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CÓDIGO DE PROCESSO PENAL - EXERCÍCIOS

Profº. Robson Caetano

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EXERCÍCIOS INQUÉRITO POLICIAL E PRISÕES
Professor: ROBSON CAETANO 1- Com base no direito processual penal, julgue os itens que se seguem. a) - A ausência de prévia instauração de inquérito policial não impede a decretação da prisão temporária, pois os elementos de convicção, nesse caso, podem ser extraídos de peças de informação. Diversamente do que ocorre no caso de prisão preventiva, a prisão temporária não pode ser decretada de ofício pelo juiz, já que depende de requerimento do Ministério Público ou de representação da autoridade policial. O item está certo. Essa questão é passível de recurso. A banca examinadora, nesta questão, considerou a recente reforma das prisões. Com o advindo da Lei n.º 12.403/2011, o CPP em seu art. 283 passou a contemplar a prisão temporária no curso de investigações (qualquer investigação e não apenas Inquérito Policial). O entendimento atual é de que a prisão temporáriapossa ser decretada, mesmo que ainda não tenha o Inquérito Policial instaurado. Segundo reza o CPP, “art. 283. Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporáriaou prisão preventiva”. (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011). No entanto, o tema tratado é confuso, por ser novo no ordenamento jurídico, havendo ainda poucos posicionamentos favoráveis na doutrina em relação ao assunto explorado pelo examinador da banca, dando margem a possível revisão do gabarito preliminar. Resposta: Certo

prestando-se, contudo, a embasar procedimentos investigatórios preliminares em busca de indícios que corroborem as informações da fonte anônima, os quais tornam legítima a persecução criminal estatal.

d) Do despacho que indeferir o requerimento feito por um particular para a abertura de IP caberá recurso para a autoridade hierarquicamente superior, ou seja, o juiz competente. (F)

2 – Acerca do Inquérito Policial julgue os itens a seguir: a) A recente jurisprudência do STJ, em homenagem ao princípio constitucional do devido processo legal, firmou-se no sentido de que eventuais irregularidades ocorridas na fase investigatória, mesmo diante da natureza inquisitiva do inquérito policial, contaminam a ação penal dele oriunda. (F) b) O despacho que indefere o requerimento de abertura de inquérito policial é irrecorrível. F c) Caso seja instaurado um inquérito policial para a apuração de um crime de roubo e, por não haver provas da autoria, seja arquivado o inquérito, é possível reabrir a investigação, em face de novas provas. V d) Os vícios ocorridos no curso do inquérito policial, em regra, não repercutem na futura ação penal, ensejando, apenas, a nulidade da peça informativa. V 3 – Julgue os itens abaixo: a) No inquérito policial em que figure como indiciado um inimigo do delegado de polícia responsável pelas investigações, o Ministério Público oporá exceção de suspeição em relação a esse delegado. F b) O indiciamento do investigado é ato essencial e indispensável na conclusão do IP. F

b) O membro do MP possui legitimidade para proceder, diretamente, à coleta de elementos de convicção para subsidiar a propositura de ação penal, inclusive mediante a presidência de inquérito policial. (falso) HC 60976 / ES - STJ 2. Esta Corte tem proclamado que, a teor do disposto no art. 129,VI e VIII, da Constituição Federal, e nos arts. 8º da LeiComplementar nº 75/93 e 26 da Lei nº 8.625/93, o Ministério Público,como titular da ação penal pública, pode proceder investigações e efetuar diligências com o fim de colher elementos de prova para o desencadeamento da pretensão punitiva estatal, sendo-lhe vedado tão-somente realizar e presidir o inquérito policial.

c) Se a ação penal for de iniciativa privada, o inquérito será instaurado a requerimento da vítima ou de seu representante legal. F d) O inquérito policial pode ser arquivado, de ofício, pelo juiz, ou a requerimento do Ministério Público quando fique comprovado que o indiciado agiu acobertado por causa excludente da antijuridicidade ou da culpabilidade.

4 - Com base no CPP, julgue as opções abaixo acerca do inquérito policial. c) A notícia anônima sobre eventual prática criminosa, por si só, não é idônea para a instauração de inquérito policial, prestando-se apenas a embasar procedimentos investigatórios preliminares em busca de indícios que corroborem as informações. (v) HC 130789 / SC STJ 1. Esta Corte Superior de Justiça, com supedâneo em entendimento adotado por maioria pelo Plenário do Pretório Excelso nos autos do Inquérito n. 1957/PR, tem entendido que a notícia anônima sobre eventual prática criminosa, por si só, não é idônea para a instauração de inquérito policial ou deflagração da ação penal, a) O inquérito judicial ocorre nos casos das infrações falimentares e deve ser presidido pelo juiz de direito da vara em que esteja tramitando o processo de falência. b) O MP, caso entenda serem necessárias novas diligências, por considerá-las imprescindíveis ao oferecimento da denúncia, poderá requerer a devolução do inquérito à autoridade policial.

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no prazo decadencial de seis meses. d) O valor probatório das informações e provas colhidas durante o inquérito policial.Julgue os itens que se seguem: a) Arquivado o IP por falta de provas. b) O prazo do inquérito policial. a exemplo dos crimes de tráfico de entorpecentes ou tortura. nos inquéritos que conduza. é nulo. ordenar diligências em circunscrição de outra. decretada durante o inquérito policial por conveniência da investigação. d) Em caso de réu preso. 8.facebook. caso entenda não estarem presentes indícios de autoria de determinado crime. 5 . prorrogáveis por mais cinco dias. e) Em crime de ação penal pública condicionada. não pode a autoridade policial. titular único e exclusivo da ação penal publica.com. mandará instaurar o inquérito. exceto nos crimes de ação penal privada. verificada a procedência das informações. não será impedido a reabertura das investigações se surgir novas provas. se entender descabida a investigação.Julgue os itens que se seguem: Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. Todavia. pois ninguém é obrigado a produzir prova contra si. havendo exceção para determinados casos. c) O IP possui a característica da oficialidade. se o promotor de justiça com atribuições para tanto requisitar a instauração do IP.com/impactoconcursos c) Se o órgão do MP. e esta. por sua própria iniciativa. o inquérito será arquivado. V c) Determinado o arquivamento do inquérito policial em face de requerimento do MP por atipicidade . a autoridade policial poderá mandar arquivar autos de IP. f) Qualquer pessoa que souber da ocorrência de crime em que caiba ação penal pública ou privada poderá comunicá-la à autoridade policial. d) É possível que o magistrado. em caso de extrema e comprovada necessidade.Julgue os itens que se seguem: a) Consoante a jurisprudência do STF. b) O réu não é obrigado a participar da reconstituição do crime. o juiz determinará a remessa de oficio ao Procurador Geral de justiça para que seja designado outro órgão de MP para oferecê-la. b) O IP possui a característica da indisponibilidade. e) De acordo com a posição do STF. ainda que nele esteja decretado o sigilo. em razão de atipicidade. desde que surjam novas provas.EXERCÍCIOS Profº. a decisão de arquivamento de IP. d) Não se pode negar o acesso de advogado constituído pelo indiciado aos autos de procedimento investigatório. que busca indícios de autoria e materialidade do crime. ante a presença de causa excludente de antijuridicidade. a autoridade competente poderá iniciar o inquérito policial de ofício. salvo se o juiz prolator da decisão for absolutamente incompetente. desde que por intermédio de carta precatória. 7 . ainda que não se permita ao MP a condução do inquérito policial propriamente dito. uma vez instaurado.Julgue os itens que se seguem: a) Caso as informações obtidas por outros meios sejam suficientes para sustentar a inicial acusatória. em vez de apresentar a denúncia. fundamentando a decisão. requerer o arquivamento do inquérito policial. determine diligências em IP. d) A autoridade policial.CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . a autoridade com exercício em uma delas poderá. que significa que. c) Em nenhuma situação. mesmo na situação de crime de ação penal pública incondicionada em que o membro do MP já tenha pugnado pelo arquivamento dos autos. o IP deve ser instaurado de ofício pela autoridade policial sempre que tiver conhecimento da prática de um delito. salvo em caso de necessidade de diligências complementares. tem como destinatário imediato o Ministério Público. impedindo a reabertura da causa pelo mesmo fato. o inquérito policial torna-se dispensável. o ofendido ou seu representante legal não formularem a representação. quando o juiz poderá conceder dilação do prazo. procedimento persecutório de caráter administrativo instaurado pela autoridade policial. proceder a novas pesquisas e diligências. a autoridade policial pode deixar de instaurá-lo. se o indiciado estiver preso em virtude de prisão temporária. a regra geral é a de que o prazo de conclusão do IP seja de 10 dias. será de cinco dias. enquanto não se extinguir a punibilidade pela prescrição. independentemente da soltura do réu. prorrogáveis por igual período. 09 . Robson Caetano www. V b) A decisão judicial que determina acatando o pedido do MP requer o arquivamento do inquérito policial é irrecorrível. na medida em que nessa fase não há contraditório e ampla defesa. se. e) O inquérito policial constitui procedimento administrativo informativo. gera coisa julgada material. e) A incomunicabilidade do preso. que significa que. c) O inquérito policial. e) Nas comarcas em que houver mais de uma circunscrição policial. uma vez preclusa. abrange o advogado. poderá não poderá mandar arquivar autos de inquérito. 6 . promover seu arquivamento.br PMDF Noturno Página 2 . em que o prazo é de 30 dias. a autoridade policial poderá. não há vedação legal para que este órgão proceda a investigações e colheita de provas para a formação da opinio delicti. em busca da verdade real. ressalvadas as hipóteses de crimes de ação penal pública condicionada à representação ou de ação penal privada.grupoimpactoweb. por não se submeterem ao contraditório e a ampla defesa.Julgue os itens que se seguem: a) Sendo o crime de ação penal pública incondicionada.

DO CPP. F c) A autoridade policial que lavrar prisão em flagrante deverá remeter cópia integral de todos os autos. podendo ser prorrogado. V e) O indiciamento do investigado não é ato essencial e indispensável na conclusão do IP. já que esse tipo de prova é ato privativo do juiz. à família do preso ou à pessoa por ela indicada. admite-se que a autoridade policial realize novas diligências. RHC 6511 / SP RECURSO ORDINARIO EM HABEAS CORPUS 1997/0035681-7 PROCESSUAL PENAL. . pois não é possível falar em flagrante delito no caso de uma prisão executada horas depois do fato em tese criminoso. b) Considere que o delegado de polícia de determinada circunscrição tenha ordenado diligências em outra. ao mesmo tempo. todavia. logo que tiver conhecimento da prática da infração penal. à Defensoria Pública. não houve nulidade no inquérito policial respectivo.EXERCÍCIOS Profº. os suspeitos poderão ser presos em flagrante. titular da ação penal.Quanto à notitia criminis. que tem como pressuposto a presença do contraditório. oferecer a denúncia. todas as diligências previstas de forma taxativa no Código de Processo Penal. agentes da Polícia Federal tenham perseguido os suspeitos. f) Segundo o STJ. F 10 . Nessa situação. a recusa da autoridade policial em cumprir requisição judicial relativa a cumprimento de diligências configura o crime de desobediência. titular da ação penal pública. c) O conhecimento pela autoridade policial da infração penal por meio de suas atividades rotineiras denomina-se notitia criminis de cognição mediata. sob pena de ofender o princípio do devido processo legal. enquanto mantiverem a privação da liberdade da vítima.facebook. sem ter expedido carta precatória. colocando-se-o em liberdade. 11. a participação de membro do MP na fase investigatória criminal acarreta o seu impedimento ou suspeição para o oferecimento da denúncia. V (ART. não existindo previsão legal para que o ofendido ou o indiciado requeiram diligências.com/impactoconcursos a) De acordo com a opinião sumulada do STJ. e caso o agente esteja solto. . assinale a opção correta. d) O conhecimento pela autoridade policial da infração penal por meio da prisão em flagrante do acusado denomina-se notitia criminis de cognição coercitiva. no curso de investigação policial para apurar a prática de crime de extorsão mediante sequestro contra um gerente do Banco X. uma vez que a CF veda o anonimato. por falta de elementos que evidenciem a justa causa.RECURSO ORDINARIO PROVIDO. realizar acareações. mas não necessariamente ao MP.com. TEM ELA O DEVER FUNCIONAL DE REALIZAR AS DILIGENCIAS REQUISITADAS POR ESTAS AUTORIDADES. podendo. também. o prazo para a conclusão do inquérito será de trinta dias. o inquérito policial poderá ser instaurado independentemente de representação da pessoa ofendida.br PMDF Noturno Página 3 . . F c) No curso do inquérito policial. c) As diligências no âmbito do inquérito policial serão realizadas por requisição do membro do Ministério Público ou pela conveniência da autoridade policial. V e) A prisão do terceiro perpetrador foi ilegal. razão pela qual. no prazo de 24 horas. NÃO ATENDIMENTO. REPERCUTINDO APENAS NO AMBITO ADMINISTRATIVODISCIPLINAR. FALTA FUNCIONAL. desde que entenda que há indícios mínimos de autoria e de materialidade de fatos supostamente criminosos. caso o indiciado esteja preso. por dois dias consecutivos. não podendo ser encaminhada à autoridade policial. tratando-se de delito de ação penal pública condicionada à representação. e) O desenvolvimento da investigação no IP deverá seguir. por se tratar de infração permanente. Nessa situação.Julgue os itens que se seguem: a) Via de regra. F SUM 234 STJ b) Como o inquérito policial é peça dispensável ao oferecimento da denúncia. a autoridade competente. uma vez instaurado o inquérito. O CRIME DE DESOBEDIENCIA. necessariamente. e) Não se reconhece a figura da notícia anônima.303 do CPP) b) A imediata comunicação da prisão de pessoa é obrigatória ao juiz competente. requisições ou solicitações. SEQUER EM TESE.ATIPICIDADE PENAL. deverá tomar uma série de providências elencadas pelo Código de Processo Penal (CPP). que fugiram com a vítima. se de outras provas tiver notícia. a) É o conhecimento da infração penal pelo MP. NOS TERMOS DO ART. as quais incluem a colheita de todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias. Robson Caetano www. 13. REQUISIÇÃO JUDICIAL DIRIGIDA A AUTORIDADE POLICIAL. b) O conhecimento pela autoridade policial da infração penal por meio de requerimento da vítima denomina-se notitia criminis de cognição imediata. Nesse caso. sendo proibido à autoridade policial iniciar investigação com base em informações apócrifas. Referida autoridade não poderá. em crimes de atribuição da polícia civil estadual.A RECUSA NO CUMPRIMENTO DAS DILIGENCIAS REQUISITADAS NÃO CONSUBSTANCIA. mesmo sem o inquérito. (V – art. o MP pode. ser prorrogado. EXERCÍCIOS SOBRE PRISÕES 1) Com base no direito processual penal. julgue os itens que se seguem: a) Considere que. F d) Arquivado o IP. F Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. "HABEAS-CORPUS".CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . o prazo para a conclusão do inquérito será de quinze dias.EMBORA NÃO ESTEJA A AUTORIDADE POLICIAL SOB SUBORDINAÇÃO FUNCIONAL AO JUIZ OU AO MEMBRO DO MINISTERIO PUBLICO. entende o STF que há crime impossível. II. Todavia. o MP não pode oferecer a denúncia sem o relatório final da autoridade policial.grupoimpactoweb. toma providência para que tal crime não se consume. e deve ser relaxada. d) O inquérito policial independe da ação penal instaurada para o processo e julgamento do mesmo fato criminoso.306 § 1º CPP) d) Ocorre o flagrante esperado quando alguém provoca o agente à prática do crime e.

a) Euclides deverá ser preso em flagrante delito. pelas características. ter sido perseguido pela autoridade policial por dois dias seguidos. b)No caso do flagrante delito. mandar recolher os acusados à prisão. 4– Julgue os itens a seguir acerca de prisão em flagrante: a) Rodolfo é acusado da prática de crime contra o sistema financeiro e. 7 . d) Euclides deverá ser preso em flagrante delito.facebook. podem ser extraídos de peças de informação. deve ser comunicada imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa indicada por ele. c) Não há crime quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação. policiais militares avistaram Euclides. a legislação permite a prisão e apresentação dos acusados. c) A prisão de qualquer pessoa. para o juiz decretar a prisão preventiva. a manutenção da custódia. Além disso. mas veda a lavratura do auto de prisão em flagrante em face do transcurso de lapso temporal superior a vinte e quatro horas do crime. na modalidade flagrante retardado. que. passou a ameaçar testemunhas do processo. a) Considera-se flagrante próprio aquele em que o agente está cometendo o crime e. a nota de culpa. assinale a opção correta. para as investigações. indicavam serem os mesmos encontrados em poder de Euclides. b) Carlos. c) Após serem apresentados os detidos em flagrante à autoridade policial competente. e. maior.br PMDF Noturno Página 4 . na modalidade flagrante impróprio. na modalidade flagrante próprio. até o comparecimento do defensor público para assistência jurídica ao preso. lavrar o auto. pois os elementos de convicção.com. c) Euclides deverá ser preso em flagrante delito. em 24 horas. como a prisão se dá sem ordem judicial prévia. no momento da execução do crime.EXERCÍCIOS Profº.Júlio. pois não há que se falar em flagrante no caso mencionado. na modalidade flagrante presumido. sendo alcançados e presos. apresentando o auto respectivo à autoridade judicial. que constitui. e) Se a prisão preventiva do acusado houver sido anteriormente decretada de forma válida. em qualquer caso. foi preso por tráfico de drogas. desde logo. Com relação a esse caso hipotético e à prisão em flagrante. se não couber sua libertação. quando houver fundadas razões de autoria ou participação do indiciado em crime doloso. Robson Caetano www.com/impactoconcursos e na qual constem o motivo da prisão e o nome do condutor e das testemunhas. deverão estar presentes os seguintes requisitos: prova da existência do crime. nesse caso. d) Vinte e quatro horas após a prisão em flagrante. emitir nota de culpa aos acusados. assinale a opção correta. não se poderá mais reconhecer o flagrante. após cometer infração penal. em até 24 horas. pode ser decretada em qualquer fase da persecução penal. d) O flagrante esperado de Júlio seria aceito pela doutrina e jurisprudência. julgue os itens que se seguem. Nessa situação. a autoridade policial estará legitimada a representar pela decretação da prisão temporária. Com relação a essa situação hipotética. b) Por completa falta de amparo legal. foram perseguidos pela polícia por dois dias consecutivos. crime de abuso de poder. Consultando o sistema de comunicação da viatura policial. devido ao decurso de mais de 24 horas da prática do fato delituoso. ou durante o transcurso da ação penal. na sentença. desde que haja prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. policial militar. via rádio.CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . com ou sem fiança. c) Na hipótese de Júlio.grupoimpactoweb. denunciado pela prática de homicídio qualificado cometido contra civil. for perseguido ininterruptamente pela autoridade policial. Nessa situação. indícios de autoria e conveniência da instrução criminal. podendo ser penalmente responsabilizado o agente que forjou o flagrante. a) A prisão preventiva. primário. nas medidas de vigilância adotadas pela autoridade policial ou pelo particular que. e) Euclides não deverá ser preso. prende o agente. sem interrupção. brasileiro. Na ocasião. convencendo-se de evidências de que houve um crime. 2)Em uma ronda de rotina. e da culpa. ele informou à autoridade policial que não possuía recursos para constituir advogado. esta deverá. cópia integral para a defensoria pública. e) Ronaldo e Ricardo praticaram crime de latrocínio e. em tese. solicitando assistência da defensoria pública. logo após a execução do delito. mesmo após comunicada a prisão e recebido o auto de flagrante pelo juiz competente. os policiais foram informados de que havia uma ocorrência policial de furto no interior de uma residência na semana anterior. Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. em face de sentença penal condenatória. as testemunhas e os presos. ouvir o condutor. e comunicar a prisão. se considerou imprescindível a custódia do mesmo. de forma ininterrupta. d) Caberá prisão temporária quando imprescindível para as investigações policiais. Nessa situação. portando várias jóias e relógios.Com base no direito processual penal. 3– Julgue os itens a seguir acerca de prisão em flagrante: a)A prisão em flagrante delito não é ato privativo das forças policiais. dos argumentos da gravidade do delito praticado e da necessidade da manutenção da ordem pública. 6– Julgue os itens a seguir acerca de prisão em flagrante: a) Admite-se o relaxamento da prisão em flagrante quando a nota de culpa não foi entregue ao preso no prazo de 48 horas. deve ser entregue a ele. no qual foram subtraídos vários relógios e jóias. mas com maus antecedentes. admitida nos casos de crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos. admite-se que qualquer do povo possa prender o autor da infração penal. não se admite o flagrante forjado. b) Euclides deverá ser preso em flagrante delito. ainda que não haja qualquer elemento novo a justificar a prisão processual. b) Caso Júlio seja preso em flagrante delito. 5 . somente neste caso. assinada pela autoridade d) A situação de flagrância pode se estender por mais de 24 horas se o agente. a autoridade policial é a responsável legal pela detenção e pela tutela da liberdade. em suma. poderá ser idoneamente fundamentada mediante a repetição genérica. e. Consiste. na posse da droga para venda. será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão acompanhado de todas as oitivas colhidas e. b) A ausência de prévia instauração de inquérito policial não impede a decretação da prisão temporária. assim como o local onde ela se encontra. o auto de prisão em flagrante não poderá ser lavrado.

br PMDF Noturno Página 5 . serão facultadas a participação das partes. “art. assim como no caso de o juiz verificar. motivo pelo qual.Com base no direito processual penal. o réu será informado pelo juiz. relevantes. em razão de função. só se aplica ao interrogatório de mérito. dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame”. devam guardar segredo. “Art. 159. por exemplo. porquanto a primeira parte da questão está corretíssima. prorrogáveis por igual período. f) A prisão preventiva não deve ser decretada se o juiz verificar. durante a investigação policial. julgue os itens que se seguem. de ofício. quando serão obrigadas a dar o seu testemunho. pelas provas constantes dos autos. qualquer pessoa poderá ser testemunha e a ninguém que tenha conhecimento dos fatos será dado o direito de se eximir da obrigação de depor. pelas provas constantes dos autos. o preso deve ser imediatamente posto em liberdade. portadoras de diploma de curso superior. salvo quando não evidenciado o nexo de causalidade entre umas e outras. salvo se liberadas pela parte interessada. ministério. não podendo ser a prisão convertida em preventiva. dentre outros.com. que o agente praticou o fato em estado de necessidade. Resposta: Errado o o EXERCÍCIOS SOBRE PROVAS 1) Acerca da prova no âmbito do direito processual penal. ter o agente praticado o fato sob causa excludente de ilicitude. d) Quando a prisão temporária for requerida pela autoridade policial.grupoimpactoweb. salvo se desobrigadas pela parte interessada. O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizados por perito oficial. F c) São proibidas de depor as pessoas que. com exceção das pessoas proibidas de depor porque. além do direito de não fornecer material para comparação em exame pericial. prestar declarações acerca dos fatos apurados e entregar o passaporte. perito oficial. em razão de função. a) Nos casos de morte violenta. como. o exame poderá ser realizado por duas pessoas idôneas.com/impactoconcursos Diversamente do que ocorre no caso de prisão preventiva. Robson Caetano www. só havendo tal premissa assegurada quando estiver na FASE PROCESSUAL. é fatal e peremptório. observando a necessidade. o silêncio não importa em confissão. desde que haja prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. e a indicação de assistente técnico. a) De acordo com o sistema processual penal brasileiro. Não há possibilidade de recurso. 159. a perícia deverá ser realizada por apenas um perito oficial. adequação e proporcionalidade da medida. sendo. da reprodução simulada dos fatos e do procedimento de identificação datiloscópica e de reconhecimento. não sendo cabível quando da qualificação do acusado. ou quando as derivadas puderem ser obtidas por uma fonte independente das primeiras. porém. O item não é passível de recurso. (FALSO) O item está errado. preferencialmente na área específica. (FALSO) O item está errado.facebook. não haverá necessidade de prévia oitiva do MP. desde que após o início da ação penal. a prisão temporária não pode ser decretada de ofício pelo juiz. de modo que. a produção antecipada de provas consideradas urgentes e c) Como o sistema processual penal brasileiro assegura ao investigado o direito de não produzir provas contra si mesmo.§ 1 Na falta de perito oficial. admitida nos casos de crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos. ofício ou profissão. a) Pode ser decretada a prisão temporária em qualquer fase do IP ou da ação penal. antes de iniciar o interrogatório. 8 . e) Não cabe prisão temporária nas contravenções nem em crimes culposos. portador de diploma de curso superior. desde que as lesões externas permitam precisar a causa da morte. assim como ser decretada de ofício pelo juiz competente. portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica. c) A prisão preventiva. esgotado. c) O prazo da prisão temporária. ofício ou profissão. d) A legislação processual obsta a decretação da prisão preventiva e temporária no caso de o acusado apresentar-se espontaneamente em juízo ou perante a autoridade policial. contudo. no direito ao silêncio. devendo o juiz decidir o pedido formulado no prazo máximo de 24 horas. b) Depois de devidamente qualificado e cientificado do inteiro teor da acusação. pode ser decretada em qualquer fase da persecução penal. Nessa última hipótese. a ele é conferida a faculdade de não participar de alguns atos investigativos. desde que os atos preparatórios não interferissem na organização do crime pelo agente da conduta delituosa. devam guardar segredo. assinale a opção correta.CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . V e) São inadmissíveis as provas derivadas das ilícitas. A pegadinha da questão está no fato de que não há previsão de participação das partes na INVESTIGAÇÃO POLICIAL (Inquérito). mas poderá ser interpretado em prejuízo da defesa. (FALSO MENOR PODE DEPOR 208 CPP) b) De acordo com inovações na legislação específica. ainda que haja infração penal a apurar. F d) A prova da alegação incumbirá a quem a fizer. legítima defesa ou no estrito cumprimento do dever legal.EXERCÍCIOS Profº. assinale a opção correta. em prazo máximo a ser fixado pela autoridade policial. Como sempre. § 5 Durante o curso do processo judicial. e) O flagrante preparado de Júlio seria admitido pela doutrina e jurisprudência. o exame será realizado por 2 (duas) pessoas idôneas. facultado ao juiz. que poderá apresentar pareceres. caso não haja. Esse item mostra uma das pegadinhas mais usuais da banca CESPE. 2 . Se tal Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. b) A prisão temporária pode ser decretada por intermédio de representação da autoridade policial ou do membro do MP. quanto à perícia: (…)”. portador de diploma de curso superior. basta o simples exame externo do cadáver. ministério. e dos doentes e deficientes mentais e menores de quatorze anos de idade. por intermédio de representação. consoante o que versa o CPP. ordenar. com a formulação de quesitos.Acerca das prisões cautelares. que em regra é de 5 dias. na localidade. do seu direito de permanecer calado. já que depende de requerimento do Ministério Público ou de representação da autoridade policial. que se dá por meio da identificação datiloscópica. tendo respaldo de acordo com o CPP. é permitido às partes. CESPE inovando a forma de cobrar do candidato (a).

LAUDO SEMI-IMPUTABILIDADE. da honra e da imagem. esta Turma esposou entendimento no sentido de ser o Ministério Público. conforme se vê do “art. não detém competência para investigação. O erro da questão refere-se à afirmação acerca do testemunho dos doentes e deficientes mentais e menores de quatorze anos. III. entre testemunhas. caso em que as perguntas. § 2 . Ministro FELIX FISCHER. A questão versa sobre dois dispositivos. ‘Art. DJU de 14/08/92). Ordem denegada. pois com o advindo da reforma do CPP foi atribuída ampla proteção e tratamento digno ao ofendido. ao ofendido é conferido o direito da preservação da intimidade. formuladas pelas partes e deferidas pelo juiz. Também está admitida aacareação entre acusados. poderá ele optar pela prestação de depoimento por escrito.facebook. em razão de função. devam guardar segredo. (F) HC 233302 / SP – STJ I. durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência de corréu. inserindo-a em outro feito. quiserem dar o seu testemunho’. quando produzida sem observância do princípio do contraditório" (STF. não sendo facultado ao acusado o direito de escolha. em sede de inimputabilidade (ou semiimputabilidade). da vida privada. 229).CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . Não se deferirá o compromisso a que alude o art. tendo em vista que a polícia militar. Resposta: Errado embora não prestem compromisso. Embora a controvérsia acerca do poder investigativo do Parquet ainda penda de solução definitiva no Supremo Tribunal Federal. 207. salvo se. desde que seja produzida em outro processo judicial. quem iria optar por ser identificado? Vê-se do teor do Código Processual Penal. 203 aos doentes e deficientes mentais e aos menores de 14 (quatorze) anos. à designação de data para audiência e à sentença e respectivos acórdãos que a mantenham ou modifiquem”. 186. Rel. (V – ART. I .Além do mais. apenas. HABEAS CORPUS. (V) O item está certo. Conforme o texto legal. salvo se desobrigadas pela parte interessada. A primeira parte encontra amparo no CPP. 208. entretanto. sempre que divergirem. à designação de data para audiência e à sentença e respectivos acórdãos. 206”. a qualquer hora do dia ou da noite. da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal poderão optar pela prestação de depoimento por escrito. vide: CPP. e dos doentes e deficientes mentais e menores de quatorze anos de idade.grupoimpactoweb. Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. foram por ele informados que o ora paciente seria o fornecedor das drogas apreendidas e. sendo lícito ao policial militar ingressar na residência do agente. Essa questão não da margem para recurso. PROCESSUAL PENAL. Além disso. fosse procedente. qualquer pessoa poderá ser testemunha e a ninguém que tenha conhecimento dos fatos será dado o direito de se eximir da obrigação de depor.com. competente para promover a colheita de informações e documentos com vistas ao oferecimento de posterior denúncia. QUINTA TURMA. especialmente no que se refere ao direito de ser ouvido em juízo e de ser comunicado dos atos processuais relativos ao ingresso e à saída do acusado da prisão. Min. (FALSO) O item está errado. 201. devem restar preenchidos os requisitos (o temporal. Não há possibilidade de recurso. Resposta: Errado f) A jurisprudência tem acolhido a prova emprestada no processo penal. nos termos da CF. se a identificação do acusado fosse uma faculdade sua (…) imagine só. e extraída por meio de documentos hábeis a comprovar a alegação da parte requerente. e entre as pessoas ofendidas. o 3 – Julgue os itens a seguir: a) Inquirido o presidente da República como testemunha. entre acusado ou testemunha e a pessoa ofendida. ministério. não obsta a acareação entre ele e o acusado. o volitivo e/ou o cognitivo). que não encontra amparo legal. a ele demandado emergencialmente. (HC 30. ressalvada a competência militar específica. ressalvado o contraditório e a ampla defesa. em seguida. Rel.221 CPP) o § 1 O Presidente e o Vice-Presidente da República. ministério. e) De acordo com o sistema processual penal brasileiro. Tratando-se de crime permanente. especialmente no processo penal condenatório. caso em que as perguntas. lhes serão transmitidas por ofício. Robson Caetano www. art. mesmo considerando o caráter emergencial. sem que tenha sido vislumbrada qualquer irregularidade no procedimento adotado nos autos (Precedente). para investigação de crime. em suas declarações. PROVA EMPRESTADA. desobrigadas pela parte interessada."A prova emprestada. HC 67707/RS. tem valor precário. vigora entre nós. Nesse caso. nota-se que se trata de norma cogente. em razão de função. torna-se despicienda a expedição de mandado de busca e apreensão. Essas regras estão explicitadas no Código Processual penal.com/impactoconcursos afirmação. com exceção das pessoas proibidas de depor porque. devam guardar segredo. o critério bio-psicológico normativo em que. entre outros. seria difícil incriminar alguém. “que será comunicado dos atos processuais relativos ao ingresso e à saída do acusado da prisão. podem ser ouvidos como informantes ou declarantes. Cumpre-nos salientar que os doentes e deficientes mentais e os menores de 14 anos. o que. Celso de Mello. a fim de fazer cessar a prática criminosa e apreender a substância entorpecente encontrada no local. entre acusado e testemunha. em seu “art. além de uma balança de precisão. os presidentes do Senado Federal. ofício ou profissão. a prova por ele apreendida será considerada ilícita. II . Resposta: Certo (CPP. Hipótese na qual policiais militares. como titular da ação penal. PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO. p. DJ 24/05/2004. II. ofício ou profissão. onde foi localizada quantidade expressiva de entorpecentes. São proibidas de depor as pessoas que.br PMDF Noturno Página 6 . como a exposta no item.939/SP. formuladas pelas partes e deferidas pelo juiz. sobre fatos ou circunstâncias relevantes art. nem às pessoas a que se refere o art. Ihes serão transmitidas por ofício b) Considere que um policial militar cumpra mandado de busca e apreensão. 1ª Turma. 307) d) O sistema processual vigente prevê tratamento especial ao ofendido. julgado em 18/03/2004. Depois de devidamente qualificado e cientificado do inteiro teor da acusação (…)”. dirigiram-se à sua casa.EXERCÍCIOS Profº.

assinale a opção correta de acordo com o CPP. de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). corroborada por provas testemunhais idôneas e harmônicas. a prova testemunhal não poderá suprir-lhe a falta. 65. adverti-las das penas cominadas ao falso testemunho. são. Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. Conforme entendimento do STJ. HC 183571 / RJ – STJ 1. desde que não seja o único dado a embasar a motivação da decisão.EXERCÍCIOS Profº. d) O silêncio do acusado importa em confissão ficta ou presumida. 10 . 5 . 9 . o juiz ou a autoridade policial negará a perícia. em regra. b) Com exceção dos casos expressos em lei. desde que. ante a evidente violação ao princípio da imparcialidade. no processo de origem dos elementos trazidos. em regra. b) Se não for possível o exame de corpo de delito por haverem desaparecido os vestígios. exceto na hipótese de exame de corpo de delito. uma vez que o exame pericial é imprescindível nesses casos. inciso III. F a) 4 . devendo tais provas ser desentranhadas do processo. por si só.e. as partes podem apresentar documentos em qualquer fase do processo. admissíveis as provas derivadas das ilícitas. não autoriza a condenação. embasando a condenação. d) São admissíveis perguntas que não tenham relação com a causa. d) Se a infração deixar vestígios.Assinale a opção correta acerca do exame de corpo de delito e das perícias em geral. alínea d. segundo recentes alterações legislativas. Conforme entendimento desta Corte. no âmbito do devido processo legal. bem como pode confessar a totalidade ou apenas uma parte do fato que lhe foi imputado. admitidas em juízo. mesmo que devidamente autenticada.com/impactoconcursos c) O exame pericial deverá ser realizado por dois peritos oficiais. a) O réu pode retratar-se da confissão. no bojo do inquérito policial. por intermédio do juiz e não diretamente à testemunha. exceto se houver retratação em juízo. F HC 236731 / SP – STJ 2. assinale a opção correta de acordo com o CPP. ainda que interceptadas ou obtidas por meios criminosos. na ocasião da oitiva. o depoimento de policiais responsáveis pela prisão em flagrante do acusado não constitui meio de prova idôneo a embasar o édito condenatório. na presença de seu advogado. seja capaz de conduzir ao fato objeto da prova. é obrigatória a sua consideração como circunstância atenuante na segunda fase de aplicação da pena. de outros elementos colhidos durante a instrução criminal. b) Se o acusado confessa o crime perante o juiz. próprios da investigação ou instrução criminal. contado da data do crime. não possui o mesmo valor do documento original.Assinale a opção correta acerca da confissão e do interrogatório. a teor do art. c) A fotografia do documento. a palavra da vítima. a) As testemunhas serão inquiridas uma de cada vez.Com relação ao processo em geral. o juiz esclarecerá ao réu que. Precedentes. autorize.com. ainda que corroborada por provas testemunhais idôneas e harmônicas. concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias. tendo relação com o fato. autorizam a condenação. ainda que tenha havido retratação em juízo. o depoimento de policiais responsáveis pela prisão em flagrante do acusado constitui meio de prova idôneo a embasar o édito condenatório.Assinale a opção correta. devendo o juiz. a) Considera-se álibi a circunstância conhecida e provada que. F b) São. 8 . b) 7 . Se a confissão espontânea do acusado foi utilizada para corroborar o acervo provatório. destinando-se à apuração da verdade dos fatos alegados. c) d) Vítima do delito de lesão corporal incapacitada para as ocupações habituais por mais de trinta dias deve submeter-se a exame pericial logo que decorra esse prazo. no processo de origem dos elementos apresentados. d) Não é permitida a apreensão de documento em poder do defensor do acusado. F e) Caso a confissão do réu.grupoimpactoweb. a palavra da vítima. mesmo que corroborado em juízo. de forma que umas não saibam nem ouçam os depoimentos das outras.br PMDF Noturno Página 7 . segundo o CPP e a CF. tenha havido participação da defesa técnica do paciente. Para a comprovação da prática de crimes contra a dignidade sexual. o seu silêncio poderá ser interpretado em prejuízo da própria defesa. c) O juiz ficará adstrito ao laudo. V HC 161194 / PB .CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . do Código Penal. c) Admite-se que as partes formulem perguntas que possam induzir a resposta das testemunhas. a) A prova. mormente quando corroborado em Juízo.STJ 3. a confissão do acusado poderá suprir o exame de corpo de delito. b) As perguntas devem ser formuladas pelas partes. pertence ao processo e pode ser utilizada por todos os participantes da relação processual. dado o caráter peremptório do prazo. c) Antes de iniciar o interrogatório. F AgRg no Ag 1386821 / PA . com referência à prova no âmbito do direito processual penal. seja utilizada como prova para a condenação na ação penal. a prova emprestada tem sido admitida pela jurisprudência. para formar a sua convicção.STJ 3. c) Considera-se fonte independente aquela que. Robson Caetano www.Assinale a opção correta quanto às provas ilícitas. seguindo os trâmites típicos e de praxe. tenha havido participação da defesa técnica do réu e desde que não seja o único dado a embasar a motivação da decisão. mesmo quando constituir elemento do corpo de delito. ainda mais porque o Juiz não está adstrito ao laudo pericial.No que se refere à prova testemunhal. F d) As cartas particulares. podendo se utilizar.Assinale a opção correta acerca da prova no processo penal. embora não esteja obrigado a responder às perguntas que lhe forem formuladas.facebook. 6 . a) São entendidas como provas ilícitas apenas as que forem obtidas em violação a normas constitucionais. A prova emprestada tem sido admitida no processo penal pela jurisprudência desde que. Para a comprovação da prática do crime sexual. ainda que produzida por iniciativa de uma das partes. segundo o CPP. mostra-se obrigatória a atenuação da pena. conforme recente reforma do Código de Processo Penal (CPP). a) Se a perícia requerida pelas partes não for necessária ao esclarecimento da verdade. por indução. No processo penal. direto ou indireto. é desnecessário confrontar a confissão com as demais provas do processo para a verificação de compatibilidade ou concordância.

é absoluta a nulidade por falta de intimação da expedição de precatória para inquirição de testemunha. adotado majoritariamente no processo penal brasileiro.CÓDIGO DE PROCESSO PENAL . Embora seja relativa a nulidade por falta de intimação das partes acerca da expedição de carta precatória destinada à oitiva de testemunha residente fora da comarca do juízo processante. o não comparecimento ao ato do patrono constituído.com/impactoconcursos b) O sistema da livre convicção.br PMDF Noturno Página 8 . de acordo com sua convicção. e) Tratando-se de processo penal. importa no reconhecimento da sua eiva absoluta.EXERCÍCIOS Profº. Aplicação do enunciado n. significa a permissão dada ao juiz para decidir a causa de acordo com seu livre entendimento. 523 da Súmula do Supremo Tribunal Federal. Robson Caetano www. F RELATIVA HC 172901 / RS STJ 2. Grupo Impacto Unidade Gama 3556-2773 Turma: www. a matéria que lhe é apresentada. não podendo decidir.com. com fundamento na Constituição Federal. devendo o magistrado.grupoimpactoweb. e buscar persuadir as partes e a comunidade em abstrato. no entanto. nos autos. cuidar de fundamentá-lo.facebook. porque configurada a ausência de defesa. d) O juiz fica adstrito ao laudo pericial. somado à falta de nomeação de defensor ad hoc. c) O sistema da persuasão racional é o que prevalece no tribunal do júri.