La finalidad de e s t e trabajoees señalar cusles han sido l a s interpretaciones más corrientes en l a sociología latinoamerica

\

na r e f e r i d a s a l comportamiento p o l í t i c o de l o s grupos obreros industriales. En consecuencia, e l foco de i n t e r é s de é s t e e s t á puesto Este Ú l t imo abarc a r i a exclusivament& a l a s en e l llamado Itmovimiento laboral" y no estrictamente en e l "rnovimient o sindicalI1. organizaciones sindicales y , por ende, podría c o n s t i t u i r un punto

de i n t e r é s determinar s i están o no politizadas y en qué medida l o
. L

están,

En cambio, l o s movimientos laborales son por definición
1

más amplios, en cuanto a r t i c u l a n l a s organizaciones y acciones de l a fuerza laboral en
wi

&bito,mayor.

Los movimientos sindicales

quedarían a s í incluídos, en c i e r t o sentido, en e l estudio d e l movimiento laboral, l o que ha permitido replantear, dentro de ese 'contexto, e l problema de su politizaci6n. C o m o han señalado algunos, no e x i s t e un significado unívoco del término politizaci6n, pudiendo observarse que Nalgwios s e r e f i e r e n con dicho término a l o s medios (huelgas, voto, violencia) empleados por l o s sindicatos en e l logro de sus f i n e s ; otros a l o s f i n e s mismos que orientan l a acción sind i c a l (por e j : cambios en l a situaci6n de trabajo versus cambios en -.la posición de l a fuerza de trabajo en e l contexto p o l í t i c o ) ; f i nalmente, otros autores s e r e f i e r e n a l a s agencias hacia l a s cuales
S dirigen

l a s reivindicaciones (empresario, poder l e g i s l a t i v o o C o m o en l o s estudios sobre comportamiento

ejecutivo) (18.p.166).

p o l í t i c o de l o s obreros industsiales s e hace continuas referencias a l grado de Hpolitizaci6nw d e l movimiento sindical, s e r á preciso tener presente e s t a s d i s t i n t a s significaciones para e s t a b l e r cuál

es l a que corresponde en cada caso.

Las interpretaciones sobre e l movimiento laboral ." tienen su origen en ensayos sobre e l tema y, en-algunos casos, en investigaciones concretas a l respecto. en e l texto Nos ha parecido que no era conveniente i n t e n t a r una r e ~ i s i ó nexhaustiva ,de l a bibliografía y trasponerla

- más

bien, hemos considerado importante incorporar

l o s estudios y trabajos que parecierog más representativos de un t i p o de ixterpretación, en l a medida en que l a s hipótesis en e l l o s contenidas han sido compartidas por un grupo s i g n i f i c a t i v o de autor e s y estudiosos. La exposición de l a s d i s t i n t a s interpretaciones ha sido agrupada en t r e s grandes rubros. En e l primero de e l l o s s e ha hecho referencia a l a s h i p ó t e s i s sobre e l comportamiento p o l í t i c o cuyo tema c e n t r a l s e h a l l a constituido por e l problema de l a incorporación de l o s obreros a l proceso de desarrollo, identificado en l a mayorfa de l o s casos c.on e l fenómeno de l a industrializaci6n. C o m o s e verá en l a exposici&n, l o s estqdios tienden a subswnir l a realidad latinoamericana en e l a m p l i o concepto de "países subdesar r o l l a d o s ~y e l tema dominante ser6 siempre e l fenómeno de transición de l a sociedad tradicional a l a sociedad moderna. Los tópicos recurrentes en cuanto a comport&iento p o l í t i c o obrero son aquellos de l a significacibn d e l nacionalismo; l a dependencia f r e n t e a l Estado; l o s requisitos de incorporación d'e l a s nuevas normas que implica l a sociedad moderna; e t c . Conviene también
. .

subrayar que l a s hipótesis principales fueron', a mentido, generadas por iñvestigadores de origen ~stadounidensey en algunos casos europeo, cosa que en parlte explica l a continua referencia a l a s desehe janzas observadas respecto a l a experiencia norteamericana o europea; no obstante, en algunos. estudios comienza a observárse que

l a particulari¿!ad cia.

de l o latinoamericano adquiere l a debida importan-

En un segundo rubro hemos agrupado aquellos estudios que, pese a r e f e r i r s e a tenias s i m i l a r e s a l o s a n t e r i o r e s en r e l a c i ó n a l comportamiento p o l í t i c o obrero ( t a l como e l nacionalismo y l o s o t r o s temas apuntados), pretenden, no obstante, subrayar l a part i c u l a r i d a d de l a s i t u a c i ó n latinoamericana. l o que explica e l é n f a s i s mencionado. En e s t e caso, e l n h e r o de investigacioiies latinoamericanas e s ya más considerable, Aunque no l o señalemos textualmente, pareciera e x i s t i r conciencia que e l proceso de indust r i a l i z a c i 6 n no contribuye, t a l como antes s e esperaba, a c o n s t i t u i r por S$ s o l o un mundo homogéneo, sino que l a propia i n d u s t r i a l i z a ci6n adquiere rasgos específicos en ~ r n é r i c aLatina.
Su modalidad

de implant'ación obedece a fo-mas peculiares d e l d e s a r r o l l o capital i s t a latinoamericano y, por t a n t o , l o s obreros, con sus comportamientos p o l í t i c o s , serkvl también un producto de esa realidad específica.
'

Por o t r a p a r t e , investigaciones más d e t a l l a d a s pusieron

de r e l i e v e l a heterogeneidad en l o s t i p o s de i n d u s t r i a s e x i s t e n t e s

y, por consiguiente, diferenciaciones importantes en e l i n t e r i o r
de l o s propios grupos obreros. Las d i f e r e n c i a s , desde entonces, ya no fueron t a n genéricas y s e tiende a i n t r o d u c i r d i s t i n c i o n e s en conceptos t a n amplios como l o s de w i n d u s t r i a l i z a c i 6 n u u "obrero

En e s t e acápite hemos dado p a r t i c u l a r relevancia a l tema d e l populismo, especialmente en cuanto s e r e f i e r e a l o s a n á l i s i s

s i n o como una nueva forma de p l a n t e a r e l c o n f l i c t o con l a sociedad y con e l sistema vigente. Al incorporarse a l a sociedad moderna. en algún modo. Conviene no obstante. s e svconformarfanPt 1 sistema p o l í t i c o y s o c i a l vigente.. & l a s nuevas condiciones por l a s que a t r a v i e s a l a sociedad latinoamericana plantean l a urgencia de encontrar nuevas formas de r e s p u e s t a p o l í t i c a . señalaban una p o s i b l e atenuación de l o s c o n f l i c t o s s o c i a l e s . aquellos que surgen con p o s t e r i o r i d a d a l o s momentos d e l desarrol l i s m o y d e l populismo. por e l c o n t r a r i o . A u n cuando e s t e t i p o de e s t u d i o s no sean a& muy numero- sos. e s d e c i r . cómo i a renovación d e l -comportamiento p o l f t i c o obrero surge desde l o s s e c t o r e s más modernos y no cano una tendencia simple a l a adaptación o acept a c i h . Los e s t u d i o s a que hacemos r e f e r e n c i a en e s t a p a r t e señalan.r e a l i z a d o s sobre e l peronismo y e l varguismo. . nos ha parecido i n t e r e s a n t e d e s t a c a r l o s por cuanto indican una p r e o c u p a c i h por l o que podríamos llamar t t l o esperableqt en e l comportamiento p o l í t i c o obrero. por c o n s i d e r a r que en e s t a materia ha s i d o donde s e hcan producido gran p a r t e de l a s po16micas. U n hecho conviene r e s a l t a r : l a s primeras i n t e r p r e t a c i o n e s acerca d e l comportamiento predecible de l o s grupos obreros que s e incorporan a formas más modernas de comportamiento i n d u s t r i a l . s e suponía que l o s obreros con e l a c e p t a r í a n s u s normas y . h i p ó t e s i s e investigaciones m a s s i g n i f i c a t i v a s . Por 6 l t i m o s e ha hecho r e f e r e n c i a a l o s e s t u d i o s sobre l o s nuevos t i p o s de compo~tamiento obrero. dado c p .

pero. preocupaci6n c o m h a todos e l l o s es l a de buscar en l o s cacos estudiados l o s i n d i c i o s de una transque puede t e n e r lugar futuro.destacar que l o s e-studios considerados no constituyen ibna prueba fehaciente de l o dicho. .

s e incorporaban a un proceso de iniustrializaciÓn que. A e s t a preo- cupación no escapaban l o s estudios y trabajos referidos a l o s La forma en que se expresan 10s temas t i e n e como punto de partida e l supuesto de que l o s paises subdesarrollados (o en v í a de d e s a r r o l l o ) .xás en boga en l a s o c i o l o g ~ alatinoamericana estaba constituída por e l problema del desarrollo. Comportamiento p o l í t i c o obrero y e l problema del desarrollo. Esas experiencias. aunque s e aceptaba que tuviesen particularidades que no l a s hacían perfectamente intercambiables. . un mundo cuya realidad e r a l a "sociedad industrialt1. Esta similitud de l o s "paises sub desarrollad os^ servía para marcas l a s diferencias con l o s f enhenos similares que h a b h n tenido lugar en l o s paises desarrollados. A f i n e s de l a decada d e l 40 y durante l a d e l 5 0 . A decir verdad. l o que s e postulaba deberse precisamente a l a condición de subdesarrollo. l o s que a f i n a l e s de l a Segunda Guerra Mundial atravezaban por una r j p i d a f a s e de descoionizaciÓn y pretendian c o n s t i t u i r una vida independiente como nación. no estando aún de moda e l concepto de "tercer mundott. l o s trabajos concretos de investigaci6n eran relativamente pocos.1 . en 6itimo término. de modo que l a reflexión s e hacía l a s más de l a s veces a p a r t i r de experiencias obtenidas en otros contextos. principalmente países a s i á t i c o s y africanos. En o t r a s palabras. implicaba una **totaiizaci6ni n d u s t r i a l w . presentaban no obstante. algunos puntos en común.El Análisis del. grupos obreros de l a región. una de I j s 'prexupacjoncs .

corno o r i e n t a c i ó n p o l i t i c a p r i n c i p a l de v a s t a s capas de l a sociedad. Dunlop y o t r o s " E l I n d u s t r i a l i s m o y e l Hambre I n d u s t r i a l w (20). * A e l l o se s~maba una o r i e n t a c i 6 n h a c i a e l tlprogresomy un rechazo a l a preponderancia o presencia desmedida de l o e x t r a n j e r o . ~ r o v e n f a de investigadores estadounidenses preocupados por e s t e nuevo fenómeno mundial. empezaron a d i f u n d i r s e por América Latina dando origen a l a s primeras r e f l e x i o n e s s c b r e e s t a s materias. s i n o también a l o que s e denominaba de modo m 5 9 genérico e l "modo de v i d a i n d u s t r i a l 1 ' . Estos 6ltimos dos rasgos en p a r t i c u l a r . cuyos temas tuvieron amplia repercución en ~ m é r i c aLatina. En l o s p a í s e s c o l o n i a l e s l a s n o t a s fundamentales eran. e l anticolonialismo como sentimiento. a l a vez que un esfuerzo decidido p a r a e l l o g r o de La independencia. que i n c l u í a también a l o s grupos obreros. e l l i b r o de Kerr. f u e e l d e l nacionalismo. s e pensaba que estaban también muy p r e s e n t e s en e l contexto p o l í t i c o latinoamericano. . Las r e f l e x i o n e s sobre e l proceso p o l i t i c o y s u i n c i d e n c i a en e l proceso de i n d u s t r i a l i z a c i ó n . e n t r e v a r i o s o t r o s . Puede s e r v i r como ejemplo. como e s obvio. Los e s t u d i o s y ensayos por e l l o s r e a l i z a d o s . c o n s t i t u í a n p a r t e de muchos de l o s e s t u d i o s . haciendose de i g u a l modo r e f e r e n c i a a l comportamiento p o l i t i c o de l o s sect o r e s obreros. E l hecho m& destacado.La mayor p a r t e de l a l i t e r a t u r a sociolÓgica. puesto que no s o l o c o n s t i t u í a preocupación e l problema de l a incorporaci6n a l a i n d u s t r i a . en donde e l m a t e r i a l de a n á l i s i s y r e f l e x i ó n e s t á c o n s t i t u i d o principalmente por l a experiencia de p a i s e s asiAticos y a f r i c a n o s pero. en l o que a comportamiento po- l í t i c o s e r e f i e r e .

Los. estudiosos pon<=mde r e l i e v e que e l nacionalismo s e c o n s t i t u í a en l o s países subdesarrolladoc en l a v í a hacia e l desarrollo, advirtiéndose una estrecha acociaci6n entre l a "orientación nacionalistag' y l a "'ideologia de l a industrializaci6nqt. Con
i ; c n

desarrollo de l a industria nacional s e pretendia Por o t r a par'te, e l

afianzar l a s bases de l a independencia, obtener 'el' ansiado progreso y,' limitar l a presencia de l o extr,anjero. nacionalismo, a l difundir l a ideologia d e l progreso y l a necesi-

a establecer, a l nivel de l a sociedad dad del mismo, c o n t r i b ~ f a
global, un conjunto de normas que eran adecuadas para e l des a r r o l l o e impiantaci6n de l a industria; puesto que s e sostenia que l a industrializaci6n requiere no sólo actitudes y comportamientos que tienen lugar en e l ámbito de trabajo, sino que también orientan a l conjunto de l a s relaciones sociales.
E l conocimiento d e l proceso europeo, en donde a p a r t i r

de l o s estudios de M a x Weber s e había seiíalado l a importancia que tuvo e l desarrollo de nuevas pautas de conducta en e l afianzamiento del modo de vida i n d u s t r i a l , encontraba una r é p l i c a en e l nacionalismo de l o s países subdesarrollados.
No obstante, s e señalaba, e l nacionalismo acarreó como

consecuencia que e l Estado adquiriera en l o s paises subdesarrollados una fwición preponderante, puesto que a 61 correspondía l a t a r e a de l l e v a r a cabo e l programa de industrialización propuesto.
A e s t o no escapaba l a orientación p o l i t i c a del movimiento obrero,

quién mostraba una f u e r t e orientación a l i g a r su suerte y su futuro a l a acción del Estado.

Sintetizando algo de l o señalado, l o s estudios enfatizaban dos aspectos princi2ales en l a orientación p o l í t i c a de l o s

obreros: a l Estado.

su adhesión a l nacionalismo y su dependencia respecto Estos hechos contribuyeron s . explicar e l t i p o de Se coastataba, por ejemplo, que en
L a protesta i n i c i a l era debida

comportcvniento que s e hacia manifiesto e incluso e l t i p o de conf l i c t o que tendían a asumir. s i n embargo, m&

l o s i n i c i o s s e hacío presente una f u e r t e protesta obrera y que, t~rde declinaba. a l desajuste prodi?.cido p o r e l quiebre de l a sociedad tradicional; pero, no en todos l o s casos e l conflicto era una expresión de defensa de l a s antiguas formas de organizaci6n s o c i a l f r e n t e a l a irrupci6n de l o s nuevos modos de vida. caicos, y e l movimiento obrero metas. En l a s sociedades tradicionales, o "sociedades e l i t a r i a s w como a veces p r e f e r í a ll,m&seles, e l c o n f l i c t o obrero e s con l a
E l nacionalismo, con su
C V -

orientación hacia e1 progreso, movilizaba contra l o s patrones

-

s e decia

-

participaba de e s t a s

sociedad, puesto que pretenden una d r s s t i c a trcansformaci6n del orden; t a l a c t i t u d cambia una vez puesto en marcha e l proceso de modernieaci6n y desarrollo.
Como s e sostenía en diversos estudios, l a industrializa-

cidn había llegado a s e r uno de l o s objetivos primordiales de l o s movimientos nacionalistas y de l o s partidos p o l í t i c o s .

:

Apa-

r e c í a c a s i como un r e q u i s i t o fundamental7para l a supervivencia nacional. Por su ~ a r t i c i p a c i ó n en t a l e s c&.viccibnes s e niponia que l o s obreros individuales ercm proclives a considerar que l o s beneficios potenciales tenderían a trascender por doquier l a s consecuencias negativas de l a industrialización.

O t r g s elementos, que intervenfan también en l a carac-

yo oricntaci6n p o l í t i c a de l o s obreterizaci6n dek c ~ m p o r t ~ m i e n t

r o s , s e apuntaban ademss para señalar l a ausencia de conflictos con l a industrializaci6n. de protesta. Entre e l l o s , l a no vigencia de ideologías U n s i g l o a t r s s , se apuntaba, existían formas de

r e s i s t i r ideológicamente a l2 creciente industrialización, t a l e s como e l ,anarquismo, l o s movimientos ut&picos, l a s ideologias de organización cooperativa, l a s d i s t i n t a s formas de socialismo, etc.
E n cambio, s e decia, l a s a l t e r n a t i v a s de eieccibn actuales

parecen'ser menores; s e t r a t a más bien de cómo acomodarse, de c6mo p a r t i c i p a r en e l &den i n d u s t r i a l , y de c6mo compartir l a s ganancias de e s t e orden.
M&
.

a&,

en l a s fisociedades de c l a s e median, l a s que se&

s e suponfa reemplazaban a l a s sociedades e l i t a r i a s , e l obrero no e s t s más en contra de l a sociedad, sino en contra de rasgos especifico~ d e l trabajo y de l a comunidad de trabajo, conflictos todos que tienen mec¿unismos accequibles de resolución. Era convicción extendida entre l o s autores de estos estud i o s y ensayos, que a l a que denominaban sociedad moderna, y a l a

cual postulab,m que s e aproximaban l o s paises subdesarrollados, grado dc pluralismo y movilidad que se t r a implicaban u n c i e r t ~ ducía por cec$lsiguiente, sino en e l termino d e l conflicto, por l o menos en una prudente atenuc.ciÓn del mismo.
E , incluso, e l na-

cionalismo mismo contribufa a atenuar e l posible rasgo conflictivo, puesto que también po&n s e r usado para racionalizar l a distancia entre aspiración y realidad.

En térrnincs 126s precisos podría decirse . e l foco principal de l a s preocupaciones..N o obstante l a visi6n optimista preponderante. siendo & t e e l motivo principal de l a inquietud y preocupaci6n señalad?. s e aplica a un ámbito muy . El comportamicnto pol$tico obrero. trataron de s e r explicados en referencia a e s t e hecho. - actividad pre-inCustria1 - l a auto- ridad es general y personal. Los problemas que acarreaba l a transición do l a denominada sociedad tradicional a l a sociedad moderna constitufan. en l o s trabajos de Bilbert Moore. e s t a s organizaciones aparechn poderosas en cuanto n influfncio ~ o l í t i c a s e r e f i e r e .arec~ancomo objeto de preocupación: a causa misma de en s los movil a i n s c r c i h de l o s obreros y de sus ~ r g ~ m i z a c i o n c mientos nacionalistas. donde s e advertía una p o l i t i z x i ó n tanto en l o s medios empleados por l o s sindicatos como en l a s agen- y ~arlmento). s e señala una difeEsta diferencia rencia Cwidamental entre l a s c a r a c t c r f s t i c a s de una actividad pre-industrial y l a s de una de t i p o i n d u s t r i a l . La mayor parte de l a s veces l a orgcanizaci6n sindical contaba con apoyo d e l gobierno o de un partido p o l f t i c o . es decir. que l a preocupación estaba centrada fundamentalmente en relación a l nmovimiento s i n d i c a l q t . AS^. algunos hechos ap. c i a s hacia l a s cuales dirigen sus demandas ( ~ o b i e r n o Frecuenter~zentes e seik. de modo que gran parte de l o s trabajos profundizaroq en e s t a dirección.laba que e s t a "politizaci6ng1obedecía precisamente a l a debilidad de l a posici6n d e l trabajo obrero en e l contexto económico. pero debiles en poder econ6mico y autonomí?. ( 2 1 y 22). . l o que l a hacía extrcmadamcntc dependiente. E n e l primer caso e s t 6 r e f e r i d a al' t i p o o sistema de actividad que impere en una u otra. o por l o. como hemos subrayodo. .menos algunos aspectos de 61.

pcro aparece individualizada y personificada. a s í cum- E l procesc de transición dc l a sociedad tradicional a l a sociedad moderna. d h d o s e por supuesto que t a m b i h aquí l a s formas de autoridad en l a sociedad tradicional y en l a sociedad moderna d i f i e r e n por l o s rasgos señalados. no e r a s 6 l o e l de l a adaptación a l a s normas de l a empresa moderna. Tal caracterizaci6n s e trasladaba a l a relaci6n p o l i t i c a . un compromiso (invalvement) emocional y é s t e l o otorga l a autoridad carismática. pero no obstante podía detectarse que a& p l í a n una importante f u n c i h . Puesto 'que l a transición s c daba a menudo en e l plazo dc una gen e r a c i h . sino además e l de su incorporación a l a s nuevas pautas que s e suponía r e g i r í a n e l sistema p o l í t i c o de l a moderna sociedad i n d u s t r i a l . l a presencia de c i e r t a s formas de relación p o l í t i c a como e l ncaudillismot~ y e l "personalismo" podían s e r consideradas como sobrevivencia de l a sociedad tradicional. involucrando por consi'guiente a una gran cantidad de adultos. l a internaiizaci6n de l a s nuevas normas en l o s adultos implica. A primera v i s t a . e r a 10 suficientemente rápido como para no poger descansar solamente en una socializaci6n a través d e l sistema educacional. En e l segundo caso - actividad i n d u s t r i a l - l a autoridad es especifica e impersonal.extenso de cuestiones. su & b i t 0 de competencia es m a s determinado y l a autoridad proviene del cargo y no de l a persona. de l a cual l o s fenómenos y y~pcrsonalisrnost eran ejemplos latinoamericanos de vtcaudillismo~ . s e sostenía. a l o s que se consideraba proveniente de una sociedad tradicional. s e señalaba. e l "-p r x e s o dc cambiom coma s e usaba decir. E l problema para l o s obreros.

s e apuntaba como hecho notoriq que en l a incorporación a l sindicato no actuaban solamente como factores cleterminantes l a s intcncioncs de Ptdef ensa d e l trabajou . s e expiicaba parte d e l comportamiento p o l i t i c o obrero (aunque no s6io a e l l a s hacia referencia) como también s e deslizaba una nota de optimismo respecto a su significado. No obstante. Algo similar sucedia en r e l a c i j n a l modo de evaluar l a importancia y significación de l o s sindicatos. y estos canponentes habrian dado lugar en muchos casos a l a mayor base de atracción. . u otros f i n e s col&tivos. A tyav&s de e s t e hecho. D e e s t e modo. A pesar de l o s conflictos que pudieran sostcncr. reducía l a posibilidad de rechazar e l sistema como un todo. s e mantenía. l a politizacidn df l o s sindicatos. 13s sindicatos aparccian como un instrumento de incorporación a l "modo de vida i n d ~ s t r i a l ~ ~ .sobresalientes. D e algún modo. e l é x i t o mismo pasaba a comprometerlos con e l sistema vigente. con su concurso l o s conflictos s e atenuarían. parad&~icari~entc. Tal afirmaci6n s e basaba en e l supuest o de que e l 6 x i t c de l o s sindicatos en sus reivindicaciones. Incluso se podía prevcer qw. concurrian tambi6n a incentivar l a participacibn "motivos patri6ticosvt -. e incluso s e reducía l a posibilidad de que s e propugnaran cambios radicales en l a estructura social. en e l sentido señalado. no ~ a r e c í a sorprendente que l a s Con esto formas de La transición p o l í t i c a estuvieran comunment e caracterizadas por l a presencia de uuia autoridad carismática.

de l a "intranquilidad obrerat1. apunta algunos de l o s rasgos que. quedaba claramente perfilado. s i bien s e podían abrigar esperanzas de que e l conflicto obrero. narcaron e l modo d e l comportamiento p o l i t i c o obrero en l a regi&. a su juicio. en l o s países subdesarrollados. o de muchas de l a s europeas. Tales hechos obligaban a los dirigentes a poner Énfasis en l a acción p o l i t i c a p en vez de aceyituar una orientación hacia l a "negociación colectivaH. . presencia de l o s sectores medios en e l ámbito de l a p o l í t i c a .en su ? i b r o t t P q l i t i c a l Changc i n Latin ame rica^ ( 1 7 ) que tuvo considerable influencia. tanto en l o que implicaba como problema en relaci6n a los comportamientos que s e suponfa eran requeridos por l a "sociedad m~derna'I como desde e l punto de v i s t a de su contribucibn a l a particularidad del proceso p o l í t i c o en l o s . John ~ v h n s m .Los autores estaban concientcs de que. l a existencia de llpoblaciones marginalesq1 que l a s mds de l a s voces constituian e l lugar de residencia dc l o s propios obreros. como llevarnos dicho. habfa tamb i b i otros motivos que originaban un f u e r t e grado de "intranquilidad obrera". subdesarrollados y en ~ m 6 r i c aLatina en particular. t a l como había sido l a experiencia de l a s organizaciones sindicales norteamericanas. obedecían a problemas tan amplios como l o s de l a miseria. Los determinantes. Uno de l o s más sobresalientes l o c o n s t i t u i r i a A p a r t i r d e l ascenso y l a importancia de l a acción del Estado en l a orientacl6n p o l i t i c a d e l movimiento obrero latinoamericano. como t f p i c o con- f l i c t o industria1. E l r o l p o l í t i c o de l o s sectores obreros. y e l proceso mismo de industrializaciÓn. l a reforma agraria.no alcanzara grandes proporciones.

de l a mayorfa de l a ~ o b i a c i 6 n . s e señalaba que l o s obreros consideraron que todo beiief i c i o recibido provenía d e l Estado. ya que é s t a filtima habfa buscado . l o que e r a claramente v i s i b l e en l o s casos de Argentina. además de contribuir a l a incorporaci6n y participaci6n de l o s d i s t i n t o s grupos en e l h b i t o de l a sociedad polftica. e l Estado s e proponía l l e v a r a cabo un conj'~11ito de funciones sociales en beneficio.. Pero además de esto.cuyas fechas v a d a n para cada pais - l a indus- t r i a i i z a c i 6 n y l a p o i i t i c a llegaran a e s t a r a i t b e n t é implicadas y l a t a r e a de l a i n ~ u s t r i a l i z a c i 6 nfuc considerada como l a fun- ciÓn principal de l o s nuevos Estados. Respecto a l a acción p o l í t i c a misma. s e señalaba que e l voto obrero había contribuido eficazmente a l éxito de l a s alianzas encabezadas par l a c l a s e media. e l Fartido - .zaciÓn de sus programas requcria. vivienda y principalmente educación. - con frecuencia en l o s sectores obreros e l apoyo popular que l a Esto s e habría traducido E s as5 que s e citaban 1 real2. l o iiev6 a preocuparse p o r tener un papel activo en l a dirección del movimiento obrero. Entre i'stas. Brasil y ~ 6 x i c 0 .principalmente. concluyendo que su bienestar y e l de sus compañercx obreros descansaba m j s en l a acci6n p o i i t i c a que en l a s negociaciones d i r e c t a s con l a s empresas. en e l carácter p l u r i c l a s i s t a de l o s partidos cuyo liderazgo y platafo&a pertenecian a l o s sectores modiris. e l dcsarrollz de programas de salud. no obstante no e s t a r ausente e l fen6mcno en otros paises. s e decía. C o m o resultado de e s t a políticz.latinoamericana . Esta amplia definición de l a s funciones sociales d e l Estado. casos de partidos t a l e s como e l Colorado en Uruguay.

Sin embargo. trataba de oponérseles a l o s sectores obreros organizados. s i r v a como en l o s casos anteriores. Brasil and Chile9' (1). en e l comportamiento pol$tico obrero. Frente a l a demanda de l o s obreros i n d u s t r i a l e s . y siempre en l a misma perspectiva. Junto a l o s o b ~ e r o sindustrial e s tenían presencia contingentes importantes de sectores popul a r e s urbanos cuya actividad no era l a p r o p i a e n t e i n d u s t r i a l . e l Partido Trabahlicta en Brasil. por ende. principalmente . c t c . l a organización sindical y. Se subrayaba como fenkmeno bastante extendido en América Latina e l intento de controlar l o s sindicatos por parte de l o s gobiernos. como una forma de desviar o detener l a ~ r e s i 6 n o demanda de cada uno de e l l o s . l a alianza entre obreros y c l a s e media no e r a todo l o sólida que ~ a r c c f a . s se disociaban de una reivindicación a l a que 3e presentaba como un puro intergs s e c t o r i a l . con e l argumento que una demanda popular excesiva pondría en ~ e l i g r o l a s ventajas r e l a t i v a s que l o s obreros industriales h a b b alcanzado. un conjunto de estudios empezaron a profundizar en l z experiencia p o l i t i c a obrera. e l de R. s i l a reivindicaci6n eya de l o s sectores populares. D e igual modo. s e movilizaba a sectores populares que. En e s t e caso e l énfasis estaba puesto en e l grado de c o n t r o l que s e e j e r c í a sobre e l movimiento obrero. l a referencia a un l i b r o que puede s e r considerado como ejemplar. Aunque en c i e r t o modo. evidentemente desf a v ~ r e c i d o.Radical en Chile. Alexander "Labor Relation i n Argentina. mejor organizados. Los sectores medios en su intento de permanecer en e l poder m u chas veces iniciaron una p o l í t i c a de maniobras. e l Peronismo en Argentina. oponiendo 13s intereses de un grupo con o t r o .

E l ejemplo - que s e consideran - r e s o r t e s de acción d i r e c t a - . s e había argumentado en l o s años 1920-25 que s i bien e l movimiento obrero podía no considerarse una fuerza decisiva. Los grupos empresariales desarrollaban tambi6n acciones en e s t e sentid0.a través de l o s códigos del Trabajo. etc. por ejemplo. que reglalientaban exhaustivamente l o s l h i t e s de l a accióil sindical. l a e ~ p e ~ i e n c i europea a de l a primera post-guerra l a revolución rusa. siendo e l r e s t o de sus actividades como propias de l a actividad sindical del Estado. l o s intentos revolucionarios en Alemania. grupos que o no sindicalizarse. l a s huelgas y ocupaciones de fábrica en I t a l i a en 1920. £unciones y atribuciones de l o s miembros y dirigentes. l o s proveía de servicios sociales extensivos. AS<. E l caso d e l 7tEstadoNovow brasileño durante Vargas era citado también como un ejemplo de control.y l a p o l í t i c a seguida e r a l a denominada de npatcrnalismo empresarialw. derecho de huelga. e t c . en e l caso chileno. en relación a sus miembros. Tal. .hacf* ' aconsejable encausar e l naciente movimiento obrero latinoamericauio p o r vías que aseguraran. reglamentación y control habrfa sido hecha en v i s t a d e l potencial p o l í t i c o d e l movimiento obrero que algunos grupos vislm-braban como peligroso. a través d e l control del mismo. Pero l a intención de control de l o s obreros-y de l o s sindicatos no sólo era una p o l í t i c a e s t a t a l . en donde l a ingerencia d e l Estado e r a enormemente acentuada. Los sindicatos sólo pro- vefan representación l e g a l f r e n t e a l o s tribunales del trabajo y. una inserción más pacífica.

Segundo. en caso de conflictos. salud..chileno servfa para i l u s t r a r e3 caso. se perseguía. ferencia del Estado que podía i n t e n t a r . no es posible construir nuevas industrias en un país subdes'arrollado. generando gmpos cooptados que apoyaban invariablemente l a ~ o l f t i c a empresarial. junto a l o s requerimientos de l a industrialización. en e l caso argentino durante e l . Las razones de e s t a p o l f t i c a A través de proporcionar directa- mente por l a s empresas servicios t a l e s como vivienda. identificándola Cuarto. adaptar . impedir l a interTercero. que encontraba en l a propia p o l í t i c a empresarial posibilidades de satisfacci6n a algunas de sus demandas. etc. aparecían en l a p o l f t i c a p a t e r n a l i s t a c l a r a s finalidades de manipulación p o l í t i c a d e l grupo obrero. en algunos casos educación. eran fundamentalmente cuatro.n e j e r c e r sobre e l movimiento obrero. m o v i l l z a r a l o s obreros en contra de l o s empresarios. Pese a enfatizarse e l grado de control que tanto e l Estado como e l sector empresarial pretendb. s e apuntaba c6n10. no s e escapaba e l hecho de que e s t e sector lograba inserción en e l jmbito p o l i t i c o . escuelas. 'una mano de obra -agraria a l a vida i n d u s t r i a l . AS?. peronismo. C o m o s e observa. desviar l a protesta obrera. etc. l a conciencia' de que con l a empresa y con l o s empresarios. . asistencia médica. . s i no s e proporcionan además casas. primero. aunque s e subrayaba que l a incorporación era más bien de l o s dirigentes sindicales que de l a totalidad de l o s miembros. una hábil manipulación de l o s servicios otorgados introducía diferencias dentro del propio grupo obrero. muchos s i n d i c a l i s t a s eran miembros d e l congreso e incluso algunos accedían a cargos ministeriales.

pero a l mismo tiempo l o s s i n d i c a t o s fueron incorporados a campañas de apoyo a l gobierno. s e reconocía a pesar de todo que e l r e s u l t a d o de l a experiencia p e r o n i s t a f u 6 l a aceptación de hecho de que e l movimiento obrero había llegado a s e r wno de l o s grandes c e n t r o s de poder de l a e s t r u c t u r a econÓgica. s e señalaba. por l o c u a l & t o s conservaron por l o menos un grado un poco mayor de autonomfa. .En e l t r a b a j o de Alexander s e t r a t a n de e s t a b l e c e r d i f e r e n c i a s concretas e n t r e e l fenómeno d e l varguismo y d e l peronismo. someti6 a l o s s i n d i c a t o s exist e n t e s . p o l í t i c a y s o c i a l d e l p a í s . La p o l f t i c a de peyón. & t e destruyó l o s antiguos s i n d i c a t o s y e s t a b l e c i ó o t r o s nuevos. s e anota. Pese a l a dependencia. A t r a v e s de l a denominada ttLcy d e asociaciones profesio- nales" e l gobierno p e r o n i s t a ponfa e l poder d e l Estado d e t r á s de l o s s i n d i c a t o s reconocidos y obligaba a l o s empleadores a negociar con e l l o s . peyón en cambio. obligó a l o s empleadores a' reconocer a l o s s i n d i c a t o s y negociar con e l l o s . En e l c a s o de Vargas. l o s c u a l e s quedaron b a j o e s t r i c t o control e s t a t a l . cuyos rasgos y d i s t o r c i o n e s s e enfatizaban.

A. A l d e f i n i r l a masa óbrera latinoamericana y d i s t i n g u i r l a de su congenere europeo. 6 5 ) . aspectos de un nivel de por un tercero: e l nacionalismot1 (29. en efecto. menos por su nivel económico que por su lugar en l a sociedad. Estos dos s o c i a l elevado s e refuerzan Aunqu? en o t r a parte .- d e l comportamiento p o l f t i c o obrero. del obrero latinomericano. americanos. p . Touraine aseguro que " l a nueva masa obrera s e distingue de l a s categorfas europeas correspondientes a l f i n d e l S i g l o X I X . a l m i s m o tienrpo que l a eclosióil de centros urbanos donde e l modernismo y l o s vtmass-mediawt i e n e una importancia comparativamente más grandes que en l o s viejos paises i n d u s t r i a l e s europeos. es aquel que tiene que ver con l a asincronía entre e l plano económico y e l s o c i a l y cultural. después de una larga h i s t o r i a de desarrollo económico y de transformaciones p o l i t i c a s ( 2 9 . En vez de una extensión progresiva de l a democracia p o l i t i c a .86). es d e c i r . p. En Europa l a democracia s o c i a l fué lentamente conquistada por l a c l a s e obrera y e l consumo de nasa. e l decoiage entre l a vida económica y l a vida s o c i a l y c u l t u r a l .11 . de reformas sociales y de l a p~oduccióneconómica. La particularidad Uno de l o s rasgos que l e otorgará especificidad a l a formación de movimiento obrero en ~rnéricaLatina. Touraine afirma respecto de l a sociedad brasileña wi rasgo que s e ha hecho extensivo a l conjunto de los países latinoE l carácter esencial de e s t a sociedad e s .Especificidad 1. Brasil ha conocido una ruptura b r u t a l con l a democracia limitada dominada p o r l o s grandes propietarios.no apareció sino recientemente.

La violencia y l a intolerancia d e l poder c e n t r a l f r e n t e a l a s reivindicaciones obreras son tambi6n e l resultado de esa inadecuación e s t r u c t u r a l .de e s t e capítulo s e examinan l o s elementos que dcan cuenta de l a estructuracibn d e l Estado de compromiso y que explican l a temprana y brusca irrupción de l o s sectores populares en l a vida p o l í t i c a de l o s países latinoamericanos. inediatizada por e l aparato e s t a t a l . 118-113). t a l e s procesos. debido a l a superposici6n e interpenetración de sistemas económicos d i s t i n t o s . anteriores a l a c r i s i s de q1dominaci6noligárquicaP'. f r e n t e a l o s obreros según l o s requisitos de un sistema c a p i t a l i s t a i n d u s t r i a l . De e s t a manera " l o s conflictos entre l a s c l a s e s s e nresuelvenH en una legislación laboral sistemática que prevee y canaliza en un sentido prcdctcrminado e9 c~mport~amiento polftico obrerow (15. como sefíala Octavio Ianni "no habían a6n producido todos sus efectos fundamentales. Lo que s e quiere s i g n i f i c a r es otrc de . e l l a no estaba en condiciones de d e s a r r o l l a r un comportamiento p o l í t i c o . C o m o esa c l a s e s e encuentra vinculada \ encontraban en l a s manos de l a burguesía agrario-comercial tradiciona a o t r a estructura económico-social. su relación con e l mundo obrero e s . p. de algún modo. los instrumentos d e l poder s e que no estaba en condiciones de actuar en conformidad con l a s exigencias de l a situación. es Ú t i l recordar aquf que pese a haberse iniciado procesos de industrialización en varios países de ~rnéricaLatina. como e r a en gran p a r t e un prolongamiento de l a estructura agraria en e l medio i n d u s t r i a l en formación. t P ( 5 p . 6 ) Esta situación es superada - t r a s l a c r i s i s de l a década dci 20 - por c l Estado de compromiso en que s i bien l a burguesía i n d u s t r i a l pasa a dominar cada vez más e l podtr.

Cuando m j s . s e debe a s i s t i r a l a formación dc un sub-proletariado. cuyas modalidades van desde e l caso brasilefío. formado sobre todo por obreros extranjeros. donde l a industrializaci6n es v a fenómeno antiguo " l a llegada constante de nuevos ciudadanos y de'nuevos trabajadores industrial e s no modifica profundamente l a situación obrera o l a orientación de l a ~ o l f t i c a del gobierno o de l a empresa. hasta l a situación en Chile en que una f u e r t e l e g i s l a c i ó n s o c i a l (educación. En Brasil. cn e l periodo del !'Estado Novou.114-115). en que e l Estado P'no s e l i m i t ó a establecer l o s límites tolerables de l a s reivindicaciones y asociaciones dicatos. cual es su temprana y c r u c i a l relación con e l Estado. es l a masa de obreros no calificados l a que proviene de l a s migraciones internas. C o m o apunta Touraine. Grecia. es e l rápido y masivo proceso migratorio campo-ciudad. Otra de l a s stim&genesP1 que s e ha difundido como peculiar d e l proceso de formación de l a memo de obre en ~rnéricaLatina. respecto d e l "modclofl europeo. Africa d e l Norte o de l a s Antillas y que e s t h sometidos a c i e r t a s formas de discriminación o segregación.(subrayado del proletariado y sus sino que 61 mismo organizó a l o s sinen e l o r i g i n a l ) ." ( 2 6 . N o se puede entonces d e f i n i r l o s . en t~anto que l a proporci6n de extranjeros es elevada entre l o s obreros c a l i - ficados y l o s cuadros t6cnicos. venidos dc I t a l i a . y que marca o t r a de l a s g~desviaciones~l d e l proceso latinoamericano. que ha tenido consecuencias de diferente orden en su comportamien~o~como tal.l o s rasgos especfficos $e1 movimiento obrero latinoamericano. en l o s países . p. salud) daba cuenta de l a relación del mundo obrero con e l aparato del Estado y su modo de inserción en 61. s o c i a l .

p.219). l o que s e traducía en determinadas formas de acción.problemas plmteados p o r estos nuevos obreros en terminos de minorías: su realidad social es l a de "una c l a s e obrera en for- E n e s t e proceso l o que s c busca r e s a l t a r es que e l comportmiicnto obrero e s t a r í a fuertcmx-tc sesgado p o r e l impacto urb. E n fin.40). tradicional y e l mundo urbano..algunos . no parece s i n embargo generalizable para e l conjunto de mer rica Latina e l sólo enfrentamiento entre e l niundo r u r a l . e l obrero arriesga de manifestar solo formas de acción "en ncgativotf. pri~ilegi~and eo l hecho urb. Sea como fuese. Gurrieri ".ano. M$S a&. estudios sobre l a s migraciones internas en Chile han mostrado que una buena proporción de los mipantes que s e dirigen a l a s zonas de industrializaci6n de o t r a s ciudades. presto a protestar mas que a reivindicar a nombre de intereses estructura le^. pautas tradicionales en e l comportamiento obrero. Weffort en un trabajo sobre e l caso d e l Brasil i n t e n t a e x i s t e un marcado consenso a reconocer h a gran gravitación de l a s n6ncno fuertemente destacado por l o s investigadores brasileños.mo. pafs en e l que e l proletariado f a b r i l representa una fracción Por ejemplo en e l caso chileno. "La referencia a modelos de consumo urbano puede todavía acentuar e s t a dependencia limitando l a s rcivindicacioncs a protestas mal articuladas a f i n de defender o de acrcccntar un nivel de vida.^^ (30~p." hacer una dcmostraciÓli en e l mismo s ~ t i d o . como l o señala A. pero que su ocupación anterior no era nccesariamente rural..(31). de pueblos e (13. Siendo efectivo e l impacto d e l proceso migratorio. Esto es un feincluso de zonas r u r a l e s desde e l punto de e s t a censal.

y en comparación con l a s poblaciones rurales. A l efectuar un an%sis D e e s t a manera l a visión de l o s rnigrantes con un potencial dicruptivo realizados en ~rnéricaLatina sobre e l tema (4) s e establece e l mismo s c n t i d ~ lanterior \ . s e conjugan para f i j a r sus cxigencias c a s i exclusivamente en e l terreno d e l consumo y l a x i s t e n c i a en detrimento de o t r a s reivindicaciones referentes a l control de l a s decisiones p o l ~ t i c a s y a l a s formas del crecimiento económico..u?a en ~ m 6 r i c a Latina no r e s u l t a necesariamente en frustraci6n severa de expectativas de mejoras socio-económicas o desorganización personal o s o c i a l . Por e s t a y o t r a s razones ~ o d r í g u e zapunta "que sus aspiraciones de integración. Siendo e l estudio d e l c~mport~amiento p o l í t i c o de l o s mig&ntes una Srea de' incipiente desarrollo. de e s t e m&o. su situación de cuasi-mcunginalidad y su bajo patrón de consumo. en parece s e r un estudio del r o l p o l í t i c o de l o s migrantes pobres en ciudades polímucho m j s importante en l a determinación d e l c~mport~arniento t i c o de l o s migrantes que l a s c a r a c t e r í s t i c a s psicoi6gicas d e l anornia y l a Erustraci6n. E l comportamiento p o l í t i c o d e l migrante no es. de l o s estudios - en - que l a migración urb.minoritaria relativamente favorecida en comparación con l o s estrat o s urbanos pobres empleados en l a i n d u s t r i a . un r e f l e j o d e l "trauma1*de l a migración. . E n lugar de l a percepcibn de una sociedad dividida en clases s e constata una sociedad dividida en niveles sociales. grandes c onc luyc que En efecto. s i n embargo es pos i b l e adelantar algunas concl~usionestentativas. "per seH parece descartada. cuyas determinaciones no aparecen vinculadas a l a esfera d e l sistema de producción i n d u s t r i a l ( 2 6 ).

e l primer Esta doble o r i ~ n t a c i ó n es en l a niayoria de l o s casos l a l í n e a d i v i s o r i a entre l a " e l i t e " y l a "masaw obrera. AS?. M & que i d e n t i f i c a r s e con una c l a s e determinada. dado que e l trabajador s e i d e n t i f i c a m& "parece m& con l o s que comparte formas de consumo relativaadccuado hablar de una "conciencia popular* y de mente semej. sobre todo en (13.con l a vtclasebaja1'$ .iites v e con l o s que realizan un mismo t i p o de trabajo. a l .p.~ o l i t i z a c i óo n su despolitizaci6n es uno de sus rasgos centrales. Esto s i g n i f i c a ausencia de una conciencia p r o l e t a r i a . l o s obreros s e definen como 9qpueblo pobrem mezclando todas l a s categorías sociales que' se encuentr'm en l o s escalones i n f e r i o r e s de l a sociedad ~ r b ' a n a ~ ~ . los estudios demuestr. E n una i~ivestigación realizada en Lota y Huachipato (Chile) c a s i e l t r i p l e de l o s obreros s e idcnti- en comparación con aquellos que s e inczuyeron PicÓ. por un lado fue percibida como una situación de c l a s e "de- Gurricri señala O9que l a ~ ~ c o n d i c i 6 obrerau n asunii6 dos formas t i p i cas: f i n i d a dentro de l o s marcos de una sociedad c a p i t a l i s t a y p o r otro s ó l o fu6 una continuacijn de l a posici6n que ocupaban dentro de l a estructura s o c i a l r e l a t i v m e n t e c r i s t a l i z a d a de l a sociedad tradicional.mcnte semejantes. su n ~ .a6n Cuando esas condiciones s e dan no llevan necesariamente a formas de c ~ m p o r t ~ m i e n t po o l í t i c o radicalizado o disruptivo.zn que l o s migrantcs urbanos no s e conforman a l a concepci6n usual de vena m x a a l t m e n t e politizada. con escasas excepciones. Lo s i g n i f i c a t i v o es que. (26 ).44). un sentimiento de identificación con l o s que poseen patrones de consumo y formas de socializaciÓn rclativ. modo como l a definen autores como Tourainc. Siendo e l caso chileno bastanté d i f e r e n t e a1 brasileño.

que s e apoya en l o s obreros m a s calificados y más politizados.108). e l nacionalismo reempiaz6 a l marxismo y e l movimiento obrero pasó a apoyar reivindicaciones democráticas y una p o l í t i c a i n d u s t r i a l i s t a . aunque su capacidad de movilización masiva d e l conjunto de l a c l a s e sea precaria.~' ( 2 6 p.55). con mayor experiencia urbana y más integrados a l a vida f a b r i l .en l a categoria "clase obreraw. "paradojalmente l a preponderancia de l a s r e i vindicaciones s a l a r i a l e s (traducidas en huelgas) en detrimento de l a s exigencias r e l a t i v a s a l a situación de trabajo marcha junto con l a politieación de l o s sindicatos. Por todo l o anteriormente expuesto. constituyendo é s t e otro rasgo m& o menos específico de l a situación latinoamericana. p. En suma. p6blicos: E l sindica- lismo en e l Brasil. En efecto. d i r i g e sus peticiones a l Estado y a l o s poderes su debilidad l e impide luchar contra e l capitalismo D c e s t e modo e l r o l y más aún exigen su expansión a través de una mayor participación d e l Estado en l a ccon~mfa. dando mhgen para l a formación en i a cúpula de un flsindicalismo ( 2 6 ? p.) p o l í t i c o de l o s sindicatos es inevitable. e l carácter notoriamente~difusofl de una definida conciencia de c l a s e hace enf r e n t a r a l mundo obrero con l a p o l í t i c a no a trav6s de canales ~clasistasw como ocurrió en e l caso europeo. e l sindicalismo aparece como agrupando a una minoria de l a c l a s e . . La necesidad de l o s sindicatos de defender l a s condiciones econbmi~as d e l mundo obrero l o s empuja a procurar intervenir cada vez más en l o s problemas p o l i t i c o s más amplios del país. Esto. ~ o d r í g u e sanota que "como un modo de ampliar y mejorar su p a r t i cipación en l o s marcos de l a sociedad competitiva. Para e l caso brasil&o. y como l o expresa Rodrigucs.191yss. ( 6 .

Vale decir. pero si l o es en cuanto a l a s agencias hacia l a s que se d i r i g e . (13. de c a p i t a l per c á p i t a .dc (27. s e constat6 que más del 50"/. .a producción y por.33). que deriva d e l contexto de satisfacci6n en puc s e trabaja. A su vez estos tipos de empresas determinan d i s t i n t o s grados dc poder r e l a t i v o s en l a relación empresario-obrero y es l a experiencia de e s t a s i t u a c i j n l a que condiciona l o s modos de orientaci6n obrera en e l plano sindical. En e l mencionado trabajo de Gurrieri. En efecto.en e l caso d e l Brasil. en l a s empresas %odcrnasfi s e observará un sindicalismo orientado i n d u s t r i a l y sindical. hacia l a integración d e l obrero en l a sociedad.49). e l l a s fueron motivadas p o r factores de índole econ6mico (awnentn de s a l a r i o s . esto s i g n i f i c a d i s t i n t o nivel de tccnificaci6n. p . A una estructuya i n d u s t r i a l heterogénca c ~ r r e s p o n d e una c l a s e obrera -- i n d u s t r i a l heteroggnea en sus orientaciones. en circunstancias que están l e j o s dc s e r l o y e l l o acarrea algunas consecuencias importantes. un c i e r t o wcomitment a !'De e s t e modo l a s acciones reivindicativas s e l l e ~ambi6n var& a cabo dentro de l o s límites de l a empresa y no s e enfatizar& l o s aspectos p o l í t i c o s d e l movimiento obrero. de organización de 1. l o tanto. principalmente gubernamentales. pago de s a l a r i o s atrasados)." ( l 3 . Sin embargo hasta ahora nos hemos referido a l sindicalismo y a l proceso dc industrializaci6n como procesos Únicos y uniformes. p . p. & t e recuerda " l a heterogeneidad de l a estructura i n d u s t r i a l . es c l a r o s i se piensa que en un estudio en que s e analizan l o s motivos de huelga en 264 casos.48). implica l a coexistencia de tipos de empresas d i s t i n t a s . aparece claramente que e l "movimiento s i n d i c a l n no es p o l í t i c o en cuanto a l o s f i n e s que persigue.

Finalmente. 152-158). es uul aspecto clave que permitirá avanzar en l a definición de sus perspectivas futuras. & De todo l o expuesto se deduce que e l c a r a c t e r i z a r l o m adecuadamente posible e l modo quc asume e l proceso de desarrollo en l o s paises de ~ m 6 r i c aLatina y l a forma en que ésto s e vincula con e l . existen dos aspectos que también aparecen relacionados con l a espfcificidad del desarrollo d e l movimiento obrero en ~ m 6 r i c aLatina y que s e encuentran fuertemente irnbricados: nos .l a actitud s i n d i c a l y p o l í t i c a de l o s obreros calificados es d i ferente s e g h ce t r a t e de empresa tradicional o moderna: "mientras en Huachipato (moderna) l o s obreros calificados participan más activamente que l o s demás en e l sindicato. como s e evidencia en e l trabajo de Gurrieri. ~ ( '6 . de hecho forman e l nikleo de l o s activos de l a s federaciones que pugnan por una organización s i n d i c a l interenpresas. l o s sindiCatos en l a s empresas tradicionales son d6biles y l o s l í d e r e s sindicales requieren del apoyo de l o s obreros de gtras empresas en su acción reivindicativa para poder compensar su escaso poder a nivel de su empresa. En general.movimiento obrero. mientras que en Huachipato en e s t e caso no s e ve a f c ~ t a d a . "Por o t r a parte l a favorabilidad a l o s partidos p o l i t i c o s muestra c a r a c t e r í s t i c a s parecidas a l a participación sindical: disminuye en Lota a l m e n t a r l a c a l i f i c a c i k . p . - Su misma debilidad l o s i n c l i n a a unir l o s aspectos sindicales con l o s aspectos polfticos d e l movimiento obrero y a propugnar una reforma del sistema social que l e s permita mejorar s u situación. en Lota su participación disminuye. consecuencia d e l hecho de pertenecer a una empresa estancada econ6micamcnte.

p. Incluso e l modo en que se resuelven l o s conflictos entre obreros y patrones asume c a r a c t e r í s t i c a s determinadas.32). increment6ndose e s t e porcentaje en algunos sectores como vestuario y calzado. ticipación del Estado." (13. Respecto d e l primero.8% pertenecía Esto aparece como muy importante en e l caso brasileño respecto de l a par- a l a industY9. . s e g h sean l a s disposiciones legales vigentes. ajeno en su mayoria a l a representación s i n d i c a l e t l ( l 3-. por ejemplo. una estimación para 1957 indicaba que del t o t a l de l a pobiaci6n activa de l a industria manufacturera 43. Gurrieri señala l o siguiente: "retonando e l tema de l a estructura sindical conviene hacer algunas consideraciones f i n a l e s sobre e l modo en que l a s leyes sindicales afectan l o s modos de organización y acción de l a s organizaciones obreras: a ) tienden a dispersar e l poder potencial de l o s sindi- catos a1 crear d i s t i n t o s modos de orgmizaci6n para l o s varios sectores de l a mano de obra. p.35). c ) d i f i c u l t a l a formación de Federaciones y Centrales dispersando aÚn más e l poder de l o s sindicatos.000 obreros es e l que e s t á dentro del sector i n d u s t r i a l . b ) a c e n t l h l a e s t r a t i f i c a c i 6 n interna de l o s sectores obreros a l permitir en algunos l a formación de organizaciones f u e r t e s y reducir a otros a débiles sindicatos e incluso a l a imposibilidad de formarlos. en c h i l e . E n cuanto a l nivel de sindicalizacibn. i¿zacibn. Este contingente de d s de 200..a artesanal..referimos a l a influencia d e l sistema legal y a l nivel de sindica.

La emergencia en Arngrica Latina de estos movimientos Npopulistas" o "nacional populares" pretendió s e r comprendida primeramente de acuerdo a su semejanza con movimientos y situaciones ya conocidas.2. en un importante período de l a h i s t o r i a latinoamericana.- E l Populismo Entre l o s estudios que tendieron a enfatizar m a s e l a n á l i s i s de l a particularidad del comportamiento p o l í t i c o obrer o latinoamericano. había diferencias de gran importancia en relación a l a base de estos movimientos y a l t i p o de alianza s o c i a l y p o l i t i c a que implicaba. Si a é s t o a'gregamos l a determinación espacial y temporal de e s t e proceso p o l i t i c o . no r e s u l t a extraiío que e l tema se haya transformado en wio de l o s más recurrentes en l a s o c i o l o g ~ a latinoamericana. m u y pronto s e pudo apleciar que. por l o menos. aparte de l a presencia d e l l f d e r y d e c i e r t o s aspectos de mjquina ypsopaganda. s e destacan aquellos que s e r e f i e r e n a l fenbmeno del populismo. pero. participación que s e ha presentado en forma suficientemente ambigua como para permitir pol&nicas interpretaciones no obstante concordancias básicas. E n América Latina e l populismo ha venido a eonst i t u í r s e en l a más v i s i b l e expresión de l a participación de l a s "masas populares urbanast' en l a p o l í t i c a . Sin embargo. . con insistencia s e ha senalado que e s t e modo de orientación fué e l más caract e r i s t i c o de e l l o s . E l populismo no es una experiencia p o l í t i c a r e l a t i v a exclusivamente a l o s sectores obreros. como r e s u l t ó s e r > e l caso del facismo europeo.

Aunque en más de una ocasión s e ha pretendido extender l a conceptualizaci611 d e l fenómeno populista a o t r o s ( e l velazquismo en Ecuador.varguismo en Brasil. justamente en e l hecho esencial d e que. l o s estudios sobre l o s movimient os nacional-populares o populistas s e han avocado fundamentalmente a t r e s problemas: e1 c a r & t e r d e l "Estado de compromiso" y de l a p a r t i c i p a c i ó n de l a s masas en 61. e l grueso de l a l i t e r a t u r a respectiva s e r e f i e r e a l o s casos d e l peronismo en Argentina y el." ( 9 ) . Gino Germani. tuvo que soportar de p a r t e de su base humana. podría d e c i r s e que l o s estudios han conducido cada vez más a. Se ~ o d r f a d e c i r que e s t a proposición ha constitu¿do e l núcleo c e n t r a l de l o s estudios sobre e l populisrno: t r a t a r de determinar en qué c o n s i s t i ó y en qué forma s e produjo e s t a participaci6n ivefectivaw de l a base popular. c i e r t a p a r t i cipación e f e c t i v a . e l ibañismo en Chile. de l a s formas de r e l a c i ó n e n t r e l a s Q1masas popularesw y e l Estado. . l a d e l populismo que a su g e n e r a l i z a c i h . aunque por c i e r t o limitada. Incluso. a l estudio de procesos determinados. l a s c a r a c t e r í s t i c a s de l a masa popular y . ) . en e l caso. en términos de modelos. para l o g r a r e l apoyo de l a base popular. E n torno a e s t e n6cleo c e n t r a l . l a organizaci6n y orientación d e l movimiento ' obrero. llegándose a p o s t u l a r n f t i d a s d i f e r e n c i a s d e l peronismo argentino en r e l a c i ó n a l varguisnlo brasileiio. e t c . Este acento en l o p a r t i c u l a r d i r í a s e que s e i n s c r i b e dentro de l a tendencia vigente a pasar de l a s formulaciones generales y a b s t r a c t a s . en uno de l o s primeros estudios sobre E ¡ populismo afirma que >'el peronismo d i f i r i 6 d e l f acismo.

" E s de i n t e r é s señalar que en l o s regímenes popu- l i s t a s . ( 2 5 . entendido como órgano p o l í t i c o . 37). en su propio beneficio. A p a r t i r de l a c r i s i s de e s t a dominación oligárquica. encontrcando en esa transacción una fuente de p r e s t i g i o .E l concepto de "Estado de compromisow ha sido u t i l i z a d o comunmente para c a r a c t e r i z a r en términos genérico a l sistema de dominaci6n basado en alianzas entre fracciones de c l a s e que en Ardrica Latina sucede a l a dominación oligárquica. tanto en e l peronismo como en e l varguismo. que tiende a distanciarse de l o s intereses inmediatos y . sino que e l proyecto de industrializaci6n que propugna también l a s necesita como c o n s u ~ i d o r a s . Pero e s t e Estado no s ó l o requiere a l a s masas como legitimadoras. (33. l a s conquistas sociales empezaTon a e s t a r determinadas no por l a acción d e l sindicato mismo sino más bien por l a influencia que e l gobierno e j e r c í a .. como soberano. ocurrida alrededor de l o s años 1920-1930. 7-9). l a m o vilización desde a r r i b a . p . pasa a l a condición de á r b i t r o que decide a nombre de l o s i n t e r e s e s nacionales.l o que a su vez refuerza l a tendencia a l intervencionismo s o c i a l . Esta circunstancia s e expresa tanto en e l paternalismo e s t a t a l como en e l carácter carism&tica d e l liderazgo p o l í t i c o . ~ .En e s t a s circunstancias. En t6rminos de Weffort: Ptesta situaci6n abre l a pos i b i l i d a d de un Estado. E l populismo aparece a s í como dependiente de e s t e Estado de compromiso que impulsa... e l Estado sólo puede adquirir carácter legítimo a través de l a s masas y . s e produciría en algunos países de América Latina una especie de empate entre los grupos dominantes en que ninguno de e l l o s es capaz de ejercer con exclusividad e l poder político. primar sobre e l conjunto de l a sociedad.

Sin embargo. ( 9 ) . A e s t e a u t o r i t a r i s ~ i os e agrega una ideología fuerte- mente n a c i o n a l i s t a . . s e percibió que en América Latina l a i d e n t i f i c a c i ó n nacional s e produjo como p a r t e de l a movilizaeió-li. pascmdo a s í e l Estado a presentarse directamente a l o s ciudadanos. Esta s i t u a c i ó n f a c i l i t ó c l desa2arccimiento de l a s organizaciones de mediación e n t r e e l Estado y l o s i i d i v i d u o s . por l o t a n t o . . p. circunstancia e s t a que condujo a buscar l a s semejanzas de e s t e proceso con e l facismo europeo. ." (8. (9. aunque todos reconozcan que e l apoyo que l e prestaron no proviene precisamente de su c a r á c t e r autoritario. personalizado en e l c a u d i l l o más que sus propios d i r i g e n t e s s i n d i c a l e s e r a quiEn obtenía e l aumento -de sus s a l a r i o s y o t r o s beneficios. .ué l a s "masas popularesw parezcan adherir a e s t e autoritarismo s e r 5 uno de l o s puntos c e n t r a l e s en l a s ~ 0 1 6 micas que s u s c i t a e l populismo. impone un régimen decididamente autoritario.42) .715). E l por q. l o que ayuda a l a personalizaciÓn d e l poder. Este i n t e n t o de integración de l a s masas populares a l a vida p o l i t i c a requiere de un f u e r t e c o n t r o l e s t a t a l de l a movilización y. que s e t r m s f o r maron más en entidades anexas a1 Estado que en organismos aut6nomos.a trav6s d e l recurso d e l a r b i t r a j e . Las e l i t e s de cualquier orientación tienden a u t i l i z a r e s t a circunstancia y a i n t e r p r e t a r en t6rminos d e i n t e r é s nacional l a s aspiraciones de l a s capas populares. M u y pronto l o s obreros empezaron a considerar que e l gobierno. . :'proceso que s e vé enormemente f a c i l i t a d o por e l hecho de que s e t r a t a de ~ a í s e s dependientes o sernidependientes y que l o s ~ g m p o sd i r i g e n t e s son ( o son percibidos) como a l i a a o s de l a s potencias coloniales.p. a s í como s e percibi6 que e l autoritarismo correspondía a l a necesidad de c o n t r o l d e l a movilización popular.

.E l carácter nacionalista y a u t o r i t a r i o que asume e l populismo en e l "Estado de c~rnpromiso~~. no llevan a l o s autores preocupados d e l tema a l a conclusiÓn de que se t r a t a de una simple manipulación de masas p o r l a s e l i t e s gobernantes. C o m o s e sefialó Ateriormente. c i e r t o grado efectivo de participación. diciones básicas en e s t a relación: Dos aparecen como l a s cona ) que "el origen social y l o s f i n e s p o l i t i c o s ureales9tde l a s e l i t e s ponen c i e r t o s limites a l a acción de estos movimientos (populistas). especialmente en cuanto a su capacidad de transformación. como asinismo e l paternalismo e s t a t a l y e l liderazgo carisrii~ticoen que s e expresa. La importancia que adquieren estos migrantes en l a composición y orientación d e l movimiento obrero e s t a as$ estrechamente asociada con numeroso's estudios r e l a t i v o s a l a base s o c i a l d e l varguismo o e l peronisnio . b ) en segundo lugar (que) cualquiera que sea e l grado de manipulación de l a s %asasP1por parte de l a s e l i t e s l a s masas deben poder lograr a través d e l movimiento y del régimen que del mismo s u r j a . suele relacionarse al populismo como un fenómeno social de vastas proporciones. sino que s e tiene presente l a s condiciones en que s e dá l a relación entre e l i t e s gobernantes y masas populares y que delimitan l a configuración d e l Estado.38). de l a estructura s o c i a l pre-existente. Este traslado de población r u r a l a l a s ciudades producida en é s t a s una profunda alteración en su composición s o c i a l que explicaría en parte l a conceptualización de 9nasasv' con que $e engloba a diferentes sectores populares.p. en un sentido u otro. consistente en l a masiva migración interna campo-ciudad que se produce previamente." (9.

p. por tanto. Esta heterogeneidad ha sido considerada de gran importancia en l o s irttentos de explicar e l populismo (varguismo y y qlnuevauc l a s e obrero y l o que s i g n i f i c a t a l distincibn.En más de una ocasión se ha señalado que e l proceso a l a industria y a l modo de vida obrero. *'que l o s sectores que empiezan a conformar l a c l a s e obrera latinoamericana parecen reaccionar de preferencia a una situación urbana más que a l trabajo industrial. p. Sin embargo.701). rizss democratizantes e i n t e r n a c i o n ~ l i s t a s .) inicia e l estudio de l o s que 61 denomina tvmovimientosnacional-populares" parte de l a pro?osiciÓn de que s i en general l a s c l a s e s populares tienden a orientarse hacia l a s ideologías y l o s partidos de i z - quierda y son. desde que se postula l a existencia de una c l a s e obrera anterior a l a s migraciones cuya experiencia ha sido d i s t i n t a a l a de l o s migrcantes y cuyas orientaciones p o l í t i c a s también han sido diferentes. y ek-t& presente no sólo en l o s estudios r e l a t i v o s a l o s sectores obreros sino que en general en l o s de migración y marginalidad social. centrándose l a discusión en l a distinción entre "cmtigua Cuando Gino Gemani (11. . r e s e s e l de l a heterogeneidad social que s e produce en l a población peronismo) . 175 y SS. es S de migraciones en America Latina no ha significado una incorporaci6n I d e c i r . Esta hipótesis parece tener bastante alcance explicativo en relación a muchas de l a s c a r a c t e r f s t i c a s que presenta e l movimiento obrero y l a organización sindical en su estructuraci6n y orientación. e l primer problema que preocupa a l o s autotrabajadora con motivo de e s t a inmigraci6n r u r a l y su incorporación a l trabajo." ( 8 . sino que ha resultado mucho más relevante e l sentido de incorporación a l a ciudad.

todo caso $ e reconoce que e s t e proceso previo s i g n i f i c a . también con abundante material y e s t a d í s t i c a e s t a argumentación. no obstante l a s posibilidades de manipuiaci6n que ofrezc. s o c i a l . tienen que s e r consideradas por l o s grupos de poder. en e s t e scntido. apoyada en abundante material e s t a d f s t i c o . existen razones más h i s t ó r i c a s y estructurales para explicar e l apoyo a1 peronismo por parte del sector obrero y que. e l paso de un pequeño grupo obrero (de origen europeo. su inserción en e l trabajo urbano y 12 impcrtmcia que e s t e En hecho adquiere en l a configuraci6n del movimiento populista. pues todos reconocen l a inmigración masiva.) estando centrada l a discusión en e l papel y orientación de l a nueva masa trabajadora y sus relaciones con e l obrero antiguo.l a explicación d e l hecho de que en ~ m é r i c aLatina esas clases populares apoyen movimientos populistas ( a u t o r i t a r i o s y nacional i s t a s ) debería buscarse en l o que ha significado que l a antigua c l a s e obreya haya sido sobrepasada masivamente por una nueva clase obrera de reciente origen r u r a l . de c i e r t a calificaci6n) a l a formacibn de una c l a s e obrerá masiva de reciente estracci6n r u r a l . será rebatida - - por otros auto- r e s ( 2 5 ) que señalar.m. serían precisamente l a s caracter f s t i c a s de e s t e origen r u r a l y l a forma de incorporación a l a ciudad l o que e x p l i c a d a que l a s "masas popularesu s e convirtieran en base de apoyo del peronismo (y del varguismo). no hay una heteronomía de comportamiento e n t r e nueva y v i e j a cla9e obrera. particularmente en e l caso argentino.& que. c a s i artesanal. Hay una r é p l i c a de Germani (10) y una dúplica de sus oponentes (19 y 14. . en l o 1 En l o p o l f t i c o implica l a presencia de masas populares urbanas que.

fundamentalmente a l a c a i i f i c a c i b n . \ E n t&rminos m& amplios. medianamente urbano - sino l a s formas en que s e produce su inserción tanto en l a vida urbana como en e l trabajo. sino que más bien l o hace en actividades de t i p o t e r c i a r i o n . p. E n relaci6n con e l sistema p o l f t i c o impliccada d i s t i n t o s contenidos de conciencia . Por o t r a parte. de determinar no sólo l a s caracterist i c a s de su origen - r u r a l o. Estas masas s i n c a l i f i c a c i 6 n dificilmente s e integran a l medio socioprofesional obrero existente. . i m p l i c a d a por parte de l o s nuevos una mayor atracción por l a vida urbana que por l a actividad i n d u s t r i a l . E n e s t e Último aspecto s e destaca que l a s masas poseían n i n h grado de c a l i f i c a c i ó n n i r u r a l e s inmigrantes experiencia i n d u s t r i a l - de cualquier índole - previa. e l trabajo previo y l a estabilidad del empleo. 698-699). e l t i p o y volumen de l a experiencia. e s imposible que e l migrante se incorpore de modo d i r e c t o a una actividad realmente i n d u s t r i a l .Los estudios que s e dedican a l a n á l i s i s de e s t e nuevo grupo s o c i a l t r a t a r h . l o que l o s impulsaria a entrar a l consumo de masas directamente. sus ocupaciones habituales son l a s de jornalero y de preferencia s e emplean en l a industria de l a construcción o en áreas similares. En e l consumo. l a s diferencias entre mtraEn e l trabajo a f e c t a r i a tigua y nueva c l a s e obrera comprenderian t r e s dimensiones: bajo. l o que genera sistemas de e s t r a t i f i c a c i ó n que pueden i n c i d i r fuertemente en l a s posibilidades de conciencia y de acción obrera. (8. L a inserción de l o s nuevos parece producirse fundcment~Llmentc a través de trabajos de escasa c a l i f i c a c i ó n y no propiamente i n d u s t r i a l e s . consumo y participación p o l i t i c a .

Esta forma de intcrmediaciÓn. es muy superior a l a que presentaría l a antigua clase' obrera con firmes postulacione3 doc t r i n a r i a s . a l analizélr e l varguismo. ( 3 3 ) .isa disponibleq' para l o s proyectos p o l í t i c o s de l a s e l i t e s de poder: a6n cuando esa disponibilidad sea condicionada. crea l o s sindicatos y l o s partidos que permitan que e s t a masa d6 legitimidad a l Estado. E s aquí e l desfase o atraso de l a indus- t r i a l i z a c i ó n con respecto a l a urbanización e l mteccdente que se t i e n e en cuenta para explicar en gran parte e s t e fenómeno. t i e n e presente que l a condición de masa no es una condición obrera y que l a debilidad d e l aparato s i n d i c a l brasileiio permite que sea rápidamente . pero que cmecen d c organizaciones y s e pueden manipular con r e l a t i v a f a c i l i d a d . no obstante l a creación de partidas p o l í t i c o s o f i c i a l e s . s e habría radicado fundamentalmente en l a organizacibn sind Una de l a s diferencias que más s e hace notar entre e l proceso brasileño y e l argentino es l a situacibn d e l m o vimiento obrero y d e l sindicalismo en uno y otro caso. Weffort.que a muchos l e s permite caracterizarlos como q'm. A l parecer Vargas s e encuentra más tipic&ente con una nsituaciÓn de masasw. D e acuerdo a la caracterización que s e hace d e l "Estado de compromisow y de l a "masa popularm que s e integra en e l movimientc populista. que pueden presionar sobre e l Estado. l o s estudios se preocupan de l a f o m a en que s e produce l a intermediacibn entre Estado y masa. E n e s t e sentido. En tales. e1 Estado crea l o s mecanismos de intermediación.condiciones.

Pero l a s transformaciones que implicó ésto en e l movimiento s i n d i c a l . particularmente a l "obrero nuevost.reemplazado por. e l peronismo s e radica en l a s organizaciones sindic. AS$. señala que l a industrializaciÓn iniciada por l o s conserv~~dores en l a década d e l 30 fué creando una c l a s e obrera que sólo l a cesantía y l a represión mantuvo desarticulada.p. tqcomot a l . s e señala. e l s i n d i c ~ l i s m oo f i c i a l . en l o s orígenes del peronismo l a nueva e l i t e encontró una c l a s e obrera org. pero que cuando e l propio proceso de industrialización mejoró l a situaciÓn d e l empleo. E l f u e r t e crecimiento del sindicalismo argentino a' p a r t i r de 1946 Eu6 impulsado desde e l Estado y logró incorporar masivamente a1 grueso de l o s trabajadores. tanto en e l caso argentirio como en o t r a s situaciones.mbio en Argentina. ha llevado a a l w o s a sostener que'la relación que e l sindicato establece con respecto a l Estado depende b&icament e de l a s circunstancias en que fué creado y 'de l a forma en que funcionó previamente.mizada y con proyecto s o c i a l con l a cual e n t r a r en alianza. a l perder e l control del poder. integra e l aparato e s t a t a l en paridad con o t r a s fuerzas y mantiene su estructura i n s t i t u c i o n a l a u t ó n ~ m a . aquellos sindicatos que h q ~ sido creados desde e l Estado tienden a mantener. e l estudio de Portantiero y M u r m i s citado. E l problema de l a r e l a t i v a independencia del movimiento s i n d i c a l .(21. mejoró también l a capacidad negociadora d e l sindicato y l o robustcci6. e incluso e l intervencionismo e s t a t a l . ~ ~ s t e hecho parece dm m53 c l a r o cucmdo. E n c. no'obstante .35). D e tal manera.lles y no s e diluye en l a burocracia sindical como en e l caso brasileño. no afectaron una r e l a t i v a independencia de l a CGT que.

la vfa s i n d i c a l para desde ahí d i r i g i r l a lucha d e l movimiento obrero. sólo l a preexistencia de de organizaciones sindicales aut&omas. siempre s e mantiene en é s t a un sector nparticipacionistaPq que i n s i s t e en mantener lazos con l a s Fuerzas Armadas con ' l a vana esperanza de que e s t a s pueden s e r aisladas d e l vlestablishmentql. e l que e l sindicalismo argentino haya pasado a i n t e g r a r . uno de l o s rasgos tfpicos de l a clase obrera argentina. En e l caso brasileño. s e r v i r í a tambign para explicar l a s d i f i c u l t a d e s de l a autonomfa sindical desde e l populismo incluso hasta e l actual régimen a u t o r i t a r i o . l o que permitiria l a subsistencia de l a oposici6n sindical obrera. ( 2 5 ) . como esto es.'a l Estado. l o s estudios sobre l a organización s i n d i c a l . pues. e l que s e haya expresado preferentemente a través de . replantea uno de l o s temas m& discutidos er. N o obstante l a consideraci6n anterior. a nivel mds de base federación.mbio. aunque sea subordinada y burocr~ticamente. según señala . su carácter llgremialvlo tlpolfticowy l a significación de una u o t r a caracterización. En c.l o s cambios polfticos que ocurran. que priva a l a CGT de toda influencia en e l mercado de trabajo. Se ha resaltado a menudo. un c a r j c t e r r n k favorable a l a participación en é l y a l a negociaci6n intermediada por e l poder páblico. s e r f a . a h enfrentada a l a d r k t i c a ofensiva de l a "Revoluci6n argentina de 1966". e l hecho de s e r e l mo- vimiento sindical c a s i t o t a l creación desde e l gobierno. l a s organizaciones sindicales generadas autbnommente por e l movimiento obrero tenderian a permanecer relativamente independientes del poder e s t a t a l en l a s d i s t i n t a s situaciones p o l i t i c a s . Esta hipótesis expiicario en p a r t e e l 4 hecho de que.

la~vodamentemanifestada. con cuyo antagonismo' debían contar quiénes entraban p o r l a vía de l a acción s o c i a l i s t a 1 ~ i d e o i 6 g i c a independiente ~~. a l o s que s e sumaron l o s gremios que habían dado vida a l a CGT 2 y que mmtenhn una vinculaci6n estrecha con e l comunismo y e l socialismo. particularmente l a s impulsadas por s o c i a l i s t a s y comunistas. Tell.0rganizaciÓn s i n d i c a l s e hallaba profundaiente dividida de acuerdo a e s t a disputa entre ~ g r e m i a l i s t a s w y n p o l í t i c o s ~ l . de l a c l a s e obrera. pero l o s estudios d e l movimiento sindical indican que cuando t a l e s tendencias arreciaban s e producían agudas c r i s i s en su seno que s e expresaban en divisiones d e l movimiento. l a e s t r u c t w a sindical que conformó l a base de sustentaci6n d e l peronismo fue l a resultante de una alicmza entre l o s sindicatos que habían formado l a CGT 1. . en e l que ver& la realización de l a autonomía f r e n t e a l o s partidos p o l i t i c o s d e l sindicalismo. Estos grupos remiales s e unir& en l a CGT en 194414. E n e s t e aspecto e l estudio de Portantiero y M u r m i s ya citado indica que a l producirse e l golpe m i l i t a r de 1943 la.a. sino de importantes grupos obreros organizados.D i . bajo influencias r u r a l e s o capital i s t a s ." ( 7 .5 y organizarán e l partido Labor i s t a . E s c i e r t o que s e apuntan fuerten ten- dencias en sentido contrario. Este antecedente t i e n e importancia en l a medida que se señala que %o se t r a t a b a simplcmente de masas tradicionales. l o s que integraban l a USA y l o s aut6nomos. 97-98). p. ya desde e l anarquismo parece plantearse un rechazo a l sistema l i b e r a l y l a negativa de subordinar e l movimiento sindic a l a l a direcci6n de un partido p o l í t i c o . "Y precisamente.

sino en cuanto a l o s f i n e s que s e plantea. E l reconocimiento de que. l a integración de l a CGT a l Estado haya limitado l o s alcances p o l í t i c o s dc c l a s e . burocracia sindical y l a base. sino que. . posterior- mente. es e l que l l e v a a r e p l m t e a r e l delicado problema de l a relación entre l a llamada. 10). p. obrera en e l peronismo.como orientación.v' (25. pretendería reivindicar para s í l a representación de l a c l a s e obrera. ~ . parece haber acuerdo en considerar que hubo una presibn de base (de agremiados y no agremiados) que impuls6 a viejos y nuevos dirigentes sindicales a integrarse a l movimiento peronicta. en l a s c r i s i s de 1935 y 1942. sino e l intento de generar la'participación p o l f t i c a a p a r t i r d e l inoviriziento s i n d i c a l . A pesar de l a s divergencias que suelen presentar l o s autores en cuanto a l a exacta significación de l a p a r t i c i pación. es decir. d e l mismo modo que l a posibilidad de ~ a r t i c i ~ a c i ó obrera n en una alianza p o l i c l a s i s t a era ya una tendencia con importantes antecedentes en e l sindicalismo anterior a l peronismo. Vale decir que l a orientación s i n d i c a l i s t a no s i g n i f i c a reducirse a l o s límites propios de l a acción del sindicato (defensa obrera f r e n t e a l a empresa y fundamentalmente s a l a r i o s ) . e l movimiento s i n d i c a l aparece npolitizadoqtno sólo en relación a l o s medios que emplea y a l a s agencias hacia l a s cuales s e d i r i g e . para l o s autores." (25. 2 2 8 ) . Para algunos " l a participación conjunta de viejos y nuevos implicaba un proyecto s o c i a l de c i e r t a envergadura y t e n í a como componente importante l a continuidad programjtica con reclamos previos de l a s organiz~cionesobreras. no cs e l abandono de l a p o l f t i c a nacional.

483). E s t a situí\ciÓn l a i l u s t r a Germani distinguiendo dos aspectos d e l peronismo. l o e s a más concebir sus a c t i t u d e s como consecuenL a gama de cursos de acción efec- c i a de una opción deliberada. e l peronismo e s tam"Es a q u i donde una s e r i e de bién una organización p o l f t i c a . como expresibn de l a moviiización popular que tiene un a l t o grado de espontaneidad y cuya rnbima expresión son l o s acontecimientos d e l 17 de octubre de 1945. p. a l mismo tiempo que debia a f r o n t a r l a s condiciones que l e iniponfm l a s bases t a n t o de obreros agremiados como de no agremiados. la separación que desde a n t e s e x i s t i a e n t r e d i r i gentes y base s i n d i c a l s e profundiza justamente en l a medida que l a burocracia s i n d i c a l adquiere mayores responsabilidades. s e a como sea. tivamente p o s i b l e s s e l i m i t 6 a un m a c o e s t r e c h o de condiciones E l d i r i g e n t e gremial estaba muy r e s t r i n g i d o por e l poder que e j e r c i a e l Estado. Pero. participando junto con l o s patrones y e l gobierno de l a planeac i 6 n y administraci6n d e l bienest'ir s o c i a l .(10." (12. Este doble aspecto d e l peronismo es e l que permite afirmar . posando a s e r c l a v e en l a r e a l i z a c i ó n de e s a coincidencia l a f i g u r a d e l d i r i g e n t e s i n d i c a l . S i n embargo. Por una p a r t e puede s e r entendido como un movimiento de masas. de Vieja y nueva clase obrera. 478 a ~ o l f t i c a p a r e l a s masas movilizadas y s u c a ~ d i l l o . rigidas. (7).Pma o t r o s p r e ~ s i f a l s o r e f e r i r s e a l sindicalismo como a c t o r & unificado.426). s e acepta de que s e produce una coincidencia e n t r e l a p r e s i b n de base. v i e j o s d i r i g e n t e s sindicales jugaron un r o l necesario: - e l de proporcionar una p a r t e de l o s caadros d e l c a n a l de organización ~ pp. y l a s necesidades de l e g i t i mación de una nueva e l i t e de poder. Por o t r a parte.

cambiar de naturaleza. l e h a b r h n permitido a 12s masas popu- l a r e s presentarse limitadamente como grupo de presión tratando de obtener l a s mayores ventajas d e l régimen populista. pero s i n 1 alcanzar una participación efectiva en e l poder. pero no a nivel de dirigencia integrada a1 aparato estatal. Esto e r n imposible y tuvo que caer f r e n t e a l incesante (12). Dice Germani: "para defen- derse e l peronismo ~ f b í a transformór esa participaci6n i i u s o r i a en una intervención r e z i . carece de posj-bilidsdes de . dcbia. £undamentalmente para e l caso d e l peronismo. En l a medida que " e l sindicalismo masivo e s creación d e l Estado y s e mantiene en gran parte dependiente de é s t e . volverse realmente una expresión de l a s .que l a autonomia d e l movimiento obrero s e mantiene a nivel de planta. D e aquf quc a menudo s e recurra a expresiones como wsatisfacci6n por sustituciónqt 3 Wentajas i l u s o r i n s w para refer i r s e a l a participacihn popular. E s esa ciutonorizí. beneficios ref ormistas que obtuvieron c i e r t o s sectores posulares durante e l peronismo.y origen. perdido e l control del' poder. c l a s e s populares. Las condiciones d e s c r i t a s . deja en ese nivel l a expresión d e l movimiento nacional-popular durahte largo tiempo. cn o t r a s palabras. ataque de grupos de muy d i s t i n t a orien$ación. e x i s t e pesimismo respecto a s i t a l movimiento podrfa haber tenido mejor futuro.a de pl'anta l a que le permite presionar a esos dirigentes y l a que." Esta imposibilidad e s t a r h sefinlada por e l carácter mismo de l a base de sustentaci6n popular del peronismo tanto como por l o s intereses de l a e l i t e que propició l a alternativa. S i bien la generalidad de l o s autores reconoce l o s .

poseen p o r l o menos l a capacidad para afianzar o rechazar e l sistema p o l f t i c o . pero s i l e otorgan una c i e r t a signifi. . pero. gran parte de l o s estudios sobre movimiento obrero s e r e f i e r e n a l periodo que algunos autores o. en l o s cuales se incluye a l o s grupos obreros i n d u s t r i a l e s .caci&. E l Contexto p o l f t i c o Patinoamericano .generalizada ha sido que l o s sectores populares.. Estos e s t u d i x no tienen coro punto de referencia especffico e l comportamiento p o l í t i c o obrero. no pueden d e s a r r o l l a r una acción p o l í t i c a aut6n0rna. estaba proporcionado por e l sector popular. respecto .postulaba que en Última instancia. en han caracterizado como de predominio d e l ~ldesarrolllsmoq~ e l lenguaje de los econornistas~ a l momento del vdesarrollo hacia adentrott. La afirmación m&s. l a l c g i t i m x i 6 n del sistema p o l i t i c o . (33). - C o m o se ha v i s t o . a l varguismo brasileño: - . en algunos casos. - y P1ovimiento Obrero. en e s t a misma medida... l a s masas populares lf C o m o señala GJeffort con constituyen l a base de l a legitimidad del Estado.~ 3. Incluso se'.. Conviene alguna referencia a l o que se ha dicho de manera general sobre e l modo de inserción p o l í t i c a de l o s obreros en e s t e contexto más amplio.alternativas propias y debe i n s c r i b i r s e en l a s a l t e r n a t i v a s que ofrezcan l o s grupos dominantes.

en donde e l énfasis estaba puesto en e l " d i s t r i butivismo s o c i a l u . Lo que s e enfatizaba era que e l przceso p o l í t i c o adquiría a menudo durante e l desarrollismo un carácter "populistan. una . donde s e decía que e l c a r j c t o r de clase d e l comportamiento p o l f t i c o estaba m& presente. ( 3 ) . l a s demandas i n s i s t f a n en un acceso. E n otros tcrminos. era l a "orientación hacia l a participaciÓntt. Una de e s t a s tendencias. - -" medios y grupos empresariales. s e afirmaba que predoD e hecho.vguista p o r ejemplo. Era v i s i b l e a d e d s . . masa urb'ma. l a s que fueron formuladas en varios trabajos. Se adoptaba como supuesto e l hecho de que preciscwentc e s t a expansión p o s i b i l i t a r í a l a incorporación de l a s masas a l sistema productivo y . cuyo soporte s e encontraba principalment e en l o s sectores populares. . de Cardoso y Faletto. l a acción p o l f t i c a de l a c l a s e obrera s e d i l u í a en l a s orientaciones mss difusas de l a Este f en6meno .Esta orientación p o l í t i c a general. t'anto a l o s bienes econbmicos. en donde l o s valores dc " l a masaw tení'in predominio sobre l o s valores de clase. a l sistema p o l í t i c o . s e trataba de m movimiento p o l í t i c o en favor de v t l o s humildestt. en grado variables. encerraba dos principales tendencias. caracterizada como desarrollismo. a l s e r sustentado por sectores . hasta Chile. que proporciamba un ejemplo extremo. minaba un vago sentido de incorporación a l a nación. entre otros "Dependencia y Desarrollo en ~rnéricaLatinatt. como a l o s beneficios sociales que e l régimen y e l sistema podían otorgar.tenfa gradaciones desde e l caso de Brasil. ponía énfasis en l a continuidad de l a expansión económica nacional orientada hacia e l mercado interno.. ' I En e l caso v. tendencia a l ~tnacionalismon que.

e t c .U n predominio d e l comportamiento de masas por sobre e l comportamiento de c l a s e tambi6n s c señalaba para 1-0s paises de menor tamaño g e o g r ~ f i c o o poblaci6n en ~ r n é r i c a atina. ( 2 8 ) . esto es. como l a ampliaci6n de l a s formas de rcprescntaci6n y participación. t a l camo l o señala C. r e a l funcionamiento de l a s estructuras etc. Pese a todo. Las formas y condicimes de vida de l o s d i s t i n t o s grupos populares urbanos. Bolivia. e s t a s reivindicaciones asumen diversa dimensión c r í t i c a y l o s grados que alcanza e l c c n f l i c t o pueden s e r impredecibles.mos.Torres en "Notas sobre l a c r i s i s de l a dominaci6n burguesa en ~ m é r i c a Latinan.. sus orientaciones eran antiolig&quicas . Sus objetivos e r ~ m de t i p o nacional. No obstante.E. . Ecuador. s e ha puesto de r e l i e v e que sus objetivos eran c a s i siempre de carácter p o l i c l a s i s t a .Respecto a l o s tipos de movilizaci6n p o l i t i c a en que participaban. cuya reacci6n asumía un c a r k t e r abiertamente represivo. S i en e l caso anterior esto s e debía principalmente a un proceso de inccrporaci6n ampliado y a una moviiizaci6n de carácter más o menos gen e r a l . pero no n e ~ e s a r i ~ m e n t anti-burguesas e . t e n d h n a d i l u i r a l o s obreros i n d u s t r i a l e s - por l o dem& relativamente pequeños en n h e r o - en una condición de masa popular. s e indicaba que sus movimientos Fonfan en a l e r t a l a sensibilidad defensiva de l a s clases dominmtes. l o s paises centro-meric. acá e l hecho s e a t r i b u í a a l a escasa diferenciación lograda. y a& agrarios. .

$íos 1 9 5 2 y e l proceso 1964. quiz5 t í p i c o .Bolivia. E s conveniente tener en cuenta que. a pesar de e s t a r incorporacm en l a dimensión a n t e r i o r . N o s e descmoce l a importancia que tuvo en l a presencia de l a c l a s e obrera en l a ~ o l f t i c a un partido como e l Movimiento Nacionalista Revolucionario (M. l a c l a s e obrera haya perdido en alguna medida l a referencia p o l f t i c a . En e l ascenso de l a s masas. Los sindicatos sobreviven a l a s persecuciones.R. queri6ndose s i g n i f i c a r con 6 s t o que adquirí.ambio l o s - inclnso que con e l quiebre d e l mismo partido. Pero. l o s sindicatos son determinantes. Lo que apzrece importante es l a relación entre sindicato y p o l í t i c a . pa..ma y l o s hechos ocurridos a p a r t i r de l a revolución de 1 9 5 2 . un punto clave ha sido e l de l a comprensi6n del comportamiento p o l í t i c o de l o s sectores obrergs y fundamentalmente mineros. hecho que a& s e expresa en e l caso de l a s represiones partidos l o hacen con d i f i c u l t a d . un predominio d e l "obrerismo" en l a acción p o l í t i c a . E s posible y en contra d e l o s obreros. ción Sindical Minera fu6 siempre mjs importante que l o s partidos a que pertenecían sus integrantes. s e ha señalado c m o rasgo.) revolucionario que encabezó en loc. (34). . presentz algunas particularidades y ha sido cob jeto de r f f i e x i 6 n preferentemente desde un h g u l o e s t r i c t a mente polftico. pero en cambio l o s partidos p o l í t i c o s no l o son en l o s sindicatos. a1 analizarse l a situación bolivi. en c.N. La Federas e ha señalado. mucho mayor valor que l a s adhesiones y orientaciones .rticularmente en l o que s e r e f i e r e a l a ~ e d e r a c i ó nSindical Minera (FSTMB).

conviene tener en cuenta e l c a r & t c r que asume l a p o l í t i c a y e l conflicto político l o s paises latinoamericanos. E l rasgo más destacado.ideol6gicas. que D e cihi f r e n t e a l quiebre de 1:~spartidos. l a oposición. e l Presidente y l o s que l o apDyan.ves para sostenerse en e l poder. y t r e s . s e preocupa espe< Pz'yne en "Labor nnd P o l i t i c s i n Peruvt ( 2 4 ) . cs l a per- 'manencia de l a violencia en e l conflicto p o l í t i c o que afecta l a relación entre l o s 3 actores principales d e l juego p o l í t i c o : uno. m j s bien.wios y no-dictatoriales hasta 1961. d o s . a su juicio. a pesar de l a s apariencias. 'el hecho p u r o y simple de s e r obrero. pasaba a difundirse l a idea entre l o s obreros que e l sindicato sindical o. cualesquiera hayan sido podía asumir hist6ricarnente e l papel d e l partido. extremadamente d é b i l y. c í f i c m e n t e de e s t e tema y señala cómo l a tradicional conducta sindical estadounidense de negociación colectiva (collect i v e bargaining) es reemplazada por l a n e p c i a c i ó n p o l f t i c a ( p o l i t i c a l bargaining) y esto debido a l a particularidad de l a escena pol f t i c a peruana en l o s per$o<os que estudia: l o s gobiernos no-autorit. .mcia. c a s i -siempre de l a voluntad de l o s milit. l o s militares. depende en 6ltima inst. Sobre e l grad3 de p o l i t i z x i 6 n d e l movimiento sus c m s a s . sobre e l uso de procedimientos p o l í t i c o s para alcanzar l o s objetivos que e l movimiento s e propone. E n su opini6n e l poder presidencial o ejecutivo e s . La p o l í t i c a de l a oposición c o n s i s t i r í a en d e s a r r o l l a r m grado t a l de c o n f l i c t o o violencia que haga dudar a l o s militares de l a u t i l i d a d de seguir actuando como aval d e l gobierno. en términos concretos.

u t i l i z a r e s t e hecho a su favcr.. relativ.~u&ntosmiembros tiene?. en algunos casos.mente ineficaces Relativamente ineficaz es taml o s usos de mecanismos legales. Este puede d e s a t a l a violencia necesaria para forzar l a cafda d e l Gobierno.. adem&. por l a frondosidad y heterogeneidad misma de l a legislaci6n. e l problema de l o s sindicatos es e l problema de su poder p o l í t i c o que se traduce en l a capacidad de respuesta favorable a l a s siguientes preguntas: Puede e l sindicato llev. Cuc&lta .aplicacijn d e l conocido mecmismo norteamericano de. . cosa que impide l a . . bién e l uso d e l voto por e l c a r & t c r de l a estructura p o l í t i c a . e s t á t..E s acá donde surge l a importancia d e l c o n f l i c t o obrero. no obstante. l o s obreros han logrado c. actuando siempre como posibilidad disuasiva l a pérdida d e l trabajo. fLltinm--re-la-t.i-que hacene. Lo m& 6 t i l es desatar l a violencia y amenazar con l a c r i s i s p o l f t i c a que e l l a s i g n i f i c a .unbi&n determinado por condiciones es truc turaEec vamente ineficaz. Son.Por c u h t o tiempo?.ar a cabo una huelga?.. negociar movilizcmdo o forzando a l ejecutivo a adoptar posiciones favorables a sus demandas con e l f i n de e v i t a r consecuencias peores. "premiar a l o s amigos y c a s t i g a r a l o s enemigosn. D e e s t e modo. a p a r t i r de 61.. E l uso d e l mecanismo de l a negociaci6n p o l í t i c a por sobre e l meccmismo de l a negociaci6n colectiva. E l mecanismo es inicicar un movimiento de proporciones p o l í t i c a s y.omprender e l papel estratégico que juegan y . violencia e s t j preparado para usar?. a través del voto obrero.6s te-E l mercado de trabajo e s u ~ mercado i deprimido de modo que l a posibilidad de reemplazo de obreros en huelga es bastante a l t a ..

a l a s cuales e l grupo en cuestión pertenece? En l o s estudios señalados en e s t e a c s p i t e s e pone énfasis en considerar que e l movimiento laboral no actúa independientemente. o huelgas de ~ r g ~ m i z a c i o n e laborales s m a s amplias. general. sino que s e inscribe en un contexto p o l í t i c o amplio que delimita l a significación y perspectiva de su acci6n. a l a vez que debe s e r comprendido . son. e l movimiento obrero es percibido como uno de l o s elementos esenciales en l a definición de l a situación dentro de ésta. SL~Sp&iibilidades de promover huelgas de apoyo.Cuál es su e s t r a t é g i c a f r e n t e a l a opini6n Cu6les. ~rátese de a n á l i s i s globales de ~ m 6 r i c aLatina o de trabajos referidos a a l g h p d s específico.

de predominio de un comportamiento de masas. Es a s í como algunas investigaciones recientes trataron de encontrar y analizar ejemplos de "rupturaw con e l comportamiento p o l í t i c o obrero de l a h i s t o r i a inmediata.icl y organizaciÓn en e l movimiento obrero" ( 1 6 ) . y a l movimiento argentino conocido como "e1 Cordobazo" . l a constituye l a de Elizabcth J e l i n . l a acción p o l i t i c a obrera en ~ m é r i c aLatina ha sido estudiada de preferencia d i s t i n t a s variantes: y otros similares. ibc&ismo. V I Una de e s t a s investigaciones. . a l a s huelgas de Contagem y Ozasco en Brasil. Los rasgos que mayormente han llamado l a atención en e l l o s son l o s ya reseñados de dependencia f r e n t e a l Estado. preocupado por e s t s temast empezó a preguntarse sobre e l nuevo comportamiento p o l i t i c o esperable en l o s scctores obreros. peronismo. en relación a movimientos p o l i t i c o sociales t a l e s coma e l populismo en sus Populismo brasileño. cuyas reflexiones tienen como base estudios referidos especialmente a l movimiento Ferrocarrilero en ~ é x i c o en 1958-1959. pero. "Espsntaneid. l a s o c i o l o g i ~ .arencia de autonomh en l a formuinci6n de una p o l i t i c a obrera. de formas b u r o c r ~ t i c a sen l a organización sindical y de c. 111 - Las mevas fnrmcls del comportmiento ~ o l í t i c o Obrero C o m o ya s e ha dicho.s . cuando e l desarrollismo y e l populismo fueron reemplazados por o t r a s orientaciones p o l í t i c a s a l nivel de l a sociedad global.

. par3 dar respuesta n e s t e interrogante.xer una nueva interpretación totalmente d i s t i n t a de 19s fen6menos pasados a trav6s de una conceptualizaci6n que s e considera o m& ni& adecuada acertada. se podría decir que e l problema que actuzlmentc preocupa e s e l de l a posibilidad del socialismo como p o l í t i c a autónoma d e l movimiento obrero. Con e l m i s m o a f h . 1 I 1 . podría caracterizarse l a novedad de l a situacibn e l fenómeno d e l modo siguiente: e s t r i b a en la percepci6n de una tendencia n l a mtonomía d e l movimiento obrero. a 13 referencia a1 pasado algunos tcrms y problemas que en ese momento todavfa no adquirían r e l i e v e o significaPuesto en forma un tanto extrema. en donde l a preocupación por ptsus posibili*. l o s conceptos que s e u t i l i z a r o n siguen siendo N o obstante. dadesnes e l punto clave. s e hacen necesar i o s nuevos conceptos interpretativos y orientaciones de a n j l i s i s distintos. e l cambio que s e percibe en l a situaci6n obliga. destacar en ción.E s quizjs conveniente e n f a t i z a r que l o s autores hLan creído encontrar un punto de ruptura respecto a prácticas anteriores .. de modo que. de c l a r i f i c a c i ó n - a través de l l e v a r a l l í m i t e l a nueva visión. No s e tratz. por l o que. de prom. v ~ l i d o s(aunque pueda haber pol&nicn).~uevosconceptos que empiezan s s u r g i r como s i g n i f i c a t i v o s para l a comprensión del movimiento laboral no significan que l o s anteriormente u t i l i z a d o s sean necesariamente erróneos. los. a veces. Las i n v c s t i g a c i ~ n e smuestran que se t r a t a de rupturas con l a orientación p o l í t i c a y s i n d i c a l ya tradicional en e l movimiento obrero. en l a medida en que aparecen referidos a l contexto en que surgieron.

P R I . Se han señalado l a s huelgas de 1958 por i n i c i a r una ruptura con t a l e s practicas. muestra cómo t i e n e lugar una c r i s i s en e l movimiento . F~¿?xic:. E l sindicalismo mexicano s e caracterizaba p o r una f u e r t e subordinaci6n de cada uno de l o s sindicatas a l a Central de Trabajadores Mexicanos (C.rtido y d e l Gobierno que en defensa de l o s intereses obreros. en modo alguno aseguraba una r e a l representación d e l o s intereses obreros en e l poder. demanda que. t a l e s como publicaciones de . hicieron presente sus reivindicaciones u t i l i zando canales extra-sindicales. procedimientos democr~ticos no estuvieron nunca ausentes de l a caracterimci6n de t a l e s dirigent'es. no había sido escuchada por e l liderazgo sindieal establecido. S i era posible sezalar que e l liderazgo obrero o f i c i a l formaba parte. de l a e l i t e p o l f t i c a . 1958-195gq'.) l a que a su vez cílnstitufa parte efectiva d e l partido de Gobierno. que adoptaban d i s t i n - tas formas. como también p o r su meiliacibn d e l aparato d e l Estado.En referencia a l a s huelgas f e r r o c a r r i l e r a s Mexicmas de l o s . cuya ~ ~ v a c t e r i s t i c era a m6s bien actuar en representación del Pz. " E l movimiento f c r r o c a r r i l e r o er.~?. ausencia de y muchos otros de índole parecida. su presencia s i n embargo. La base sindical y algunos grupos opositores. P a r t i d o Revolucionario I n s t i tucicnal. como origen una reivindicación s a l a r i a l . en donde l a s bases sindicales empezaron a cuestionar l a capacidad de representacibn de l o s dirigentes. e l l i b r o de Antonio Alonso. ( 2 ) . s e serialaba. Los cargos de venalidad. La direccihn s i n d i c a l estaba en manos de l o s denominados "dirigentes charrosu. c a s i siempre.años 58 y 59.T. tenían. Los movimientos d e protesta. s i n d i c a l que hasta entonces h a b h sido estrechcmente controlado por e l aparato estatal.

un c o r t e r e s p e c t o a l sometimiento a l i d e r a z g o s s i n d i c a l e s e s t a b l e c i d o s por l a v i a de l a pura autoridad.T. como también y en o t r o s casos. La i n s e r c i ó n manipulada de l o s obreros a t r a v é s de l a C.M. que de p r e s t a r atención a l o s i n t e r e s e s obreros. micamente a é s t o s .manifiestos en periódicos y s o l i c i t u d de intervención d i r e c t a d e l Presidente de l a ~ e p 6 b l i c a en l a s a t i s f a c c i 6 n de s u s demandas. en suma. s i n embargo. disminuyó notoriamente e l poder y p r e s t i g i o de l a c e n t r a l de t r a b a j a d o r e s mexicanos f r e n t e a l a base obrera. les. en e l p a r t i d o de gobierno y en e l gobierno mismo. Uno de l o s hechos más subrayados por l o s a n a l i s t a s f u é e l c a r á c t e r de base d e l cuestionamiento: n i v e l nacional. Lo que l o s e s t u d i o s destacaban e r a que de e s t e modo s e producfa un cuestionamiento 'a l o s l i d e r e s s i n d i c a l e s e s t a b l e c i d o s . siguiendo e l ejemplo. La propagaci6n de l a p r o t e s t a . C 8 l a nueva o r i e n t a c i ó n p o l í t i c a obrera s u r g í a como un rechazo a l a . s e empezó a p l a n t e a r cuestionamiento a l o s propios l í d e r e s s i n dicales y reivindicaciones s a l a r i a l e s . E l movimiento. no s e c i r c u n s c r i b f a . cuya mayor f u e r z a radicaba e n t r e l o s obreros f e r r o c a r r i l e r o s . c o r r í a s e r i o s p e l i g r o s . una s e r i e de liderazgos l o c a l e s s u r g i ó en oposición a l l i d e r a z g o o f i c i a l . con l o s contenidos señalados. o t r o s s i n d i c a t o s i n i c i a n movimientos de s o l i d a r i d a d . de P a r t e de l a c r í t i c a de base s e h a l l a b a d i r i g i d a a l a cooptación p o l í t i c a de que eran o b j e t o l o s l í d e r e s nacionaSe l e s acusaba de ocuparse más de s u propia c a r r e r a p o l i t i c a Por paradoja. una p e t i c i ó n de reemplazo de l o s mismos y.

postulaba l a identidad de intereses y propósitos entre e l proletariado y l a s instituciones a que había dado origen e l largo proceso de l a revolución mexicana. y parte d e l aparato burocrático d e l Estado que. ideológicamente esgrimido por e l sistema p o l í t i c o .politizaciÓn de l o s f i n e s rechazaba l a mera politización de l o s medios y de l a s ~ a g e n c i a s . F U ~ a s í como.M. En e l hecho.T. l o que s e establecfa e r a l a necesidad de un comportamiento autónomo de l o s sectores obreros expresado en una representación propia. pero más bien podrfa decirse que la.por l a demanda de autonornia reivindicativa . por medio de l a represibn. I A pesar d e l fracaso material. l o s a n a l i s t a s parece? e s t a r de acuerdo en que e s t e caco representa uno de l o s ejemplos . afectaba. pese a no haber llegado a plantear una reformulación t o t a l de l a estructura p o l í t i c a y de dominación existente. incluso. lograron e l reordenamiento s i n d i c a l con l o s viejos líderes. La aceptación de l o s nuevos hechos no podfa imponerse con f a c i l i dad. E l supuesto.de l a base obrera. no obstante.p o l í t i c a . en l a necesidad de independizar a l sindicato de l o s partidos p o l í t i c o s . La demanda por autonomía. una vez terminado e l proceso e l e c t o r a l coin- cidente con l o s acontecimientos reseñados. Se señalaba un conflicto de intereses e n t r e e l papel de l í d e r sindical y e l de candidato p o l i t i c o insisti&dose. e l liderazgo o f i c i a l de l o s sindicatos de l a C. En e l l a actuaron combinadamente l a s entidades empresariales. l a represión hubo de hacerse presente. peligrosamente a l intrincado sistema de control p o l í t i c o de l a sociedad mexicana. y todo esto quedaba en entredicho .

VE e l autor un punto de ruptura con l a larga tradición p o l í t i c a d e l movimiento obrero brasileño. Otra experiencia de ruptura con l a práctica pol í t i c a y s i n d i c a l tradicional es analizado p o r Francisco C. e s t e quiebre t i e n e lugar en un contexto diferente. como p o l i t i c a nacional. había dejado de Pero. Weffort en !'Movimiento obrero y p o l í t i c a en Brasil: de Contagem y 0 z a s c 0 ~(~ 32). sino a l sentido que a l movimiento de protesta l e otorgaron l o s propios actores. a r r i b a reseñado. Por o t r a parte. a prevista para t a l t i p o de c o n f l i c t o y en un momento que no es e l considerado como normal para t a l e s reivindicación. t a l z s como l a ocupación de fábricas y torna de rehenes. s e marca una c l a r a orientación p o l í t i c a expresada aÚn en l a reivindicación de alza de s a l a r i o s . Entre l o s rasgos principales que Weffort destaca y que contribuyen a l a diferenciación d e l movimiento. La diferencia l a atribuye no a l a cantidad de obreros involucrados n i a los efectos de l a s huelgas mismas. en e s t a s huelgas y en e x i s t i r a p a r t i r del golpe m i l i t a r de 1964. l a s huelgas A diferencia del caso mexicano.de redefinicibn de l o s moldes en que tradicionalmente s e había desenvuelto l a p o l í t i c a obrera mexicana. . demás de ocurrir a l mhgen de l a institucionalidad Esto. e l c a r k t e r que asumieron. La populista. se c i t a l a s formas inusitadamente agresivas que aswne l a protesta. puesto que l a s demandas pretenden quebrar l o s límites oficialmente f i j a d o s a P l o s salarios. y l a s huelgas estudiadas tuvieron lugar e l año 1968. no usuales con anterioridad y que implican una ruptura con l a tradición populista d e l movimiento obrero que ha5$a asumido un rasgo más bien c i v i l i s t a y pacifico.

de . La t é s i s sustentada en e l estudio. cuyos rasgos. tambi6n es posible percibir que e l movimiento permanece. aprisionado en l a estructura s i n d i c a l o f i c i a l . adoptando é s t e una l í n e a de acción de clase y de independencia ante e l Estado y l a burguesía. l a s comisiones de f á b r i c a w . s e constituye en desafío y ncgaeión de l o i n s t i tuído . dado que s i bien puede señalarse l a emergencia de nuevas formas de organización. Con e l l o s e marcaria una diferencia n f t i d a con respecto d e l comportamiento populista. hegem6nicamente dominada por l a ideologia de l a burguesía.juicio d e l autor. es que l a s huelgas de Contagem y Ozasco asumen como significado una t e n t a t i v a de reorientación d e l conjunto del movimiento obrero. eran precisamente l o s contrarios: predominio de un comportamiento de masas en donde l a orientación de clases aparece d i s u e l t a . ci6n que e l movimiento sindical poseía antes de 1964. en muchos aspectos. -- Las c a r a c t e r f s t i c a s apuntadas constituyen. E l tema que preocupa a l autor es e l de saber s i estos movimientos representan o no l a s señales de una reorientaci6n radical d e l movimiento obrero. . d i ferencias c u a l i t a t i v a s con l a sitxación y movimiento obrero vigente hasta e l cambio de régimen. La respuesta no es f á c i l . . . por ejemplo. extrema dependencia de l a acciBn del Estado y. en términos de p o l í t i c a obrera. a juicio de Wcffort. Se anota en e l trabajo que no s e t r a t a en e s t e %a s i m p l-e recuperación de l a capacidad de reivindicacaso .

La transformación.ias empresariales. caracterizada por un importante grado de concentraLos movimientos de Contagern y Ozasco son producto del desarrollo d e l sistcma c a p i t a l i s t a en sus n6cleos m& dinámicos. tradicional d e l sindicato. para una administraci6n e f i c i e n t e . s e subraya. L a organización sindical. ción i n d u s t r i a l . e s t á obligada a s u f r i r cambios radicales debido tcanto a l a s presiones obreras como a l a s propias convenienc. wi contexto en que e l régimen p o l f t i c o corresponde a l a hegemonia Las huelgas plantean e l problema de l a significación r e a l de l a estructura sindical o f i c i a l dentro de e s t e contexto y . s e sdala importantes hechos p o l i t i c o s . tiene lugar en de l a gran empresa y que excluye a l a c l a s e obrera. s e sostiene. pero a l a vez requiere. E s t o s pertenecen a l a gran empresa auto- movilistica. una f orrna de representación obrera d i s t i n t a . N o ab. plantecm además. heredada S d e l régimen populista a n t e r i o r . Junto a l a s transformaciones estructurales que aparecen explicando e l ccunbio. e l problema de dilucidar l a s nuevas posibilidades de orientacibn d e l movimiento obrero en t a l situación. señal&ndose incluso que l a s c a r a c t e r ~ s t i c a sde "modernidadtt de l a empresa s e relaciona con l a s formas en que s e r e s t r u c t u r a l a organizaci6n d e l movimiento obrero. además l a incidencia de L a p o l í t i c a de compresión s a l a r i a l . Surgen a l l í l a s wcomisiones de f ábrican que transf oman l a estructura p o l f t i c a La gran empresa introduce cambios en l a estructura de l a c l a s e obrera.indona e l a n á l i s i s l a explicitaciÓn de l a s condiciones estructurales de l o s grupos obreros que emprenden l a transformación.

a&. e l control. a cargo de l a p o l i c í a . M& e l recorte zibsoluto de l a s funciones del liderazgo sindical l e impedían. e r a e l de actuar como mec. restringido a una suerte de funciones burocrjtico administrativas y asistenciales definidas legalmente. Pese a todo. E n e l estudio s e señala que. l a s huelgas r e p r e s e n t a r h a instancias o . tener un mínimo de capacidad para actuar como instrumento de control sobre l a s demandas de l a c l a s e .sustentada por e l gobierno. a cargo de l a s propias masas.a. no era capaz de actuar como instrmento de movilización y defensa de l a clase obrera. cuyo ejemplo serí. La función t i p i c a d e l sindicalismo en e l período populista c o n s i s t í a en un compromiso entre l a s funciones de movilizaci6n y l a s funciones de control. en l a cual l o s mecanismos legales de regulaci6n eran sobrepasados. deben s i n embargo su vitalidad a esfuerzos p o l í t i c o s y organizacionales que son-extra sindicales : nacen como embriones de organización aut Ónoma. en l o s casos estudiados. e l sindicato o f i c i a l e r a absolutamente impotente ya sea para movilizar como también para controlar. pero e l liderazgo sindical o f i c i a l . ' no obstante. o como espontmeísmo obrero. pese a u t i l i z a r l o s sindicatos. En uLia situación de conflicto. l a rnovilizaciÓn y e l control son asumidos por grupos u organizaciones externas a l a estructura sindical o f i c i a l : l a movilización. s ó l o podía s e r modificada por presión obrera.nismo de mcdiaci6n. l o s esfuerzos de autonomia no fueron sufi4 cientes. E l autor destaca que l o s movimientos de Contagem y - Ozasco.m l a s comisiones de fábrica. a l mismo tiempo. E l Único papel posible. y esto con d i f i c u l t a d .

Hecho destacado e s e l que l a s organizaciones obreras t r a \ dicionales y o t r a s son en l a p r j c t i c a desbordadas y l o s partidos .rh' situación de t r a n s i c i h caracterizada por e l paso de formas dependientes d e organización. mzs. sindical y p o l i t i c a del iiioviiniento obrero brasileño. ctc. quien en v'Crisis y protesta cÓrdoba Marzo de 1 9 6 9 ( 5 ) .mcisco J. U n t e r c e r ejemplo de an$disis referido a l a s trmsformaciones en l a oricntaci6n del movimiento obrero. c o n s t i t u i r f ~ . e l saber s i e s t e movimiento e s . Esto. como t a l . h i s t o r i a del movimiento' obrero. a formas aut6nomas. de colaboración de c l a s e s y de &ependencia f r e n t e a l Estado. Dclich. supera l a \ pura movilizaci6n obrera y s e expande a vastos sectores socia. l e s .ejemplos de u. ademss de l a s d i f i cultades que l e opone e l régimen p o l i t i c o . Los problemas que a l l í se planL a tradición tearon hacia tiempo madurabb en l a c l a s e obrera. una reorientación c u a l i t a t i v a de l a s e af irma. destacaremos e l . a p a r e c h fuertemente contestada en e s t a experiencia. p a ~ t i d o s polfticos.-social: de Fr. Entre l o s trabajos realizados. l o constituyen l o s estudios referidos a l Cordobazo. en donde no s ó l o s e ha puesto dc r e l i e v e l o s nl¿Ievos comportarnientos de l o s grupos obreros i n d u s t r i a l e s . - * -E l movimiento. grupos e s t u d i a n t i l e s . capaz de crecer a p a r t i r de l a s condiciones estructurales apuntadas y de sobrepasar sus propias herencias h i s t ó r i c a s . u n b i ¿ b l o s cambios experimentados por otros actores sociales. permanece como problema. sino t . como l o s ' ~ s e c t o r e s medios. como s e ha señalado. se r e f i e r e cspec?ficamente a l tema.

a s e r liderizada por l o s grupos pertenecientes a l a s industrias de avcunzada. como e s e l caso de l o s L a diferenciacibn obreros de l a industria autorxovil~stica. s e apunta. ya no solCmente a nivel de l a empresa. sitfian en un nivel en donde s e t r a t a de obtener. e l autor sostiene que en ese mismo hecho puede encontrarse un principio de e x p l i c a c i h d e l nuevo comportamiento obrero. Se señala que l o s obreros del primero grupo no son a menudo l o s más combativos. expresan desborda l o s 1i. sectores i n d u s t r i a l e s Algunos pertenecen a l o s mss desarrollados.rticipaci6n y control. o menos modernos. pero sus acciones ponen en jaque a l conjunto d e l moderno sistema económico.p o l í t i c o s no alcanzan ingerencia en l a movilización. no obstante. caso. de e s t e modo. implica posibilidades d i s t i n t a s respecto a l impacto global de l o s movimientos generados por estos grupos. A menudo se ha señalado que estos grupos relativamente privilegiados. . mejores condiciones de trabajo. Estos. su reivindicación es una reivindiE l c o n f l i c t o que cación formulada en e l h b i t o de l a p o l i t i c a .otros pertenecen a sectores más tradicionales. en l a medida en que l a s demandas mínimas Sus objetivos s e ciones m& habrían sido obLenidas ya definitivamente.. s e constatan l a s d i f~escnciacionesexistentes en su seno. tendrían proyectos mas ambiciosos y reivindicaa l t a s .iiites usuales. al* l a sociedad. E n este Respecto a l a c l a s e obrera. p o r l o que e l grado de peligrosidad de sus acciones es siempre considerable. La c l a s e obrera en su coyjunto pasó. tendían a un comportamiento pasivo en función de l a s mismas ventajas r e l a t i v a s de que disfrutaban. a l a vez que grado de pa. no son desbordados sino marginados. sino a nivel de En t a l medida.

m l a s fuerzas m& d i n h i c a s . a p a r t i r de negaciones y afirmaciones que no son c l a r a s n i coherentes. Los acontecimientos condujeron .a de una fuerza social que niega mediante su acción l a r a í z misma del orden. señala nuevos objetivos y postula nuevos valores. según e l a n á l i s i s .n i v e l nacional. no encontraban un i n t e r C'c)yunturalmente tampoco s e contaba con un i n t e r En suma. afirma nuevas reivindicaciones. a nivel social. e r a en e l % locutor a nivel polstico. ya que s e carecía de una organizaci6n que prolongara l o s efectos d e l proces6 i n i c i a l . aunque s e subraya que puede encontrars e en e l proceso l a pre5enci. por l o que l o s obreros. Esto no s e encontraba excento de ambiguedades. cosa que también s e rncmifiesta como un distanciamiento respecto a l tradicional comportamiento p o l í t i c o de l o s obreros agrupados en l a confederación General de Trabajadores d e . l a acci6n de l o s sindicatos t e n í a necesariarizcnte f u e r t e s límites. debido a l a s c a r a c t e r í s t i c a s d e l gobierno l o c a l en ese momento existente. *e t r a t a de construírse aunque sea contradictoriamente. debido a l o cual l o s sindicatos locales más modernos tomaron e l control de l a situación y d e l movimiento como h i c a fuerza organizada y politizada a l a vez. En l o s hechos de ~Órdobaencuentra e l autor un principio de ruptura de l a dependencia de l a s organizaciones obreras con respecto a l Estado. en que a l nivel local l a burguesía dominante no correspondía a l o s segmentos industriales m& locutor vslido. que i n t e n t a un nuevo e s t i l o d e accibn. esto e s . Los resultados son dudosos. desarrollados. movimiento obrero m i s m o donde s e encontrab.La particularidad d e l caso cordobez e s t r i b a .

no fueron n i apoyo s i g n i f i c a t i v o n i factores de oposición. Los estudios reseñados en e s t e a c j p i t e expresan l a preocupación p o r encontrar algunos indicios de t r w s f ormación del comportamianto p o l í t i c o tradicional de l o s obreros latinoamericanos. puesto que aparecieron como fuerza organizada y. y l a d i £icultad Los dirigentes estribaba en l a articulaci6n de ambas exigencias. l a forma orgánica sindical no e r a l a m6s apta para asumir tareas p o l í t i c a s . en cuGantol a conducta popular y l a violencia traspusieron esos límites. l o s partidos p o l í t i c o s expresan adhesión en l a medida en que l a s acciones emprendidas no superaban l o s objetivos program6ticos que s e habian trazado para s i . E s t o adquiere singular relevancia a l a luz de l a s nuevas condiciones polftico-sociales de l a región. En u n comienzo. s e ha dicho. l a c r i s i s del propio sistema p o l í t i c o argentino. puramente gremiales. más tarde asumen una actitud de reticencia. por e l t i p o de reivindicación asumida. como tambi6n a . Esta adhesión-reticencia de l o s partidos p o l i t i c o s dej6 abierto e l camino para que l o s sindicatoc tomaran e l control de l a situacihn y d e l movimiento. Pero. e s t r a t e g i a p o l í t i c a . de modo que e l movimiento y e l cambio de orientación de l a conducta politica o b ~ e r a no logra alcanzar su pleno desarrollo. s i n renunciar a l a vez a su condici6n de dirigentes.a una situación en l a que l o s dirigentes sindicales debían responder tanto a las' reivindicaciones inmediatas. a l a vez politizada. En l o s sucesos de Mayo l o s E s t o expresaría partidos p o l i t i c o s a nivel provincial. n i apartarse por propia decisión de su medio. sindicales no pueden renunciar a su r o l especff i c m e n t e s i n d i c a l . . hecho que va mss a l l á d e l circunstancial congelamiento de l a actividad p a r t i d i s t a .

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