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Lições Adultos

Lição 6 - Ansioso para perdoar (Jonas)

Lições Adultos Lição 6 - Ansioso para perdoar (Jonas) Busque ao Senhor e Viva! 4 a

Busque ao Senhor e Viva!

4 a 11 de maio

ao Senhor e Viva! 4 a 1 1 d e m a i o Sábado à

Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR:

Ano Bíblico: 1Cr 10–12

Com a voz do agradecimento, eu Te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao Senhor pertence a salvação!” (Jn 2:9).

Pensamento-chave: O livro de Jonas revela, entre outras coisas, que Deus está mais disposto a perdoar do que nós geralmente estamos.

A história de Jonas é uma das mais conhecidas da Bíblia. O profeta havia sido enviado por Deus para advertir Nínive da

iminente destruição. Ele suspeitava que esse povo não hebreu pudesse se arrepender de seus pecados e que Deus o perdoaria. Sendo profeta verdadeiro, Jonas sabia que o plano de Deus era salvar Nínive, não destruí-la. Talvez por isso ele, no início, tentou fugir. No entanto, devido a forças além de seu controle, Jonas mudou de ideia e obedeceu à ordem de Deus.

Em resposta à sua pregação, toda a cidade acreditou na mensagem e se arrependeu de uma forma que, infelizmente,

não aconteceu com Israel e Judá. Jonas, entretanto, tinha uma série de lições importantes a aprender. A história mostra como Deus estava ensinando pacientemente ao Seu profeta mesquinho e teimoso o significado da graça, da misericórdia

e do perdão.

Domingo - O profeta desobediente (Jonas 1)

Ano Bíblico: 1Cr 13–16

Não se sabe muito sobre Jonas ou seus antecedentes familiares. Conforme 2 Reis 14:25, ele viveu no norte de Israel e ministrou durante o oitavo século antes de Cristo. O mesmo texto revela que Jonas previu uma expansão territorial do reino de Israel.

“Jeroboão II conquistou de novo todo o território que havia sido de Israel, desde a subida de Hamate, no Norte, até o mar Morto, no Sul. O SENHOR, o Deus de Israel, havia prometido isso por meio do seu servo, o profeta Jonas, filho de Amitai, que era de Gate-Hefer.” (2 Reis 14:25 NTLH).

Historicamente, Nínive era uma das três grandes cidades da Assíria, um importante país situado junto ao rio Tigre. Visto que Deus é o Senhor de todas as nações e que todos os povos são responsáveis diante dEle (Am 1–2), Ele enviou Seu servo Jonas para que avisasse os ninivitas sobre a destruição iminente. A ordem divina de clamar contra Nínive (Jn 1:2) também pode ser traduzida como “pregar para ela”.

Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim. Jn 1:2.

A crueldade dos assírios era notória. Cerca de um século mais tarde, o profeta Naum chamou Nínive de “cidade

sangrenta, toda cheia de mentiras e de roubo” (Na 3:1). Jonas foi enviado para anunciar a mensagem de Deus para essas pessoas. Entre outras coisas, talvez tenha sido o medo dos odiados assírios que motivou a atitude de Jonas. Quando instruído por Deus a fazer uma viagem para Nínive, no oriente, o profeta se recusou e tentou fugir de navio para Társis, no ocidente.

No começo, todas as coisas pareciam dar certo para Jonas, mas o Senhor enviou uma grande tempestade contra o navio,

a fim de ensinar ao Seu servo a lição de que ninguém pode se esconder de Deus.

Jonas fugiu de Deus porque não queria cumprir a vontade dEle. Hoje, as pessoas fogem de Deus por muitas razões. Algumas, porque não O conhecem pessoalmente. Outras rejeitam até mesmo a ideia de Deus e Sua Palavra. Embora seus motivos variem, em muitos casos, elas fazem isso para escapar da culpa que sentem por sua maneira de viver. Afinal, se não há um poder superior a quem devamos responder, por que não fazer tudo que quisermos? Há até mesmo

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cristãos que evitam Deus quando Ele os chama a fazer algo que não querem fazer, algo contrário à sua natureza inerentemente egoísta e pecaminosa.

1. Por que não podemos fugir de Deus? Sl 139:1-12

“Salmo de Davi. Ao regente do coro. Ó SENHOR Deus, tu me examinas e me conheces. Sabes tudo o que eu faço e, de longe, conheces todos os meus pensamentos. Tu me vês quando estou trabalhando e quando estou descansando; tu sabes tudo o que eu faço. Antes mesmo que eu fale, tu já sabes o que vou dizer. Estás em volta de mim, por todos os lados, e me proteges com o teu poder. Eu não consigo entender como tu me conheces tão bem; o teu conhecimento é profundo demais para mim. Aonde posso ir a fim de escapar do teu Espírito? Para onde posso fugir da tua presença? Se eu subir ao céu, tu lá estás; se descer ao mundo dos mortos, lá estás também. Se eu voar para o Oriente ou for viver nos lugares mais distantes do Ocidente, ainda ali a tua mão me guia, ainda ali tu me ajudas. Eu poderia pedir que a escuridão me escondesse e que em volta de mim a luz virasse noite; mas isso não adiantaria nada porque para ti a escuridão não é escura, e a noite é tão clara como o dia. Tu não fazes diferença entre a luz e a escuridão.” (Salmos 139:1-12 NTLH).

Que sentimentos a verdade apresentada no Salmo 139 desperta em você? Considere assim: cremos que Deus não apenas vê tudo o que fazemos, mas conhece até mesmo nossos pensamentos. Mantemos essa compreensão, ou temos a tendência de questioná-la e apagá-la de nossa mente? Será que estamos tão acostumados com essa ideia, que simplesmente não damos muita atenção a ela? Independentemente das razões, haveria diferença em sua atitude se, em todos os momentos, você fosse sensível ao fato de que Deus conhece todos os seus pensamentos?

Segunda - Testemunha relutante

Ano Bíblico: 1Cr 17–20

Jonas 1 mostra que o Senhor desejou impedir a fuga do profeta. Por isso, Ele trouxe uma tempestade tão severa que ameaçou provocar um naufrágio. Os marinheiros invocaram seus deuses em busca de ajuda. Devido à força da tempestade, eles pensaram que alguém devia ter provocado a ira dos deuses. Tiraram a sorte para decidir quem seria a primeira pessoa que, dando informações sobre si mesma, pudesse explicar essa afronta. Para lançar a sorte, cada indivíduo trouxe uma pedra ou um pedaço de madeira identificado. Os objetos foram colocados num recipiente que foi agitado até que um deles foi sorteado. A sorte recaiu sobre Jonas, que confessou seus pecados e pediu que os marinheiros o atirassem no mar.

Essa história é notável porque os marinheiros não hebreus agiram positivamente, enquanto Jonas foi apresentado em uma visão negativa. Embora adorassem muitos deuses, os marinheiros mostraram grande respeito pelo Senhor a quem oraram. Eles também foram compassivos para com Jonas, o servo do Senhor, razão pela qual saíram de seu caminho para tentar remar de volta à terra. Finalmente, concordaram com a ideia de que Jonas devia ser jogado ao mar. Depois que fizeram isso, a tempestade parou e, em gratidão, os marinheiros ofereceram sacrifícios ao Senhor.

2. Como Jonas descreveu o Senhor a quem ele disse que temia? O que é significativo nessa descrição? Jn 1:9; Ap 14:7; Is

“Eu sou hebreu - respondeu Jonas - e adoro o SENHOR, o Deus do céu, que fez o mar e a terra.” (Jonas 1:9 NTLH).

“Ele disse com voz forte: - Temam a Deus e louvem a sua glória, pois já chegou a hora de Deus julgar a humanidade. Adorem aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas!” (Apocalipse 14:7 NTLH).

“O SENHOR Deus criou os céus e os estendeu; formou a terra e tudo o que nela existe e deu vida e fôlego a todos os seus moradores. E agora o SENHOR diz ao seu servo:” (Isaías 42:5 NTLH).

“e fez um juramento em nome de Deus, que vive para todo o sempre, que criou o céu, a terra, o mar e tudo o que existe neles. O juramento foi este: —Não vai demorar mais.” (Apocalipse 10:6 NTLH).

A confissão de fé em Deus como Criador do mar e da terra ressalta a futilidade das tentativas do profeta de escapar da Sua presença. A cessação imediata da tempestade depois que os homens jogaram Jonas no mar mostrou-lhes que o Senhor, como Criador, tinha o controle do mar. Devido a isso, os marinheiros adoraram o Senhor ainda mais. A Bíblia não diz quanto tempo durou o recém-descoberto temor e respeito pelo Criador. Não há dúvida, porém, de que eles aprenderam alguma coisa sobre Deus com essa experiência.

Mal podemos compreender muitas das maravilhas do mundo em torno de nós, muito menos tudo o que está além do alcance dos nossos sentidos e até mesmo da nossa imaginação. Como o Criador fala com você por meio do que Ele fez?

Terça - O salmo de Jonas

Ano Bíblico: 1Cr 21–24

Quando Jonas foi lançado ao mar, um grande peixe o engoliu por ordem de Deus. Jonas deve ter pensado que a morte realmente seria a única forma de escapar da missão de pregar em Nínive. Mas o grande peixe (não chamado de baleia no livro de Jonas) foi um instrumento de salvação para o profeta. Ao contrário de Jonas, essa criatura respondeu prontamente às ordens de Deus (Jn 1:17; 2:10).

“O SENHOR ordenou que um grande peixe engolisse Jonas. E ele ficou dentro do peixe três dias e três noites.” (Jonas 1:17 NTLH) .

“Então o SENHOR deu ordem ao peixe, e ele vomitou Jonas na praia.” (Jonas 2:10 NTLH).

A providência divina atuou de uma forma incrível e, por mais que algumas pessoas zombem da história, Jesus testemunhou de sua veracidade (Mt 12:40) e até mesmo a usou em referência à Sua própria morte e ressurreição.

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pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra. Mt 12:40.

3. Jonas 2 muitas vezes é chamado de salmo de Jonas. O que o profeta havia aprendido? Que princípios espirituais

podemos tirar desse capítulo? Jn 2

“Ali, de dentro do peixe, Jonas orou ao SENHOR, seu Deus, dizendo: “Ó SENHOR Deus, na minha aflição clamei por socorro, e tu me respondeste; do fundo do mundo dos mortos, gritei pedindo socorro, e tu ouviste a minha voz. Tu me atiraste no abismo, bem no fundo do mar. Ali as águas me cercavam por todos os lados, e todas as tuas poderosas ondas rolavam sobre mim. Pensei que havia sido jogado fora da tua presença e que não tornaria a ver o teu santo Templo. “As águas vieram sobre mim e me sufocaram; o mar me cobriu completamente, e as plantas marinhas se enrolaram na minha cabeça. Desci até a raiz das montanhas, desci à terra que tem o portão trancado para sempre. Tu, porém, me salvaste da morte, ó SENHOR, meu Deus! Quando senti que estava morrendo, eu lembrei de ti, ó SENHOR, e a minha oração chegou a ti, no teu santo Templo. “Aqueles que adoram ídolos, que são coisas sem valor, deixaram de ser fiéis a ti. Mas eu cantarei louvores, e te oferecerei sacrifícios, e cumprirei o que prometi. A salvação vem de Deus, o SENHOR!” Então o SENHOR deu ordem ao peixe, e ele vomitou Jonas na praia.” (Jonas 2:1-10 NTLH).

O salmo de Jonas celebra a divina libertação das perigosas profundezas do mar. É a única parte poética do livro. Nela

Jonas relembra sua oração em busca de ajuda enquanto estava afundando nas águas profundas e enfrentando a morte certa. Ao tomar plena consciência de sua salvação, ele agradeceu a Deus por isso. O hino indica que Jonas estava familiarizado com os salmos bíblicos de louvor e ação de graças.

O voto de Jonas provavelmente consistisse em um sacrifício de ação de graças. Ele estava agradecido porque, embora

merecesse morrer, Deus mostrou-lhe extraordinária misericórdia. Apesar de sua desobediência, Jonas ainda se considerava fiel a Deus porque não tinha sucumbido à adoração de ídolos. Apesar de suas muitas falhas de caráter, ele estava determinado a ser fiel à sua vocação.

Às vezes, é preciso que enfrentemos uma experiência terrível para abrir o coração ao Senhor, para perceber que Ele é a nossa única esperança e salvação. Pense em uma experiência que você teve e em que viu claramente a mão do Senhor atuando em sua vida. Por que é tão fácil esquecer a maneira pela qual o Senhor nos guia, quando surgem provações?

Quarta - Missão vitoriosa

Ano Bíblico: 1Cr 25–27

Depois de um livramento tão miraculoso, quando Deus o mandou pela segunda vez a pregar em Nínive, Jonas obedeceu imediatamente. Em sua pregação (Jn 3:1-4), Jonas usou uma linguagem que lembrava a destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19). Mas, no original hebraico, a palavra para “subverter” ou “destruir” (Gn 19:21, 29; Jn 3:4), usada na pregação de Jonas, também pode ter o significado de “mudar a direção” ou “transformar” (Êx 7:17, 20; 1Sm 10:6). A pregação da mensagem divina não foi em vão.

“Pela segunda vez, o SENHOR Deus disse a Jonas: —Apronte-se, vá à grande cidade de Nínive e anuncie ao povo de lá a mensagem que eu vou dar a você. Jonas se aprontou e foi a Nínive, como o SENHOR Deus havia ordenado. Nínive era tão grande, que uma pessoa levava três dias para atravessá-la a pé. Jonas entrou na cidade, andou um dia inteiro e então começou a anunciar: —Dentro de quarenta dias, Nínive será destruída!” (Jonas 3:1-4 NTLH).

E disse-lhe: Eis aqui, tenho-te aceitado também neste negócio, para não derribar esta cidade de que falaste. Gn 19:21.

Assim diz o SENHOR: Nisto saberás que eu sou o SENHOR: Eis que eu com esta vara, que tenho em minha mão, ferirei

as águas que estão no rio, e tornar-se-ão em

levantou a vara e feriu as águas que estavam no rio, diante dos olhos de Faraó e diante dos olhos de seus servos; e todas as águas do rio se tornaram em sangue. Êx 7:17, 20.

E Moisés e Arão fizeram assim como o SENHOR tinha mandado; e

E o Espírito do SENHOR se apoderará de ti, e profetizarás com eles e te mudarás em outro homem. 1Sm 10:6.

A maior conquista da carreira profética de Jonas foi o arrependimento da cidade de Nínive. Depois dos marinheiros, os

ninivitas foram o segundo grupo de não hebreus do livro de Jonas a se voltar para Deus, e tudo por causa da interação com o imperfeito mensageiro do Senhor. Os resultados foram surpreendentes! Para se humilhar diante de Deus, o povo de Nínive vestiu roupas de panos de saco, colocou cinzas sobre a cabeça e jejuou. Todos esses foram sinais exteriores de tristeza e arrependimento.

4. Leia Mateus 12:39-41 e 2 Crônicas 36:15-17. O que esses versos nos ensinam sobre a importância do arrependimento?

“Jesus respondeu: —Como as pessoas de hoje são más e sem fé! Vocês estão me pedindo que faça um milagre, mas o milagre do profeta Jonas é o único sinal que lhes será dado. Porque assim como Jonas ficou três dias e três noites dentro de um grande peixe, assim também o Filho do Homem ficará três dias e três noites no fundo da terra. No Dia do Juízo o povo de Nínive vai se levantar e acusar vocês, pois eles se arrependeram dos seus pecados quando ouviram a pregação de Jonas. E eu afirmo que o que está aqui é mais importante do que Jonas.” (Mateus 12:39-41 NTLH).

“O SENHOR, o Deus dos seus antepassados, continuou a avisá-los por meio dos seus profetas porque tinha pena do seu povo e do Templo, a sua casa. Mas eles riram desses mensageiros de Deus, rejeitaram as suas mensagens e zombaram deles. Finalmente, Deus ficou tão irado com o seu povo, que não houve mais remédio. Então Deus fez com que o rei da Babilônia marchasse com o seu exército contra eles. Ele matou os moços à espada, até mesmo no Templo, e não teve dó de ninguém, nem dos moços nem das moças, nem dos adultos nem dos velhinhos. Deus entregou todos nas mãos do rei da Babilônia.” (2 Crônicas 36:15-17 NTLH).

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A imagem de um poderoso monarca assírio se humilhando em cinzas diante de Deus é uma forte censura a muitos dos

orgulhosos governantes e do povo de Israel, pelo menos os que rejeitaram persistentemente o chamado profético ao

arrependimento. Por causa da ênfase do livro de Jonas na graça e no perdão de Deus, o povo judeu o lia todos os anos,

no ponto culminante do Dia da Expiação, que celebrava o perdão de Deus para seus pecados.

“Nosso Deus é um Deus de compaixão. Ele trata os transgressores da Sua lei com longanimidade e terna misericórdia. E ainda, em nossos dias, quando homens e mulheres têm tantas oportunidades de se familiarizar com a lei divina, revelada nas Sagradas Escrituras, o grande Governador do Universo não pode olhar com satisfação para as ímpias cidades, onde reina a violência e o crime. Se as pessoas dessas cidades se arrependessem, como fizeram os habitantes de Nínive, muito mais mensagens como a de Jonas seriam anunciadas” (Ellen G. White, The Advent Review e Sabbath Herald [A Revista do Advento e o Arauto do Sábado], 18 de outubro de 1906).

Leia Jonas 3:5-10. O que esses versos revelam sobre a natureza do verdadeiro arrependimento? Como podemos aplicar esses mesmos princípios à nossa vida?

“Então os moradores de Nínive creram em Deus e resolveram que cada um devia jejuar. E todos, desde os mais importantes até os mais humildes, vestiram roupa feita de pano grosseiro a fim de mostrar que estavam arrependidos. Quando o rei de Nínive soube disso, levantou-se do trono, tirou o manto, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro e sentou-se sobre cinzas. Mandou também anunciar ao povo da cidade o seguinte: “Esta é uma ordem do rei e dos seus ministros. Ninguém pode comer nada. Todas as pessoas e também os animais, o gado e as ovelhas estão proibidos de comer e beber. Que todas as pessoas e animais vistam roupas feitas de pano grosseiro! Que cada pessoa ore a Deus com fervor e abandone os seus maus caminhos e as suas maldades! Talvez assim Deus mude de idéia. Talvez o seu furor passe, e assim não morreremos!” Deus viu o que eles fizeram e como abandonaram os seus maus caminhos. Então mudou de idéia e não castigou a cidade como tinha dito que faria.” (Jonas 3:5-10 NTLH).

Quinta - Perdoado, mas incapaz de perdoar

Ano Bíblico: 1Cr 28, 29

5. Leia Jonas 4. Que lições importantes o profeta precisava aprender? Como sua hipocrisia foi revelada?

1 Por causa disso, Jonas ficou com raiva e muito aborrecido. 2 Então orou assim: Ó SENHOR Deus, eu não disse, antes de deixar a minha terra, que era isso mesmo que ias fazer? Foi por isso que fiz tudo para fugir para a Espanha! Eu sabia que és Deus que tem compaixão e misericórdia. Sabia que és sempre paciente e bondoso e que estás sempre pronto a mudar de idéia e não castigar. 3 Agora, ó SENHOR, acaba com a minha vida porque para mim é melhor morrer do que viver. 4 O SENHOR respondeu: Jonas, você acha que tem razão para ficar com tanta raiva assim? 5 Aí Jonas saiu de Nínive, foi para o lado onde o sol nasce e sentou-se. Depois, construiu um abrigo e sentou-se na sombra, esperando para ver o que ia acontecer com a cidade. 6 Então o SENHOR Deus fez crescer uma planta por cima de Jonas, para lhe dar um pouco de sombra, de modo que ele se sentisse mais confortável. E Jonas ficou muito satisfeito com a planta. 7 Mas no dia seguinte, quando o sol ia nascer, por ordem de Deus um bicho atacou a planta, e ela secou. 8 Depois que o sol nasceu, Deus mandou um vento quente vindo do leste. E Jonas quase desmaiou por causa do calor do sol, que queimava a sua cabeça. Então quis morrer e disse: Para mim é melhor morrer do que viver! 9 Mas Deus perguntou: Jonas, você acha que está certo ficar com raiva por causa dessa planta? Jonas respondeu: É claro que tenho razão para estar com raiva e, com tanta raiva, que até quero morrer! 10 Então o SENHOR Deus disse: Essa planta cresceu numa noite e na noite seguinte desapareceu. Você nada fez por ela, nem a fez crescer, mas mesmo assim tem pena dela! 11 Então eu, com muito mais razão, devo ter pena da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil crianças inocentes e também muitos animais! (Jonas 4:1-11 NTLH).

Jonas 4 revela algumas coisas surpreendentes sobre o profeta. Ele parecia preferir morrer em lugar de testemunhar sobre

a graça e o perdão de Deus. Embora tivesse se alegrado em seu livramento da morte (Jn 2:7-9), visto que Nínive vivia, ele preferia morrer (Jn 4:2, 3).

Quando desfalecia em mim a minha alma, eu me lembrei do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no templo da tua santidade. Os que observam as vaidades vãs deixam a sua própria misericórdia. Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei; do SENHOR vem a salvação. Jn 2:7-9.

Em contraste com Jonas, Deus é retratado na Bíblia como Alguém que não tem “prazer na morte do perverso” (Ez 33:11). Jonas e muitos de seus compatriotas se alegraram nas misericórdias especiais de Deus para com Israel, mas queriam Sua ira sobre seus inimigos. Essa dureza de coração é repreendida severamente pela mensagem do livro de Jonas.

Que lições podemos aprender com os erros de Jonas? Como o preconceito compromete nosso testemunho cristão? Dizem, com razão, que o livro de Jonas é um manual sobre a maneira de não ser um profeta. Jonas era um profeta de espírito rebelde e prioridades equivocadas. Ele não podia controlar seu desejo de vingança. Era mesquinho e mal- humorado. Em vez de se alegrar na graça que Deus mostrou também aos ninivitas, Jonas permitiu que seu orgulho egoísta e pecaminoso o tornasse ressentido.

Em suas últimas palavras, Jonas pediu a morte (Jn 4:8, 9), enquanto as últimas palavras de Deus foram uma confirmação

de

Sua graça imensurável, uma afirmação da vida.

O

livro de Jonas é deixado em aberto. Seus versos finais confrontam os leitores com uma questão importante que

permanece sem resposta: Será que a mudança miraculosa no coração dos ninivitas resultou em mudança radical no coração de Jonas?

Há muita coisa na história de Jonas que é difícil de entender, especialmente sobre o próprio Jonas. Talvez, porém, a lição mais clara é a de que a graça e o perdão divinos vão muito além dos nossos. Como podemos aprender a ser mais

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bondosos e perdoadores com os que não merecem, como Deus foi com Jonas e com os ninivitas?

Sexta - Estudo adicional

Ano Bíblico: 2Cr 1–4

Sempre que estão em necessidade, os filhos de Deus têm o precioso privilégio de apelar a Ele em busca de ajuda. Não importa quão inadequado seja o lugar, o ouvido misericordioso de Deus está aberto ao seu clamor. Por mais desolado e escuro que seja o local, ele pode ser transformado em um verdadeiro templo pelo filho de Deus que ora” (Ellen G. White, Seventh Day Adventist Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 4, p. 1003).

“Confuso, humilhado e incapaz de compreender o propósito de Deus em poupar Nínive, ainda assim Jonas havia cumprido a comissão a ele concedida de advertir a grande cidade e, embora o acontecimento predito não se tivesse realizado, a mensagem de advertência era de Deus e ela cumpriu o propósito que Ele lhe havia designado. A glória de Sua graça foi revelada entre os pagãos” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 272, 273).

Como as citações acima nos ajudam a entender com mais clareza as mensagens do livro de Jonas?

Perguntas para reflexão

1. O livro de Jonas ensina que Deus tem pleno controle da natureza. Imagine que um de seus amigos perca um membro

da família por causa de um desastre natural. Como você explicaria a ele que Deus ainda está no comando, apesar dos desastres que assolam partes do mundo e destroem muitas vidas?

2. Leia o último versículo do livro de Jonas. O que ele nos ensina sobre nossa responsabilidade pela missão de evangelizar todos os cantos da Terra?

3. Na parábola do servo incompassivo (Mt 18:21-35), Jesus comparou Deus a um rei irado que revogou seu perdão e lançou

na prisão o servo que anteriormente havia sido perdoado. Deus revoga Seu perdão? Alguns cristãos argumentam que Ele não faz isso. Qual é a nossa posição sobre esse assunto?

“Então Pedro chegou perto de Jesus e perguntou: —Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes? —Não! —respondeu Jesus. —Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta e sete vezes. Porque o Reino do Céu é como um rei que resolveu fazer um acerto de contas com os seus empregados. Logo no começo trouxeram um que lhe devia milhões de moedas de prata. Mas o empregado não tinha dinheiro para pagar. Então, para pagar a dívida, o seu patrão, o rei, ordenou que fossem vendidos como escravos o empregado, a sua esposa e os seus filhos e que fosse vendido também tudo o que ele possuía. Mas o empregado se ajoelhou diante do patrão e pediu:

“Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo ao senhor.” —O patrão teve pena dele, perdoou a dívida e deixou que ele fosse embora. O empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo pescoço e começou a sacudi-lo, dizendo: “Pague o que me deve!” —Então o seu companheiro se ajoelhou e pediu: “Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei tudo.” —Mas ele não concordou. Pelo contrário, mandou pôr o outro na cadeia até que pagasse a dívida. Quando os outros empregados viram o que havia acontecido, ficaram revoltados e foram contar tudo ao patrão. Aí o patrão chamou aquele empregado e disse:

“Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você.” —O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia a fim de ser castigado até que pagasse toda a dívida. E Jesus terminou, dizendo: —É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão.” (Mateus 18:21-35 NTLH).

4. Para muitas pessoas mergulhadas no secularismo, a ideia de um homem sendo engolido vivo e permanecendo dentro

de um “grande peixe” não é algo para ser levado a sério. Como vimos anteriormente, no entanto, Jesus testemunhou claramente sobre a veracidade da história. Como a história de Jonas nos ajuda a perceber que uma visão antissobrenaturalista da realidade é realmente estreita e limitadora?

Respostas sugestivas: 1. Deus sabe tudo sobre minha vida e está em todos os lugares. Ele tem todo o poder. 2. Deus do Céu, criador do mar e da terra; Jonas declarou que o Senhor é o único Deus verdadeiro, pela capacidade de criar. 3. Deus responde à nossa oração; Deus permite que as ondas nos envolvam para que mudemos de atitude; Ele nos perdoa e nos dá uma nova oportunidade de servir; Deus salvou o profeta das profundezas do mar; é inútil confiar em ídolos. 4. O milagre mais importante é o arrependimento. Por isso, muitos ninivitas serão salvos, ao contrário de muitos israelitas. O povo de Deus foi levado em cativeiro porque não se arrependeu de seus pecados. 5. Embora Deus alerte a respeito das consequências do pecado, Ele deseja ajudar a todos; Deus ama os pecadores, mas odeia o pecado; o perdão divino alcança todas as etnias; Jonas reconheceu que precisava do perdão, mas não queria que os pagãos fossem perdoados. Jonas foi hipócrita porque teve compaixão de uma planta, mas não teve misericórdia dos habitantes de Nínive.

Auxiliar – Resumo

Texto-chave: Jonas 2:9

Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei; do SENHOR vem a salvação. Jn. 2:9.

O aluno deverá

Conhecer: A compaixão de Deus como força motivadora para abordagem de pessoas que diferem dele em crença e estilo de vida.

Sentir: Que a verdadeira obediência deve ser uma submissão voluntária a Deus, que brota de um coração grato por conhecer o caráter do Senhor.

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Fazer: Desejar cultivar, graças ao desejo de Deus de salvar a todos, uma atitude calorosa e amorosa para com os que precisam da sua ajuda.

Esboço

I. Conhecer: A salvação vem do Senhor

A. Observe que, na história de Jonas, Deus salva diferentes pessoas: profeta, marinheiros, ninivitas. O que isso diz sobre

a vontade de Deus de salvar toda a humanidade?

B.

Como Deus exerce compaixão sobre as pessoas ao lidar com seus pecados?

II.

Sentir: Perdoado e perdoando

A.

Por que Jonas foi tão implacável, embora tivesse experimentado o perdão de Deus?

B.

Como você pode evitar o sentimento de forte preconceito para com seu público, enquanto prega, ensina ou

compartilha Cristo?

C. Qual foi a atitude de Jonas, quando finalmente foi a Nínive, e o que isso revela sobre sua obediência a Deus?

III. Fazer: A compaixão de Deus

A. Como você pode cultivar o calor da compaixão divina, evitando a frieza de Jonas, ao se aproximar de pessoas

diferentes de você?

B. Como você pode ajudar os outros a desenvolver atitudes adequadas em situações transculturais e em sociedades nas

quais existem racismo?

C. Que diferença faria em nossas igrejas, lares e vizinhança se cada membro da igreja mostrasse verdadeira compaixão?

Resumo: Deus salvou marinheiros, ninivitas e também o Seu profeta desobediente. Sua compaixão é aberta a todos, alcança até mesmo os piores pecadores, transcende fronteiras, e vai além dos nossos limites e entendimento humanos.

Ciclo do Aprendizado

Motivação

Focalizando a Palavra: Jonas 4

Conceito-chave para o crescimento espiritual: Não há um grupo especial ou povo “escolhido” exclusivamente designado para receber a graça de Deus. Sendo assim, o perdão de Deus está disponível a todos.

Só para o professor: Tire algum tempo com sua classe para refletir sobre o que torna o perdão difícil ou fácil.

Pesquisa realizada na Universidade de Miami mostrou que as pessoas são mais propensas a perdoar quando os relacionamentos são caracterizados por duas qualidades: (a) proximidade e compromisso com o relacionamento e (b) alto grau de arrependimento e reparações feitas pelo culpado após o erro.

http://www.psy.miami.edu/faculty/mmccullough/papers/forgiveness_feeling_connected_pspb.pdf, p. 12.

Mas o que dizer de situações, como a que Jonas enfrentou, nas quais a demonstração do amor e perdão de Deus exige que olhemos para além das ações ofensivas do passado, cometidas por um grupo de pessoas com quem não temos nenhum relacionamento pessoal? Além disso, em muitas dessas situações não há manifestação pública de arrependimento, por iniciativa humana, com relação às ações passadas! Você já esteve em uma situação na qual o pensamento do perdão era tão insuportável que você sentiu ser melhor, usando as palavras de Jonas, “morrer do que viver”? (Jn 4:3).

Comente com a classe: O que torna o perdão fácil, e o que o torna difícil? Por que às vezes parece que o perdão é um erro da justiça? Jonas achou que realmente as pessoas más “ficavam impunes”? Por que isso não é verdade?

Compreensão

Só para o professor: Peça que os alunos partilhem seus sentimentos com relação aos que não fazem parte da nossa igreja. O que precisa melhorar em nossa maneira de lidar com eles?

Comentário Bíblico

Perdoando o imperdoável (Recapitule com a classe Jonas 4:1-3.)

Jonas, filho da sofredora nação israelita, foi enviado a um território hostil para ajudar uma nação a evitar um juízo que, em seu pensamento, ela merecia. Implícita na ira de Jonas estava sua falta de vontade para ver os ninivitas como dignos de perdão. Nínive era uma cidade muito voltada para a guerra e parte importante do Império Assírio, que tinha o maior exército já visto no Oriente Médio ou do Mediterrâneo (http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/History/Assyrians.html). Provavelmente os ninivitas tivessem cometido tantas atrocidades que mereciam o juízo e, talvez, Jonas quisesse que eles recebessem a retribuição justa.

Diante da relutância de Jonas em ver o “inimigo” se arrepender, podemos perguntar: Onde está o amor, a terna preocupação e bondade no livro de Jonas? A palavra hebraica traduzida como “benignidade”, chesed, é central na ética judaica e é repetida em toda a Bíblia. Alguns estudiosos judeus modernos afirmam que toda a Torá começa e termina com chesed (http://en.wikipedia.org/wiki/Chesed).

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Como a lição de segunda-feira indica, vemos muito mais bondade e respeito por Deus nas ações dos marinheiros pagãos do que em Jonas. Vemos também abertura e arrependimento no coração dos ninivitas. Vemos preocupação na voz de Deus. Mas, e quanto a Jonas? Ele lutava com a ira. Ficou transtornado porque o povo de Nínive se arrependeu e porque Deus concedeu misericórdia a eles, como o profeta sabia que aconteceria, uma vez que o Senhor é “clemente, e misericordioso, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e que [Se arrepende] do mal” (Jn 4:2).

A história de Jonas fala dos caminhos miraculosos de Deus e Sua capacidade de Se envolver em atos sobrenaturais. Ela

ensina jovens e idosos a estar abertos ao milagre e a esperar mais do que nossos olhos e leis humanas da ciência dizem que é possível. Em níveis mais complexos, a história ensina uma das mais profundas lições espirituais que devemos aprender: nenhuma pessoa está além da cura efetuada pela misericórdia e graça de Deus. Porém, Jonas, pecador salvo pela graça divina, ficou extremamente infeliz porque o povo de Nínive também recebeu essa graça. Essa história mostra

o ensino revolucionário de que a graça de Deus é para todos e desafia as noções e atitudes fanáticas, muitas vezes mantidas por “crentes” para com os “descrentes”.

A história de Jonas esclarece uma das verdades mais centrais e, ao mesmo tempo, mais difíceis de aceitar, na mensagem

do evangelho: O perdão e redenção são para todos que abrem o coração a Deus. Origem étnica, crença e nacionalidade jamais serão fatores na equação divina. O amor de Deus e a comunhão em Sua família são universais. E o mais importante, as ações do passado (mesmo que tenham sido terríveis, injustas e lamentáveis) nunca serão intransponíveis para o coração arrependido. Não há obstáculo que um coração arrependido não possa cruzar. Não há passado que Deus não possa perdoar.

Pense nisto: Diante dessa boa notícia, por que nós, como Jonas, temos tanta dificuldade em perdoar? Em vez de julgar Jonas com severidade, incentive a classe a olhar para ele com simpatia. O profeta deu uma resposta muito humana ao Seu chamado. O que o perdão divino para os inimigos de Israel diz sobre Deus e sobre a maneira pela qual devemos perdoar os que nos ferem ou prejudicam?

Aplicação

Só para o professor: Todos nós temos algo para perdoar e alguma coisa da qual precisamos ser perdoados. Ore a Deus, seu conselheiro e melhor amigo, falando com Ele sobre o que você está sofrendo. Os que ainda enfrentam sofrimentos duradouros, recentes ou difíceis, talvez ainda estejam aprendendo a lidar com sua dor. Outros podem ter encontrado um modo de esquecer o assunto. Alguns podem estar experimentando o perdão em seu íntimo. A oração será um auxílio vital, não importa em que ponto da jornada estejamos. A atividade a seguir é planejada para ajudar você a entrar em uma conversa com Deus sobre o perdão.

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