1.

O advogado Martin Vail aceitou defender gratuitamente o jovem coroinha acusado de ser o assassino do arcebispo porque viu que seria um caso de grande repercussão e que teria grande prestígio se conseguisse a absolvição do então acusado. Para ele, o mais importante em uma causa não era o cliente, mas sua própria performance no tribunal.a verdade é que o advogado Martin Vail adorava estar sob os holofotes, e viu que no caso de Aaron Stampler teria uma grande oportunidade para isso. 2. Martin Vail defendeu a hipótese de haver uma terceira pessoa na cena do crime porque o advogado acreditou no depoimento de Aaron, que ele havia visto uma terceira pessoa na cena do crime e não se lembrava de nada, pois tinha desmaiado. Vendo por essa perspectiva de que não tinha sido o inofensivo Aaron, ele cristalizou sua defesa nesse pressuposto, utilizando-se de todas as suas técnicas e práticas jurídicas para fixar em si e convencer os outros da ideia de não culpabilidade do réu. A sua linha de pensamento para buscar o convencimento da juíza levou em consideração, primeiramente, apenas dados colhidos do próprio Aaron. Dessa forma, o objetivo da defesa se relacionava não em provar, a “verdadeira” verdade dos fatos, mas uma hipótese. O pensamento do advogado já partia da ideia pré-fixada de que o seu cliente não era autor de nenhum crime. 3. De início Martin Vail solicitou um laudo psicológico pra provar que o garoto sofria de distúrbios os quais faziam ele perder seus sentidos e não se lembrar o que lhe havia acontecido, o advogado também requisitou um laudo para mostrar que Aaron seria incapaz de ter matado alguém por causa do seu perfil emocional, posteriormente Martin Vail muda sua linha de raciocínio acreditando que Aaron sofria de um transtorno de múltipla personalidade. 4. Do ponto de vista da ética e moral a estratégia do advogado para utilizar essa prova foi ilícita, pois ele além de ter furtado a fita de vídeo que continha cenas nas quais mostravam atos libidinosos entre o arcebispo e seus coroinhas, pode-se constatar a inviolabilidade de domicilio, ele não tinha autorização para ter entrado novamente na casa do arcebispo e muito menos furtar a fita de vídeo, acho que todo réu é inocente até que se prove ao contrário mas isso deve ser feito através de meios lícitos, que não sejam contrários á lei. 5. Aaron conseguiu enganar a médica e o advogado,a acusação (promotoria de justiça), o médico-perito e a tribuna do Júri popular pelo modo no qual ele simulou um transtorno Dissociativo de Múltipla Personalidade, na verdade Aaron era nada mais que um psicopata sabia manipular as pessoas para ter exatamente o que queria, sua liberdade e não a pena de morte, Aaron conseguiu enganar a todos inclusive o advogado Martin Vail que acreditava que realmente ele

possuía algum transtorno psicológico o que ele não pode constatar de fato é que Aaron era um legitimo psicopata. portanto de igual modo. pois o tribunal irá se basear nos laudos dos peritos para definir a sentença. o perito deve ter muito cuidado para que não seja diagnosticado algo fraudulento que beneficiaria o culpado. 6. o perito deverá minuciosamente investigar. realizar testes com o réu para que não se tenha nenhuma duvida de sua inocência ou culpabilidade. histórico familiar. e não seria justo alguém com insanidade metal ser privado de liberdade em local inapropriado e vice-versa. Para isso é importante observar todos os fatores subjetivos do crime. . É de extrema importância o diagnóstico dos suspeitos de insanidade mental. antecedentes e todos os cuidados mínimos para que seja dado pena cabível.

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