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O ESPECTÁCULO

19MARÇO09

A NOSSA FESTA FOI A FESTA DE TODOS
“Gostaria de deixar aqui um apelo: é preciso que estejamos cientes de que, por mais trabalho, dedicação e sacrifício empregues, nada se faz sem qualidade, capacidade e competência.” Palavras do nosso director-geral durante a gala e que espelham a forma como tentamos enfrentar todos os desafios que nos são postos à prova. E este era precisamente um desafio de grande risco, só possível de vencer com a ajuda e participação de importantes sectores da nossa imigração. Esse apoio surgiu. Cresceu. Thomas Groves, Cimentou-se. E o produto final acabou por ser António Santana um grande sucesso, desta feita com a assinatura Carlos, embaixador de de todos nós. Não está apenas de parabéns a Portugal em Londres e João de Noronha nossa publicação. Estamos todos nós. Todos os que ali estiveram connosco e todos os que em casa ficaram a torcer por nós. Porque, após a noite fria de sexta-feira, o dia 13 de Março ficará para sempre marcado como prova de que é possível construirmos algo, todos juntos, algo de que possamos orgulhar-nos. Esta Gala é um repto à união de vozes e conceitos que, apesar de diferentes, comungam do mesmo objectivo contribuir para o futuro melhor da nossa comunidade. Ao palco subiram pessoas tão diferentes e com discursos tão opostos, mas todos com um sentido de amor comum: Portugal. Expresso, em uníssono, ao som do Hino Nacional. Demos um passo importante. Falta-nos agora continuar a construir o futuro. Dos sonhos, por maiores que sejam, nunca se deve abdicar. Senão... acabamos por morrer, muito antes de irmos a enterrar.
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António Cunha muito bem acompanhado por Luísa Ribeiro e outras presenças bonitas...

19MARÇO09
Fernando Pereira

O ESPECTÁCULO
Liana

Dany Silva

Silvestre Fonseca

Maiúko

Roberto Leal

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19MARÇO09

OS DISTINGUIDOS

INDIVIDUALIDADE E/OU INSTITUIÇÃO DE SERVIÇOS DE APOIO SOCIAL

O EVENTO DO ANO DE 2008

ENSINO

Comissão Executiva
Na pessoa de Cristina Costa Pinto A comissão da Festa do Dia de Portugal, na foto representada por Cristina Costa Pinto, é o motor deste evento e responsável pela afluência, no mesmo espaço, de mais de 41 mil portugueses e, por isso, é também a grande responsável pelo maior evento que anualmente festeja o Dia 10 de Junho e das Comunidades Portuguesas em todo o Mundo. Ao mesmo tempo, é também a organização que consegue reunir mais de 15 associações num mesmo acontecimento – situação única e que nos faz sonhar com a união da comunidade portuguesa. Uma festa que todos gostaríamos de ver repetida e apoiada.

Luísa Ribeiro
Academia de Lambeth Trabalhar com crianças e jovens é provavelmente a missão mais difícil para um professor ou um educador em toda a parte do Mundo. Para Luísa Ribeiro trata-se de garantir que muitas crianças e jovens portugueses encontrem no ensino um caminho conciliador com a sociedade que os envolve. Assim, pela segunda vez, a Academia de Lambeth em Clapham Common levou a cabo uma cerimónia para prestigiar os jovens estudantes oriundos dos países de língua portuguesa, para enaltecer o esforço, qualidades e conquistas destes alunos. O critério de selecção destes jovens apostou no visível progresso escolar de alguns, a par do exemplar desempenho, inter-ajuda e integração de outros. A Caixa Geral de Depósitos, muito atenta dá os prémios em dinheiro e aposta no talento desta professora portuguesa que, contra todas as expectativas, tem conseguido aumentar, de ano para ano, os resultados escolares dos alunos portugueses.

FIGURA DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS ESPALHADAS PELO MUNDO

Susana Forte Vaz
The European Challenge Depois de dois anos ao serviço da quarta maior “Charity” no país ter recebido o prémio da Voluntária do Ano, em Norfolk, e de ser nomeada pela Câmara local para individualidade que “orgulha o Breckland” e de ter constituído a única e mais significativa organização de ajuda às comunidades de língua portuguesa na área, Susana prepara a “loja do emigrante” e outros serviços de relevo, que a diferenciam de muitas outras instituições de apoio social. Um justo reconhecimento de uma obra admirável, feita com o apoio integral da população local.

Roberto Leal
Autor/Compositor/Cantor António Joaquim Fernandes nasceu na aldeia de Vale da Porca, em Trás-os-Montes. Filho de uma família modesta e numerosa, emigrou com os pais, e mais nove irmãos, para o Brasil. Foi nesse mundo novo que o pequeno António experimentou os primeiros acordes, foi nessa terra mulata que estudou música e canto. Ganha o prémio “Rei da Juventude Brasileira” e o importante troféu “Globo de Ouro”. Já “rei” desloca-se a Portugal, em 1975. A sua música cedo cativa tudo e todos, nomeadamente os muitos emigrantes que na altura gozavam férias em Portugal e que, regressados aos países onde trabalhavam, se encarregaram de espalhar e promover a música do ainda António Joaquim Fernandes. Depois, como se sabe, acenderam-se as luzes da ribalta. Que não mais se apagaram para este luso-brasileiro que é, acima de tudo, o cidadão do mundo Roberto Leal.

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FIM DE FESTA

19MARÇO09
Falta de comparência
Foram quatro os galardoados que não compareceram na festa de entrega de galardões. Aausência mais notada foi a de João Marques Luís, a figura do ano e um homem muito ligado ao nosso jornal, mas que por afazeres profissionais de última hora não pôde estar presente. O galardão foi recebido pelo seu “braço direito” no Grupo Madeira, Augusto Nunes. João Marques Luís, nasceu em Santana, Madeira, e imigrou para Inglaterra aos 17 anos. Hoje, aos 45 anos é um empresário de sucesso. Líder do Grupo Madeira, um dos negócios mais visíveis no seio da comunidade portuguesa em Londres. A categoria de “Divulgação de Portugal no Reino Unido” foi outra das galardoadas não presentes. Contudo, a Fundação Calouste Gulbenkian avisou com duas semanas de antecedência não poder estar presente para receber este justo prémio. Sem dúvida que o festival “Atlantic Waves”, realizado pela Fundação, fez a diferença e trouxe ao Reino Unido grandes estrelas do panorama musical português. Pena é o seu fim ter sido já anunciado. Por estar em digressão em Liverpool, Sofia Escobar enviou uma mensagem ao jornal, que acabou por não ser lida na Gala. Contudo recebeu o galardão de “revelação do ano”. Sofia é uma actriz portuguesa que conquistou o grande público britânico, ganhando o título de Melhor Actriz de Teatro Musical em Inglaterra pela representação de ‘Maria’, em West Side Story. No desporto foram galardoados os “Ipswich Wolfes”que, apesar de convidados, não compareceram e até hoje não deram qualquer justificação para ao facto. Apesar disso, não deixam de ser um grupo que se distinguiu no Reino Unido, onde foram os campeões nacionais de futsall.

O ANIVERSÁRIO DE FERNANDO PEREIRA
Terminada a Gala, para onde ir? Ainda era relativamente cedo, e sabe-se que esta gente do meio artístico gosta de se deitar tarde. A noite era, pois, ainda uma criança, pelo que havia que procurar algo que satisfizesse tanto os estômagos carentes como os espíritos ávidos de música e divertimento. O pretexto - como se dele se precisasse - já há muito era conhecido de todos: Fernando Pereira fazia anos, isto é, faltavam apenas algumas horas para comemorar o aniversário do Fernando. Viviam-se, ainda, os últimos instantes daquela sexta-feira 13 que para ninguém havia sido aziaga, poucas horas faltavam para cantar, em ambiente de verdadeira festa, os merecidos parabéns a um homem do espectáculo que, para além da sua reconhecida qualidade profissional, cativa tudo e todos com o seu humor e simpatia. Foi no restaurante “O Fado” que todos foram cear, beber e cantar. Depois de saboreada a boa comida portuguesa com que Liana brinda os seus clientes, todos quiseram prolongar a gala em ambiente de verdadeira festa à portuguesa, que se prolongou até às tantas. Já nos deixam saudades todos estes artistas que em boa hora nos visitaram e nos proporcionaram momentos que recordaremos sempre com justificada satisfação. Até breve... e parabéns, Fernando.

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A Gala do nosso jornal acabou por absorver as atenções desta quinzena. Não só porque era mais uma acção arrojada, como também porque recebeu da comunidade em geral um apoio fora de comum. Na verdade, reuniu à sua volta um movimento de união que acabou por juntar numa sala uma maioria de empresários, clubes e associações, políticos, representantes e representações da nossa comunidade e altas individualidades, muitas das quais, por uma ou outra razão, andavam de costas viradas. Foi uma festa bonita que deu uma imagem de capacidade e coesão entre todos, que vibraram em conjunto ao som de grandes vedetas da canção de Portugal e em torno dos galardões distribuídos a quem o jornal “As Notícias” entendeu premiar. Facto assumido frontalmente e sem rodeios. Por muitos desses sectores esta Gala é interpretada como a capacidade que a nossa comunidade tem de criar e organizar com sucesso e competência acontecimentos de vulto, a que não é alheio ter-se conseguido unir muitos dos sectores mais representativos da nossa comunidade. Sem sabermos, estamos mais unidos do que julgávamos e podemos ter aqui uma importante prova que somos capazes de construir pontes entre as diferenças e colar as divergências em projectos conjuntos e eficazes ao serviço dos portugueses imigrados no Reino Unido. Foi bom ouvir a voz do Embaixador de Portugal a sublinhar e a reclamar a

necessidade de união entre os portugueses e a obrigação das organizações que lhes dão suporte, incluindo o nosso jornal, garantirem o seu desenvolvimento. O repto do conselheiro António Cunha, para não deixarmos a obra a meio, oferecendo a sua disponibilidade para apoiar e continuá-la. As críticas e as propostas de Cristina Costa Pinto. O abraço e as promessas de Steve Reed. A mensagem de portugalidade de Roberto Leal. E o empenho de total abertura de uma das mais importantes universidades em Londres. Tudo saboreado num importante espectáculo ao som do fado sublimemente cantado por Liana, o afroJazz na espectacular voz de (Teresa) Maiúko, o som da morna de Dany Silva, o folclore de Roberto Leal e o talento de Fernando Pereira. Deixo para último a agradável surpresa de um virtuoso da viola, Silvestre Fonseca – que nos deu um “cheirinho” daquilo que pode fazer. Muito se tem falado de Gordon Brown, o primeiro ministro britânico. Da maioria dos media e sectores políticos, mesmo dentro do seu partido trabalhista, as críticas têm sido mais do que muitas. Na verdade, desde que chegou ao poder, o primeiro ministro não tem conseguido dar uma imagem pública de um político capaz de representar bem o governo. As crises têm estalado quase mensalmente e algumas declarações têm sido contraprocedentes e criado alguma instabilidade política. Quase sempre muito

Mundo. O que lhe falta para ser um político capaz, sobra-lhe na competência que exerce no domínio das finanças. Apesar das fortes críticas da Alemanha e da França, hoje todos os países ricos foram obrigados a seguir a estratégia britânica. Na banca continua tudo errado. Dá a impressão de que os bancos britânicos não estão adaptados ao mundo moderno e combatem a evolução tecnológica. Na maior parte dos balcões, sempre que há uma decisão fora do ordinário, tudo foge, tudo empurra com a barriga e ninguém toma decisões. Não há responsáveis. Hoje está provado que a banca tem grandes culpas, senão todas, na crise financeira que atravessamos. Contudo, ninguém, até hoje, admitiu a culpa e foi julgado pelo mal que causou a milhões de britânicos. Depois, temos os serviços bancários, talvez dos mais pobres da Europa, num dos países mais desenvolvidos do Mundo. Esta semana, veio a lume que a fraude bancária sobre cartões de crédito e débito, desde que foi introduzido o “pin” e outras formas de segurança, tão anunciadas por tão seguras, aumentou 50%. Um número incrível, que é fácil de acreditar dado o nível de serviços que nos é fornecido pelos bancos britânicos. Para além dos custos e das taxas que chovem sobre as nossas contas diariamente, sem qualquer justificação. Hoje, com a banca, é preciso estar com os olhos muito abertos.
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bem aproveitadas pela oposição. Contudo, quando se chega a decisões na área economicista e financeira, Gordon Brown continua a ser o prodígio e a alavanca que, anteriormente, manteve os trabalhistas no poder. Para além de muitas decisões na injecção de dinheiros públicos nos vários sectores vitais à sobrevivência da economia britânica, especialmente na banca, o primeiro ministro vem agora aprovisionar a banca com meios financeiros sem emitir a moeda correspondente, que normalmente contrabalança este tipo de operação. Uma decisão histórica porquanto é a primeira vez que é tomada por um Estado de direito. Uma decisão arriscada, que a oposição apoia - mas que adverte para os riscos. É sem dúvida mais uma situação de um economista brilhante e audaz que tem dado o mote do combate à crise financeira em todo o

OPINIÃO

Dra. Valdeíza Costa Psicóloga e Psicopedagoga

SAÚDE E BEM-ESTAR
Nesta secção procurarei esclarecer as vossas dúvidas em relação à saúde emocional, familiar e de relacionamentos interpessoais. Enviem as vossas perguntas para o e-mail valdeiza@gmail.com ou mob. 0796 1158 491.

Ouçamos o grito de quem trabalha!
Prezados compatriotas, A palavra é a mais nobre expressão do pensamento, como o pensamento é o mais perfeito emblema espiritual da nossa superioridade, perante os outros seres da criação. Na verdade, os dois jornais de Língua Portuguesa, “As Notícias” e “Palops news”, tiveram a hombridade de anunciar algumas notícias não muito famosas acerca de 700.000 pessoas ilegais a trabalhar no Reino Unido! Ora, nestas condições, os Direitos do Homem começam por ser deturpados, não só no país de Sua Majestade britânica, como dentro da jurisdição da União Europeia! Entretanto, com o avolumar dos anos, já outras instituições e organizações não governamentais têm vindo a chamar a atenção de todas estas injustiças e discriminações para com os imigrantes ilegais, mas tudo isto não tem passado senão de uma euforia e fogo de artifício só para inglês ver! Mas quais as causas porque existem tantas pessoas ilegais? Porque é que as pessoas outrora tinham que vir com trabalho garantido e com um Permit? Depois de casa arrombada, trancas à porta, como diz o ditado! Porém, na União Europeia ainda não aprenderam a lição de que as suas fronteiras deveriam ser sempre controladas e quando alguém fosse encontrado sem documentos, ou sem trabalho garantido, imediatamente deveria ser recambiado ao país donde partira, porquanto com tais aventureirismos as pessoas violam as leis internacionais, bem como dificultam os trabalhos de cidadãos que estão verdadeiramente legalizados, fazendo os seus descontos para a Segurança Social, assim como a contribuírem para o progresso de cada país de acolhimento, dando o corpo ao manifesto e a comer muitas vezes o “pão que o diabo amassou”, apesar de se terem levantado a solucionar tal problema uns altruístas e samaritanos de fachada que pretendem ser defensores dos ilegais, com varinhas mágicas. Mas ai de nós, se não tivéssemos alinhado com outras “comunidades” altamente organizadas, como foi o caso da Telco/London Citizen, onde, no ano de 1996, mais de 1.300 pessoas se reuniram em Betenal Green protestando os seus miseráveis salários e modo de vida, e dentro de pouco tempo este protesto era conhecido por Telco (isto é: The East London Communitties Organisation, hoje conhecido como Telco/London Citizen, transformando-se numa das maiores instituições cívicas em Londres, agrupando universidades, escolas, mesquitas, igrejas, sinagogas, bem como alguns sindicatos, porquanto foi através da sua luta e manifestações de rua que muitas “comunidades imigrantes” têm conseguido levantar a voz daqueles que não têm “voz”, por serem vítimas da injustiça, da discriminação e da segregação racial, que já ultrapassa as fronteiras do inacreditável, mas graças à Telco/London Citizen a situação está equilibrada e bem organizada, pelo que se pede por especial obséquio a comparência dos dois jornais “As Notícias” e “Palops News” no dia 28 de Março, em Friends House, 173 – Euston Road, NW1 2BJ, das 10:30 às 1 5 : 3 0 , b e m c o m o o s r e p r e s e n ta n t e s d a C o m u n i d a d e Portuguesea, incluindo a Missão Católica Portuguesa e organizações não governamentais, porquanto será a última reunião preparatória para a grande manifestação de 4 de Maio, porquanto todos juntos não seremos demais! Saudações lusíadas,
F. Gonçalves da Silva Portuguese Action Group

Homossexualidade
homossexuais seriam mais promíscuos e solitários que os heterossexuais; ou 2 – que a homossexualidade estaria aliada à pedofilia ou ainda 3 – que a homossexualidade é uma “escolha”. Pode-se dizer que não há razões concretas e cientificas válidas para acreditar que os homossexuais têm maior tendência para a promiscuidade do que os Por ser uma questão que envolve vários aspectos heterossexuais. Sabemos que em muitas sociedades a polémicos, em especial os culturais, jurídicos e sociais “infidelidade masculina”, por exemplo, é vista como o meu objectivo aqui será abordar apenas o aspecto natural e os homens que se envolvem sexualmente com várias mulheres muitas vezes são considerados psicológico ao qual você se refere no seu e-mail. Para começar, gostaria de esclarecer que as “machos” e “espertos”. Quanto à solidão, os homossexuais possuem as principais organizações mundiais de saúde, incluindo as de Psicologia, não consideram a homossexualidade mesmas necessidades de amar e serem amados e de uma doença. Há décadas a homossexualidade foi criar vínculos afectivos com outras pessoas sendo retirada do Código Internacional de Doenças (CID) e t o t a l m e n t e c a p a z e s d e s u s t e n t a r r e l a ç õ e s em 1990 a Organização Mundial de Saúde retirou a monogâmicas duradouras tal como os heterossexuais. Cientificamente, destaca-se que homossexualidade da sua lista de os homossexuais não possuem doenças mentais, declarando que “a Pode-se dizer que não maior predisposição para o abuso homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem há razões concretas sexual infantil já que a pedofilia perversão” e por isso os psicólogos e cientificas válidas resulta de condição psíquica e não está ligada à orientação sexual. não colaboram com eventos e para acreditar que os Finalmente, a homossexualidade serviços que proponham tratamento não é uma escolha mas uma atracão e cura da homossexualidade. homossexuais têm sexual e emocional por indivíduos Não se pode definir onde está maior tendência para do mesmo que sexo que surge de localizado o limite entre a forma espontânea e inesperada, sexualidade normal e a anormal já a promiscuidade assim como a heterossexualidade, que estes conceitos estão mais do que os afinal, não conheço pessoalmente relacionados a atitudes sociais do a ninguém que tenha “escolhido” por dados científicos. Os heterossexuais quem se apaixonar e mais, nunca conhecimentos científicos que soube de ninguém que “escolheu” a temos a respeito do tema não são c o n c l u s i v o s e s e r i a u m e r r o t e n t a r d e f i n i r a quem amar, por isso é absurdo pensar que esses indivíduos escolheram deliberadamente algo que os normalidade sexual. Assim, a definição dada à Homossexualidade é que pode deixar expostos à rejeição por parte da família, se trata de um atributo, característica ou qualidade de amigos e sociedade. Infelizmente esta crença esconde um ser – humano ou não – que é homossexual (grego a elevada taxa de suicídios, entre adolescentes e homos = igual + latim sexus = sexo) e na linguagem adultos, atribuídos à culpa por sua orientação sexual. Recentemente li o testemunho de uma mãe de uma comum define-se por atracão física, emocional e garota homossexual que, a partir de uma metáfora, estética entre seres do mesmo sexo. Quanto à origem da Homossexualidade, também há ajuda-nos a entender a definição para a condição divergências, entretanto, uma das teorias mais homossexual. Tomo a liberdade de reproduzi-la aqui: “A maioria de nós é como um trevo de três folhas abrangentes e mais aceitas é que a orientação sexual é d e t e r m i n a d a t a n t o p o r f a c t o r e s b i o l ó g i c o s e bastante comuns, ninguém presta muita atenção em p s i c o l ó g i c o s d e c o r r e n t e s a o l o n g o d o nós - mas de vez em quando encontramos um trevo de quatro folhas - uma descoberta rara e maravilhosa. Eu desenvolvimento da identidade do indivíduo. Com relação à saúde mental dos homossexuais, eles lembro que, quando era criança, eu passava horas podem não ter nenhuma dificuldade psíquica e estar procurando por este trevo de quatro folhas. De vez em perfeitamente adaptados ao trabalho e à sociedade, ou quando eu achava um e o guardava dentro de um livro por outro lado, apresentar uma ampla variedade de ou entre folhas de papel encerado. Este trevo era como t r a n s t o r n o s p s i c o l ó g i c o s t a n t o q u a n t o o s um tesouro para mim, algo que eu queria cuidar e proteger”. heterossexuais. “Minha filha é como um desses trevos de quatro A perseguição, repressão e discriminação da sociedade aos homossexuais é que seriam as folhas; acontece que ela tem uma orientação sexual principais responsáveis por fazer com que uma parte diferente da minha. Ela é um tesouro para mim, da população deste grupo sofra de diferentes graus de alguém que eu quero proteger. Um trevo de quatro neurose, mas não por conta da orientação sexual, que folhas não é anormal, apenas é raro e diferente dos fique bem claro, mas sim com a dificuldade que outros. Eu nunca pensaria em arrancar uma das folhas para que ele se parecesse com um trevo de três representa ser homossexual na nossa sociedade. Segundo essa sociedade discriminatória, alguns folhas.” Você é um trevo de quatro folhas, e o que deve fazer estereótipos estariam ligados às pessoas homossexuais tais como: 1 – a que diz que os é aceitar-se assim como é. Pergunta Sou homem mas desde a minha adolescência me sinto atraído por outros rapazes. Me sinto culpado por isso e tento esconder porque sei que estou errado… sei que deveria gostar de mulheres. Sou um anormal? (FS, Londres)

Se você quer aprender mais sobre o amor de Deus por nós, gosta de cantar em coral e confraternizar com pessoas que falam sua língua materna (português), participe do nosso Grupo de Estudos da Bíblia e da Língua Inglesa no Centro Comunitário da Abbey Farm (Keystone) em Thetford.
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(Cada família deverá levar um prato e sumo)

GRUPOS DE ESTUDOS DE INGLÊS (INICIAL E AVANÇADO): Da 1:00 pm às 2:00 pm CONTACTO Valdeiza Costa (Mob.:
07961158491 – E-mail: valdeiza@gmail.com)