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Processo nº 23047.

003951/2010-80
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS CAMPUS ANÁPOLIS

CURSO DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA

ANÁPOLIS AGOSTO / 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DE GOIÁS
PLANO DE CURSO CNPJ Razão Social Nome Fantasia Esfera Administrativa Endereço Cidade/UF/CEP Telefone/Fax E-mail de contato Site da unidade Eixo Tecnológico 10.870.883/0009-00 Instituto Tecnológico Federal de Goiás – IFG – GO IFG / Campus Anápolis Federal Av. Pedro Ludovico, Bairro Reny Cury Anápolis-GO / 75.131-500 (62) 3319 6080

gabinete.anapolis@ifg.edu.br www.anapolis.ifg.edu.br
Gestão e negócios

Habilitação, qualificações e especializações: Habilitação: Carga Horária: TCC Estágio Curricular Atividades Complementares Carga Horária Total
Tecnologia em Logística

1.620 horas 120 horas 400 horas 200 horas 2.340 horas

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Paulo César Pereira Reitor Gilda Guimarães Pró-Reitora de Ensino Ruberley Rodrigues de Souza Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Aldemi Coelho Lima Pró-Reitor de Extensão Maria José Braga Pró-Reitora de Desenvolvimento Institucional Paulo Francinete Silva Júnior Diretor Geral – Campus Anápolis José Luiz Leão Chefe do Departamento das Áreas Acadêmicas

Coordenador do Projeto José Carlos de Castro Júnior

Eu sou um anarquista de uma categoria totalmente diferente daquela de todos os anarquistas que já existiram sobre a face da terra. Sou uma categoria composta de mim mesmo, pois o meu enfoque é completamente diferente. Não sou contra o governo, sou contra a necessidade de governo. Não sou contra os tribunais, sou contra a necessidade de tribunais. Algum dia, em alguma época, vejo a necessidade de o homem ser capaz de viver sem nenhum controle — religioso ou político — pois ele será uma disciplina em si mesmo. Osho, em "Liberdade: A Coragem de Ser Você Mesmo"

Introdução O Campus Anápolis do IFG apresenta o Projeto do Curso de Tecnologia em Logística , a ser implantado em 2010/1, em conformidade com a legislação vigente e tendo em vista os objetivos colocados para esta unidade, dentre os quais destaca-se o de contribuir para o desenvolvimento regional, a partir de uma educação de alto nível, que atenda às demandas específicas de seu contexto e que atue como um instrumento de transformação social. Esse desenvolvimento local/regional, deve ser capaz de articular sustentabilidade econômica, social e ambiental, inclusão social e democratização política, cultural e informacional. Para que isso ocorra, busca-se um envolvimento profundo das instituições públicas de educação com o universo local/regional. As instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica estão chamadas a assumir um papel singular nesse processo, de forma a proporcionar: Produção de conhecimento voltado para o local/regional; Formação científica, tecnológica e cultural por meio da Educação Profissional e Tecnológica, inserida local e regionalmente; Implementação de Políticas, Programas e Projetos de extensão, voltados para contribuir com a superação das contradições sociais locais/regionais. Investigação das vocações locais/regionais e organização das suas demandas. Dentro deste contexto busca-se responder às demandas da região, numa perspectiva local/regional e também nacional ao propor um Curso de Tecnologia em Logística. As instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica devem concorrer para organizar as demandas de desenvolvimento local/regional por meio de Arranjos Produtivos Locais (APL), Arranjos Sociais Locais (ASL) e Arranjos Culturais Locais (ACL). A atuação do IFG, em especial por meio do Campus Anápolis, deve incorporar, numa visão estratégica, a implementação dos Arranjos Locais incorporados aos processos e prioridades de Ensino, de Pesquisa e de Extensão. Este curso nasce focado nas características do mercado e da sociedade deste novo milênio. Uma atualidade marcada pelas frequentes mudanças impostas pela globalização, pela escassez dos recursos naturais, pelo aperfeiçoamento dos meios de comunicação e pelas novas técnicas de produção. O resultado para as organizações foi a necessidade de adequar seus profissionais às novas exigências impostas pelo mercado. Neste contexto, a logística — um campo novo de atuação — foi bastante afetada, e o perfil desejado para seus funcionários, também, precisa ser revisto. O termo logística significa saber dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que promove a maior contribuição ao negócio. Deve-se observar a complexidade inerente à formação deste profissional, o que deve ser considerado na elaboração e execução do projeto do curso em questão. A formação destes profissionais é complexa, por envolver conhecimentos específicos não apenas na área de formação

a constituição de uma visão holística e voltada para a inovação educacional. mas também no desenvolvimento das relações humanas e sociais. projetos interdisciplinares orientados para a solução de problemas reais da indústria. Estas metodologias estão embasadas numa sólida e profunda abordagem teórica. o projeto pedagógico do curso procura possibilitar uma permanente interrelação entre a teoria e a prática. Sob esse aspecto. ambiental e de pesquisa científica. a matriz curricular.o qual ao final do curso o aluno desenvolverá.profissional. A possibilidade de contribuição para o desenvolvimento regional e do país a que o Curso de Tecnologia em logística se propõe é consolidada pela forte base científica e tecnológica que se tem no processo de formação do profissional. legitimidade e de competitividade das organizações e do meio. tanto da instituição quanto do aluno. aliada a uma visão de mundo formada a partir de uma perspectiva crítica. a fim de que a formação acima descrita possa ser possibilitada. visitas técnicas. a carga horária e as atividades propostas no projeto.além do desenvolvimento de estágios. Assim. O projeto pressupõe ainda uma série de cuidados que são necessários a uma plena formação do graduando. operação. fica como expectativa que o curso venha a capacitar profissionais para o exercício da administração e da gestão Logística junto às organizações dos diferentes setores da economia. que capacitará o aluno ao exercício profissional competente e coerente. incorporam o conceito de que a produção do conhecimento científico deve ser acompanhada do incentivo à pesquisa básica e aplicada à inovação e ao estímulo à integração instituição/comunidade. Tal formação é complexa e exige uma intensa dedicação. levadas a efeito no país e que explicam as bases sobre as quais se construiu e se sustenta a realidade brasileira na qual o profissional se insere. Portanto. para incrementar os níveis de qualidade. A formação específica subsidiará o aluno nas principais ferramentas de Logística. Desta forma. sob orientação dos professores. controle e avaliação de atividades referentes à Gestão dessa área. Envolve ainda conhecimentos de cunho filosófico. Percebese. além de uma visão clara acerca da Política Econômica e Social. produtividade. programas de extensão e de iniciação científica. o Curso Superior de Tecnologia em Logística pretende constituir-se como lugar de reflexão e fonte de conhecimento que leve o aluno a observar e a experimentar as mais diversas manifestações das competências humanas e como local de aquisição de conhecimento e habilitação . tais como: facilidade de consulta a um acervo bibliográfico atualizado e qualitativamente preparado para atender aos requisitos de formação inicial e continuada. sociológico. tais como planejamento. projeto integrador . na busca de uma formação sólida e ampla. por conseguinte. dentre outros. a necessidade de uma proposta bem estruturada. no qual o graduando tem considerável volume de vivências a partir das metodologias: estudo de caso.

esse projeto busca garantir ao futuro profissional desta área de conhecimento os conteúdos necessários para uma formação específica e aprofundada. o qualificado corpo docente da instituição que apresenta um número elevado de mestres e a infraestrutura laboratorial prevista. uma forte e consolidada política de pesquisa e extensão. bem como conteúdos atualizados. Neste sentido. na perspectiva apresentada. que incluem uma boa estrutura administrativa. mas também possibilite implementar. o presente projeto prevê a implantação de um Curso de Tecnologia em Logística que incorpore não só as exigências da legislação.profissional. por meio de disciplinas que ofereçam teoria. Isso se torna possível através das boas condições de implantação do curso. Em suma. . além de lhe proporcionar uma visão mais ampla do processo de educar e possibilitar o seu pleno desenvolvimento intelectual. o Campus Anápolis do IFG está sendo implantado para atender os requisitos acima citados e para desenvolver um curso de Tecnologia em Logística. técnica e prática. por meio da relação entre teoria e prática do trabalho acadêmico. Assim. desde o seu início. mas também do indivíduo enquanto ser pensante e cidadão deste mundo. na busca de uma sólida e ampla formação não somente do profissional. que atenderá de forma satisfatória a todas as atividades previstas. adaptados constantemente às necessidades sócio-político-culturais e como espaço de iniciação aos trabalhos científicos e de incentivo às investigações.

Portaria MEC n. nos termos do art. Parecer CNE/CES n.º 282/2006 . . Portaria MEC Normativa n. página 8.º 3/2002 . página 96 Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a educação profissional de Nível Técnico. publicado em DOU n.Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de Graduação.º 277/2006 . . Seção 1.Aprova. • Portaria MEC n.773.º 40/2007.Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia.º 9.º 12/2006 . Parecer CNE/CES n. Resolução CNE/CP n. §1º e 2º.Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.Nova forma de organização da Educação Profissional e Tecnológica de graduação.71.Dispõe sobre a adequação da denominação dos cursos superiores de tecnologia ao Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia.º 436/2001 .Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.Trata de Cursos Superiores de Tecnologia – Formação de Tecnólogos.Eixo Tecnológico: Gestão e Negócio.Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais no Nível de Tecnólogo.º 1/2009 .º 29/2006.1 Bases Legais Atos legais e Institucionais que embasam o projeto pedagógico: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Lei n. do Decreto 5.º 241 Seção 1 de 13/12/2006. Parecer MEC n.º 776/97 . Parecer CNE n. Parecer CNE/CP n.Inclusões no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. de 2006. Portaria MEC Normativa n.º 10/2006 .394/1996 . Portaria MEC n.Institui o e-MEC. sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores de Tecnologia do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES publicado no DOU de 6/1/2009.º 29/2002 .

bem como registrar diplomas dos cursos por eles oferecidos. de 29 de dezembro de 2008. pela Lei nº 11892. Como por definição os Institutos Federais são instituições multi-campi.892/2008: “Os Institutos Federais terão autonomia para criar e extinguir cursos. aplicando-se no caso da oferta de cursos à distância.Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB. mediante autorização do seu conselho superior. As bases legais são determinadas pela Lei nº 9394. pode-se inferir que na sua área territorial de abrangência. a qual foi complementada pelo Decreto Federal nº 2208.Lei de Diretrizes e Bases – LDB 9. ou seja. . a legislação específica”.394/96 – que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. está assegurada a condição legal para a criação de cursos. ao conjunto de seus campi. nos limites de sua área de atuação territorial . Diz o parágrafo 3o do artigo 2o da Lei n o 11. de 17 de abril de 1997 e reformulada pelo Decreto Federal n° 5154 de 23 de julho de 2004. bastando para tanto a autorização do seu Conselho Superior. de 20 de dezembro de 1996 .

econômica e educacional do município de Anápolis e da microrregião Anápolis. uma vez que ainda permanece a estrutura historicamente construída de um Brasil com alto índice de concentração de riquezas1. Assim. ocorridas em Goiânia nos dias 29 e 30 de setembro. Mudou a natureza da vida econômica. Por conseguinte. na abertura das oficinas pedagógicas de capacitação para gestores acadêmicos. políticos e econômicos enfrentados pela Região Centro-Oeste.Justificativa As instituições de ensino contemporâneas devem ser um centro de reflexão crítica. Campus Anápolis. Ciência e Tecnologia de Goiás. elaborado pelo Observatório do Mundo do Trabalho e da Educação Profissional e Tecnológica – Região CentroOeste. A partir das orientações do Plano de Metas do Instituto Federal de Educação. Desta forma. sociais. A função da educação se transforma nas sociedades atuais. em decorrência dos novos novos padrões de vida e de relacionamento que emergiram nas últimas décadas. é que o projeto de implantação do Curso Superior de Tecnologia em Logística é apresentado. e em consonância com o Relatório de estudo/pesquisa natural. voltada para a busca de soluções dos graves problemas educacionais. gratuita e de qualidade. com vistas a auxiliar na construção da cidadania e atenuar as desigualdades socais. O desenvolvimento científico e tecnológico e a natureza das transformações econômicas modificaram profundamente a estrutura e funcionamento das sociedades. social. essas instituições devem ser o lugar por excelência do cultivo do espírito do saber e onde se desenvolvem as mais altas formas da cultura acadêmica e da reflexão. a exemplo do que ocorre em outras regiões do país.2 Justificativa e objetivos de curso 3. encontra-se a necessidade de articular o que ocorre no mundo com os acontecimentos regionais e locais. difusão e aplicação do conhecimento. o Curso de Tecnologia em Logística do IFG. não só atende a uma demanda. de mentalidade criativa e comprometida com a observação sobre a diversidade dos saberes existentes na sociedade e com a elaboração. por representantes da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC). . atingindo-as em seus fundamentos. bem como. beneficia uma parcela significativa de pessoas que necessitam de 1 Paradoxalmente foi colocado. Ressalta-se também que essa decisão segue o princípio político-pedagógico da instituição que é o fortalecimento da instituição. e da inclusão social. pública.1. A proposta de criação do Curso de Tecnologia em Logística é parte do compromisso/missão desta instituição. entre os grandes desafios que se colocam hoje para a educação. social e cultural. que no relatório do Tribunal de Contas da União de 2005 não existia na Rede Federal de Educação Profissional uma política de inclusão social. o que gera a desapropriação de parcelas significativas da população brasileira das benesses econômicas e sociais.

O profissional Tecnólogo. É o elo de ligação entre o mercado e a atividade operacional da empresa. na perspectiva de formar ser humano-crítico para uma sociedade justa e igualitária para todos. A cadeia de . Ela é a defensora de número um do serviço ao cliente. realizando e dirigindo a execução das concepções abstratas). estimulando principalmente o espírito crítico e uma permanente vontade de aperfeiçoamento. Isto é uma tarefa da Logística. de campo e visitas técnicas. para o atendimento imediato de uma necessidade do mercado continua ainda premente. com função de "execução" (profissionais que falam a língua do concreto. A logística amplia seu raio de ação para toda a cadeia de suprimentos. A missão do gerenciamento logístico é de planejar e coordenar todas as atividades necessárias para alcançar níveis desejáveis dos serviços ao cliente e qualidade ao custo mais baixo possível.formação. A proposta do curso superior de Tecnologia em logística é integrar a ciência e a tecnologia ao desenvolvimento de aptidões. tendo em vista a indicação de oferta de Cursos Superiores. Isso permite. A estrutura dos cursos é organizada de tal maneira que o aluno adquira conhecimentos práticos com aulas de laboratórios. agora agregada a ela uma visão generalista e preocupada com o desenvolvimento sustentável. além de uma formação especialista. para aplicá-las no mercado de trabalho. a aquisição de uma formação básica que possibilite uma atuação mais generalista. efetivamente. que permite a transversalidade e a contextualidade. A proposta de formação específica. no tempo exato. a partir da compreensão de que a função de um projeto pedagógico deve ser de testemunho de afirmação da utopia. além do conhecimento teórico necessário. qualificação e requalificação profissional. que impele o ser humano a ratificar seus ideais. numa perspectiva interdisciplinar. no local determinado e nas condições desejadas. continua sendo um profissional atual pelas necessidades que um país da dimensão do Brasil necessita. As empresas ganham a concorrência à medida que são capazes de oferecer o produto certo para o cliente certo. O Curso Superior de Tecnologia em Logística destaca-se também no estudo/pesquisa e nos depoimentos dos entrevistados na Microrregião Anápolis. Esta proposta dimensiona uma matriz curricular. familiarizando-se com a realidade do mercado de trabalho que irá encontrar. A Logística é considerada como a nova fronteira para a competitividade empresarial. para a transformação social. pela própria concepção da proposta de sua criação (1970). na busca contínua de uma educação que contribua.

. o curso superior de Tecnologia em Logística pretende constituir-se como um espaço de reflexão e fonte de conhecimento que possibilite ao aluno a serem objeto e sujeito. na habilitação: Tecnologia Logística. profissionais críticos. observando e experimentando as mais diversas manifestações das competências humanas. Além disso. ampliar a percepção do homem como ser humano e cidadão. integrando na formulação de estratégias de concorrência. Cada uma das organizações é dependente das outras e a logística tem como finalidade obter uma maior cooperação entre as organizações para oferecer maior valor para o cliente. por meio do ensino. propõe-se a formar cidadãos. 3. A força da logística hoje é que ela está voltada para resultados em termos de satisfação do cliente. a interação com o contexto econômico e social no qual se insere a cadeia logística. atuantes e capazes de contribuir para o desenvolvimento local. Objetivos O Curso destina-se. valorizando o papel da inovação e os impactos da logística sobre a saúde das pessoas e sobre o meio ambiente. além de lhe proporcionar uma visão mais ampla do processo de aprendizagem e possibilitar o seu pleno desenvolvimento intelectual. esse projeto busca garantir ao futuro profissional desta área de conhecimento os conteúdos necessários para uma formação específica e aprofundada. desenvolvendo uma compreensão da dinâmica do mercado. e como local de aquisição de conhecimento e habilitação profissional. O relacionamento deixa de ser adversário para ser cooperativo.suprimentos representa uma rede de organizações que produzem valor. Este profissional deve ser capaz de atuar como gestor em todos os elos da cadeia logística. na forma de produtos e serviços. pesquisa e extensão. por meio da relação entre teoria e prática do trabalho acadêmico. Portanto. que é colocado nas mãos do consumidor final. Assim.2. regional e nacional. O profissional contará com uma visão sistêmica. à formação integral de profissionais tecnólogos de nível superior da ÁREA DE LOGÍSTICA. Para isto ela trespassa todas as áreas funcionais da empresa com o objetivo de que as atividades da empresa sejam realizadas de forma a proporcionar o melhor valor ao cliente ao melhor custo para a empresa.

Ser aprovado no Processo Seletivo realizado pelo IFG. No presente caso. documento de regulamentação de tal procedimento. no qual estarão contidos os requisitos para a seleção e o ingresso na instituição. 60 vagas. Cada processo seletivo será divulgado por intermédio de edital próprio publicado na Imprensa Oficial. sendo 30 vagas no primeiro semestre. anualmente. . no curso pretendido. no curso de Tecnologia em Logística. O mesmo ocorrerá com alunos portadores de diplomas de Ensino Superior. e 30 vagas no segundo semestre.3 Requisitos de acesso ao curso .Ter concluído o Ensino Médio. bem como em outros veículos informativos. . Serão oferecidas. A possibilidade de recebimento de alunos por meio de transferência estará sujeita a existência de vagas e obedecerá ao disposto na Organização Didática da instituição.

componentes e serviços e controlar o cumprimento destes contratos.4 Perfil profissional de conclusão dos egressos do curso O profissional formado deverá ter capacidade abrangente de análise. embalagem e movimentação de cargas. atuar com competente e crítica na prática de pesquisas em logística. exercer ética associada à responsabilidade social e profissional. ter formação humanista. nas diversas áreas de atuação da logística. ser agente de transformação do mundo contemporâneo e dos novos paradigmas que norteiam as diferentes ciências que interferem na logística. roteirização e composição de custos de frete e de negociação. os nichos negociais e as possibilidades de integração das economias contemporâneas. implantar. Avaliar e participar na determinação do sistema de transporte e da frota. com visão sistêmica para ler correta e adequadamente os cenários sociais. as turbulências políticas. as tendências culturais dos grupos. coordenar e controlar trabalhos nos campos da logística. planejar. estar atento às novas manifestações da ciência da administração no que diz respeito á logística. o ambiente de competição. Contribuir na definição e negociação de tarifas e custos de transportes e no controle destes custos. O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Logística deverá ser capaz de: analisar. interpretar. estabelecer processos educacionais que possibilitem a construção da autonomia intelectual e o pensamento crítico na perspectiva de compreender as demandas do mundo atual e promover mudanças quando necessárias ao estabelecimento do bem estar econômico. Auxiliar na seleção de fornecedores de veículos. ambiental e emocional do indivíduo e da sociedade. social. as formas de mercado. ter consciência da necessidade permanente de atualização de conhecimentos Realizar o controle dos processos de acondicionamento. interpretação e correlação. indispensável à adequada compreensão interdisciplinar dos fenômenos gerenciais e das transformações socioeconômicas na área da logística. Aprender e continuar aprendendo. documentação e arquivo. Ter domínio dos princípios e fundamentos científico-tecnológicos que precedem a formatação de conhecimentos. técnico-administrativa e prática. econômicas. Realizar a organização dos serviços de informação. estruturar e gerenciar os processos logísticos internos e externos à organização onde estão inseridos. exercer a prática gerencial. considerando os modais. bens e serviços relacionando-os como articulação da teoria e da prática capazes de .

explicitadas por diversos autores. da tecnologia e da relação homem-natureza. 5.1. Assim. O conceito de habilidade também varia de autor para autor. As características que formam o profissional desejável pelas organizações modernas acompanham as mudanças do mercado de trabalho e classificam suas competências e habilidades. de apropriação de produtos. uma habilidade não "pertence" a determinada competência. de 18 de dezembro de 2002. Isso é demonstrado pelas atitudes que irão resultar em respostas inéditas. As competências podem ser entendidas como a habilidade de uma pessoa ser capaz de agir de maneira eficaz diante de uma determinada situação. entretanto. ser competente significa mobilizar nossos recursos cognitivos. à construção da cultura. do conhecimento. em última instância. as habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as competências. foi estruturada de maneira a desenvolver determinadas habilidades e competências técnicas. para novos problemas que surgem no dia a dia. entre os quais estão os conhecimentos que já adquirimos anteriormente. conforme determina o Artigo 2⁰ da Resolução CNE/CP 3. que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia. Construir alternativas de trabalho e renda ampliando as possibilidades de tornar-se um cidadãotrabalhador autônomo em relação ao mercado hegemônico. conhecimentos e riquezas. em profissionais tecnológicas: gerais e específicas. Em geral. pessoais e intelectuais no egresso. para a o curso de Tecnologia em Logística. Portanto. uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes. Entretanto. 1 – Competências Profissionais Tecnológicas Gerais No presente projeto pedagógico as competências profissionais tecnológicas gerais em que o aluno egresso deste curso será formado são: . Existem. inovadoras e eficazes. criativas. Habilidades e competências A proposta da matriz curricular. As competências nos cursos superiores de tecnologia podem ser classificadas. Compreender que a concepção e a prática do trabalho relacionam-se e fundamenta-se. a competência estaria constituída por várias habilidades. utilizando os conhecimentos que traz em sua bagagem pessoal.criar e recriar formas solidárias de convivência. inúmeras definições de competências e habilidades. mas sem limitar-se exclusivamente a eles.

estabelecendo uma linha de argumentação mental sem a qual se torna impossível uma solução satisfatória. propondo novos projetos e participando das decisões comuns. ao se tentar resolver um determinado problema. Compreensão de fenômenos – Significa ser competente para formular hipóteses ou ideias sobre as relações causais que determinam os fenômenos. a integração. assim. é preciso elaborar a melhor justificativa para que o outro apoie a proposição. isto é. necessita-se relacionar informações. E convencer a si mesmo porque. conjugar diversos elementos presentes em uma determinada situação. comprometer e envolver-se ativamente com projetos de natureza coletiva. vale dizer que esta competência exige a capacidade do indivíduo em exercer verdadeiramente sua cidadania. além da competência para formular ideias sobre a explicação causal de certo fenômeno.Domínio de linguagens – Está relacionado à capacidade de leitura e escrita e refere-se ao grau de competência comunicativa (oralidade e o vocabulário) desejável e adequada às necessidades cotidianas de compreender o mundo e inserir-se plenamente na vida em sociedade. Construção de argumentações – Saber argumentar é saber convencer o outro e a si mesmo sobre uma determinada ideia. é preciso saber que um determinado procedimento ou ação provoca certa consequência. atribuindo sentido às suas consequências. Elaboração de propostas – Implica em criar o novo e para isso é necessário saber criticar a realidade. o clima de trabalho. ou seja. Desenvolvimento de equipes – Abrange a condução de um grupo. a motivação para a tarefa e o relacionamento ético com as . percorrendo um processo no qual terá que vencer obstáculos tendo em vista um objetivo. Solução de problemas – Está relacionada à capacidade de aceitar desafios que surgem no dia a dia. Negociação – Diz respeito à forma como as ações são articuladas para obter desenvolvimento e lucro em seu negócio. envolvendose criticamente com os problemas da sua comunidade. agindo sobre a realidade de maneira solidária. Liderança – Abrange a condução de ações e esforços que promovam resultados em favor de um grupo ou da comunidade. convencer o outro porque. quando se adota diferentes pontos de vista sobre algo. compreender seus fenômenos.

prazos e formas de mensuração de resultados. Qualidade – Abrange a compreensão dos conceitos de qualidade. objetivos. à união para se fortalecer em conjunto e ao esforço coletivo para geração de trabalho e renda. papéis e comunicação dos sócios. considerando os consumidores. planejamento e controle financeiro – É a competência de analisar e projetar estratégias para o negócio a partir de informações financeiras. 2 – Competências Profissionais Tecnológicas Específicas As competências profissionais tecnológicas específicas formadas neste curso são: Associativismo – Diz respeito à cooperação entre empresas. processos e o comportamento das pessoas para a qualidade. Marketing – Abrange o modo como o negócio e seus produtos são expostos no mercado. do ponto de vista mercadológico. Análise do mercado – Trata da visão da oportunidade de um negócio se concretizar no mercado. Gestão de pessoas – Diz respeito à gestão dos colaboradores. a maneira como se torna conhecido e desejado pelos clientes. a concorrência e os fornecedores. identificando os fenômenos ocorridos. Oferecer soluções em função dos problemas identificados – Integrar as soluções. que possam afetar o ambiente de negócios. Busca de recursos financeiros – Trata-se de como captar recursos no mercado. planejamento estratégico. Observação do ambiente de Logística – Observar a realidade. Sócio empresariais – Diz respeito ao conhecimento sobre o conceito e à caracterização das sociedades.pessoas. Análise. Problematizar os fenômenos – Classificá-los tecnicamente de acordo com as teorias e ferramentas mercadológicas. ambiente. contemplando metas. .

§ 1º A organização curricular compreenderá as competências profissionais tecnológicas. pesquisa. nas empresas públicas. empresas de distribuição. empresas de turismo. gerais e específicas.Locais de atuação do profissional O campo de trabalho para o profissional formado pelo curso de Tecnologia em Logística é bastante amplo. terminais de carga.Viabilizar a implementação do plano e das ações de Logística – Identificar. Gerenciar as estratégias e as ações implementadas – Monitorando. podendo trabalhar em empresas ou órgãos gestores de transporte urbano públicas ou privadas. empresas atacadistas e varejistas. elaborada de acordo com os da RESOLUÇÃO CNE/CP 3. através das ferramentas de Logística. em um mercado cada vez mais competitivo. departamento de suprimentos. A Matriz de Competências por Disciplina. desenvolvimento de projetos. 6º A organização curricular dos cursos superiores de tecnologia deverá contemplar o desenvolvimento de competências profissionais e será formulada em consonância com o perfil profissional de conclusão do curso. as oportunidades de atuação se ampliam. 4º § 1º O histórico escolar que acompanha o diploma de graduação deverá incluir as competências profissionais definidas no perfil profissional de conclusão do respectivo curso. 5. órgãos fiscalizadores.2. Art. docente e etc. incluindo os fundamentos científicos e humanísticos necessários ao desempenho profissional do graduado em tecnologia”. mensurando e analisando os resultados. A extensão como espaço formativo . mapear e implementar os processos inerentes à área de Logística. que assegurem a longevidade do negócio. possibilitando a adoção de medidas preventivas ou corretivas. movimentação de mercadorias. que “Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia”. Mas com uma formação abrangente e atuante.3. conforme citam os: “Art. hospitais. o qual define a identidade do mesmo e caracteriza o compromisso ético da instituição com os seus alunos e a sociedade. empresas de importação e exportação. 5. Apesar de que ele ainda é percebido preferencialmente em determinados tipos de negócios como: nas empresas de transportes. organizações de operadores logísticos. de 18 de dezembro de 2002. Indústrias e comércio em geral.

a inserção do aluno na práxis problematizadora da realidade propiciada pela extensão universitária constitui-se em elemento fundamental na constituição do perfil deste profissional. com formação holística e humanitária considerando que só se compromete com a transformação da realidade social e educacional aquele capaz de compreendê-la numa perspectiva de totalidade. . Projetos e Centros de Extensão. O Curso deverá promover.Concorrem para o fortalecimento da formação profissional e pessoal do egresso do curso superior de Tecnologia em Logística. Nesse processo. ao possibilitar-lhes a participação em atividades que expressam o compromisso social dos Institutos Federais. os vários Programas. juntamente com a instituição Projetos de Extensão que compreendem a formação de um profissional consciente. mantidos pelo IFG.

eixos. procurando estabelecer a articulação entre as atividades teóricas e práticas. Também é importante frisar que a referida seleção deve ser um processo coletivo. expressando a tradução das ações e movimentos necessários ao ensino e à aprendizagem.6. atitudes. Organização curricular do curso Norteado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. Estágio curricular supervisionado. Composta por disciplinas de caráter obrigatório. Atividade complementar supervisionado. da cultura e da ciência em suas diferentes dimensões. A matriz curricular está organizada por núcleos. Para construí-lo. A forma de integralização curricular fundamenta-se no sequenciamento hierárquico de conteúdos. Ele é um complexo dos diversos processos relacionados com a formação profissional. habilidades. distribuir e avaliar conteúdos curriculares põem em ação as múltiplas representações que percorrem os espaços culturais. experiências e atividades acadêmicas e extensão. O currículo deve caracterizar as bases processuais da formação acadêmica e profissional.Disciplinas de formação . classificar. o currículo do curso superior em Tecnologia em Logística do IFG Campus Anápolis privilegia. superando o papel tradicional de transmissor de conhecimentos. o raciocínio e o desenvolvimento da visão crítica do estudante. 6. pois selecionar. do futuro profissional. O aluno fará matrícula por disciplinas observando os pré-requisitos. valores. a matriz curricular deverá ser cumprida integralmente pelo estudante. metodologias e situações de aprendizagem consideradas importantes. sendo que quando o ingresso se dá por meio do vestibular é obrigatório a matrícula em todas as disciplinas do primeiro período do curso. competências. Tem por referência determinados destinatários e contextos do estado do conhecimento elaborado e da realidade cotidiana dos sujeitos. a fim de que ele se qualifique para obtenção do diploma. ênfases e/ou núcleos.1. assim constituídos: disciplinas de formação. os componentes curriculares convergem para um enfoque mais investigativo. com o objetivo de promover o desenvolvimento crítico-reflexivo dos estudantes. O currículo abrange uma sequencia de disciplinas ordenadas em semestres letivos. como princípio orientador. sendo o professor um sistematizador de ideias. Trabalho de Conclusão do Curso. Nesse sentido. que contemplem a inclusão desses diferentes componentes. os quais integram conteúdos em projetos. cultural e humanística dos estudantes e deve ser traduzido por componentes curriculares que se organizem a partir de disciplinas. é necessária uma seleção de conhecimentos.

considerando-se sempre o saber complexo. por outras coordenações da instituição e por outras instituições como forma de complementar o currículo. onde se percebeu a necessidade de trabalharmos com o pré-requisito para algumas disciplinas. As disciplinas foram pensadas. normatizadas pelo Regulamento das atividades complementares dos cursos de graduação. 6. aprovado pelo Conselho Superior e registradas no histórico escolar do aluno pelo Coordenador Acadêmico do Departamento de Áreas Acadêmicas do seu curso.A Atividade complementar O Curso superior de Tecnologia em Logística tem 200 horas de Atividade Complementar que serão ofertadas pela coordenação responsável pelo curso. 6.O curso foi estruturado com o objetivo de o alunado ter uma formação solida e consistente. Estabeleceu-se então os seguintes pré-requisitos: Disciplina : Logística de distribuição Pré-requisito: Fundamentos de Logística Disciplina :Logística de Transportes Pré-requisito: Logística de distribuição Disciplina : Modelagem e Simulação Pré-requisito: Matemática aplicada e Álgebra linear Disciplina : Tecnologias plicadas á gestão logística Pré-requisito: Logística de Distribuição e Logística de Transportes Disciplina : Pesquisa Operacional Pré-requisito: Modelagem e Simulação Disciplina : Projeto Integrador Pré-requisito: O aluno deve ter cursado no mínimo 70% da carga horária das disciplinas de formação do curso.O Estágio curricular supervisionado . As horas deverão ser cumpridas pelo aluno sob forma de diferentes atividades.2.3.

o curso de Tecnologia em Logística prevê. numa perspectiva de reciprocidade. ocupa no projeto formativo uma dimensão análoga à dos demais componentes. que resultam em enriquecimento mútuo. por intermédio de diversas ações. Estratégias que serão adotadas na implantação/implementação da matriz curricular A implementação dos princípios definidos. Esta correlação teoria e prática é essencial para a formação do futuro profissional no sentido de fomentar uma profissionalidade que tem como exigência um fecundo movimento entre saber e fazer na construção de significados para a gestão. e específica. como componente curricular. integra o ensino e. c) integração da Instituição com outros segmentos da sociedade. Tem um papel fundamental na formação do profissional como agente de mudanças.com uma carga horária de 400 horas O Estágio Curricular constitui atividade acadêmica que contribui para a formação acadêmico-profissional do estudante. política e ética. intencional. ensino-pesquisa e extensão.4. a administração e a resolução de situações-problema próprias do ambiente profissional.O curso superior de Tecnologia em Logística. e obedecerá às normas emanadas da legislação específica. O Estágio Supervisionado deve constituir-se em ação desenvolvida enquanto vivência profissional prolongada. que o estágio curricular supervisionado acontecerá a partir do 5° período do curso. O Estágio Supervisionado. em decorrência do caráter reflexivo do qual deve se revestir. tomando-se. nas dimensões técnica. d) inserção do estudante no contexto socioeconômico. concebe a Prática e o Estágio Supervisionado como componentes curriculares articulados e norteados pelos princípios da relação teoria-prática. Assim sendo. conteúdo-forma. e dinamicidade dialética entre esses processos. dar-se-á. simultaneidade. às Atividades Complementares e ao Trabalho de Conclusão do Curso. dos conteúdos de formação humanística. a priori. como a principal delas. político e cultural da sociedade. acompanhada e construída na interface do projeto político pedagógico do curso e da unidade campo de estágio. O estágio curricular supervisionado deverá ser organizado visando à: a) ampliação da formação acadêmico-profissional dos estudantes. articulando-se às disciplinas de formação. sistemática. O Estágio Supervisionado é um dos componentes responsáveis pela integração. na elaboração da matriz curricular. da Política de Estágios. do Estatuto e Regulamentos do IFG. ao longo do curso. considerando as orientações da Instituição. e) possibilidade de integralizar com atividades de monitoria e Iniciação Científica 6. a realização de . b) inserção do estudante no mundo do trabalho.

o desenvolvimento da iniciação científica no curso é o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC). Através desse Programa. bem como estabelecer procedimentos didáticos conjuntos que favoreçam a formação do profissional.5. tecnológico. são: contribuir de forma decisiva para reduzir o tempo médio de titulação de nossos mestres/doutores e contribuir para que . à metodologia de ensino e ao conteúdo específico de Logística. integrados em projetos de pesquisa coordenados por um professor. Essa razão motiva a disposição para a organização de seminários e ou reuniões pedagógicas. através do conhecimento técnico. o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) concede bolsas a estudantes de graduação. Os objetivos básicos do PIBIC. Propõe. já a partir da implantação do curso. Esta proposta favorecerá melhores condições de trabalho. se necessário. buscando sempre garantir a relação existente entre a teoria e prática na área pedagógica. científico e humanístico. A associação entre a teoria e a prática nesse curso objetiva a capacitação do nosso aluno quanto à adoção de uma Postura Profissional. conforme definido pelo CNPq. possibilidades de crescimento das atividades fim e meio. um programa de monitoria.reuniões e/ou seminários pedagógicos regulares. esteja comprometida com o homem total e responsável. constata-se que a implantação/implementação do currículo requer estudo sobre a metodologia de ensino de cada disciplina e o desencadeamento de um processo contínuo de avaliação e redimensionamento da proposta. respeitando o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. todos os professores do curso de Tecnologia em Logística terão a oportunidade de discutir e avaliar o ensino desenvolvido na sua disciplina. Proposta pedagógica A proposta pedagógica do curso superior de Tecnologia em logística tem como objetivo nortear uma coordenação sinérgica de todas as ações pedagógicas e administrativas em direção aos objetivos estabelecidos. 6. Tais reuniões possibilitarão a integração entre as disciplinas do curso e o estudo dos princípios orientadores do currículo. Um dos instrumentos que pode propiciar. Esta proposta visa qualificar um profissional capaz de suprir as necessidades existentes no que se referem aos mais diversos processos que envolvam o ensino-aprendizagem. a partir de um conhecimento mais conciso da sua atuação profissional. criando para isto. que. Considerando que a matriz curricular implica o desenvolvimento efetivo de todas as atividades de ensino da qual o estudante participa durante o seu curso. incluindo temas relacionados à formação profissional . com muito sucesso. capaz de contribuir para a modernização da sociedade em que vive. Nesses seminários.

sob a orientação de um professor tutor. como já observado. que são mantidos como bolsista até o fim do curso. respectivas cargas horárias das disciplinas e pré-requisitos. onde um professor fica responsável pela condução do projeto. mantido pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior). o qual possibilita condições para que alunos de graduação. mas sendo este delineado pelos professores do período.diminuam as disparidades regionais na distribuição da competência científica no território nacional. onde a interdisciplinaridade buscará responder ás habilidades desejadas e requeridas ao aluno naquele semestre. mostrando o conjunto completo de disciplinas propostas. Conta também com projetos interdisciplinares. as disciplinas Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão do Curso complementam a formação do aluno.6. com elevado desempenho acadêmico. para colocar o alunado em contato com a realidade empresarial. Este programa apresenta uma filosofia diferenciada em relação ao PIBIC. pesquisa e extensão é o Programa Especial de Treinamento (PET). O Programa PET é implantado com a formação de um grupo de aluno com desempenho acima da média. desde que satisfaçam o nível de desempenho requerido pelo programa. levando-o a compreender a problemática das empresas. desenvolvimento de protótipos. Matriz curricular e ementas do curso A seguir é apresentada a matriz curricular. desenvolvam pesquisas e trabalhos de enriquecimento curricular. que serão desenvolvidos a cada semestre. Além destas duas possibilidades de integração do aluno com a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico. etc. O curso utilizará a metodologia do método estudo de caso. estudos. sendo possíveis várias modalidades de trabalhos. Outro programa relevante na integração entre ensino. e aproximá-lo da sua prática profissional. 6. MATRIZ CURRICULAR ORDEM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 DISCIPLINAS Teoria organizações Fundamentos das de PRÉ-REQUISITO CO-REQUISITO CH 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 logística Informática Matemática Aplicada Português Filosofia Tópicos em economia Gestão da produção e operações Álgebra linear Matemática financeira .

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 Logística de 2 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 54 27 27 54 54 54 54 54 54 54 400 200 120 distribuição Gestão de Compras x estoques (Suprimentos) Gestão ambiental e responsabilidade social Marketing Estatística aplicada Modelagem e simulação Gestão de custos Logística de transportes Sociologia do Trabalho Legislação aplicada à logística Tecnologias aplicadas á gestão logística Metodologia científica Logística reversa Planejamento Empresarial Gestão da qualidade Pesquisa Operacional Gestão de pessoas Planejamento e Controle Financeiro Jogos de empresas Logística internacional Projeto integrador Estágio Supervisionado Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 4. 9 11 11. A seguir é apresentado um fluxograma sugerido para cursar a matriz curricular do curso superior de Tecnologia Logística.IFG/ANÁPOLIS DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA SEMANAL TOTAL SEMANAL TOTAL HORA/AULA TOTAL HORA/RELÓGIO SEMESTR E 1º Teoria das organizaçõ es 2º 4 3º 4º 5º 6º 4 72 54 . CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA . 18 16 ** 2340 ** O aluno deve ter cursado no mínimo 70% da carga horária das disciplinas de formação do curso.

Fundament os de logística Informática Matemática Aplicada Português Filosofia Tópicos em economia Gestão da produção e operações Álgebra linear Matemática financeira Logística de distribuição Gestão de Compras x estoques (Supriment os) Gestão ambiental e responsabili dade social Marketing Estatística aplicada Modelagem e simulação Gestão de custos Logística de transportes Sociologia do Trabalho Legislação aplicada à logística Tecnologia s aplicadas á gestão logística Metodologi a científica Logística reversa Planejamen to Empresarial Gestão da qualidade 4 - - - - - 4 72 54 4 4 4 - 4 4 4 - - - - 4 4 4 4 4 4 72 72 72 72 72 72 54 54 54 54 54 54 - 4 4 - 4 - - - 4 4 4 72 72 72 54 54 54 - - 4 - - - 4 72 54 - - 4 - - - 4 72 54 - - 4 4 - 4 4 4 - - 4 4 4 4 4 72 72 72 72 72 54 54 54 54 54 - - - 4 4 - - 4 4 72 72 54 54 - - - - 4 - 4 72 54 - - - - 4 2 2 - 4 2 2 72 36 36 54 27 27 - - - - 4 - 4 72 54 .

Pesquisa Operaciona l Gestão de pessoas Planejamen to e Controle Financeiro Jogos de empresas Logística internacion al Projeto integrador TOTAL DE DISCIPLIN AS Estágio Supervisio nado Atividades Compleme ntares Trabalho de Conclusão de Curso CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO - - - - 4 - 4 72 54 - - - - - 4 4 4 4 72 72 54 54 - - - - - 4 4 4 4 72 72 54 54 20 20 20 20 20 4 20 4 120 72 2160 54 1620 400 200 120 2340 PRIMEIRO SEMESTRE Disciplina: TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES Ementa: Conceitos de organizações. Macro e Micro Ambientes. Administração Mecanicista. Planejamento. Áreas funcionais. Bibliografia: . Aprendizagem Organizacional. Teoria Clássica. As organizações como objeto de estudo. Dinâmica Ambiental. organização. direção e controle. Organizações inteligentes.

Disciplina: INFORMÁTICA Ementa: Introdução à informática. Makron Books. Vetores e geometria analítica. O cálculo com geometria analítica vol. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. CHIAVENATO. 1ª de. Gerenciamento da incerteza operacional. Atlas. BOWERSOX. Disciplina: PORTUGUÊS Ementa: Leitura. Apostila de Word. I 5ª edição. Ronald H. 1996. Makron books. Noções de Derivada e Integral. Fofice 95 Professional. Vol. Funções do 1º grau e Polinomiais. Administração: teoria e processo. Elsevier. Bibliografia: PEOPLE EDUCATION. Relacionamentos na cadeia de suprimentos. Função Exponencial e Logarítmica. Vol I. Editores de texto. A Logística Integrada e o gerenciamento da cadeia de suprimentos. Hamilton Luís. 5. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. Disciplina: FUNDAMENTOS DE LOGÍSTICA Ementa: Competência Logística. Swokowski. Harbra. Texto informativo técnico. WINTERLE. Internet. Alianças estratégicas e parcerias logísticas. Missão da Logística. Louis.2001. I. Ed. Fedorentice Hall. Ciclos de atividades da logística. Normas gramaticais usuais (aplicáveis ao texto). Idalberto. Stewart.Ed. interpretação e produção de textos. Oratória: conceito. Mirian Buss. Ed. Técnicas para composição de resumos. I. Cálculo vol. Cálculo com geometria analítica. 2004. Rio de Janeiro. 2000. compacta. Disciplina: MATEMÁTICA Ementa: Conjuntos numéricos. 6ª edição – São Paulo: Pearson Prentice Hall. Guidorizzi. Geraldo et alii. Cálculo A. Técnicas de apresentação. São Paulo: Makron Books. Bibliografia: Fleming.T. Ed. Editora Pioneira. L. P. Texto dissertativo de caráter científico. Porto Alegre: Bookman. Bibliografia: BALLOU. 2006. São Paulo. o medo de falar em . Earl w. 2009. José Alves. São Paulo. Coesão e coerência textual. Fundamentos conceituais da Logística Empresarial. 2004. Sistemas operacionais. Ed. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/ logística empresarial. James. Leithod.CARAVANTES.C. Um curso de cálculo. Power Point e Excel User Espcialist 2003 RAMALHO. Planilhas eletrônicas. 3ª ed. Geometria Analítica. Ed. Donald J. Diva Marília e Gonçalves. Texto dissertativo.

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Sobre o modelo japonês: automatização. 2000 LEITE. Cortez Editora/ Ed. LAFARGUE. ANTUNES. 1993. 2. 1980. QUINTANEIRO. Roberto. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Sobre o papel do trabalho na transformação do macaco em homem. José A. “Americanismo e Fordismo”. Tânia et. acumulação capitalista e seus impactos sobre o mundo do trabalho. 2000. Mário Sérgio. São Paulo: Scritta. Um toque de Clássicos: Durkheim. Paul. HIRATA. 1984 HABERMAS. Friedrich. ________________ Os Sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. A condição pós-moderna. tecnologia. Marx e Weber. São Paulo. Zahar. Unicamp.à nova ética do trabalho flexibilizado. Helena Sumiko (org). Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. In. novas formas de organização e de relações de trabalho. Obras Escolhidas. São Paulo: Abril. Bibliografia: ANTUNES. novas formas de organização e de relações de trabalho. RUAS. Ideologia e sociedade industrial. In: Maquiavel. 1967. Belo Horizonte: Editora UFMG. Adeus ao Trabalho? . GRAMSCI. O direito a preguiça. Janeiro: Ed. alii. São Paulo: Hucitec. HARVEY. São Paulo. SALERMO. MARCUSE. São Paulo: Edições Loyola. São Paulo: Boitempo. 1995. Hebert. São Paulo: Editora Alfa-ômega. Ricardo. Vol. Helena Sumiko (org). R. Modelo japonês. a política e o Estado Moderno. In. David. HIRATA. Sobre o modelo japonês: automatização. Avanços e impasses do Modelo Japonês no Brasil: observação acerca de casos empíricos. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Antônio. 1994. 1995. Ciência. . Márcia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 1993. ENGELS. Mauro. 1982. Trabalho brasileiro . ROESE. 1993. Jugen. Ciência e técnica como ideologia. O futuro do trabalho: novas tecnologias e subjetividade operária .

E-Business). ROCHA. São Paulo: Prentice Hall Brasil. Richard. Regimes aduaneiros especiais. Logística e aduana. Tratados comerciais. CRM. QUINTO SEMESTRE Disciplina: TECNOLOGIAS APLICADAS Á GESTÃO LOGÍSTICA Ementa: Componentes e ativos que integram os atuais modelos de infra-estruturas tecnológicas. Djalma de Pinho Rebouças. Eduardo. _______________. Crédito tributário. 1994 Disciplina:LEGISLAÇÃO APLICADA À LOGÍSTICA Ementa: Direitos e obrigações. contexto da mudança. Tecnologia da informação – aplicada a sistemas de . 2006. Obrigação tributária/tipos de tributos. A formação da classe operária. 2008. Tecnologia da informação aplicada a processos de gestão (ERP. Bibliografia: BANZATO. Bibliografia: COELHO. Rio de Janeiro: Record: 2006. Rio de Janeiro: Record. São Paulo:IMAM. Fátima B.SENNET. 2001.processos decisórios. Desafio de integração de sistemas e aplicações voltadas à gestão da informação. Sistemas de informações gerenciais. 2005. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Contratos. Legislação aduaneira. São Paulo: Atlas. Tributos sobre o comércio exterior Atualizada e Ampliada. A cultura do novo capitalismo. Tecnologia da informação aplicada a logística. Criação e disseminação de tecnologia. Paul. OLIVEIRA. Direito tributário. responsáveis pelo suporte aos processos de negócio na gestão empresarial. Competência tributária. EDI. Paulo César Alves. 2005. Denis A. 2007.conceito. SINGER. Adoção. Acordos de cooperação aduaneira. Relações internacionais. implementação e disseminação da tecnologia. trabalho criativo. São Paulo: Atual. São Paulo: Aduaneiras. Uso das principais ferramentas disponíveis pela tecnologia da informação na estruturação e implementação de um sistema de informação em logística. fases e gerenciamento. OLIVEIRA. O processo de inovação tecnológica . Tecnologia da informação e da comunicação. de. Legislação tributária. Sistema tributário nacional. São Paulo: Aduaneiras. REZENDE. Guiomar.

xi) preparação de pôsteres acadêmicos. Gestão da tecnologia e inovação – uma abordagem prática. BASTOS. São Paulo: Quality Mark. 4 ed. metodologia. DELUIZ. 2001. HURLEY. E. Disciplina: LOGÍSTICA REVERSA Ementa: Conceitos e caracterização de Logística Reversa. E. GIL. análise dos dados. 2003. econômicos e logísticos que . 5ª ed. A. 6 ed. A. Metodologia do Trabalho Científico. Um bate papo sobre a gestão empresarial em ERP. SORDI. revisão bibliográfica. Como elaborar projetos de pesquisa. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos . 2007. L. Ernesto. 175 p. ii) tipos de pesquisas. J. J. MATTOS. 22ª ed. SEVERINO. E-Business e ERP: transformando as organizações. A. relatório. N. São Paulo: Atlas. 2006. Planejamento da distribuição da logística reversa. 2003. 2006. Paulo R. iv) estrutura de uma pesquisa científica: objetivos. Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA Ementa: Os conteúdos que perfazem a ementa do curso são: i) diferentes formas de conhecimento.informações empresariais. Técnicas de pesquisa. tecnológicos. 2004. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. L. RUIZ. Tecnologia de informação . FOINA. Atlas: São Paulo. Rio de Janeiro: LTC.R. Bibliografia: MARCONI.. viii) preparação de um artigo científico. ix) questões éticas na pesquisa científica. O processo de Logística Reversa e o conceito de ciclo de vida. São Paulo: Atlas. projeto de pesquisa. L. José Carlos. dissertação e tese. MARCONI. artigo. 2007. M. 2002. planejamento. São Paulo: Atlas. Antônio Joaquim. João Roberto L. 2005. PAIXÃO. Fatores críticos. 289 p. v) características dos trabalhos científicos – resumo. Tecnologia da informação aplicada aos negócios. LAKATOS. vii) normas para confecção de projetos de pesquisa e de trabalhos de conclusão de curso. 2002. iii) fases da pesquisa (coleta. N. M. dissertações e monografias . monografia. José Osvaldo de. Grant. vi) pesquisa bibliográfica (técnicas de busca de trabalhos acadêmicos na internet). de. São Paulo: Saraiva. M. São Paulo: Vozes..& LAKATOS. Metodologia científica. São Paulo: Atlas. 128 p. xii) processos editoriais para publicação de artigos científicos e xiii) qualidade dos periódicos brasileiros e conceituação pelo Qualis CAPES. A. James R.. teses. São Paulo: Atlas.. São Paulo: Saraiva. 4ª ed. Fluxo Tradicional versus Fluxo Reverso. Fatores ecológicos. 2002. M. KÖCHE.. A. 4ed. 2006. x) normas de citação e listagem bibliográfica. Fundamentos de Metodologia Científica. resenha.. Atlas: São Paulo. 2000. M. NORRIS.C. 20ª ed. São Paulo: Saraiva.planejamento e gestão. HABERKORN. MATTAR. São Paulo: Cortez. FERNANDES. análise e sistematização). Metodologia científica na era da informática.

Padronização e Melhoria (Ciclo PDCA e Melhoria Contínua). Dualidade. ARAYA. E. Gestão da qualidade: teoria e prática. M. Bibliografia: PALADINI. Rebolças de. Programação Linear. Problema de transporte. Aspectos gerenciais da administração estratégica. Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE Ementa: Introdução: conceitos. Planejamento Estratégico. M. P. P. Planejamento estratégico. Logística reversa. . Formulação/implementação das estratégias empresariais. Atlas. Modelos Lineares de Otimização. 21º ed. Simulação e cenário. 2007. Marly. E. 2ª edição. Marcela Cecília Gozález. Tomada de Decisões em Cenários em Complexos. Pesquisa operacional: curso Introdutório. Metodologias de formulação empresarial. São Paulo :Thomson Learning.CAVALCATI. São Paulo:Thomson Learning. Gráfico de Pareto).2004. Porto Alegre: Artes Médicas. Claudia. 1998. Eduardo L. Teoria dos Jogos. Método simples. Normas ISO (histórico. Paulo Roberto. São Paulo: Thomson Learning. Modelagem empresarial: ferramentas para tomada de decisão. PIDD. certificação. Ed. Fluxograma. Rio de Janeiro: LTC. PALADINI. Diagramas de Causa e Efeito. Análise de sensibilidade. Sistemas Integrados de Gestão). MOREIRA. 2000. evolução do Processo da Qualidade.2004. Campus. CARVALHO. 2003. D. Análise competitiva. Desenvolvimento/implementação da administração estratégica. PAOLESCHI. normas ISO 9000. Mike. Gestão da qualidade: Teoria e Casos. 2006. ed. 2007. 2º ed. Bibliografia: LEITE. Técnicas de modelagem.A. São Paulo.OLIVEIRA. Seis Sigma e 5S. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para a análise de decisão. Djalma de P. Ferramentas Gerenciais da Qualidade (Brainstorming. Elaboração de anteprojetos/projetos. custo e qualidade à satisfação do cliente. 2004. Modelos formas de planejamento estratégico. produção. Bibliografia: GOMES. Thomson Pioneira. Bruno.influenciam na logística reversa. Bibliografia: ANDRADE. Logística industrial integrada do planejamento. Disciplina: PESQUISA OPERACIONAL Ementa: Conceito e fases de um estudo em pesquisa operacional. São Paulo: Érica. Estratégica de Negócios. CARIGNONO. 2008. Luís Flavio A. São Paulo: Makron Books. Disciplina: PLANEJAMENTO EMPRESARIAL Ementa: Conceitos de política e estratégia. Problema da designação.

H. . Recrutamento e Seleção. Pedro Luiz. Tomadas de decisões nas empresas simuladas em ambientes competitivos. Rio de Janeiro: Editora Campus. Gestão de pessoas por competência. M. 1995. São Paulo:Edgar Blücher. Avaliação de Desempenho. R. T. Orçamento Empresarial: Planejamento e Controle Gerencial.. A. F. Visão sistêmica e as forças competitivas de Porter. EUA: Addison Wiley Publishing Company. BRAGA. Orçamento Empresarial. V. São Paulo: Atlas. acompanhamento e controle. Rio de janeiro: Elsevier. Cultura organizacional e Poder.& MYERS. BERNI. R. Duílio de Avila. MORABITO. Bibliografia: FREZATTI. 2003. A . 2004. Financial Theory and Corporate Policy. São Paulo: Atlas.ARENALES. WESTOM. H. Disciplina: JOGOS DE EMPRESAS Ementa: Realização de simulações empresariais. ASSAF NETO. S. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. Gestão de pessoas. COPELAND. R. 1995. Otto R. & BRASIL. Sílvia Constant. São Paulo: McGraw Hill de Portugal Ltda. Bibliografia: BEKMAN. São Paulo: Atlas: 1983. Liderança requerida nesses novos tempos. H. VERGARA. 2006 SEXTO SEMESTRE Disciplina: GESTÃO DE PESSOAS Ementa: Processos motivacionais. São Paulo. G. enfocando os tipos de orçamento e as metodologias de elaboração. A. Teoria dos jogos: jogos de estratégia.. ARMENTANO. Finanças corporativas e valor. Princípios de Finanças Empresariais. Rio de Janeiro: Qualitymark. Idalberto. YANASSE. 1980. G. 2005. Análise estatística da decisão.WELSCH. 2007. F. Pesquisa operacional. Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Ementa: Abordagem sobre o Sistema Orçamentário empresarial. Reichmann e Affonso. 2002. BREALEY. 1999. Treinamento e Desenvolvimento. C. São Paulo: Atlas. V. Gestão financeira das empresas: um modelo dinâmico . Modelo de gestão de pessoas estratégico e integrado. 1998. BRASIL. São Paulo: Atlas. Gerenciando com as pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas. Trabalho em equipe. COSTA NETO. Bibliografia: CHIAVENATO.

6. Sendo que no primeiro semestre as aulas serão ministradas das 19h às 22hs e 15 minutos. Disciplina: PROJETO INTEGRADOR Ementa: Trabalho em grupo onde eles construirão um projeto logístico estratégico. que estejam buscando uma qualificação profissional e que se identifiquem com a área em questão. Luiz Augusto Tagliacollo.7. se qualifique. Estratégias associativas e de intercambio no comércio internacional. o que abre a possibilidade de que o profissional já em atividade. Direcionando a empresa para a inserção no comércio global. Logística no comércio exterior. Outros aspectos relacionados ao processo de exportação. com duração de 45 (quarenta e cinco minutos cada). permanente. A previsão é de entrada semestral de 30 alunos. A importância da logística nas operações internacionais. Paulo Roberto Ambrozio. Bibliografia: Normas da ABNT. considerando todas as ferramentas estudadas no curso. Gerenciamento dos pedidos de exportação e estratégias de estoques. 2007. porém sem formação específica. Bibliografia: RODRIGUES. Ferramentas logísticas para aplicação na cadeia de abastecimento internacional. 2008. assim como possibilita o ingresso dos trabalhadores de qualquer área. além da implementação do atendimento extra-classe. 19:00 – 19:45 19:45 – 20:30 20:30 – 20:45 – intervalo 20:45 – 21:30 21:30 – 22: 15 . São Paulo: Aduaneiras. São Paulo: Aduaneiras. Defesa deste projeto ao final. divididos em 06 (seis) semestres. nas diversas disciplinas. Estrutura curricular e horário de funcionamento O curso superior de Tecnologia Logística será noturno. Os sábados também são contados como dias letivos. intervalos de 15 (quinze) minutos. SILVA.Disciplina: LOGÍSTICA INTERNACIONAL Ementa: O ambiente do comércio internacional. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil e à logística internacional. As aulas serão oferecidas no turno noturno. e terá a duração de 03(três) anos. Logística internacional. Logística expressa. Transporte internacional. sendo 4 (quatro) aulas diárias de segunda a sexta-feira.

que se desenvolverá a partir de critérios próprios. . empresarial ou laboratorial. Como já foi colocado.A grade curricular também prevê o desenvolvimento de um trabalho de conclusão de curso (TCC). Total de horas do Curso de Tecnologia em Logística : 1620 horas/relógio +400 horas de estágio supervisionado + 200horas de atividades complementares + 120 Horas de trabalho de Conclusão de Curso = 2. Duração e carga horária do Curso Duração do curso: 06 semestres. devendo o aluno iniciá-lo a partir do 5º semestre. Isso também contribui para o desenvolvimento da pesquisa e inovação na instituição. organizados pela instituição e que possibilita que se desenvolva um estudo. para consolidar conhecimentos específicos aprendidos durante o curso. é prevista uma carga horária de 400 horas de estágio supervisionado.340 horas/relógio Diploma Diploma: Tecnólogo em Logística.

1998). a assiduidade na realização de atividades e a organização nos trabalhos escolares que o mesmo apresenta. mas também – e principalmente – os aspectos qualitativos. Em outras palavras avalia-se para reorientar o trabalha pedagógico contribuindo para que os nossos educandos aprendam. utilizando a avaliação como instrumento de diagnóstico e superação das dificuldades e não apenas como instrumento de classificação final do educando. a pontualidade. a responsabilidade. mas também a atenção. o interesse. em diferentes contextos e modalidades. trata-se de uma avaliação diagnóstica. Nesse sentido. para a aferição do rendimento escolar. Para tanto. Ciência e Tecnologia de Goiás. trabalhos individuais e coletivos.7 Critérios de avaliação da aprendizagem O Instituto Federal de Educação. São vários os instrumentos e as situações avaliativas que podem ser utilizados pelo professor. contínua e processual para acompanhar a aprendizagem durante o processo de ensino aprendizagem. os professores deverão desenvolver atividades diversificadas. justificar. a fim de perceber os progressos e identificar as dificuldades. e se aprenderam possa aprender cada vez mais. . Neste sentido. ou seja. explicar o que o aluno alcançou em termos de aprendizagem. relatórios. sobretudo. arguições. atividades extra-classe. as habilidades. para todos os alunos matriculados nos cursos de Tecnologia em Logística uma avaliação cujos critérios serão definidos pela organização didática do Instituto Federal de Educação. Assim. mas a de desafiá-lo todo tempo a ir adiante. no acompanhamento constante do aluno deve-se observar não apenas o seu progresso quanto à construção de conhecimentos científicos. avaliações escritas. o apoio pedagógico necessário e adequado de forma personalizada (VASCONCELLOS. dentre os quais podemos destacar: observação diária. para apropriar globalmente o resultado de um processo de ensinoaprendizagem processual e contínua. considerando a especificidade do curso. confiando em suas possibilidades e oferecendo-lhes. a participação. Ciência e Tecnologia de Goiás prevê. A concepção formativa de avaliação tem a finalidade não só de descrever. não apenas os aspectos quantitativos devem ser considerados. a avançar.

serão determinadas pelo regulamento acadêmico dos cursos de graduação e aplicam-se a todos os cursos oferecidos na Instituição. tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade. 8 Auto – Avaliação A auto-avaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos. • da Análise dos dados da aplicação do Questionário Socioeconômico respondido por ingressantes e concluintes de cada um dos cursos participantes do referido exame. auto-avaliação do professor. II . no âmbito do departamento. Ciência e Tecnologia do IFG.Aprovar os planos de atividades de ensino.auto-avaliação. • da avaliação dos professores do curso pelos discentes. projetos de reestruturação. • dos relatórios de estágios curriculares de alunos. resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). bem como emitir parecer sobre projetos de mesma natureza propostos pela Direção-Geral. onde o mesmo tem as atribuições: I . administrativa e disciplinar no âmbito do departamento. avaliação do professor pelo coordenador de curso. além de prestar contas à sociedade. Com relação a periodicidade de avaliações e outras questões específicas. • do envolvimento prévio da CPA na organização do processo de avaliação dos cursos. identificar as causas dos seus problemas e deficiências. • do Colegiado de áreas Acadêmicas do Departamento. estudos dirigidos. a mesma deve ser feita através: • dos resultados obtidos da aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e produtos. pesquisa e extensão no âmbito do departamento.Julgar questões de ordem pedagógica. • da Semana de Educação. Com relação à auto-avaliação do curso. pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridos pelo curso. aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo. • do Conselho Departamental. onde o mesmo tem a atribuição: Propor e aprovar. Evento bienal com participação de . a ser submetido à Direção-Geral do campus. didática. adequação e realocação de ambientes do departamento. resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais. conduzidas pela CPPD – Comissão Permanente de Pessoal Docente.

Quadro de acrílico ou negro em todas as salas de aula e laboratórios. TV. Sala para constituição da empresa júnior. Projetor Multimídia. Laboratórios de Informática (software). DVD. com bancadas de trabalho e equipamentos e materiais específicos. Biblioteca. retroprojetor e tela para projeção. Laboratório de Simulação e Modelagem. 9 Instalações e Equipamentos Deverão compor o quadro de instalações necessárias para a realização do curso: Salas de aula para um número mínimo de 30 alunos. com respectivo mobiliário.empresas e encontro de egressos. Laboratórios de Softwares aplicados á logística. . Sala para orientação dos trabalhos de Conclusão de Curso. com 30 máquinas.

no transcorrer do curso. Pessoal – Docente Servidor: André Perez da Silva Disciplina Letras – Português – Graduação/ Instituição Letras/UFG Especialização/I nstituição Língua MG Mestrado/ Instituição Letras e Doutorado/ Instituição Portuguesa/PUC.10 Pessoal docente e técnico-administrativo envolvido no curso O curso superior de Tecnologia em Logística possui atualmente os docentes abaixo relacionados. 10.Linguística/UEG Unicamp UEG Unicamp UnB PUC-SP UnB Inglês André Valente de Sociologia Barros Barreto Ângela Custódia Higiene e Guimarães Segurança do Queiroz trabalho Daniel Xavier de Informática II Sousa Elza Gabriela Godinho Miranda Artes Visuais Ciência da Computação/ PUC-GO Artes Cênicas e Artes Informática/PUCRIO Arte Contemporânea/UnB Educação Física/UNICAMP Ciências Moleculares/ UEG Engenharia Elétrica e de Computação/ UFG Engenharia de Produção/ UFSCAR Engenharia Mecânica/ Doutorando UNICAMP Plásticas/UnB Ewerton Rodrigo Educação Física Educação FísicaGassi Gracielle Oliveira Química Sabbag Cunha Hugo Vinícius Leão e Silva Informática I UEL Licenciatura em Química/UEG Engenharia de Computação/ UCG José Carlos de Castro Júnior Logística Administração/ UFU José Luís Leão Letras e Informática Filosofia/Faculda Aplicada à .1. com formação específica nas áreas de atuação. que responderão pelas disciplinas de formação geral e pelas disciplinas técnicas.

Universitária/ Universo -GO Política. Bosco de MG UPCHUniversidad Peruana Cayetano Heredia-LimaKátia Cilene Matemática Perú Licenciatura em Matemática/UFU UFG/GO Química Licenciatura/ Artes-Música UEG Ed. Université de Paris I / PantheonSorbonne Letras e Linguística/UFG Paula Graciano Pereira Letras – Português – Inglês Letras/UFG Paulo Francinete Silva Júnior Rodolfo Fiorucci História Sérgio Silva Física Engenharia Civil/UFG História/UNESP Física/UFG Engenharia Civil/EPUSP História/UNESP Ensino de Física Figueira Telma Aparecida Funcionários de Pedagogia/UFG Psicopedagogia/ Mestrado em Teles Martins Silveira escola UCG Educação Brasileira/UFG .PROINFE Júlio César Saavedra Vasquez Matemática Matemática/UnB Matemática Aplicada/ Unicamp-IMECC Matemática/UFG Biologia/UFG Ciências da Natureza/UnB Ciências Moleculares/UEG -Mestranda UFG Mestrado/UFG Docência do UEG Docência em Língua e Arquitetura e Doutorando/UFG Costa Fernandes Kellen Christina Biologia Malheiros Borges Lilian Tatiane Química Ferreira de Melo Camargo Luana Uchôa Torres Lucas Maia dos Geografia Santos Maria Luisa Gomes Adorno Michele Siqueira Língua Portuguesa/ Patrícia Costa e Silva Redação Filosofia Desenho básico Arquitetura e Urbanismo/UCG Ensino Superior/ Urbanismo/UNB Letras/UEG Letras e Linguística/UFG PUC/GO Literatura/ UEG Docência Filosofia.de D. ArtísticaMúsica/UFPI Geografia/UFG Educação/ETEC- Ciências e Letras.

sendo contratados será redistribuída as disciplinas aos professores. a instituição conta com o quadro de servidores técnico administrativo.Thiago Eduardo Química Pereira Alves PUC/GO Química/UFG.Técnico Administrativo Além do corpo docente. Convém lembrar que o quadro de docentes está em expansão.2. estando previstas novas contratações. inclusive de profissionais já aprovados em concurso público. Pessoal . conforme se segue: Servidor: Adrianne Bragato Aldemiro Neves da Silva Alinne Monteiro da Cruz Atanasio Cargo Bibliotecária Motorista Assistente em Administração Graduação/ Instituição Biblioteconomia/ UFG Tecnologia em Logística/ FATEC Letras/UFG Especialização/ Instituição Docência do Ensino Superior/FTP e Assessoria Linguística e Revisão Textual (cursando)/UEG Amanda Neves Abdala Camila Juswiak Silva Camila Pagano Carla Kênia Campos Clarice Gomes das Neves Igor Chaves Arantes Ildelei Araújo dos Santos Júlio Manoel dos Santos Filho Leila Patrícia Gonzaga da Silva Leonardo Ribeiro de Assistente em Administração Assistente em Administração Assistente em Administração Técnica em assuntos educacionais Assistente Social Técnico em laboratório/ Informática Técnico em laboratório/ Edificações Psicólogo Pedagoga/Orientadora Educacional Técnico em laboratório/ Direito (graduando)/ UniEvangélica Musicoterapia/UFG Direito/Cesut Pedagogia/UEG UCG-GO PUC Gestão de TI/UniAnhanguera Ciências Imobiliárias – UEG PUC-GO Pedagogia/UEG Sistemas de Informação Gestão Educacional/UEG Planejamento Educacional/Universo . 10.

Souza Marcelo Pereira Ramos Marcus Moreira Pereira Priscylla Dietz Ferreira Amaral Thiago Luiz de Oliveira Informática Assistente em Administração Técnico em laboratório/ Química Jornalista Contador UEG Licenciatura em Química (Incompleto)/ UFG Farmácia/Bioquímica/ UFBA Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo/UFG Ciências Contábeis UEG Direito Público (cursando)/AnhangueraUniDERP Cursando Gestão da Produção/UCG Woshington Rodrigues da Silva Assistente em Administração Tecnologia em Redes de Computadores (cursando)/ UEG .

11 Certificados e diplomas Após a integralização dos componentes curriculares do Curso superior em Tecnologia em Logística. do cumprimento das horas de atividades complementares e defesa do Trabalho de Conclusão do Curso . da realização do correspondente estágio curricular. . será conferido ao egresso o Diploma de Tecnólogo em Logística.

In: VARGAS. Cap. 20 de dezembro de 1996. Lei nº 10. LUCKESI. Lei nº 9. 185º da Independência e 108º da República. que “estabelece as diretrizes e bases da educação nacional”. onze teses sobre educação e política. Científica e Tecnológica. Disponível em: <portal. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA. 1991.394/96. VARGAS. Acesso em: 23 de Nov. 24ª de.211-224. p.br/setec/arquivos/pdf/expansao_plano. BRASIL.2. Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica. . O início da pesquisa tecnológica no Brasil. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. São Paulo: Cortez.12 Referências Bibliográficas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Lei nº 11. SAVIANI. De 2006. BRASIL. Brasília. Disponível em: <hipte://Portalegre-RN/arquivos/PDF/LDL/PDF>. 1988.892. e do art. Escola e Democracia: teorias da educação. 3ª de. de 20 de dezembro de 1996. 1994.mec. 1996. São Paulo: UNESP – CEETEPS.793. de 20 de dezembro de 1996.pdf >.gov. § 3º. cria os Institutos Federais de Educação.394. Lei n. Milton. Congresso Nacional. Ciência e Tecnologia. curvatura da vara. Milton. 26. de 29 de Dezembro de 2008. de 1º de Dezembro de 2003. 92 da Lei nº 9. LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. Avaliação da aprendizagem escolar. Altera a redação do art. Dermeval. História da técnica e da tecnologia no Brasil. e dá outras providências BRASIL. Congresso Nacional. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Cipriano C. São Paulo: Cortez. 9394. de 20 de dezembro de 1996. Acesso em 07 maio de 2007. e dá outras providências. Institui a Rede Federal de Educação Profissional.