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André Gustavo Campos Pereira

Joaquim Elias de Freitas
Roosewelt Fonseca Soares
Cálculo I
ß I 8 6 I F L I h k
Mais aplicações – Gráfcos de funções
Autores
auIa
07
kuIa 07  Cálculo I
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ûovarno FadaraI
FrasIdanIa da ßapúbIIra
Luiz Inácio Lula da Silva
MInIsIro da Lduração
Fernando Haddad
8arraIárIo da Lduração a ßIsIânrIa – 8LLß
Carlos Eduardo Bielschowsky
ünIvarsIdada FadaraI do ßIo ûranda do horIa
ßaIIor
José Ivonildo do Rêgo
VIra·ßaIIora
Ângela Maria Paiva Cruz
8arraIárIa da Lduração a ßIsIânrIa
Vera Lúcia do Amaral
8arraIarIa da Lduração a ßIsIânrIa· 8LßI8
6oordanadora da Frodução dos MaIarIaIs
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6oordanador da LdIção
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FrojaIo ûráHro
Ivana Lima
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Jânio Gustavo Barbosa
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IIusIradora
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kuIa 07  Cálculo I 1
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Apresentação
T
emos tantas aplicações para derivadas que apenas uma aula para tratar desse tópico
seria até um pecado. Nesta aula, usaremos as derivadas para ajudar-nos a esboçar
gráfcos de funções, pois, muitas vezes, precisaremos apenas de um esboço do gráfco
de uma função para obter informações iniciais sobre: em que intervalos a função decresce
ou cresce, de que forma tal crescimento/decrescimento acontece (concavidade); em que
pontos ocorrem seus máximos ou mínimos etc.
Objetivo
Esperamos que ao fnal desta aula você possa esboçar gráfcos de
funções simples.
kuIa 07  Cálculo I Z kuIa 07  Cálculo I
Crescimento e
concavidade de funções
Você estudou na disciplina Pré-Cálculo vários tipos de funções e até esboçou os gráfcos
de muitas delas, lembra?
Por exemplo, na aula 9 (Funções II) você estudou zeros, sinal, crescimento e
decrescimento e, logo em seguida, construiu alguns gráfcos e utilizou técnicas para
construção de um gráfco a partir de outro (cisalhamento horizontal e translação); e, a partir
da aula 11 (Funções afns), todas as aulas apresentavam gráfcos.
Nesta aula, então, refaremos alguns daqueles exemplos para recordar, pois
recordar é viver!
Dada uma função f : I →R , sabemos (de acordo com a aula 8 da disciplina Pré-Cálculo
– Funções I) que seu gráfco é o subconjunto Graf(f) =

(x, y) ∈ R
2
: x ∈ I e y = f(x)


.
Ou seja, se o domínio I tiver uma infnidade de pontos, teremos também uma infnidade
de pontos que comporá o gráfco da função. Se quisermos realmente traçar esse gráfco,
deveremos plotar no plano todos os seus pontos, que é uma tarefa impossível. Entretanto, se
quisermos apenas estudar as propriedades das funções como comportamento (crescimento/
decrescimento, pontos extremos etc.) a precisão absoluta do local dos pontos do gráfco não
será mensurada, mas os intervalos de crescimento, bem como o modo pelo qual a função
cresce (concavidade) e onde se localizam exatamente os pontos extremos são informações
que serão checadas com rigor, a partir das perguntas seguintes:
1. quais são os intervalos onde a função cresce e os intervalos onde ela decresce?
2. e se ela cresce, como é esse crescimento? Segundo uma reta ou segundo uma curva
que não é uma reta?
3. onde se localizam exatamente os pontos críticos?
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 8
Neste momento pedimos que você relembre os conceitos de função crescente e
decrescente estudadas na aula 9 da disciplina Pré-Cálculo.
Para respondermos à primeira pergunta, utilizaremos o teorema seguinte.
Teorema 1
Teste da primeira derivada – Seja f uma função contínua no intervalo fechado
[a, b]
e derivável no intervalo aberto
(a, b)
:
a) se
f

(x) > 0
para todo x em
(a, b)
, então f é crescente em
[a, b]
;
b) se
f

(x) < 0
para todo x em
(a, b)
, então f é decrescente em
[a, b]
;
c) se
f

(x) = 0
para todo x em
(a, b)
, então f é constante em
[a, b]
.
ßamonsIração · Dados
x
1
< x
2 , com
x
1 e
x
2 em
[a, b]
, então, pelo teorema do
valor médio, existe c entre
x
1 e
x
2 ,conseqüentemente, c em
(a, b)
, de modo que
f(x
2
) = f(x
1
) + f

(c)(x
2
−x
1
) ou f(x
2
) −f(x
1
) = f

(c)(x
2
−x
1
)
,
então:
a) se
f

(c) > 0
para todo c em
(a, b)
, então
f(x
2
) −f(x
1
) = f

(c)(x
2
−x
1
) > 0
e
f(x
1
) < f(x
2
)
, portanto, f é crescente em
[a, b]
;
b) se
f

(c) < 0
para todo c em
(a, b)
, então
f(x
2
) −f(x
1
) = f

(c)(x
2
−x
1
) < 0
e
f(x
1
) > f(x
2
)
, portanto, f é decrescente em
[a, b]
;
c) se
f

(c) = 0
para todo c em
(a, b)
, então
f(x
2
) −f(x
1
) = f

(c)(x
2
−x
1
) = 0
e
f(x
1
) = f(x
2
)
, portanto, f é constante em [a, b] .
Exemplo 1
Verifque os intervalos de crescimento das seguintes funções (exemplos presentes na
aula 9 de Pré-Cálculo):
a) f(x) = 3x −1 .
b)
f(x) = x
2
.
c)
f(x) = x
3
.
kuIa 07  Cálculo I 4 kuIa 07  Cálculo I
Atividade 1
Solução
a) Calculando a derivada da função f, teremos f

(x) = 3. Para quais valores de x temos
f

(x) > 0 ?
Ora, f

(x) = 3 para qualquer valor da variável x, logo
f

(x) = 3 > 0
para todo valor
de x. Pelo Teorema 1, se f

(x) > 0 para todo x em (a, b), então f é crescente em [a, b] ,
portanto, temos que f(x) = 3x −1 é crescente em todos os pontos de seu domínio.
b) Calculando a derivada da função f, teremos f

(x) = 2x . Para quais valores de x temos
f

(x) = 2x > 0
?
Resolvendo essa inequação, conforme aprendemos na aula 7 de Pré-Cálculo
(Inequações algébricas e intervalos), temos 2x > 0 ⇒x > 0
.
Logo, para os valores positivos de x, temos que a função
f(x) = x
2
é crescente.
c) Calculando a derivada da função f, teremos
f

(x) = 3x
2
. Para quais valores de x temos
f

(x) = 3x
2
> 0
?
Resolvendo essa inequação, temos
3x
2
> 0 ⇒ x
2
> 0 ⇒ x = 0
.
Logo, a função f(x) = x
3
é crescente nos intervalos
(−∞, 0)
e
(0, ∞)
.
Verifque os intervalos de decrescimento das mesmas funções apresentadas
no exemplo 1.
Volte à aula 9 de Pré-Cálculo e visualize os gráfcos das funções dos itens b) e c) nas
páginas 7 e 8, respectivamente, para constatar grafcamente o que você já havia detectado
analiticamente.
Para convencer-se de que a questão 2 proposta é importante, considere a seguinte
situação: sabemos que uma função está crescendo e que no ponto x = 0 ela vale 0 e no
ponto x = 1 ela vale 1. Com essas informações, você perceberia que qualquer um dos
gráfcos a seguir poderia representar essa função.
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 6
FIgura 1 · Três possibilidades de uma função, saindo de (0, 0), atingir (1, 1). Para entender o que
essas funções têm de diferente, precisamos saber o que signifca concavidade.
Já vimos na aula 4 (A derivada) que se f é derivável no intervalo I a reta tangente ao
gráfco no ponto (p, f(p)) é dada por
y = f(p) + f

(p)(x −p).
Denotemos essa reta por
T(x) = f(p) + f

(p)(x −p)
.
Defnição 1
Dizemos que f tem concavidade para cima no intervalo aberto I se
f(x) > T(x)
quaisquer que sejam x e p em I, com
x = p
.
Tal situação pode ser interpretada geometricamente como: a reta tangente ao gráfco
em qualquer ponto sempre se encontra abaixo do gráfco da função em todos os pontos
diferentes do ponto de tangência.
Na fgura 2, traçamos o gráfco da função f : [−1, 1] →R defnida por
f(x) = x
2
e
três retas tangentes a esse gráfco para ilustrar o que foi dito.
FIgura Z · Função
f : [−1, 1] →R
defnida por
f(x) = x
2
e três retas tangentes a esse gráfco.
kuIa 07  Cálculo I 6 kuIa 07  Cálculo I
Atividade 2
Utilizando o gráfco da função
f : [−1, 1] →R
defnida por
f(x) = x
2
, com
uma régua, trace retas tangentes em diversos pontos e observe que a reta
traçada se encontra sempre abaixo do gráfco da função.
Da mesma forma, chegamos à seguinte defnição.
Defnição 2
Dizemos que f tem concavidade para baixo no intervalo aberto I se
f(x) < T(x) , quaisquer que sejam x e p em I, com x = p .
Essa situação pode ser interpretada geometricamente como: a reta tangente ao gráfco
em qualquer ponto sempre se encontra acima do gráfco da função em todos os pontos
diferentes do ponto de tangência.
Na fgura 3, traçamos o gráfco da função f : [−1, 1] →R defnida por f(x) = −x
2

e três retas tangentes a esse gráfco para ilustrar o que foi dito.
Figura 3 - Função f : [−1, 1] →R defnida por f(x) = −x
2
e três retas tangentes a esse gráfco.
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 7
Atividade 3
Utilizando o gráfco da função f : [−1, 1] →R defnida por f(x) = −x
2
, com
uma régua, trace retas tangentes em diversos pontos e observe que a reta
traçada se encontra sempre abaixo do gráfco da função.
Você deve estar se perguntando: “eu terei que traçar as retas tangentes em todos os
pontos do gráfco para saber a concavidade, mas como o gráfco possui infnitos pontos terei
que traçar infnitas tangentes, ou seja, não acabarei nunca de fazer isso?”.
Você está certo, o procedimento seria esse, se não tivéssemos as derivadas para
nos ajudar!
Uma conseqüência imediata do Teorema 2, apresentado mais adiante, é que o gráfco
de uma função f derivável em um intervalo aberto I é:
a) côncavo para cima, se
f

é crescente em I;
b) côncavo para baixo, se
f

é decrescente em I.
Por côncavo para cima, entenderemos: tem concavidade para cima; e por côncavo para
baixo: tem concavidade para baixo.
Na Figura 4, mostraremos os gráfcos da função e de sua derivada, e perceberemos que
quando a derivada é decrescente a função terá concavidade para baixo neste mesmo intervalo e
quando a derivada é crescente a concavidade é para cima neste mesmo intervalo. Vejamos.
Figura 4 - Gráfcos das funções f(x) = x
4
+ 2x
3
−x
2
−2x −1, 5 e f

(x) = 4x
3
+ 6x
2
−2x −2
.

Destacam-se as curvaturas para cima e para baixo da função f, correspondendo, respectivamente, aos valores de
x, sendo sua derivada f

crescente e f

decrescente.
kuIa 07  Cálculo I 8 kuIa 07  Cálculo I
Veja que quando particionamos o domínio em sub-intervalos de crescimento e
decrescimento da derivada, nestes mesmos intervalos vemos que o gráfco da função
apresentará concavidades defnidas.
Como já havíamos mencionado anteriormente, o teorema a seguir será nosso ponto de
apoio no estudo de concavidades.
Teorema 2
Teste da Concavidade – Seja f uma função defnida no intervalo aberto I que
possui derivadas de ordens 1 e 2 no intervalo I:
a) se
f

(x) > 0
para todo x em I, então o gráfco de f é côncavo para cima;
b) se
f

(x) < 0
para todo x em I, então o gráfco de f é côncavo para baixo.
ßamonsIração · A demonstração deste teorema é uma conseqüência do teorema anterior,
pois se
f

(x) > 0
para todo x em I, então
f

é crescente em I, portanto, a inclinação
da tangente ao gráfco de f cresce com x, logo, o gráfco de f é côncavo para cima. Se
f

(x) < 0
para todo x em I, então
f

é decrescente em I, portanto, o gráfco de f é
côncavo para baixo.
A seguir, na Figura 5, destacamos nos gráfcos que quando a derivada segunda é
positiva a função tem curvatura para cima e quando é negativa a curvatura é para baixo.
FIgura 6 · Gráfcos das funções f(x) = x
4
+ 2x
3
−x
2
−2x −1, 5 e f

(x) = 12x
2
+ 12x −2 . Destacam- se
as curvaturas para rIma e para baIxo da função f, correspondendo, respectivamente, aos valores de x, sendo
f

(x) > 0 e f

(x) < 0 .
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 9
Veja que quando particionamos o domínio em sub-intervalos em que a derivada segunda
é positiva ou negativa, nestes mesmos intervalos vemos que o gráfco da função apresentará
concavidades defnidas.
Note que até o momento, em todas as situações estudadas, estávamos preocupados
com os pontos onde a concavidade era para cima ou para baixo. E o que acontece com o
ponto no qual a concavidade muda, quer dizer, se antes de um dado ponto a concavidade era
de um tipo e depois desse ponto ela mudou para o outro tipo, teremos algum interesse nesse
ponto? Claro que sim, podemos dizer que este é o ponto de guinada, ou seja, é o ponto em
que houve uma “ruptura” no processo. Veja a situação a seguir.
Imagine que seu negócio estava com o gráfco do lucro com concavidade para baixo e a
partir de um certo ponto a concavidade muda para cima, será que saber onde essa mudança
ocorreu é importante? Pois é, esse ponto é tão importante que até temos um nome só para
ele, conforme apresentamos na defnição a seguir.
Defnição 3
Uma função f defnida em um intervalo I tem um ponto de infexão em x
0
se o
gráfco da f muda de concavidade em x
0
.
Se em um ponto x
0
do domínio de f,
f

é contínua, positiva de um lado de
x
0
e negativa do outro temos um ponto de infexão em x
0
, pois existe uma
mudança de concavidade, conseqüentemente, f

(x
0
) = 0 . Observe que onde
f

é positiva
f

é crescente e onde f

é negativa
f

é decrescente, portanto,
nos ponIos da InHaxão f

Iam um axIramo IoraI.
Considere uma função f defnida em um intervalo I que possui derivada de
segunda ordem em I, os pontos de infexão de f são soluções da equação
f

(x
0
) = 0

, podendo haver casos em que f

(x
0
) = 0 e x
0
é um ponto de
máximo ou mínimo local.
E para responder à última pergunta proposta no início da aula, como estaremos
trabalhando com funções deriváveis, os pontos críticos serão aqueles da solução da equação
f

(x) = 0
, como vimos na aula 6 (Aplicações da derivada).
Agora, com as respostas prontas
podemos construir os gráfcos.
kuIa 07  Cálculo I 10 kuIa 07  Cálculo I
Esboço do gráfco de funções
usando propriedades das derivadas
A visualização dos conceitos apresentados é muito importante para a sua compreensão
e memorização.
Gráfco de f(x) = 0, 25x
5
−x
4
+ x
3
+ 0, 25
Gráfco de
f

(x) = 1, 25x
4
−4x
3
+ 3x
2
Observe que quando:
a) f

(x) > 0 , f é crescente;
b) f

(x) < 0 , f é decrescente;
c) f

muda de sinal em x
0
, f(x
0
) é um extremo local.
Gráfco de
f

(x) = 5x
3
−12x
2
+ 6x
Observe que quando:
a)
f

(x) > 0
, o gráfco de f é côncava para cima e
f

é
crescente;
b)
f

(x) < 0
, f é côncava para cima e f

é decrescente;
c)
f

muda de sinal em x
0
, f

(x
0
) é um extremo local.
Portanto, x
0
é um ponto de infexão de f.
FIgura 6 · Gráfco de uma função e de suas duas primeiras derivadas
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 11
Após os três exemplos que apresentaremos a seguir, proporemos algumas atividades
mais simples.
Exemplo 2
Esboçar o gráfco da função f(x) =
x
4
4
−0, 4x
3
−2, 7x
2
+ 10, inicialmente
determinando os pontos críticos, estudando o crescimento e decrescimento da função.
Solução
Calculemos a primeira derivada
f

(x) =
4x
4−1
4
− 0, 4 · 3x
3−1
− 2, 7 · 2x
2−1
+ 0 = x
3
− 1, 2x
2
− 5, 4x
f

(x) = x
3
−1, 2x
2
−5, 4x
Encontremos os pontos críticos, inicialmente determinando as raízes da equação
f

(x) = 0
f

(x) = x
3
−1, 2x
2
−5, 4x = 0
x(x
2
−1, 2x −5, 4) = 0
Tem-se uma raiz x
2
= 0 e, resolvendo a equação do segundo grau, encontramos mais
duas raízes x
1
= −1, 8 e x
3
= 3 , totalizando três pontos críticos, os índices de x foram
escolhidos de modo que x
1
< x
2
< x
3
. No gráfco de f, temos os pontos críticos:
P
1
(x
1
, f(x
1
)), P
2
(x
2
, f(x
2
)) e P
3
(x
3
, f(x
3
))
.
Substituindo x
1 , x
2
e x
3
nos pontos anteriores e seus respectivos f(x) listados
a seguir
f(−1, 8) = 6.2, f(0) = 10 e f(3) = −4, 8.
Substituindo esses valores, obtemos os pontos críticos:
P
1
(−1, 8 ; 6, 2), P
2
(0 ; 10) e P
3
(3 ; −4, 8).
Temos agora três pontos importantes para esboçar o gráfco. As três raízes
x
1 , x
2 e
x
3 determinam quatro intervalos abertos, onde a derivada f

(x) tem o mesmo sinal; para
conhecermos esse sinal, basta saber o sinal de
f

(c)
, sendo c um número qualquer no
intervalo em questão. A seguir, construiremos um quadro.
kuIa 07  Cálculo I 1Z kuIa 07  Cálculo I
InIarvaIo um c do InIarvaIo f

(c)
sInaI da f

6onrIusão
(−∞; −1, 8) -2 -2 -
f é decrescente em
(−∞; −1, 8]
(−1, 8; 0) -1 3,2 +
f é crescente em [−1, 8; 0]
(0, 3) 1 -5,6 -
f é decrescente em [0, 3]
(3, ∞) 4 23,2 +
f é crescente em [3, ∞)
ûuadro 1 · Encontrando as respostas às perguntas 1, 2 e 3 para a função f(x) =
x
4
4
−0, 4x
3
−2, 7x
2
+ 10
Neste ponto de nosso estudo, conhecemos os pontos críticos, suas tangentes
horizontais e comportamento da função, crescente ou decrescente nos intervalos delimitados
por tais pontos.
A partir do quadro anterior e confrmação do
gráfco ao lado, analisando os crescimentos e
decrescimentos da função, podemos ver que
P
1
(−1, 8 ; 6, 2) é um mínimo local, P
2
(0, 10)
é um máximo local e P
3
(3 ; −4, 8) é um
mínimo local e absoluto.
FIgura 7 · Gráfco da função
f(x) =
x
4
4
−0, 4x
3
−2, 7x
2
+ 10
Exemplo 3
Esboçar o gráfco da função f(x) =
x
5
5
−0, 3x
4
−1, 8x
3
+ 10 , inicialmente
determinando os pontos críticos, estudando o crescimento, decrescimento e
concavidade da função.
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 18
Solução
Calculemos a primeira derivada
f

(x) =
5x
5−1
5
− 0, 3 · 4x
4−1
− 1, 8 · 3x
3−1
+ 0 = x
4
− 1, 2x
3
− 5, 4x
2
f

(x) = x
4
−1, 2x
3
−5, 4x
2
Encontremos os pontos críticos, inicialmente determinando as raízes da equação
f

(x) = 0 .
f

(x) = x
4
−1, 2x
3
−5, 4x
2
= 0
x
2
(x
2
−1, 2x −5, 4x) = 0
Tem-se uma raiz dupla
x
2
= 0
, a raiz dupla será muito importante no estudo
das concavidades e, resolvendo a equação do segundo grau, encontramos mais duas
raízes
x
1
= −1, 8 e x
3
= 3
, totalizando três pontos críticos. No gráfco de f, temos os
pontos críticos:
P
1
(x
1
, f(x
1
)), P
2
(x
2
, f(x
2
)) e P
3
(x
3
, f(x
3
)).
Substituindo x
1
, x
2
e x
3
nos pontos anteriores e seus respectivos
f(x)

listados a seguir
f(−1, 8) = 13, 6 , f(0) = 10 e f(3) = −14, 3 ,
obteremos os pontos críticos:
P
1
(−1, 8; 13, 6) , P
2
(0, 10) e P
3
(3; −14, 3) .
Da mesma forma que no exemplo anterior, temos três pontos importantes para esboçar
o gráfco. As três raízes x
1
, x
2
e x
3
determinam quatro intervalos abertos, onde a derivada
f

(x) tem o mesmo sinal; para conhecermos esse sinal, basta saber o sinal de
f

(c)
, sendo
c um número qualquer no intervalo. A seguir, construiremos um quadro.
kuIa 07  Cálculo I 14 kuIa 07  Cálculo I
InIarvaIo um c do InIarvaIo f

(c)
8InaI da f

6onrIusão
(−∞; −1, 8)

-2 4 +
f é crescente em (−∞; −1, 8]
(1, 8; 0) -1 -3,2 -
f é decrescente em
[−1, 8; 0]
(0, 3) 1 -5,6 - f é decrescente em
[0, 3]

(3, ∞) 4 92,8 +
f é crescente em
[3, ∞)
ûuadro Z · Encontrando as respostas às perguntas 1, 2 e 3 para a função
f(x) =
x
5
5
−0, 3x
4
−1, 8x
3
+ 10
Procuremos agora os possíveis pontos de infexão de f que são soluções da equação
f

(x) = 0
, lembrando que pode haver casos em que f

(x
0
) = 0 e
x
0 é um ponto de
máximo ou mínimo local.
Neste caso, já vimos que
f

(x) = x
4
−1, 2x
3
−5, 4x
2
e
f

(x) = 4x
3
− 3 · 1, 2x
2
− 2 · 5, 4x
f

(x) = 4x
3
− 3, 6x
2
− 10, 8x
Vamos agora resolver a equação
f

(x) = 0
, isto é,
4x
3
−3, 6x
2
−10, 8x = 0,
4x(x
2
−0, 9x −2, 7) = 0.
Encontramos três raízes nessa equação, inicialmente x
4
= 0 e, resolvendo a equação
do 2º grau x
2
−0, 9x −2, 7 = 0, encontramos mais duas raízes x
5
= −1, 25 e x
6
= 2, 15.
No gráfco de f (Figura 5), vemos os possíveis pontos de infexão:
P
4
(x
4
, f(x
4
)), P
5
(x
5
, f(x
5
)) e P
6
(x
6
, f(x
6
))
Substituindo x
4
, x
5
e x
6
nos pontos anteriores e seus respectivos
f(x)
listados
a seguir
f(−1, 25) = 12, 4, f(0) = 10 e f(2, 15) = −5.
Temos, então, P
4
(−1, 25 ; 12, 4), P
5
(0, 10) e P
6
(2, 15 ; −5).
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 16
Atividade 4
A partir do Quadro 2 e confrmação do
gráfco ao lado, analisando os crescimentos
e decrescimentos da função, podemos ver
que P
1
(−1, 8; 13, 6) é um máximo local e
P
3
(3; −14, 3)
é um mínimo local.
Analisando a variação das curvaturas nos possíveis
pontos de infexão P
4
(−1, 25 ; 12, 4), P
5
(0, 10) e P
6
(2, 15 ; −5).
P
4
(−1, 25 ; 12, 4), P
5
(0, 10) e P
6
(2, 15 ; −5). , vemos que os três são pontos
de infexão.
Um mesmo ponto não pode ser ponto de infexão
e extremo local simultaneamente, como P
5
(0, 10)
é um ponto de infexão e
P
2
(0, 10) = P
5
(0, 10),
como vemos no gráfco, P
2
(0, 10) foi um
candidato a extremo local que não teve sucesso.
FIgura 8 · Gráfco da função
f(x) =
x
5
5
−0, 3x
4
−1, 8x
3
+ 10
a) Esboce o gráfco da função
f(x) = x
3
−12x −4,
inicialmente
determinando os pontos críticos, estudando o crescimento e decrescimento
da função.
b) Esboce o gráfco da função f(x) = x(x −1)
2
, inicialmente determinando
os pontos críticos, estudando o crescimento e decrescimento da função.
kuIa 07  Cálculo I 16 kuIa 07  Cálculo I
Propriedades das derivadas
de ordem superior
A seguir, apresentaremos alguns teoremas que nos servirão de suporte quando o que
estudamos anteriormente não puder ser usado.
Teorema 3
Teste da segunda derivada – Sejam f uma função com derivadas contínuas
até a ordem dois em um intervalo aberto (a, b) e x
0 um ponto em (a, b).
Se f

(x
0
) = 0 e
f

(x
0
) = 0
, então
f(x
0
)
é um extremo local em
x
0 e,
além disso:
a) se f

(x
0
) = 0 e f

(x) > 0, então, f(x
0
) é um mínimo local em
x
0 ;
b) se
f

(x
0
) = 0
e f

(x) < 0, então, f(x
0
) é um máximo local em x
0
.
ßamonsIração · Usemos a propriedade 2 do Teorema de Taylor com n = 1 e x no
lugar de b:
f(x) = P
1
(x
0
) +
f

(c)(x −x
0
)
2
2!
,
c entre x
0
e x, x
0
e x em (a, b).
Como f(x) = f(x
0
) + f

(x
0
)(x −x
0
), tem-se
f(x) = f(x
0
) + f

(x
0
)(x −x
0
) +
f

(c)(x −x
0
)
2
2
,
com f

(x
0
) = 0 .
Assim,
f(x) = f(x
0
) +
f

(c)(x −x
0
)
2
2
,
f(x) −f(x
0
) +
f

(c)(x −x
0
)
2
2
.
(1)
Observemos que devido à continuidade de f

em x
0
e
f

(x
0
) = 0
podemos admitir
a e b próximos de x
0
, de modo que
f

(x)
tem o mesmo sinal em (a, b).
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 17
Seguimos com os dois casos separadamente:
a) se f

(x
0
) = 0 e f

(x) > 0 , pela observação anterior, f

(c) > 0 e, portanto, para x
em (a, b) , tem-se
f(x) −f(x
0
) =
f

(c)(x −x
0
)
2
2
> 0, com x = x
0 .
Portanto,
f(x) > f(x
0
)
.
Resumindo, para
x = x
0 e x em (a, b), tem-se f(x) > f(x
0
) , isto é, f(x
0
) é um
mínimo local em x
0

.
b) se f

(x
0
) = 0 e f

(x
0
) < 0 , pela observação anterior,
f

(c) < 0
e, portanto, para x
em
(a, b)
, tem-se
f(x) −f(x
0
) +
f

(c)(x −x
0
)
2
2
< 0,
com x = x
0
.
Portanto,
f(x) < f(x
0
).
Resumindo, para x = x
0
e x em (a, b) , tem-se f(x) < f(x
0
), isto é, f(x
0
) é um máximo
local em
x
0.
Exemplo 4
Usando o teste da segunda derivada, determine os extremos locais da função
f(x) = x
3
−12x −4.
Solução
Inicialmente, calculemos a primeira derivada
f(x) = x
3
−12x −4,
f

(x) = 3x
2
−12.
Em seguida, vamos encontrar os pontos críticos resolvendo a equação f

(x) = 0:
f

(x) = 0,
3x
2
−12 = 0,
x
2
=
12
3
,
x = ±2.
Temos então dois pontos críticos; calculemos seus respectivos valores na segunda
derivada:
f

(x) = 6.x,
f

(2) = 6.2 = 12,
f

(−2) = 6.(−2) = −12.
Pelo sinal de
f

, concluímos que em x = −2 f tem um máximo local e em x = 2 f
tem um mínimo local.
kuIa 07  Cálculo I 18 kuIa 07  Cálculo I
Atividade 5
Usando o teste da segunda derivada, determine os extremos locais da função
f(x) = x(x −1)
2
.
O teste da segunda derivada será generalizado a seguir para o caso em que a derivada
de ordem 2k é diferente de zero e todas as derivadas de ordem menor que 2k são nulas.
Teorema 4
Teste da derivada de ordem par – Sejam f uma função com derivadas contínuas
até a ordem 2k em um intervalo aberto (a, b) e x
0 um ponto em
(a, b)
.
Se f

(x
0
) = f

(x
0
) = · · · = f
(2k−1)
(x
0
) = 0 e
f
2k
(x
0
) = 0
, então f(x
0
) é
um extremo local em x
0
e, além disso:
a) se f
(2k)
(x
0
) > 0 , então, f(x
0
) é um mínimo local em x
0
;
b) se f
(2k)
(x
0
) < 0 , então,
f(x
0
)
é um máximo local em
x
0
.
ßamonsIração · Usemos a propriedade 2 do Teorema de Taylor com x no lugar de b, do
seguinte modo:
f(x) = P
2k−1
(x
0
) +
f
(2k)
(c)(x −x
0
)
(2k)
(2k)!
, c entre
x
0 e x, x
0
e x em
(a, b)
.
Como P
2k−1
(x
0
) = f(x
0
) + f

(x
0
)(x − x
0
) · · · +
f
(2k−1)
(x
0
)(x − x
0
)
(2k − 1)!
, tem-se
f(x) = f(x
0
) + f

(x
0
)(x − x
0
) · · · +
f
(2k−1)
(x
0
)(x − x
0
)
(2k − 1)!
+
f
(2k)
(c)(x − x
0
)
(2k)
(2k)!
,
mas
f

(x
0
) = f

(x
0
) = · · · = f
(2k−1)
(x
0
) = 0
.
Assim,
f(x) = f(x
0
) +
f
(2k)
(c)(x −x
0
)
(2)
(2k)!
,
f(x) −f(x
0
) =
f
(2k)
(c)(x −x
0
)
(2)
(2k)!
. (2)
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I 19
Observemos que devido à continuidade de
f
2k
(x
0
)
em x
0 com f
2k
(x
0
) = 0 podemos
admitir a e b próximos de
x
0 , de modo que f
(2k)
(x) tem o mesmo sinal em (a, b).
Seguimos com os dois casos separadamente:
a) se f
(2k)
(x
0
) > 0, pela observação anterior,
f
(2k)
(c) > 0
e, portanto, para x em
(a, b).

, tem-se
f(x) −f(x
0
) =
f
(2k)
(c)(x −x
0
)
2k
(2k)!
> 0 , com
x = x
0 .
Portanto,
f(x) > f(x
0
) .
Resumindo, para x = x
0
e x em
(a, b).
, tem-se f(x) > f(x
0
), isto é, f(x
0
) é um mínimo
local em x
0 .
b) se f
(2k)
(x
0
) < 0 e, pela observação anterior, f
(2k)
(c) < 0 e, portanto, para x em (a, b).
tem-se
f(x) −f(x
0
) =
f
(2k)
(c)(x −x
0
)
2k
2
< 0
, com x = x
0
.
Portanto,
f(x) < f(x
0
).
Resumindo, para x = x
0
e x em
(a, b).
, tem-se f(x) < f(x
0
), isto é, f(x
0
) é um
máximo local em x
0
.
Teorema 5
Teste da derivada de ordem ímpar – Sejam f uma função com derivadas
contínuas até a ordem 2k + 1 em um intervalo aberto
(a, b).
e x
0 um ponto
em (a, b).. Se f

(x
0
) = f

(x
0
) = · · · = f
(2k)
(x
0
) = 0 e
f
(2k+1)
(x
0
) = 0
,
então, f tem um ponto de infexão em
x
0.
ßamonsIração · Como a derivada de ordem
(2k + 1)
de f é a derivada de ordem
(2k)
de
f

, pelo teorema, temos um máximo ou mínimo local para
f

em x
0
, portanto, f

muda de
crescente para decrescente em
x
0, ou vice-versa, temos então um ponto de infexão em x
0
.
kuIa 07  Cálculo I Z0 kuIa 07  Cálculo I
Atividade 6
1
Z
Exemplo 5
Dada a função f(x) = 0, 25x
5
−x
4
+ x
3
+ 0, 25, cujo gráfco apresentamos na
Figura 1, mostremos que x = 0 é um ponto crítico e usemos os testes de derivadas de ordens
superior para concluir se esse ponto crítico é um extremo local ou ponto de infexão.
Solução
Temos que
f(x) = 0, 25x
5
−x
4
+ x
3
+ 0, 25,
f

(x) = 1, 25x
4
−4x
3
+ 3x
2
, f

(0) = 0,
f

(x) = 5x
3
−12x
2
+ 6x, f

(0) = 0,
f

(x) = 15x
2
−24x + 6, f

(0) = 6.
Aplicando o teste da derivada de ordem ímpar, como a primeira diferente de zero é ímpar,
com k = 1 , pois f é uma função com derivadas contínuas até a ordem 3 (3 = 2.1 + 1)
em um intervalo aberto
(−1, 1)
e 0 é um ponto em (−1, 1) com f

(0) = f

(0) = 0 e
f

(0) = 6 = 0 , temos, portanto, um ponto de infexão em 0.
Aplique o teste da segunda derivada para concluir se 0 é um extremo
local da função
f(x) =
x
4
4
−0, 4x
3
−2, 7x
2
+ 10
. Verifque o
resultado no gráfco da Figura 7.
Esboce o gráfco das funções a seguir, utilizando a derivada primeira
e os pontos críticos.
a)
f(x) = x
2
−6x
.
b)
f(x) = x
2
−6x + 9
.
c) f(x) = x
2
−6x
3
.
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I Z1
8
4
Resumo
1
Z
Esboce o gráfco das funções seguintes, utilizando derivada, os
pontos críticos e os possíveis pontos de infexão (sendo f

(x) = 0)).
Determine os pontos de máximo, mínimo e infexão.
a)
f(x) = (x −1)
3
+ 1
.
b) f(x) = x
4
−2x
2
+ 1.
Dada a função f(x) = x
4
−2x
5
+ x
3
, verifque se x = 0 é um
ponto de máximo mínimo ou ponto de infexão.
Nesta aula, estudamos como utilizar os conceitos de derivadas (também de
ordem superior) para esboçar o gráfco de funções. Para fazer isso, precisamos
identifcar os máximos e mínimos, as regiões onde as funções crescem ou
decrescem e a relação entre crescimento e concavidade.
Auto-avaliação
Imagine-se um grande empresário e alguém chegando com o gráfco do lucro de
sua empresa até o momento atual. Supondo que esse gráfco seja uma função
derivável, que pontos você procuraria destacar no tempo para tentar repeti-lo?
(crescimento, decrescimento, máximo, mínimo, ...)?
Logo depois alguém trouxe o gráfco dos custos operacionais de sua empresa, que
pontos você procuraria destacar no tempo para tentar repetir esse desempenho?
kuIa 07  Cálculo I ZZ kuIa 07  Cálculo I
Referências
ANTON, Howard. 6áIruIo. um novo horizonte. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. v 1.
SIMMONS, George F. 6áIruIo. com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. v 1.
THOMAS, George B. 6áIruIo. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
Anotações
kuIa 07  Cálculo I kuIa 07  Cálculo I Z8
Anotações
kuIa 07  Cálculo I Z4
Anotações
kuIa 07  Cálculo I