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Iran Abreu Mendes

José Querginaldo Bezerra
Autores
auIa
13
Geometria Plana e Espacial
ß I 8 6 I F L I h k
Zª LdIção
Áreas de superfícies
ûovarno FadaraI
FrasIdanIa da ßapúbIIra
Luiz Inácio Lula da Silva
MInIsIro da Lduração
Fernando Haddad
8arraIárIo da Lduração a ßIsIânrIa – 8LLß
Ronaldo Motta
ünIvarsIdada FadaraI do ßIo ûranda do horIa
ßaIIor
José Ivonildo do Rego
VIra·ßaIIor
Nilsen Carvalho Fernandes de Oliveira Filho
8arraIárIa da Lduração a ßIsIânrIa
Vera Lúcia do Amaral
8arraIarIa da Lduração a ßIsIânrIa· 8LßI8
6oordanadora da Frodução dos MaIarIaIs
Célia Maria de Araújo
FrojaIo ûráHro
Ivana Lima
ßavIsoras da LsIruIura a LInguagam
Eugenio Tavares Borges
Marcos Aurélio Felipe
Pedro Daniel Meirelles Ferreira
Tatyana Mabel Nobre Barbosa
ßavIsoras da Língua ForIuguasa
Janaina Tomaz Capistrano
Sandra Cristinne Xavier da Câmara
IIusIradora
Carolina Costa
LdIIoração da Imagans
Adauto Harley
Carolina Costa
ßIagramadoras
Bruno Cruz de Oliveira
Maurício da Silva Oliveira Júnior
Thaisa Maria Simplício Lemos
Imagans üIIIItadas
Banco de Imagens Sedis (Secretaria de Educação a Distância) - UFRN
MasterClips IMSI MasterClips Collection, 1895 Francisco Blvd,
East, San Rafael, CA 94901,USA.
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Mendes, Iran Abreu.
Geometria espacial: interdisciplinar / Iran Abreu Mendes, José Querginaldo Bezerra. – Natal, RN:
EDUFRN Editora da UFRN, 2005.
324 p.
1. Geometria euclidiana. 2. Teoremas clássicos. 3. Triângulos. I. Bezerra, José Querginaldo.
II. Título.
ISBN 85-7273-288-8 CDD 516.2
RN/UF/BCZM 2005/48 CDU 514.12
Divisão de Serviços Técnicos
Catalogação da publicação na Fonte. UFRN/Biblioteca Central “Zila Mamede”
Copyright © 2007 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
ûovarno FadaraI
FrasIdanIa da ßapúbIIra
Luiz Inácio Lula da Silva
MInIsIro da Lduração
Fernando Haddad
8arraIárIo da Lduração a ßIsIânrIa – 8LLß
Ronaldo Motta
ünIvarsIdada FadaraI do ßIo ûranda do horIa
ßaIIor
José Ivonildo do Rego
VIra·ßaIIor
Nilsen Carvalho Fernandes de Oliveira Filho
8arraIárIa da Lduração a ßIsIânrIa
Vera Lúcia do Amaral
8arraIarIa da Lduração a ßIsIânrIa· 8LßI8
6oordanadora da Frodução dos MaIarIaIs
Célia Maria de Araújo
FrojaIo ûráHro
Ivana Lima
ßavIsoras da LsIruIura a LInguagam
Eugenio Tavares Borges
Marcos Aurélio Felipe
Pedro Daniel Meirelles Ferreira
Tatyana Mabel Nobre Barbosa
ßavIsoras da Língua ForIuguasa
Janaina Tomaz Capistrano
Sandra Cristinne Xavier da Câmara
IIusIradora
Carolina Costa
LdIIoração da Imagans
Adauto Harley
Carolina Costa
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Bruno Cruz de Oliveira
Maurício da Silva Oliveira Júnior
Thaisa Maria Simplício Lemos
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Mendes, Iran Abreu.
Geometria espacial: interdisciplinar / Iran Abreu Mendes, José Querginaldo Bezerra. – Natal, RN:
EDUFRN Editora da UFRN, 2005.
324 p.
1. Geometria euclidiana. 2. Teoremas clássicos. 3. Triângulos. I. Bezerra, José Querginaldo.
II. Título.
ISBN 85-7273-288-8 CDD 516.2
RN/UF/BCZM 2005/48 CDU 514.12
Divisão de Serviços Técnicos
Catalogação da publicação na Fonte. UFRN/Biblioteca Central “Zila Mamede”
Copyright © 2007 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser utilizada ou reproduzida sem a autorização expressa da
UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
1 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Apresentação
esta aula, abordaremos a forma de calcular áreas de superfícies de fguras espaciais,
como fzemos na aula 9 com as fguras planas. Agora, o problema exige um certo
grau de engenhosidade, como no caso da esfera, cuja área será obtida sem uma
demonstração rigorosa, mas com argumentação bastante convincente. No contexto dos
poliedros, o cálculo é bem simples, pois corresponde à área das faces, que são fguras
planas. E quando tratamos do cilindro e do cone, o problema se resolve através da sua
planifcação. Como o tema desta aula é muito importante para nossas necessidades diárias,
faremos algumas aplicações práticas e outras serão discutidas na aula 15.
Objetivos
h
Esperamos que, ao fnal desta aula, você tenha compreendido
os conceitos apresentados e seja capaz de calcular a área das
superfícies dos principais sólidos, como também tenha adquirido
habilidades para aplicar esses conhecimentos na resolução e
interpretação de problemas teóricos e práticos.
Z kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Superfície de um sólido
Imagine um tomate como se fosse um sólido. Sua superfície seria a pele que o reveste.
Essa idéia, no momento, é sufciente, mas será apresentada com maior rigor nas disciplinas
de cálculo que você irá cursar posteriormente.
Em relação aos poliedros, já citados na apresentação, a superfície é constituída pelas
suas faces, assim como no cilindro e no cone, cujas superfícies são as partes planas que
obtemos com a sua planifcação.
Esperamos que os exemplos anteriores sejam sufcientes para você compreender o que
é a superfície de uma esfera e até de fguras mais complexas, mesmo que não constituam
objeto de estudo desta disciplina.
Cálculo das áreas de superfícies
a aula passada, trabalhamos com paralelepípedos e pirâmides. O cálculo das
áreas das superfícies desses sólidos é muito simples, conforme vimos na aula 9.
Basta calcular as áreas de suas faces e somar os valores encontrados, conforme
ilustramos nos exemplos das Figuras 1 e 2.
Exemplo 1 – Considere o paralelepípedo retângulo, a seguir, e suas dimensões.
A superfície desse sólido é composta por suas seis faces. As opostas são congruentes
e por isso possuem mesma área.
A área da face frontal é 6 m x 3 m, da base é 6 m x 4 m e da lateral é 4 m x 3 m. Logo, a
área da superfície desse sólido é igual a 2 x 18 m
2
+ 2 x 24 m
2
+ 2 x 12 m
2
, ou seja, 108 m
2
.
h
Figura 1
6 m
4 m
3 m
8 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Exemplo 2 – Considere a pirâmide seguinte, de base quadrada, e suas dimensões.
A superfície dessa pirâmide é constituída por um quadrado e quatro triângulos con-
gruentes. A área da base é 4 m x 4 m e de cada triângulo é (4 m x m). Assim, a
área da sua superfície é igual a 16 m
2
+ 8 m
2
.
Note que o cálculo é o mesmo para qualquer pirâmide de lados congruentes, isto é, a
área da base, que é um polígono regular de n lados, mais as áreas dos n triângulos laterais.
Atividade 1
1
O que mudaria no exemplo 1, se o paralelepípedo não fosse retângulo?
Z
No exemplo 2, o que mudaria, caso a pirâmide não tivesse as faces
laterais congruentes?
Figura 2
s
u
a

r
e
s
p
o
s
t
a
1.
Z.
4 m
5 m
4 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 2
O rendimento de um certo impermeabilizante é de 1 litro para cada metro
quadrado. Quantos litros são necessários para se impermeabilizar uma cisterna
cujas dimensões são 3 m x 2 m x 1,5 m?
s
u
a

r
e
s
p
o
s
t
a
A área de cada região circular é R
2
e a do retângulo referente à lateral do cilindro é 2 R x H.
Portanto, a área A da superfície do cilindro é 2 R
2
+ 2 R H, ou seja, k = Z ß(ß + h).
Figura 3
Vejamos agora como calcular a área da superfície de um cilindro. Como você viu na
aula 7, a fgura seguinte mostra a planifcação de um cilindro reto.
1.
6 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 3
Uma fossa asséptica de formato cilíndrico tem dois metros de profundidade e
oitenta centímetros de raio. Quantos tijolos são necessários, aproximadamente,
para se construir suas paredes laterais, sabendo-se que as dimensões dos
tijolos são 20 cm x 20 cm x 9 cm e que eles são colocados deitados?
s
u
a

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s
t
a
1.
6 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Note que, quando dobramos ou triplicamos o comprimento do arco, a área do setor
circular dobra ou triplica, sucessivamente. Isso quer dizer que essa área é diretamente
proporcional ao comprimento do arco que o determina.
Em linguagem matemática, se A
L
representa a área do setor circular determinado pelo
arco L, temos a seguinte regra de três:
2 R R
2
L A
L
Dessa forma, concluímos que A
L
=
No caso do setor circular em que queremos determinar a área, L = 2 r e R = g.
Logo, A
L
= rg. (Cuidado para não confundir o erre maiúsculo com o minúsculo!)
Portanto, a área A da superfície do cone reto com raio da base igual a r e geratriz g é
igual a r
2
+ rg, ou seja, k = r (r + g).
O procedimento que usaremos para calcular a área da superfície de um cone é o mesmo
que foi utilizado para o cilindro, ou seja, planifcamos e calculamos a área das partes obtidas.
Para esta aula, usaremos o cone reto, isto é, a projeção ortogonal do seu vértice sobre sua
base é o centro dessa mesma base.
Vide fgura seguinte.
As partes resultantes da planifcação constituem uma região e um setor circular. A área
da primeira é igual a R
2
e, da segunda, calcularemos a seguir.
As fguras seguintes ilustram regiões circulares de raio R, os ângulos centrais, os
respectivos arcos e os correspondentes setores circulares.
Figura 4
2
r
Figura 5 Figura 6 Figura 7
7 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 4
1
Z
Faça um esboço do cone, destacando seu raio r, a altura h e a geratriz g.
4
8
Os segmentos correspondentes a r, h e g formam um triângulo de
que tipo?
Use o teorema de Pitágoras para calcular o valor de g.
Use a fórmula que deduzimos anteriormente e calcule a área da
superfície do cone esboçado.
Para determinar a área de um cone reto de raio r= 3m e altura h=4m, siga as
instruções abaixo.
s
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a

r
e
s
p
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s
t
a
1.
Z.
8 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
8.
4.
O que acontece com a área da superfície de um cone, quando dobramos o seu
raio e sua geratriz?
Desafo
Se você encontrou A = 24 m
2
, parabéns! Caso contrário, reveja todo o procedimento
realizado na dedução da fórmula para calcular a área da superfície de um cone.
9 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 5
Você já viu que a planifcação de um cone resulta numa região plana chamada
setor circular. Faça um esboço da região que se obtém da planifcação de um
tronco de cone, destacando as partes que correspondem aos raios do tronco e
sua geratriz.
A maioria dos baldes que usamos no dia-a-dia têm o formato da Figura 8, que chamamos
tronco de cone. No caso dos baldes (Figura 9), eles têm fundo mas não têm tampa.
ûbsarvação: Um tronco de cone é uma coisa sólida, enquanto um balde, não.
s
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e
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1.
Figura 8 Figura 9
10 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 6
1
Z
Suponha que o tronco de cone anterior tenha o raio da base inferior igual a
10 cm, o raio da base superior igual a 12 cm e a altura seja a 30 cm. Assim,
determine a área de sua superfície, seguindo os passos de 1 a 3.
8
Complete o tronco de cone, recuperando aquele cone que o gerou e
determine sua geratriz.
Considere o cone que foi acrescentado ao tronco de cone para formar
o gerador e calcule a área desses dois.
A partir dos valores determinados no item anterior, calcule a área da
superfície do tronco de cone.
A fgura seguinte sugere a solução da atividade 6. Cuidado com as bases do
tronco de cone!
Figura 10
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1.
11 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Agora, abordaremos o caso mais difícil do cálculo de áreas de superfícies: o da esfera. A
difculdade está na impossibilidade de sua planifcação, como fzemos nos casos anteriores,
reduzindo o problema ao cálculo de áreas de fguras planas. O procedimento que adotaremos
baseia-se em argumentos semelhantes aos da aula 9, utilizados para o cálculo da área de
uma região circular. Da mesma forma que na referida aula, algumas afrmações fcarão sem
demonstração! Contamos, pois com sua imaginação e bom senso.
A fgura seguinte representa o globo terrestre com seus meridianos e paralelos.
Por analogia à Figura 11, a próxima corresponde a uma esfera com vários meridianos
e paralelos. Note que as fguras que obtemos na sua superfície, entre pares consecutivos
desses elementos, conforme destacamos, parecem paralelogramos e essa aparência se
acentua à medida que aumentamos sua quantidade. É claro que as áreas dessas fguras são
diferentes das áreas dos paralelogramos correspondentes de mesmos vértices.
Figura 11
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a
Z.
8.
1Z kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Para um número muito grande de meridianos e paralelos, as áreas de cada uma dessas
regiões são aproximadamente iguais às dos respectivos paralelogramos. Somando-se os
volumes das pirâmides com bases nessas regiões e vértice no centro da esfera, obtemos
seu o volume.
Usaremos o fato anterior para calcular a área da superfície da esfera, mas, para isso,
precisamos antecipar dois resultados que serão provados na aula 14: os volumes da esfera
e da pirâmide:
volume da esfera de raio R = R
3
volume de uma pirâmide = (área da base) x (altura).
Voltando à esfera representada na Figura 12, suponha que temos n regiões de áreas A
1
,
A
2
, A
3
, . . . , A
n
na sua superfície e que, para cada região, temos uma pirâmide com base no
respectivo paralelogramo e vértice no centro da esfera. Na fgura a seguir, desenhamos uma
dessas n pirâmides e lembramos que sua altura é R.
Figura 12
Figura 13
Para concluir nossa argumentação, lembre-se de que a soma dos volumes das n pirâ-
mides é igual ao volume da esfera, ou seja,
1
3
A
1
R +
1
3
A
2
R +
1
3
A
3
R +. . . +
1
3
A
n
R =
4
3
πR
3
. (

)
como
1
3
A
1
R +
1
3
A
2
R +
1
3
A
3
R +. . . +
1
3
A
n
R =
1
3
(A
1
+A
2
+A
3
+. . . +A
n
)R,
cancelamos
1
3
R nos dois membros da identidade (*), obtendo
A
1
+A
2
+A
3
+. . . +A
n
= 4πR
2
.
Dessa forma, se A é a área da superfície da esfera, A = A
1
+ A
2
+ A
3
+ . . . + A
n
e
portanto, A = 4πR
2
.
18 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Atividade 7
Uma bola de futebol tem 20 cm de diâmetro. Determine o valor da área de sua
superfície, usando 3,14 como uma aproximação para o valor de .
Se sua resposta foi 1256 cm
2
, ótimo! Caso contrário, refaça os cálculos e use a fórmula
correta.
s
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e
s
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a
1.
Atividade 8
Explique por que a quantidade de tinta necessária para se pintar uma esfera
de raio R é a mesma para pintar a superfície lateral de um cilindro de raio R e
altura 2R
14 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Resumo
Nesta aula, você aprendeu a calcular as áreas de superfícies de alguns sólidos,
inclusive da esfera. Percebeu a importância da planifcação de fguras espaciais
e da capacidade de enxergar objetos tridimensionais. Observou, também, a
importância do assunto abordado e as inúmeras possibilidades de sua aplicação
em situações práticas.
Auto-avaliação
Para ter certeza de sua aprendizagem nesta aula, resolva as questões seguintes.
s
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r
e
s
p
o
s
t
a
1.
1
Quanto se gasta de plástico para fazer um copo com 7 cm de altura, base inferior
com 4 cm de diâmetro e base superior medindo 6,5 cm de diâmetro? (despreze as
perdas dos cortes)
16 2ª Edição kuIa 18  Geometria Plana e Espacial
Se determinada tinta rende 9 m
2
por litro, quantos litros são necessários para
pintar o interior de um salão com 8 metros de comprimento por 6 metros de
largura e 3,5 metros de altura, aplicando-se duas demãos?
Um reservatório de combustíveis de formato cilíndrico, com tampa, precisa de
um tratamento anti-ferrugem. Se o produto a ser aplicado rende 6m
2
por litro,
determine quantos litros (aproximadamente) são necessários para a aplicação de
três demãos, sabendo-se que o reservatório tem 10 metros de diâmetro e 12 de
altura. ( 3,14)
Parte de um troféu possui uma esfera com 12 cm de diâmetro banhada de ouro. Se
o preço de 1mm
2
de banho de ouro custa R$ 100,00, quanto se gastou para banhar
essa esfera? ( 3,14)
Z
8
4
Referências
LOUREIRO, Cristina et al. ûaomaIrIa. Lisboa: Ministério da Educação, 1998.
LIMA, Elon Lages. MadIda a Iorma am gaomaIrIa. Rio de Janeiro: SBM, 1991.
LIMA, Elon Lages et al. k maIamáIIra do ansIno mádIo. Rio de Janeiro:
SBM, 1999. v. 2.
16 kuIa 18  Geometria Plana e Espacial  2ª Edição
Anotações