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POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Com a edição da Lei nº 6.

938/81 o país passou a ter formalmente uma Política Nacional do Meio Ambiente, uma espécie de marco legal para todas as políticas públicas de meio ambiente a serem desenvolvidas pelos entes federativos. Anteriormente a isso cada Estado ou Município tinha autonomia para eleger as suas diretrizes políticas em relação ao meio ambiente de forma independente, embora na prática poucos realmente demonstrassem interesse pela temática. -A Política Nacional do Meio Ambiente foi estabelecida em 1.981 mediante a edição da Lei 6.938/81 (31 de agosto de 1981) e veio como reflexo da Conferência de Estocolmo de 1972. -A referida norma dispôs sobre sua finalidade, mecanismo de aplicação e formulação, incorporando e aperfeiçoando normas estaduais. - criou o SISAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente)  integrado pela União, por Estados e Municípios, tendo sido atribuído aos Estados a responsabilidade maior na execução das normas protetoras do meio ambiente.

CONSELHO DE GOVERNO: Órgão superior de assessoria ao Presidente da República na formulação das diretrizes e política nacional do meio ambiente.

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE (CONAMA): Órgão consultivo e deliberativo. Assessora o Governo e delibera sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente, estabelecendo normas e padrões federais que deverão ser observados pelos Estados e Municípios, os quais possuem liberdade para estabelecer critérios de acordo com suas realidades, desde que não sejam mais permissivos.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA): Planeja, coordena, controla e supervisiona a política nacional e as diretrizes estabelecidas para o meio ambiente, executando a tarefa de congregar os vários órgãos e entidades que compõem o SISAMA.

INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS (IBAMA): É vinculado ao MMA. Formula, coordena, fiscaliza, controla, fomenta, executa e faz executar a política nacional do meio ambiente e da preservação e conservação dos recursos naturais.

por tratar-se de “bem de uso comum do povo” e.planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais. tendo em vista o uso coletivo. . assim sendo.proteção de áreas ameaçadas de degradação. tendo em vista o uso coletivo. . VI .educação ambiental a todos os níveis de ensino.CONAMA (órgão superior do SISNAMA)  edita normas importantes em matéria ambiental. . inclusive em relação ao licenciamento de empreendimentos causadores de grande impacto ambiental.acompanhamento do estado da qualidade ambiental.controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras.ÓRGÃOS SECCIONAIS: São os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas. estabeleceram normas próprias. IV . do subsolo.racionalização do uso do solo. com restrições ao uso do solo. ÓRGÃOS LOCAIS: Órgãos municipais responsáveis pelo controle e fiscalização de atividades degradadoras.incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais. visando assegurar. e integrando também o planejamento ambiental com o planejamento econômico e social. aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana.ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico. controle e fiscalização das atividades degradadoras do meio ambiente. V . atendidos os seguintes princípios: I . considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido. instituiu várias áreas protegidas. considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido. Inc. direcionada a integrar União. sujeitando-os a prévio estudo desse impacto . visando a preservação do meio ambiente. no País. por exemplo.proteção dos ecossistemas. com a preservação de áreas representativas. da água e do ar.  o uso correto do meio ambiente e dos recursos tem a ver com os direitos difusos. Estados e Municípios.938/81: Art 2º .Como resultado da implementação dessa política os Estados mais industrializados assumiram essa responsabilidade e. em conformidade com os princípios elencados no Art. VIII .A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação. 2º da Lei 6. X . O Estado de São Paulo. inclusive a educação da comunidade. além disso. condições ao desenvolvimento sócio-econômico. VII . (Regulamento) IX .ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico. projetos.recuperação de áreas degradadas. I . . objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente. Ill . As diretrizes desta política são elaboradas através de normas e planos destinados a orientar os entes públicos da federação. melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida. II .Tal norma deu início à Política Ambiental de forma ampla.Seu objetivo é o estabelecimento de padrões que tornem possível o desenvolvimento sustentável – (através de mecanismos e instrumentos capazes de conferir ao meio ambiente uma maior proteção.

 prevê que as atividade potencialmente e efetivamente poluidoras devem ser controladas (ações preventivas e corretivas) e não podem ser desenvolvidas em qualquer lugar. em particular aquelas contidas nos recintos ecológicos dos grandes biomas nacionais. é imprescindível a fiscalização do cumprimento dos mesmos pelo particular e pelo próprio Poder Público.superam os direitos individuais para alcançar os direitos e interesses da coletividade. sob a rigorosa observância das disposições legais que privilegiam os objetivos sociais e ambientais. Inciso IV. há também aqueles outros ecossistemas menores. com a preservação de áreas representativas. V . Inciso III.  Poder Público  responsabilidade para implementar o preceito previsto no art.planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais .incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o uso racional e a proteção dos recursos ambientais.  O Poder Público e. para cuja gestão a PNMA estabelece fundamentos.985/20001.  Os recursos naturais constitutivos do meio ambiente – tem sua apropriação por particulares vedada por lei. serão sempre alvo de cuidados e proteção especiais.controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras . institucionalizadas pela superveniente Lei 9.racionalização do uso do solo. em segundo plano. considerados no Zoneamento Ecológico e Econômico e no planejamento ambiental. salvo no caso do uso do solo e. III e VII da Constituição Federal. para o uso sustentável e a proteção dos recursos 1 Regulamenta o art. institui o Sistema Nacional de Unidade s de Conservação da Natureza e dá outras providências. por conseguinte. estarão sujeitas a lei especiais de uso e ocupação do solo e quando for obedecer a zoneamentos específicos e à diretrizes de planejamento ambiental. a sociedade. devem incentivar estudos e pesquisas.II . da água e do ar.  esse princípio é um desdobramento do princípio anterior na medida em que. § 1o.proteção dos ecossistemas. via de conseqüência. Inc. mesmo assim. básicas e aplicadas. do subsolo. volta-se precisamente para a preservação de áreas representativas do ambiente natural brasileiro. 225. para o uso racional de um recurso é necessário o planejamento de ações. VI . 225 da CF/88  ente destinado a tutelar o meio ambiente.  há os grandes biomas nacionais. passíveis de planejamento e intervenção por parte do Poder Público e da sociedade.  O objetivo das Unidades de Conservação da Natureza. II. incisos I. . fato é que são dotadas de características e atributos especiais. (função social da propriedade). a formulação e a aplicação de instrumentos próprios para se alcançar esse fim e.

erupções vulcânicas).recuperação de áreas degradadas. enchentes. Inc. inclusive a educação da comunidade. .proteção de áreas ameaçadas de degradação.985/2000 – “Lei do SNUC” Inc. desmatamentos e outras modalidades. vendavais.  por outro lado.  é praticamente incalculável o montante da superfície de áreas degradadas pela ação do homem e também das que se deterioram por outros fatores. bem como seus impactos neutralizados ou minimizados.  o monitoramento ou monitoração é um procedimento essencial para o estabelecimento de ações preventivas e/ou corretivas. Inc. bem como de fenômenos decorrentes de reação espontânea da natureza.ambientais. das alterações conseqüentes das interações antrópicas e provenientes de outras causas naturais que podem alterar significativamente o meio (fenômenos como terremotos. mas preconiza ações preventivas. e sob qualquer forma de transmissão de conhecimentos e experiências.  objetiva o mesmo do princípio exarado pelo inciso VIII. das Secretarias Estaduais de Meio Ambiente e das instituições de pesquisa como CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e outros programas governamentais. OBJETIVOS . desenvolvendo tecnologias apropriadas às condições dos ecossistemas brasileiros e às necessidades econômico-sociais e ambientais do País. objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente.educação ambiental a todos os níveis de ensino. toda recomposição de meio físico é onerosa. deve ser assegurado como direito constitucional.acompanhamento da qualidade ambiental. assoreamentos.acompanhamento do estado da qualidade ambiental.  A educação ambiental em todos os níveis de ensino e aprendizado.  pode-se dizer que a aplicação desse princípio vem se dá hoje na esfera do MMA. VIII . X. devendo ser considerado que muitas das ações antrópicas degradadoras do meio ambiente poderiam ter sido previstas e evitadas.  as áreas degradadas mais freqüentes são aquelas relacionadas a atividades de mineração. etc. ciclones. como erosões.  é representado na prática pelos instrumentos da PNMA relacionados aos Estudos Ambientais. maremotos. antes da recuperadoras. VII . regulamentados pelas Resoluções CONAMA 001/1986 e 237/1997 e outros instrumentos previstos na Lei 9. IX . toda recuperação de área.

IV – ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnológicas nacionais orientadas para o uso racional de recursos ambientais. 2 Direito do Ambiente. 2009. III – ao estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e de normas relativas ao uso e manejo de recursos ambientais. 4º – A Política Nacional do Meio Ambiente visará: I – à compatibilizacao do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico. e ao usuário da contribuição pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos. VII – à imposição. à divulgação de dados e informações ambientais e à formação de uma consciência publica sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico. concorrendo para a manutenção do equilíbrio ecológico propicio à vida. estando o primeiro previsto no caput do art. ao poluidor e ao predador. . aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida Objetivos específicos são os determinados no art. 4° da Lei 6. II – à definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico. do Distrito Federal. no País.938/81: A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação. fazendo com que a exploração do meio ambiente ocorra em condições propícias à vida e à qualidade de vida. Na verdade. condições ao desenvolvimento sócio-econômico. E por meio ambiente ecologicamente equilibrado se entende a qualidade ambiental propícia à vida das presentes e das futuras gerações. princípio matriz contido no caput do art. dos Estados. Editora Revista dos Tribunais. atendendo aos interesses da União. como a Política Nacional do Meio Ambiente. 2º da Lei nº 6. melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida. visando assegurar. VI – à preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à utilização racional e disponibilidade permanente. 6ªed. Outros que o objetivo da Política Nacional do Meio Ambiente é viabilizar a compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a utilização racional dos recursos ambientais. da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados.938/81 que assim dispõe: Art. dos Territórios e dos Municípios.Alguns doutrinadores entendem que a Política Nacional do Meio Ambiente tem como objetivo tornar efetivo o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. como bem observa Edis Milaré2 possui objetivo geral e objetivos específicos. 225 da Constituição Federal . V – à difusão de tecnologias de manejo do meio ambiente.

a manutenção da qualidade ambiental e do equilíbrio entre os componentes do meio ambiente. programas. água. levando-se ainda em conta as ações que envolvem o Poder Legislativo e o Judiciário.ao estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e de normas relativas ao uso e manejo de recursos ambientais. alimentos. . I)  o acompanhamento técnico-científico da qualidade ambiental traçada em parâmetros e gabaritos que garantam seu equilíbrio e adequação. como ar.  de acordo com esse objetivo traçado o desenvolvimento econômico-social. em seus planos. esse objetivo visa portanto. resguardadas as áreas de atuação. clima entre outros. principalmente nas decorrentes das intervenções do homem. III .  objetivo que vem dar ensejo a concretude do objetivo anterior ao determinar a demarcação de áreas para a implementação de políticas governamentais pelos entes federados. torna possível aferir o alcance de certas ações humanas e alterações ambientais decorrentes dessa intervenção ou de outros fatos. dos Territórios e dos Municípios. resguardando a saúde ambiental e humana.  o monitoramente da qualidade ambiental também capitulado pela PNMA como princípio.I . as medidas e as proporções. políticas e projetos tem que se ajustar às exigências ambientais.à compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico.  o segundo requisito significa a capacidade que os ecossistemas possuem de manter-se iguais a si mesmo apesar de todas as ações e reações neles processadas. do Distrito Federal.  o primeiro requisito diz respeito a um conjunto de condições que atestam a saúde do meio ambiente  elementos que entram no metabolismo dos processos essenciais à vida. atendendo aos interesses da União. programas e projetos do Poder Executivo e da Administração Pública (estrutura organizacional e operacional daquele poder).à definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico. razão pela qual é imperativo o reforço desse objetivo no sentido de demonstrar que toda demanda de recursos para a produção precisa ajustar-se à capacidade de oferta que o patrimônio ambiental pode oferecer  DOIS FATORES DEVEM SER CONSIDERADOS: a qualidade ambiental e o equilíbrio ecológico. transparece nos estabelecimentos de padrões de qualidade ambiental que figuram como instrumentos do próprio programa (art. dos Estados. 9°.  nesse contexto deve ser alertado a ignorância proposital ou não de pessoas (empreendedores) a respeito das conseqüências da apropriação ou extração de recursos da natureza para produzir bens e serviços. solo. fato que por sua vez representa a elaboração de planos. II .

como a propagação das tecnologias que podem e devem ser utilizadas na utilização dos recursos naturais. são os pontos centrais desse objetivo. da contribuição pela utilização de recursos ambientais com fins econômicos  esse objetivo ressalta a obrigação daqueles que poluem ou degradam o ambiente de compensar o dano causado  penalidades disciplinares impostas pela Administração ou ainda penalidades impostas pela Lei de Crimes Ambientais.938/81: Art. V . 9º . da obrigação de recuperar e/ou indenizar os danos causados e. determinando assim os incentivos à produção/criação e instalação de equipamentos voltados para a melhoria do acompanhamento. da Lei 6.  a efetivação desse objetivo tem como finalidade o desenvolvimento de tecnologias apropriadas para a aferição da qualidade de vida e do equilíbrio ecológico. evitando-se o uso desmedido dos recursos naturais. às conseqüências para a saúde humana.à difusão de tecnologias de manejo do meio ambiente. IV . VI . à divulgação de dados e informações ambientais e à formação de uma consciência pública sobre a necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico. 9°. e recuperar áreas degradadas ou recursos danificados através da restauração. ao usuário. ao poluidor e ao predador.São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: I .à imposição.ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso racional de recursos ambientais. INSTRUMENTOS DA PNMA São os seguintes os instrumentos arrolados no art. ressaltando ainda nesse âmbito a importância da educação ambiental.  preservar. concorrendo para a manutenção do equilíbrio ecológico propício à vida. prevenção e recuperação do ambiente. . a observância da conscientização da população através da divulgação de dados importantes relacionados a degradação ambiental. a Avaliação de Impacto Ambiental e o Relatório de Qualidade ambiental também relacionados entre os instrumentos da PNMA também servem para averiguar o cumprimento dos padrões estabelecidos para o uso de manejo de certos recursos ambientais.à preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à sua utilização racional e disponibilidade permanente.  esse objetivo integra vários outros em seu contexto. pela Política Nacional de Recursos Hídricos etc). VII . a mudança de atitude e hábitos e também sobre a legislação a respeito da questão ambiental.o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental.

tais como áreas de proteção ambiental. . voltados para a melhoria da qualidade ambiental. geralmente expressos em termos numéricos.o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais.  atividade de caracterização da qualidade ambiental  nesse processo ocorre o estabelecimento do padrões de qualidade ambiental  se desenvolve a partir da procura de níveis ou graus de qualidade. VIII .instrumentos econômicos. VI .804. obrigando-se o Poder Público a produzí-las. (Incluído pela Lei nº 11. servidão ambiental.o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente.  duas características essenciais – padrão de qualidade – estabelecido com um enfoque específico. de 1989) VII . (Redação dada pela Lei nº 7.II . quando inexistentes. de 1989) XIII . seguro ambiental e outros. como concessão florestal. a ser divulgado anualmente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis .o zoneamento ambiental. de relevante interesse ecológico e reservas extrativistas. implica em discussão sobre diferentes propostas e interesses e um consenso final que determine os resultados oficialmente aceitos e regularmente estabelecidos.284.o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental. que atendam a determinadas funções. de relações ou conjuntos de componentes. de 2006) I .a criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal. estadual e municipal. ¤. IV .IBAMA.a instituição do Relatório de Qualidade do Meio Ambiente. de 1989) XI . de 1989) XII . e que sejam aceitos pela sociedade.os incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia. (Incluído pela Lei nº 7.804.804. V .o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental. propósitos ou objetivos.804.o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. por exemplo a proteção á saúde pública – aceitação pela sociedade – dos níveis ou graus fixados. de elementos. IX . III . pois visa a assegurar um determinado propósito.a garantia da prestação de informações relativas ao Meio Ambiente. como.a avaliação de impactos ambientais.as penalidades disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou correção da degradação ambiental. (Incluído pela Lei nº 7. X . (Incluído pela Lei nº 7.

 O art. interpretação e representação dos aspectos estudados. 4. identificação das metodologias de diagnóstico. condições climáticas. Soma-se nesse caso conhecimento técnico. formações vegetais etc. 2° do primeiro decreto conceitua o zoneamento como sendo “instrumento de organização de território a ser obrigatoriamente seguido na implantação de planos. definição de escalas de trabalho. das águas e dos níveis de ruídos. biológico e antrópico. inscrito como instrumento da PNMA. bem como da utilização de recursos ambientais  Processo de conhecimento do meio ambiente. fatores sociais. trabalhos de campo. elaboração de registros etc). identificação dos aspectos ambientais de interesse para o estudo  caracterização do meio físico. foi regulamentado pelo Dec. desenvolvimento do diagnóstico (levantamentos secundários.  Caráter interdisciplinar – várias ciências e seus respectivos elementos técnicos e metodologias  Principais critérios  definição de objetos e da região de estudos (finalidade do zoneamento – região de estudo). ocorrência de recursos minerais.  Visa a subsidiar processos de planejamento e de ordenamento do uso e da ocupação do território. culturais e políticos da sociedade o que confere a esse instrumento uma perspectiva regional. envolvendo também os aspectos socioeconômicos e culturais. instituído pela Resolução CONAMA 005/89 instrumento básico da gestão ambiental para proteção da saúde e bem estar das populações e melhoria da qualidade de vida com o objetivo de permitir o desenvolvimento econômico e social do país de forma ambientalmente segura. definição de prazos e recursos disponíveis para a execução dos trabalhos -. científico. características do terreno.  Ex: Padrões de qualidade do ar  PRONAR – programa nacional de qualidade do ar.297/02 e atualmente pelo Dec. econômicos. 6. pela limitação dos níveis de emissão de poluentes por fontes de poluição atmosférica II .o zoneamento ambiental.  O zoneamento ambiental. aqüíferos.288/07.  Os padrões de qualidade ambiental estão estabelecidos no Brasil por Resoluções do CONAMA. estabelecendo medidas e . obras e atividades públicas e privadas. mais conhecido por “Zoneamento ecológico-econômico – ZEE”. Atualmente já estão regulamentados os padrões de qualidade do ar.

padrões de proteção ambiental destinados a assegurar a qualidade ambiental dos recursos hídricos e do solo e a conservação da biodiversidade. “quando tiver por objeto biomas brasileiros ou territórios abrangidos por planos e projetos prioritários estabelecidos pelo Governo Federal”  A participação dos Estados da Federação é assegurada mediante a celebração de termo apropriado – art.a criação de espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal.297/02  A aprovação do ZEE é feito pela Comissão Coordenadora do ZEE – art.  Acesso a informação baseadas em programas computacionais. da cultura de consumo e dos modelos de produção de bens e serviços que até hoje prevalecem.RESERVAS BIOLÓGICAS.os incentivos à produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia.o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente.  Ex: programas federais como o PROCONVE – programa de controle da poluição do ar por veículos automotores – RESOLUÇÃO CONAMA 018/86 VI . ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL ETC  VII . 6° . EM PARTICULAR NO QUE SE REFERE A AUTONOMIA E FUNÇÕES DOS ECOSSISTEMAS – UNIDADES DE CONSERVAÇÃOESTAÇÕES ECOLÓGICAS. de relevante interesse ecológico e reservas extrativistas.  Tecnologias limpas e apropriadas – produção mais limpa e prevenção a poluição  redirecionamento dos processos produtivos.o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental. . sistematização de estatísticas e elaboração de indicadores ambientais  O SINIMA – intercambio de informações entre os órgãos integrantes do SISNAMA A CRITÉRIO DA SECRETARIA EXECUTIVA DO MMA VIII .  IMPLEMENTAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL AO AMBIENTE EQUILIBRADO. garantindo o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população”  A competência para a elaboração e execução do ZEE nacional ou regional é do Poder Público Federal.Decreto 4. estadual e municipal. 18 V . tais como áreas de proteção ambiental. PARQUES NACIONAIS. voltados para a melhoria da qualidade ambiental.

804. desde o início do .a avaliação de impactos ambientais. 17. de 2006)  INSTRUMENTOS DA PNMA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS  A implantação de qualquer atividade ou obra efetiva ou potencialmente degradadora deve submeter-se a uma análise e controle prévios. seguro ambiental e outros.  IV . possibilita a sistematização de informações acerca dos níveis atuais de poluição e da utilização dos recursos naturais que somados a outros dados subsidiarão a definição dos padrões de qualidade.938/81:   o registro e sua renovação deve ser providenciada a cada dois anos e são isentos de taxa ou cobrança  XII . partindo de um corpo de diplomas legais. corrigidos. pela Instrução Normativa 010. de 2001 daquele instituto  De acordo com a redação do art.o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. entre outras ações de planejamento e controle (classificação das atividades de acordo com o potencial de poluição e o grau de utilização de recursos naturais)  III . (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 7.284. formado por um conjunto de procedimentos capaz de assegurar. do encerramento das atividades. mitigados e/ou compensados quando de sua instalação. da sua operação. merecem destaque os instituídos pela PNMA – LEI 6. como concessão florestal. complementarmente.instrumentos econômicos.o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais. em casos específicos.938/81 – que elegeu como ações preventivas afetas ao Estado – a AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS E O LICENCIAMENTO PARA A INSTALAÇÃO DE OBRAS OU ATIVIDADES POLUIDORAS.  Assim. e.  Dentre os instrumentos de gestão ambiental.  O papel da AIA no ordenamento jurídico brasileiro é de “ instrumento de política ambiental. II DA LEI 6.  Essa análise é necessária para se anteverem os riscos e eventuais impactos ambientais a serem prevenidos.938/81 e é administrado pelo IBAMA. I da lei 6. de 1989)  INSTITUIDO PELO ART. servidão ambiental.  XIII . Administrado pelo IBAMA e regulamentado pela RESOLUÇÃO CONAMA 001/88 e. a proteção e o controle exercidos pelo Poder Público se conduz por um sistema de gestão ambiental. 17.

351/83  depois substituído pelo Dec. .  Foi introduzida em nosso ordenamento primeiramente na Lei 6.  O Decreto 88. 1990. Rio de Janeiro: Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente. (art. formulação e aplicação como hoje conhecemos.274/90  ao regulamentar a Lei 6. de 1969). dirigindo-se especificamente ao “licenciamento ambiental de obras de grande porte. plano ou política) e de suas alternativas. carboquímicos.938/81. bem como de instalações nucleares. os procedimentos devem garantir a adoção da medidas de proteção ao meio ambiente determinadas. LEGISLAÇÃO DISCIPLINADORA  Inspirada no direito americano (National Environmental Policy Act – NEPA. outorgando ao CONAMA a competência para “fixar os critérios básicos segundo os quais serão exigidos os estudos de impacto ambiental para fins de licenciamento (art. programa. por eles considerados. com poderes para tal fim. especialmente aquelas nas quais a União tenha interesse relevante. 99. como modalidade da avaliação. e que os resultados sejam apresentados de forma adequada ao público e aos responsáveis pela tomada de decisão e. 48) **QUADRO NORMATIVO BÁSICO Resolução 001/86 Resolução 006/87 CONAMA Formulação do regramento legal.803/80 que dispõe sobre as diretrizes básicas para o zoneamento industrial nas áreas críticas de poluição. Além disso. ainda sob a égide da CF anterior a vigente – 67 – regulamentou apenas a figura do EIA CONAMA A implementação do uso do AIA como instrumento da PNMA foi materializado com a edição dessa resolução. que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta (projeto. 33. 18. eletroquímicos. como a geração de energia eletrica CONAMA Regularizou a realização de audiências públicas nas hipóteses em que o processo licenciatório envolver. §1°). p. vinculou a avaliação de impactos ambientais aos sistemas de licenciamento. no caso de decisão sobre a implantação do projeto3”.  a AIA ganhou força e foi erigida à categoria de instrumento da política nacional do meio ambiente com o advento da PNMA que definiu seus fins.  Nesse caso a AIA só era exigível na aprovação de limites e autorizações de implantação de zonas de uso estritamente industrial destinada a localização de pólos petroquímicos.processo. o EIA/RIMA Resolução 009/87 3 Vocabulário Básico de Meio Ambiente. de baixar as resoluções que entender necessárias.

trabalhos de campo. muitas vezes com linguagem. IV . 99. analises de laboratório e a própria redação do relatório. plano de recuperação de área degradada e análise preliminar de risco. 225.IV . 3°  A licença ambiental para empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente causadoras de significativa degradação do meio dependerá de prévio estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiente (EIA/RIMA). tais como: relatório ambiental. (Regulamento) Dec. detalhado. Art.Estudos Ambientais: são todos e quaisquer estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização.exigir. estudo prévio de impacto ambiental. O RIMA é a parte visível ou compreensível do procedimento. 1°. e .274/90 Revogou o Dec 88.Dependerá de elaboração de estudo de impacto ambiental e respectivo relatório de impacto ambiental . instalação.  O EIA é todo o complexo. de acordo com a regulamentação. Art. verificando que a atividade ou empreendimento não é potencialmente causador de significativa degradação do meio ambiente. ao qual dar-se-á publicidade. já que deve ser elaborado antes da obra ou da atividade potencialmente poluidora causadora de significativa degradação. verdadeiro instrumento de comunicação do EIA ao administrador e ao público. apresentado como subsídio para a análise da licença requerida. relatório ambiental preliminar. plano e projeto de controle ambiental. a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente. Parágrafo único.RIMA. a que se dará publicidade.  Conceito de Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/RIMA  O EIA compreende o levantamento da literatura cientifica e legal pertinente.351/83 e regulamentou a lei da PNMA Resolução CONAMA Alterou parte da Resolução 001/96 e deu maior uniformidade ao 237/97 sistema ambiental vigente no país. para instalação de 88 obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. diagnóstico ambiental.  O Relatório de Impacto Ambiental destina-se especificamente ao esclarecimento das vantagens e conseqüências ambientais do empreendimento. plano de manejo. operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento. na forma da lei. garantida a realização de audiências públicas. quando couber. O órgão ambiental competente.  Resolução CONAMA 001/86 o elegeu como modalidade de AIA para as obras elencadas em seu art.  O Estudo de Impacto Ambiental é modalidade da AIA e é hoje considerado um dos mais notáveis instrumentos de compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação do meio ambiente. definirá os estudos ambientais pertinentes ao respectivo processo de licenciamento. 2° Artigo 2º . III  III . caput e §1°. dados e apresentação incompreensíveis para o leigo.Constituição Federal de Art.

inexiste direito subjetivo à sua utilização. XVI . essencial à sadia qualidade de vida. em quantidade superior a dez toneladas por dia. troncos coletores e emissários de esgotos sanitários. qualquer que seja a fonte de energia primária.do IBAMA e1n caráter supletivo. gasodutos. de saneamento ou de irrigação. o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente. destilarias de álcool. LICENCIAMENTO AMBIENTAL  De acordo com a lei brasileira. ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes.Aeroportos. 2 – por solicitação de entidade civil. XIII . extração e cultivo de recursos hídricos). em áreas acima de 100 hectares ou menores. siderúrgicos. V . de 18. IX . por exemplo. acima de 230KV. definidas no Código de Mineração.ZEI. carvão). VII .  Por ser direito de todos em geral e de ninguém em particular. conforme definidos pelo inciso 1. acima de 10MW. XIV . hulha.  Assim. minerodutos. xisto. abertura de barras e embocaduras. e o habite-se é forma de controle sucessivo.Distritos industriais e zonas estritamente industriais . as permissões. a evidência. autorizações e licenças pertencem aos atos administrativos de controle prévio. do Decreto-Lei nº 32.Complexo e unidades industriais e agro-industriais (petroquímicos. a fiscalização é meio de controle concomitante. que. VIII .  Para tanto a lei arma-se de uma séria de instrumentos de controle.Projetos urbanísticos. tais como: I . 3 – por solicitação do MP.Portos e terminais de minério.Ferrovias. quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental. na linguagem da CF bem de uso comum do povo. X . diques. processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos.Aterros sanitários. III . o meio ambiente é qualificado como patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido para o uso da coletividade ou. II .Oleodutos. XV . tais como: barragem para fins hidrelétricos.11. acima de 10MW. só pode legitimar-se mediante ato próprio de seu guardião – o Poder Público.convocada nas seguintes hipóteses: 1 – quando o órgão de meio ambiente julgar necessário.Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento.  Nesse contexto é importante mencionar que a participação da sociedade em questões ambientais é atualmente considerada como muito importante e no caso do EIA está regulamentada pela Resolução CONAMA 009/87 que regulamenta a realização de audiência pública. acima de 100ha. petróleo e produtos químicos.Linhas de transmissão de energia elétrica.Extração de combustível fóssil (petróleo.Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos. abertura de canais para navegação. inclusive os da classe II. drenagem e irrigação. cloroquímicos. IV . artigo 48. transposição de bacias. XII .Usinas de geração de eletricidade. Xl .Qualquer atividade que utilize carvão vegetal. . retificação de cursos d'água.66. 4 – a pedido de 50 (cinqüenta) ou mais cidadãos.Extração de minério.Exploração econômica de madeira ou de lenha. VI .

quando couber. necessários ao início do processo de licenciamento correspondente à licença a ser requerida. .Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental competente. em decorrência da análise dos documentos. dos documentos. quando couber. podendo haver reiteração da solicitação quando os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios. III . decorrentes de audiências públicas. com a participação do empreendedor. estabelece as condições. na medida em que. II . projetos e estudos ambientais pertinentes. parecer jurídico. considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso. sob qualquer forma. I E II para licenciamento ambiental e licença ambiental.Emissão de parecer técnico conclusivo e.Requerimento da licença ambiental pelo empreendedor. sob qualquer forma.Definição pelo órgão ambiental competente. de forma a compatibilizar o desenvolvimento econômico com a preservação do equilíbrio ecológico. possam causar degradação ambiental.Licença Ambiental: ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente. razão pelo qual segue sua definição  ATO ADMINISTRATIVO VINCULADO E DEFINITIVO. II . projetos e estudos ambientais apresentados e a realização de vistorias técnicas. pessoa física ou jurídica.  No caso do licenciamento ambiental é ação típica e indelegável do Poder Executivo e constitui importante instrumento de gestão do meio ambiente. instalação. quando couber. que implica na obrigação do Poder Público de atender a súplica do interessado. exaustivamente e taxativamente. VII . No presente instrumento da PNMA fala-se em licença. podendo haver a reiteração da mesma solicitação caso os esclarecimentos e complementações não tenham sido satisfatórios. 1º.O procedimento de licenciamento ambiental obedecerá às seguintes etapas: I . VI . dando-se a devida publicidade. ETAPAS : Art. ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais . para localizar.Análise pelo órgão ambiental competente. quando couber.Solicitação de esclarecimentos e complementações pelo órgão ambiental competente. de acordo com a regulamentação pertinente. V .  Conceito dado pela Resolução CONAMA 237/97 – ART. uma vez atendidos. restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor. IV . uma única vez. INC. integrante do SISNAMA . consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que. por meio dele. I . possam causar degradação ambiental. projetos e estudos ambientais apresentados. a Administração Pública busca exercer o necessário controle sobre as atividades humanas que interferem nas condições ambientais. os requisitos legais pertinentes. ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que. acompanhado dos documentos. quando necessárias. dos documentos. projetos e estudos ambientais. integrante do SISNAMA. instalar. 10 .Licenciamento Ambiental: procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização.Audiência pública.

programas e projetos aprovados. EM RESUMO. UMA DELEGAÇAÕ ONEROSA. altera as Leis n os 10. institui. servidão ambiental e seguro ambiental. II . 4 Dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustentável.autoriza a operação da atividade ou empreendimento. . atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação. como a Amazônica. MEIDANTE LICITAÇÃO. 6. cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal . da qual constituem motivo determinante.Licença de Operação (LO) .938. auxiliando no combate ao desmatamento ilegal e também à grilagem de terras em floresta importantes.284/064  traz instrumentos específicos como: concessão florestal. 4. POR SUA CONTA E RISCO E POR PRAZO DETERMINADO. de 31 de agosto de 1981.concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade aprovando sua localização e concepção. com isso.Licença de Instalação (LI) .683.Deferimento ou indeferimento do pedido de licença. de 12 de dezembro de 1972. é transformar a biodiversidade em ativo real e. incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes .VIII . 9. em caráter temporário ou permanente. promover o uso sustentável da floresta . QUE ATENDA AS EXIGÊNCIAS DO RESPECTIVO EDITAL DE LICTAÇÃO E DCEMONSTRE CAPACIDADE PARA SEU DESEMPENHO. total ou parcialmente. do direito de uso. e dá outras providências. EM CONSÓRCIO OU NÃO.605. de 15 de setembro de 1965. FEITA PELO PODER CONCEDENTE.autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos. de 12 de fevereiro de 1998.  A intenção com esse tipo de concessão. dando-se a devida publicidade COM O DEFERIMENTO A FASE DE EMISSÃO DE LICENÇA SE DESDOBRA EM: I .  A SERVIDÃO AMBIENTAL TAMBÉM FOI INCLUIDA NO ORDENAMENTO PELA CITADA LEI E HOJE SE ENCONTRA ESTAMPADO NO ART. DO DIREITO DE PRATICAR MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL PARA A EXPLORAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS EM UMA UNIDADE DE MANEJO. INC. À PESSOA JURÍDICA.015. após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores. e 6. III . mediante anuência do órgão ambiental. de 31 de dezembro de 1973.SFB. o Serviço Florestal Brasileiro . 9° DA PNMA.FNDF.Licença Prévia (LP) .771.868. com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação.  Trata-se. na estrutura do Ministério do Meio Ambiente. XIII.  CONCESSÃO FLORESTAL É. de renúncia voluntária do proprietário rural. exploração ou supressão de recursos naturais existentes na propriedade. INSTRUMENTOS ECONOMICOS  Acrescidos pela Lei 11. 5. de 28 de maio de 2003. observados os requisitos impostos pela lei.

 SEGURO AMBIENTAL  IMPORTANTE INSTRUMENTO DE IMPLEMENTAÇÃO DO PRINCÍPIO DA REPARAÇÃO INTEGRAL DO DANO AMBIENTAL. POIS GARANTE A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS FINANCEIROS NECESSÁRIOS A REPRESTINAÇÃO TOTALDO DANO CAUSADO AO MEIO AMBIENTE. MESMO NA HIPOTESE DE INSOLVENCIA DO POLUIDOR. .