta e Uni d e Janeiro. Toinou o nornc duni antigo fariiiaceutico, falecido por nieados clo sc'cliio passado, que ali teve unia botica, iiiuito afaiiiada iia Epoca-S. L. Gomes Frcim (Rria de). k a aiitiga Rua tlo Bispo e niais coiiliecitia pos este iiome. Existe ali « antigo Paqo Episcopal, coiistruido iio periodo decorrido tie 1748 a 1751, pelo bispo 1 .Fr. Jo8o do Nascinienlo, oiide 1 firiicioria o liceu do Fiiiiclial clesdc o ano de 1914.Teiii ainda anexas as depencleiicias dtiiii vellio Paqo e ~iiiia inutilisadn capela, dedicadn a São Lliiz, onde teve sepiilt~irao seu funclador, o prelado D. Luis Figlieiredo de Lenios [1556-16081. O portico desta capela, que se conserva de pé, feito eiii ccaiitaria rija)) desta illia, tt digno de ser apreciado pelo estiierado d o s seus lavores. Nesta riia eiicotitrarii-se o palacete da aiitiga fairiilia Ornelas, construido n o u l t i ~ i ~quartel d o século XVII, o a Filial da Caixa Gerril dos De-

posilos c a 13iblioliica ({Utilp

Guaiuln-hltrrirrhrr Mottr c Frcifas (Travessa do). V. S;ttiacris (Travessa ria)-S. M. M.

Ifcliodoro Scrlgtrdo ('l'ravessa dc). Do principio d a Estradti do Coiidc d o Carvalhal A Rua Nova da Alegriri-S. M. M. /fcnn t negildo Clrprlo (lilia de). Cntesta coiii o extreiiio okste cla Avc11ic1;i M a i ~ ~ i c l Ariiaga c de estciicIe,-se :itk 1'i liiia d e Serpa Piiitu. E liiiiitadn ao iiorte pelo J:irdiiii Muiiicipal, constr~iido eili 1885, lia aiitiga cerca c10 coiiveiitci dc S. Fraiicisco, e a o si11 pelo teatro Maii~icl rle Ari.iitg;i, iiiniigiir;ido tio iiiio dc 1885. Eiicoiiti~;iiii-sc iicsln riia a s iiislalaqões tlii Associaqão Coiiiercinl d o Fiincli:il, fiiiiclad;i iio alio clc 183(i--S. r'. ffortns fl

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iiíi clas). Siliiiicla etltie a R l i ~ i d o Dcilitoi. Costri Ferreira e n IElia Elias Giii.ci:i, Fica 11est;i riia o Asilo d o s VcIliiiilios, fuiid;irl« em 1900 pel;is Iriiiásiiilias dos Pobrcs c acturiliiietitc iii;iiititlo pcln Juiita Geral. -S. L. l-/ortos (1,ev;irliiilia clas). V. Lev:idiiilia das I-Iortas kpI'i ;Ivcss~ida). Hosj~ittrl Vcll~o (Rua CIO). V;ri desde a l'riaça o11 Largo dos Liivsadoi.es até i 'i'ravcssa cio Arciprestt. Era coiilieciria e aiiicin o é pelo iioiiie de Rtia de Sniito Anthnio, por liaver ali exisliclo irnia cíipdla desla invocaq20,

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FVNCHAL (Roteiro)

fiitidada por Aiitótrio 'I'clcs rlc capela qiie ali existiii dctlicada Meiiezes, fio a n o d e 1682. A rua, a N. S. das Aiigtistias e corisariterioriiietlte A graiidc aluvião triiicla, cri1 1662, por Diogo d a de 1803, psoloiigava-se atC h Costa Qiiiiital. Alérii d a itia, tocriibocadura d a acttial Rua de marain o iioiiie d o sitio uin beco, Latiiio Coelho e era ali qiie s e uiiia travessa c iiiais tarde o Ceeiicontsava o aritigo cdificio d a iiiitério. Foi posto o iioriie actlial, Iiospit:il, qiic pcrinancceii ncste ciii hoinenagcrii ii imperatriz local desde o s anos de 1485 ate Dona Ainclia, vitiva d e D. Pen ano d e 1687. Desta circiiiis- d i o I V , qiie cm 1852 cllegoti ao t;iiicia Ilic provciii o tionic de Fuiiclial, acoiiipanliada de sua Riia d o Hospital Vellio. Priiiiiti- filha, a priiiccsa Doiin Maria v;imetitc teve o iioiiic de Diogo Ati~élia, afectada duriia grave Afonso-S. M. M. cloença piiliiionar, indo residir lLqrcji/zha (Largo da). Foi- lia qtiiiita de Nossa Seiiliora d a s ttiri-se iini pcqticiio largo, iio Aiigustias, iiiais coriliecida pela poiito d e convergcticia d a Ruti Qtiinta Laiiibert, existeiitc nesta tio Doiitor Câiiiara Pestana coin rua, oiidc a riialograda pririces;i ii Rua CIO Doiitor Vieira, qiie iiiorscu, ~ i odia 4 d e Fevereiro teiti o iioii~c d c Igrejiiilia, por dc 1853. E111siin iiieiii6ria1 tilaiíIiaver ali cxisticlo iiiiia capela, dou a iiiipcralriz coiistruir um cied'cadn ri N. S. da Picd:icle c grandioso edificio, destinado i coiistruida ciii 11313 por Doiiiiii- iiistaiaqão duiii Ii«spitrtl para qos Rodrigues Garcks, niaii- tiibcrciilosos, qtic recebeii o s dac~aciciiiolir pela Câiiiarii Mu- priiiicisos docntes a 4 de Fcveiiicipnl, iio a n o d e 1836, para reiro de 1862 e q ~ i e o nome teiii alargrimciito ciaqtiêlc local, que de ((Hospicio da Princesa Doiia Maria Ainélia~. Atiexo a êste era ern extreiiio acaiiliado-S. Ilheus (Rua dos). Coiiieça iio Iiospital levanta-se uni Orfatiato, poiito eiii qiic se eiicoiltraiil as qiie ftiiiciona cni edificio proruas d a Caboqueira e Alexandre prio e foi fiiiidado iio ano d e Herculaiio e estende ate a Rua 1878 pelas Irii~ás cle Caridade d e São Viccnte de Pa~ilo.Eiido Favila-S. P. Inzpel-trfriz D o n 11 A~izilia. contra-se lia niesnln rtia o *Asilo (Rua da). Alarga-se esta rtia d e Mendicidade e Orfãos d o fiitídado eni 1847 pelo dcsdc a Rua ria Ponte d e São F~iiiclial~, Lazaro ate a o Largo dc Ali- beiiemerito governador civil José tónio Nobre, proxinio d a Ponte Silvestre Ribeiro. O cemitério Moiitimeiital. Eiii outros teiiipos cliariiacio das Angustias, qLie cin cliaiiiado o Cainiiilio das fica nesta iiia e serve as fregueAngustias, nome toinado diima sias da St, São Pedro e Santa

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P1JI.JCHAL (R(1feir.o )

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Maria lM;iior, foi cotistr~iidoiio ;ino d e 1838. Aiiida ricsta via publica se acha a iiiagiiifica Quiiita Vigia, que gosa da inais invejavcl sit~iaqãoe ollde residisai11 a R;iinlia Adelairle de Inglaterra [I 847-1 8481 e ;i Imperatriz Isakel da A~istria [i 859-1860j, albtii de outras ilirsti-cs persoii;igeiis. Eticotitrain-se liesta i'iia ~ i i i i iiioclesto iiistit~ito para cegos c a +Savoy hotel^--S. P. Inctrrrlclpio (Calcada ela). Fica erittc a Rtin Correia Flercclia c a Riia de Saiíta Luzia-S. L. //cflz~rciu(F<ii;i cl;i), Vai (Ia F>i.ac;ri dos Lavi.acioi.es ati. no exlreiíic~s ~ i ldo Canipo Migliel J3oiiih;ircla. Eiii lS34 cxisti~i ali iiiii itsilo, qtic 1120 tevc Iíii'ga duraqiío, clestiiindo a albergar n Iiifaticia clesvafida, darido assiiii o iic~iiic:i esl~i rtia- S. M. M. I/ilj~lciir(I'ravcss;~da). Na i-lia cio ii~csriioiioiiic- S: M. M. I1ig1e.sc.s (lSti;i cl os). V. Iliíirio tle Noticias. (Rua do). JUGO Cucicrno (Travessa de). l<iitic o Caiiipo d o Almiiarintc [Seis c n Kiia Hela de São 'I'iago, pr~ixiniado Largo das 'I'oriieiias-S. M. M. João Bcnís (Largo de). I'cc~iiiiiolargo, ciildc s c ciicoiitram a s aiitigas e akundaiites Fontes clc J o ã o Dci~ís, coiiliecicias por Gste iionie desde os tneados d o siiculo s

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I, que abastecein tinia pai-te considernvel da cidade c q ~ i clori~eceiiiaguada, a um grande ntiniero de eiiibar-

cac;i~es, freqiieiltiiin o I I ~ S S O cliic purto-S. /o60 D E I Z ~ S (Travessa de). ~ o i i i ~ i t i i coa peqcietín largo do mesino iíoixie coní a Aveiíida Jorío Goiiçalvcs Zargo-S. João dc Dcrrç (Aveiiida de). Fica i16 proIoiigar;ietilo da Rua d o Bom Jesus c estende-se desde a Rua das I-íortas ate ri Riia d o Aiiadia-S. L. JocTo Gr(qo (Rtia de). L l o Largo cio CoiiiCrcio A lilia da Se. Fica iiesta rua o edificia ciii que estào iiistiiladíis ii Dirccçáo de Fiilaiiqas e n Direcçáo dos Serviqos I'clegr:ificos-I'osiais e Telefóiiicos d o clistrito c hetii assiiii a Estíiqáo 'Tclcgr:ifo-I'cist:~l cio Flinchnl. l'oino~i o iioiiic d~iiii :i11 tigo ~ ~ o v o a í i o rpróxinio p;i, reiile de AiitOiiici Gago, i i i i ~dos coiiipaiilieiros de Jo%o Goi~q;ilvcs Zargo-S. ,/vilu (2o1ncs (IJeco clc), Ma Riiiril,;i dc A4ig~icl I>>oiiib;ii.cla-S. M. M. João Gorzpr1i)csZu1p (Avei ~ i c l > cie), iliais coiii~iiiieiiteclíai iiiada Eiitrntln (Ia Cidade. Eiitcsta coiii o Cais c estcndc-sc atC A Aveiiidn Mnniiel d e Arriaga. 'I'eiii entr'ida priricipal nesta avenida o Palicio de Sáo Lourciiçr), aparatosa resideiicia tlo governador civil d o distrito c d o coiiiaildante militar d a Madeira, e~icoiitraiicio-seiristaladas virias repartic;&s públicas nas suas depeiicicncias, como sejam a se-

cretaiía do govertio civil, a se- e Cinco de Orit~ibro, pr0xima dos cretasía do comando militar, a Paços d o Concelho-S. Estaçáo de saúde maritinia, o .lodo Ribeiro ('l'i.avessa de). 130st-o Mele~solOgico, serviqos -Comunica a Rua Bela d c Sáo .. coiii a Rua de Çarita dos Botiibeireiros Voltintêrios e 1i:igo d o s Socorros 3 Na~ifragos, ~ t c . Marin-S. M. M. O extremo sul desta rua teve eiii .lodo Snbino iin Costa (fiaiiio~itso teinpo o iionie de Portáo pa e Calçacla de). Mais co~ilie(ia Saiide, por estas ali instnlcida cidas pelo tioine de Ciclrão. Es;i repartição cjiie velava pelo ser- tendem-se destle o largo d o Peviço de sanidade ~iiaritiina-S. lo~iriiilioaté 0 Largo da Praqa, /OCOJotrg~rirtzde Freifas (Rua ligadas pela ponte clianiadli do de): Geralmente coi~liecidapelo Cidtáo. Veern-llie o iiome do aiiantigo nome d e Rua das Csiizes, tigo povoador João Cidráo-S. csteiidendo-se desde o peqiieno Jodo Tcrviru (Rua de). Da Largo de São Paulo attt o psiil- Riia do Doutor Vieira A Riia cto çipio da Calçada do Pico. 'Teve Aljube. Fica111 iiesta siia a Esco1:i o iiome d o brilhante poeta e Iiidustsial e Comercial AntOnio jornalista L~iísdc Ornelas Pinto Aiigiisto de Ag~iias, criada em Cocllio, (1843-1 920), passaiido 1889, e os escritbrios d a iiiais eiii 1910 a cliarinar-sc Riia Joao ailtiga e iinpostaiite associaç;io Joay rririi de Freitas, eni Iioriic- de socorros ~.nlittias.4 de Senageni a ~1111distiiito professor teiiibro rle 1862),.Deu-llie o iiodêste nome. Fica iiesta rLia ri itic o aritigo tabaligo J o a o de' (J~iititadas Cr~izcs,onde se cn- Tavirri (skciilo svr)-S. / o o q u i ~ zS a ~ z c h i ~ s (13Cco de).. coiitrava a iiltima moradia dc do João Gonçalves Zargo, priineito ~;i'li~i:i Doutor Vieirn-S. /rjlio tltr Silvn Clrrvtrlho (Kii:~, capith-doi~atário do F~iiiclial, cpie provavelnieiite teria ali ter- de): É a antiga lilia d o Mosteiro iiiinado a s u a labosios;i existen- Novo, tanibcin cí~iiliecicla pelo cia. V, Bela Vista (Largo da)- noiiie de Rua do SeiiiinArio, qiie eiii tempo mais antigo se cliaS. P. /oGo Maria Motlix (Riia de). nioli de João da Mota, onde se ~ i i a riia do Coronel Cunlia eiicoiitra instalado o SeniiriArio a coin o C;iiiiiiilio de Ltiis Figiiei- Diocesano de Nossa Seilliotn roa de Albiiqiiesqtie. Tottioti o do Boiii Despaclio, com urii ~ i o i n edo distinlo botanico inn- ciirso coiiipleto d e preparattirios deisense Jogo Miiriíi Moiiiz e outro de teologia. Fica ali o Posto Médico Muilicipal. Tomoii (1 822- 1898)-S. M, M. joãn de Oliveiro (Travessa o nome do professor Jiilin da de): Eiitre as Ruas do Comkrcio $i]va Casvallio (1 82 I - 1903)-S,

Lagar' (BCco do). No Cniiii- Ilieiro (prhxiino da Cripela c Qititita do Faial)-S. M. M. nlio d o Pall1eii.o FerreiroI/I,S [l'rrivessa

/ , ~ t V / / / l /O / / ~ ~ O ~ ~ ~ l i //O/'-/ ~ / ~ ~ / ~ /

da]. Do Bêco d o Noglicira no coinec;o da Calqntlii João [ ~ a r ~ ~ i i nde]. lio 1,iltino C i ~ e l h o [Rua de]. Vai da Incarnação - S. 1,. I , ~ ~ / . ~ i r l t(11, 1'/í60 [HCco (j;~]. r d o Largo dos Lavradores ate o Largo das Torneiras, scndo iiiriis Eiitrp 3 Calç;ida cio Pico c ;i conliecida pelo seu antigo iioine I?iia do C;istclo-S. P. l , l ~ / ~ ~ l l~l l /b l /Sl/)/Llt /,//:i// [I:$. de Rua Nova de Santa Mariatrada da]. V. o artigo Levadii tlc S. M. M. Ca z ~ ~ ~ r o f i i[Largo oii Praça Súnta Luzia [Estrada da]. ~~os lAvi3(rdn r10 SGo . l o N i ~['l'rnvcss;~ dos] Fica na niargeni esqlierda da]. Vai da Rtia das Maravi1li:is da Ribeira de João Ciornes, setido limitada, ao norte, pelas ri Capela dc Sáo Joso-S. P. /AO//d/I/l/ / i / /jO(l 1'1S1(/ [ c ~ l i l i i ~ l ~ ] ( ) suas da Infancia e Oudinot, a do]. Deseiiibocri na Estrada d o Iéste, pelas do I-lospital Vellio e Nova de Saiita Maria e, ao SLII, Colide do Cai.valhal-S. M. M. /,//is / ~ ~ / / / I I J / J ~ I1 //)/L I ~ ~ ! I * I / I I P 1( ~ ~ ~ pelo Largo do Poço Nesta Praça, [Camirilio cle]. Fica tia Estratia d o próxima do Largo do Poqo, ficava a antiga Igreja Paroq~ii:il Cotlde do Carvalliril -S. M. M. ilklrnr:wrr/ [Bêco oii Travessa de Santa Maria Maior, qiie a dol. Do Largiiitilio de SAo JorTo grande altivião de 9 de Outubro cle 1803 arrastou para o mar, h Rua da Irifanciri-S. M. M. ill(ir111~~rir.rr [Bêco do]. Na I<ii:i sendo Sste logar e os das suas de São Pedro, pr8xiiiio da Igreja imediaçóes os mais sacrificados ddste t~onic I.' -S. por aqiiela terrivel iniindaçáoA l l t ~ l l t [Trnvess;i ci:il. Coiiitil S. M. M. I , r c ; / ~ r ~ J o[Caiiiiiil-io do]. V . o iiica o Largo d o Pcloiiriiilio coiii a Riia do Anadia -S. artigo Lazareto [Estrada do]. illcr,/irid .~llogrvtnt//.t! [i'r:ivcssn Ltr:«r.cJn [Travessa do]. Do de]. Do Cai~iiriliodo Mcio (iio Cariiinlio do Lazareto A Estrada nortc da capela c Quitita d;i d o Colide cio Carvallial.-S. Ci. M3e clos I-loiiieils) tio Cniiiiiilio L a r ~ n l f i (Rêco da]. Na Rua d a Levada d a Boni Siicesso da Bela Vista-S. P. S. M. M, /.~'t'//l/(l1/11 //O///, ~ / / ~ ' O , Y S I J ~ /c;lJ I I I I ~ ~ I I /(10L /I ~ I~/Y'(I!//I [Avciiici:I niinlio da]. Estetide-se desde o de]. V. Doutor M:iniiel rle Arri;ig;i Catriiiilio d o Meio [prOxiino da [Aveilida do]. capela de N. S. d o Boiii SuBlir,nr~ilhtr.; (IZiia tlris]. Escesso] utc ao Catiiiiilio do Pa- telide-sc da Ç;ilç;ida dri C;rl)oii..

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queira até o principio do Caminlio de Santo António, Toinou o nome dunia capela que ali existiu, consagrada a N. S. das Maravilllas e fundada, no ano de 1657, por Diogo de Bett.ticotirt Correia. Fica nesta rua a suiituosa Quinta de São Joáo, antigo solar dos viscoiides deste noiiie-S. P. 11hr-qtrQs [Largo do]. Eiitre as Ruas das Mercés e da Saiide fica êsfe pequeno largo, que toniou o noine do marquês de Castelo Melhor, sucessor da casa dos capitães donatários do Fuiichal e possuidor de vários moinhos e azenhas naquelas imediações. tambem conhecido pelo iiome de Largo dos Moinhos-S. P. dfcrr8f/rrOsc I'ou~bnl[Praça do]. d Mais cotiliecida pelo seu antigo iioitie de Psaqa da Raiiilia. Fica entre a Rtin Sacadura Cabral e a Rua e Largo das Fontes, sendo limitada a léste pela Avenida Joáo Gonçalves Zargo. Ha já niiiitos aiios que se acha ocupada por Liinas casas de espectaculos e resia~isaiites,ein virtude de arrctidanicnto feito pela Câmara Miiiiicipal. Foi construida eiii 1839 e toinoii o nonie da Rainlia D. Maria 2.a-S. ~ l ~ l i l i ~[Rua dos]. Eiitre as r~is Ruas d a Cadeia Vellia c do Ribeiriiiho. Tomou e noine dunia antiga faiiiília Medina, qtie ali tinlia casa de residenciíi. Aiitcriortnente d n l u v i r ? ~ 5 de Iade

iieiro de 1556 era Iiabitada por pessoas da iiiaior respeitabilidade -S. JIcio [Caniiiiiio do]. V . o artigo Caiiiinlio do Meio, devendo notar-se que êle principia no alto d a Rua da Rochinlia, uni pouco ao norte da ernbocadusa da Rua d o Coronel CtiiihaS. M. M. .Ilei7.rlr~.s [Beco do]. Fica tia R~ia a Ponta Nova-S d Jler cr:s [Rua das 1\IIercGs].Estende-se desde o poiito de cotivergelicia das Ruas do Capitao Sousa (Castarilieiro), São Pedro e Netos, até o Largo do Marquês ou dos Moinlios. Ficava nesta rua a Igreja e o convento de Nossa Senhora das MercCs, conhecido pelo nome de Convento das Cap~ichinhas,fundados por meados d o século S

Related Interests

II, por Gaspar Betencourt de Andrade, seiido unia casa innnastica d a inais estreita e rigorosa observaiicia. Fornin deinolidos no ano de 1911 e tio seu recinto se levaiitou o edificio do #ALIxilio Maternal ))-S. P. Alc~*cr;s [Travessa das]. Assiiii se cliaina a parte da Rira das Mercês, que tein como liliiites a Rua de Severiiio Ferraz e a Travessa das Capiicliinhas --S. P. ~lli!jricl llot~lOnr.rlrr [Campo de], niais coiiliecido pelo seii antigo nonie de Campo da Barca, eni Iioinenagetn ao diploinata Conde da Barca, passando a chuinar-se dn conssllieiru Jose

L~iciatlodc Castrn, etn 1827, e priricipia no Caii~inlio d a Lecle Migliel Rnmbarcl:i, em 1 0 1 1. vacla tie Sailia Llizia, confinando F2icn iia niai.gciii escl~iercla d a coiii n R ~ i acle Santa Luzia. Montciro (Riia do). Liga Riheiri, de Juáo Goiiies, tendo corno Iiniite sul o Largliililio Rii;i clzi Cadeia Vellia coi1.i a d e 'l'riizta e Ui11 de Janeiro-S. d e São Joáo, oiide desei~ibocar-i~ Moliunlentirl (Estraclii e Polia s Tilias CIO O~ictiizot,Iilfancia e Ortielas. A riia, cltie, 110 rolori ri- te). V. o artigo Kibeiru St.cii g:.;imeritci da Aveiiidn de Joáo (Estrada e I3otite do). Mosfoil~) Novo (RLI:~ cio). V. Deiis, atravessa Cstc C;IIII[JO, divitle-o em duas partes beiii Jiilio cla Silva larvallio (Riia <[e). il.lotir Freitas (l'ravcssa de). rjistintas, seiido a dn s ~ i ltraiisforiii;icla litinia Praça, cpie terii V. Guarda Miiriilliil Mota Freio riome dc Tetierife, e i i ; ~ d o tas (Travessa do). Mn~lr.cri.ia (Rua da). V. Doiiiiorte encoiitiam-se o Posto d e Ilesiiifec~áo Teri estie, aberto for Scclueira (Rua do). ;io serviço piil,lico eiii 1905, e M~rnicipin(Praça do), iiiais o L)ispcnsirio Anti-l'iiberculoso cniiliecida pelo notile clc Largo L)istrital, constr~iidoli(> nilo d e clo Colegio. Fica ciitre a s Runs 1933. Eiii freiite dêstc I3ispei.i- do Comíli.cio e d o Doutor Vieirn. s;ii*io se lcvrinta o iii otl~iriiei~toNesta I'raçn cticoiitrani-se o aii;to Lotide d o Cnnavial,cliie se eii- tigo Colegio dos Jesuitns coiii coriti.riva na Aveiiidn d o Uolitor a licla igreja riilexn de Sáo Joáo ill;itiiiel cle Arii:ig;k--S. M. M. Evatigelistn, edificada nos priiiA4igrrrl BonzDi,~.tilr (Ratiipíi cipios do scg~iiido cliiartel d o clt.). Fica iio Caiiipo d o iiiestiio st;ciilo s \ l r r , r)s Paqos d o Corinotire, n ci~testnrcoin :i Ktia dri cellio (V M~iilicipio FLIIILIILII) CIO Kocliiiilia-S. M. M. e :ilg~iiisescritórios forenses-S. Il'ligrrrl Crrtilolllo (TZCco d e ) . M11rçns (Rii~idos). Da AveN o Laig~iinlio cle Sáo João, nida jofio Gonqnlves Zargo nt6 prtiximo da eriiboc:tdiira da i'ilt;i A Rua cio Sab2o. A parte desta cio Oriielns. To~iioii o iiorne riia, compi.eeiididn entre o íliiiii Juiz d o povo, qlie ali tirrlia Largo d a Sí: e a Avetzida Jofio resiciericin-S. M. &I. Gviiçalves Zargo, conservoti atí: Moi~illos (BCco dos). Nii Riia lia poiicos íiiios v tionte de Kiiri cln Saiiclc-S. P. dc) Capitáo, ((por ser, diz FI'LIM o l ~ i r n s('Travessa dos). Fi- tiioso, a serveiitisi iilais direita ca iin Rua c l ~ iSsiide-S. I). para a casa do Capitão-DotiaMonte (Cariiitilio (10). V . o tirio.. O nome Murças leinbrn artigo Criiitirilici do Monte, ciiri- a ~iiciradia qlie ali tiveram, rias viiido riotai. qiic esta estrada irrieclia$ões cla Sb\, alg~llls niern-r

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b r o s do antigo cabido da Cate- Lavradores. Tolnou o nome do dral. Em tempo mais antigo teve engenheiro Reitialdo Oudinot, t a n ~ b e mos nornes d e Amoreira falecido no Funchal eiii 1807, e de Diogo Lopes. Nesta rua que dirigiu as iiiiportaiitcs obras ficam as repartições da Junta do eiicariaiiiento das trrs ribeiras Autonoma das Obras do Porto que atravessam a cidade. Teve d o Funchal-S. esta rua o antigo iioi~ie-de SuiNetos (Rua dos). Vai da Rua raqueira-S. M. M. d a s Mercês Rua Cinco de Paiol (BCco do). Da Calçada Oiitubro, junto d a Ponte Nova. do Pico ao Paiol, cjuási em irente -S. P. da Tilia do Castelo. Nêste Bêco Nogueiro (Bêco do). Da Rua encontra-se o Paiol Militar, corisd o Born Jesus Ii d e Elias (>ar- truido no ano cle 1825-S. P. cia-S. L. Palheiro do Ferreiro (CamiNova da Alegria (Rua). nho do). V. o artigo Caminho Atravessaildo a Rua de São Fi- do Pallieito do Ferreiro. lipe, liga a Rua Bela de São Pristo (Caminho do). Parte do Tiugo com a Estrada do Co~idc Caminho do Palheiro [prbxitno d o Carvallial-S. M. M. da capela do Faial] e riáo coniuNova da Belo Vista (Rua). nica corri outra estrada-S. G. Paulo Dins (Beco de). Fica V. Bela Vista (Rua da). Nova cla C o n c e i ~ r (Rua). V. na Rua da Imperatriz Dona Aiili?~ lia e estende-se ati. h Rua dos Çerpa Pinto (Rua de). Nova de Santa Maria (Rua). Ilheus. Tomou o nome do engenlieiro militar Paulo Dias de V . Latino Coeltio (Rua de). Nova de Süo Peçlro (Rua). Alnieida, que viveu na Madeira Entre a Rua do Doutor Chaves no primeiro quartel do sbculo X I x [Aranhas] e a Travessa do Frei- e que levantoii uiii mapa geral tas. Fica nesta rua a casa de da Ilha da Madeira, que existe caridade conhecida pelo nome na Biblioteca Municipal. Nêste d e Casa dos Pobres Desampara- Bêco encontra-se a séde do dos, fundada em 1895 por Jose Patsonato de São Pedro, com escolas gratuitas, cinema e teaFernandes Velosa-S. P. Onzelns (Rua do). Vai do tro. -S. P. Pedro José de Ornelas (AveLarguinho de Scío João [Praça d e Tenerife] à Rua d o Hospital nida). Comeqa no ponto de encontro das Ruas do Alferes Veiga Velho-S. M. M. Oudinòt (Rua do). Fica na Pestana e de Elias Garcia e estenmargem esquerda d a Ribeira de de-se ate a Estrada da Levada João Gomes, entre o Campo de de Santa Ltizia. Teni o nome Miguel Bombarda e a Praça dos duin presidente da Câmara Mu-

I

1:LINCt lhL (Roteiro)

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1,IINCI i;\[.(&otciro)

tiicipal do F~iiiclial,falecido ein Largo cla Igreja d o Carnio e 1879, qiie resicliii nas siins inie- foi ahcrta erri 1856, custa cio negociante iiiglcs Josk Phelps, diações-S. L. Pcilro Lopes (Beco de). No d o q~ialtoiiiou o i~oiiie-S. Pico (Calqada do). Vai ciescle Caiiiinho do Pallieiro FeiSreiso a Calçada de Satita Clara e Rua -S. G. Pe/onrinlro (Largo do). Fica Jo5o Joacl~iiiii cle Fseitas até o no prolongainerito d a KuaDireita começo d o Cniniiiho d a Acliacla. e nele desembocam a Rua d o Cliaiiia-se Pico d o s Frias a etniAiiadia, a Raiiipa de Joáo 53- 1ie11cia qiie domiiia esta Calqada bino ela Costa, o BCco da Maliri e cl~icIlie cleu o tioinc siniplie a i.Lia Direita. O pclo~iiinliod c ficado clc Pico. O alto desta Iaejaspe, que ali cxistiii c cltic Ilie dcirn drí acesso i Fortálcza d c cleu o tioiiie, foi dernolido n o São Joáo 13aptist;t oti CIO Pico, coristriiidn cni forii~a cidadela, de ano de 1835-S. Pc~ia(Rua da). Da Avenida 110 pcrioclo clccosrido d e 1622 a Pedro Jose de Osticlas atk I\ R L I ~ I1624. Dcsdc o alio cic E 925 acliaSilvestre Quintiiio de Freitas se ali fiiticionarido n Estação Eindio-'l'elegrrifica da Arrliada, d e [Cascalho]-S. L. P e m (Travessa da). Coiiiu- exercicio pei-iiiatientc e iinicanica a rria do inesnio nome coiii metite ciestinada ao serviqo ofiri Avenida Pedro Josk de Os- cial da maritilia e transrniss2o das observações tiletcorologicas nelas-S. L. Perihn de França (Rua da). recebidas d a s e~tibarcações.D a Vai da Rua da Iinperatriz Dotia explanada desta fortaleza disAtiiklia até B Travessa do Re- fruta-se uina vista siirprcciidente diito. Existe ali uma resideticia sobre todo o anfiteatro do Firtlepiscopal, tendo anexa a capela clial-S. P. de Nossa Senliora da Penlia de Pilo!' (Can~itihodo). EsteríFrança, funciada e111 1622 pur de-se desde o Largo d a Cruz de Atitóiiio Dantas. O grande potta do Carvalho, iio Can~inlio Sáo visconde de Castillio residiu Martiiilio, [V. o artigo deste nonesta casa [1840-18411, quando iiie] atk o ponto d e coilvergencia acompanliou B Madeira o irmão cio Catiiinho d o Esniei-aldo com conego dr. Aug~isto Castillio, a estrada que conduz a o Pico de que ali faleceu. O eniinerite dos Barcelos. A pcqriena disp r e l a d o D. Manuel Barreto tancia do largo d a Cruz d o Car[1877-19111 acha-se sepultado valho fica a capela d e Santana, junto da porta desta capela-S.P. fundada em 1790 pelo dr. AnPhelps (Rua do). Da Ponte tonio Deilis d a Silva Conde. No do Beteilcourt até o pequeno sitio do Pilar, que deu o tlonie

n esta estrada, encontra-se :t cn- coiistriição o ap;~ratos;\pela de N. S. d o I'ilrtr, inaildridn S. M. M. edificar- por (3oiiçíilo de 1:rcitas Pornblrl (Riia do). V . PriI)rtiiiioiid, tio ;i110 de 1676. 11icii.o d c Maio [Rita]. Pimriitrr (KCco rio). N a coiiPonte Nova (Rua da). Da vergeiici:i do Largo cin IJi.;iqa Iiiia Liiico de O~itlibro, frente eni colii ri Calçada cle JoAo Snbiiio tla Ponte Nova, atk o cotiicço díi Costa, tniiibein cotiliecido por da Calçada dn Incnrnaqáo-S. 1Gco d a Síilg~i, qiic C o sei1 Polite d c ) SGo I,irzrrro (Rua ;iiitigo notiic-S. tin). Vai da r ~ i aScrpa Pinto ati. /Vinicritrr ('l'i.nvess:i do). Co- ;I IZiia da Impeintsiz Doiiri Aiiliiiiiiiiiicíi a Hiin Hclri de S;io 'l'irig'o lia, jiiiito da Ponte de Siio Lacoiii o Criiiipo do Aliiiirnnte zi1i.o--S. P. IZcEs-S. M. M. Porztinha (Estrada da). V. P'inicnta dr A,qltiiii' (I<ii;ide). Sncndiisn Cabral [Estrada de]. V;ii d o 1,rt~gO CIO Viscoiide d o Porfodcrdc F ~ r j y(Beco da), ) liibci1.0 Tieal, [ii;i iiia clo IJo~itOi. C o l n ~ l ~ l i c a Lcvacln do Boili a Vi~ii.;il,li I<!l;i dc J O G O Jo~iqiiiiii Sliccsso, ao sul d a capela do dc Freitas. E o noiiic clo distitito ~ l l e ~ t l 110113(3, ~0111 o cai1iillllo lr) pocla c tlraiilatiisgo iiiricicireiisc do Meio-S. ~ / 1 ,M. Mntitid Caeteiio l'iiiictita de I,orluifirs (lirico ~i~~ Agliiar 11765-1 8321--S. I>. 1iii;i dos Illiciis coiii n dris MaI-'ilirr (I?tla do). l ~ ~ t c l i d c - ~ c snvi~~lils-$,~ 1'. díi Avctiida 1'edi.o JosC de OrPor.tiicl (Raiiipri do). Fica tie1:is atLI ít Riia d o Vale Por- elltre liua de s~~~~~~ a do ~~~i~ c iiioso--S. L. Purtrio cie Sâo 'l'i;igo.-S. M. M. I'itiri (l'rnvcssn do). N;i li~i:i po,.f~c, (r~invcssa N~ do), do niesiiio II~IIIC--S. L. do Portão dc Sáo 'I'iago. J'i~ihci~.o (Beco do). N;i Kii:i ~ ~ ,(if. ~2~ ~ ~ i Tiago do Coiiii.rcio, ~irtixiiilo o Largo do), ~~~d~ o campo Alnlid do d o '~'orrc~o-S. r3. iaiitc Reis iit4 h Ríimpa do Forte Pilztor' ( 1 3 0 ~ 0 do). Nit Cal- d e São Tiago. Fica ali a fortaçada clri C;ibo~tcl~ieir~t--S.I'. leza ciGstc iioitic, que responde J30eo (1,nrgo do). Nri mnr- 3s salvrls dos navios dc guerra porto, e achagciii escliicrda d a 1Zibeii.n clc ciltrndos tio i ~ o s s o Jolio Goilies, eiitre n ['raça cios se ali aqiiartelrida a Bataria de Lavraclor-es, litia dc Saiita Mariri, Artiliiaria de Defeza Movel de Caiiipo Aliiiiratite rieis c Kitn Costa. Esta fortaleza foi cotisdos i-)rofítt;is,ficn Gstc largo, oiide triiicla tio primeiro quartel d o se cncol.tti+n \i111 futitendrio de stciiln sjr1l e ein grande partc

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I:IINCI IAL (Roteiro)

reedificada por nieaclos tlo skculo SVITI-S. M. M. Prnça (Largo da). Fica nos extremos do laclo Iítste d a s riias da Alfatldega e Gago Coutiiilio -S. Prnça (Travessa da). No Largo da Praqa-S. Praça tia Constit~riçiio.V . Doutor Manuel tle Arriam . [Avevida do]. Pracrr clrr Ruinhn. V. Marquês d i Pombril [Praça do]. Praiir (Rua d;i). V . Gago Coutinlio [Riia de]. Prctrrs (Riia das). V . Lloiitor Câmara Pestana [Riia do]. Primeiro dc Maio (Riia cio), inais conhecida pelo seu aiitigo nome de litia d o Ptinibril. Estende-se desde o ponto d e ctlcontro das riias d o Torreáo, Doutor Aiit61iio Leite Montcirn c Caminlio da Torrinlia, nti. a Riin de Santa Luzia-S. L. Principe (Rêco do). Na Rua Cinco cle Outiibro [13rincipc], acima da Travessa d o Redoiido -S. P. Principe (Rua do). V . Cinco de uutiibro [Riia]. Pritlccsu (Bêco diz). Na riliri Trinta e Uii1 de Jaiieiro [Princesa]-S. Princesa (Rua da). V . Trinta e Uiii d e Jaiieiro [Riia de]. Pri~zcestr Do~za Maria Arizblia (Rlia da). Da Rua da Iiiiperatriz Dotia AmPlia ate h 'I'invessn cio Rediito. V. iiiiperatriz Doiin Amelia [Rua da]-S. P.
L.

l3r(!fr:trrs(Riia dos). Eiitre a iii:iigem csqiierdri d a Ribeira de Joáo (ioiiies, o edificio da Liiz Electrica c o Lrzrgo d o r-'oqoS. M. M. QnilDi.rr Costrrs (Riia do). V, Bela Vista 1Rii:i tia]. Qacirncrdn de Boiso (Ruti d;i), Eiitrc a Riia d e Jfio 'I'avii;~ e Rua d o 1:statico Vcllio-S. C,)uciniirifirde Cimo (Riia da). Eiitre n 1iii:i d o Coinkrcio e n de Joiío l'avira. 'l'evc ailligaiiierite o iioiiie cle Afoiiso Vaz c depois o d c 0liveir:i--S. Rcrio/zdo ('i'rrivcssa do). Do Largo d o 'I'orrcfio riiia da Saiicic, 11ar:ilcln (I ritia Cinco de Oiitiibr»-.S. P. Rcdr~to('l'ravessri do). Entre a Riia da l>eiili;i d c 17raiiç;i e :i 1iii;i d a Priilccs:~ 1). Maria AiiiClia-S. 1'. I ? q o (l'ravcss:i do). Liga :I Rua tio Iloittor Costa I'erreira com ;i Avciiidíi d e Jogo cle Deiis -S. L. Rris ('l'r;ivcss~i dos). Cotiiiitiica a Kiin l'riiita c Uni d e Janeiro com n Ruri Corrciri IIeredia-S. Rcsta~rra~Yo (Largo da). fi liinitado ao iiortc e ri Ikstc pelas Avciiidns d o Doiitor Maniiel dc Arringa c Jofio Goiiçalvcs Zargo. Existiii iiCstc Iiirgo iiin aiitigo teatro, qiie cra eiitão o iiiaios d e Portiignl, alem d o cle São Crirlc)s, coiistriiido iio iiltimo qwarlel do s6cwlo X\~I.KK demuc

FUNCHAL (Rofeiro)

149

FUWCI-IAL (Rofeiro)

liclo, por motivos d e oiadeni po- 7'eve d u r a ~ i t e alçiim teiiípo o litica, n o ano d e 1833-S. noiiie cle (c 17 íie Junlio d e 1922.. Ribeira de Sfio Joiio (Rtia -S. da). Ladeia a inargeiii esq~ierda Sirc~iclllra Crz61al (Avenida da Ribeira d e São João, desdc a de). Estende-se d a Avenida João Estrada d e Sacadura Cahral até Gonqrilves Zaigo [Elitrada d o a Rita d o Dotitos Vieira-S. P. Cais] até o Cais d o Molhe da Nibeiri~zl~o (Béco do). Na Poiitiiilia-S. e S. P. l'ravcssa da Convcniencia-S. L. S~icrisfin (l'ravessa da). Da Riúcirinho de i3ui.w (Riia Calqada d o Socorro B Rua Bela do). Da Tilia d o Do~itorCosta de S á o Tiago, Indeaiido a Igreja Ferreira até ; Travessa dn Malta Paroq~iialclc Saiita Maria Maior. i -S. Tein Iiojc o nome de Giiarda Ribeiro SELO (['asseio ou Marinha Mota Freitas- S. M. M. Sirlga (Bêco cla). V. Pimenta Largo do). V. António Nobre /Largo de]. lueco do]. Rio de Ja~zeiru(Riia clu). Na Salcs (Bèco do). Na rua rio Estiada clo Condc d o Carva- Til-S. L. Ihal-S. 6. Saltos (Catninlio dos). Do Robcrto Ivcns (Riia de). EII- Caininho d e D. JoAo até A Estre a Rua d o Coiisellieiro José trada d a Levada d e Saiita Liizia Silvestre Ribeiro c a cic Sào -S. L. Salvador (Beco do). Na Rtia Francisco, ao norte d o Jardim Municipal-S. P. dos Arrifes. S. P. Rocf~ii~lia (Beco da). Da rua Srrliila Catarina (Largo dc). do iiiesliio tioine h Travessa cla Na Travessa d o niesnio rionie e t3oa Vista-S. M. M. j~iritocla capela desta invocaçáo Rochinhn (lilia da). Da Rua fica cste pequeno largo. Foi esta c10 Hospital Vellio atr! o Canii- a priineira capela edificada iia iiho do Mcio. Na Rocliiiilia dc Madeira e reconstruida por ineaBaixo fica o I-Iospital Militar, ali dos d o seculo S

Related Interests

III. João GQIIiiistalado dcsdc o 1.0 qiiartel qalvcs Zargo teve ali a sua prido sCc~ilosrs-S. M. M. riiitiva morridia, ao iniciar os H o c f ~ i ~ z (Travessa da). Da traballios d a colonisaqáo-S. P. l~a Snntli Clrtarinir (Travessa riia d o niesnio noiile A Estrada d o Conde d o Carvallial-S. M. M. de). D o Largo rlo inesino nome Rosas (Rua das). Entre a Rua até A rua d a Iimperatriz Dona Bela d e São Tiago e a Rua d e . Amelia-S. P. Santir Clara (Calçada de). São Filipe-S. M. M. Sabiro (Rua do). Da Rua da Estende-se do Largo d e São Alfandega h Riia do -Comércio, Pedro ate a Calçada do Pico,

Ficam ali o antigo convento e C a l a ~ a d e Viveiros. Em 1005 Igreja d o inesino noine. A casa foram cedidos pelo estado ao conventual foi ein grande parte prelado D. Manuel Agostinho demolida, restando de pé aigrejrt, Barreto, q u e ali fez constrliir o onde se encontra a sepultiira de Liin n ~ a g i ~ i f i cedificio destinado João Gonçalves Zargo, o pri- ao Seiniiicírio Diocesaiio, o cl~ial meiro capitão-donatario d o Futi- começoti a fiiiicioiiar e111 Oiittichal. Foi o fillio deste, Joáo Goii- bro d e 1900, seiido cxliilto pelo çalves da Câmara [1414-15011, o clccreto d e 20 d e Abril d e 1911 fundador d o converito, tendo a (Lei d a SepaiaqBo). O decreto respectiva igreja sido recoi~s- d e 12 d c Agosto d e 1919 autotruida e ampliada n a segiinda risou o estado a ceder esse edimetade d o skculo SI~II.Ntiiiias ficio c? Jiinta Geral d o Distrito, depcndencias do antigo mostei- pela iinportaiicia d e sete inil e ro, estabeleceu-se lia pouco uiil qiiinlientos cscudos, e tiêle sc Colegio Ultramarino de Forma- instalaram a s diversas repartiqão Missionária, dirigido pelas qões dêssc corpo administrativo religiosas franciscarias niissio- c ainda o~itras,como seja111as nárias de Maria, tendo anexa cios serviços agroiicimicos e flolima créche. Nesta calçada eil- restais, o Posto d e i3acteriol6Escontrain-sc instalados o s ctiver- gico e I-Iigibnc, a Inspecq,?~ sos serviços dri ~ W e s t e r n?'ele- colar, etc. O clecrcto 11.0 13514, grapli Coiilpany)~ [Estaqíío 'l'ele- de 25 d e Abril de 1927, ordcçrafica Inglesa]-S. i->. noLi ;i entrega d o iiicsiiio cdiSatlta Emilia (Bêco de). N;i ficio i Coinissão Dioccsaiia do Rua Trinta e Um d e Jrineiro, Ciilto, o q u e aiiiila não s e veripróximo da Rua Coiiego Alfredo Licoii. Nesta rua fica ; Igreja i Cesar de Oliveira-S. L. Paroc1ui;il d e Saiita Luzia, coiisSorzfu Luziu (Raiiipa de). Da tr~iidatio ano tle 1741. A frcRiia Primeiro de Maio até o giicsia fOra cririda ctn 1676, cotii coiiieço da Rua de Santa Luzia, sbdc iiiimn capela d o mesriio -S. L. iioiiie, mas ciii sitio clifcrcirte d o Sarztiz Luzia (Rua de). D a d a actiial igreja-S. L. Calçada d a Iiicariliiçrio nti: Santa Mnritr Maior (Riia cle). Estracla d a Levada tle Saiita Cslciirle-se desde o Largo d o 1'0Liizia. Nesta riia e lia Calçada c;o ;itk ao Largo d o Socorro, ciii d a Incariiação, qlie fica tio sei1 F,rciltc cia Igreja d o mesino noiiie. prolongameiito, existirain o cotl- .E iiina d a s iiiais antigas ruas da vento e igreja de Nossa Se- ciririclc c pr»vi:iii-llie o nome nliora d a Iiicariiaç30, fuiiriados d a Igrcja quc existiii jutito a ela, ein 1650 pelo concgo 1 leiiricl~ic iini pouco ao iloilc d o actiial

Largo d o Poço. Ein contraposiSunto Anfd~iio (Rua de). V. cão rio noiue d e Conceicáo de Hospital Vellio [Rtia do]. Ciina, (Saiita Clara), tlaclo c:iSùo Filillc (Rua cle). Vai d a pela f~indada por Zargo, clia- R~iadas Rosas ate ao Cainiriho tnoti-se a esta Conceição de do Aciaioli-S. M. M. Baixo, que depois passou a ter SrTo Fi[ipe(?'ravessa de). Fica a denomiiiaqáo cle Saiita Maria na Rua de São Filipe.-S. M. M. Maior, por sei. de mais ainplas ~ 5 Fr.clliL.jsco , (Rila de). Vai ~ r o ~ o r ~ ccllie a igreja da da Aveiiicln d o Doritor Ailanuel es CoIlcciç50 de Ciiila. l'aiilbclll ,fe Aiiiagn ate Riia do Doutor teve 0 llotiie de Nossa !kIIiioi-a Vieira, serido pelo iado de CIO Calliati, pela sua situaqáo 111,rgilia(la pelo Jardim Mul1ipi'hxitlla da Praia, iioilie C S ~ C pala Conserva ainda o nonie d o qlie igliallllente Se esteiideit a antigo coilvento de São Frantoda a paróquia. C0Il10 jh atici~ cisco, cltie ali existia, cuja bela fica dito, esta Igtejri foi arrasada igreja foi demolida por 1866. pela allivifio d e 1503. A rictlial Foi (iada a esta nia o Iio1ne d e igreja Paroquial tiilIin a iilv?ca; 22 de março de 1921, qLienão c;iío d e Tiago e ~>ertencia perdurou, voltanrio a ter a siia a Cdmara Muiiicipal cio Ftinclial, antiga ~eilo~lliila.ç~o-p. S. que a cdificarit em 1523, cuiiio SBLI .lUOo peco N~ de). voto feito ao padroeiro da Dio- de Sjo Jo30-S. P. ccsc, o apostólo São Tiago MeSc".Iuco ToLa~guioIin de). ilur. Sofreli aralides reparacoes ca ao sul do Campo de Migtiel eili 1632 e foi iiiteiiamcntc recoiistrt~ida i,o silo de 1752, Uo~nbarcia,próxiiiio das eiiiboieildo 1503 pela caduras das riias <li1 Infaricia r C5niasa para servir de lgrcja Ort~elasc do Bêco d c Migucl Paroquial. A priiileira freguesia Carvalho-S. hil. M. Sao ./oão (Rampa de). Na criada na Madeira foi :i de Santa j'Jfi0-S. Maria Maior, crija existencici Rl~ade Sáo JorTo (Rua de). Vai do deve dalrir d o riieado do segtindo qliartel d o skculo s v c priricipio da Calçada d a Cabouciija séde se estabelece~iii;i ca- qiieirri h Capela de São João, pela d a Coriceição de Baixo, lia iiiargeni direita d a ribeira cliatnada postei-iostiicntc Nossa cltste noine. Data esta capela do Seiihoia d o Calliati, conio açiina segiiildo qliartel d o século X V c teve aiiexo o primeiro cotifica dito-S. M. M. Snilto Antcjllio (Cailli~llio yento cle religiosos frailciscanos. L cet~tro duiiia concorrida rode). V. o artigo dêste titulo. iilngetn-S, P,

I

FtlNCHAL (Roteiro)

15.2

FLJNCHAL(Rotcjro)

São 1,azrrm (H&co de). Na cliclo rio alto d c Santa Catariila. Calçada do nicsnio tioiiie-S. P. Foi tanibeiii riestas inicdiações São Laznr-o (Calçada de). Da ytie s e cstal?eleccu o priirieiro Avenida Sacadura Cabial atk liospita1 qlie lioiive fia Madeira, rio Largo d e Santa Catarina. Teve priniitivniiletitc o iioiiie de Toniou o noiiie d o 1-Iospital d e Capela d e S ã o I'eclro e São fieSão Lnzaro e Cnpclri da iiiesma F'aiilo e servi11 d c silcle qiiritido irivocaçríu, qiie ali cxistiiain giicsiii cle Sfio I>etii~o, desclc OS Fiiis c i o sC'c~11oS \ f ~ r , cstti foi ciiiitin 110 riiio dc 1569. tendo estado a gafiiiin anterior- -S. 1'. iiiciite iiistalrida no~itio locítl c Sfio Piru/o (l'i.;ivcsi;n tlc), sido fiiiidoda nos firis d o si'- Liga o pcqiicno 1;irgo d o iiicsilio c1110 X

Related Interests

. OS ilitirilo~ 1 ~ p 1 . 0 ~,10111~c0111 11 [{11;1 díl Ribeira de 0~ permniicceiaiii iia casa Iiospi- S A O loáo-S. I-). talar da Calçada de Slo Lararo p(,'yr0 ( ~ ~,agr,~ cle)a l i ~ 3t6 OS priilcipios de 1913, setido Fica Camiillio ~ ~ l ~ ~ ~ ~ , ~ , - . ri6stc ano o cdificio adaptatio . p . iinstalaqáo da cncleia coiiiaicá SrTo Priiro (Largo dc). Fica c nêie iiiteriiadus, aiiidri nÇsse ciii Freiite rla Igreja de Sáo ['cano, os presos qlic s e achnvaiii eiicarceiaclos ria casa d o Largo tlso, ondc rlesenibocaiii a s riins de S?io Pcdrli, Câniíir;~r'cstana, da 56--S. P. Aiig~istoJosk Vicirri, Dotitos SeSfio I,ourc/zço (Calçada de). Da Rtia Ilcri~icncgiliioCíipclo ; qiiciirt c C:iI~rtdn d e Saiit;i ÇI;ir;i. i A igreja pai~oqiiial ali cxistciite Riia das Forit~s-S. sdoL,lis (-l-rrivcss;irlc). F~~~ foi coiislriiidii iios Fiiis d o seria litiad e s ; ~ ~ ~~ ~ ( ~~i ~ culo s v r c rcctlificndíi por iiien~ , pr~jxillia , dos rio skciilo svirr. 'l'ciii hclns ilrt Igrcjn clCstc iioiiie---S. L. C i i t c r i o i c s ti;i sasão l r r i i , r l r(t ~ ~ i i l i i r ltlc,. d w o r í i qtiriii ' ~piiiiioroso c triplico, ~ i llo cristia V. o artigo ilCstc noiiic. srii, (Ri.c,, rlc.). Na o l ~ j c r t otlc graiicic :idiiiir;ic;ao e pai'tcl dits pessliiis T ~ sBo ~ ~ ~ I). ~ - s . ~ por ~ ~P ~ ~ ~ ;tprcyo, ; ~ vessadas~ cri1 nssiiiitwi iiitisticcis, szO pL71,10 (,,iligO ~ ; i ~ S. I'. Gste ~ c q i i e r ~ 1,;irgo ciii Frciite o Srio 1)cvlro(litia de). [.)o Iíii.gci tln capclri d o iiicsiiir) iioiiic, 11;i Riia J)c)~itoi. Vieira. I);\-se ric Srin r'ctlro A Riiíi tio Capit;io Jorío Cjotíç;ilvcs Znigo ~ o i l i o Snusíi [Cnstrtiilieirol--S. I'. f~:iidador clcstn csapel;i, qiie 6 das S(To Rciqrre (Caiiiii~liv rlc). innis aiitigns cxistciltcs riCrile Vai tlcsrlc o Caiiliiilio cl;i Acliarln bispado, frizciido junto dela a (Muro cta Coelha] ati! i Igreja siia iiioradía, depois dc ter resi- Paroqiiial d e São Rocl~ie--S. R.

FUNCHAL (Roteiro)

153

FIJNCHAL (Roteiro)

Srio S e b n s t i ~ o (Bêco de). No Largo d o Coiiiércio-S. Sáo SeDasfi&~ (Largo de). V. Coiilercio [Largo do]. Sauciade (Travessa da). Na Rua d e Saiita Luzia, qiiási eiii frente d a Igreja d n mesmo iionie. Fica nesta travessa o CelllitCrio paroquial-S. L. saúde (calcada da). E~~~~ a s rtiaç da S a ú d e c d o s Alarlios. -S. P. S<riirlc (Rua da). D;i Riia Ciiico d e Outiibro a Calqada da SaUde. Existe nesta rua a capela 'Ie N. (Ia Saúc'eJ que deu o rioine a o Iiigar, furidada em 1659 pelo dr. Pedi-o Cardoso d e Valclavesso--S. P. Sé (Largo da). Fica ein frente d a Sé Catedral, seiido lirnitatlo pela rlia d o Aljiibe e Avenidas d o Doritor Mantiel de Arriaga c d o Doutor Antonio J o s é dc Almei~ 1 % . 7'oliloii o ilome d o tcnlplo qile ali s c levaiita, classificado c o m o Moi.itimeirto Naciotiai e qi~c para a Cipoca c lugar erii que foi col~striiiclo pode coilsiderar-se iitn edificio grandioso. Cotiieço~ia s u a coristruc;ão 110s iiltimos alios d o seculo x \ ~teiido , sido sagrado e aberto ao serviço d o ciilto tio aiío J e 1516. V. Fiiticlial [Diocese do]-S. Sé (Riia da). Ladeia pclo sul. o edificio da S é Catedral e est e i ~ d e - s e desde o Largo d a Sé ate i Rua d o S a b á o . A parte compreendida entre a Riia d o s

Capelistas e a Rua do Sabão teve o antigo nonie de Cotife.--S. Serpa Pinto (Rua de), conhecida aitida pelo antigo riorne de Rua Nova da Conceição. Vai da Rua da Ribeira de São Joáo e Herinencgildn Capelo até i t Rua da Ponte de São LazaroS. P. Scvcriuno Fcrru (Travessa . Coiiliinica a Rua do CQ) ' ] C niércio coni a Rua das Mercês. -S. P. SidO,rio Piris de), E,lcom a rua da Pena e segLlc, direcçáo sul-ilorte, a Aveaicla Pedro José de Oinelas. -S. L, Sili,csf,c Qllirlti,io de FI.Eitrrr (Rua de), mais coiihecida pelo seu antigo noine de Rua o; ~ ê c o o C<içcalllo, Esterlde-çe d da Rua do Aiiadia ate a Rua da f)ciin, T O ~ ~ o noltie diiin [,e~ L I gociailte q ~ i c residili-s. L. ali Sóca (Beco do), Na Rua dos Arrifes-S, P. Socorro cio). Na Rua de Saiita Maria Maior, não milito distnilciaclo da respectiva Igreja ~ ~ ~ ~ ~ ~M, M. ~ l - - S . i ~ Socorro (Calçacla do). Da 1~arg-0 do Socorro atb o co11le~o(10 Catiiiiilio do Lazaseto -S. M. M. Socorro (Largo do). Na R U I de Santa Maria Maior, ciii frente d a Igreja Paroquial do mestno nome. Na antiga igreja paroquial [V. Santa Maria ~ a i o r ]existiii uiiia imagem de N. S. d o SO-

,,,

corro, de grande veiieração, que d o iiiesiiio t~oiiieit Estrada da deu o nome a Igreja e tambem Levada d e Santa Luzia-S. L. Til ( l i ~ i ado). D a R ~ i a Trinta A fregiiesia, passando essa deriominação à Igreja act~ial, ainda e Um d e Jaiieiro A l'rnvessa d o L. hoje viilgarmente clia~iiada d o ?';I-S. Til (Travessa clo). Eritre a Socorro. Esta Igreja era dedicada a Sáo Tiago, padroeiro d a Riia e o B8co d o mesiiio noine. diocese do Fiiiichal, tendo sido -S. L. Tinhtt.cilw (BCco do). Na .recotistr~iida ano de 1752, no tio Iiirsmo local erii que existia Rua Triiita e Um d e Jaiiciro, ao outra capela de igual iiivocaqão. nc,rte da Ponte cio Boili Jesiis. Pertencia à Câmara Miiiíicipal, -S. Tomcirtrs (Largo das). Fica que a cedeu em 1503 para a itistalação da Igreja Paroquial, entre a s Ruas Latiiio Coeliio, quando a aluvião daqir$le ano Bela d e São Ti:tgo c Barseiros, deiiloliii a aiitiga Igreja d o Largo sendo tambeiii cliamatlo Largo d o Poço. Existe na sacristia d a s Bicas. Teve e111 outro teiiipo desta Igreja ~ i m belo triplico, o tioine d e Largo d o Arciprcste reprcseiitando o padroeiro e ou d o Cipreste [V. este tirime] outras personagens- S. M. M. S. M. M. Sousn (Bêco do). Na Rua cio 79rrcBo (Largo do). Fica lia Dotitor Atltónio Leite Monteiro coiivergeiicia dns Riias d o Co[Cariie Azeda]-S. L. inCicio, Cinco cle Oiitiibio e '1.~3Surdo (Travessa do). V. Aii- vessa clo I

Related Interests

ccioiido, jiiiito tln giisto Jose Vieira [Rira de].-S. I'. I'onte d o Torrefio-S. L. Tarzoeiros (Rua dos). Eslen~ o r r c ã ~ CIO). »:I I'OII~C (Rua de-se das Ruas d o Comkrcio e d o niesmo nome c Rtin Trinta Cirico de Outubro até a Riia rla e Uni d c Jailciru att; o priiicipio Alfandega-S. d o Carniillio d a 'l'oriitiliri. V. o Telzerve (Praça de). No Cam- artigo clêste nome-S. L. po de Migiiel Botiibarda, seiiclo Torres (7'ravessn das). Liga limitada ao norte pela riia q ~ i c ri Rua cle Santa M;iri;i. cor11 ri d e entesta com a Rampa Miguel Silo 'l'iago. O seli iioiiie pririiitivo Boilibarda e ao sul pelo Largiii- foi de Marcos I,olx+-S. M. M. iilio d e São João-S. 1 . M. M Torrinl~a(C;imiiilio da). V. Ter~o (Caminho do). Vai d o o artigo Cainiiilio d a Torrinlia. Caminho d o Palheiro d o Ferreiro T~iitzn'nde (Bêco do). Na Cal[ao norte d a Capela e Quinta d o çada d o Pico-S. I'. Faial] ate ao sítio d a Choupana. Trintn e Unl dc Jtrnt~iro (Miia -S. 1fl. M. de), inais c o n l i e c i d ~pelo noiiic Til (136~0do). Da 1'r,1vessa de Riia dq r->rit~ccsri ai11titi tlc c c

FIJNCH AL (Holciro)

155

I:I!NCtIAL (Kofciro)

Rua d a s Arvores. Fica na inargein esquerda d a Ribeira de Santa Luzia e estende-se desde a Raiilpa João Sabino da Costa até A Ponte e Riia do Deão. Nesta rua, juiito da Ponte e Rua d o Torseão, fica a conliecida Fabrica d o 'I'orreão, que it o inais importante estabelecitilento fabril e indtistrial da Madeira com a procl~içãode açucar e de alcocil, sendo o principal esteio d a larga c~i1tui.ada cana sacarina, que constitui iirii dos mais api4eciaveis eleiiientos da riqueza desta ilha-S. e S. L. Vtzle Formoso (Rua do). Vai d a Rua de Santa Liizia até h Avenida IJedso Josii de Oriielas -S. L. Vt~rndouros (BCco cios). No Largo dos Vai-adoriros-S. Varrrtiorrros(Largo dos). Fica eiitre a s Ruas d a Alfaiidega e de Gago Coiitinlio [Praia] e nêle cleseniboca a Rua do Esineraldo. Provéni-lhe o noinc de ficar próximo do local, qiie, lia praia, cliamavam o s Varadouros, onde priticipalmente, em oiitros teiiipos, s e efectuava o dcsenibarquc d e passageiros e ~iiercadorias. Para Cste largo clava acesso a verdadeira entrada nobre da cidade, teiiclo-se ali coiistriiido em 1689 un-i aparatoso portão, s o b o qual passnvaiii os governadores e os prelados, em préstito solene, qiiancte cliegavam a o Funclial a assuiiiir os sciis iinportatites cargos. A fron-

taria de tao iilteressaiite e tipica constriição olhava para o niat; tclido-se edificado nas suas trazeiras e a ela anexa Litna pitoresca e original capela dedicada B Assunção de Nossa Senliora, que assentava sobre pilastras, entre as qiiais se cnntiti~iavaa passagem do referido portão, seiido este e a dita capela deinolidos no ano d e 191 1. E bastante para lanietitar qrie tlão se tivesseni conservado de pé essas interessante construções, o qrie seria fácil coiiseguir-se, sem psejuizo da estética e d o movimeiito comercial do local-S. Veigo Pestclrza (Rua de). V. Alferes Veiga Pestana (Rua do). Violetas (Travessa das). Entre as Ruas da Ribeira de São João e Ciiico de Junlio, prbxima do Largo do Ribeiro Real-S. P. Visconde do Ribeiro Rctrl (Largo do). Fica no ponto de coiiverge~icia das Ruas Cinco de Junho e Doutor Vieira e iiêle desemboca a Rua Pimenta de Agiiiar. A denioliçáo, no ano de 1886, duin pequeno cemitério britanico, que ali existirr, determinou a construção deste pequeno largo, que tomou o tiome du~n titular, que residiu lias suas iinediações. Fica nêste largo o Paço Episcopal e tias suas depeiidciicias estão virias repartições eclesiasticas e u Aiiuseu Regional de História Natural do Seiiiin6rio Diocesaiio. Entre éste Largo e o de Slio Par110 eilcoil-

FUNCHAL (Rufeirol

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FUNCHAL (Seri~il:osPlib1ico.y)

ira-se o Cenlitério d a c o l ~ t i i a reiidinieiito d a nossa alfatidcga inglesa, que s e estende até a Rua tios íiltimos trinta anos, tendo d a Ribeira de São João-S. P. sido d e 21.252.161P684 [para o viveiro do), Na Rua Tesouro] E d e 1.202.916$16 [para d o Arcebispo D~~ Aires-S. L, a s cainaras d o distrito1 n o alio Voftas (Travessa das). Na d e 1932, perfazeiiclo a s o m a d e Rua d o Doutor Antonio Leite 22.455,078>00. (Serviços). A A,~rronlinzicos Motiteira Azec'al-s' L' repartiçjo destes scsviçosJ ~iinchal (Scrdiçospnblicos co- serje na cidade d o ~ ~ ~ ~ e niuns n todo o distrito do). constit~iidapor ~ i i i i eiigciilieiro Aiiministrutivos (Serviços). agronomo director, ~1111 [ ~ ede e ~ f V . o artigo Ffulclzal [0rgrtnisa- secretaria, dois oficiais c sete c30 Adriii~iistrativado). agentes cle fiscalis:ição, tetido Atirrtrneiros (Serviços). Estes anexo ~ i i i i laboratório y iiiniicoserviços s6mente s e deseriipe- tecnol0gico coiii uni aiialista titiam na capital d o distrito, por d e primeira clisse e ti111 rijlidaiite. meio dicnia única separtiçáo, a Coiiio fazendo partc d o s serviAlfatidega do F~iiichal, cujo qua- ços agroiioii~icos,csiste a (<Dedro tecnico compusto duin ins- legação d a Iiispccçfio 'I'cciiica c pector, yiiatro siib-inspectores, das Ii~diistrias Coiii6rcio Agriiim tesoureiro e dezaseis oficiais colas^), q ~ i c6 composta d o die aspirarites, alem de sete des- rector d a alfaiidega, [prcsicleiitej, pachantes e d o tlurnetoso pes- cio inspector tle saiide, d o prcsoa1 d o trafego e rrieiior, qiie a s sidciite d a Associação d c Agrinecessidades do tiiovimeiito cultura, dum repsescntante das aduaneiro cxigelii. O s diversos itidiistrias agricolas, [v«gais,l c serviços estão divididos ern se- d o cngciilieiso dircctor d a Espartições ou secções coiil o s taqáo Agraria, [secretario].'i'ainseus respectivos chefes, estalido beiii fuiicioiia a (~Coiriisst?o dc a direcção de todos êles a cargo Viticiiltusa d a Regiao d a Mae s o b a supcriiltenclencia duiii di- cleira)), d e qiic é psesiclentc o rectos. A Alfandega d o Fuiiclial ~.iigciiliciro director dos serviços L; a terceira d o país em rendi- agro~iomicos, cotzi ~ i m sccrctário rneiito aduaneiro, sendo a s se- e u m arnanueiise. Existem os ceitas nela cobradas considera- Postos Agrisios clo Srinto tia velinente stiperioses a totalidade Serra, Ribeira Brava, Louros d a s receitas arrecacladas nas [S. Gonçalo] c Paiil d a Serra. tres alfandegas aqoscanas. No Arqrrivas (Serviços de). Estes artigo respeitante a Baia e Porto serviços estão coticentrados 110 do Funclial damos uma nota d o ((Arqliivo Distrital d o Ftiiiclial)~,

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que funciona coin uni director e tirn aiiiaiiuense e nêle devein ser ericosporados os cartórios de diversas repastiçóes, os processos jiidiciais e iiiuitos outros docuinentos de caracter oficial, dispersamente espalliados e que muito ititc-ressa reunir, conservar e catalogas. Faz a publicação da importante revista arquivo Histórico da Madeira., contendo valiosos docunientos, que muito iiíteressam 5 Iiistória do arquipklago e de que já estão publicados dois voluines. Assiste~icin(Serviços de). Os seiviços de assistencia pública e privada na Madeira fazem-se especialmente por meio dos Iiospitais, asilos, crèches e orfanatos, alem de outras instituiçoes, qrre tambeni exercem a beneficencia em favor das clçisses clesvalidas. Meiicionaremos, em primeiro lugar, o .Asilo de Merrdicidade e Orfãos do Funchal)), na Rua da Imperatriz Dona Amélia, niatitido por alguns bens próprios e sobretudo pela caridade piiblica, sendo administrado por Lima comissão noineada pelo governador civil e abrigando mais de ceiii asilados ; o ((Asilo d o s Velliinhos)), na Rua das Hortas, s~tçtei~taclo dirigido e pela Junta Geral do Distrito, onde s e albergam cêrca de 140 pobres; e a uCas:~ dos Pobres Dese~iiparados)>, Rua Nova na de São Pedro, dirigida por um particular e inantida com dona-

tivos provetiientes da caridade piiblica. Ha dois Orfanatos, que abriga ti^, sustentam e ministram a itistru<;ão elementar a muitas dezenas de crianças pobres : iim adjunto ao Hospicio d a Princesa Dona Maria Ainélia, conhecido pelo noiiie d o Orfatiato do Hospicio, que, aléni das crianças, ali internadas, tem atiexas escolas de instt'ução primária, onde diáriamente s e fornece uma sopa a cêrca de trezentas crianças das classes pobres; e outro orfanato, no sítio d a Pereira OLI Ribeira de João Gonçalves, na freguesia do Santo d a Serra, sendo atnbos mantidos pela generosidade do público. Existem tres creches: unia sustentada pela .Associaçáo de Assistencia a Crianqas Fracas~~[Lactário], desde qiie, as sete I-iosas da manhã ate ao entardecer conserva, foriiece alimento e di instrlição a cêrca de trezentas crianças desv8lidas1 que não excedam dez anos de idade; a aCr6clie de Santa Clara., iiumas depeildericius do vellio cotivento do mesino noine, onde durante o dia se conservam e recebem sustentação umas duzentas crianças pobres de idade superior a sete anos; e o .Auxilio Maternal)),que alberga e mantém umas citicoerita crianças recemnascidas e ate A idade de trcs a cluatro anos, funcionando em casa própria, na Ti'avessa das Cap~icliinlias, sendo sustentado pelo altruisrna de

diversos particulares. A ((Asso- gonhada, percorrendo os meinciação Protectora da Mociclade)), bros dessas Conferencias os tetn a sei1 cargo a m.iii~~tenc;áodoniicilios das pessoas socorda cliainada Escola de Artes e ridas. ((A Delegação da Cri12 presta alguns serviços Oficios, coiri um internato dc Veri~ielha~ cêrca de 80 rapazes, aléni dc de ássistencia medica, de curaaiunos externos, ministraiido-se tivos urgentes, de transporte de o ensino primrírio e o apreii- doentes e feridos, etc. A ((Deledendo de vários oficios nia- gação da Assisteitcia Nacional fez nuais, e dirige igiialinerite o Pa- aos Tuberculosos~~, construir tronato de Nossa Senhora das o Dispensario Anti-Tuberculoso, Dores, destinado a raparigas, no Campo de Miguel Bombarda, tanibein coin um interi~atoe es- que comcçarit a fui~ciotlar brecolas priniáiias anexas. A *As- vemente, e lida no empenho da sociação das Damas de Cari- construção diim Pavilhão para dade., coiii sede no Hospicio tiiberculosos, que não se fará da Princesa Dona Maria Aiiiélia esperar tnriito V. Hospifnlar'cs e composta de algiiinas dezeiias (Serviços), de senlioras, ~ n t r eas qliais se Bac feriologia e Higiene (Sercontam pessoas das mais clua- viços de). A cargo da Junta Geral lificadas do Funchal, dedi- do Distrito e no Palácio da 111ca-se ás visitas 'domiciliarias cartiação funciona iiin Laborados pobres, distribuindo ioupas tdrio de Bacteriologia e Higiene, e donativos, especialmente aos criado pelo decreto de 17 de atacados pela tuberciilose. A Maio de 1904, que tem uin inéassociação dos Indigeiites~, dito chefe e iim preparador, com alguns subsidios das cor- alkm do indispensavel pessoal porações administrativas e es- menor. inolas colhidas tia caridade piiBiDliotPcas (Serviços de). blica, visa principalmente a com- Embora a Bibliotkca estabelebater a mendicidade nas ruas, cida na cidade do Fuilclial seja acudindo i sustentação de m~iitas itiantida pelo respectivo munifamílias indigentes. Quási todas cipio, pode aproveitar ao distrito as freguesias da Madeira teem inteiro e está patente a todos os as conhecidas .Conferencias de que a queiram frequentar. Foi São Vicente de Paulo)), forma- criada no ano de 1838 e condas por homens e ja em algumas servou-se seinpre nos Paços do paróquias existem Conferencias Concelho, sendo recenteniente constituidas por senlioras, desti- instalada em edificio próprio, nando-se especialmente a bene- destinado para êsse fini e para o ficiar ii cliaiiiada pobreza enver- o Museii Regional de Ciencias
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Natiirais, possuindo cêrca de naco, Romeriia, São Dotiiiilgos trinta inil vol~iiiics. O Batalhão e Polonia. de Infaiitaria t1.o 25 e o SemiEc1csiasfiro.s (Serviços). V. fiArio L)iocesatio teem biblio- o arfigo Frrrzchrrl (Diocese do), tecas para uso privativo dos devendo acrescentar-se que cada iiiesnios. Existem a importante uma das citiquetlta freguesias da i~ibliotéca particiilar do Clube Diocese é servida por irn~ páInglOs e a que teni o noine de roco e as niais popriiosas por aBibliotkca Utile Dulcim, que Lirn pároco e uin coadjutor. pode sêr frequctitada nicdiante Fcrzendn rios (Serviços). São a satisfaçáo duma niodica con- desernperiliados pela Direcção tribuiqáo mensal. de Finanças d o Distrito, coin Caixa Geral de De~~osifos, skde tio Funchal, e pelas ReparCi.editu e Previde~icill (Filial da). tições de Finanças concelliias, Esta Filial foi estabelecida na estabelecidas lias sédes dos cidade d o Funcl-ial no ano de onze coricelhos em que se divide 1927 e desempenlia os serviçod o distrito. O qtiadro da Direciespeitai?tes A Caixa d e Depo- ção de Finanças é composto sitos ObrigatOrios, Caixa Eco- dum directos, nove oficiais e no tiiica Portuguesa, Caixa Na- dois informadores fiscais. Cada cional d e Crédito, Caixa Geral repartição de fazenda concelliia de Aposentações e Monte Pio tem como cliefe o secretArio de Oficial. O seu quadro burocra- finanças, sendo a do Funclial tivo é coiriposto dum cliefe, um considerada como de primeira tesoureiro, LI^ segundo oficial, classe e fazendo parte do seu u m aspirante e dois praticantes. quadro burocrático um subConsulares (Serviços). As cliefe, quatro aspirantes e quatro diversas nacionalidades que, por informadores fiscais; as da Catneio d o s setis coiisulados, vice- Iliêta, Machico e Santa Cr~iz, são consulados ou agencias consu- de segunda classe com dois aslares, teem representação nêste pirantes e um informador fiscal, arquipélago são: o Brazil, Jn- e as d o s resiantes concelhos são glaterra, Estados Unidos da de terceira classe com uin aspiAmérica do Norte, RepUblica rante e i1111informados fiscal. Ha Argeiititia, Aletnanha, França, em cada concelho uma tesouEspanha, Itália, Belgica, Dina- raria d e fitianças, com um fesoumarca, Holatida, Noruega, Sué- reiro e um proposto. Florestais (Serviços). Tem cia, Bolivia, Chile, Guatemala, Grécia, Haiti, México, Libkria, 1 como chefe o engeiiheiro agroPanamá, Perú, Hungria, Venê- iiotno director dos serviços agroziiela, Estónia, Fitilandia, Mo- noriiicos, um chefe de secretaria,

PUNCHAL (Serviços Plililicos)

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FUNCIIAL (Serviços P~íblicos)

um ainanuense, iirii inspector d a inferiores da guarnição militar arborisação das serras e doze d a Madeira, sendo por isso muito limitado o seu inovimento. guardas florestais. I-Iospitcllnr'es (Serviços). Os O Hospicio da Princesa Dona serviços hospitalares acliani-se Maria Amélia [V. Rua d a Impecoiicentrados i10 Concellio d o ratriz Dona Arnélia] é exclusivaI-unclial e desernpenliam-se por niente ctestiilado a o tratamento meir) d o Hospital da Santa Casa e ciira d a tuberculose, Iiospitada Misericórdia, Hospital Militar, lisandc, cerca d e trinta doentes Hospicio da Princesa Dona M3- pobres, que ali encontram uni ria Amélia, Casa d e Saiide d o tratamerito modelar. A ((Casa cle Trapiche, Casa de Saiide d o Saúde d o Tiapiche. [V. TrapiDoutor Cainaia Pestana e Hos- clie], d a direcção d o s Irinãos d e pital dos Marinlieiros. No Hos- João d e D ~ L I Sé, maritido pela pital da Misericordia [V. Marme- Junta Geral d o Distrito, alberleiros] estão estabelecidos virios gando mais d e cem alienados serviços de Medicina e de Ci- d o sexo masculino. A ((Casa d e rurgia, correspondendo os pri- Saiide d o Doutor CAtnara Pes~iieirosa dois serviços de medi- tana)) [V. Rocliedo] dirigida por cinal geral e a um d e tubercu- religiosas d a Ordem d e Sao João losos, e os segiiridos abrangem d e Deus, 6 tambein mantido pela um d e cirurgia compreendendo Junta Geral, destinaiido-se a o cirurgia geral e ortopedia, outro trataiilento d e alieilados d o sexo de cirurgia compreendendo ci- feininino, que s ã o em tlúmero rurgia geral e pediatria cirurgia, superior a cincoenta [V. Qui~ita outro de cirurgia coinprcen- d o Rocliedo]. Itzdustriais (Serviços). A Cirdendo ginecologia, obstetricia e iirologia e ainda outro d e doen- cutiscrição Industrial d o F~iiiças cancerosas, sendo cada um chal, que tem a siiperintendencia destes serviços dirigido por um e a fiscalisação d e vários ranios médico, director e médico assis- d a industria, exerce a s suas futitente. E superior a duzentos o çóes por iiieio dum engenlieironúmero d e doentes que habi- chefe, dum siib-inspector e duin tualmente s e encontram ali em escriturário. tratamento. Destina-se A classes s I~zstruçdo (Serviços de). A pobres, mas tambein recebe fiscaiisação e direcçiío d o ensirio doentes, que pagam as clespe- priinirio, ttcnicci e secuildhrio zas d o tratamento e enferma- pertence exclusivaiiiente ao Migem. O Hospital Militar [V. Rua nistério da Instrução Piiblica, da Rochinha] aplica-se son~ente mas a sua manutenção está a a receber os soldados e oficiais cargo d a Junta Geral d o D i s t r i t ~

desde Agosto d e 1928. Este ar- grafia). 0 .Liceu Jaime Moniz> qliipélago constitui uin circulo tem um curso completo d e preescolar d e instrução priiiiaria, paratórios para a matricula e m tendo como cliefe o iiispector todas as escolas superiores e escolar, que superintende em esta inolciado rias mesinas bases cerca d e 120 escolas rnasc~ilinas, dos restaiites liceus existeiites femitiirias e mixtas, liavendo no pais. No Seininário d e S ã o algiinias paróquias que ainda Bernardino, na freguesia d e náo gosam o grande beneficio Câiiiara de Lobos, lecionam-se duiiia escola elementar de eii- as aulas preparatbrias d o s prisino primário, e notando-se na meiros anos do curso securiitiaior parte delas um niiinero ditrio, sendo as restantes mateinsiificiente d e escolas em har- rias estudadas no Seminário d e nioriia com a densidade da po- N. S. do Boin Despacho, o n d e puIaçáo. O ensino tkcnico está se professa u m curso q~iadrierepresentaclo pela .Escola 111- na1 de teologia. [V. Diocese d o dustrial e Coniercial AiitUnio Fiinclial]. A obra católica chaA~iglisto d e Agiliar., que tem riiada de São Francisco d e Sales Lima frequencia superior a 400 mantém alg~iinas dezenas d e alurios d e ambos os sexos e escolas prinidrias eni diversas onde s e professam cluatro cur- fregliesias e futicionatn tambeni s o s inciustriais ( p o r t ~ i g ~ ~geo- escolas elenientares nos orfaês, grafia r histiiria, asiniktica, de- natos d o Hospicio e d o Santo seiilio geral, clesenlio oriiairient;il da Serra, 110s P;itr»natos de S a o e d e s e n l ~ o psofissional e de Pedro e de N. S. d a s Dores, n a coristrução e a s respectivas ofi- Escola de Artes e Oficios, tio citias) e L I I ~CLISSO elenieiitar de Lactário, etc. conikrcio ( p o r t ~ ~ g ~ ~francês, ês, Judiciais (Serviços). V . o aringles, aritnética comercial e tigo Ftitichrrl [Orgariisaqão Jugeoiiietria eleinentar, eleiiietitos dicial do distrito do]. Junta Aufotlotna das Obrns d e direito comercial e d e econoniia politica, geografia comer- rio Porto (Serviços da). V . o arcial, vias d e coiiiunicaçio e tigo Fiii~ctlnl[Baia e Porto do]. Jrrrita Geral (Serviços da). transportes, história pátria e geral, tioçóes gerais de coniér- V . o artigo Ffrriclral [J~intaGecio, cotitabilidade e escrituração ral do]. Maritinzos (Serviços). A eCacoiiiercial, eieiiientos d e física, q~iírnica e Iiistói.ia íiattiral, no- pitania do Porto», com séde n a ções d e teciiologia e mercado- cidade do Funclial, k a repartirias e a s aulas práticas de cali- ção que superinteiide em detergt'afia, dactilografia e esteno- minados serviços realisados n o

porto d a iiiesma cidade e enl iiiçrio e teni iiina secrctnrirz coiiioutros pontos do litoral d e todo posta diini oficial superior [cheo arquipélago. Teiii corno cliefe fe], iiiii tenente [arq~iivista] e O um oficial d a armada, com o dois sargentos [riniai~~ieiises]. nome de capitão d o porto, e d o Coinaiido Militas d a Madeira dependentes seu quadro biirocratico fazem tcm como ~iiiicladcs parte uiii patrão-nior, uin patrfio o Hatallião d e Infaritária ti.() 25, d e escalares, dois escriturdrios, Lima B;itaria d e Artilharia d e três cabos do mar no Funclial e Defesa Mtivel d e Costa, Lini Disiitn eni cada uni dos portos tnari- trito de Recrutaiiiento e Reserva, timos d e Macliico, Santa CSLIZ, iiiiia Inspecção d e Artilliaria, Câmara de Lobos e Paul d o LIIIIB Delegação de Serviços d a Mar, aléiri durn delegado rnari- Adniinistraçáo Militar, urna Ditiino c durn caho d o inai na ilha recçáo d e Serviqos d a Adminisd o Porto Santo. tração tlc Obras e Propriedades Mcteorolú~~icos (Serviqos). Militares, iiin Hospital Militas e As observaçóes meteorológicas urna secçáo d a 7.;) Coinpanllia de caracter oficial, nêste distrito, de Keforinados. O Batalliáo d e sórnente se re;ilisain na Estação Iiifantaria ti.(' 25 tem iiina coiiiMeteorolcigica do Fuiictial, esta- panliia d e atiradores e oiitra de belecida tlLima das depei~deti- ineiralliadoras, com dois oficiais cias d o Palácio de São LOLI- superiores, três capitries, doze renço, fazendo-se essas obser- oficiais subalternos, uin oficial vações ás 7,9,15, 17 e 21 lioras, médico, três primeiros e nove cujos resiiltados são diariamente seg~irídossargentos e com o seli transmitidos para Lisboa, por comando, secretaria, conselho meio d o telegrafo. O Posto Me- administrativo, escola e bibliofoi teorologico d o F~inclial criado tkca. A Bataria d e Artilharia teiii no ano d e 1865 e elevado a ca- no seii quadro Liin capitáo e ti.& tegoria d e Estação Meteorolo- oficiais subalter~ios e taiiibein gica em Juiilio d e 1832. uiií comando, secretaria, conse&Jilitares (Serviqos). O s di- lho aclministrativo, i-scola e biversos serviços niilitares deste bliotéca. arquipélago sáo desempenliados Museus (Serviços de). Ens o b a direcção dutií Comando contra-se ein estridu adialitacio Militar, que conscrva as mes- de organisação e instalado n o mas atribuições d o s comandan- Palácio d e São Pedrn, Riia d o tes das regiões militares d o Doutor Sequeira, o Museu Recontinente português. Êste Co- gional d e Ciencias Naturais, niaiido e chefiado por um d o s com secções d e arte, arqueolooficiais mais graduados d a guar- gia e etnologia, teiido um di-

rector, uin ajudante e uni preparador. Numa d a s depeiidencias d o Paço Episcopal, no Largo d o Ribeiro Real, está instalado o iniportante Museu Regional d e Cieticias Naturais, d o Serninario Diocesano d o Bom Despacho. Pecucírios (Serviços). São desempenhados êstes serviços p o r utn intendente d e pecuária (médico veteri~iário), um chefe d e secretaria e dois agentes d e fiscalisação. Policia repressiva d e emigrcição clandestina(Serviços da). A repartição p o r oiide correm êstes serviços tem o nome de Inspecção d o s Serviços de Ei-iiigração e o seu quadro t coriiposto d ~ i minspector, iim secretirio, um fiscal e três aspirantes. Policiais (Serviqos). A policia civica está entre 116srepresentada pelo ~ C o n i a n d o Distrital d e Policia e Segurança d o Funchal., qlie s e coinpõe duin comandante [oficial d o exercito], dois chefes, quatro cabos e noventa e sete guardas, e aclia-se aquartelada eiii várias dependencias d o s Paços d o Concelho. O seu quadro d e secretaria, qtie 12 o d a antiga Administração d o Concellio do Fiiriclial, compõese duni secrethrio, três ainanuenses e dois oficiais d e diligeiicias. PosInis, Telegtcificos e Telefónicos (Serviços). A direcção d o s serviços postais, telegraficos e telefonicos dêste distrito está

a cargo duni cliefe e de ciija repartição central fazem parte cinco anianiienses. Existem as estações telegrafo-postais do Funclial, Santa Cruz, Macliico, Porto da Cruz, Santana, Ponta Delgada, Sãn Vicente, Porto d o Moniz, Calheta, Ponta do Sol, Ribeira Brava e Cimara de Lobos. A d o Funclial compõe-se dum cliefe [sub-inspector], cinco oficiais principais, um oficial de 1.;i classe, dois de 2 . ~ l a s s e um , aspirante, três sernaforicos, utn manip~iladore dezanove distribuidores, tendo apenas um futicionário cada Lima das restantes estações telegrafo-postais. Em todas as parbquias se encontra Lima Estação Postal ou Caixa do Correio, segundo o niovinietito e iiilportancia das localidades, havendo eni algumas delas mais duma Caixa Postal. A Madeira aclia-se ligada A cidade de Lisboa e ao continente europeu, por meio dum cabo telegrafico submarino, d e cujos serviços esta encarregado acompanhiainglesa ((Western Telegraph Company Liniited)) e que cotneçaram a sêr desempenhados no mês de Setembro de 1874, em virtude do contrato celebrado entre o governo portug~iêse a companhia concessioriiria, que era então a ((Brazilian Telegraph C o m p a n y ~ .Tallibem a Madeira se acha ligada ao arquipélago de Cabo Verde por meio dum cabo submarino, 0 s serviços

FUNCHAL (Sr,rvifos Pliblicos)

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FIJNCI IAL (Scr i1irosI'lihlicos)

telefonicos foraili fnciiltados a o público a 5 de O~itubro 191 1, de que então s e limitavani apenas a área da cidade d o Furzclial c a s sua? mais prtjxiiiias iniecliações. Esses serviços forain-se posterioriliente estendciido a q ~ i i s i todas a s freguesias d o distrito, seiido poucas as que ainda não gosam este iiiapreciavel mellioramento, existindo cerca de quarenta cabines telef6riicas espalhadas em toda a illia. Rádio-Telrjgr~rj?co.s (Serviços). Eiii virtude d o contrato celebrado coiil o govCriio porlugiiês, a *Companhia Poi tiigilcsa Rádio Marconi,) tnantém iiiii serviço perinanciite ridio-telcgrafico de caractcr oficial eritrti. a s ilhas cla Madeira c Porto Santo e entre Lisboa e a capital deste distrito. No ano d e 1925, coiiieçou a flincionar, numa esplanada d a Fortaleza d o Pico, a [(Estação Rádio-Telegrafico da Armada", iinicaineríte destinada ao serviço oficial d a niarinlia e traiisniissão das observações meteoroli>gicas recebidas d a s embarcaqões, tendo um oficial da armada, como director, um sargento servindo de chefe c seis telegrafistas. Registo Civil (Serviços do). Existe uina Conservatoria d o Registo Civil e111 todas a s sédes d o s Concellios, e dependentes d e cada Lima dessas tepaitiçóes lia diversos Postos d e Registo,

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segiiiido a imporl~iiiciad c ccrtas localidades c a distancia n que ficntii d a s respcctiv:rs conservatorias. A d o Fiitichal estA instalada cm casa 1)r6pria e teiii, além d o conservador, outros empregados para o scii regtilar fiiiicionainento. Sirlvnyõo Pubiicu (Sei-viços de). O s cliarnados serviços cle Salvaçáo I->úblicrie s t i o cspecialineiitc a cargo d a corpoi.aqáo d o s ((Boiiibcii40s Municipais., aniplaiiieiitc iiistalacla cm cdificio apropriado ao seli fim, do corpo clos ,cUoinbciros Voliintirios ~Maileirerises~, instiilado iiuiiias íleyeiidciicins d o P;iliício cle São Loiirenço, e d o r->osto dc Socoi.ros a Naiifragos, cltie tein a sua sbde i10 iiicsiIio Pnlrício e q ~ i cfiiticioiin sol] a clirecqr7o da Capitaiiía clo Porto, sciidn os seiis serviços dcscnipenh~iclos pelos ~ ~ B o m l ~ c i s Voltiiitirios os Madeircilscs ,). Strnifiirios (Serviços). O s serviços terrestres d e sniidc píil)lica estão a cargo duina Itispecqão d e Saiicle, com~iiiia todo o distrito e coin skrle n a siia capital, e cliiitia Delegação de Saiicie particular a cada coticcllio, tendo respectivamcnte como chefes c) Iiispector d e Saiidc e o s Delegados d e SaHde. Criado pela Junta Geinl c10 Distrito, no ano de 1905, existe uni posto de Desinfecção, no Canipo d c Miguel Bt~tnbardn, que tcin i i n ~ iiiédico-directos, uili adtiiiilis-

tsador, Litn inaquiiiista e três alio de 1668. O s jestiitas tivera111 cicsinfectadores. 0 s serviços nía- ali iima residencia coin capela rititricis de saiide s ã o desempe- privada e terras circiinjacentes. nhados pela Estação d e Saiide 20 f. e 97 h. Maritiiiia, q u e tetn dois tnedicos Fiirado (Baixa do). E ~ t n baii inspectores de saiide, serviii- xio que se encontra na costa d a d o LIIII d e chefe, u1i.i escrivão fieg. das Acliadas da Crtiz. iiiterprcte e o pessoal destinado Fiirado A eiiibarcação empregada nci (Baixa do).(Baixa do). V. Nliriz rcspcctivo serviço maritimo. Fiirado (Ponta do). k a saiiExiste próxitlio clo Cais d a Poil- ciicia d a costa maritinia, que, tinlia uni peqiierio c iiisuficiente pelo lado de leste, limita a eii130sto Maritimo d e Desinfec~áo scada da Abra [V. êste ilonie], coin tiin fiscal e tim gi~ai-da. Na pr0xima da ponta de S á o Loticapital d o clistiicto estri insta- setiço. lada a Jiitita íle Higiene, cotiiPiirado (Polita do). N o litoral posta dc divcrsas entidades da Illia do Porto Santo, a suoficiais. dobste, s e encotltia esta ponta, Teiclfarzicos (Serviços). V. tatnbem cliainada Ponta d a Cana Posfais [Serviços]. Vieira. 7CIegraficos (Serviqos), V. Fiirão (Pico do). Fica esta Posfcris (Serviços). elevação inoiitanhosa nas serras Fiinclio (Pico do). Fica na fregiicsia d e S ã o Martinlio, com d a freg. d o Ciirral das Freiras. Fiiriilião (Illieu do). 0 1talvez 1 :i riltitticlc d e 255lll. Fiiiida (Ribeira). Nasce tios inelhor Farillião, tainbeiii cot~licpicos d a Silva e cia Relva c se- cido pelo iiome d e Prkgo d o pF1i.a a s freg~iesinsrio Estreito Mar e ainda pelo de *Roclia o u cla Calheta c d o s r->razercs,tenclo Ilieti do Navio. V. PrC.0 do Mar c o i i ~ o afliicnte o ribeiro d o (Illieu do). Meiides. Fiirna. Sitio povoado d a freg. Fiiaadn (Rihcii4a). A ficgticsia d e Crii~iasa de Lobos. 65 f. e ctc Sfio Josge 6 atsavcssada por 2-1.3 li. ~iiiia ribeira qiie tem aquele iiome. Filriia do Lobo. Sítio ~ ~ ~ O S C S C O Fiiiidâa. Sitio povoado da d a fieg. d o Seixal. ficg. cle S,?o Roqlie d o Fiiiiclial. Fiirna dos Lobos. Fica esta Nèste sitio e tia margem direita furiia i10 litoral da Deserta cla Ribeirli tle Sati ta Ltizia, cii- Grande. contra-se a capela d c Nossa Fiirna da Mulher. E~icon~ a - s e t Scnliora cio Rosirio, cdificada tia costa rnasitiiiia, de oeste, d a por Jo2o ria Paz d c Castro no Deserta Grande.

PURNA DE PEDRo JORGE

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OAI ,O

Furna de Pedro Jorge. Sitio povoado da freg. de Sáo Jorge. 8 f. e 28 li. Fiirna do Perrexii. Fica 110 lllieu d o Bugio (Desertas). Furnas e Ailioreira, Sitio pr)voado d a freg. do Cariipaiiáiio, em que flincioiia iiiiia escola feminina de ctisino priiri,?iio. 41 f. e 21 1 11.

Fii~iias Quebrada. Lugar da da c o s t a inaritiiiia d a Deserta Grande. Fiiriieira. Sitio d a freg. do Estreito d e Câmara d e Lohos, rias iniectinções d o Pico d a Criiz. Fiiros. Sitio d a freg. c10 Estreito d a Calheta. Furtados. Sitio povoado r1;i freg. de Gaula. 15 f. e 93 li.

U R ~ B(Baixa da). Na costa iiiaritiina da Ilha do Porto Santo, rifio niuito afíistado do Boqueiráo rle Cima, fica ~ i i nbaixio, que teni o iiome de Galé. GalB (Ponta da). A esta peqliena salieiicia d o litoral dafreguesia d o Estreito da Calhêta tariibcrii alg~iiis cliamam Galera, estando situada entre ;i foz d a Ribeira d e São Bartolotneu e a d a Ribeira Fui~dn. Galeão. Sítio povoar10 da freg. de Sáo Roque do Flinchnl. 21 f. e 131 h. Galeão (Baixa do). A leste d o porto d a vila d e Sáo Vicente e ilão muito distanciada d a costa, ericontra-se iinin rcstinga, que 6cni aquele nome,

Galego. Sitio da freg. cle CAiiiara d e Lobos. Galinhas. Peqlieiio Iligas, eiícravado no sitio povoado da Ribeira d a s Galiiilias, dri freg~iesia d o PaUI d o Mar. Galinhas (Ribeira das). Nasce esta linha d c água ria freguesia da Fajã d a Ovellia e deseriiboca tia costa maritiiiia d a fregiiesi;~ do Paúl d o Mar, cxistiiiclo uiii pequeno porto na s u a Foz, n que cliaiiiam o Porto das Galinhas. Craliiiheiro. Peqlieno sitio d a freg. de Gaula. Galo. Sitio povoado cla freg. d o Porto cla Cruz. 16 f. c 87 li. Galo (Pico do). Ei-riineiicia no sítio d a Cruz drt Calcleii.n, na freg. (te Câiiiara d e Lobos, pouco

distatite d o C a b o (iiriio. V. Pico salieiicia da costa tiiaritinia eiitre do Gnlo. as freguesias de São Goílçalo e Garirhão. Sitio povoado da d o Caniço e constitui o iiniite fiaeg, d o P o r t o d a CSLIZ. f. e léste d a baia cio Funclial. O s pri7 40 li. mitivos colonisadores, ((achando Galidaia (Pico da). E taiiibem nela tantos garajaiis)) lhe deram coiiliecido pelo n o m e d e Atalaia êste nome, qiie aiiida perdura. c fica sitiiaclo iio interior d a Ao transpor esta ponta, ria dircgiáo sctciitrioiial d a ilha cio recqáo Ifste-obste, aparece-tios Portu Saiito, atingindo 490111 d e d e siirpreza o encaiitador panoiLlti~1iclc. saiiia que ofcrccc « anfiteatro d o Garaciiico. Sitio povoado da Fuiiclial e as suas mais próxiFreg. di: C:iiii:isa d e 1,obos. 30 f. irias iinediações. Nuni d o s setis e 152 li. pontos mais elevados, a cerca Garaclaico. Sítio povoaclo cfa d e 120 inetros de latitude c Freg. d o Estreito d e Câiiiara clc ainda dentro dos liinites da proLobos. N o s limites deste sítio e priedade que o coiiselheiro Aires c10 aiitcrior, encontra-sc a capela dc Ornelas possuia na freguesia d e N. S. tlo Boiii Siicesso, coiis- d o Caiiiço (V. Quinta), fez êste triiida por Muniiel J o á o Fer- distinto iiiíideireiise erguer no reira, no primeiro qiiartel d o ano de 1927, iiina graiide estatiia s6culo s v r r , q u e tein a siiigiila- dedicada ao Sagrado Cora@ío d e ridítde d e coiiipai~ticipard a área Jesus, qiie as einbarcações ;ivis-' d o s dois sítios, ahrií~do-se n tam a giaiide distaticia, qiiaiirio porta sobic t e r s c t ~ od a freg. d o deniatidatii o porto do Fiinclial. Estreito, a q u e pertcticc. Essa Garparão (Iioclia do). Na SCcircuiistniicin rnotivoii, em oiiti.o giáo d e leste da illia d o Porto teiiipo, li111 coiiflito d e j~irisdiçL?o Sa11fo. entre o s p á r o c o s clas fregiiesias Galo (Pico 110). V. Tor7'cs visitilias. Eiii Maio d e 1927, ao (Pico das). sair desta capet:~ o P.' Aiidrk Qaiiia (Frcgiiesia de). As pad o s f2ass»s, o n d e acabava dc rtiqiiiris qtic Ilie scrveni de liiniclizcr rriissa, foi assassilindo por tes sL?o 11s de Saiita Crtiz C Santo liin dciiiciite, qiie niorava iia- d a Serra, ao iiorte, a d o Caniço e o Ocerino, rio s~il, Santa Ct.~iz a qiiclas proxiiiiid:ides. Garajau. Sitio d a [reguesia d o c o Oceano, a lkste, c a d a Caiiiaclia c do Caiiiço, a oeste. Criiiiço. Garrijaii (Eiisenda do). Pe- Tem o s sitios povoados d o cluciia ciiscacla, a leste da Poiitn Porto Novo, Fazenda, Levadas, Acliada de Baixo, Adiada d e d o tiiesttio iiome. anrtljair (Poiifa do). Fica esta Ciiiin, Acliada da Roclia, Salga-

dos, Pico, Cova dn Moiiilio, Faia, Loiiibo, Fonte, Povo, Idobas, Furtados, Salão, Torrc, Fonte do Lopo, Fazeiidinlia, Sáo João, Castelejo, Aldoilçn, Beatas, Lonibadinha, Lageas, Farrobo e Contenda. Meiicionareitios oiitros sitios de menor iniportaiicia: Roclia Graiide, Acliadinlia d o Pico, Tcrra Vellia, Clioiipatia, Pedra Rcdoiida, Pcdreg:il, Silveira, Maiata, Galiiitieiro, Cardais, Toscaiia c Acliadinlia. Uizi dos sítios iiiais importaiites dcsta paroqliia é o da Acliada, conliecido pelo nome d e Actiada d e Gaula, pelo pitoresco do lugar, e pela sua densa populaçíio c aglomerado de habitações que ali s e encontram. Da eminericia chamada Pico dos Eiros descoitinaiir-se a i i r p l ~ sIiorisontcs sobre diversas freguesias, seiido para lameiitar qiic o sei1 ciiiiie náo ofereça fácil acesso. N o sitio d o Povo, encontram-se a Igreja I'nioquial, ciijo orago L. Nossa Senhora da Luz, iiiiia escola priinárili oficial do sexo niasciiliiio, a Caixa Postal, unia Cabinc Telef~iiica e o Cciiiitt.rio T'aroqiiial. N o sitio cic São Joào cle Lattão ricliain-se instalados o Posto d o Registo Civil, unia escola d e crisino eleiiieiitar d o sexo feininiiio, uina Caixa Postal c iiina Cabine Telefónica. Pertcnce esta freguesia ao Concellio c Coniarca de Santa Criiz, dc cujas séries esti distancjacla cêrca d e dois qtiilonietros. E scrvida pelo

porto chamado Poiato Novo (V. este iir)riic), qiie fica iin foz ribeira d o inesino iionie, cciiii iiin pcqtleno deseiiibarcadoiiro, coiistr~iido tio ano d e 1905, tendo ainda o pcqiiciio porto d a Aldoiiçq c o d o Callia~iclo Castelcjo. E separada d a partiquia d « Caiiiqo pclzi Ribeira d o Porto Novo c ntravessacla pelas ribeiras d o s Caidais c da Foiitc. Irrigam o s tericiios desta frcgiicsin as levadas rio Pico dos EirUs c d a Ribeira cla Mctadc. A sua popiilayào f cic 3570 liabitantes, que vive111 eiii 830 fogos. Nau s c coiiliece a origem d o ilciiiie desta paroqiiia c viirias liipbtescs se teein avciitndo para a explicar, surgintlo rcceiiteiiiciite a iclcia d c atribui-la ii ilriia faniília daquClc apcliclo qiic ali Iioiivesse feito assetitatiierito nos tcriip~ispi'iiiiitivos d a coloiiisaqão. Esse tioine tiao dcisoii, porftii, vcstigios, ricin ficoii rcgistaclo 110s livros d o arquivri paroqiiial. Coiisiderartios iiiiia faiitasia, ciiiborri eiivolvcndo tinia po6tica Ict~cla,n coi.rclaqfio qiic Teufilo Braga quis ciicoiitrar ciitrc o noiiic tlcsta frcgiicsia e o da cclebrc riovclri tlo ((Anadis de Gaula., c o i i ~ o jii deixáiiios accntirado n o Efucidtirio n/latlcircnse (1-446) da nossa co-autoria. A pari>rliiia d e Gaula foi criada pelos anos d c 1558 c constituida com !erreiios desiiieriibsados da paroq~iiadc

S a ~ i t aCr~iz,haveildo siclo iils- poiltu mais alto ate A superficie taladii a siia Séelc niiiiia capela rlo oceaiio, iiiliiia escarpa aprujá ali cxisterite, c o m o k inais niacla d e rocha viva, vendo-se, provavel, o u iioutsa, qtie cntáo das elevriçúes iiiais salientes, a sc cdificarizi para esse fioi, o q u e vaga qiiebras-se de encontro a Iioje s e toi.tia intiito dificil avc- costa iio sopé daqiiela gigatirigiiar. A ncttial igreja náo é a tesca miirallia de basalto. Eni primitiva c foi niandridn etlificar iiiiiitas ohsas, cspccialtnente exiio aiir) d e 1753, posstiindo, ent1.c traiigeiras, cncori trair~-seiniinieos sciis objcctos d o ciilto, Liina sas scFerciicias ao Cabo Giráo nrtistica C ~ L I Z P ~ O C C S S ~ O I ele ~ pelas particularidades intercsI~ prata, do siic~iloS V , qiic figiisoti santes q ~ i cofcrece a o s Iioinciis ita Exposiçáu cle Artc Orna- cic ciciicia e aos tliristas. Apezar iilciital elo a n o d e 1882, qtic t; tim d a falta seiisivel duma boa esprecioso especiiiicii de arte sacra trada, que liglie êste pitoresco ;lnqticln Cpoca. Existiii nesta Fre- lugar coni a via pública, q u e lhe giiesia a capcla d e Sáo Joáo cic passa a mcnos diim qiiilúmetro I,atráo, n a sitio q ~ i cainda coit- de distancia, é ni~iito visitado serva Este iioine, fuiidada p o r por tiacioiiais e cxtraiigeiros. Diz Ntiiio Fcrtinndcs Cardoso, q u e Gasprir Fstitiioso q u e o t e m o clcl;i fez sitdc d~iiii moigadio, Ciiriio provéin do facto d o s priiiist;tiiido iios piiiiiciros ntios do niitivos coloiiisadores, tias siias sficiilo s vr, tciido sido tlcriio- cxplorrições através da costa lida ha ccscri ele tsiiita ;iiios. iiiaritiinn, tcsciii ali tcriiiinarlo o Viiiios algiiscs qiic, iio sitio d o seli ptiriiciro g i n ~a o iiiiciarciii , l'oi to Novo, Iioiive iiiiia capcla cssns niesiiias exploiaçfies. (Ia i~ivocac;ão de São Mrircos, CãIoris. V. No;sn Satlrora diz d c cjiic 11áo ~ o n s e g ~ i i i i i »obter Gl(jricr s ciiitra iioticia. Goliqalo Aircs (Laznrcto de). Ginjas. Sitio pnvo;ido dri frcg. V. I.ctzarcf0. rlc S9o Viccntc. 99 f. c 425 li. Gonqnio Aircs (Ribeira de). Giráo (Callo). Saliciicia iin {{Uniagrriiidc ribeira seca. Ilie costa iiiasitiiiia cla fregiicsi;~clc clianioti Gtispar Frutuoso. Fica Cfiiiiaix d e Lobos, qiic sigoro- sittiada ri leste da cidade d o s;iiticiite náo nicrecc o iionie d c Fiiiiclial, tendo na s u a foz as cabo. l'oritn-sc, poskni, iri~iito cnsas,do Lazarcto (V. Oste tiocoiiliecida, p o r s t r ioi~siclcsada iiie). E d c peclticno caticlal, aiiiclii tiiiia d a s iiiais clev;idas ciiiiiiei~- na est:içi?u ii~vernosa, c nnscc cicis iiinritiiii~isd o globo, ficari- lias alturris d o Pico tlo Iiifaritc. Gorda (Ponta). Pequena sad o n 590 inetros aciiiirt d o iiivel d o iii:ir. Desce, desclc o seu liciicia na costa iiiaritiina, não

muito dislariciada do Illieu d o Gorgulho e da Ponta da Crliz, ria freguesia cle Sáo Mai-tinlio. Gorda (Ponta). No litoral da freguesia de São Jorge. V. Sùo Jorge (Ponta de). Gordo (Pico). Elevaçiío nloiltanliosa nas serras da fregiiesin da Calli6ta1 proxirna do Monte das Estrebarias, a uiila al tittide d e 1200 inetros. Gordo (Monte). V. Pieíifrdc. Gorgulho. Sitio, a oeste da cidade, no litoral da fregliesia de São Maitinho. Existiu ali LIIII peclucno iaeduto, que hoje se acha desinatitelado. Nêste sitio malidou a Câinara Mtii-iicipal d o Fuilclial cotistruir, cnl 1932, Lima pisciiia piibiica, para banhos e exercícios cle ~iataqáo, que e servida coiii água do mar. V.

I

Caluça.
Gorgillho (Illieii do). Êstc pcqiieno illieu fica situado a ctirta distancia cio litoral do sitio d o inesiiio iioinc, na freguesia LI^ São Martinlio. Graça Sitio da fiegiiesia de Machico, tias iniediações da Vila. Eiicotitra-se ali a capela de Nossa Seriliora da Graqa, igi~oiatido-se 11 kpoca d a sua COIIStr~içáo. Sabe-se que L; bastante antiga e qiie foi reedificada pela respectiva ir.rnandacle iio ario de 1750. 76 f. e 373 h. Graça. Sítio da illia cio Porto Saiito. Nela existili Litna aiitign capela, dcdic:ida a N. S. da Qraç:~, qne dcii o tiome ao local.

Acliaiido-se tí~tiitoarruiiiada, foi iniciadn a sua reconstrução, cni proporções maiores d e cltic a priniitiva, tios princípios d o século srs, por iniciativa d o governador daquela ilha Maiiiicl Inicio de Avelar Brotcrn, inaç iião ciiego~ia coi~cliiir-sea slin reedificaqão, cstaiido Iiojc reduzida a uni iiio~itfiod e i~iirins. Graiide (Pico). Illiia tias giarides cniiiicnci~is que, ciiciiitaiii ;i frcg. cla Serra de Agiin, (i altitude de 1(i00111. Graride (Pico). Elevriçfio tiioiitailliosa tla cortlillicira do iiiterios d a illi;i, náo niuito dislaiiciricia do coi~liecidoPico Ruivo. Graiide (Rilwira). 6 aFliieriic : d a ribeira de Mricliicn. Gratija. Sitio cla frcg. d a I'oiitri Delgada. GregOrio (Fajà do). V. Fí'njC dos A s ~ ~ o s . Gui~isiio(I3:iix;i ílo). I'icíi I I ~ I costa-iioi te díi t'oiitii clc Sào Lourciiço. Guiriclio (Iiiieii CIO). Nào iiiuilo distaiici;ido d o pcirto d o Pcsqlieiro, tia costn maritii11;i d a fiegiicsia da P(~ntiitlo Pai-go, encontra-sc iirii peqliciio illicii que tciii aq~i0lciioiiie. Giaiaiclio (Illieii do). V. Scixtrl (Illietis do). Qaiinclaste. Sitio cla freg. d o Frtial. 21 f. e 87 h. Giii~idaste (Poiiia do). Fica cstn saliencia da costa niarititiia lia freg~iesiade Ga~ila, á o rii~iito n

tiUINDAS'fR

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MORTAS

nfastnclo d o porto tlo Porto Novo. «6ulf Streain,,. Esta correiite oceaiiica, (diz-nos o Eluciddrio Mrrdcircnsc), que tem origein 110 golfo d o México e avança até o Cabo Nortc e d e Sepetzberg, divide-se cni vários ramos, ~ i i i i d o s qiiais, mais consideravel qiie todos o s outros, desce ao I!ingo $a costa ocidental dc Africa. Este ramo depois tlc seguir n direcção E., corrc para S. S. W. entre a Madeira e Caliarias, corii unia velocidade cle 12 a 16 millias por Iiora. A corrente d o Golfo d o México eleva a teoiperit~ira d o mar e é R causa priticipal cla graiidc clliaiitidarte d e Agiia tio estado de vapor, qtic contkni a atiiiosfitsa

clo tíosso nrq~iipelago.Iiiforii~a110s o ilustre eiigenlieiro Iiidrografo Adolfo Loureiro .que o raiiio meridional d o Gulf Streani corre d o N. para o S. paralelaiiiente i costa ocideiital d a Africa, indo iticidis perpendicularmeiitc na costa N. d a illia da Madeira, torneando-a pelos dois cabos extremos, o d o Nascente ou d a Ponta d c S ã o Lourenço, o d o Poetltc oii Ponta do Pargo, rcuniiido-se depois iio S. [Ia ilha para seguir o seu curso piiiititivo.. E esta corrente que traiisporta a s senieiites d e Gnillnndinn e a s duas especies 'dos geiieros Mrrcunrz Etztnda (favas ou castaillieiras d o !liar), que apareceni 5s vezes 110 da Criiz c iiri illia ílo Posto Saiito.

I-Ieras. Sitio povoado cla freg. d e Câiiiarri d e Lobos. 13 f. e 60 li. Hoxiiern-~ni-P6.E conliecido por este nome unia coluiia isolada, clc blocos basalticos, coni cêrca d e 12 tiictros d e altlira, qiie se encoiitra, a cfrca de 1700 inctros acinia d o nível d o mar,

nas proxiinidadcs do Iligar cliaiiindo Cirnicada Alta, não niiiito distalite d o conhecido Pico Ruivo, n a s serras d a freguesia d e Santatia. Morta. Sílio d a freg. d o Estreito d a Calhêta. Hortas. Pey~ieilo sitio d a freg. d o Arco d e Sáo Jorge.

Igreja. Sitio povoadij d;i fscg. d o C;iiiip:intiii~i. NClc s c ciicoiitr~inin 1giej:i c Cetiiitiirio p;iioclliiais, uiiin escola priinirin oficial d o sexo niiisc~iliiio,n Estaçáo I'ostnl, a C'nbiiic 'i'clcftiiiica c o Posto cio Iiegisto Civil. 62 f. e 265 li. 27'3 li. Igreja. Sitio p o ~ o o d ocla frcIgreja. Sitio povoado tl;i Frcg. glicsin clo Caiiic;al, ontlc s c ;iclia clo Arcri d e Siio Jorge, eni qiic ;i 1grcj;i I>riitiqiiiiil. 3 1 I. c 10.1 li. fica a Igicja I-';irocliii;il. li8 f. c Igreja. V. VU/;L~'IJZ (C;iiiiqo). 281 li. Igrejii V. ~~0/12/iO [:,/.~jir da Igreja. V. Achtitlrr ( R ~ ~ i v c i i -(Esti'cito rlíi Cii1liCt;t). tll SEI). Igreja. sítio p o ~ o i t d o 1st-Ig:eja. Sítio povoado cla ficg. giicsi:i clo Fiiiril. Ftiiicioii:tni ali d a Cniiiaclia, cliic 6 o ponto ~iiii;i escola oficial d o scxo iii~isiiiais cei~tsalc iiioviiiiciitado clii ciiliiio, ii Ciiixa IJostíil, n C;iliiiic paroq~iia. Esta0 ali itistalados tt 'I'clefiriiic;~, o I'osto clo Kcgisto listaqão Postal, a C;ibiiic 'I'elc- Civil c tili sc ciic.oiitiaiii tniiihciii f(iiiicii, o I+osto tlo I<cgist» Civil ri Igicjíi e o Ccniithiio I'nioc diias escolas oficiais clc ciisirio clliinl. 24 F. e 106 li. primario. Ficniii iitstc sitio o Ig~+c,ia. Sitio [)ovonclu cla Iscg;. pitoresco lugar cla Aclirirlri coiii d o Jai.diin clo Miir, oiidc ficniii ; capela dc Sáo Josc' c a toi.ic ;i Igi-cja í)aroq~ii:ilc O I>ostO c111 i dri ielbgio, o Iicitel d a localitl;icle Rcgisto Civil. 26 F. e 127 li. e n Q~iiiitit Oii~clas. 91. f. c Igreja. Sitio povoado dii fieg. 430 li. d o M(intc. Acliarii-sc liêste sitio Igreja. V. J,on~lio

rici: Igrcjn

(Acliadas d a Cr~iz). Igreja, Sitio povorido da frcg d e wgiia de 13cna (Coiicellio dc Macliico), otidc sc eiiconti;iiii a rcspectiva Igreja I'aroqiii;il, a Caixa Postal, a Cabiiic 'I'elefoiiica e o Ceniitkiio. 60 1'. e

;i Igi.ej:i Pnic~qiiinl, onde c s t i priiiigria oficial sexo tllassep~iltndo o iiiipciridoi Cailos ciilirio. d a A~isti-ia, n capela d e Nossa C Igreja. V. Val.gem da Igreja Sc~ilior;icln Coiicciçc'io, fiindadn (S. Maititllio). se~elltcil~clltc pelo capitão Jose Igreja Nova, Sitio pc,voado da Sotki'O d a Silva. 11 f. e 43 li. fieg. de S ã o Roqlie do Futlctial, Igreja. Sitio povoado d a ficg. eni que s e eticolltsa a actual d o IJ2iiiI do Mar c tiêlc se eii- Igreja Paroquial e o Ceniitério. coiitra ;i Igrej;i J'ai,ocllii;iI. 51 f. 14 f. e 70 11. e 237 li. Igreja Velha. Sitio povoado Ig,vrejii. Sitio povoado cla fieg. da freg. d e São Roqlie d o F;llncln I'oiita Dclgiid:~. Piiiicioiiain clial. Existiu ali uina aiitiga caali Liiiia cscola oficial dc ensir-io pela, cleclicada a São Roq~ie, que piiiiiirio d o sexo feiiiiiiiiio, a eiii 1579 se transforinou em I:st;ic;;io Telegrnfo-IJostaI, a Ca- igreja paroq~iiale como tal serl~iiic'I'elcfOtiicn, (-, Posto d o Rc- vili até o ano d e 1790, eiti qiie gisto Civil c ~ i c s t esítio se en- se clestnoronou. cotitraiii i ~ i ~ i b c i a i Igreja e Cei Iiiia. Sítio povoado da fseg. iiiitbsio I'nsoqiiinis c a capela de São Jorge. i-I~iive ali uma cios iicis l\ilngos (V. ilstc noiiie). pequena capela da invocaçio 123 f. c IOLI li. d e N. S. d a Pietiade, constiiiicla i[l~reja. Sitio povondo d;t frcg. n o iiltimo qiiartel do século xvrrr elos I'r;izercs, oiidc fica ;i Igicja pelo padre Matias Jorge Jasdiin. Fazia este sitio parte clrim inoiIJ;isocl~ii:il. 42 f. e 234 li. I[g,r~eja. Sitio povoado ela freg. gaciio institiiido por Jorge Pinto, clii (Jiiirit:~ (jr;ii-ide e iiêle s e ein 1559, d e que foi Ultiiiio iicliíirri ri rcspectiv;~Igreja Paro- ridiilinistrados o açoreano Lauq~iinl, cnpd:i dc Sniito Aiittitiio, senil(> d a Câniara Falcão, clia:i iiii (Jiiiiita clo I'oiiirii., f~indada inado o morgado da Illia, qlie pelo p;tdi.c Anttiiiio Go~iqalves lili algiimas dezenas de arios venele Aiidriiclc, e i i i i ~ í icscola oficial deu estas terras aos respetivos d e itistrriç3o priinriiia. 47 f, e caseiros. O Iioine dado a este sítio psovéin da ciicunstaticia 227 li. Iyojo. Sitio povo:ido díi frcg. de ser rodeado pela ribeira qiie, d e S:iiit;iti;i, oiicie s e ciicotitrni~i bifurcando-se, se torna a titiir 21 I g r ~ l j ~ i PaiaocliiiaI e Liliia escola ii~inis ó poilto. 63 f. e 319 li. Illieu. Sítio povoado d a freg. oficiril de etisiiio eleniciit:ir. Igreja. Sitio povoado d a freg. d e Câinasa d e Lobos, qllisi to'1~ (Ji)iicalo. Nele se acliam trilmente ocupada pela populao r\ Igreja, o Ceiiiitéi.io Paroqiiinl, ç ~ pescatoria desta localidade. ~ ~ r i u i E conliecido por este i, a Esiac;ao p o ~ t i t l c \rina escairi

I

nome o Illieu, que fica situado n o extremo-oéste do porto do Funclial, ligado hoje A terra, depois da construção do molhe d a Pontinha, nos anos de 1885 a 1889. No ano d e 1866 coineçoii a funcionar ali uni faroliin, que serve de ponto de refereilcia as embarcaçòes que demandam o porto. Existiu ali unia fortaleza, hoje desmantelada, que até lia poucos anos correspondia a s salvas d o s tiavios de guerra, qiie ancoravani na baía d o Funchal. Ilheus. V. Madeira (Illieus da). Incão (Ponta do). No litoral d a Ilha d o Porto Santo, a lkss~iéste,fica n,ponta qtie tem o nome d e Iticáo.

Iiifaiite (Pico do). Elevaçáo iiiontanliosa, tia freguesia d e Santa Maria Maior, ao norte d o sitio da Clioupana. Iiiferilo (Ribeira do). Nasce nas serras da freg. de São Vicente e separa esta freguesia da do Seixnl, lançando-se no oceano. Nas margens desta ribeira e nos pontos interiores dela, ericontrani-se alguns cios pontos da IIOSS;~niais arrebatadora paisagem, deparando-se ali freq~ienteinentecom os inais Iiorrorosos e profutidos despenhadeiros. O caudal desta ribeira alinienta tiina levada, qtie fertilisa 21s terras d a freguesia d e Siío Viceiite.

Janiùoto. Sítio povoado da freg. de Santo Antótlio do Funclial. Êste nome é a corrutela de João Boto, antigo povoadoi. Neste sitio s e encontra uina nascente de água ferrea, que em tempo adquiriii bastante rioníeada, por s e lhe atribuirem determiriadas qtialidades tersipeuticas, tendo por isso a Câ-

rilnra Municipal d o Futichal rnantlado proccder A analise química e bacteriol0gica dessa agua, sendo o restiltadn d a n-iesina analise ptiblicado n u m opusculo no ano de 1900. 78 f. e 309 h. Janeiro. Sitio povoado d a freguesia de Santa Cruz. 87 f. e 534 11,

,fíineI;i (12il1ciin da). I':, o inais cxteiiso c caiidnloso curso d e :igii:i d n Mrideirn. 'l'ciii sii;i Origeri1 tio Isniil d a Serra e, atravcssaiiclu íi Freguesia d e que c o ~ i s e r v ;o IIICSITICI~ i o ~ i iali se ~ e, I;in~.a occiino. A pequena distio tíiiicia tlíi siiíi foz ericoiitra-se iiiii illic~icluc trimbciii tciii igtial iioiiic. As coiiliccidas levadas d o I(;ibnc;;il ;iliiiiciitaiii-se eiii boa p;iite dos in;iii:iticiais clcst;i rihciiii, capt;icios iins siias origeiis. V. KiOtira tia Jtrliclir (ITregiicsia tlri). .Narilifio. Sitio povoado tlii fi-cçiicsiri díi I'otitri do Sol. Era :i sede elo ;\litigo iiioidgadio d o Vale díi Ijicn, iiistittiido eiii 1522 por ./o") 1I:siiicr;ildo e de cllie foi iilliiiio icptesciitrinte o distitito ~ I I consclliciro S Aircs d c 0rricl:ts. Eiicoiitia-se tili e fnzi:i partc desta casa viiic11l;icl;i ;i c;ijwl;i cle Noss;i Setilioi:i dii I'icclriclc, fuiidzida por AtitOiiio clc Ciiivnllial Csiiicrnldo pelos íiiios 1 (i70, tciido sido rcst:iiir;itln C I ~ I 1777 e eiii 1879 pelos icspcctivos aclii~iiiistradirrcs I'inticisco d c Oiiiclas d e Víiscor~cclos c o coiiscllieiro Agostii~lio ele Oriiclas d e Vnscoiicclos. V. Lonibaiilr tias Esr l c b

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Jurdiiii. Sitio tlíi frcg. d e Cdiiini-:i clc Lobos. J ~ ~ < ù i lSitio ~ o v o a d td a freg. li, ) tlo L;iii~p;iii;irjo. 23 f. e 1 17 li. Jardirii (I)otita do) oii d o Jardiiii do Mar, Fica ti;\ custa iiia-

ritiiiia d a fregliesia d o tnesnio tiome. Jartlirii Botariico. Sítio d a freguesia d o Moiite, o n d e existiu liin viveiro d e plaiilas, tios princípios d o século passado, conliecido pelo nome d e Jardini Botariico. Jardiiii do Mar ( F r ~g!i P s i o do). No litoral, q u e se estende entre a s frcguesias d o Estreito d a Calheta e d o Paírl do Mar, lia LIIIIII saliciicia da costa, forniada por uiiia fajã, que coiístitui unia parte cotisideravel da freguesia d o Jarclirii d o Mar E liiriitada, a o iiottc, pela paróquia d o s Prazeres, ao sul, pelo Oceaiio Atlântico, :i Ièste, pela freguesia d o Estieito d a Callieta e a oeste, pela d o Paiil do Mar. F a z parte d o Concellio da Callieta e da Comarca d a Purita d o Sol, distnrido scte qriilOiiiclros cln skde d o priníeiro e dezoito d a d a seg~iiida.A Igreja Paroquial fica tio sitio cliaiiiado d a Igreja e teiii Nossa Seiíliora d o Rosdrio, coiiio sei1 orago. No sítio (Ia Picdadc, e t ~ c o ~ i t r a - s e capela a de Nossa Senhora da Piedade, (V. este nome), qiie foi skde cfuiii morgadio d o s Coutos Cardosos, e taiiibeiii a Caixa Postal. T e m o s sítios povoados da Igreja, Piedade e Poiitiiilia, e outros lugares d e tiietior iinportancia como a s Roseiras, Cerra: diiilio, I'ortinlio, Feiios, etc. E servida por clois peqtienos portos ço~iliecidos pelo tiotne de

Enseada e IJortiiilio. A sua po- acliava-se bastante arruinada, piilação t; de 500 lial,jtailtes, teti tlitido o pároco Cesar Martiviverido em 128 fogos. A beira i1110 Feriiandes levai~tar ~itria do Oceano e entre apriitnadas e iiova igreja no aiio de 1906, o escalvadas rochas, assenta esta clue coilsegiiiii ê custa d o s pequeiia freguesia, nuiiia verde- ixiniores sacrificios e coiii o v;ijarite e risoiiha fajá, que inteira- lioso auxilio de Fraricisco Jo3o inetite justifica o nonie cllie Ilie de Vasconcelos, cltie ali e r a abastado proprietriiio, tendo n foi posto de Jardiin d o A4ar. Pertenceii priinitivaineiite, teinplo sido beilzido a 19 d e ticiii coiiio as visiiilias parbq~tias d e Oiitubro de 1907. Existe ali dos Prazeres e do Púul do Mar, a capela de Nossa Senliora d:i ri freg~iesin Estreito da Ca- Piedade, de cltie eiii outro Iiigal* cio Itieta. Entre os inaís antigos po- 110socuparei-rios. l'ristão Vaz d e voadores, avultani Gonçalo Al- Reteiicourt e Câiiiai'a, casado ves cle Araujo e João d o Co~ito coni iiiiia senliora cln casa vitlCardoso, tendo iiin tillio dêste culada dos Co~itosCardosos, foi iiltinio iiistitiiido uni vinculo c0111 agraciado cm 1896 cor11 o titiilo ~ k d p Jardiin. Passoii a fazer de barão do jardiiii do Mar. no Jarctiiit do 1Vlar (Porl'il tio). Peparte da par6qliin do Paiil do ~.x)rtn, tairibeiii ~ciiiliccirjri Mar, cliiando esta fní criada no cl~ieiio íino de 1676. N o Jardiiii existia pelo nome de Portiriliri, :io lir i aritiga capela de Nossa Sc- toral da fiegiicsia d;iqufilc rio~iie. nhora d o Rosário, cujo fundaJardina Pelado. Sitio p0vo:ido dor e ano de construç2o igno- da freg. dos Prazeres, sobraliraiiios, e nela foi estabelecido cciro A parOqtiia do Jardiiii d o 11111 curato, depeiide~ite paro- Mar e donde s e desfriitn iitti bclo da qiiia do PaUI, no ai10 de 1734. pnnoraiiia. 32 f. e 158 li Procedeu-se á sua reedificaçfio Jardiiii da Seri*a. Sitio0povo:iiio niio de 1786, contiiilintido d o d a fteg. d o Estreito de CrZiiela a séde d o curato, 1120 mara cle Lobos, seiido itm d o s lendo, porem, residencia pet.i:ía- poiitos mais eiicatitadores d a tielite o sacerdote que servili de Madeira. Das eiiiiiiciici;is d o cura, sendo etu 1836, em que o Pico dos Bodes e dri Boca d o s Jardiiil s e desligou d o PoíiI do Natiioi~icios, cliie Ilie Eicliiii soMar. Coilt~idos ó foi elevada 6 branceiros, descortii~anise ns categoria de freguesia aiitoriorna irlais arrebatadoras paisagens. pela carta regia de 24 de Jiinlio Henriqiic Vcitcli, qiic foi c o n s u l de 1848. Apesar da exigiia po- da Inglaterra tia Madeira d e p~ilaçáo clesta frcgliesia, a capela 1809 a 1838, eclifieou i-iêste sitio, era de acariliadas diniens0es e no pritueiro quartel d o século

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JI JNCAL

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passado, iiiiizi excelente casa d e nieilte o bairro de Santa Maria caiiipo c :\li falece11 a 7 cie Agosto M:iior, lia grande al~lvifiode 9 de 1857, teiido sido sep~iltado d e Oiit~ibrode 1803, arrastando lias iiiicdinções d a referida Iia- para o tnar a igreja paroquial e bitaqão, nLiin pequciio t ~ i m ~ i l o iiiiiiiieras casas, c causando n , cliic aiiidn ali s e conservri. irioitc a cêrca d e 200 pessoas. Jesus Maria Jose. Sitio po- Tomoii o non-ic d o antigo povoado d a . freg. d e Criniara de voador J o á o Gomes d a lilia o u Lobos. 'l'omoii o noiiie diiilia o Trovador, que teve terras d e capela dcstíi iiivocaqão, qilc ali sesinaiia nas suas margeiis e d o existili, f ~ i n d a d n ein 1 (i94 por qiial se encontra111 algumas Scbastiào Gonçalves Cordeiio e poesias tio Cancioneiro de Garsua iiiiillier L~iiza d e Ori-ielas, cia dc Rcscnde. selido n s t d e diiiiin c;is;i viilcii9ôg.o da Bola. Sitio d a freg. Indn. Ericotitni-sc nês te sitio iiii~a CIOS Canhas, onde existiii iima crlpela tlcciic:ida a São Joáo capela dedicnda a Nossa Sel3;iptista, cujo f~iiidndor e niio nliora ria A~iii~iciaqc?r), tanibein da s~i;i coiistr~içào cicscoiilic- chamada d a 1ncarnac;ão. ceiiios. 29 f. c 166 li. Jugo tia Bola. Sítio povoado ,!ofio Boieiro. V. L o l ~ l h o ri? cla freg. d c Sào Jorge. 14 f . c (5li. Iodo I3oilgi1'o (S30 Rocl~ie). ,loáo Feriiio. Sitio povoado d a Jiideti (Pico do). Elevaqáo i'r~gt~csi;cc10 S ~ ItoI CI;I Se4 r ; ~ I I I ~ I ~ ~ ; I I I ~ 11;i S~ost;i-~iosttt a I IO ~ d (coiic~lho tle Saiita Ci~iz),qiic frcg. cio Caiiiqal. o povo, j10r coi'iiitcl;~, cliaiiia Jliliaria (Pico de). Fica i10 i i i Jaiifrío c c o i ~ i otal 6 gcrnliiiciitc tcrior clri região seteiitrional d a ilha d o Porto Santo, atii-igiiido a coiillccido. 52 f. c 260 li. Jnfio Delgado (Ribeira de). altit~idcde 450 metros. AfirmaFica lia frcg. clo Seixal c des- se qiie o seu iionie tt a coirutela de Gil Eaiies, antigo povoacinbocn tio O c c a ~ i o . joao Gornies (Ribeirri dc). i? doi. clacluela illia. Na tradição iiina dris trCs grandes ribeiras local conserva-se a noticia d a cliic ntrnvcssa ;i cidade do Fuii- cxistencia cliiiiia pequena erinida cliíil, tani\~ein conliecida pelo nas verteiites deste pico. Jiinqa. Sitio (ia freg. d a Caiioiiie d e 1iibcir:i d e Nossri Seiiliora d o Ciilliriii, pnr ter cxis- 111ac11:i. Jiai~cal(Ribeiro do). É uiil ritido ii~iiii:i cltis siias iiiargcns a igreja dest;i ii.rvocac;áo. As Agiiris beiro aflueiite da Ribeira d a Medesta ribeira, siiíiiclo f6ia d o sc~c tade, h a s serras d a frcgliesia cle leito e form;iildo trCs caiidalosas Sào jorge, que aliiiicnta o caucorrtntes, iritindnraili violenta- dal d a Levada d o Juiical, desti-

j~rúci~i,

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LAJE

nada 6 isrig;icáo das iregliesias d o S;~titocla Serra, Agii:i de I-'eiia e S a ~ i t aCr~iz. Jilriceira. Sitio da fregiicsia de Câmarít. tle Lobos. Juiiceira. Sitio da iiegiiesia do Cariiço. Jinnqueira. Sitio povoado d a 7 freg. do Porto cla Cr~iz. f. e 48 h.

Siiiiqiieira. Sítio povoado ela freg. do Porto d o Moniz. 49 f. e 196 h. Juiiqueira (Baixa da). Na costa iiiaritiiiia d a fieg. d e S ã o Vicente, prtixiino d a Baixa d o Galeáo, encontra-se uni baixio qtio tetil o nume d e Juiiq~ieiiri.

Ladeira. Sitio c13 firgi1esi:i do Porto d o Moriiz. Ladeira. Sitio povoado d a frrg. de Saiito Atittjiiio do F~iticlial. 38 f. e 159 li. Ladeira e Laiiiaceiros. S i t i O povoado da freg. d o Arco dri Calhêta. Fuiiciona ali uiiirt escola oficial cle ensino prim8rio. 64 f. e 325 li. Ladeira do Pnii Bastilo. Sitio da freg. tle SBo Roqiie do Faial. Lagôa. Sitio povoado da fieg. tlo Arco de S3u Jorge. 16 f. e

49 h. Lagoa. V. AlugGa (Priúl do

Alar}.
Lagôa (Pico da). Na serra rio sitio d o Poiso, fica o Pico da L,agBa, cjue atinge imia altitiide de 1450 metros.

Lagoa. Coiistitiiiiido a obstriiidii csatcra ciiirii vulcáo, eiicontra-se iin fregiiesia d o Santo peclueiin lugar, a da Seria ~ i m que cliainam a LagBa, e que nos inveriios mais proloiigaclos se enclie de ágiia, iortnaiido u n i pequeno lago, qiie mede uiiiri superficie nproxiin:tda de seis mil rnetsos qiindrados. E liigar pitoresco e riiiiito visitado etii otitros tenipos. Lapôa. Sitio pitoresco d a freg. rlo Porto d o Moniz. Laje. Sitio d a fieg. d o Estreito d a Calhêta. Laje. Sitio d a freg. d o Seixal. Laje. Sitio,povoado d a freg. d a Serra d e Agua. 25 f. e 11 1 li. Laje (Porto da). V. Seisul (Porto do).

r,i\J E

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LA t)A DA CADELA

Laje (Ribeira da). Fica lia frcguesia d o Faial e riela encabeqa tiitia levada, qlie fertilisrl alguns trrrctios da freg. d e Santa Cruz. Lajeas. Sitio povoado d a freg. de Gzirtla. 31 f. e 144 li. Lnjeas. Sitio dri fregiiesia 40 Monte. Lajeílo (Pico do). Na cost:inorte d a freg. do Laniçal. Lajirilias. Sítio povoado ci:i Fieg. do Monte. 34 f. e 169 li. Lairiaceiros. V. Ladilira tT Lnrnareiros (Asco d a Calh&ta). Laiiiaceiros. Sítio povoado d a freg. d a Hoaveiit~iia. f. e 36 11. 9 Lniiiaceiros. Sitio povoacio d a Freg. cia I'otita Delga~ia.B f. c 18 li. Lainaceiros. Sitio pitoresco da freg. d o Porto da Crtiz. Laniaceiros. Sitio povoado rl;i fseg, d o Porto d o Moniz. 90 f. c 427 li. Enconttri-se ali iima cnpelri d a invocação de São Ped i ~ ) ii~liitcidaiiificada pelo ter, saiiicito d e 1748 e pouco depois recoiistriiidri, tendo sido lia poucos aiios ncivaniente restaurada. Lãmaceiros. Sítio povoado d a frcg. de Santana. 68 f. e 241 li. Laiiiaceiros. Sitio muito pitoresco d a frcg. d o Santo d a Serra, cloiicle se disfr~itarn lindas vistas sobre a s paróquias d o Porto d a Cruz. Fainl c Saritana. Fica a trés cl~iiltiiiictros d e distancia d a Igreja Paioqiiial d o Santo d a Serra, Ate este sítio coi~-eii~, tiiiln aqlieduto co~iitiin,as ágttas das

levacias do F~irado, Juilcal, Nova do Furacio ou dos Acionistas e a da Serra cio Faial, passatido, ali, a primeira para conduto próprio e a segunda para a fregllesin do Porto da Cr~iz. 6glias das As olitras duas levadas vão em conjunto ate o sitio do Loinbu cln Raiz (V. este noriie) Lai~iarejas.Sitio povoado da freg. de Santa Cr~iz. Larneiros. Sitio povoado da freg. cla Puiita Delgada. G f. e 15 h. Laiiieiros. Sitio povoado da fscg. de Sáo Vicente. 42 f. e 180 li. Lanço. Sitio da freg. da Ponta Delgada. Laiiqo. Sitio povoado d;i frrg. de Sáo Jorge. 3 f. e 17 l i , Lanço, Sitio povoado dn frrg. de São Vicente. 62 f. e 257 l i . Lanço de Água. Sítio pitoresco da freg. dos Ca~ilias. Laiiço clo Teixeira. Sítio puvoado da freg. do Pai11do Mar. 5 f. e 16 li. Laiideiros. Sitio povoado da freg. de Macliico. 1s f. e 115 li. Lapa (Illieii da). V. Cart?llatzdrio (Illieu do). Lapa (Porto da). V. Cntnpancírio (Porto do). Lapa (Ribeira da). V. Cnnipnnório (Ribeira do). Lapa Braiica. Sitio da freg. do Curral das Freiras. Lapa da Cadela. Numa das vertentes do Pico Ruivo e na0 muito distanciado do ciime,

LAPA [ ) A CADELA

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LAX~\f<E'I~O

ericoritra-se lima furtia ou lapa conhecida por aqiisle nome, cllie serve de íibrigo aos visitantes cyie ascendern a essa eininencin, quando o rnau tempo os surpreende naq~ielas, pnr vezes, inospitas paragetis. Lapa e Massapês. Sítici povoado cla freg. cio Canipan5rio. 26 f. e 1 18 li. Lapa do Sul. Ltignr pitoresco e de vastos Iioiisontes, próximo d o Monte Medonlio, tias serras de Srio Vicente. Lapeira. Sitio da 111i:\ ~ i Porto o Santo, Lararijaí. Sitio povciadu da freguesia de Santo AntQtiio do Futiclial. Marcos Braga, um dos rnais aiitigos povoadorcs da Madeira, teve ali terras de sesinaria, que seli rieto Doniingos Braga coiiverteu em instituição vinciilar, sendo actiial represetitante desta casa o dr. Reinigio Espinola Barreto. S7 f. e 363 h. Laranjal. Sitio povoado da freg. de São Vicerite. 26 f. e 121 h. Laranjeiras. Sitio da freg. da Boaventura. Laralio. Sitio povoado da freg. d o Porto da Cruz. 34 f. e 205 h. Larano (Caminho de). Sai d a vila de Macliico a estrada que tem o nome do Engenheiro Leiria, cuja construção ficou ínterrompida, devendo o seu proloi-igan~ento atravessar o sitio de Laraiio e pôr em fácil coniuriicac;áo as freguesias de Ma-

cliico e Porto d;i Crtiz, existindo apenas Liitia extensa e perigosa vereda praticada na roctia, que liga as duas pnr6quias. Laralio (Poiita de). Fica iia Fscgiiesia d o Porto da Criiz esta salieiicia d a costa niaritirna, a qiie tamt~eiri se cliatiia a Ponta de Santo Aiitdnin. Larga (Baixa). Pecliieno baisio, que s e encontra, a oeste da Poi-itiiilia, lia baía d o Fuiiclial. Largo da CoiiceipBo. V. r o i / ccigão (Largo da). Largo da Fonte. N O sitio d a Foiite, ria freg. clo Monte, fica o chariiado Largo da Fonte, local que tem ~ i i nfontenario alpendrado e nele iitiia pequena iniagenl de Nossa Sei~hoi-a do Moiitc. E marginado pela estrada d o Caniiiiho de Ferro d o Monte, encontrando-se ali iiina estação d o iiiesrrio elevador, que te. o nome de Estação d a Fonte. E lugar bastante pitoresco c muito freqiientado pelas pessoas, que visitam a encantadora estancin do Monte. Largo dos Milagres. Sitio d a vila de Macliico, onde se encontra a Capela d o Senlior dos Milagres, destrrrida pela grande aluvião de 1803, qiie tirilia o nome Capela d e Cristo ou da MisericOrdia, a qtie então pertencia, sendo pouco depois reedificada. V. Banda de Aiim. Lazareto. No extremo leste da cidade do Funchal e na foz d a , Ribeira de Gotlçalo Aires,

Ievai~taiii-se a s clianiadas caças Israelita, que no limiar d a end o Lazareto, devidaniente isola- trada tem a data de 1551. das d o s lugares circui~viziiilios, Lego (Baixa do). Encontra-se por meio duma iii~iralha,que a s este baixio 112 costa tiiaritima cérca em todo o s e u pcriinetro. d a fregtiesia do Arco da CaAs ~.irinieirasedificações datatil Iheta, a cerca d e nieia millia da do afio d c 1851, s e n d o ein parte foz da Ribeira da Madaleiia, dcstniidas por ~ i t i incenclio ocori Ledo e Viiihatico. Sitio poiidii cin 1857, tendo-se poste- voado da freguesia d o Arco da r:oriiiei~te i.ealisado ali alglitis Callieta. Joáo Feiiiaiides de Ani i n p o i t a n t e s ii~ellir)raiiieiilos. drade, tim cios mais antigos poP o d e dizer-se q u e iiuiica este voadores desta paroquia, funestalieleciiiictito teve a aplicação doti, tio sitio do Ledo, unia 1m.a q u e fora inicialiiiente des- capela da invocação cle N. S. do titi;ido, p o r q ~ i c sóiiiente iios pri- Lanqo, qiie fez side duina insiiiciros teiiipos e sempre de titilição vincular. Tambem ali iiiodo transitório serviu d e laza- existiti a capela de N. S. do reto niarit'rno. Tem, p o r é n ~ pres- Desterro, edificada por Rafael , tado assinalados serviços corrio Esteves, 110 terceiro quartel do licispital d e isolaniento, por século s v t r . F~inciona ali tinia ocasião d o aparecitnento, entre escola oficial de ensino eieiios, drt meningite ccrzbro-espi- mentnr. 57 f. e 309 11. iial, d a vaiiola, d a peste buboLeiria. (Estrada do). O caiiiinica e d a colera-ii~orb~is. Mais nho, que ila vila de Machico cltiiila vez teiii tainbem servido condiiz ao cais, entesta, proconio posto de reclusão d e ximo da capela dos Miliigi.e~, coni a chaiiiada Estrada do d e p » r t a d u s politicos. Lazareto. Sitio dit frcgtiesia Leiria, que constitui o primeiro Iari<;o da projectada estrada de cle São Gonçalo. Lazareto (Estiada oii Cnmi- Larano. (V. Cste noine). O engeiiIio cio). Coiiieça no cxti.eti10 i~heiroJiilio Augusto Leiria, aiilkste d a Ktia Bela d e São Tiago, tigo director das obras publicas iiti.avcssíin~io parte das frcgue- dêstc distrito, deli o iionie sias d e Saiita Maria Maior c São Aquela estiada. Lemes. Sitio povoado da Goiiq;ilo c crijo pr«longainento constitiiia a antiga estrada, qiie freg. clii Ponta do Sol. Pertei~ceu concltizia 2s parciq~iias d o Ca- ao inorgadio iristitiiido por Aniiiqo, G a ~ i l n etc. Dri acesso para tonio de Leme, 110s fins do , I. a s cliversas dcpeiideticias d o seculo S' Lkste (Vciito). V . Mcrdeir'lr Lazareto íle Cionçnlo Aires e A stin nint-gein fica o Gemiterio Clima da).

I,evgada. sitio ~ ) o \ ~ o a t l i (!:i ) fi.cgiiesi;i dii Boíiveiit~ti'a.2 0 f a e 1114 li. Levada do Cavalo. Sitio p0v o a d o da fieg. clc Saiito Aiitci~ i i o o Funclial, qiic e~itesta d coiii a parócltiia de Sáo Pedi.o c fica lia rnargcrii tlircit;i da Kihcira d e S ã o João. 61 f. c 253 li. Levada da Gor~ijeira. Sitio pov o a d o d a freg. d o Moritc. 'Tciii iliiia escola oficial d c iiistriic;?io primária. 3 3 f. e 128 li. Levada Grande. Sitio povoaílo d a freg. do Porto do Moniz, o n d e funciona iiina escola oficial niixta d e ensino priii~irio.36 f. e 130 li.
Levada da Madale~ia. V. SUliics c Lci,ad(z d a Maikolcriti (Canhas). Levada do Pisiio. Sitio pitoresco d a freg. d o Monte. Levada do Poiso. V. Aclradir C Lcvada do Poiso (Caii li as). Levada da Rorla Sitio povoadíi d a freg. ele Santa Ciiiz. I8 f. c 1 0 4 h. Levada de Santa Luzia (Estiada da). Liniita a cidacic pelo Iario noitc e estcncic-sc clcsde n rriargeiii csqiierda d a Ribeira clc Santa Ltizia até o alto cl;i Ave; iiida Peciio Jose cle Oriielas. E ladrada ciii toda a siia extensão pelo abilndaiite caudal ela levada d e Santa Luzia, que Ilie dei1 o nome, c em todo o seii percurso s e desfruta Lima vista surpreerideiite sobre o porto, cidade c s e u s aii.edores. Fica A beira

clesta cstrnda a c;+pcladc Nossa Seiiliora da Consolação, ciijo f u i i d ~ ~ d o r a n o d e coiistrução e s e igiinraiii, tendo sido recdificada n o a n o d e 1861. O front:il d o altar é iirii antigo c bclo nirisaico, qiic pcrteiiceu ao coiiveiito d e S ã o Fraiicisco d o F~iiiclial. Dd acesso para esta cstiacla a suiit~iosaqiiinta d a I~aliiieirn, proprierlade c iiiurnda do iiiiportalite iiidiistrial I-Iciiriqiie I-Iintoi~, eni ciijos jardins se eiicoiitr;i a famosa jaliela d a casa d a Rua d o Esmrraldo, onde se afiiiiia cliic d ~ i r a n t e algiiiu teiiipo iesid i ~ io descobridor ci;t Aiiikrica. V. Rutr tJe Cristov2o Colorizho. Levadas. V* A4ndcir.i~ (Lcvaclas da). Levadas. Sitio povoado (Ia fi4eg. d c (3;iiit;i. 65 f. c 282 h. Levadas. Sitio povoacio da freg. cle Santa Cruz. 64 i. c 342 li. Levarliiiha, Sitio povoado (ia frcg. d e Santa Criiz. 4 f. c 32 li. Levadiiilia. Sitio povoadc) da freg. cla 'Tabíia. 5 f. c 34 li. Limoeiro. Sítio povoado ela frcg. d o Faial. 17 f. c i39 li. Liitioeiro. Sitio povoatlo lia frcg. de Sáo Vicentc. 12 f. e 47 h. Livraiileiato. Sítio povoncl O da ireg. d o Caiiiqo. 'Toiiioii o iiotiie diiiiln cíipcla, qiic ali existili, clcdicada n Nossa Çetiliorn d u Livsamento c qiie foi centro duina concr~iiiclriiomagcili, tra~isfcricla Iioje para a Igreja I3aroq~iial. Atribui-se a fiiiidaçáci dessa capela a Sebastic'io de Oliveira,

pcis iiicarlos d o sCciilo sT'11, cliic clada pelo padre Maiiiiel Goriics teve ali tciras dc scsiiiaria. 77 f. Garcts, iio alio de 1653. 437 li. Lobas. Sitio pov«:ido da fseg, Livranieiito. Sítio povoiiclo d;i dc Ciaula. 9 f. c 39 li. Loiiibada. Sitio povo;ido díi frcg. d o Monte. O ilonie provtni-llie d a capela da iiivocaqão freguesia d o Moiltc, oiidc fuiid e N. S. do Livianicnto, que ali cioila tirna escola oficial tle ins-V s c cnconti-a, mandada coiistruir tr.ii(;r?o priiiiáiia d o sexo iriasciipor Inricio Feri-rira Piiito, no liiio. 17 f. e 75 li. Eoriibada. Sitio povoricio cin ;i110 cle 1684, e ieedificada LIIII s0culo liiais tarde por Joáo José ficg. de Saiita Ci iiz. A íiiitig:i Bctciicouit dc Frcitas, sciido de capela de Sáo Pedio foi coristriiida por Joáo Escorcio Driiiiistiti~i(;L?o viric~ilar.NO i~ies~iio sitio se aclin uiiia capela coiisa- iiioncl iios piiiicipivs tili skgrrtda ao Sagrado Coração de ciilo XI'I C ficava iia m:irgcin da J c s ~ i scoilstriiicia Iin poiicos aiios Ribciin d a Koaveiitiira. Arrasada , pelo padre Cailos Jorgc de Fatia pela grande al~iviáode 1803, e Castro. Estc sitio é atiavessa- procedeu-se pouco depois á siia d o pela cstr.ada clo Caitiinlio de ieedificaçáo ein Iiigas ~iienos Ferro d o Mniiic, e ali ftiiiciona exposto A violeiicia da corieiite. iima escola oficial clc ciisii~o Afiriiin-se cliic nêste sitio erigiu D. Maria elo Rosríric) de Ai.-. clciiieiitai. 59 c. c 280 li. vclos, iio titio cte 1G70, tiiiia Livraiiieiito. Sítio da frcg. da capela ela iiivocaç3o de Nossa T-'oiitíi elo Sol, em qiic sc eiicoii- Sciiliora rl:i 1'ctili:i clc Fi-aiic;;~. tr;i uiiia capelli detlicacl:i ii Nossa Loiixùadii. Sitio povoacíu ria Srtilioia clo iiicsiiio iioiiic c ficg. rte Sâo Miiitiiilio. 75 f. c riiatidada coiistiitii por Iliogo 392 li. ferre ir;^ rlc Mcsqliitlt e s ~ i n i i ~ i i Loiiiùada (r8beii.a tia). PcqlicIlici D. Isabel ele Meiiezcs, iio lia ribeira lia frel;~iesiaela F'oiita alio tlc 16,563, sttie diiiii inoiga- do Sol. tlio pus êlcs iiistit~iiclo, sciido Loiiibada dos Cedros. Sitio pntlesccndciitcs elo fidalgo íilci11;lo voado d;i f i ~ g da Fajá da Ove. Adi.iano Sprriiiger, tliie por ali Ilia, qiie costiinia dividir-se lios p o s s ~ i i ateiirts de sesiiiarín. dois sitios da Psiiiiciia e ScLivritiiiciito. Sitio cia fiegcie- giindn 1,onibada dos Ccdios. siíi d c São Viceiitc. Aclizi-sc ncle 66 f. e 296 li. iiiiia capclri, cliie tciii a iiivocaLsnibnrla dos Esiiieraldos. V. rie Nossa Sciilioia cio Li- Lombndtr da Ponltr do Sol. vr;irnci~to e qiie deu o iioinc a Loiiibarla do Eoreto O11 Eoreto. Cstc I~igar, Iiavciido sido fiiti- Sitio povoado da freg. clo Asco

ao

Cal\leta. n a iiOste sit;o a c ~ i - Maílcira. O primeiro capitãopela d e Nossa Senliora d o Lo- donat6rio rio Fuiiclial João tioiireta, que é o centro d ~ i i n acoii- qalves Zargo fez dela doação a da corrida romagem, afluindo ali seu fillio Rui G o ~ i ~ a l v e s C6niuito povo de virias freguesias rnara, teiido este, ao sair para a distantes e priiicipalriieilte das ilha d e S ã o Migiicl, aforaclo paroquias circunviziiilias. Esta todri a loiiil)ada, ((qiie ia d o mar capela, apesar d e peqlienri, teni r'l serra., a o fielalgo flaiiiengo uiii cei to aparato arcluitectónico Joáo d o Esiiiesaldo, q ~ i cseni e pena foi qiie uni nial aílaptado deiiiorn procedeu ali ri largas alpendre Ilie prejiidicasse a liar- explornçòes agricolns, principalnionia d o coiijuiito. A siia coiis- iiiente B c ~ i s t stle 80 escravos, truçáo data dos priiiieiros anos clieg;iiido a produzir, diz Iiipertetido sido fuii- bolicanieitte Gaspar Friitiioso, do stculo s ~ i , dada por Peclro Goiiçalves da viiite tnil arrobas d e açucar eiii Câiiiara, neto de JoL'to Gonqalvcs cada ano. Jorío d o Esineralcto Zargo, primeiro capitão-dona- instituiu iiesta propriedade, iio tário do Fuiiclial. Teve ~ i t i i ano d e 1522, u ii~orgadiod o grande solar adjunto, Iiavendo o Santo Espirito, lia nietadc ocifundador feito ali a sede do iiii- dental dela, e o d o Vale d a Bica portante inorgadio que instit~iiu. (V. J(T/Z,.C$U) na metarle orieiital, Outros dáo a capela e o vinc~ilo a favor dos dois filhos, nascidos instituidos por D. Joatia clc Eça, d o seli primeirci e scgiiiido iiiaEsineviuva do refericio Pedrci Ooii- trinibnio. Ali coiisti~~ii~i çalves d a Câiiiara, camarareira- saldo iiiiia capela dedicada ao mor d a sainlia D. Cataiiiia e Espírito Santo, a q ~ i ctambeii~ padroeira d o coiiveiito da Espe- c1iam:ivnrii d a Coiiceic.ão, que ranqa, em Lisboa, onde foi se- foi sagrada pclo bispo D. Joáo pultada. As freiras deste 1110s- Lobo tio ano d e 1508 c qiic teiro possuiram niiiitas terras tia ficou seiido a SL;CIC dêste iiiortreguesia d o Arco da Calliêta, gadio. O teinplo nct~i;il é iima que Ihes foraiti legadns por reedificação d a priiiieira inetxic D. Joaila de Eça. 88 f. e 448 h. elo sCciilo s\riri, sendo a capela Lombada dos Marinheiros. Si- iiiais vasta, niais cle!~aiitc,c iiiais tio povoado da fseg. d a Fajã da rica d e toda n diocesc. E digno Ovelha. 5 4 f. e 209 li. tle adniiraqAo e zipreço o laniLombada da Poiita do Sol oii bris dc az~ilejos, qiic interiordos Esiiieraldos. sítio povoado inciite cobre o roda pés cias d a fregiiesici d a Ponta d o Sol. parcdcs d a capela, represeiiEra Lima das iiiais vastas e iiiais taiicto, cni figuras siiiibolicas, os teiteis propriedades r~istic:is d a Llons c os Frrltos d o Espírito

I

LOrMUt\T)A DA PON'I'A I ) O SOL

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I.OMB0 1 0 AI.FI(3 1

Sitio povoado da freg. de Sao Vicente. Eoliibu das Adegas. Sitio P O voado da freg. da Ponta do Sol. Existiu iiêstc sitio Lima capela dedicada a Santo Aiitoriio. Pcdr o Delgado, antigo povoadar, teve ali terras cle sestiiaiia, cl~ic depois se coiiverterain c111 iiistitliiqáo viiicular. 231 f. c 1 121 l i . Loaiibo dos Aguiares. Sitio povoado da frcg. cie Santo Aiitdiiiii do Funcli;il. Foi Diogo Afoiiso de Agrrias, genro de João Gonçalves Zargo, ou algtiiis clos seus iiiriis próxinios clesccndeiites, os seiilioics dêste sitio, que toiiiou o iioine dos seus proprietários. 119 li. Teni tiiiia escola oficial de ciiLonilùas. V. Mrrtus c l,otnOas sitio primário do scxo feaiiiiiio. (170r10 Saiitu). 98 f. c 445 li. Lo~iibiiiho.Sítio povoado d a Loriibo do ~ 1 1 x 0 . Sitio da freg. freg. cio Seixal. 26 f. e 130 li. rios Catihas.

Sai~to.Teiii cinco altares c nela se e~icoiitrarn algui~iasimageiis primorosatiieiite esc~iltliraclas. Nas suas imediaqóes se acha o vasto e arruii-iado solar, que era a inais aparatosa casa de cainpo d a Madeira, t c i ~ d o sido reedificacla pelos aiios d e 1679 pelo iiioi-gado Luis Esiiieraldo de Atoiigtiia. O tíltiilio i-epreseiitaii te desta itistit~iiçáo viiiciilrts foi o 2." colide d o CarvaIlial, que ali estadeou o brillio e ;i iiiagnificencia coii-i clLie cost~iinava revestir a s suas desl~imbrantes e aparatosas f e s t a s . Nèste sítio, o n d e cliamain o Passo, ericoi1ttam-se UIII d o s dois cemitt?rios paroquiais e a s rriinas duma velha capela dedicada a Santo Amaro, clija coiistrti(;ão se atsibiii tainbeiii a João Esiiieraldo. 'Tcili Caixa Postal. 542 f. c 2473 li. Loinbada de Sáo Pedro. V. Lomúndtr (Santa Cruz). I,oiiibada Velha. Sitio povoad o d a freg. cla Ponta do Pasgo. 38 f. e 186 li. Loiiibadiillic?. Sitio povoado dri frcg. d a Boavciitlira. 8 f . e 33 li. Loiiiùadinlin. Sitio povorido d a Fi-cg. clc Gatila. 23 f. c 112 h. Loiiibadiiilia. Sitio povoriclu d a frcg. tia T'oiitn do r->rirgo. f. 23

Lonihililio. Sitio d;i freg. cin poiita Delgada. ~ , o n ~ bSitio povoado da i'reg. o, de Agua de Pena (coiicellio clc Machico). 15 f. e i 8 li. ~ o i ~ i bSítio povoado d a fieg. o. cle Gaula. 12 f. e 61 li. Eoi~ibo. Sítio povo;id« ria fieg. clo Moiite. 33 f. c 176 li. ~ o i i i h oSítio povoado da f i q . . tla Poiita d o Pargo. 32 f. e 149 li. Lsriaã~o. Sitio povoaclo da fie!:. da Quiiita (irande. 30 f. e IfLO li. Lombo. Sitio povoacio da freg. de Santa C ~ L I 3 .f. c 14 11. Z ~ o l i ~ bSitio povoado da treg. o. dc Sán Vicente. 19 f. e 88 li. Loiirlao da Achada dos Jecieiis.

r,oaiil;r~r s APRFSENTA~AO ~

186

L,OI\IBO DO LURRAI..
~ ~ i l l ~ i i10 h O 1

~ o ~ ~ , bApreseiitapao. Sitio o povoado cla frcg. d;1 Ribeira Brava, Toniou o iiotiie tia capela d c Nossa Seilliora d a Apresentaçáo, que ali existiu, tendo anexo tiiii grande solar, que eraiii a skde d o inorgadio institiiido eiii 1524porJoáoMeiiilcsdcBrito c siia iiiiillier Isabel Ferii;iiiclcs Tavarcs, de cliie foi iilti1llo reprcsentaiite o viscoride da [<ibeira Brava. 42 f. e 117 h. Lotnbo do Atoiigiiis. Sitio Povo;ido dcl fi'eg. Calli?ta, toiii:iiido o noiiie d o aritigo povo:idor Luiz de Atoug~iia, que ali teve terias de sesiiinria, oildc itistitu'~~ i i i l iiiorgadio. Existiu ~ tiestc sit O tinia capela d a ~ I I V O caçáo d e Nossa Sciiliora cia 8 0 a h401te, fuiidada por Francisco klollleiil Cuiito, 110 lle 1061, e aincla ali s e cricotitiii n captl:i d c São Pedido dc Alcntitara, conliccid:i iatiihciii ein oiitro tcinpo por São Jo2o Haptistíi, ii1;iridacfa cdific;ir c111 1783 i,Or joáu B~~~~~~~ .I-eircir;i. N~~~~ iiiesiiio sit;r>, ciiiclc cliaiiiavaiii a \rai.gct~i 13riixo,11ntOiiioMoiiiz de (ie M~~~~~~~e i l l ~ i ~ ~ l ecn13, r t n i i i ~ i iclc Meiiczcs, fizeritin coiistiauii.,tio alio cle 1657, Liinn capcla c o i ~ s a g r a d a ;i Noss:i Sciil~orad a Pieclnde. ~ o ~ ~do ~acalllali.Sitio d a ~ l , o ficg. d o Estreito d a Calliet;~. Lonibo tle Baixo. Sitio tia freg. cio Fiiial. 6S f. c 291 li. Loiribo da Boa Vista. Sitio da f i q . d e Sarit;i Maria Maioi.,eiitrc

0s I Iliciio Fcirciro. Meio ~ ~ ol'a-n i t Loliibo do Brasil. Sitio v
C 1lO

cio d a frcg. da Callii.ta. !I) f. e 377 li. Loiizùo do Ca'lioz. Sitio d a l'i4cg. d a Ponta Dclgacla. LoiiibodaCalpnda. S i t i o p o voado da fieg. tlc S:iiiln C i i i ~ . ~ o ~ t dos Cainiias. Sitio po~ b o voac[c) ela fiyg. d o s C a i i ] ~ : Exis~~. titi ali a c;ipcl:i d c Nnss:i Sclilioi.a d a Aiiiinçinç3o OLI díi 11lc:li.iinc;8o, recdiiicad;i e111 l(ig(j por loáo R o d r i ~ i i c sd;l ~ â 1 1 1 ; 1 ~ ; ~ e sLIà~ ~ ~ I I I D. I . I~C ~s:il,cl Çesrir da Câmara, cllic servili por ~ ~ g ~ l l , l tempo d e igreja paroqliinl. 'reili ulila escola niixta cifici;il eilsili0 piilllfiiio. 133 f, e 513 11. L~~~~~~dos ~ast;inilie~Fos, Sitio povoatlo d;i freg. tio Estreito ria Callièta. 50 f. c 221 11. Loiiã\)o do Cesteiro. Sítio 170vo;iclo F,.cg. l.3niv;i, 3 1 f , e 153 Lombo ~ h i i o . Silio iinvnnilo cl;z ficg. cio Ciiri;il das I;i.eii~;ls. 12 f. c 7:) li. Lo1111)o de Ciiiia. Sílio ~)o\/o;id o d a tieg. clo I'ainl, oiiile fiiiicioii;\ iiiiia escola ofici;il cio s c s o iciiiiiiiiio. SO f. e 360 li. Lombo do Coellin. Sitio 170V O ~ ~d:i frcg. rios 1'razei.e~. O 25 f. e I O1 li. Loiiiùo do Cuiillia. Sitio povoado da frcg. d c SBo Jorge. 19 f. c 8 6 li. L O I I ~ ~do Ciicral. Silio povoaO

LOAIBO DO CUfllZAL

187

LOMRO DA IGREJA

do d a "itcg. dc Sniitaiia. 40 f. c triií~la,iio ano cie 172.4, liror Joá(1 147 li. H«riiciii d e Al,reti. Lombo das Faias. Sitio poLombo de Dona Izabel. Sitio da frcg. d e Santo Aiitbiiio clo voacio d a fi-eg. d o S;iiito rla Ftiiiclial, q u e ciitcstri coiii o sítio Serro (Concellio d e Nlacliico). rlo Vasco Gil e é atravessado 33 f. e 225 li. pela estradn q ~ i c c o i ~ d u z ao Loml~o dos Falcões. Sitio poC~isinld a s Freiras, ficai~donn vo;iclo da f i q . da PtijB t1;i Oveseu ciino o lugar coiilicciclo pclo lha. 16 F. e 7 3 h. noine d e Esti-el;~. Lombo da FazeiidinPi;i, Si tio Loiiibo do Doutor. Sitio 170-- povoarlo da freg. d o Estrcito ctii voado d a fseg. da Callieta. Deti- Callieta. 33 f. c 146 li. Ilie o iioiiic o dolitor Pcdro BeLoiiibo clos I7urados. Sitio poscnglics d e Leiiiilhana, qtie ali voado díi frcg. da RiOcira Brava. iiistituiti tim ~ i i o r g a d o .Era 11~1- 39 f. c 220 li. tliral d e Espaiilia c iiioço fidalgo Loii~bo das Fiinaeiras. Silio cla cla c a s a real. Existiu iiêste sitio fi-eg. d o Porto d o Mciiiiz. :i capela cie Jesus Maria José, Loriibo d o Galcgo. Si tio pofiinclada em 1708, por J o i o d c voado cin frcg. cio 1':iinl. 52 f. e Aiidrade Berengtier Neto, tlcs- 257 li. ccridcrite d o doritoi. Pcdio RcLoiiibo clo Qiiirão.Sitio povoarciiguei.. Tambein Iioiivc rieste d o d a fieg. d o Estrcito d a Cnsítio ;i cripclii d e Saiitn Catiiriiia, IliCta. L2 f. e 123 li. coiistrliidn por Rodrigo Ei1c.s I I O Loi~ibo Grai~tle.Extciisit liiiil;i110 d e 1505. 215 i. c 83 li. V. hii ~ 1 i dii Irei:. i ~ d o Ciiiiiil tl;is I/rzlc tia Bictr. Freiras s c cstciidc atL: o ciiiiic sciiclo Lom1)o d a Estrela Sitio ~?ovo:i- tlít sci-ra elas ~ l ' o r i i ~ i l i ~ i s ~ clo ci;i frcg. rla Calli6t;i. Encoii- coitiida por iiiiia cstr:idn cllic s c tríi-se nêstc sitio ;i cnpclci tie dirige A fregticsia da Buíivciitui~a. Nossa S c t i h o i ~ ~ Boiii S~icesso, Aiitcs tlc íitii~gii-se a ciliiicada clo , cclificacla p o r L O L I S C I Id~ O a Costti s o r i ~ i l s biliisca-sc :i rsciii l(i83. Ficav:i iicstc sítio a I ti.;icl:i, Ioiiiaiido t ~ i i itlos i.:iiiitiis :iiitig;i capelíi d e N o s s a Seiilioríi a diiccçfio d o f'ico Iiliivo, que 6 cln Esti.clri, oiicle s e instaloli a o camiiilio preterido parti :i asciiiiiicncia. sCdc d a p a r b q ~ i i a , por ocasião c'cnsão daqiiel;~ Lomiiùo Grariale. Sitio povoriclo tla siia criação, coiiio deixdmos dit» 110 ai-ligo refcrciite i frcgtie- d a frcg. de Sáo iioíl~ic F;iial. : dn sia d a CalliCta. Taiiikeiii existili L) f. e 36 li. n6stc sitio uriia cnpela do iiivoLoriibo cla Igreja. Sitio povoacaçc'io d c S a i ~ t aQtiitcria, coiis- clo d a [reg. das Acliadris d a Crtiz

~

I1

I,DMKO 1 . IGREJA 14

188

LC)iiI\HW L)U h l O I j ) ? ~

ciii cltie fica a Igreja Paroclliinl. 23 f. e 89 li. Lombo da Igreja. Sitio p0VOado da fseg. do Estreito d a Callieta. Costuma geralmente ser dividido em dois sítios : Igreja Acima e Igreja Abaixo, coiiforine a sua sit~iação relativa a Igrcja I'aioq~iial. Fica nêste sitio a capela de Nossa Sciiliora d n Coriceição, fiindada por Aiidré de França e Aiidrade, pelos anos tle 1672, que foi séde duni dos iiiaiores ri1org;idios d a Madeira e que teve coino últinio adiiiiiiistrador o 1.0 conde da Calqada (1812-1 906). Encotitrain-se neste sitio a Estação Postal, a Cabine Telefónica e o Ceii-iitério Paroquial. 71 f. e 445 h. Lombo de João Boieiro. Sitio povoado da freg. de São Roq~ie do Fuiiclial. 54 f. e 280 li. Loinbo do Ju:ica. Sitia da freg. do Curral das Freiras. Loiitbo do Laiiieiro. Sitio povoado d a freg. do Estreito da C;illieta. 70 f. e 319 li. Lornbo das Laranjeiras. Sitio povoado da freg. da Callieta. !)I f. e 387 li. Loliibo dos Liais. Sitio da freg. d o Poito da Cr~izencorporaclo tio sitio povoado do Folliadal. (V. este noiiie). Fica neste sitio a capela de São João Nepoiiiucetio, fuiidada por João Nepomiiceno de Fseitas Leal, no alio de 1770. Prtjxiino da capela se encontra Liiiia excelente casa de Iiabitaçao, pertericente antiga

família Leal, de qtie Cste sítio 110111C. Eoinbo da Levada. Sitio povoado d a freg. dri Ribeira Brav;i. 23 f. e 115 li. Eonibo c10 Lsiircniço. Sitio povoado cla freg. do Fnial. 36 f. e 147 li. Loizibo do Mcio. Siti(-> })ovcirido da fscg. clo I'oi-to clo Moiiiz. 16 f. e 50 11. Loinbo ctas Mercês. Sitio eiicorpoindo no sitio povoli(lo d;is Floreiiqas, na f i ~ gclo Asco tia . Calliela, cl~ictoiiiou o noiiie d ; ~ capela d e Nossa Sciiliora d a s Mercês, cl~ic ali existiu. V. Flof0117011 O

renças. Loinàio dos Msiiiiios. Sitio po-

~

voado da fieg. do Estreito d a Crilliêta, diviciido ncls lugares de Moinhos Acima e Moirilios Abaixo. 73 f, e 463 li. Lonibo dos Moiiiihos. Sitio povoado da freg. clc Saiita Crliz. 29 i. c 156 li. Lomùo do Moleiro. Sitio povoado cla Ireg. ct;i Sesrn d e Apia. 35 f. c 146 11. Loiiibo dos Mosquitos. S i t i o pitoresco cin freg. d o Saiitu da Serra. Loiiabo do Mouro. Sítio iicis altos da scrsa d a frcg. d a Ribeira Brava, niide se eiicoiitra iiiiin pequena casa para abrigo d o s viai~dai~tcs por oíide clcvesia c passar ;i projectada cstradn, ciestinadr~a ligas a Eiicumcada dc São Vicciitc coin n freg. d o

Posto d o Moiiiz, através d o Piiúl íla Sestx. Lombo dos Palheiros. Sítio povoado d a fieg. de São Roque d o Faial. I8 f. e 81 li.
Lonibo da Pereira. V. Ribeiro

de JOGO Go~tçnlves.
Lori~bodo Pico. Sitio uovoado d a freg. (ie SAo ~ o r ~ 24 . f. e e 96 li. Lombo da Piedade. Sitio povo;iclo d a freg. d o s Caiilias. Encoiitrain-se tiêste sítio a Igreja 13aroq~iial,unia escola primr'iria d o sexo rriasc~iliiio e outra d o sexo feniiniiio, a Estação Postal, a Cabine Telefónica e a sede cluin Partido Médico. 194 f. e 829 li. Loinbo Qiieimado. Sitio povoado d a Ireg. d a Ponta Delgada. 9 f. e 57 h. Lombo Queiinado. Sítio da f i t g . d a Ponta d o Pargo. Loinbo da Qiiinits. Sítio povoado d a freg. d e São Gonqalo. 3 3 f. e 162 h. Loriibo da Raiz. sitio d a fteg. d o Santo da Serra, onde se encontra utiia pequena casa, que pode servir de abrigo aos qrre p o r ali transitain, e onde tambeiii s e faz a separação, para aqlieduio próprio, das i g u a s da Levadit d a Serra, q u e irriga as freguesias d o Caniço, São Gonçalo e Santa Maria Maios. Estas águas vecm ein coiuuin, até o Lombo da Raiz, cotn as da levada d o Jurical, destinada ás pns8cliiins d o Santo da Serra,

Ag~inde Pena e Santa Cruz, e com a s da levada Nova do FLIrado, que festilisa as terras d a freguesia de Santa Cruz. Lombo das Raizes. sitio p o voado d a freg. d o Santo d a Serra (Concelho de Santa CSLIZ). 14 f. e 24 li. Lombo dos Reis. Sitio povoad o d a freg. d o Estreito da CaIlièta, etn que se encontra a capela dos Reis Magos, fundada por Francisco Homem de Gouveia, pelos aiios de 1529, q u e ali fez a séde do inorgadío q u e instituiu e que mais tarde foi encorporado na casa dos donatái.ios da illia do Porto Santo. Aclia-se tio mesmo sitio a capela da invocação de Nossa Senhora do Livramento, edificada por D. Inicia Betencoiirt Perestrelo, no ano de 1860. Funciona ali Lima escola primária oficial d o sexo inasculitio. 62 f. e 200 li. Loxiibo da Ribeira Funda. Sitio povoado da freg. do Estreito d a Calhêta. 83 f. e 177 h. Lombo da Rocha. Sítio da freg. d a Fajá da Ovelha. Lombo da Rocha. Sitio povoad o da freg. dos Prazeres. 42 f. e 193 li. Lombo do Rornão. Sitio povoado da frrg. do Campanirio. 12 f. e 63 h. ~ o n i b o Salgo. Sítio povoado d o d a freguesia da Callieta. Com a invocação de Saiito Alitónio dos Milagres, encon-

tra-se ali, oiicie cliaiiiam o Vale dos Aiiiores, tiiiia pequeria capela, que t Iioje propriedade d c J ~ v e i i a lliaiiiiiindo de Vasconcelos. Tainbeni existiu neste sítio a capela dos Santos Cosnie e eiii Damião, i ~ i n d a d ~ i 1651 pelo médico AiltOnio de França Cioiiies. Ainda ali s e ericontra, no 1~1garconliecido pelo tioiiie de Cadeado, urna capela cledicada a São Fiiincisco Xavier e coilstiliida, no ano de 1693, por Manuel da Silva Pinheiro. 218 f. e 784 li. Loiiiùo de São João. Sitio povoado da freg. cla Ponta d o Sol. Nêle se encoiltrn a capcln cle Sáo Joáo, que deu o nonie ao Iiigas. Igriorn-se o afio d a sua priniitiva construçáo e quem fosse o seu fuiidacloi. Era d e iiistituiçáo viiiciilas e pertenceu :to niorgado Diogo Berengiier cle Franqi, q ~ i e 1871 foi Ligraeiii ciaclo coni o titlilo de viscotide de São Jorio, tomado d6stc sitio. Exislt. ali uma excelente casa de 1i3bitaçáoJ pertença d o antigo iiioigadio. Loiriùo de São João. V. Sã0 jofio (Fajá d a Ovellia). Lombo de São João. Sitio povoado da freg. da Ribeira Brava, qiie toiiiou o nome da capela, ali existerite, d a invocação d e Sáo Joáo Baptista. Ignora-se o ano da sua primeira constiuc;áo, mas sabe-se que foi reedificada eiii 1750 pelo alferes Toiiie João Pirneilta, adniiriistrador do vin-

ciilo, a que a niesina capela perteticia.
Lorinbo de Sí?o Loiireiiço. V. Sáo Loul.cnço (Fajã d a Ovellia). Loiiibo de SKo Tiago. Sitio pitoresco d a freg. d o s Catilias. Loiiibo Segiitido, sitio povoad o d a freg. d e S á o Roque do Fiinclial. 4 3 f. e 212 li. Lonibo dos Serrões. Sitio povoado dn iieg. d o Estreito da Callieta. F~incioriaali unia escola oficial d e ensiiio piiiiidrio d o sexo feiiiiniiio. 44 f. e 224 li. Loiiiùo do Siiiião. Sitio povonrio d a freg. d a s Acliadns d:i Criiz. Loiiibo das Terças. Sitio povoado cia freg. d a Po11t:i d o Sol, oiide s e acha a capela d e Nossa Senliora d o Monte, construicla pelo povo ciii 1751 e aciesceiitada n o alio d e 1775, tendo sido objecto d~iiiiagraricle profaiiaqáo no inCs d e Jiiiilio de 1810. Existiu ali tima capela dec1icad;i 3 S á o Caetano, coiistiuida eiii 1780 por António de Caivallial Esiiieraldo e Alencastre. Ficam n2ste sítio uiiia escola oficial dc eiisitlo elementar e uni d o s ceiiiit6rios d a paroqiiia. Lonibo do Urzal. Sitio povoild o d a fieg. clc Bonveiituia. 10 i. e 55 li. Lombo da Velha. Sitio povoad o d a fieg. d o s Prazeres. 19 f. e 93 h. Lonibos. Sitio povoado da

freg. da Miidnleiln CIO Mar. 17 f. Liigar. Sítio povoado d a fi-eg. e 80 h. da Ribeira Brava. 64 f. e 321 li. Longueira. Sitio povo~idoda V. Ribrim Brirvn (Vila da). fieg. d o Campóriário. 10 f. e 9 0 li. Liigar de Baixo. Sitio povoado da Freg. da Ponta do Sol. koiigueira. Sitio povoaílo da Fazia parte do iiiorgatlío d o frcg. cio Faial. 38 t. e 172 li. Loreto. V. Lonlbnda do Lorclto. Santo Espírito, coiii sede na Loiiibada d o s Esi~ieraldos (V. Loiirai. Sitio povoado da freg. Gste noine). Como pertcnçíi d o d e Santa Cruz. 9 f. e 51 li. mesiiio viilc~ilo, existiu no sitio Eoiirai. Sitio povoado d a freg d o Lugar d e Baixo uma capela d c S ã o Jorge. 3 f. e 9 li. dedicada n Sarito Ai~tUiiioconi Lourai. Sítio povoado da frcg casa de Iiabitaçáo adjunta, sendo d e S ã o Viceiite. 6 7 f. e 262 h. uma e oritra deriioiidas pelos Eourericiiiha. Sítio povoado novos proprietrírios, qiie a s recln frcg. de Câniara de Lobos. edificaraiii iio alio de 1905. Na Eiicontram-se ali cluas escolas praia, ti111 ~ O L I C Oaciilla c13 iinlia oficiais d e iiistiuc;áo priiii;iria, de ríg~ia, eiicoiitia-se tinia pcLima para cada sexo. 37. f. e qLie:ra lagoa, inandada coi~striiir [.>elo Conde do Carvallial, cn173 h. Loiiros. Sítio da freg, do Es- riliecida pelo iioine d e cPof:i das Taiiilias*, eiil que ab~iiirl;ttreito cla CalliCta. Louros. Sitio povoaclo cln frcg vam êstes s:iborosos peixes. O d e S ã o Goriqalo. Existiu iiêste sitio d o Lugar de Baixo Foi i i r j sítio u m a peqlieiia capela, con- tavelineiite alargado, iio alio tle s a g r a d a a Nnssa Senhora da 1804, coin a cluCda duiiiri gratide Iiicninaqáo e construicla, i10 ano .quebrada., que se despetiliou cle 1656, por Diogo Bernardes dos terreiios da Loiiibadri, cliic Kríiiico. Encoiitra-se ali uin ficatn n moiltaiite. Liigar de Baixo (Enseada e F'osto Agrario ou caiiipo expePorto do). No sítio dêste nonie, riiricntal agricola, conliccid» pelo pequena eiiseada entesiioiiie d e Viveiro d o s Lo~iros, lia ~ i i i ~ a taiido com uiiia praia, que Ilie cltie é iiiantido pela Junta Geral serve d e porto, seiido alguitias rlo Distrito. 87 f. e 360 li. vezes piefeiivel, ali, o deseinLoliros. Sitio pitoresco cla barque d o que 110s cais da Polita freg. de Sao Vicente. do Sol e d a Ribeira Brava. Neste Lugar. Sítio povoaclo d a freg. porto desembarcou, no dia 25 d o F~iial.4 f. e 12 li. de Oiitubro de 1858, o infante Lugar. Sítio povoado d a freg. D. Luiz, depois rei de Portiigal, da P o n t a Delgada. 12 f. e 50 h. por o estado do iiias riáo per-

mitir faze-lo i ~ o cais d a viln (iii Ponta d o Sol. Lugar do Meio. Sítio povoad o d a freg d e Sarito Aiitbtiio d o Fuiiclial, ria tiiarçeni esqiierd a d a Ribeira Grande, 27 i. c

Liignr clíi Serra. Sitio povoad o dri f i ~ gtlo C;inipaiiirio, 20 f. .

c 9s

11.

Lugar da Serra. sítio povon-

d o d a Creg. d a 'I'nbiia. 17 f. c 75 li. 92 li. Lugares. Sitio povoado da Lugar da Poiita e Lo!nbo. Sitio frcg. d;i 'i'abii;~. 17 f. e $11 li. cia freg. d a Serra cle Agiia. ~,tigariniiio.Sitio povoado tlii Lugar rlaRibeiiqa. Sitio 130voado d a freg, dn CaiiipariL~rio. frcg. de hgti;i d e I'eii;i (ConceIlio d e Míicbiico). 19 f. c 88 li. 26 F, e 125 li.

orladn por i i n i belo 1i.cMaceias. Sitio da ires. clo lago. Sarito d a Serra, ein que s e eii- clio d c prnin c p o r dlias ests;icotitra um iiiiradouso, d o n d e s e d a s que lhe Fic:irii sobraiiceii.as, gosa iima vista surpreendente eiitestando directaincnte coiii iim sobre o vale e a ribeira d e Ma- foriiiosissiiiio vale, cliie se alarga chico. pelas i i ~ a r g e n svesdcjaiites d a Macliico (Baixas de).Ao longo ribeira iisi exteiiszio d e alguiis d a costa masitinia d a freg~iesia cluilBinetsos. O ccriti'o da vila L: d e Macliico encoriti~ain-semuitos ligado ao cais cie deseii~barqiic baixíos o u restingas, teiido al- por iiina fosinosa estrada asboguinas delas o s nomes de bai- risada, q u e ofesecc o iiiais agrax a s d a Cruz, d o Arroz, d e Terra, davel passeio rias tardes calmas d o Meio e d e Fbra. d o estio. Aproxiiiiadaincnle tio Machico (Eriseada, Porto e extremo s~ild a ciiseada, jiinto Cais de). Afóra a s baias d o Fun- d a capela d e S ã o Roqiie, cotiscllal, Poito Saiito e Abra, k a tsuiu-se lia muitos aiios iim deseiiseada d e Machico a mais emharcadouio, qlie foi d e todo arnpln e pitoresca d o niqiiipk- abaiidonacto. No oiitro Indo da

baía, projectou-se a construção duin cais, aproveitando-se iiiiia sestinga que ali existe, com uma estrada de ligaçáo para o interior da vila, realizando-se essas obras no periodo decorrido de 1870 a 1873. Coiisiderado aquêle deseilibarcadouro conio insuficiente, procedeti-se em 1905 h coiistruc;áo duni novo e tiiais arnplo cais, que sofreu modificações e melliorametitos no ano de 1907. Nos três pontos que limitam a entrada desta baia, foraiii colocados três farolins nos fins do ano de 1931, que estão prestando excelente serviço aos iiuinerosos barcos de pesca, que demandam esta eiiseada durante a noite. Êste porto é de relativa extensão inas de pouco fundo, não sendo portanto perinitido o acesso n embarcações de grande lotação. Sobranceiro ao local do cais existiu um antigo forte, clianiado d o Dcsernbarcadoiiro ou de São João Baptista, hoje desiiiaiitelado, em cuja csplanada se iinprovisou em 1910 uni liospital, por ocasião d a epidemia colérica que assolou a Madeira naquela bpoca. V. Desembarcadouro. Machico (Estação Sanitária de). Esta localidade, além das condições especiais que a tornain um lugar preferido para passar a quadra estíval, deve tambeiií ser considerada como urna excelente estrição de saúde.

A aiiieliidacie diim clitiia fresco c te'iiiperado, a Iwln praia de baiilios e ;is prccoiiisndas iglias d e Sfin Rocliie corii ns sii:is coiiliecicl;is virtudes tcrapeiiticas, recoineiidiini-tia como ;t iii;iis aprecinvel estaiicin sa1iit;iri:i cio ítrquipblngo depois c1;1 tlo Porto Santo. Srío tatiil~ctii inotivos clch ;itracqrlo a s helezns ~iattii-ais o d foi.niosissimo v;ilc, ciii cllie risserita a pitoresca vila, a facilidade d c realizrir peqlierins excursões h linda povoação d c Santa Cruz e 2 encantadora frc. gucsia d o Santo da Scrrri, o s passeios maritinios ao Caniqal, h Prnii-ilia e A Potita d e São Lo~irei~qo, Iiotel periiiniieiitc rim e confostavcl, casas d e afugiicr e rápidas c fi.ecliieiites coiii~iiiicaçóes coni n cidade d o Fiiiiclial, etc., etc. Macliico (Fregticsia tlc). Esta parbq~iiricoiifiiia pelo tiortc coiii as parbq~iiasdo Santo d a Scrr;~, do Porto d a Cr~ii! Caiiiq;iI, pelo e sul coin a d e hgun d c Pcna, a Iéste c o r a Fregucsin cio Caniça1 e o Atlailtico e a oéstc coiii as de A g ~ i ad e Peiia e Santo d a Serra. Pelo lado de 1L;stc L. em parte limitada pela vila d o nicsmo noine, quc fica situada n o extreiiio d u m formoso vale, ciitestarido este com tiina prnizi c coin uina pitoresca enseada (V. Vila, Enseada e Vale tlc Macliico). Faz parte d o coriccllio de Macliico e pertcncc li comarca dc Santa Cniz, Aclia-sc

dividida nos sítios povoados d a Banda de A~éii-i, Ribeira Saca, Maroços, Serra d e Agua, Graça, Caramancfião, Ribeira Grande, Pontinha, Misericórdia, Poço d o Gil, Azinhaga, Vila, Piq~iinho, Torre, Pé d a Ladeira, Landeiros, Paraíso, Terça, Fazenda, Marco, Murtit-ilial, Moinho da Serra e Largo dos Milagres. Outros sitios d e menor iinportaticia: Cerrado d o Gato, perto d o Pico d o Facho; Brasil, tia Ribeira Grande; Preces, nos Landeiros; Ribeira da Ponte, nos Maroços ; e Quebrada no Paraíso. Descortinains e vastos e surpreendentes paiioraiiias d o Pico c10 Faclio, d o Pico Castanlio e d o Mirante d o Conselheiro José Silvestre Ribeiro. O seu orágo é Nossa Senhora da Conceiçáo, ficatido a respectiva igreja paroquial n o sitio da Vila. Tern as capelas d e Cristo ou d o Senhor d o s Milagres, a de Nossa Senhora d o Terço e a d e São Roque, na Vila, a de Nossa Senhora da Graça, n o sitio da Graça, a de São Cristovão, no sitio d o Cararnancliáo, 3 de Nossa Senhora das Preces, iio sitio do Marco, a de Santana, no sítio da Terça e a de Nossa Senhora d o Amparo, no sítio d a Ribeira Sêca. Nesta freguesia funcionam três escolas d e ensino primario oficial, setido uma para cada sexo, tia vila, e uma mixta, n o sitio do Caramanchão. Na Vila ficam instaladas a Estação Telegrafo-Postal e a Cabine Te-

lefónica. No iriesiiio sitio s e encc)ntrain, Aléni das repartic;óes concelhias, o Ceinitério paroquial, um Posto Fiscal e ~iin Posto d o Registo Civil e é ali a sede clu!~i Partido Medico Municipal. E atravessada por uina extensa ribeira, coiiliecida pelo nome d e Ribeira d e Machicci, que tein como afluentes as chainadas Ribeira Grande c Ribeira Sêca. Fertilisam esta paróqiiia as levadas Nova, Riclia e das Figueiras. Náo tem ilheus adjaceiitcs, iilas a1g~i1-i~ baixíos (V. Baixas cle Macliico). Esta par& q ~ i i aé centro duma grande roiiiageiu, talvez a mais concorrida d a Madeira, oi-ide afluem algiins milhares d e pessoas vindas de todos o s pontos d a illia e cpie s e realiza n o s dias 8 e 9 d e Outubro, ein honra d a veneranda imagem d o Senlior d o s Milas gres, que a q ~ i i e vetyra na sua respectiva capela. E esta freguesia a séde d o concelho de Macliico e nela s e encontra a respectiva vila (V. êste iiome). Pelo Censo d e 1920 tiilha esta paróquia 8635 habitai-ites, vivendo e111 1600 fogos. O iioitie dêste logar ai-ida iiidissoluveliiiente ligado ao descobrinie~íto e primitiva colonisaçiío d a Madeira. Ali teriaiii deseinbarcado o s que pela primeira vez apartaram a esta ilha, e ila sua pequetia praia iniciarain a sua primeira e x p 1 o r a ç ã o através da costa maritima os

mais atitigos povo adore^ chefiados por João Gonqalves Zargo e Tristão Vaz. Muito s e tem escrito ácêrca d a origem d o nome desta freguesia, estando averiguado que o conliecido caso de Machim n ã o passa duma emocioriante e poetica lenda. Estabelecendo-se aqui a sede duma das capitanias, foi por isso um dos primeiros logares povoados e sujeitos a uma imediata exploração agricola. A paróquia deve ter sido criada no segundo quarte1 d o século XV, poucos anos depois d o iiiicio d o povoamento, tendo sido estabelecida a siia séde 11a capela que ali fiiridou o primeiro donatário Tristão Vaz. Algures s e diz que a construção d a actual igreja paroquial data dos Ultimos anos d o século s v , constando d a tradição que as colut~asd e marmore branco da porta lateral, fora111 oferecidas pelo rei D. Manuel. Nela s e etlcontra, como retabulo d o altar da capela d o Santissimo Sacramento, um ri~agilifico quadro a oleo representando o s Reis Magos, que é considerado como uma belissima obra d e arte. Ali111 das capelas q u e ficam mencionadas, existiram nesta paróquia a de São José, n o Piquiiiho, a de Santo Antonio, próxilno da capela dos Milagres, d e N. S. d o Rosário, no Ribeirinho, d e N. S. d o Desterro, na Ribeira Grande, e rle Nossa Senhora d a Vitbria, no sítio dos Maroços,

Esta localidade foi unia das qiie mais sofrerain com a graride aluvião de 1803, ficatido destruidas as muralhas da ribeira davila, abatetldo a poilte e sendo arrastada para o mar a capela d o s Milagres. A parte niais baixa da Vila ficou completarnente intindada, tendo niorrido várias pessoas com a violencia da corrente. A 22 de Agosto de 1828 foi a vila atacada pai. uma esquadra miguelista, tendo os dois fortes que defendiam a povoação oferecido uma fraca resistencia, desembarcando as forças absolutistas, que segiiirani tranquilametite para o Funchal. Na Igreja Paroquial e suas proximidades deram-se gravissimos disturbios, a 1 de Maio de 1876, por ocasião das eleições, tendo morrido alguns populares. As forças governamentais qiie desenibarcaram no Caniça1 para sufocar a revolta militar, que s e deu na Madeira no ano de 1931, encontraram-se 110 sitio d o Pico d o Castanho desta freguesia de Machico, no dia 2 de Maio, com um núcleo de tropas revoltosas qtie ocupavani a vila, tendo este sido feito prisioneiro depois dutn pequeno tiroteio (V. Catliçal).

São naturais desta freguesia o poeta Francisco Alvares de Nobrega (1772-1806), contemporaneo de Bocage, com quem por vezes rivalisou, conhecido pela autonomasia de Camões Pe-

queno, e o distinto jurisconsulto dr. Jose Aiitóriio d e Almada (1 842-1 905), antigo governador civil d o Fuiiclial. Machico (Muliicipio e Viia de). Para o efeito da sua adininistraçáo píiblica, foi o arqiiipélago da Madeira dividido em três capitanias com sédcs n o Funchal, Macliico e Porto Santo, tendo como cliefes os capitáes donatários, que primitivamente gosavam de atribuições discricionjrias e qudsi ilimitadas, apenas com a reserva d e aplicarem a ((peiia d e morte oti taIliamento d o membro., confinada ao poder real. As duas capitallias d a Madeira tiveram como limites a Ponta da Oliveira a S. E. e Ponta d o Tristão a N. O., estabelecendo-se uma liiilia divisória entre estes dois pontos, que demarcava a área d e cada uma delas. A capitania d e Maciiico, embora de maior extensão tersitorial, ficava num grande plano de iiiferioridade quanto a sua situação geografica, condições climatéricas, fertilidade d o sólo, acidentado d o s terrenos e facilidade das explorações agricolas, coiuunicações por meio dos seus portos e desembarcadotiros, etc. comparada com a donataria d o FLIIIchal. Coinpseendia então todos o s terrenos que hoje correspondem a o concelho de Santa Cruz, c0111 excepção duma faixa ocidental d a freguesia d o Caniço,

fazia parte da capitania do Funclial, e aos concellios d e Machico, Santana, São Vicente, Porto d o Moniz, cxcept~iancloa hrea d a futura paróquia das Achadas da Cruz, que tainbeni pertencia ri donatdría d o Funclial. A capitallia de Macliico teve cotiio primeiro c principal centro d a s u a colonisaçáo o 10gar que lhe deu o nome, tendo-se posteriormente iormado dentro d a sua vasta área outros itiiportailtes níicleos d e população, como fora111 Santa Criiz, na regiao d o sul, e as freguesias qtie a pouco e pouco s e foram criando na costa sctentrioiial da illia. Não tardou muito que o logar d e Macliico s e transforinasse eln parciq~iia(V. Freguesia de Machico) e que pelos anos d e 1451 fosse elevado a categoria d e vila, cuja jurisdição s e estendia a toda a capinia. A sua área foi bastante cer-' ceada com a criação d a vila de Santa Cruz n o ano d e 1515 e d a de São Vicente eiii 1743. Feita a divisão d a s diias capitanías, como fica dito, coiibe a goveriiaçáo d a d e Macliico a Tristão Vaz, com a denoiiiinação d e capitão-donatário, que logo afaiiosameiite s e entregou aos trabalhos d o povoanieiito e cultivo das terras. Apesar da sua acção governativa e intiito particularmente a d o s seus siicessores ter deixado bastalite a desejar, 6 cesto que a capitariía

atingiu iim grande e rripido desenvolvinieiito, chegando a 0111brear coin as prosperidades da donatiria do Funclial, segundo s e lê eni varios ailtigos maniiscritos. E111 1477 estabeleceu-se ali iinia alfandega, com um movimento relativamente grande, s e olliarinos ao ni~iíierocios seus funcionirios. A brcve trecho, porém, entrou em notavel decadencia, tomando-se a vila e depois cidade do Funclial o mais importante centro do movimento comercial e indiistrial, burocrativo e social, de todo o arquipélago. Tainbein Santa Cri~z, a vila sua vizinha e rival, cresceu rápidametite ern importancia, chegando a suplatltar a séde da antiga capitanía. A implantação do governo constitticional deu Madeira lima nova divisão administrativa no ano de 1835, sendo êste distrito clividido etii dez concelhos oii municipios e ficando o d e Machico bastante reduzido na sua área. Perdeu todos os terrenos que foriiiaram o tiovo concellio de Santana e constituiu-se ciitáo c0111 as freguesias de Maclijcn, Caniqal, Santo d a Seri-a e Ag~iade Pena. E m 1852 foi a freguesia do Porto d a Cri12 desailexada do concellio de Santana e eiicorporada iio dc Macliico. Pela inesma ocasião desmeinbraraiii-se do coticellio d e Machico alguiis sítios das freguesias do Santo da Serra e

Agua d e Pena e anexados ao concelho de Santa Cruz, o que provocou eriergicos protestos por parte da Câmara de Municipal d e Macliico. Depois de vários incidentes, ficou definitivamente assente, 110 ano de 1862, que este concellio compreendesse a s freguesias de Machico, Caiiiçal, Posto da Cruz, parte da do Santo da Serra (sítios da Margaça e Ermida, Fajã dos Rolos, Madeira da Igreja, Ribeira de Machico, Loinbo das Faias e Fajã d a s Vacas) e parte da de Agtia d a Pena (sitios da Bemposta, Lombo, Lugaritilio, Igreja e Queimada), O concelho de Machico tem por limites: ao norte e a léste, o Oceano Atlatitico, ao sul, a freguesia de Agiia de Pena e Santa Cruz, e a obste as freg. da Camacha e Faial. A sua população 6 de 17343 com 3130 fogos. As suas arinas são representadas por unia esfcra armilar. Como aciiiia fica dito, esta vila assetita no extreiiio-sul do vale de Macliico e t: limitada ao sul pelo Oceano Atlaillico e ali se formam o posto e enseada do inesmo nome. Esti diviciidh, em duas partes distii-itas, pela caudalosa ribeira que a atravessa longitudinaliiie~ite, ficando na niargetn direita o centro inais niovimentado da localidade e ali se eticontram a igreja paroquial, o s paços do concelho, as diversas repartiqões piiblicas, os

MACHICO

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ILIADALENA

mercados, passeios, etc. I? a capital d o concelho d e Machico e fica a oito q~iiloinetrosd e distancia do centro da vila de Santa Cruz e a vinte e cinco qui,Ibn~etros d a cidade d o Funcl1al.E tambem a séde da freguesia e nela s e acham a respectiva igreja paroquial e as capelas d o Senlior d o s Milagres, de São Roq~ie,d e Nossa Senhora d a Giaça e d o Terço e o cemitério da paroquia. (V. Freg~rcsitrdc Marhico), Devido especialmente aos esforços d o general Antonio Teixeira d e Aguiar, d'stinto filiio desta vila, foi ela lia poucos anos dotada com um belo edificio destiiiado aos paços d o concelho e iiêle s e acham instalados os diversos serviços camarários e ainda outras repartições piiblicas, desde o mês de Agosto d o ano d e 1929. Teve esta vila utila Confraria d a Misericordia, d e instituição bastante aiitiga, com capela propria, que era a d o Sei~liord o s Milagres, c com uma acção d e beneficeilcia relativanleiite graiide, para o que possuia vários prkdios r ú s t i c o s e urbanos. Como atrás fica dito, existi~i nesta vila unia alfandega, que elii 1550 tinha três funcionários, sendo a s curiosas ruíiias d o respectivo edificio demolidas no ano d e 11116. Macliico (Ribeira de). Nnsceild o nos sítios d o s Laiiieiros e Portela da freg. d o Porto d a Cruz e cortaiido e111 parte a freguesia d o Sailto da Serra,

atravessa numa grande extensa0 a freguesia d e Machico e vai desembocar na vila d o mesmo nome e lanqar-se n o Oceario, recebendo no seu percurso as correntes subsidiárias d a ribeira Sêca c d o s ribeiros d o Alcaforado, Eimida, Escuro, Cales, Covas e outros. Torna-se inuito ca~idalosana estaqáo d a s cliuvas e por vezes as suas águas, galgando as margens e a s murallins qtie as coiiteem, teein ii1vaditlo a vila coni graves prejitizos nas vidas e haveres dos seus Iiabitaiites. Maclnico (Vale de). Tem cêrca d e ciiico q~iilónietros d e coniprimento c aproxiiiiadainei~te três de largura, estet-idendo-se, na direcção noite-sul, desde o interior d a freguesia até i enseada ,que limita a vila d e Macliico. E forinado entre d u a s cadeias d e montes, destacatido-se, sobraiiceiros 6 vila, pelo lado d e léste, o Piclio d o Faclio e pelo lado d e obste o elevado planalto da Queimada. Visto d o inar e a bordo d a s eilibarcações que demandam o porto é duma supreendente beleza, constituindo um d o s iiiais encaiitadorcs pontos de vista d a Madeira. No seu extreirio sul e jlinto d a orla d o oceaiio s e encontra n forinosa vila de Macliico. (V. êste nome). Madaleiza. Sitio povoado da freg. d e Santo Aiit6iiio. Aiiida ali cxistciii a s ruínas d a antiga capela d e Santa Maria Mada-

leria, edificada tios principios d o a santa Maria Madaleiia, ficando séciilo XvI, sendo reedificada, a Igreja Paroquial tio lugar da 110 ano de 1684 ou pouco depois, Vargem. No sítio da Banda de p o r José Machado d e Miraiida, Além eticontrani-se a Estaçãoq u e dela ficou gosando o s pri- Postal e a Cabine Telefónica. v i l e g i o ~d e padroeiro. Foi iiêste Faz parte d o Concellio e Cositio que n o mês d e Julho d e marca d a Ponta do Sol, d e cujas 1 9 0 7 apareceraiti alguns casos sédes dista cêica de quatro e d e molestia suspeita, classificada meio quiloinetros. Irrigani esta de pneumonia pestosa. Dentro freguesia as levadas da Madre de poucos dias e após iitn curto d e Agua, Palmeira, Banda d e periodo d e doença, suc~imbirain Alkili e Vargein, que s e aliinen13 individuos, entre o s quais tain com o caudal d a Ribeira tin-i dos niedicos que atendera os da Madalena. Esta é a iinica ri:itncados. As energicas e prontas beira que ali existe e nela vão medidas adotadas fizeram debe- lançar-se os afltientes d o Pil a r o mal, que produziu o maior nheiro e d o Nateiro. Tetn unia paiiico na populaqão não s ó cla praia d e relativa extensão, que fl-eguesia, iiias ainda d e toda a ocupa quasi todo o litoral sul da freguesia, fazendo-se ali o I l l ~ a .75 f. e 371 h. Wadalena. V. Snnfn Maria embarque e desembarque d e pessoas e mercadorias, nos 10Madalerta (Porto d o Moniz). Madalena do Mar (Freguesia gires d o Passo e da Banda de da). Fica apertada entre as fre- Aléin, que servem d e portos. Ha g ~ i e s i a sd o s Caiilias e clo Arco nesta freguesia uma escola ofid a Callieta, qiie a limitain pelo cial d o sexo ~iiasculino.Em 360 norte, tendo a o SLII o Oceano e fogos vivem 1400 Iiab. O erudito aiiotador das Soucot~frontadoa léste com o s Can h a s e a oésle com o Arco d a dades da Terra ( 1 873), seguindo Calheta. O s seus sítios povoa- a esteira de antigos nobiliários d o s são o Passo, Vargein, Riia, madeirenses, diz que por meaLonibos, Banda d e Alétii, Pal- d o s d o skculo xv viera ter a meira, Torreáo, Ribeira, Moledos Madeira uin principe polaco, e Fajá, encoiif.rando-se, ria Area que aqui ficou conhecido pelo dêstes, o s d e tiienor iiiiportaticia nome d e Henrique Alemão e a conliecidos pelos nomes de Ca- quem fora111 dadas terras d e pelas, Nateiro ou Passo Nateiro, sestnaria no logar, a que depois Calliau e Covas. O sítio d o s Mo- se clianiou da Madaleiia ou Mal e d o s é muito pitoresco, espe- dalena d o Mar, nome tomado d a cialmente pela exuberaiicia d a capela d e Santa Maria Madaleiia, sria vegetaqão. Tem como orago fundada pelo mesnio principe,
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que foi centro duma fazerida po- politicn, sctido deputado e teiiclo voada e que deu origein i fiit~ira coi-itribiiido bastante para a inparóquia. A viuva, Senhoriilha pendencia daqiiêle pais. &Iadaleiiado Mar (Porto da). Aires, casou cGm João Rodrigiies de Freitas, natural d o Algarve, O litoral d a freguesia d a Madasendo êstes o instituidor do mor- lena d o Mar é c111 boa parte gadío da Madalena, com séde na constituido por tima praia, que capela do mesmo, que êles reedi- d á acesso ao porto ali existente. ficaram e da qual foram padro- São pontos especialinerite dcseiros. Teve capelão privativo, tinados ao movimento d e passendo ali criada uma freguesia I sageiros e mercadorias o s 111autonoma no a n o de 1582. bares cliailiados Passo e Banda Daquela instituição vincular foi d e Aléin. Madaleila do Mar (Ribeira da). último representante o iiiorgado Nuno de Freitas Lomelino. Seu Nasce esta ribeira n o Pico d a genro, o visconde de Geraz d o Urze, 110 planalto d o Paúl d a Lima, possui ali uma excelente Serra, tendo o s ribeiros afluentes casa de habitação e terras, que d o Pirilieiro e d a Amoreira, e eram pertença do antigo vinculo. desemboca IIG litoral d a fregueExistiu nesta freguesia a erniida sia d a Madaleiia CIO Mar. Na de Nossa Senliora das Maravi- inargein esquerda desta ribeira, lhas, de que nem restam vesti- n o sítio das Eiras d a freguesia gios, conjecturando-se que ti- d o s Caiihas, deu-se tia noite d c vesse sido edificada no sitio d o 18 d e Agosto d c 1932, ~ i n i Passo, e encontra-se reduzida a enornie dcslocaineiito d e teireum montão de escombros, no ilos, atitigiildo uma extctisa drea, sitio da B m d a de Além, a capela que s e despetiliarani n o leito d a de Santa Quitéria, fundada pelo mesina ribeira, ficaildo esta etn padre Diogo de Freitas. O solo grande parte obstruída. Este desdesta paroquia é duma notavcl inoronai~ientodeti-se num local, feracidade e a esta circunstancia que fica fronteiro ao sítio d o se referia já o historiador das Pinlieiro d a freguesia d o Arco ilhas no fim do século XVI. Foi d a Callieta. natural desta freguesia o meMadeira (Arcl~iipélago da). A dico e distinto poeta Antonio importancia dêste arqtiipélago Policarpo dos Passos Sousa fica posta em conciso mas fla(1836-1875). Tambtni nasceu grante relcvo tias seguiiitcs panesta paróquia o padre Antonio lavras, saidns d a pena alitoriJoão de Lessa (1774-1858), cluc sada d o dr. Alvaro liodrig~ies e d morreu no Brasil, onde viveu 50 Azcvedo, o erudito aiiotador d a s anos e ali se distinguili como Snrrdndes da Tcrra: ((Tem este

arquipélago sido objecto cle estudo de sábios natiiralistas estiangeiros e ~iacionais;e célebre, especialmeiitc a ilha d a Madeira, pela uberdade do solo, optiinos vinhos, arrebatadora belleza da paisagem e saltibridade do clirna; e Iiistoricamente nutavel, por ser o primeiro dos descobri~neiitosportiigucses no século s ~ e,~ depois, ate o dc, clinar do século XVI, inetropole secular e eclesiastica dos nossos doii~iniosuitraniariiios, emporio da nossa navegação e commercio coloiiiais, pelo que nos arcliivos madeirenses, especialmente rio d a Camara Municipal do Funclial, no de Macliico, no da antiga e extinta Junta da Fazenda e no d o Governo Civil do Funclial existem preciosos doc~irnentos noticias, que talvez e etn outra parte se não encoiitrem, para a histoi~iadas instituições e governaçáo das nossas possessões de além-niar.~~ Conipreendc cste arqiiipêlago as ilhas d a Madeira, Porto Santo e Desertas (Deserta ou DesertaGrande,Ill~etiClião eBugio). A siia posição geografica demora entre os paralélos 330 7'50" e 320 22'20n, d c latitude norte, e entre os ~iieridia~ios 16'30 160 e 170 16'38", d e longitude oeste (Greenwich). Fica sitiiado entre a Europa Ocideiital, qiie lhe defronta por nordeste, n costa inarroqtiina da Africa Ocidental, qLie lhe ~ ~ C Q d eS léste S ~

para stiéste, o arquipélago dos Açores, por noroeste, e o das Canárias, pelo sul. O ponto tnais proxiino a que o arqiiipéliigo madeiretise se acha d a costa ocidental de Marrocos é o Cabo Cantiin, que tcni sensivel~iiente a inesma latitiide d a Madeira e qiie fica eqiiiclistante, cêrca de 60 inillias, clas cidades de Mazagão, ar) nortc, e Mogadoiiro, ao sul. A distancia a que ele s e encontra do continente português 6 aproxiiiiridai~ientede 500 milhas e 350 d o Cabo Cantim, na costa ocidental africana. A situação relativa das ilhas d a Madeira, Porto Santo e o grlipo das Desertas apresenta a forina dum triang~ilo escaleiio, ciijo lado iiiais curto 6 o canal qtic se estende entre o Illieu de Fora, no extreiiio léste d a Madeira, (Ponta d c Sáo Lourenço) e o Prégo cio Mar ou Illieii d o Navio, prbxiino d o Ilheu Clião (Desertas); o lado iiiicditanienle mais longo é formado pelo caria1 (Travess~?), vai d o citado que Illieu d e FOra (Ponta de Sfio L o u i e n ~ o )até o Ilheu d e Baixo o11 da Cal (Porto Santo); e o lado tiiais extenso é constittiiclo pelo canal qiie se prolonga desde o já referido Illieii d e Baixo ou d a Cal (Porto Santo) at4 o Prego d o Mar ou Illieu Chão (Descrtas), tendo respcctivaiiiente cada canal 11, 27 e 32 niilhas, que são as distancias qiie a Madeira, o Santo e o grlipo

das Desertas guardam entre si. acoiitecimento e aitida a o s noOs pontos extremos dêste mes d o s que pela vez primeira arquipelago são geralmente fi- aportarani a ,estas plagas desxados da seguitite maneira : pelo conhecidas. E verosiniil presiinorte a Rocha d o Nordeste ou mir, iio estado d o s contiecinieiiIlheu d e Fora (Porto Saiito), pelo tos até hoje adquiridos, que em sul a Poiita da Agullia ou Ponta alguma das derrotas marítimas do Sul, na cxtreniidade sul do na exploração das costas d a Bugio (Desertas), por léste o Guiné se tivesse d a d o o encoriIllie~ide Cima ou dos Dragoei- tro fortuito d a s ilhas que consros (Porto Santo) e por oéste a tit~iem este arquipélago, guardando-se a tal respeito o sigilo Ponta do Pargo (Madeira). Seguiido os calculos mais que as circ~instaticias cie então recentes, a superficie de todo o imperios:tmente acoiiselliavam. arquipélago é de 560 q~iilhme- Enq~iaiitos e não aduzireiii protros quadrados não faltando vas mais cabais que o deinonsquem tenha elevado esse nú- trem, não consideraremos J o ã o mero a mais mil quilo~iietros. Gonçalves Zargo e Tristáo Vaz A sua população, dispersa coiiio descobridores, tnas como por cincoenta freguesias, é de o s ilustres iniciadores d a primi179.000 habitaiites, conforiiie o tiva colonisaçáo inadeirense, a que o s seus iiomes estáo iiidisCenso de 1920. O arquipklago da Madeira e soluvelmente ligados corli n ã o o pequeno grupo das Ilhas Sel- inenor prestigio e gloria d o qiie vagens (V. Selcfagens) consti- s e tivessem sido êsses verclatuem o distrito adniinistrativo deiros descobridores. Coiiic.çou do F~inclial,que tem por capital por 1425 a coloilisação dêste a cidade do mesino nome. (V. arq~iipklngo,s e g ~ i n d os e depreo s artigos respeitaiites ao dis- etidc d a carta d o iiifantc D. I-Ientrito, coinarca, concelho, cidade rique, doaildo a Madeira, n o e diocese d o Ftinchal, em que se espiritual, A Ordeiii d e Crislo, dá sucinta noticia da orgaiiisação carta que é datada d e 18 d e dos diversos serviços piiblicos, Setembro d e 1460. Para efeito civis, religiosos e militares, que d a adiiiiliistração pública e para teem ali as suas sedes). a direcção d o s priniitivos trabaO descobrimento d o arqiii- Ilios d e povoamento, foi o arpélago niadeireiise coiitiiiúa a quipélago dividido rias três caser um intriiicado problema Iiis- pitai~íasdo Fuiiclial, Macliico c tórico, no que respeita A d e - Porto Santo, tendo como cliefes terniiiiaçáo exacta do teinpo enl supremos o s capitães donatArios que s e realisoii êsse atispicioso João Gonçalves Zarga, Tristáo

Vaz e Biii~toloiiicii Pescstrelo. 1834.--A disccç3o dos tiegocios Fosaiii-llies eoiice~lidíis c lios religiosos cstnva n cargo da SCIIS S L I C ~ S S ~ asC iiiais :iiiiplas Ordeiii ile Cristo, n qiie ilste ~ S ;itribtiiçcics n o gov4riio destas íisq~iipClagocxclusiv;iiiicnte perdoiiatciri;is, npeiias scstriiigidas tencia iio cspiritii;il. Atguiis rciiti aplicíiç;lo dii cpciitl tlc iiioste ligiosos rsanciscaiios e v8rios ou tnlliaiiiciito d e iiiciiibro)~. siicci~dotes sccul;ircs ciiviados Viirias cíiiisas, poi*kiii, eoiicoi- ~ c l ovigiiio gcs:il d a Ordeiii rcr~iiii p;is:i iliic :i Iii.cvc ticclio fos;iiii os ~~iiiiiciios cclesiasticos c :i )?oLlco