Nikola Tesla: Louco ou o maior gênio do século XX?

Prof. Luiz Claudio Ferreira Souza O revolucionário pai dos modernos conceitos da engenharia mecânica e eletrotécnica, inventor da corrente alternada e do contole remoto nasceu na aldeia de Smiljan, no território da atual Croácia, em 10 de Julho de 1856 exatamente às 00:00 de 10 de julho. Filho do Império Austríaco, mais tarde tornou-se um cidadão estadunidense. Nickola Tesla é muitas vezes descrito como um dos mais importantes cientistas e inventores da idade Moderna, conhecido pela suas muitas contribuições no campo do electromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência elétrica em corrente alternada, incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC. Se não fosse por Nikola Tesla, possivelmente não existiria nenhum equipamento eletroeletrônico. De personalidade excêntrica, após a sua demonstração da transmissão sem fios em 1894, tornou-se respeitado como um dos maiores Engenheiros Eelectrotécnicos que trabalhavam nos EUA. Muitas das suas descobertas foram importantes para o desenvolvimento das teorias sobre o comportamento da energia. A unidade de SI, que mede a densidade do fluxo magnético ou a indução magnética (geralmente conhecida como campo magnético “B”), o tesla, foi nomeada em sua honra (na Conférence Générale des Poids et Mesures, Paris, 1960), assim como o efeito Tesla da transmissão sem-fio de energia para aparelhos eletrônicos com energia sem fio, que ele demonstrou numa escala menor com lâmpadas elétricas em 1893, e o qual almejava usar para a transmissão intercontinental de níveis industriais de energia no seu projeto inacabado da Wardenclyffe Tower. As contribuições de Nikola Tesla para a ciência não pararam por aí: da robótica, do controle remoto e radar à ciência computacional. Da expansão da balística, física teórica à física nuclear. Em 1943, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos acreditouo como sendo o inventor do rádio, pois provou que seu projeto era anterior ao de Marconi. Sua publicação, patenteada em 1896, continha todos os diagramas esquemáticos, descrevendo todos os elementos básicos do transmissor de rádio. E apesar de ter recebido o prêmio Nobel em 1909, constatou-se que parte do trabalho de Marconi não era original, pois o mesmo usara as plantas de Tesla em sua primeira comunicação sem fio entre Reino Unido e New Foundland, em 1901.

Suspeitava-se que Tesla tinha uma memória fotográfica, pois lera muitos livros e os memorizava inteiros. Em sua autobiografia, afirmou que experienciava momentos pormenorizados de inspiração. Supostamente, o inventor criava suas obras a partir de visões que apareciam frente a seus olhos por meio de clarões, nas quais percebia detalhes precisos antes de desenvolver o projeto. Segundo especialistas, isto é o que se pode chamar de pensamento visual. Tesla tinha também muitas vezes flashbacks de acontecimentos anteriores da sua vida; isso começou a ocorrer durante a infância.

Em 1884, mudou para Nova Iorque e tornou-se assistente de Thomas Edison. Após um desentendimento por não ter recebido uma grande soma do mesmo prometida, segundo o próprio Tesla por algumas de suas descobertas e aperfeiçoamentos, deixou o emprego e passou por um período de dificuldades financeiras até conseguir vender a sua patente da corrente alternada para George Westinghouse, em 1887. Seu gerador baseado em corrente alternada, o qual pode enviar energia por centenas de quilômetros antes de ter que ser retransmitido, causou uma revolução na época, levando-o a construir uma grande usina geradora de força nas Quedas de Niágara, para fornecer eletricidade para a cidade de Nova Iorque. O modelo-padrão de Tesla de corrente alternada, em pouco tempo, foi adotado pelo governo americano como o mais eficiente para a distribuição de energia elétrica. A partir de 1891, Nickola Tesla passou a produzir descobertas de modo contínuo e frenético, que foram desde de novas aplicações da corrente alternada de alta frequência, passando pelo motor elétrico, o motor assíncrono de campo giratório, a exploração de energia solar e do poder do mar. Além disso, previu futuras comunicações interplanetárias e os satélites. Também são invenções suas a corrente polifásica, comutadores elétricos e ligação em estrela, novos tipos de geradores e transformadores, comunicação sem fio, a lâmpada fluorescente, controle remoto por rádio e protótipos de transmissão de energia.Tesla chegou a ser condecorado pelo Rei Nikola de Montenegro com a Ordem de Danilo pela tecnologia da corrente alternada. Ao todo, ele registrou mais de 700 patentes mundiais. Nikola Tesla morou Waldorf Astoria durante muitos anos, quando ele estava no auge do poder financeiro e intelectual. Lá, organizava jantares, convidando pessoas famosas que mais tarde testemunharam experiências elétricas espetaculares em seu laboratório.

Aos 38 anos, em 1894, recebeu a condecoração doutor Honoris Causa pela Universidade de Columbia e Yale e a medalha Elliot Cresson pelo Instituto Franklin. Em 1934, aos 78 anos, a cidade de Filadélfia concedeu-lhe a medalha John Scott pelo seu sistema de energia polifásico. Foi, também, membro honorário da Associação Nacional de Luz elétrica e um membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência. Em seu 75 º aniversário, em 1931, o inventor apareceu na capa da revista Time. Nesta ocasião, Tesla recebeu cartas de congratulações de mais de 70 pioneiros na ciência e na engenharia, incluindo Albert Einstein. Essas cartas foram montadas e apresentadas à Tesla, na forma de um volumoso depoimento. Tesla faleceu em 07 de janeiro de 1943, aos 87 anos, no Hotel New Yorker onde passara os últimos dez anos de sua vida. O lado obscuro de um gênio Este intrigante personagem da história da ciência sempre despertou muita curiosidade não só pelo seu estilo de vida misterioso, mas principalmente pelo seu gênio criativo, nunca cessando seu fascínio e mistério, o qual ainda não é compreendido pelas maioria das pessoas, mesmo após 60 anos de sua morte. No livro escrito por Tim R. Swartz – “The Lost Journals of Nikola Tesla” podemos encontrar algumas curiosidades a respeito do pai da corrente alternada. Veja esta passagem destacada por Sean Casteel, colaborador do site ufodigest.com, que entrevistou o autor do livro, falando a respeito do inventor: “Tesla nasceu na Iugoslávia“, disse Swartz, “na área onde hoje é a Croácia, à meia-noite entre 9 e 10 de julho de 1856. Ele era um gênio desde muito jovem. Existem algumas pessoas, eu acho, através da história, que eu poderia classificar como super-gênios. Esta é a melhor descrição que eu posso pensar. A maioria das pessoas concordariam que Einstein era um dos nossos maiores gênios. Talvez também Leonardo da Vinci. E, é claro, Nikola Tesla deveria encaixar dentro deste grupo, porque ele parecia ter uma mente que era aberta para o universo”. “Eu suponho que esta é uma forma muito exotérica de olhar a isso“, ele continuou, “mas ele tinha a habilidade de visualizar suas ideias a tal ponto que podia realmente ver de forma tridimensional aquilo que estava visualizando. Como ele mesmo falou, ‘parecia que isto ficava no ar bem na frente dos meus olhos’”.

“Todo o nosso sistema elétrico“, explicou Swartz, “trabalha com Corrente Alternada. Na época de Tesla, o Thomas Edison tinha aparecido com um sistema para entregar eletricidade às casas e prédios, que era baseado em Corrente Contínua, ou Direta. A Corrente Contínua funciona bem, contudo ela não pode ser enviada às longas distâncias. Provavelmente, a cada quilômetro, teria que existir uma estação para novamente aumentar a força e reenviá-la por mais um quilômetro. É um sistema muito ineficiente e somente bom para algumas áreas fechadas“. Ao contrário, a corrente alternada de Tesla “era barata, limpa, eficiente, e funcionava de verdade“, disse Swartz. O extraordinário, no entanto, estava poderia ser descrito em outra passagem: “Tesla achou que possivelmente, tivera recebido um sinal de rádio do espaço”, disse Swartz, “que poderia concebivelmente ser de extraterrestres. Para época, esse era um conceito espantoso. As pessoas daquela era especulavam que poderia haver vida em Marte, mas ninguém levava isso muito a sério. Em 1899, Tesla estava conduzindo seus experimentos em Colorado Springs, no estado do Colorado, EUA, com um receptor de rádio grande, porque ele estava fascinado pela forma com que os raios se comportavam em uma tormenta. Ele estava tentando encontrar uma forma de capturar a força das tempestades de raios. E uma noite, ele recebeu aquilo que chamou de sinais regulares. Sabe, como bip, bip, bip. Não aquela estática normal que você escuta de tormentas de raios e relâmpagos. Na época ele, imaginou que poderia estar escutando ‘um planeta comunicando com outro’, como ele mesmo colocou. A partir daquele momento, isto se tornou quase que uma obsessão sua – construir receptores de rádios melhores para tentar repetir o feito. Ele chegou ao ponto de alegar que estava realmente recebendo transmissões de voz. Ele disse que aquilo soava como uma conversa entre pessoas. Tesla fez algumas anotações dizendo que estava realmente escutando seres inteligentes de outros planetas a conversar, e embora ele não sabia que linguagem eles falavam, ele achava que os entendi”. Este fato alimentou inúmeras especulações a respeito do cientista e uma possível influência alienígena em suas descobertas. O certo é que Tesla morreu pobre, mudando de hotel em hotel, provavelmente para fugir de dívidas. Contudo, em todos os locais onde se hospedou, deixou registros e anotações de invenções não terminadas que foram supostamente confiscadas pelo Governo Americano. Dentre as suspeitas, tinha-se quase como certo o fato de que algumas de suas invenções poderiam ser utilizadas em novos armamentos, afinal, estamos falando de um homem que se vangloriava do fato de seu gerador ressonante

poder dividir a Terra ao meio, e ninguém até hoje soube ao certo se ele estava brincando. Numa demonstração no Madison Square Garden, em 1898, Tesla apresentou o navio por controle remoto em uma exposição. Era tão avançado que até mesmo usava uma espécie de reconhecimento vocal para responder aos comandos verbais de Tesla e voluntários do público. Ele argumentou aos militares, com quem queria assinar um grande contrato, que sua invenção poderia destruir toda a armada espanhola em uma tarde, acabando assim com a guerra contra aquele país. O governo, entretanto, nunca aceitou a sua oferta. Após uma tentativa frustrada de fechar contratos com a indústria privada, na qual após um desentendimento com J.P. Morgan, um magnata americano da época, Tesla desistiu de fabricar seus barcos, o inventor conseguiu um acordo com os militares alemães para fabricar turbinas sofisticadas para a armada do almirante Von Tirpits. Entretanto, com o início da Primeira Guerra Mundial, ele teve que cancelar o contrato, temendo ser acusado de traição.

Após este episódio, quase sem dinheiro, Nikola Tesla apresentou uma de suas invenções mais polêmicas: o raio da morte. Este esse raio, que seria uma espécie de acelerador de partículas, teoricamente, concentraria energia num raio tão fino que este não dispersaria mesmo a grandes distâncias. Não se tem registros claros de que esse raio chegou a ser realmente construído. Entretanto, reza a lenda que em 1908, o cientista tenha testado sua arma acompanhado por seu associado, George Scherff, na torre de Wardenclyffe. Tesla apontou seu raio através do Atlântico, para o Ático, e o disparou, emitindo uma luz pálida que, a princípio, apenas desintegrou um pássaro que voara na sua direção. Entretanto, dias mais tarde, recebeu notícias de um estranho evento ocorrido na Sibéria, onde uma gigantesca explosão devastou parte de uma floresta na Sibéria. Aproximadamente quinhentos mil acres quadrados foram destruídos, num evento cuja potência equivaleu à força de 15 megatons de TNT. Segundo especialistas, a explosão foi sentida a mais de 900 quilômetros de distância.

Na época, cogitou-se a hipótese de que um meteorito ou cometa tivesse sido a causa, mas nunca se provou nada neste sentido, justamente por não terem sido encontrados restos minerais. No livro “Sinfonia da Energética”, de Salvatore de Salvo, o autor dá um nome mais técnico para o invento de Tesla: Onda EM “longitudinal” ou “Onda de Energia Escalar”, a temível energia que de Salvo insiste em dizer que russos e americanos dominam tecnologicamente.

Alguns anos mais tarde, Tesla ofereceu seu projeto do raio da morte para o Governo Norte Americano, mas não obteve êxito. Durante a Primeira Guerra Mundial, Tesla fez mais uma tentativa de ajudar seu país. Ele criou uma estação emissora que emitiria ondas exploratórias de energia, permitindo que seus operadores determinassem com precisão a localização de veículos inimigos distantes. O departamento de guerra desdenhou o “raio explorador” de Tesla. Hoje essa invenção é conhecida como radar e foi decisiva para que os aliados vencessem a Segunda Guerra Mundial.

Nikola Tesla - O Raio da Morte
Uma vez que as invenções de Tesla geralmente continham em sí um elemento de consciência social, ou obra pela humanidade, pode parecer surpreendente que ele tenha criado uma série de dispositivos com aplicações militares, e a noção de Tesla utilizando seu gênio para propósitos bélicos é imensamente assustadora. Afinal, este é o homem que se vangloriava do fato que seu gerador ressonante poderia dividir a Terra ao meio, e ninguém até hoje soube ao certo se ele estava brincando. A primeira invenção de Tesla com propósito militar utilizava uma espécie de automação tecnológica, com a qual o trabalho de seres humanos poderia ser substituído por máquinas. Especificamente, Tesla produzia barcos e submarinos controlados remotamente. Ele demonstrou o navio por controle remoto em uma exposição no Madison Square Garden, em 1898. O aparato era tão avançado que até mesmo usava uma espécie de reconhecimento vocal para responder aos comandos verbais de Tesla e voluntários do público. Em público, Tesla falou das virtudes humanitárias da invenção: ela iria impedir que vários trabalhadores arriscassem suas vidas. Mas Tesla realmente estava esperando um contrato com o exército dos Estados Unidos. Em uma apresentação para o departamento de guerra, Tesla argumentou que sua invenção poderia obliterar a armada espanhola, e acabar com a guerra com a Espanha em uma tarde. O governo nunca aceitou a oferta de Tesla. Tesla, então, deciciu direcionar o submarino automático à industria privada, e procurou a aprovação de J. P. Morgan. Segundo contam, Morgan ofereceu-se para fabricar os barcos de Tesla se este se casasse com sua filha. Tal acordo era um anátema a Tesla, e os dois nunca mais trabalhariam juntos até Wardenclyffe, alguns anos mais tarde. Tesla eventualmente conseguiu um contrato militar bem sucedido: com a marinha alemã, O produto não eram seus barcos a controle remoto, mas turbinas sofisticadas que o almirante Von Tirpits usou com grande sucesso em sua armada de navios de guerra. Depois que J. P. Morgan cortou seu apoio a Tesla, este contrato tornou-se sua única fonte de renda. Quando do advento da primeira guerra mundial, Tesla cancelou seu contrato com os alemães, para não ser acusado de traição.

Quase falido e observando os Estados Unidos à beira da guerra, Tesla sonhou com outra invenção que pudesse interessar os militares: o raio da morte. O mecanismo por detrás do raio da morte não é bem compreendido até hoje. Ele era aparentemente uma espécie de acelerador de partículas. Tesla disse que ele era uma melhoria de seu transformador amplificador, que concentrava energia em um fino raio tão concentrado que ele não se dispersaria, mesmo a grandes distâncias. Ele o promoveu como uma arma puramente defensiva, com a intenção de impedir ataques, fazendo de seu raio da morte o tataravô da defesa estratégica. Não se sabe ao certo se Tesla usou seu raio da morte, ou se ele sequer chegou a contruí-lo. Mas o seguinte é a história geralmente relatada do que aconteceu naquela noite em 1908, quando Tesla testou sua arma. Naquela época, Robert Peary estava fazendo sua segunda tentativa em se chegar ao polo norte. Criptocamente, Tesla notificou a expedição que eles estariam tentando entrar em contato com eles de alguma forma, e eles deveriam relatar qualquer coisa incomum que eles observassem. Na noite de 30 de junho, acompanhado por seu associado, George Scherff, na torre de Wardenclyffe, Tesla apontou seu raio através do atlântico, para o ártico, a um ponto calculado como estando a oeste da expedição de Peary. Tesla ligou o equipamento. De início, era difícil dizer que ele estava funcionando. Sua extremidade emitiu uma luz pálida, difícilmente notável. Então, uma coruja voou de seu ninho no topo da torre, na direção do raio, e foi desintegrada instantâneamente. Isso concluiu o teste. Tesla observou os jornais e enviou telegramas para Peary na esperança de confirmar a efetividade do raio da morte. Nada apareceu. Tesla estava pronto para admitir derrota quando recebeu notícias de um estranho evento ocorrido na Sibéria. Em 30 de junho, uma enorme explosão havia devastado Tunguska, uma área remota na floresta da Sibéria. Quinhentos mil acres quadrados de terra foram instantâneamente destruídos, o equivalente a quinze megatons de TNT. O incidente de Tunguska é a mais poderosa explosão ocorrida na história, nem mesmo subsequentes explosões termonucleares ultrapassaram sua força. A explosão foi audível a 930

quilômetros de distância, aproximadamente.Os cientistas crêem que ela foi causada por um meteorito ou fragmento de um cometa, embora nenhum impacto evidente ou restos minerais de tal objeto jamais tenham sido encontrados. Nikola Tesla tinha uma explicação diferente. Ela claro para ele que seu raio da morte tinha ultrapassado seu alvo calculado e atingido Tunguska. Ele ficou extremamente grato que a explosão, miraculosamente, não matou ninguém. Tesla desmontou o raio da morte imediatamente, crendo-o muito perigoso para continuar existindo.

Seis anos mais tarde, o fim da primeira guerra fez com que Tesla reconsiderasse. Ele escreveu ao presidente Wilson, revelando o segredo do teste do raio da morte, orefecendo-se para reconstruí-lo para o departamento de Guerra. A mera ameaça de tamanha força destrutiva faria com que as nações em guerra concordassem em estabelecer-se a paz imediatamente. A única resposta de Tesla à sua proposta foi uma carta formal de apreciação da secretária do presidente. O raio da morte nunca foi reconstruído, supondo que ele tenha sido construído, em primeiro lugar. Tesla fez mais uma tentativa de ajudar seu país na guerra em 1917. Ele concebeu uma estação emissora que emitiria ondas exploratórias de energia, permitindo que seus operadores determinassem com precisão a localização de veículos inimigos distantes. O departamento de guerra riu-se e rejeitou o "raio explorador" de Tesla. Uma geração mais tarde, esta mesma invenção ajudaria os aliados a vencer a segunda guerra mundial. Ela era chamada radar.

Foi Nikola Tesla contatado por alienígenas?

Recentemente, na área de comentários de um de nossos posts, o nome de Nikola Tesla apareceu. Este vulto intrigante da história da ciência sempre despertou muita curiosidade não só pelo seu estilo de vida misterioso, mas principalmente pelo seu gênio criativo. Coincidentemente, (e já não é a primeira vez que este tipo de coisa acontece aqui no blog), um dia antes do nome de Tesla ter aparecido na área de comentários, eu havia lido um artigo do ufodigest.com, sobre este grande inventor. Querem escutar mais uma coincidência: acabo de perceber que hoje é a data de nascimento de Nikola Tesla, assim, em sua homenagem, publico este artigo à exatamente 00:00 de 10 de julho. Reconheço que o texto apresentado no site supra mencionado parecia mais como um promocional para venda do livro nele mencionado, mas mesmo assim continha informações muito intrigantes. Assim, decidi postá-lo aqui, para a apreciação de nossos leitores: Nos mais de 60 anos desde a sua morte, Nikola Tesla nunca cessou de ser um vulto fascinante e misterioso, o qual não é compreendido pelas maioria das pessoas. Nós, como uma civilização do século XXI, continuamos a colher os benefícios de seu grande gênio. Ainda hoje Tesla não recebeu o reconhecimento que merece como um dos principais arquitetos da tecnologia que usufruimos em nossos dias. Infelizmente, hoje Tesla é conhecido pela maioria das pessoas como simplesmente o inventor do motor de corrente alternada. Mas este feito foi só a ponta do iceberg dos feitos deste grande cientista.

Neste artigo iremos tratar de um aspecto sobre Tesla que não é amplamente divulgado mesmo entre as pessoas que reverenciam seu nome: Seu Contato com Alienígenas. Um livro escrito por Tim R. Swartz – “The Lost Journals of Nikola Tesla” (Os Diários Perdidas de Nikola Tesla – [tradução livre n3m3]) trata deste assunto. Tim Swartz foi entrevistado há alguns anos por Sean Casteel, colaborador da ufodigest.com, e Swartz relatou alguns fatos históricos do início da carreira de Tesla. “Tesla nasceu na Iugoslávia“, disse Swartz, “na área onde hoje é a Croácia, à meianoite entre 9 e 10 de julho de 1856. Ele era um gênio desde muito jovem. Existem algumas pessoas, eu acho, através da história, que eu poderia classificar como super-gênios. Esta é a melhor descrição que eu posso pensar. A maioria das pessoas concordariam que Einstein era um dos nossos maiores gênios. Talvez também Leonardo da Vinci. E, é claro, Nikola Tesla deveria encaixar dentro deste grupo, porque ele parecia ter uma mente que era aberta para o universo“. “Eu suponho que esta é uma forma muito exotérica de olhar a isso“, ele continuou, “mas ele tinha a habilidade de visualizar suas idéias a tal ponto que podia realmente ver de forma tridimensional aquilo que estava visualizando. Como ele mesmo falou, ‘parecia que isto ficava no ar bem na frente dos meus olhos‘ “. “Todo o nosso sistema elétrico“, explicou Swartz, “trabalha com Corrente Alternada. Na época de Tesla, o Thomas Edison tinha aparecido com um sistema para entregar eletricidade às casas e prédios, que era baseado em Corrente Contínua, ou Direta. A Corrente Contínua funciona bem, contudo ela não pode ser enviada às longas distâncias. Provavelmente a cada quilômetro teria que existir uma estação para novamente aumentar a força e reenviá-la por mais um quilômetro. É um sistema muito ineficiente e somente bom para algumas áreas fechadas“. Tesla, ao contrário, criou um gerador baseado em Corrente Alternada, o qual pode enviar energia por centenas de quilômetros antes de ter que ser retransmitido. Esse fato causou uma revolução na época. Ele construiu uma versão funcional do gerador AC (Corrente Alternada) e o foi o primeiro a construir uma grande usina geradora de força nas Quedas de Niágara, para fornecer eletricidade para a cidade de Nova Iorque. “Era barata, limpa, eficiente, e funcionava de verdade“, disse Swartz. Logo após, Nikola Tesla inventou o rádio. Embora popularmente o crédito desta invenção tenha sido concedido ao Marconi, a Corte Suprema dos EUA declarou alguns anos após a morte de Tesla que sua patente havia precedido à de Marconi e que Tesla é oficialmente o pai do rádio. Tesla também criou o primeiro aparelho de controle remoto, o qual demonstrou quando controlou à distância um pequeno barco

operado por baterias sobre um lago. Ele também projetou um torpedo para ser usado em caso de guerra, que era controlado por controle remoto. Foi quando ele estava trabalhando em um receptor de rádio para monitorar tempestades de raios que Tesla encontrou algo extraordinário. “Tesla achou que possivelmente tivera recebido um sinal de rádio do espaço“, disse Swartz, “que poderia concebivelmente ser de extraterrestres. Para época, esse era um conceito espantoso. As pessoas daquela era especulavam que poderia haver vida em Marte, mas ninguém levava isso muito a sério. Em 1899 Tesla estava conduzindo seus experimentos em Colorado Springs, no estado do Colorado, EUA, com um receptor de rádio grande, porque ele estava fascinado pela forma com que os raios se comportavam em uma tormenta. Ele estava tentando encontrar uma forma de capturar a força das tempestades de raios. E uma noite, ele recebeu aquilo que chamou de sinais regulares. Sabe, como bip, bip, bip. Não aquela estática normal que você escuta de tormentas de raios e relâmpagos. Na época ele imaginou que poderia estar escutando ‘um planeta comunicando com outro‘, como ele mesmo colocou. A partir daquele momento, isto se tornou quase que uma obsessão sua – construir receptores de rádios melhores para tentar repetir o feito. Ele chegou ao ponto de alegar que estava realmente recebendo transmissões de voz. Ele disse que aquilo soava como uma conversa entre pessoas. Tesla fez algumas anotações dizendo que estava realmente escutando seres inteligentes de outros planetas a conversar, e embora ele não sabia que linguagem eles falavam, ele achava que os entendia“. Um ponto interessante é que na época em que Tesla estava escutando aquelas vozes alienígenas em seu equipamento de rádio primitivo, 1899, os Estados Unidos estavam passando pela ‘Grande Onda de Naves Aéreas‘. O pesquisador, historiador e perito em OVNIs, Dr. David Jacobs, acredita que esta foi a época em que os primeiros contatos verdadeiros com OVNIs ocorreram nos céus daquele país, quando as pessoas que estavam familiarizadas somente com balões de ar quente começaram a ver naves metálicas voando sobre suas casas e áreas agrícolas, abduzindo algumas vacas e conversando com fazendeiros em linguagem além de suas compreensões. Apesar de muitas pessoas não acreditarem na teoria dos ‘Astronautas da Antiguidade’, que diz que os contatos com humanos começaram desde nossa pré-história, Jacobs acredita que as alegações de Tesla foram verdadeiras. Este fato nos faz indagar: Alienígenas tiveram alguma influência nas criações de Tesla? No livro “The Day After Roswell” (O Dia Depois de Roswell – tradução livre n3m3), escrito pelo falecido Coronel Philip Corso e seu colaborador Bill Birnes, é alegado que a tecnologia encontrada no disco de Roswell foi compreendida e usada como base para inúmeras invenções, inclusive a fibra óptica e muitas outras coisas que achamos normal hoje em dia. Algumas pessoas até imaginam que os alienígenas ‘implantaram as sementes’ de algumas das maravilhas de nossa época, ou até mesmo as inspiraram diretamente por intermédio de pensamentos transmitidos diretamente até nós. De qualquer forma, existe a possibilidade de algum tipo de sobreposição entre os contatos por voz de Tesla e as invenções que surgiram logo depois, embora isto seja impossível de provar. Tesla achava que as vozes estavam vagarosamente preparando a humanidade para ser conquistada e dominada. Nas “Publicações Perdidas de Nikola Tesla”, Swartz relembra a interessante cronologia da ‘batalha’ de Tesla com esses alienígenas, os quais ele acreditava serem nossos inimigos.

Mais tarde, Tesla declarou publicamente que havia recebido transmissões de extraterrestres e foi sujeitado à ridicularização padrão que as testemunhas de OVNIs conhecem bem quando se manifestam com seus avistamentos. Mas ele permaneceu firme em sua convicção de que as vozes eram genuínas e apresentavam uma ameaça à vida na Terra. Tim Beckly, editor da Global Communications forneceu mais informações sobre a conexão entre Tesla e os OVNIs. “Há muitos que acreditam“, disse Beckley, “que Tesla era na verdade um tipo de ‘criança das estrelas’; que ele nasceu em outro planeta e foi deixado na porta de seus pais adotivos. Esta teoria especulativa foi primeiramente sugerida em um livro de Margaret Storm. “A idéia de que Tesla nasceu em outro planeta“, continuou Beckley, “parece ter originado de um homem chamado Otis T. Carr, um médico de Baltimore e inventor, o qual alegou ter trabalhado lado-a-lado com Tesla por anos. Carr diz que descobriu pequenos detalhes da vida do grande inventor, os quais ninguém conhecia, inclusive que Tesla não era ‘daqui’ . De acordo com Beckley, Carr mais tarde inventou um aparelho em forma de disco, o qual, segundo ele, por meros US$ 14 milhões nos levaria até Marte ou qualquer outro lugar de nosso sistema solar. “Carr era uma figura controversa“, adicionou Beckley, “mas ninguém foi capaz de provar que ele não trabalhou com Tesla em Manhattan, onde Tesla morava no New Yorker Hotel. Nós sabemos porém que Tesla era fascinado com a possibilidade de vida em outros planetas“. Beckley reiterou as declarações de Swartz sobre as tentativas de Tesla em estabelecer contato via rádio com os alienígenas. “E ele poderia ter tido sucesso em alcançar as estrelas“, disse Berckley. “Além disso, dizem que Tesla desenvolveu um aparelho que permitiria qualquer pessoa contatar os extraterrestres. O aparelho ficou em exposição no Canadá por vários anos, até que seu proprietário faleceu“. Tesla faleceu em 1943, pobre e em obscuridade. À medida que ele se mudava de hotel para hotel, fugindo de suas dívidas, ele muitas vezes deixava para trás valises com suas anotações e diagramas de invenções não acabadas. A lenda diz que após sua morte o governo dos EUA interferiu e confiscou o material, acreditando que o mesmo continha projetos para novos armamentos e assim era relevante à segurança nacional. Mas, aparentemente algumas dessas anotações escaparam das mãos do governo. Em um leilão de 1976, em Newark, Nova Jersey, um colecionador chamado Dale Alfrey, comprou quatro caixas de papeis por aproximadamente US$25. Alfrey primeiramente pensou que tinha comprado as anotações de um escritor de ficção científica e não tinha idéia da importância do conteúdo da caixa. Vinte anos mais tarde Alfrey começou a realmente ler o material e tentar preservar os papeis afetados pelo tempo, digitalizando os documentos. Enquanto estava absorvido em seu trabalho, ele foi visitado por três homens vestindo roupas pretas, que pareciam a ele como agentes funerários. Eles ofereceram de comprar os papeis de Alfrey, o qual respondeu que estes não estavam a venda.

Após mais discussões, as quais incluiram ameaças dos homens, os três visitantes deram as costas simultaneamente e se retiraram. Alfrey sentiu como se estivesse recuperando sua consciência após um transe mental. Quando ele correu de volta para dentro, os papéis haviam desaparecido, como também o disco rígido de seu computador. Ele nunca se recuperou completamente da experiência com os Homens de Preto, porém ele reteve muito daquilo que havia lido nos documentos de Tesla, e repassou as informações para que Swartz escrevesse o livro.

Seja verdade ou não o artigo acima, ou mesmo a lenda que se criou ao redor de Nikola Tesla, um fato não se pode negar: este grande e incompreendido inventor contribuiu grandemente para com os avanços tecnológicos da humanidade. Aliás, nossas escolas não nos ensinam isto, mas o “grande” Thomas Edison, conhecido como o inventor da lâmpada elétrica entre inúmeras outras coisas, na verdade só alcançou sua fama porque roubava as invenções de pessoas tecnologicamente mais inteligentes que ele, inclusive roubando do próprio Nikola Tesla.

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